Aliomar e Adriano agradecem apoio; AGEBB manterá olhar atento à gestão do instituto

Publicado em: 29/06/2020

Depois de quase duas semanas de votação, o Economus conheceu na noite do último dia 26 os seus novos membros dos conselhos Deliberativo e Fiscal. Max Freddy Fraudendorf e Primo de Macedo Minari foram eleitos para o Conselho Deliberativo, com Elias Maalouf e Adriana Maria Ferreira como suplentes. Rogério Perna foi eleito para o Conselho Fiscal, tendo como suplente Márcia Midori Watanabe (votação final no rodapé da matéria).

Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos, candidatos apoiados pela AGEBB, respectivamente, aos conselhos Deliberativo e Fiscal, infelizmente, ficaram de fora. “Quero agradecer a todos os amigos e companheiros pelo apoio, suporte, comprometimento e dedicação que recebemos desde o início da campanha. Infelizmente, por motivos que ainda preciso entender, não obtivemos êxito”, diz Aliomar. “A palavra de ordem é agradecimento a todos que nos apoiaram. Sabíamos das dificuldades que teríamos e com quem estávamos disputando. Fizemos 150% do que era possível, disputamos com pessoas que são quase profissionais nesse mercado. Mas foi uma experiência extremamente válida”, completa Adriano.

Olívia Souza J. de Freitas, coordenadora da campanha, diz que nenhum resultado deve ser menosprezado. “Muita gente acreditou em nosso trabalho. Aos candidatos Aliomar e Adriano nossos parabéns pelos votos obtidos com muita ética e lisura. Mesmo sem nenhuma experiência em disputas eleitorais, eles foram reconhecidos por muitos pela competência e seriedade. Perdemos a batalha, mas não a guerra”, destaca.

Desejo de sucesso aos eleitos

Adriano aproveita também o momento para parabenizar os candidatos eleitos. “O momento agora não é mais de críticas, pelo contrário. Agora precisamos apoiá-los, pois todos nós estamos no mesmo barco. Estamos agora prontos para apoiar, cobrar e, mais do que isso, fazer o possível pelo futuro do Economus”, afirma.

O presidente da AGEBB, Francisco Vianna de Oliveira Junior, também deseja aos eleitos uma profícua administração. “Ficam aqui meus votos de pleno sucesso, a jornada continua. Ao Aliomar e Adriano só tenho a agradecer por entenderem a missão para nos representar em defender o Economus. Sem eles no instituto, vamos continuar acompanhando e fiscalizando a atuação de todos os gestores. Continuaremos de olho em nossos representantes, para que os mesmos possam ter uma gestão transparente e equilibrada, sempre buscando um instituto saudável financeiramente para todos os participantes e assistidos”, revela.

Vianna Junior avisa que a AGEBB continuará a cobrar o Economus para que a plataforma do SISBB volte a ser utilizada nas próximas eleições do instituto. “Lamentamos a atitude da Comissão Eleitoral em não deixar a votação eletrônica ser realizada pelo SISBB. Isso, certamente, dificultou o acesso ao pleito pelo pessoal da ativa”, destaca. Ele relembra que a plataforma foi utilizada nas Eleições Economus de 2014, 2016 e 2018, com amplo sucesso.

Nas Eleições Economus 2020, do total de 19.580 eleitores, apenas 8.142 exerceram o seu direito de voto, o que representa 41,58% de participação. No pleito de 2018, um total 19.732 eleitores poderiam votar, mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na do Conselho Fiscal.

Veja resultados finais das Eleições Economus 2020

Fonte: AGEBB

BB acelera programa de eficiência; programa de home office pode ser adotado

Publicado em: 27/06/2020

As medidas adotadas pelo Banco do Brasil para melhorar a eficiência da gestão têm sido aceleradas com a pandemia do novo coronavírus. Segundo o jornal Valor Econômico, dos 32 mil funcionários das áreas administrativas que estão trabalhando remotamente, a instituição planeja manter 30% do contingente dessa forma em alguns dias da semana.

Além disso, com a expansão do home office, o banco poderá se desfazer de 15 a 20 imóveis alugados e próprios. O Flexy BB, um programa elaborado no fim do ano passado, prevê uma redução de R$ 1,7 bilhão em gastos com imóveis em 12 anos e uma economia de R$ 10 bilhões em dez anos com uma mudança na remuneração dos funcionários, com mais ênfase na parcela variável.

Diante da crise do novo coronavírus, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região cobrou dos bancos medidas a fim de conter a disseminação da doença entre os bancários. As negocações com a Fenaban garantiram a permanência de cerca de 300 mil bancários em regime de trabalho remoto.

O Banco do Brasil (BB) pretende manter cerca de 10 mil funcionários de áreas administrativas em jornada parcialmente remota. A ideia é que essa parcela de funcionários, que será definida segundo os critérios do gestor de cada área, trabalhe parte dos dias no escritório e parte em casa. A decisão ainda não foi tomada, mas estudos internos apontam uma economia de até R$ 180 milhões por ano com a implantação de um home office desta proporção no BB.

Para João Fukunaga, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEE/BB), o Banco do Brasil deveria assumir uma série de compromissos que estão sendo ignorados, ao invés de adotar um debate torto, em que somente a economia do banco está sendo priorizada. “É no mínimo uma hipocrisia o Banco do Brasil enxergar este debate apenas sob o prisma da economia que será feita com o home office, sendo que o mesmo banco causou um processo desumano durante a pandemia, quando muitos colegas foram obrigados a utilizar as duas férias e tiveram de usar o banco de horas negativo porque não havia estrutura de home office para todos”, afirma Fukunaga.

“Se há uma previsão de economia com imóveis, o banco deve assumir a responsabilidade de fornecer equipamentos aos funcionários, já que o computador para as atividades profissionais deve ser monitorado por conta do sigilo bancário, o que irá violar a vida privada dos empregados se este monitoramento for feito nos computadores pessoais. Queremos, sim, discutir a questão, mas com seriedade e compromisso. E essas premissas estão faltando por parte da diretoria de pessoas e da sua vice-presidência”, afirma Fukunaga.

Isolamento, angústia, depressão e mais produtividade

Ana Tercia Sanches é autora de tese de doutorado com o tema Trabalho Bancário – Inovações Tecnológicas, Intensificação e Gestão por Resultados. A professora e pesquisadora da Faculdade 28 de Agosto ressalta que o home office por períodos prolongados pode resultar em uma série de problemas nos trabalhadores, sobretudo de ordem psicológica e ergonômica.

“O ser humano é um ser social. Ficar isolado em casa pode levar algumas pessoas a desenvolverem problemas mentais, como ansiedade e depressão. O ganho do trabalho se dá no coletivo. Existem outros sinais que vão compondo o aprendizado para um trabalho melhor, e a perda de sociabilidade pode fazer com que as trocas entre as pessoas se tornem insuficientes.”

Fonte: Money Report com Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região

Funcionários do Banco do Brasil realizarão Congresso por videoconferência

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Funcionários do Banco do Brasil realizam nos dias 11 e 12 de julho seu 31º Congresso Nacional. Será a primeira vez na história que o Congresso será realizado por videoconferência, em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus.

O Comando Nacional dos Bancários debateu longamente para adequar o calendário e redimensionar o 31º CNFBB, de maneira que fosse garantida a representatividade das entidades de todo o país e de suas delegações. “Além disso, os debates e seminários serão transmitidos ao vivo, possibilitando a participação de um maior número de bancários”, explicou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, João Fukunaga.

“Recentes declarações do ministro da Economia e do próprio presidente do banco e a timidez do BB em atuar no crédito neste momento de pandemia sinalizam que a intenção deles é privatizar esta instituição secular, que sempre esteve a serviço da sociedade brasileira, sempre atuando em momentos de crises para garantir a continuidade dos serviços bancários e da bancarização. Querem vender este patrimônio do Brasil a troco de bananas”, disse Fukunaga. “Por isso, é urgente a necessidade de organizarmos nossa Campanha Nacional e a defesa do banco que é do Brasil”, concluiu.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região

Banco do Brasil facilita saque de dívidas do Poder Público

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As pessoas com dívidas de pequeno valor a receber da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios poderão sacar o dinheiro com mais facilidade. O Banco do Brasil (BBAS3) passou a permitir que não clientes retirem até R$ 1 mil sem ir à agência nem apresentar alvará.

