Banco do Brasil apoia agronegócio aplicando IA a imagens de satélite

Publicado em: 24/04/2022

O Banco do Brasil é um dos principais agentes financeiros que impulsionam o agronegócio do País. Na safra de 2020/2021, por exemplo, a instituição foi responsável por mais de 560 mil operações de crédito no setor, ou o equivalente a R$ 117,5 bilhões contratados. Diante desses números, o banco enfrenta um sério desafio de monitoramento dos contratos.

Em todas as operações de financiamento estão previstas, em contrato, visitas de técnicos agrícolas às lavouras para validação das informações de produção. A grande quantidade de lavouras financiadas pela instituição – além da limitação humana para realização da fiscalização –, no entanto, levava o banco a realizar visitas presenciais por amostragem. O resultado disso é que a média de operações de custeio fiscalizadas por safra era de apenas 17%.

Para enfrentar este desafio, surgiu o projeto ‘Mappiá’, aposta do Banco do Brasil no mapeamento de lavouras via satélite e no emprego de inteligência artificial para digitalizar seu processo de fiscalização. Liderado por Rodrigo Mulinari, CIO do banco, o projeto foi reconhecido no Prêmio Executivo de TI do Ano 2022, organizado pela IT Mídia, na categoria ‘Novos modelos de negócios – Faturamento acima de R$ 5 bilhões’.

“Com o projeto nós conseguimos pegar praticamente o Brasil inteiro. Consigo ter uma escala maior, com custo menor, mais acurácia e melhor eficiência”, contou o executivo em entrevista ao IT Forum. “A visita física é sempre uma fotografia, o técnico não pode ir muitas vezes durante o plantio. [Com o Mappiá] eu posso ver se hora em hora, saber exatamente como está agora. Se deu um temporal, aconteceu uma geada. Eu tenho um filme da plantação”.

O Mappiá foi concebido na segunda metade de 2020 e, desde seu início, aplicou metodologias ágeis e UX para a elaboração da solução. Seu objetivo é a utilização de visão computacional, georreferenciamento e sensoriamento remoto para buscar lavouras financiadas pelo Banco do Brasil em imagens de satélites. A partir das imagens, a instituição é capaz de verificar se a área total contratada foi plantada e se as plantações correspondem à cultura contratada.

Construção

Por conta da complexidade e escopo da iniciativa, o banco buscou referências no mundo acadêmico e construiu novas soluções internamente, evoluindo a arquitetura, infraestrutura, recursos de Big Data, e os processos de negócio para integração de ambiente legado e distribuído. Um dos seus maiores desafios, conta Mulinari, foi desenvolver as competências para processamento dessas imagens dentro das equipes do banco.

“O primeiro desafio é a coleta da informação em si. Nós tivemos que cruzar satélites. Temos informações de mais de um satélite, temos áreas escuras, regiões que pegam nuvens durante muito tempo. Temos que coletar mais de um satélite em tempos diferentes”, explicou. “O segundo são os próprios modelos que temos que criar. Saber qual lavoura o cliente plantou, qual estágio ela está. Para isso são vários modelos de inteligência artificial, usando machine learning visão computacional, e técnicas bem avançadas para conseguir chegar ao resultado”.

O esforço já traz resultados positivos. Com a solução, hoje já é possível emitir alertas, caso encontradas irregularidades, para 99,84% das lavouras de soja financiadas e 94% das lavouras de milho. Isso representa um aumento em 454% das operações de soja monitoradas e 515% das operações de milho monitoradas, considerando dados da safra anterior, diz o Banco do Brasil.

Também já é possível utilizar a solução para auxiliar o direcionamento dos fiscais a campo, com potencial de melhoria operacional, melhor alocação de recursos e além de redução dos riscos de crédito e imagem para a instituição. Além disso, o projeto Mappiá também se tornou um novo ponto de informações públicas para produtores, que pode ser acessado por qualquer um – até não clientes do banco – para a tomada de decisão no planejamento de sua produção.

“Do ponto de vista do usuário final, a gente conseguiu distribuir essa informação de maneira gratuita de maneira assertiva e confiável. A gente percebe uma grande quantidade de acessos cada vez maior, o cliente vê valor naquilo”, pontuou o CIO do Banco do Brasil. “Nosso objetivo de democratizar a informação, a gente atingiu.”

Fonte: IT Fórum

 

BB lança etapa 2022 de programa de agronegócio para pequenos produtores

Publicado em: 20/01/2022

O presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, anunciou nesta segunda-feira, 17, o lançamento da etapa de 2022 para o “Circuito de Negócios Agro” da instituição. O programa levará assessoria rural itinerante a 600 municípios em todas as regiões do País, com carretas adaptadas que funcionam como salas de aula para capacitação dos pequenos produtores. O objetivo é atender mais de 500 mil empresários do agronegócio, gerando R$ 1,5 bilhão em receitas de negócios.

Segundo Ribeiro, os grandes produtores já têm acesso a diversos recursos, como assistência técnica especializada e análise da qualidade da terra, possuem tecnologia para controlar pragas e decidir quando alternar culturas. Além disso, eles já utilizam técnicas de agricultura de baixo carbono e têm acesso a drones e imagens satélites para monitorar sua produção.

“O Circuito de Negócios vai elevar o nível de conhecimento técnico para que os pequenos possam produzir mais e se aperfeiçoarem”, afirmou, em cerimônia de lançamento do programa, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Ribeiro destacou que os desembolsos do crédito rural têm registrado recordes sucessivos, sendo que 60% do mercado está com o Banco do Brasil, que finalizou setembro do ano passado com uma carteira de R$ 226 bilhões.

Economistas ouvidos pelo Estadão afirmam que o agronegócio deve ser o único motor da economia brasileira em 2022. Entretanto, as regiões Sul e Centro-Oeste do País já enfrentam desafios neste começo de ano. Devido a ondas de calor e secas, as regiões já perderam R$ 45 bilhões no agronegócio.

Fonte: Estadão

Prefeitura de Inconfidentes e BB definem auxílios para lavouras atingidas pela geada

Publicado em: 19/08/2021

A prefeitura de Inconfidentes e o Banco do Brasil definiram uma série de ações com o objetivo de atender os agricultores com lavouras atingidas pelas geadas, nos últimas semanas.

Em reunião realizada no gabinete da prefeita, na tarde de terça-feira (17/08), Rosângela Dantas recebeu o gerente do Posto Avançado do Banco do Brasil de Inconfidentes, Lucas Rennó da Costa Chaves. “Precisamos definir ações para diminuir o impacto econômico sofrido pelos produtores rurais”, comentou a prefeita durante o encontro.

Para o enfrentamento das perdas nas lavouras, o Banco do Brasil anunciou o investimento de R$ 1 bilhão e meio para o orçamento do Funcafé, em todo o país. O Funcafé é um programa de crédito para investimentos nas lavouras com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira.

Durante a reunião, o gerente do Banco do Brasil, Lucas Rennó, apresentou os programas oferecidos pelo Posto Avançado de Inconfidentes aos agricultores. Dentre eles está a indenização de até 100% das perdas por meio do “Pronaf Custeio”. De acordo com o gerente, há ainda a possibilidade de prorrogação das parcelas de financiamentos depois da data final do contrato. “Quem financiou maquinários, casa ou lavouras, poderá pedir a cobrança das parcelas para o ano depois do final do financiamento contratado”, explicou Rennó. O Banco do Brasil oferece ainda financiamentos para gastos com a recuperação da lavoura. “Nesta modalidade, o agricultor terá 3 anos para pagamento com taxa de juros de 4% ao ano”, completou o gerente do Posto do BB de Inconfidentes.

Os interessados em se beneficiar com os programas do Banco do Brasil devem procurar o Posto Avançado, em Inconfidentes, de segunda a sexta-feira, das 12h às 15h.

O Departamento Municipal de Agricultura, por sua vez, dará assistência técnica para os agricultores atingidos. “Vamos dar a orientação correta para o manejo das lavouras atingidas pela geada”, comentou o chefe do Departamento, Everton Henrique Veronez.

Fonte: Prefeitura de Inconfidentes

 

BB desenvolve solução para monitorar plantio com uso de inteligência artificial

Publicado em: 01/07/2021

O Banco do Brasil lança iniciativa para iniciar monitoramento de áreas cultivadas a partir da análise de imagens de satélites públicos. A Mappiá foi desenvolvida em 2020 com o objetivo de oferecer novos serviços aos clientes e ampliar a utilização de soluções digitais nos processos por meio do uso de inteligência artificial. A primeira solução em avaliação contempla o monitoramento remoto das lavouras de soja financiadas pelo BB, atualmente nos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins, além do Distrito Federal.

Ela permite aos técnicos rurais acompanhar as informações geradas pelo sensoriamento remoto e o desenvolvimento da cultura financiada. A solução apresenta o percentual e informações relevantes da área plantada e auxilia na localização do empreendimento quando da visita a campo.

Para o diretor de Agronegócios do BB, Antonio Chiarello, o modelo de acompanhamento amplia a atuação do Banco do Brasil no agronegócio, ”com as soluções de sensoriamento remoto, fortalecemos a utilização da tecnologia no agro, promovendo eficiência operacional no monitoramento e nas visitas. Propicia, também, a geração de informações para auxiliar o produtor na gestão e acompanhamento das atividades agropecuárias.

A validação dos dados de sensoriamento utiliza informações por situação de alerta, ano safra, cliente, item financiado e localização. Para facilitar a visualização, são disponibilizadas imagens reais do mapa, com percentuais da qualidade de imagem, área plantada e área com outras situações.

