BB anuncia redução de 90% no tempo das operações de câmbio com uso de IA

Publicado em: 30/07/2026

O Banco do Brasil (BB) anunciou que conseguiu reduzir em 90% o tempo médio para contratação de operações de câmbio por grandes empresas com o uso de agente autônomo de Inteligência Artificial (IA).

“A atividades que antes demandavam cerca de 40 minutos passaram a ser concluídas em aproximadamente quatro minutos”, ressalta o BB em comunicado à imprensa. Esse tipo de operação exige a análise de vários documentos e, por isso, levava mais tempo.

O Agente Autônomo de Câmbio do BB foi desenvolvido na plataforma Microsoft Foundry. A ferramenta automatiza a leitura, interpretação e consolidação dos documentos enviados pelos clientes, reunindo as informações necessárias para a formalização das transações.

Nas operações de câmbio do BB, a validação final continua sob responsabilidade das equipes especializadas do banco. “A iniciativa representa um avanço relevante na aplicação de inteligência artificial em processos financeiros complexos e altamente regulados”, ressalta o comunicado.

Com a evolução do agente de IA, o Banco do Brasil poderá ampliar o horário para recebimento de solicitações de operações de câmbio.

“A solução faz parte da estratégia do Banco de ampliar o uso de tecnologias avançadas em processos de negócio”, afirma o gerente geral da Unidade Inteligência Artificial e Analítica do Banco do Brasil, Rafael Rovani, na nota. Com a operação bem sucedida no câmbio, há a possibilidade também do uso de agentes de IA em outras atividades de retaguarda, especialmente aquelas que envolvem elevado volume de informações, processos complexos e requisitos rigorosos de conformidade, ressalta o executivo.
Ranking de IA

Bancos brasileiros lideram o primeiro ranking das instituições financeiras mais maduras na aplicação da Inteligência Artificial na América Latina, conforme índice compilado pela plataforma Evident. Nubank, Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil ocupam, respectivamente, as quatro primeiras posições da lista.

O Brasil é sede de sete das 20 instituições avaliadas pelo levantamento. O BTG Pactual aparece na sétima colocação, enquanto a Caixa Econômica Federal vem em 12º lugar e o Banco Safra, em 17º.

Segundo a pesquisa, o Nubank se destaca por ter uma das maiores concentrações de profissionais especializados em IA. Mais de 5% da força de trabalho da fintech atua em funções relacionadas a essa tecnologia, cerca de três vezes acima da média dos demais bancos da região.

Na segunda posição, o Itaú tem o maior número absoluto de profissionais de IA entre os bancos avaliados. Também mobiliza investimentos em governança e mecanismos de controles voltados ao uso responsável da IA, ainda conforme o estudo.

O Bradesco, por sua vez, tem fortalecido capacidades tecnológicas internas e ampliado o uso de IA por meio de iniciativas como a plataforma Bridge e os assistentes BIA, ressalta a publicação. Iniciativas de análise de análise de crédito apoiadas por IA já contribuíram com mais de R$ 1 bilhão em receita adicional para o banco, segundo o relatório.

Já o Banco do Brasil, em quarto, tinha mais de 2 mil soluções de IA em produção até o primeiro trimestre, incluindo modelos de machine learning, IA generativa e agentes autonômos.

Fonte: Mercado & Consumo

Banco do Brasil adota open source e moderniza 43 mil caixas eletrônicos

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O Banco do Brasil concluiu a modernização tecnológica de mais de 43 mil caixas eletrônicos distribuídos pelo país, em um projeto que padronizou uma das maiores infraestruturas bancárias do mundo e permitiu acelerar em até cinco vezes a entrega de novas aplicações, além de reduzir em até 74% o tempo de desenvolvimento de software. A iniciativa foi implementada com soluções da SUSE e reforça um movimento crescente do setor financeiro em direção à automação, ao código aberto e à maior eficiência operacional.

A transformação ocorre em um momento em que instituições financeiras precisam conciliar a evolução acelerada dos serviços digitais com a operação de uma infraestrutura física que continua essencial para milhões de brasileiros. Com aproximadamente 88 milhões de clientes no Brasil e no exterior, o Banco do Brasil buscava ampliar a agilidade, a padronização e a segurança de um ambiente responsável por suportar serviços financeiros críticos em larga escala, incluindo plataformas como o PIX.

Antes da modernização, a instituição operava em um ambiente composto por diferentes sistemas operacionais, o que aumentava a complexidade de gerenciamento, dificultava a evolução das aplicações e ampliava o esforço das equipes de tecnologia. A adoção do SUSE Linux Enterprise Server e do SUSE Linux Enterprise Desktop criou uma base única para o desenvolvimento e a operação dos sistemas críticos, simplificando processos, aumentando a produtividade e reduzindo falhas durante o desenvolvimento de aplicações.

Como parte da modernização, o banco também implementou um processo automatizado de implantação de software utilizando o SUSE Open Build Service (OBS), reduzindo etapas manuais e garantindo maior padronização na distribuição das aplicações para toda a rede de caixas eletrônicos.

“Com as soluções da SUSE, conseguimos criar um pipeline automatizado de deployment. Os desenvolvedores do BB não enfrentam mais o que é conhecido como ‘dependency hell’. Eles simplesmente enviam seu código, e o OBS automaticamente o empacota para deployment”, explica Berthonio de Medeiros Lucena, gerente de TI do Banco do Brasil.

Além dos ganhos de produtividade, a modernização tornou possível evoluir continuamente os softwares instalados em equipamentos com ciclos de vida superiores a uma década, prolongando o uso dos caixas eletrônicos sem a necessidade de substituições frequentes de hardware.

Ao utilizar o SUSE Open Build Service e o SUSE Linux para desenvolver e manter o software dos equipamentos, o Banco do Brasil também fortaleceu a segurança da cadeia de fornecimento de software de sua infraestrutura de ATMs. A padronização garante um ambiente mais seguro, verificável e consistente para a operação de milhares de dispositivos distribuídos por todo o país.

O projeto acompanha uma tendência crescente no setor financeiro de adoção de tecnologias de código aberto para ampliar a soberania digital, reduzir a dependência de fornecedores, aumentar a flexibilidade operacional e acelerar a entrega de novas capacidades em ambientes considerados críticos para o funcionamento das instituições.

“Projetos como o do Banco do Brasil demonstram como é possível modernizar infraestruturas críticas em larga escala sem interromper as operações. Ao longo desse processo, padronização e automação tornam-se essenciais para acelerar o desenvolvimento e garantir a segurança dos serviços”, afirma Marcos Lacerda, presidente da SUSE América Latina.

Fonte: Convergência Digital

Funcionários do BB cobram avanços em inclusão, igualdade e apoio a trabalhadores endividados

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As negociações da pauta de diversidade específica dos funcionários do Banco do Brasil tiveram início no dia 17 de julho, em São Paulo, com o debate sobre os direitos das pessoas com deficiência (PcDs), um dos primeiros temas abordados na mesa entre a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco.

As propostas apresentadas pelas entidades buscam ampliar a acessibilidade, promover a inclusão e garantir igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho.

Para a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, a negociação é uma oportunidade de consolidar avanços nas políticas de diversidade do banco.

“A construção de um ambiente de trabalho verdadeiramente inclusivo passa pelo reconhecimento das diferentes realidades vividas pelos funcionários e pela implementação de medidas concretas que garantam igualdade de oportunidades, respeito e dignidade para todas as pessoas”, destacou.

Entre as reivindicações apresentadas está a cumulatividade dos benefícios destinados às pessoas com deficiência com o auxílio-creche/babá, a concessão de licença de até 15 dias por ano para acompanhamento de dependentes com deficiência, sem limite de idade, em consultas e tratamentos médico-odontológicos, a realização de um Censo da Pessoa com Deficiência no Banco do Brasil para identificar esse público e suas necessidades, a ampliação das possibilidades de teletrabalho para PcDs que necessitem dessa modalidade e que haja o acompanhamento para garantir a adaptação dos trabalhadores. Outra reivindicação é o abono das horas necessárias para tratamentos, terapias, consultas médicas.

No caso das mulheres, a proposta é incentivar a participação feminina na área de Tecnologia, segmento que vem crescendo no Banco do Brasil, mas que ainda conta com baixa representatividade. A iniciativa busca ampliar as oportunidades de acesso e desenvolvimento profissional, criando um ambiente mais acolhedor e estimulando que mais mulheres ocupem esses espaços.

A pauta também contempla a ampliação da proteção às mulheres em situação de violência doméstica, com a garantia de afastamento de até seis meses, sem necessidade de encaminhamento ao INSS e com preservação do cargo no retorno ao trabalho.

Os dirigentes também pediram que mulheres vítimas de violência que estejam afastadas do trabalho e tenham garantia de permanência no cargo por, pelo menos, um ano.

Outro ponto defendido pelas entidades é a criação de licença parental para cada pessoa de referência da criança ou do adolescente, limitada a duas pessoas, sem prejuízo do emprego ou da remuneração, garantindo condições para o exercício da parentalidade. Também foi reivindicada a equiparação da união estável ao casamento para fins de concessão dos benefícios previstos no acordo coletivo.

O banco recebeu de forma positiva as reivindicações apresentadas pelas entidades e informou que avaliará as propostas antes de apresentar uma resposta. A direção também afirmou que trabalha com a meta de alcançar a paridade de gênero nos cargos de liderança até 2030. Segundo os dados apresentados na mesa, as mulheres já representam 50% do Conselho de Administração, 44% do Conselho Diretor e 25% da Diretoria Executiva. Além disso, o banco destacou que vem promovendo programas de desenvolvimento para ampliar a participação feminina em áreas estratégicas, como Tecnologia.

Endividamento

Outro tema apresentado pela representação dos funcionários foi a criação de uma alternativa efetiva para a renegociação de dívidas dos empregados junto ao Banco do Brasil. A proposta prevê uma linha de crédito específica destinada a funcionários com dívidas, em atrasos ou não, cujas prestações mensais ultrapassem 30% do salário bruto.

As entidades defendem que a linha tenha condições semelhantes às praticadas na primeira faixa do programa Minha Casa, Minha Vida, com juros em torno de 4,5% ao ano, além de carência de 90 a 120 dias para o início do pagamento, podendo ser reduzida mediante solicitação do trabalhador. A proposta também prevê a possibilidade de abatimento do valor total da dívida, quando necessário, para adequar a renegociação à capacidade de pagamento do funcionário, permitindo que ele regularize sua situação financeira sem comprometer sua renda.

A direção do banco informou que também está preocupada com a situação de endividamento dos funcionários e afirmou que estuda alternativas para enfrentar o problema.

Monitoramento

Outro tema levado à mesa foi a melhoria das condições de trabalho, com destaque para a revisão dos mecanismos de monitoramento da produtividade. As entidades reivindicaram a extinção do controle individual do tempo de atendimento e dos atuais instrumentos de acompanhamento individual da produtividade.

Segundo a representação dos funcionários, os processos de monitoramento têm consumido tempo excessivo dos trabalhadores e, muitas vezes, não refletem a realidade das atividades desempenhadas. Além disso, os critérios utilizados deixam de considerar diversas tarefas realizadas no dia a dia, comprometendo a efetividade das avaliações.

Por isso, as entidades defenderam a participação dos funcionários na construção e no aperfeiçoamento dessas ferramentas, de forma a desenvolver indicadores mais justos, transparentes e compatíveis com a realidade do trabalho, sem que o monitoramento se torne um obstáculo ao desempenho das atividades.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Entidades cobram do BB melhores condições de trabalho e o fim do assédio moral

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) participou, nesta quinta-feira (23 de julho), em Brasília, de mais uma mesa de negociação com a direção do banco. Nesta rodada, foram debatidas as reivindicações dos trabalhadores por melhores condições de saúde e de trabalho, com destaque para os principais problemas enfrentados pelos funcionários, como as constantes queixas de caixas e demais empregados da Plataforma de Suporte Operacional (PSO) e o adoecimento geral da categoria provocado pelas metas abusivas.

Crescimento do assédio

Os dirigentes sindicais denunciaram o crescimento do assédio moral no Banco do Brasil. O diretor executivo de Bancos Públicos do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, membro da CEBB e representante da base da Federa-RJ, Alexandre Batista, avaliou a reunião.

