Banco do Brasil: lucro sobe e supera projeções, mas por que ações caíram 4%?

Publicado em: 19/08/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) apresentou na noite da última quarta-feira (12) um lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 14% em relação ao trimestre anterior e de 3% na comparação anual. O número superou as estimativas da maior parte do mercado, beneficiado por despesas menores com provisões jurídicas, controle de custos e receitas extraordinárias.

Contudo, para analistas de mercado, o ambiente ainda é de cautela, diante da piora dos indicadores de qualidade de crédito, especialmente em pessoas físicas, e da deterioração dos índices de capital.

XP, Itaú BBA, Bradesco BBI, Goldman Sachs, Morgan Stanley e JPMorgan avaliam que a qualidade do resultado é questionável e os riscos para o segundo semestre seguem elevados.
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Os papéis BBAS3, que operavam perto da estabilidade durante a manhã, passaram a ter perdas durante a tarde e fecharam em queda de 4,16%, a R$ 18,21.

A ação passou a ter queda firme desde o começo da tarde em resposta a comentários feitos durante a teleconferência de resultados do segundo trimestre.

Na ocasião, o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores do BB, Geovanne Tobias, afirmou que as provisões deverão ficar na ponta alta das estimativas do banco, enquanto o lucro deve ficar na ponta baixa.

A XP classificou o trimestre como claramente melhor do que o esperado, destacando que o lucro veio 15% acima de sua projeção, impulsionado por um custo de risco menor que o previsto e por despesas operacionais sob controle. O Bradesco BBI também apontou que o resultado foi sustentado por itens não recorrentes, como maiores receitas de equivalência patrimonial e menores despesas legais.

Para o Goldman Sachs, o lucro serviu como um alívio após as fortes preocupações do mercado, mas não eliminou os sinais de alerta. O banco ressaltou que o retorno sobre patrimônio (ROE) de 8,3% continua significativamente abaixo do custo de capital e que as provisões seguem em patamar elevado.

O Itaú BBA classificou o desempenho como um “beat de baixa qualidade”, com a surpresa positiva no lucro sendo consequência de provisões inferiores à formação de novos créditos problemáticos e de um efeito tributário favorável, enquanto as tendências operacionais permaneceram frágeis.

Inadimplência em pessoas físicas domina preocupações

O principal tema do trimestre foi a deterioração da carteira de pessoas físicas. Os índices de inadimplência acima de 90 dias nesse segmento saltaram para 8,4%, ante 6,8% no trimestre anterior, enquanto o índice de cobertura caiu para 125,8%, de 147,9%. O índice de inadimplência acima de 90 dias total atingiu 5,61%, de 3,96% um ano antes e 5,05% nos primeiros três meses de 2026.

Os cartões de crédito foram o principal foco de preocupação. A XP aponta que os atrasos acima de 90 dias mais que dobraram, atingindo 14,6%, e responderam por praticamente toda a deterioração observada no trimestre. Os analistas da casa ainda destacaram que o crescimento da carteira de cartões tem sido impulsionado mais pelo financiamento do saldo do que pelo aumento do consumo, resultando em um perfil de risco mais elevado.

O Itaú BBA observou que a formação de novos créditos inadimplentes em pessoas físicas mais que dobrou na comparação trimestral, chegando a R$ 11,8 bilhões. Para o banco, os financiamentos em cartões e crédito consignado privado originados ao longo dos últimos trimestres ainda não maturaram totalmente, o que mantém riscos adicionais à frente.

Morgan Stanley e Bradesco BBI também ressaltaram a piora dos indicadores antecedentes de inadimplência, observando que os atrasos acima de 30 dias continuaram aumentando, o que sugere novas pressões sobre as provisões nos próximos trimestres.

Se o foco da deterioração migrou para pessoas físicas, a carteira agropecuária continua sendo um dos principais temas da tese de investimento.

A XP destacou avanços importantes na cobertura de provisões, com a cobertura das operações problemáticas do agronegócio chegando a 99,3% dos saldos combinados de estágio 2 e 3. Além disso, as reservas para operações adimplentes aumentaram significativamente.

Por outro lado, os indicadores antecedentes seguem pressionados. O banco destacou que os atrasos iniciais avançaram para 9% e que há R$ 66,5 bilhões em operações rurais com prorrogação legal de prazo, além de R$ 39,3 bilhões enquadrados no programa BB Regulariza Agro.

O Itaú BBA também chamou atenção para a alta da inadimplência de curto prazo e para a redução da cobertura por seguro rural em novas operações, fatores que podem dificultar uma normalização rápida do segmento.

Enquanto a qualidade do crédito piora, a geração de receitas continua sendo um dos principais fatores de sustentação do resultado.

A margem financeira (NII) somou R$ 27,5 bilhões e permaneceu estável frente ao trimestre anterior. O destaque foi a margem com clientes, que cresceu 2,2%, enquanto a dependência dos resultados de tesouraria diminuiu.

As receitas de prestação de serviços atingiram R$ 9,1 bilhões, com crescimento puxado por gestão de recursos, serviços bancários e consórcios. XP, BBI e Morgan Stanley classificaram a evolução das tarifas como resiliente e acima das expectativas em algumas linhas.

Outro destaque positivo foi o controle de despesas. As despesas administrativas cresceram abaixo da inflação e dos reajustes salariais, ajudando a melhorar os índices de eficiência do banco. Para os analistas, a disciplina de custos tem sido uma importante compensação para a necessidade crescente de provisões.

Capital vira novo foco de atenção

Se a inadimplência é a principal preocupação operacional, o capital regulatório emerge como um dos grandes debates para o restante do ano.

O índice de capital principal (CET1) caiu para 11,27%, recuo de cerca de 30 pontos-base no trimestre. O movimento foi influenciado por ajustes atuariais ligados à Previ e pelo crescimento dos ativos fiscais diferidos (DTAs).

Goldman Sachs chamou atenção para o fato de que os ativos fiscais líquidos já representam cerca de 46% do patrimônio líquido. O JPMorgan destacou que os DTAs líquidos chegaram a aproximadamente R$ 87 bilhões, ou cerca de 48% do patrimônio, tornando-se um importante ponto de atenção para investidores.

O JPMorgan avaliou negativamente o fato de que, apesar do lucro de R$ 3,9 bilhões no trimestre, o patrimônio líquido tenha encolhido mais de R$ 5 bilhões devido aos impactos atuariais registrados em outros resultados abrangentes.

Guidance mantido, mas mercado segue cético

O Banco do Brasil manteve suas projeções para 2026, mas diversos analistas avaliam que o cumprimento das metas ficou mais difícil após o desempenho do primeiro semestre.

Segundo XP e Itaú BBA, os R$ 7,3 bilhões de lucro acumulados no primeiro semestre implicam a necessidade de gerar entre R$ 10,7 bilhões e R$ 14,7 bilhões na segunda metade do ano para alcançar o guidance anual de R$ 18 bilhões a R$ 22 bilhões.

Além disso, o custo de crédito acumulado já roda acima da faixa projetada pela administração, enquanto a qualidade do crédito continua se deteriorando. Por isso, a percepção predominante entre as casas é que, embora o resultado tenha sido melhor do que o mercado temia, ainda não há evidências claras de estabilização dos indicadores de risco.

Para a XP, o trimestre “foi melhor do que o temido”, mas não altera de forma relevante a tese de investimento. O BBI afirma que ainda não vê sinais de estabilização da qualidade dos ativos. O Itaú BBA mantém uma visão cautelosa diante do longo caminho para recuperação da rentabilidade. Já JPMorgan e Goldman Sachs consideram que os riscos ligados ao crédito e ao capital continuam sendo os principais obstáculos para uma reprecificação mais positiva das ações.

Fonte: Infomoney

Tem algo de errado com a ‘pechincha’ do Banco do Brasil? Citi acende alerta e corta preço-alvo

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O Banco do Brasil (BBAS3) até parece barato na bolsa. O problema é que, para o Citi, talvez exista um bom motivo para isso.

Segundo os analistas, as ações do BB continuam negociando a um múltiplo que, à primeira vista, parece convidativo. Mas o banco norte-americano acredita que o preço pode estar escondendo uma deterioração maior do que o mercado está colocando na conta.

Por isso, o Citi colocou BBAS3 sob “monitoramento de catalisador negativo” e manteve a recomendação neutra para as ações.

Os analistas também reduziram o preço-alvo para BBAS3, de R$ 21 para R$ 18, o que implica uma leve queda potencial de 2% em relação ao último fechamento, além de cortarem suas estimativas para o Banco do Brasil em 6% para 2026 e 21% para 2027.

“A tese de investimento depende cada vez mais de premissas difíceis de conciliar com as tendências operacionais recentes”, afirma o Citi.

Crédito continua sendo a grande tormenta do Banco do Brasil

A qualidade dos ativos segue como um dos principais pontos de pressão sobre a tese de Banco do Brasil (BBAS3).

No segundo trimestre (2T26), os indicadores de saúde da carteira continuaram se deteriorando, especialmente a formação de inadimplência (NPL formation) e a criação de operações classificadas no Estágio 3, que reúne créditos com problemas mais graves de recuperação.

Embora a administração tenha destacado sinais de estabilização em algumas carteiras, o Citi avalia que as provisões continuam atrás da deterioração do crédito.

“Continuamos preocupados com a possibilidade de que os níveis atuais de provisão sejam insuficientes para absorver totalmente o enfraquecimento contínuo da qualidade do crédito”, dizem os analistas.

O guidance para 2026 também entrou na mira. Para o Citi, a projeção mantida pela administração pressupõe uma trajetória de custo de crédito “excessivamente otimista” para o segundo semestre.

Para chegar ao ponto médio do guidance, seria necessária uma queda relevante nas provisões justamente enquanto a formação de inadimplência continua avançando.

Os analistas avaliam que a nova medida provisória de apoio ao agronegócio pode ajudar, mas o Citi vê pouco espaço para uma melhora rápida.

Como as renegociações ainda não ganharam tração significativa e o terceiro trimestre já está em andamento, os benefícios mais relevantes provavelmente apareceriam apenas no 4T26, segundo o Citi.

Nível de capital entra no radar

Além do crédito, o Citi chama atenção para outro ponto de pressão do balanço: a posição de capital.

O capital principal, medido pelo CET1, continua em trajetória de queda, enquanto a operação bancária individual permanece registrando prejuízo.

Ao mesmo tempo, os ativos fiscais diferidos (DTAs) seguem crescendo, impulsionados pelas maiores provisões de crédito e pelos prejuízos recorrentes.

Para o Citi, isso faz com que o patrimônio líquido tangível mereça mais atenção do que o patrimônio contábil tradicional na hora de avaliar a solidez financeira do BB.

BBAS3 está realmente barato?

Para o Citi, o Banco do Brasil continua parecendo barato quando observado pelo múltiplo de preço sobre valor patrimonial (P/BV).

O problema, segundo os analistas, é que essa métrica pode estar dando uma impressão otimista demais sobre a real força de capital do banco.

Quando os ativos fiscais diferidos são considerados, o desconto diminui consideravelmente: pelas contas do Citi, BBAS3 negocia a 1,2 vez o patrimônio líquido tangível (P/TBV), contra apenas 0,6 vez o patrimônio líquido contábil (P/BV).

Ou seja, o que parece uma pechincha olhando apenas para o valor patrimonial pode não ser tão barato quando a qualidade desse patrimônio entra na conta.

É justamente essa diferença que sustenta o alerta do Citi. Para os analistas, o desafio agora não é apenas saber se BBAS3 está barato, mas se o desconto é suficiente para compensar os riscos que ainda podem aparecer no crédito, nos resultados e no capital do banco.

Fonte: Seu Dinheiro

Pressão da inadimplência no BB vai além do balanço e reflete gargalos da economia

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O mercado financeiro reagiu de forma cautelosa ao mais recente balanço trimestral (2T26) do Banco do Brasil (BBAS3). Embora a instituição tenha reportado um lucro de R$ 3,9 bilhões, vindo acima das estimativas do mercado, a leitura minuciosa das linhas de crédito acendeu um alerta vermelho em relação à qualidade dos ativos e à sustentabilidade do guidance do banco público.

Para Charles Mendlowicz, economista, sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth e criador do canal Economista Sincero, a leitura dos números precisa ir além do resultado final.

“Quando o lucro vem acima do esperado, passa uma sensação que pode não condizer com a realidade. Ao analisar os dados, percebemos que um problema muito grave estourou no Banco do Brasil e vai aparecer em outras instituições: a questão da inadimplência”, afirma o economista.

Inadimplência escancara aperto do consumidor

A disparada nos calotes atingiu de forma drástica a carteira de pessoa física, com destaque para a modalidade de cartão de crédito, na qual a inadimplência saltou de 6,53% em junho de 2025 para 14,58% em junho de 2026. Para Mendlowicz, esse patamar reflete o real impacto do custo de vida no bolso da população.