Outros serviços estão no plano da Mappiá e, ao longo deste ano, serão divulgadas novidades, a exemplo da ampliação do monitoramento remoto das lavouras de soja nos demais Estados, a inclusão de lavouras de milho e soluções envolvendo clima, fitossanidade e fases da lavoura para fornecer visões diferenciadas ao produtor rural e auxiliá-lo na gestão das atividades.

Fonte: Banco do Brasil

CNA faz parceria com BB para impulsionar concessão de crédito no País

Publicado em: 11/03/2020

“O programa de crédito rural orientado que estamos assinando hoje com o Banco do Brasil impulsionará a concessão de crédito no País, sobretudo para os pequenos e médios produtores”, afirmou o presidente da Confederação da Agricultura de Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, na quarta (4), em Brasília, durante evento que formalizou uma parceria inédita entre as entidades.

Além de Martins, o diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, e o presidente do BB, Rubem Novaes, assinaram termo de cooperação que facilitará o acesso do produtor rural às linhas de financiamentos de custeio e investimento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

No discurso, o presidente da CNA trouxe dados do Censo Agropecuário 2017 que mostram a baixa procura dos produtores por crédito rural no Brasil, apenas 15,46% utilizaram como opção de investimento ou custeio. Isso acontece, disse João Martins, por desinformação e falta de assistência técnica confiável na hora de contratar o financiamento.

“O tripé do desenvolvimento econômico das pequenas e médias propriedades rurais passa por garantir uma assistência técnica de qualidade para o produtor, por simplificar o acesso ao crédito rural e por modernizar as relações de compra de insumos e venda da produção. Por sinal, esta será a próxima grande ação da CNA e Federações. Nos próximos meses, apresentaremos aos produtores rurais uma nova ferramenta para facilitar o acesso a canais de comercialização diferenciados.”

O presidente do BB, Rubem Novaes, ressaltou a importância da parceria com o Sistema CNA/Senar e afirmou que o banco responde por mais de 60% do crédito agrícola, principalmente o que é destinado ao pequeno produtor rural.

De acordo com os termos da parceria, os técnicos de campo que já atendem os produtores com a metodologia de Assistência Técnica e Gerencial do Senar nas mais diversas regiões do país também irão orientá-los na elaboração do projeto para acesso aos recursos do Pronaf.

“Nosso grupo de técnicos possui um conteúdo de gestão muito amplo para tomar essa decisão junto com o produtor rural. Ou seja, não se faz investimento em tecnologia se não tiver previsão de que essa tecnologia vai aumentar a renda do produtor”, afirmou Daniel Carrara, diretor-geral do Senar.

A parceria prevê ainda que técnicos das Federações de Agricultura Estaduais e Sindicatos Rurais façam uma análise prévia da documentação necessária para a contratação do crédito. “Caberá agora aos nossos técnicos aprender a usar o modelo do Banco do Brasil e dar entrada na documentação que será facilitada com o produtor já sendo assistido e tendo um diagnóstico prévio do seu negócio”, ressaltou Carrara.

O Banco do Brasil iniciará a capacitação desses profissionais na próxima semana, informou o vice-presidente de Agronegócios e Governo da instituição, João Rabelo.

“Nós vamos treinar primeiro os supervisores da assistência técnica do Senar sobre os documentos necessários, e como é o rito da tomada de crédito, e eles serão multiplicadores fazendo chegar até os técnicos de campo”, afirmou Rabelo. “Fiquei encantado com o esse modelo de assistência técnica, porque mapeia as características do produtor e vai nos permitir entregar o crédito na hora e no montante mais adequado para ele”, completou o vice-presidente.

O evento contou ainda com a presença de gerentes do Banco do Brasil, presidentes das Federações de Agricultura dos Estados e de Sindicatos Rurais.

Fonte: CNA

Crédito rural: parceria com BB pretende facilitar acesso de agricultor familiar

Publicado em: 06/03/2020

O Sistema CNA/Senar e o Banco do Brasil (BB) vão formar parceria inédita para facilitar o acesso de produtores rurais a linhas de crédito para desenvolvimento da atividade no campo.

Iniciativa nesse sentido vai ser formalizada na quarta-feira (4) na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília.Conforme a CNA, os técnicos que hoje já atendem aos produtores com a metodologia de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar, em todo o País, também vão orientá-los na elaboração dos projetos de custeio agropecuário e investimento, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

A parceria prevê também que uma análise prévia da documentação necessária para a contratação do crédito seja feita pelos técnicos das Federações de Agricultura Estaduais e Sindicatos Rurais. A expectativa é que, ao facilitar os procedimentos, o produtor possa reduzir o tempo para conseguir o financiamento da sua atividade rural. Posteriormente, a iniciativa poderá ser ampliada para outras linhas de crédito.

Fonte: Época Negócios

Justiça obriga BB a alongar dívida milionária de agricultores de MT

Publicado em: 12/12/2019


Um grupo de agricultores de Mato Grosso conseguiu que a Justiça obrigasse o Banco do Brasil a incluir suas dívidas em um programa de composição de débitos rurais. A ação, que corre na Segunda Vara de São José do Rio Claro (MT), foi movida pelo advogado Cleverson Campos Contó, que também conseguiu suspender cerca de 40 ações de cobrança e execução vinculadas à dívida.

A dívida dos produtores rurais com o banco se deu por meio de um empréstimo feito para financiar suas atividades agrícolas. No entanto, o grupo não conseguiu quitar o compromisso, deixando uma pequena parcela em aberto e ficando inadimplentes.

Nos cálculos do banco, essa dívida seria de R$ 40 milhões. Eles chegaram a ajuizar diversas ações contra os agricultores. No entanto, o advogado conseguiu provar na Justiça, com perícias e novos cálculos, que o débito girava em torno de R$ 8,5 milhões.

Para honrar o compromisso, o grupo pediu que o banco incluísse sua dívida em um programa de compensação de dívidas rurais do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O programa foi criado justamente para ajudar os produtores a liquidarem seus débitos por meio do alongamento do prazo para pagamento: três anos de carência e até 144 meses para liquidação.

Mesmo com os agricultores preenchendo os requisitos necessários para entrar no programa, o banco negou o pedido.

O advogado destacou que a negativa se deu porque a instituição financeira estaria priorizando seu interesse e ignorando sua função social. Isso porque haveria um interesse do Banco do Brasil em repassar o débito dos produtores para outros bancos, garantindo lucro financeiro para si.

Contó lembrou ainda que o alongamento da dívida é um direito do produtor rural, conforme súmula do Superior Tribunal de Justiça. Além disso, o advogado frisou que no banco há programas de renegociação de dívidas e que o princípio da isonomia determina que todos os clientes tenham o mesmo tratamento.

“Diante de tamanho descaso, tamanha usura e discrepância de valores, não restou outra opção senão a busca da intervenção do Poder Judiciário”, explicou.

O advogado ainda observou que a dívida tem como garantia diversos imóveis, que somam o valor de R$ 100 milhões – muito acima do valor devido ao banco. Para Contó, poderiam haver danos irreparáveis caso houvesse decisão por alienação judicial dos bens dos agricultores em alguma das ações movidas pelo banco.

Fonte: O Bom Notícia

BB disponibiliza R$ 11,9 bilhões a produtores rurais paranaenses

Publicado em: 03/07/2019


O Banco do Brasil (BB) irá disponibilizar um total de R$ 11,9 bilhões aos produtores rurais do Paraná na safra 2019/20. Os valores serão divididos em R$ 10 bilhões para custeio, comercialização e industrialização e R$ 1,9 bilhão para investimentos. Os números foram apresentados no lançamento do Plano Safra da instituição, no dia 27 de junho, em Curitiba. O evento contou com a presença de representantes do Sistema FAEP/SENAR-PR, autoridades do governo e integrantes de outras entidades representativas de produtores e empresas rurais.

Na temporada 2018/19, o Banco do Brasil fez contratos com produtores rurais dentro do Plano Safra que totalizaram R$ 10,6 bilhões, divididos em: R$ R$ 8,8 bilhões em custeio, comercialização e industrialização e R$ 1,8 bilhões em investimentos. Caso a estimativa de R$ 11,9 bilhões para o ciclo 2019/20 em crédito se confirme, haverá um aumento nominal de 17,8% no montante a ser negociado pela instituição financeira com pequenos, médios e grandes produtores, além de cooperativas agropecuárias.

“Para nós, essa é uma fase de esperança, de renovação de um ciclo da vida. A cada ano, reafirmamos nossos propósitos de sermos cada vez melhores. E isso num momento decisivo, do qual saímos de uma safra de verão com problemas, mas já refeitos com os bons resultados da safrinha de milho. Com toda a diversidade e força da produção do Estado, para nós, tudo é oportunidade”, lembrou o secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.

O vice-governador do Paraná, Darci Piana, reforçou a necessidade de valorizar todas as pessoas que trabalham no agro, formando uma corrente forte que faz a economia girar de forma mais robusta. “Fazemos alusão às vezes somente às cifras dos bilhões de recursos e deixamos de fazer uma avaliação da importância na distribuição desses recursos, em cada pessoa envolvida, em todo o Paraná e em todos os segmentos. O dinheiro que circula no agro passa para a indústria, para a transformação da matéria-prima, comércio e para salários. Quando o agro vai bem, toda a economia vai bem”, apontou.