O resgate poderá ser feito por meio do portal do Banco do Brasil na internet e vale para as Requisições de Pequeno Valor (RPV), valores pagos pelo Poder Público a mando da Justiça em sentenças transitadas em julgado, quando não cabe mais recurso.

Diferentemente dos precatórios, saldo a receber acima de 60 salários mínimos, os RPV correspondem a montantes pagos abaixo desse valor. Nos dois casos, o Poder Público não pode mais recorrer à Justiça para adiar o pagamento.

Para ter acesso ao dinheiro, o titular da requisição não cliente do banco deve informar o número do RPV no portal do Banco do Brasil. A conta de destino deve ter o mesmo número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) cadastrado na RPV.

Caso o montante recebido corresponda a rendimento isento ou não tributável, o beneficiário poderá selecionar a opção para declarar-se isento de Imposto de Renda antes de concluir a transação. Por enquanto, a transferência não está disponível para contas em banco digital. Nesse caso, o usuário deverá ir à agência sacar o dinheiro.

Segundo o BB, a nova ferramenta reduz a demanda por atendimento físico em tempos de pandemia do novo coronavírus (covid-19). Para os correntistas do banco, o crédito de um precatório ou de uma RPV é efetuado automaticamente na conta, na noite da expedição do documento.

Somente em maio, o Conselho da Justiça Federal liberou mais de 120 mil RPV, no total de R$ 1,1 bilhão.

Fonte: Money Times

Em linha com Copom, BB reduz taxas para pessoas físicas e jurídicas

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O Banco do Brasil vai reduzir as taxas de juros para linhas de crédito de pessoas físicas e jurídicas. As novas condições começarão a valer a partir da próxima segunda-feira (22) e seguem o anúncio de redução da taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual feito pelo Comitê de Política Monetária (Copom) nesta quarta-feira.

O BB vai reduzir os juros da linha que financia a compra de veículos novos e seminovos, que passará a ter taxa a partir de 0,48% ao mês, ante 0,54% ao mês cobrados atualmente.

Para o home equity (Empréstimo com Garantia de Imóvel) e a linha de crédito estruturado (com garantias), as taxas serão alteradas para patamares a partir de 0,82% e de 0,77% ao mês, respectivamente, em lugar dos 0,88% e 0,83% ao mês praticados até aqui.

Já as linhas de crédito não consignado, destinadas ao público pessoa física em geral, passarão a contar com taxas a partir de 2,81% ao mês, ante os 2,87% ao mês cobrados até então, a depender do nível de relacionamento do cliente com o BB.

As linhas de recebíveis – descontos de cheques e de títulos, além da antecipação de crédito ao lojista (ACL) – passarão a contar com taxas a partir de 1,07%, 0,76% e 0,74% ao mês, em substituição aos atuais 1,15%, 0,82% e 0,82% ao mês, respectivamente.

Para o crédito rotativo, a taxa mínima será reduzida de 2,05% para 1,93% ao mês. Já para o capital de giro, a taxa cobrada pelo BB passará dos atuais 1,18% ao mês para 1,10% ao mês.
O BB reforça que realiza realinhamentos técnicos de suas taxas de forma constante, com ajustes dinâmicos dos seus preços ao mercado.

As novas condições de taxas anunciadas hoje estarão disponíveis para todos os canais de relacionamento do Banco, inclusive os eletrônicos (app e internet banking), como mais uma forma de manter o posicionamento do BB de sempre oferecer a melhor relação custo-benefício para seus clientes.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil vai liberar créditos do Pronampe para MPEs a partir de 1ª de julho

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O vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Carlos Motta dos Santos, participou da reunião do Conselho Empresarial de Economia da Firjan nesta quinta-feira (25/06) para apresentar as medidas que a instituição vem tomando para levar o crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) até as empresas. As microempresas, com receita anual até R$ 360 mil, terão prioridade para início das transações com o banco.

Segundo Santos, a liberação dos recursos do Pronampe para negócios com este perfil será iniciada em 1º de julho. Já para as pequenas empresas, o início das operações está previsto para 15/07. “As MPEs são uma grande alavanca de empregos no Brasil e fundamentais para a economia do Rio de Janeiro. Estamos estruturados, com todas as agências disponíveis, para ouvir e atender a demanda da indústria neste momento sensível”, destacou o vice-presidente. Segundo ele, mais de R$ 1,3 bilhões em diversas linhas de crédito já foram emprestados pelo BB às empresas fluminenses desde o início da pandemia.

O presidente do Conselho Empresarial de Economia, Rodrigo Santiago, destacou que o acesso ao crédito é um grande pilar de discussão e atenção dos empresários, principalmente, daqueles à frente dos micro e pequenos negócios que têm encontrado inúmeras dificuldades nos últimos meses. “Banco do Brasil e Caixa têm se mostrado parceiros para a indústria do Rio colocando suas equipes disponíveis para as necessidades dos empresários da Firjan”, afirmou Santiago, que também preside o Sindicato das Indústrias de Artefatos de Borracha do Estado do Rio de Janeiro (Sindborj) e é diretor de Relações Institucionais da Michelin.

Em reunião do Conselho de Economia, em 05/06, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, esclareceu que o banco deverá utilizar a expertise de empresas âncoras ou um agrupamento via Arranjo Produtivo Local para que o dinheiro chegue mais rápido às MPEs, o que também poderá ser operacionalizado pelo Banco do Brasil, segundo Santos. “A ideia é fazer com que o elo produtivo, inclusive fornecedores, se beneficie do programa de crédito no momento de grande turbulência para a indústria fluminense. Diversas empresas se manifestaram positivamente com apoio da federação”, destacou Santiago.

Além de dialogar com as instituições sobre a oferta de crédito para as empresas, o tema tem sido tratado de forma incisiva no Programa de Resiliência Produtiva. A federação disponibilizou a Cartilha de Orientação de Acesso ao Crédito, com o intuito de prover ao empresariado fluminense conteúdo qualificado sobre o assunto.

Fonte: Firjan

Recorde de projetos culturais no Programa Banco do Brasil de Patrocínios

Publicado em: 26/06/2020

O Programa Banco do Brasil de Patrocínios 2021/2022, por meio do “Edital de Seleção Pública de Projetos Culturais”, com prazo de inscrição encerrado na sexta-feira, 05 de junho, teve o recorde histórico de 9.944 projetos registrados, um aumento de cerca de 50% em relação ao último (2019/2020), que recebeu 6.562 inscrições.

O objetivo do Edital é selecionar projetos a serem patrocinados pelo Banco do Brasil para compor a programação das unidades do Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), nos anos de 2021 e 2022.

A divulgação dos projetos selecionados está prevista para setembro de 2020 no site bb.com.br/patrocinios.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil lança Plano Safra BB 2020/2021 nesta semana

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O Banco do Brasil pretende lançar o seu pacote de disponibilização de recursos para produtores rurais na próxima semana, na quarta-feira (1º de julho) a nível nacional e na sexta-feira (3) com os dados paranaenses. Ambos os eventos do Plano Safra BB 2020/2021 serão online.

No ano passado o Banco anunciou que liberaria R$ 11,9 bilhões para todo o Paraná através do programa Agro BB, montante 12% maior do que o verificado na safra 2018/2019.

De acordo com dados repassados ao Diário dos Campos pela Diretoria de Agronegócios do BB, na safra 2019/2020 a região dos campos Gerais somou mais de R$ 9,5 bilhões contratados, sendo R$ 3,5 bilhões para a Agricultura Familiar (Pronaf), R$ 725 milhões para os médios produtores (Pronamp) e R$ 5,3 bilhões para os demais produtores. Apenas para Ponta Grossa a liberação foi de quase meio bilhão de reais durante a última safra.

“Os clientes tiveram uma safra muito boa e se mostraram ávidos a realizar novos investimentos este ano, beneficiados pelos preços em altas históricas de diversas culturas. Observamos, ainda, pouco interesse pelo armazenamento dos grãos, pela mesma razão, havendo pouca procura por linhas de crédito de armazenagem. Nas linhas de investimento houve maior interesse, tanto pela disponibilidade de mais recursos quanto pela redução de encargos em relação à safra anterior”, disse o Banco, que afirma que o crédito rural representa aproximadamente 65% dos seus negócios na região dos Campos Gerais.