“As pessoas estão sem dinheiro. Quando o orçamento aperta, a pessoa escolhe pagar a luz, a água ou a parcela do carro, e deixa para pagar o cartão de crédito depois. O salário do brasileiro subiu marginalmente, mas o condomínio, a escola dos filhos e o plano de saúde dobraram ou triplicaram nos últimos anos. Esse movimento reflete na inadimplência no cartão”, explica Mendlowicz.

Além da pessoa física, o agronegócio, considerado um tradicional motor do banco estatal, passou a dar sinais de estresse. A inadimplência acima de 90 dias encerrou junho em 6,27%, pressionada por eventos climáticos como o El Niño.
Diagnóstico macro e posição do investidor

Mendlowicz reforça que a instituição permanece sólida, descartando riscos sistêmicos, mas pondera que a deterioração do crédito ultrapassa as fronteiras do Banco do Brasil.

“Eu não estou tão preocupado com o Banco do Brasil como estou preocupado com o Brasil. O estresse estourou primeiro no banco público, mas a inadimplência é generalizada. Se você tem um armário com 15 gavetas e abre uma que tem uma aranha, a chance de ter aranhas nas outras gavetas é enorme”, adverte o economista.

De olho nas movimentações do setor bancário frente a uma futura rotação de carteiras na bolsa de valores, Mendlowicz orienta que os investidores tenham uma postura analítica e seletiva. “O momento requer paciência, é delicado. O investidor precisa observar como cada instituição financeira vai atravessar esse ciclo de crédito antes de tomar qualquer decisão”, conclui Charles Mendlowicz.

Fonte: Finance News

Como o mercado avaliou o resultado do segundo trimestre do Banco do Brasil?

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O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou no dia 12 de agosto que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O número veio acima do esperado por analistas de mercado. O consenso da Bloomberg projetava lucro de R$ 3,5 bilhões. Já as projeções reunidas pela Lseg apontavam para R$ 3,6 bilhões. As projeções de analistas consultados pelo Valor Econômico eram de R$ 3,57 bilhões. Mas as ações caíam 3,42% cotadas a R$ 18,35 às 14h do dia seguinte.

Para o BTG, o Banco do Brasil apresentou um segundo trimestre marcado por deterioração relevante da qualidade dos ativos e redução do patrimônio tangível, apesar de o lucro líquido ter ficado próximo das estimativas.

O lucro líquido gerencial, com ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) de 8%, foi sustentado por receitas de juros e tarifas ligeiramente melhores do que o esperado e bom controle de despesas administrativas, comenta o time de analistas.

Já a carteira de crédito cresceu apenas 1% na base trimestral, enquanto a inadimplência acima de 90 dias avançou para 5,6%, com forte deterioração nas carteiras de pessoa física, cartões de crédito, agronegócio e empresas.

Além disso, o BTG ressalta que as provisões permaneceram elevadas e a cobertura da inadimplência recuou, refletindo a piora da qualidade da carteira e o aumento da formação de créditos problemáticos.

Para a equipe do banco, a implementação das medidas voltadas à renegociação de dívidas rurais tem avançado mais lentamente do que o esperado, mantendo incertezas sobre a normalização da carteira do agronegócio e pressionando as perspectivas de resultados para os próximos períodos.

A Genial Investimentos comenta em relatório que, apesar da melhora ainda que marginal da rentabilidade do Banco do Brasil no trimestre, houve uma piora na qualidade do resultado. Os analistas seguem vendo uma rentabilidade muito abaixo do custo de capital e, principalmente, uma dinâmica de crédito ainda frágil.

Já a XP avalia que o Banco do Brasil (BBAS3) apresentou um resultado claramente acima do esperado no 2T26, com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, 15% acima da estimativa de seus analistas, apoiado por um Custo do Risco melhor que o esperado e bom controle das despesas operacionais. Mas a equipe considera que a qualidade subjacente do trimestre permanece mista.

A avaliação é que, embora o BB continue aumentando as reservas antes das perdas e melhorando a cobertura no Agro, as tendências de crédito permanecem desafiadoras em toda a carteira, especialmente em Pessoas Físicas, na qual a deterioração impulsionada pelos cartões acelerou de forma significativa, a formação de NPLs (Non-Performing Loan – crédito não produtivo ou em atraso) novos mais que dobrou na base trimestral e os índices de cobertura enfraqueceram.

Fonte: Finance News

Presidente do BB vira alvo da CVM por declarações na divulgação do 2° tri

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A presidente do BancodoBrasil, Tarciana Medeiros, e o vice-presidente de Relações com Investidores, Marco Geovanne Tobias, se tornaram alvo de processo sancionador da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por suposta violação do artigo 15 da Resolução 80, que exige a divulgação de informações verdadeiras, completas e consistentes, sem induzir investidores a erro. Procurado, o Banco do Brasil não respondeu até o fechamento deste texto.

Segundo a área técnica da CVM, as declarações dos executivos do Banco do Brasil sobre as ações da instituição motivaram um pedido de esclarecimentos à companhia.

O caso envolve uma fala de Tarciana durante a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2025, quando afirmou: “quem tem ação do BB mantenha; quem não tem, compre”.

Na ocasião, a CVM questionou o banco sobre as declarações.

Em resposta, o BB afirmou que as falas deveriam ser interpretadas no contexto integral da apresentação dos resultados, e não a partir de trechos isolados ou manchetes.

A instituição também disse que não teve intenção de influenciar decisões de investimento ou a cotação das ações e que as declarações se basearam em informações previamente divulgadas.

Tarciana deverá ser formalmente notificada sobre o processo nos próximos dias. Como se trata de um processo sancionador, já há acusação formulada e o caso será submetido a julgamento pela CVM.

Fonte: CNN Brasil

BB propõe clausular ações afirmativas, mas não responde às principais reivindicações

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Em mais uma rodada de negociações por aumento real e melhores condições de trabalho, realizada nesta quarta-feira (19 de agosto), em São Paulo, a gestão do Banco do Brasil não apresentou proposta às principais reivindicações das funcionárias e funcionários.

“Reforçamos a cobrança da nossa minuta de reivindicações, que as negociações precisam avançar e que vamos unir forças à paralisação nacional desta quinta-feira (20) pela valorizaçao de toda a categoria bancária”, destacou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.

O que a gestão do BB apresentou na mesa de negociação desta quarta foi a garantia de clausular no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) as políticas de ações afirmativas, para que mulheres, pessoas com deficiência (PCD) e não brancos sejam priorizados nos processos seletivos internos da empresa.

O BB também disse que irá incluir no ACT uma cláusula de estabilidade na função comissionada por seis meses, após o retorno ao trabalho, para funcionárias vítimas de violência doméstica. A Lei Maria da Penha garante a manutenção do vínculo empregatício em casos de afastamentos por até seis meses. Com esta cláusula, a bancária vítima de violência teria ainda a garantia da manutenção de sua função comissionada.

Por fim, a direção do banco propôs uma cláusula para garantir a redução de jornada para mulheres em lactação induzida, ou seja, funcionárias que tenham feito tratamento para amamentar filhos não gestados ou adotados. Direito que seria estendido para casais homoafetivos em que as duas mães sejam funcionárias do BB.

“Todas essas propostas são muito importantes. Mas registramos que precisamos avançar em muitos outros pontos da minuta de reivindicações, pontos que refletem diretamente na melhoria das condições de trabalho e no reconhecimento que o banco precisa dar a todas as funcionárias e funcionários”, destacou Fernanda Lopes.

Próxima rodada e dia nacional de paralisação

A próxima rodada da negociação específica entre BB e funcionários não tem data confirmada, mas a comissão dos funcionários seguirá em plantão permanente.

“A CEBB somará forças às bases sindicais na paralisação nacional desta quinta-feira (20). A categoria bancária tem histórico de lutas que deram certo e, amanhã, vamos mostrar aos banqueiros a força da nossa unidade por condições dignas de trabalho, fim do enxugamento de postos de trabalho e do fechamento de agências”, reforçou a coordenadora da CEBB.

Entre 2015 e 2025, os cinco maiores bancos do país – incluindo o Banco do Brasil – aumentaram em 49% os contratos com correspondentes bancários, terceirizando seus serviços.

“Esse é mais um entre tantos dados que comprovam que os bancos não deveriam estar reduzindo o quadro de funcionários, e sim o contrário. A contratação de correspondente bancário, a queda de postos e o fechamento de agências estão sendo utilizados pelo setor bancário como manobra para ampliar lucros em cima da precarização do trabalho, sobrecarga dos funcionários e, consequentemente, queda do atendimento qualificado e presencial aos clientes”, pontuou a dirigente.

Saiba como foram as negociações anteriores

1ª mesa: Mesa com BB: Sindicato reivindica abertura de concursos públicos e valorização dos funcionários 2ª mesa: Funcionários do Banco do Brasil cobram avanços em inclusão, igualdade e apoio a trabalhadores endividados 3ª mesa: Banco do Brasil: bancários denunciam metas abusivas e cobram solução definitiva para a Cassi 4ª mesa: Em mesa com BB, trabalhadores cobram valorização da carreira, melhorias nas funções e melhores condições de trabalho 5ª mesa: BB perde a oportunidade de apresentar respostas às reivindicações dos trabalhadores 6ª mesa: Banco do Brasil não apresenta proposta econômica nem devolutivas e frustra funcionários

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Negociação com o BB avança em diversidade e proteção, mas deixa pendências na mesa

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A negociação específica entre a CONTEC e o Banco do Brasil avançou no dia 19 de agosto em temas como diversidade, proteção a vítimas de violência doméstica e expansão de vagas de especialistas, mas terminou com uma série de reivindicações ainda sem resposta. Para os representantes dos trabalhadores, as devolutivas apresentadas pelo banco seguem tímidas diante do volume de demandas acumuladas. A cobrança ocorre em meio ao aumento da insatisfação dos funcionários, que envolve não apenas questões econômicas, mas também metas, assédio, condições de trabalho e pautas funcionais.

Entre os avanços da rodada, o BB confirmou a construção de uma cláusula para o Acordo Coletivo de Trabalho voltada à igualdade de oportunidades e às políticas de diversidade, equidade e inclusão. A minuta deve ser encaminhada até sexta-feira (21). O banco também apresentou dados sobre a participação de mulheres e pessoas negras em funções de liderança. Atualmente, mulheres ocupam cerca de 37% da alta liderança, enquanto a meta é chegar a 50% até 2030. Para lideranças pretas e pardas, o objetivo é alcançar 30% ainda em 2026.

Outro ponto discutido foi o protocolo de atendimento a vítimas de violência doméstica, implantado no segundo semestre de 2025. Desde então, foram realizados 59 atendimentos, sendo 52 de mulheres e sete de homens. O protocolo prevê acolhimento, orientação, apoio psicológico e social, além de mudanças de local de trabalho por segurança e apoio financeiro em situações excepcionais. Na mesa, também foi apresentada a proposta de incluir no ACT a estabilidade no cargo para vítimas de violência doméstica, ampliando a proteção oferecida aos trabalhadores nessas situações.

O Banco do Brasil atualizou ainda os números da criação de 600 vagas de especialistas. As duas primeiras etapas já alcançam 256 agências em 241 municípios. No recorte das entidades vinculadas à CONTEC, são 48 agências em 46 municípios, distribuídos por dez federações.

A reunião também tratou das regras para deslocamentos a serviço do banco. O uso de veículo próprio continuará excepcional e voluntário, com reembolso de R$ 0,92 por quilômetro e pagamento de pedágio mediante comprovação, além de autorização prévia. Apesar dos avanços, a CONTEC voltou a cobrar respostas para os pontos que seguem pendentes. O banco argumentou que parte das demandas ainda depende de análise interna e disponibilidade de recursos.

Fonte: Contec

Após críticas, BB suspende fechamento de guichês de caixas em algumas agências

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O Banco do Brasil comunicou aos funcionários a suspensão temporária do fechamento de guichês de caixa em algumas agências em todo o país, dentre elas três unidades na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. A medida foi tomada dias após o Sindicato se manifestar criticando as mudanças que, como destacou a entidade, prejudicam trabalhadores e clientes, pois reduz o atendimento presencial nas Plataformas de Suporte Operacional (PSOs), inclusive em unidades com fluxo significativo de clientes.

“Em visita à base, um dia após a publicação da matéria sobre as PSO’s, gestores nos relataram sobre o envio de e-mail do banco acerca da alteração do fechamento das SOPs. Entendemos nesse momento que o banco sentiu a mobilização do Sindicato e dos funcionários, porém, utiliza como de costume, medidas que são temporárias e sem diálogo com o movimento sindical”, diz a diretora do Sindicato, Priscilla Semencio, bancária do BB.

