BB agenda leilões de imóveis em junho com diversas modalidades de venda

Publicado em: 19/06/2026

O Banco do Brasil realiza, ao longo do mês de junho, uma nova agenda de leilões de imóveis, com diferentes modalidades de venda e oportunidades para investidores e pessoas físicas interessadas na aquisição de bens com condições atrativas.

Ao todo, serão disponibilizados mais de 148 imóveis, distribuídos em diversas regiões do país, contemplando opções residenciais e comerciais, com características variadas de ocupação, renda e formato de oferta.

Confira a programação:

  • 23/06/2026 – Imóveis próprios com locação simultânea – 11h – 40 lotes;
  • 23/06/2026 – Imóveis próprios sem locação – 14h -10 lotes;
  • 24/06/2026 – Leilão Simplificado (imóveis retomados) – 10h – 98 lotes;
  • 30/06/2026 – Aceita BB – Proposta Final – último leilão da campanha de vendas.

Entre os destaques da agenda estão os imóveis com locação simultânea, que possibilitam ao comprador a geração de renda imediata, e o Leilão Simplificado, com imóveis retomados e oportunidades com valores competitivos.

A modalidade Aceita BB também integra a programação, oferecendo imóveis sem valor mínimo divulgado, em que o interessado apresenta sua proposta, que será analisada pelo Banco. Se aprovada, o imóvel é considerado arrematado, tornando o processo mais dinâmico e estratégico para aquisição.

A iniciativa busca atender diferentes perfis de público, desde quem procura o primeiro imóvel até investidores que desejam diversificar seu portfólio, com opções acessíveis e seguras.

Os leilões são realizados de forma 100% on-line, garantindo praticidade, transparência e segurança em todas as etapas.

Para participar e obter mais informações, acesse www.seuimovelbb.com.br, onde estão disponíveis os editais, fotos, descrições dos imóveis e condições completas de participação.

Fonte: Banco do Brasil

Fundo imobiliário vende agência do Banco do Brasil por R$ 38 milhões

Publicado em:

O fundo imobiliário Tivio Renda (TVRI11) anunciou, por meio de fato relevante, que vendeu um de seus imóveis, que fica localizado em Florianópolis, Santa Catarina, por R$ 37,82 milhões.

Segundo o documento divulgado ao mercado, o ativo, uma agência bancária com mais de 5 mil metros quadrados (m²), já está locado ao Banco do Brasil (BBAS3) até novembro de 2032 e representava cerca de 1,6% do patrimônio líquido do veículo.

A operação foi formalizada por meio de uma promessa de compra e venda vinculante, sendo que o pagamento será realizado em cinco parcelas.

Ainda de acordo com o fato relevante, o comprador também poderá antecipar as prestações mediante desconto de 5% ao ano.

Segundo o TVRI11, o preço da venda, equivalente a R$ 7.167 por metro quadrado, ficou aproximadamente 39,3% acima do valor patrimonial do imóvel.

Além disso, a operação corresponde a um cap rate (taxa de capitalização) de 8,2% e representa um lucro de 2,98% para o fundo, o que deve gerar um resultado não recorrente de aproximadamente R$ 0,07 por cota.

Estratégia de reciclagem do portfólio

A Tivio Capital, gestora do veículo, destacou que a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio, que busca monetizar ativos maduros para financiar melhorias nos empreendimentos remanescentes e ampliar a diversificação da carteira por meio de novas aquisições.

Desde o início dessa administração ativa, em agosto de 2023, o TVRI11 realizou nove vendas de imóveis, que somaram cerca de R$ 200,5 milhões.

Ainda segundo a gestora, os desinvestimentos foram feitos, em média, por preços 40% superiores aos respectivos valores patrimoniais e com cap rate médio de 8,24%.

Fonte: Money Times

Justiça concede 15 anos para produtores rurais pagarem dívidas com BB

Publicado em:

Uma decisão judicial de forte impacto econômico trouxe alívio para a agricultura familiar do Sul do país. A Vara Estadual de Direito Bancário de Santa Catarina determinou o alongamento compulsório de contratos de crédito rural celebrados com o Banco do Brasil S.A., garantindo aos produtores um novo cronograma de pagamento estendido por 15 anos, com carência para o início das parcelas fixada apenas para 2028.

A ação foi movida por um casal de agricultores, que gerenciam um empreendimento de produção de soja, milho e leite no município de Riqueza, no extremo oeste catarinense.

Histórico de quebras de safra motivou a ação

Segundo a sentença do processo, o negócio da família sofreu um colapso financeiro estrutural após ser atingido por uma sequência avassaladora de eventos climáticos adversos entre os anos de 2019 e 2025. O período foi marcado por forte déficit hídrico (seca prolongada) intercalado com excesso de precipitações pluviométricas na região (p. 2).

Para agravar a situação do negócio, as intempéries coincidiram com a queda acentuada nos preços de comercialização das commodities e com uma elevação acentuada nos custos de produção, o que acabou eliminando a margem de lucro dos produtores e gerando fluxo de caixa negativo.

Laudos técnicos anexados ao processo comprovaram perdas catastróficas na propriedade: Milho: Perda total (100%) na safra 2019/2020 e quebras subsequentes de até 62,5% nas safras seguintes; atividade Leiteira: quedas na captação que variaram de 54% a 63,2%, agravadas pelo custo de produção que chegou a representar 275% da receita obtida no ano de 2020; soja: redução de mais de 33% na produtividade das safras 2023/2024 e 2024/2025.

Defesa estratégica e direito ao alongamento

A defesa dos agricultores foi conduzida pelo renomado escritório Juliano Quelho Advogados, liderado pelo especialista conhecido nacionalmente como o “Advogado do Agro”. A estratégia jurídica baseou-se na comprovação da perda da capacidade de pagamento somada à aplicação rigorosa do Manual de Crédito Rural (MCR 2.6.4) e da Súmula 298 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), os quais estipulam que a prorrogação da dívida de crédito rural em casos de frustração de safra não é um favor ou uma mera “faculdade” do banco, mas sim um direito garantido por lei ao devedor.

O Banco do Brasil tentou contestar a ação alegando falta de amparo normativo e ausência de recursos do Tesouro Nacional para subsidiar o refinanciamento. Contudo, o juiz luiz carlos cittadin da silva rejeitou os argumentos da instituição financeira e confirmou a natureza puramente rural do crédito com base na destinação dos recursos, determinando o afastamento imediato da mora (juros atrasados e multas) e proibindo a negativação dos produtores em órgãos de proteção ao crédito como SERASA e SPC.

O Banco do Brasil tentou contestar a ação alegando falta de amparo normativo e ausência de recursos do Tesouro Nacional para subsidiar o refinanciamento. Contudo, o magistrado rejeitou os argumentos da instituição financeira e confirmou a natureza puramente rural do crédito com base na destinação dos recursos, determinando o afastamento imediato da mora (juros atrasados e multas) (pp. 13, 16) e proibindo a negativação dos produtores em órgãos de proteção ao crédito como SERASA e SISBACEN (pp. 14, 16).

Palavra do Especialista

O advogado do caso, Juliano Quelho, comentou o desfecho da ação ressaltando a relevância da segurança jurídica e da proteção às famílias que sustentam a base econômica do país: “Esta decisão é fundamental porque adequa o pagamento da dívida à real capacidade de produção da família, após anos de perdas climáticas severas. É importante dizer que o banco não sofre nenhum prejuízo com isso, pois ele vai receber o valor integral, de forma parcelada e com os juros contratuais garantidos. Com esse fôlego financeiro, evitamos a insolvência do produtor, mantemos o homem no campo e garantimos a própria soberania e sustentabilidade da produção de alimentos no país”.

Fonte: Notícias Agrícolas

IR Previ: ANABB luta na Justiça pela suspensão de descontos e avanço nos pagamentos

Publicado em:

A ANABB apresentou à Justiça pedido de esclarecimento sobre pontos considerados essenciais para o avanço da ação IR Previ. A medida busca garantir que questões já declaradas procedentes sejam apreciadas antes da remessa dos processos para Central de Cumprimento de Julgados da Seção Judiciária do Distrito Federal, especialmente aqueles em que não há mais controvérsia relevante sobre os valores devidos.

“A ação coletiva IR Previ é prioridade para a ANABB. Neste momento, a Associação está mobilizada em garantir o avanço do processo, a suspensão dos descontos e a liberação dos valores pendentes aos associados”, destaca o presidente da ANABB, Valmir Camilo.

Entre os principais pontos apresentados pela ANABB à justiça, estão:

1) suspensão dos descontos (verba CP 72), realizados pela PREVI sobre os valores depositados judicialmente, medida que já conta com manifestação favorável da Fazenda Nacional;

2) realização de pagamentos pendentes, já aptos para RPV (requisição de pequeno valor).

ENTENDA CADA PONTO

Todos os meses, a Previ retém o Imposto de Renda (sob a rubrica CP 75) e repassa 2/3 para a Receita Federal e 1/3 para a conta judicial vinculada ao processo. A ANABB reiterou à Justiça a necessidade de interrupção desses descontos, sob o argumento de que os recursos da ação IR Previ já estão integralmente retidos e depositados em juízo, o que aumenta a urgência da apreciação.

Outro ponto é o andamento dos pagamentos pendentes. No pedido feito à Justiça, a ANABB apontou que há cumprimentos de sentença em estágio avançado de liquidação, alguns com cálculos já apresentados e sem controvérsia sobre os valores devidos. Para a ANABB, a medida é especialmente relevante porque grande parte dos beneficiários é formada por pessoas idosas, muitas delas aguardando há anos a efetivação de créditos reconhecidos judicialmente. Por isso, a Associação defende que o processo avance com prioridade, segurança e respeito à duração razoável da tramitação.

A Associação também reforçou a necessidade de definição sobre as atribuições da Central de Cumprimento de Julgados e a extensão de sua atuação nos processos oriundos da ação coletiva. O objetivo é evitar insegurança jurídica, retrabalho e multiplicação de pedidos.