“O adoecimento da categoria e a necessidade de um cuidado maior com a saúde do funcionalismo foram o tema central desta rodada. É impossível tratar desse assunto sem abordar fatores diretamente ligados ao adoecimento, como a competição interna imposta pelos programas em vigor e as metas abusivas. Além de inadequadas, essas metas aumentam a pressão, a sensação de impotência e a baixa autoestima dos trabalhadores. Mesmo quando já não são atingidas, acabam sendo elevadas novamente pelo banco”, criticou, lembrando que esse cenário tem levado a um aumento no número de bancários que dependem de medicamentos controlados e sofrem, principalmente, com doenças relacionadas à saúde mental.

Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB lembra que o problema foi apontado pela categoria num levantamento com bancários do Banco do Brasil. “Em uma consulta realizada com os bancários do BB, mais de 40% informaram depender de medicamentos controlados. Esse adoecimento está diretamente relacionado às condições de trabalho. O banco tenta atribuir esses índices a uma realidade geral da população, mas os números entre os funcionários são muito superiores”, ressaltou Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB.

Categoria lidera afastamentos

Dados oficiais mostram que a categoria bancária está entre as mais afetadas por afastamentos relacionados à saúde mental, especialmente entre gerentes e escriturários, em razão da cobrança excessiva por metas, que tem provocado transtornos psicológicos. Mais da metade dos afastamentos na categoria decorre de problemas mentais e comportamentais.

Alexandre Batista criticou o modelo de cobrança adotado pelo banco. “Essas metas sequer consideram períodos de férias e licenças médicas”.

O dirigente também defendeu que o BB apresente soluções para os empregados que precisam se afastar do trabalho para realizar exames ou acompanhar familiares em tratamento de saúde.

Novo concurso e mais contratações

Os representantes dos funcionários também reivindicaram a realização de um novo concurso público e a contratação de mais empregados, principalmente para reforçar o atendimento nas agências. Segundo a representação sindical, a medida é fundamental para melhorar o atendimento à população, em especial aos idosos, que ainda enfrentam dificuldades no uso das plataformas digitais, e para solucionar a sobrecarga de trabalho.

Solução para a Cassi

Embora exista uma mesa específica para discutir os problemas da Cassi, o tema também esteve presente na negociação.

“O custeio da Cassi e a solução para os funcionários que ainda têm tratamento diferenciado no acesso ao plano também foram destaques nesta rodada. Esperamos avançar na luta por melhores condições de saúde e de trabalho nas próximas negociações”, afirmou Alexandre Batista. Segundo o dirigente, com a necessária alteração do estatuto da Cassi, em novas bases, o banco sinalizou a possibilidade de garantir que os empregados oriundos de bancos incorporados pelo BB tenham os mesmos direitos dos demais participantes do plano de saúde.

Fernanda Lopes também reforçou a necessidade de uma solução definitiva para a Caixa de Assistência. “O banco precisa assumir sua responsabilidade. Reforçamos na mesa a necessidade de uma solução definitiva para a Cassi e, neste momento, de um aporte financeiro capaz de cobrir o déficit previsto para este ano.”

A coordenadora da CEBB cobrou o fim da sobrecarga de trabalho, com a definição de metas compatíveis com a realidade e os limites humanos. Segundo ela, o aumento das despesas da Cassi está diretamente relacionado ao adoecimento dos trabalhadores, provocado pela política de metas do banco, e ao achatamento salarial decorrente das sucessivas reestruturações.

“Hoje, quando a maioria não consegue atingir os objetivos, o banco altera indicadores para viabilizar o cumprimento das metas. O correto seria estabelecer metas alcançáveis desde o início, permitindo que os trabalhadores exerçam suas atividades com tranquilidade.”

Situação no PSO

A representação dos trabalhadores denunciou à direção do Banco do Brasil os graves problemas enfrentados pelos empregados da Plataforma de Suporte Operacional (PSO). Segundo o movimento sindical, gerentes de serviço acumulam atividades administrativas e negociais, enquanto escriturários executam tarefas como abastecimento dos terminais de autoatendimento (TAA) e gestão de numerário, caracterizando desvio e acúmulo de funções.

Os representantes dos funcionários reivindicaram que todos os trabalhadores que exerçam atividades de caixa sejam nomeados para o cargo de assistente. Também cobraram a garantia de tempo para capacitação dos empregados do PSO, que vêm absorvendo novas atribuições sem receber treinamento adequado.

A próxima rodada de negociação será no dia 31 de julho, para tratar de questões sobre a remuneração dos funcionários.

CONTEC pressiona Banco do Brasil por solução para reivindicações antigas

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A CONTEC voltou a cobrar do Banco do Brasil respostas para reivindicações antigas dos trabalhadores durante nova rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026, realizada nesta quinta-feira (23 de julho). A reunião tratou de saúde, segurança, ambiente de trabalho e direitos dos empregados oriundos de instituições incorporadas pelo banco. Também foram debatidas medidas de proteção aos trabalhadores afastados, igualdade de direitos e melhorias nos mecanismos de acompanhamento e defesa das vítimas de assédio moral e sexual.

Apesar da apresentação de demandas objetivas, parte dos pontos permanece sem solução. O secretário-geral da CONTEC, David Zaia, criticou a demora dos bancos em responder às reivindicações da categoria.

O calendário de negociações inclui reuniões com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Fenaban. Mesmo com o ritmo intenso das mesas, as instituições ainda não apresentaram respostas concretas para problemas que afetam diariamente os trabalhadores, como metas abusivas, pressão constante e condições inadequadas de trabalho. No caso do Banco do Brasil, a CONTEC cobrou atenção especial aos funcionários de instituições adquiridas pelo banco que ainda não possuem os mesmos direitos dos demais empregados.

“Os bancos precisam melhorar as condições de trabalho e dar mais atenção aos trabalhadores. Para avançarmos e termos força na negociação, é importante mobilizar e mostrar a insatisfação com essa situação”, disse Zaia.

O coordenador da Comissão de Negociação com o Banco do Brasil, Gilberto Vieira, destacou que algumas das reivindicações relacionadas aos bancos incorporados estão pendentes desde 2008 e 2009.

“São pedidos antigos, que foram renovados porque não foram atendidos até hoje. Temos a expectativa de que, neste ano, o banco resolva alguma coisa”, completou.

Entre os avanços sinalizados pelo Banco do Brasil está o fornecimento de informações de assiduidade aos dirigentes sindicais. Segundo Vieira, o acesso permitirá que as entidades tenham melhores condições de orientar os trabalhadores representados. A comissão também conseguiu incluir na rodada quatro cláusulas que estavam fora da discussão inicial. Duas delas tratam especificamente da previdência e da assistência médica dos empregados de instituições incorporadas. Vieira ressaltou que as reivindicações encaminhadas pelos trabalhadores são analisadas pela comissão antes de serem levadas à mesa de negociação.

“A gente recebe os pedidos e as solicitações, procura responder aos e-mails e às mensagens e aproveita tudo o que pode ser incorporado. Os empregados do Banco do Brasil podem contar com a gente na mesa de negociação”, concluiu.

A CONTEC aguarda agora uma devolutiva do Banco do Brasil e reforça que a mobilização da categoria será fundamental para pressionar por respostas e avanços concretos.

Fonte: Contec

Bancários cobram Banco do Brasil mais recursos para Cassi, e a GEAP?

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Representantes das entidades dos servidores do Banco do Brasil e integrantes da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) receberam um comunicado da Diretoria da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil) alertando, em caráter urgente, para a necessidade de uma solução para manter as contas da Caixa de Assistência em conformidade com as exigências financeiras e regulatórias.

As entidades representativas e a CEBB se reuniram para alinhar estratégias da negociação com o banco e, diante do cenário, chegaram a um consenso de que seria necessário reforçar ao Banco do Brasil a importância de um aporte emergencial de R$ 580 milhões, para garantir os recursos imediatos e preservar o atendimento aos associados. Eles também defenderam o adiamento da cobrança da primeira parcela do adiantamento do 13º salário para o fim de 2027.

Uma Mesa de Negociação foi instalada entre as entidades e o Banco do Brasil. O negociador do BB afirmou que a instituição vê de forma positiva a proposta de aporte, mas ponderou que a antecipação do 13º salário não seria suficiente para solucionar o problema de desenquadramento do capital regulatório da Cassi.

Para o Presidente da Cassi, Claudio Said, o comunicado tem o objetivo de informar aos patrocinadores da entidade, Banco do Brasil e associados sobre a situação financeira e as possíveis consequências caso não haja ingresso de novos recursos no Plano de Associados, além de alertar para a gravidade do momento.

Na Mesa de Negociação, a dirigente das entidades, Fernanda Lopes, defendeu que “a recomposição das reservas siga a proporção de 70% de participação do banco e 30% dos associados, conforme previsto na legislação vigente”.

O negociador do BB acolheu positivamente a proposta, mas afirmou que a instituição precisa de tempo para avaliar seus impactos.

Para o diretor do Sindicato dos Bancários e funcionário do Banco do Brasil, Matheus Fraiha, a Cassi é “uma conquista histórica do funcionalismo e, como participamos das negociações, defendemos que as decisões avancem com responsabilidade e agilidade. O Banco do Brasil precisa assumir seu compromisso em garantir atendimento de qualidade aos associados e a sustentabilidade da nossa Caixa de Assistência”, destacou o diretor.

GEAP Saúde também enfrenta crise

Assim como a Cassi, uma das maiores operadoras de plano de saúde na modalidade autogestão, a GEAP Saúde também atravessa graves problemas financeiros e em breve necessitará de aportes financeiros para sobreviver.

Enquanto a direção da Cassi trata o assunto de forma transparente, informando tanto a patrocinadora Banco do Brasil como as entidades representativas dos funcionários do BB, na GEAP Autogestão em Saúde o assunto da crise é ignorado. Tanto pelo CONAD como pela Direção da operadora.

Recentemente em matéria publicada na Folha de São Paulo, foi tornado público aquilo que os beneficiários da GEAP vêm sentindo na pele: rede que não funciona, negativa ou demora excessiva na autorização de procedimentos, dívida com a rede de prestadores, etc.

A política de crescimento sem sustentabilidade que a operadora adotou desde o início da atual gestão, com o aval dos Conselheiros do CONAD, sejam eles eleitos ou do governo, empurraram a operadora para a maior crise da história.

Para tentar solucionar o problema de descredenciamento de prestadores por falta de pagamento e utilização de glosas como instrumento de fazer caixa, a GEAP optou por uma série de artifícios para solucionar a crise, dentre elas as parcerias generalizadas com outras operadoras, como Cassi, Hapvida, Unimed Nacional e Amil.

Todas essas operadoras estão entre as que tem o maior número de reclamações na ANS, além de também estarem enfrentando problemas financeiros. Esse é o famoso e conhecido “abraço de afogados”!

A Associação A GEAP É NOSSA tem reiterado que os beneficiários não podem mais arcar com o ônus de gestões que arruínam a operadora e, depois, deixam a conta para eles pagarem.

Em caso de intervenção da ANS, caberá à maior “patrocinadora” da operadora, a UNIÃO – detentora da Presidência do CONAD e do voto de minerva – realizar os aportes necessários para o equilíbrio das contas, não os beneficiários.

Fonte: Geap é Nossa

MP para renegociar dívidas rurais é positiva para setor produtivo, diz BB

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O Banco do Brasil (BB) avalia a Medida Provisória (MP) 1.376/2026 para a renegociação das dívidas rurais como “positiva para o setor produtivo”. A medida, editada pelo governo federal na última quarta-feira (15), autoriza a criação de linhas especiais de crédito para liquidação ou amortização de dívidas rurais de produtores e cooperativas afetados por eventos climáticos adversos ou problemas de comercialização.

Em nota, o BB afirmou que a MP prevê mecanismos para “apoiar a recuperação da capacidade produtiva e a regularização financeira do setor agropecuário”. A expectativa do governo é de que a medida alcance R$ 100 bilhões em dívidas a serem renegociadas.

O banco destacou que produtores rurais com operações inadimplentes e operações prorrogadas em situação de adimplência poderão adequar e reorganizar seus fluxos de caixa em novas operações de crédito rural com taxas de juros entre 5% e 12% ao ano e prazos de pagamento de até dez anos, com dois anos de carência, dependendo do porte do produtor e do percentual de perdas.

“Essas condições permitem que a maioria dos produtores impactados readequem seus compromissos e se mantenham na atividade produtiva, gerando receitas e fomentando o setor”, destacou o BB, em nota.

