O Nubank alcançou um novo marco no sistema financeiro brasileiro. Segundo o ranking de reclamações divulgado nesta quinta-feira (22) pelo Banco Central, a fintech atingiu 112 milhões de clientes e superou o Bradesco, que soma 110,5 milhões. Com isso, o banco digital passou a ocupar a segunda posição entre as maiores instituições do país em número de clientes.
Atualmente, o Nubank fica atrás apenas da Caixa Econômica Federal, que lidera o ranking com 158,1 milhões de clientes. Ainda assim, o avanço chama atenção pela velocidade e pelo impacto estrutural no setor bancário.
Atualmente, o Nubank fica atrás apenas da Caixa Econômica Federal, que lidera o ranking com 158,1 milhões de clientes. Ainda assim, o avanço chama atenção pela velocidade e pelo impacto estrutural no setor bancário.
Nos últimos anos, o banco digital já havia ultrapassado Itaú Unibanco e Banco do Brasil. Desde 2022, quando entrou no top 5 do ranking do Banco Central, o Nubank avançou uma posição por ano, tornando-se a instituição com maior crescimento proporcional no período.
Base ativa e avanço em rentabilidade
Em nota, o Nubank destacou que 85% de sua base no Brasil permanece ativa mensalmente, um indicador relevante em um setor onde a abertura de contas nem sempre se traduz em uso recorrente.
Além disso, a receita média por cliente ativo (ARPAC) atingiu seu maior nível histórico no terceiro trimestre de 2025, sinalizando avanço não apenas em escala, mas também em monetização da base.
Para a CEO do Nubank no Brasil, Livia Chanes, o crescimento em clientes é consequência de uma estratégia mais ampla. “Mais do que crescer em números, nosso foco é a presença significativa na vida financeira das pessoas”, afirmou.
“Nossa base de mais de 112 milhões de clientes é fruto de um trabalho contínuo para oferecer produtos que façam sentido no cotidiano, com atendimento humano e tecnologia que remove a complexidade do dia a dia.”
Impacto estrutural no sistema financeiro
O avanço do Nubank reforça uma transformação estrutural no setor bancário brasileiro. A liderança em crescimento pressiona bancos tradicionais a acelerar a digitalização, rever custos e melhorar a experiência do cliente.