A ANABB segue lutando em cada etapa da ação para que os direitos dos associados sejam preservados e para que os pagamentos possam avançar, especialmente nos casos em que já não há controvérsia sobre os valores devidos.

Fonte: ANABB

Previ defende transparência nas informações de sustentabilidade

Publicado em:

A Previ acompanha com atenção os desdobramentos da Resolução CVM nº 244/2026, que alterou a Resolução CVM nº 193/2023 e tornou facultativa a divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade por companhias abertas brasileiras. Pela resolução anterior, essa divulgação seria obrigatória.

A Previ reconhece os desafios de implementação enfrentados pelas companhias, mas entende que a divulgação integrada das informações socioambientais e climáticas com as demonstrações financeiras fortalece a tomada de decisão dos investidores, amplia a confiança do mercado e favorece a alocação eficiente de capital, para o fortalecimento das melhores práticas de governança corporativa e integridade.

Como investidora institucional de longo prazo, a Entidade considera que a divulgação de informações padronizadas, confiáveis e comparáveis sobre riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade é fundamental para a adequada avaliação dos investimentos e para a proteção dos interesses de seus associados. Por isso, seguirá incentivando, em suas atividades de investimento e engajamento, a adoção de elevados padrões de transparência pelas empresas nas quais investe.

A Entidade entende que a adoção de padrões internacionais de divulgação, alinhados às normas emitidas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB) e incorporados ao arcabouço regulatório brasileiro, representa um importante avanço para o mercado de capitais nacional, contribuindo para maior transparência e redução de assimetrias informacionais.

Esse compromisso com a transparência também está presente em sua própria atuação. Anualmente, a Entidade divulga seu Relatório Anual, que reúne os principais resultados econômicos, informações sobre a gestão dos planos de benefícios e avanços relacionados aos temas ambientais, sociais, de governança e integridade (ASGI).

Com a publicação da Resolução 26 da Previc, a divulgação de informações de práticas ambientais, sociais, de governança e integridade e seus impactos financeiros nos resultados das companhias será de extrema relevância para que o setor de previdência complementar fechada consiga aplicar as recomendações da sua entidade reguladora.

A Previ permanecerá atuando junto às empresas investidas e ao mercado na promoção de elevados padrões de transparência e governança, em linha com as melhores práticas nacionais e internacionais, contribuindo para o fortalecimento do mercado de capitais e da previdência complementar no Brasil.

Fonte: Previ

CliniCASSI Santos mais confortável e moderna, em novo endereço

Publicado em:

Participantes do litoral paulista ganharam no dia 11 de maio, uma nova CliniCASSI Santos, mais moderna, confortável, ampla e resolutiva.

O novo endereço fica a poucos metros do antigo, na mesma rua: Marcílio Dias, 170, Centro Empresarial Santos, bloco I 3º andar.

A nova estrutura está pronta para ser a primeira e principal referência de atendimento, e parceira na promoção de saúde dos funcionários e aposentados do BB e de seus familiares.

Além dos procedimentos que já eram realizados, como sutura, nebulização, retirada de pontos, lavagem auditiva e administração de medicamentos, a nova estrutura permitirá outros, como drenagem de furúnculos e hematomas, inserção e retirada de DIU, inserção e retirada de implante anticoncepcional subcutâneo (Implanon) e alívio de quadros agudos de dor por liberação miofascial.

Entre os avanços da nova CliniCASSI Santos está a acessibilidade, para atender pessoas com mobilidade reduzida, garantindo segurança, conforto e acolhimento.

Consultórios com equipamentos novos, como balança acessível para cadeirantes, macas com ajuste de altura e reforçadas para pessoas obesas, placa tátil em braile nas salas de atendimento, sistema de chamada de senhas por áudio e imagem, corredores com largura adequada a passagem de macas e cadeira de rodas.

O primeiro acesso ao prédio exige cadastro, com CPF e documento com foto, para o registro facial que permite liberação automática nas próximas entradas.

Atendimento das 8h às 18h, de 2ª a 6ª feira
Telefone: (13) 2101 – 3810

Fonte: Cassi

Gerente de marketing de banco é cargo com natureza bancária, decide Carf

Publicado em:

A 2ª Turma da 4ª Câmara da 2ª Seção do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) manteve uma cobrança de Risco Ambiental do Trabalho (RAT) contra o Banco Safra S.A decorrente do reenquadramento de diretores gerais (código de Classificação Brasileira de Ocupações CBO 1210), gerentes de administrativos, financeiros e de risco (CBO 1421) e gerentes de comercialização, marketing e comunicação (CBO 1423) de sua matriz como cargos de natureza bancária, sujeitos à alíquota de 3%.

Ao recolher o tributo, a contribuinte os havia considerado como cargos de natureza administrativa, categoria com alíquota de 2%. O resultado se deu por unanimidade, mas os conselheiros representantes dos contribuintes acompanharam o entendimento pelas conclusões.

O banco argumentou que o enquadramento se deu com base na atividade preponderante na matriz. De acordo com auditorias independentes, 1360 dos cargos da matriz tinham natureza administrativa em 2017, enquanto 1246 teriam natureza bancária. Após reclassificações feitas pela fiscalização resultarem em maioria de cargos bancários, a contribuinte questionou apenas a nova interpretação dada a seis cargos de diretores gerais, 330 cargos de gerentes de administrativos, financeiros e de risco e 38 cargos de gerentes de comercialização, marketing e comunicação.

O relator, conselheiro Alexandre Correa Lisboa, manteve as reclassificações feitas pelo fisco com base nas características descritas pelo site do Ministério do Trabalho e Emprego das atividades desenvolvidas pelos trabalhadores enquadrados nas CBOs 1210, 1421 e 1423. Para ele, todos têm atribuições relacionadas à atividade fim da empresa, que está enquadrada na categoria dos bancos múltiplos, com carteira comercial (CNAE 6422-1/00).

Lisboa foi acompanhado integralmente pelos conselheiros Marcus Gaudenzi de Faria e Rodrigo Duarte Firmino. Já os conselheiros João Ricardo Fahrion Nuske, Luciana Vilardi Vieira de Souza Mifano e Suez Roberto Colabardini Filho acompanharam o relator pelas conclusões. Estes julgadores são contrários à classificação de gerentes e outros profissionais de marketing como bancários. No entanto, constataram que a classificação adequada deles não seria suficiente para que a matriz voltasse a ter a maioria de seus empregados desempenhando atividades administrativas. Ou seja, o resultado, para fins tributários, seria o mesmo.

Fonte: Jota

“Toda cidade precisa ter acesso aos serviços bancários”, defende deputado Marcolino

Publicado em:

O fechamento de agências bancárias tem avançado em todo o país, impactando trabalhadores, clientes e comunidades inteiras, especialmente em regiões periféricas e municípios de menor porte. Em resposta a esse cenário, o deputado estadual e ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Claudio Marcolino (PT), apresentou o Projeto de Lei 548/2026, que busca garantir a manutenção da rede física de atendimento bancário no estado de São Paulo, preservando empregos e assegurando o acesso da população aos serviços financeiros.

A iniciativa nasceu a partir de uma construção conjunta com o Sindicato e a campanha “Eu Quero Mais Agências”. Nesta entrevista à entidade que presidiu, Marcolino detalha os objetivos da proposta, analisa os impactos da digitalização sobre o atendimento e explica como pretende mobilizar a sociedade para garantir a aprovação do projeto na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

O que motivou a elaboração deste projeto de lei e de que forma o diálogo com o Sindicato dos Bancários contribuiu para a construção da proposta?

O Projeto de Lei 548/2026 se inicia a partir de um diálogo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, juntamente com a FETEC-CUT/SP, contra o fechamento das agências bancárias no estado de São Paulo. Muitas dessas agências fechadas, inclusive, são de regiões periféricas da cidade de São Paulo ou mesmo em cidades onde há uma única agência. A partir dessa construção e de uma audiência pública que surgiu como proposta a elaboração de um Projeto de Lei para estancar o processo de fechamento de agências e garantir o retorno de unidades que já foram fechadas em cada município.

Os bancos costumam justificar o fechamento de agências com o avanço da digitalização. Como o deputado responde a esse argumento e por que considera importante preservar a rede física de atendimento?

Hoje, essa alegação tem sido utilizada pelos bancos para justificar o fechamento da rede de agências físicas. Entretanto, tem surgido, em muitas cidades do estado de São Paulo, problemas com fraudes financeiras a partir das redes sociais. Fizemos, aqui na Assembleia Legislativa, uma CPI na qual foi detectado que muitos golpes e muitas fraudes no sistema financeiro acabam impactando os idosos. São pessoas que têm dificuldade com redes sociais e, muitas vezes, não têm com quem conversar para entender se se trata de um golpe ou não.

Já tem sido comprovado, em estudos que estamos acompanhando e em levantamentos que estamos fazendo do PROCON e na própria Polícia Militar, que a maioria das fraudes já é fruto desse processo de digitalização para o qual os bancos vêm empurrando os clientes, sendo que uma parte dessas pessoas são analógicas e precisam de uma agência bancária para ter contato com o corpo gerencial e os funcionários. Então esse é um risco, por mais que os bancos utilizem esse argumento para fechar agências bancárias, isso está aumentando os crimes cibernéticos no estado de São Paulo.

O projeto prevê mecanismos para limitar a redução dos quadros de funcionários. Na prática, como essa medida pode ajudar a conter as demissões e a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos bancários?

A estruturação do Projeto de Lei que nós apresentamos trabalha em uma perspectiva de manter, em cada município do estado de São Paulo, tem que ter, pelo menos, uma agência de cada um dos principais bancos. Com um número maior de agências, você garante o diálogo com o cliente e reduz a sobrecarga de trabalho dos funcionários. Existem municípios em que o banco fecha e, com isso, os clientes passam a ir para unidades em outra cidade, sobrecarregando os bancários que lá estão. Então, quando pensamos neste projeto, visamos justamente garantir a manutenção do número de funcionários de acordo com a quantidade de empregos que já eram existentes naquela região. Portanto, é uma forma de garantir o emprego e também o atendimento à população.

