Brasil perde 37% das agências bancárias em dez anos; 638 cidades ficaram sem banco

Publicado em: 26/03/2026

O número de agências bancárias caiu 37% em dez anos no Brasil, indo para pouco mais de 14 mil, em meio ao avanço da tecnologia para realizar transações e à decisão dos bancos de cortar custos, muitas vezes deixando uma parcela da população sem atendimento.

Desde 2015, 638 municípios ficaram sem agência bancária, o que desassistiu 6,9 milhões de pessoas, segundo cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), com base em dados do Banco Central. São 2.649 municípios sem agências, o equivalente a 48% do total, ante 36% dez anos atrás. Em termos populacionais, isso afeta 9% dos brasileiros (19,7 milhões) atualmente, ante 3,4% na década passada.

O fechamento se intensificou com a pandemia e o lançamento do Pix, e quase 6.000 agências tradicionais foram encerradas. Enquanto isso, os bancos investiram mais no atendimento remoto de gerentes e na criação de agências-conceito, com serviços como consultoria de investimentos.

“Funcionários são desligados e a população é impactada. Sabemos que a tendência é digital, mas até chegar ao ponto de todas as pessoas serem digitais, é preciso dar condições de atendimento a quem não tem afinidade”, diz Edilson Julian, presidente do Sindicato dos Bancários de Marília e Região, no interior de São Paulo.

O sindicalista diz que, no início de cada mês, há filas antes da abertura das agências da região. Marília, que chegou a ter 50 unidades, hoje conta com 20. A entidade cita o exemplo da rural Oscar Bressane (SP), com 2.470 habitantes, que ficou sem ponto de atendimento físico e seus moradores precisam viajar cerca de 40 km até Marília para encontrar um banco.

“Os bancos estão ganhando cada vez mais dinheiro e deixando a população desassistida. Não é como se eles estivessem em dificuldade financeira” afirma Julian.

No Ceará, o fechamento está acelerado. Foram encerrados 117 locais desde 2022, aponta o Sindicato dos Bancários do estado. Só em 2025 foram 62.

De acordo com o presidente do sindicato, José Eduardo Rodrigues, há moradores que, além da falta de aptidão digital, carecem de um pacote de dados de internet que dê conta das transações pelo aplicativo.

“As economias locais sucumbem com a inexistência de um posto de atendimento bancário”, diz.

Para Tiago Couto, sócio-diretor da Peers Consulting + Technology, o fechamento de agências não é simplesmente uma redução de gastos dos bancos em tempos de juros e inadimplência em alta e competição com fintechs, cuja operação é mais rentável.

DIGITALIZAÇÃO

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), as instituições estão adequando suas estruturas à nova realidade do mercado, em que os canais digitais são preferidos pelo novo perfil do consumidor. “Atualmente, praticamente todas as operações bancárias podem ser feitas de forma eletrônica”, diz a entidade.

Na direção contrária estão os Estados Unidos, cujos maiores bancos seguem em expansão física dada a falta de tração das transações digitais. Em fevereiro, o JPMorgan Chase anunciou planos para abrir mais de 160 agências em mais de 30 estados, além de reformar outras 600 unidades neste ano. O objetivo é ir a novos mercados, “incluindo comunidades rurais e de baixa a moderada renda”.

Já no Brasil, com o Pix, ir ao banco pode parecer obsoleto. Porém, muitas transações e contratações ainda são feitas presencialmente. Em 2024, 27% dos pagamentos de contas, 14% das contratações de investimento e 5% das transações foram feitos por canais físicos, aponta levantamento da Deloitte em parceria com a Febraban.

Todo mês, Célia Moura, 60, leva seu pai de 89 anos ao banco para sacar a aposentadoria. “Ele prefere gastar em dinheiro porque não tem cartão de crédito, não tem Pix, nada dessas coisas de celular, internet, computador. É só na agência física.”

Há ainda serviços cujo volume aumentou nas agências em relação ao ano anterior. A contratação de crédito subiu 11%, indo a 45 milhões de operações, e a de seguros teve alta de 6%, para 55,5 milhões.

