Eleições AGEBB têm chapa única em 2024: diretoria mantida e conselhos terão novatos

Publicado em: 22/07/2024

O atual presidente Adriano Domingos, bem como seus vices Denison Jordão Lima e Ronald Feres, serão mantidos na diretoria executiva da AGEBB no próximo triênio (2025/2027). Eles compõem a chapa Integração e Valorização, a única inscrita para as eleições deste ano, que também definirão os novos membros do Conselho Deliberativo e também do Conselho Fiscal. O prazo para a inscrição de chapas e candidatos encerrou-se no dia 15 de julho.

As Eleições AGEBB 2024 serão realizadas entre os dias 2 e 9 de setembro por sistema eletrônico, a ser implementado no site da associação, conforme o regulamento aprovado pela Comissão Eleitoral, sob a presidência de Olivia Souza Januário de Freitas. Seu vice é Pedro Ferreira de Barros e a secretária Maria Teresa Lacerda.

Quatro candidatos concorrem às três vagas do Conselho Fiscal. O único a buscar a reeleição é o presidente Aliomar Jardim Pinho. Os demais, Douglas Ozores Rosa, Denilton Pereira da Silva e Oscar Donizetti Parolin concorrem pela primeira vez.

Para as vagas do Conselho Deliberativo, buscam a reeleição a presidente Rosana Cristina Calil, além de Luiz Gilberto Avanço, Osvaldo Barquilha Amiranda, Luiz Carlos da Silva Filho e Vânia Myrian Siviero. Debutam no pleito o trio Creide Aparecida Mendes, Elder Ribeiro de Abreu e Jiudete Freitas da Silva.

Após o término das eleições, a chapa eleita definirá os nomes que vão compor as diretorias Jurídica, de Comunicação, Financeira, Administrativa, Patrimonial e a Social e de Eventos. A cerimônia de posse ocorrerá no dia 1º de outubro de 2024.

Chapa Integração e Valorização para Diretoria Executiva
Presidente: Adriano Domingos
1° Vice- Presidente: Denison Jordão Lima
2° Vice- Presidente: Ronald José dos Reis Feres

Candidatos para Conselho Fiscal
1- Aliomar Jardim Pinho
2- Douglas Ozores Rosa
3- Denilton Pereira da Silva
4- Oscar Donizetti Parolin

Candidatos para o Conselho Deliberativo
1- Rosana Cristina Calil
2- Luiz Gilberto Avanço
3- Osvaldo Barquilha Amiranda
4- Luiz Carlos da Silva Filho
5- Creide Aparecida Mendes
6- Elder Ribeiro de Abreu
7- Jiudete Freitas da Silva
8- Vânia Myrian Siviero

Fonte: AGEBB

Itaú, BB, Santander e Bradesco: quais devem ser os destaques dos “bancões” no 2T24?

Publicado em: 18/07/2024

A temporada de balanços para os bancões da Bolsa brasileira começa na próxima quarta-feira (24), antes da abertura do mercado, com os números do Santander Brasil (SANB11).

De um modo geral, não houve grandes mudanças na visão de quais bancos devem se sair melhor, com destaque para o Itaú (ITUB4), enquanto o Bradesco (BBDC4) deve voltar a ser o desvio negativo entre os bancões. Por outro lado, Santander pode apresentar gradual melhora enquanto o BB, apesar de apresentar números ainda bastante sólidos, pode registrar alguns pontos de atenção na visão de alguns investidores.

O Goldman Sachs espera que as tendências de melhor rentabilidade continuem para o Itaú e Banco do Brasil (BBAS3), enquanto o Bradesco e o Santander ainda estão “atrasados”, sendo que o banco americano está mais cauteloso com o Santander Brasil do que o consenso.

Do ponto de vista macroeconômico, o JPMorgan vê o crescimento dos empréstimos acelerando gradualmente mês a mês no Brasil, levando a Febraban a revisar sua estimativa para o ano de 2024 para 10% na base anual, com crescimento mais forte do crédito pessoal em comparação com empresas.

Sobre a qualidade dos ativos, o banco pontua que, após alguns meses de melhorias, as taxas de inadimplências (NPLs) parecem ter se estabilizado, pois as famílias permanecem endividadas e as inadimplências das Pequenas e médias empresas (PMEs) ainda estão aumentando. Ainda assim, os investidores parecem mais focados no crescimento e na recomposição das margens, que devem ser monitorados de perto pelo mercado também nas teles.

Santander – 24 de julho – antes da abertura

O JPMorgan espera que o Santander registre lucros de R$ 3,3 bilhões com NII (margens financeiras) de mercado fraco e NII de cliente atrasado em relação ao crescimento dos empréstimos. O banco espera que o Santander se beneficie, por outro lado, da recuperação dos empréstimos para automóveis.

O Goldman tem projeção de expansão modesta dos lucros antes de impostos, que será compensada por uma taxa de imposto mais elevada. “Esperamos que o Santander Brasil registre R$ 3,1 bilhões em lucros recorrentes (+2% no trimestre, +34% no comparativo anual), com ROE [Retorno sobre o Patrimônio Líquido] aumentando 25 pontos-base no trimestre, para 14,2%. No entanto, antes dos impostos, os lucros devem crescer 13% no trimestre, uma vez que uma normalização gradual na taxa efetiva de imposto (20,0% de 13,7% no 1T24) deve impactar negativamente os resultados financeiros”, avalia.

A expectativa é de uma margem financeira sequencialmente melhor, enquanto as despesas operacionais permanecem relativamente sob controle, embora “outras” despesas possam continuar pressionadas por comissões e provisões operacionais.

O Bradesco BBI, por sua vez, prevê tendências negativas, principalmente na margem financeira. “Acreditamos que o Santander reportará margem estável no trimestre em relação ao 1T24, refletindo comparações difíceis no primeiro trimestre, enquanto os resultados de Tesouraria deverão ter um impacto negativo na margem com o mercado. Além disso, não esperamos ver grandes alterações nas despesas de provisão do banco, uma vez que o índice de empréstimos inadimplentes deverá permanecer estável em 3,2%”, avalia.

Enquanto isso, avalia o BBI, as receitas de tarifas e as despesas operacionais deverão continuar crescendo a um bom ritmo. É importante ressaltar que acredita que a melhora gradual nos resultados deve ocorrer apenas no 2S24 e ao longo de 2025, enquanto os resultados do 2T24 podem decepcionar os investidores. Por exemplo, a estimativa do BBI de lucro líquido de R$ 3,0 bilhões fica 8,2% abaixo da estimativa de consenso da Bloomberg.

Já a Genial Investimentos está um pouco mais otimista. Os analistas ressaltam que, após um desempenho superior às suas expectativas e ao consenso do mercado no 1T24, com um ROE de 14%, o 2T24 continuará a mostrar sinais de recuperação de rentabilidade. “No entanto, acreditamos que essa recuperação ocorrerá de forma mais gradual, sem grandes surpresas. Para o 2T24, projeta um lucro líquido recorrente de R$ 3,24 bilhões, representando um aumento de 7,5% na base trimestral e 40,6% ano a ano”, afirma.

A casa espera uma leve expansão trimestral no ROE de +0,85 ponto percentual (pp) trimestre a trimestre e +3,67 pp na base anual para 14,6% — embora em processo de melhora, o desempenho ainda está abaixo dos níveis históricos do banco. A projeção LSEG é de um lucro de R$ 3,1 bilhões no segundo trimestre.

Bradesco – 5 de agosto – antes da abertura

O Goldman Sachs espera uma melhoria muito gradual da rentabilidade para o Bradesco. A expectativa é de uma melhoria sequencial modesta no total do NII e nas taxas de serviços, o que pode exigir uma aceleração no 2S24 para cumprir o guidance. A projeção é de um crescimento da carteira de empréstimos de 2% no trimestre, levando a um aumento de 5% no trimestre no total do NII, mas ainda uma queda de 4% no comparativo anual, com margem financeira estável.

“Acreditamos também que a normalização da margem financeira do mercado poderia ser mais modesta com um cenário de taxas estáveis/mais altas. As provisões também podem aumentar sequencialmente devido à maior originação em linhas de maior risco, como as PME (pequenas e médias empresas)”, afirma a equipe de análises. As despesas operacionais deverão aumentar modestamente no trimestre, mas permanecerão sob controle. Positivamente, os seguros devem ter melhora de 24% no trimestre devido a melhores resultados financeiros, conduzindo os números do 1S24 dentro da faixa de orientação. A projeção é de um ROE melhorando apenas para 10,6%, de 10,5% no 1T24.

O JPMorgan prevê lucros de R$ 4,3 bilhões (ROE de 10,7%) para o Bradesco e acredita que o foco estará na trajetória do NII e NIM (margem de lucro líquida) dos clientes (grande decepção do 1T24), bem como atualizações sobre seu plano estratégico, notadamente iniciativas de custo.

O Santander espera que o Bradesco reporte lucro líquido recorrente de R$ 4,286 bilhões no 2T24 (ROE de 10,7%), queda anual de 5%, mas melhorando 2% na base trimestral.

“O crescimento do crédito deverá acelerar, na nossa opinião, beneficiando a receita do banco. Por outro lado, a margem financeira do mercado poderá prejudicar a melhoria do crédito, dadas as expectativas de taxas de juro mais elevadas. Esperamos também melhoria na qualidade dos ativos no segmento pessoa física, mas com aumento das provisões devido ao crescimento da carteira de crédito”, avalia o Santander. A expectativa é de que uma recuperação dos lucros do Bradesco é um longo caminho e projeta que os resultados do 2T sejam piores do que as expectativas consensuais. Mesmo assim, ainda vê o ponto médio do guidance como alcançável em 2024.

Itaú – 6 de agosto – depois do fechamento

O JPMorgan aponta que o Itaú deve registrar mais um trimestre sólido com 22% de rentabilidade e continua sendo sua principal escolha no Brasil, dada sua consistência de resultados, forte posição de capital e atrativo Preço/Lucro de 7,0 vezes com rendimentos de 8% a 10%. Segundo as estimativas do banco, o lucro deve atingir R$ 9,9 bilhões, alta anual de 13% na base anual.

Na mesma linha, o Goldman espera que o impulso de lucros sólidos deve persistir. A projeção é de R$ 10,0 bilhões (+3% no trimestre, +15% no comparativo anual) em lucros recorrentes no 2T24, embora ainda espere um crescimento dos empréstimos um tanto moderado, dada a redução de risco da carteira.

“Ainda assim, acreditamos que o Itaú poderá convergir para o guidance da carteira de empréstimos até o final do ano (6,5-9,5%). O NII de clientes e de mercado pode seguir tendências semelhantes ao 1T24, levando a NIMs estáveis”, aponta o banco. Assim, o ROE deve chegar a 22,4% (ante 21,9% no 1T24 e 20,9% no 2T23).

A Genial espera que o Itaú se destaque novamente com o melhor desempenho entre os bancos incumbentes do setor. “Estimamos um lucro líquido recorrente de R$ 10,1 bilhões para o 2T24, um aumento de 3,3% na base trimestral e 15,4% anualmente. Projetamos uma rentabilidade robusta (ROE) de 22,5%, um crescimento de 0,6 pp trimestre a trimestre e 1,6 pp na base anual, superando significativamente outros bancos privados como Santander e Bradesco”, avalia a casa de análise.

Para o trimestre, acredita que o lucro deve ser impulsionado pela evolução contínua da receita líquida de juros (ou NII), além de uma melhora no custo de crédito decorrente da estabilização da inadimplência e da expansão mais controlada das despesas administrativas. A projeção LSEG para o lucro é de R$ 10 bilhões.

Banco do Brasil – 7 de agosto – depois do fechamento

Para o Banco do Brasil (BBAS3), o JPMorgan espera lucro de R$ 8,5 bilhões (ROE de 21%) e os principais tópicos devem girar em torno da contribuição da Patagonia para o NII (R$ 1 bilhão no 1T24). Inadimplência de empresas e agronegócio deve seguir em alta, o que pode impactar provisões.