Quais impactos o fechamento de agências tem causado nos pequenos municípios, nas periferias e na população que ainda depende do atendimento presencial bancário?

Quando o banco fecha uma agência nos pequenos municípios, a população fica sem atendimento. Os trabalhadores que têm uma conta salário naquela agência encerrada acabam sendo obrigados a buscar atendimento em outra cidade. Temos um problema sério também com os aposentados, que não conseguem ter um atendimento de forma virtual. E, em muitas cidades, nem mesmo esse atendimento virtual existe. Então, essa população é jogada para aplicativos sem ter condições de utilizá-los. Portanto, as pessoas precisam ter um contato presencial. As pessoas que recebem um benefício social, que precisam pagar um boleto, que precisam de um empréstimo ou receber sua aposentadoria. Essas pessoas precisam desse contato. Então, o fechamento de agências é um prejuízo muito grande, inclusive para o município, pois os clientes que vão para outras cidades acabam gastando fora, em vez de contribuir com o comércio local.

O deputado acredita que a proposta enfrentará resistência do setor financeiro na Assembleia Legislativa? Como pretende construir apoio político para sua aprovação?

Com certeza a Febraban e o sistema financeiro farão pressão junto aos demais deputados para que não aprovem este projeto, que vai garantir que todas as cidades do estado de São Paulo tenham, pelo menos, uma agência dos principais bancos. Por esses bancos, passam recursos como IPVA, ICMS, recolhimento de tributos federais e pagamentos de benefícios sociais. Então, todos os principais bancos precisariam ter uma agência ou ao menos um posto de atendimento, no caso das cidades com menos de 10 mil habitantes. Portanto, com certeza haverá resistência da Febraban, mas atender a população de forma presencial é muito importante.

Nós tivemos inclusive uma CPI da Enel e uma das maiores reclamações dos clientes era, justamente, não ter uma agência física da empresa para atender a população. Como resultado da CPI, a Enel acabou abrindo uma agência física em cada cidade onde ela tinha concessão. Portanto, nosso projeto está no caminho certo e, se for necessário, faremos vários atos e conversas com prefeitos e vereadores das cidades, pois eles e toda a população organizada têm interesse em contar com as agências.

O projeto dialoga diretamente com a campanha “Eu Quero Mais Agências”. Como o deputado avalia a importância da mobilização dos trabalhadores e da sociedade para pressionar os bancos e garantir a aprovação da proposta?

A campanha que o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região vem desenvolvendo, intitulada “Eu Quero Mais Agências”, é fundamental. A partir dela, a população começa a perceber a importância das agências físicas. Quando você perde uma unidade em um bairro ou em uma cidade, a população sabe que essa agência ajuda no desenvolvimento da região. Ela cria a condição de ter crédito, garante o pagamento ou recebimento de recursos de programas sociais. Ela trabalha com o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que é o crédito da agricultura familiar. Ela dialoga com as necessidades de investimento da cidade e da prefeitura.

Esse movimento que faremos, caso os bancos tentem barrar o projeto na Assembleia Legislativa, junto aos sindicatos de bancários e a nossa federação vai criar a condição para podermos aprovar um projeto tão importante como esse. Também vamos dialogar com associações comerciais, com a OAB, com a sociedade civil organizada, com as prefeituras e câmaras de vereadores. Então, essa pressão não será apenas do sindicato, será de toda a sociedade para garantirmos, pelo menos, uma agência de cada grande banco em todos os municípios paulistas.

Se aprovado, o projeto pode servir de referência para outros estados ou até mesmo para uma legislação nacional de proteção ao emprego bancário e ao atendimento presencial?

Com certeza! Aprovando o projeto 548/2026 na Assembleia Legislativa, teremos condições de fazer esse debate ou de ter um projeto como este aprovado em todos os estados do nosso país. Também podemos trabalhar para termos uma legislação nacional de proteção, de fato, ao emprego bancário. Então, mesmo sendo uma lei para o estado de São Paulo, ela pode ser replicada em outros ou dialogarmos sobre o tema com o Banco Central e o Governo Federal. Eu tenho expectativa de que, após a aprovação desse projeto na Assembleia Legislativa, a gente consiga levar esse modelo para os outros estados ou ter um projeto nacional.

O projeto foi lançado ao público no dia 31 de maio, no evento de celebração dos 20 anos do Pagode da 27, no Parque Villa-Lobos. Como foi para o deputado lançar um projeto tão importante diante de milhares de pessoas em um evento apoiado pelo Sindicato?

Para mim, foi um orgulho estar junto com a presidenta Neiva Ribeiro lançando esse projeto no Parque Villa-Lobos, onde havia milhares de pessoas. Muitas dessas pessoas já assinaram o abaixo-assinado e entenderam a necessidade de termos um projeto como esse aprovado. Então foi um orgulho poder lançar esse projeto dialogando com a sociedade, pois esse é o nosso papel. Esse é o papel do deputado: levantar as demandas da sociedade, dialogar com as representações e, a partir daí, construir um Projeto de Lei que, quando aprovado, será útil à sociedade.

Quero parabenizar a presidenta Neiva — do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região — por ter essa visão de construir esse diálogo com a sociedade e dar ao nosso mandato a oportunidade de ter um projeto que dialoga com a categoria bancária e com a população do nosso estado. Esse projeto vai além de um debate corporativo. É um debate sobre o desenvolvimento dos municípios, o desenvolvimento regional, de apoio e fortalecimento do crédito no estado de São Paulo.

Com toda certeza, esse projeto tramitará com muito mais força na Assembleia Legislativa. Mesmo com os banqueiros tentando inviabilizar um projeto importante como esse, nós vamos trabalhar para que ele seja aprovado o mais rápido possível para preservar os empregos e garantir atendimento digno à população.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil engaja mais de 36 mil funcionários em programa de capacitação para IA Generativa e Agêntica

Publicado em: 12/06/2026

O Banco do Brasil acaba de lançar uma nova edição do AcademIA BB, seu programa corporativo de capacitação em Inteligência Artificial e Dados, voltado a todos os funcionários do Banco e do Conglomerado. Nesta nova edição, que tem foco em IA Generativa e Agêntica, foram mais de 36 mil inscritos, com perfis que envolvem as diferentes áreas de atuação no Banco.

A iniciativa tem como foco a democratização da IA, reforçando a tecnologia não apenas como uma tendência, mas como um dos pilares da transformação digital e cultural da organização. O programa se diferencia de um treinamento tradicional ao oferecer uma jornada de capacitação prática, com aplicação voltada à realidade do dia a dia de cada funcionário em sua área de atuação.

“Essa frente de capacitação conecta, de forma estruturada, estratégia, tecnologia e pessoas, traduzindo a Inteligência Artificial Generativa e Agêntica em aplicações práticas que qualificam decisões, ampliam a produtividade e fortalecem o impacto do negócio. O AcademIA BB 2026 promove uma mudança de mentalidade, combinando tecnologia avançada, curadoria humana, governança e alinhamento estratégico para gerar valor real, sustentável e responsável para o Banco e para a sociedade”, comenta Marisa Reghini, vice-presidente de negócios digitais e tecnologia do BB.

A iniciativa conta com a parceria de empresas globais de tecnologia como Microsoft, Google Cloud e IBM, que contribuem com conteúdo, experiências e visões de mercado alinhadas aos desafios atuais e futuros da adoção de IA nas organizações.

Atualmente, o BB já conta com um volume expressivo de soluções em operação, com mais de 12 mil agentes apenas do Copilot, além de outros assistentes corporativos aplicados às rotinas internas, aos negócios e ao atendimento ao cliente.

Nesse contexto, o AcademIA BB 2026 desempenha papel decisivo na otimização do uso dos assistentes e agentes de Inteligência Artificial já disponíveis, e dos que serão escalados, no ecossistema do Banco.

“A próxima fronteira da Inteligência Artificial nas empresas não está apenas na adoção de modelos generativos, mas na capacidade de escalar IA com governança, segurança e aplicação real ao negócio. O Banco do Brasil demonstra liderança ao combinar capacitação em larga escala, cultura orientada a dados e uso estratégico de agentes inteligentes para transformar a forma como as pessoas trabalham. Como parceira do AcademIA BB, a IBM contribui com sua experiência global em IA corporativa e IA agêntica para apoiar uma evolução responsável, confiável e orientada à geração de valor, ampliando produtividade, eficiência e qualidade das decisões em toda a organização”, afirma Sérgio Fortuna, vice-presidente de vendas da IBM.

A primeira edição do AcademIA, realizada em 2024, já teve números que chamam a atenção. Mobilizou mais de 24 mil funcionários, com participação feminina superior a 40%, contou com mais de 240 mil cursos realizados em IA e Dados por meio da UniBB, a Universidade Corporativa do Banco do Brasil.

A proposta do AcademIA vai além do fortalecimento da cultura digital. Trata-se da captura efetiva de ganhos de eficiência a partir do uso cotidiano da IA. Estudos e workshops adaptados do Gartner indicam que a adoção consistente de assistentes e agentes de IA pode gerar ganhos da ordem de 30% no tempo dedicado às atividades, ao comparar o esforço atual com um cenário de uso estruturado da Inteligência Artificial no trabalho diário.

“A experiência mostra que, à medida que a Inteligência Artificial ganha escala, o papel humano não desaparece, ele evolui. Programas como o AcademIA BB desenvolvem essas novas competências, preparando profissionais para atuar como direcionadores, curadores e orquestradores, capazes de transformar tecnologia em impacto real. Ao lado do Banco do Brasil no AcademIA BB, a Microsoft apoia a capacitação em IA e a adoção estratégica dessa tecnologia, sempre com responsabilidade e com a potencialização das capacidades humanas no centro das decisões”, comenta Eduardo Campos de Oliveira, vice-presidente da área de soluções da Microsoft Brasil.

Os resultados dessa estratégia já são visíveis. No primeiro trimestre de 2026, o BB superou a marca de 2.000 soluções catalogadas, incluindo mais de 1.200 modelos que abrangem IA tradicional, generativa e agentes inteligentes, aplicados a frentes estratégicas como atendimento, crédito, risco e eficiência operacional.