Segundo a Deloitte, a procura pelo atendimento presencial se deve à complexidade de alguns produtos, o que reforça o papel consultivo das agências. “Para muitos clientes, a possibilidade de esclarecer dúvidas, obter orientações claras e estabelecer uma relação mais próxima com um especialista permanece como algo essencial.”

Outro fator é o medo de golpes e fraudes, especialmente envolvendo altos valores, e a dificuldade com a tecnologia.

“Não sei lidar muito bem com aplicativos, internet. Na agência, retiro dinheiro no caixa, pago algum boleto que não posso deixar em débito automático e faço a prova de vida da pensão que recebo”, diz Débora Bordoni, 80. A professora aposentada conta que resolve muitas pendências via WhatsApp, conversando com sua gerente.

Apesar disso, a maior parte das operações migra para os canais digitais. Em 2024, 75% das transações bancárias foram via celular.

Essa demanda pelo aplicativo e fuga das agências levaram os bancos a aumentar o investimento em tecnologia e acelerar o fechamento dos postos físicos. Somando aluguel, segurança, funcionários e manutenção, a maioria das agências não se paga.

“Transportar dinheiro custa uma fortuna. Tínhamos receita com conta-corrente e anuidade de cartão [de crédito], que hoje caiu. Na hora de fazer todo esse processo, você deixa de pagar a conta. Por isso que tem de afunilar no digital, não tem alternativa. E tem tecnologia para isso”, disse Marcelo Noronha, CEO do Bradesco, à Folha em fevereiro. Segundo Noronha, é difícil uma agência ser rentável em cidades abaixo de 20 mil habitantes.

“É inegável que o fechamento de agências é um dos componentes mais interessantes para a redução de custo dos bancos. Não é algo que deve desacelerar, mas é preciso ter cuidado na velocidade para não desatender”, diz Eduardo Carlier, codiretor da Azimut Brasil, gestora de patrimônio, que avalia ativos, como ações de bancos, para investimento.

Para Rosângela Vieira, economista do Dieese que atua no Sindicato dos Bancários de São Paulo, a política de fechamento de agências afeta sobretudo a população idosa e periférica, “ao ampliar dificuldades de acesso ao crédito e potencialmente aumentar a exposição a golpes e fraudes em ambientes digitais”.

Os bancos têm preferido abrir pontos de atendimento mais especializados, para atrair a parcela da população que tem investimentos e faz negócios rentáveis.

“Mais do que gestão de custo, é uma mudança que reflete o hábito dos consumidores. Grandes bancos já estão na transformação digital há um tempo e têm agência mais como ambiente de construção de negócios e menos de transação, com pagamento de conta e saque. Fechar agência não é necessariamente a alavanca para competir com banco digital, e sim ter a jornada centralizada no cliente”, afirma Tiago Couto.

IMÓVEIS FICAM VAZIOS

O mercado imobiliário é impactado, pois geralmente são imóveis comerciais grandes, de baixa demanda. Fechados por meses e até anos, podem ser alvos de vandalismo e invasões.

“São agências com mais de 1.000 metros quadrados desativadas, especialmente de bancos privados, no centro histórico. Dificilmente há empresas que ocupam espaços tão grandes”, afirma Adriano Leocadio, secretário de Finanças e Gestão de Santos, um dos municípios que mais perdeu postos em 2025, com 14 fechamentos.

Agora, são 80 agências e postos de atendimentos em Santos, que tem a maior concentração de idosos entre as grandes cidades. “Há reclamação por parte considerável dos idosos, mas eles estão se adequando a essa nova realidade”, diz Leocadio.

Em São José do Rio Preto (SP), que perdeu 11 agências no ano passado, a prefeitura trabalha em um plano de revitalização do centro, com isenção de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) para proprietários que reformarem e derem destinação a imóveis fechados ou abandonados.

“No geral, somando as duas principais avenidas da área central da cidade, temos mais de cem imóveis fechados, entre agências bancárias e comércios em geral”, afirma Mario Welber, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de São José do Rio Preto.

BANCOS INVESTEM EM AGÊNCIA-CONCEITO, E CAIXA NÃO TEM REDUÇÃO

BRADESCO
Muitos gerentes de agências que fecham são realocados e recapacitados para seguir atendendo clientes, mas de forma remota. O Bradesco investe para transformar pontos estratégicos em unidades do Principal, nova linha voltada à alta renda, com atendimento semelhante ao de uma butique de investimentos. Esse cliente paga anuidade no cartão de crédito e taxas sobre investimentos.

