Se precisar, peça ajuda

Publicado em: 29/09/2023

Em 10 de outubro é comemorado em todo o mundo o Dia Internacional da Saúde Mental. Instituída em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental, o objetivo da data é chamar a atenção pública para o assunto, que ainda é um tabu na sociedade. E saúde mental, suicídio etc. devem ser levados muuuuito a sério!

De acordo com a pesquisa mais recente, realizada em 2019, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) são registrados anualmente mais de 700 mil suicídios em todo o mundo. No Brasil, houve um aumento de 43% em uma década, com 13.523 casos (37 ocorrências por dia), em 2019, segundo o Ministério da Saúde. E um ponto que chama muito a atenção: suicídio tornou-se a quarta maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.

Segundo a Associação Brasileira de Pediatria (ABP), praticamente todos os casos de suicídio estavam relacionados a doenças mentais, principalmente, àquelas não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Ou seja, a maioria deles poderia ter sido evitada se esses pacientes tivessem acesso a tratamento psiquiátrico e informações de qualidade.

Workshop exclusivo para os gerentes do BB

Constantemente, a AGEBB recebe sugestões, a partir de casos registrados entre colegas gerentes do Banco do Brasil, tanto na ativa, quanto aposentados, em todo o território nacional. O pedido é de promover alguma iniciativa relacionada ao tema saúde mental que aborde a prevenção e divulgue informações sobre suicídio, estresse, burnout, depressão, ansiedade ou insônia.

Para atender à demanda, a AGEBB, em parceria com a Soul Saúde Mental Empresarial, promove o workshop “Qualidade de vida e saúde mental: conhecer, reconhecer e prevenir”, com a médica e terapeuta Cristiane Chaves.

E para saber se o estresse do dia-a-dia é apenas parte da rotina, com tantas demandas e metas, ou tornou-se algo que necessita de maior atenção, os gerentes podem realizar o Raio-x da Saúde Mental. Totalmente confidencial e sigiloso – criptografado pela Amazon –, trata-se de um questionário médico de autoavaliação em que o gerente recebe recomendações do que fazer para melhorar o seu bem-estar e a saúde mental. Em seguida, quem desejar, pode optar por contratar o atendimento individual com um especialista da equipe da Soul.

Inscritos para o workshop receberão no e-mail cadastrado na AGEBB o link para participar do evento.

“Qualidade de vida e saúde mental: conhecer, reconhecer e prevenir”
Data: 10/10/2023
Horário: 19h às 19h30
Inscrição: gratuita para associados da AGEBB
Inscreva-se

“Raio-x da Saúde Mental”
Realização da avaliação: gratuita para associados da AGEBB, entre os dias  11 e 25/10/2023.
Inscrições em breve!

Atenção!
– Máximo de 100 vagas para o workshop e 600 avaliações pelo Raio-x da Saúde Mental.

Não é associado ou é ex-associado?
Veja como é rápido e muito fácil se associar  agora mesmo. Clique aqui, preencha seus dados e em “Enviar”, no fim da página.
Se preferir, ligue para o telefone (11) 3104-4441 ou envie um e-mail para agebb@agebb.com.br.

Banco do Brasil levanta R$ 8 bilhões em Wall Street para agenda verde do País

Publicado em: 28/09/2023

Em uma conversa sobre o potencial de emissões externas de companhias brasileiras assessoradas pelo Banco do Brasil, os setores não são revelados. Poderia ser pelo teor confidencial pré-captação, mas o principal motivo é o fato de que são poucos, e abri-los entregaria quais são as respectivas empresas.

“Está vendo, falta de diversidade atrapalha até nisso”, diz a presidente do BB, Tarciana Medeiros, em entrevista ao Estadão/Broadcast, em Nova York, nos Estados Unidos, onde liderou uma turnê de negócios do banco na última semana.

Aos 44 anos, sendo 24 deles dedicados ao banco, a primeira mulher a assumir o cargo em mais de dois séculos era avessa a holofotes. Antes de Tarciana Medeiros, 58 homens presidiram o Banco do Brasil, primeiro CNPJ da história do País e com mais de 80 milhões de clientes. Várias barreiras foram quebradas em sua gestão.

“Sou nordestina, paraibana, negra, lésbica. E, aí, negra de pele clara, que o pessoal diz assim: ‘Ah, você está aproveitando agora de ser minoria’? Eu ouço esse tipo de situação”, disse ela, ao discursar em evento do Pacto Global da ONU no Brasil, realizado na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York.

O início da vida laboral foi em uma feira, aos dez anos. Depois, foi professora e, então, chegou ao BB, aos 20 anos, com o desafio de construir carreira no mercado financeiro, um universo extremamente masculino.

Medeiros esteve lado a lado da presidente do Citi, Jane Fraser, durante jantar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Nova York, com empresários e investidores. As duas primeiras mulheres a assumirem o comando de grandes bancos listados em Bolsa, seja em Wall Street ou no Brasil, mostraram que avanços já foram dados, mas que os obstáculos continuam aí.

Ao relembrar sua trajetória, a presidente do BB recorda ensinamentos do pai, que dizia que ela poderia ser o que quisesse, mas tinha de ter muita iniciativa e também “acabativa”. “Eu me tornei uma estatística… Eu sei que ocupei um lugar, um espaço de fala”, confessa. Essa é a sua missão ao “estar CEO do BB”, como gosta de dizer: transformar iniciativas em “acabativas”. Dentre elas, catapultar a agenda ESG no BB a outro patamar — e ter o reconhecimento.

Uma das metas traçadas é “esverdear” ao menos meio trilhão de reais da carteira de crédito até 2030. Hoje, são mais de R$ 323 bilhões em operações que consideram o padrão ESG, sigla em inglês e que reúne critérios ambientais, sociais e de governança. A cifra representa um terço da carteira total do banco, de R$ 1,04 trilhão.

Em paralelo, o banco desembarcou em Nova York com a missão de levantar mais recursos para turbinar a agenda verde do Brasil. Se considerados todos os contratos assinados — bem como o potencial à frente —, o BB levantou cerca de R$ 8 bilhões que devem reforçar a agenda sustentável brasileira.

Deste total, US$ 850 milhões, o equivalente a cerca de R$ 4,25 bilhões, estarão disponíveis em curto prazo. A cifra compreende a primeira tranche de uma parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que prevê US$ 250 milhões (R$ 1,25 bilhão) em financiamento para impulsionar a bioeconomia da Amazônia no Brasil; um acordo com o Banco Mundial para disponibilizar até US$ 400 milhões para financiar micro e pequenas empresas que queiram reduzir suas emissões; e um contrato com o canadense BMO Financial Group, de outros US$ 200 milhões, para auxiliar a exportação de produtos agrícolas de baixo carbono.

“Isso é só o começo. Estamos crescendo o número de operações verdes para diversas finalidades que passam por infraestrutura, pelo agronegócio e pelas pequenas e médias empresas que estão mudando a sua matriz energética de consumo”, disse o vice-presidente de negócios de atacado do BB, Francisco Lassalvia.

Investidores e clientes

Durante a turnê de negócios em Nova York, o BB fez o primeiro tour da gestão capitaneada por Medeiros em Wall Street. O vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores (CFO, na sigla em inglês), Geovanne Tobias, liderou reuniões com investidores para tratar das perspectivas de negócio do banco, e deixou uma boa impressão.

“Em seu primeiro giro com investidores como CFO, Tobias trouxe uma mensagem construtiva sobre o cenário macroeconômico do Brasil, com base em um ambiente de juros mais baixos e inflação controlada”, escreveu o analista Mario Pierry, do Bank of America, ao relatar a clientes os encontros de que participou.

Nas reuniões, os assuntos foram os resultados financeiros. Nesta frente, o investidor não tem do que se queixar: ao longo do último ano, o BB tem apresentado a melhor rentabilidade entre os cinco maiores bancos do País, marco que não ostentava desde o começo dos anos 2010. Os temores de uma possível queda com a troca de governo se dissiparam após o primeiro balanço da “era Tarciana”, que costuma dizer que o banco pode conciliar atuação social com rentabilidade.

O BB aproveitou também a passagem pela Big Apple para estreitar o relacionamento com clientes. O banco pretende ampliar a presença no exterior, e nos EUA, a ambição é crescer de forma orgânica e se valer da relação com seus correntistas endinheirados no Brasil para ampliar também os ativos sob gestão no mercado americano. A missão está nas mãos do novo presidente do BB Americas, Delano Valentim, até então vice-presidente do argentino Patagônia e que foi empossado no cargo no início do mês, como antecipou o Broadcast em julho.

Segundo a presidente do BB, o banco nos EUA é importante para o grupo e não há “nenhuma intenção” em se desfazer da operação, como foi aventado em direções passadas. “O Banco do Brasil precisa deixar de ser um banco brasileiro, com presença no exterior, para ser um banco do mundo mesmo. O BB Americas é uma operação importante para nós e não há nenhuma intenção de se desfazer do banco”, disse Medeiros.

Da Times Square ao Central Park

Uma das ações do BB para estreitar o relacionamento com clientes parou a Times Square, um dos cantos mais visitados da Big Apple. Se o ambiente é “instagramável” a qualquer hora do dia e, principalmente, da noite, o banco se valeu disso para o lançamento de sua nova campanha de sustentabilidade, que tomou os principais painéis locais de forma sincronizada.

Batizada de “All Amazônia” e criada pela WMcCann, a campanha é parte de uma ação de conscientização global para a preservação da Amazônia, recuperação de matas degradadas, da bioeconomia e da valorização aos povos que vivem na região. O rapper indígena do povo Guarani Mbyá, Orewá, deu voz ao filme que contou com a participação de Raoni Metuktir, representante dos povos originários, que parou a Times Square por quase cinco minutos.

Outra ação pôde ser vista no pulso da presidente do BB, de executivos do banco e nos braços dos gringos em Nova York: uma pulseira feita de sementes de açaí pela comunidade indígena amazônica Yawanawá e produzida pela grife Bottletop. Inserida na estratégia de sustentabilidade do banco, a ação destina a receita obtida com a venda do acessório a projetos em defesa dos povos da Amazônia.

Para encerrar as ações em Nova York, o Banco do Brasil promoveu um show no Central Park. O “Pororoca” reuniu a comunidade brasileira de Nova York com atrações como Carlinhos Brown, BaianaSystem, Olodum, Fafá de Belém e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Fonte: Estadão

BB tem mais de US$ 3 bi em captações externas no horizonte e vê nova janela no FMI

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O Banco do Brasil tem um plano de emissões externas de companhias brasileiras no valor de US$ 3 bilhões para as próximas janelas de mercado, de acordo com o vice-presidente de negócios de atacado do Banco do Brasil, Francisco Lassalvia.

“Tem bastante emissão de bônus na mesa. É só achar o momento de mercado”, disse o executivo, ao Broadcast, em Nova York. Ele não abre, contudo, os setores nem as empresas que devem vir a mercado porque as informações são confidenciais.

Do lado do BB, Lassalvia lembra que no mês que vem o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) realizam suas reuniões em Marrakesh, no Marrocos, onde o banco já tem uma agenda intensa previstas. Nesta semana, as duas instituições informaram que o local dos encontros está mantido a despeito do terremoto que atingiu a região.

Segundo Lassalvia, o BB já tem marcadas mais de 30 reuniões com bancos de fomento, multilaterais ou de desenvolvimento às margens das reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial. “Provavelmente, vai agregar ainda mais a essa agenda [de captação de recursos para o banco]. É uma nova janela que se abre”, afirma Lassalvia, acrescentando que a queda dos juros no Brasil deve ajudar a trazer oportunidades de captação de recursos mais atrativas para a instituição. Ontem, o Banco Central (BC) reduziu a taxa Selic em mais 0,50 ponto porcentual, para 12,75% ao ano, o segundo corte seguido do processo de relaxamento monetário no Brasil.