Fonte: Diário dos Campos

BB facilita resgate de RPVS com valor até R$ 1 mil emitidas pelo TRFS

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O Banco do Brasil (BB) está disponibilizando alternativas digitais para o levantamento dos depósitos judiciais, precatórios e Requisições de Pequeno Valor (RPVs), como forma de minimizar os impactos decorrentes da pandemia provocada pelo novo coronavírus.

No dia 5 de maio, o banco disponibilizou um novo serviço, o “Resgate Simples de Requisições de Pequeno Valor – RPVs emitidos pelos Tribunais Regionais Federais”. O serviço permite ao beneficiário direcionar o crédito para outra instituição financeira sem a necessidade ter de entrar filas e ter contato com funcionários do banco. Para acessar clique aqui.

Os beneficiários poderão direcionar o resgate para o banco, agência e conta corrente de mesma titularidade do RPV. Ou seja, a conta de destino deverá ter o mesmo CPF cadastrado no RPV.

O serviço está disponível para pessoas físicas beneficiárias de RPVs de até R$ 1 mil reais. Haverá a cobrança pelo serviço de TED, conforme tabela de tarifas do BB.

Fonte: TRF 3

Presidente da Cassi fala dos desafios para enfrentar pandemia da covid-19

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“Precisávamos responder rápido aos nossos participantes, atendê-los de forma eficiente e segura, diminuindo a exposição a riscos desnecessários neste momento de pandemia. E foi isso que priorizamos, a experiência do usuário”, contou o presidente da CASSI, Dênis Corrêa, ao falar sobre a nova realidade imposta pelo coronavírus, durante debate realizado nesta terça, dia 16, sobre os desafios das autogestões no enfrentamento da pandemia.

Para Dênis, ao mesmo tempo em que a crise mostrou que nenhum segmento estava preparado, trouxe oportunidades importantes de aprendizado e evidenciou que quem tiver mais capacidade para se adaptar estará à frente da evolução no atendimento em saúde. Como exemplo, ele cita a implantação em tempo recorde da Telemedicina CASSI, ferramenta que funciona 24 horas por dia, os 7 dias da semana, sem que o paciente tenha que sair de casa para ser atendido por médicos. “Entendemos a necessidade e focamos em oferecer a prevenção de doenças e promover a saúde com auxílio da tecnologia. E os participantes aprovaram a iniciativa”, explica. O presidente faz referência às pesquisas pós-atendimento realizadas pela CASSI, que apontam o fato de que mais de 95% das pessoas atendidas por chamada de vídeo avaliam o serviço como de excelência.

A receptividade dos participantes à nova ferramenta de atendimento faz a Caixa de Assistência apostar na expansão desta modalidade, hoje usada apenas em casos suspeitos da Covid-19 e síndrome gripal, para fazer também a atenção primária à saúde. “Devemos avançar rapidamente com a telemedicina, usando a tecnologia para prevenção. Claro que o contato pessoal com profissionais de saúde vai continuar, mas será uma oportunidade de cuidar melhor de um número maior de pessoas.”

O encontro virtual foi promovido pela AxisMed, empresa de soluções tecnológicas para a saúde, e além da CASSI, contou com a participação de representantes das seguintes autogestões em saúde: Anderson Fereira (Cemig), Adriana Meirelles (Sistel) e Carleuza Lima (E-Vida).

Confira mais informações acessando o vídeo com a integra do debate clicando aqui.

Fonte: Cassi

Proposta retira bancos públicos e subsidiárias de programa de privatização

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O Projeto de Lei 3433/20 exclui todos os bancos públicos federais e suas subsidiárias do Programa Nacional de Desestatização (PND) e determina que a privatização destas instituições dependerá de lei específica para cada caso.

O texto, que tramita na Câmara dos Deputados, também impossibilita a venda de participações minoritárias da União e a transformação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), hoje uma empresa 100% pública, em sociedade de economia mista (S/A). Essa possibilidade está prevista na Lei 5.662/71.

O projeto é de autoria do deputado Zé Neto (PT-BA) e outros parlamentares do PT. O objetivo, segundo eles, é evitar a privatização “a qualquer custo” dos bancos públicos.

Os deputados alegam que a desestatização de instituições como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal é baseada em ideologia desconectada da realidade brasileira.

“A sociedade necessita justamente de atuação mais forte do Estado para realizar as políticas de sustentação da produção e dos empregos e de retomada do nível de atividade”, afirmam os parlamentares.

Outros pontos

O projeto contém outras medidas voltadas para os bancos públicos. As principais são:

– Ato do Poder Executivo definirá o limite máximo para a participação de capital estrangeiro em bancos públicos e subsidiárias;

– os bancos e a as subsidiárias não poderão mais ofertar, em mercados estrangeiros, suas ações ou títulos conversíveis em ações;

– as taxas de juros dos financiamentos do BNDES que tiverem como fonte de recursos o Fundo de Participação PIS-Pasep, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o Fundo da Marinha Mercante (FMM) serão reduzidas e definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), especialmente em momentos de crise ou de emergência pública nacional;

– o BNDES e as suas subsidiárias poderão realizar operações de subscrição de ações ou outros valores mobiliários quando isso for necessário ao desenvolvimento econômico e social, à expansão das capacidades empresariais e aos imperativos de segurança e relevante interesse coletivo;

– os créditos da União concedidos ao BNDES serão destinados prioritariamente a financiamentos ou participação no mercado de capitais voltados para a recuperação da economia, sendo vedada a devolução antecipada desses créditos enquanto durarem os efeitos econômicos e sociais de crise ou emergência pública nacional.

Fonte: Money Times

Servidores da Câmara terão alívio em consignados com Banco do Brasil

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Funcionários da Câmara do Rio que tiverem empréstimo com o Banco do Brasil descontado em folha de pagamento poderão ficar até seis meses sem pagar as prestações, por causa da pandemia do coronavírus. O presidente da Casa, Jorge Felippe (DEM), acaba de fechar um acordo com a direção regional do BB para dar um alívio aos servidores.

Felippe já havia intermediado essa negociação com o Santander — que foi transformada em um decreto pelo prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) e beneficiou servidores da administração municipal.

Os clientes do banco estatal poderão escolher entre diluir o valor das seis prestações entre as parcelas restantes ou refinanciar por até 96 meses. “Entre servidores da prefeitura e da Câmara, estamos falando de mais de 200 mil famílias ou 800 mil pessoas. É um alívio no bolso de quem tem empréstimo no Santander ou no Banco do Brasil muito bem-vindo em tempos de tanta dificuldade”, diz o vereador.

Fonte: Jornal Extra

Previ tem déficit de R$ 21 bilhões até abril, mas espera recuperação

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Sob os impactos da crise econômica gerada pela pandemia da covid-19, a Previ acumula um déficit de R$ 21 bilhões até o fim do primeiro quadrimestre. O fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil teve rentabilidade negativa de -10,94% no Plano 1, de benefício definido, onde concentra a maior parte de seus investimentos. Apesar da conjuntura de incertezas, os resultados mais recentes mostram leves sinais de recuperação.

No fim do primeiro trimestre, o déficit acumulado do Plano 1 somava R$ 23,6 bi. Em abril o mesmo plano registrou rentabilidade de 1,66%, enquanto o Previ Futuro, plano de contribuição variável da instituição, de 3,16%, gerando juntos um resultado positivo de R$ 2,57 bilhões no período. A Previ estima que levando em conta o mês de maio, cujo resultado ainda está sendo consolidado, a recuperação já ultrapassa os R$ 7 bilhões.

O segmento de renda variável segue como o mais afetado pela crise no portfólio da Previ, puxando o resultado para baixo. No caso do Plano 1, os investimentos em ações e participações em empresas representa 40,72% da carteira da entidade e registrou queda de 23,72% na rentabilidade acumulada. Os demais segmentos apresentaram rentabilidade positiva em abril.

A Previ destaca como fatores fundamentais na recuperação da crise a adoção de uma rigorosa gestão de liquidez e uma carteira de investimentos aderente à sua estratégia de longo prazo. O fundo de pensão destaca em boletim que “é preponderante não precisar vender ativos que estejam com os seus valores depreciados” e que tem recursos para pagar benefícios “sem a necessidade de realizar um prejuízo momentâneo”.