SANTANDER
No Santander, há dois anos, alguns funcionários que atendem pequenas empresas foram deslocados para ir atrás dos clientes, o que, segundo o banco, tem gerado melhores resultados e mais receita.

“Essa turma não tem mesinha e cadeirinha na agência. Essa turma tem um laptop, um iPad e fica o dia inteiro fazendo visita. Com isso, eu tenho o banco que sai do banco e está na rua, na casa do cliente, que tem uma potência muito maior”, disse Mario Leão, CEO do Santander, ao comentar o balanço do banco de 2025.

Dos grandes bancos, a instituição é a que tem menos presença física: 17 das agências mantidas são WorkCafé, coworking misturado com escritório de investimento, em que clientes e não clientes podem trabalhar e aproveitar a cafeteria.

BANCO DO BRASIL
O Banco do Brasil tem estratégia semelhante com o .BB (Ponto BB). Em 2024, transformou a agência Marco Zero do Recife (PE). Com robô como recepcionista, tablets, atendentes presenciais e online, caixas eletrônicos, loja e área para palestras e eventos, o local perdeu a cara de agência. O BB é a instituição com mais agências físicas (3.955) e recentemente inaugurou um segundo Ponto BB em Belém (PA).

“Só em 2025 foram 504 obras, melhorando a ambiência e o conforto da rede de agências naquelas praças em que o cliente ainda vai muito ao banco”, disse Tarciana Medeiros, CEO do BB, ao comentar o resultado da instituição.

ITAÚ UNIBANCO
O Itaú Unibanco inaugurou neste ano o Espaço Uniclass, voltado a clientes do varejo, na avenida Paulista, em São Paulo. Aberto ao público em geral, há atendimento especializado e orientação financeira, espaço para eventos, loja com produtos Itaú, Stanley e Decolar, além de um café da Biscoitê.

Diferente das agências tradicionais, que funcionam das 10h às 16h, os serviços bancários da unidade vão até 19h. Já a loja também funciona aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h.

“O varejo bancário está passando por uma grande transformação, em que as pessoas buscam por mais simplificação, autonomia digital e orientação qualificada com apoio humano para decisões complexas”, afirma Beatriz Couto, diretora do Itaú Uniclass.

CAIXA
A Caixa Econômica Federal teve a menor redução dentre os grandes bancos. Desde 2019, a rede de atendimento caiu 5%. Com programas governamentais para a baixa renda e financiamento imobiliário, o banco não fala em reduzir a presença física.

A instituição diz investir no digital e em modelos de atendimento especializado. Para este ano, o foco é estruturar a Plataforma Empresas, unidades para pessoas jurídicas. “A Caixa atua continuamente na otimização da rede de atendimento, tendo como foco adequar a estrutura à demanda dos clientes, assegurando atendimento presencial onde é essencial, mantendo a capilaridade em todas as regiões do país.”

Fonte: Folha de S.Paulo

Tesouro e BB avançam em testes e Tesouro Reserva deve ser lançado em abril

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O Tesouro Reserva, novo título do Tesouro Direto que deve concorrer com a poupança, já começou a ser oferecido a alguns clientes do Banco do Brasil em fase de testes, e seu lançamento para toda a clientela deve ocorrer em abril, informou hoje o BB. “Os últimos ajustes estão sendo concluídos com um grupo restrito de clientes”, disse o banco em nota. “A previsão é que esta nova modalidade esteja disponível para todos os correntistas ao longo do mês de abril”, acrescentou.

Segundo o banco, a compra do Tesouro Reserva será realizada mediante pagamento via Pix e a venda via crédito na conta do cliente no BB, “tudo realizado no app Investimentos BB, na opção Tesouro Direto”.

A expectativa inicial era que o lançamento ocorresse ainda em março. No balanço do Tesouro Direto de fevereiro, divulgado nesta terça-feira (24), o Tesouro informou que começou no mês passado a venda do novo título, com um total simbólico de R$ 100 mil vendidos.

