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BB lança edital de até R$ 225 mi para apoiar comunidades na Bacia do Rio Doce

Publicado em: 28/05/2026

O Banco do Brasil, por meio da Fundação BB e em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, lançou o Edital Rio Doce Participativo e Comunitário, que destina até R$ 225 milhões do Fundo de Participação Social vinculado ao Fundo Rio Doce para apoiar projetos comunitários voltados ao desenvolvimento socioeconômico de comunidades da Bacia do Rio Doce e do Litoral Norte capixaba. A iniciativa prevê inscrições abertas para projetos que receberão valores entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, além de cerca de R$ 15 milhões para ativação territorial e inclusão produtiva, priorizando geração de renda, fortalecimento de modos de vida locais e desenvolvimento sustentável.

O projeto beneficia diretamente 49 municípios em Minas Gerais e no Espírito Santo. Podem se inscrever organizações da sociedade civil, cooperativas, coletivos formalizados e organizações representativas de povos e comunidades tradicionais sem fins lucrativos. Coletivos informais podem participar desde que com vínculo com instituição parceira com CNPJ formal. O projeto é uma parceria entre o conglomerado Banco do Brasil, via Fundação BB, e a Secretaria Geral da Presidência da República.

Para o vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, a iniciativa reafirma o papel do BB como instituição próxima das pessoas e comprometida com o desenvolvimento sustentável do país. “O Banco do Brasil nasce e cresce junto com o Brasil. Queremos ser um banco cada vez mais próximo, relevante e presente na vida da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento social, econômico e ambiental dos territórios onde atuamos”, afirma.

Os recursos serão direcionados a projetos coletivos, com atenção especial a mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais e jovens, priorizando iniciativas que fortaleçam a autonomia, a organização comunitária e a redução de desigualdades.

A Fundação BB será responsável pela seleção, contratação, acompanhamento e monitoramento dos projetos sociais apoiados. Os aportes por iniciativa poderão variar entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, alcançando centenas ou milhares de projetos comunitários, conforme as propostas apresentadas. A estratégia inclui ações de capacitação, fortalecimento institucional e acompanhamento contínuo, assegurando transparência, controle social e impacto mensurável.

Segundo o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, a Fundação BB atua para transformar recursos em cidadania concreta. “Essa iniciativa permite que as próprias comunidades sejam protagonistas da reconstrução de seus territórios, com acesso a apoio técnico, investimento social estruturado e mecanismos de participação que fortalecem a autonomia, a geração de renda e a dignidade das pessoas atingidas”, afirma.

Cidade recebe novo Hub de Sociobieoconomia

Como parte desse esforço, o Banco do Brasil também lança na região a nova unidade do Hub de Sociobioeconomia, ampliando sua atuação no fomento a iniciativas sustentáveis e no apoio às cadeias produtivas da bioeconomia. A iniciativa visa ampliar o acesso ao crédito, a serviços financeiros e a oportunidades de mercado voltadas à sociobioeconomia e ao desenvolvimento territorial sustentável na região.

A inauguração do Hub está alinhada à estratégia de atuação em sustentabilidade do Banco do Brasil e vai auxiliar a fortalecer as capacidades produtivas locais, além de conectar agricultores familiares, povos originários e comunidades tradicionais, entre outros públicos, a terem mais acesso a políticas públicas.

O lançamento foi celebrado com a realização de um Fórum de Ativação de Crédito, evento que o BB vem realizando desde o início de 2025 para promover ações de educação financeira, regularização fundiária, assistência técnica e estruturação de projetos voltadas aos públicos envolvidos.

A unidade de Governador Valadares se junta às de Belém (PA), Ilhéus (BA), Manaus (AM) e Cuiabá (MT), regiões que vêm se beneficiando da mobilização territorial promovida pelos Hubs, por meio de ações de fomento à bioeconomia e cadeias produtivas sustentáveis, além de promover iniciativas produtivas, formação de empreendedores comunitários, assistências técnicas e mutirões territoriais em municípios de difícil acesso.

Com essa atuação, o Conglomerado BB, por meio do Banco do Brasil e da Fundação BB, reforça seu compromisso com a sustentabilidade, a cidadania e a reconstrução de territórios afetados por eventuais questões socioambientais, contribuindo para a construção de soluções estruturantes baseadas no diálogo, na participação social e na valorização das pessoas.

GRANDES NÚMEROS

Investimento social previsto:

  • Até R$ 225 milhões para seleção, contratação e acompanhamento de projetos comunitários;

Apoio direto a projetos locais:

  • Aportes entre R$ 50 mil e R$ 400 mil por projeto;

Ativação territorial e inclusão produtiva:

  • Cerca de R$ 15 milhões destinados a ações de sociobioeconomia e fortalecimento de cadeias produtivas locais;

Abrangência territorial:

  • 49 municípios da Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais e no Espírito Santo;

Foco prioritário:

  • Geração de trabalho e renda;
  • Fortalecimento de economias locais;
  • Participação social e controle comunitário;
  • Atenção especial a mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais e jovens.

Fonte: Banco do Brasil