Na última semana, o BB trouxe uma comitiva a Nova York para aproveitar a semana do clima, um dos principais eventos com essa temática no mundo, e a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), para atrair recursos para projetos com compromissos sustentáveis. Somando todos os acordos fechados, foram cerca de US$ 850 milhões e que serão destinados a diferentes frentes no âmbito de iniciativas ESG, que levam em conta parâmetros ambientais, sociais e de governança.

“Isso é só o começo. Estamos crescendo o número de operações verdes para diversas finalidades que passam por infraestrutura, pelo agronegócio e pelas pequenas e médias empresas que estão mudando a sua matriz energética de consumo”, conclui Lassalvia.

Fonte: Broadcast EstadãoBB

Dario Durigan assume presidência do Conselho do Banco do Brasil

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O conselho de administração do Banco do Brasil (BBAS3) elegeu Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, para atuar como presidente do conselho durante o mandato 2023/2025. Na semana passada, o executivo também foi escolhido pela Vale como membro efetivo do conselho fiscal da mineradora.

Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, Durigan é mestre em Direito Constitucional pela Universidade de Brasília. Foi secretário de governo da Prefeitura de São Paulo entre 2015 e 2016, durante a gestão Fernando Haddad. Na Advocacia-Geral da União, esteve na Consultoria Jurídica da União em São Paulo, de 2017 a 2019, e no Departamento de Gestão Estratégica, de 2010 a 2011.

Já na Casa Civil, ocupou a subchefia para Assuntos Jurídicos de 2010 a 2015. Foi também Procurador da Universidade de São Paulo, em 2009 e 2010. Na iniciativa privada, foi diretor de Políticas Públicas do WhatsApp no Brasil, de 2020 a 2023.

Fonte: Estadão

 

BB é alvo de inquérito inédito sobre papel na escravidão e MPF pede reparação

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O Ministério Público Federal (MPF) notificou o Banco do Brasil (BB) na tarde desta quarta-feira (27/09) sobre a abertura de um inquérito civil público que pretende investigar o envolvimento da instituição na escravidão e no tráfico de cativos africanos durante o século 19.

A ação, inédita no país e obtida com exclusividade pela BBC News Brasil, visa iniciar um movimento de cobrança por reparação histórica de grandes e centenárias instituições brasileiras – estatais e privadas – que de alguma forma tenham participado ou fomentado a escravidão no país.

O inquérito foi proposto por um grupo de 14 historiadores de 11 universidades, que pesquisaram e escreveram um texto sobre o que se sabe da relação do Banco do Brasil com a economia escravista e seus negociantes.

Eles descobriram, por exemplo, que entre os fundadores e acionistas do BB estavam alguns dos mais notórios traficantes de escravizados da época – entre eles José Bernardino de Sá, tido como o maior contrabandista de africanos do período (leia mais abaixo).

Três procuradores aceitaram a sugestão e elaboraram uma ação com o objetivo de fazer com que o banco estatal reconheça e tome medidas para investigar e tornar públicas suas ações durante a escravidão.

Entre essas ações, está o financiamento, em um primeiro momento, de pesquisas acadêmicas sobre o assunto para que, no futuro, possa bancar projetos de reparação e políticas públicas voltadas à comunidade negra.

“O debate sobre reparação está acontecendo no mundo inteiro. Da nossa parte, queremos aprofundar a discussão com o Banco do Brasil e com a sociedade para que essa história não seja mais silenciada”, diz Julio Araujo, procurador regional dos direitos do cidadão do MPF, que assina o despacho com outros dois colegas, Jaime Mitropoulos e Aline Caixeta.

“O que existe hoje é uma naturalização do papel de várias instituições brasileiras nesse período. Essa é uma discussão importantíssima a ser encarada: até que ponto cabe a reparação histórica e qual é a melhor maneira de fazê-la?”, questiona o procurador.

A escravidão é considerada um crime contra a humanidade. Por isso, não prescreve e permite que ações relacionadas ao período ainda possam correr na Justiça.

Instituições de alguns países, como universidades e bancos nos Estados Unidos e Inglaterra, têm reconhecido seu papel na escravidão e criado medidas de reparação, que vão de fomento a pesquisas acadêmicas e indenizações.

No documento enviado ao Banco do Brasil, o MPF estipulou um prazo de 20 dias para a presidência da instituição responder a uma série de questões:

“A posição do banco sobre sua relação com o tráfico de pessoas negras escravizadas”, “informações sobre financiamentos realizados pelo banco e relação com a escravidão”, “informações sobre traficantes de pessoas escravizadas e sua relação com o banco” e “iniciativas do banco com finalidades específicas de reparação em relação a esse período.”

Os procuradores também solicitaram uma reunião com a direção do BB para discutir medidas de reparação histórica no dia 27 de outubro, no Rio de Janeiro. Também convidaram para o encontro o grupo de historiadores que propôs a ação e membros dos ministérios de Direitos Humanos e Igualdade Racial.

Segundo Julio Araujo, o inquérito civil “é diferente de uma investigação tradicional”, e pode terminar em um acordo, Termo de Ajuste de Conduta (TAC) ou mesmo uma ação judicial contra o banco caso a instituição se recuse a discutir o tema. “É imprevisível, não sabemos qual o rumo ele pode tomar, mas queremos uma resposta do banco”, afirma o procurador.

Contatado pela BBC News Brasil às 17h desta quarta-feira, o Banco do Brasil informou que “foi notificado no final da tarde de hoje” e que o “jurídico da instituição analisará o teor do documento e prestará as informações necessárias dentro do prazo previsto” (pelo MPF).

Mas, afinal, como o Banco do Brasil participou da escravidão?

História do BB

Nos últimos cinco meses, os historiadores pesquisaram em arquivos públicos a participação de escravocratas e traficantes na fundação e estabelecimento do Banco do Brasil como a maior instituição financeira do Império.

No início da pesquisa, havia uma questão fundamental: o Banco do Brasil de hoje é o mesmo do século 19?

“Inicialmente, na minha cabeça, a resposta era negativa, porque ele havia sido fundado, liquidado e refundado outras vezes”, explica o historiador Thiago Campos Pessoa, pesquisador do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense (UFF), um dos acadêmicos que assinaram o documento enviado ao MPF.

A resposta para o dilema, conta Pessoa, veio do próprio banco. “Oficialmente, o BB conta que sua história começa em 1808, com a vinda do rei D. João 6º ao Brasil. Ou seja, mesmo com as refundações, ele considera que é sempre a mesma instituição. Então, partimos dessa premissa: é o mesmo banco”, afirma Pessoa.

De fato, em seu site, o Banco do Brasil afirma ter mais de 200 anos de história, embora não cite a escravidão nem suas três refundações. “Estamos cuidando do futuro com responsabilidade, e cultivando, há mais de 200 anos, o valor dessa relação que temos com os brasileiros”, diz o texto da empresa na seção “Quem somos”.

Em sites de órgãos do governo federal, como do Banco Central e do Arquivo Nacional, a história do BB sempre começa em 12 de outubro de 1808, meses depois da chegada da corte portuguesa ao Brasil.

Quando foi criado, o objetivo da instituição era enfrentar a escassez de crédito e de moeda do Império português, mas sua atuação se reduziria ao financiamento público. Segundo os historiadores, porém, parte do dinheiro do banco vinha de taxas cobradas de embarcações dedicadas ao tráfico de africanos.

“A escravidão e o comércio negreiro financiavam a constituição do banco também de maneira indireta por meio de subscrições”, escrevem os pesquisadores.

Ou seja, o governo imperial concedia títulos de nobreza a escravocratas e comerciantes ilegais que colocavam dinheiro no banco.

Com dificuldades financeiras, esse primeiro BB foi dissolvido em 1829 e depois foi refundado em 1833, mas essa fase durou apenas um curto período.

É na refundação de 1853 que a ligação do Banco do Brasil com a escravidão fica mais estreita, segundo os pesquisadores que procuraram o MPF.

Eles descobriram, por exemplo, que grandes traficantes de escravizados fizeram parte do grupo de empresários que assinaram o termo de refundação da instituição.

Embora tenha renascido como um banco privado, o BB tinha finalidades públicas, como o controle do mercado de crédito e o monopólio da emissão da moeda.

Um desses empresários que fundaram o BB era José Bernardino de Sá, que se tornou seu maior acionista em 1853. Um dos homens mais ricos do Império, o magnata tinha fazendas, inúmeros imóveis e até um teatro no Centro do Rio de Janeiro.

Mas sua principal atuação era o tráfico de africanos, diz o historiador Thiago Campos Pessoa, da UFF, que há anos estuda a vida do contrabandista e há poucos meses se deparou com o nome dele entre os fundadores do Banco do Brasil.

“Esse era um mercado muito complexo e envolvia muitas pessoas dos dois lados do Atlântico. Mas também era extremamente lucrativo, porque, na época, um escravizado valia muito dinheiro. Uma única viagem de um navio negreiro podia enriquecer um traficante”, afirma.

Segundo Pessoa, Bernardino de Sá tinha um barracão ao norte de Luanda, capital de Angola, onde deixava os africanos sequestrados até o embarque. Eles chegavam ao litoral de São Paulo e Rio de Janeiro e, depois, eram deixados em fazendas do empresário até serem negociados. Estima-se que o traficante tenha contrabandeado 20 mil africanos entre 1825 e 1851.

Essa operação, porém, era considerada ilegal desde 1830, quando o comércio transatlântico de pessoas foi proibido por lei sob pressão da Inglaterra. A questão é que a proibição “não pegou” no Brasil e ficou conhecida como “lei para inglês ver”.

Nos anos seguintes, o tráfico se intensificou com anuência e participação do Império. Calcula-se que cerca de 753 mil africanos foram trazidos ilegalmente ao Brasil em apenas duas décadas, entre 1830 e 1850.

Como comparação, em todo o período da escravidão no Brasil, que durou cerca de 300 anos, 5 milhões de pessoas foram trazidas ao Brasil.

“Nessas duas décadas, o Brasil foi responsável pelo maior crime contra a humanidade do século 19”, diz Bruno Rodrigues de Lima, doutor em História e o Teoria do Direito pelo Max Planck Institute, em Frankfurt, na Alemanha, e especialista na história da escravidão desse período.

“A lei assinada pelo imperador D. Pedro 2º tem efeito contrário. O tráfico se torna massivo, em escala industrial. O Rio de Janeiro se tornou na época a capital mundial da escravidão. E, para esse mercado dar certo, era preciso muito dinheiro, crédito, operações bancárias e documentos oficiais”, explica Lima, organizador das Obras Completas de Luiz Gama.

Era nesse contexto que atuava José Bernardino de Sá.

“Não era segredo o que ele fazia, ele era uma pessoa rica e conhecida, com muitos investimentos. Mas foi o tráfico que o enriqueceu. Esse ‘comércio ilegal’ era naturalizado, era conduzido pelo Estado e tinha o Estado como parceiro”, diz.

Segundo os historiadores, em 1855, José Bernardino de Sá possuía 5.216 ações do Banco do Brasil, o que representava um montante de cerca de mil contos de réis, fortuna maior do que a de muitos fazendeiros do Vale do Paraíba, região cafeeira entre o Rio e São Paulo e morada dos homens mais ricos do Brasil na época.