O Tesouro Reserva vai permitir aplicações a partir de R$ 1,00 e resgates em qualquer horário e dia da semana, sem marcação a mercado e corrigido pela taxa Selic. O título vai funcionar quase como uma conta remunerada e deve concorrer com a caderneta de poupança, com as caixinhas e cofrinhos dos bancos, com fundos DI e com o próprio Tesouro Selic.

Segundo Mário Perrone, head de Captação e Investimentos do BB, os testes estão sendo feitos em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional e a B3. “O BB está disponibilizando em seu app de investimentos a negociação do novo título Tesouro Reserva”, diz. Ele destaca que será um investimento simples, com horário de movimentação estendido e valores baixos de entrada que possibilitam a inclusão de milhares de brasileiros no mercado financeiro e que ampliam o acesso para quem deseja formar uma reserva de emergência ou diversificar seus investimentos.

Porta de entrada

O Tesouro Reserva é uma das iniciativas bastante positivas do Tesouro, afirma Mayara Rodrigues, analista de Renda Fixa da XP Investimentos. “O Tesouro já tem o Renda Mais, o Educa Mais e o Reserva vai ser bem importante porque o Tesouro Direto é o primeiro contato com o investimento além da poupança”, diz.

Segundo ela, o Tesouro Direto vem buscando criar aplicações de acordo com os objetivos do investidor e o Reserva deve ser uma porta de entrada que vai se comparar com o CDB diário, com rentabilidade muito parecida com Tesouro Selic, mas com maior flexibilidade. “Ele terá benefícios além do que já existia no próprio Tesouro Direto”, diz. Ela lembra, porém, que para um portfólio mais completo será interessante fazer uma diversificação com outros investimentos.

Mayara lembra que o investidor brasileiro ainda é muto focado em poupança e o novo título vai ter um papel importante em termos de educação financeira para a população. “O próprio Tesouro fazendo esse marketing é importante porque, historicamente, a poupança, que costuma ser a reserva financeira de grande parte da população, rende abaixo de praticamente qualquer outro título do mercado”, lembra.

Alguns títulos, como as LCAs e LCIs, hoje têm prazos mínimos de três meses, o que limita sua liquidez, lembra Mayara, mas olhando além desses prazos, a poupança deixa muito a desejar em termos de rentabilidade, compara.

Para ela, dado esse passo inicial de educação financeira e informação para a população, será preciso pensar na diversificação de ativos. E o Tesouro tem um papel importante na educação e na democratização dos investimentos. “O investidor compra o Tesouro Reserva e depois olha outro título e isso reforça a educação financeira”, diz Mayara.

“É uma excelente porta de entrada, mas investidor tem de se educar para não cair em armadilhas, mesmo no Tesouro Direto”, alerta. Para isso, ele precisa entender a diferença entre os diversos títulos oferecidos, seus prazos, os impactos da marcação a mercado e a oscilação de preços. “O Tesouro Direto é uma excelente porta de entrada, mas o investidor precisa continuar nessa agenda de educação financeira”, acrescenta.

Vantagens e alertas

Na comparação entre os investimentos, Mayara diz que o Tesouro Reserva vai ter vantagens sobre seu similar, o Tesouro Selic, com um valor mínimo de aplicação menor e resgates mais flexíveis.

Já em relação ao CDB diário, seu rendimento deve ser muito similar, mas pode haver um complicador que é a facilidade do investimento, mesmo com a possibilidade de uso do PIX nas movimentações. “O Tesouro Reserva vai ser em outra plataforma, do Tesouro Direto, que é diferente de um CDB que já está integrado na conta do cliente”, diz.

O mesmo vale para outros tipos de aplicação oferecidos pelos bancos e fintechs, como as caixinhas e cofrinhos, também conectados com a conta corrente.

Mas, em relação à poupança, o Tesouro Reserva deve ser mais competitivo e pode haver migração das cadernetas para o novo título. “Já estamos observando isso, a poupança vem perdendo depósitos enquanto crescem as aplicações em CDBs, títulos bancários e no Tesouro Direto”, diz.

Isso pode ser intensificado com Tesouro Reserva e todo o esforço do governo em marketing e incentivo para o novo título. “O Tesouro Reserva vai concorrer diretamente com a poupança, mas nos outros investimentos a facilidade de uso vai ser fator chave para o sucesso”, conclui.

