Vem aí o 5º Reencontro de Funcionários e Aposentados do BB em Santos

Publicado em: 19/04/2024

Pouco mais de seis meses após a última edição, acontece no dia 24 de maio, na AABB de Santos, no litoral de São Paulo, a partir das 17 horas, o 5º Reencontro dos Funcionários da Ativa, Aposentados e Ex-Funcionários do BB. O convite custa R$ 30,00 e inclui bebidas e salgadinhos.

O evento, como sempre, é uma iniciativa de funcionários da região. As inscrições estão abertas até o dia 20 de maio. O pagamento poderá ser feito diretamente no caixa da AABB ou por transferência bancária para a conta corrente 111551-0, agência 3146-1. O CNPJ é o 58.226.986/0001-00. A comissão organizadora pede para que seja enviado o comprovante de transferência pelo WhatsApp (13) 3289-4334

Mais informações também pelo telefone acima. A AABB de Santos fica na Avenida Ana Costa, 442, no bairro do Gonzaga.

Fonte: AGEBB

Evolução da tecnologia cada vez mais deve focar nos clientes, diz presidente do BB

Publicado em: 18/04/2024

A maior competitividade nos serviços bancários vista na ultima década no Brasil não gerou muros entre as instituições, mas sim pontes para a complementariedade de tecnologia para atender a um país com necessidades diversas. Essa é uma das avaliações feitas durante o Web Summit Rio, evento global de inovação que acontece na capital fluminense.

Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, vê que o papel dos bancos tradicionais no cenário de inovação brasileira é de complementaridade e de presença, assim como é o papel de todas as instituições.

“O BB adota a posição de entregar soluções que dialoguem com as necessidades daquele município. Estamos em 93% das cidades e, depois da pandemia, fomos entendendo que precisávamos de soluções que colocassem o banco dentro do Whatsapp. Mas também precisávamos entregar o físico na mesma medida que o cliente precisa”, pontuou.

Glauber Mota, executivo à frente da fintech Revolut no Brasil, concorda que o trabalho das instituições incumbentes e dos novos bancos digitais é de promover a inclusão financeira tanto para quem não tem acesso à internet quanto para quem busca mais rapidez e menores custos em suas transações.

Na visão dos painelistas do evento, a principalidade (ou seja, a instituição financeira priorizada pelo cliente) é construída e se mantém com a agilidade e capacidade da instituição de resolver as demandas do cliente.

Por isso, na visão de Mota, as instituições focadas no digital ainda têm o desafio de escalar soluções que estejam em um só lugar para uso do cliente.

“Com a evolução do banking, a questão que se coloca é, cada vez mais, como o cliente consegue resolver os problemas e cada vez menos de onde ele faz isso. Hoje, na média, são necessários cinco aplicativos para transacionar todas as demandas. Então não se trata só de agilidade, mas de se pensar uma maneira diferente de implementação unificada de estratégias”.

De olho nas experiências mais eficientes dos usuários, o Banco do Brasil diz ter ampliado os investimentos em inteligência artificial e inteligência analítica embarcada nos serviços. Além disso, no mês passado, o BB lançou sua primeira agência “fisical”, que leva para agência de rua todas as soluções digitais.

“A necessidade básica que todo cliente tem é pagar, receber e guardar dinheiro. Na medida que o relacionamento evolui, a necessidade de soluções complexas surge. Inovação que não é focada nas pessoas e não é construída por olhares diversos não compete para agregar peso na briga pela principalidade. Por isso, também, é importante haver diversidade de olhares na construção dos produtos e serviços”, defendeu.

Fonte: Valor Investe

“Nossa principal fortaleza é a rede física”, diz presidente do Banco do Brasil

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A rede física de agências, presente em 93% dos municípios brasileiros, é uma das principais vantagens competitivas do Banco do Brasil, afirmou a sua presidente, Tarciana Medeiros, durante apresentação no Web Summit Rio, nesta terça-feira, 16, no Rio de Janeiro.

“Em um país com dimensões continentais, estar presente nas diversas comunidades e entregando soluções que conversam com a realidade de cada município é um papel importante que bancos tradicionais exercem”, comentou a executiva. “Houve um processo rápido de digitalização dos bancos depois da pandemia. Mas conforme o tempo passou, entendemos que nossa principal fortaleza é a rede física”, acrescentou.

Isso não quer dizer que o Banco do Brasil abra mão das plataformas digitais. A empresa tem hoje 30 milhões de usuários ativos diários em seus canais digitais. “Temos um banco dentro do WhatsApp e um dos aplicativos bancários mais bem avaliados nas lojas de apps. Entendemos que precisamos entregar o físico e o digital na medida exata. Temos que entregar um banco para cada cliente”, disse Medeiros.

Vale destacar que recentemente o Banco do Brasil lançou sua primeira agência “phygital”, chamada Ponto BB Online, localizada no Recife, em Pernambuco. Sua proposta é levar para o físico o que o banco tem de melhor no digital, como Livelo, Shopping BB etc.

Hoje o Banco do Brasil tem 82 milhões de clientes, dos quais cerca de 15 milhões vieram ao longo dos últimos três anos.

Fonte: Invest Talk

No BB, 30 mil funcionários serão beneficiados com nova tabela PIP

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O Banco do Brasil aprovou as mudanças no critério de cálculos da Pontuação Individual do Participante (PIP). O anúncio foi feito nesta terça-feira (16 de abril) e significa que as trabalhadoras e os trabalhadores do BB, associados ao plano Previ Futuro, poderão somar mais recursos para a aposentadoria.

“A revisão da Tabela PIP é uma conquista das funcionárias e funcionários do BB. Nós levamos a proposta para a mesa de discussão com o banco. Os dirigentes eleitos da Previ, por sua vez, participaram da construção do novo cálculo, que passou pela revisão e análise das instâncias internas. A mudança também foi submetida à Previc, entidade pública responsável por gerenciar as operadoras de previdência privada no país”, explica a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.

A revisão da Tabela PIP é uma antiga reivindicação dos trabalhadores, que impacta na contribuição adicional, conhecida como 2B, que é calculada mensalmente por meio da Tabela PIP. A 2B é uma contribuição adicional que o associado do Previ Futuro pode realizar à medida em que for evoluindo na sua carreira funcional e pode variar de 1% a 10% do salário de participação, com o BB fazendo uma contribuição com o mesmo percentual que o participante.

Três fatores são considerados para calcular a 2B: crescimento salarial do participante, tempo de filiação e crescimento salarial médio anual dos funcionários do BB vinculados ao Previ Futuro.

“É muito simbólico que a aprovação da Tabela PIP pelo Banco do Brasil aconteça no dia do aniversário de 120 anos da Previ. Esse é um grande presente para os associados do Previ Futuro. É um avanço importante, vinculado diretamente ao propósito de cuidar do futuro das pessoas. Mudar a PIP é proporcionar para associadas e associados do Previ Futuro a oportunidade de contribuir mais e ter essa contribuição acompanhada pelo Banco do Brasil”, disse João Fukunaga, presidente da Previ, em nota oficial para anunciar a conquista.

Para se ter ideia, 30 mil trabalhadores mudarão de faixa de contribuição imediatamente. Destes 15 mil não conseguiam nem contribuir pela tabela atual. Os dirigentes eleitos da Previ participaram da construção do novo cálculo, que passou pela revisão e análise das instâncias internas.

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil deve lucrar R$ 9,4 bilhões, mas Safra mantém cautela

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Em relatório sobre a expectativa para os resultados dos bancos no primeiro trimestre de 2024, especialistas do Safra destacaram que o Banco do Brasil (BBAS3) deve mostrar “números positivos, mas as partes móveis podem voltar a ocupar o centro das atenções”.

“Esperamos outro resultado positivo, embora novamente com alguns impactos na formação de capital no trimestre. Esperamos que o Banco do Brasil registre lucro estável no trimestre, em R$ 9,44 bilhões (ROE de 22,1%), com o Banco Patagonia novamente representando 6% do NII ou 11% do lucro líquido, o que deve impactar diretamente o crescimento do valor contábil devido aos impactos cambiais”, diz a casa.

Ainda assim, o Safra destaca que o banco tem conseguido apresentar resultados sólidos.

Dessa forma, a expectativa é de que os resultados do BBAS3 fiquem no ponto médio do guidance.

A casa tem recomendação neutra para as ações do Banco do Brasil, ao passo que recomenda compra para Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) do mesmo setor.

Sobre o Itaú, o Safra destaca que a “consistência deve prevalecer” e que o banco deve seguir mostrando uma dinâmica positiva de lucros, sem qualquer alteração nas tendências recentes.

“Espera-se que o total de empréstimos aumente sequencialmente (+0,8% em termos trimestrais), enquanto o NII deverá diminuir ligeiramente devido à sazonalidade desfavorável no primeiro trimestre, apesar de um desempenho ainda bom numa base anual”, observa a casa.

Já sobre o Bradesco, que tem realizado uma série de mudanças internas, o Safra aponta que a dinâmica de lucros e perdas ainda está sob pressão e a qualidade dos ativos deve ser o ponto focal.

“Como se espera que a linha de base dos lucros de 2024 fique próxima de R$ 18,5 bilhões (no ponto médio do guidance), o primeiro trimestre não deve trazer surpresas, com resultados próximos a R$ 4 bilhões (ROE de 9,8%), +37% no trimestre e -queda de 8% na base anual”, observa.

“As receitas provavelmente serão pressionadas devido a spreads mais baixos, uma base de comparação ainda difícil e uma queda de 2% em empréstimos em termos homólogos, enquanto os custos deverão atingir um nível mais elevado após a implementação do novo plano estratégico, completa.

Apesar disso, a avaliação é de que ainda assim, a qualidade dos ativos poderá desencadear reações positivas no Bradesco, pois poderá indicar uma pressão menor ou maior sobre as provisões no futuro.

“Nossa opinião é que existe uma boa assimetria positiva, considerando a redução de risco observada nos últimos trimestres”, conclui.

Fonte: Suno

BB Seguridade: Genial projeta desaceleração no 1T24; entenda perspectivas

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Em relatório mais recente sobreo BB Seguridade (BBSE3), a Genial Investimentos projeta um cenário de desaceleração para a empresa no balanço do primeiro trimestre de 2024, ainda que o resultado se mantenha robusto, segundo a casa.

De acordo com os analistas, o balanço do 1T24 do BB Seguridade deve registrar um lucro de R$ 1,88 bilhão, crescimento de 6,50% na base anual, mas retração de 8,8% na base trimestral. Segundo a casa, o impacto trimestral deve estar relacionado ao desempenho do mês de janeiro, divulgado pela Susep, que apresentou um aumento significativo na sinistralidade do segmento agrícola, além de um desempenho negativo no resultado financeiro da Prev devido ao descasamento temporal entre IPCA e IGPM.