Entenda

As medidas, chamadas pelo banco de “absorção” de agências, têm sido implementadas sem transparência e sem comunicação adequada aos trabalhadores, segundo denúncias recebidas pelo Sindicato.

A situação contraria, inclusive, informação apresentada pelo próprio banco em reunião realizada em 6 de maio, com a participação de dirigentes sindicais das Regionais Sul e Oeste do Sindicato dos Bancários de São Paulo e representante da Comissão de Empresa Estadual.

Na ocasião, a Gerência da PSO informou que não havia previsão de novos fechamentos de Suporte Operacional (SOP) e que, caso houvesse mudanças, as gerências seriam comunicadas. Na prática, porém, os fechamentos continuaram ocorrendo, até a divulgação da suspensão da medida.

“A medida tomada pelo banco demonstra que a organização dos funcionários, junto com o Sindicato, produz resultados e o banco sente isso”, acrescenta Priscilla, destacando, entretanto, que a medida foi anunciada como temporária e a luta dos trabalhadores deve continuar. “Foi uma vitória ela é temporária e, além disso, o Sindicato não foi procurado em nenhum momento para um diálogo. A mobilização deve ser constante, pois nenhuma vitória ou direito permanecem protegidos sem isso”, ressalta.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB anuncia 680 novas vagas para especialistas e edital segue em fase de estudos

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Boas novas para os concurseiros a espera por desdobramentos por um dos editais mais aguardados no país ainda para este 2026. Falamos do Banco do Brasil (BB), que encerrou no dia 14 de agosto mais uma rodada de negociações sem apontar as definições esperadas pelas entidades sindicais, deixando uma série de pontos ainda em avaliação, sem deliberação definitiva, entre eles a realização de um novo edital para servidores.

Na atividade, o ponto de maior divergência ocorreu ao longo da discussão da cláusula do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), com o banco apresentando negativas e indicando a manutenção de regras vigentes. Ainda assim, as entidades sindicais consideram que há espaço para avançar em temas que afetam diretamente as condições de trabalho e a carreira dos funcionários, entre eles a realização de um novo concurso público. A posição da categoria é de que a negociação não pode se limitar à reprodução automática do acordo atual quando existem reivindicações que ainda precisam de resposta.

Nisso, dentro do debate sobre o quadro de pessoal, as entidades sindicais reinvindicam a realização de um novo concurso público para a contratação de 5 mil novos servidores. Ao mesmo tempo, o banco também informou que, em razão das restrições do período eleitoral, ainda não há expectativa de novo edital neste ano, mas anunciou a criação de 680 vagas de especialistas, destinadas principalmente a dependências com dificuldade de preenchimento.

Por fim, uma nova rodada de negociações entre os representantes dos trabalhadores e do Banco do Brasil deverá ser anunciada nos próximos dias, que pode registrar um avanço em relação as tratativas para realização de um novo edital para servidores do BB.


Novo edital segue em fase de estudos

Mesmo ainda sem uma sinalização positiva por parte do Banco do Brasil, vale lembrar que recentemente, no último dia 7 de abril, o Blog do Ceisc em contato com a assessoria de imprensa do órgão, confirmou a futura seleção segue em fase de estudos e análise por parte do órgão, o que pode ser um indicativo de que uma nova seleção ocorra em breve.

Vale lembrar que a indefinição sobre a banca ocorre desde janeiro deste ano, quando o Banco do Brasil confirmou o encerramento do contrato com a Fundação Cesgranrio e informou que realizava estudos para escolha de uma nova organizadora. Desde então, o tema segue em aberto. Recentemente, em nota publicada sem seu site oficial no último dia 19 de fevereiro, o banco esclareceu que no momento não há previsão para um novo edital de servidores, mas deixou em aberto a possibilidade de um certame ainda em 2026, tendo em vista que este tema segue em aberto.

Ainda assim, na nota enviada no último dia 7 de abril, o banco ressalta que estudos e análises necessários à gestão contratual de banca organizadora, com objetivo de garantir a continuidade das seleções externas com segurança e eficiência, estão em andamento, o que pode ser um indicativo de que uma nova seleção pode estar à caminho.​

Por fim, vale ressaltar que a expectativa por um novo concurso para o Banco do Brasil, segue deixando os candidatos em alerta por conta de alguns fatores importantes, com o banco já tendo finalizado a fase de convocação de todos os aprovados do último certame, incluindo vagas imediatas e cadastro de reserva para os cargos de Agente Comercial e Agente de Tecnologia.

Último edital foi publicado em dezembro de 2022

Organizado pela Fundação Cesgranrio, o último edital para o Banco do Brasil foi publicado no mês de dezembro de 2022. Na ocasião, a seleção ofertou 6 mil vagas, para os cargos de Agente Comercial e Agente de Tecnologia, sendo 4 mil para preenchimento imediato e 2 mil para formação de cadastro reserva. A remuneração inicial é de R$5.436,03, sendo R$3.622,23 de vencimento inicial, R$1.014,42 de auxílio-alimentação/refeição e R$799,38 de cesta alimentação.

Fonte: CEISC

BB e Agrorobótica ampliam agenda de agricultura regenerativa e projetos de carbono

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O Banco do Brasil e a Agrorobótica reforçam sua atuação conjunta para impulsionar a agricultura regenerativa e o mercado de carbono no agronegócio brasileiro. A parceira já reúne 27 clientes e projetos em andamento, que representam aproximadamente 80 mil hectares sob gestão. Esta ação integra uma frente estratégica para o BB de promover a recuperação de áreas degradadas, com a meta de alcançar 1,5 milhão de hectares restaurados até 2030.

A expectativa é ampliar significativamente esse número nos próximos anos, aproveitando as oportunidades criadas pelo programa Eco Invest Brasil. No segundo leilão da iniciativa, o Banco do Brasil captou mais de R$ 6 bilhões destinados ao financiamento da recuperação de áreas degradadas e da expansão de sistemas produtivos sustentáveis. Os recursos ampliam a capacidade do Banco de apoiar iniciativas voltadas à recuperação de áreas degradadas e podem contribuir para acelerar a expansão de projetos associados à agricultura regenerativa e ao mercado de carbono.

A Agrorobótica é uma empresa brasileira de base tecnológica especializada em soluções para análise e monitoramento do solo, contribuindo para iniciativas de agricultura regenerativa, sustentabilidade, carbono no solo e gestão eficiente de propriedades rurais. A empresa integra o portfólio do programa de Corporate Venture Capital (CVC) do Banco do Brasil e atua no desenvolvimento de soluções para mensuração de carbono no solo e agricultura regenerativa.

José Alves Cardoso, head de Sustentabilidade do Banco do Brasil, afirma que “o desenvolvimento de soluções que conectam tecnologia, crédito e sustentabilidade é fundamental para acelerar a recuperação de áreas degradadas e fortalecer a competitividade do agro brasileiro. Com parceiros como a Agrorobótica, ampliamos a capacidade de apoiar os produtores rurais na adoção de práticas regenerativas, contribuindo para a geração de valor econômico e ambiental em larga escala”.

Dentro desse contexto, o BB e Agrorobótica promoveram o Agrorobótica Day, encontro que reuniu clientes, empresas e representantes do agronegócio para apresentar as oportunidades associadas à agricultura regenerativa e ao mercado de carbono. O evento permitiu discutir modelos de negócios, mecanismos de financiamento e soluções tecnológicas voltadas à mensuração de carbono no solo e à geração de créditos ambientais.

Um dos destaques apresentados foi a tecnologia desenvolvida pela Agrorobótica para análise e monitoramento do solo, que permite maior precisão na mensuração de carbono, fertilidade e outros indicadores relevantes para a gestão sustentável das propriedades rurais. As soluções contribuem para aumentar a confiabilidade dos dados utilizados em projetos de carbono e ampliar a rastreabilidade dos resultados ambientais alcançados pelos produtores.

O encontro também reuniu empresas da cadeia agroindustrial interessadas em ampliar a adoção de práticas sustentáveis e fortalecer projetos de agricultura regenerativa. Entre elas, a China Oil and Foodstuffs Corporation (COFCO) destacou a importância da troca de conhecimento e da construção de parcerias capazes de impulsionar soluções escaláveis.

“Participar do Agrorobótica Day foi uma ótima oportunidade para discutir como inovação, tecnologia e sustentabilidade podem caminhar juntas para acelerar a transição para uma agricultura de baixo carbono. Para a COFCO, iniciativas como essa são fundamentais para promover a troca de conhecimento e fortalecer parcerias capazes de impulsionar soluções escaláveis, que contribuam tanto para a competitividade do agronegócio quanto para a construção de uma cadeia cada vez mais sustentável e resiliente”, afirma Natália Mendes, coordenadora de sustentabilidade da companhia.

A atuação conjunta reforça o compromisso das instituições com a construção de soluções que conciliem produtividade, inovação e responsabilidade ambiental, conectando crédito, tecnologia e conhecimento técnico para apoiar a transformação sustentável do agronegócio brasileiro.

Fonte: Banco do Brasil

Novo Desenrola: BB negociou cerca de R$ 31 bilhões no âmbito do programa

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O Banco do Brasil já negociou cerca de R$ 31 bilhões no âmbito do Novo Desenrola Brasil. O valor considera as quatro frentes do programa, além das renegociações realizadas pelo próprio BB com os demais clientes e das atualizações implementadas no crédito consignado para públicos específicos.

No Desenrola Famílias, foram negociados R$ 3,9 bilhões em dívidas de 442 mil clientes PF. Paralelamente, o BB realizou negociações com outros 660 mil clientes, que repactuaram R$ 7,6 bilhões em débitos fora do escopo do programa.

Na frente volta às empresas, o Desenrola Pessoa Jurídica viabilizou R$ 5,1 bilhões em desembolsos por meio do Pronampe e do Procred, beneficiando 40 mil clientes desde maio.

No Desenrola FIES, o BB registrou R$ 2,9 bilhões de dívidas renegociadas, alcançando 53 mil estudantes.

Já no Desenrola Rural, foram realizadas operações que somam R$ 178,9 milhões, beneficiando 10,2 mil produtores desde o início do programa.

Além dessas frentes, o BB disponibilizou as atualizações no crédito consignado para beneficiários do INSS e servidores públicos federais vinculados ao convênio SIAPE. As mudanças ocorrem no âmbito da MP 1355, que instituiu o Programa Desenrola Famílias. Para esse público o BB desembolsou mais R$ 11,3 bilhões, beneficiando 235 mil pessoas. As novas condições favorecem o equilíbrio financeiro dos clientes, ampliam a flexibilidade das operações e reforçam a sustentabilidade do crédito, com ajustes em itens como prazo, carência e margem consignável.

Serviço aos clientes

O BB oferece a seus clientes a possibilidade de renegociar dívidas diretamente pelo WhatsApp oficial do BB (61 4004-0001), com descontos que podem chegar a 90%, além de condições facilitadas de pagamento. A partir do contato pelo WhatsApp, com uso da senha pessoal, a renegociação pode ser concluída ali mesmo, de forma ágil. E os clientes ainda contam com atendimento especializado realizado por atendentes da Central de Relacionamento BB, garantindo suporte humano durante todo o processo de negociação, de forma simples, segura e digital, aos clientes que precisarem de consultoria específica. O BB oferece ainda o acesso às negociações por outros canais, como o aplicativo da instituição, Internet Banking, pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 729 0001 (demais localidades) e ainda na rede de agências.

O Banco do Brasil incentiva hábitos financeiros mais saudáveis e reafirma seu papel como agente de desenvolvimento econômico e social, oferecendo soluções responsáveis que apoiam a regularização de dívidas, a recuperação do equilíbrio financeiro e o planejamento do futuro com mais segurança.

Cuidados contra fraudes

O Banco do Brasil reforça que qualquer contato para renegociação de dívidas deve ser feito pelos canais oficiais do BB, com destaque para o WhatsApp oficial (61) 4004-0001. O Banco não solicita senhas, códigos de acesso, dados completos de cartões ou pagamentos antecipados por meio de mensagens, ligações ou redes sociais. Os clientes devem desconsiderar qualquer abordagem realizada por números diferentes, perfis não verificados ou mensagens com links suspeitos. Em caso de dúvida, a orientação é encerrar o contato e procurar diretamente os canais oficiais do Banco do Brasil, garantindo uma negociação segura, confiável e protegida contra tentativas de fraude.

Fonte: Banco do Brasil

Move Brasil: BB atinge R$ 1,4 bilhão em negócios com motoristas e entregadores

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O Banco do Brasil atingiu a marca de R$ 1,4 bilhão em negócios realizados por meio do Move Brasil Táxi e Aplicativos, programa que amplia o acesso ao crédito para motoristas profissionais e estimula a renovação da frota utilizada no transporte individual de passageiros. Até o momento, foram realizados negócios com mais de 12,7 mil clientes em 1,1 mil municípios.