Em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, no fim de maio, o diretor de Investimentos da Previ, Marcelo Wagner, afirmou que suspendeu ao menos até ver sinais mais claros de uma retomada econômica a venda de ativos em renda variável e o plano de alocar quase R$ 5 bilhões na diversificação do portfólio.

Com um patrimônio total de R$ 184,8 bilhões, a Previ já trabalha com um cenário de queda do Produto Interno Bruto (PIB) superior a 6% no ano.

Wagner não descarta terminar um ano “atípico” como 2020 com déficit sem bater a meta atuarial (INPC + 4,75% ao ano no Plano 1), acumulada em 1,87% ao fim de abril.

Fonte: Seu Dinheiro

Eleições Previ 2020 estão de volta; votação ocorre entre 13 e 25 de julho

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Conforme aprovado pela Diretoria Executiva da Previ, a Previ retomou no dia 22 de junho o Cronograma das Eleições 2020. O período de votação do processo eleitoral será de 13 a 27 de julho para definir o novo diretor de Seguridade, além de representantes dos participantes nos cargos de Administração e Fiscalização da Previ e nos Conselhos Consultivos do Plano 1 e do Previ Futuro, na forma do Estatuto e do Regulamento de Consultas aos Participantes e Assistidos.

Todos os participantes e assistidos maiores de 18 anos e inscritos nos planos de benefícios até 31 de janeiro de 2020 podem votar pelo site, pelo app Previ ou ainda pelos terminais de autoatendimento (TAAs) do Banco do Brasil. Quem for da ativa também poderá votar pelo SisBB. Na eleição deste ano, não haverá votação por telefone.

A Previ divulgará semanalmente as propostas das chapas que disputam as Eleições Previ 2020 na página especial das Eleições, disponível no menu A Previ > Eleições. O conteúdo a ser divulgado é de inteira responsabilidade das chapas e será atualizado às quartas-feiras.

O Previ Entrevista será realizado no dia 3/7, na sede da Previ, sem a presença de plateia devido às orientações de isolamento social do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde para evitar o contágio do novo coronavírus. Nos próximos dias serão divulgadas as informações sobre como enviar perguntas aos candidatos à Diretoria de Seguridade.

A realização de um programa de entrevistas, que será exibido posteriormente no site e no canal da Previ no YouTube, vem somar às iniciativas para dar condições igualitárias aos candidatos nas eleições para a Diretoria de Seguridade. Para os associados é uma chance a mais de conhecer melhor os candidatos e suas propostas e exercer o direito a voto de modo consciente.

Fonte: Previ

Eleições Previ 2020 estão de volta!

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Conforme aprovado pela Diretoria Executiva da Previ, a Previ retoma hoje, 22/6, o Cronograma das Eleições 2020. O período de votação do processo eleitoral será de 13 a 27 de julho para definir o novo diretor de Seguridade, além de representantes dos participantes nos cargos de Administração e Fiscalização da Previ e nos Conselhos Consultivos do Plano 1 e do Previ Futuro, na forma do Estatuto e do Regulamento de Consultas aos Participantes e Assistidos.
Como votar
Todos os participantes e assistidos maiores de 18 anos e inscritos nos planos de benefícios até 31 de janeiro de 2020 podem votar pelo site, pelo app Previ ou ainda pelos terminais de autoatendimento (TAAs) do Banco do Brasil. Quem for da ativa também poderá votar pelo SisBB. Na eleição deste ano, não haverá votação por telefone.
Propostas das chapas
A Previ divulgará semanalmente as propostas das chapas que disputam as Eleições Previ 2020 na página especial das Eleições, disponível no menu A Previ > Eleições. O conteúdo a ser divulgado é de inteira responsabilidade das chapas e será atualizado às quartas-feiras.
Previ Entrevista
O Previ Entrevista será realizado no dia 3/7, na sede da Previ, sem a presença de plateia devido às orientações de isolamento social do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde para evitar o contágio do novo coronavírus. Nos próximos dias serão divulgadas as informações sobre como enviar perguntas aos candidatos à Diretoria de Seguridade.
A realização de um programa de entrevistas, que será exibido posteriormente no site e no canal da Previ no YouTube, vem somar às iniciativas para dar condições igualitárias aos candidatos nas eleições para a Diretoria de Seguridade. Para os associados é uma chance a mais de conhecer melhor os candidatos e suas propostas e exercer o direito a voto de modo consciente.

Economus: dez bons motivos para votar em Aliomar e Adriano da AGEBB

Publicado em: 18/06/2020

A disputa para duas vagas no Conselho Deliberativo e uma ao Conselho Fiscal do Economus em 2020 entra na última semana de votação. O prazo para os participantes darem o seu voto, por meio do portal do instituto (https://www.economus.com.br/) encerra-se na sexta-feira, 26. Portanto, para quem ainda não o fez, esse é o momento. Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos, candidatos, respectivamente aos conselhos Deliberativo e ao Fiscal, são apoiados pela AGEBB.

Aliomar Jardim Pinho está na associação desde 1990, onde tem colocado em prática seu conhecimento de mais de 40 anos de trabalho entre Nossa Caixa e o Banco do Brasil. O candidato Adriano Domingos, por sua vez, é funcionário da ativa do Banco do Brasil e optou por concorrer nas eleições por não ver ações efetivas em gestões passadas que possam trazer resultados para os participantes.

Confira bons motivos para você apoiar ambos os candidatos.

Por que votar em Aliomar Jardim Pinho ao Conselho Deliberativo:

1 – Permanente defesa dos interesses dos participantes

2 – Transparência nas informações e decisões aos participantes

3 – Atuação ética, transparente e justa

4 – Prestação mensal de contas, sempre objetivando prevenir futuros déficits

5 – Independência na atuação nas discussões e tratamento das demandas

6 – Maior controle sobre os planos previdenciário e saúde

7 – Permanente fiscalização das regras para os planos previdenciário e assistencial

8 – Disposição para buscar abertura de canal de diálogo com o patrocinador

9 – Buscar a responsabilização pela inércia ou omissão do patrocinador com o compromisso assumido

10 – Conhecimento técnico com 40 anos de serviços à Nossa Caixa e BB

Por que votar em Adriano Domingos ao Conselho Fiscal:

1 – Atuação junto ao patrocinador para o atendimento dos interesses do Economus e seus participantes

2 – Buscar com o patrocinador uma participação financeira mais eficiente para manutenção do instituto

3 – Zelo pela gestão econômica/financeira e fiel cumprimento do estatuto

4 – Análises financeiras com pareceres técnicos e manifestações pontuais

5 – Obediência à equidade para cumprir as diretrizes com ética e controle

6 – Cumprimento aos princípios de governança colegiada com transparência

7 – Atendimento na íntegra aos interesses do instituto e seus participantes

8 – Contribuição para dar credibilidade às análises financeiras do instituto

9 – Verificação do atendimento das obrigações legais e estatutárias do instituto

10 – Atenção às decisões de investimentos e aos processos de controle de riscos

Para conhecer mais o perfil e as plataformas detalhadas de trabalho de Aliomar e Adriano, visite a página http://www.agebb.com.br/eleicoeseconomus2020/

Para votar nos candidatos Aliomar e Adriano; confira o passo a passo aqui

Fonte: AGEBB

Eleições Economus 2020: veja o que os apoiadores dizem sobre Aliomar e Adriano

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O Economus – Instituto de Seguridade Social encerra, na próxima sexta-feira, 26 de junho, a votação eletrônica que define os dois novos membros do Conselheiro Deliberativo e um para o Conselho Fiscal, mais os respectivos suplentes. O pleito teve início no último dia 15 e os conselheiros eleitos terão um mandato de quatro anos a partir de julho próximo.

As Eleições Economus para os Conselhos Deliberativo e Fiscal são realizadas a cada dois anos e reúnem membros eleitos pelos participantes e assistidos e indicados pelo patrocinador, o Banco do Brasil. No último pleito, um total 19.732 eleitores poderiam votar, mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na do Conselho Fiscal.

A AGEBB apoia Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos, que são os candidatos da associação, respectivamente, aos conselhos Deliberativo e Fiscal. Veja o que os apoiadores dizem sobre os dois participantes.

“Aliomar e Adriano têm conhecimento e são extremamente comprometidos, éticos e transparentes em seus trabalhos. São pessoas que gozam de extrema confiança e têm capacidade para que possam negociar, aprimorar e ajustar o destino do Economus. É um desastre absurdo vermos que 25% dos vencimentos dos participantes sejam aviltados por seguidos déficits do instituto”.