Com o AcademIA BB 2026, o objetivo é seguir na escalada do desenvolvimento dos casos de uso e continuar sendo referência na adoção estratégica da Inteligência Artificial no setor financeiro, conectando capacitação, inovação e impacto concreto para clientes, funcionários e a sociedade.

Fonte: TI Inside

Banco do Brasil e Brasilprev unem projetos para ampliar educação financeira entre jovens

Publicado em:

Banco do Brasil e Brasilprev passam a atuar de forma conjunta em uma nova frente de educação financeira voltada ao público jovem. Batizada de Foca no Rolê, a iniciativa reúne o Rolê que Rende, do Banco do Brasil, e o Foca nos Sonhos, da Brasilprev, em uma parceria criada para ampliar alcance, presença e conexão com as novas gerações.

O movimento acontece em um momento em que os jovens brasileiros já demonstram maior proximidade com decisões financeiras. A edição mais recente do Raio X do Investidor Brasileiro, da ANBIMA, em parceria com o Datafolha, mostra que a Geração Z é a que tem a maior proporção de pessoas com reserva de emergência no país e que, entre os investidores, os mais jovens tendem a manter carteiras mais diversificadas do que as gerações mais velhas. Já levantamento da Serasa Experian, em parceria com o Instituto Teor, aponta que 20% da Gen Z recorrem a crédito para abrir ou investir em um negócio, sinal de que consumo, autonomia e planejamento já fazem parte da rotina dessa faixa etária.

É nesse cenário que o Foca no Rolê se propõe a aproximar temas como dinheiro, consumo, carreira e futuro do cotidiano dos jovens, com linguagem simples, direta e conectada aos canais em que esse público já está presente.

A relevância da iniciativa também se apoia na relação que Banco do Brasil e Brasilprev já construíram com esse público. O Banco do Brasil conta hoje com 1,2 milhão de clientes de 0 a 17 anos, dos quais cerca de 34% utilizam a BB Cash, conta voltada a essa faixa etária. Nesse universo, os índices de engajamento superam 95%, 70% dos usuários possuem cartão de crédito ativo e mais de 66% realizam transações via Pix, que já somam mais de R$ 62 milhões em movimentação.

Na Brasilprev, a presença de clientes com até 18 anos praticamente dobrou na última década. Segundo estudo da companhia, entre 2015 e 2025, o crescimento desse perfil na base foi de 98,8%, enquanto o saldo de ativos avançou 546% no mesmo período, superando R$ 3,7 bilhões.

Criado pela Brasilprev em 2022, o Foca nos Sonhos tem como premissa usar a educação financeira como ferramenta de transformação social e de ruptura do ciclo da pobreza. A iniciativa já alcançou 174 milhões de pessoas e foi finalista do prêmio da CNseg. Já o Rolê que Rende, lançado pelo Banco do Brasil em 2023, vem promovendo conscientização financeira em escolas e universidades por meio de palestras, ações presenciais e experiências interativas conectadas à realidade dos jovens. Agora, os dois projetos passam a atuar de forma integrada, unindo repertório, presença e capacidade de mobilização.

Na prática, o Foca no Rolê estará presente em escolas, universidades, canais digitais e ações ligadas a iniciativas patrocinadas pela Brasilprev. Entre elas esteve a atual temporada de Shrek – O Musical, em cartaz em São Paulo, no Teatro Renault.

“No mercado Pessoa Física, a educação financeira é o motor de relacionamento, conectando momentos de vida ao ecossistema familiar. O Rolê que Rende nasce com esse olhar, posicionando o BB como parceiro dos jovens e de suas famílias ao longo da jornada. Com o Foca nos Sonhos, da Brasilprev, ampliamos esse impacto ao integrar presente e futuro. O Foca no Rolê materializa essa sinergia, fortalecendo vínculos e impulsionando escolhas financeiras mais inteligentes e sustentáveis.”, afirma Aglailton Soares, gerente executivo da Diretoria de Clientes Pessoa Física do Banco do Brasil.

Para a Brasilprev, a conexão com esse público passa por um olhar que vai além da transação imediata e inclui também a construção de projetos de vida no longo prazo.

“A educação financeira tem papel decisivo na construção de uma sociedade mais equilibrada e consciente. Democratizar esse acesso passa por traduzir conceitos para uma linguagem leve e próxima, capaz de conectar as novas gerações a um conhecimento que pode transformar escolhas e ampliar possibilidades. Mais do que ensinar a guardar dinheiro, é importante compreender os fatores emocionais e sociais que influenciam hábitos de consumo e de planejamento”, afirma Rodrigo Caravelli, superintendente de Marketing, Comunicação e Sustentabilidade da Brasilprev.

Sobre a Brasilprev

Com 32 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 471,6 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.

Fonte: Portal Segs

BB é eleito o banco mais inovador do mundo por consultoria americana

Publicado em:

O Banco do Brasil (BBAS3) acaba de ser eleito o Model Bank of the Year 2026 pela consultoria americana Celent, que atua com foco em tecnologia para o setor de serviços financeiros globais.

A premiação, que ocorre há 20 anos, é considerada uma das mais importantes deste mercado justamente por destacar práticas inovadoras. No ano passado, o reconhecimento foi concedido ao JP Morgan.

Na edição deste ano, a empresa avaliou 115 projetos desenvolvidos por instituições financeiras de vários países, levando em conta critérios como inovação, excelência tecnológica e impacto nos resultados dos negócios.

Segundo informou a Celent, o Banco do Brasil se destacou pelo uso avançado de inteligência artificial (IA) e prática de analytics. Tudo isso aliado a uma estratégia focada na melhor experiência dos seus clientes.

A combinação, segundo a consultoria, permitiu ganhos de eficiência operacional, aumento da rentabilidade e crescimento sustentável.

Iniciativas inovadoras

Entre as iniciativas que contribuíram para a conquista está o Escutai, plataforma que utiliza modelos de linguagem para captar e interpretar, em larga escala, manifestações e avaliações dos clientes.

A ferramenta transforma essas informações em insights para apoiar decisões estratégicas e tem como meta reduzir em 15% as reclamações dos consumidores.

Outro projeto destacado foi o OdisseIA, plataforma de analytics que processa aproximadamente 5 bilhões de registros por dia e atende mais de 20 milhões de usuários dos canais digitais do banco.

Ela permite identificar gargalos na jornada do cliente e gerar recomendações em tempo real para melhorar a experiência e aumentar a conversão de serviços.

De acordo com a Celent, a estrutura de desenvolvimento adotada pelo Banco do Brasil, com equipes integradas entre as áreas de tecnologia e negócios, também foi um diferencial. O modelo favorece a disseminação do uso de dados e acelera a implementação de novas soluções.

Com forte investimento em tecnologia própria e equipes internas, a instituição reforçou sua capacidade de inovação e se consolidou como uma referência global no uso de IA para aprimorar a experiência dos clientes e gerar valor aos negócios, segundo avaliação da consultoria americana.

Fonte: Invest Talk BB

Fundação BB assina acordo com o Ministério de Desenvolvimento Agrário

Publicado em:

Durante o Festival de Soluções Sociais para o Brasil, realizado em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF), a Fundação Banco do Brasil e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) assinaram acordo de cooperação com a finalidade de fortalecer ações em comunidades tradicionais de todo o país.

A parceria prevê a implementação de iniciativas voltadas à inclusão produtiva, geração de renda, etnodesenvolvimento, turismo comunitário, segurança hídrica, preservação da biodiversidade e disseminação de tecnologias sociais em territórios de povos e comunidades tradicionais presentes nos diferentes biomas brasileiros. Para o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, a iniciativa fortalece a construção de soluções desenvolvidas junto às comunidades. “Esse acordo representa a união de esforços em favor de quem mais precisa. Queremos construir soluções ao lado das comunidades, respeitando seus saberes e suas realidades, para gerar oportunidades, fortalecer a autonomia das famílias e promover desenvolvimento sustentável nos territórios”, afirmou.

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Eric Moura, destacou que a iniciativa reforça o compromisso do Governo Federal com a valorização da agricultura familiar e dos conhecimentos tradicionais. “Estamos fortalecendo a agricultura familiar praticada nos territórios, que produz alimentos saudáveis e preserva saberes ancestrais fundamentais para o desenvolvimento sustentável”, disse.

Fonte: Banco do Brasil

Fundação BB assina acordo de cooperação com o Ministério da Cultura

Publicado em:

Durante o Festival de Soluções Sociais para o Brasil, em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF), a Fundação Banco do Brasil e o Ministério da Cultura assinaram acordo de cooperação com a finalidade de desenvolver atividades voltadas à valorização da cultura e ao desenvolvimento sustentável dos territórios, à qualificação dos espaços culturais, à ampliação do acesso e da participação cultural, à promoção da leitura e das demais manifestações e expressões culturais, à dinamização das redes de cultura, bem como à ampliação das práticas culturais formativas com ênfase na cultura local e nas tecnologias sociais a serem desenvolvidas em território nacional.

Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, cultura não é apenas uma expressão simbólica, é também uma dimensão estruturante do desenvolvimento humano, social e territorial. “Esse projeto de fortalecer a cultura e educação que possa gerar impacto nos territórios é importantíssimo. De repente isso toma uma dimensão enorme e começa a repercutir positivamente na vida de muitas pessoas”, explica.

A dinamização de iniciativas culturais contribui ainda para a ativação de espaços, o fortalecimento de redes locais e a circulação de bens e atividades culturais, ampliando as possibilidades de fruição, participação e produção cultural, com impactos na qualificação dos ambientes de vida e no uso social dos espaços, especialmente em territórios que demandam fortalecimento de vínculos comunitários e de práticas sociais positivas.

O presidente da Fundação Banco do Brasil reforça que a assinatura deste acordo consolida uma parceria construída a partir de valores que são compartilhados por ambas as instituições: inclusão, diversidade, pertencimento e transformação social. “A Fundação BB pretende construir iniciativas de fortalecimento de organizações culturais e, de maneira muito especial, daquelas que promovam o livro, a leitura e a formação de leitores. Porque um país que lê amplia horizontes, fortalece a cidadania e cria possibilidades de futuro”, explica.