O superintendente em varejo no Banco do Brasil, Fabrício Cazali Reis, comentou que a virada da safra representa um novo ciclo das parcerias e da esperança de um Brasil cada vez melhor. “Nós, ao longo da nossa história, dedicamos empenho intenso na busca de melhorar não só o processo, mas as linhas de crédito e a forma como nos relacionamos com o produtor rural. É um orgulho estar reunido com pessoas que têm feito o agronegócio desempenhar um papel tão significativo nos últimos anos. Estaremos cada vez mais próximos, nos mais diversos serviços, mitigadores de risco, crédito e todos os meios de pagamento que o BB vem oferecendo”, enfatizou.

R$ 11 bilhões para o Mato Grosso

Em lançamento do Plano Safra 2019/2020 realizado no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), nesta terça-feira (26), representantes do Banco do Brasil explicaram como a instituição irá distribuir os R$ 11 bilhões destinados a Mato Grosso para pequenos e médios produtores.

De acordo com o superintendente do Banco do Brasil no Estado, Pedro Marques Junior, o agronegócio será tratado como prioridade e o recurso será usado para atender a todos os seguimentos do setor.

“Com estes R$ 11 bilhões, serão separados R$ 600 milhões para o pequeno agricultor, R$ 500 mil para o médio produtor e R$ 9,9 bilhões serão destinados para os demais produtores para podermos trabalhar o agronegócio nesta nova safra”, esclareceu Marques, que também deixou claro que o recurso será dividido em comercialização e investimento.

“Deste valor, são R$ 8,5 bilhões em comercialização e industrialização, e R$ 2,5 bilhões para investimentos”, disse.

Fonte: Notícias Agrícolas (com Cenário MT)

Crédito Rural: BB vai ofertar volume 20% maior nesta safra

Publicado em: 27/06/2019


O Banco do Brasil anunciou nesta quarta-feira, dia 26, que vai destinar R$ 103 bilhões para a safra 2019/2020, valor 20% superior ao realizado na safra anterior 2018/2019. Conforme o banco, serão R$ 91,5 bilhões para o crédito rural e R$ 11,5 bilhões para o crédito agroindustrial.

Por segmento, o BB vai disponibilizar R$ 14,1 bilhões para a agricultura familiar e R$ 77,4 bilhões para os demais produtores.

O banco salientou ainda que vai apoiar o produtor rural com a emissão de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e o Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), para captar recursos com taxas atrativas e adequar o perfil de suas dívidas ao seu fluxo de caixa.

Fonte: Canal Rural

BB disponibilizará R$ 278 milhões para Plano Safra no Ceará

Publicado em:


O Banco do Brasil irá disponibilizar R$ 278 milhões para o financiamento da safra agrícola 2019/2020 no Ceará. O valor é 32% superior ao destinado à safra anterior (R$ 211 milhões). Do total dos recursos, R$ 101 milhões são para Agricultura Familiar, R$ 22 milhões para médios Produtores e R$ 155 milhões para demais produtores e cooperativas. De acordo com o banco do Brasil, desse montante, R$ 200 milhões são para custeio, comercialização e industrialização e R$ 78 milhões para investimentos.

Os dados foram apresentados na manhã desta quarta-feira (26) pelo superintendente regional do Banco do Brasil no Ceará, Pio Gomes. Segundo o superintendente, o objetivo é que o Estado consiga superar o valor colocado à disposição na última safra. “Nós estamos recebendo um aporte 32% superior ao do ano passado, enquanto no Brasil o crescimento foi de 20%. Estamos planejando para crescer mais em inovação, aquisições e financiamentos”, disse Gomes.

Safra 2018/2019

Os principais segmentos financiados pelo Banco do Brasil no Estado na última safra foram: bovino (leite), avicultura, bovino (misto), suinocultura, bovino (carne), carnaúba, carcinicultura, coco, caju, banana, ovinos, mandioca, maracujá, milho e psicultura. Dos R$ 211 milhões desembolsados pelo banco na última safra para a cadeia do agronegócio cearense, as operações de custeio, comercialização e industrializaçao somaram R$ 148 milhões e as operações de investimentos totalizaram R$ 63 milhões.

Brasil

Para todo o País, o Banco do Brasil vai destinar R$ 103 bilhões para o financiamento da safra agrícola 2019/2020. O valor é 20% maior do que o realizado na safra 2018/2019. Serão R$ 91,5 bilhões para o crédito rural e R$ 11,5 bilhões para o crédito agroindustrial. Deste total, R$ 14,1 bilhões são para agricultura familiar e R$ 77,4 bilhões para os demais produtores.

O Banco do Brasil é o principal agente de financiamento da agricultura brasileira: responde por 60% do crédito disponível para o setor.

Fonte: Diário do Nordeste

Banco do Brasil anuncia seguro agrícola faturamento para o arroz

Publicado em: 22/05/2019


O Banco do Brasil estenderá o seguro agrícola faturamento para a cultura do arroz já próximo ano-safra, que começa em junho. A medida visa a reforçar o apoio do governo federal aos produtores do setor para que consigam superar a crise provocada pelo endividamento, mais acentuado no Sul do país.

O anúncio sobre a nova modalidade do seguro agrícola faturamento – chamada por enquanto de seguro ampliado – foi feita pelo diretor de Agronegócios do BB, Marco Túlio Moraes da Costa, durante audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

“Esse é um seguro no qual não temos condições de fazer a garantia do preço final, porque ele é muito volátil”, disse Marco Túlio. “No entanto, estabelecido custo de produção, temos condição fixar um percentual em torno de 20% maior que o custo de produção para garantir não só o pagamento da dívida, mas também assegurar uma renda a mais para o produtor continuar na atividade.”

Segundo o diretor de Agronegócios do BB, o lançamento do seguro agrícola faturamento para o arroz foi acertado, nesta semana, em tratativas com a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e Federação das Associações dos Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz).

Anteriormente, o BB já havia estendido o seguro faturamento para pecuária, lembrou Marco Túlio. “O seguro faturamento é de extrema importância para a pecuária, tanto para garantia de produção quanto de preço.”

Fonte: Agromídia

BB inaugura agência Agro dentro do Parque Fernando Costa

Publicado em: 02/05/2019


Para ampliar as linhas de crédito para os produtores rurais, o Banco do Brasil inaugurou, neste sábado (27), uma agência especializada dentro do Parque Fernando Costa. É a primeira unidade do país voltada especificamente para o agronegócio e que vai funcionar como um projeto piloto. “A ABCZ é uma instituição com a qual temos uma parceria há mais de 20 anos. Ter uma unidade do banco aqui é um grande desafio, que nos fortalece para sermos cada vez mais o banco do produtor rural, o banco do agronegócio”, explica o superintendente do Banco do Brasil, Ronaldo Oliveira.

“Esse é um momento importante para a ABCZ e para a pecuária brasileira, já que o Banco do Brasil é um parceiro de vários projetos da entidade”, disse o presidente da ABCZ, Arnaldo Manuel Machado Borges.

O vice-presidente de varejo da instituição bancária, Carlos Mota, conta que o produtor terá um tratamento direcionado. “Temos quatro carteiras especializadas em agropecuária, que vai atender desde o pequeno até o grande produtor, que é a vocação da região do Triângulo Mineiro”.

Uma das novidades que a agência traz é o Seguro Pecuário Faturamento, que vai propiciar a continuidade do negócio em caso de queda de preço da produção ou morte dos animais, por exemplo. “Trata-se de um produto com características singulares, pois nosso papel é levar proteção para o produtor. E teremos linhas de crédito ainda mais especiais para quem nos procurar durante a ExpoZebu”, disse o diretor da área de seguros, Fernando Barbosa.

Rivaldo Machado Borges Júnior, diretor da ABCZ, foi o responsável pelas negociações com o Banco do Brasil, que começaram em 2017. Ele também assinou a primeira conta corrente da nova unidade. “Essa iniciativa veio da necessidade de ampliar projetos na ABCZ e para isso é necessário ter uma linha de crédito diferenciada. A inauguração deste banco hoje vai beneficiar toda uma cadeia produtiva”.

Fonte: Dinheiro Rural

Bolsonaro pede que Banco do Brasil reduza juros do crédito rural

Publicado em: 01/05/2019


O presidente Jair Bolsonaro pediu nesta segunda-feira (29) ao presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, para que a instituição financeira ofereça juros mais baixos aos produtores rurais. Ele fez o pedido ao anunciar R$ 1 bilhão para o seguro rural, durante evento do setor agrícola, em Ribeirão Preto (SP).

“Eu apenas apelo, Rubem (Novaes), me permite fazer uma brincadeira aqui. Eu apenas apelo para o seu coração, para o seu patriotismo, para que esses juros, tendo em vista você parecer ser um cristão de verdade, caiam um pouquinho mais. Tenho certeza de que as nossas orações tocarão seu coração”, disse Bolsonaro.

As ações do Banco do Brasil fecharam com leve alta de 0,04%. Os papéis da companhia chegaram a operar em queda após a fala do Bolsonaro.

Outras promessas a ruralistas

Jair Bolsonaro disse aos ruralistas que se reuniu com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e que o parlamentar prometeu colocar em votação um projeto que permitirá que produtores rurais tenham direito à posse de arma de fogo em “todo o perímetro” da propriedade.

O presidente também anunciou na Agrishow que vai enviar ao Congresso Nacional um projeto que prevê o “excludente de ilicitude” para dar “segurança jurídica” a proprietários rurais. De acordo com Bolsonaro, donos de terra que ferirem alguém em defesa própria ou da propriedade responderão pelo ato, mas não serão punidos.