“Do lado positivo, vemos os prêmios da seguradora ainda fortes, puxados principalmente pelo prestamista, que é beneficiado pelo crédito consignado do Banco do Brasil, além do financeiro revertendo o descasamento temporal negativo nos próximos meses”, afirma o relatório.

De acordo com os analistas, o balanço do 1T24 do BB Seguridade deve registrar um lucro de R$ 1,88 bilhão, crescimento de 6,50% na base anual, mas retração de 8,8% na base trimestral. Segundo a casa, o impacto trimestral deve estar relacionado ao desempenho do mês de janeiro, divulgado pela Susep, que apresentou um aumento significativo na sinistralidade do segmento agrícola, além de um desempenho negativo no resultado financeiro da Prev devido ao descasamento temporal entre IPCA e IGPM.

“Do lado positivo, vemos os prêmios da seguradora ainda fortes, puxados principalmente pelo prestamista, que é beneficiado pelo crédito consignado do Banco do Brasil, além do financeiro revertendo o descasamento temporal negativo nos próximos meses”, afirma o relatório.

Apesar dos pontos negativos, a Genial projeta que BBSE3 termine o trimestre de forma positiva. Por outro lado, a melhora não é suficiente para a casa elevar de forma significativa as projeções de crescimento de lucro para o ano.

“Esperamos que os próximos trimestres devam ser melhores, principalmente para a sinistralidade agrícola, além de uma retomada no financeiro da Prev com menor impacto da diferença temporal entre IPCA e IGPM. Assim, estimamos um lucro de R$ 8,17b para 2024, uma expansão de +6% a/a, mas em desaceleração em relação ao resultado de 2023”, diz a Genial Investimentos.

Os analistas ainda enxergam as ações do BB Seguridade negociadas a valuations atrativos, com P/L de 8,1x para 2024 e dividend yield de 10,7%. A recomendação de compra foi mantida, mas o preço-alvo foi cortado de R$ 48,30 para R$ 44, “refletindo uma piora no custo de capital da companhia, mas ainda apresentando um upside atrativo de 31%”.

Fonte: Suno

Operação bancária do BB é subavaliada pelo mercado, diz BofA

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Os números do Banco do Brasil (BB) apontam que a operação bancária do conglomerado é avaliada com um excessivo desconto pelo mercado, avalia o Bank of America. De acordo com o banco, as ações do BB (BBAS3) embutem, ao preço de tela, uma avaliação de 0,7 vez o valor patrimonial, contra um múltiplo de 1,1 vez que, na visão da casa, seria justo dados os retornos recentes.

“Acreditamos que estes patamares de múltiplo são excessivamente descontados considerando a dinâmica positiva do negócio, que apresentou um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) em média de 17,2% nos últimos dois anos”, afirma em relatório o analista Mario Pierry.

O indicador apontado por ele considera apenas a operação bancária principal do BB, ou seja, exclui a adquirência, que o banco opera através da Cielo, o braço de seguros, abarcado pela BB Seguridade, e o Patagonia, banco que o BB controla na Argentina. Sob este mesmo parâmetro, Pierry calcula que o custo de capital do banco roda próximo dos 16,6%, ou seja, o BB tem rentabilidade superior ao custo de captação.

O analista fez cálculos sobre o valor do banco utilizando a chamada soma das partes, ou seja, separando o resultado de acordo com cada área de atuação. As contas apontaram que a operação bancária é avaliada em R$ 112 bilhões pelo mercado (o conglomerado vale R$ 165,6 bilhões na Bolsa), ante um ROE de 16,5% em 2023 e de 17,9% em 2022.

Na visão do BofA, o desconto é explicado pelos temores do mercado de interferência política, algo que a administração do BB tem dito que não tem ocorrido. A casa menciona o programa “Bom pra Todos”, criado durante o primeiro governo de Dilma Rousseff (2011-2014), e que fez o BB baixar os juros, mas que derrubou os resultados do banco pelos anos seguintes.

“De todo modo, (atualmente) o BB tem uma forte estrutura para protegê-lo de interferência, e o governo controla ‘somente’ 50% das ações, contra 100% da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”, afirma o relatório.

O BofA estima que o lucro do BB crescerá 7% neste ano, para R$ 38,1 bilhões. Para tanto, o negócio bancário terá de crescer 20% em 2024, dado que a estimativa inclui uma queda de 60% nos resultados do Patagonia, e também crescimentos de apenas um dígito nos lucros da Cielo e da BB Seguridade.

O BofA mantém recomendação de compra para os papéis do BB (BBAS3), com preço-alvo de R$ 69, potencial de alta de 19,5% em relação ao último fechamento.

Fonte: e_Investidor

BB e BTG aparecem entre os 30 maiores detentores de ETF de Bitcoin

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Em nota publicada nesta terça-feira (16 de abril), Eric Balchunas, especialista em ETFS da Bloomberg, divulgou os 30 maiores detentores do ETF de Bitcoin da BlackRock, o IBIT. Para surpresa de muitos, Banco do Brasil e BTG Pactual aparecem na lista.

Balchunas aponta que essas 30 instituições são responsáveis por apenas 0,2% do IBIT. Ou seja, nem todas as instituições relataram seus investimentos até o momento, o que pode mudar a tabela no futuro. De qualquer forma, ele destaca que há muitos investidores de varejo no mercado.

“Uma análise atualizada dos detentores de IBIT mostra que há cerca de 30 deles até agora (principalmente fundos e consultores), representando 0,2% das ações emitidas, o que significa que isso é apenas a pontinha do iceberg”, comentou Balchunas.

Seguindo, o analista nota que há muitas instituições ‘testando à água’, ou seja, realizando pequenos aportes quando comparado ao montante total administrado por elas. No caso do BB, sua participação seria de US$ 1,59 milhão (R$ 8,36 milhões) e no caso do BTG de apenas 272 mil dólares (R$ 1,43 milhão).

Na lista também aparecem os bancos VP Bank, de Liechtenstein, e o Old National Bancorp, dos EUA, além de diversos fundos de investimento.

Segundo os dados mais recentes, o ETF da BlackRock já detém 270.055 bitcoins (R$ 89 bilhões), sendo o segundo maior do mercado atrás apenas do GBTC da Grayscale (299.212 BTC).
Por que o Banco do Brasil está comprando Bitcoin?

Em comunicado de 2022, o Banco do Brasil anunciou a criação de um fundo de criptomoedas para investidores qualificados. Portanto, as compras no IBIT podem representar uma crescente demanda do mercado por Bitcoin.

“O mercado de cripto ainda é novidade para muitos investidores, mesmo entre os qualificados, por sua especificidade, além da alta volatilidade. Mas, ao mesmo tempo, é nesse cenário que podem surgir oportunidades para aqueles que topam assumir um pouco mais de risco em parte do seu portfólio”, disse Eduardo Villela, gerente executivo de Captação e Investimentos do BB, nesta antiga publicação.

De qualquer forma, vale lembrar que existem ETFs de Bitcoin no Brasil, como HASH11, BITH11 e QBTC11, que poderiam servir como ponte para o BB.

Já a aparição do BTG Pactual entre os maiores detentores do ETF de Bitcoin da BlackRock não causa nenhum espanto. Afinal, o banco já possuí exposição ao mercado de criptomoedas há anos. Além disso, também possui a sua própria corretora de Bitcoin, a Mynt.

Por fim, a tendência é global. Afinal, o maior banco estatal da Alemanha revelou nesta segunda-feira (15) que estará oferecendo serviços de compra e custódia de Bitcoin aos seus clientes nos próximos meses. O mesmo acontece nos EUA à medida que a demanda pela criptomoeda só aumenta.

Fonte: Live Coins

Banco do Brasil amplia recursos para pessoas com deficiências

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Pessoas clientes do Banco do Brasil autodeclaradas como cegos ou com deficiência visual já podem solicitar o cartão do banco com informações impressas em braile, o sistema de leitura e escrita das pessoas com deficiência visual, parcial ou total. A inovação busca oferecer uma experiência bancária mais autônoma e inclusiva e é o primeiro cartão do tipo do Brasil.

Além disso, o banco também disponibiliza a autodeclaração de pessoa com deficiência diretamente no App para que cliente tenha atendimento específico de acordo com a sua necessidade.

A diferença do novo cartão para os que eram emitidos até então é que agora as informações como o número, CVV (código de segurança de 3 dígitos impresso no verso dos cartões de crédito), data de validade e bandeira são em braile.

Ao fazer a solicitação, o cliente recebe um kit com o cartão, folder contendo esclarecimentos sobre o cartão e sua forma de desbloqueio e um porta-cartão com os dados completos, ambos escritos em braile e em caracteres ampliados, para atender aos clientes com baixa visão.

Assim, os usuários podem ter melhor acesso a todas as informações essenciais para compras em ambiente online, por exemplo.

O kit braile já era oferecido desde 2009, e continha porta-cartão impresso em braile com informações do cartão, contrato em CD e outros elementos. A nova versão que passa a ser oferecida a partir de agora tem como base estudos de mercado em que pessoas com deficiência visual relataram sentir falta do número do cartão impresso no próprio.

Quanto custa para pedir o cartão em braile

Todos os cartões emitidos para clientes que tenham se autodeclarado PCD visuais, no app BB ou em uma agência, já serão nesse novo modelo. Em caso de novas contratações de cartão ou renovações de cartões vencidos, não há custo adicional.

Para solicitação de segunda via, o custo será o mesmo de um cartão comum: R$ 10,80, conforme a tabela de tarifas do banco.

Extrato em braile

Além do novo cartão, o Banco do Brasil também oferece aos seus clientes com deficiência visual a possibilidade de solicitar, para a sua residência, o envio do Extrato Unificado, totalmente impresso em braile e caracteres ampliados com informações de conta corrente, investimentos e previdência.

A contratação do serviço pode ser realizada em qualquer agência do Banco do Brasil, sem custo adicional.

Atendimento especializado nas agências

O BB disponibiliza a autodeclaração de pessoa com deficiência diretamente no aplicativo do banco. Ao se autodeclarar, cliente terá atendimento específico de acordo com a sua necessidade nas agências e em todos os canais do banco.

É possível se autodeclarar deficiente visual, auditivo, físico-motor ou intelectual, ou então com transtorno do espectro autista.