O Festival de Soluções Sociais para o Brasil é uma realização da Fundação Banco do Brasil, com apoio do CCBB Brasília, da BB Asset, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Associação Brasileira de Ensino Pesquisa e Extensão em Tecnologia Social (ABEPETS).

Fonte: Banco do Brasil

Diretora do BB participará de fórum global de pagamentos nos EUA

Publicado em:

O Banco do Brasil, por meio de sua vice-presidência, autorizou o afastamento do país da diretora Barbara dos Santos Lopes Freitas para uma missão oficial em San Francisco, nos Estados Unidos. A executiva representará a instituição financeira no ‘Visa Payments Forum 2026’, um dos principais encontros globais do setor de meios de pagamento. A decisão foi oficializada por meio de um despacho de 25 de maio de 2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU).

O afastamento de Barbara ocorrerá no período de 7 a 12 de junho de 2026, incluindo o tempo necessário para o trânsito (deslocamento entre os países). De acordo com a publicação, a viagem será realizada com ônus (com as despesas custeadas pela instituição), seguindo as normas vigentes para o serviço público e sociedades de economia mista. O fórum em questão tem como objetivo reunir os principais líderes globais de pagamentos para discutir as tendências e as prioridades que devem moldar o setor nos próximos anos.

Contexto legal e governança

A autorização foi assinada por Marco Geovanne Tobias da Silva, vice-presidente do Banco do Brasil. O ato administrativo fundamenta-se na competência prevista no artigo 2º do Decreto 1.387/1995, que dispõe sobre o afastamento do país de servidores civis da administração pública federal. Além disso, o despacho cita a Portaria MF 160/2016 e a Portaria MF 267/2023, do Ministério da Fazenda, além da Resolução PRESI 149/2025, que organiza as normas internas de governança da presidência do banco.

Esse tipo de movimentação é comum em grandes instituições financeiras que buscam alinhar suas estratégias de inovação às práticas internacionais. O fato de a viagem ser classificada ‘com ônus’ indica que o banco arcará com passagens, diárias e demais custos operacionais, justificando o investimento pelo retorno técnico e estratégico que a participação de uma diretora em um fórum de tamanha magnitude traz para a companhia.

A relevância do Visa Payments Forum

O ‘Visa Payments Forum 2026’ acontece em um momento de profunda transformação no sistema financeiro global. San Francisco, localizada na Califórnia, é um dos maiores polos de tecnologia do mundo, sendo a sede de gigantes do setor e berço de inovações em blockchain, inteligência artificial aplicada a finanças e novos modelos de crédito.

No evento, espera-se que líderes discutam a evolução dos pagamentos instantâneos – como o Pix, que se tornou referência brasileira – e a integração de moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs). Para o O TEMPO, a presença de representantes de bancos brasileiros em tais encontros reforça a posição do país como um dos mercados mais dinâmicos e tecnológicos no setor de serviços financeiros.

Durante os seis dias de evento, Barbara participará de painéis e reuniões com executivos de outros grandes bancos globais e provedores de tecnologia. O foco será identificar como as novas ferramentas de pagamento podem melhorar a experiência do cliente e garantir a segurança das transações em um ambiente digital cada vez mais complexo.

Próximos passos e transparência

A participação de servidores e empregados públicos em missões internacionais é acompanhada de perto pelos órgãos de controle. Após o retorno, é comum a elaboração de relatórios de viagem que sintetizam os conhecimentos adquiridos e as oportunidades de aplicação prática dentro da instituição.

O governo federal e as autarquias utilizam essas participações para garantir que o Brasil não fique isolado das discussões sobre padronização financeira global. O Banco do Brasil, como um dos principais agentes econômicos do país, utiliza essas agendas para fortalecer sua competitividade frente às fintechs (empresas de tecnologia financeira) e outros bancos privados que também marcam presença constante no Vale do Silício.

Fonte: O Tempo

PR e BB reforçam parceria voltada ao desenvolvimento do Estado

Publicado em:

A Secretaria da Fazenda (Sefa) e o Banco do Brasil (BB) reforçaram nesta quinta-feira (12), em Brasília, uma parceria construída ao longo de mais de 20 anos e considerada estratégica para o financiamento e desenvolvimento estadual. A reunião foi conduzida pelo diretor-geral da Sefa, Luiz Paulo Budal, e pelo diretor-geral da Casa Civil, Maiquel Zimann, reunindo executivos da Diretoria de Governo do Banco do Brasil.

Além de discutir novas frentes de cooperação, os diretores analisaram o cenário macroeconômico nacional e internacional, com foco em inflação, juros, câmbio, crescimento econômico e impactos de conflitos globais sobre as contas públicas e o crédito. A troca de informações serviu de base para projeções fiscais e decisões estratégicas da gestão estadual.

“A relação entre o Paraná e o Banco do Brasil vai além de operações financeiras. É uma parceria de confiança construída ao longo dos anos, que ajuda o Estado a planejar investimentos, ampliar capacidade de financiamento e dar segurança à gestão fiscal em um ambiente econômico cada vez mais desafiador”, destaca o diretor-geral da Sefa, Luiz Budal.

Participaram do encontro com o diretor-geral da Sefa, o gerente executivo da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, Rui Mesquita; o diretor da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, Euler Mathias; o vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron; e o presidente da Ativos S.A., Bruno Vieira.

Fonte: Secretaria da Fazenda do Paraná

Bancários do BB elegem delegados e debatem propostas para o 36º CNFBB

Publicado em:

Delegados de cidades englobadas pelos 15 sindicatos filiados à Fetec-CUT/SP elegeram no dia 6 de junho a delegação que representará os bancários paulistas no 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB).

A deliberação se deu no Encontro Estadual dos Funcionários e Funcionárias do Banco do Brasil 2026, realizado presencial e virtualmente. Os debates se concentraram nos desafios e propostas para a Previ, Cassi e Economus.

Leonardo Imbiriba, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e membro suplente do Conselho consultivo do Previ Futuro, lembrou da luta histórica do movimento sindical que resultou na aprovação, em 2025, do novo regulamento do plano.

A mudança possibilitou aos associados, desde o ingresso no plano, a contribuição de valores maiores – com contrapartida do banco –, a fim de garantir uma poupança mais robusta e uma aposentadoria mais tranquila. Mais de 60 mil participantes do Previ Futuro foram beneficiados com a conquista.

“A nova diretoria e conselhos da Previ estão comprometidos com a alteração da fórmula PIP para uma contribuição proporcional à remuneração e ao benefício desejado. Nós queremos uma Previ melhor para todos e todas. Contem conosco. Nós estamos aqui para escutar e levar a demanda da base para a Previ, e buscar avançar para o sonho virar a realidade de todo mundo”, afirmou.

Antonio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), destacou a importância do encontro na junção de forças em torno da luta em defesa dos interesses dos funcionários do BB na Campanha Nacional dos Bancários 2026.

“Definimos as propostas da Fetec-CUT/SP para o CNFBB. Debatemos Cassi, Previ, Economus e como fortalecer nossa organização para melhor dialogar com nossos colegas sobre a importância da nossa luta”, destacou.

Propostas aprovadas para o 36º CNFBB

No encontro estadual também foram definidas as propostas que serão apresentadas no congresso nacional, que será realizado entre os dias 17 e 19 de junho. O encontro estadual e o 36º CNFBB são etapas preliminares da Campanha Nacional dos Bancários 2026.

Eixos do encontro estadual dos funcionários do BB Fetec-CUT

  • Fim do Performa
  • Cassi e Previ para todos
  • Concurso já
  • Redução da jornada de trabalho sem redução de salário;
  • Fim das metas;
  • Defesa do papel público do banco do brasil como agente de inclusão social;
  • Atendimento de qualidade à população com quadro próprio;
  • Defesa da soberania nacional contra os ataques do imperialismo e da extrema direita contra o BB.

Propostas da Fetec-CUT/SP para o CNFBB

  • Ampliação do TRI para todas as áreas onde esse modelo de trabalho possa ser implementado;
  • Programa para solução de dívidas de funcionários ativos e aposentados com melhores condições e taxas reduzidas;
  • Campanha de prevenção contra o câncer;
  • Ampliação dos níveis de promoção por antiguidade;
  • Garantir que mães com horário de amamentação não fiquem avaliáveis na GDP e possam concorrer a programas de remuneração e vagas;
  • Ampliação da licença-adoção para até 18 anos;
  • O delegado sindical que for aprovado para outro prefixo, independentemente de ser o caso de promoção ou não, não pode ser prejudicado pelo tempo que é necessário para retirada de inanomovilidade no sistema do banco;
  • Valor mínimo de um salário e meio para a PLR

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Contraf-CUT realiza pesquisa para ouvir funcionários do BB

Publicado em:

A Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) está fazendo um levantamento para saber quais as prioridades e expectativas dos funcionários do Banco do Brasil para a Campanha Nacional 2026.

A pesquisa, feita em parceria com o Instituto Simplex, tem por objetivo aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A ideia é saber o que o funcionalismo pensa sobre temas, como, condições de trabalho, saúde, carreira, remuneração, diversidade, tecnologia, Cassi, Previ e os desafios enfrentados atualmente pelos trabalhadores do banco.

Em matéria publicada no site da Contraf-CUT, o secretário-geral da entidade, Gustavo Tabatinga disse que a iniciativa permitirá que as entidades tenham um retrato mais preciso da realidade vivida pelos colegas em todo o país. “A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os funcionários vivenciam diariamente. A pesquisa será uma ferramenta importante para identificar prioridades e orientar a atuação das entidades sindicais na Campanha Nacional de 2026”, afirmou.

A participação dos bancários é importante porque as respostas servirão de subsídio para a definição das estratégias de negociação com a direção do banco e para a construção de uma pauta cada vez mais alinhada às necessidades dos trabalhadores. “É fundamental que os colegas atendam à ligação e participem. Quanto maior for o número de respostas, mais representativo será o resultado e mais força teremos para defender as reivindicações dos funcionários nas mesas de negociação com o banco”, explicou Gustavo.