Ele voltou a defender uma “segurança jurídica no campo”, ao declarar que “a propriedade privada é sagrada e ponto final”. Segundo Bolsonaro, a reforma agrária não terá “viés ideológico” no governo dele. “Nessa segurança jurídica, a questão da reforma agrária sem viés ideológico e que comece em cima de lotes ociosos e que haja acordo de conciliação em áreas judicializadas”, prometeu.

Meio ambiente

O presidente afirmou que negociou com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, “uma limpa” no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Os dois órgãos são vinculados ao Ministério do Meio Ambiente e dividem o trabalho de fiscalização e preservação ambiental.

Nos últimos meses, Ricardo Salles vem promovendo mudanças nos dois institutos e considera fundi-los. As mudanças levaram a quatro pedidos de demissão de gestores do ICMBio, entre os quais o então presidente do órgão, Adalberto Eberhard.

Crédito para máquinas agrícolas

No mesmo evento, a ministra da Agricultura anunciou nesta segunda-feira que o governo federal vai disponibilizar um adicional de R$ 500 milhões para a linha de financiamento de máquinas agrícolas Moderfrota. O montante vale ainda para o Plano Safra 2018/19, que termina em junho.

“Depois de muita conversa, cálculos, contas, conseguimos rapar o tacho do Plano Safra que termina em junho, mais R$ 500 milhões para o Moderforta. É pouco, mas já tínhamos realocado R$ 1 bilhão. Os produtores gastaram o dinheiro todo antes do tempo”, disse Tereza na abertura do evento.

Tereza Cristina afirmou ainda que os detalhes do próximo Plano Safra (2019/20), válido a partir de julho, serão divulgados em 12 de junho “com surpresas agradáveis”.

Fonte: G1

Mercado vê maior atuação de bancos comerciais no financiamento da safra

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O mercado acredita que os bancos comerciais podem ganhar participação no financiamento agrícola na próxima safra, preenchendo a possível lacuna deixada pelas instituições públicas. O movimento deve ocorrer em meio ao discurso de aperto dos subsídios do governo federal.“O Banco do Brasil vem reduzindo sua relevância no setor e as linhas do BNDES secaram. A mudança na taxa básica de juros torna o financiamento privado mais acessível”, declarou o diretor de agronegócios do Santander Brasil, Carlos Aguiar, nesta segunda-feira (29).

O executivo conta que a carteira de crédito rural do banco cresceu 30% ao ano, em média, nos últimos quatro anos, e a meta é atingir R$ 21 bilhões em 2019. “O crédito rural acabou em outubro do ano passado, por uma questão de falta de recursos. Abrimos uma carteira livre e nunca tivemos tanta procura. O setor segue pujante.”

Aguiar explicou que o Banco do Brasil reduziu sua participação de 65% para 61% no setor em 2018. “Com mais bancos privados, aumenta a competição e, consequentemente, se reduz o spread bancário”, avalia o executivo.

O Santander anunciou a criação de uma linha de crédito para compra de máquinas e equipamentos com prazo de pagamento de até sete anos. “Há dinheiro para o longo prazo no Brasil. Nunca tivemos taxas de juros em um nível tão baixo como 9% anuais para sete anos. É uma solução para um período sem a presença do BNDES”, disse o executivo.

A ideia é oferecer condições diferenciadas, como parcelamento semestral ou anual. “Dessa forma, as parcelas casam com a safra e com o fluxo de caixa do produtor, o que diminui o risco de inadimplência’, disse Aguiar.

No agronegócio brasileiro, o Santander estima 5,9% de market share e, entre os bancos privados que atuam no setor, cerca de 20%.O executivo da cooperativa Sicredi, Manfred Dasenbrock, avalia que as mudanças sinalizadas pela equipe de Jair Bolsonaro acerca de uma redução da participação do governo no financiamento rural deve atingir mais grandes produtores e a agroindústria. “Para o nosso público, que é o produtor familiar, as políticas tendem a se manter”, assinala.

A cooperativa irá ofertar cerca de R$ 550 milhões em financiamento na Agrishow, maior feira do setor na América Latina, que acontece nesta semana. Em 2018, foram R$ 100 milhões. Em relação aos recursos para a safra 2019/20, a Sicredi aguarda a definição do próximo Plano Safra, que será divulgado em 12 de junho.

Dasenbrock acredita que, em função da inflação sob controle e juros baixos, além da expectativa de reformas e maior estabilidade cambial, o ano será positivo. “Nossa perspectiva é que nosso patrimônio líquido cresça de 15% a 20% em 2019”, pontua.Na safra 2018/19, o sistema Sicredi registrou avanço de 42% nos limites operacionais em relação a igual período anterior, junto ao BNDES, totalizando R$ 4,3 bilhões.

Recursos extras

Durante a cerimônia de abertura da Agrishow, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, anunciou que R$ 500 milhões extras serão liberados para o programa de modernização da frota, o Moderfrota. Desta forma, o programa irá totalizar mais de R$ 8 bilhões.A ministra admitiu que o valor, válido até junho, é pouco. Aguiar vê da mesma forma. “Em minha opinião, essa quantia não dura até o fim da tarde de hoje”, diz o executivo.

Ainda durante o evento, Bolsonaro pediu, em tom de brincadeira, para que o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, reduzisse os juros para o fomento ao crédito rural. “Apelo, Rubem [Novaes], para seu coração e patriotismo, que esses juros caiam um pouco mais”, afirmou.

A “brincadeira” impactou as ações do banco, que chegaram a recuar 1,8% nesta segunda-feira, mas se recuperaram ao longo do dia.Atualmente, o Banco do Brasil encontra-se em período de silêncio, em função da proximidade da divulgação do próximo balanço financeiro. Bolsonaro ainda declarou que a instituição terá R$ 1 bilhão em recursos para financiamento durante a feira, que termina na próxima sexta-feira.

Fonte: Jornal DCI

Banco do Brasil vai reduzir crédito a juro subsidiado para o agronegócio

Publicado em: 31/01/2019


Mesmo sob pressão do agronegócio, o novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, mantém a posição de que o “grosso da atividade rural” pode se financiar a taxas de mercado. Da carteira de R$ 188 bilhões de crédito rural do BB, 46% foram desembolsados com subsídios do Tesouro Nacional. Em 2018, a União bancou R$ 5 bilhões de diferença entre o juro cobrado pelo BB e o custo da captação.

Novaes disse que a estratégia do banco é reduzir as operações de financiamento a grandes empresas e focar pessoas físicas e pequenas empresas. “Temos vantagens comparativas e encontramos um maior retorno”, afirma.

O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, durante cerimônia de transmissão do cargo na sede do Banco do BrasilO novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, durante cerimônia de transmissão do cargo na sede do Banco do Brasil

A seguir, os principais trechos da entrevista:

Como se dará a redução dos subsídios do BB à agricultura?
A questão depende de orientação do Ministério da Economia. Percebemos a intenção de reduzir os subsídios no crédito agrícola e estimular o uso de seguros. Com a redução da taxa básica de juros, o panorama mudou. O grosso da atividade rural pode se financiar em condições próximas às de mercado.

Apesar da queda da taxa básica, os juros de mercado ainda não estão muito altos?
Em relação ao crédito rural, não. De uma maneira geral, para o tomador final, é alta. Mas no crédito rural, não é o caso.

Como reduzir os juros para a população?
A taxa de juros depende basicamente de duas coisas: da pressão do governo sobre o mercado de crédito e da concorrência bancária. O caminho para baixar juros de uma maneira geral é ter menos dívida pública e mais competição entre as instituições financeiras. Nesse sentido, o Ministério da Economia está trabalhando na direção de menor endividamento público e o Banco Central está trabalhando na direção do estímulo à concorrência bancária.
Nos últimos governos houve uma pressão dos presidentes para reduzir os juros na marra…

Nenhuma autoridade consegue derrubar as leis da oferta e da procura sem sofrer consequências. O governo pode fazer algumas coisas na microeconomia, como o cadastro positivo e redução de compulsórios e impostos.

Há ingerência do governo sobre o banco?
Acabou esta prática. Tive liberdade total para montar equipe. A correta arrumação do tabuleiro é tarefa fundamental na organização de uma empresa do tamanho do Banco do Brasil. Todas as pessoas foram convidadas para a equipe unicamente em função de suas competências. Em alguns poucos setores, achei que era necessário trazer gente de fora. Mas percebi que, para o benefício do banco, o melhor caminho era manter a maior parte do Conselho Diretor no posto, mudando apenas alguns vice-presidentes de área.

Fonte: Notícias Agrícolas com Estadão Conteúdo

Governo maranhense e BB discutem ampliação de investimento na agricultura familiar

Publicado em: 23/01/2019


O governador Flávio Dino recebeu, no Palácio dos Leões, na manhã desta segunda-feira (21), o superintendente do Banco do Brasil no Maranhão, Alison Aguiar. Durante a visita, foi discutida a ampliação dos investimentos em agricultura no estado, como linhas de crédito que atendam, principalmente, os pequenos produtores.

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“O Governo do Maranhão tem um programa de apoio aos pequenos produtores que está totalmente alinhado com o programa do Banco do Brasil. O objetivo é que a gente possa subsidiar e apoiar os agricultores familiares do estado, para que possam desenvolver suas propriedades, fortalecer a economia local e gerar emprego”, disse Alison Aguiar.