Já na linha Move Brasil Entregadores e Motoapp, iniciada em 27 de julho, o BB já desembolsou R$ 17,1 milhões em contratos com clientes de 247 municípios. A modalidade atende motociclistas e ciclistas que atuam em plataformas de transporte ou entrega há pelo menos seis meses e que tenham realizado, no mínimo, 100 corridas ou entregas. A linha contempla mototaxistas, motofretistas, autônomos e outros profissionais contratados via CLT que tenham carteira assinada há, pelo menos, 6 meses na mesma empresa.

“Esse valor de R$ 1,4 bilhão representa um incremento de 40% do saldo de junho da carteira de veículos originada pelo BB, um sinal claro da relevância dessa frente. Essa atuação mostra como combinamos geração de negócios, inclusão produtiva, sustentabilidade e relacionamento digital. E já nasce conectada ao que queremos para o Banco: crescimento com qualidade, conveniência para o cliente e retorno ajustado ao risco adequado”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

Saiba mais sobre as linhas

O Move Brasil Táxi e Aplicativos é destinado a motoristas de aplicativo e taxistas ativos que atendam aos critérios do programa. Os clientes contam com prazo de até 72 meses, carência de até seis meses para começar a pagar e taxas de 0,91% para mulheres e 0,99% para homens. A simulação e a contratação do financiamento podem ser realizadas nas agências e app do BB, de forma simples e ágil.

Já para a linha Move Brasil Entregadores e Motoapp, é possível financiar 100% do valor de veículos de duas rodas, com prazo de pagamento de até 48 meses, incluindo carência de dois meses. As taxas partem de 0,90% ao mês para mulheres e 0,97% ao mês para homens. Assim como na linha voltada a motoristas de táxi e aplicativos, a simulação e a contratação do financiamento são realizadas agências ou no app do BB, propiciando orientação, assessoria financeira, conveniência e comodidade aos clientes.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil: lucro sobe 3,3%, chega a R$ 3,9 bilhões e vem melhor que esperado no 2T26

Publicado em: 12/08/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) terminou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% ante mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta (12). Em relação ao primeiro trimestre, a elevação é de 13,9%.

A cifra ficou acima do consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 3,5 bilhões. Um conjunto de fatores, que incluem a piora da inadimplência do agronegócio e a nova resolução da CMN nº 4.966/2021, que endureceu e obrigou os bancos a elevarem as provisões para calotes, fez o banco perder o seu status de ‘porto seguro’ da bolsa.

Com isso, o banco vinha de seis trimestres consecutivos de piora devido aos efeitos da falta de pagamento do produtor.

Um dos pontos que pode ter ajudado o BB, porém, é o resultado de tesouraria, que subiu 2,1% no trimestre e 10% no ano, para R$ 9 bilhões.

“O resultado maior sobre o trimestre anterior traz ainda a evolução da nossa margem financeira bruta, sustentada por um mix de crédito que tem uma melhor relação risco x retorno, pela diversificação das captações e pela boa alocação da nossa liquidez”, afirma a CEO do BB, Tarciana Medeiros.

Banco do Brasil: Rentabilidade em alta

O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) subiu 1,07 ponto percentual, encerrando o trimestre a 8,4%. Consenso da Bloomberg esperava 7,3%.

Mesmo assim, o banco ficou mais um trimestre abaixo dos 20% de rentabilidade, número mágico olhado pelo mercado. Encerrou, ainda, abaixo do Itaú (ITUB4), que terminou com ROE de 24% e Bradesco (BBDC4), que terminou o período a 16,1%.

O banco também aprovou R$ 584,9 milhões em juros sobre o capital próprio.

Inadimplência e despesas do Banco do Brasil

Uma das maiores preocupações dos analistas, o indicador de inadimplência acima de 90 dias voltou a subir e encerrou em 5,61%, alta de 1,65 ponto percentual no ano.

Porém, a maior alta foi observada na inadimplência curta, de 30 dias, que saltou 2,14 pontos percentuais. A inadimplência da carteira agro também foi um vilão e atingiu 5,61%, aumento de 1,65 ponto percentual no ano.

O setor passa por uma alta expressiva do número de recuperações judiciais. A própria administração já sinalizava que a inadimplência no agronegócio seguia elevada. “O primeiro semestre tende a ser mais apertado — isso já vínhamos discutindo desde o ano passado”, afirmou a CEO.

Dados mais recentes da Serasa dão conta de 474 pedidos, aumento de 21,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além disso, as provisões, colchão usado pelos bancos para se protegerem dos calotes, voltaram a subir: 15,4% em relação ao ano passado, para R$ 33 bilhões, e 3,4% no trimestre, movimento observado em outros bancos diante da piora da situação macroeconômica.

O custo do crédito subiu 16% no ano, para R$ 18,5 bilhões, mas teve alívio de 2,1% contra o primeiro trimestre.

Pior já passou?

De acordo com Octaciano Neto, fundador da Zera, a trajetória da inadimplência e do custo de crédito começa a dar sinais de melhora, mas ainda exige atenção.

No agronegócio, o estoque de inadimplência continuou subindo, com o INAD+30d passando de 7,35% no 1T26 para 8,97% no 2T26, enquanto a Perda Esperada avançou de R$ 40,6 bilhões para R$ 43,7 bilhões, no quarto trimestre seguido de alta.

Por outro lado, lembra, o fluxo de novos atrasos desacelerou significativamente: o New NPL caiu de R$ 7,18 bilhões para R$ 5,72 bilhões no trimestre, quase metade do pico registrado no 4T25. Ao mesmo tempo, a cobertura desses novos NPLs aumentou de 102,9% para 145,9%.

“A combinação indica que o pior pode ter passado, embora a recuperação deva ser gradual, já que o estoque elevado ainda reflete problemas de safras anteriores, enquanto a queda nas novas entradas sugere melhora na qualidade das concessões”.

Outros indicadores

A margem financeira bruta, por outro lado, subiu 9,6%, para R$ 27,5 bilhões. Segundo o próprio banco, a alta foi puxada pelas receitas com tesouraria.

As receitas de prestação de serviços alcançaram R$ 9,1 bilhões no trimestre, avanço de 3,4% comparado ao primeiro trimestre e alta de 4,2% na comparação com 2025.

“O aumento das receitas com prestação de serviços ganha potência pela complementariedade do nosso conglomerado e os custos permaneceram sob controle, a partir de um trabalho constante de eficiência, sem abrir mão de investir naquilo que constrói o futuro: pessoas e tecnologia”, destaca a CEO.

Segundo o banco, destacam-se as linhas de administração de fundos (+6,3%), conta corrente (+7,6%) e operações de crédito e garantias (+4,7%).

As despesas administrativas ficaram em R$ 10,1 bilhões, com alta de 4,1% no ano e 0,6% no trimestre.

Carteira de crédito sobe

Mesmo com a piora nos indicadores, o BB manteve a sua carteira de crédito estável, com alta de 1,5% em 12 meses, para R$ 1,3 trilhão.

O maior aumento foi observado na pessoa física. O banco alcançou R$ 357,6 bilhões, crescimento de 4,4% em um ano, influenciado, principalmente, pelo desempenho do crédito consignado, mas com queda de 1,2% no trimestre.

O consignado privado, lançado no ano passado, é uma das grandes bandeiras do governo para incentivar o crédito.

A carteira de pessoa jurídica encolheu, por outro lado, e atingiu R$ 456,2 bilhões, queda de 2,5% no ano, influenciada pela redução nas carteiras de médias e pequenas empresas e de grandes empresas.

No agronegócio, a carteira teve crescimento de 4,1% nos últimos 12 meses e no trimestre, totalizando R$ 421,6 bilhões.

Fonte: Money Times

BB paga R$ 100 milhões à União em novo cronograma de quitação de dívida híbrida

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O Banco do Brasil efetuou o pagamento à União da parcela de R$ 100 milhões prevista no novo cronograma de quitação do chamado Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD). O desembolso é o primeiro desde que o Tribunal de Contas da União (TCU) deu o sinal verde para a repactuação dos prazos, que se estendem até 2029.

À época da decisão, o BB ainda tinha R$ 4,1 bilhões em saldo remanescente de IHCD, de um total de R$ 8,1 bilhões emitidos originalmente.

Pelo plano, o banco acertou a amortização do valor restante de forma escalonada: duas parcelas anuais de R$ 100 milhões, em julho de 2026 (a que foi confirmada agora) e julho de 2027; uma parcela de R$ 1 bilhão, em julho de 2028; e uma parcela de R$ 2 9 bilhões, em julho de 2029.

Contratado em 2012, o IHCD foi um instrumento de captação de recursos do BB com o Tesouro que tinha características de capital: o banco devia devolver o dinheiro, mas o recurso também reforçava seu capital regulatório.

Em fevereiro, a instituição financeira pediu uma reestruturação do cronograma de pagamento. Em uma entrevista ao programa Roda Vida, da TV Cultura, a presidente do BB, Tarciana Medeiros, caracterizou o pedido como uma medida normal. “A questão não é o pedido, nem a leitura, mas sim a publicização de algo que outros bancos também fizeram e que, para nós, é um plano prudencial”, afirmou.

Fonte: Diário de Pernambuco

Banco do Brasil nega consórcio em socorro ao BRB

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O Banco do Brasil afirmou ao Supremo Tribunal Federal que “jamais houve a constituição de consórcio de bancos” para garantir um empréstimo de R$ 6,6 bilhões voltado ao resgate do Banco de Brasília (BRB). Em petição enviada na última quinta-feira, 6 de agosto, a instituição também pediu o adiamento da audiência que discute a operação.

Segundo o BB, a empresa não detém mandato de nenhuma instituição financeira para assumir obrigações em nome de terceiros. A manifestação ocorreu às vésperas da audiência marcada para o dia 13, convocada pelo ministro Luiz Fux a pedido do Distrito Federal.

Conciliação no STF tenta destravar operação

A audiência será uma tentativa de conciliação entre a União e o Distrito Federal, que controla o BRB. O objetivo é encontrar uma saída para viabilizar o empréstimo, que depende de uma estrutura de garantias ainda sem consenso entre os envolvidos.

O governo do DF acusa a União de inércia na condução da solução, enquanto os bancos privados demonstram resistência em participar da operação sem um esquema de proteção mais claro. Fontes ouvidas apontam que as negociações permanecem travadas justamente pela falta de avanço nessa arquitetura de garantias.

Garantias seguem no centro do impasse

Entre as alternativas em discussão, o Distrito Federal sugeriu à União a vinculação de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como garantia ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A proposta, porém, ainda não foi destravada.

Sem acordo sobre quem assume o risco e em quais condições, a operação segue paralisada. A audiência no STF deve concentrar as tentativas de aproximação entre as partes para definir um caminho que permita avançar com o socorro ao BRB. (com informações da Agência Estado)

Fonte: Jornal do Brasil

BB anuncia parceria com WayCarbon para apoiar gestão climática no país

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O Banco do Brasil e a WayCarbon lançam, nesta semana, o Programa Gestão Climática Municipal, iniciativa para apoiar municípios brasileiros na elaboração de inventários de emissões de gases de efeito estufa, diagnósticos climáticos e planos de adaptação às mudanças do clima. O programa pretende ampliar a capacidade dos governos locais de estruturar projetos sustentáveis e acessar fontes de financiamento climático.

“O Banco do Brasil acredita que a agenda climática se materializa nos territórios. Por isso, estamos unindo esforços para apoiar municípios na qualificação de seu planejamento climático e na estruturação de projetos capazes de gerar impacto ambiental, social e econômico positivo. Com o Programa lançado, contribuímos para tornar as cidades brasileiras mais resilientes, competitivas e preparadas para os desafios do futuro, aliando fomento a capacidades técnicas e ampliando as condições para acesso a recursos voltados à transição climática”, afirma José Alves Cardoso, head de Sustentabilidade do Banco do Brasil.

A inciativa prevê apoiar a estruturação de projetos climáticos prioritários em 100 municípios brasileiros de pequeno e médio porte, voltados tanto à redução das emissões de gases de efeito estufa quanto à adaptação aos impactos climáticos. O objetivo é fortalecer a resiliência urbana e preparar projetos aptos à captação de recursos. A iniciativa foi concebida para ampliar o acesso de entes públicos locais a ferramentas de planejamento climático e estruturação de projetos sustentáveis.

Nesta primeira etapa, serão convidados municípios previamente mapeados pelo Banco do Brasil com potencial para desenvolver projetos de mitigação e adaptação climática.