Francisco Vianna de Oliveira Junior (presidente da AGEBB)

“Durante vários mandatos tivemos conselheiros que em todas as campanhas discorreram sobre os problemas existentes no Economus desde a sua origem, mas não apresentaram nenhum resultado positivo para os participantes. Chegou a hora de mudarmos e votarmos nas pessoas, como o Aliomar e o Adriano, que realmente podem fazer a diferença com competência e os nossos candidatos já demonstraram estar preparados para essa missão”

Olívia Souza J. de Freitas (diretora Administrativa e de Patrimônio da AGEBB)

 “Os Aliomar e o Adriano são competentes, com grande entendimento e vasto currículo de bons serviços prestados. Sem medo de errar, votemos neles, só assim conseguiremos ter o entendimento desse grande fundo de pensão que é o Economus, que vem passando por momentos difíceis por não haver uma política de entendimento entre seus gestores. Só há discussão e mais nada. Precisamos de mudanças imediatamente, buscando diálogo com o patrocinador (BB)”

Denison Jordão Lima (presidente do Conselho Deliberativo da AGEBB)

“Indico o Aliomar e o Adriano por serem pessoas sérias e competentes, com histórico limpo e que tenho certeza de que defenderão sempre os interesses dos associados do instituto. Considerando as urgentes ações necessárias para estabilização do Economus, é primordial a participação de todos os associados no processo em curso, não delegando a decisão e o poder de cada voto”.

Jair Miller (conselheiro titular do Conselho Deliberativo da Cassi)

“A AGEBB sempre esteve muito bem representada no instituto, e precisa continuar com essa atuação. Aliomar para o Conselho Deliberativo e o Adriano, para o Fiscal, são os nossos representantes. São funções que devem ser preenchidas por pessoas interessadas com a estabilidade do Economus e que estejam dispostas a torná-lo sempre forte, para que nos proporcionem segurança na assistência de saúde e também à nossa aposentadoria”.

Audecir de Carvalho (vice-presidente do Conselho Fiscal da AGEBB)

“Os participantes precisam ter voz ativa e só conseguiremos isso elegendo gestores, como os representantes da AGEBB Aliomar e o Adriano, que estejam realmente comprometidos com as nossas causas. Aqueles que foram indicados até agora só nos trouxeram prejuízo e estamos sentindo o impacto das más gestões nos nossos bolsos hoje por falta de competência e negociação”.

Levi Gomes de Oliveira (vice-presidente da AGEBB)

Para conhecer mais o perfil e as plataformas detalhadas de trabalho de Aliomar e Adriano, visite a página http://www.agebb.com.br/eleicoeseconomus2020/.

Fonte: AGEBB

Bancos: aumento de imposto sobre lucro cortaria até 27% do valor das ações

Publicado em: 17/06/2020

Um eventual aumento da alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) do setor financeiro pode reduzir o preço-alvo das ações em cerca de 27%, segundo os cálculos da XP Investimentos.

A possibilidade voltou a ser discutida no Senado, onde tramitam três projetos neste sentido, com o objetivo de obter recursos para compensar a queda da arrecadação decorrente da pandemia de coronavírus.

Erich Decat, que assina o relatório da gestora, ressalta que a XP não acredita que as propostas sejam aprovadas e, portanto, não as incorporam em seu cenário básico. Mas, apenas como exercício, o analista estimou o impacto de uma alta de até 20 pontos percentuais na alíquota da CSLL sobre o preço-alvo das ações do setor. Foram, também, analisados aumentos intermediários de 5, 10 e 15 pontos percentuais.

O Banco do Brasil (BBAS3) seria o mais prejudicado, com uma queda de 28,1% do preço-alvo, que passaria dos atuais R$ 43 para R$ 30,90. Já o Bradesco (BBDC4) seria o mais resistente, com uma queda de 24%, dos atuais R$ 28 para R$ 21,12.

O Banco do Brasil também sentiria o maior impacto sobre a distribuição de dividendos. A XP Investimentos estima que o dividend yield (o rendimento proporcionado pelos dividendos, sobre o preço do papel) do banco federal caia 2,7 pontos percentuais, para 4,6%, se a alíquota da CSLL subir 20 pontos.

Os investidores do Santander (SANB11) também não teriam motivos para festejar. O dividend yield do banco recuaria os mesmo 2,7 pontos, mas o retorno seria ligeiramente maior que o do Banco do Brasil: 4,7%.

“Mantemos recomendação de compra no Banco do Brasil, Bradesco, e neutro em Itaú e Santander Brasil”, afirma a XP. A gestora lembra que o aumento da CSLL não integra seu cenário básico. Caso isso ocorra, as recomendações e preços-alvos serão revisados.

Fonte: Money Times

BB se transformará numa ‘corporation’ com privatização, diz Novaes

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O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, voltou a defender, nesta segunda-feira, a privatização da instituição. Ele afirmou que a ideia não é vender a instituição para um grande grupo estrangeiro ou nacional, e sim transformar o BB em uma grande “corporation”, com o controle pulverizado, por meio da venda de ações a um número maior de sócios, e a participação do governo.

“As pessoas imaginam que o Banco do Brasil seria comprado por um grande banco estrangeiro, ou pelo Itaú ou o Bradesco, por exemplo. Não é nada disso o que está se imaginando. O BB já tem 50% de suas ações em mãos privadas. É só vender mais um pouco e vira uma instituição privada. É só fazer do banco uma corporation com muitos sócios”, disse Novaes, ao participar de uma audiência pública, nesta manhã, promovida pela Comissão Mista de Acompanhamento das Medidas de Combate à Covid-19 do Congresso.

Ele não disse em que momento o governo daria a largada para privatizar o Banco do Brasil. Porém, enfatizou que o setor bancário está passando por uma revolução, que vai se intensificar no ano que vem, em razão de medidas adotadas pelo Banco Central, como o open banking (sistema que permite o compartilhamento de dados dos correntistas), a nova plataforma de pagamentos instantâneos do BC e o favorecimento da atuação de fintechs- empresas que oferecem, via internet, serviços a custos mais baixos que os bancos.

“O banco será cada vez mais uma empresa de tecnologia que presta serviços e corre riscos bancários. Mas nós estamos presos às amarras do setor público. É pensando no benefício do banco que falo em privatização”, afirmou.

Novaes lembrou que, no passado, o Banco do Brasil tinha como bônus parte das folhas de pagamento do setor público e a administração de depósitos judiciais, que hoje são disputados no mercado. Agora, ressaltou, a instituição só têm ônus: precisa submeter todas as decisões importantes ao TCU (Tribunal de Constas da União), está sob o controle da área que cuida de estatais do Ministério da Economia, sua publicidade está submetida à Secretaria de Comunicação da Presidência da República e as medidas a serem oficializadas em publicações no Diário Oficial estão sob o crivo da Casa Civil.

“Nossa política de recursos humanos é travada. Não podemos demitir um mau funcionário, ou premiar um bom funcionário. Não podemos pinçar no mercado uma pessoa para cumprir determinada tarefa, ou dar alguma compensação a algum executivo que está sendo assediado pela concorrência. Perdemos mais de 50 executivos de primeira linha, desde 2019, para o setor privado. Como temos um pessoal extremamente eficiente e conhecedor de suas atividades, o BB consegue se manter, mas com essas mudanças todas no mercado, isso será cada vez mais difícil. Não é uma questão ideológica”, argumentou.

Fonte: O Vale

Funcionários do BB acusam presidente do banco de manipular preços de ações

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A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb) encaminhou ofício à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) acusando o presidente do BB, Rubem Novaes, de manipular os preços das ações da instituição ao dar declarações públicas que favorecem os especuladores que atuam na Bolsa de Valores.

Constantemente, Novaes fala sobre a possível privatização do Banco do Brasil. A Anabb pede que os fatos sejam investigados.

No documento, ao qual o Blog teve acesso, o presidente da Anabb, Reinaldo Fujimoto, diz que, em apenas um dia, os preços das ações do Banco do Brasil tiveram oscilação de 10%. Para ele, as declarações de gestores do banco e de autoridades públicas, como o ministro da Economia, Paulo Guedes, não condizem com uma política clara de informações de uma empresa com ações negociadas no mercado de capitais.