O Santander estima que o Banco do Brasil tenha R$ 9,369 bilhões de lucro líquido ajustado no 2T24, +1% na base trimestral e +7% frente o 2T23, com um ROAE de 20%. “Prevemos sólida expansão de receitas, com forte contribuição da Patagônia. No que diz respeito às taxas de serviços, esperamos que as fracas receitas da conta corrente sejam compensadas por outras linhas de taxas. A inadimplência deverá apresentar uma ligeira deterioração em segmentos específicos, a nosso ver, mas nada alarmante. Dito isto, espera-se que as provisões permaneçam num nível elevado. Por fim, prevemos que as despesas se alinhem com o guidance, apesar de um repique esperado nas despesas administrativas”, aponta o banco.
A equipe de análise do Santander aponta estar mais preocupada com a visão dos investidores sobre o 2T do BB, visto que a combinação de: (i) novos resultados fortes da Patagônia; (ii) deterioração da inadimplência no segmento rural; (iii) provisões elevadas; e (iv) um salto nas despesas administrativas pode levar os investidores a acreditarem que o 2T foi um trimestre de baixa qualidade, fazendo com que as ações apresentem desempenho ruim, similar ao que aconteceu após a divulgação dos resultados do 4T23 e 1T24. “Mesmo assim, ainda acreditamos que o BB pode alcançar um crescimento saudável com um valuation (muito) interessante”, avalia. A projeção é de um crescimento da carteira de crédito de 11% na base anual, com importante contribuição vinda do segmento de varejo.

O Goldman projeta lucro recorrente de R$ 9,2 bilhões no 2T24 (-1% no trimestre e +5% no ano), o que implica um ROE de 20,9% e avalia que a NII deverá persistir num nível forte (+14% face ao período do 2T23 versus o guidance de 7-11%), em parte ainda beneficiado pelo Patagônia. Por outro lado, as provisões devem se normalizar parcialmente a partir de uma base de comparação elevada no 1T24, quando as provisões aumentaram 46% na comparação anual. O consenso LSEG projeta um lucro de R$ 9,25 bilhões para o período entre abril e junho.

Fonte: Infomoney

Economus bate metas de rentabilidade do 1º semestre de 2024

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A gestão do Economus, em um cenário econômico desafiador, alcançou resultados que superaram as metas atuarias no 1º Semestre de 2024. Esse desempenho é fruto do cumprimento rigoroso das diretrizes estabelecidas nas Políticas de Investimentos, aprovadas pelo Conselho Deliberativo.

Abaixo, apresentamos a rentabilidade de cada plano em comparação com a meta traçada para o período:

Os Perfis de Investimento do PrevMais também superaram as metas de rentabilidade. Destacamos o Perfil Conservador, que atingiu 105% do seu benchmark, o CDI, no semestre, conforme a tabela a seguir:

O Economus realizou movimentos estratégicos para a aquisição de novos títulos de Renda Fixa, acumulando R$ 430 milhões em compras no semestre, e adotou uma postura defensiva na gestão de Renda Variável.

A economia se mostrou mais volátil do que se esperava e continua a sofrer influência das expectativas de inflação, resultando na manutenção de juros elevados pelos Bancos Centrais, que têm adotado uma postura mais cautelosa. As políticas fiscais e os efeitos duradouros nos índices de preços têm mantido as taxas de juros em patamares mais elevados.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual em maio, para 10,50% ao ano. Apesar da redução pontual, os agentes de mercado elevaram suas projeções para os juros de longo prazo devido, principalmente, ao aumento nas projeções de inflação, refletindo a preocupação com a condução das metas fiscais pelo Governo.

Neste contexto, o mercado financeiro continuou desafiador no semestre encerrado em junho, com elevada volatilidade e dificuldades para os ativos de maior grau de risco, como os títulos públicos com marcação a mercado e índices da bolsa de valores. Esses apresentaram desempenho acumulado negativo, a exemplo do principal índice para títulos públicos IMA-B (-1,1%) e do Ibovespa (-7,6%),

Para verificar o desempenho dos planos e dos perfis de investimento do PrevMais, clique aqui ou acesse o endereço eletrônico do Economus. Na aba Investimentos, clique em Desempenho dos Investimentos e escolha a opção desejada.

Na área de acesso restrito aos participantes também é possível acessar o Relatório Mensal de Investimentos, contendo as carteiras e ativos de forma detalhada, com destaques e informações completas.

Fonte: Economus

BB se compromete a não mexer na gratificação dos caixas durante a campanha

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O Banco do Brasil se comprometeu a não mexer na gratificação dos caixas durante a Campanha Nacional 2024 e a negociar a pauta durante o período. A garantia foi dada pela direção do Banco do Brasil no início da terceira mesa de negociação específica da Campanha Nacional 2024 para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), na tarde desta sexta-feira (12).

O secretário-geral e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) na CEBB, Gustavo Tabatinga Júnior, destacou que o ponto nem deveria ser debatido nesta reunião. “Mas não tivemos como não cobrar essa decisão. Precisamos tirar essa insegurança da cabeça dos trabalhadores, que contam com esta renda para os seus compromissos.”
Cláusulas sociais em debate

O tema central da reunião foi cláusulas sociais, com destaque para teletrabalho, jornada de trabalho, além de auxílios financeiros.

A CEBB reivindicou a ampliação do percentual de funcionários e dos dias da semana em teletrabalho, seja no sistema híbrido ou totalmente remoto. De acordo com o Banco do Brasil, atualmente, cerca de 38% dos 87 mil bancários estão em teletrabalho. A garantia da igualdade de tratamento, remuneração e direitos do trabalhador que realiza seu trabalho à distância, como o respeito aos feriados regionais, também foi abordada.

“Reforçamos que o banco amplie esse modelo de trabalho em áreas com CRBB, SAC Escritórios Exclusivos, entre outras áreas onde não há atendimento presencial e já existem projetos piloto, mas que, em muitos casos, não estendem o público”, afirma Antonio Netto dirigente do SP Bancários e representante da FETEC-SP na CEBB.

Redução da jornada

Outra reivindicação apresentada foi a redução da jornada de trabalho para quatro dias da semana. Levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que a implementação da jornada de quatro dias, entre os bancários que hoje realizam a jornada de 37 horas semanais, teria o potencial de criar mais de 108 mil vagas no setor, ou 25% do total de vagas que existem atualmente.

Se a jornada reduzida fosse implementada entre os trabalhadores com jornada semanal de 30 horas, o potencial de geração de emprego seria de mais de 240 mil vagas, ou 55,5% do total que existe hoje.
Banco de horas negativa

O movimento sindical pediu ainda o quadro atualizado da quantidade de horas negativas que os bancários têm de fazer a compensação até maio de 2025, para buscar alterativas para os trabalhadores zerarem suas horas negativas.

Fonte: Contraf-CUT, com edição de SPBancários

Concurso Banco do Brasil pode ter organizadora definida: Fundação Cesgranrio

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A Fundação Cesgranrio pode ficar à frente do próximo concurso Banco do Brasil. Isso porque ainda há contrato válido junto à instituição até o ano que vem.

O contrato, assinado em 2020, já teve duas prorrogações. A última posterga o prazo de vigência até dezembro de 2025.

De acordo com a descrição dos serviços da banca, a Fundação Cesgranrio poderá realizar quantos concursos forem necessários durante a validade do contrato. O Banco do Brasil pontua que os concursos serão realizados quando (e se) ocorrer existência de demanda.

Desta forma, caso o novo concurso seja aberto até o final de 2025, a Fundação Cesgranrio será a banca responsável pela aplicação das provas. Os últimos concursos do Banco do Brasil já foram organizados pela Cesgranrio.

Desde junho, o Banco do Brasil confirmou os estudos para a abertura de um novo concurso BB. A instituição disse, em comunicado enviado aos funcionários, que está mapeando a necessidade e o orçamento.

Concurso Banco do Brasil tem cargos em definição

O número de vagas e os cargos do concurso Banco do Brasil ainda estão em estudo. Em sua estrutura, a instituição dispõe das seguintes carreiras:

escriturário – agente comercial (nível médio);
escriturário – agente de Tecnologia (nível médio);
médico (nível superior); e
engenheiro de Segurança do Trabalho (nível superior).

Os últimos concursos foram destinados apenas à carreira de escriturário. Em 2022, foi publicado um edital com 6 mil vagas, com lotação em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

As oportunidades foram distribuídas por dois perfis profissionais, sendo eles:

agente comercial (escriturário tradicional) – profissional que atua no banco, principalmente no atendimento ao cliente, e conta com postos em todas as agências do país; e agente de tecnologia (escriturário voltado para a área de TI) – profissional que atua na área de TI, com conhecimentos específicos, e exerce tal função no Distrito Federal, em Brasília.

Em ambos os casos, o requisito foi o ensino médio completo. Os ganhos iniciais do último concurso Banco do Brasil foram de R$5.436,03, sendo R$3.622,23 de vencimento, R$1.014,42 de auxílio-alimentação/refeição e R$799,38 de cesta-alimentação.

Já para os cargos de nível superior, vinculados ao Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), o BB não publica editais de concurso há dez anos (2014).

Fonte: Folha dos Concursos

BB e BNDES juntos para incentivar os catadores de materiais recicláveis

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O Governo Federal anunciou o lançamento do edital Novo Cataforte e o projeto Conexão Cidadã Pró-Catador, durante a 4ª Reunião Ordinária do Comitê Interministerial para Inclusão Socioeconômica de Catadoras e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis – CIIS, no Palácio do Planalto, em Brasília, na manhã desta quarta-feira, dia 10. As iniciativas, que somam mais de R$ 50 milhões em investimento social, vão promover a inclusão socioeconômica de catadores, realizada em parceria com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no caso do edital Novo Cataforte, e no âmbito do Acordo de Cooperação Conexão Cidadã Pró-Catadores, uma inciativa do Banco do Brasil, via Fundação BB, no caso do projeto Conexão Cidadã Pró-Catador.

Novo Cataforte

O Edital nº 2024/008 irá destinar até R$ 50 milhões para estimular a participação dos catadores na cadeia de reciclagem. Trata-se de uma parceria entre o BB, via Fundação BB, e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e faz parte do Programa Diogo de Sant’Ana Pró-Catadoras e Pró-Catadores para a Reciclagem Popular (Pró-Catador). Ele tem o objetivo de promover a inclusão socioeconômica de catadoras e catadores de materiais recicláveis por meio do fortalecimento e estruturação de redes de cooperativas e associações.

“No BB, a atuação ASG está no centro da nossa estratégia corporativa. Ao apoiar a retomada de programas como o Cataforte, em que o S de social se mistura com o A de ambiental, reafirmamos nosso compromisso em implementar ações concretas que garantem efetivamente inclusão social e geração de renda, contribuindo para uma economia mais sustentável”, destaca a presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros.

“A produção e a destinação dos resíduos sólidos representam um dos principais problemas ambientais e, com as milhares pessoas sobrevivendo da coleta, separação e venda desse material, trata-se também uma questão social importante, que tem recebido atenção especial do presidente Lula. Essa iniciativa é mais um passo do governo no sentido de dar mais dignidade, melhores condições de trabalho e mais estrutura à reciclagem”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Kleytton Morais, presidente da Fundação Banco do Brasil, destaca a importância da retomada da atuação e o compromisso da instituição com os catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis. “O edital Novo Cataforte é um importante instrumento que resgata a articulação das redes de catadores e marca a retomada de um ciclo interrompido. Promove a defesa dos direitos humanos das catadoras e dos catadores, a partir de novas possibilidades de atuação e com a inclusão socioprodutiva, contribuindo com as pautas de logística reversa, educação ambiental e o reconhecimento pelos serviços ambientais prestados”.

“Com a retomada do Cataforte, o BNDES está reforçando o apoio histórico a projetos que atuam na estruturação das redes de cooperativas. O Brasil tem um grande potencial de reciclagem e o programa vai possibilitar avanços na cadeia de valor e uma maior inserção nesse mercado, consolidando as cooperativas como prestadoras de serviços das políticas públicas de coleta seletiva de resíduos sólidos e da logística reversa. São melhorias nas condições de trabalho, aumento da renda dos catadores e impacto socioambiental positivo”, avaliou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.

A primeira etapa do programa foi lançada em 2007, o Cataforte I, cujo foco principal foi estimular a organização de grupos de catadores e catadoras de materiais recicláveis com base nos princípios da economia solidária, partindo de ações que incluíram capacitações, qualificação profissional, assistência técnica e incentivo à formação das redes de comercialização.

Em 2009, teve início a segunda etapa com o Cataforte II, quando o principal objetivo foi fortalecer a estrutura logística das cooperativas e associações de catadores e catadoras, já articulados em rede.