Mas havia outros nomes conhecidos da escravidão entre os fundadores do Banco do Brasil, inclusive em sua diretoria.

Um deles era João Pereira Darigue Faro, vice-presidente do banco em 1855. Visconde do Rio Bonito, Darigue Faro era membro de uma das famílias mais ricas do Vale do Paraíba fluminense. Segundo o documento do MPF, sua família possuía 540 escravizados, “certamente dos maiores proprietários de escravos no Império”, diz o texto.

Outro nome era João Henrique Ulrich, diretor do BB por uma década a partir de 1854. Sua história com a escravidão também é conhecida. Em 1842, ele foi flagrado pelo governo de Angola comandando um barracão de escravizados em Luanda. Segundo jornais da época, Ulrich fez fortuna com o tráfico e intermediando negócios do café.

Ligações do BB com a escravidão

Embora entre os fundadores do BB estejam traficantes de escravizados, até que ponto o banco estava ligado à escravidão e quanto de seu dinheiro vinha desse sistema?

Para Clemente Penna, pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que também assina o documento, o sistema financeiro da época “dependia da escravidão”, mas ainda faltam mais pesquisas acadêmicas para determinar o papel de cada instituição.

“Era uma economia que tinha pouca moeda oficial circulando. O que havia era um sistema baseado em títulos de créditos, hipotecas, letras de câmbio… Quem tinha muito dinheiro em caixa eram os traficantes. Então, foram eles que financiaram o Estado, os títulos da dívida e o capital societário dos bancos”, explica.

A pesquisa do historiador, que analisou 3 mil execuções de dívidas no Rio de Janeiro entre 1830 e 1860, aponta que escravizados eram utilizados inclusive como garantia do pagamento de empréstimos.

Quando havia uma débito não pago, a Justiça determinava que escravizados pertencentes ao devedor fossem enviados a um depósito no antigo Cais do Valongo, na Zona Portuária do Rio, onde eram “armazenados” até que o dinheiro fosse devolvido. Se isso não acontecesse, o cativo era leiloado e o valor era usado para saldar a dívida.

Segundo Penna, 65% das execuções de dívidas no período tiveram ao menos um escravizado levado a esse depósito – algumas dessas negociatas tiveram participação dos bancos.

Para o historiador, todas as operações financeiras da época tinham ligação com a escravidão. “Quem fazia dinheiro no século 19 estava ligado com a escravidão, porque ela estava em toda a sociedade, em toda esquina. Todo o sistema financeiro dependia dela”, explica.

O Banco do Brasil também concedeu empréstimos a fazendeiros proprietários de escravizados.

Segundo a tese de doutorado de Thiago Campos Pessoa, da UFF, o banco emprestou 800 contos de réis para José e Joaquim de Souza Breves, conhecidos como Irmãos Breves, em 1871.

A pesquisa aponta que, além de acionista e com membros na diretoria do BB, a família Breves era conhecida como uma das maiores proprietárias de escravizados do país, com cerca de 5 mil pessoas espalhadas em suas fazendas no Rio e em São Paulo.

“O que acontecia era que o banco financiava a escravidão e a escravidão financiava o banco. O dinheiro que entrava e o que saía faziam parte desse sistema”, explica Pessoa.

Movimento internacional

O inquérito do MPF segue um movimento global por reparação histórica de grandes instituições que participaram da escravidão.

Na Inglaterra, por exemplo, o caso mais emblemático é do Bank of England, fundado em 1694, que foi proprietário de centenas de escravizados no século 18. Recentemente, o banco reconheceu seu papel na escravidão e, por meio de pesquisas históricas, encontrou descendentes de escravizados, iniciando um processo de reparação financeira às famílias.

Já nos Estados Unidos, universidades como Harvard e Brown University também reconheceram o papel que proprietários de escravos tiveram em sua fundação e crescimento. A partir daí, as entidades financiaram pesquisas acadêmicas de longo prazo e em projetos voltados à comunidade negra afetada.

Para o procurador Julio Araujo, o inquérito contra o Banco do Brasil pode ser o pontapé inicial das discussões sobre reparação histórica no país.

“É preciso encarar essa discussão, porque esse passado e essa memória fazem parte e ainda afetam nosso presente, por meio das desigualdades sociais e do racismo estrutural. A sociedade e as grandes instituições brasileiras precisam se olhar no espelho e enfrentar esse assunto”, diz.

Já o historiador Bruno Lima afirma que “todas as instituições brasileiras com mais de 150 anos, sejam elas bancos, universidades e até tribunais de Justiça, têm em suas mãos o sangue e as digitais da escravidão.”

“Elas enriqueceram com a escravidão, compraram e venderam pessoas. É preciso um esforço institucional e uma pressão da sociedade para que essa história seja escavada, seja reconhecida, e que a gente consiga finalmente compreender como foi formado o Brasil”, afirma.

Fonte: BBC Brasil

BB Asset lança primeiro fundo atrelado ao índice de diversidade da B3

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Desde o dia  26 de setembro, os investidores que desejarem investir no mercado acionário por meio de empresas que valorizam a diversidade, equidade e inclusão contam com o Fundo BB Ações Diversidade IS. Com aplicação inicial a partir de R$ 0,01 e taxa de administração de 0,8% a.a., o fundo replicará em sua estratégia a carteira do novo índice de diversidade da B3, o IDIVERSA B3.

O indicador, lançado no mês passado, é o primeiro índice latino-americano a combinar critérios de gênero e raça para selecionar as empresas que irão compor a carteira, sendo uma forma de reconhecer as companhias listadas em bolsa que se destacam em diversidade, além de promover maior representatividade de grupos sub-representados (gênero feminino, pessoas negras e indígenas) no mercado.

A iniciativa reforça a estratégia da Asset e do Banco do Brasil de contribuir para que os investidores escolham de forma mais assertiva empresas ligadas à agenda ASG (Ambiental, Social e Governança Corporativa) para aplicar os seus recursos, promovendo a adoção de melhores práticas e incentivando o progresso das empresas nesse sentido.

Denísio Liberato, CEO da BB Asset, afirma que a agenda ASG é uma prioridade na gestora e, por esse motivo, o lançamento da solução está sendo feito em menos de um mês da criação do IDIVERSA pela B3. “Empresas atentas a questão da Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) além de endereçarem aspectos de imperativo moral e reparação histórica, impulsionam a qualidade do seu capital humano e devem igualmente ocupar um lugar central na pauta de negócios.”

Uma das exigências para que as empresas possam fazer parte do novo índice é que elas tenham, no mínimo, um membro de grupos sub-representados em seu conselho de administração. Além disso, empresas que apresentam maior diversidade em cargos de liderança recebem uma pontuação mais alta na avaliação. O Banco do Brasil se destaca como líder na lista das dez empresas mais inclusivas do Brasil, o que confere maior peso à sua presença na carteira, conforme estabelecido pelo novo índice da B3.

Para a presidenta do BB, Tarciana Medeiros, esta iniciativa pioneira se junta às demais que fazem do BB uma empresa diversa, e é mais uma ação concreta no sentindo da promoção e reconhecimento da diversidade na sociedade. “Como eu gosto de reafirmar, este é um tema totalmente aderente aos interesses dos nossos acionistas, clientes e sociedade. Empresas diversas têm retornos financeiros melhores. Os resultados negociais do BB encontram ainda mais relevância quando são observadas todas as iniciativas que conciliem atividade financeira e compromisso social”, enfatiza Tarciana.

Confira as informações básicas do fundo:
Público-alvo: Investidores em geral
Aplicação Inicial: R$ 0,01
Risco: Alto
Horário limite: Até as 15h
Custos: Taxa de administração de 0,8% a. a

Cotização e Liquidez
Aplicação: D+0
Resgate: D+0
Crédito em conta: D+2

Mais sobre o IDIVERSA B3
O índice inicialmente é composto por 79 ativos de 75 empresas, abrangendo dez setores econômicos. Foi construído com base em dados públicos disponíveis no Formulário de Referência (FRe), um requisito anual para empresas de capital aberto.

Neste ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) passou a exigir a apresentação, nos formulários, do número de funcionários e de integrantes dos órgãos de administração e conselhos das companhias agrupados por gênero e raça. São selecionados para compor o IDIVERSA B3 os ativos de empresas que atendam a critérios como, por exemplo, ter pelo menos um representante dos grupos sub-representados no CA (Conselho de Administração), como membro efetivo. Além disso, empresas com maior diversidade em altas lideranças têm maior peso na avaliação.

Pacto Global da ONU
Recentemente, o Banco do Brasil oficializou sua nova atribuição como embaixador de três movimentos ligados ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, e que promovem ações de equidade racial e de gênero, trabalho decente e crescimento econômico. Empresas embaixadoras do Pacto Global precisam promover o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) onde atuam, assumindo compromissos e contrapartidas especiais com um ou mais dos movimentos propostos pelo Pacto Global.

Sobre a BB Asset
A BB Asset é a maior gestora do Brasil e lidera o ranking ANBIMA com patrimônio líquido superior a R$ 1,4 trilhão e um market share de 19.23%. São mais de cinco milhões de investidores que escolheram as estratégias desenvolvidas pelo time da BB Asset. Sua excelência em gestão é atestada por duas renomadas agências de rating – Fitch Rating e Moody’s.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil deve aumentar dividendos em 2024, diz XP Investimentos

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Estimativas da XP indicam que o Banco do Brasil (BBAS3) deve aumentar seu patamar de distribuição de dividendos no ano que vem. Conforme as projeções da casa, os dividendos do Banco do Brasil devem somar 10,2% de dividend yield (DY) em 2024.

Atualmente, conforme dados do Status Invest, as ações BBAS3 mostram um DY de 9,8%. Isso porque as ações do Banco do Brasil deram direito a R$ 4,5951 em proventos por ação no acumulado dos últimos 12 meses.

Com esse patamar, o Banco do Brasil deve ser a companhia do setor financeiro que mais paga dividendos aos seus investidores. A segunda na lista é a B3 (B3SA3), com 7,3% de dividend yield estimado para 2024, conforme a XP.

“Nas ações do setor bancário é muito comum vermos pagamentos de dividendos e JCP expressivos como forma de remunerar o acionista. Para as ações do Banco do Brasil, essa dinâmica se mantém”, diz a XP.

“No início do ano a companhia divulgou que irá distribuir 40% do seu lucro através do payout, remunerando seus acionista pelo pagamento de dividendos e/ou JCP. Para 2023, projetamos um payout ainda maior de 45% podendo atingir 12% de dividend yield”, completa.

XP recomenda compra para o Banco do Brasil

Atualmente a recomendação da XP é de compra para as ações do Banco do Brasil, apesar do rali no acumulado de 2023.

A casa mira um preço-alvo de R$ 61, ante uma cotação atual de R$ 46 – implicando em uma valorização de mais de 30%.

“Vemos as operações do banco bem preparadas para enfrentar o ano desafiador que se aproxima, tendo a menor taxa de inadimplência entre os bancos incumbentes e uma carteira de crédito mais defensiva”, diz a casa.

Os analistas viram com bons olhos os últimos resultados da empresa.

“Com um lucro líquido recorrente de R$ 8,78 bilhões no segundo trimestre, o Banco do Brasil apresentou o maior ROE entre os incumbentes, atingindo 21,3%. O banco reportou resultados consistentes por mais um trimestre em praticamente todas as linhas, incluindo a qualidade de crédito, com um NPL acima de 90 confortável e praticamente estável em 2,73%”, destacaram os especialistas.