“Disseminar informações incompletas, possivelmente inverídicas, causa prejuízos aos papéis da empresa e configura práticas nocivas aos interesses dos investidores. Pode, ainda, configurar movimentos especulativos impulsionados pelas declarações públicas de intenção de venda do BB”, frisa Fujimoto.

O presidente da associação ressalta ainda que, “por se tratar de uma empresa com papéis junto aos investidores, inclusive minoritários, sendo a Anabb um desses investidores minoritários, solicita uma investigação a respeito do padrão de oscilação das ações do Banco do Brasil”.

Veja a íntegra do ofício da Anabb encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários:

“A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB), acionista do Banco do Brasil, vem reportar, a essa Entidade Reguladora, fatos merecedores de um exame técnico e aprofundado a respeito do comportamento das ações do Banco do Brasil.

O presidente do Banco do Brasil, reiteradas vezes, desde que assumiu o cargo, em 2019, expressa, publicamente, planos e intenções de venda dos ativos da empresa. Esta informação – que afeta diretamente os papeis de uma companhia aberta – está registrada na divulgação de resultados da empresa (20/02/2019), em entrevistas para imprensa (30/10/2019; 30/01/2020; 19/02/2020; 01/06/2020) e, até mesmo, em audiências públicas (08/06/2020).

Recentemente, as ações do BB dispararam 10% (25 de maio de 2020) com os “palavrões” do Ministro da Economia Paulo Guedes enfatizando a ideia de que o BB seja vendido. Vale observar que o Banco do Brasil está vinculado ao Ministério da Economia. Sobre a venda do BB, até datas e prazos são ventilados. Se não for em 2022, será em 2023, especula-se. Por outro lado, o Presidente da República afirmou, em diversas ocasiões, que este assunto não faz parte da agenda do Governo Federal – entenda-se, aqui, o acionista majoritário.

Sabemos e louvamos as iniciativas da CVM a respeito de declarações e afirmações públicas de gestores que não condizem com uma política clara de informações. Disseminar informações incompletas, possivelmente inverídicas, causa prejuízos aos papéis da empresa e configura práticas nocivas aos interesses dos investidores. Pode, ainda, configurar movimentos especulativos impulsionados pelas declarações públicas de intenção de venda do BB.

Por se tratar de uma empresa com papeis junto aos investidores, inclusive minoritários, sendo a ANABB um desses investidores minoritários, solicitamos uma investigação a respeito do padrão de oscilação das ações do Banco do Brasil.

Ao nos colocar à disposição para eventuais esclarecimentos, expressamos nossa desconfiança de que o ativismo verbal envolvendo o Banco do Brasil possa ensejar ações de compra e venda, em desacordo com as regras de informação transparente e completa para todos os investidores.”

Fonte: Blog do Correio Braziliense

ANS encerra regime de direção fiscal na Cassi do Banco do Brasil

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Pouco mais de seis meses após mudanças estatutárias terem sido aprovadas pelos funcionários do Banco do Brasil em seu plano de saúde, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta segunda-feira, 15, encerramento do regime especial de direção fiscal na Caixa de Assistência dos empregados do banco, a Cassi.

De acordo com a ANS, a Cassi conseguiu regularizar seus indicadores econômicos financeiros que levaram à intervenção do órgão em julho do ano passado. Em nota, a Cassi considerou que o fim da direção fiscal é reflexo direto da aprovação da reforma estatutária pelos associados e da adoção de medidas firmes em busca de eficiência operacional e da redução de despesas.

“Agora é o momento de direcionar nossos esforços para a melhoria da assistência à saúde, com ações focadas na prevenção de doenças, para promover uma vida melhor aos nossos participantes”, acrescentou o presidente da Cassi, Dênis Corrêa.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) no final do ano passado, a mudança estatutária aprovada em novembro foi a terceira tentativa de saneamento do plano de saúde dos funcionários do Banco do Brasil. Na época, a Cassi enfrentava um descasamento de capital superior a R$ 900 milhões e corria risco real de liquidação da carteira.

Além do aumento da contribuição mensal dos funcionários do BB, o próprio banco se comprometeu a aportar R$ 1 bilhão no caixa da Cassi ainda em dezembro do ano passado. Com isso, foi possível apresentar à ANS um plano de saneamento que comprovou a possibilidade a readequação financeira da Cassi em um período de 36 meses.

Fonte: O Estado de Minas

Presidente do BB critica apenas escriturário como forma de ingresso

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O próximo concurso Banco do Brasil (BB) está previsto para este ano, com vagas para o cargo de escriturário. Apesar disso, o presidente do banco, Rubem Novaes, voltou a defender a privatização do BB nesta segunda-feira, 8. Além disso, mostrou-se contrário ao fato de o banco ter apenas o escriturário como porta de entrada.

A afirmação foi feita durante sua participação na comissão mista da Covid-19 do Congresso, para informar aos parlamentares as ações do Banco do Brasil no combate aos danos causados pela pandemia. Durante sua participação, o presidente do Banco do Brasil afirmou que a instituição deve ter dificuldades de se adaptar aos desafios tecnológicos e de gestão diante das mudanças que o Banco Central (BC) analisa para o setor, o que inclui novos modelos de empresas financeiras, como as fintechs.

“O mundo bancário vai mudar radicalmente. As empresas bancárias serão cada vez mais empresas de tecnologia”, avaliou.

Com base nas mudanças tecnológicas, o presidente do BB entende que, com “as amarras do setor público”, o Banco do Brasil não terá a capacidade de adaptação necessária. “Apesar de extremamente eficiente, ele [Banco do Brasil] compete com outros bancos com bolas de chumbo amarradas a seus pés”, declarou, citando os mecanismos de controle ao qual o banco é submetido.

Escriturário como porta de entrada

O presidente ainda criticou a porta de entrada na instituição apenas por meio do cargo de escriturário. Segundo ele, é preciso ter pessoas cada vez mais com perfil tecnológico no banco, criticando assim o escriturário tradicional, carreira do BB.

“A porta de entrada do BB é um concurso de escriturário. Essa porta de entrada tem que ser alterada, tem que colocar gente cada vez mais com perfil tecnológico no banco”, disse o presidente, que completou: “Essas transformações, que serão necessárias, serão feitas de maneira pouco adequada, se nós continuarmos presos às amarras do setor público. É pensando no benefício do banco que falo em privatização.”

O deputado Mauro Benevides Filho (PDT) estranhou que Novaes tenha passado boa parte da sua apresentação inicial destacando títulos conquistados pelo banco como o de “Mais Inovador da América Latina”, concedido pela revista Global Finance, e, em seguida, tenha afirmado que é preciso se desfazer da instituição.

O deputado Reginaldo Lopes (PT) também discordou de Novaes. Ele disse que o Banco do Brasil, como um banco público, tem um importante papel para o desenvolvimento da economia brasileira. “Ele deveria continuar sendo do povo brasileiro. É fundamental ele continuar apoiando a agricultura. E, evidente, ele não pode ter uma lógica só de ter lucros”, salientou o deputado.

Fonte: Folha Dirigida

Presidente do BB diz que banco já tomou ações no crédito de R$ 136,8 bi

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O presidente do Banco do Brasil, Rubem de Freitas Novaes, fez nesta segunda-feira (8), um relato das atividades da instituição durante a pandemia do novo coronavírus, em audiência pública virtual da Comissão Mista do Congresso Nacional que acompanha as medidas de combate à covid-19. De acordo com ele, o banco já tomou ações no crédito que somam R$ 136,8 bilhões desde março.

Desse montante, R$ 70,5 bilhões se referem ao adiamento de parcelas de financiamentos já existentes e R$ 66,3 bilhões correspondem a recursos disponibilizados em novos empréstimos.

Para empresas, a ações somam R$ 80 bilhões, sendo R$ 42,1 bilhões em prorrogações de parcelas e R$ 37,9 bilhões em novos financiamentos. Para pequenas empresas, a novas concessões chegaram a R$ 8,6 bilhões. Para as famílias, foram R$ 33,8 bilhões em ações no crédito pelo Banco do Brasil, sendo R$ 26,3 bilhões em adiamento de parcelas e R$ 7,5 bilhões em crédito novo.

De acordo com Novaes, as ações para o agronegócio somam R$ 23 bilhões, com R$ 2,1 bilhões em prorrogações de parcelas e R$ 20,9 bilhões em novas operações.