Lançado em 2014, o Cataforte III teve por objetivo principal estruturar tecnicamente e fortalecer 33 redes de empreendimentos de catadores e catadoras de materiais recicláveis, possibilitando avanços nos elos da cadeia de valor, inserção e/ou potencialização dos empreendimentos/redes de cooperação no mercado da reciclagem.

Conexão Cidadã Pró-Catador

O projeto – no âmbito do Acordo de Cooperação Conexão Cidadã Pró-Catadores, uma parceria do Banco do Brasil, via Fundação BB, com a Secretaria-Geral da Presidência da República – destinará recursos para atender cerca de 6 mil catadores e catadoras em diferentes municípios. Serão investidos mais de R$ 6 milhões em ações, como distribuição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a implantação de seis unidades móveis de atendimento, que prestarão serviços de assistência social (acesso a programas de assistência e orientação sobre direitos sociais e trabalhistas), apoio jurídico (assistência legal para a obtenção de documentos, resolução de problemas judiciais e esclarecimento sobre direitos e deveres, saúde de higiene (serviços de saúde, como primeiros socorros, check-ups, vacinação e informações sobre higiene pessoal) e apoio psicológico (apoio emocional e psicológico para ajudar a lidar com o estresse e a discriminação). As unidades serão montadas em capitais: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Recife.

“Estamos garantindo que os catadores e catadoras tenham, para além do apoio financeiro, acesso a serviços de assistência pessoal e profissional fundamentais para o exercício da função e o fortalecimento da atividade. Quando esses profissionais encontram parceiros para seguir atuando de forma respeitosa e segura, podem desenvolver seu trabalho com mais bem-estar social e geração de resultado econômico”, considera a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

O presidente da Fundação Banco do Brasil, Kleytton Morais, fala sobre o desafio de organizar a categoria de catadoras e catadores de materiais recicláveis, que chega a 800 mil pessoas, muitas em situação de rua, desarticuladas e às margens das políticas públicas. “O projeto traz em sua essência uma tecnologia social que visa articular catadores autônomos com a conexão da comercialização junto aos empreendimentos solidários, buscando melhorar a qualidade de vida, proporcionando autonomia e promovendo o acesso às políticas públicas direcionadas para esse público”, comenta.

Fonte: Banco do Brasil

Hackers desviam R$ 40 milhões do Banco do Brasil; polícia prende grupo

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A Polícia Civil do estado do Rio de Janeiro prendeu nesta segunda-feira, 8 de julho, um grupo suspeito de hackear agências bancárias do Banco do Brasil, gerando um prejuízo estimado de R$ 40 milhões.

Segundo investigações da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), os hackers instalavam dispositivos em cabos de dados das agências e realizavam transferências de correntistas do banco.

A Polícia não divulgou informações sobre quais equipamentos foram usados nem onde foram instalados nas agências para que os suspeitos tivessem acesso a esse tráfego de dados sensíveis.

Além de dispositivos, o grupo estaria aliciando funcionários e terceirizados do banco para fornecer informações de acesso ao sistema, chegando a pagar R$ 100 mil por credencial.

No esquema, os aliciadores pediam que fossem realizadas trocas de biometria e foto de documentos de clientes.

A quadrilha também aplicava técnicas de engenharia social, que consistem em manipulações psicológicas para a execução de ações, para persuadir funcionários a participarem do esquema e cometerem os crimes.

De acordo com a DRF, a associação criminosa é composta por células espalhadas pelo país.

Em nota enviada pelo Banco do Brasil à CNN, o banco informa que começou as investigações após uma apuração interna e, detectadas as irregularidades, comunicou às autoridades policiais.

“O BB possui processos estabelecidos para monitoramento e apuração de fraudes contra a instituição, adotou todas as providências no seu âmbito de atuação e colabora com as investigações do caso. A conduta de funcionários do banco envolvidos em irregularidades é analisada sob o aspecto disciplinar em processos que são conduzidos em sigilo”, informou a instituição.

O Banco do Brasil possui mais de 4,7 mil agências, com cerca de 96 mil colaboradores. Atualmente, o banco conta com uma carteira de mais de 74 milhões de clientes.

Com mais de R$ 1,4 trilhão em ativos, o BB ocupa as primeiras colocações entre os maiores bancos da América Latina e Caribe e é um dos quatro maiores bancos brasileiros de capital aberto, segundo dados da Infomoney.

Fonte: Baguete

Novo diretor de Participações é indicado pelo Banco do Brasil

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Marcio Antonio Chiumento foi indicado pelo Banco do Brasil para ser o novo diretor de Participações da Previ. Marcio substituirá Fernando Melgarejo, que está deixando a Entidade para ser Diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobrás.

Conforme determina o art. 32, inciso I, do Estatuto da Previ, Marcio Chiumento foi nomeado pelo Conselho Deliberativo em 16/07/2024. No entanto, para tomar posse, ainda será necessária habilitação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC).

Antes de ser indicado para assumir a Diretoria de Participações da Previ, Marcio estava à frente da Unidade Estratégia Governo (UEG) do Banco do Brasil desde abril de 2023. O dirigente, que tomou posse no BB em 2000, também exerceu o cargo de Ouvidor e de gerente executivo da Diretoria de Canais. Marcio é bacharel em Direito e em Turismo e tem MBA em Negócios Financeiros e mestrado em Administração.

Fonte: Previ

Previ disponibiliza curso sobre previdência na UniBB

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Você conhece os principais conceitos, os modelos de Entidades e a legislação aplicável ao sistema previdenciário? Para ampliar o conhecimento sobre o tema, a Previ disponibilizou na Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB) o curso “O que é Previdência?”. O conteúdo está disponível na seção de Cursos Abertos da UniBB e pode ser acessado por todos os associados da Entidade e pela comunidade em geral.

O curso aborda conceitos fundamentais de Previdência Social e Complementar. Entre os principais tópicos, destacam-se:

  • A importância da previdência na seguridade social.
  • A estrutura da Previdência Social no Brasil.
  • Diferenças entre entidades abertas e fechadas de previdência.
  • A legislação que regulamenta o setor previdenciário.

Como acessar?

Ficou interessado? Abra o site da UniBB, clique na opção “Cursos Abertos”, procure pelo curso e clique em Acessar.

O conteúdo é gratuito e uma excelente oportunidade para enriquecer seus conhecimentos sobre Previdência e compreender melhor este importante pilar da seguridade social.

Visite o site da UniBB e acesse hoje mesmo!

Fonte: Previ

Previ é destaque no ranking Top 5 de projeções do Bacen mais uma vez

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Pelo sétimo mês consecutivo, a Previ figura entre as cinco melhores instituições em um dos rankings do Banco Central (Bacen). Por duas vezes, a Entidade esteve presente em rankings relacionados a indicadores de 2023 e, por cinco vezes, em colocações referentes a 2024.

Na última divulgação, no mês de julho, a Previ marcou presença no ranking móvel do IPCA com um horizonte de 12 meses. Essa posição confirma o excelente grau de acerto em projeções, uma vez que se trata de um indicador de difícil previsão em que a regularidade é essencial.

O Banco Central elabora esse ranking levando em consideração as expectativas para a inflação mensal informadas pelas instituições para os próximos 12 meses. Neste mês, foi divulgada a nota das expectativas informadas em maio de 2023 para o período compreendido entre os meses de maio de 2023 e junho de 2024.

Qualidade Técnica

A classificação alcançada destaca, mais uma vez, o padrão de excelência do trabalho desenvolvido pelo time de economistas da Previ e reforça seu compromisso com a geração de informações consistentes e confiáveis..

Sobre o Top 5

O Banco Central elabora o ranking que classifica as instituições participantes pelo grau de acerto em projeções de curto, médio e longo prazo. Mensalmente, são divulgados rankings de curto prazo, enquanto trimestralmente são publicados rankings de médio prazo e, ao final de cada ano, o Bacen anuncia os rankings de longo prazo com as melhores projeções para o horizonte temporal de um ano.

Fonte: Previ

Em mesa com Fenaban, bancários cobram igualdade de oportunidades nos bancos

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A terceira rodada de negociação da Campanha dos Bancários 2024, nesta quinta-feira 11, discutiu o tema Igualdade de Oportunidades. O Comando Nacional dos Bancários apresentou à Fenaban (federação dos bancos) algumas das reivindicações da categoria para avançar em igualdade de oportunidade no setor financeiro.

A mesa temática de Igualdade de Oportunidades já tem 23 anos e foi pioneira em discutir o tema da igualdade salarial, em direitos dos homoafetivos, inclusão de PCDs, e maior contratação de negros e negras. Ainda assim, as desigualdades no setor bancário persistem, e é preciso fortalecer políticas de inclusão, contratação, capacitação e promoção da diversidade.

“No Brasil, as mulheres em geral ganham menos, estão menos empregadas, são as menos promovidas e as primeiras a serem demitidas, além de serem vítimas de assédio sexual e violência doméstica, e as principais responsáveis pelos cuidados com a família. Em relação às mulheres negras, essa desigualdade é maior ainda. No setor bancário, um dos mais rentáveis da economia, as mulheres ainda ganham 20% menos que os homens, e as mulheres negras menos 36% que os homens brancos. Além disso, as mulheres bancárias ocupam menos cargos de liderança; e os negros (pardos e pretos) são 26,2%”, destacou a presidenta do Sindicato, Neiva Ribeiro, uma das coordenadoras do Comando.

“Cobramos ações e políticas que mudem esse quadro e promovam mais respeito, justiça e oportunidades iguais no ambiente de trabalho. Lembramos à Fenaban que nossa CCT já é pioneira em vários pontos do tema, como licença-maternidade estendida, direitos iguais para casais homoafetivos, canal de combate ao assédio sexual, entre outros. Temos que avançar ainda mais e, assim, contribuir para um mundo mais justo, com respeito a todos e sem discriminações”, acrescentou.

“Quando olhamos o quadro geral, de todo o mercado de trabalho no país, as mulheres recebem cerca de 22% menos de remuneração que os homens. Então, o retrato da nossa categoria não é muito diferente do cenário nacional. Isso é preocupante, porque mostra que, nos bancos, há um reflexo de desigualdades que precisa e deve ser combatido”, destacou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e também coordenadora do Comando.

Os representantes da Fenaban afirmaram ter sensibilidade em relação ao tema, e ficaram de apresentar respostas a algumas das reivindicações nas próximas mesas.

Lei de Igualdade Salarial

O Comando cobrou maior clareza e transparência dos bancos nos relatórios da Lei de Igualdade Salarial. A Lei 14.611/2023, sancionada pelo presidente Lula em julho do ano passado, determina que as empresas pratiquem salários iguais entre homens e mulheres que desempenham as mesmas funções, sob pena de multa. Para isso, entre outros pontos, obriga empresas com 100 ou mais empregados a divulgarem relatórios informando os salários pagos aos trabalhadores.

O problema é que a maioria dos bancos não divulgou um relatório unificado para a empresa como um todo, mas sim dezenas de relatórios fragmentados por estabelecimento ou CNPJ, o que dificulta uma análise conclusiva dos dados. O Comando reivindica que os relatórios sejam divulgados pela empresa como um todo.

“A Lei de Igualdade Salarial representa um avanço para as mulheres trabalhadoras no Brasil que, em pleno século 21, continuam ganhando menos do que os homens no desempenho das mesmas funções. Os bancos têm de dar exemplo e respeitar a legislação”, destaca Neiva.

Segundo dados da Pnad Contínua (4º trimestre de 2023), as trabalhadoras brasileiras ganham em média 22,3% menos do que os homens. Entre pessoas com ensino superior completo, as mulheres ganham, em média, 35,5% a menos do que os homens. Na categoria bancária (RAIS 2022), a remuneração média das mulheres é 20% inferior à remuneração média dos homens bancários, e quando se faz o recorte racial, essa diferença é maior ainda: as mulheres negras (pretas e pardas) ganham em média 36% menos do que os bancários brancos.

Outro dado importante é que as mulheres estão em minoria nos cargos de liderança: 45% desses cargos são ocupados por mulheres, e apenas 10% por mulheres negras. Nas direções executivas dos cinco maiores bancos só 22,8% são mulheres.

“Não foi a toa que na nossa Consulta Nacional, a maioria das mulheres (65%) apontou a Igualdade de Oportunidades como a principal prioridade dentre as cláusulas sociais. Isso mostra que salários iguais e oportunidades iguais de ascensão na carreira são extremamente importantes para as mulheres bancárias”, destaca Neiva.