Entre os benefícios previstos para os municípios estão a identificação de riscos climáticos; a priorização técnica de investimentos; o mapeamento de oportunidades de geração de receitas associadas à transição climática; e o fortalecimento da capacidade local de planejamento e governança. O programa também contribuirá para aumentar a resiliência urbana frente aos impactos das mudanças climáticas, além de apoiar a preparação de projetos aptos à captação de recursos junto a instituições nacionais e internacionais.

A WayCarbon, empresa parceira do BB nesta iniciativa, é especializada em soluções para gestão climática, descarbonização e desenvolvimento sustentável, atuando junto a empresas, governos e instituições financeiras.

“Há 20 anos, a WayCarbon trabalha para transformar conhecimento climático em ação concreta. Este programa representa um passo importante nessa trajetória ao combinar ciência climática, dados e tecnologia para que os municípios possam identificar seus principais riscos e emissões, priorizar ações e, principalmente, transformar essas prioridades em projetos capazes de atrair financiamento. Fazer isso em escala, apoiando 100 cidades e arranjos municipais e capacitando mil gestores públicos, nos dá a oportunidade de construir um modelo inovador de gestão climática local, fortalecer a capacidade técnica e a governança dos municípios e acelerar investimentos que reduzam emissões e tornem as cidades brasileiras mais resilientes”, afirma Felipe Bittencourt, CEO e cofundador da WayCarbon.

Além dos benefícios ambientais e econômicos, o Programa Gestão Climática Municipal possui importante dimensão social, pois a iniciativa contribui em apoiar municípios na identificação e no planejamento de ações para enfrentamento dos riscos climáticos. Com esse apoio, os entes municipais conseguirão propor ações para proteger populações mais vulneráveis dos impactos das mudanças do clima, como secas prolongadas, escassez hídrica, enchentes, inundações, entre outros eventos climáticos extremos. Por meio de diagnósticos técnicos, mapeamento de áreas de risco e definição de medidas prioritárias de adaptação, o Programa busca fortalecer a resiliência das cidades e melhorar a qualidade de vida da população.

Com o Programa Gestão Climática Municipal, Banco do Brasil e WayCarbon unem esforços para ampliar a capacidade de planejamento climático dos municípios brasileiros, contribuindo para a construção de cidades mais resilientes, sustentáveis e preparadas para enfrentar os desafios da transição para uma economia de baixo carbono.

Fonte: Banco do Brasil

BB amplia atuação no Move Brasil com parceria com a BYD

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O Banco do Brasil e a BYD anunciam parceria estratégica no âmbito do Programa Move Brasil, iniciativa do Governo Federal, para ampliar o acesso de motoristas de aplicativos e taxistas às linhas de crédito voltadas à renovação de frota e à aquisição de veículos sustentáveis.

A parceria prevê atuação integrada das instituições para promover o financiamento de veículos elétricos novos elegíveis no Programa, com valor de até R$ 150 mil, prazo de pagamento de até 72 meses, carência de até seis meses e taxas de juros de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens.

Além das condições diferenciadas de financiamento, a iniciativa disponibiliza aos motoristas um conjunto de benefícios oferecidos pelo Banco do Brasil, incluindo seguros, cartões, assistências e coberturas personalizadas. A proposta busca apoiar a atividade profissional desses clientes de forma abrangente, proporcionando mais segurança, conveniência e proteção aos motoristas.

“O Banco do Brasil tem atuado na construção de parcerias estratégicas capazes de ampliar oportunidades e gerar desenvolvimento econômico. Ao lado da BYD, fortalecemos um ecossistema que conecta crédito, inovação e mobilidade sustentável, permitindo que mais profissionais tenham acesso a veículos modernos e eficientes para desenvolver suas atividades”, afirma Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil.

“A parceria da BYD com o Banco do Brasil acontece focada no Programa Move e representa mais um avanço no propósito de tornar a mobilidade sustentável cada vez mais acessível aos brasileiros. Ao combinar tecnologia e soluções financeiras, criamos condições para que mais motoristas, em todo o país, troquem seus veículos por modelos mais modernos e eficientes, contribuindo para a renovação da frota e para um novo patamar da mobilidade urbana no país”, destaca Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD do Brasil e head de marketing e comercial da BYD Auto.

A união da expertise do Banco do Brasil em soluções financeiras e da BYD em mobilidade sustentável consolida um ecossistema que reúne crédito, tecnologia e inovação, contribuindo para a geração de renda, a melhoria da prestação de serviços de transporte de passageiros e a modernização da atividade dos motoristas de aplicativos e taxistas.

Atuação conjunta gera R$ 30 milhões em propostas em um único dia
A parceria também prevê a realização conjunta de ações de relacionamento e negócios, incluindo eventos, feirões e atendimento especializado aos motoristas. Essas ações têm como objetivo ampliar o alcance das soluções oferecidas pelas instituições, proporcionando uma experiência integrada aos clientes e facilitando o acesso a veículos sustentáveis, às linhas de financiamento do Move Brasil e aos demais benefícios disponibilizados pela parceria.

Alinhada a esse direcionamento, foi realizada, no último sábado (8 de agosto), uma ampla mobilização nacional em todas as regiões do país, com a atuação de equipes do Banco do Brasil em cerca de 125 concessionárias da BYD. A ação resultou no atendimento de aproximadamente 1,2 mil motoristas e na geração de mais de R$ 30 milhões em propostas de financiamento por meio das linhas de crédito do Move Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil testa primeiro débito online via Click to Pay

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Banco do Brasil, Visa e Stone concluíram a primeira transação de débito utilizando o Click to Pay no Brasil. Realizada em ambiente de produção controlado, a operação marca um avanço na adoção do débito nas compras online ao eliminar a necessidade de inserir manualmente os dados do cartão durante o pagamento.

Segundo as empresas, a solução está na fase final de implementação e deve ser disponibilizada ao mercado ainda em 2026.

A novidade amplia o uso do Click to Pay, tecnologia que já vinha sendo utilizada para pagamentos com cartão de crédito, e busca tornar a experiência de compra com débito mais simples, rápida e segura.

Débito online ganha jornada mais simples

Embora o débito seja um dos meios de pagamento mais utilizados pelos brasileiros nas compras presenciais, sua utilização no comércio eletrônico ainda enfrenta etapas adicionais em comparação com outras modalidades.

Com a nova solução, as transações passam a ser autenticadas automaticamente pelo emissor com base no usuário e no dispositivo utilizado, reduzindo atritos durante o checkout.

Nos últimos 12 meses, o número de transações realizadas por meio do Click to Pay cresceu quase 12 vezes no Brasil, refletindo a expansão da tecnologia no mercado nacional.

Biometria reforça segurança da operação

A primeira transação foi viabilizada pela integração das tecnologias desenvolvidas por Banco do Brasil, Visa e Stone.

O processo utilizou o Visa Passkey, solução de autenticação biométrica que adiciona uma camada extra de segurança às transações.

O Banco do Brasil foi responsável pela autenticação do consumidor, permitindo o cadastro da credencial diretamente no aplicativo da instituição por meio do push provisioning e utilizando a tecnologia Cloud Token Framework (CTF), que possibilita a geração do Visa Passkey.

Segundo Bárbara Lopes, diretora de Meios de Pagamento do Banco do Brasil, a iniciativa busca ampliar o uso do débito no comércio eletrônico com uma experiência mais fluida para os consumidores.

Já a Stone informou que prepara sua infraestrutura para disponibilizar a funcionalidade aos estabelecimentos que utilizam suas soluções de pagamento.

Tokenização melhora aprovação das compras

A tecnologia é baseada em tokenização, processo que substitui os dados reais do cartão por um identificador digital exclusivo durante a transação.

Segundo a Visa, esse modelo pode reduzir em até 60% os índices de fraude.

A empresa informa ainda que as compras realizadas por meio do Click to Pay registram taxa média de aprovação de 81%, resultado dois pontos percentuais superior ao das transações tokenizadas tradicionais e oito pontos acima dos pagamentos realizados sem tokenização.

Fonte: E-Commerce Brasil

Banco do Brasil “trava” negociações salariais e acende alerta no mercado

Publicado em: 07/08/2026

Em meio à Campanha Nacional dos Bancários, a estatal submete cláusulas de reajuste e PLR às definições do setor privado, acendendo sinal de alerta sobre governança, custos operacionais e clima organizacional.

Principais Pontos

Trava na pauta econômica: O Banco do Brasil (BBAS3) travou os debates sobre reajuste salarial, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e benefícios nas mesas específicas com as entidades representativas.

Condicionamento à Fenaban: A direção da estatal condicionou qualquer avanço nos itens de impacto financeiro aos desfechos das negociações de âmbito geral conduzidas pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Supervisão do Governo Federal: Por ser uma sociedade de economia mista, o BB atua sob os limites orçamentários fixados pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

Sinal de alerta na B3: Analistas do mercado financeiro acompanham o encadeamento dos acordos para mensurar a pressão sobre a linha de despesas de pessoal e o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) do banco.

As negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Banco do Brasil entraram em uma fase de travamento tático. Durante as reuniões com a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) e demais representações dos funcionários, a gestão da instituição financeira recusou-se a apresentar propostas econômicas próprias, alinhando sua posição ao ritmo das tratativas da mesa geral promovida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

A postura de aguardar as definições do setor privado para só então deliberar sobre reajustes salariais, abonos e a fórmula da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) gerou forte insatisfação entre os líderes sindicais. As entidades sustentam que o Banco do Brasil, ao registrar resultados financeiros elevados e ganhos contínuos de rentabilidade, possui margem e autonomia suficientes para conduzir uma negociação condizente com suas peculiaridades operacionais.

A dependência das definições da Fenaban, contudo, reflete uma engrenagem burocrática e regulatória mais ampla. Como empresa estatal de capital aberto controlada pela União, o Banco do Brasil opera sob duplo espartilho: de um lado, as exigências de rentabilidade da B3; de outro, os parâmetros normativos estabelecidos pelo Poder Executivo Federal.

As diretrizes estipuladas pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) impõem teto de gastos e rigor na concessão de reajustes à folha de pagamento de empresas públicas e sociedades de economia mista. Esse arcabouço normativo faz com que a diretoria do banco utilize a negociação da Fenaban como um “piso de referência” para evitar desgastes orçamentários com o Fisco e garantir que qualquer concessão esteja resguardada pelos limites do governo central.

Impacto nos custos operacionais e na percepção do mercado financeiro

Para os investidores que acompanham as ações do Banco do Brasil (BBAS3) na bolsa de valores, o desfecho do embate trabalhista é uma variável de peso no modelo de valoração da companhia. A linha de despesas de pessoal representa uma das maiores fatias do custo operacional fixo dos grandes bancos do país.

A manutenção de um rigor tático nas negociações traz implicações diretas sob duas óticas de mercado:

Controle da Eficiência Operacional: A contenção de reajustes descolados da inflação ou de aumentos expressivos em benefícios fixos preserva o índice de eficiência do banco, indicador em que o BB tem mantido patamares altamente competitivos frente aos pares privados.

Risco de Clima e Paralisações: Por outro lado, a protelação prolongada das decisões econômicas eleva o risco de greves ou paralisações pontuais na rede de agências. A eventual degradação no clima organizacional pode afetar o atendimento, a originação de crédito e a eficiência nas metas operacionais de final de ano.

O nó da PLR e a cobrança por valorização do funcionalismo

Um dos pontos de maior atrito na mesa de negociação envolve o regramento da PLR. Enquanto os bancários exigem o aprimoramento da distribuição do lucro líquido proporcional aos resultados expressivos apresentados no balanço, o banco busca manter previsibilidade orçamentária e mitigar sobressaltos na distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas.

A estratégia do Banco do Brasil de amarrar sua proposta econômica ao veredito dos bancos privados visa neutralizar aumentos acima da média do mercado. As entidades sindicais, no entanto, prometem intensificar a mobilização da base, cobrando da administração da estatal o reconhecimento do papel dos trabalhadores nos indicadores de rentabilidade divulgados ao mercado financeiro.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Empresas dos sonhos para jovens: Google, Banco do Brasil, Itaú e Petrobras lideram ranking

Publicado em: 06/08/2026

O Prêmio Empregabilidade Jovem Rede Bandeirantes e CIEE 2026 revelou quais são as empresas em que os jovens brasileiros mais sonham em trabalhar. A pesquisa, realizada pelo Instituto Locomotiva a pedido do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), aponta que Google, Banco do Brasil, Itaú e Petrobras dividem a liderança entre os entrevistados de 14 a 24 anos.

A premiação também reconheceu empresas e instituições que mais criaram oportunidades para jovens por meio de contratos CLT, programas de aprendizagem e estágios durante o primeiro trimestre de 2026, com base em dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Quais são as empresas dos sonhos para os jovens?

Na categoria “Meu Match Perfeito”, que mede a preferência dos jovens sobre onde gostariam de trabalhar, houve empate técnico entre quatro organizações na primeira colocação:

Google;
Banco do Brasil;
Itaú;
Petrobras.