Nas agências, ao retirar a senha de atendimento, o cliente que se autodeclarou com deficiência auditiva, por exemplo, é direcionado automaticamente para o atendimento em Libras. Já o atendimento remoto, realizado pela Central de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBB), está disponível pelo telefone 0800 729 0088 e 4004.0001, opção 2 > 1 > 6, todos os dias, 24h, aos clientes PcD.

Além disso, no app, no portal bb.com.br e no WhatsApp do BB (61 4004.0001), o atendimento em Libras é realizado a partir de uma chamada de vídeo com um intérprete.

Fonte: Valor Investe

Concurso BB tem quase 5 mil convocados; prorrogação em estudo

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O Banco do Brasil já convocou 4.898 classificados no último concurso BB para escriturário, aberto em dezembro de 2022. O número foi confirmado à Folha Dirigida por Qconcursos nesta quinta-feira, 18.

A validade da seleção termina em julho deste ano. É possível que o banco prorrogue a validade por mais um ano, possibilitando mais tempo para novas convocações.

De acordo com o Banco do Brasil, a prorrogação do concurso está em análise e ainda não há uma decisão fechada. “As convocações dos classificados continuam ocorrendo, dessa forma, a possibilidade de prorrogação do edital ainda não foi avaliada pelo Banco do Brasil. Tão logo seja definido se haverá ou não prorrogação, encaminharemos para publicação, dado que reconhecemos a importância de manter todos os interessados informados sobre qualquer atualização relevante”, disse o BB, em nota.

O Banco do Brasil também informou que as chamadas são feitas conforme a disponibilidade orçamentária e em momento e número mais apropriado à necessidade de pessoal. O BB não especificou quantas convocações de aprovados devem ser feitas até julho.

Concurso ofereceu mais de 6 mil vagas

Com edital publicado em dezembro de 2022, o concurso Banco do Brasil ofertou 6.525 vagas para o cargo de escriturário, de nível médio. O total de oportunidades sofreu alterações, após o BB acrescentar 525 postos para Pessoas com Deficiência (PcDs).

Com a mudança, o perfil profissional de agente comercial passou a disponibilizar 3.300 vagas, enquanto o agente de tecnologia teve a oferta elevada para 3.225 postos.

Os aprovados são contratados em regime celetista. Os salários iniciais são de R$5.436,03, sendo R$3.622,23 de vencimento básico, R$1.014,42 de auxílio-alimentação/refeição e R$799,38 de cesta alimentação.

Além disso, o Banco do Brasil oferece diferentes benefícios como participação nos lucros (geralmente paga duas vezes ao ano); planos de saúde e odontológico; previdência privada com participação do banco, auxílio-creche/babá e auxílio ao filho com deficiência.

Ao longo da carreira, os profissionais ainda podem se capacitar por meio da Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB), que oferece bolsas de graduação, pós-graduação, idiomas e outras qualificações.

Novo concurso BB para pessoas com deficiência pelo TCU

Em março deste ano, o Tribunal de Contas da União (TCU) voltou a recomendar um novo concurso Banco do Brasil exclusivo para Pessoas com Deficiência (PcD’s). Segundo o TCU, o Banco do Brasil não estaria preenchendo 5% dos postos de trabalho com pessoas com deficiência, descumprindo o inciso IV do art. 93 da Lei 8.213/1991.

A legislação reforça que empresas com 1.001 ou mais empregados são obrigadas a preencher 5% do seu quadro com pessoas com deficiência, habilitadas ou reabilitadas pela Previdência Social. De acordo com o Acórdão nº 427/2024, publicado no Diário Oficial da União de 21 de março, o Banco do Brasil pediu reexame da decisão, em que há a observação pelo não cumprimento dos provimentos e a recomendação de um novo concurso (acórdão nº 92/2023).

Na nova decisão, o Tribunal de Contas da União alterou alguns itens do acórdão de 2023, mas reforçou que, enquanto a meta de 5% de funcionários PcD’s não for atingida, o banco deverá manter um mínimo de 12,5% das vagas de seus concursos reservadas para esse público.

O TCU ainda determinou que o BB acompanhe a evolução do perfil de empregados e que disponibilize, por meio de sua página, informações atualizadas sobre o total de postos de trabalho ocupados separadamente.

O tribunal também destacou os bons resultados obtidos pela Caixa ao realizar concurso exclusivo para pessoas com deficiência e voltou a reforçar a recomendação ao Banco do Brasil de que avalie a possibilidade de edital focado para esse público.

Fonte: Folha Dirigida

Eleições Previ: votação vai até o próximo dia 26 de abril

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Começou no último dia 12 o período de votação das Eleições Previ que, neste ano, definirá os ocupantes para cargos no Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Diretoria de Seguridade. A votação termina dia 26 de abril, mas as entidades que apoiam o funcionalismo do Banco do Brasil orientam não deixar para a última hora.

Participantes e assistidos, maiores de 18 anos, inscritos nos planos de benefícios da Previ até o dia 31 de janeiro deste ano, podem participar das votações. O voto pode ser feito nas seguintes plataformas: site da Previ, aplicativo (app) da Previ no celular, terminais de autoatendimento (TAA) ou SISBB (este, exclusivo para funcionários da ativa). Para votar no site da entidade, acesse: https://votacao.previ.com.br/votacaoweb/

A composição, em igual número, de representantes eleitos pelos associados e de indicados pelo patrocinador, em todos os colegiados da Previ, é um fator de sucesso que reforça o modelo de governança da entidade e coloca a Previ muito à frente do que está previsto na legislação que regula o setor.
Parciais

Todos os dias úteis, a Previ publica uma parcial com a quantidade de votantes divulgada pela Comissão Eleitoral. No dia 18 de abril, apenas 33% dos 196 mil participantes já haviam decretado seu voto.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, com Previ

Rentável, Previ Futuro garante aposentadoria de até 115% do salário

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O Previ Futuro é o plano de benefícios mais rentável de todo o sistema de previdência complementar fechado – e sua rentabilidade é mais que o dobro dos planos de mercado no longo prazo. Para um associado que contribuir por 35 anos e se aposentar aos 60, receberá mensalmente do Previ Futuro benefícios equivalentes a 115,8% do último salário como funcionário do Banco do Brasil.

Desde que foi criado, em 1998, o Previ Futuro teve rentabilidade de 3.124,80%, diante de um INPC acumulado de 1.610,10%, alcançando uma rentabilidade média anual de 7,50%, ou 2,80% acima da meta de referência. E quem aderiu ao plano há 20 anos, conseguiu até agora 5,70% de rentabilidade anual acima da inflação (e 1,01% acima da meta).

“Esses dados comprovam o êxito da governança, em que os associados têm participação igualitária na gestão, e a excelência do quadro técnico da Previ, todo formado por funcionários do Banco do Brasil associados aos planos de benefícios”, afirma Márcio de Souza, diretor eleito de Administração da entidade.

Fonte: Central dos Trabalhadores do Brasil

Economus: entenda a rentabilidade do plano e os impactos no equilíbrio técnico

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Conforme publicado anteriormente, todos os planos de previdência do Economus superaram as metas de rentabilidade para 2023. Posteriormente, também disponibilizamos os resultados da avaliação atuarial, que indicou um equilíbrio técnico negativo de R$ 503 milhões para o plano Regulamento Geral no último ano.

O que significa?

O equilíbrio técnico é a diferença entre o patrimônio de cobertura do Regulamento Geral e as provisões matemáticas para pagamento dos benefícios de todos os participantes até o fim de suas vidas.

É um cálculo fundamental feito todos os anos para saber se, com o dinheiro das contribuições somado com a rentabilidade, o fundo teria recursos suficientes. Apesar de a rentabilidade alcançada ser superior à meta nos últimos anos, o resultado não foi suficiente para um equilíbrio técnico positivo em 2023.

Isso porque, nesse cálculo, entram outros fatores, como alterações de premissas, decisões judiciais e alteração no método de provisionamento do contencioso (ações judiciais).

É importante destacar que, utilizando-se a projeção de resultados da Carteira de Títulos Públicos do Plano por meio do Ajuste de Precificação, positivo em R$ 430 milhões, o Equilíbrio Técnico Ajustado é negativo em R$ 73,7 milhões.

O ajuste de precificação é o valor correspondente à diferença entre o valor dos títulos públicos federais considerando a taxa de juros do plano atual e o seu respectivo valor contábil (este último calculado conforme a taxa de compra).

De acordo com a legislação vigente, o Equilíbrio Técnico Ajustado do plano Regulamento Geral não indica a necessidade de novo equacionamento.

Fonte: Economus

Eleições Economus 2024: conheça o trio de candidatos apoiado pela AGEBB

Publicado em: 11/04/2024

Entre os dias 8 e 29 de abril, os participantes do Economus, Instituto de Seguridade Social do antigo Banco Nossa Caixa (BNC), poderão votar nos novos membros para os Conselhos Deliberativo e do Conselho Fiscal do Economus. Neste ano serão escolhidos dois representantes para o Conselho Deliberativo e um para o Fiscal, bem como os respectivos suplentes. A votação prossegue até às 16h do dia 29 de abril. A AGEBB apoia Mário Valente e Silvio Luiz de Lima para as vagas ao Conselho Deliberativo e Silvana Cyrilo para o Fiscal. 

Para registrar seu voto, basta acessar https://www.eleicoeseconomus.com.br/ e clicar no botão “Votar”. Em seguida, basta inserir seu CPF no campo e clicar em continuar. Depois disso, clique em “Sim, entrar com minha senha” para utilizar a senha que você recebeu via Correio. Após inserir a senha, é necessário informar sua data de nascimento (duplo fator de autenticação) antes de ir para a cédula de voto.

Após seguir os passos acima, a cédula de voto será apresentada com o nome e foto dos candidatos. Você deverá escolher primeiro dois candidatos para o Conselho Deliberativo e, depois, um candidato para o Conselho Fiscal. Antes de confirmar seu voto, será mostrada uma tela com os três candidatos escolhidos. Após clicar em “confirmar”, seu voto será computado. Você ainda pode salvar ou imprimir o seu comprovante de votação.

Em caso de dúvidas, assista ao vídeo tutorial na página de votação. Caso as dúvidas persistam, você pode entrar em contato pelo Fale Conosco Previdência, disponível em nosso site ou pelo número (11) 3003-3592.

As senhas foram enviadas pelo Correio para todos os eleitores. Caso não a tenha recebido, não se preocupe. Você pode solicitar uma senha para seu endereço de e-mail/SMS no próprio ambiente de votação ou utilizar o Certificado Digital, caso você possua esta identificação virtual, para exercer seu direito ao voto.

Acompanhe todos os detalhes do pleito na página exclusiva https://portal.economus.com.br/eleicoes-2024/. Na aba “votação”, é possível conferir diariamente como estão as parciais de participação dos eleitores. Os resultados devem ser divulgados em 30 de abril e a cerimônia de posse está marcada para 31 de maio.