Em parceria com o Governo do Maranhão, o Banco do Brasil, também, pretende ampliar o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf ), que fornece crédito aos agricultores familiares. Segundo Aguiar, o banco está trabalhando para identificar novas cadeias produtivas que podem receber fomento, principalmente, em regiões mais carentes, como a Baixada Maranhense e o Baixo Parnaíba.

“Queremos estar mais próximos de cadeias produtivas de pesca, mandioca e frutas. O projeto que temos pretende identificar em cada região qual a produção essencial para fomentar justamente a cultura local”, garantiu Alison Aguiar.

Atualmente, o Pronaf possui operações no Maranhão na ordem de R$ 674 milhões, beneficiando mais de 15 mil famílias e atendendo projetos nas cadeias produtivas de carne, couro, leite, arroz e aquicultura.

Participaram da reunião o senador diplomado Weverton Rocha; o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares; o subsecretário de Planejamento, Marcelo Duailibi; o superintendente regional de Varejo do Banco do Brasil, Carlos Mohabe Guedes; e os gerentes Daniel Montelo e Helton Paz.

Fonte: Governo do Maranhão

Desembolso do BB para safra 2018/19 cresce 20% entre julho e outubro, diz VP

Publicado em: 22/11/2018


Os desembolsos do Banco do Brasil em crédito para a safra 2018/19 cresceram 20 por centro entre julho e outubro deste ano na comparação com igual período de 2017, em meio a um “cenário positivo de produção e preço”, disse nesta terça-feira o vice-presidente de Agronegócios da instituição, Tarcísio Hübner.

“A demanda por recursos está forte. Temos visto um desembolso significativo”, afirmou ele no intervalo de evento do setor em São Paulo, destacando que mesmo adversidades como tabelamento de fretes e tensões comerciais no exterior não têm reduzido o ânimo dos agricultores.

Líder em crédito rural no país, o Banco do Brasil está oferecendo neste ano cerca de 103 bilhões de reais em linhas de custeio e investimento de safra, disse o executivo.

Segundo Hübner, o apetite dos produtores está forte por recursos voltados à tecnologia e ampliação de áreas, principalmente de soja.

Maior exportador global da oleaginosa, o Brasil está plantando um recorde de mais de 36 milhões de hectares com a commodity neste ano, conforme dados do governo.

A semeadura avançada, já praticamente encerrada em Mato Grosso, o maior produtor nacional, melhora o cenário para a segunda safra, a safrinha, colhida em meados do próximo ano e composta principalmente por milho, avaliou Hübner.

O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil comentou ainda que a demanda também está aquecida pelo Moderfrota, financiamento para aquisição de tratores, colheitadeiras, plantadeiras, dentre outros equipamentos. Ele não descartou uma eventual falta de recursos dessa linha até o fim do Plano Safra 2018/19, em 30 de junho de 2019.

Fonte: Terra

BB desenvolve Agrobot, aplicativo exclusivo destinado ao setor agrícola

Publicado em: 04/10/2018


Detentor de um DNA empreendedor, o Banco do Brasil inova mais uma vez. O BB criou o Agrobot, um aplicativo exclusivo destinado ao setor agrícola que disponibiliza aos produtores rurais um consultor virtual inteligente para ajudá-los na gestão dos negócios. Pelo aplicativo, é possível, de forma rápida, segura e a qualquer hora, ter acesso a diversas informações, como plano financeiro, cotação do produto, tendências de mercado, produtividade por região, condições climáticas, notificações sobre a safra, linhas de custeio e até opções de culturas alternativas. Assim, os agricultores contam, sem custos, com um aliado para obter orientações sobre a melhor forma de administrar a sua produção.

Com o Agrobot, apresentado na 41ª Expointer, em Esteio (RS), em agosto, o Banco do Brasil estreita mais a sua relação com o agronegócio do país – segmento responsável por índices positivos da economia nacional, em meio à crise dos últimos anos –, fornecendo dados fundamentais para que os agricultores tomem decisões assertivas e obtenham, consequentemente, maior rentabilidade.

Tudo pensado pelo banco, que completa 210 anos em 2018, para oferecer conhecimentos mercadológicos que possam impactar positivamente no planejamento dos produtores.

O agronegócio representa cerca de 20% da atividade econômica brasileira. De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, divulgados em julho último, o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio deverá crescer 3,4% este ano. Índice menor se comparado ao de 2017 (7,6% graças, principalmente, à safra recorde de soja e milho), mas ainda assim acima da alta prevista para o PIB geral em 2018, de 1,5%, segundo a última pesquisa Focus, do Banco Central. Desta forma, com o Agrobot, o Banco do Brasil inova para ajudar a incrementar os resultados não só do setor, mas da economia como um todo.

Fonte: Agronovas

BB Seguros foca norte e sul para divulgar soluções de apoio ao agronegócio

Publicado em: 27/09/2018


Para estreitar o relacionamento com produtores rurais em regiões com agropecuária pujante, a BB Seguros, do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, participa do ‘Circuito Agro BB 2018. O evento acontece nos dias 25/09 e 27/09 nas cidades de Castro e Cascavel, no Paraná (PR), e Vilhena e Ji-Paraná, em Rondônia (RO).

Dirigido a produtores rurais, gerentes de relacionamento, associações e demais parceiros relacionados ao agronegócio, os encontros têm por objetivo apresentar os produtos de seguros rurais da companhia, assim como as soluções voltadas para os programas governamentais dos quais o Banco do Brasil é o maior executor.

Hoje, o GRUPO oferece um leque diversificado de produtos, com seguro das modalidades Agrícola, Faturamento, Benfeitorias e Produtos Agropecuários, Penhor Rural, Florestas e Vida do Produtor Rural.

O avanço do segmento de seguros rurais, demanda envolvimento de todo o mercado e consiste na oferta cada vez mais simplificada aos produtores e na criação de ambientes favoráveis à aquisição”, explica Paulo Hora, diretor técnico de seguros rurais do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE.

“O cenário atual demonstra amadurecimento do setor e o aumento da consciência dos produtores sobre a importância da proteção”, opina Hora.

Um dos produtos mais sofisticados do portfólio da companhia é o seguro BB Seguro Agrícola Faturamento, que oferece proteção contra perdas causadas por intempéries climáticas e os riscos de preços e de câmbio.

“Essa modalidade de seguro tem uma proposta de indenização mais abrangente, justamente por incluir a variação do preço da commodity na época da colheita. É uma demanda do mercado hoje, que está carente de produtos com cobertura mais ampla. Esse protege a receita que o produtor pretende ter”, explica.

O Circuito Agro BB 2018 já passou por 32 cidades do país desde o seu lançamento, em maio deste ano, em Brasília, e serão visitadas outras 24 cidades até o final de novembro, quando o evento termina.

Circuito Agro BB 2018
Próximos eventos (Outubro)

2/10 e 4/10 – Nova Mutum e Rondonópolis (MT) e São Gotardo e Uberlândia (MG)
09 e 11/10 – Primavera do Leste e Sinop (MT)
16 e 18/10 – Chapadão do Céu e Mineiros (GO)
23 e 25/10 – Posse (DF) e Luiz Eduardo Magalhães (BA)
30/10 e 01/11 – Silvânia e Morrinhos (GO)

Fonte: Revista Cafeicultura

BB divulga normas para financiamentos e crédito rural no Rio de Janeiro

Publicado em: 18/07/2018


A Gerência de Assessoramento Técnico ao Agronegócio – Regional Sul Fluminense – do Banco do Brasil reuniu, na quinta-feira (12), representantes de diversos setores para o lançamento da Safra 2018/2019. O objetivo do evento, que aconteceu na UFF (Universidade Federal Fluminense), na Vila Santa Cecília, foi divulgar normas e ações a serem implementadas para a concessão de financiamentos e crédito rural. O evento teve diversas palestras durante todo o dia e reuniu autoridades de toda a região.

Para o estado do Rio de Janeiro, o Banco do Brasil anunciou que vai destinar R$ 340 milhões de recursos para a safra 2018/19, podendo chegar a R$ 600 milhões, beneficiando pequenos, médios e grandes produtores. A expectativa, de acordo com técnicos do BB, é atingir pelo menos 20 mil agricultores da Região Sul Fluminense, que poderão ter acesso à linha de crédito com juros oscilando entre 4,6% a 7% ao ano, percentuais bem abaixo das transações comuns, cujas taxas de juros giram em torno de 18,64% podendo chegar a 21,24% ao ano.

Outra boa notícia para o setor é a redução dessa taxa em até 1,5 ponto percentual para as operações de crédito rural, linhas de custeio, investimento e comercialização da agricultura empresarial. Os pequenos agricultores poderão captar recursos para custeio de até R$ 250 mil. Já os médios agricultores podem lançar mão de financiamentos para custeio de até R$ 430 mil e os grandes produtores podem ter acesso à linha de crédito para custeio com valores que chegam a R$ 3 milhões.

Os juros para os pequenos produtores oscilam em até 4,6% ao ano. O valor taxado para os médios e grandes produtores é um pouco maior oscilando entre 6% a 7% ao ano. O programa ofertado pelo BB tem outros atrativos como, por exemplo, atendimento diferenciado, exclusivo para produtores rurais, com gerente e equipe capacitada e apoio de mais de 240 agrônomos e demais técnicos que já contam com 652 carteiras especializadas, distribuídas por todo o país, com clientes de diversos portes.