Fonte: Infomoney

BB apoia MMA a neutralizar emissões de gases de efeito estufa da COP15

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O Banco do Brasil será responsável pela neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), que acontece de 23 a 29 de março de 2026, em Campo Grande (MS). A iniciativa reforça o compromisso da instituição com a agenda climática e com o apoio a eventos internacionais estratégicos para a conservação do meio ambiente e da biodiversidade.

O evento, liderado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), reúne cerca de 2 mil participantes de diversos países, entre representantes de governos, organismos internacionais, comunidade científica e sociedade civil, para debater medidas globais de proteção às espécies migratórias e seus habitats.

A neutralização das emissões da COP15 é resultado de negociação institucional entre o Banco do Brasil e o MMA, como forma de apoiar a realização da conferência e fortalecer práticas alinhadas à sustentabilidade e o combate às mudanças climáticas. A pegada de emissões do evento é estimada entre 2,5 mil toneladas e 3 mil toneladas. O número final é aferido a partir da quantidade exata de participantes, ao final do evento, além de cruzar dados sobre a distância percorrida por eles da origem ao local do evento e sobre o meio de transporte utilizado, consumo de energia, entre outros fatores.

A compensação será realizada por meio de créditos de carbono autorizados no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Os créditos fazem parte do portfólio de negócios do Banco do Brasil e são gerados por projeto de energia solar, assegurando a neutralização integral da pegada de carbono do evento.

“As espécies migratórias são fortemente impactadas pela crise climática, que prejudica suas rotas de deslocamento e habitats. O principal objetivo da COP15 é a proteção desses animais fundamentais para o equilíbrio ecológico de nosso planeta. Por isso, neutralizar o contingente de emissões gerado durante a conferência é medida prioritária para o Governo do Brasil, comprometido com o enfrentamento à mudança do clima em todas as suas frentes”, destaca o secretário-executivo do MMA e presidente da COP15, João Paulo Capobianco.

Para José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, a parceria com o MMA reforça o papel estratégico da atuação do Banco do Brasil em reduzir a pegada de carbono em todas as frentes. “Nós apoiamos diversos projetos ligados ao mercado de carbono que possuem ativos ambientais com qualidade e integridade, além de assessorar clientes na elaboração de inventários de emissões, em planos de descarbonização e estratégias de compensação. O BB também opera mesa de créditos de carbono própria, lançada durante a COP30, que já realiza operações tanto com créditos próprios quanto de terceiros, inclusive para a neutralização de eventos corporativos como este”.

Atualmente, o Banco do Brasil apoia o desenvolvimento de diversas metodologias de geração de créditos de carbono, como agricultura de baixo carbono (ALM), preservação florestal (REDD+), Reflorestamento (ARR), Biogás e Energia Renovável, entre outros. Os projetos apoiados reduzem cerca de 3,6 milhões de toneladas de GEE por ano. Além disso, o BB atingiu 1,4 milhão de hectares preservados e/ou reflorestados por meio de projetos de carbono de REDD+ e ARR. O objetivo é alcançar 2 milhões de hectares até 2030, conforme divulgado nos Compromissos BB 2030 para um Mundo mais Sustentável.

Fonte: Banco do Brasil

TJMT e BB firmam cooperação para ampliar conciliação e renegociação de dívidas

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Com o objetivo de ampliar a conciliação e a mediação de conflitos em todo o estado, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), firmou o Termo de Cooperação Técnica nº 2/2026 com o Banco do Brasil S.A.. A iniciativa busca reduzir a judicialização de conflitos entre a instituição bancária e seus clientes, incentivar acordos e ampliar o acesso da população à justiça.

O acordo prevê a realização de mutirões temáticos de conciliação e mediação, tanto em processos já em andamento, quanto em demandas pré-processuais, abrangendo conflitos de natureza cível, empresarial e consumerista. Entre os principais objetivos estão a renegociação de dívidas, a prevenção de litígios e a promoção de soluções consensuais mais rápidas e eficazes.