Mais mulheres na TI

O Comando destacou ainda que as mulheres são minoria na TI, área que representa o maior número de contratações hoje nos bancos. Em 2022, 75,4% dos trabalhadores de TI nos bancos eram homens e apenas 24,6% mulheres. Sendo que em 2012, a proporção de mulheres na área era maior: 31,9%. Importante destacar que de 2012 a 2022, o percentual de trabalhadores de TI nos bancos passou de 5,1% para 11,2%.

Os representantes dos trabalhadores ressaltaram que, se continuar nesse ritmo, as mulheres serão minoria na categoria e cobraram da Fenaban uma política de contratação de mulheres para a área. A Fenaban ficou de trazer respostas.

Licença-maternidade

Outro ponto destacado pela representação dos bancários na mesa foi a questão da licença-maternidade estendida, de 180 dias, uma conquista já clausulada na CCT da categoria. O Comando reivindicou que todos os bancos façam a adesão ao programa Empresa Cidadã para que possam conceder a licença ampliada.

A Fenaban ficou de fazer um levantamento sobre o número de bancos que não assinaram o programa Empresa Cidadã.

Também foi citado um problema que muitas bancárias mães estão enfrentando: ao retornarem da licença-maternidade de 180 dias, elas têm dificuldade de recolocação em seus cargos e funções anteriores.

“Cobramos dos bancos que garantam às bancárias a posição que ocupavam na empresa ao retornarem da licença. É inadmissível que as mulheres tenham prejuízos na carreira por usufruírem de um direito fundamental não só para elas como para toda a sociedade, que é o direito de cuidar dos filhos”, disse Neiva.

Balanço dos programas

Os trabalhadores cobraram ainda que fosse realizado um balanço dos programas já assinados com a Fenaban em relação à igualdade de gênero, como os canais de atendimento à bancária vítima de violência e de assédio sexual.

Assédio sexual

A questão do assédio sexual no local de trabalho também foi ressaltada pelos trabalhadores na mesa. O Comando informou que na Consulta Nacional à categoria, 33,4% (1/3 dos participantes) disseram já ter sofrido ou presenciado algum caso de assédio sexual em seu local de trabalho. E destacou que isso aponta a importância de se combater o problema.

Os representantes dos bancários cobraram cláusulas mais efetivas contra o assédio moral.

Negros nos bancos

Outra reivindicação da categoria é que os bancos aumentem a contratação de negros e negras, chegando a um percentual de pelo menos 30% no setor. Em 2022, 26,2% dos trabalhadores e trabalhadoras bancárias se declararam negros (pretos e pardos), ou seja 113,8 mil bancários, dos quais 50,8 mil são mulheres negras (12%). Sendo que pretos são apenas 3,1% (2,3% de homens e 1,8% de mulheres) e pardos são 22% (12,1% de homens e 9,9% de mulheres).

LGBTQIA+

O Comando dos Bancários também cobrou dos bancos que fosse pensada uma política de inclusão para pessoas LGBTQIA+, em especial para pessoas trans, hoje marginalizadas na sociedade, em situação de vulnerabilidade e risco social. O Comando destacou na mesa que algumas instituições já prevêem cotas para pessoas trans em seus concursos, a exemplo do Banrisul, em 2022.

“É importante que essa política inclua maior contratação de transgêneros, com programas de capacitação, por exemplo, e atuação direcionada a combater a exclusão a que essas pessoas são relegadas na sociedade, correndo inclusive risco de vida”, ressaltou a presidenta do Sindicato.

O Brasil figura no primeiro lugar do ranking de países que mais matam pessoas trans no mundo, pelo 15° ano consecutivo em 2024. Outro dado alarmante é que pessoas trans no país tem uma expectativa de vida de apenas 35 anos, segundo a Associação de Travestis e Transexuais (ANTRA).

Novo Censo da Diversidade

Outra reivindicação feita à Fenaban foi a realização de um novo Censo da Diversidade entre a categoria bancária. Os Censos são realizados a cada cinco anos: o primeiro foi feito em 2009, e os demais em 2014 e 2019. Fazem, portanto, cinco anos desde o último levantamento.

O Censo da Diversidade faz o recorte de gênero, raça, orientação sexual e PCDs (pessoas com deficiência) nos bancos, e é fundamental para pautar políticas de inclusão no setor.

A Fenaban sinalizou positivamente sobre a realização de um novo Censo.

PCDs e neurodivergentes

Ficou acertado que as reivindicações voltadas para PCDs (pessoas com deficiência) e neurodivergentes seriam discutidas na próxima mesa de Saúde, na quinta-feira 18.

Confira o calendário das próximas mesas

Julho

18 e 25/07 – Saúde e condições de trabalho

Agosto

6 e 13/08 – Cláusulas econômicas

20/08 – Em definição 27/08 – Em definição

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Pesquisa mostra dilema entre perda de mercado e manutenção da rentabilidade dos bancos

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O avanço das plataformas de investimentos, assessorias e fintechs nos últimos anos têm imposto um desafio para os grandes bancos. Por muito tempo acostumados a “jogarem parados”, ganhando dinheiro sem fazer muito esforço para inovar a oferta de serviços, os incumbentes vêm perdendo terreno em diversas frentes que dominavam.

Por conta disso, os bancos vêm trabalhando para recuperar as parcelas de mercado que perderam. Mas um estudo conduzido pela boutique de assessoria financeira Seneca Evercore alerta que o caminho não será fácil, pois envolve quebrar paradigmas estabelecidos há anos.

O estudo analisou essa perda de competitividade por meio da retração que as grandes instituições financeiras tiveram na parte de crédito corporativo. Segundo ele, até 2018, os bancos comerciais no Brasil possuíam uma fatia de mercado acima de 70,6% do financiamento de empresas do País.

Mas o avanço do mercado de capitais, com o crescimento no número de players independentes, reduziu a participação dos incumbentes. Em seis anos, essa parcela caiu para 54,3%, até março deste ano. Essa perda de market share, porém, não fez com que os grandes bancos ajustassem seus spreads para ficarem mais competitivos.

A pesquisa aponta que as instituições financeiras brasileiras apresentam um ganho proporcionalmente maior derivado do spread financeiro sobre os ativos financeiros do que os bancos americanos – 4,4% contra 2,6%, respectivamente. Enquanto o spread no Brasil em março foi de 12,7%, nos Estados Unidos, ele estava em 3,2%.

A grande questão, segundo Daniel Wainstein, sócio da Seneca Evercore, é que os bancos não têm espaço para cortar o spread porque a estrutura de despesas dessas instituições é mais onerosa, exigindo a cobrança de spreads elevados para atingir o mesmo nível de rentabilidade dos bancos americanos.

“Os bancos são pesadíssimos no Brasil”, diz Wainstein. “Eles não conseguem diminuir os spreads porque não terão lucratividade mínima se fizerem isso.”

O estudo aponta que a estrutura de despesas dos bancos brasileiros é superior ao das instituições americanas, de 3,7%, contra 2,9%, respectivamente, quando se pega as despesas administrativas e divide pelos ativos financeiros.

No caso da rentabilidade, embora o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) dos bancos brasileiros seja superior, com uma mediana de 12%, enquanto nos americanos é de 9,5%, quando se leva em conta a taxa básica de juros de cada país, o ROE das instituições brasileiras é de 1,5%. Nos bancos americanos, a mediana é de 4,1%.

Segundo Wainstein, a estrutura de despesa dos bancos brasileiros já foi bem mais pesada, chegando a estar em 7% no início dos anos 2000. Ele diz que os bancos fizeram um bom trabalho nos últimos anos de redução de despesas, com fechamento de agências e reduzir pessoal.

O sócio da Seneca Evercore destaca ainda que os bancos lidam com um índice de inadimplência muito elevado. De acordo com o estudo, os bancos brasileiros provisionam 2,9% em relação a sua carteira de crédito, enquanto os bancos americanos provisionam apenas 0,6%.

“Os bancos brasileiros têm que cobrar juros muito altos para poder comportar o risco e para comportar uma estrutura administrativa pesada”, afirma Wainstein.

Fonte: Neofeed

Extratos bancários têm termos padronizados desde o dia 8 de julho

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Os termos utilizados nos extratos bancários passaram a ser padronizados desde o dia 8 de julho. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a mudança abrange inicialmente as denominações existentes para as operações de saque e depósito. Posteriormente, as demais operações financeiras serão incluídas no processo de padronização.

Pela nova nomenclatura, operações como “depósito de cheque no ATM”, utilizada por algumas instituições financeiras quando o cliente deposita cheque nos caixas eletrônicos (ATM) da agência, passam a ser descritas no extrato com a sigla “DEP CHEQUE ATM”.

Já as operações em que o cliente saca dinheiro em espécie no caixa convencional da agência, com o cartão da conta, serão impressas nos extratos como “SAQUE DIN CARTAO AG”.

Segundo o diretor adjunto de Serviços da Febraban, Walter Faria, a medida tem o objetivo de tornar a compreensão das informações mais acessível, principalmente para os clientes que têm ou precisam acessar contas bancárias de mais de uma instituição financeira.

“Atualmente, os bancos usam mais de 4 mil tipos de nomenclaturas diferentes em suas operações, o que gera diferenças significativas entre eles para um mesmo tipo de operação financeira”, destacou.

Fonte: Agência Brasil

Articulação da Previ com outras entidades mantém direito de fundos

Publicado em: 12/07/2024

Em uma conquista importante para 10 milhões de trabalhadores, a Previ, em articulação conjunta com Abrapp, Anapar, entidades representativas dos participantes como a Anabb e outros fundos de pensão, garantiu a isenção dos tributos IBS e CBS para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) na regulamentação da Reforma Tributária. O relatório final, aprovado ontem pela Câmara dos Deputados, atendeu às reivindicações do sistema.

A atuação da Previ foi destacada, com a participação do presidente João Fukunaga e do diretor de Administração Márcio de Souza, que estiveram pessoalmente envolvidos na articulação no Congresso Nacional e junto ao governo. A mobilização, que incluiu intensa agenda com parlamentares e técnicos do Ministério da Fazenda, buscava esclarecer a natureza jurídica das EFPCs, que são sociedades civis sem fins lucrativos, e proteger os recursos dos participantes.

Márcio de Souza afirma que “com a nossa mobilização e com a força das trabalhadoras e trabalhadores, conquistamos uma vitória muito importante. Os deputados reconheceram que fundos de pensão e entidades de autogestão em saúde não devem ser tributados e nos incluíram como isentos no projeto”. Para o diretor, a conquista fortalece o sistema fechado de previdência complementar.

Caso a incidência dos novos impostos IBS e CBS sobre as entidades fechadas fosse mantida, poderia haver desequilíbrios significativos na gestão dos planos e nos benefícios pagos aos participantes.

A luta, no entanto, não terminou. O projeto ainda será discutido e votado também no Senado, e a Previ segue determinada a garantir que as emendas sejam mantidas, para proteger efetivamente os recursos dos associados, que visam a formação de poupança para a garantia de uma aposentadoria digna.

Fonte: Previ

Acordo entre Economus e ANAPAR abre caminho para avanços nas negociações com o BB

Publicado em: 11/07/2024

Na última semana, o acordo judicial entre o Economus e a ANAPAR foi homologado pelo Superior Tribunal de Justiça – STJ, marcando o fim do processo que se estendeu por mais de 17 anos. Essa conclusão corrige distorções que impactavam os trabalhadores.

Além de ajustar a distorção referente à utilização do fundo FEAS de 2004 a 2006, o novo acordo facilita as negociações do movimento sindical junto ao Banco do Brasil, que visam assegurar o acesso à Previ/Cassi para todos os profissionais incorporados de outras instituições, como a Nossa Caixa.

Antonio Netto, dirigente do SP Bancários e representante da FETEC-SP na CEBB, celebrou o acordo e o horizonte favorável que ele possibilita. “Essa é uma ótima notícia para todos os bancários incorporados que atuam no Banco do Brasil. As pendências jurídicas resolvidas no acordo precisavam ser solucionadas. Agora, esperamos caminhar rumo ao objetivo de garantir condições igualitárias de plano médico e previdência complementar para todos”, afirma Netto.

Adriana Ferreira, diretora do sindicato eleita para o conselho deliberativo do Economus, também celebrou o acordo e relembrou a longa espera dos trabalhadores incorporados. “Já são 14 anos desde a incorporação pelo Banco do Brasil, muito tempo para quem espera essa reparação por parte do banco para ingressar na Cassi e Previ. É o caso dos aposentados que pagam cifras altíssimas ou ficam sem plano de saúde”, destaca Adriana.