Para dinamizar o programa o BB está promovendo encontros com produtores rurais, assistências técnicas e gerentes de relacionamento, revendas e associações em 60 municípios no País. Dessa forma técnicos fornecem consultoria e divulgam conhecimentos específicos para o setor como armazenagem, irrigação, produtos e serviços bancários, entre outros.

Outro facilitar ofertado é a Esteira Agro, cujo modelo de negócio, simplifica e agiliza o processo de contratação de crédito rural, reduzindo o período de contratação para até 2 dias. A solução já conta com mais de R$ 1 bilhão em operações liberadas para o financiamento de máquinas isoladas, na Safra 2017/2018 (134% a mais que a anterior) e tem sido o fator determinante para impulsionar a liberação de recursos, com alguns recordes no calendário de feiras agropecuárias do ano.

País

O BB vai destinar R$103 bilhões de recursos para a safra 2018/19 em todo o país. Desse total, R$ 11,5 bilhões serão destinados para as empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões em crédito rural aos produtores e cooperativas, dos quais R$ 72,8 bilhões são para operações de custeio e comercialização e R$ 18,7 bilhões para créditos de investimento agropecuário.

Para programas como o PRONAMP (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural), em continuidade à política de apoio ao Médio Produtor Rural, são destinados R$ 14,3 bi nesta safra. Para o PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) o BB estima aplicar R$ 13,1 bi e redução das taxas para financiamento através do Pronaf que será entre 2,5% a.a. e 4,6% a.a. Para a ABC (Programa Agricultura de Baixo Carbono), o Banco do Brasil projeta conceder mais de R$ 1,5 bi em financiamentos com esta finalidade.

Para o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) na safra 2018/19, o BB estima aplicar R$ 650 milhões. Já no INOVAGRO (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária), que incentiva a incorporação de inovação tecnológica no campo, a adição de boas práticas agropecuárias e a agregação de valor no campo, o financiamento deve chegar a R$ 650 milhões bilhão.

Em continuidade ao apoio à modernização no agronegócio, o Banco do Brasil estima aplicar ainda mais R$ 1,1 bi para operações de investimento por meio do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota).

Fonte: Diário do Vale

BB: Ceará receberá três vezes mais recursos para o agronegócio

Publicado em: 12/07/2018


O Banco do Brasil vai disponibilizar esse ano R$ 463 milhões para o Plano Safra no Ceará. O Estado vai receber três vezes mais recursos do que em 2017.

Em todo o País serão destinados R$ 194 bilhões para a safra 2018-2019. Desse total, R$ 103 bilhões vêm através do Banco do Brasil. Os valores para este ano sinalizam as estimativas otimistas para o agronegócio nacional.

O gerente de Mercado, Negócios e Agronegócios do BB, Antonione Cruz, explica que as perspectivas são boas para o Estado. Nos anos anteriores, a severidade da seca comprometeu a carteira de crédito, gerando um índice de inadimplência acima da média do País. Enquanto as taxas nacionais ficaram em conformidade com o Banco Central, girando em torno de 2%, no caso do Ceará a média superou os 9%.

Para garantir a aplicação do crédito disponível e reduzir a inadimplência, o Banco do Brasil lançou mecanismos de negociação com parcelamentos de longo prazo.

Fonte: O Povo

BB e Emater fomentam o crédito da agricultura familiar no Estado do RJ

Publicado em:


Os escritórios da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater-RJ), vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura, passarão a atuar como correspondente bancário (Coban) do Banco do Brasil para as operações de crédito rural com linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Nesta terça-feira, dia 10, a direção da Emater-Rio firmou contrato com a Superintendência Estadual do Banco do Brasil, em solenidade com as presenças do secretário estadual de Agricultura, Alex Grillo, do presidente da Federação de Agricultura do Estado (Faerj), Rodolfo Tavares, e técnicos da empresa e do banco. Em junho, as entidades já haviam renovado o convênio para a concessão de financiamento rural e assistência técnica a produtores, habilitando a Emater-Rio a elaborar projetos para financiamento junto à instituição financeira. Com o Coban, a proposta é agilizar a concessão de crédito rural para agricultores familiares fluminenses.

Através do crédito rural o agricultor familiar pode investir e ampliar a sua atividade. O Pronaf financia projetos individuais ou coletivos, que gerem renda aos agricultores familiares, com taxas e juros que variam entre 2,5% e 4,6% ao ano para o segmento. Os recursos são para o financiamento de custeio e investimento.

A novidade permitirá ao produtor realizar quase todo o processo de contratação de crédito do Pronaf, através do escritório da Emater-Rio, cabendo ao Banco do Brasil apenas a análise e aprovação. Para que os serviços sejam realizados os técnicos da Emater serão submetidos a um processo de certificação como correspondente bancário agropecuário, com instrução por certificadora credenciada junto ao Banco Central. Além disso, os extensionistas também serão capacitados para operarem o sistema do Banco do Brasil.

AGILIDADE

Na avaliação do secretário estadual de Agricultura, Alex Grillo, com a parceria espera-se incrementar as operações de crédito rural no Rio de Janeiro em pelo menos 60%. Através do Coban os produtores rurais terão seus créditos liberados em tempo recorde. O módulo é um sistema criado pelo Banco do Brasil para que outras instituições que atuam com crédito rural possam colaborar na agilização do cadastro dos produtores que buscam financiamento através das linhas de crédito oferecidas pelo banco. Com a parceria, quando o extensionista elaborar o projeto para o produtor rural ele poderá, simultaneamente, cadastrá-lo no módulo e ir antecipando a consulta de sua viabilidade econômica. “É o resultado de uma luta de todos nós e uma vitória dos produtores rurais”, frisa a presidente da Emater-Rio, Stella Romanos, ressaltando que serão várias as vantagens para os agricultores: desde a ampliação do horário de atendimento em relação ao do expediente bancário, até os ajustes diretamente com os técnicos da Emater-Rio, profundos conhecedores das atividades rurais e das linhas de crédito.

Fonte: A Voz da Cidade

Plano safra do Banco do Brasil reserva R$ 12,6 bilhões a produtores gaúchos

Publicado em:


O Banco do Brasil detalhou na manhã da última terça-feira as principais diretrizes do seu Plano Safra 2018/19, em reunião na sede da AABB Santa Cruz do Sul. Para o período, a entidade bancária vai destinar R$ 103 bilhões em recursos. Segundo a assessora de agronegócio Thatiana Castro Tondo, que apresentou os dados fornecidos pela instituição, são R$ 11,5 bilhões destinados para as empresas do agronegócio e R$ 91,5 bilhões em crédito rural aos produtores e cooperativas – dos quais R$ 72,8 bilhões são para operações de custeio e comercialização e R$ 18,7 bilhões para créditos de investimento agropecuário.

Ao Rio Grande do Sul, o Banco do Brasil vai destinar R$ 12,6 bilhões em recursos para a safra 2018/19. Desse total, R$ 7,7 bilhões serão destinados à agricultura empresarial, R$ 2,1 bilhões aos médios produtores e R$ 2,8 bilhões ao crédito rural à agricultura familiar. Desse montante, conforme apresentou a engenheira agrônoma, R$ 10,8 bilhões serão direcionados para operações de custeio e comercialização e R$ 1,8 bilhão para créditos de investimento agropecuário. As principais novidades este ano são em relação às taxas de juros.

Para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), por exemplo, a taxa para custeio e investimento na safra 2018/19 será de 2,5% a 4,6%. Na etapa 2017/18, essa variação era de 2,5% a 5,5%. Nessa linha de financiamento, o BB estima aplicar R$ 13,1 bilhões. Entre outros destaques, está a redução de até 1,5 ponto percentual nas taxas de juros do crédito rural para as linhas de custeio, investimento e comercialização da agricultura empresarial. No Programa Nacional de Apoio do Médio Produtor (Pronamp), serão destinados R$ 14,3 bilhões nesta safra.

Segundo Thatiana, os agricultores também encontram novidades no Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), no Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), no Programa de Construção e Aplicação de Armazéns (PCA) e no Moderfrota, dentre outros. Para estreitar a relação com os clientes desses produtos, a assessora ressalta que o banco aposta na extensão das plataformas digitais e em facilitadores, como o atendimento especializado para produtores rurais, o Circuito Agro e a Esteira Agro.

Sicredi

Para o plano safra 2018/19, o Banco Cooperativo Sicredi disponibilizará mais de R$ 16,1 bilhões em crédito rural. O recurso contempla mais de 213 mil operações, entre custeio, comercialização e investimento. No atual ano-safra de 2017/2018 (dados apurados até maio), a cooperativa foi responsável pela liberação de R$ 12,9 bilhões, em 169 mil operações.

A expectativa para o fechamento deste ano-safra é liberar R$ 12,1 bilhões em operações de custeio, comercialização e investimento, e R$ 2,2 bilhões com recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), totalizando R$ 14,3 bilhões.

O presidente do Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Petry, destaca que a região também teve volumes consideráveis em crédito rural no último período. O dirigente destaca que os valores disponibilizados aos clientes serão ampliados para o novo plano safra, para custeio, investimento e comercialização.

Fonte: Portal GAZ

ABPA reúne-se com BB e banco renegocia dívidas de avicultores e suinocultores

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Em resposta a um pedido feito pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Banco do Brasil renegociará dívidas de custeio e investimentos de avicultores e suinocultores de todo o País. A proposta da instituição financeira foi apresentada ontem (05) em reunião entre o diretor-executivo da ABPA, Ricardo Santin, o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Tarcísio Hübner, o Diretor de Agronegócios do Banco, Marco Túlio Moraes da Costa, além de equipe técnica, em Brasília (DF).