Fonte: AGEBB com informações do Portal Economus

Estratégia Swing Trade do BB Investimentos rende mais de 33%

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A estratégia Swing Trade do BB Investimentos (BB-BI) completa um ano. Durante o período, as 68 operações sugeridas alcançaram rentabilidade de 33,1%. No mesmo período, o Ibovespa teve retorno de 24,6%. A rentabilidade agregada da metodologia leva em consideração diferentes prazos de vigência e é expressa pela técnica de matemática financeira conhecida como Taxa Interna de Retorno (TIR).

As operações de Swing Trade visam rastrear tendências, portanto, os ativos são mantidos por um ou mais dias, diferente do Day Trade, cujas operações são encerradas no mesmo dia. A técnica, da maneira como foi desenvolvida pelo BB-BI, busca otimizar ganhos e diminuir o impacto de eventuais perdas. Outro ponto de destaque nesses primeiros 12 meses foi justamente a média de ganho em operações positivas, que chegou a 10,6%, cerca de três vezes mais que a média de perdas em operações negativas, que foi de –3,8%.

Rafael Reis, analista do BB-BI responsável pela construção do sistema de recomendações, explica que a técnica prioriza três principais pilares: agilidade, simplicidade e rentabilidade. “As sugestões são publicadas de forma ágil pela manhã, antes da abertura do mercado, tendo como parâmetro o preço de abertura do ativo na B3. Já a simplicidade se manifesta pela seleção do indicador técnico adotado: o cruzamento de médias móveis, um dos mais clássicos da análise técnica. Por fim, a rentabilidade, que é nosso principal objetivo. Podemos dizer que já tivemos diversas operações com retorno de mais de 20% e algumas com mais de 30%”, destaca.

Mesmo com a rentabilidade considerada positiva, o BB-BI segue realizando estudos e testes para identificar possíveis ajustes, que devem incluir majoritariamente um ajuste fino na definição das médias. “Temos o compromisso de levar aos clientes investidores do Banco do Brasil produtos cada vez mais seguros e rentáveis. Nesse primeiro ano, a estratégia se provou objetiva, com possibilidade de maiores ganhos no caso do desenvolvimento de verdadeiras tendências, mas seguimos trabalhando para o aprimoramento contínuo do nosso portfólio de serviços”, reforça o diretor-presidente do BB Investimentos, Geraldo Morete Júnior.

Os investidores podem acompanhar as oportunidades pelo app BB, na área Investimentos – Renda Variável – Estratégia Radar, ou pelo site Investalk.com.br. Além disso, podem solicitar inclusão na lista de transmissão do BB-BI por meio do endereço analises@bb.com.br.

Research do BB Investimentos

A equipe de analistas do BB-BI elabora relatórios detalhados sobre empresas negociadas na bolsa, além de análises setoriais, carteiras de ações temáticas, de fundos imobiliários e do mercado de renda fixa, com fatos relevantes para orientar investidores em suas estratégias de investimentos. É possível acompanhar relatórios e análises dos principais setores da economia, como agronegócio, bancos e serviços financeiros, imobiliário, indústria, petróleo e gás, transportes, utilities, varejo e shoppings, entre outros, pelo site Investalk.com.br.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil amplia em 80% crédito para grandes empresas no 1T24

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Do início do ano até a primeira semana de abril, o Banco do Brasil (BBAS3) já concedeu R$ 42 bilhões em crédito para grandes empresas, com faturamento de no mínimo R$ 1,3 bilhão. O volume, considerando o 1T24, é 80% maior na base anual, disse João Fruet, diretor do Corporate Investment Bank (CIB) do banco, à coluna do Broadcast/Estadão.

À publicação, o executivo observa que, ao contrário de 2023, em que o agronegócio puxou a atividade macroeconômica, em 2024, mais setores mostram melhor desempenho, como o industrial, imobiliário e o de serviços. “Isso aponta para reversão do quadro mais adverso de juro alto e custo da dívida, que inibe a confiança dos empresários nos investimentos”, disse Fruet.

Com a projeção do BB de Selic a 9,25% no fim de 2024, ele acredita que as empresas darão vazão aos investimentos até aqui represados, acelerando o ritmo no segundo semestre.

Disse também que a maior parte das companhias em sua carteira – Fruet possui 1,4 mil grandes empresas, várias com capital aberto em bolsa – está bem posicionada para “tirar da gaveta” investimentos, já que desde 2022, vêm alongando dívidas, aproveitando o acesso que têm ao mercado financeiro bancário e de capitais.

Para o diretor do Corporate Investment Bank (CIB) do Banco do Brasil, Fruet acredita que “pior já passou” do ponto de vista de riscos à sustentabilidade financeira e operacional das companhias, dado o ambiente adverso trazido pela pandemia de Covid-19, juro de dois dígitos e do evento Americanas (AMER3) no início de 2023, que travou o mercado de captações e de crédito bancário.

Fruet também acredita que o varejo está em uma via de recuperação, à medida em que a direção do juro é de queda e que o consumo tradicionalmente aumenta no segundo semestre. No entanto, prevê que a velocidade de consolidação desse caminho ao varejo estará relacionada a uma eventual aceleração de queda do juro no Brasil em 2025, como reflexo de uma aguardada política monetária mais frouxa nos EUA.

Agronegócio não é preocupação, diz executivo do Banco do Brasil

O setor de agronegócio não é visto pela área de grandes empresas do Banco do Brasil (BBAS3) com preocupação, já que os grupos empresariais são muito sólidos e costumam conviver com ciclos de mudanças de preços das commodities e de produção. “Há uma ‘arritmia’ [nos preços], mas não, estruturalmente, um risco”, afirma Fruet.

Para 2024, o BB projeta um aumento de 20% nas ofertas de títulos de crédito privado e ações ao mercado.

Além disso, Fruet, do Banco do Brasil, vê empresas ligadas ao agronegócio e ao setor imobiliário aproveitando a forte queda no custo de captação com certificados de recebíveis do agronegócio (CRA) e imobiliário (CRI) para levantar recursos com esses papéis.

Fonte: Suno

Banco do Brasil vai desdobrar ações agora em abril

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O Banco do Brasil (BBAS3) confirmou que vai realizar em 15 de abril o desdobramento (“split”) de 100% de suas ações negociadas na bolsa de valores.

Essa operação já era prevista desde dezembro do ano passado, foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) em 2 de fevereiro deste ano e agora recebeu o aval do Banco Central (BC)

Em suma, conforme a instituição financeira em fato relevante, cada investidor vai receber uma nova ação do banco. Isso sem alterar o patrimônio do BB e a participação percentual dos acionistas.

“Com a efetivação do split, o capital social do banco passará a ser dividido em 5.730.834.040 (cinco bilhões, setecentos e trinta milhões, oitocentos e trinta e quatro mil e quarenta) ações ordinárias representadas na forma escritural e sem valor nominal”, aponta o BB.

“A data-base para a efetivação do split das ações será em 15 de abril de 2024. A partir do dia 16 de abril de 2024, as ações do BB passarão a ser negociadas refletindo o desdobramento (ex-split)”, acrescenta a instituição.

Entre as razões para o desdobramento das ações do Banco do Brasil está o aumento de liquidez
na bolsa. Ou seja, com mais papéis em circulação, os preços tendem a ficar mais acessíveis.

Do mesmo modo, o banco espera aumentar sua base de acionista com a operação.

Nesta segunda-feira (8), uma semana antes do “split”, as ações do BB eram negociadas acima de R$ 58,00.

O movimento vem em um momento positivo para os papéis da instituição pública. Em 2024, eles avançam mais de 5%, enquanto o Ibovespa, índice de referência da bolsa cai acima de 4%.

Simultaneamente, essa diferença fica ainda mais evidente levando em conta o acumulado nos últimos 12 meses: salto de quase 60% contra alta perto de 30%.

Fonte: Inteligência Financeira

BB lança campanha para apresentar primeiro espaço figital .BB em Recife

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Uma experiência figital em um espaço inovador: é assim que o Banco do Brasil define seu novo espaço “.BB” (leia-se PontoBB). Inaugurado em Recife, um dos principais ambientes de inovação do Brasil, o .BB une o físico e o digital e é o primeiro espaço do BB neste modelo.

Para comunicar a novidade, o Banco do Brasil convidou Bacaro Borges, filho do mestre da xilogravura J. Borges que dá continuidade ao legado do pai com uma identidade artística própria, para assinar as ilustrações gráficas da nova campanha, incluindo um painel físico exposto no .BB.

As peças, criadas pela WMcCann, são inspiradas em referências culturais locais e comunicam o ambiente colaborativo do novo ponto de encontro onde o público poderá experimentar benefícios exclusivos, participar de eventos e desfrutar de um atendimento personalizado, seja físico ou digital. Diferente de uma agência bancária tradicional, o .BB é um ambiente de relacionamento projetado para disseminar possibilidades inovadoras de atendimento e implementar a hiperpersonalização como principal diferencial.

“Nossa intenção é criar um espaço que fortalece as conexões e desburocratiza o ambiente bancário promovendo experiências únicas para nossos clientes. A campanha vem para comunicar que todos estão convidados a fazerem parte desse espaço que, com muita cultura e tecnologia, reflete o nosso jeito de ser Banco do Brasil”, explica Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do BB.

O novo espaço ainda contará com uma programação semanal repleta de atividades, palestras, cursos e debates, gratuita e aberta ao público, valorizando a cultura e a arte da região. “A campanha 360° comunica ao público todas as facetas desse lançamento, com destaque para a inovação, criatividade e compromisso com a comunidade local. São experiências inovadoras promovendo, de fato, o futuro do atendimento bancário”, completa Paula.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil lança primeiro cartão totalmente em braile

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Na segunda-feira, 8, o Banco do Brasil anunciou o lançamento de uma inovação pioneira no mercado: o primeiro cartão totalmente impresso em braile do Brasil. Esta iniciativa destaca o compromisso contínuo da instituição em tornar seus serviços mais acessíveis, garantindo que todos os clientes, especialmente aqueles com deficiência visual, possam desfrutar de uma experiência bancária mais autônoma e inclusiva. O Dia Nacional do Sistema Braile é celebrado hoje, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de ações para a inclusão das pessoas com deficiência visual.