De acordo com o presidente do Nupemec, desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, a parceria tem caráter amplo e deve impactar diferentes áreas. “É um acordo que contempla várias finalidades, como direito do consumidor, recuperações judiciais no agronegócio e contratos bancários. A partir dele, teremos mutirões em diversas frentes, incluindo demandas do agro, relações de consumo e parcerias agrícolas, com alcance em todo o estado”, destacou.

O magistrado também ressaltou a relevância da iniciativa em Mato Grosso, onde o agronegócio possui forte presença econômica. Segundo ele, a expectativa é de que a parceria estimule outras instituições financeiras a adotarem medidas semelhantes, ampliando o uso de soluções consensuais.

Pelo lado do Banco do Brasil, o gerente jurídico regional, Marcelo Guimarães Marotta, enfatizou que a cooperação fortalece a atuação conjunta com o Judiciário na resolução de conflitos.

“Essa iniciativa contribui para a redução da litigiosidade e para a pacificação social. Temos muitas demandas, especialmente nos Juizados Especiais e também no agronegócio, envolvendo renegociação de dívidas e recuperação judicial. O banco já possui estrutura para negociação e, com essa parceria, poderemos ampliar as soluções consensuais também no âmbito judicial”, afirmou.

Como funcionará na prática

O termo estabelece que o Banco do Brasil deverá identificar previamente os casos com potencial de acordo e encaminhá-los aos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs). A instituição também se compromete a enviar representantes com autonomia para negociação durante as audiências, o que deve aumentar as chances de resolução rápida dos conflitos.

Já o Nupemec ficará responsável por organizar os mutirões, indicar os Cejuscs competentes e garantir a estrutura necessária para a realização das sessões de mediação e conciliação, sejam elas presenciais ou virtuais.

Benefícios para a população

A parceria tem como foco oferecer soluções mais rápidas, reduzir custos e evitar o prolongamento de processos judiciais. Além disso, busca facilitar a renegociação de dívidas, especialmente em contextos de crise financeira, contribuindo para a recuperação econômica de pessoas físicas, empresas e produtores rurais.

Outro ponto previsto é o incentivo à cultura do diálogo, com ações de conscientização sobre os benefícios da conciliação, além da capacitação contínua de mediadores judiciais.

O Termo de Cooperação tem vigência por prazo indeterminado e abrange todo o estado de Mato Grosso.

Fonte: Tribunal de Justiça do Mato Grosso

Banco do Brasil anuncia novo gerente geral da Tesouraria Global

Publicado em: 20/03/2026

O Banco do Brasil anunciou a indicação de Tiago Cruz Alexandre para o cargo de gerente geral da Unidade de Tesouraria Global, sediada no Brasil. O executivo assume a posição com a missão de fortalecer a atuação estratégica da Tesouraria em um ambiente de mercado cada vez mais dinâmico, ampliando a sofisticação das operações, a disciplina financeira e a geração de valor para o conglomerado BB. A atuação da área tem foco crescente em soluções que tornem a Tesouraria cada vez mais próxima e relevante na vida dos clientes do Banco do Brasil.

De acordo com o vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, Francisco Lassalvia, a nomeação reforça a estratégia do Banco do Brasil de alinhar perfis de liderança altamente qualificados às áreas essenciais do negócio. “No caso da Tesouraria Global, a expectativa é evoluir continuamente seu papel institucional, aproximando-se ainda mais das áreas de negócio e dos clientes do BB, contribuindo para soluções financeiras mais eficientes, inovadoras e alinhadas às necessidades reais do mercado, fortalecendo o protagonismo do Banco do Brasil no cenário financeiro global”, destaca o vice-presidente, que lidera o setor.

O novo gerente da Tesouraria Global do BB, Tiago Cruz Alexandre, diz que a atuação coordenada das equipes de diversos setores do Banco é um elemento central para ampliar a geração de valor e consolidar a presença do Banco do Brasil no mercado financeiro internacional. “Assumo a liderança da Unidade de Tesouraria Global com o compromisso de fortalecer seu papel institucional e aprofundar a integração com as demais áreas do Banco do Brasil. Nosso foco será a evolução contínua da gestão de riscos, capital e liquidez, além do desenvolvimento de soluções financeiras cada vez mais eficientes, competitivas e alinhadas à estratégia do Banco”, complementa.