“Entre os colegas da ativa, existe ainda a questão da parte 2B (PIP), que pode melhorar bastante o montante da reserva da previdência. São esses e outros direitos que queremos negociar”, complementa a sindicalista.

Histórico da Ação

Em 2007, a ANAPAR ajuizou ação, questionando a utilização de recursos do Fundo FEAS entre 2004 e 2006. A entidade argumentou que os recursos foram usados indevidamente para cobrir depósitos judiciais relacionados a uma ação anulatória de autos de infração, aplicada pela Receita Federal entre 2001 e 2002.

Nos últimos anos, as partes buscaram uma solução consensuada para pôr fim à demanda. Após tratativas, foi negociado o encerramento da ação pelo valor de R$ 186 milhões (data-base de agosto/23). Confira os detalhes do acordo no “Perguntas e Respostas” disponibilizado pelo Portal Economus.

Impacto Potencial da Ação

A parte líquida da sentença envolvia valores na ordem de R$ 700 milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão caso o julgamento fosse desfavorável ao Economus. Esse cenário poderia ter causado impacto significativo nos planos de previdência e saúde.

O Acordo Judicial

Nos últimos anos, as partes buscaram solução consensuada para pôr fim a demanda. Após tratativas, foi negociado o encerramento da ação pelo valor de R$ 186 milhões (data base de agosto/23).

Os procedimentos resultantes do cumprimento do Acordo, aprovados pelo Conselho Deliberativo em março desse ano, preveem a utilização dos recursos do Plano de Gestão Administrativa (PGA) para custear a parte previdenciária.

Em relação à petição impetrada pela Afaceesp, durante o trâmite do processo de homologação, a justiça não deu provimento à mesma. Nada obstante, o Economus adotou toda a cautela devida antes de formalizar o Acordo, incluindo a consulta prévia à Previc, que concluiu não haver impedimentos quanto ao custeio previsto.

Reflexos no Fundo FEAS

Descontados os honorários advocatícios, o Acordo permite o ingresso de cerca de R$ 170 milhões diretamente no Fundo FEAS, que contribui para melhorar a situação econômico-financeira dos Planos de Saúde vinculados ao Fundo.

O sucesso dessa negociação demonstra o empenho dos órgãos de governança do Economus em buscar soluções que assegurem a estabilidade e a segurança financeira dos seus planos.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região com Economus

Proposta de aumento da carga tributária dos fundos de pensão causa apreensão no setor de previdência fechada

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“Os associados dos fundos de pensão serão os mais prejudicados se a proposta de Reforma Tributária que equipara EFPCs às empresas do setor financeiro for aprovada”, alerta o diretor de Administração da Previ, Márcio de Souza.

A Previ e outros fundos de pensão acompanham de perto, e com apreensão, o avanço do debate em torno da proposta de lei complementar da Reforma Tributária que regulamenta o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS).

Se o texto que está sendo discutido na Câmara dos Deputados for aprovado, a carga tributária dos Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) vai aumentar significativamente. Isso representará um forte impacto na rentabilidade e, consequentemente, nos benefícios pagos a associados e associadas, explica o diretor de Administração da Previ, Márcio de Souza:

“Nós não somos banco, nem uma instituição meramente financeira. Somos entidades associativas e de trabalhadores. Os investimentos que fazemos não visam o lucro, mas a formação de poupança de longo prazo que garantem uma aposentadoria digna para quem contribuiu a vida toda, além de retornarem para a sociedade por meio do consumo, o que faz a roda da economia girar”, diz Márcio, que complementa: “Por mês, a Previ paga R$ 1,3 bilhão aos seus associados. São cerca de R$ 16 bilhões por ano injetados na economia, inclusive”.

A Previ e todas as entidades ligadas à Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar) veem com preocupação a possibilidade de equiparação dos fundos de pensão, que não têm fins lucrativos, às empresas que prestam serviços financeiros, medida que pode praticamente duplicar a incidência de impostos. A tendência é que o setor financeiro tenha uma alíquota inferior a 26,5% de IBS/CBS, mas que pode ser de 12%, um percentual muito alto e que contraria o diferimento tributário na fase de acumulação dos recursos previdenciários, consagrado na Lei 11.053/04.

A proposta contraria até mesmo o entendimento de várias instâncias do judiciário, que entendem não caber nem mesmo a incidência do PIS/COFINS sobre as contribuições efetuadas para cobrirem a gestão das despesas administrativas. O assunto aguarda julgamento em última instância, no Supremo Tribunal Federal – STF, com parecer favorável do relator, ministro Toffoli, pela não incidência do tributo na gestão administrativa das entidades.

Para explicar aos deputados os riscos que a proposta representa para os milhões de associados, lideranças das entidades estão se reunindo com parlamentares desde meados do mês passado. Recentemente, eles se reuniram com deputados do grupo de trabalho que discute a regulamentação da Reforma Tributária para defender mudanças nos Projetos de Lei Complementar 68/2024 e 108/24.

No encontro, os gestores dos fundos explicaram que as entidades fechadas de previdência não devem ser classificadas como instituições financeiras para fins da cobrança do IBS e da CBS. “Se o texto atual for mantido, a tributação proposta terá efeito direto na sustentabilidade dos planos de benefícios, criando desequilíbrios de curto, médio e longo prazos, o que impactará principalmente os participantes”, explica Márcio de Souza.

A interlocução com os deputados está sendo positiva. Eles anotaram as demandas dos gestores dos fundos e ficaram de analisar e propor mudanças no texto da Reforma.

Eleitos da Previ e Anapar propõem alterar PLP

Como parte da campanha da Previ e várias entidades representativas dos fundos de pensão para barrar os artigos do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que tributa indevidamente os investimentos das entidades fechadas de previdência complementar e reduz os benefícios dos participantes, a Anapar e os dirigentes eleitos da Previ estão orientando os associados a escreverem aos deputados federais para convencê-los a alterar o texto do projeto, evitando assim que os participantes tenham seus benefícios reduzidos.

Diretores eleitos da Previ e de outros fundos de pensão e as entidades representativas dos associados e dos fundos, como Anapar e Abrapp, fazem corpo a corpo na Câmara dos Deputados para convencer os parlamentares dos equívocos contidos no PLP 68/2024. O projeto regulamenta a PEC 132 da Reforma Tributária e deve ir à votação da Câmara dos Deputados ainda esta semana.

“Estamos sensibilizando os deputados para que não aprovem qualquer legislação que traga tributação para os fundos de pensão. Não somos bancos, não atuamos para ter lucro. Toda a nossa arrecadação é para formar poupança dos trabalhadores, que vai garantir as aposentadorias e pensões”, reafirma Márcio de Souza, diretor eleito de Administração da Previ, que está na Câmara visitando gabinete por gabinete de deputado.

Os eleitos da Previ, a Anapar e outros fundos propuseram uma emenda ao PLP 68. “É importante que os parlamentares, que representam a população, saibam dos impactos negativos que o texto original do projeto provocará na poupança dos trabalhadores e na economia como um todo”, alerta Marcel Barros, presidente da Anapar (Associação Nacional dos Participantes dos Fundos de Pensão e Autogestão em Saúde).

Os eleitos e a entidade representativa dos associados de fundos de pensão fechados afirmam na proposta de emenda ao PLP 68 que é bom para o país melhorar o arcabouço fiscal e promover uma melhor distribuição da carga tributária, mas reafirma que “alguns artigos contidos na proposta original e mantidos no substitutivo apresentado pelo GT que podem prejudicar trabalhadores e trabalhadoras com tributação de suas poupanças previdenciárias e planos de autogestão em saúde”.

Os fundos de pensão, acrescenta a carta aos parlamentares com a proposta de emenda ao PLP, “são entidades associativas, mutualistas e sem fins lucrativos. Visam arrecadar, administrar, gerir e investir a poupança de trabalhadores com objetivo de pagamento de um benefício no período pós laboral. O PLP 68/24 equipara, de forma equivocada, os fundos de pensão às entidades abertas de previdência, plano de previdência comercializados por bancos e gestoras de valores, que têm fins lucrativos E, muitas vezes, sem caráter previdenciário”.

Fonte: Previ com Associados da Previ

Reforma Tributária: Previ intensifica agenda pela isenção de impostos

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A Previ, em conjunto com os demais fundos de pensão, vem atuando próxima a parlamentares e técnicos do Ministério da Fazenda com o objetivo de alterar os textos dos Projetos de Lei Complementar (PLP) 068/2024 e 108/2024. As propostas tratam da reforma tributária e da criação de novos impostos que recairiam, inclusive, sobre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs). A aprovação dos PLPs poderá comprometer o funcionamento das Entidades e a proteção social que elas proporcionam a seus associados.

Os novos impostos IBS (Bens e Serviços) e CBS (Contribuição Sobre Bens Serviços) poderão ter alíquotas de até 26,5%. Os custos dessa taxação inevitavelmente impactarão os fundos e, consequentemente, os benefícios dos seus participantes. De acordo com estimativas do setor, se o texto original da reforma for aprovado, as deduções poderão chegar a quase 12%, um percentual muito alto e que contraria o diferimento tributário na fase de acumulação dos recursos previdenciários, consagrado na Lei 11.053/04.

O presidente da Previ João Fukunaga ressalta que “a previdência complementar é solidária, mutualista e garante uma aposentadoria digna para milhares de pessoas mundo afora. É um modelo sustentável que devia ser mais incentivado no nosso País e não o contrário. Hoje, somos quase 10 milhões de associados”. Fukunaga também destaca que os associados já são impactados por superávits ou déficits, por tratar-se de um fundo mútuo, não sendo justa uma possível taxação.

Com o propósito de cuidar do futuro de seus quase 200 mil associados, a Previ vem sendo protagonista nos debates no Congresso e no Ministério da Fazenda, para que a matéria seja alterada. A principal questão apontada pelas EFPCs e entidades representativas, como Anapar (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e dos Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão) e Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), é que os fundos de pensão não têm fins lucrativos e, portanto, não poderiam ter a mesma tributação dos bancos e demais instituições financeiras.

“Nós não somos banco, nem uma instituição meramente financeira. Somos entidades associativas e de trabalhadores. Os investimentos que fazemos não visam o lucro, mas a formação de poupança de longo prazo que garantem uma aposentadoria digna para quem contribuiu a vida toda, além de retornarem para a sociedade por meio do consumo, o que faz a roda da economia girar”, afirma Márcio de Souza, diretor de Administração da Previ. Para se ter ideia, a Entidade paga, mensalmente, R$ 1,3 bilhão aos seus associados. São cerca de R$ 16 bilhões por ano injetados na economia.

A proposta contraria até mesmo o entendimento de várias instâncias do judiciário, que entendem não caber nem mesmo a incidência do PIS/COFINS sobre as contribuições efetuadas para cobrirem a gestão das despesas administrativas. O assunto aguarda julgamento em última instância no Supremo Tribunal Federal (STF), com parecer favorável do relator, ministro Dias Toffoli, pela não incidência do tributo na gestão administrativa das entidades.

Fonte: Previ

Justiça do Trabalho cassa liminar que garantia gratificação de caixas do BB

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Em audiência realizada na manhã desta quarta-feira (3) no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em Brasília, a Justiça do Trabalho decidiu, de forma unânime, pela cassação da liminar que mantinha o pagamento da gratificação dos caixas do Banco do Brasil. A liminar, conquistada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) desde fevereiro de 2021, garantiu esse direito salarial para muitos trabalhadores durante este período.

A decisão afeta diretamente os caixas que, em 2017, tinham menos de dez anos na função, resultando na perda dessa gratificação. “Essa liminar foi uma conquista significativa, especialmente no meio da pandemia, quando os trabalhadores se mobilizaram e fizeram greve para lutar pelos seus direitos,” afirmou a funcionária do BB e coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.

A cassação ocorre no início da Campanha Nacional, no mesmo dia da primeira mesa de negociações presencial. “Vamos reforçar a importância dos caixas, não aceitamos que os colegas percam a gratificação até então garantida pela liminar,” declarou Fernanda Lopes. “Estamos em plena campanha e a pauta dos caixas está na minuta de reivindicações entregue ao BB.”