O novo cartão em braile

Os clientes do Banco do Brasil autodeclarados como cegos ou pessoas com deficiência visual, ao solicitarem uma nova via de seu cartão, ou um cartão novo, receberão em seu endereço um kit contendo um cartão totalmente impresso em braile, com informações como o número, CVV, data de validade e bandeira. Além disso, receberão um folder contendo esclarecimentos sobre o cartão e sua forma de desbloqueio e um porta-cartão com os dados completos, ambos escritos em braile e em caracteres ampliados, oferecendo facilidade não só para os brailistas, mas também para os clientes com baixa visão.

A novidade permite que esses clientes tenham acesso a todas as informações de seu cartão, essenciais para compras em ambiente online, por exemplo, onde se faz necessário a digitação dos dados, promovendo maior autonomia e segurança nas transações financeiras.

“O lançamento do cartão em braile estabelece um novo padrão de inclusão no setor financeiro, permitindo que o Banco do Brasil se destaque como um banco verdadeiramente para todos. A inclusão e o acesso vão muito além do cumprimento da legislação vigente, são valores cultivados no dia a dia pelo BB.”, destaca Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

A primeira versão do Kit Braile do Banco do Brasil, que continha porta-cartão impresso em braile com informações do cartão, contrato em CD e outros elementos, foi lançado em 2009, também de forma pioneira no mercado, servindo como parâmetro para a criação de legislação que passou a reger todo o setor bancário. Essa atualização do Kit Braile foi realizada a partir de estudos de mercado em que pessoas com deficiência visual relataram sentir falta do número do cartão impresso no próprio.

Todos os cartões emitidos para clientes que tenham se autodeclarado PCD visuais, no App BB ou em uma agência, já serão nesse novo modelo. Em caso de novas contratações de cartão ou renovações de cartões vencidos, não há custo adicional. Para solicitação de segunda via, o custo será o mesmo de um cartão comum, seguindo valores da Tabela de Tarifas disponível no site do Banco do Brasil.

Extrato em braile

Além do novo cartão, o Banco do Brasil também oferece aos seus clientes com deficiência visual a possibilidade de solicitar, para a sua residência, o envio do Extrato Unificado, totalmente impresso em braile e caracteres ampliados. A contratação do serviço de recebimento deste documento de periodicidade mensal, que apresenta informações do relacionamento do cliente, pode ser realizada em qualquer agência do Banco do Brasil, sem custo adicional. Além do extrato de conta corrente, traz informações sobre investimentos e previdência, oferecendo aos clientes PCD visual, a autonomia de acompanhar suas movimentações financeiras com mais facilidade.

“Essas iniciativas refletem a dedicação do Banco do Brasil em atender às necessidades de todos os seus clientes, assegurando que os serviços bancários sejam inclusivos e acessíveis para a comunidade com deficiência visual”, reforça a presidenta do BB.

Fonte: Banco do Brasil

Para reduzir fraudes, BB incorpora biometria facial em transações de pagamento

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O Banco do Brasil (BB) passa a contar com o Unico IDPay, uma nova tecnologia que autentica o usuário por meio da combinação de biometria facial e titularidade do cartão, eliminando as fraudes e tornando ainda mais seguros os pagamentos online.

“Com essa parceria, nossos clientes ganham um reforço na proteção na hora de realizar compras em diversos e-commerces, reduzem a possibilidade de serem vítimas de fraudes eletrônicas e evitam o desgaste de terem compras negadas quando o comércio não consegue, pelos métodos tradicionais, comprovar se quem está fazendo a compra é o real titular do cartão”, explica Keka Ferrari, executiva da Diretoria de Meios de Pagamento do BB.

Segundo banco, a solução irá beneficiar os mais de 75 milhões de clientes. A decisão de incorporação da solução foca ainda na melhoria da experiência para o usuário em um ambiente digital marcado pelo crescimento dos meios de pagamento e pela necessidade de mais confiança nas transações.

Mesmo com o Pix, sistema de pagamentos instantâneos, registrando crescimento nos últimos dois anos, o uso de cartões de forma não presencial, seja de crédito, débito ou pré-pago, ainda é parte da rotina dos brasileiros e fechou 2023 com cerca de R? 830 bilhões transacionados, o que representa um crescimento de 13,2% na comparação com o ano anterior.

Lançado em maio do ano passado, o Unico IDPay é resultado do processo de cocriação da Unico com grandes instituições bancárias, como C6, XP e Neon. Um ponto que atraiu a atenção desses players é a forma com que o ecossistema funciona. Havia decisões descentralizadas que podiam levar a compras boas sendo reprovadas, fazendo com que o cliente final colocasse a culpa no banco por uma compra negada. Aqui entra o Unico IDPay.

Para fortalecer o mercado e contribuir para a transformação digital no momento da compra online, o Unico IDPay atua como um conector entre e-commerce e emissores, construindo essa relação de cocriação. Hoje, a solução já está presente em três dos cinco maiores bancos do país e em mais de 16 emissores de cartões de crédito.

Além de ser uma camada mais robusta de segurança para clientes e empresas, o Unico IDPay também soluciona uma outra questão: a má experiência do cliente no modelo atual. Quando o consumidor realiza o pagamento com cartão e tem a operação negada pelo e-commerce, em razão de o sistema não ter conseguido confirmar a titularidade, fica a incerteza sobre onde ocorreu a falha, e a pessoa tende a culpar o banco ou o emissor do cartão pelo problema.

Fonte: TI Inside

BB é mais uma vez o anfitrião do Women in Tech no Web Summit Rio

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Pelo segundo ano consecutivo, o Banco do Brasil será a empresa anfitriã do espaço Women in Tech no Web Summit Rio, que acontece nos dias 15 a 18 de abril, no Riocentro, Rio de Janeiro. Com dois espaços no evento, o enfoque do BB serão os temas Mulheres na TI e Corporate Venture Capital, com promoção de bate-papos com e entre startups, masterclasses com especialistas, discussões sobre a importância da atuação feminina no mercado de TI, além de encontros com serviços e soluções do Banco.

A assinatura do lounge Women in Tech em mais um ano, ressalta os esforços do Banco do Brasil pela diversidade, inclusão e equidade de gênero nos mais diversos contextos. Um deles é justamente na área de TI, onde a representatividade feminina está apenas na casa dos 20%.

Tarciana Medeiros, presidenta do BB, marca presença no Web Summit Rio no painel Next-gen banking: The intersection of tradition and innovation, no dia 16 de abril, às 12h15, no Center Stage.

“Nós queremos acelerar o aumento desse percentual com ações que estimulem o debate e, para além disso, incentivem mais e mais mulheres a conquistarem espaço nessa área”, destaca Marisa Reghini, vice-presidente de negócios digitais e tecnologia do BB. Para Marisa, a participação no Web Summit ressalta o apoio do Banco ao setor de tecnologia e inovação, bem como o olhar especial que tem dado a startups, por meio de um programa de CVC estruturado.

Fonte: Banco do Brasil

BB estima R$ 1,6 bilhão em propostas na Tecnoshow Comigo 2024

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O Banco do Brasil estima acolher R$ 1,6 bilhão em propostas na 21ª edição da Tecnoshow Comigo, que começou na segunda-feira, 8, em Rio Verde (GO). Presente na feira desde a primeira edição, o BB, maior parceiro do agronegócio brasileiro, mais uma vez irá fomentar e impulsionar o crescimento econômico da região, que é a maior produtora de proteína animal e a segunda maior produtora de grãos do país.

Há cerca de 40 dias o Banco do Brasil iniciou suas atividades na região, promovendo 250 eventos pré-feira que envolveram agricultores e empresas locais. Além disso, diversas cidades de Goiás foram visitadas pelas Carretas Agro, unidades móveis que viajarão mais de 250 mil kilômetros até o fim do ano, em todas as regiões do país, para oferecer oportunidades comerciais aos produtores e impulsionar as economias locais.

Para a edição deste ano, o BB mobilizará 100 funcionários para atender aos clientes e apoiar as ações negociais nos estandes das revendas. Também contará com um amplo estande de 315m², com três salas de reunião e auditório para 30 pessoas, além de um lounge e um café.

O Banco do Brasil também apoiará o Pavilhão da Agricultura Familiar, um espaço para pequenos produtores rurais da região exporem e comercializarem seus produtos. Ao final da feira, o Banco irá doar as barracas para produtores rurais, que poderão utilizar a estrutura em feiras livres e comércio de rua.

“Estamos muito entusiasmados com a participação do Banco do Brasil na 21ª edição da Tecnoshow Comigo, reafirmando mais uma vez o nosso compromisso em sermos o principal parceiro do pequeno, do médio e do grande produtor rural. Além disso, ao apoiar o Pavilhão da Agricultura Familiar, reconhecemos a grande importância desse segmento para a segurança alimentar do país e estamos empenhados em apoiar e fortalecer esse setor tão fundamental para nossa economia e sociedade”, afirma a presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros.

“Estar em uma das principais feiras do setor agropecuário brasileiro reforça nossa proximidade histórica com os produtores rurais. Goiás desempenha um papel crucial na economia do país, e a cidade de Rio Verde, ao sediar a feira, evidencia sua forte vocação para o agronegócio”, diz o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage. “O Banco do Brasil tem orgulho de ser o maior parceiro do produtor rural, e o volume de negócios que pretendemos realizar aqui reafirma nosso compromisso em continuar apoiando o desenvolvimento sustentável do agronegócio em todo o país”, acrescenta.

Fonte: Banco do Brasil

NetSuite, sistema de gestão da Oracle, terá integração com BB

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O NetSuite, sistema de gestão da Oracle para pequenas e médias empresas, acaba de fechar um contrato com o Banco do Brasil para que seus clientes realizem pagamentos à instituição financeira dentro do próprio ERP.

Este é o primeiro acordo dessa natureza da companhia no país e a funcionalidade ainda não tem data para entrar no ar.

Gustavo Moussalli, vice-presidente da Oracle NetSuite para a América Latina, explica que, em todos os bancos, existe um arquivo de texto chamado CNAB (sigla para Centro Nacional de Automação Bancária).

“É a automatização desse arquivo, a transformação dele em chamadas API, onde se faz esse processo eletronicamente ao invés de fazer troca de arquivos. Com essa automação, os clientes podem ter benefícios como maior segurança, maior agilidade, reconciliação mais fácil”, detalha Moussalli.

A companhia não abre o número de clientes no Brasil ou América Latina. No mundo, são 37 mil clientes NetSuite.

“Nós estamos falando em algo que ajuda a agilizar pagamentos de pequenas e médias empresas. E o Banco do Brasil é muito voltado para a pequena e média. Então é uma conjunção bastante importante”, destaca Luiz Meisler, VP executivo da Oracle América Latina.

Hoje o BB conta com mais de 2,8 milhões de clientes PMEs. O número total de clientes chega a 80 milhões em 93% dos municípios brasileiros.