O Banco do Brasil disponibilizará “medidas simplificadas de prorrogação de dívidas rurais” com parcelas vencidas em 2017, ou com prazo de vencimento em 2018. A proposta se refere à investimentos e custeios prorrogados em anos anteriores, com a reprogramação das parcelas para 01 ano após o final do contrato. No caso específico de custeio, as condições incluem pagamento de 30% da dívida no ato e a quitação do saldo restante será em 2 parcelas, sendo a primeira delas em 2019.

A instituição financeira também apresentou proposta para a retenção de matrizes suínas, com linhas de crédito com prazo de até 2 anos para pagamento, com taxa de juros de 6% ao ano para produtores enquadrados no Pronamp, e 7% ao ano para os demais suinocultores.

“A total compreensão da diretoria do Banco do Brasil à situação do setor vem em um momento fundamental, em que a cadeia produtiva busca se reestruturar após os vários impactos sofridos, desde embargos de exportação até os fortes prejuízos causados aos avicultores e suinocultores pelos bloqueios nas estradas”, destaca Francisco Turra, presidente da ABPA.

A avicultura e a suinocultura englobam mais de 100 mil famílias de produtores de aves e de suínos integrados. Ao todo, o setor gera 4,1 milhões de empregos diretos e indiretos, em especial, nos pequenos municípios do Brasil.

Fonte: Notícias Agrícolas

Banco do Brasil destina R$ 103 bilhões para crédito agrícola

Publicado em: 05/07/2018


O Banco do Brasil vai destinar R$ 103 bilhões para o financiamento da safra agrícola 2018/2019. O valor é 21% maior do que o total desembolsado na safra 2017/2018, cerca de R$ 85 bilhões. Para a safra que se inicia neste mês, os juros também serão menores do que os praticados até este momento. Em entrevista à NBr, o presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, disse que, para a agricultura familiar, a taxa vai variar de 2,5% a 4,6% ao ano e, para os empréstimos do agronegócio, será de 6% a 7,5%. O anúncio do Plano Safra do Banco do Brasil foi feito hoje (4) em cerimônia na sede da instituição, com a participação do presidente Michel Temer.

O Banco do Brasil é o principal agente de financiamento da agricultura brasileira: responde por 60% do crédito disponível para o setor. Neste ano, o governo federal anunciou um total de R$ 194,3 bilhões para o financiamento da safra agrícola 2018/2019. “Eu considero o Banco do Brasil, que é responsável por 60% dos créditos do agronegócio, o grande parceiro da agricultura brasileira. É importante destacar, acima de tudo, a capacidade que o produtor brasileiro teve de se superar, se reinventar e fazer com que o Brasil chegasse aos números que temos hoje”, afirmou Caffarelli.

O lançamento do Plano Safra do Banco do Brasil acontece tradicionalmente na sequência do anúncio do governo federal. Os R$ 103 bilhões serão direcionados ao custeio e ao investimento da produção agrícola, bem como à comercialização dos produtos. No total, o saldo da carteira de crédito agrícola do Banco do Brasil tem R$ 185 bilhões, sendo R$ 43 bilhões para a agricultura familiar, R$ 117 bilhões para grandes empresas e R$ 24 bilhões para empresas de médio porte.

O presidente do Banco do Brasil destacou a importância do setor rural para a retomada do crescimento econômico do país. “O agronegócio talvez seja o grande instrumento que o Brasil tem hoje para a retomada do crescimento econômico. O setor teve participação ativa na superação da crise”, argumentou.

Segundo Caffarelli, a agricultura responde por 23% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 44% do total das exportações brasileiras, o que deixa clara a vocação do país para o agronegócio. “Estamos trabalhando para dar continuidade a um trabalho que foi feito, lembrando que a safra 2016/2017 foi a maior de todos os tempos. Nós tivemos 238 milhões de toneladas. Esperamos que a safra 2017/2018 possa atingir números bastante semelhantes. Portanto, começamos uma nova safra com muita expectativa, com muita esperança de continuar esse processo de produção”, disse.

Nos últimos 25 anos, segundo Caffarelli, a área plantada no país cresceu 65%, mas a produção aumentou 375% no mesmo período. Para se chegar a esses índices, disse Caffarelli, houve um forte investimento em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, bem como um estímulo ao crédito, com participação expressiva do Banco do Brasil.

Fonte: Agência Brasil

BB apoia todas as etapas do agronegócio nacional e zela pelas exportações

Publicado em: 30/05/2018


Na economia brasileira, nenhum setor produtivo se compara ao agronegócio. Ele responde por 39% do que o País exporta, gera 37% dos empregos e perfaz 22% do Produto Interno Bruto. Tais indicadores bastariam para dimensionar o quanto o agronegócio é estratégico para o País. Além da força expressa nos números, porém, há uma característica que o torna motivo de orgulho nacional: a excelência brasileira na produção de alimentos, fibras e energia para abastecer o mundo. Reunindo condições altamente favoráveis de clima, solo, recursos hídricos e a melhor tecnologia tropical do planeta – fruto de boas políticas públicas e da competência de produtores e profissionais capacitados – o Brasil ocupa uma posição singular no mapa-múndi do agronegócio. É dele que o País extrai a maior parte de sua riqueza e faz circular recursos em bolsas de valores e de mercadorias, em mercados atacadistas, em redes varejistas, em pequenas e grandes propriedades, no campo e na cidade. Somos líderes na exportação de commodities como café, suco de laranja, açúcar, soja e carnes. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, apoia o setor em todas as suas etapas produtivas – incluindo o fortalecimento da presença nacional no exterior.

“No que diz respeito à inserção brasileira no comércio internacional de produtos agropecuários é possível afirmar com segurança que o Brasil possui posição privilegiada”, afirma Thompson César, Head da Unidade de Comércio Exterior (UCE) do Banco do Brasil, criada no final de 2017 e que se soma à Diretoria de Agronegócios para contribuir com o desenvolvimento do campo fomentando toda a cadeia produtiva. Pensando nas necessidades de quem planta, cria e exporta, o Banco do Brasil financia o custeio da produção e a comercialização de produtos agropecuários, além de estimular os investimentos rurais. Para isso, possui soluções em crédito e serviços para o agronegócio que melhor atendem o produtor e suas cooperativas, conforme a necessidade e o empreendimento, seja ele agropecuário ou agroindustrial. Para atender a demanda por crédito, o Banco atua em todo o País com mais de 4.300 agências operando com crédito rural.

O saldo da carteira de agronegócios do BB é de R$ 184,7 bilhões (mar/18) e é responsável pelo financiamento de 60% do crédito do setor. “Somos pioneiros e únicos no fornecimento de crédito rural via smartphone através das linhas Investimento Digital e Custeio Digital”, afirma Marco Túlio Moraes da Costa, Diretor da Diretoria de Agronegócios do BB (Dirag). “Nossos clientes podem financiar investimentos ou custear sua produção operacionalizando toda a contratação ou até mesmo renovação de crédito pelo aplicativo do Banco do Brasil para smartphone”, explica. Lançados no primeiro semestre de 2017, os programas Custeio e Investimento Digital já alcançaram a marca de R$ 2,3 bilhões em operações liberadas.

Voltado para financiar máquinas e implementos agropecuários diretamente nas revendas, o programa “Esteira Agro BB”, superou a marca de R$ 1 bilhão em operações liberadas na safra 2017/2018 agora em maio, consolidando mais uma solução digital desenvolvida para melhor atender os clientes. No portfólio do BB há linhas de crédito a taxas livres como o Investe Agro, BB Agronegócio Giro, CPR (Cédula de Produto Rural, um título que representa uma promessa de entrega futura de um produto agropecuário, funcionando como um facilitador na produção e comercialização rural). O banco oferece ainda linhas de crédito com recursos controlados voltados para a construção e ampliação de armazéns, energia limpa, irrigação, correção de solo e recuperação de pastagens degradadas, entre outros. Atendendo a uma exigência cada vez maior da sociedade por políticas sustentáveis no campo, o Banco do Brasil disponibiliza também linhas de crédito voltadas a modelos de produção que conciliem aumento de produtividade com conservação dos recursos naturais. “Uma dessa linhas é o Programa de Agricultura de Baixa Emissão de Gases de Efeito Estufa – Programa ABC – que busca viabilizar a mudança no modelo de produção que atenda também aos compromissos brasileiros no âmbito do Acordo de Paris, firmado durante a Conferência das Partes para Mudanças Climáticas (COP 21) de 2015”, diz o executivo da Dirag.

Superando barreiras

A liderança da instituição acompanha o produtor rural brasileiro mundo afora. Com vasta experiência na realização de negócios internacionais, o BB disponibiliza três principais mecanismos de apoio às exportações do agronegócio: consultoria (para entender as necessidades dos clientes e apresentar as melhores soluções), crédito internacional e garantias. “A consultoria internacional contribui para que o produtor realize negócios com facilidade e segurança no mercado global, o auxilia a entender a regulamentação cambial, particularidade de cada mercado, aplicando produtos e serviços que tragam eficiência tributária e que protejam suas vendas contra possíveis oscilações de preços, garantindo os seus recebimentos”, explica o executivo à frente da UCE. Ao produtor rural e às empresas de agronegócios são oferecidas linhas de crédito à exportação como ACC (Adiantamento sobre Contrato de Câmbio) e ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues), que destinam-se a prover recursos antecipados ao exportador para completar as diversas fases do processo de produção e comercialização da mercadoria a ser exportada. “Existem ainda opções de financiamentos e serviços através de nossas dependências no exterior”, completa César.