O BB lembrou que a operacionalização da medida depende de regulamentação complementar pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e de ato do Ministério da Fazenda que estabelecerá as condições de equalização dos encargos financeiros.

“O Banco do Brasil, reforçando seu protagonismo e parceria junto ao setor, segue acompanhando a regulamentação da matéria e já trabalha internamente para que os sistemas de contratação estejam prontos para operar assim que ocorrer a publicação da Resolução do CMN e da portaria de equalização do Ministério da Fazenda, nos próximos dias”, afirmou o BB, em nota.

Fonte: UOL

BB simplifica abertura de contas para candidatos nas Eleições 2026

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Com o início da preparação para as Eleições 2026, o Banco do Brasil ampliou as funcionalidades da Conta Eleitoral Digital BB, solução que permite aos candidatos abrirem contas destinadas à movimentação financeira de campanha de forma totalmente digital.

A principal novidade é a integração com os sistemas da Justiça Eleitoral para validação automática das informações e do Requerimento de Abertura de Conta (RAC), reduzindo etapas e tornando o processo mais ágil e simples para candidatos aos cargos federais e estaduais que disputarão o pleito deste ano.

Pelo aplicativo BB, é possível abrir até cinco contas eleitorais sem necessidade de comparecimento à agência, utilizando apenas documento de identificação e validação biométrica facial. A iniciativa busca oferecer mais autonomia, praticidade e segurança aos candidatos e suas equipes.

Lançada em 2024, a Conta Eleitoral Digital BB teve ampla adesão já em seu primeiro ciclo eleitoral, quando mais da metade das contas eleitorais passou a ser aberta pelos canais digitais do Banco.

“A Conta Eleitoral Digital BB reforça o compromisso do Banco do Brasil em oferecer soluções cada vez mais simples, seguras e acessíveis para o setor público e para os participantes do processo eleitoral. Ao permitir a abertura de contas pelo celular, com validação integrada à Justiça Eleitoral, ampliamos a autonomia dos candidatos, reduzimos etapas operacionais e contribuímos para uma jornada mais eficiente, transparente e alinhada às exigências da legislação eleitoral”, afirma Euler Mathias, diretor de Governo do Banco do Brasil.

A conta eleitoral é obrigatória para a movimentação dos recursos de campanha e contribui para a transparência e rastreabilidade financeira exigidas pela legislação eleitoral.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil supera R$ 650 milhões em negócios no Move Brasil

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O Banco do Brasil alcançou a marca de R$ 650,9 milhões em negócios no Move Brasil Táxis e Aplicativos, iniciativa que amplia o acesso ao crédito para motoristas profissionais e estimula a renovação da frota utilizada no transporte individual de passageiros.

Desde o lançamento, já foram mais de 6 mil motoristas com propostas aprovadas em 778 municípios de todas as regiões do país, com valor médio de R$ 108,1 mil por empréstimo.

Do total de negócios, 53% das propostas foram originadas nos canais digitais e 47% diretamente na rede de agências, combinando uma atuação fígital que integra conveniência, comodidade, relacionamento, atendimento personalizado e assessoria financeira.

A iniciativa contribui para ampliar a participação feminina no setor. Com condições diferenciadas para mulheres, já foram beneficiadas 392 motoristas, com R$ 41,4 milhões em propostas de financiamentos, fortalecendo o empreendedorismo feminino, promovendo inclusão produtiva e diversidade.

“Os resultados refletem a evolução contínua do portfólio de soluções de crédito do Banco do Brasil, impulsionada por avanços e melhorias em processos, jornadas, inteligência analítica, modelos de oferta e análise de crédito”, afirma a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

A atuação também reforça a estratégia do BB de fomentar novas oportunidades na carteira de crédito pessoa física, expandindo negócios no segmento de financiamento de veículos e contribuindo para a geração sustentável de resultados diretos e indiretos nesse mercado.

“Ao combinar crédito, inovação, mobilidade urbana e sustentabilidade, o Banco do Brasil reforça o seu compromisso com o desenvolvimento de soluções que geram impacto positivo para os clientes, contribuem para a renovação da frota e apoiam a modernização e a melhoria dos serviços de transporte prestados à população”, acrescenta Tarciana.

Além do financiamento, os clientes contam com a assessoria especializada do Banco do Brasil e acesso a um amplo ecossistema de soluções financeiras, seguros e serviços voltados à proteção patrimonial e ao fortalecimento da atividade profissional.

A simulação e a contratação do financiamento podem ser realizadas nas agências e app do BB, de forma simples e ágil.

A linha de crédito Move Brasil oferece condições diferenciadas, com financiamento de veículos, incluindo modelos elétricos, híbridos, flex ou a etanol, no valor de até R$ 150 mil, com prazo de pagamento de até 72 meses, incluída carência de até 6 meses, e taxas de juros de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens.

Parceria Banco do Brasil e Uber

No conjunto de soluções e benefícios adicionais às condições do Move Brasil, ressalta-se a parceria estabelecida entre o Banco do Brasil e a Uber, que contempla a possibilidade de concessão de um cashback de até 3,5 parcelas ao longo do contrato, de acordo com o valor, prazo e pontualidade do financiamento, valorizando o relacionamento com os motoristas.

Atuação Estratégica – Banco do Brasil e Banco Votorantim

Em outra frente de negócios voltada à expansão do financiamento de veículos, destaca-se a parceria estratégica do BB com o Banco Votorantim, que fortalece a troca de experiências, incorporação de conhecimentos, desenvolvimento de soluções e a adoção das melhores práticas de mercado. Essa parceria se concretiza no projeto conjunto de financiamento de veículos zero quilômetro desenvolvido ao longo dos últimos dois anos, no qual as instituições já realizaram aproximadamente R$ 1,1 bilhão em operações de financiamento de veículos no período, consolidando uma atuação integrada e sinérgica na geração de resultados para o conglomerado.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil negociou mais de R$ 16,5 bilhões no âmbito do Desenrola

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Desde o início de maio, o BB já renegociou R$ 16,5 bilhão em dívidas de seus clientes. O valor considera as quatro frentes do Novo Desenrola Brasil, além de renegociações realizadas com clientes do BB que não fazem parte do programa.

“Nossa atuação negocial une eficiência operacional à gestão responsável do crédito, reforçando o compromisso do Banco do Brasil com a inclusão e a sustentabilidade financeira”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB. “Ao aliar a agilidade dos canais digitais com o suporte qualificado do atendimento dos nossos funcionários, temos proporcionado aos nossos clientes a oportunidade de reorganizar seus orçamentos de forma ágil e segura. É assim que fortalecemos um relacionamento de longo prazo: combinando educação financeira e gerando valor seja para pessoas físicas, pessoas jurídicas e para os produtores rurais”, complementa Tarciana.

Especificamente no Desenrola Famílias, foram realizadas operações com 392 mil clientes pessoas físicas, totalizando R$ 3,3 bilhões em dívidas renegociadas. Para demais clientes pessoas físicas, não contidos no âmbito do programa, foram realizadas operações com mais 562 mil clientes, que renegociaram R$ 6,1 bilhões.

No âmbito do Desenrola Pessoa Jurídica, R$ 4,3 Bilhões desembolsados no âmbito do Pronampe e do Procred para 34 mil empresas atendidas desde maio.

No Desenrola FIES, já foram R$ 2,65 bilhões de dívidas renegociadas de 49 mil clientes.

No Desenrola Rural, desde o início das operações já foram realizadas operações na ordem de R$ 149,7 milhões para 8,9 mil clientes. Cabe destacar que o BB emitiu comunicado ao mercado no dia 22 de julho sobre a MP 1376/2026, que trata sobre a renegociação de dívidas rurais aos clientes afetados por eventos climáticos extremos ou por redução dos preços de comercialização. A íntegra deste comunicado pode ser acessada neste link.

O BB oferece a seus clientes a possibilidade de renegociar dívidas diretamente pelo WhatsApp oficial do BB (61 4004-0001), com descontos que podem chegar a 90%, além de condições facilitadas de pagamento.

A partir do contato pelo WhatsApp, com uso da senha pessoal, a renegociação pode ser concluída ali mesmo, de forma ágil. E os clientes ainda contam com atendimento especializado realizado por atendentes da Central de Relacionamento BB, garantindo suporte humano durante todo o processo de negociação, de forma simples, segura e digital, aos clientes que precisarem de consultoria específica. O BB oferece ainda o acesso às negociações por outros canais, como o aplicativo da instituição, Internet Banking, pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 729 0001 (demais localidades) e ainda na rede de agências.

O Banco do Brasil incentiva hábitos financeiros mais saudáveis e reafirma seu papel como agente de desenvolvimento econômico e social, oferecendo soluções responsáveis que apoiam a regularização de dívidas, a recuperação do equilíbrio financeiro e o planejamento do futuro com mais segurança.

Fonte: Banco do Brasil

Fórum Powershoring apresenta compromissos para industrialização verde do Nordeste

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O Banco do Brasil, o Instituto Clima e Sociedade (iCS) e Consórcio do Nordeste apresentam hoje, 29, a Carta Compromisso com investimentos para região e lançam os Grupos de Trabalho do Fórum Powershoring para o Nordeste. A iniciativa tem meta de atração de R$ 77 bilhões em investimentos industriais de baixo carbono no Nordeste até 2030, redução de emissões da ordem de 20 MtCO2e na cadeia produtiva criada após quatro anos dos investimentos, além de ser uma plataforma permanente de diálogo e coordenação.

A Carta Compromisso consolida os princípios, diretrizes e objetivos que orientarão a atuação conjunta dos participantes. Também serão apresentados os grupos de trabalho que vão desenvolver iniciativas voltadas ao aprimoramento do ambiente de investimentos, ao fortalecimento de setores estratégicos e à promoção de condições favoráveis para a neoindustrialização verde.

Concebido pelas três instituições e lançado em 2025, em Fortaleza (CE), o Fórum é uma plataforma permanente de articulação e cooperação entre governos, setor privado, instituições financeiras, academia e parceiros internacionais que apoia a expansão da industrialização verde na região, contribuindo para o desenvolvimento sustentável dos estados.

O evento marca o início da agenda de implementação, fase operacional que estrutura ações coordenadas com o objetivo de acelerar a industrialização sustentável da região. Para transformar essa estratégia em execução, o Fórum tem uma governança conduzida por um comitê gestor e na qual grupos de trabalho lideram as iniciativas que tornam os objetivos estratégicos uma realidade. Cada um dos GTs fica responsável por produzir conhecimento e liderar iniciativas estratégicas para fazer diagnósticos e solucionar gargalos nas frentes de infraestrutura, logística e financiamento para atividades de baixo carbono.

O powershoring, conceito que se refere à atração de investimentos produtivos para regiões capazes de oferecer energia renovável, confiável e competitiva, vem se consolidando como uma das principais oportunidades para promover uma nova etapa do desenvolvimento econômico sustentável.

Fonte: Banco do Brasil

Aposentados: como usar a antecipação do 13º a favor do seu bolso

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O meio do ano é o momento ideal para fazer uma pausa estratégica, olhar para as finanças e ajustar a rota para os próximos meses. Para quem já construiu uma história de muito trabalho e costuma ser o porto seguro da família, manter as contas no azul é o segredo para curtir o dia a dia com a tranquilidade merecida.

Se você está em busca de uma alternativa inteligente para dar aquele respiro no bolso, a antecipação do 13º pode ser uma excelente aliada. Continue lendo para descobrir como usar esse recurso com segurança, organizar o orçamento no meio do ano e garantir um segundo semestre mais sossegado.

Por que o meio do ano aperta o orçamento do aposentado

Os meses de junho e julho costumam trazer demandas bem particulares. Muitas vezes, é a soma daquelas despesas acumuladas do primeiro semestre com necessidades que surgem de repente. Pode ser um reparo na casa, uma atenção extra à saúde para a chegada dos dias mais frios ou até mesmo o desejo de apoiar um novo passo seu, dos filhos ou dos netos.

Não dá para evitar que imprevistos aconteçam, mas é possível encará-los de frente. Ter uma visão clara do que está pesando no bolso é o melhor jeito de colocar o planejamento financeiro da aposentadoria em prática, mantendo a engrenagem familiar rodando e até mesmo se antecipando para os meses que virão.

