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Fundo Feas: Você sabia que seu plano de saúde pode acabar em 2023?

Publicado em: 10/03/2020

O Fundo Feas foi instituído em 1989 para prover assistência médica aos aposentados do Grupo B (empregados admitidos até 13/05/1974 pela CLT) e Grupo C (empregados admitidos após 13/05/1974 pela CLT). Com o objetivo de constituir reservas, manter o equilíbrio atuarial e garantir a assistência médica aos aposentados e pensionistas, bem como a seus dependentes e a futuros aposentados, foi proposto e aprovado, em 2010, pelas instâncias de gestão e governança do Economus, o custeio individual específico para o Feas. 

De acordo com o portal Economus, em 2013, porém, foi implementado o Plano de Saúde Novo Feas para o grupo familiar, cujo custeio é formado pelo saldo do Fundo Feas e seus rendimentos em aplicações financeiras, mensalidades pagas pelos titulares do plano e coparticipação. Atualmente, segundo o instituto, 74% dos titulares pagam normalmente suas contribuições. Estima-se ainda, mais de 11 mil titulares que estão na ativa e poderão aderir ao Plano Novo Feas quando se aposentarem. 

No entanto, como aponta o portal do Economus, em torno de 26% dos beneficiários não pagam suas contribuições aos planos de saúde vinculados ao Feas, devido a uma ação coletiva da Afaceesp (Associação dos Funcionários Aposentados e Pensionistas do Banco Nossa Caixa), e de algumas ações individuais, que pedem a manutenção das condições originais do Feas, anteriores a 2009. Sem essas contribuições, os não pagantes, mesmo amparados juridicamente, aviltam sobremaneira o mútuo, sendo absolutamente desleal com aqueles que estão religiosamente em dia com suas obrigações.  

No Economus, até outubro de 2018, a média do custo total por pessoa nos planos Feas foi de aproximadamente R$ 800 mensais, enquanto a receita média de mensalidade por pessoa foi cerca de R$ 250. Dessa forma, o Fundo Feas custeou em torno de R$ 550 por beneficiário ao mês durante esse período. 

Candidatos da AGEBB aos Conselhos Deliberativo e Conselho Fiscal nas Eleições Economus 2020, Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos, respectivamente, ambos pertencentes ao Grupo C, convergem suas propostas para gestões transparentes e comprometidas com os recursos financeiros do instituto e a busca incessante pelo diálogo.