O presidente do banco destacou a liberação de R$ 358,2 milhões para o financiamento de folha de pagamentos, para cerca de 11,6 mil empresas. “Embora folha de pagamento não seja um dos focos do BB, que tem apenas 6% desse mercado, temos 20% das liberações do programa. O programa tem usado menos do que os recursos que foram disponibilizados por ele, mas o Banco Central deve anunciar em breve mudanças para impulsionar esse crédito”, acrescentou.

Novaes garantiu ainda que as atividades essências de atendimento ao público do banco continuam funcionando normalmente, com 98% das agências abertas, com exceção daquelas impedidas de operar, por se localizarem em shoppings, por exemplo. “Cerca de 50% da nossa força de trabalho está trabalhando à distância, principalmente funcionários em grupo de risco (para a covid-19)”, completou.

Fonte: Info Money

Banco do Brasil compra R$ 2,6 bilhões em carteiras do Banco Votorantim

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O Banco do Brasil informou que comprou R$ 2,602 bilhões em carteiras do Banco Votorantim (BV Financeira). A operação foi revelada em comunicado sobre transações com partes relacionadas, já que o Banco Votorantim é controlado pelo BB e a família Ermírio de Moraes.

As compras foram realizadas em duas operações. A primeira, com data de cessão em 27 de maio, no valor de R$ 1,337 bilhão. A segunda, com data de cessão em 28 de maio, e valor de R$ 1,265 bilhão.

As operações consistem em cessão de direitos creditórios com retenção substancial dos riscos e benefícios (com co-obrigação do cedente). Segundo o BB, a co-obrigação assumida pelo Votorantim prevê o pagamento dos vencimentos independentemente da inadimplência da carteira, com mecanismo de “first loss”.

De acordo com o banco, o negócio com o Votorantim “decorre da sinergia estratégica entre as instituições”. Há ainda uma cláusula de recompra de operações liquidadas antecipadamente pelos devedores, de operações inadimplentes ou que sejam objeto de falhas/vícios de contratação. “Os procedimentos e medidas adotadas seguem os padrões do mercado de cessões de créditos, sendo formalizadas por intermédio de contratos de cessões de direitos creditórios e validadas e liquidadas na C3 (central de registro de contratos de crédito) a preço de mercado”, diz o BB.

Fonte: Valor Investe

Comissão de Empresa de Funcionários do BB retoma negociações com o banco

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu com o banco na sexta-feira (12) para debater uma série de medidas que vem sendo adotas pelo banco em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus. Entre os temas debatidos, estão a padronização dos protocolos de sanitização e saúde dos funcionários, banco de horas negativo, férias compulsórias, metas e flexibilização do horário. A reunião se prolongou e continua na tarde desta segunda-feira (15).

“O banco apresentou dados importante de medidas que vem adotando em conjunto com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) para prevenir o contágio do novo coronavírus e resguardar a saúde dos funcionários, clientes e da população em geral”, disse o coordenador da CEBB, João Fukunaga. “Mas, existem muitos pontos que precisam ser discutidos para evitarmos prejuízos aos funcionários que estão em casa, cumprindo o isolamento social e também daqueles que estão trabalhando”, completou.

A sanitização das unidades, protocolos de afastamentos de funcionários com suspeita de contágio e casos confirmados, assim como dos colegas que tiveram contato com eles, e a cobrança de metas são algumas das questões que envolvem os trabalhadores que cumprem suas jornadas em seus locais de trabalho.

“A não padronização dos protocolos tem levado gestores a tomar medidas distintas para casos semelhantes. Isso prejudica alguns dos funcionários. Também estamos exigindo que todos sejam testados para constatar a presença do vírus”, informou Fukunaga.

Banco de horas

A CEBB também voltou a discutir com o BB a respeito do banco de horas negativo. A proposta do banco é que os funcionários afastados de suas unidades de trabalho que não têm como exercerem o trabalho em home office, tenham que pagar as horas não trabalhadas, sem qualquer negociação sobre a quantidade de horas ou o valor a ser descontado.

“Sobre o banco de horas, existem duas questões. A primeira é que os funcionários estão afastados devido à pandemia. É uma questão de saúde. Não estão de folga. Em outros países, os trabalhadores estão tendo suas horas abonadas por determinação do governo. Aqui, o governo lançou uma MP que permite as empresas a criar banco de horas e descontar os salários dos trabalhadores. A segunda questão é que, pelo nosso Acordo Coletivo, as horas precisam começar a ser pagas já no mês que vem. Isso quer dizer que o banco pode deixar sem salário funcionários que estão afastados por uma questão de saúde pública”, explicou.

Férias

Outro ponto de debate são as férias compulsórias. Funcionários já estão faz quase dois meses de férias compulsórias e, muitos deles terão que, além de terem perdido suas férias, entrar no banco de horas para manter o isolamento social.

Fonte: Contraf-CUT

Ação do BB está atrativa considerando que “2020 não durará para sempre”

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As ações do Banco do Brasil (BBAS3) estão atraentes, considerando que o ano de 2020 não irá durar para sempre, de acordo com a análise do Safra. O banco realizou reuniões virtuais com a empresa para entender a perspectiva do Banco do Brasil em relação a desaceleração econômica. Na visão dos executivos, a perspectiva é desafiadora, mas eles acreditam que estão em boa posição de capital e com créditos robustos para enfrentar o cenário.

“Em suma, acreditamos que o Banco do Brasil parece bem posicionado para enfrentar a turbulência econômica causada pela pandemia do Covid-19, principalmente em relação à qualidade do crédito e às necessidades de provisionamento para perdas com empréstimos”, informou o Safra.

Mesmo assim, para os analistas, os resultados do banco deve ser severamente afetados por receitas mais baixas de honorários e contribuições de equivalência patrimonial de participações de subsidiárias e investimentos.

Por outro lado, parece que a maioria desses eventos pode não ocorrer em 2021, quando o banco deve apresentar um resultado muito melhor. Sendo assim, o Safra manteve a recomendação de compra das ações da companhia com preço-alvo de R$ 51 por ação.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil pressiona bancários por acordo da 7ª e 8ª horas

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Numa prática nada respeitosa o Banco do Brasil está pressionando os bancários e bancárias para que aceitem individualmente um acordo para quitação da 7° e 8° horas dos assistentes A e B, referente ao processo coletivo proposto pelo Sindicato dos Bancários de Guarulhos. O processo teve julgamento favorável aos trabalhadores e trabalhadoras no TST em relação aos recursos interpostos naquela instância. Para atrasar a conclusão do processo, o BB interpôs Recurso Extraordinário, mas ainda não houve encaminhamento para o Superior Tribunal Federal (STF).

O Sindicato foi procurado pelos representantes legais da instituição acenando com a possibilidade de um acordo, mas não enviaram os seus parâmetros, item essencial para que houvesse a convocação dos bancários e bancárias para análise da proposta em assembleia, sendo assim, o banco age de maneira antiética ao procurar diretamente os trabalhadores e trabalhadoras, um desrespeito à representação sindical.

Se você é funcionário/funcionária do Banco do Brasil e exerceu a função de assistente A e B entre 2008 e 2013 e fez parte da base de atuação do Sindicato de Guarulhos e Região (Guarulhos, Arujá, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos e Mairiporã) em 2013, você faz parte desta ação judicial.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Guarulhos

WhatsApp traz pagamento digital ao Brasil em parceria que inclui Cielo e BB

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Usuários do WhatsApp, do Facebook, no Brasil agora poderão fazer pagamentos por meio do aplicativo, em uma parceria anunciada nesta segunda-feira, incluindo instituições financeiras incluindo o Banco do Brasil e a empresa de meios de pagamentos Cielo.

A nova ferramenta permite que usuários transfiram dinheiro a pessoas ou empresas no país dentro de uma conversa, anexando o pagamento como se fosse foto ou vídeo. “O Brasil é o primeiro país em que estamos lançando amplamente pagamentos no WhatsApp”, afirmou o presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, agradecendo aos parceiros que tornaram isso possível, incluindo Nubank e Sicredi, além do BB e da Cielo.

Zuckerberg já havia dito em abril que a empresa estava expandindo ferramentas para negócios no WhatsApp. A notícia fez as ações da Cielo dispararem quase 35% na máxima da sessão, mesmo num dia bastante negativa na bolsa por aversão a risco com preocupações relacionadas à Covid-19. Por volta de 13:17, os papéis subiam 29%, a 5,42 reais, enquanto o Ibovespa caía 1,62%.