“Com os fortes resultados no primeiro semestre, o Banco do Brasil reviu em alta grande parte do seu guidance, principalmente para a expansão da sua carteira de crédito. Acreditamos que o banco está no caminho certo para entregar um resultado final próximo ao topo do intervalo, o que daria um P/E implícito de aproximadamente 4,1x para 23. Ainda muito descontado, depois de subir 41% no acumulado do ano”, completa.

Fonte: Suno Notícias

Banco do Brasil vai financiar passagens e hospedagens em até 60 vezes

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O ministro do Turismo, Celso Sabino, disse nesta quarta-feira (27) que o governo federal, em parceria com o Banco do Brasil (BB) vai financiar passagens aéreas e hospedagens para incentivar o turismo no país. A declaração foi dada na abertura da 50ª edição da ABAV Expo, da Associação Brasileira de Agências de Viagens, no Rio.

O programa, batizado de “Conheça o Brasil: Realiza”, deve ter ofertas de financiamento em até 60 parcelas mensais e taxas de juros a 1,79% ao mês.

Correntistas do Banco do Brasil terão até R$ 20 mil para financiar a compra de pacotes de turismo, com quitação da primeira parcela em 60 dias e débito automático das prestações.

Sabino também disse que o Plano Nacional de Desenvolvimento do Turismo deve ser apresentado ao presidente Lula em breve.

Segundo Sabino, a Organização Mundial do Turismo (OMT), das Nações Unidas (ONU), terá uma representação no Brasil, que ficará no Rio de Janeiro.

“A ONU passará a ter um escritório do seu braço de turismo para tratar sobre a política de turismo da Organização das Nações Unidas na América do Sul e no Caribe, e este escritório terá sede no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. Estamos trabalhando com o prefeito Eduardo Paes e com o governador do estado para que esse escritório possa ser inaugurado no dia 15 de dezembro”, disse.

No início da semana, Sabino já havia anunciado o programa “Conheça o Brasil: Voando”, em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos, para promover stopover, focado no turista estrangeiro, em dezembro.

O stopover é uma escala é uma paragem feita por um veículo de transporte durante um trajeto de longo curso, na prática, nada mais é do que estender seu tempo de conexão em um voo, retirando suas malas e fazendo pernoite(s).

Ele também mencionou a intenção de realizar uma campanha de divulgação, que terá em ao menos 10% da frota das companhias aéreas plotagens (adesivos) com os atrativos brasileiros e mensagens de incentivo aos turistas, para fomentar destinos nacionais.

A iniciativa é fruto de uma parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos, a Associação Brasileiras das Empresas Aéreas (Abear), e as companhias Azul, Gol, Latam e Voepass.

Fonte: Portal IG

Governo de PE assina contrato de financiamento de R$ 197,6 milhões com o BB

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A governadora Raquel Lyra assinou um contrato de financiamento de R$ 197,6 milhões junto ao Banco do Brasil, com garantia da União, para investimentos prioritários do governo estadual nas áreas de ressocialização e segurança pública, desenvolvimento agrário, entre máquinas e equipamentos, além da habitação.O desembolso do recurso deve ser realizado até o fim deste ano, com um prazo de 10 anos para a operação.

A governadora Raquel Lyra ressaltou que, com esse recurso, o estado completa R$ 3 bilhões destinados a investimentos em estradas, acesso à água, segurança e saúde.

No momento da assinatura, estavam presentes o secretário estadual de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, Ana Paula Matos, superintendente do Banco do Brasil em Pernambuco, Edilberto Passos, gerente geral de Agência do Banco do Brasil, e Bruno Vieira, gerente de negócios do Banco do Brasil.

Fonte: CBN 

Agraer fortalece vínculo e estabelece parcerias com o BB em prol dos agricultores

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O diretor-presidente da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), Washington Willeman, o diretor executivo Beto Carvalho, a gerente de desenvolvimento agrário Izabel Cristina Pereira e as gestoras de desenvolvimento rural Aldione Soares e Rose Borges se reuniram nesta quarta-feira, 27 de setembro, com o superintendente de varejo do Banco do Brasil Omar de Vasconcelos, o gerente Sérgio Malheiros, o gerente de mercado Breno dos Reis para estabelecer parcerias com o banco em prol dos agricultores familiares de Mato Grosso do Sul.

De acordo com o diretor executivo da Agraer, desde antes do lançamento do Plano Safra 2023-2024 a Agraer tem buscado novas estratégias junto ao banco para fomentar e a agilizar a aprovação de projetos de crédito para o setor. O Banco do Brasil lidera a lista das 250 maiores instituições financeiras da América Latina e é o maior parceiro do Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf).

Conforme divulgado pelo Governo Federal, em julho deste ano, os agricultores familiares de Mato Grosso do Sul dispõem de R$ 400 milhões em recursos para o Plano Safra 2023-2024 por meio do Pronaf. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) esse é o maior volume de recursos na história do programa. Em todo o Brasil serão disponibilizados R$ 71,6 bilhões para agricultores familiares, 34% a mais do que o anunciado na safra passada.

Além de buscar soluções para facilitar o acesso dos produtores ao crédito disponibilizado, a Agraer convidou o Banco do Brasil para atuar em parceria nas diversas ações que ocorrem nos 79 municípios do estado com serviços gratuitos aos agricultores familiares. Uma dessas atividades é o “Agraer em Ação e Incra Itinerante” que leva aos municípios serviços de emissão do CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar), desbloqueio de lotes, emissão de Contratos de Concessão de Uso (CCU) atualizados e diversas orientações aos produtores.

“Essa interatividade com o Banco do Brasil nos trouxe resultados concretos. Nós fomos a primeira agência de Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural) no país a conseguir disponibilizar o crédito do Pronaf A para um indígena e isso reforça o pedido do governador Eduardo Riedel para verticalizar as políticas públicas para a agricultura familiar com o governo federal, os estados e os municípios”, afirmou o diretor executivo Beto Carvalho.

Primeiro Pronaf indígena do Brasil

Neste mês, indígena da etnia terena Oto Pauferro, da aldeia Brejão, em Nioaque, recebeu o primeiro financiamento pelo Pronaf voltado a produtor indígena no Brasil. O projeto de crédito rural foi elaborado pelo técnico em agropecuária da Agraer Moacir Romualdo e aprovado pelo Banco do Brasil.

Após a aprovação, o Secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, participou de agenda com a equipe da Agraer, da Secretaria Executiva da Agricultura Familiar e do Banco do Brasil para dialogar sobre os atendimentos dos projetos do Plano Safra 2023/2024 para os agricultores familiares em razão do atual aumento do volume de crédito disponibilizado pelo Governo Federal. O objetivo é levar mais informações aos agricultores familiares para que eles se adequem às condições estabelecidas para obter os financiamentos.

“Estamos fortalecendo cada vez mais esse vínculo com os operadores de crédito e criando canais de diálogo permanente para beneficiar o maior número de agricultores familiares do estado com o Pronaf, que é um recurso fundamental para o incentivo à produção nas áreas da agricultura familiar, em especial nos territórios dos povos indígenas e comunidades tradicionais, que antes careciam desse apoio”, ressaltou o diretor-presidente da Agraer, Washington Willeman.

Fonte: Agraer

Fundo imobiliário que vive impasse com BB recebe proposta por imóvel

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O fundo imobiliário BB Progressivo (BBFI11) segue sem uma definição para seu impasse judicial com o Banco do Brasil (BBAS3). Os dois se enfrentam há mais de três anos pela renovação do aluguel do imóvel CARJ, um centro administrativo no Rio de Janeiro que está no portfólio do fundo e era ocupado pelo banco.

Mas, enquanto a solução para a disputa sobre o CARJ não surge, outro imóvel do portfólio do FII atraiu a atenção de um potencial comprador. O BBFI11 comunicou ter recebido uma proposta para vender o Edifício Sede 1, localizado em Brasília, para a PaulOOctavio Investimentos Imobiliários.

A empresa ofereceu R$ 80 milhões pelo ativo, que também está parcialmente locado para o Banco do Brasil — a instituição financeira ocupa 26,8% do prédio, enquanto outros 73,5% estão vagos.

A briga entre o FII e o BB, aliás, foi mencionada na proposta e é uma das apostas da PaulOOctavio para concretizar a venda.

“Cabe ressaltar que o contrato de locação hoje em vigencia com o BB, expira em 08/01/2025 e acreditamos ser muito difícil a renovação, haja visto a demanda judicial que está em curso”, diz o documento encaminhado ao fundo.

O BTG Pactual, administrador do BBFI11, afirma que irá apurar o conteúdo da proposta — incluindo um laudo de avaliação que estima que serão necessários gastos de R$ 96 milhões em benfeitorias no imóvel — e avaliará se o “valor está fundamentado”.

Briga com Banco do Brasil afeta dividendos do FII

Vale destacar que a briga com o Banco do Brasil tem dizimado os dividendos do BB Progressivo. A distribuição de rendimentos relativa à competência do mês passado, por exemplo, foi impactada negativamente em cerca de R$ 28,24 por cota.

Vale destacar que o FII ajuizou um processo para receber os valores atrasados que, segundo o último relatório gerencial, somavam pouco mais de R$ 15 milhões, nos cálculos da administração.

Uma decisão judicial proferida no início de julho determinou a citação na ação de execução e solicitou que o BB pagasse os aluguéis devidos ao BBFI11. Mas a determinação não foi seguida pelo banco.

É importante relembrar que a inadimplência começou justamente após o Banco do Brasil dar um “ultimato” ao BBFI11, com quem discute judicialmente há três anos a renovação do aluguel.

A instituição financeira decidiu em março que não iria mais esperar o fim da tramitação do processo e desocupou 100% do ativo.

De acordo com o BBFI11, a saída do banco representa um impacto de 55% em suas receitas e derruba de 60,9% para 14% a taxa de ocupação do portfólio, composto por dois empreendimentos. Os dividendos também sofrem com o impasse, que reduz a distribuição em R$ 28,24 por cota.

Já o Banco do Brasil refutou, em nota enviada ao Seu Dinheiro, a informação de que exista inadimplência, “já que há um debate judicial em curso sobre o caso, inclusive com a realização da entrega das chaves em juízo.

“Cabe destacar que a saída do CARJ se trata de decisão administrativa rotineira na gestão imobiliária, que buscou saídas amigáveis ao longo de todo o processo, mas que culminou na necessidade de entrega judicial do imóvel, sem qualquer inadimplência por parte do banco”, diz o BB.

Procurado novamente para falar sobre a última determinação no âmbito da ação que discute a inadimplência, o banco afirmou que “não comenta decisão judicial para processos em andamento e se manifestará somente nos autos” do processo.

Entenda o impasse entre o Banco do Brasil e o fundo imobiliário

O contrato original entre as partes, que envolve a locação de nove blocos do imóvel, foi firmado em 2015 e encerrou-se em outubro de 2020. Cinco meses antes do prazo final, o banco ajuizou uma ação com o objetivo de renovar o aluguel de apenas dois blocos do conjunto. Já o fundo defende a renovação nos termos originais.

O processo ainda tramita na Justiça, mas o BBFI11 já sofre os efeitos negativos em suas finanças desde 2021, quando o Banco do Brasil alegou que, em seu entendimento, o índice de reajuste daquele ano não seria devido e passou a pagar um valor menor que o previsto.

O FII obteve um parecever favorável sobre o tema na Justiça e considera a instituição financeira inadimplente, cobrando o valor total devido. “A administradora [do fundo] informa que fará todos os esforços para fazer jus aos valores inadimplidos parcialmente pelo locatário desde 05/10/2021 no âmbito da ação renovatória”, assegurou o BTG em comunicado.