“A Oracle é uma grande parceira do banco e eu vejo que cada vez mais teremos que juntar forças. Então, quanto mais olharmos vários aspectos, várias soluções, e juntar tudo isso para o nosso cliente, só vai dar bom”, avalia Marisa Reghini, VP de negócios digitais e tecnologia da instituição financeira.

A executiva participou do Oracle CloudWorld Tour Brasil, evento da companhia que aconteceu em São Paulo nesta quinta-feira, 4, quando também falou mais sobre a transformação do banco.

“A gente comenta sempre que o BB é uma startup de 215 anos. Porque, num banco grande, precisamos inovar o tempo todo. As tecnologias chegam a cada momento e o consumidor tem mudado, então temos que olhar muito para isso”, destacou Reghini no palco.

A área de tecnologia do Banco do Brasil já conta com 4,5 mil funcionários. Além disso, quase 2 mil aprovados no último concurso público devem ser convocados nos próximos anos.

“Estamos num movimento muito interessante de inovação. Eu tenho pessoas que conhecem tecnologias bastante utilizadas no mainframe, por exemplo, que também já pivotaram a carreira e estão trabalhando com nuvem. E, agora, estão chegando os novos colegas já neste mundo novo da nuvem”, contou Reghini.

Hoje, o banco opta por desenvolver produtos novos já na nuvem. Em casos de novas funcionalidades em softwares que já existem, a opção é continuar onde aquela solução está hospedada originalmente.

“Quando chegou o Pix, a gente desenvolveu duas soluções, tanto para o mainframe quanto para a nuvem. Então, hoje, quando eu mudo a chavinha do mainframe para a nuvem, o cliente nem percebe”, conta a VP.

O Banco do Brasil já havia participado do último Oracle CloudWorld contando sobre a migração da Brasilcap e da BB Tecnologia e Serviços para a Oracle Cloud Infrastructure (OCI).

De forma geral, o BB tem uma estratégia multinuvem, utilizando Oracle, AWS, Microsoft Azure e Google Cloud, além da nuvem privada do banco.

Hoje 100% na nuvem, o NetSuite é um sistema integrado que inclui ERP, gerenciamento de estoque, RH, automação de serviços profissionais e comércio omnicanal.

A empresa foi criada em 1998 e chegou à América Latina em 2012. Em 2016, foi adquirida pela Oracle por uma bolada de US$ 9,4 bilhões e, hoje, conta com mais de 37 mil clientes em 219 países e territórios.

Na América Latina, a companhia conta com cerca de 100 parceiros de implementação. No Brasil, são centenas de clientes, entre eles Conta Azul, Nomad e Ituran Seguros.

Fonte: Baguete

BB oferece R$ 200 mi em linhas de financiamento durante a Expogrande 2024

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O Banco do Brasil irá oferecer linhas de crédito especiais, em parceria com a Fiems, durante a 84ª Expogrande. Cerca de R$ 200 milhões em financiamentos serão oferecidos até o dia 14 de abril. A fonte principal de recursos é o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), com taxas a partir de 7,32% ao ano para alguns itens financiados e prazo de até 12 anos.

Os financiamentos contemplam linhas de custeio, Cédulas de Produto Rural (CPR) e investimento para aquisição dos bens de produção comercializados pelos expositores durante a feira. Aquisição de insumos destinados à produção agrícola e pecuária é um dos focos dos empréstimos, como máquinas e implementos agrícolas, animais para melhoramento genético e matrizes para cria, recria e engorda comercializados nos leilões.

Crosara Júnior, vice-presidente da Fiems, destacou a necessidade de aproximar o Banco do Brasil dos produtores rurais e do público em geral. “Em uma articulação do presidente Sérgio Longen, a Fiems traz o estande do Banco do Brasil para dentro do Pavilhão da Indústria, para mostrar aos visitantes as oportunidades de recursos no sentido de dinamizar a economia. Essa é uma iniciativa importante do Banco do Brasil junto com a Fiems”.

O titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, afirma que o acesso ao crédito é uma ferramenta fundamental para acelerar a economia. “Este é um bom momento para que o produtor olhe o futuro de Mato Grosso do Sul e identifique a perspectiva de continuidade do crescimento econômico. Quem investir agora, com crédito adequado, com certeza vai alcançar o sucesso lá na frente”.

Fonte: Capital News

BC lança moeda em homenagem aos 200 anos da 1ª Constituição do Brasil

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Em comemoração aos 200 anos da primeira Constituição do Brasil, sendo a mais longeva do país, o Banco Central e a Câmara dos Deputados lançaram nesta quinta-feira (11), uma moeda comemorativa. O evento de lançamento foi no Salão Nobre da Câmara, em Brasília e o diretor de Administração do Banco Central, Rodrigo Teixeira, exaltou que foi a Constituição mais longa do país e que ficou vigente por mais de seis décadas. À época, a Constituição marcou um novo tempo para os brasileiros, que passou a ser regida pelo mesmo regimento legal.

“O BC tem como missão emitir a moeda nacional e se vale dessa missão para celebrar momentos históricos. A moeda comemorativa é para homenagear, ao mesmo tempo, as duas câmaras legislativas e a Constituição que as deu origem”, disse Teixeira. No valor de face de R$ 5,00, a moeda foi produzida em prata e na parte de frente possui o Congresso Nacional, e no verso, uma imagem da primeira Carta, com uma pena, objeto utilizado para escrevê-la. Com apenas 3.000 unidades produzidas, as moedas serão vendidas por cerca de R$ 440,00, no site Clube da Medalha, mantido pela Casa da Moeda.

A primeira Constituição brasileira foi lançada em 25 de março de 1824, durante o Brasil Império. Conforme o Banco Central, a moeda é uma homenagem ao Poder Legislativo, já que a Carta de 1824 implementou o bicameralismo no país, com a criação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), presidente da Comissão Especial Curadora, falou sobre a importância da Carta, a mais longeva do País, que foi fundamental durante o processo de independência do Brasil de Portugal, após D. Pedro I dissolver a Assembleia Constituinte um ano antes.

“Essa Constituição trouxe, além da soberania do Brasil, princípios que eram à época modernos, mas que até hoje celebramos e aplaudimos, como a liberdade de expressão. Naquele momento, era uma novidade, algo extremamente avançado. Os países europeus viviam as monarquias absolutistas”. Andrada também falou sobre os conceitos de liberdade, bem como a prisão após a condenação. “Então a criação do Poder Legislativo também celebra 200 anos, embora a instalação da Câmara e do Senado tenha ocorrido só dois anos depois, em 1826. Essa é a importância para a Câmara.”, reforçou Andrada, já que outra conquista importante da primeira Carta brasileira foi o conceito da separação dos Poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e, na época, Moderador.

Fonte: Jovem Pan

Fundos de pensão têm melhor resultado em 10 anos e superam 1% ao mês

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Os fundos de pensão tiveram um superávit líquido de R$ 14 bilhões em 2023, o melhor resultado em 10 anos, e entregaram rentabilidade de 13,15% – muito acima dos 8,45% da TJP, taxa de parâmetro da categoria, e dos 13,03% do CDI no mesmo período. No acumulado do ano, o desempenho é equivalente a um rendimento de quase 1,1% ao mês.

As informações são do Consolidado Estatístico da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), divulgado nesta segunda-feira (08).

Em um período de 20 anos, esses fundos previdenciários acumularam um retorno de 964,66%, também acima da taxa de referência, que registrou 829,67% de rentabilidade na mesma janela, segundo a Abrapp.

Os ativos totais dos fundos de pensão (denominados Entidades Fechadas de Previdência Complementar, ou EFPCs) somaram R$ 1,27 trilhão no ano passado, equivalentes a 11,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O resultado dos Planos Família, em que o participante pode incluir parentes até o terceiro grau, foi destaque ao superar R$ 1,8 bilhão em ativos.

Na avaliação do presidente da Abrapp, Jarbas de Biagi, os resultados foram muito positivos em 2023 e os primeiros meses deste ano também apresentam dados favoráveis. Ele ressalta que, além dos números positivos, o sistema tem recebido em 2024 notícias animadoras, como a possibilidade de inscrição automática para novos participantes.

Segundo estudo da Mercer com 40 fundos de pensão, os gestores alocaram mais de 25% dos patrimônios em renda fixa no ano passado. Entre os fundos com o plano de benefício definido – que regulamentam previamente o valor da previdência paga ao beneficiário –, cerca de 80% disseram que vão manter a proporção alocada em renda fixa em 2024, enquanto o restante declarou que pretende aumentar a participação da classe na carteira.

Fonte: Infomoney

Eleições Economus 2024 começam na próxima semana

Publicado em: 04/04/2024

Entre os dias 8 e 29 de abril, os participantes do Economus, Instituto de Seguridade Social do antigo Banco Nossa Caixa (BNC), poderão votar nos novos membros para os Conselhos Deliberativo e do Conselho Fiscal do Economus. Neste ano serão escolhidos dois representantes para o Conselho Deliberativo e um para o Fiscal, bem como os respectivos suplentes.

Durante o período, a votação ficará disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana. O participante pode votar acessando o site por meio do seu computador, tablet e celular, no endereço https://www.eleicoeseconomus.com.br/. Nove candidatos disputam as duas vagas para o Conselho Deliberativo e três concorrem à vaga única para o Conselho Fiscal (veja lista completa abaixo).

A AGEBB, única entidade representativa da classe gerencial do BB, apoia Mário Valente e Silvio Luiz de Lima para as vagas ao Conselho Deliberativo e Silvana Cyrilo para o Fiscal. As eleições do Economus ocorrem a cada dois anos.

Silvana Cyrilo, gerente do BB em Ourinhos, interior de São Paulo, participa de um processo eletivo pela primeira vez. “Decidi candidatar-me para contribuir na gestão do Conselho Fiscal do Economus. Ouvi muitos colegas antes de decidir candidatar-me, e o descontentamento de muitos é a ausência de informação, dificuldade de comunicação e a tempestividade nas respostas”, afirma ela, que ingressou no BNC, em 1988, em Bauru.

Mário Valente, que busca uma das vagas ao Conselho Deliberativo, por sua vez, diz que resolveu candidatar-se por identificar a ausência de representação dos funcionários da ativa do BB no Economus. “São sempre os mesmos representantes, que apesar de bem-intencionados não obtiveram nenhum avanço. Quero contribuir com a minha experiência como gestor, por ter trabalhado em diversas regionais e estaduais, para negociar com as entidades e o patrocinador (BB)”, afirma. Valente, hoje gerente-geral do BB em Laranjal Paulista, interior de São Paulo, começou sua carreira no BNC em 2006.