O BB mantém diversos programas de fomento à exportação que podem apoiar os exportadores explorando as oportunidades existentes. “Bons exemplos são o Proex, financiamento direto ao exportador brasileiro; o Proger exportação, focado na promoção comercial de micro e pequenas empresas; a consultoria especializada aos exportadores através de nossa rede em Comércio Exterior”, destaca César. Cabe ressaltar ainda a presença internacional do Banco do Brasil nos maiores centros consumidores de produtos brasileiros, que pode apoiar os exportadores explorando as oportunidades existentes. E para proteger o produtor rural de flutuações cambiais inesperadas, o BB disponibiliza operações de derivativos, como as de NDF (sigla em inglês para Non Deliverable Forward, ou Contrato a Termo de Moeda sem Entrega Física), que permitem ao cliente estabelecer, antecipadamente, uma taxa de câmbio sem o pagamento de tarifas, definindo seus custos e garantindo sua margem de lucro.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Banco do Brasil vê queda pequena dos juros em 2018/19

Publicado em: 04/05/2018


O Banco do Brasil já dá como certa mais uma redução, porém “pequena”, das taxas de juros dos financiamentos ao agronegócio no próximo Plano Safra (2018/19), que está em gestação no governo e deverá ser lançado em junho, para entrar em vigor em 1o de julho.

“O mercado já precificou que deverá haver uma ligeira alta da Selic [taxa básica de juros, hoje em 6,5% ao ano] no ano que vem. Assim, nossa percepção é que a redução das taxas de juros do crédito rural [no Plano Safra 2018/19] será pequena, em torno de 1 a 2 pontos percentuais”, afirmou ao Valor o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hubner.

Se confirmado o cenário, a taxa em operações de custeio agropecuário com juros controlados, as mais realizadas pelos produtores rurais, cairia, na melhor das hipóteses, também para 6,5% ao ano – atualmente os juros nessa frente são de 8,5%. E ficaria em até 5,5% no caso de linhas de investimento como as do Programa de Construção de Armazéns (PCA) ou o Moderfrota (máquinas agrícolas).

A “banda” de redução de juros do Plano Safra prevista pelo BB não agrada ao setor de agronegócios. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e outras importantes entidades que representam produtores do país defendem uma queda de pelo menos 3 pontos percentuais.

O BB sabe, no entanto, que o Ministério da Fazenda e o Banco Central não chegarão tão longe, como já indicaram as primeiras negociações no governo em torno do próximo Plano Safra. O argumento da equipe econômica é que o teto dos gastos públicos e o orçamento federal apertado impõem limites a qualquer expansão de subsídios.

“Com a Selic no baixo patamar em que está, não faz sentido o governo ter uma despesa elevada com a equalização dos juros do crédito rural. É um desafio para a gente, mas o mercado vai se ajustando, e o BB vem se preparando para isso”, afirma Hubner.

“Produtores já vêm usando cada vez mais recursos próprios ou fazendo mais trocas de insumos [barter] para se financiar, e isso tem acontecido em uma velocidade maior”, observa o executivo.

Mas a instituição ainda tem vantagens para operar com juros controlados. Analistas lembram que o BB é historicamente beneficiado pois a fonte de recursos que o Tesouro Nacional de fato equaliza é a poupança rural, na qual 90% das captações são feitas pelo banco.

Isso não impediu, porém, que na safra 2016/17 o Banco do Brasil perdesse participação nos desembolsos de crédito rural de forma expressiva. Naquela temporada, o BB viu seus próprios desembolsos a produtores e agroindústrias diminuírem quase 20%, ao mesmo tempo em que bancos privados ganharam terreno.

Nesta temporada 2017/18, a instituição está recuperando o terreno perdido, mas muito em função de contar com a maior carteira de poupança rural do país. O montante total de financiamentos agrícolas liberado pelo BB aumentou 15% nos nove primeiros meses da safra e alcançou R$ 64 bilhões.

Mas, de acordo com Hubner, o banco também se estruturou para ampliar as operações com juros livres, quando os recursos empregados nos financiamentos — Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), por exemplo — não contam com subsídios públicos e as operações costumam ter taxas de juros mais elevadas que a Selic.

Nesse casos, o banco vem conseguindo realizar operações com taxas de juros entre 7,5% e 8,5% ao ano, a depender da classificação de risco do produto – ou seja, em alguns casos os juros livres podem ser até menores que os controlados. A maior parte desses empréstimos é tomada por grandes produtores e agroindústrias, justamente os clientes que costumam estar no centro das atenções de bancos privados como Bradesco, Itaú e Santander.

Do início do atual ano-safra 2017/18, em julho do ano passado, até 11 de abril, houve forte expansão nos desembolsos de crédito rural com recursos livres – o incremento foi de 151% em relação a igual período do ciclo anterior, para R$ 8,6 bilhões.

Somando-se operações de juros controlados e livres, o BB vem mantendo sua histórica liderança no segmento de crédito rural. Para o crescimento de 15% do montante total já liberado pelo banco em 2017/18, destacam-se os incrementos de 25,8% dos financiamentos para investimentos, que somaram R$ 13 bilhões, e de 80% nas operações de comercialização, que atingiram R$ 9 bilhões.

Fonte: Beef Point

BB atende CNA e prorroga operações de custeio e investimento

Publicado em: 05/04/2018


O Banco do Brasil (BB) atendeu a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e autorizou a prorrogação de parcelas de operações de custeio e investimentos que venceram em 2017 e com vencimento em 2018.

A medida beneficia pecuaristas de todo o país e produtores rurais da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) que tiveram dificuldades de pagamento de seus contratos de crédito.

Pelas regras definidas, o BB reprogramou parcelas de custeio e investimento de produtores de todo o país para um ano após o fim do contrato. Para a bovinocultura de leite ou mista, os criadores deverão pagar 20% do saldo devedor do custeio em 2018 e prorrogar o restante por dois anos.

Para bovinocultores de corte, é necessário o pagamento de 30% da parcela da dívida vencida neste ano e os 70% restantes do passivo podem ser prorrogados por três anos.

Na região da Sudene, o banco definiu que as parcelas de custeio para pecuária e fruticultura serão prorrogadas por quatro anos, divididas em quatro prestações anuais, com o pagamento da primeira em 2020.

Para os outros segmentos na Sudene, os contratos de custeio também podem ser prorrogados por quatro anos e divididos em quatro parcelas anuais. A primeira parcela pode ser paga em 2019.

Os produtores que desejarem prorrogar os prazos deverão procurar o gerente da sua conta no Banco do Brasil.

Fonte: Notícias Agrícolas

BB anuncia queda nos juros para financiamento da próxima safra

Publicado em: 27/07/2017


O Plano Safra 2017/2018 foi apresentado pelo gerente da agência de Jales do Banco do Brasil, Marcelo de Freitas Silva para um grupo de convidados na sede da AABB. Ele destacou que este ano o banco tem mais de R$ 103 bilhões de recursos para investir na agricultura e pecuária, sendo que a novidade é a redução nas taxas de juros.

Para a agricultura familiar o juro continua na casa de 2,5% ao ano para algumas culturas, sendo que o normal é 5,5%, mas para o médio agricultor caiu de 8,5% para 7,5% tanto para custeio quanto para investimento e para os grandes caiu de 9,5% para 8,5%.

No caso da agricultura familiar, uma novidade é a aquisição de bezerros que pode ser feita para recria e engorda com prazo de pagamento para dois anos direto.

O Inovagro – Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária teve uma queda maior no juro anual que foi reduzido de 8,5% para 6,5%. Para o ABC – Agricultura de Baixo Carbono, o juro também caiu, passando de 9% para 8%.

A queda nos juros, ao contrário dos anos anteriores que vinha aumentando, já era esperada pelos agricultores e pecuaristas que aguardavam essa redução para incrementarem sua produção, como afirmou o gerente.

O Banco do Brasil informa que dos R$ 103 bilhões, R$ 11,5 bilhões serão destinados para as empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões em crédito rural aos produtores e cooperativas. Do montante, R$ 72,1 bilhões serão direcionados para operações de custeio e comercialização e R$ 19,4 bilhões para créditos de investimento agropecuário.

Fonte: Jornal de Jales

BB recebe mais de R$ 50 milhões em propostas para próxima safra

Publicado em: 08/02/2017


Em 15 dias, o Banco do Brasil recebeu mais de mil propostas, com potencial de R$ 548 milhões em negócios; desses, R$ 59 milhões foram de produtores de Mato Grosso. O Banco anunciou no final do mês passado, que poderá liberar até R$ 3 bilhões para o pré-custeio da safra 17/18 no Estado. Se o montante se confirmar, o valor corresponderá a um aumento de 114% em relação aos recursos liberados no ano passado, para o pré-custeio do atual ciclo.

De acordo com entidades que representam os produtores, como Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), tomando os recursos nesses primeiros dias após a liberação dos recursos, o agricultor conta com a possibilidade de antecipar a aquisição de insumos e se livra do pico de compras.

Como aponta o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a antecipação é favorável, pois a movimentação de compras para nova safra já é observada pelo Estado. De acordo com os dados do órgão, o custo total da safra 17-18, até o final de janeiro, estava estimado em R$ 3.564,81/ha, valor 3,3% inferior ao da safra 16-17.

Fonte: MT Agora