Na segunda colocação, também com empate técnico, aparecem:

Coca-Cola;
Bradesco;
Caixa Econômica Federal;
Sicoob;
Microsoft;
Mercado Livre;
Santander.

Segundo o levantamento, a escolha considera fatores como reputação, oportunidades de crescimento, inovação, estabilidade e identificação dos jovens com as marcas.

Mercado Livre lidera geração de empregos CLT para jovens

Entre as empresas que mais contrataram jovens com carteira assinada (CLT) no primeiro trimestre de 2026, o destaque nacional foi o Mercado Livre.

O ranking é composto por:

Mercado Livre;
AEC Centro de Contatos S/A;
Almaviva;
Vulcabras;
Atento Brasil S/A;
Teleperformance CRM S.A;
Concentrix Brasil;
Hospital Israelita Albert Einstein;
Grendene S.A.;
LAR Cooperativa Agroindustrial.

Destaques por região

Sudeste: Mercado Livre;
Nordeste: AEC Centro de Contatos S/A;
Centro-Oeste: MBRF S.A.;
Sul: Copacol – Cooperativa Agroindustrial Consolata;
Norte: Moto Honda da Amazônia Ltda.

Assaí Atacadista lidera contratação de aprendizes

Na categoria Aprendiz, o destaque nacional ficou com a Sendas Distribuidora S/A (Assaí Atacadista).

As dez primeiras colocadas foram:

Assaí Atacadista;
Arcos Dourados (McDonald’s);
AEC Centro de Contatos S/A;
Seara Alimentos;
MBRF S.A.;
Supermercados BH;
Correios;
Raia Drogasil;
Vale;
SPDM.

Destaques regionais

Sudeste: COMLURB;
Nordeste: Dass Nordeste Calçados;
Centro-Oeste: CAOA Montadora;
Sul: LAR Cooperativa Agroindustrial;
Norte: Vale S.A.

Tribunais lideram oferta de estágios

O levantamento também destacou as instituições que mais abriram vagas de estágio em 2026.

O ranking nacional ficou assim:

Tribunal de Justiça de São Paulo;
Tribunal de Justiça de Minas Gerais;
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro;
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
Itaú Unibanco;
Prefeitura do Recife;
Tribunal de Justiça do Paraná;
Prefeitura de Curitiba;
Defensoria Pública do Estado de São Paulo;
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná.

Destaques por região

Sudeste: Tribunal de Justiça de São Paulo;
Nordeste: Prefeitura do Recife;
Centro-Oeste: INSS;
Sul: Tribunal de Justiça do Paraná;
Norte: Prefeitura de Manaus.
Premiação destaca inclusão produtiva da juventude

Realizado pela Rede Bandeirantes em parceria com o CIEE, o prêmio chegou à quarta edição e, pela primeira vez, contou com participação da Rádio Band.

Durante a cerimônia, representantes das instituições destacaram a importância da inclusão produtiva dos jovens e da geração de oportunidades no mercado de trabalho.

O presidente do Conselho de Administração do CIEE e do Sistema Nacional CIEE, José Augusto Minarelli, ressaltou que oferecer a primeira oportunidade profissional aos jovens contribui para o desenvolvimento social e econômico.

Já o superintendente institucional do CIEE, Rodrigo Dib, afirmou que reconhecer empresas comprometidas com a empregabilidade juvenil fortalece o acesso de milhares de brasileiros ao mercado de trabalho.

O que é o CIEE?

Fundado há 62 anos, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) é considerado a maior organização da América Latina voltada à inclusão produtiva de jovens.

Segundo a instituição, mais de 7 milhões de brasileiros já ingressaram no mercado de trabalho por meio de seus programas de estágio e aprendizagem. Além disso, o CIEE oferece cursos gratuitos de capacitação e desenvolve projetos sociais voltados à formação profissional da juventude.

Fonte: News Rondônia

BB Seguridade: resultado do 2T26, dinâmicas e perspectivas

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Conversamos sobre o resultado do 2T26 da BB Seguridade com Pedro Galdi, analista CNPI do AGF.

Qual a sua avaliação sobre o resultado do 2T26 da BB Seguridade?

O resultado da BB Seguridade veio dentro da expectativa do mercado, que esperava uma pressão por conta do momento do Agro, já que a BB Seguridade atua através do Banco do Brasil. Contudo, o momento ruim do Agro, que está afetando o Banco do Brasil, apareceu na BB Seguridade de uma forma não tão expressiva. Por exemplo, por mais que a receita da Brasilseg, que é a mais representativa, tenha tido uma queda de 6% em relação ao 2T25, passando de R$ 1,3 bilhão para R$ 1,22 bilhão, esse impacto foi minimizado pela venda de seguros para outros segmentos da economia.

Um ponto que não podemos esquecer é que a Selic elevada é um vetor frustrante para a venda de seguros, pois à medida que pessoas e empresas ficam fragilizadas pelo endividamento, elas deixam de comprar serviços como seguros. Dessa forma, além do impacto causado pela crise do Agro, a Selic elevada tem reduzido a demanda por seguros.

Quais são os principais pontos de análise da BB Seguridade?

Entre os principais vetores de receita da BB Seguridade (seguros, R$ 1,2 bilhão; previdência, R$ 253 milhões; capitalização, R$ 50 milhões, e planos odontológicos, R$ 5 milhões), a receita de previdência teve uma queda de 18,8% em relação ao 2T25. Ocorre que isso não se deve à queda nas vendas do produto, mas sim à redução do resultado financeiro gerado pela marcação a mercado dos títulos públicos e ao aumento do IGP-M em ritmo mais acelerado que o IPCA. No entanto, não há nenhuma surpresa nisso, pois esse impacto se anula no decorrer do ano conforme os indicadores se aproximam. Assim, essa queda foi pontual, e não recorrente.

Além da receita direta, a BB Seguridade teve uma receita de R$ 858 milhões com a distribuição de produtos de terceiros através da sua rede. Esse valor teve uma queda de 3% em relação ao 2T25, mas isso não é muita coisa.

Com isso, o lucro líquido no 2T26 ficou em R$ 2,15 bilhões, com uma queda de 4% em relação ao 2T25, quando havia ficado em 2,24 bilhões. Ou seja, apesar do impacto do Agro, a BB Seguridade conseguiu manter o equilíbrio dos seus números devido ao resultado financeiro, que passou de R$ 6,7 milhões no 2T25 para R$ 59,2 milhões no 2T26. O aumento dessa receita se deve à Selic de dois dígitos, que apesar de inibir a venda de seguros, fortalece o resultado financeiro.

Cabe destacar que a linearidade da BB Seguridade está ajudando o Banco do Brasil a não ficar com um resultado pior, pois por mais que o estrutural do banco seja muito bom, ele está sendo obrigado a provisionar um volume muito maior de PDD.

Qual a sua avaliação sobre o comportamento da ação da BB Seguridade?

Em janeiro e fevereiro, nós tínhamos um cenário econômico que apontava para uma inflação decrescente e a queda da Selic, o que geraria uma demanda maior por seguros, mas aí veio a Guerra do Irã, a inflação aumentou e os juros não caíram da forma como se esperava, o que teve impacto direto na venda de seguros.

Ocorre que o mercado passou a entender que as seguradoras performariam bem mesmo com uma Selic de dois dígitos, pois da mesma forma que elas perdem em cima com a receita, elas ganham embaixo com o resultado financeiro, ou seja, esses papeis passaram a ser vistos como defensivos em um cenário de juros altos. Cabe destacar que em conformidade com o Focus, a Selic vai continuar com dois dígitos em 2027 e 2028.

Como o mercado passou a pagar um prêmio pela BB Seguridade e também pela Caixa Seguridade, elas tiveram um rali tão forte que muitas casas passaram a rever suas recomendações. Independente disso, do ponto de vista de potencialidade, eu continuo muito otimista com as ações da BB Seguridade.

Qual a sua avaliação sobre o valor da ação da BB Seguridade?

Nesse momento, as ações da BB Seguridade estão sendo negociadas pouco acima de R$ 41,50. Para que o investidor possa ser remunerado a 6%, o nosso preço teto projetivo indica R$ 67,37, mas a média das projeções dos analistas indica R$ 37,66. Como a cotação atual bateu o preço justo de muitos analistas, muitos deles passaram a recomendar a venda do papel, o que acabou pressionando a ação.

Qual a sua avaliação sobre os proventos pagos pela BB Seguridade?

A BB Seguridade possui um dos melhores dividendos entre as principais pagadoras de dividendos do mercado. Para este ano, a companhia possui um dividendo por ação projetivo de R$ 4,04. Diga-se de passagem, esse é um belo dividendo. Por exemplo, um investidor que possui mil ações vai receber R$ 4 mil em dividendos. Em termos de dividend yield, isso dá 9,78%, um dos retornos mais altos do mercado. Veja que mesmo depois da alta da ação, a BB Seguridade está pagando quase 10% de dividend yield.

Como você está vendo as perspectivas da BB Seguridade?

Com a Selic a dois dígitos, a tesouraria aproveitando esse momento e o comercial se esforçando para buscar outros segmentos da economia, já que a crise do Agro não vai passar tão rápido, eu vejo a continuidade do atual quadro da BB Seguridade.

Fonte: Monitor Mercantil

BB não apresenta respostas às reivindicações dos trabalhadores

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir, nesta quarta-feira (5), com o Banco do Brasil, em mais uma rodada de negociações da Campanha Nacional por aumento na remuneração e melhores condições de trabalho.

Os trabalhadores iniciaram a rodada reforçando as principais reivindicações:

  • Cassi: que o banco apresente um plano de custeio, com o aumento da responsabilidade da empresa na sustentabilidade da caixa de assistência.
  • Metas: revisão da gestão por metas, em vista do aumento de reclamações, em todo o país, de trabalhadores com dificuldades de alcaçarem as metas impostas, a ponto de sofrerem prejuízos na remuneração (PLR).
  • Isonomia: igualdade de acesso e atendimento à Cassi e Previ para os funcionários egressos (que ingressaram no banco em razão da incorporação de outras instituições).
  • Previ: novas melhorias na Tabela PIP, para contemplar mais trabalhadores com a valorização da previdência complementar.
  • PCS/PCR: aperfeiçoamento do Programa de Cargos e Salários (também chamado de Programa de Carreira e Remuneração), com foco na revisão de critérios de progressão, valorização do mérito, reajuste de adicionais de função e atualização dos vencimentos do funcionalismo.
    Poucos e sobrecarregados

Os dirigentes sindicais também reforçaram a reivindicação pela abertura de concursos públicos para suprir a falta de funcionários em várias localidades do país. “Filas de atendimento, colegas sobrecarregados de funções e metas, casos de agências fechadas por falta de funcionários para atender clientes. Todos esses foram pontos que colocamos na mesa e que o banco só irá solucionar com a contratação de novos bancários e bancárias por concursos públicos”, cobrou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

Os representantes dos trabalhadores registraram que as avaliações ruins de agências com déficit de funcionários acabam recaindo sobre os trabalhadores que, por sua vez, são penalizados financeiramente pelo não atingimento de metas. “Novamente incorremos, neste ponto, à questão de estresse e impactos negativos à saúde física e mental”, completou a dirigente.

O movimento sindical criticou ainda a contratação, por parte do BB, de correspondentes bancários. Isso porque, além de uma forma de terceirização de serviços, a disponibilidade do acesso à carteira de clientes do BB aos correspondentes fragiliza a segurança de dados.

Defesa do BB como banco público

A CEBB também criticou o afastamento do BB de seu papel como banco público. “O Banco do Brasil tem aplicado os juros mais altos no crédito consignado público. Então, além de isso ferir o princípio do papel social do BB, como exigir dos funcionários que batam metas de venda de crédito, oferecendo os juros mais altos?”, questionou Fernanda Lopes.

Devolutivas dos negociadores do BB

Cassi – O banco reconheceu a urgência sobre a questão financeira da caixa de assistência. Declarou que para se alcançar uma “solução definitiva e estruturante” precisará de mais tempo.

Egressos – Sobre a Cassi, não apresentaram avanços, reafirmando que ainda estão na fase de estudos de um modelo de custeio para fraquear o acesso de todos os egressos ao plano de saúde.

Em relação à previdência, também não apresentaram avanços, mas se comprometeram a retomar as mesas específicas, quando irão apresentar propostas de estudos que já desenvolveram para cobrir os egressos.

Metas – O banco se comprometeu a chamar uma mesa específica para apresentar um programa novo, chamado REVISA, onde as unidades teriam a oportunidade de pedir uma revisão, após o recebimento de indicadores.