Ex-presidente da AGEBB e ex-superintendente estadual substituto do BB na Paraíba, Pernambuco e Piauí, Silvio Luiz de Lima afirma que lançou sua candidatura por acreditar que pode contribuir com a ampliação do diálogo entre o Economus e o BB. “Os funcionários do banco perderam esse elo entre as duas instituições, e quero recuperar isso. Hoje, o gerente do BB não tem informação”, revela. Silvio ingressou no BNC em 1989 e aposentou-se em 2021 como gerente-geral em Araraquara, também no interior paulista.

Como votar

A votação iniciará no dia 8, a partir das 10 horas. Para registrar seu voto, basta acessar o endereço acima e clicar no botão “Votar”, que estará disponível apenas quando o período da votação iniciar. Em seguida, basta inserir seu CPF no campo e clicar em continuar. Depois disso, clique em “Sim, entrar com minha senha” para utilizar a senha que você recebeu via Correio. Após inserir a senha, é necessário informar sua data de nascimento (duplo fator de autenticação) antes de ir para a cédula de voto.

Após seguir os passos acima, a cédula de voto será apresentada. Você deverá escolher primeiro dois candidatos para o Conselho Deliberativo e, depois, um candidato para o Conselho Fiscal. Antes de confirmar seu voto, será mostrada uma tela com os candidatos escolhidos. Após clicar em “confirmar”, seu voto será computado. Você ainda pode salvar ou imprimir o seu comprovante de votação.

Em caso de dúvidas, assista ao vídeo tutorial na página de votação. Caso as dúvidas persistam, você pode entrar em contato pelo Fale Conosco Previdência disponível em nosso site, ou pelo número 3003-3592.

Senha

As senhas foram enviadas pelo Correio para todos os eleitores. Caso não receba a sua até o dia 8, data em que a votação será iniciada, não se preocupe. Você pode solicitar uma senha para seu endereço de e-mail/SMS no próprio ambiente de votação ou utilizar o Certificado Digital, caso você possua esta identificação virtual, para exercer seu direito ao voto.

O Conselho Deliberativo é responsável pelas principais decisões que impactam o presente e o futuro dos participantes e assistidos do Economus. Ele estabelece as diretrizes e normas gerais para organização e administração, bem como para os planos de benefícios e saúde. Já o Fiscal zela pela gestão econômico-financeira e o cumprimento das regras de governança, além analisar e aprovar os balancetes e avaliar a execução orçamentária, entre outras atribuições.

Os resultados devem ser divulgados em 30 de abril e a cerimônia de posse está marcada para 31 de maio.

Faça a diferença, vote nos candidatos apoiados pela AGEBB.

Clique nos links, abaixo, para conhecer a trajetória de cada um deles, bem como os seus planos de gestão.

Mário Valente
Silvio Luiz de Lima
Silvana Cyrillo

Fonte: AGEBB

Banco do Brasil estreia novo modelo de agência; conheça o Ponto BB

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O Banco do Brasil (BBAS3) estreou nesta quarta-feira (27) a sua primeira unidade do Ponto BB, um novo modelo de agência que pretende levar para o mundo físico funcionalidades do atendimento digital do banco.

O formato novo foi anunciado em fevereiro, durante o BB Day, e a primeira agência será a do Marco Zero, em Recife.

A agência do Banco do Brasil que ocupava o endereço foi convertida para o novo modelo, que terá uso de hologramas, robôs e cabines virtuais de atendimento, para que as soluções digitais de atendimento do banco sejam integradas ao ambiente físico.

Além disso, haverá espaços para que empreendedores locais apresentem produtos e serviços ao público que frequenta a agência.

O BB fornecerá a eles informações sobre o perfil sociodemográfico das pessoas que frequentam o ponto de atendimento, e receberá propostas de interessados em ocupar os espaços disponíveis.

O BB aposta no Ponto para manter a rede de agências físicas, que tem cerca de 4 mil pontos em todo o País, em um momento em que os bancos têm fechado postos de atendimento para reduzir custos.

De acordo com o banco público, manter a rede física é importante tanto para atender aos clientes de varejo quanto às empresas e ao governo, que é uma importante frente de negócios para a instituição.

“Com o Ponto BB, a gente revoluciona o atendimento, dá um novo significado ao conceito de agência bancária e aprimora a gestão da rede física do Banco do Brasil de forma única,” disse Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil.

A executiva participará da inauguração, no final da tarde desta quarta, junto com todo o conselho diretor do BB, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), e do artista J.Borges.

O Ponto BB também deve receber intervenções artísticas e eventos culturais, de acordo com o banco.

Até o final do ano, o Banco do Brasil deve abrir outros pontos em agências atualmente existentes, centrados nos temas agronegócios, turismo, empreendedorismo, universitários e shopping.

Recife foi escolhido por ser um município diversificado, que reflete a riqueza cultural e étnica do Brasil. É uma cidade com grande relevância cultural e um hub tecnológico do pais, com associações, startups, escolas e movimentos que buscam incentivar o crescimento de profissionais e empresas locais.

O centro histórico é uma região caracterizada pela preservação da arquitetura colonial, com ênfase na cultura e história do Recife. Também está próxima do núcleo de gestão do Porto Digital, que atua como agente de implementação de políticas que estimulam o setor de tecnologia da informação e comunicação e a economia criativa na região.

Atendimento

A jornada do cliente traz um atendimento humanizado, próximo e resolutivo, no qual os funcionários se dirigem até o cliente e apresentam todas as soluções do BB com recursos tecnológicos. Durante o atendimento, o usuário terá acesso a uma série de serviços e soluções digitais do Banco. O ambiente terá uma arquitetura que se integra com a realidade regional.

Parcerias locais

A gestão do Ponto BB vai realizar parcerias locais com empreendedores. Dessa forma, incentiva-se a economia local e colaborativa com o compartilhamento de espaços. Os parceiros habilitados poderão ocupar os espaços, a partir de um portfólio diferenciado de ambiência. Empresas de facilities – credenciadas – poderão garantir os padrões de ambiência e os ambientes serão ocupados de forma inovadora. Esse modelo permitirá avaliar e testar as soluções adequadas para cada contexto e descentralizar o processo de habilitação nos pontos de atendimento.

A gestão local e descentralizada permitirá agilidade e eficiência. Os parceiros receberão um conjunto de informações sobre o perfil sociodemográfico das pessoas que frequentam o local. Os interessados poderão se habilitar e terão suas propostas avaliadas, de forma a implementar em cada ponto negócios relevantes para os frequentadores.

Fonte: Suno

BB Asset quer levar finanças sustentáveis a grandes e pequenos investidores, diz CEO

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Na presidência do G20 e anfitrião da COP30, o Brasil ganha cada vez mais espaço quando se fala em finanças climáticas. Com a atenção de investidores internacionais voltada para o país, a maior gestora de recursos brasileira, com R$ 1,4 trilhão sob gestão, se prepara para abocanhar uma fatia desse dinheiro.

A BB Asset, do Banco do Brasil, quer ajudar a ampliar o alcance de todo o conglomerado na frente ESG, diz o CEO Denísio Liberato ao Reset.

Com os investidores institucionais, o objetivo é estabelecer uma ponte entre o Norte e o Sul global para fazer fluir os recursos que buscam alternativas ‘verdes’. Já para os investidores individuais, o foco estará em oferecer soluções mais customizadas do que as que estão hoje na prateleira do banco.

“Uma das dificuldades nessa temática de finanças sustentáveis é a capacidade de originar ativos. Aqui no Brasil, essas operações ainda são tímidas”, afirma Liberato.

Atacar esse desafio foi um dos gatilhos para a criação de uma nova gestora no início do ano, em uma parceria entre a BB Asset e a JGP, da qual Liberato foi o arquiteto. A nova casa irá focar exclusivamente em produtos com atributos ESG.

A primeira iniciativa da parceria, antes mesmo da criação formal da nova empresa, foi disponibilizar aos clientes do banco o fundo de crédito privado ESG da JGP. O fundo espelho, batizado de BB Espelho Renda Fixa JGP Equilíbrio IS Crédito Privado, captou, em pouco mais de um mês, cerca de R$ 500 milhões – algo impensável sem o poder de fogo do BB (a JGP havia atraído cerca de R$ 80 milhões até então)

Liberato chegou à presidência da gestora em junho passado, com o objetivo claro de aumentar a oferta de instrumentos ESG – antes, foi diretor de investimentos da Previ, maior fundo de pensão brasileiro, que gere a aposentadoria dos funcionários do banco.

Em janeiro de 2023, foi convidado a integrar o conselho do Principles for Responsible Investment (PRI), uma rede global de investidores que conta com o apoio da ONU para fomentar a integração de fatores ambientais, sociais e de governança em investimentos.

Primeiro negro a se tornar presidente da gigante BB Asset, Liberato fala sobre a resiliência para enfrentar diferentes casos de discriminação racial pelo caminho. “A questão racial entra na pauta por ser um vetor de crescimento. O Brasil cresce pouco, é um país pobre com a renda per capita baixa. E é assim há muito tempo, por conta da desigualdade de oportunidades.”

A seguir, os destaques da entrevista:

Quando assumiu a cadeira de CEO, no ano passado, você afirmou querer transformar a BB Asset em um ‘hub ESG’. O que muda em relação ao que já é feito?

Na minha primeira reunião na Asset, a conversa parecia de louco. A turma me olhou um tanto espantada. Aqui, o pessoal tinha essa visão do ‘trade-off’, já que finanças sustentáveis não costumam entregar retorno no curto prazo. Mas entendemos que o que havia, na verdade, era desconhecimento sobre o tema.

Há diversas variáveis macro e microeconômicas que afetam o comportamento de uma ação, e é um exercício muito difícil isolar o efeito das finanças sustentáveis. As pessoas acabam confundindo e, com a febre do tema ESG que surgiu na pandemia, apareceu muita gente se dizendo especialista.

Estou ajudando a desconstruir esse raciocínio na BB Asset, trabalhando para disseminar o conhecimento sobre a pauta e compartilhando o conhecimento que tenho sobre as discussões feitas no exterior. E a mudança já está acontecendo. Os nossos gestores se encantaram quando viram que o primeiro produto que trouxemos nessa linha [junto à JGP] parou em pé, e que, se a construção for bem feita, é possível entregar retorno e impacto.

O Banco do Brasil tem a meta de atingir R$ 22 bilhões em ativos sustentáveis até 2030. Como a gestora vai contribuir para que o banco chegue lá?