O que é a antecipação do 13º e quem pode pedir

Pense na antecipação do 13º como uma ponte para acessar um dinheiro que já é seu usando uma linha de crédito com juros mais baixos sem parcelas mensais.O banco libera apenas o valor referente ao seu 13º do INSS, meses antes da data oficial de pagamento estipulada.

E quem pode pedir? O serviço é liberado para aposentados e pensionistas do INSS que já recebem o benefício diretamente na conta do Banco do Brasil, no caso de quem quer solicitar pelo BB. A ideia é facilitar ao máximo o acesso para quem já tem essa parceria no dia a dia.

A parte mais tranquila de todo esse processo é o pagamento. Você não precisa se preocupar em gerar boletos ou anotar datas de vencimento na agenda. A quitação acontece de forma automática, no dia em que o seu décimo terceiro salário for finalmente depositado na conta, com transparência e sem burocracia.

Quando antecipar o 13º vale a pena para o seu bolso

Ter um recurso extra à disposição é ótimo, mas usar ele com estratégia é melhor ainda. Saber quando vale a pena antecipar o décimo terceiro é o grande segredo para transformar esse dinheiro em um aliado. Por isso, pensamos em algumas situações em que ele faz toda a diferença. Veja a seguir.

Trocar uma dívida cara por juros menores: se o rotativo do cartão ou o limite da conta saíram do controle, esta é a hora de agir. Como a antecipação tem taxas bem mais amigáveis, ela se torna uma solução inteligente para quem busca sair do cheque especial e quitar dívidas caras de uma vez por todas.

Cuidar da casa e da saúde com tranquilidade: surgiu um pequeno reparo não planejado em casa ou a necessidade de cobrir exames médicos? Esse fôlego resolve a questão rapidamente, garantindo o seu bem-estar sem desequilibrar as contas do mês.

Apoiar os sonhos de quem você ama: ajudar os filhos ou netos em um projeto importante da família é sempre uma alegria. Com o adiantamento, você consegue dar esse suporte de forma planejada, mantendo a sua própria segurança financeira intacta.

Cuidados antes de contratar a antecipação

Mesmo sendo um recurso acessível e prático, vale lembrar que a operação não tem os mesmos juros do consignado. Por isso, a regra de ouro da educação financeira é dar esse passo com bastante clareza e consciência. Antes de confirmar o pedido, avalie com cautela se esse desconto não fará falta na sua rotina nos meses seguintes. Considere o impacto dessa decisão no período em que o 13º viria como um grande auxílio, como final e começo de ano, com as festividades, presentes, viagens, IPVA, entre outros.

A ideia é usar o adiantamento como um caminho inteligente para resolver as questões de hoje, protegendo a sua reserva financeira e garantindo que o futuro continue no azul e sem apertos.

Como simular e pedir a antecipação pelo aplicativo

Fazer isso sem sair de casa é muito simples e seguro. Pelo App BB, você consegue simular o valor, entender exatamente as condições e pedir a sua antecipação em poucos cliques.

Basta acessar o aplicativo, ir em Menu > Empréstimo > Contratar empréstimo > Simular e contratar e seguir o passo a passo na tela.

É tudo muito intuitivo e rápido. Além disso, o recurso cai na conta pronto para ajudar a colocar as ideias em prática.

E para facilitar ainda mais o acompanhamento do seu orçamento depois que o dinheiro entrar, você pode contar com a ferramenta Minhas Finanças, também disponível no App BB, que ajuda a categorizar os gastos e ter uma visão completa do seu mês.

Quem quer continuar cuidando do seu bem-estar financeiro sabe que a organização é sempre o melhor caminho para uma rotina mais leve. Aproveite que você já está ajustando as velas para navegar no segundo semestre e confira outras matérias que preparamos para apoiar a sua jornada.

Fonte: Blog BB

BB: nova MP do agro traz alívio no curto prazo, mas não elimina desafios

Publicado em: 16/07/2026

Após anos de dificuldades provocadas por quebras de safra, eventos climáticos extremos, queda nos preços de algumas commodities e juros elevados, o agronegócio brasileiro passou a representar uma preocupação crescente para o sistema financeiro, especialmente para o Banco do Brasil (BBAS3), instituição com a maior exposição ao setor no país. O aumento da inadimplência entre produtores rurais e as incertezas em torno de um programa de renegociação de dívidas pressionaram as perspectivas para a qualidade dos ativos do banco nos últimos trimestres.

Nesse contexto, o governo anunciou na quarta-feira (15) uma nova medida provisória (MP) para viabilizar a renegociação de dívidas do agronegócio, após meses de impasse político em torno do Projeto de Lei (PL) 5.122/2023, aprovado pelo Senado.

Na avaliação do JPMorgan, a nova versão é mais restritiva do ponto de vista fiscal e mais sustentável do que a proposta original, ao reduzir o volume potencial de renegociações e elevar as taxas de juros cobradas dos produtores.

Banco do Brasil: MP tem efeito positivo no curto prazo

Para o Banco do Brasil, a medida tende a ter um efeito positivo no curto prazo. Segundo o banco americano, o programa deve aliviar a situação financeira de produtores rurais, aumentar as chances de recuperação de créditos e reduzir parte das preocupações relacionadas ao risco moral criado pela expectativa de sucessivas renegociações.

Além disso, a MP pode destravar os desembolsos do Plano Safra, importante motor de crescimento da carteira agrícola do BB. A suspensão, por 30 dias, dos pagamentos de parcelas com vencimento em julho também deve dar fôlego aos produtores e ampliar o acesso às novas linhas de crédito.

Cenário segue desafiador

Apesar do alívio imediato, o JPMorgan destaca que a medida não resolve os problemas estruturais de qualidade dos ativos do setor agrícola. O banco continua esperando um cenário desafiador para o Banco do Brasil nos próximos trimestres, uma vez que a expectativa pela criação do programa pode ter incentivado produtores a postergar pagamentos no segundo trimestre, pressionando a inadimplência e as despesas com provisões.

No primeiro trimestre de 2026, o BB registrou cerca de R$ 19 bilhões em provisões. Caso esse ritmo seja mantido ao longo do ano, o custo anualizado poderia se aproximar de R$ 80 bilhões, acima do guidance atual de R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões.

O JPMorgan também ressalta que a suspensão temporária dos pagamentos pode reduzir a entrada de caixa no curto prazo e postergar o reconhecimento de inadimplência para o terceiro trimestre. Além disso, o forte crescimento esperado da carteira rural, impulsionado pelo Plano Safra e pela menor amortização dos financiamentos renegociados, pode aumentar as necessidades de capital e financiamento do Banco do Brasil.

Por fim, o banco segue atento aos efeitos indiretos da crise no campo sobre outras linhas de crédito, como empréstimos a pessoas físicas e cartões, já que muitos produtores rurais também são clientes do Banco do Brasil nesses segmentos. Assim, embora a nova MP represente um alívio relevante para o BB no curto prazo, os desafios relacionados à qualidade dos ativos e à rentabilidade do banco ainda devem permanecer no radar dos investidores.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil sinaliza avanço nas negociações sobre o custeio da Cassi

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O Banco do Brasil recebeu de forma positiva a proposta de negociação sobre o custeio da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI), mas ainda não apresentou resposta definitiva ao consenso construído pelas entidades sindicais. A proposta foi consolidada na sexta-feira, 3 de julho, durante reunião na sede da ANABB, em Brasília. Representando a CONTEC, participaram o coordenador da Comissão de Negociação com o Banco do Brasil, Gilberto Vieira, e o diretor de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de Goiás (SEEB-GO), Ivanilson Batista.

Após o debate, as entidades reafirmaram a proposta construída no último mês, que prevê aporte emergencial de R$ 580 milhões para assegurar a continuidade da assistência aos associados e o adiamento da cobrança da primeira parcela do adiantamento do 13º salário para o final de 2027.

O gerente executivo de Gestão de Pessoas da instituição, Fabrizio Bordalo Calixto, afirmou que o Banco recebeu a proposta de forma positiva, mas destacou que ainda precisa avaliar os impactos financeiros e jurídicos das medidas. O representante do Banco também ponderou que a antecipação do 13º salário, de forma isolada, não resolve o desenquadramento do capital regulatório da CASSI e destacou qualquer solução definitiva deverá passar por consulta ao corpo social.

O presidente da CASSI, Cláudio Said, explicou que o comunicado enviado às entidades e ao Banco decorreu do dever de diligência da Diretoria, diante da necessidade de registrar formalmente a situação financeira do Plano de Associados e os riscos da ausência de novos recursos. A preocupação também foi registrada em ata da última reunião do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência.

As entidades sindicais também reforçaram que a recomposição das reservas deve observar a proporção de 70% de participação do Banco e 30% dos associados, conforme possibilita a Resolução CGPAR nº 52/2024. Foi sugerido ainda a celebração de um Memorando de Entendimentos formalizando os compromissos assumidos entre Banco e entidades e estabelecendo os parâmetros para os aportes e para a consulta aos associados.

Ao fim da reunião, o Banco informou que fará a avaliação técnica da proposta e se comprometeu a apresentar manifestação em curto prazo, além de indicar nova data para a continuidade das negociações.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

BB coloca agentes de IA ao lado de gerentes para melhorar o atendimento a seus 88 milhões de clientes

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Durante muito tempo, inteligência artificial nos bancos significou modelos capazes de calcular risco de crédito, detectar fraudes ou responder perguntas simples em um chatbot. Agora, uma nova geração de sistemas começa a assumir um papel diferente: atuar como um colega de trabalho dos funcionários.

É exatamente esse movimento que o Banco do Brasil iniciou nos últimos meses. Em parceria com a Salesforce, a instituição passou a colocar agentes de inteligência artificial ao lado dos gerentes de relacionamento para ajudá-los a entender melhor cada cliente antes mesmo do início da conversa.

Hoje, cerca de 12 mil funcionários já utilizam esses agentes, número que deve chegar a 36 mil até o fim do ano. A aposta faz parte da estratégia do banco para escalar um atendimento mais personalizado para seus mais de 88 milhões de clientes, sem substituir o contato humano.

“Nossa premissa é transformar o nosso humano em um superfuncionário. Queremos eliminar os fardos operacionais e trazer informações relevantes para que ele ajude o cliente em uma transação ou em uma decisão financeira”, afirma Analaura Morais, head de CRM do Banco do Brasil.

Ganhos em satisfação e conversão

O agente mais avançado do banco recebeu o nome de “Resume Aí”. Sua função é reunir, em poucos segundos, informações que antes estavam espalhadas por centenas de sistemas internos.

O Banco do Brasil possui mais de 900 sistemas legados. Antes de iniciar um atendimento, um gerente precisava consultar diferentes plataformas para entender o relacionamento daquele cliente com a instituição. Agora, o agente faz esse trabalho automaticamente.

Ele reúne transações recentes, conversas realizadas em diferentes canais, perfil financeiro, histórico de relacionamento e até análises de sentimento das últimas interações. Com base nesse conjunto de informações, produz um resumo executivo e recomenda qual deve ser a melhor abordagem naquele atendimento.

“O agente consegue integrar qualquer canal. Se o cliente falou no chat, no WhatsApp ou fez alguma transação, ele reúne tudo em um único espaço. Com um clique, o funcionário recebe um briefing completo sobre aquele cliente, além das melhores recomendações para aquele momento”, explica Morais.

Além de reconstruir rapidamente o histórico do relacionamento, o sistema indica em que estágio o cliente se encontra – se o foco deve ser fidelização, aquisição de novos produtos ou ampliação dos negócios – e sugere os próximos passos ao gerente.

Segundo o Banco do Brasil, os primeiros resultados apareceram rapidamente. Nas unidades que já utilizam o “Resume Aí”, o banco registrou aumento de cinco pontos no NPS (Net Promoter Score, pesquisa para avaliar a satisfação do cliente), crescimento de aproximadamente 30% na conversão de leads e expansão do relacionamento comercial com os clientes.

A implantação também chamou atenção pela velocidade. Da concepção até o início da operação passaram menos de dois meses. Hoje, a tecnologia está presente nas agências digitais e em cerca de 200 agências físicas que participam dos testes da nova plataforma.

IA também ajuda na concessão de crédito

Outro agente em desenvolvimento atua durante as negociações de crédito. Enquanto o gerente conversa com o cliente, a IA acompanha a negociação e sugere, em tempo real, quais produtos fazem mais sentido para aquele perfil, quais taxas podem ser oferecidas e alerta quando determinada solução não é adequada ou não atende aos critérios regulatórios.

“A ideia é que ele seja esse grande cérebro que apoia o funcionário. Ele padroniza processos, aumenta a segurança e ajuda a recomendar a melhor solução sem que o gerente precise consultar diversos sistemas durante a conversa”, diz Morais.

Apesar da expansão dos agentes, tanto o Banco do Brasil quanto a Salesforce insistem que o objetivo não é substituir funcionários, mas aumentar sua capacidade de atendimento.

“Temos 125 mil funcionários e 88 milhões de clientes. A IA entra como um conector entre um humano e outro humano. Ela vem para complementar e potencializar as relações, não para substituir colaboradores”, afirma Morais.

Para Rodrigo Bessa, country manager da Salesforce Brasil, esse tipo de implementação representa uma nova etapa da evolução da inteligência artificial nas empresas.

“Depois da IA preditiva e da IA generativa, entramos oficialmente na era da IA agêntica. O agente já funciona como um colega de trabalho capaz de ampliar a capacidade das pessoas. O grande desafio agora é preparar os profissionais para trabalharem ao lado dessas inteligências”, afirma.

Fonte: Época Negócios

BB leva pesquisas em IA para dentro da UnB e reforça tendência no setor

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O Banco do Brasil (BB) e a Universidade de Brasília (UnB) vão desenvolver pesquisas conjuntas em dados e Inteligência Artificial (IA). O acordo de cooperação técnico-científica acompanha um movimento cada vez mais frequente no sistema financeiro, no qual bancos se aproximam de universidades para transformar pesquisas acadêmicas em soluções voltadas a desafios do negócio. O anúncio foi feito pelas instituições na quarta-feira (7 de julho).

A parceria prevê o desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de programas de capacitação. Os trabalhos devem envolver áreas como IA, analítica, experiência do usuário e segurança digital.

Segundo as instituições, as pesquisas deverão resultar em aplicações para o Banco do Brasil. Além disso, a cooperação prevê estudos de interesse da instituição, do mercado financeiro e da sociedade.

O acordo também prevê a atuação conjunta de equipes do banco e da universidade em iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e capacitação, aproximando a academia do setor financeiro.

Mas o movimento não é isolado. No ano passado, o Itaú lançou o Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi), voltado ao desenvolvimento de pesquisas em parceria com universidades brasileiras e internacionais. À época, o banco afirmou que a iniciativa busca transformar a produção científica em aplicações práticas, com foco em IA.

Além disso, o ICTi reúne projetos em machine learning, computação quântica, engenharia de software e ciência de dados. Nesse sentido, o modelo prevê pesquisadores, bolsistas de mestrado e doutorado trabalhando diretamente em desafios tecnológicos do setor financeiro.

Antes disso, em 2024, outros grandes bancos tradicionais também reforçaram essa aproximação com a academia. O Bradesco, por meio do ecossistema de inovação Inovabra, ampliou o acordo com o InovaUSP e diferentes laboratórios da universidade. Com isso, a parceria passou a desenvolver pesquisas em IA generativa, computação quântica, cibersegurança, otimização de investimentos e defesa contra ataques a modelos de IA.

Já a Caixa Econômica Federal, no mesmo período, anunciou sua associação ao Parque Científico e Tecnológico da UnB. Assim, passou a integrar uma estrutura voltada ao desenvolvimento de soluções digitais e tecnológicas.

Fonte: FInsiders

BB anuncia fim de cartão e envia alerta para clientes com contas a pagar

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O Banco do Brasil confirmou o encerramento do Cartão Ame e emitiu um aviso aos clientes por e-mail e pelo aplicativo da instituição.

A descontinuição do produto, prevista para ocorrer em até 30 dias, não interrompe a cobrança de compras parceladas nem de valores ainda em aberto, que continuarão sendo enviados até a quitação total.

A medida atinge exclusivamente o Cartão Ame emitido pelo Banco do Brasil com bandeira Mastercard, sem impacto sobre os demais cartões oferecidos pela instituição.

Conforme comunicado do Banco do Brasil, mesmo após o fim do cartão, clientes que ainda possuem despesas pendentes não deixarão de receber as cobranças.

A instituição informou que “se ainda houver compras parceladas ou valores pendentes no seu Cartão Ame, as faturas continuarão sendo enviadas pelos canais que você já utiliza, até a quitação total”.

A medida ocorre quase dois anos depois do encerramento da carteira digital Ame. Na ocasião, a Americanas informou que concentraria seus esforços em um novo programa de fidelidade, deixando de oferecer a conta de pagamento e os demais serviços financeiros vinculados à marca.

Agora, o processo avança com o encerramento definitivo do cartão de crédito emitido em parceria com o Banco do Brasil.

Quem ainda utiliza o Cartão Ame deve acompanhar os comunicados enviados pelo aplicativo e pelo e-mail cadastrado para verificar prazos e informações sobre o encerramento do produto.

Enquanto houver parcelas ou débitos pendentes, o envio das faturas continuará normalmente, garantindo que os compromissos financeiros possam ser quitados mesmo após a desativação do cartão.

Fonte: ND Mais

Banco do Brasil pode enfrentar nova pressão no segundo semestre, diz BTG Pactual

Publicado em: 03/07/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) deve enfrentar mais um trimestre desafiador diante da piora no comportamento de pagamento de produtores rurais, segundo avaliação do BTG Pactual. Para o banco, a expectativa de aprovação, no Congresso Nacional, de um programa de renegociação de dívidas do agronegócio pode estar levando parte dos tomadores de crédito a adiar o pagamento de financiamentos, aumentando a pressão sobre a qualidade da carteira rural.

A análise foi elaborada após reportagem do jornal Valor Econômico informar que produtores rurais têm postergado pagamentos na expectativa de que suas operações sejam incluídas em um eventual programa de renegociação. Executivos de grandes bancos e cooperativas relataram ao jornal que os índices de inadimplência apresentaram deterioração em maio e junho, contrariando o padrão sazonal normalmente observado para o período.

Na avaliação do BTG Pactual, esse movimento está alinhado com as conversas recentes mantidas pela instituição com participantes do mercado. O banco afirma que o debate em torno de novas medidas de renegociação pode estar criando um ambiente de “risco moral”, no qual produtores optam racionalmente por atrasar pagamentos enquanto aguardam possíveis condições mais favoráveis para regularizar suas dívidas.

Segundo o relatório, a implementação do Desenrola 2.0 e as discussões sobre programas de renegociação para contratos ainda adimplentes reforçaram essa dinâmica, elevando as incertezas sobre o comportamento dos clientes do crédito rural.

Calendário amplia riscos

O BTG destaca que o calendário de vencimentos da carteira rural do Banco do Brasil aumenta a sensibilidade dos resultados do segundo trimestre. Conforme dados apresentados pela própria instituição durante o Investor Day, o banco possui R$ 155,6 bilhões em operações com produtores rurais vencendo ao longo de 2026.

Desse total, R$ 44,2 bilhões — o equivalente a 28,4% dos vencimentos do ano — concentram-se justamente no segundo trimestre. As linhas de financiamento de custeio agrícola representam 56% dos vencimentos de abril, 60% dos de maio e 63% dos de junho, enquanto quase 60% de todos os vencimentos anuais estão concentrados entre abril e setembro.

Na visão do BTG, essa concentração, combinada com os relatos de enfraquecimento da disciplina de pagamentos, tende a manter elevada a pressão sobre a capacidade de cobrança do banco e sobre o custo do risco nos resultados do segundo trimestre.

Desafios persistem

A avaliação ocorre após um primeiro trimestre já considerado difícil para o Banco do Brasil. Na ocasião, a instituição reportou um ROE (Return on Equity) de 7,3% e revisou suas projeções para 2026, citando a deterioração da qualidade da carteira de crédito voltada ao agronegócio.

Para o BTG Pactual, os próximos resultados deverão continuar refletindo os desafios enfrentados pelo segmento rural. Embora o lançamento do Plano Safra 2026/2027 possa trazer maior previsibilidade ao setor, a instituição acredita que a discussão sobre renegociação de dívidas continuará sendo um fator relevante para o comportamento dos produtores e para o desempenho financeiro do Banco do Brasil nos próximos meses.

Fonte: Eu Quero Investir

BB celebra 30 anos de Pronaf com mais de 2,5 milhões de agricultores atendidos

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O Banco do Brasil comemora nesta semana 30 anos ao lado de quem acorda cedo, dedica-se com esforço próprio e mantém viva a produção de alimentos no Brasil: os agricultores familiares. No Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), principal política pública de crédito voltada a produtores rurais que compõem unidades familiares, incluindo agricultores, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores e extrativistas e suas cooperativas, esse compromisso se traduz em apoio para gerar renda, ampliar oportunidades, fortalecer a inclusão produtiva e estimular o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais.

Nessas três décadas, o Banco do Brasil se consolidou como o principal parceiro financeiro da agricultura familiar, apoiando produtores, cooperativas e empreendimentos rurais em atividades agropecuárias e não agropecuárias. Desde o início do programa, o BB já desembolsou R$ 500 bilhões em operações de crédito no âmbito do Pronaf, um impulso que chegou a aproximadamente 2,5 milhões de famílias em todas as regiões do país. Somente na safra atual, foram liberados R$ 23 bilhões para produtores do Pronaf, contribuindo para transformar a realidade dos produtores familiares. Esses recursos têm possibilitado tirar planos do papel, investir no cuidado com a terra e garantir mais segurança para a continuidade da produção.

A presença do BB no Pronaf fortalece, na prática, a base produtiva do agronegócio brasileiro ao apoiar pequenos produtores responsáveis por grande parte do alimento que chega diariamente à mesa da população. São famílias que, em sua maioria, utilizam a própria mão de obra, mantêm uma produção diversificada e constroem, dia após dia, um vínculo profundo com o desenvolvimento das suas comunidades, prosperando sem perder suas raízes.

“A agricultura familiar é estratégica para a segurança alimentar do país. É ela que coloca comida na mesa do brasileiro. Apoiar esses produtores, com crédito acessível, orientação técnica e soluções pensadas para a realidade do campo é mais do que uma prioridade: é um compromisso que renovamos todos os dias e que mantemos há 30 anos com o desenvolvimento do Brasil”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil.

Saiba mais sobre as principais linhas do Pronaf operadas pelo BB

O Pronaf é estruturado em diferentes linhas de crédito, desenvolvidas para atender às diversas realidades da agricultura familiar, respeitando o perfil produtivo, a renda e o estágio de desenvolvimento dos produtores rurais:

  • Pronaf Custeio
    Destinado ao financiamento das despesas normais das atividades agropecuárias e não agropecuárias, como preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheita, criação de animais e atividades de base agroecológica. Atende agricultores familiares com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) válido, respeitando os limites de renda e enquadramento definidos pelo programa.
  • Pronaf Investimento
    Voltado à implantação, ampliação ou modernização da estrutura produtiva das propriedades rurais familiares. Financia, entre outros itens, máquinas, equipamentos, benfeitorias, sistemas de irrigação, armazenagem, conectividade no campo e práticas sustentáveis, contribuindo para o aumento da produtividade e da renda no meio rural.
  • Pronaf Mais Alimentos
    Linha de investimento destinada à modernização da produção da agricultura familiar, com foco no fortalecimento da capacidade produtiva, melhoria da infraestrutura rural e ampliação da competitividade dos empreendimentos familiares.
  • Pronaf Agroindústria
    Apoia o beneficiamento, processamento e comercialização da produção da agricultura familiar, incluindo a implantação, ampliação ou modernização de agroindústrias familiares e cooperativas, agregando valor à produção e fortalecendo a economia local.
  • Pronaf Mulher e Pronaf Jovem
    Linhas específicas voltadas à ampliação do acesso ao crédito por mulheres e jovens agricultores familiares, incentivando a sucessão rural, a autonomia produtiva e a permanência das novas gerações no campo.
  • Pronaf Floresta, Agroecologia e Bioeconomia
    Direcionadas a projetos sustentáveis, sistemas agroflorestais, produção agroecológica, recuperação ambiental, uso racional dos recursos naturais e atividades alinhadas à conservação ambiental e à sociobiodiversidade.
  • Pronaf Grupo B e Programas Especiais
    Focados em agricultores familiares de menor renda, incluindo indígenas, quilombolas e povos tradicionais, com condições diferenciadas, incentivo à inclusão produtiva e apoio à geração de renda, inclusive por meio do microcrédito produtivo orientado.

Para acessar o Pronaf, o agricultor deve ter CAF válido, atender aos critérios de renda, área e predominância de mão de obra familiar. A contratação exige documentação pessoal, comprovação do imóvel e apresentação de proposta ou projeto técnico. O pedido é analisado pelo banco quanto à capacidade de pagamento e regularidade. Após aprovação, o contrato é formalizado e os recursos liberados. A aplicação segue o projeto, com acompanhamento e fiscalização conforme normas.

Além do crédito, o Banco do Brasil atua de forma integrada no apoio à agricultura familiar, oferecendo assistência técnica, incentivo à modernização produtiva, inclusão financeira e estímulo à sustentabilidade econômica, social e ambiental das propriedades rurais. O Pronaf também possibilita o acesso dos produtores a outras políticas públicas voltadas ao fortalecimento do campo, ampliando oportunidades e renda no meio rural.

Ao celebrar os 30 anos do Pronaf, o BB reafirma seu compromisso histórico com a agricultura familiar e com a construção de um modelo de desenvolvimento que valoriza o produtor rural, gera empregos, promove inclusão e garante alimentos de qualidade para a população brasileira.

Fonte: Banco do Brasil

BB autoriza missão internacional no Peru para tratar de finanças sustentáveis

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O Banco do Brasil, por meio de sua vice-presidência, autorizou o afastamento do país do especialista Jorge Andre Gildi dos Santos para uma missão oficial em Lima, no Peru. O objetivo da viagem, que ocorre entre os dias 30 de junho e 5 de julho de 2026, é representar a instituição financeira na Quinta Reunião do Comitê Técnico da Coalizão Verde de Bancos Públicos de Desenvolvimento. A medida foi oficializada por meio de um despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A autorização, assinada pelo vice-presidente do banco, Jose Ricardo Sasseron, fundamenta-se na necessidade de representação institucional em fóruns internacionais de alta relevância para a agenda de sustentabilidade. O especialista Jorge Andre Gildi dos Santos atua na área de ASG – sigla para Ambiental, Social e Governança –, setor que tem ganhado protagonismo crescente nas estratégias de investimento e concessão de crédito do governo federal e de suas autarquias. A viagem será realizada com ônus para o banco, o que inclui o custeio de passagens e diárias para o período de trânsito e permanência no exterior.

Foco em desenvolvimento e parcerias internacionais

Além da participação na Coalizão Verde, a agenda em solo peruano prevê reuniões paralelas com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e outras instituições financeiras (IFs) parceiras. Esses encontros visam estreitar laços de cooperação técnica e financeira para projetos que conciliem o crescimento econômico com a preservação ambiental, especialmente em biomas sensíveis como a Amazônia, que integra tanto o território brasileiro quanto o peruano.

A Coalizão Verde de Bancos Públicos de Desenvolvimento é uma iniciativa que reúne diversas instituições da América Latina e do Caribe com o intuito de harmonizar práticas bancárias e promover o financiamento de soluções baseadas na natureza. O comitê técnico, do qual o Banco do Brasil faz parte, é responsável por definir as métricas e os critérios de aplicação de recursos que devem impulsionar a economia de baixo carbono na região.

Base legal e governança

O afastamento foi concedido com base no Decreto nº 1.387, de 7 de fevereiro de 1995, que disciplina a viagem ao exterior de servidores públicos e empregados de empresas públicas. A decisão também observa diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Fazenda, por meio de portarias publicadas em 2016 e 2023, além de resoluções internas da presidência da instituição.

Segundo apurou O TEMPO, a participação do banco nesses eventos reforça o posicionamento da instituição como líder em finanças sustentáveis no mercado brasileiro. A governança do Banco do Brasil tem buscado alinhar suas operações aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris e de outros tratados climáticos.

Os custos operacionais da missão são justificados pelo caráter estratégico dos diálogos com o BID, que é um dos principais parceiros do país no financiamento de infraestrutura sustentável. Ao final do período em Lima, o especialista deverá apresentar relatórios técnicos sobre os avanços nas negociações e as diretrizes estabelecidas pelo comitê técnico da coalizão.

A movimentação de técnicos e especialistas do escalão do governo federal para agendas internacionais integra o esforço de retomada do protagonismo brasileiro na diplomacia ambiental e financeira. A expectativa é que os resultados da reunião no Peru possam se desdobrar em novas linhas de crédito para empresas e produtores brasileiros que adotem práticas regenerativas e sustentáveis em suas cadeias produtivas.

Fonte: O Tempo

Banco do Brasil lança Validador de Comprovantes no portal BB

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O Banco do Brasil lançou o Validador de Comprovantes BB, uma solução digital que permite a qualquer pessoa, cliente ou não do Banco, validar a autenticidade de comprovantes de transações financeiras emitidos pela instituição. A ferramenta amplia a segurança, a transparência e a confiabilidade nas operações, além de responder a uma demanda recorrente por maior segurança e confiabilidade na conferência de pagamentos, transferências e outras transações.

Disponível na página inicial do portal BB (bb.com.br), o Validador pode ser acessado por dispositivos móveis e desktops. A funcionalidade permite conferir informações como valor e data da transação, desde que o comprovante contenha a informação “Autenticação SISBB”. Estão contemplados pela solução comprovantes de Pix, boletos, convênios, transferências da conta corrente e TED. Por dispensar a necessidade de login e consulta ao extrato, o validador facilita o dia a dia de pessoas físicas e jurídicas.

A iniciativa contribui para a prevenção de fraudes e golpes financeiros, aumenta a credibilidade dos comprovantes emitidos pelo Banco do Brasil e fortalece a confiança nas transações digitais.

Para Dione Cordioli, executiva de conta, serviços e Pix do Banco, o Validador de Comprovantes BB é uma resposta concreta à insegurança na conferência de transações financeiras, um problema que afeta pessoas e negócios no dia a dia.

“Ao permitir a validação oficial de comprovantes de forma simples e acessível, o Banco do Brasil protege relações comerciais e fortalece a confiança no ambiente digital. Essa entrega combina tecnologia, transparência e foco nas pessoas, ao facilitar decisões e reduzir riscos sem criar barreiras para o usuário”, afirma a executiva. “Com o Validador, o BB reafirma seu papel de liderança na construção de um ecossistema financeiro mais seguro, confiável e orientado à experiência do cliente”, finaliza.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil pisa no freio, Caixa e BNDES aceleram: veja o alerta da Moody’s

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O Banco do Brasil (BBAS3) entrou em 2026 com uma estratégia oposta ao que se espera normalmente de um banco público em um momento de estímulo à economia: ele apertou o crédito.

Depois de ver as provisões saltarem com a piora da carteira rural e do crédito ao consumo sem garantia, o BB reduziu o ritmo das concessões e passou a selecionar com mais rigor os novos tomadores.

A prioridade deixou de ser crescer a carteira a qualquer custo e passou a ser evitar que a inadimplência pressione ainda mais os resultados.

A mudança diferencia o BB da Caixa Econômica Federal e do BNDES, que mantêm uma postura mais expansionista.

Mas também expõe o dilema enfrentado pelos bancos públicos em 2026: emprestar mais pode ajudar a atividade econômica, mas, com juros elevados e tomadores mais pressionados, também aumenta o risco de novas perdas.

É esse o alerta da Moody’s Ratings. A agência de classificação de risco avalia que uma aceleração mais forte do crédito pode elevar os riscos para todo o sistema bancário.

No caso do BB, a resposta já está em curso: menos apetite nas linhas mais sensíveis e maior cautela depois de uma sequência de resultados entre os mais fracos desde 2020.
Banco do Brasil (BBAS3) aperta o crédito diante da piora da carteira

Para os analistas, a pressão sobre os resultados do Banco do Brasil aparece de forma clara nas métricas de provisionamento.

Segundo a Moody’s, a relação entre as provisões para perdas de crédito e o lucro antes dessas provisões saltou de 54% em março de 2025 para 83% em março de 2026 no Banco do Brasil.

Isso significa que uma parcela maior da geração operacional passou a ser consumida pela necessidade de cobrir eventuais perdas com crédito.

A agência também chama atenção para a piora gradual da inadimplência no sistema bancário desde meados de 2025.

No Banco do Brasil, os empréstimos vencidos há mais de 90 dias alcançaram 8,8% na carteira de pequenas e médias empresas, 6,8% no crédito ao consumidor e 6,2% no agronegócio em março de 2026.

É justamente nesse contexto que o BB passou a ajustar a estratégia.

A redução do apetite em algumas linhas não significa abandonar segmentos considerados estratégicos, mas tentar preservar a qualidade da carteira enquanto produtores rurais, pequenas empresas e consumidores enfrentam um cenário financeiro mais apertado.
Caixa e BNDES seguem em outra marcha

Enquanto o Banco do Brasil decidiu priorizar a defesa do balanço, Caixa e BNDES mantêm uma postura mais alinhada ao papel anticíclico esperado das instituições públicas — servindo como o braço do governo para injetar liquidez.

O BNDES vem registrando crescimento dos empréstimos acima da média do sistema financeiro, um movimento que a Moody’s interpreta como potencial aumento de risco caso o cenário econômico permaneça adverso por mais tempo.

Por sua vez, a Caixa continua focada na atuação no crédito habitacional e em programas de fomento, embora também tenha reforçado as provisões para operações ligadas ao agronegócio e às pequenas empresas.

Segundo a Moody’s, a pressão sobre a Caixa também se tornou mais evidente nos indicadores de cobertura de perdas. A relação entre as provisões e o lucro antes de provisões da instituição subiu de 26% em março de 2025 para 82% em março deste ano.

Para a agência, as três instituições ainda contam com capitalização adequada e colchões de provisionamento que ajudam a absorver uma deterioração adicional da carteira.

“Os três bancos se beneficiam de capital forte e colchões de provisionamento; no entanto, essas defesas podem ser testadas se as condições de crédito permanecerem fracas por um longo período”, alerta a Moody’s.

Crédito maior pode ajudar a economia — e elevar os riscos

O relatório da Moody’s reconhece que o governo intensificou, ao longo de 2026, medidas de apoio social e programas voltados à expansão do crédito. Em um ambiente de crescimento mais moderado, o impulso pode ajudar a sustentar a atividade econômica.

Mas há um limite delicado nessa equação. A ampliação das concessões ocorre justamente quando os juros seguem altos, a inadimplência avança e o endividamento das famílias continua elevado.

“Uma aceleração no crescimento dos empréstimos pode levar a um aumento dos riscos para todos os bancos brasileiros em meio a um cenário de enfraquecimento das condições de crédito”, alertam os analistas da Moody’s.

O que esperar do Banco do Brasil e de outros bancos públicos até 2027?

A Moody’s projeta que os resultados do sistema bancário brasileiro devem continuar pressionados ao longo de 2026 e possivelmente também em 2027.

Além das perdas de crédito, os bancos enfrentam uma combinação de menor geração de receitas com tarifas e competição mais intensa pela captação de recursos entre as grandes instituições de varejo, segundo os analistas.

Nesse cenário, a aposta da Moody’s é que a divergência entre os bancos públicos tende a continuar.

Caixa e BNDES devem permanecer como canais relevantes de crédito e fomento, enquanto o Banco do Brasil busca equilibrar seu papel no financiamento da economia com uma gestão mais rigorosa de risco.

Para o BB, a aposta é que a seletividade agora possa reduzir a necessidade de provisões mais adiante.

Fonte: Seu Dinheiro

Funcionários do Banco do Brasil entregam pauta de reivindicações à direção do banco

Publicado em: 26/06/2026

Representantes das funcionárias e dos funcionários do Banco do Brasil entregaram, nesta quarta-feira (24 de junho), a minuta de reivindicações da categoria à direção do banco. O documento foi protocolado na sede da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em São Paulo, e reúne as principais demandas aprovadas durante o 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB).

Realizado entre os dias 21 e 23 de junho, o Congresso reuniu cerca de 280 delegados e delegadas de todo o país, que debateram e aprovaram os eixos que irão nortear a Campanha Nacional dos Bancários 2026 no Banco do Brasil. As reivindicações estão organizadas em quatro grandes temas: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde.

Entre as prioridades aprovadas pelos delegados e delegadas está a ampliação do quadro de funcionários por meio da realização de novos concursos públicos. A medida é considerada fundamental para fortalecer o papel público do Banco do Brasil, melhorar o atendimento à população e reduzir a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos trabalhadores nas unidades em todo o país.

A defesa do papel público do Banco do Brasil também passa pela manutenção e pelo fortalecimento do atendimento presencial à população. Os representantes dos trabalhadores defendem a preservação da estrutura de atendimento bancário nas agências e a garantia de caixas em todas as unidades. Para a categoria, o banco não pode abrir mão de sua função social nem transformar suas agências em espaços voltados exclusivamente para a comercialização de produtos e serviços financeiros.

Para a coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, a defesa da saúde dos trabalhadores e do papel público do banco estão entre as prioridades da Campanha. “Os principais pontos da minuta de reivindicações que aprovamos foram em torno dos quatro eixos: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde, com foco na defesa do Banco do Brasil como banco público. Isso passa pela realização de novos concursos, pela melhoria das condições de trabalho e também pela manutenção do atendimento à população. Vamos cobrar que o banco pare de transformar agências em lojas e preserve a presença de caixas em todas as unidades, garantindo que a população continue tendo acesso aos serviços bancários de forma adequada. Também defendemos mais contratações por meio de concurso público, tanto para melhorar o atendimento quanto para reduzir a sobrecarga de trabalho. A gente não pode permitir que colegas adoeçam no ambiente de trabalho”, destacou.

Segundo a dirigente, os debates realizados ao longo dos três dias de Congresso fortaleceram o funcionalismo para enfrentar uma campanha que exigirá unidade e mobilização. “Foram três dias muito importantes, ricos em debates sobre condições de trabalho, saúde e previdência. O funcionalismo do BB saiu do Congresso bem mais fortalecido para esta campanha, que será especialmente desafiadora neste ano”, completou.

A entrega da minuta marca o início do processo de negociação entre a representação dos trabalhadores e a direção do Banco do Brasil para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a discussão das principais demandas específicas do funcionalismo.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil abonará horas dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo

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Os funcionários do Banco do Brasil não precisarão compensar as horas referentes aos períodos de liberação para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A decisão foi comunicada pelo banco nesta segunda-feira (23 de junho), após solicitação apresentada pelo movimento sindical.

Além de seguir as orientações da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para o funcionamento das agências nos dias de jogos do Brasil, o BB informou que irá abonar as horas não trabalhadas dos funcionários, garantindo que não haja necessidade de compensação posterior.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e dirigente sindical, Fernanda Lopes, comemorou a medida. “Depois da solicitação, o BB informou nesta segunda-feira aos funcionários que irá abonar as horas para que todos possam acompanhar os jogos. Mesmo que tenham demorado para tomar a decisão, o mais importante é que o pedido tenha sido atendido”, destacou.

Conforme orientação da Fenaban aos bancos, quando as partidas da Seleção Brasileira tiverem início às 14h, as agências funcionarão das 9h às 12h. Nos jogos com início às 16h, o atendimento ao público será realizado das 10h às 14h. Já nas partidas marcadas para as 17h, as unidades abrirão às 10h e encerrarão o expediente às 15h.

Para os empregados que atuam em agências e postos de atendimento, a recomendação é que sejam dispensados do trabalho com pelo menos uma hora de antecedência em relação ao início dos jogos.

No caso dos trabalhadores em regime de teletrabalho, a orientação da Fenaban prevê o direito à desconexão entre, no mínimo, 30 minutos antes do início das partidas e até 15 minutos após o término dos jogos.

Já os trabalhadores escalados para atividades presenciais nos dias das partidas poderão, sempre que possível, ser transferidos para o regime de teletrabalho ou ter garantida a mesma regra de liberação antecipada aplicada aos empregados das agências.

Fonte: Contraf-CUT

Régia Capital alcança R$ 17 bi e é reconhecida na London Climate Action Week

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A BB Asset realizará a entrega de um tombstone, tradicionalmente concedido a operações de destaque no mercado financeiro, à Régia Capital em reconhecimento à marca de aproximadamente R$ 17 bilhões em patrimônio sob gestão, consolidando a gestora como uma das principais referências em investimentos sustentáveis no Brasil e no Sul Global. O reconhecimento ocorre durante a participação do BB e da BB Asset na London Climate Action Week (LCAW).

A celebração será realizada em um momento em que a agenda climática e de sustentabilidade se afirmam como prioridade global e reforça o papel do Banco do Brasil e da BB Asset como protagonistas dessa transformação. O BB incorpora a sustentabilidade de forma transversal à sua estratégia, com impacto direto na gestão de riscos, na alocação de capital e no desenvolvimento de soluções voltadas à economia verde.

Com uma carteira de crédito sustentável de R$ 421,2 bilhões, o Banco do Brasil se posiciona como um agente transformador, apoiando setores estratégicos como energias renováveis, agricultura sustentável, bioeconomia e infraestrutura resiliente. O objetivo da instituição é alcançar saldo de R$ 500 bilhões até 2030, além de patrimônio líquido de R$ 30 bilhões em fundos de investimentos sustentáveis.

Nesse contexto, foi criada a Régia Capital, fruto da parceria entre a BB Asset e a gestora JGP, com o objetivo de estruturar uma plataforma dedicada a alinhar retorno financeiro e impacto socioambiental. A gestora nasceu como um hub de investimentos sustentáveis, combinando a capacidade de distribuição, capilaridade e força institucional do Banco do Brasil com a expertise de gestão ativa e inovação da JGP, mobilizando capital em escala para viabilizar a transição para uma economia de baixo carbono e baseada na natureza.

Após quase dois anos de trajetória, período em que seu crescimento foi impulsionado principalmente pelos canais de distribuição do BB, a Régia evoluiu para uma estrutura de primeira linha e uma grade abrangente de produtos, posicionando-se para acessar também canais de outros alocadores e ampliar sua presença junto a investidores locais e internacionais. Esse avanço reflete a maturidade alcançada pela gestora e sua capacidade de dialogar com diferentes perfis de capital.

A conquista de R$ 17 bilhões em ativos sob gestão evidencia a validação de um modelo que responde diretamente a uma das principais barreiras apontadas por investidores internacionais no Sul Global: a escala e replicabilidade dos projetos investidos.

A Régia endereça esse desafio por meio de um robusto ecossistema de originação e estruturação de ativos, com pipeline diversificado que abrange crédito, infraestrutura, bioeconomia, energia renovável, soluções baseadas na natureza e minerais críticos, além do uso de instrumentos como blended finance, capazes de alavancar capital privado ao lado de recursos concessionais.

A conexão direta com o Banco do Brasil, um dos principais financiadores do agronegócio no mundo, confere à Régia uma vantagem competitiva única. Essa integração amplia significativamente a capacidade de originação de projetos em larga escala, especialmente em cadeias produtivas com alto potencial de descarbonização e regeneração de ecossistemas, mitigando riscos e criando oportunidades atrativas para investidores globais.

O posicionamento estratégico da Régia também reflete o papel do Brasil no cenário global. O país reúne atributos únicos, como a maior concentração de capital natural do planeta e um mercado financeiro sofisticado entre as economias do Sul Global, que o colocam como protagonista na transição para uma economia sustentável. Nesse contexto, a Régia se consolida como um elo entre investidores internacionais e oportunidades concretas de investimento verde no Brasil.

A entrega da premiação durante a LCAW consolida uma estrutura capaz de conectar escala, inovação e impacto. Ao reunir capital, expertise e propósito, a Régia Capital reafirma o potencial do Brasil para liderar soluções aos desafios climáticos globais e se posicionar como destino estratégico para investimentos sustentáveis de longo prazo.

Sobre a BB Asset

A BB Asset é a gestora de fundos de investimento líder do Brasil, com patrimônio líquido de R$ 1,89 trilhão e um market share de 18,06%, conforme ranking Anbima de abril de 2026. Seus produtos são distribuídos pelo Banco do Brasil, e nas principais plataformas de investimento. Sua excelência em gestão é atestada por duas renomadas agências de rating – Fitch Rating e Moody’s.

Sobre a Régia Capital

A Régia Capital é uma gestora de recursos dedicada a investimentos e soluções financeiras sustentáveis, fruto de uma parceria entre a JGP, sendo uma inovadora gestora de recursos independentes e a BB Asset, líder da indústria de fundos de investimento no Brasil, com R$ 1,89 trilhão sob gestão, conforme ranking Anbima de abril de 2026.

Fonte: Banco do Brasil

BB apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi

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Na manhã da terça-feira (23 de junho), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada de negociação com o banco sobre a Cassi, realizada no mesmo dia.

Durante o encontro preparatório, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, apresentou um balanço dos debates e deliberações do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, realizado entre os dias 17 e 19 de junho.

Segundo a dirigente, a principal preocupação dos delegados foi a sustentabilidade da Cassi, o que torna central a discussão sobre o modelo de custeio da entidade. Ela ressaltou, no entanto, que a solução para o financiamento da Caixa de Assistência precisa contemplar demandas históricas dos associados. “O debate no congresso deixou claro que a sustentabilidade da Cassi é uma prioridade para o funcionalismo. Mas também é fundamental encontrar soluções para questões pendentes, como o custeio do período pós-laboral dos colegas que ingressaram no banco após 2018 e a garantia de atendimento adequado aos funcionários oriundos dos bancos incorporados”, afirmou Fernanda Lopes.

A coordenadora também destacou a preocupação das entidades com a realização de uma consulta ao corpo social em um momento que coincide com as negociações da Campanha Nacional dos Bancários e da renovação dos acordos coletivos da categoria.

Diante da urgência para recompor as reservas da Cassi, os representantes dos trabalhadores defenderam que o Banco do Brasil realize um adiantamento de recursos, garantindo tempo adicional para a construção de uma solução definitiva para o custeio e para a elaboração de uma proposta de reforma estatutária que contemple temas pendentes, como adequação à Instrução Normativa ANS nº 649, atendimento às exigências da NR-1 e aperfeiçoamentos na governança da entidade.

Proposta do banco é considerada insuficiente

Na rodada de negociação realizada na terça-feira (23) à tarde, Fernanda Lopes lembrou que o banco ainda precisava responder à proposta apresentada pelas entidades em 9 de junho, que previa um aporte extraordinário para recompor as reservas da Cassi.

Durante a reunião, a representação do banco fez um resgate das negociações realizadas desde abril de 2025 e destacou o impacto da diferença entre a inflação médica e a inflação geral sobre as contas da Caixa de Assistência.

Em seguida, o BB apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,3 bilhões, valor considerado necessário para recompor as reservas da Cassi. O montante seria dividido entre banco e associados na proporção de 50,26% para o banco e 49,73% para o funcionalismo, com pagamento diferido em 18 meses.

A proposta foi rejeitada pelas entidades representativas dos funcionários, que reiteraram a defesa de uma divisão mais equilibrada, com participação de 70% do banco e 30% dos associados. “A proposta apresentada pelo banco está muito distante das premissas defendidas pelo funcionalismo. Entendemos a necessidade urgente de recomposição das reservas, mas isso não pode ocorrer transferindo quase metade da responsabilidade para os associados. Seguiremos buscando uma solução que preserve a sustentabilidade da Cassi e respeite a capacidade contributiva dos trabalhadores”, destacou Fernanda Lopes.

Como alternativa, os representantes dos funcionários propuseram que o Banco do Brasil inicie sua contribuição extraordinária já em julho, também parcelada em 18 meses, enquanto a participação dos associados seja discutida posteriormente, após consulta ao corpo social, com pagamento diferido em 12 meses.

As entidades também defenderam a criação imediata de um grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma proposta de reforma estatutária da Cassi, a ser submetida aos associados ao longo de 2027.

Diante do caráter inédito da proposta apresentada pelos trabalhadores, o banco não apresentou resposta durante a reunião. As partes ficaram de agendar uma nova rodada de negociação para a próxima semana.

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil em alerta: inadimplência no agronegócio sobe para 8,2%, mostra Serasa

Publicado em: 19/06/2026

A inadimplência no agronegócio brasileiro voltou a subir no quarto trimestre de 2025 (4T25), encerrando o ano a 8,2%, alta de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior, num momento em que agricultores lidam com margens apertadas e custos elevados, apontou nesta segunda-feira (1) um levantamento da Serasa Experian.

