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Banco do Brasil chega a R$ 4 bilhões em desembolsos via Pronampe

Publicado em: 29/07/2022

O Banco do Brasil encerrou os dois primeiros dias de oferta de recursos por meio da nova rodada do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) com desembolsos de R$ 4 bilhões, informou o vice-presidente de varejo do banco público, Carlos Motta, com exclusividade ao Estadão/Broadcast. Na segunda, 25, primeiro dia da nova rodada, o banco concedeu um recorde de R$ 2,5 bilhões.

Os volumes se referem a operações com 37,2 mil empresas, e refletem a forte demanda das micro e pequenas, público-alvo do programa, por recursos de capital de giro em um momento de juros e inflação em alta. O governo federal espera garantir, através do Fundo Garantidor de Operações (FGO), R$ 50 bilhões em operações até o final deste ano. Os empréstimos do Pronampe são garantidos pelo fundo.

Nesta rodada, a taxa foi mantida em Selic (hoje em 13,25% ao ano) mais 6% ao ano, mas o prazo é de 48 meses, sendo 11 de carência. O limite por operação é de R$ 150 mil, e podem contratar empréstimos micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

“Diferentemente das edições anteriores, que eram de um período mais curto e específico, esta valerá até dezembro de 2024, o que nos remete a uma distribuição mais longeva”, disse Motta ao Estadão/Broadcast.

De acordo com ele, as linhas de capital de giro para MPEs com taxas de mercado têm saído com juros mais altos que os do Pronampe. O BB não cobra tarifa de abertura de crédito na linha, e oferece ainda isenção de imposto sobre operações financeiras (IOF).

Na instituição, segundo o executivo, a inadimplência das operações de rodadas anteriores do Pronampe está em 1,1%, abaixo dos 3,4% do Sistema Financeiro Nacional. Motta espera que essa tendência, também observada na carteira de crédito do banco como um todo, se mantenha.

Antes da “estreia” do novo Pronampe, na segunda, o BB ofereceu a linha a 230,5 mil empresas que estavam aptas a tomá-la, o que ajuda a explicar a forte procura no primeiro dia de concessões. Entre 2020 e 2021, o BB liberou R$ 15,2 bilhões em recursos via Pronampe para 186 mil empresas, o que lhe deu uma participação de 24% no programa.

ve desembolsar R$ 4 bilhões em recursos por meio da nova rodada do Pronampe Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Nesta rodada, a taxa foi mantida em Selic (hoje em 13,25% ao ano) mais 6% ao ano, mas o prazo é de 48 meses, sendo 11 de carência. O limite por operação é de R$ 150 mil, e podem contratar empréstimos micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

“Diferentemente das edições anteriores, que eram de um período mais curto e específico, esta valerá até dezembro de 2024, o que nos remete a uma distribuição mais longeva”, disse Motta ao Estadão/Broadcast.

De acordo com ele, as linhas de capital de giro para MPEs com taxas de mercado têm saído com juros mais altos que os do Pronampe. O BB não cobra tarifa de abertura de crédito na linha, e oferece ainda isenção de imposto sobre operações financeiras (IOF).

Na instituição, segundo o executivo, a inadimplência das operações de rodadas anteriores do Pronampe está em 1,1%, abaixo dos 3,4% do Sistema Financeiro Nacional. Motta espera que essa tendência, também observada na carteira de crédito do banco como um todo, se mantenha.

Antes da “estreia” do novo Pronampe, na segunda, o BB ofereceu a linha a 230,5 mil empresas que estavam aptas a tomá-la, o que ajuda a explicar a forte procura no primeiro dia de concessões. Entre 2020 e 2021, o BB liberou R$ 15,2 bilhões em recursos via Pronampe para 186 mil empresas, o que lhe deu uma participação de 24% no programa.

Demanda

A linha do BB garante recursos para o capital de giro. Segundo Motta, o banco tem percebido forte demanda por esse tipo de recurso, o que sugere um desempenho robusto até o final do ano. “O mercado de micro e pequena empresa vem demandando capital de giro, e tradicionalmente, o segundo semestre se apresenta mais forte que o primeiro no varejo bancário”, diz ele.

O vice de varejo do banco afirma que são três os grupos de empresas que estão tomando recursos. O primeiro é de clientes tradicionais; o segundo, de clientes que já estão na base do BB, mas que ainda não haviam contratado crédito junto ao banco público; e um terceiro é de empresas que não são clientes do banco.

Fonte: Estadão

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