Vale destacar que o outro imóvel que compõe o portfólio do BBFI1, um prédio em Brasília, também está parcialmente locado para o Banco do Brasil, com contrato válido até janeiro de 2025.

Fonte: Seu Dinheiro

BB é principal credor da Maxmilhas; Bradesco e Itaú também estão na lista

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O Banco do Brasil (BBAS3), que já figurava como principal credor da 123milhas, também é o maior credor da Maxmilhas, empresa do mesmo grupo que pediu recuperação judicial nesta quinta-feira (22 de setembro).

Segundo as informações judiciais, o Banco do Brasil tem uma cifra de R$ 18,9 milhões a receber da Maxmilhas.

O valor se soma aos R$ 74,3 milhões a receber da 123milhas e demais empresas do grupo.

O pedido da recuperação judicial da Maxmilhas envolve a MM Tusimo & Viagens – razão social da Maxmilhas – e também a Lance Hotéis, tendo ambas uma dívida somada de R$ 226 milhões.

A empresa pediu a RJ com a antecipação dos seus efeitos, ou seja, buscando a proteção jurídica o mais rápido possível.

Inicialmente a Maxmilhas havia ficado de fora do processo de RJ da 123milhas, anunciando que seus negócios estavam caminhando.

Contudo, agora a empresa mostrou fragilidade e correu aos tribunais.

Além do Banco do Brasil, a companhia revelou outros credores relevantes.

Fonte: Suno Notícias

Economus realiza revisão do Planejamento Estratégico

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O Planejamento Estratégico é um importante instrumento de gestão na orientação dos objetivos e movimentos das instituições. O Economus possui um planejamento com horizonte de cinco anos e faz revisões anuais para avaliação dos cenários e identificação de mudanças que assegurem o alcance dos objetivos estratégicos.

Nesse contexto, o Instituto promoveu, nos dias 04 e 11/09, workshops com especialistas em previdência e saúde, que trouxeram para os conselheiros deliberativos e fiscais, análise de cenários e práticas de mercado, englobando as perspectivas e mudanças esperadas para o segmento de saúde e, na área de previdência, as tendências e os desafios a serem enfrentados pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar – EFPCs.

Fonte: Economus

AGEBB tem recurso favorável em ação coletiva; associados devem enviar novos documentos

Publicado em: 21/09/2023

Em decisão publicada pelo Tribunal Superior do Trabalho no dia 1º de setembro, o ministro relator Hugo Carlos Scheurmann decidiu dar provimento ao recurso da AGEBB para determinar que a ação coletiva ajuizada em novembro de 2017 pela equipe jurídica da associação trata de “direito individual homogêneo”, e em consequência, o juízo de primeira instância prosseguirá no julgamento da causa.

A ação coletiva objetiva a manutenção da gratificação de função aos substituídos da AGEBB, funcionários do Banco do Brasil, que recebiam a gratificação de função há mais de 10 anos antes da reforma trabalhista. Com a reforma, o BB decidiu por extinguir cargos, fechar agências e suprimir a gratificação paga.

Segundo a equipe jurídica da AGEBB, “a discussão tratada a respeito de que não era cabível a ação coletiva proposta sobre o tema foi vencida, entendendo-se pela alta Corte de que a pretensão relativa a interesses individuais homogêneos, que visa a proibição de destituição sem justo motivo e a incorporação da gratificação de função aos funcionários substituídos a evidenciar a origem comum e consequentemente, a homogeneidade do direito vindicado, que se baseia em um ato do ex-empregador com consequências na esfera jurídica de vários de seus empregados. As particularidades apontadas não desnaturam a origem comum dos direitos individuais”.

Com a decisão, a equipe jurídica pede aos associados que integração a ação coletiva 1522-32.2017.5.10.0012 que entrem em contato com a AGEBB. Será necessário envio de novos documentos para a permanência e prosseguimento na ação.

Para ler mais sobre esse assunto, clique nos conteúdos abaixo:

Associados da AGEBB que integram ação coletiva preventiva têm direito à incorporação de gratificação

AGEBB vai entrar com mandado de segurança em ação coletiva preventiva indeferida por juiz

AGEBB esclarece as principais dúvidas sobre a ação coletiva preventiva

A diferença entre as ações coletivas da Contraf-CUT e a preventiva da AGEBB

Fonte: AGEBB

BB se une ao BMO Financial Group e prevê até US$ 200 mi para agricultura de baixo carbono

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O Banco do Brasil assinou um memorando de entendimentos com o canadense BMO Financial Group em uma iniciativa que prevê até US$ 200 milhões para suportar a exportação de produtos agrícolas de baixo carbono. A parceira foi fechada no âmbito das agendas do banco público em Nova York, onde realiza uma turnê de negócios para captar recursos para a agenda sustentável do Brasil.

O objetivo é adicionar práticas sustentáveis a operações de crédito voltada a exportadores brasileiros como Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) e Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE). A linha oferecerá condições diferenciadas desde que o exportador comprove que segue a risca metas de sustentabilidade alinhadas ao compromisso do BB com a agricultura sustentável e acordadas entre os bancos brasileiro e canadense.

Tanto sob a ótica sustentável quanto a união de BB e BMO são inéditas, conforme as instituições. A expectativa dos bancos é que a parceria ajude a fomentar a cadeia de exportação de produtos sustentáveis e de baixo carbono do Brasil, incentivando melhores práticas e apoiando o fornecimento de produtos certificados e de qualidade para os principais mercados mundiais.

“Um dos nossos compromissos trata da agricultura sustentável, em que temos a meta de alcançar um saldo de R$ 200 bilhões em operações de crédito em agricultura sustentável, uma carteira que já passa de R$ 143 bilhões”, diz a presidente do BB, Tarciana Medeiros.

A executiva lembra que o banco tem um dos maiores portfólios sustentáveis do mercado financeiro, com mais R$ 320 bilhões de saldo, um terço de sua carteira total. “E queremos chegar a R$ 500 bilhões”, reforça Medeiros.

O diretor de Finanças sustentáveis do BMO, Jonathan Hackett, ressaltou o perfil inovador da linha de financiamento sustentável. “O compromisso do Banco do Brasil em ajudar seus clientes a promover práticas agrícolas sustentáveis e de baixo carbono se alinha bem com a forma como o BMO trabalha em vários setores e com a nossa ambição de ser o principal parceiro de nossos clientes na transição para um mundo Net Zero (Emissões Líquidas Zero)”, disse.

O BMO Financial Group é o oitavo maior banco da América do Norte, com ativos totais de US$ 1,25 trilhão.

Fonte: Época Negócios

BB passa mensagem construtiva sobre o Brasil para investidores, diz BofA

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Em encontros com investidores em Nova York e Boston, nos Estados Unidos, o Banco do Brasil (BBAS3) tem passado uma mensagem construtiva sobre o cenário à frente, mesmo com o potencial impacto negativo de mudanças regulatórias no setor. O relato é do Bank of America, que acompanhou algumas das reuniões do banco com investidores.

De acordo com o analista Mario Pierry, as reuniões foram feitas com o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Geovanne Tobias, e com a gerente de RI, Janaína Storti. “Em seu primeiro giro com investidores como CFO, Tobias trouxe uma mensagem construtiva para o cenário macroeconômico do Brasil, com base em um ambiente de juros mais baixos e inflação controlada”, escreve.

O banco americano afirma que saiu das reuniões com uma visão mais positiva sobre as tendências operacionais do BB. Ajudaram nesse reforço o comprometimento da administração do banco com a entrega de resultados dentro das projeções para o ano, além do desejo de manter relacionamentos de longo prazo com os clientes, ao mesmo tempo em que mantém um crescimento “sustentável”.

O relato é feito em meio a uma bateria de reuniões de membros da cúpula do BB nos Estados Unidos com investidores, mas também com clientes e órgãos multilaterais. As reuniões acontecem em paralelo à Assembleia Geral da ONU, e o banco tem anunciado acordos de investimento e financiamento para o Brasil.

Ao mesmo tempo, o BofA menciona fatores como a proposta que acaba com os juros sobre capital próprio (JCP) e o possível teto de juros para o crédito rotativo como mudanças que podem impactar o banco de forma negativa.

No caso do JCP, a casa estima que o BB poderia ter de pagar uma alíquota efeitva de imposto 10 pontos porcentuais mais alta no ano que vem, mas que o Congresso provavelmente considerará a inclusão de alguns benefícios aos bancos no projeto final. No do rotativo, afirma que o banco parece menos vulnerável que alguns de seus pares, dada a menor exposição ao segmento de cartões de crédito.

O relatório afirma que o BB vê uma estabilização nos índices de inadimplência, mas também que as provisões contra calotes devem continuar subindo. São dois os motivos: a piora na carteira de pessoas físicas, dado que à medida que empréstimos antigos ficam “mais atrasados”, as normas do Banco Central exigem um aumento das provisões; e o caso Americanas, para o qual o BB fez provisões equivalentes a 70% do que tem a receber.

O BofA afirma que o guidance para provisões do banco neste ano, que prevê despesas entre R$ 23 bilhões e R$ 27 bilhões, já incorpora a possibilidade de o BB ter de separar provisões para os 30% restantes.

Na carteira de crédito, Tobias reiterou, segundo o BofA, que o crescimento deve vir do consignado para trabalhadores do setor privado, em que o BB pretende ganhar mais espaço, e também do agronegócio, em que o banco possui cerca de 60% de participação de mercado. A carteira de cartões de crédito para clientes que não têm conta no banco deve continuar recebendo menor foco.

O projeto de aumentar o engajamento dos clientes deve fazer com que os investimentos em tecnologia continuem elevados, de acordo com o relato do BofA. “A administração enfatizou que a tecnologia deve melhorar a personalização dos produtos oferecidos à base, o que provavelmente aumentará os patamares de engajamento”, escreve Pierry.

O BofA reitera recomendação de compra para as ações do Banco do Brasil, com preço-alvo de R$ 65, o que representa um potencial de valorização de 37,3% em relação ao fechamento de ontem. O banco calcula que o papel negocia a 0,8 vez o valor patrimonial por ação, múltiplo que vê como atrativo tanto em termos absolutos quanto em termos relativos.

Fonte: Estadão

BB Asset lança primeiros fundos em parceria com a Trígono

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A BB Asset lançou nesta terça-feira, 19 de setembro, seus primeiros fundos com a Trígono Capital após o anúncio da parceria entre as duas empresas em junho. Feito por meio de nota comercial conversível em ações, o acordo foi o primeiro da gestora do Banco do Brasil, que tem R$ 1,4 trilhão sob administração, com uma asset independente no segmento de renda variável. O BB Espelho Ações Trígono Flagship Small Caps e o BB Espelho Ações Trígono Verbier replicam carteiras da gestora.

O BB Espelho Ações Trígono Flagship Small Caps investirá predominantemente em empresas com valor de mercado abaixo de R$ 10 bilhões e/ou liquidez diária abaixo de R$ 10 milhões. Além da melhor relação de risco e retorno, o fundo busca oportunidades de investimentos em empresas que podem evoluir em termos de governança. O pagamento dos resgates será feito em D+32. Segundo a gestora do BB, em todos os outros distribuidores do mercado a liquidez acontece em D+62 ou D+92.

Já o BB Espelho Ações Trígono Verbier tem o objetivo de superar o Ibovespa. De acordo com a BB Asset, as duas estratégias que deram origem aos fundos espelhos são premiadas com cinco estrelas pela Morningstar, empresa de análise de investimentos. A taxa de administração em ambos é de 2% ao ano e o pagamento dos resgates também será feito em D+32.