Cláusulas econômicas e melhores condições de trabalho

Em seguida, os negociadores do BB fizeram uma apresentação na tentativa de provar que existe crescimento de carreira no banco, criticando, também, os pedidos de reajustes de verbas da minuta de reivindicações da categoria.

O movimento sindical rebateu. “A minuta de reivindicações é uma construção democrática e coletiva e que envolve funcionários do país inteiro. O anseio das bases é que o banco traga como respostas propostas de reajustes que valorizam a categoria”, explicou Fernanda Lopes.

Os trabalhadores também exigiram que o banco revise o PCS e o piso. “Na composição do salário hoje, no BB, existe uma verba complementar de função que impede que a remuneração efetiva aumente. Então, conforme o funcionário avança na pontuação de mérito ou na carreira de antiguidade, a verba complementar é reduzida, não trazendo aumento real no salário. E esse formato, simplesmente, transformou o que deveria ser piso em teto”, pontuou o representante da Contraf-CUT na CEBB, Gustavo Tabatinga Jr.

Próxima mesa

Os representantes dos trabalhadores e do BB voltarão a se reunir no dia 14 de agosto. “A data-base se aproxima, então a nossa expectativa é que o banco traga finalmente, no próximo encontro, propostas concretas às nossas reivindicações e que reflitam a responsabilidade da empresa para com a valorização dos funcionários e funcionárias”, concluiu Fernanda Lopes.

Fonte: Contraf_CUT

BB e Pagaleve lançam nova experiencia de crédito para e-commerce

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O Banco do Brasil, em parceria com a fintech Pagaleve, líder em soluções de parcelamento via Pix, lança uma nova experiência de crédito para o e-commerce que integra pagamento e financiamento diretamente na tela de pagamento das lojas virtuais. A novidade nasce da conexão entre o Banco e a startup investida pelo BB Ventures, em mais uma iniciativa alinhada à estratégia de inovação aberta da instituição para gerar valor para os clientes.

A solução vem para transformar a experiência de crédito no ambiente online, combinando conveniência, inovação e uma jornada de contratação mais simples e intuitiva. No momento da compra, ao selecionar a forma de pagamento “Parcelamento via Pix” da Pagaleve, o cliente passa a visualizar de forma simples e integrada as condições de parcelamento disponíveis. E para clientes do Banco do Brasil, são ofertadas opções de financiamento em até 60 vezes, ampliando a capacidade de compra da pessoa física em categorias de maior valor agregado.

A oferta é feita por meio da integração da Pagaleve com o BB Pay, que permite a identificação automática do cliente via API, em tempo real, e o acesso personalizado ao crédito do Banco.

A integração gera valor para as lojas parceiras da Pagaleve ao viabilizar aumento de conversão e impulsionar vendas de tickets mais altos, especialmente em segmentos nos quais o prazo estendido é decisivo para a conclusão da compra. Para o Banco, representa a expansão da distribuição do crédito, de forma sustentável, em ambientes digitais de grande escala. O modelo conecta, em um único fluxo, meios de pagamento, crédito e experiência digital com resposta imediata.

“Estamos avançando na integração entre crédito e meios de pagamento, levando ao cliente uma experiência mais simples, transparente e eficiente no momento da compra. Essa parceria amplia o acesso ao crédito de forma responsável e fortalece a presença do Banco do Brasil no e-commerce digital”, afirma Viviane Silva, executiva de financiamentos do BB.

Disponível em lojas dos segmentos de vestuário, eletroeletrônicos, informática, móveis, eventos, joias, perfumaria, entre outros, a nova solução conjunta reforça o posicionamento do Banco do Brasil na evolução do crédito digital e amplia o alcance comercial da rede da Pagaleve. Para fortalecer a visibilidade da iniciativa e ampliar o engajamento com o público, o Banco do Brasil destaca, no site www.bb.com.br/bbrealiza, algumas lojas parceiras já integradas. Em breve, mais lojas parceiras estarão disponíveis.

Confira como usar o crédito BB em lojas parceiras via Pagaleve

  1. Consulte lojas disponíveis: Acesse o site do BB Crédito Realiza para descobrir as lojas parceiras (www.bb.com.br/bbrealiza, aba “Pagaleve”).
  2. Acesse o site da loja parceira: No site da loja parceira, escolha seus produtos. No momento de finalizar o carrinho de compra, selecione Pagaleve como meio de pagamento.

3.Simule a opção de crédito BB: Na plataforma da Pagaleve, clientes Banco do Brasil visualizam opções de financiamento em até 60 parcelas. Clique em “Simular sem compromisso” para ser direcionado ao App BB.

  1. Confirme a contratação no App BB: Faça login com segurança no aplicativo, selecione Financiar com o BB, confira as condições do crédito e conclua a contratação.
  2. Finalize a compra: Após a confirmação no App BB, você retorna automaticamente à loja. O pagamento é confirmado, a compra é concluída e o lojista segue com o envio do produto.

“O Banco do Brasil já é nosso parceiro há alguns anos, mas agora conseguimos fortalecer ainda mais essa parceria. A iniciativa entre Banco do Brasil e Pagaleve representa mais um avanço importante na oferta de crédito no momento da compra, conectando de forma simples e inteligente o cliente ao financiamento. Um dos desafios de um banco é conseguir oferecer crédito para seu correntista no momento da compra e é exatamente onde nós estamos. Poder proporcionar para o consumidor a possibilidade de utilizar uma linha de crédito que ele já tem disponível em seu banco é uma forma inovadora de conceder crédito, até porque de vez em quando o consumidor sequer sabe disso”, afirma Eduardo Zucareli, responsável pelas áreas Comercial e Operações da Pagaleve.

A Pagaleve é uma startup de meios de pagamento especializada em Parcelamento via Pix. Fundada em 2021, a fintech brasileira atua com soluções de parcelamento no modelo Buy Now, Pay Later e já tem parceria com mais de 10 mil varejistas, oferecendo a possibilidade de milhões de brasileiros parcelarem suas compras via Pix sem juros, além de contar também com parcelamentos mensais e mais longos com foco em ampliar conversão do varejista e aumentar acesso ao consumo.

Fundada em 2021, a Pagaleve é uma fintech brasileira especializada em meios de pagamentos, com soluções focadas em Parcelamento via Pix. A empresa conta com solução de parcelamento com análise de risco instantânea, “transação a transação”, que garante segurança para o lojista e maior acesso ao crédito ao consumidor. Com um modelo de negócios que recebeu o aporte de investidores estratégicos como Banco do Brasil, OIF Ventures, Sun Hung Kai & Co, Endeavor Catalyst, Salesforce Ventures e Founder Collective, a Pagaleve atende grandes nomes do varejo nacional e internacional como SHEIN, Cobasi, Hering, Farm, Reserva, consolidando-se como uma das infraestruturas de pagamento mais eficientes do ecossistema digital brasileiro.

Fonte: Banco do Brasil

BB iniciou contratações da linha Move Brasil – Entregadores e Motoapp

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O Banco do Brasil iniciou no dia 27 de julho a contratação de financiamentos de motocicletas, motonetas, ciclomotores e bicicletas elétricas novas, contribuindo para a renovação da frota, a redução dos custos operacionais e o aumento da produtividade, no âmbito do Move Brasil – Entregadores e Motoapp.

A linha de crédito contempla motociclistas e ciclistas que atuam em plataformas de transporte ou entrega há pelo menos 6 meses e que tenham realizado, no mínimo, 100 corridas ou entregas; mototaxistas, motofretistas e outros profissionais com contratos celetistas (CLT) que tenham carteira assinada há, pelo menos, 6 meses na mesma empresa.

É possível financiar 100% dos veículos de duas rodas, com prazo de pagamento de até 48 meses, incluída a carência de 2 meses. As taxas de juros são de 0,90% ao mês para mulheres; e 0,97% ao mês para homens.

A simulação e a contratação do financiamento podem ser realizadas nas agências e no app do BB, propiciando orientação, assessoria financeira, conveniência e comodidade aos clientes.

A solicitação inicial de cadastramento e verificação dos critérios de enquadramento dos profissionais interessados na linha do Move Brasil é realizada na plataforma oficial do programa (gov.br/movebrasil). Em até 5 dias úteis após o cadastro na plataforma, o participante é informado se atende ou não aos requisitos de elegibilidade.

Empresas – Financiamentos para Infraestrutura Sustentável

Além das condições de empréstimos destinadas aos motociclistas, o BB iniciou ainda a contratação no âmbito do Move Brasil Infraestrutura de Recarga. Nessa modalidade, os financiamentos são voltados para empresas que prestam serviços de carregamento de energia, locação de baterias, troca de baterias ou operação de infraestrutura de micromobilidade elétrica.

O limite é de até R$ 70 milhões por empresa, com prazo de pagamento de até 48 meses, incluída a carência de 2 meses, e taxa de juros de 0,98% ao mês. Os principais itens financiáveis passíveis de enquadramento contemplam estações de recarga; equipamentos para troca de baterias; sistemas de locação de baterias e capital de giro associado, de acordo com as especificações estabelecidas na regulamentação.

A relação completa dos bens financiáveis está disponível na lista de bens financiáveis do Move Brasil.

“Ao disponibilizar soluções de financiamento em condições competitivas e adequadas, inclusive considerando o uso de fundos garantidores, o Banco do Brasil reafirma o compromisso com o desenvolvimento sustentável, a inclusão produtiva e a ampliação do acesso ao crédito. Ao apoiar trabalhadores, empreendedores e empresas que integram a cadeia de mobilidade e logística urbana, o BB contribui para a geração de renda, a adoção de tecnologias mais eficientes e o fortalecimento de um ecossistema de mobilidade urbana sustentável em todo o País”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

Move Máquinas Agrícolas: BB inicia contratações com recursos da Finep

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Produtores rurais de todo o país já podem procurar o Banco do Brasil para financiar máquinas, equipamentos e implementos agrícolas inovadores de fabricação nacional por meio da linha Aquisição Inovadora – Programa Move Máquinas Agrícolas. Podem ser financiados até 100% do valor do bem, com limite de até R$ 30 milhões por beneficiário e prazo de pagamento de até 60 meses.

Anunciada durante a Agrishow, a iniciativa busca ampliar o acesso a tecnologias nacionais que contribuam para a modernização da produção agropecuária, o aumento da produtividade e a sustentabilidade no campo. O programa conta com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e os financiamentos contam com encargos de 7,12% a.a + TR, IOF zero, prazo de até 60 meses e pagamento em parcelas semestrais ou anuais.

“O Banco do Brasil quer ser o principal operador da linha de crédito, colocando sua capilaridade, expertise em crédito rural e proximidade com o produtor a serviço da inovação no campo. Essa iniciativa amplia o acesso a tecnologias nacionais e fortalece a competitividade, a produtividade e a sustentabilidade do agro”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

A linha permanecerá aberta durante a vigência da MP 1.374/26.

Fonte: Banco do Brasil

Gerente do BB lança livro sobre autonomia financeira das mulheres

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A gerente de relacionamento do Banco do Brasil, Patrícia Marins, lançou no dia 31 de julho, na Livraria Circulares, na 714/715 Norte, o livro Entre contas, talentos e sobrevivência – Transforme sua relação com o dinheiro e conquiste a liberdade financeira que você merece.

Para falar sobre o lançamento do livro e outros assuntos, a vice-presidente de Comunicação da ANABB, Sybelle Chagas, recebeu, no dia 30 de julho, as colegas do Banco do Brasil que sã lideranças dos grupos auto organizados: Adê Mire Ribeiro, da Dipes; a autora do livro Patrícia Marins, e Kelly Quirino, assessora da CRM Digital.

Patrícia Marins é formada em Matemática, especialista em finanças descoloniais, idealizadora da comunidade Mulheres Pretas nas Finanças e do podcast Preta Financeira. Sua página no Instagram, Finanças para Mulheres Pretas, reúne 31,3 mil seguidores. No Banco do Brasil, Patrícia exerce uma liderança fundamental no movimento BB Black Power.

“Ver esse livro encontrando tantas pessoas me fortalece e reafirma que vale a pena seguir construindo caminhos por meio da pesquisa, da educação e da transformação”, destacou Patrícia.

A ideia de ajudar mulheres pretas a crescerem financeiramente surgiu durante a pandemia, quando Patrícia participou de grupos de doações, ajudando pessoas, inclusive com apoio financeiro. O trabalho no Banco do Brasil também contribuiu para que a bancária encontrasse um caminho para auxiliar pessoas negras a prosperarem financeiramente.

“No banco, eu via o sorriso no rosto dos clientes negros ao cruzarem a porta e me encontrarem. Essa identificação é poderosa. Levei essa experiência para fora e percebi que mulheres negras com rendas altas sofrem com sentimento de culpa e de não pertencimento. Muitas vezes, o consumo de bens de luxo é uma tentativa de parecer igual para ser aceita. O meu trabalho é mostrar que o pertencimento vem da autonomia financeira, e não apenas da posse de um objeto”, explicou.