“Essa nunca foi a posição da atual direção na mesa de negociação e nos surpreende, pois mostra grande desconhecimento do trabalho realizado pelos caixas”, lamentou o representante da Fetec-SP na CEBB, Antônio Neto. “O advogado do BB disse que a função de caixa não existe mais, comparando a profissões extintas, como quebrador de gelo e trocador de lâmpada, é um desrespeito.”

Histórico

Em decisão, no final do ano passado, a juíza substituta da 16ª Vara do Trabalho de Brasília/DF, Audrey Choucair Vaz, manteve a liminar concedida aos trabalhadores do Banco do Brasil, atendendo ao pedido da Contraf-CUT. A sentença impedia a empresa de extinguir a função de caixa e mantinha o pagamento da gratificação associada.

Desde 2021, a tutela antecipada protegia os trabalhadores contra a decisão unilateral do Banco do Brasil de eliminar a função de caixa. A assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados, explicou que o mérito da ação em primeiro grau foi julgado procedente, garantindo a manutenção do pagamento da função de caixa e a incorporação da gratificação para os funcionários que já a recebiam por dez anos ou mais até a data da reforma trabalhista de 2017.

No início de 2021, o Banco do Brasil anunciou uma reestruturação que incluía o fechamento de agências, redução de postos de trabalho e extinção da função de caixa, além do fim da gratificação para os escriturários que desempenhavam essa função. O movimento sindical tentou negociar com o banco, mas, após esgotar todas as tentativas de diálogo, recorreu à mediação do Ministério Público do Trabalho e, posteriormente, à Justiça.

Em fevereiro de 2021, o juiz Antonio Umberto de Souza Junior, da 6ª Vara da Justiça do Trabalho de Brasília, concedeu a liminar solicitada pela Contraf-CUT. O Banco do Brasil tentou reverter a decisão através de mandado de segurança e outros recursos, mas o Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou o pedido da empresa.

No dia 10 de novembro de 2023, uma audiência de conciliação foi realizada, mas não houve acordo devido à insuficiência da proposta apresentada pelo Banco do Brasil. Na decisão de primeiro grau, que avaliou o mérito do pedido, a magistrada destacou que retirar parte significativa da remuneração dos empregados de forma unilateral e imotivada seria arbitrário e excessivo, violando os princípios da razoabilidade e proporcionalidade.

As partes recorreram para o TRT e hoje o Tribunal julgou os recursos. “A decisão do TRT de hoje cassa a liminar e só garante a incorporação da gratificação aos caixas que exerciam a função por 10 anos ou mais até a reforma trabalhista”, completa a advogada que defende os trabalhadores. Essa decisão ainda será publicada, quando a Contraf apresentará recurso.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Funcionários do BB entregam reivindicações à Cassi em Brasília

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Os membros da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) utilizaram sua presença em Brasília para a segunda negociação da Campanha Nacional e o julgamento da liminar que mantinha o pagamento da gratificação dos caixas do BB, realizados na quarta-feira, 3, para entregar a minuta de reivindicações específica da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) na manhã desta quinta-feira, 4.

“A negociação é com a direção do BB, mas consideramos importante levarmos para a Cassi as pautas específicas levantadas no Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no início de junho”, destacou Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB.

A entrega do documento foi realizada na sede da Cassi. A principal demanda é a ampliação da rede credenciada e das unidades da CliniCassi. Também foi debatida a importância de reavaliar o custeio da Caixa de Assistência, uma demanda que a CEBB levará à mesa específica de negociações com o Banco do Brasil.

Os quatro diretores da Cassi presentes na reunião detalharam as ações em execução, destacando o foco no aumento do credenciamento e a preocupação com a prevenção de doenças entre os associados.

“A Campanha Nacional 2024 tem como objetivo principal a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), e a entrega da minuta de reivindicações à Cassi representa um passo importante na luta pelos direitos dos funcionários do Banco do Brasil. A diretoria informou que já está em andamento o investimento para ampliação da rede credenciada”, completou Gustavo Tabatinga Júnior, secretário-geral e representante da Contraf-CUT na CEBB.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

R$ 100 milhões do Programa Ecoforte fortalece redes de agroecologia

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Principal instrumento da Política Nacional de Agroeologia e Produção Orgânica do governo federal para o apoio à agroecologia e transição de sistemas alimentares, o Ecoforte tem valor recorde para o ciclo de 2024 a 2027. São R$100 milhões. A estrutura do programa para este período foi construída de forma participativa, sociedade brasileira e governo, em reuniões coordenadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República, a atuação de integrantes da Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica – CIAPO e representantes da sociedade civil na Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica – CNAPO, das quais a Fundação BB e o BNDES fazem parte.

Esse Ecoforte histórico começou a ser elaborado em novembro do ano passado. Um acordo de cooperação técnica restabeleceu o programa, depois de quatro anos de interrupção, para seleção de projetos de organizações da sociedade civil para o fortalecimento e a ampliação das redes, cooperativas e organizações socioprodutivas e econômicas de agroecologia, extrativismo e produção orgânica, em todos os biomas do país.

O anúncio será feito durante a cerimônia de lançamento do Plano Safra para Agricultura Familiar, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, dos ministros do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, e da Secretaria-Geral, Marcio Macedo, da diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, da presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, e do presidente da Fundação BB, Kleytton Morais.

Para o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, “a retomada do programa Ecoforte materializa o esforço do governo do Presidente Lula para fortalecer a agroecologia e a produção orgânica, por meio da cooperação entre instituições públicas e sociedade civil. É um programa exemplar do tipo de participação social que desejamos: a sociedade tem protagonismo na execução da política pública e participa de todas as etapas da concepção à avaliação. A agroecologia e a produção orgânica tem a grande virtude de aliar a produção de alimentos saudáveis, com sustentabilidade ambiental e desenvolvimento territorial. E o modelo do Ecoforte agrega a isto à organização coletiva, trazendo conquistas para milhares de agricultoras e agricultores familiares.”

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, avalia que “com essa iniciativa, estamos promovendo autonomia social e econômica das famílias agricultoras ao mesmo tempo que contribuímos para a promoção de sistemas alimentares resilientes frente às mudanças climáticas, que é uma prioridade deste governo”.

“Este recurso vai apoiar projetos de agroecologia, extrativismo e produção orgânica, a partir de incentivo às boas práticas sustentáveis de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica”, explica a presidenta do BB, Tarciana Medeiros. “Trata-se de investimento social que, junto do apoio tradicional do BB via crédito aos agricultores familiares de todo o país, promove desenvolvimento ao campo, com geração de emprego e renda, levando comida à mesa dos brasileiros”, destaca.

Para o presidente da Fundação Banco do Brasil, Kleytton Morais, “a experiência do Ecoforte se consolida como uma ação exitosa, ao promover a intensificação das relações estabelecidas nos territórios, construídas de acordo com as demandas de cada rede. Isso aumenta a efetividade do programa, além da sinergia com diversas políticas públicas, como o Programa de Aquisição de Alimentos e o Pronaf”, ressalta Morais.

Os recursos serão investidos na melhoria da cadeia de produção, do beneficiamento à comercialização, com geração de renda. Os projetos devem intensificar as práticas de manejo sustentável de produtos da sociobiodiversidade e sistemas produtivos orgânicos com base agroecológica para ampliar a escala de produção e oferta de produtos saudáveis e promover autonomia social e econômica a famílias agricultoras, assentadas, povos e comunidades tradicionais.

“Esse é o maior edital da história do Programa Ecoforte e contribuirá para a redução das desigualdades de gênero e o incentivo à participação da juventude rural”, destaca a diretora Tereza Campello que ressalta ainda que o edital, pela abrangência, torna a distribuição de ações mais equilibradas, reduzindo também os efeitos da desigualdade regional.

Quem terá acesso aos recursos do Ecoforte

Para ser selecionado, o projeto precisa ser de entidade sem fins lucrativos que representem as redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica de base agroecológica. Cada rede deve ser composta por, no mínimo, três organizações produtivas da agricultura familiar (cooperativa ou associação de produtores), incluindo povos indígenas, integrantes de comunidades remanescentes de quilombos rurais, pescadores artesanais, aquicultores familiares, extrativistas e demais povos e comunidades tradicionais. O edital também dá prioridade a projetos liderados por mulheres e jovens, para ampliar a inserção e autonomia deles nos processos produtivos.

Valor dos projetos

O edital prevê apoio a projetos territoriais apresentados por redes de agroecológica, extrativismo e produção orgânica dentro dos seguintes limites:
Entre R$ 1 milhão (um milhão de reais) e R$ 2,3 milhões (dois milhões e trezentos mil reais) para as regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste, excetuando-se os municípios que integram a Amazônia Legal.

Entre R$ 1 milhão (um milhão de reais) e R$ 3 milhões (três milhões de reais) para municípios localizados na Amazônia Legal.

Dos R$ 100 milhões, R$ 50 milhões foram alocados pelo BNDES, sendo R$ 35 milhões do Fundo Socioambiental do BNDES e R$ 15 milhões do Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES com coordenação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Os outros R$ 50 milhões são da Fundação BB. Do valor total, R$ 70 milhões serão destinados exclusivamente para apoiar projetos das regiões Sudeste, Sul, Centro Oeste e Nordeste, e R$ 30 milhões serão destinados para o apoio a projetos localizados na Amazônia Legal.

Programa Ecoforte

O Programa Ecoforte integra a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO) e foi instituído como meta dos Planos Nacionais de Agroecologia e Produção Orgânica para os períodos de 2013-2015 e depois de 2016-2019. Foi retomado em novembro de 2023. A partir de agora passa a ser parte também do Plano Safra da Agricultura Familiar.
O desafio de lançar um edital de R$ 100 milhões nessa retomada foi feito reafirmando o compromisso do governo federal com a escuta e participação da sociedade civil em todas as políticas públicas, inclusive na de transição agroecológica.

A abordagem agroecológica integra a preocupação com os aspectos ambientais, econômicos, sociais e culturais da agricultura. É reconhecida internacionalmente como estratégica para a promoção da segurança e soberania alimentar, mitigação e resiliência climática e conservação da biodiversidade. A produção orgânica de base agroecológica adota tecnologias e práticas em sistemas similares àqueles que ocorrem na natureza. Esse modelo reduz a dependência dos sistemas agrícolas de insumos externos, promove a diversidade de cultivos e a valorização e preservação dos conhecimentos e das identidades culturais de povos e comunidades tradicionais e demais grupos de agricultores familiares.

A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica – PNAPO foi instituída em 2012, assim como o PLANAPO, com o objetivo de integrar, articular e adequar políticas, programas e ações indutoras da transição agroecológica e da produção orgânica e de base agroecológica. Em 2018, a PNAPO foi reconhecida com o Prêmio Internacional de Política para o Futuro, organizada pelo World Future Council.

Fonte Banco do Brasil

BB anuncia maior Plano Safra da sua história com R$ 260 bilhões para 2024/2025

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O Banco do Brasil anunciou, no dia 5 de julho, o maior Plano Safra de sua história. São R$ 260 bilhões para o financiamento da safra 2024/2025, um valor 13% maior do que o realizado na safra anterior, reforçando a liderança do BB no setor e confirmando, mais uma vez, a posição de maior parceiro do agro.

Os agricultores familiares e médios produtores contarão, inicialmente, com R$ 50 bilhões, um crescimento de 44% em relação à safra passada. Além disso, a agricultura empresarial terá R$ 142 bilhões, um aumento de 10%.

Para o custeio, serão destinados R$ 119 bilhões (+17%). As operações de investimento, que levam tecnologia ao campo, receberão R$ 44 bilhões (+28%). Outros R$ 29 bilhões estão destinados para comercialização e industrialização (+4%), enquanto títulos, crédito agroindustrial e giro terão R$ 40 bilhões (+6%).

As taxas do novo Plano Safra foram anunciadas pelo Governo Federal em eventos realizados na quarta-feira, 3. A Agricultura Familiar contará com juros que variam entre 0,5% e 6,0% ao ano por meio do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). Os médios produtores contarão com juros de 8,0% a 10,5% ao ano no âmbito do Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural). Já para os grandes produtores rurais, as taxas de juros variam entre 7,0% e 12,0% ao ano.

