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Unicidade e resiliência devem marcar nova gestão, diz Adriano Domingos

Publicado em: 28/10/2021

Gerente da ativa no Banco do Brasil em Ribeirão Preto, o atual diretor Financeiro da AGEBB, Adriano Domingos, encabeça a chapa Novos Rumos nas Eleições AGEBB 2021, que ocorrem entre os próximos dias 6 e 13 de dezembro em votação eletrônica.

Adriano Domingos tem como primeiro vice-presidente em sua chapa Denison Jordão Lima e o segundo vice-presidente Ronald José dos Reis Feres. Denison é o atual presidente do Conselho Deliberativo e Ronald ocupa o cargo de diretor de Comunicação da AGEBB. Além de Domingos, Feres também é gerente da ativa em uma agência do BB em Cubatão.

E desde já, Adriano afirma que aceita com muita tranquilidade, e responsabilidade, o desafio para dirigir a associação até 2024. Segundo ele, a unicidade e a resiliência serão a base de trabalho do grupo diretivo a partir da posse, marcada para 3 de janeiro de 2022.

Nesta semana, Adriano Domingos bateu um papo com a equipe de comunicação da AGEBB. Confira a entrevista abaixo:

A AGEBB tem sido uma importante entidade de interlocução com o BB. O que podemos esperar da nova diretoria nesse trabalho, especialmente em função de você e um dos vices serem funcionários da ativa ainda?

Eu acredito e tenho certeza de que todos da chapa têm o objetivo de uma aproximação muito maior com os funcionários da ativa. O fato de estarmos na ativa vai facilitar nosso trabalho. As informações serão recebidas mais rapidamente e isso nos possibilitará antecipar algumas ações e sermos mais proativos nas decisões a partir do nosso mandato.

Conhecer a cultura e os valores do banco poderão facilitar esse trabalho de diálogo com a diretoria do BB quando falamos especialmente em assuntos como Economus (participação financeira efetiva do patrocinador) e Cassi (para incorporados)?

Há dificuldade de termos uma conversa mais ampla com a diretoria do Banco do Brasil. Mas vamos buscar essa proximidade, ampliando os canais de comunicação. Precisamos agilizar e ampliar essa parceria, pois o banco precisa assumir e ser um participante mais colaborativo com o Economus. Com a Cassi não pode ser diferente, precisamos acompanhar de perto as suas ações, principalmente aquelas destinadas aos funcionários da ativa do BB.

Na atual gestão houve um incremento de 30% no número de associados na AGEBB. E um dos objetivos da nova diretoria é buscar a ampliação em seu quadro associativo. Como fazer isso? Fortalecer as “bases regionais”?

Quanto ao aumento da base, isso é muito importante. A associação, com maior número de sócios, ela se fortalece. Já no primeiro semestre de 2022 vamos colocar colegas da diretoria e dos conselhos para visitarem agências, o máximo possível. Vamos falar pontualmente com cada gerente, deixando nossos materiais de apresentação e até documentos para uma eventual associação. Isso, de imediato, pode despertar o interesse de novos sócios em conhecer melhor a nossa entidade, que está de portas abertas a todos os funcionários com a denominação gerencial em suas funções.

A chapa que você encabeça une juventude e experiência. Como funcionará essa mescla na nova gestão?

Eu acredito que a chapa foi feita com duas vertentes: unicidade e resiliência, pois não podemos desistir de enfrentar os desafios. Muito se tem falado na imprensa em privatização do banco, por isso precisamos cuidar daqueles estão na ativa. E mesmo os colegas aposentados, muitos deles no Economus, podem nos ajudar muito e tenho certeza de que poderei contribuir também. O Kuka (Denison Jordão Lima) dispensa comentários, como fundador da associação e com anos de experiência como gerente, é peça fundamental em nossos trabalhos, principalmente quanto ao fator político. Os relacionamentos que ele já mantém vão nos trazer um retorno muito grande. Isso vai facilitar nossas ações durante a nossa gestão. No caso do Ronald, assim como eu, já temos a própria cultura do banco em nosso DNA. Conhecemos os valores e as necessidades da instituição e esses detalhes, certamente, vão nos ajudar bastante na AGEBB.

De todos os desafios que se deslumbram à nova diretoria, quais efetivamente você sente que exigirão mais empenho? E como pretendem obter êxito nessas ações?

O maior desafio, sem dúvida, é conseguirmos ampliar o canal direto com o banco para que possamos mostrar de verdade a associação e os seus principais objetivos, até para fomentarmos uma parceria com o BB. Uma coisa é certa: um gerente motivado, com informação, traz um retorno muito grande para o banco. A associação é parceira, anda ao lado do banco, não temos um lado político, nem sindical. Estamos ao lado dos gerentes, e assim como o banco, visando sempre o bem comum. O BB é uma instituição pública, que precisa dar retorno aos seus investidores, mas que pode e deve contribuir muito com a sociedade. Esperamos que, cada um com as suas responsabilidades, nós na diretoria e os conselheiros, unidos, não tenho a menor dúvida de que teremos êxito em nosso mandato. Teremos uma AGEBB pesando de forma única.

Fonte: AGEBB

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