Analistas do Itaú BBA consideraram a notícia positiva para a empresa de meio de pagamentos, embora tenham ponderado que ainda é difícil de avaliar quanto. “O anúncio não é uma surpresa, pois o WhatsApp tem falado nos últimos meses sobre extensão de suas iniciativas no setor de pagamentos no Brasil. Uma vez implementada, a ferramenta permitirá uma forma de pagamento nova e, teoricamente, amigável, tanto no relacionamento P2P quanto no P2B.”

Eles ressaltaram, contudo, que ainda há incertezas sobre se, além dos emissores mencionados, outros principais emissores de cartões também se juntarão à plataforma do WhatsApp, bem como a estrutura econômica apresentada – 3,99% para operações de débito e crédito parecem superiores às taxas vigentes no mercado.

Ainda chamaram a atenção para o fato de que a Cielo não declarou exclusividade no método de pagamento com o WhatsApp, o que traz a dúvida se outros adquirentes também podem se tornar parceiros na mesma plataforma. O sistema de pagamento usará o Facebook Pay e será gratuito para usuários individuais, cobrando das empresas uma taxa pelo recebimento de pagamentos.

De acordo com a Cielo, o pagamento de pessoa para pessoa funcionará na modalidade débito e o pagamento de pessoa para empresas ou empreendedores funcionará nas modalidades débito e crédito. Nas transações de débito, o comerciante receberá o valor da venda em um dia e nas transações de crédito, em dois.

O WhatsApp possui mais de 120 milhões de usuários individuais no Brasil, seu segundo maior mercado, atrás da Índia, onde o sistema de pagamentos vinha sendo testado desde de 2018.O lançamento no Brasil, além de ser o primeiro de forma nacional, também terá a opção de pagar diretamente uma empresa.

INCLUSÃO FINANCEIRA

Em comunicado, a Cielo disse que a versão mais recente do aplicativo apresentará gradativamente a opção ‘pagamentos’ no menu e que, por meio dela, é possível realizar pagamentos 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano, além de acompanhar o histórico de transações.

“O interessado em realizar pagamentos para outras pessoas ou para empresas precisará cadastrar e validar seu cartão de débito ou múltiplo no WhatsApp. Os comerciantes interessados em realizar vendas precisarão se credenciar à Cielo por meio da plataforma do WhatsApp”, afirmou a credenciadora.

O BB disse que permitirá gradativamente aos seus clientes detentores de cartões a realização de transferências de pessoa para pessoa e a realização de compras por meio do aplicativo. “O WhatsApp é muito usado no país, tanto por pessoas quanto por pequenas empresas”, disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp, sobre o Brasil. “Acreditamos que podemos ajudar a aumentar os pagamentos digitais, ajudar a ampliar a economia digital com pequenas empresas e ajudar a apoiar a inclusão financeira”, disse em entrevista à Reuters.

Muitas das pequenas empresas do Brasil já usam o WhatsApp como ferramenta de marketing para responder perguntas ou enviar catálogos, segundo Idema. Ele acrescentou que a implantação no Brasil foi planejada há muito tempo, mas pode ajudar os usuários que estão trancados durante a pandemia de coronavírus.

“Não podemos ter o tipo de interação que normalmente teríamos, se você quer emprestar dinheiro a alguém ou se deseja comprar algo de uma empresa local”, disse ele. Idema disse que a empresa planeja levar o sistema de pagamento para vários outros países, mas não especificou quais.

Fonte: Terra

BB vai instalar correspondentes bancários em cidades do Jalapão

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A Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (SICS) se reuniu na manhã desta quarta-feira, 17, com a superintendência comercial do Banco do Brasil para tratar sobre implantação de correspondente bancário na região do Jalapão.

Segundo o secretário da Sics e presidente da Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), Tom Lyra, esta iniciativa é uma orientação do governador Mauro Carlesse, para que os municípios das regiões econômicas sejam contemplados com a instalação de correspondentes bancários a fim de auxiliar na promoção do desenvolvimento econômico e garantindo acesso do setor empresarial em todas as regiões do Estado.

“A reunião com o superintende foi muito positiva, pois estamos planejando visitar a região do jalapão para estudar a viabilização das agências, mas a ideia é de expandir esse projeto para todas as oito regiões econômicas do Tocantins, conforme preconiza o governador mauro Carlesse”, pontuou Tom Lyra, informando que esse encontro com superintendente do Banco do Brasil é resultado de uma solicitação dos prefeitos das cidades que compõem a região do jalapão.

Na reunião, o superintendente do Banco do Brasil, Raul Abu Bakr Mohamed Wahb, informou que a instituição já estava estudando um projeto para implantação de correspondentes bancários a fim de atender as necessidades da região do Jalapão.

De acordo com o secretário Tom Lyra, o próximo passo é agendar um encontro com os prefeitos para apresentar a intenção do Banco do Brasil em instalar correspondentes naquela região, além de construir uma agenda para, que junto com o superintendente do Banco, possam visitar os municípios do Jalapão a fim de definir locais para instalação dos correspondentes do Bancários.

Participaram ainda da reunião, a diretora de Indústria, Comércio e Serviços da Sics, Genny Pinheiro, e a superintendente de Desenvolvimento do Turismo da Adetuc, Maria Antônia Valadares.

Fonte: Secretaria de Comunicação do Tocantins

Fundação BB com CTA-ZM distribuem 21 toneladas de alimentos em Viçosa

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O gerente geral da agência Banco do Brasil em Viçosa, Diego Lima, destaca que uma ação tão importante como esta só é possível porque existem várias pessoas e empresas envolvidas: “A iniciativa do CTA tem o apoio da BB Seguros e o Banco BV, empresas do conglomerado Banco do Brasil, além da cooperativa de crédito COOPERFORTE, que destinaram recursos à Fundação Banco do Brasil para ações de assistência social, prevenção e combate à pandemia de Covid-19. Além destas empresas, tivemos ainda o importante apoio da ActionAid e da Rede Raízes da Mata na articulação logística”.

As famílias agricultoras agroecológicas da Zona da Mata mineira também são grandes protagonistas desta ação, fornecendo o que nós chamamos de comida de verdade: alimentos frescos, saudáveis e sem uso de agrotóxicos. “Isto nos proporcionou a oportunidade de conseguir produtos de alta qualidade, de culturas agroecológicas, ao mesmo tempo que geramos renda na região”, destaca Diego Lima.

As cestas contêm feijão, fubá, canjiquinha, inhame, batata doce, abóbora, limão, mexerica, laranja, limão doce, banana, abacate, açúcar mascavo, farinha de mandioca, farinha de milho crioulo e barras de sabão caseiro. Além de cinco toneladas do famoso arroz agroecológico do MST. Tudo produzido com todo carinho pelas famílias do campo para ajudar as famílias da cidade.

Esta ação foi muito especial para a presidente da Cooperativa de Produção da Agricultura Familiar Solidária de Espera Feliz (Coofeliz), Sandra Hottes Alves: “A nossa sensação é do dever cumprido. Muitas pessoas foram beneficiadas e isso pra nós, enquanto cooperativa, é o que nos realiza, é o que coloca pra gente a certeza de que o nosso trabalho está sendo valorizado e ao mesmo tempo a gente está ajudando pessoas”.

Sandra, que também é coordenadora geral do CTA, se emocionou ao contar sobre a reação das famílias agricultoras quando foi buscar os alimentos: “Ver o brilho no olhar de cada um foi uma perfeição. Não tem preço a alegria dos agricultores de saber que outras famílias estão sendo beneficiadas com esses produtos, além de poder melhorar a renda da sua própria família”.

Diego Lima acrescenta o quanto é importante que “cada vez mais agentes da sociedade tenham consciência que juntos poderemos atravessar esta situação”. E, para quem pode contribuir, “a Fundação Banco do Brasil continua recebendo doações para apoiar ações de prevenção e combate ao novo Coronavírus. Os recursos serão utilizados para assistência social, alimentação, cuidados com a saúde, aquisição de insumos e equipamentos hospitalares e repassados à sociedade por meio de entidades privadas sem fins lucrativos e com notória atuação nas áreas de assistência social e saúde”.

Fonte: Centro de Tecnologias Alternativas