Para Mario Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, a ideia é conciliar a expertise das duas gestoras. “Nosso objetivo é ofertar o produto que enderece a necessidade de cada investidor. Por isso temos buscado expandir a atuação da BB Asset em estratégias mais sofisticadas”, destaca.

A Trígono Capital, fundada em 2017 e com R$ 2,6 bilhões sob gestão, foi escolhida para o projeto após um processo de análise com mais de 165 gestoras focadas em fundos de ações no país. Frederico Mesnik, cofundador e CEO da asset independente, ressaltou a importância do lançamento dos produtos como parte estratégica da parceria. “A parceria com a BB Asset aumentará a capilaridade e distribuição de produtos além do óbvio, descorrelacionados dos demais fundos de ações existentes”, ressalta.

Fonte: Valor Investe

Banco do Brasil: ventos contrários regulatórios podem afetar as ações?

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A proposta de fim do dos juros sobre o capital próprio (JCP) e o teto da taxa de juros sobre empréstimos rotativos de cartão de crédito preocupa acionistas de companhias relacionadas ao setor bancário, com possível recuo de valor de mercado das maiores pagadoras desse tipo de provento.

No entanto, em relatório divulgado aos clientes e ao mercado, o Bank of America (NYSE:BAC) (BofA) afirmou que “as alterações regulatórias continuam a ser um tema quente, mas o Banco do Brasil deverá ser menos afetado do que os seus pares”. Por isso, o BofA mantém classificação de compra para as ações. Após encontros com a gestão, o BofA demonstrou otimismo em relação às tendências operacionais da companhia.

“No entanto, uma decisão final do Congresso poderia considerar alguns benefícios para os bancos que reduziriam a gravidade do impacto, especialmente porque o objetivo da reforma tributária é simplificar o sistema fiscal e não aumentar os impostos para as empresas”, afirmam os analistas Mario Pierry e Flavio Yoshida.

Sobre eventual limite máximo para as taxas de juros sobre os saldos rotativos dos cartões de crédito, os analistas consideram que o banco é menos vulnerável do que outros players do setor.

O BofA possui recomendação de compra para as ações do Banco do Brasil (BVMF:BBAS3), com preço-alvo de R$65, com base na sólida dinâmica de lucros e valuation considerado atrativo.

Às 15h (de Brasília) desta terça, 19 de setembro, as ações do Banco do Brasil subiam 0,04%, a R$47,37.

Fonte: Investing BR

BB e Banco Mundial fazem acordo de US$400 mi para recuperar Amazônia

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O Banco do Brasil e o Banco Mundial assinaram nesta terça-feira, dia 19 de setembro, memorando de entendimento para estabelecer uma linha de crédito de 400 milhões de dólares para a agricultura sustentável e a recuperação de áreas degradadas na região amazônica.

O acordo chega na esteira de um anúncio conjunto no ano passado de um projeto de 500 milhões de dólares para expandir o financiamento sustentável e melhorar a capacidade do setor privado de acessar os mercados de crédito de carbono.

“Este acordo para mais 400 milhões de dólares é o segundo do BB com o Banco Mundial e trará recursos destinados à agricultura sustentável, recuperação de áreas degradadas e bioeconomia”, disse Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil.

O Banco Mundial, em um comunicado separado que não mencionou o valor da linha de crédito proposta, disse que ambas as instituições concordaram em cooperar na identificação de soluções sustentáveis ​​para a bioeconomia, restauração florestal e de terras do Brasil.

A nota também afirmou que eles examinariam a agricultura sustentável e de baixo carbono, especialmente nos biomas da Amazônia e do Cerrado.

“Esses esforços visam apoiar, entre outros, o plano nacional do Brasil para combater o desmatamento na Amazônia”, afirmou o Banco Mundial.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca posicionar-se como uma liderança no desenvolvimento verde, atraindo investimentos com um amplo plano de transformação ecológica, que inclui um mercado regulamentado de créditos de carbono e a emissão dos seus primeiros títulos verdes.

O governo federal também deverá anunciar esta semana a revisão de suas metas climáticas, parte dos esforços de Lula para restaurar a gestão ambiental do país após o elevado desmatamento da Floresta Amazônica sob o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: UOL

BB e consórcio de cooperativas: 1ª transação de Título Público tokenizado com Drex

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O Banco do Brasil realizou, na última quinta, 14, a primeira negociação de Título Público Federal tokenizado (TPFt) na rede piloto do Drex. A transação, feita em conjunto com o consórcio de cooperativas financeiras formado por Sicoob, Sicredi, Ailos, Cresol e Unicred, representa mais um marco rumo à era das moedas digitais no Brasil.

A primeira negociação de compra e venda de TPFt na rede piloto do Drex aconteceu envolvendo dois ativos do Tesouro Direto. Num primeiro momento, o BB vendeu LFT (Letra Financeira do Tesouro) para o consórcio de cooperativas e, no momento seguinte, o consórcio vendeu LTN (Letra do Tesouro Nacional) para o BB.

BB e cooperativas também fizeram a primeira transação de transferência de Drex tokenizado entre clientes na rede. Os tokens saíram da carteira de um cliente do consórcio e foram sensibilizados na carteira de um cliente BB. Depois, o movimento inverso também aconteceu.

BB na vanguarda

O Banco foi uma das primeiras instituições participantes do piloto a homologar seu nó validador da rede do Drex, no dia 1° de agosto. Desde então, o Banco do Brasil vem realizando testes e obtendo resultados significativos envolvendo a nova moeda.

As primeiras operações Drex da rede foram registrados na carteira do BB em 17 de agosto, quando o Banco realizou a primeira transferência interbancária bem sucedida entre duas instituições financeiras. Banco do Brasil e o consórcio de cooperativas financeiras transacionaram tokens de Drex entre suas reservas, movimentando recursos da carteira de lá para o BB e, em seguida, do Banco para o consórcio.

O BB também realizou os primeiros testes entre bancos públicos com a Caixa entre os dias 30 e 31 de agosto. E, depois, o teste mais recente foi realizado no dia 1º de setembro, quando BB e BV puderam enviar e receber Drex através da rede. Desta forma, o Banco do Brasil demonstra que está em estágio adiantado na construção de soluções Drex, inclusive antecipando testes que ocorreriam apenas em dezembro em todo o sistema.

“O Drex é mais uma iniciativa de sucesso, em que teremos a possibilidade de melhorar serviços bancários com a adoção da tecnologia blockchain e a tokenização”, diz Tarciana Medeiros, presidenta do BB. “Somos uma das instituições que mais investe em TI no Brasil. Além disso, temos atuação destacada em projetos conduzidos pelo BC, como Pix e Open Finance. Com o Real Digital, com o Drex, não haveria de ser diferente”, complementa.

O grupo de cooperativas financeiras explica que a parceria tecnológica, que envolve o blockchain, surgiu há pelo menos seis anos entre seus representantes e o BB. Para as cooperativas, criou-se uma via de mão dupla para testes e troca de informações, justamente porque a cooperação se mostrou a melhor maneira de implementar as novas tecnologias disponíveis para os clientes, no caso dos bancos, e para os cooperados, no caso delas.

Sob a coordenação do BC, o piloto do Drex está sendo realizado em uma rede de testes, onde são simuladas diversas transações de emissão, transferência e resgate da moeda e de um Título Público Federal, por exemplo. Pioneiro em diversas soluções inovadoras e tecnológicas, o BB faz estudos sobre tecnologia blockchain desde 2015, implementando casos de uso desenvolvidos internamente e em parceria com entes externos. Agora, com o Drex, a expectativa é ampliar ainda mais a melhoria de serviços bancários, com a adoção da tecnologia blockchain e a tokenização.

Fonte: Banco do Brasil

Parceria leva mobilidade como serviço a clientes do Banco do Brasil

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A essência do conceito de Mobilidade como Serviço (da sigla, em inglês, MaaS) está em levar serviços para companhias de diversos segmentos que não possuem a mobilidade como “core business”. Esse é o caso do Banco do Brasil, que lançou recentemente a sua própria tag de pagamento em parceria com a Veloe. A Tag BB, aceita para pagamentos automáticos de pedágios em 100% das rodovias do Brasil e dos principais estacionamentos de rua, shoppings, valets, aeroportos e centros comerciais, chega para facilitar cada vez mais a mobilidade e a jornada de consumo do veículo dos correntistas e portadores de cartões do Banco do Brasil.

“Acreditamos muito no conceito de mobilidade como serviço, principalmente porque o setor de mobilidade será cada vez mais um vetor importante de transformação da sociedade. Atualmente, não vejo uma indústria com poder de transformação semelhante”, comenta o diretor-geral da Veloe, André Turquetto. O executivo ainda diz que a empresa, especializada em soluções de mobilidade urbana e gestão de frotas, tem se preparado para atuar não só como provedora de meios de pagamento veicular, mas como facilitadora do ir e vir de milhões de pessoas.

A parceria com o Banco do Brasil segue o mesmo modelo de negócios com outros parceiros da Veloe, como C6, Banrisul, BTG e Mêntore Bank. A Tag BB será gerenciada no modelo co-branded, no qual a Veloe ficará a cargo de toda a tecnologia, operação e jornada do cliente. “Com a oferta de serviços de mobilidade para os clientes de uma das principais instituições financeiras do País, ampliamos ainda mais nossa base e reforçamos nosso posicionamento e nossa participação no mercado”, revela Turquetto.

A Tag BB poderá ser solicitada pelo internet banking (bb.com.br), App BB ou App Ourocard e possui dois tipos de contratação: o plano pré-pago, que está disponível para clientes que tenham um cartão de crédito ativo emitido pelo BB, e o pós-pago, disponível apenas para correntistas, em que a cobrança ocorre na fatura do cartão de crédito ou via débito automático na conta corrente.

Inicialmente, os clientes que não são elegíveis para a isenção também poderão se beneficiar na contratação da Tag BB e aproveitar a oferta de seis mensalidades gratuitas nos planos pré-pago e pós-pago.

Fonte: Estadão

BB e Caixa anunciam redução de taxas de juros, após decisão do Copom

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Assim como ocorreu na reunião de agosto do Comitê de Política Monetária (Copom), os bancos estatais anunciaram redução de suas taxas de juros, acompanhando o corte da Selic, na sequência à divulgação da decisão.

O Banco do Brasil anunciou a redução de suas taxas de juros, que pode chegar até 0,04 ponto percentual ao mês, conforme as características da linha. As novas taxas estarão disponíveis para os clientes pessoa física a partir de amanhã (21). Para pessoa jurídica, a redução começa a valer a partir de sexta-feira (22 de setembro).

Segundo o BB, em PF haverá redução de taxas em crédito consignado para o setor público e INSS, financiamento de veículos, automático, salário, benefício, renovação, 13º salário e cartão de crédito. “Vale destacar o crédito consignado para o setor público e o crédito estruturado (com garantias), que passam a contar com taxas de juros a partir de 1,19% ao mês e 1,21% ao mês, respectivamente.”

No consignado do INSS, a taxa cai do patamar atual de 1,75% ao mês para 1,71% ao mês, na mínima. Na ponta do teto, a nova taxa é 1,85%, ante 1,89% praticados até aqui.

Em PJ, o BB definiu taxas mais baixas para as linhas de desconto de títulos, capital de giro, conta garantida e em outros produtos. As reduções variam em função do relacionamento com os clientes.