O banco está muito bem posicionado em crédito, com operações mais massificadas e pouco customizadas. E uma das dificuldades nessa temática de finanças sustentáveis é a capacidade de originar ativos. Aqui no Brasil, essas operações ainda são tímidas.

Esse foi um fator que serviu de gatilho para nossa decisão de criar uma nova gestora, com a JGP, para explorar alternativas de negócios e empacotar ativos verdes e sustentáveis.

Assim que cheguei à presidência, o conglomerado do BB estava discutindo o planejamento estratégico, e a presidente, Tarciana Medeiros, fez uma provocação para que deixássemos de ser referência em ESG e nos tornássemos protagonistas.

A asset pode contribuir para fazer a ponte entre o capital financeiro do Norte global, que queremos mobilizar, e o capital natural do Sul. A gestora pode fazer isso de forma muito leve, porque os fundos são um veículo que todo mundo conhece e entende.

Os organismos multilaterais também se sentem mais confortáveis em operar em uma instituição com mais de 200 anos, como a nossa, do que em colocar dinheiro em gestoras independentes.

O Banco do Brasil é o maior financiador do agronegócio no Brasil, com quase 70% do market share. A gestora tem trabalhado com esse enfoque?

Sim, conseguimos desenhar uma organização bem bacana. Por ter muitos clientes, às vezes o banco não consegue atender tudo que chega lá. A ideia é que consigamos aumentar a potência e o alcance de todo o conglomerado. Podemos tentar abarcar na gestora um cliente que levaria um ‘não’ por lá.

E a BB Asset vai concentrar toda a atuação ESG na nova joint-venture com a JGP ou também fará coisas de forma independente?

Tudo o que for de gestão ativa de finanças sustentáveis estará nessa nova casa, cuja marca ainda estamos decidindo. Essa nova empresa vai atacar crédito, ativos líquidos e ilíquidos, private equity, venture capital, empresas listadas com engajamento…

Há um mês, nós lançamos um primeiro fundo, como piloto, e a captação está chegando a R$ 500 milhões.

Antes da parceria, esse fundo tinha menos de R$ 100 milhões. Está andando bem rápido…

Sim, está. Quem está entrando no fundo são pessoas físicas, por conta da boa rentabilidade. Tivemos vários debates até chegar em um formato que entendemos ser um novo padrão.

Nessa operação, tem muitas coisas ilíquidas incluídas, como recuperação de área degradada na Amazônia, com instrumentos mais líquidos, como debêntures verdes e CRAs. Assim, estamos conseguindo dar uma saída de cinco ou dez dias para o investidor individual. É uma maneira de levar para a pessoa física operações sofisticadas que outrora não seriam acessíveis.

Você acha que é preciso subir a barra aqui no Brasil para os produtos financeiros que se dizem de finanças sustentáveis?

Sim, e acredito que esse seja um caminho natural. O mercado vai amadurecer, mas ainda estamos no início da jornada, do ponto de vista de estruturação, e há essa dificuldade de originação de ativos [sustentáveis]. O mercado de bancos é um oligopólio no Brasil, enquanto o de capitais é um pouquinho mais competitivo.

Como o fee é sobre o tamanho de cada operação, a maioria dos bancos de investimento sequer olha quando aparece uma de R$ 20 milhões. É preciso ver o lastro, a certificação, o impacto para a comunidade… Dá trabalho, o ticket é pequeno e a conta não se paga. Então, quando você consegue captar um fundo para fazer esse investimento, pode dar escala e multiplicar essa operação.

Quais outros produtos a nova gestora está preparando nessa linha?

Ainda não podemos falar muito, mas vão ser criadas outras famílias desses fundos com uma liquidez mais dilatada, ou seja, voltadas para um investidor que não precise do dinheiro em cinco dias e aceite ficar preso por um ano. O nível da rentabilidade muda, a sofisticação da estruturação muda.

E para o investidor institucional?

Alcançar esses bolsos nas economias do Norte é um objetivo que temos. Eles estão bem posicionados na gestão passiva por aqui, mas na ativa, a alocação ainda é tímida, e todo o mundo está atrás de ativos com essas características sustentáveis.

Estamos trabalhando fortemente para entender o que cada investidor busca e qual o ângulo ideal para os produtos que estamos construindo. Uma vez que a identidade e a parte burocrática da nova gestora esteja pronta, traremos mais detalhes. Só então faremos um roadshow para apresentar para o investidor institucional o que estamos conversando aqui.

Isso também vale para o mercado local, mas por aqui ainda estamos em um trabalho de educação, enquanto o investidor estrangeiro já está mais acostumado com essa conversa, principalmente o europeu.

Vamos tentar dialogar com esses dois mundos. Lá fora, às vezes o sarrafo é mais alto por já haver uma tradição em buscar esse tipo de investimento. A taxa de juros real ficou negativa por muito tempo, só agora está chegando ao zero a zero, e a questão cambial está sendo endereçada. Tudo isso nos ajuda.

No Brasil, os grandes investidores institucionais não estão engajados nas finanças sustentáveis. Você veio da Previ, um fundo de pensão. Na sua opinião, o que precisa acontecer para esse capital fluir?

Falta uma atualização no aspecto regulatório. O governo está avançando bem no plano de transição ecológica e taxonomia. Mas, nas fundações, um avanço relativamente simples seria a alocação mandatória em ativos de finanças sustentáveis.

Tem um material bem bacana que foi produzido pelo UNEP-FI que diz que o dever fiduciário [dos gestores de recursos] no século XXI inclui prestar atenção nas finanças climáticas. Um fundo de pensão, uma seguradora de vida, um fundo soberano, e mesmo um family office ou endowment de faculdade, essa turma quer deixar dinheiro para gerações futuras, eles têm que ser os primeiros a levantar a bandeira das finanças sustentáveis.

Lá fora, os fundos de pensão já precisam mostrar o seu portfólio e a pegada de carbono. Falta aqui uma regra. A Previ foi o primeiro fundo a fazer mapear a pegada de carbono de seu portfólio, mas deveria haver mais gente fazendo esse trabalho.

Você é o primeiro CEO negro da BB Asset. Como foi sua trajetória para chegar à presidência?

Sou de uma família muito humilde de Ponte Nova, no interior de Minas Gerais. Filho de pai servente de pedreiro e mãe dona de casa. Fui estudar na Universidade Federal de Viçosa (UFV) e, no meio da graduação, passei no concurso para o Banco do Brasil. Comecei como escriturário. Foi assim que começou minha carreira no banco.

Houve muita discriminação, obviamente, nessa trajetória.

Hoje existem cotas, mas na minha época não tinha nada disso. Fiz mestrado na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2004, um ambiente super elitista em que eu era o único negro da turma.

Quando cheguei, meus colegas levaram um susto. Os outros negros lá eram, de fato, o pessoal da limpeza e da segurança. Também era assim na alta hierarquia do banco, na minha época. Desde cedo, venho aprendendo a ter resiliência para seguir apesar dos diversos casos de racismo ao longo desse caminho.

Acho que tem um simbolismo estar nessa posição que ocupo hoje na gestora. A BB Asset é líder em uma indústria predominantemente masculina e branca. Acredito que estar aqui passa a mensagem aos meus semelhantes de que com muito estudo, dedicação e um tanto de sorte, que é também necessária, as coisas acabam acontecendo.

Temos visto você bem vocal sobre o tema racial, em comunicações do banco e em redes sociais.

Por estar em uma gestora, não mais em um fundo de pensão, tenho participado mais da comunicação. Falar da questão racial entra na pauta por ser um vetor de crescimento. O Brasil cresce pouco, é um país pobre com a renda per capita baixa. E é assim há muito tempo, por conta da desigualdade de oportunidades.

A resposta mais direta é investir na educação, só que o impacto será sentido daqui a 50 anos. Se você der espaço e oportunidade para os negros também no mercado de trabalho, o impacto será muito mais rápido.

E como essa visão será incorporada nos fundos da asset?

Nós vamos fazer um trabalho de engajamento com as companhias para avançar nessa pauta e estimular as empresas principalmente na parte da inovação, pelo braço de private equity e venture capital. Não tem nada pronto, mas vamos usar o capital catalítico para dar escala.

Fonte: Capital Reset

BB lança novo serviço para investidores com alertas da Bolsa

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Em mais uma oferta de serviço inovador, o Banco do Brasil passa a oferecer a todos os seus clientes o Estratégia Radar BB, um alerta de oportunidades de negociações de ações na Bolsa brasileira, que já possibilita que o cliente dê o comando de ordens de compra e venda dos ativos, de forma intuitiva e eficiente. Para receber o alerta com as informações, basta o cliente informar seu interesse no App BB.

Ao aderirem à Estratégia Radar, os investidores recebem sugestões gratuitas elaboradas pelos analistas de Research do BB Investimentos. Essas estratégias podem incluir análise técnicas, critérios fundamentalistas ou macroeconômicos, além de gerenciamento de risco, como alertas de zeragem de posição e pontos de stop pré-estabelecidos.

“O serviço representa uma ferramenta que aproxima os investidores do trabalho de excelência da equipe de Research do BB-BI. O Estratégia Radar é um instrumento que ajuda os clientes nas tomadas de decisões com agilidade e objetividade” afirma Kleuvânio Dias, Diretor Executivo do BB Investimentos.

“Na interseção da tecnologia e inovação com o setor financeiro, o Banco do Brasil dá um passo à frente ao disponibilizar mais uma solução de assessoria digital de investimentos”, avalia Eduardo Villela, gerente executivo de Captação e Investimentos do Banco. Villela destaca ainda que, “com a queda da Selic, surgem oportunidades para maior tomada de risco, como na renda variável, e nosso objetivo é oferecer uma assessoria completa para todos os públicos e perfis”.

Isenção de taxas

Em fevereiro, o BB anunciou a isenção da taxa de corretagem para operações de renda variável via canais digitais, incluindo ações, FIIs, ETFs e BDRs. “Em pouco mais de um mês, desde que isentamos a taxa de corretagem, já pudemos observar um incremento de 26% no número de ordens negociadas. Queremos deixar aos investidores a mensagem de que o BB também pode ser a sua plataforma para investir em renda variável”, avalia o executivo de investimentos do BB.

Soluções Modernas

O lançamento do Estratégia Radar BB é mais uma entrega inovadora do BB, que tem atuado com soluções modernas, simples e adequadas, seja para investimentos ou outras frentes de negócios. Entre os serviços já entregues estão a revitalização do app Investimentos BB e o portal de conteúdos de economia e mercado InvesTalk (investalk.bb.com.br).

Com essas iniciativas, o Banco do Brasil se consolida como uma referência no mercado financeiro, pronto para atender às demandas dos investidores.

Fonte: Banco do Brasil