O levantamento permitirá também, uma avaliação mais detalhada das diferentes realidades dentro do BB, considerando aspectos como local de trabalho, função exercida, tempo de banco, jornada, faixa etária e região do país.

A pesquisa é rápida e segura e o anonimato dos participantes está assegurado. Por isso, a orientação dos sindicatos, do Comando Nacional e da CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários) é que todos os funcionários e funcionárias que receberem a ligação reservem alguns minutos para responder ao questionário.

As informações coletadas serão tratadas de forma confidencial e utilizadas exclusivamente para subsidiar a atuação sindical durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026.

“A construção coletiva é a base de todo nosso trabalho. É de suma importância que os funcionários e funcionárias possam participar desse levantamento para que tenhamos o retrato mais fidedigno possível para subsidiar nossas demandas”, explicou o diretor Executivo de Bancos Públicos do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e representante da Comissão de Empresa do BB, Alexandre Batista.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

Novos diretores e conselheiros eleitos ressaltam governança da Previ

Publicado em:

Os novos diretores e conselheiros eleitos pela “Chapa Previ para os Associados” tomaram posse no dia 1º de junho para um mandato de quatro anos ressaltando a importância da governança para o equilíbrio e solidez da Previ e reafirmando o compromisso de defender os direitos dos associados e associadas do Plano 1 e do Previ Futuro.

Na Diretoria Executiva, assumiram as funções o novo diretor de Administração Alencar Ferreira e a nova diretora de Planejamento Lissane Holanda, em substituição respectivamente a Márcio de Souza e Paula Goto. O diretor eleito de Seguridade Wagner Nascimento tem mais dois anos de mandato.

No Conselho Deliberativo, assumiram Carlos Alberto Guimarães de Sousa (titular) e Fátima Suzana Marsaro (suplente). Eles se somam aos conselheiros titulares eleitos em 2024 José Eduardo Rodrigues Marinho e Nilton Brunelli de Azevedo. Terminaram o mandato os eleitos Antônio Sérgio Riede e Luciana Bagno.

No Conselho Fiscal, tomaram posse Carlos Eduardo Bezerra Marques (titular) e o suplente Waldyr Peixoto Filho, substituindoGetúlio Maciel e Wagner Fonseca de Lacerda Bernardes. Permanecem no órgão os eleitos em 2024 Rafael Leite Figueiredo e Priscila Rodrigues Aguirres.

No Conselho Consultivo do Plano 1, entraram os titulares Edson Branco da Cruz Filho e Haroldo do Rosário Vieira e os suplentes Nadja Maria Santana da Silva e Ivanilson Batista Luz. Também integram o colegiado os eleitos em 2024 Cláudio José Zucco e Fernanda Carisio. Concluíram o mandato os eleitos Carlos Guilherme Haeser, José Carlos Vasconcelos, Eleucípio Vera Barreto e Francisco dos Santos Filho.

No Conselho Consultivo Previ Futuro, tomaram posse os titulares Karla Roberta Revert Mota e Samuel Bastos Macedo e os suplentes Laurito Porto de Lira Filho e Leonardo Imbiriba Diniz. Eles se somam à conselheira titular eleita em 2024 Juliana Carminato Nascimento Gava. Encerraram o mandato os eleitos André Luiz Alves, Elisa de Figueiredo Ferreira, Carlos Eduardo Bezerra Marques e Cleiton dos Santos Silva.

O Banco do Brasil também indicou seus representantes na Diretoria e conselhos da Previ, mantendo Márcio Chiumento na presidência.

O presidente Márcio Chiumento abriu a cerimônia com agradecimento à presença de todos e homenageou alguns dos primeiros integrantes dos Conselhos Consultivos da Previ, que este ano completaram 20 anos de criação. Joilson Ferreira representou a primeira formação do Conselho Consultivo do Plano 1 e Bianca Garcia Lourenço, Cesar Augusto Jacintho Teixeira e Humberto Fernandes, coordenador, representaram o Conselho Consultivo do Previ Futuro.

Em seguida foram homenageados os 20 conselheiros e diretores que encerraram seus mandatos. Todos receberam uma placa comemorativa de agradecimento. Getúlio Mendes Maciel, que encerrou seu mandato como presidente do Conselho Fiscal, discursou em nome dos membros desse conselho em sua despedida, assim como Antonio Sérgio Riede (veja vídeo), que representou os membros do Conselho Deliberativo em fim de mandato. Paula Goto e Márcio de Souza lembraram os avanços e conquistas em seus oito anos de mandato.

Os novos diretores de Planejamento e Administração, Lissane Holanda e Alencar Ferreira, agradeceram a confiança depositada neles pelos associados e lembraram que é hora de iniciar os compromissos assumidos.

A cerimônia também contou com a presença de dirigentes do patrocinador, Banco do Brasil, da Cassi e de diversas entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil.

Fonte: Associados Previ

Cassi: nova direção assume compromisso em defesa dos associados

Publicado em:

Os dirigentes eleitos para a gestão 2026-2030 da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) tomaram posse em 1º de junho, assumindo o compromisso de fortalecer a assistência à saúde dos associados e garantir a sustentabilidade da entidade nos próximos anos.

Para a Diretoria de Saúde, Rede de Atendimento e Risco Populacional, tomou posse Luciana Bagno. Durante o mandato, a dirigente terá como prioridades a ampliação da rede CliniCassi, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos programas de atendimento médico, psicológico e farmacêutico oferecidos aos associados.

Também assumiram seus mandatos os integrantes eleitos para o Conselho Deliberativo. Como titulares, tomaram posse Gilmar José dos Santos e Humberto Fernandes de Oliveira. Como suplentes, assumiram Diusa Alves de Almeida e Loreni de Senger.

A diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e integrante do Conselho Deliberativo no mandato 2024-2028, Ana Beatriz Garbelini, destacou a importância da nova gestão para a defesa dos interesses dos associados.

“A Cassi é um patrimônio dos funcionários do Banco do Brasil e precisa ser administrada com responsabilidade, planejamento e visão estratégica. Nosso compromisso é seguir defendendo os direitos dos associados e contribuir para que a entidade tome decisões assertivas, garantindo atendimento de qualidade, cuidado com a saúde e preservação dos interesses de todos os participantes”, afirmou.

Conselho Fiscal

Também tomaram posse os representantes eleitos para o Conselho Fiscal da Cassi no mandato 2026-2030. Diego Carvalho assumiu como membro titular e Luana Narimatsu como suplente. Também dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Carvalho ressaltou o papel do Conselho Fiscal na governança da entidade.

“Assumo como conselheiro fiscal com o compromisso de zelar pelos princípios da transparência, equidade, sustentabilidade, responsabilidade e integridade. Nosso trabalho será contribuir para uma governança sólida, que ofereça segurança aos associados, evite riscos e fortaleça os mecanismos de controle e acompanhamento da gestão da Cassi”, declarou.

Legado da gestão 2022-2026

A posse da nova direção também marcou o encerramento do mandato 2022-2026, período marcado por importantes desafios relacionados ao financiamento da Cassi e às negociações sobre o custeio da entidade entre os associados e o Banco do Brasil. Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e conselheira com mandato encerrado em 31 de maio de 2026, destacou o trabalho realizado ao longo dos últimos quatro anos.

“Vivemos um período de grandes desafios, especialmente diante das discussões sobre o custeio da Cassi e das restrições financeiras enfrentadas pela entidade. Ainda assim, mantivemos uma atuação vigilante e comprometida com os associados, o que permitiu avanços importantes na rede de atendimento, nos programas de saúde e na qualidade dos serviços prestados. Encerramos este ciclo com a convicção de que contribuímos para fortalecer a Cassi e preparar a entidade para os desafios futuros”, afirmou.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Entidades apresentam proposta para equalização das reservas da Cassi

Publicado em:

As entidades que compõem a Mesa de Negociações de custeio da CASSI reuniram-se no dia 9 de junho com representantes do Banco do Brasil. O encontro deu continuidade à construção conjunta de alternativas para garantir a sustentabilidade e a perenidade do Plano Associados.

Já no início das discussões, a coordenadora da mesa, Fernanda Lopes, apresentou à representação do Banco a necessidade de uma alternativa para equalizar as reservas obrigatórias, de forma a evitar problemas no curto prazo.

A criação de um “memorando de entendimento”, definindo contribuição transitória do Banco e dos associados, traria mais estabilidade às contas da CASSI e permitiria maior debate acerca dos pontos sobre os quais ainda não se formou consenso.

Foram apontados pontos importantes da reforma do estatuto da entidade ainda não ajustados, como a definição do custeio do período pós-laboral dos funcionários que ingressaram no Banco do Brasil após 2018, o direito de filiação ao plano dos trabalhadores egressos dos bancos incorporados e as alterações promovidas pela Instrução Normativa nº 649/2025, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

“Não temos ainda uma proposta clara sobre isso, mas há outra questão importante, que é a necessidade de equalização das reservas da CASSI”, disse o vice-presidente de Relações Funcionais da ANABB e membro da Mesa de Negociações, Marcel Barros.

Marcel destacou, ainda, que as reservas da CASSI têm prazo para se esgotar. “Na Mesa de Negociações de hoje, propusemos uma contribuição transitória e extraordinária, com vigência, no máximo, até o final de 2027 ou até a aprovação do novo estatuto, para estabilizarmos as reservas da CASSI”, explicou Marcel.

Os representantes do Banco se dispuseram a avaliar a proposta de equalização das reservas e trazer um posicionamento na próxima rodada, marcada para o dia 23 de junho.

Fonte: ANABB

Associados da AGEBB têm benefícios exclusivos em ação de restituição do IR cobrado à maior pelo Economus

Publicado em: 29/05/2026

A Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB) celebrou nesta semana convênio com um escritório de advocacia, que possibilitará aos associados condições diferenciadas quando da impetração de ação, que possibilitará utilizar os valores recolhidos pelo Economus, a título de cobertura de déficits dos planos previdenciários, para serem deduzidos do valor da base de cálculo do imposto de renda.