Segundo o BB, em PF haverá redução de taxas em crédito consignado para o setor público e INSS, financiamento de veículos, automático, salário, benefício, renovação, 13º salário e cartão de crédito. “Vale destacar o crédito consignado para o setor público e o crédito estruturado (com garantias), que passam a contar com taxas de juros a partir de 1,19% ao mês e 1,21% ao mês, respectivamente.”

No consignado do INSS, a taxa cai do patamar atual de 1,75% ao mês para 1,71% ao mês, na mínima. Na ponta do teto, a nova taxa é 1,85%, ante 1,89% praticados até aqui.

Em PJ, o BB definiu taxas mais baixas para as linhas de desconto de títulos, capital de giro, conta garantida e em outros produtos. As reduções variam em função do relacionamento com os clientes.

Fonte: Valor Investe

Economista-chefe do BB estima melhor desempenho para os ativos brasileiros em 2024

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Projeções foram divulgadas durante primeiro dia do evento “Cenário Macroeconômico: Perspectivas para investimentos em 2024”

A conjuntura atual sugere que os ativos de risco domésticos tendem a performar melhor no próximo ano, comparativamente ao comportamento observado neste ano e também em relação ao desempenho de ativos nos mercados emergentes. A avaliação foi feita por Marcelo Rebelo Lopes, Gerente Executivo de Assessoramento Econômico do Banco do Brasil, durante o primeiro dia do evento “Cenário Macroeconômico: Perspectivas para investimentos em 2024”, promovido pela BB Previdência nesta terça-feira (19 de setembro), para discutir o futuro financeiro e as perspectivas para investimento em 2024.

Para Lopes, a redução na taxa básica de juros, a Selic, a inflação sob controle, desemprego em queda, e a aceleração da atividade econômica, entre outros indicadores, mostram um mercado doméstico saudável, favorecendo a expectativa de melhor performance dos ativos.

O economista do BB disse que o mercado deve ficar atento, entretanto, ao cenário internacional, com Estados Unidos e Europa ainda incertos em relação à estabilização das taxas de juros; e às questões fiscais brasileiras, acompanhando o desenrolar do arcabouço fiscal, que tem sido bem recebido pela maior parte dos investidores.

“As projeções para o Brasil são mais vantajosas, em 2024, com ambiente de maior crescimento, do que para o restante do mundo, que ainda enfrenta uma série de desafios, entre os quais, menor expansão econômica”, ressalta Lopes.

O Banco do Brasil projeta para o próximo ano crescimento de 1,5% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ante expectativa de alta de 3%, em 2023. A Selic cai de 11,75% ao final de dezembro de 2023 para 8,5% no mesmo mês do ano que vem, com o Banco Central mantendo o ritmo de corte de 50 pontos-base nos próximos trimestres. O dólar passa de R$ 4,90 Para R$ 5,10, em 2024.

O IPCA, estima Lopes, cai de 5% no final deste ano para 3,9% em dezembro de 2024, com índice de desemprego partindo de 8,2% para 8,9%. A oferta de crédito total crescerá de 7,7% para 9,8%, na mesma base comparativa, prevê o Banco do Brasil.

Mediado por Edson Martinho Chini, diretor Financeiro e de Investimentos da BB Previdência, o evento gratuito e on-line prossegue a próxima quinta-feira, 21, com a palestra de Daniel Popovich, Gestor de Carteira na Franklin Templeton Investment Solutions no Brasil, e na sexta, 22, com a participação de Mateus de Melo Hachul, Especialista de Portfólio no Itaú Asset Management.

Sobre a BB Previdência

A BB Previdência tem o propósito de realizar o sonho das pessoas com planejamento financeiro para um futuro mais tranquilo. Ao longo dos últimos anos, a Entidade tem investido em um contínuo processo de transformação digital, cujo objetivo é inovar e fornecer serviços com ainda mais excelência.

Com 28 anos no mercado, a BB Previdência segue como uma das principais Entidades de previdência complementar do país. Com a criação do Plano BBPrev Brasil, a solução para estados e municípios instituírem o Regime de Previdência Complementar (RPC), a BB Previdência vivência forte expansão com ingresso de mais de 230 entes federativos, acompanhada de profunda transformação digital em sua operação para sustentar o crescimento exponencial, mantendo o cuidado e excelência nos serviços – valores inegociáveis para a entidade.

Fonte: BB Previdência

Tarciana, do BB, está na lista dos 500 mais influentes da América Latina

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Acontecimentos marcantes deste ano, como o avanço da inteligência artificial generativa e a procura por conteúdos relacionados à saúde e bem-estar, ajudaram a definir as personalidades mais influentes da América Latina, de acordo com a lista da agência de notícias Bloomberg Línea. Em paralelo a isso, o cenário de juros altos no mundo foi propício para bancos e fintechs que estavam abertos à inovação.

A terceira edição do ranking destaca as 500 Pessoas Mais Influentes da América Latina, e visa reconhecer o trabalho de quem foi inspiração para os latino-americanos. Dentre os 500, 179 brasileiros e estrangeiros que atuam no Brasil integram a lista, o maior número entre todos os países da região.

Em relação às edições anteriores, destaca-se Alexandre Bettamio. O executivo foi nomeado em junho como co-head global de Investment Banking do Bank of America, e se tornou o primeiro brasileiro a atuar no cargo entre os maiores bancos do mundo.

Alexandre Saigh, CEO do Pátria Investimentos, e Tarciana Medeiros, CEO do Banco do Brasil, também são novas personalidades que entraram na listagem.

No setor do varejo, destaca-se Davide Marcovitch, da LVMH, holding que controla marcas como Givenchy, Dior e Louis Vuitton. Há ainda Felipe Feistler, o diretor-geral no Brasil da Shein.

Personalidades que atuam em empresas que visam promover igualdade entre as minorias como Adriana Barbosa, da plataforma PretaHub, aceleradora do empreendedorismo negro no país, Andrea Schwarz, fundadora da iigual, que atua para incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho, e Edu Lyra, da Gerando Falcões, também compõem a lista

Saúde e tecnologia

Na área de saúde, destaca-se Isabella Wanderley, vice-presidente corporativa e gerente geral da Novo Nordisk, a fabricante do medicamento Ozempic.

Já no setor da tecnologia, aparecem nomes como Márcio Aguiar, diretor da Nvidia para América Latina, e Lidiane Jones, que atua na liderança global do Slack, controlada pela Salesforce.

Esportes e entretenimento

A listagem traz personalidades do ramo da beleza, mídia e esportes, como é o caso da cantora Anitta, da empresária e blogueira Bruna Tavares e da tenista Bia Haddad, uma das atletas brasileiras de maior destaque no esporte individual e que chegou ao top 10 do ranking mundial do tênis neste ano. Também estão inclusos o youtuber Casimiro e os apresentadores do podcast PodPah, Igão e Mítico.

Fonte: Época Negócios

 

Negociação com o BB sobre remuneração e plano de carreira não avança

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Representantes dos funcionários e representantes do Banco do Brasil reuniram-se no dia 13 de setembro para mais uma rodada de negociação sobre Plano de Cargos e Salários (PCS), remuneração e programa Performa. Mas a reunião frustrou os trabalhadores, pois o banco não apresentou nenhuma proposta ou avaliação para o movimento sindical, e nem mesmo indicou avanços ou deu respostas para as reivindicações de mesas anteriores.

Os dirigentes sindicais cobraram do banco respostas para as seguintes reivindicações apresentadas em mesas anteriores: a implantação para todas as bases sindicais da jornada de 6 horas para os cargos de Supervisor de Atendimento e Assistentes, com a devida indenização via Comissão de Conciliação Voluntária (CCV); o fim da dita “cesta de pontuação” nas avaliações de desempenho (GDP); o fim da ferramenta “Conexão” individualizada, que expõe terrivelmente funcionários não comissionados e possibilita ranqueamento entre os colegas, ferindo a Convenção Coletiva de Trabalho; Sistema Automático de Concorrência a Remoção (SACR) de maneira permanente; mais contratações de funcionários.

Os representantes do BB afirmaram que essas reivindicações ainda estão sendo construídas e que, em breve, darão uma resposta ao funcionalismo sobre esses pedidos. E os dirigentes destacaram que é necessário construir novas rodadas e calendário de negociações para que haja avanços nessas questões.

“A busca por resultados e o crescimento das metas têm esmagado diuturnamente os funcionários do banco, à beira do adoecimento psíquico e emocional. É preciso mais seriedade e valorização do comprometimento das bancárias e dos bancários do BB”, avalia Getúlio Maciel, representante da Fetec-SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

Outras respostas que são aguardadas

  • revogação do Performa com aumento das comissões nos moldes como era anteriormente antes de 02/2020
  • volta do módulo Básico e Avançado para os Gerentes
  • aumento no valor das letras de mérito (M) e letras de Antiguidade (A)
  • aumento no valor do piso dos escriturários/agentes comerciais, com reflexo para todos os funcionários
  • incorporação de 10% do valor da comissão exercida pelo funcionário à cada ano

A empresa respondeu que essas questões ainda estão em estudo por parte de um grupo interno do banco, que trata de remuneração e encarreiramento. Diante disso, os representantes da CEBB solicitaram a participação de representantes dos sindicatos na construção desses estudos, com datas específicas e com prazos para as conclusões, com o compromisso de uma rápida implementação pelo banco.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Funcionários aguardam Banco do Brasil entregar a revisão da tabela PIP

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Já se passou um ano desde que o Banco do Brasil (BB) apresentou, em mesa de negociação, proposta de melhorias no critério da Pontuação Individual do Participante (PIP), sistema de cálculos usado na Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) que permite aos trabalhadores do BB, associados ao plano Previ Futuro, somarem mais recursos à aposentadoria. Entretanto, até o momento, o banco não tirou da gaveta a nova tabela, para que a medida seja implementada.

“A mudança de cálculo da PIP significa uma melhora substancial no benefício dos aposentados do plano Previ Futuro. Isso significa, portanto que, cada mês sem a entrega da revisão da PIP é um mês em que os associados estão sendo prejudicados”, pontuou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes. “O movimento sindical está cobrando uma mesa com o banco para debater o tema e uma data efetiva para a implementação do novo modelo de cálculo”, completou.

Entenda

• A revisão da tabela PIP é uma antiga reivindicação dos trabalhadores, que impacta na contribuição adicional, conhecida como 2B, que pode variar de 1% a 10% do salário de participação dos associados do Previ Futuro, com o BB contribuindo com o mesmo percentual que o participante.

• A 2B aumenta à medida que o funcionário evolui em sua carreira.

• Desde que o plano Previ Futuro foi criado, em 1998, não houve alteração da metodologia de cálculo da PIP, mesmo após várias alterações nos planos de cargos e salários.

• Isso explica por que, até o momento, apenas executivos com altos salários têm conseguido obter 10% na parte 2B.

• O que o movimento sindical bancário propõe com a proposta de revisão é mudar isso, para que mais associados da Previ tenham oportunidade de realizar contribuições adicionais superiores e, desta forma, aumentar suas chances de engordar a aposentadoria no futuro.

Fonte: Contraf-CUT

AGEBB e IBMEF fecham parceria: associado tem 15% de desconto em todos os cursos

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Associado da AGEBB que busca qualificação por meio de cursos e certificações agora tem uma boa notícia. A AGEBB fechou uma parceria com o Instituto Brasileiro de Estudos para o Mercado Financeiro (Ibemf), que oferecerá descontos de 15% de desconto.

Os associados da AGEBB ganham o desconto em qualquer curso, presencial ou online. Nos presenciais, basta consultar as próximas datas disponíveis. Os online são disponibilizados em plataforma própria e possuem vídeo-aulas gravadas de todos os módulos, apostila em PDF, simulado no final de cada módulo, lista de exercícios no material de apoio e o seguro de aprovação.