Entre os fatores da elevação de custos mais recentes estão os fertilizantes e os combustíveis, que subiram pelos efeitos da guerra no Irã. Mas a inadimplência vem crescendo trimestre a trimestre pelo menos desde o final de 2024, segundo os dados da Serasa.

“Apesar de sinais de estabilização em alguns segmentos, a inadimplência no agronegócio segue em alta gradual, com produtores ainda enfrentando margens apertadas e fluxo de caixa pressionado, diante de custos elevados, preços voláteis e crédito mais seletivo”, disse o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, em nota.

O indicador apontou que a inadimplência rural está concentrada principalmente em dívidas contraídas com instituições financeiras (7,2%), afirmou a Serasa.

A inadimplência do agronegócio está entre os fatores que impactam os resultados do Banco do Brasil (BBAS3), o principal financiador do setor.

O índice de inadimplência considera dívidas de pessoas físicas da população rural brasileira que estejam vencidas há mais de 180 dias e tenham sido contraídas com empresas de setores relacionados ao agronegócio.

Na análise por porte, os dados mostram que produtores rurais sem informação de registro rural – possíveis arrendatários ou participantes de grupos familiares ou econômicos – registraram o maior nível de inadimplência (9,9%).

Na sequência, aparecem os grandes proprietários (9,8%), seguidos pelos médios (8,3%) e pelos de pequeno porte (7,8%).

Por estados, o Rio Grande do Sul teve melhor desempenho, com apenas 5,3% de taxa de inadimplência, seguido pelo Paraná e Santa Catarina.

“O desempenho do Rio Grande do Sul chama a atenção, especialmente diante das perdas climáticas recentes. Esse resultado pode ser explicado por fatores como a forte presença de cooperativas e sistemas integrados, além do uso mais expressivo do seguro agrícola e de linhas de crédito para renegociação de dívidas”, comentou Pimenta.

Fonte: Money Times

BB agenda leilões de imóveis em junho com diversas modalidades de venda

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O Banco do Brasil realiza, ao longo do mês de junho, uma nova agenda de leilões de imóveis, com diferentes modalidades de venda e oportunidades para investidores e pessoas físicas interessadas na aquisição de bens com condições atrativas.

Ao todo, serão disponibilizados mais de 148 imóveis, distribuídos em diversas regiões do país, contemplando opções residenciais e comerciais, com características variadas de ocupação, renda e formato de oferta.

Confira a programação:

  • 23/06/2026 – Imóveis próprios com locação simultânea – 11h – 40 lotes;
  • 23/06/2026 – Imóveis próprios sem locação – 14h -10 lotes;
  • 24/06/2026 – Leilão Simplificado (imóveis retomados) – 10h – 98 lotes;
  • 30/06/2026 – Aceita BB – Proposta Final – último leilão da campanha de vendas.

Entre os destaques da agenda estão os imóveis com locação simultânea, que possibilitam ao comprador a geração de renda imediata, e o Leilão Simplificado, com imóveis retomados e oportunidades com valores competitivos.

A modalidade Aceita BB também integra a programação, oferecendo imóveis sem valor mínimo divulgado, em que o interessado apresenta sua proposta, que será analisada pelo Banco. Se aprovada, o imóvel é considerado arrematado, tornando o processo mais dinâmico e estratégico para aquisição.

A iniciativa busca atender diferentes perfis de público, desde quem procura o primeiro imóvel até investidores que desejam diversificar seu portfólio, com opções acessíveis e seguras.

Os leilões são realizados de forma 100% on-line, garantindo praticidade, transparência e segurança em todas as etapas.

Para participar e obter mais informações, acesse www.seuimovelbb.com.br, onde estão disponíveis os editais, fotos, descrições dos imóveis e condições completas de participação.

Fonte: Banco do Brasil

Justiça concede 15 anos para produtores rurais pagarem dívidas com BB

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Uma decisão judicial de forte impacto econômico trouxe alívio para a agricultura familiar do Sul do país. A Vara Estadual de Direito Bancário de Santa Catarina determinou o alongamento compulsório de contratos de crédito rural celebrados com o Banco do Brasil S.A., garantindo aos produtores um novo cronograma de pagamento estendido por 15 anos, com carência para o início das parcelas fixada apenas para 2028.

A ação foi movida por um casal de agricultores, que gerenciam um empreendimento de produção de soja, milho e leite no município de Riqueza, no extremo oeste catarinense.

Histórico de quebras de safra motivou a ação

Segundo a sentença do processo, o negócio da família sofreu um colapso financeiro estrutural após ser atingido por uma sequência avassaladora de eventos climáticos adversos entre os anos de 2019 e 2025. O período foi marcado por forte déficit hídrico (seca prolongada) intercalado com excesso de precipitações pluviométricas na região (p. 2).

Para agravar a situação do negócio, as intempéries coincidiram com a queda acentuada nos preços de comercialização das commodities e com uma elevação acentuada nos custos de produção, o que acabou eliminando a margem de lucro dos produtores e gerando fluxo de caixa negativo.

Laudos técnicos anexados ao processo comprovaram perdas catastróficas na propriedade: Milho: Perda total (100%) na safra 2019/2020 e quebras subsequentes de até 62,5% nas safras seguintes; atividade Leiteira: quedas na captação que variaram de 54% a 63,2%, agravadas pelo custo de produção que chegou a representar 275% da receita obtida no ano de 2020; soja: redução de mais de 33% na produtividade das safras 2023/2024 e 2024/2025.

Defesa estratégica e direito ao alongamento

A defesa dos agricultores foi conduzida pelo renomado escritório Juliano Quelho Advogados, liderado pelo especialista conhecido nacionalmente como o “Advogado do Agro”. A estratégia jurídica baseou-se na comprovação da perda da capacidade de pagamento somada à aplicação rigorosa do Manual de Crédito Rural (MCR 2.6.4) e da Súmula 298 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), os quais estipulam que a prorrogação da dívida de crédito rural em casos de frustração de safra não é um favor ou uma mera “faculdade” do banco, mas sim um direito garantido por lei ao devedor.

O Banco do Brasil tentou contestar a ação alegando falta de amparo normativo e ausência de recursos do Tesouro Nacional para subsidiar o refinanciamento. Contudo, o juiz luiz carlos cittadin da silva rejeitou os argumentos da instituição financeira e confirmou a natureza puramente rural do crédito com base na destinação dos recursos, determinando o afastamento imediato da mora (juros atrasados e multas) e proibindo a negativação dos produtores em órgãos de proteção ao crédito como SERASA e SPC.

O Banco do Brasil tentou contestar a ação alegando falta de amparo normativo e ausência de recursos do Tesouro Nacional para subsidiar o refinanciamento. Contudo, o magistrado rejeitou os argumentos da instituição financeira e confirmou a natureza puramente rural do crédito com base na destinação dos recursos, determinando o afastamento imediato da mora (juros atrasados e multas) (pp. 13, 16) e proibindo a negativação dos produtores em órgãos de proteção ao crédito como SERASA e SISBACEN (pp. 14, 16).

Palavra do Especialista

O advogado do caso, Juliano Quelho, comentou o desfecho da ação ressaltando a relevância da segurança jurídica e da proteção às famílias que sustentam a base econômica do país: “Esta decisão é fundamental porque adequa o pagamento da dívida à real capacidade de produção da família, após anos de perdas climáticas severas. É importante dizer que o banco não sofre nenhum prejuízo com isso, pois ele vai receber o valor integral, de forma parcelada e com os juros contratuais garantidos. Com esse fôlego financeiro, evitamos a insolvência do produtor, mantemos o homem no campo e garantimos a própria soberania e sustentabilidade da produção de alimentos no país”.

Fonte: Notícias Agrícolas

Banco do Brasil engaja mais de 36 mil funcionários em programa de capacitação para IA Generativa e Agêntica

Publicado em: 12/06/2026

O Banco do Brasil acaba de lançar uma nova edição do AcademIA BB, seu programa corporativo de capacitação em Inteligência Artificial e Dados, voltado a todos os funcionários do Banco e do Conglomerado. Nesta nova edição, que tem foco em IA Generativa e Agêntica, foram mais de 36 mil inscritos, com perfis que envolvem as diferentes áreas de atuação no Banco.

A iniciativa tem como foco a democratização da IA, reforçando a tecnologia não apenas como uma tendência, mas como um dos pilares da transformação digital e cultural da organização. O programa se diferencia de um treinamento tradicional ao oferecer uma jornada de capacitação prática, com aplicação voltada à realidade do dia a dia de cada funcionário em sua área de atuação.

“Essa frente de capacitação conecta, de forma estruturada, estratégia, tecnologia e pessoas, traduzindo a Inteligência Artificial Generativa e Agêntica em aplicações práticas que qualificam decisões, ampliam a produtividade e fortalecem o impacto do negócio. O AcademIA BB 2026 promove uma mudança de mentalidade, combinando tecnologia avançada, curadoria humana, governança e alinhamento estratégico para gerar valor real, sustentável e responsável para o Banco e para a sociedade”, comenta Marisa Reghini, vice-presidente de negócios digitais e tecnologia do BB.

A iniciativa conta com a parceria de empresas globais de tecnologia como Microsoft, Google Cloud e IBM, que contribuem com conteúdo, experiências e visões de mercado alinhadas aos desafios atuais e futuros da adoção de IA nas organizações.

Atualmente, o BB já conta com um volume expressivo de soluções em operação, com mais de 12 mil agentes apenas do Copilot, além de outros assistentes corporativos aplicados às rotinas internas, aos negócios e ao atendimento ao cliente.

Nesse contexto, o AcademIA BB 2026 desempenha papel decisivo na otimização do uso dos assistentes e agentes de Inteligência Artificial já disponíveis, e dos que serão escalados, no ecossistema do Banco.

“A próxima fronteira da Inteligência Artificial nas empresas não está apenas na adoção de modelos generativos, mas na capacidade de escalar IA com governança, segurança e aplicação real ao negócio. O Banco do Brasil demonstra liderança ao combinar capacitação em larga escala, cultura orientada a dados e uso estratégico de agentes inteligentes para transformar a forma como as pessoas trabalham. Como parceira do AcademIA BB, a IBM contribui com sua experiência global em IA corporativa e IA agêntica para apoiar uma evolução responsável, confiável e orientada à geração de valor, ampliando produtividade, eficiência e qualidade das decisões em toda a organização”, afirma Sérgio Fortuna, vice-presidente de vendas da IBM.

A primeira edição do AcademIA, realizada em 2024, já teve números que chamam a atenção. Mobilizou mais de 24 mil funcionários, com participação feminina superior a 40%, contou com mais de 240 mil cursos realizados em IA e Dados por meio da UniBB, a Universidade Corporativa do Banco do Brasil.

A proposta do AcademIA vai além do fortalecimento da cultura digital. Trata-se da captura efetiva de ganhos de eficiência a partir do uso cotidiano da IA. Estudos e workshops adaptados do Gartner indicam que a adoção consistente de assistentes e agentes de IA pode gerar ganhos da ordem de 30% no tempo dedicado às atividades, ao comparar o esforço atual com um cenário de uso estruturado da Inteligência Artificial no trabalho diário.

“A experiência mostra que, à medida que a Inteligência Artificial ganha escala, o papel humano não desaparece, ele evolui. Programas como o AcademIA BB desenvolvem essas novas competências, preparando profissionais para atuar como direcionadores, curadores e orquestradores, capazes de transformar tecnologia em impacto real. Ao lado do Banco do Brasil no AcademIA BB, a Microsoft apoia a capacitação em IA e a adoção estratégica dessa tecnologia, sempre com responsabilidade e com a potencialização das capacidades humanas no centro das decisões”, comenta Eduardo Campos de Oliveira, vice-presidente da área de soluções da Microsoft Brasil.

Os resultados dessa estratégia já são visíveis. No primeiro trimestre de 2026, o BB superou a marca de 2.000 soluções catalogadas, incluindo mais de 1.200 modelos que abrangem IA tradicional, generativa e agentes inteligentes, aplicados a frentes estratégicas como atendimento, crédito, risco e eficiência operacional.

Com o AcademIA BB 2026, o objetivo é seguir na escalada do desenvolvimento dos casos de uso e continuar sendo referência na adoção estratégica da Inteligência Artificial no setor financeiro, conectando capacitação, inovação e impacto concreto para clientes, funcionários e a sociedade.

Fonte: TI Inside