Assim como recuperar os valores recolhidos à maior ou recebidos a menor para a Receita nos últimos cinco anos, o associado acertará a base de cobrança deste valor nos próximos anos.

Para mais informações, contatar a AGEBB pelo telefone (11) 3104-4441 ou pelo WhatsApp (11) 99420-9219.

Ainda não é um associado da AGEBB. Então faça parte agora mesmo clicando aqui.

Fonte: AGEBB

Entidades cobram solução estrutural para a Cassi e pressionam BB por maior responsabilidade no custeio

Publicado em:

Os representantes das entidades reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, na manhã da quarta-feira (27 de maio), para analisar a situação econômica e financeira da Cassi antes do encontro com os representantes do Banco do Brasil, realizado no período da tarde.

Durante a reunião, houve consenso entre as entidades de que a Cassi necessita de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026.

As entidades também acordaram uma estratégia conjunta para a negociação com o banco. Inicialmente, seria apresentada a proposta do Banco do Brasil e, caso fosse totalmente insuficiente diante das necessidades da Caixa de Assistência, ela seria recusada imediatamente. Por outro lado, se apresentasse avanços concretos, ainda que parciais, haveria uma interrupção temporária da reunião para análise preliminar da Comissão de Representantes das Entidades. Foi exatamente o que ocorreu.

O Banco do Brasil apresentou uma proposta que contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido. A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados.

Apesar disso, a proposta ainda não apresenta solução adequada para os colegas admitidos após 2018, para os funcionários egressos dos bancos incorporados e fragiliza ainda mais a situação dos associados auto-patrocinados.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, criticou a postura do banco e cobrou maior comprometimento da patrocinadora com a sustentabilidade da Cassi.

“Não é possível que, mais uma vez, o Banco do Brasil tente transferir aos associados o maior peso da solução, enquanto mantém uma participação aquém da responsabilidade que possui como patrocinador. A Cassi é patrimônio dos associados do banco e exige uma resposta à altura da gravidade do momento. O banco precisa assumir seu papel de forma efetiva e apresentar uma proposta que garanta sustentabilidade sem penalizar ainda mais os trabalhadores”, afirmou.

Fernanda também reforçou que uma solução que não contemple os funcionários admitidos após 2018 e os egressos de bancos incorporados não terá respaldo do movimento sindical.

“Não é passível de defesa pelo movimento sindical qualquer proposta que deixe de fora os colegas pós-2018 e os funcionários oriundos dos bancos incorporados. Não aceitaremos uma solução que aprofunde desigualdades dentro da própria Cassi”, completou.

Diante da complexidade do tema e da necessidade de uma avaliação mais aprofundada, a Comissão de Negociação e o Banco acordaram um novo calendário de negociações: uma reunião virtual no dia 29 de maio e uma nova reunião presencial no dia 3 de junho.

A Comissão de Representantes das Entidades também antecipou ao Banco do Brasil a necessidade de análise de um aporte extraordinário e imediato para recompor os déficits acumulados até o momento no Plano de Associados, mantendo-se o compromisso de discutir eventual participação financeira adicional dos associados. As entidades reforçaram, contudo, que qualquer decisão neste sentido deverá ser submetida à aprovação do Corpo Social da Cassi.

Na avaliação das entidades, a proposta apresentada pela patrocinadora sinaliza um caminho que pode contribuir para maior perenidade do custeio da Cassi. No entanto, ainda impõe um peso excessivo aos associados e não assegura o aumento percentual esperado na participação financeira do Banco do Brasil.

As entidades reafirmaram que seguirão negociando com responsabilidade, equilíbrio e firme compromisso com a defesa da Cassi e dos seus associados, mantendo o Corpo Social permanentemente informado sobre os desdobramentos das discussões.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Araraquara e Região

Entidades sindicais entregam ao Economus pautas construídas com participantes durante campanha

Publicado em:

Nesta quarta-feira (27 de maio), na sede do Economus em São Paulo, representantes de sindicatos de bancários realizaram a entrega oficial de ofícios ao instituto com demandas recolhidas junto aos participantes durante a campanha ao conselho do instituto, para a coleta de dados foi fundamental a participação dos conselheiros, Mario Henrique Teixeira Valente e Sylvana Polidoro. A iniciativa reforça a mobilização em defesa de melhorias nos planos de saúde, mais transparência e sustentabilidade para os beneficiários.

Os ofícios foram encaminhados pelas bases sindicais de Sorocaba, Ribeirão Preto, São Paulo, São José dos Campos, Santos e pela Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB). Os documentos reúnem reivindicações e preocupações apresentadas pelos associados sobre temas considerados prioritários para aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa.

Entre as demandas apresentadas, houve destaque para a situação identificada em São José dos Campos, onde participantes relataram dificuldades relacionadas à falta de médicos pediatras credenciados, problema apontado como uma das principais preocupações da base local.

A reunião contou com a presença de dirigentes e conselheiros do Economus. Participaram do encontro Flávio Alexandre Ferreira de Medeiros, diretor de Investimentos; Rodrigo Leite, conselheiro fiscal; Maurício Lopes, diretor de Saúde; Adriana Ferreira, conselheira deliberativa; Lucas Passos de Lima, conselheiro deliberativo; e Kleuvânio Dias de Souza, presidente do instituto.

Lucas Passos de Lima, diretor do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região e eleito para o Conselho Deliberativo com apoio da AGEBB, destacou que “a entrega dos ofícios representa mais um passo na construção coletiva de propostas e no fortalecimento da participação dos associados nas discussões sobre o futuro do Economus”. Segundo ele, entre os principais pontos debatidos estão a defesa da assistência à saúde, a busca por equilíbrio financeiro sem prejuízos aos participantes e a ampliação do diálogo entre gestão e beneficiários.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região

Banco do Brasil esclarece que não há previsão de novo concurso

Publicado em: 28/05/2026

O Banco do Brasil reitera que não há previsão de divulgação de edital para concurso público. Desta forma, quaisquer informações que circulem sobre o tema, incluindo detalhes como número de vagas, datas ou condições de realização, não procedem.

O BB lamenta a divulgação de boatos e algumas notícias falsas que geram desinformação que circula em alguns sites na internet e perfis de redes sociais a respeito do assunto. O Banco ainda alerta que esse tipo de informação pode alimentar golpes, com pessoas má intencionadas gerando falsos links de inscrição, cobrando por boletos inexistentes.

O Banco tem como prática comunicar formalmente toda e qualquer novidade relevante sobre o tema e orienta seus clientes e a sociedade em geral a consultar os canais oficiais do BB para informações sobre a empresa.

Canais oficiais do BB:
www.bb.com.br
Central de Relacionamento BB, 24h por dia: 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades)
SAC: 0800 729 0722

Fonte: Banco do Brasil

BB capta US$ 200 milhões com Natixis em operação destinada a financiar edificações verdes

Publicado em:

O Banco do Brasil e o banco francês Natixis S.A. formalizaram uma operação internacional de captação sustentável no valor de US$ 200 milhões, com prazo de dois anos, estruturada na modalidade Repurchase Agreement (REPO). Denominada “Green Building Repo”, a transação, assinada no último dia 13 de maio em Nova Iorque, evidencia a capacidade do BB de acessar mercados internacionais com estruturas sofisticadas e reforça seu protagonismo na agenda global de finanças sustentáveis.

A operação tem como objetivo financiar e/ou refinanciar projetos de edificações sustentáveis (Green Buildings), em linha com o Framework de Finanças Sustentáveis do Banco do Brasil e com o Programa Eco Invest Brasil. Os recursos serão destinados a empreendimentos com elevado desempenho ambiental, incluindo construções e modernizações com maior eficiência energética e certificações reconhecidas internacionalmente.

Para Francisco Lassalvia, vice-presidente de Atacado do Banco do Brasil, “a Green Building Repo evidencia a consistência da nossa estratégia de funding competitivo, ao aliar diversificação de fontes, acesso qualificado a investidores globais e elevada eficiência na estruturação, em plena sintonia com as tendências mais inovadoras do mercado internacional de finanças sustentáveis”.

A nova captação também reforça a parceria estratégica com o Natixis, instituição global com atuação de destaque em finanças sustentáveis, e consolida o relacionamento entre os bancos na estruturação de soluções financeiras inovadoras alinhadas à agenda climática.

A operação está diretamente conectada à estratégia de sustentabilidade do Banco do Brasil, ao mobilizar capital internacional para projetos que impulsionam a eficiência energética e o desenvolvimento de cidades mais sustentáveis. Ao direcionar recursos para ativos com elevado padrão ambiental, o BB fortalece seu papel como agente de transformação econômica, ampliando a oferta de soluções financeiras sustentáveis e consolidando sua atuação na integração entre desempenho financeiro e geração de impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente.

Além disso, a nova captação se junta às realizadas com o Credit Agricole, em 2025, e à recente emissão do Nature Bond do BB na mobilização de capital externo para o programa Eco Invest Brasil, que busca atrair capital privado externo combinado com recursos internos para financiar a transformação ecológica e o desenvolvimento sustentável do país.

Fonte: Banco do Brasil

BB apresenta Programa de Gestão Climática para municípios

Publicado em:

O Banco do Brasil anunciou no dia 20 de maio o pré-lançamento da Assessoria ASG com foco em Gestão Climática Municipal. A iniciativa é uma parceria entre o BB e a WayCarbon, empresa brasileira de inteligência climática e desenvolvimento de soluções digitais para gestão de emissões, riscos climáticos e sustentabilidade, com apoio da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). A solução está em fase de testes e a previsão é que esteja disponibilizada em junho.

A Assessoria ASG integra inteligência artificial, tecnologia de monitoramento, diagnósticos territoriais e soluções de gestão financeira do BB para apoiar gestores públicos na identificação de vulnerabilidades, na criação de ações de adaptação e na mitigação das mudanças climáticas.

A inciativa prevê apoiar a estruturação de projetos climáticos prioritários em 100 municípios brasileiros de pequeno e médio porte, voltados tanto à redução das emissões de gases de efeito estufa quanto à adaptação aos impactos climáticos. O objetivo é fortalecer a resiliência urbana e preparar projetos aptos à captação de recursos.