“Desembolsamos R$ 230 bilhões neste último ano safra, com crescimento de 17% em relação à safra 2022/2023, sendo o maior valor da história. Além disso, executamos todo o volume equalizado alocado do Governo Federal. Isso reforça nossa liderança no mercado e o compromisso com os produtores rurais de todo o país, com agilidade na contratação, a partir da maior especialização, capilaridade e abrangência nacional e com soluções adequadas e completas para todos os produtores rurais”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

“O Governo Federal, com os trabalhos das equipes dos diversas ministérios, avançaram muito nas soluções para entregar o melhor, maior e mais inovador plano safra da história, com avanços que colocam o agro brasileiro cada vez mais na vanguarda”, diz o vice-presidente de Agronegócios e de Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage. “Somos o maior parceiro da agricultura familiar e da agricultura empresarial. E com esse novo volume recorde que será destinado aos produtores rurais, reforçaremos o fomento a toda cadeia produtiva do agro, com reflexos positivos na geração de emprego e renda e no desenvolvimento da economia, das empresas, cooperativas, municípios e melhorias no campo”, complementa o vice-presidente.

Mais recursos para médio e pequenos produtores rurais

Para reforçar ainda mais o compromisso com a agricultura familiar e médios produtores, também foram aumentados em 44% os valores destinados no Plano Safra para esses públicos, com volume disponível de R$ 50 bilhões para este ciclo 2024/2025.

Destaque para Feiras e Circuito de Negócios e Treinamentos Agro

Em 2024, a presença e participação do Banco do Brasil nas feiras e eventos agro em todo o país têm sido destaque. Ao todo, o Banco acolheu mais de R$ 15 bilhões em propostas de financiamentos. Esta atuação conta com os tradicionais Circuitos BB de Negócios e Treinamento e com as 5 Carretas Agro que percorreram mais de 220 mil quilômetros em mais de 300 cidades de todas as regiões do país, levando bons negócios e ações de capacitação e treinamento, além de disseminar boas práticas e tecnologias rurais.

Apoio ao RS

Os pequenos e médios produtores impactados pelas enchentes no Rio Grande do Sul contam com o apoio financeiro e crédito emergencial pelo BB, em alinhamento com as ações do Governo Federal para recuperação e retomada das atividades. Até esta quarta-feira, 3, já foram contratados R$ 60 milhões, sendo R$ 50 milhões aos agricultores familiares via Pronaf e R$ 10 milhões aos médios produtores via Pronamp, além do crédito emergencial para micro e pequenas empresas do Estado.

Fonte: Banco do Brasil

BB acumula R$ 13 bi em propostas acolhidas nas feiras agro de 2024

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O Banco do Brasil ultrapassou a marca de R$ 13 bilhões em propostas acolhidas nas feiras e no Circuito de Negócios Agro, com as carretas BB em todas as regiões do país neste primeiro semestre de 2024. Só o Circuito de Negócios Agro do BB já gerou negócios em cerca de 280 municípios, com as carretas agro circulando por 220 mil km pelo país, que levam negócios, capacitação e disseminam boas práticas e tecnologias rurais com profissionais especialistas. O volume recorde de negócios neste primeiro semestre representa um crescimento de 51% na comparação com o mesmo período do ano passado nas feiras e no Circuito Agro.

Por exemplo, foram R$ 900 milhões só na Bahia Farm Show, realizada em junho. “Este resultado significou um crescimento de 57% em relação ao evento de 2023, marcando o maior desempenho do BB em 18 anos desta feira”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB. “Todo o ótimo desempenho nas feiras e no Circuito agro no primeiro semestre é fruto da dedicação da nossa equipe de especialistas que se utiliza da nossa base de inteligência de dados para gerar negócios robustos, com agilidade de contratação que os produtores necessitam”, salienta.

“As feiras e os eventos do Circuito Agro do BB intensificam nossa presença junto aos produtores, reforçando nosso apoio com crédito aos agricultores de todos os portes no país. São eventos em que o BB promove o desenvolvimento do campo, potencializando a geração de emprego e renda”, afirma Tarciana Medeiros. “Também realizamos, em todas as feiras, eventos com mulheres empreendedoras, protagonistas em toda a cadeia produtiva do agro. São espaços de compartilhamento de experiências de mulheres que são destaque em seus ramos de atuação, incentivando a diversidade no campo e ampliando o potencial de geração de negócios”, destaca.

O BB está presente junto aos negócios de toda a cadeia produtiva do agro brasileiro, oferecendo soluções de custeio, de investimentos, de industrialização e de comercialização. Além disso, o Banco oferece serviços e assistência técnica para pequeno, médio e grande produtor. “Essa atuação integrada e amplo portifólio de produtos e serviços se junta à nossa presença em mais de 96% dos municípios brasileiros, com atuação fígital, para atender nossos clientes onde, quando e como eles desejam”, reforça Braz Lage.

Fonte: Banco do Brasil

BB e BNDES: investimento de R$ 50 mi em programa de apoio a catadores

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O Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciaram R$ 50 milhões em incentivos para catadores de materiais recicláveis, em parceria com o governo. A iniciativa faz parte do edital Novo Cataforte, lançado hoje no Palácio do Planalto em um evento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“No BB, a atuação ASG está no centro da nossa estratégia corporativa. Ao apoiar a retomada de programas como o Cataforte, em que o S de social se mistura com o A de ambiental, reafirmamos nosso compromisso em implementar ações concretas que garantem efetivamente inclusão social e geração de renda, contribuindo para uma economia mais sustentável”, diz em nota a presidente do banco, Tarciana Medeiros.

O BB também anunciou que investirá mais de R$ 6 milhões em ações para atender cerca de seis mil catadores em diferentes municípios, via Fundação BB.

Fonte: Invest Talk

Novos Caminhos: parceria com o BB oferece oportunidades a jovens acolhidos

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Voltado à preparação de jovens que permanecem em acolhimento até completarem 18 anos de idade, o Programa Nacional Permanente de Apoio à Desinstitucionalização de Crianças e Adolescentes Acolhidos e Egressos de Unidades de Acolhimento – Programa Novos Caminhos (PNC) está consolidando sua nacionalização por meio das parcerias. Nessa segunda-feira (1.º/7), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Corregedoria Nacional de Justiça e o Banco do Brasil assinaram Acordo de Cooperação Técnica para viabilizar a empregabilidade desses jovens.

A parceria do Banco do Brasil será realizada por meio do Programa Aprendizes BB (PABB), no qual a instituição financeira possibilitará oportunidades de aprendizagem profissional a jovens de 14 a 18 anos de idade. Os adolescentes que participarem terão benefícios de um salário-mínimo para jornada de quatro horas, auxílio-alimentação, vale-transporte, plano de saúde e acesso à grade de cursos da Universidade Banco do Brasil (UniBB), que contemplam outros conceitos teóricos que possam ser úteis na futura vida profissional do jovem.

Para a juíza auxiliar da Corregedoria Nacional Carolina Ranzolin, a efetivação do acordo representa marco para a nacionalização do Programa Novos Caminhos. “A parceria viabiliza oportunidades tangíveis para jovens em situação de vulnerabilidade ingressarem com segurança no mercado de trabalho, preparando-os para os desafios profissionais e um futuro mais promissor”, afirmou.

Caberá ao CNJ indicar à instituição financeira as unidades da Federação nas quais o PNC já está implementado. O Banco entrará em contato com o respectivo Tribunal de Justiça para iniciar suas articulações diretamente com os parceiros responsáveis pela iniciativa em âmbito local.

Além do Banco do Brasil, a Vale já assinou um termo de acordo com o CNJ. Os próximos acordos devem ser firmados com as empresas Eletrobrás e Petrobrás. Todas já sinalizaram a intenção de apoiar a nacionalização do programa, com a assinatura simbólica do acordo de parceria, em março deste ano.
Participação dos tribunais

Segundo a Resolução CNJ n. 543/2024, os tribunais devem ter um programa de apoio aos jovens em acolhimento. O normativo prevê que as cortes busquem parcerias institucionais e sensibilizem empresas, a fim de implementarem o programa voltado a oportunizar aos jovens acolhidos educação básica, superior e profissional, mesmo até 24 meses após seu desligamento das unidades de acolhimento.

As parcerias podem atender qualquer dos quatro eixos de atuação do projeto: Educação Básica e Profissional; Ações de Vida Saudável; Ações de Empregabilidade; e Parcerias para Oferta de Outras Ações.

Idealizado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) em 2013, o PNC representa iniciativa inovadora e humanizada, voltada a permitir futuro promissor para jovens em situação de acolhimento. Para tanto, são oferecidas ferramentas essenciais para que esses jovens construam sua autonomia e independência, como treinamentos, cursos e outras ações voltadas também para o cuidado da saúde física e mental.

A expansão da iniciativa para outras unidades da Federação teve início em 2023, a partir da Diretriz Estratégica n. 11 estabelecida pela Corregedoria Nacional de Justiça. Até então, os tribunais de Justiça deveriam desenvolver protocolos institucionais, formar parcerias com entidades da sociedade civil, instituições de ensino, empreendedores e empresários, para viabilizar o processo de desinstitucionalização desses jovens.

Atualmente, a Corregedoria está realizando reuniões quinzenais com os tribunais que já manifestaram interesse em implantar o PNC, com o apoio da equipe técnica do TJSC. Até o momento, acordos de cooperação foram assinados com as cortes do Amazonas, Pará e Tocantins. Outros 12 tribunais devem aderir à ação em breve: os Tribunais de Justiça do Acre, de Alagoas, do Amapá, da Bahia, do Maranhão, de Minas Gerais, do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, de Roraima e do Distrito Federal, além do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Os tribunais que ainda não se manifestaram pela implantação do programa têm até o dia 10 de julho, conforme prevê a Resolução 543.

Fonte: Conselho Nacional de Justiça

Banco do Brasil com nova gerência na cidade gaúcha de Erechim

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O Banco do Brasil, agência centro de Erechim, está sob nova gerência. Assumiu a função Irádi Solange Lima que é natural de Tenente Portela (RS) é formada em administração, pós-graduada em Marketing, com formação em gestão empresarial.

Começou a trabalhar no banco no ano de 2000 na agência de São Borja, onde especializou-se principalmente no agronegócio. Posteriormente foi galgando os degraus na carreira nas cidades de Três Passos, São Paulo das Missões, Coronel Bicaco e Frederico Westphalen. E agora está à frente da agência BB em nossa cidade.

Fonte: Jornal Bom Dia

Pedra Dourada inaugura Ponto de Atendimento do Banco do Brasil

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Na tarde desta quinta-feira (04/07), a Prefeitura Municipal de Pedra Dourada celebrou a inauguração do novo Ponto de Atendimento do Banco do Brasil. Localizado na sede da Prefeitura, o espaço oferecerá aos cidadãos uma série de serviços bancários essenciais. O atendimento estará disponível de segunda a sexta-feira, proporcionando facilidades como pagamento de contas, solicitação de empréstimos, seguros, consulta de saldos, emissão de extratos e portabilidade de salários.

A iniciativa visa proporcionar maior comodidade e acessibilidade aos moradores de Pedra Dourada, ampliando o acesso aos serviços financeiros básicos diretamente na sede do governo municipal. A inauguração contou com a presença de autoridades locais e representantes do Banco do Brasil, reafirmando o compromisso conjunto de melhorar a qualidade de vida da comunidade através de serviços públicos eficientes e acessíveis.

Com essa nova estrutura, a Prefeitura reforça seu compromisso com a modernização dos serviços municipais, facilitando o dia a dia dos cidadãos e promovendo o desenvolvimento econômico local através da oferta de serviços bancários essenciais.

Fonte: Jornal Panorama Minas

ANABB conclama associados em defesa da Cassi e da Previ

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A ANABB conclama seus associados, no país inteiro, a somarem esforços nas ações em defesa da Cassi e da Previ contra os Projetos de Lei Complementar (PLPs) 68/2024 e 108/2024, que regulamentam a reforma tributária aprovada no ano passado. Ao tributarem ambas as entidades, os projetos trazem impacto financeiro e oneram custos, atingindo os associados.

Para defender nossas entidades da séria ameaça financeira trazida pelos projetos e salvaguardar os interesses do conjunto de associados, a ANABB orienta os colegas a procurarem os deputados federais e senadores dos respectivos estados, manifestando posição contrária à tributação dessas instituições.

Em seu conjunto, os PLPs 68 e 108 incluem as entidades de autogestão em saúde, como é o caso da nossa Cassi, entre as empresas do setor que visam ao lucro, sujeitando-as à tributação, além de darem às entidades fechadas de previdência complementar, casos da Previ e da ANABBPrev, o mesmo tratamento tributário concedido às instituições financeiras.

