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“É possível ter um Economus sem déficit e longevo”, diz Aliomar Jardim Pinho

Publicado em: 06/03/2020

O candidato da AGEBB ao Conselho Deliberativo do Economus, Aliomar Jardim Pinho, acompanha de perto as discussões e os planos de sobrevivência do instituto. Lembra, com profunda tristeza, de que já são três déficits (2006, 2015 e 2017) que impactam diretamente a vida dos participantes. “Houve negligência, falta de visão e planejamento dos gestores”, afirma. “Nosso problema é consequência da confiança que depositamos em algumas pessoas que passaram pelo Economus e que simplesmente não tiveram competência para gerir as demandas”, completa.

Segundo Aliomar, participante do Grupo C, hoje o Economus vive em uma aparente situação em que “todos e tudo se discute”, porém, nenhuma solução tem sido benéfica aos participantes. Mas é possível reverter a situação, com trabalho sério e comprometido. “É pensarmos em um planejamento do instituto para os próximos dois ou três anos, com integração e informação. A curto prazo, porém, é acompanhar com responsabilidade o que está sendo feito e qual resultado podemos dar. Premente agora é a continuidade e a existência do Economus. Depois, pensar em um plano atuarial que possa nos balizar para ações futuras de maneira sustentável”, elenca.

A curtíssimo prazo o candidato da AGEBB faz menção direta às negociações sobre o aumento do custeio, que tem levado alguns participantes a trocar a assistência médica do Feas e migrar para outros planos privados. “Temos participantes que pagam o plano de saúde através de boleto, pois os benefícios recebidos do Economus não são suficientes para arcar com esse compromisso. Com relação à previdência, não há para onde correr. O Economus debita do total de benefícios que o participante tem direito, o montante de 25% relativo aos déficits”, afirma.

A solução, diz Aliomar, seria a coparticipação do patrocinador no plano de saúde para amenizar e dar longevidade ao Feas. “E no caso da previdência precisamos de um atento acompanhamento dos estudos atuariais e evitar as judicializações. Precisamos encontrar alternativas, com acompanhamento rigoroso tanto do plano previdenciário e de saúde, além de buscar a participação do patrocinador nas futuras contribuições do Fundo Feas. O dinheiro está acabando e em 2023 não teremos mais recursos”, diz.

Em seu plano de trabalho, Aliomar afirma ser fundamental que o participante tenha acesso às informações de maneira simples e objetiva, para justamente entender as tomadas de decisões que podem causar ainda mais dores aos participantes. “Por ser um instituto, no mínimo, as atas do Economus deveriam trazer o que foi discutido. Porém, as decisões que ocorrem não chegam para o participante, pois transformaram as atas em notas técnicas, mais difíceis de entender. O acesso à informação não é transparente. Vamos, e precisamos mudar isso”, justifica.

Fonte: AGEBB

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