A solução será disponibilizada sem custo para os municípios participantes, com base em recursos previstos na Portaria Normativa STN/MF nº 808.

O lançamento ocorre em um contexto de agravamento dos eventos climáticos extremos no país. Relatório do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) indica que 2025 foi o terceiro ano mais quente já registrado, com temperatura média global 1,47°C acima dos níveis pré-industriais. O período é marcado por secas severas, enchentes, ondas de calor e uma série de desastres que impactaram infraestrutura, abastecimento hídrico, agricultura e mobilidade urbana em milhares de municípios brasileiros.

“Os desafios climáticos já impactam diretamente a vida das cidades e exigem planejamento, inteligência territorial e capacidade de resposta. O Banco do Brasil quer apoiar os municípios nessa transição, conectando tecnologia, informação e soluções financeiras para fortalecer o desenvolvimento sustentável local”, destaca José Alves, head de Sustentabilidade do Banco do Brasil.

“O desafio climático no Brasil deixou de ser apenas ambiental. Hoje ele é também fiscal, econômico e de infraestrutura. O grande diferencial deste programa é transformar dados climáticos em capacidade de investimento. Estamos ajudando cidades brasileiras a sair do diagnóstico e avançar para a estruturação de projetos concretos, financiáveis e alinhados à realidade local. Esse é um movimento pioneiro no país e coloca o Banco do Brasil em uma posição muito estratégica dentro da agenda climática nacional”, afirma Felipe Bittencourt, diretor-presidente da WayCarbon.

“A agenda climática passou a exigir dos municípios capacidade técnica, planejamento e acesso a soluções estruturadas. A Portaria 808 representa um avanço importante ao incentivar mecanismos de apoio técnico e fortalecimento institucional para que estados e municípios possam se preparar melhor para os desafios climáticos e fiscais dos próximos anos”, avalia David Athayde, secretário adjunto da STN.

Com a iniciativa, o Banco do Brasil consolida e reforça seu posicionamento como principal parceiro financeiro da transição climática nos territórios brasileiros, conectando ciência, tecnologia e financiamento para apoiar cidades mais resilientes, competitivas e preparadas para o futuro.

Fonte: Banco do Brasil

BB lidera captação de R$ 1,5 bilhão no 4° leilão do Programa Eco Invest

Publicado em:

O Banco do Brasil foi destaque no quarto leilão do Programa Eco Invest Brasil ao assegurar a liderança dos recursos ofertados, totalizando R$ 1,5 bilhão. Com foco em projetos de sociobioeconomia, turismo sustentável e infraestrutura na Amazônia Legal, a iniciativa reforça o compromisso do Banco com o desenvolvimento sustentável e a promoção de novas dinâmicas econômicas na região.

Nesta quarta etapa, o Banco estruturou a captação com alavancagem de mais de quatro vezes, viabilizando R$ 6,4 bilhões em investimentos. Com esse resultado, o BB se consolida como principal instituição no leilão, liderando a mobilização de recursos para projetos estratégicos na Amazônia Legal.

“O resultado obtido pelo Banco do Brasil no quarto leilão do Eco Invest reafirma nossa capacidade de estruturar soluções financeiras robustas para apoiar a transição sustentável do país. Ao direcionar recursos a projetos com potencial transformador na Amazônia Legal, o Banco reforça seu papel como indutor do desenvolvimento regional, da inovação e da economia de baixo carbono”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do BB.

Mesmo antes da liberação integral dos recursos, o Banco já se posiciona como protagonista na estruturação de operações alinhadas às diretrizes do Tesouro Nacional, voltadas à mobilização de capital catalítico e à atração de investimentos privados. O desempenho evidencia o papel estratégico do Banco do Brasil no financiamento de iniciativas inovadoras e sustentáveis, com impacto direto na transição para uma economia de baixo carbono.

Atuação do BB no Eco Invest

O histórico de participação do Banco do Brasil no Programa Eco Invest também reforça esse protagonismo. Na primeira fase, voltada a projetos de transição energética, economia circular e infraestrutura verde, o Banco captou R$ 800 milhões, viabilizando uma oferta total de R$ 4,8 bilhões ao mercado, com alavancagem de seis vezes. Os recursos já foram integralmente contratados, beneficiando 31 empresas.

Na segunda etapa, dedicada à recuperação de áreas degradadas, o Banco captou R$ 4,2 bilhões e estruturou uma oferta de R$ 6,8 bilhões, e já possui pré-análise positiva para projetos que cobrem a maior parte dos recursos disponíveis. Já na terceira fase, foram captados R`$ 1 bilhão, com potencial de investimento de até R$ 3 bilhões em participações (equity) em empresas ligadas aos eixos de transição energética, economia circular e infraestrutura.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil desembolsa R$ 18,2 bilhões no Crédito do Trabalhador

Publicado em:

O Banco do Brasil atingiu a marca de R$ 18,2 bilhões em desembolso no Crédito do Trabalhador para mais de 1,2 milhão de trabalhadores em pouco mais de um ano em que a solução passou a ser oferecida. Dessa forma, o BB se consolida como protagonista na oferta de crédito consignado ao trabalhador do setor privado e reforça seu compromisso com a inclusão financeira e o fortalecimento da economia.

Desde o lançamento do programa, em março do ano passado, o BB vem ampliando de forma consistente o acesso ao crédito com condições mais vantajosas, permitindo que milhares de trabalhadores substituam dívidas com juros elevados por parcelas mais adequadas ao seu orçamento. A atuação do Banco combina escala, capilaridade e proximidade, alcançando trabalhadores em praticamente todo o território nacional. Além dos trabalhadores, a atuação do Banco também se apoia na parceria com os empregadores, que desempenham papel fundamental na execução do programa, contribuindo para a segurança, a governança e a sustentabilidade das operações. As operações com mais de 1,2 milhão de trabalhadores vinculados a 203,7 mil empresas empregadoras foram realizadas em 98,8% dos municípios brasileiros.

A evolução do Crédito do Trabalhador ao longo do último ano reflete a expertise histórica do Banco do Brasil em crédito consignado, aliada à sua capacidade tecnológica e à excelência da assessoria financeira prestada pelos funcionários da rede de atendimento. Esses fatores têm permitido uma jornada de contratação cada vez mais simples, segura e personalizada, respeitando o perfil e a realidade financeira de cada cliente.

Com o Crédito do Trabalhador, o Banco do Brasil reforça seu papel como principal agente financeiro do país, ampliando o acesso ao crédito responsável, fortalecendo o relacionamento com clientes e empregadores e promovendo uma atuação cada vez mais centrada nas pessoas.

Fonte: Banco do Brasil

Encontro estadual dos funcionários do BB em SP será no dia 6 de junho

Publicado em:

O Encontro Estadual dos Funcionários e Funcionárias do Banco do Brasil 2026 será realizado no dia 6 de junho (sábado), a partir das 9h. A atividade será em formato híbrido, com participação presencial no Auditório Azul do Sindicato dos Bancários de São Paulo (Rua São Bento, 413, Sé) e transmissão online por meio deste link.

O encontro terá como um dos principais objetivos a definição da delegação que representará a base paulista no Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil.

Trabalhadores e dirigentes sindicais de toda a base da Fetec-CUT/SP debaterão os desafios atuais do funcionalismo do BB, condições de trabalho, defesa dos direitos e construção das pautas nacionais da categoria.

Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), destaca a importância do encontro estadual para o 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, quando serão debatidos com funcionários de todo o país as prioridades para a renovação da minuta que será encaminhada à direção do banco.

“É um ano muito importante em que serão debatidas pautas colocadas pelo funcionalismo, principalmente a redução das metas que têm causado muitos adoecimentos, melhor qualidade de vida no trabalho e o teletrabalho. É um momento importante no caminho para uma campanha salarial vitoriosa”, afirma.

Unir forças

Segundo Antonio Netto, dirigente Sindicato dos Bancários de São Paulo e representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, o encontro será fundamental para fortalecer a unidade e construir propostas para a campanha nacional.

“Nosso encontro tem a finalidade de unir a força de toda a base dos funcionários do Banco do Brasil da FETEC-SP e dos sindicatos, para que o debate sobre a situação em que nos encontramos sirva de subsídio para encaminharmos as melhores propostas ao Congresso Nacional dos Funcionários do BB. Por isso, a participação de todas e todos é essencial”, destaca o dirigente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Na Bahia, avança acordo do intervalo intrajornada do BB

Publicado em:

Depois de anos de disputa judicial e intensas negociações, o Banco do Brasil aprovou a proposta apresentada pelo Sindicato dos Bancários da Bahia para o pagamento do processo referente ao intervalo intrajornada de 1 hora. A ação beneficia cerca de 3.200 funcionários e representa uma importante vitória.

Inicialmente, o banco apresentou uma proposta considerada muito abaixo do esperado. O Sindicato recusou os termos e construiu uma contraproposta que garantisse justiça. O novo formato foi aceito pelo BB, mas dependia da aprovação do Conselho de Administração.

A confirmação oficial só ocorreu em audiência, intermediada pela Cejusc (Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos) na quinta-feira, quando o banco apresentou formalmente a aprovação do acordo, além das planilhas individuais com os respectivos valores destinados a cada beneficiário.

Agora, o Departamento Jurídico do Sindicato realiza a conferência detalhada dos cálculos para garantir que todos os valores estejam rigorosamente de acordo com o que foi negociado entre as partes. Caso não haja divergências, será realizada assembleia na quinta-feira.

Se aprovado pelos beneficiários, a expectativa é de que a homologação judicial aconteça já na audiência marcada para sexta-feira. Para o diretor Jurídico do Sindicato, Fábio Ledo, a construção do acordo demonstra a importância da persistência e da atuação sindical comprometida com os trabalhadores. “Esse resultado é fruto de muita responsabilidade e firmeza nas negociações. O Sindicato não aceitou uma proposta insuficiente e seguiu negociando até alcançar um patamar mais digno e justo”.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia