Ação do BB está atrativa considerando que “2020 não durará para sempre”

Publicado em: 17/06/2020

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) estão atraentes, considerando que o ano de 2020 não irá durar para sempre, de acordo com a análise do Safra. O banco realizou reuniões virtuais com a empresa para entender a perspectiva do Banco do Brasil em relação a desaceleração econômica. Na visão dos executivos, a perspectiva é desafiadora, mas eles acreditam que estão em boa posição de capital e com créditos robustos para enfrentar o cenário.

“Em suma, acreditamos que o Banco do Brasil parece bem posicionado para enfrentar a turbulência econômica causada pela pandemia do Covid-19, principalmente em relação à qualidade do crédito e às necessidades de provisionamento para perdas com empréstimos”, informou o Safra.

Mesmo assim, para os analistas, os resultados do banco deve ser severamente afetados por receitas mais baixas de honorários e contribuições de equivalência patrimonial de participações de subsidiárias e investimentos.

Por outro lado, parece que a maioria desses eventos pode não ocorrer em 2021, quando o banco deve apresentar um resultado muito melhor. Sendo assim, o Safra manteve a recomendação de compra das ações da companhia com preço-alvo de R$ 51 por ação.

Fonte: Money Times

BB zera taxa de custódia para investimento em renda variável

Publicado em: 24/01/2020


O Banco do Brasil anuncia nesta segunda-feira, 20, a isenção da taxa de custódia para quem investe em Ações, ETFs e Fundos Imobiliários na bolsa. Além disso, o BB também assume a taxa referente aos custos da B3, deixando de fazer o repasse ao cliente. As condições já estão em vigor e valem para todos que já possuem esses produtos, alcançando o estoque de aplicações e também os novos negócios.

A isenção faz parte de um conjunto de medidas em que o BB continua apoiando o desenvolvimento do mercado de capitais, ao mesmo tempo em que aprimora os produtos e serviços que oferece aos clientes. “Após o sucesso da oferta de ações do BB, o Banco se posiciona agora com taxa zero de custódia para renda variável, tendo sempre como foco o que é melhor para nossos clientes”, afirma Rubem Novaes, presidente do BB. “Nossa meta é sermos líderes na distribuição de ofertas públicas no mercado brasileiro”, conclui.

Como reflexo do cenário de baixas taxas de juros, a renda variável passa a ter um papel mais relevante na carteira dos investidores, sendo uma alternativa para melhorar o retorno de suas aplicações. O Banco acredita na tendência do mercado em reduzir custos para investimento na bolsa, priorizando a assessoria qualificada e a busca por melhores rentabilidades para seus clientes, incluindo o pequeno investidor.

Além de atuar para fortalecer o mercado de capitais, a estrutura societária do BB também estimula o aumento da participação das pessoas físicas no mercado de renda variável. Atualmente, 447,3 mil pessoas detêm ações da empresa, o que coloca o Banco do Brasil como uma das organizações com maior número de investidores individuais. Convém destacar que, considerando somente a oferta pública de ações do BB do ano passado, houve a participação de 29.222 pessoas físicas.

O que mudou

Custódia para Ações, ETFs e Fundos Imobiliários: de R$ 15 para R$ 0.

Em 2018, o Banco do Brasil zerou as taxas para custódia de Tesouro Direto, de Títulos Privados (Debêntures, CRI, CRA e FIDIC) e de carregamento dos planos Brasilprev.

B3

Dos R$ 15 que eram cobrados dos clientes até novembro, R$ 8,78 eram repassados para a B3, para valores em custódia até R$ 5 mil; R$ 9,28, para valores acima de R$ 5 mil; e uma parcela variável para valores em custódia acima de R$ 300 mil. O BB assumiu os valores repassados para que seus investidores tenham uma isenção real de custos de custódia.

Carteiras

Em 2019, as carteiras recomendadas de ações pelos analistas do BB Investimentos ficaram entre as principais do país. As carteiras são divulgadas mensalmente no site bb.com.br/carteirasugerida.

Fonte: Banco do Brasil

Governo federal deve ficar fora da oferta subsequente do Banco do Brasil

Publicado em: 03/10/2019


A União deve ficar fora da oferta subsequente de ações do Banco do Brasil (BBAS3) devido ao curto prazo e também por burocracias do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com a edição desta quinta-feira da Coluna do Broad, do Estadão, o ponto que pesou contra foi a forma que o processo foi encaminhado dentro do banco.

A publicação explica existia uma pressa nos trâmites com a proximidade da divulgação dos números do terceiro trimestre do Banco do Brasil, em novembro. Porém, questões internas fizeram com que a transferência dos papéis detidos pela União para o BNDES não acontecesse a tempo, uma vez que o follow-on será anunciado nos próximos dias. Com isso, a oferta irá sair sem essa fatia.

Agora, a tendência é que a operação seja lançada com uma quantidade reduzida de ações, para levantar menos de R$ 6 bilhões, R$ 1 bilhão a menos do que seria com as ações do BNDES, se considerar o valor de fechamento da sessão de quarta-feira. Serão negociados os papéis detidos pelo FI-FGTS, administrado pela Caixa Econômica Federal, e o limite para a venda de até 64 milhões de ações mantidas na tesouraria do BB.

Ainda de acordo com o jornal, a precificação do follow-on vai sair na próxima semana, com o lançamento da oferta devendo pressionar os papéis para baixo nos próximos dias.

Fonte: Money Times

Resultado primário de maio será ajudado por venda de ações do BB do Fundo Soberano

Publicado em: 30/05/2018


O secretário do Tesouro, Mansueto de Almeida, afirmou nesta terça-feira que o resultado primário de maio deverá ser beneficiado por venda de ações do Banco do Brasil que estavam no Fundo Soberano, que já somaram 3,5 bilhões de reais.

Em coletiva de imprensa, Mansueto indicou que a venda de outros 500 milhões de reais em ações do BB ainda está faltando. Ele também afirmou que, para o cumprimento da regra de ouro neste ano, a ajuda da extinção do Fundo Soberano será de 27 bilhões de reais no total, incluindo 23 bilhões de reais em receita financeira.

Fonte: Último Instante

Fundo soberano brasileiro vende R$ 375 mi em ações do BB

Publicado em: 13/07/2017


O fundo soberano brasileiro vendeu 12,7 milhões de ações do Banco do Brasil nos meses de maio e junho, à medida que o governo busca recursos adicionais para cumprir as metas fiscais.
De acordo com dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o chamado Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização, cujo único acionista é o Fundo Soberano do Brasil, vendeu no bimestre o equivalente a 375 milhões de reais em ações do BB, passando a deter o equivalente a 2,7 bilhões de reais em ações.
O governo brasileiro anunciou em maio que venderia as ações que detém no BB nos próximos 24 meses para reforçar o caixa do Tesouro.
As ações ordinárias no Banco do Brasil acumulam queda de 3 por cento até agora neste ano, ante uma alta de 4,5 por cento do Ibovespa no período.
Às 11:00, as ações do BB subiam cerca de 0,7 por cento, a 27,10 reais, enquanto o Ibovespa oscilava ao redor da estabilidade.

Megainvestidor Luiz Barsi diz que oportunidade de comprar ações do BB ficou para trás

Publicado em: 16/03/2017


O megainvestidor Luiz Barsi acredita que a oportunidade de comprar ações do Banco do Brasil ficou para trás e revelou sua nova aposta na BM&FBovespa: as ações preferenciais da AES Tietê (TIET4). Vale lembrar que ele alertou sobre uma oportunidade em BB em janeiro do ano passado: no acumulado de 2016, esses papéis dispararam 98% na Bolsa e figuravam como uma das maiores posições em carteira do megainvestidor. Os comentários de Barsi foram divulgados nesta segunda-feira (13) em um relatório da Suno Research e faz parte da série de “perguntas e respostas” entre Barsi e os assinantes da casa.

Segundo Barsi, as boas oportunidades de mercado estão atualmente nas ações PNs da AES Tietê, dado que estão “baratas” – são cotadas perto dos R$ 3,00 – e há uma boa expectativa por pagamento de dividendos. Ano passado, lembra, elas pagaram um dividend yiel (dividendos sobre o preço da ação) de 10%.

“Nessa faixa de R$3,00, as ações alimentam duas expectativas: a expectativa de um yield favorável e a expectativa de uma eventual valorização quando todos esses fatores que são colocados como negativos possivelmente possam ser colocados como positivos. Ou seja, subir o preço do petróleo, subir o preço do minério, o PIB voltar a crescer, o empresário voltar a investir, a inflação cair (que não é fácil e eu não acredito muito), o dólar se mantiver a R$3,10 (que eu também não acredito, eu acredito que ele irá subir de preço)”, comentou.

Barsi disse ainda que, embora o seu foco seja dividendos, o preço de um ativo é essencial para determinar uma oportunidade em Bolsa, dado que ele é um fator que influencia diretamente o yield de uma ação. “Então, o Banco do Brasil (BBAS3) é uma boa empresa, é uma empresa que é sólida e produz resultados. Mas eu acho que comprar a R$ 35, como é o preço agora, ele não produz um bom yield. Ele vai dar um ganho insignificante. Então, somente a qualidade do ativo não é um fator que deve ser levado em consideração”, comentou (veja aqui o relatório completo).

Fonte: InfoMoney