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Defender a classe gerencial, Cassi e Previ para incorporados são metas de Kelly no Caref

Publicado em: 20/01/2023

Funcionária do Banco do Brasil há 15 anos, a sempre sorridente Kelly Quirino é uma das candidatas que participam da Eleição do Caref em 2023. O primeiro turno começa no dia 20 e termina em 26 de janeiro, com 91 candidatos habilitados. O segundo turno vai de 24 de fevereiro a 2 de março e o resultado final sai no dia 10 do mesmo mês.

Sob a matrícula F6073227, Kelly tem o apoio da AGEBB, dos representantes eleitos da Previ e dos sindicatos dos bancários de várias partes do país. “Estou aprendendo muito com a campanha. Sei que a minha responsabilidade é grande, estão confiando em mim, no meu currículo, no meu trabalho e em minhas atividades extrabanco”, afirma.

Nesta semana, Kelly deu uma entrevista exclusiva à AGEBB durante um café da manhã. Na ocasião, pontuou que entre suas metas, como representante dos funcionários no Conselho de Administração do BB, estão a revisão do processo de atribuição de metas, com maior transparência e participação dos envolvidos e combate aos abusos, e acesso à Previ e Cassi para todos funcis do banco e de instituições incorporadas.

Kelly soube que os dois temas são amplamente discutidos pela diretoria da AGEBB. “Sei que são assuntos muito sensíveis, mas que devem ser discutidos com serenidade. No caso das metas, o modelo de hoje não funciona, o alto escalão as define por meio de estratégias e depois as impõe para quem está na base. Fica pesado”, argumenta.

A candidata apoiada pela AGEBB diz que uma vez eleita a ideia é que se consiga, com os colegas e os líderes, promover reuniões para que de forma colegiada as metas sejam definidas. “Devemos sempre pensar em construir um modelo participativo. Os funcionários que estão na ponta do atendimento têm a vocação de conhecerem bem as suas regiões, cada qual com suas particularidades”, revela. “A partir desse conhecimento as metas poderiam ser estabelecidas, de acordo com cada realidade vivida regionalmente. Tem muita gente na diretoria que não tem a menor ideia de como o trabalho é feito na ponta”, completa.

Muitas reclamações da classe gerencial

Kelly diz ter conhecimento e tem recebido, em suas visitas durante a campanha, muitas reclamações de gerentes do banco insatisfeitos com as metas abusivas estabelecidas pela diretoria. “Cada gerente tinha uma carteira média de 600 clientes antes da última reestruturação. Esse número saltou para 1 mil. O banco tem registrado lucros recordes, mas diminuiu o número de funcionários e os gerentes estão sobrecarregados com tanto trabalho e pressionados pelas cobranças”, afirma.

Com a carteira “inflada” de clientes, Kelly Quirino argumenta que os gerentes não conseguem dar um bom atendimento. “É humanamente impossível dar conta do tamanho dessa carteira. Precisamos rever o modelo”, esclarece. “As metas são altas, as carteiras são grandes, e com tudo isso não é possível fazer negócios sustentáveis. O banco começa a correr riscos de perder clientes por insatisfação no atendimento”, completa.

Kelly também fala que o Programa Extraordinário de Desempenho Gratificado (PDG) precisa ter seus critérios revistos. Ela sugere que os objetivos e critérios sejam apresentados no primeiro semestre do ano e ao final desse período avaliar os funcionários que podem ser contemplados. Hoje os critérios são muito subjetivos. O Performa: Desempenho e Reconhecimento, modelo adotado pelo banco para remunerar, premiar e avaliar seus trabalhadores, segundo Kelly, tirou o nível avançado do gerente de conta. “Agora temos, nas agências, três gerentes, com três salários diferentes. Isso atrapalha muito os planos de carreira”, diz.

Para essas questões, a proposta, diz Kelly, é discutir no Conselho do BB a volta do vice-presidente de Gestão de Pessoas, que foi incorporada pelo Varejo. “Isso não foi bom para o funcionalismo. Quando entrei no banco, há 15 anos, começava-se como escriturário. Depois tinha o assistente, que por sua vez  dava apoio ao gerente de conta. Hoje existem gerentes sem assistentes ou até três gerentes com um só assistente”, revela.

Previ e Cassi para funcionários incorporados

Sobre o acesso à Previ e Cassi para todos os funcionários, inclusive aqueles oriundos das instituições incorporadas, como o Banco Nossa Caixa (BNC) e o Banco do Estado de Santa Catarina (BESC), Kelly afirma ter conhecimento do imbróglio e também está empenhada em auxiliar os funcionários na busca de uma solução. Ela lembra que só do BNC são quase 7 mil funcionários hoje no BB. “É muita gente que, certamente, tem a preocupação do que vai acontecer quando se aposentar. Para isso, vamos sentar com os conselhos da Previ e Cassi e repensar nos estatutos dessas instituições”, afirma.

A candidata ao Caref já antecipa que pretende levar essa pauta também à nova diretoria do BB, que passou a ter no comando Tarciana Medeiros. “Com os órgãos colegiados alinhados, precisamos discutir o tema com o alto escalão do banco. Não dá para continuar procrastinando esse tema”, justifica. “Vamos aproveitar a mudança política e pedir tudo. Não vamos parar por falta de tentativas. Se não der na primeira, vamos na segunda, terceira, e quarta reuniões”, afirma.

Por seus projetos e por representar a “cara” do funcionalismo do BB, o presidente da AGEBB, Adriano Domingos, e o vice-presidente Ronald Feres, ambos na ativa, dizem que a associação apoia Kelly Quirino na Eleição Caref 2023. “Vimos e sentimos que ela está muito bem-preparada para nos representar no Conselho do BB. E alinhada com as nossas preocupações, por isso defendemos a sua candidatura”, diz o presidente.

Para conhecer mais sobre os projetos de trabalho de Kelly Quirino, clique aqui.

O Banco do Brasil disponibiliza na sua intranet um hotsite com a relação de todos os candidatos.

Fonte: AGEBB

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