Ao longo das páginas do livro, Patrícia Marins compartilha experiências reais, reflexões sobre comportamento financeiro, histórias de mulheres negras e caminhos possíveis para construir a prosperidade sem abrir mão da própria identidade. Com uma escrita acessível, direta e humana, a obra conecta educação financeira, autoestima, ancestralidade e consciência social.

Fonte: ANABB

BB da Avenida da Integração em Petrolina encerra serviço de caixas eletrônicos

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As atividades da bateria de caixas da agência do Banco do Brasil, localizada na Avenida da Integração, em Petrolina, serão encerradas a partir do dia 18 de agosto, de acordo com informações do Sindicato dos Bancários de Petrolina e região. O encerramento das atividades de autoatendimento presencial do banco é visto como prejudicial pelo sindicato, que tem realizado protestos contrários à decisão do banco.

Em entrevista ao link Nossa Voz, o presidente do sindicato, Augusto Ribeiro, afirmou que a decisão pode prejudicar trabalhadores e clientes, especialmente aqueles que dependem dos serviços presenciais.

“Isso prejudica, sobremaneira, a clientela na questão do atendimento bancário diretamente na bateria. Fora isso, ainda tem a diminuição da das comissões, os cargos e também o próprio emprego. É diminuído o espaço para nossa categoria”, afirmou o presidente.

Ainda de acordo com Ribeiro, o fechamento dos caixas eletrônicos direciona os clientes ao uso de aplicativos o que, para ele, torna o atendimento inacessível para muitas pessoas.

“Cada vez mais prejudicando o atendimento, jogando todo mundo para aplicativos. Nem todo mundo sabe mexer com aplicativo. Até eu mesmo não sei mexer com aplicativo e joga toda essa população e clientes bancários para uma situação de dificuldade cada vez maior”.

Augusto Ribeiro destacou que essa também uma realidade em bancos privados de Petrolina, como Itaú e Bradesco que, segundo ele, recentemente, também encerraram seus serviços de caixa eletrônico de autoatendimento.

“Isso já está acontecendo aqui dentro da nossa cidade, com o Banco Itaú, com o Banco Bradesco. Então, o Itaú vizinho à prefeitura, já é uma agência de negócio, já não tem também bateria e também não tem caixas. Aqui no Bradesco da Souza Filho a gente chama a agência 1122, ela também é uma agência de negócio. Ela tinha três caixas e uma tesoura, uma tesouraria. Hoje não tem nem tesouraria nem caixa. Então, cada vez mais, prejudicando um bom atendimento, dificultando o relacionamento banco-cliente, os usuários e clientes bancários”, informou.

O presidente do sindicato elencou uma série de caixas eletrônicos de outros bancos, os chamados pubs, que teve o atendimento encerrado em Petrolina.

“Na Justiça Federal tinha um pub da Caixa Econômica já fechou. Na GRE tinha um pub do Bradesco fechou. No 5º BPM tinha um pub do Bradesco também fechou. Só trazendo constrangimento e diminuindo o atendimento ao público de de forma presencial”, disse.

Encerramento de serviços também é realidade em outros municípios

O presidente do Sindicato dos Bancários de Petrolina e região também ressaltou sobre o encerramento de serviços de caixas eletrônicos de autoatendimento em municípios vizinhos como Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e Afrânio. Segundo ele, a situação tem gerado um movimento maior de busca por serviços na agência central de Petrolina.

“Para vocês terem uma ideia, a agência Santa Maria, a agência Lagoa Grande, essas duas agências fecharam. A agência de Afrânio. Todos esses clientes dessas agências estão centralizados aqui na Dom Vital com um atendimento de um caixa só, um caixa para todo mundo. Então, no final e começo de mês, nós temos o pagamento de aposentados e pensionistas e traz uma dificuldade para atender esse público que dá dinheiro ao banco”, disse.

Sindicato busca negociação

Augusto Ribeiro informou que o Sindicato dos Bancários tem discutido o cenário em mesas de negociação da categoria, considerando que a situação recai, diretamente, sobre a manutenção de empregos nas agências.

“A gente está em mesa negociando exatamente a manutenção do emprego. A gente está com dificuldade. A gente quer que o cliente seja bem atendido. E aí quando a gente diminui um caixa, diminui uma uma bateria ou uma agência deixa de atender, há uma demanda reprimida para ser atendido em outra agência e aí sobrecarrega os colegas da outra unidade”, explicou.

Segundo ele, a negociação do sindicato ocorre em âmbito nacional junto à Federação Bancária do Brasil (Febraban), cobrando de todos os bancos a manutenção das agências. Além disso, Augusto Ribeiro destacou sobre a realização de manifestações.

“A gente fez no dia 28 uma manifestação nacional, reclamando é esse fechamento de unidades, esse fechamento de baterias de caixa, essa reestruturação que os bancos estão fazendo, notadamente, nos bancos federais que prejudica sobremaneira a nossa categoria”, afirmou.

O que diz o Banco do Brasil

Em nota enviada ao blog Nossa Voz, o Banco do Brasil disse que a Agência do Banco do Brasil está passando por um “processo de Centralização de Caixa, que prevê a desativação do atendimento presencial de caixa”.

O Banco informou que o atendimento negocial e a Sala de Autoatendimento (SAA) permanecem com operação normal, com terminais de autoatendimento disponíveis e orientou que os clientes que necessitarem de atendimento presencial de caixa devem se dirigir à agência 0963, localizada no centro de Petrolina. “Além desta, os clientes podem encontrar atendimento nas agências 0069, Juazeiro, ou 5749, Rio São Francisco, que também ficam na região”, disse a nota.

Na nota, o Banco do Brasil informou ainda que, de forma alternativa, os clientes também contam com atendimento via App, Internet Banking, Correspondentes Bancários e Central de Relacionamento pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades).

A redação do blog Nossa Voz também entrou em contato a Tecban, responsável pela gestão de caixas eletrônicos/bancos 24Horas e aguarda retorno.

Fonte: Blog Nossa Voz

Nubank, Itaú, Bradesco e BB lideram ranking de IA entre bancos da América Latina

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O Brasil é sede de sete das 20 instituições avaliadas pelo levantamento. O BTG Pactual aparece na sétima colocação, enquanto a Caixa Econômica Federal vem em 12.° lugar e o Banco Safra, em 17.°.

Segundo a pesquisa, o Nubank se destaca por ter uma das maiores concentrações de profissionais especializados em IA. Mais de 5% da força de trabalho da fintech atua em funções relacionadas a essa tecnologia, cerca de três vezes acima da média dos demais bancos da região.

O modelo conhecido como “Nuformer”, por exemplo, ajuda na modelagem de risco e concessão de crédito. A solução reduziu o risco de crédito em 70% em comparação aos modelos anteriores, lembra o levantamento.

“Há anos tratamos a IA como uma infraestrutura estratégica, incorporando-a à forma como desenvolvemos produtos, atendemos nossos clientes e operamos o negócio”, afirmou o diretor de tecnologia (CTO) do Nubank, Eric Young.

Na segunda posição, o Itaú tem o maior número absoluto de profissionais de IA entre os bancos avaliados. Também mobiliza investimentos em governança e mecanismos de controles voltados ao uso responsável da IA, ainda conforme o estudo.

O Bradesco, por sua vez, tem fortalecido capacidades tecnológicas internas e ampliado o uso de IA por meio de iniciativas como a plataforma Bridge e os assistentes BIA, ressalta a publicação. Iniciativas de análise de análise de crédito apoiadas por IA já contribuíram com mais de R$ 1 bilhão em receita adicional para o banco, segundo o relatório.

Já o Banco do Brasil, em quarto, tinha mais de 2 mil soluções de IA em produção até o primeiro trimestre, incluindo modelos de machine learning, IA generativa e agentes autonômos.

Confira a lista do Evident AI Index for Banks in Latin America:

Nubank
Itaú Unibanco (Brasil);
Banco Bradesco (Brasil);
Banco do Brasil (Brasil);
Credicorp (BCP) (Peru);
Bancolombia (Colômbia);
BTG Pactual (Brasil);
Intercorp (Interbank) (Peru);
Banco de Crédito e Inversiones (Chile);
Banorte (México);
Grupo Financiero Galicia (Argentina);
Caixa Econômica Federal (Brasil);
Banco Davivienda (Colômbia);
Banco de Bogotá (Colômbia);
Banco de Chile (Chile);
BAC (Costa Rica);
Banco Safra (Brasil);
Banco Pichincha (Equador);
Banco de la Nación Argentina (Argentina);
Banco del Estado de Chile (Chile).

Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

Associados aprovam alterações no Estatuto Social do Instituto ANABB

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O Instituto ANABB aprovou, em Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada na tarde desta terça-feira (4 de agosto), na sede da entidade, em Brasília (DF), a proposta de alteração do Estatuto Social, adequando e atualizando disposições relacionadas à estrutura, ao funcionamento e às competências da Diretoria Executiva e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, além de aspectos operacionais do Instituto.

Foram convocados à AGO pelo presidente do Conselho Deliberativo, Valmir Camilo, os associados em pleno gozo de seus direitos estatutários, ou seus representantes legais. A reforma estatutária foi aprovada por unanimidade entre os associados presentes.

O Instituto é responsável pela implementação das ações de responsabilidade social da ANABB, cujo vínculo é de instituidora e atual mantenedora da entidade, desenvolvendo iniciativas voltadas a comunidades em situação de vulnerabilidade e risco social.

Fonte: ANABB

BB anuncia redução de 90% no tempo das operações de câmbio com uso de IA

Publicado em: 30/07/2026

O Banco do Brasil (BB) anunciou que conseguiu reduzir em 90% o tempo médio para contratação de operações de câmbio por grandes empresas com o uso de agente autônomo de Inteligência Artificial (IA).

“A atividades que antes demandavam cerca de 40 minutos passaram a ser concluídas em aproximadamente quatro minutos”, ressalta o BB em comunicado à imprensa. Esse tipo de operação exige a análise de vários documentos e, por isso, levava mais tempo.

O Agente Autônomo de Câmbio do BB foi desenvolvido na plataforma Microsoft Foundry. A ferramenta automatiza a leitura, interpretação e consolidação dos documentos enviados pelos clientes, reunindo as informações necessárias para a formalização das transações.

Nas operações de câmbio do BB, a validação final continua sob responsabilidade das equipes especializadas do banco. “A iniciativa representa um avanço relevante na aplicação de inteligência artificial em processos financeiros complexos e altamente regulados”, ressalta o comunicado.

Com a evolução do agente de IA, o Banco do Brasil poderá ampliar o horário para recebimento de solicitações de operações de câmbio.

“A solução faz parte da estratégia do Banco de ampliar o uso de tecnologias avançadas em processos de negócio”, afirma o gerente geral da Unidade Inteligência Artificial e Analítica do Banco do Brasil, Rafael Rovani, na nota. Com a operação bem sucedida no câmbio, há a possibilidade também do uso de agentes de IA em outras atividades de retaguarda, especialmente aquelas que envolvem elevado volume de informações, processos complexos e requisitos rigorosos de conformidade, ressalta o executivo.
Ranking de IA

Bancos brasileiros lideram o primeiro ranking das instituições financeiras mais maduras na aplicação da Inteligência Artificial na América Latina, conforme índice compilado pela plataforma Evident. Nubank, Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil ocupam, respectivamente, as quatro primeiras posições da lista.

O Brasil é sede de sete das 20 instituições avaliadas pelo levantamento. O BTG Pactual aparece na sétima colocação, enquanto a Caixa Econômica Federal vem em 12º lugar e o Banco Safra, em 17º.

Segundo a pesquisa, o Nubank se destaca por ter uma das maiores concentrações de profissionais especializados em IA. Mais de 5% da força de trabalho da fintech atua em funções relacionadas a essa tecnologia, cerca de três vezes acima da média dos demais bancos da região.

Na segunda posição, o Itaú tem o maior número absoluto de profissionais de IA entre os bancos avaliados. Também mobiliza investimentos em governança e mecanismos de controles voltados ao uso responsável da IA, ainda conforme o estudo.

O Bradesco, por sua vez, tem fortalecido capacidades tecnológicas internas e ampliado o uso de IA por meio de iniciativas como a plataforma Bridge e os assistentes BIA, ressalta a publicação. Iniciativas de análise de análise de crédito apoiadas por IA já contribuíram com mais de R$ 1 bilhão em receita adicional para o banco, segundo o relatório.

Já o Banco do Brasil, em quarto, tinha mais de 2 mil soluções de IA em produção até o primeiro trimestre, incluindo modelos de machine learning, IA generativa e agentes autonômos.

Fonte: Mercado & Consumo