A ANABB está realizando articulações junto aos parlamentares e ao governo, para apresentação de emendas com o intuito de excluir as entidades de autogestão e os fundos de previdência complementar, da tributação.

Com o empenho de nossos associados para a realização de contato com deputados e senadores, nossa força na defesa será muito maior. Nessa comunicação com os parlamentares, é importante enfatizar que nossas entidades Cassi e Previ não objetivam o lucro e, assim sendo, não podem ter o mesmo tratamento tributário dado a uma companhia privada.

Uma reunião de líderes nesta terça-feira (9) definirá a pauta de votações no Congresso Nacional antes do recesso parlamentar da próxima semana. Os referidos PLPs 68 e 108 poderão ser votados pelo Congresso entre a quarta e a quinta-feira (10 e 11). Portanto, nosso tempo é escasso.

Participe das ações da ANABB em defesa da Cassi e da Previ. Converse com os parlamentares da sua região. Divulgue essa informação aos colegas. Participe das enquetes contra os PLPs 68 e 108. Vamos juntos defender nossas entidades, a saúde de nossos familiares e o futuro de nossas famílias!

Fonte: ANABB

Confira o resultado da Seleção de Conselheiros 2024 da Previ

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O final da temporada de Assembleias Ordinárias no mês de abril marca o encerramento de mais um processo de seleção e indicação de conselheiros. Apresentamos, a seguir, os principais números do certame.

A Previ formalizou, neste ano, 75 indicações aos cargos de conselheiro de administração e/ou fiscal nas empresas em que investe, obtendo êxito com a eleição em 70 (93,33%) assentos para os quais imputou concorrência.

A Seleção de Conselheiros 2024 contou com um total de 519 candidatos inscritos, dos quais 258 (49,71%) comprovaram todos os critérios mínimos e se classificaram no processo.
Perfil dos Candidatos Classificados

Mais da metade dos candidatos classificados no certame são associados à Previ (55,81%) e destes a grande maioria pertence ao público de aposentados (74,31%).

Com relação ao órgão pretendido, identificamos que a preferência era por vagas em Conselhos de Administração: 63,95% dos candidatos classificados registraram esta opção.

Com relação à formação acadêmica dos candidatos, observou-se que a grande maioria (88,76%) possui graduação completa em 5 grandes áreas: Administração, Contabilidade, Direito, Economia e Engenharia.

Com relação ao quesito “Pós-Graduação”, apenas 9,69% dos candidatos classificados sinalizaram não possuir nenhuma pós-graduação. Todos os demais comprovaram possuir pelo menos uma pós-graduação e uma parcela significativa apresentou comprovação de mestrado (30,62%).

Dos candidatos classificados, 44,57% comprovaram possuir ao menos duas certificações, dentre as aceitas no certame.

Quanto à faixa etária dos candidatos, identificamos uma concentração relevante na faixa entre 50 e 64 anos: 64,73% dos classificados se encontra nessa faixa etária. A idade média dos candidatos ficou em 56,9 anos.

Estratégia de Diversidade

Conforme divulgado em edital, para a Seleção 2024 implementamos uma estratégia de diversidade cujo objetivo era atingir o patamar de 40% dos candidatos classificados pertencentes a pelo menos um grupo historicamente sub-representado (mulheres, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e pessoas não brancas). O objetivo foi alcançado sem a necessidade de acionamento do mecanismo previsto em edital e 41,09% dos candidatos classificados eram sub-representados.

Do total de candidatos classificados, 21,32% eram mulheres, 3,88% eram LGBTQIAPN+, 1,55% eram pessoas com deficiência e 19,77% se autodeclararam pretos, pardos ou amarelos (nenhum candidato se autodeclarou indígena). A soma dos percentuais dos grupos é superior ao percentual de candidatos classificados sub-representados (41,09%) porque um mesmo candidato pode pertencer a mais de um grupo sub-representado (exemplo: mulheres negras ou pessoas LGBTQIAPN+ com deficiência).

O percentual de mulheres indicadas em 2024 foi o maior da série histórica, demonstrando o acerto das ações afirmativas voltadas para este grupo ao longo dos últimos anos.

Antes da Seleção 2024, o preenchimento do campo raça era opcional e muitos candidatos deixavam em branco, sendo classificados como não declarados. A partir da Seleção 2024, o preenchimento passou a ser obrigatório, mantendo a possibilidade de sinalizar a opção “não declarada”.

O sucesso da estratégia de diversidade pôde ser observado na etapa de indicação: 65,22% das indicações realizadas foram de candidatos pertencentes aos grupos sub-representados. Esta etapa também buscou contemplar membros com formação e experiências profissionais distintas, contribuindo para uma maior diversidade em todos os aspectos.

Como foi a participação da Previ nas Assembleias?

A Previ participou em 31 Assembleias Gerais Ordinárias durante a temporada de 2024 e formalizou 75 indicações, das quais 19 foram para assentos em Conselhos de Administração (25,33%) e 56 para assentos em Conselho Fiscal (74,67%). A expressiva maioria das indicações (69,33%) foi realizada na qualidade de acionista minoritário.

Perfil dos Candidatos Indicados

Seguem alguns gráficos que demonstram o perfil dos candidatos indicados na comparação com a base de candidatos inscritos e classificados no processo de seleção 2024:

Para a Previ, a Seleção de Conselheiros possui papel fundamental no atingimento dos objetivos estratégicos da Entidade por meio da construção de colegiados eficazes, diversos e comprometidos com os aspectos ASGI.

A relação completa de conselheiros eleitos com o apoio institucional da Previ está atualizada no site Previ > Investimentos da Previ > Governança de Investimentos > Conselheiros.

Fonte: Previ

BB inova com IA generativa no apoio aos pequenos negócios

Publicado em: 01/07/2024

O Banco do Brasil lança uma nova solução que utiliza inteligência artificial (IA) generativa e analytics para oferecer recomendações personalizadas para seus clientes micro e pequenas empresas. A Ari, Área de Recomendações Inteligentes, nasce da ideia de gerar valor a partir de dados para enfrentar os principais desafios dos pequenos negócios.

Com a Ari, o BB se torna pioneiro no mercado bancário nacional ao entregar uma solução data-driven com uso de inteligência artificial generativa para empreendedores, micro e pequenas empresas.

Com a riqueza de dados dos mais de 3,1 milhões de clientes micro e pequenas empresas, o conhecimento sobre perfil, transações, fluxo de caixa, sazonalidades e análises financeiras se transformam na matéria prima para a geração de insights e recomendações aderentes ao perfil e momento da jornada de cada pequeno negócio.

Atualmente, a Ari conta com 34 alertas, que traduzem as informações disponíveis em dicas de gestão de negócios e de clientes, além de trazer sugestões de capacitação e orientação sobre produtos financeiros. O empreendedor que fizer uso da solução poderá saber seu melhor dia de vendas da semana, se seus recebimentos são concentrados em uma base pequena de clientes, se foi identificada uma despesa que poderá exigir um maior valor em caixa, dentre outras informações sobre sua empresa.

“A Ari surge como uma ponte entre o cliente micro e pequena empresa e o BB. Ela traduz as informações disponíveis, fornecendo dicas práticas e valiosas para a gestão do negócio, focando em entrega de alto valor aos empreendedores, mas de forma fácil, direta e personalizada”, comenta Carla Nesi, vice-presidente de negócios de varejo do Banco do Brasil.

O piloto está sendo realizado de forma controlada, garantindo a segurança e qualidade dos dados, com curadoria humana especializada, para entregar recomendações adequadas aos clientes.

“O BB está comprometido em investir no desenvolvimento de projetos de IA generativa e analytics. Temos soluções de IA há muito tempo e agora inovamos ainda mais, usando outras técnicas de apoio, agregando qualidade e eficiência e mitigando riscos. Seguimos desenvolvendo soluções para que a IA esteja cada vez mais integrada aos negócios do Banco, aprimorando a experiência dos clientes e a alocação de recursos”, explica Marisa Reghini, vice-presidente de negócios digitais e tecnologia do Banco do Brasil.

Evolução no uso de IA pelo BB

Nos últimos dois anos, o Banco do Brasil avança no desenvolvimento de soluções com uso de IA, integrando-a cada vez mais ao DNA da instituição. Essa jornada permitiu construir a Ari, primeira solução dessa natureza disponibilizada diretamente para os clientes.

O aprofundamento e evolução no uso da inteligência artificial generativa pelo BB possibilita entregar às pequenas empresas uma ferramenta útil, de maneira intuitiva, completa e responsável.

A IA generativa complementa outras soluções existentes no BB. Contribui para temas como eficiência operacional e atendimento interno, por exemplo. A tecnologia tem sido utilizada internamente em soluções de atendimento relacionadas a temas como cartões e apoio administrativo, por exemplo.

Novo módulo para apoiar a gestão contábil e fiscal

A Ari apresenta os alertas dentro do Painel PJ, plataforma do BB que unifica e apresenta, de forma intuitiva e consolidada, todas informações de pagamentos e recebimentos das empresas, inclusive com informações de outras instituições, por meio do open finance. Entre outros recursos disponíveis, está a conciliação das vendas realizadas nas maquininhas de cartões e em Pix.

Em constante evolução, o BB está desenvolvendo um novo módulo no Painel PJ que vai apoiar na gestão contábil e fiscal das micro e pequenas empresas. Outros serviços serão disponibilizados futuramente, dentro da plataforma, para apoiar ainda mais a gestão das empresas, em temas como gestão de pessoas, vendas, entre outros.

Desde o seu lançamento, em 2022, o Painel PJ é utilizado por mais de 140 mil empresas. A solução tem nota 94,5 na metodologia de avaliação Net Promoter Score (NPS).

Educação financeira empreendedora

Empreendedores e pequenos empresários frequentemente enfrentam desafios na gestão eficiente das finanças, despesas e estratégias junto aos clientes de cada negócio. O BB enxerga a Ari como uma solução que aprofunda o conhecimento em educação financeira voltada ao empreendedorismo, pois entrega recomendações simples, mas de alto impacto e com fácil aplicação para o sucesso dos pequenos empreendimentos.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil disponibiliza educação empreendedora diretamente no app

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O Banco do Brasil apresentou a Liga PJ, uma nova solução para levar educação empreendedora aos clientes Pessoa Jurídica. Disponível no App BB PJ, trata-se de um ambiente com amplo conteúdo, abrangendo desde conselhos sobre liderança e gestão de equipes até as melhores práticas para uma gestão financeira eficiente e estratégias para estabelecer uma presença digital significativa.

A plataforma também traz o painel de indicadores financeiros, com informações dos principais índices do mercado e cotações mais relevantes para apoiar o dia a dia das empresas, como a taxa Selic, índice Bovespa, Dólar, Euro, Ifix e Bitcoin. Todas essas informações permitem entender cada vez mais os impactos da economia no seu negócio e planejar os próximos passos da empresa.

O objetivo da Liga PJ é preparar os empreendedores para os negócios e para a gestão financeira de suas empresas. “É importante que, desde a criação, as empresas possam ter informações e recomendações para uma boa administração, bem como a tomada de decisões conscientes em relação aos desafios diários enfrentados pelos empreendedores”, afirma Carla Nesi, vice-presidenta de Negócios de Varejo do Banco do Brasil.

A educação empreendedora abrange não apenas conceitos básicos de finanças, como planejamento financeiro, controle de gastos e investimentos, mas também temas mais avançados, como análise de mercado, estratégias de marketing e gestão de riscos. Dessa forma, os empreendedores estarão mais preparados para enfrentar esses desafios. “Com essa nova solução, o BB fortalece a estratégia de apoiar o sucesso das iniciativas de empreendedorismo no Brasil, facilitando o acesso a capacitação e a conteúdos especializados para os empresários”, acrescenta Carla.

“Agora os pequenos empreendedores possuem uma plataforma de educação financeira nas mãos, aprofundando o conhecimento sobre o impacto da economia e aproveitando oportunidades para o sucesso do negócio. Estamos focados em fomentar cada vez mais o empreendedorismo no país”, conclui Marcelo Gomes, head da Unidade de Clientes MPE do Banco do Brasil.

Com a Liga PJ, o Banco do Brasil, principal parceiro dos pequenos negócios, contribui mais uma vez para o fortalecimento e a perenidade das iniciativas empreendedoras, apoiando a economia, a geração de renda e disseminando as melhores práticas de gestão empresarial de forma simples e fácil, no melhor momento para seus clientes.

Fonte: Banco do Brasil