Com ele, o aluno terá o curso liberado novamente na plataforma, caso tenha sido reprovado, pelo prazo de 90 dias. Para isso, basta enviar o e-mail de reprovação expedido pela entidade certificadora. Em até 48 horas o acesso é liberado. Veja a lista de cursos disponíveis aqui.

O Ibemf atende bancos, corretoras de valores e câmbio, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, gestoras e administradoras de fundos, empresas de crédito, administração e consultoria. Entre os cursos oferecidos estão os de formação e de certificações, como o CPA-10 e CPA-20. Para ganhar o desconto como associado da AGEBB, acesse o site ibemf.org.br, escolha o curso e entre em contato pelo Whatsapp (21) 98024-1660. Daí, informe ao atendimento o código “AGEBB15”.

Fonte: AGEBB

BB vê crescimento do crédito no topo da faixa esperada, diz vice-presidente

Publicado em: 18/09/2023

O Banco do Brasil (BBAS3) prevê um crescimento robusto do crédito este ano, atingindo o limite superior da faixa esperada, impulsionado pela queda das taxas de juros e pelo programa de renegociação de dívidas do consumidor Desenrola, disse um executivo sênior do banco estatal nesta quinta-feira.

Após a revisão do banco de sua perspectiva de crescimento do crédito no mês passado de 8-12% para 9-13% em 2023, José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Corporativa, disse ser “muito provável que nós estaremos perto da ponta superior.”

Nas suas últimas projeções sobre o mercado de crédito, o Banco Central previu uma expansão de 7,7% nos empréstimos bancários este ano.

Em entrevista por telefone de Nova York, onde Sasseron promove a agenda de sustentabilidade do banco, ele disse que o BB deverá assinar na próxima semana convênios e parcerias com bancos de desenvolvimento para financiar no país ações que se inserem nessa pauta, incluindo empreendimentos comandados por mulheres, ações de sustentabilidade, reflorestamento, bioeconomia e energias renováveis.

Segundo Sasseron, pelo menos três negócios serão fechados, chegando “à casa de bilhão de dólares”.

Ele expressou otimismo em relação às perspectivas de crescimento do crédito no Brasil, em meio a melhoras consistentes das expectativas econômicas.

O conglomerado Banco do Brasil fechará esta semana com aproximadamente 10 bilhões de reais em dívidas renegociadas no programa Desenrola, com cerca de 1 milhão de clientes, disse Sasseron.

Lançado no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Desenrola incentiva negociações diretas com os bancos em troca de incentivos regulatórios para mais empréstimos.

“A questão do Desenrola com milhões de clientes voltando ao mercado de crédito, a economia reativando, as taxas de juros caindo ao longo do tempo, esse cenário vai ser muito positivo pra nós e o volume de operações de crédito com certeza vai aumentar”, disse o executivo.

Na segunda e ainda pendente fase do Desenrola, da qual o banco também participará, o Tesouro dará garantias para negociações de dívidas de pessoas físicas que ganham até dois salários mínimos, ou 2.640 reais.
BBAS3: Missão em NY

A missão do banco em Nova York, que inclui a participação em eventos do Pacto Global das Nações Unidas, coincide com o roadshow do Tesouro para a emissão dos primeiros títulos soberanos sustentáveis do país, conforme Lula procura fazer da agenda verde uma marca do seu terceiro mandato.

O Banco do Brasil, que já levantou 750 milhões de dólares em títulos privados sustentáveis no primeiro semestre do ano, continuará de olho em tais operações, disse Sasseron, sem fornecer detalhes sobre o timing de eventual captação.

O volume total de operações de crédito do banco é de 1,05 trilhão de reais, sendo 321,6 bilhões em crédito sustentável. A meta é atingir 500 bilhões de reais em crédito sustentável até 2030, acrescentou ele.

Fonte: Infomoney

Modelo de ‘corporation’ não funciona no Brasil, diz presidente da Previ

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No comando do maior fundo de pensão do Brasil, o presidente da Previ, João Fukunaga, é um crítico da conversão de empresas brasileiras em “corporations”, modelo em que nenhum acionista tem mais do que 50% das ações.

“Hoje a nossa avaliação é de que ‘corporation’ não funciona”, sentencia. Ele cita como exemplo a Vale, ainda hoje um dos principais ativos da fundação, que administra um patrimônio de R$ 254 bilhões.

A mineradora se tornou “corporation” em 2020. Sem “o olhar de dono”, avalia o executivo, a Vale perdeu valor e fez investimentos errados.

“A ideia de ‘corporation’ no Brasil não funcionou porque você pulveriza o capital e não tem o dono acompanhando. Quando a Previ entra numa empresa, seja Vale, seja Tupy, a NeoEnergia ou a BRF – que é o maior exemplo, teve aumento de capital recente -, nós entramos com olhar de dono”, destaca.

A Previ já chegou a ter quatro representantes no conselho de administração da Vale, recuou para um após a mudança na composição acionária e agora tem dois nomes no órgão. Fukunaga acredita que o alinhamento de seus representantes nos conselhos das empresas precisa seguir o mantra do “olhar de dono”. Sem isso, avalia, as empresas acabam perdendo o rumo.

Com formação em História, o bancário e sindicalista João Fukunaga chegou a ter sua indicação para a presidência da Previ questionada judicialmente no início do ano. Agora, ele minimiza as recentes críticas à indicação pela BNDESPar de dois ministros, Anielle Franco, da Igualdade Racial, e Carlos Lupi, da Previdência, para o conselho de administração da Tupy. A BNDESPar é a empresa de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“Não se pode desmerecer as pessoas. Todas têm um histórico, um currículo, uma formação. E muito do que foi dito é inverdade. Disseram que a Tupy sofreria ingerência do governo e teria problemas. A Previ e o BNDESPar estão lá [na Tupy] há anos, e a gente evoluiu a governança lá”, argumentou.

O executivo lembra que o mesmo mercado que penalizou os papéis da Tupy após a indicação dos ministros também permitiu casos como o das Americanas. “O mercado, que permitiu a fraude na Americanas, não tem parâmetros para julgar”, diz. A Previ é a segunda maior acionista da Tupy, com 24,8%.

CURTO PRAZO

Fukunaga lembra que a opção por tornar a Vale uma “corporation” teve como pano de fundo a ideia de criar liquidez para os controladores. Ao vender parte de seus blocos de ações para milhares de investidores, os controladores puderam converter um importante ativo em dinheiro, para investir em outras companhias, embolsar ou distribuir a seus acionistas.

Na época, a operação foi considerada um jogo de ganha-ganha, pois dois dos maiores acionistas, Previ e BNDESPar, buscavam diversificar os investimentos. Mas, agora, a Previ está revisando essa estratégia. “Era uma experiência inédita. Hoje a nossa avaliação é de que ‘corporation’ não funciona”, sentencia o executivo.

A principal crítica é o chamado “conflito de agência”. Como a companhia não tem um controlador acompanhando a gestão, os executivos tendem a buscar retornos de curto prazo, que se refletem em bônus para eles mesmos. Isso acontece em detrimento das estratégias de longo prazo e dos retornos aos acionistas.

“O conflito de agência, dentro das ‘corporations’, é muito evidente. Essa é a grande crítica. Talvez a gente precise aprimorar esse modelo no Brasil”, concorda Fernando Sabbi Melgarejo, diretor de Participações da Previ. Paula Regina Goto, diretora de Planejamento, completa: “Neste tipo de situação, os executivos se acham donos da companhia. É o que acontece nos EUA”.

“Olha a Vibra Energia, a BRF antes da chegada de sócios controladores como o [Fernando] Molina (controlador da Marfrig e presidente do Conselho de Administração da BRF, que é controlada pela Marfrig), a Vale sem estar a Previ presente nestes últimos quatro anos.”

Sobre a Vale, na qual a entidade é a principal acionista, com 8,72%, Fukunaga tem um olhar especialmente crítico: “Não deu certo [a experiência como ‘corporation’]. Perdeu valor. Fez investimento errado, equivocado.”

INVESTIMENTOS

Com quase um terço do patrimônio investido em renda variável e aproximadamente 60% em renda fixa, a Previ já conseguiu assegurar o pagamento dos benefícios até 2060 e tem conforto para avaliar com tranquilidade os futuros investimentos. A entidade faz análises setoriais e atualmente observa negócios relacionados com transição energética, agronegócio, infraestrutura e logística.

O lançamento do novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) abre um horizonte de investimentos interessante, avalia Fukunaga. O executivo enfatiza, porém, a relevância da estabilidade nas concessões públicas. Após investir na Invepar, a Previ viu a empresa envolvida numa disputa jurídica relativa à Linha Amarela, no Rio, quando a prefeitura decidiu eliminar os pedágios da via expressa.

“Consideramos a questão jurídica, principalmente em concessões. Elas têm de trazer segurança jurídica para o veículo investidor. A gente sofre com isso”, frisou Fukunaga. No caso da Invepar, “ninguém sabe como [a controvérsia] vai acabar”, diz.

Mais recentemente, a Previ sofreu perdas com o investimento na Americanas. A entidade tinha uma carteira de R$ 40 milhões e, imediatamente após as denúncias, vendeu as ações com prejuízo de R$ 35 milhões. A busca por ressarcimento ainda não está decidida, diz Fukunaga. “Se bancar um processo, vou pagar advogados para recuperar um valor que depois vou pagar aos advogados.”

Em outro caso de repercussão nacional, a entidade emergiu sem perda: a Previ foi o único fundo que conseguiu recuperar o investimento na Sete Brasil. “A gente não entrou como tudo, graças à nossa matriz de atratividade setorial, então a perda foi menor”, lembra Melgarejo, diretor de Participações da Previ. “Mesmo assim, recuperamos o que tínhamos lá. Sempre que a gente tem direito, entramos com arbitragem ou algum tipo de ação solicitando compensação de perda, se for viável.”

Fonte: Diário do Comércio

 

Banco do Brasil já desembolsou R$ 66,5 bilhões para MPE entre janeiro e agosto

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O Banco do Brasil já desembolsou mais de R$ 66,5 bilhões para micro e pequenas empresas de janeiro até agosto de 2023. Este volume representa um crescimento de 12% no volume de crédito para este público na comparação com mesmo período de 2022.

“Eu sempre digo que a definição de conceder crédito é acreditar nas pessoas. E o BB acredita nos brasileiros”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB. “Recentemente, mostramos que o BB bateu recorde em desembolso para o agronegócio e a agricultura familiar. E, agora, mais um novo recorde, desta vez com as micro e pequenas empresas. São números que demonstram que estamos ao lado de quem emprega, levando desenvolvimento social e sustentável, mas mantendo nosso foco em atuar com eficiência, inovação e integridade”, ressalta.

No período, o Banco do Brasil destinou recursos para mais de 223 mil micro e pequenos empresários. Cerca de R$ 23,3 bilhões foram liberados para mulheres empreendedoras, valor que também demonstra um crescimento. “Atuar com mulheres empreendedoras é uma forma de endossarmos nosso compromisso firmado com o Pacto Global ONU Brasil, no movimento Elas Lideram. Esse volume de crédito concedido a partir de boa prática bancária visa apoiar empreendimentos que movimentam a economia do país. Estamos falando de desembolsos com volume 12% maior do que o concedido no primeiro semestre de 2022”, destaca Tarciana, ressaltando um dos compromissos públicos e metas concretas para promoção da equidade de gênero dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pelo Banco do Brasil.

Fonte: Banco do Brasil