Com 17 anos de trajetória no Banco do Brasil, Tiago Cruz já atuou em posições estratégicas no Brasil e no exterior. Antes de assumir a Tesouraria Global do BB, ele estava baseado em Londres, onde atuou como Diretor da BB Securities Limited. Também exerceu funções como head da mesa de renda fixa externa na Diretoria de Finanças, gerente de soluções na Unidade de Captações e Investimentos do BB e também já atuou como gerente de Negócios Digitais do BB na Califórnia, acumulando experiência em mercados globais, gestão de riscos, investimentos, derivativos e estratégia de negócios.

Tiago Cruz é graduado em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), possui MBA em Finanças pelo Ibmec e Mestrado em Finanças Internacionais (MSc) pela University of Reading, no Reino Unido, além de formação no Programa de Executivos de Stanford, nos Estados Unidos. Seu perfil técnico é complementado por um conjunto de competências que inclui gestão de riscos, investment banking, investimentos, derivativos e estratégia empresarial.

Fonte: Banco do Brasil

BB aumenta investimentos em capacitação e certificação profissional

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A transformação tecnológica e regulatória no sistema financeiro tem ampliado a demanda por profissionais mais qualificados no setor bancário. O Banco do Brasil vem fortalecendo sua estratégia de desenvolvimento de pessoas e ampliando de forma consistente os investimentos em capacitação e certificação profissional de seus funcionários. Só no último ano, 97,74% dos funcionários do BB participaram de programas de treinamento e desenvolvimento, nas modalidades autoinstrucional, presencial e on-line ao vivo.

Ao longo do ano, foram registradas mais de 3 milhões de horas de capacitação, com uma média de 149,73 horas de treinamento por funcionário, reforçando o compromisso do Banco com a aprendizagem contínua entre os principais eixos de capacitação, destacam-se tecnologia, inteligência artificial e metodologias ágeis, além de temas como prevenção a fraudes, segurança nos negócios e compliance, agronegócio, governança e gestão ASG e também sobre gestão e liderança feminina.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a procura por certificações e capacitações para o setor bancário, voltadas aos profissionais do setor financeiro e interessados de outras áreas, cresceu 25% em 2025, alcançando no ano o maior volume já registrado na série histórica. Desde 2020, o crescimento foi de 34,4%, segundo a Febraban Educação, escola de negócios e finanças da Febraban, especialmente em áreas específicas, como ouvidoria, suitability, agro, mercado financeiro, cooperativas, controles internos e prevenção a fraudes.

O gerente executivo de gestão da cultura e de pessoas do BB, Rodrigo Quintiliano, destaca o foco em escala de capacitações, além da atuação para fortalecimento da cultura organizacional da empresa para impactar positivamente nos negócios.

“A transformação tecnológica e regulatória do sistema financeiro exige profissionais cada vez mais preparados. No Banco do Brasil, investir de forma contínua na capacitação e na certificação dos nossos funcionários é uma decisão estratégica, que garante a qualidade do atendimento, a solidez do negócio e a nossa capacidade de gerar valor sustentável para a sociedade”, diz Quintiliano.

“Além das formações internas, o Banco do Brasil incentiva seus profissionais a obterem certificações reconhecidas pelo mercado, tanto obrigatórias quanto voltadas à diferenciação profissional. Em 2025, o BB alcançou a marca de mais de 45 mil funcionários da rede de atendimento BB com certificações regulatórias, como as de investimentos da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)”.

Fonte: Monitor Mercantil

BB reforça consultoria e agências para disputar investidores com fintechs: “cliente quer contato humano”

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Com novas agências, atendimento consultivo e foco em clientes de alta renda, BB busca ampliar relacionamento financeiro e ganhar espaço no mercado de investimentos.

A estratégia do Banco do Brasil (BBAS3) quer reforçar a proximidade com o cliente em um momento em que bancos digitais e corretoras independentes ampliam a disputa por investidores envolve combinar tecnologia, atendimento especializado e presença física em um modelo híbrido – que mistura canais digitais e presenciais – para fortalecer o relacionamento financeiro e ampliar o espaço no mercado de investimentos.

No dia 5 de março, o E-Investidor acompanhou, em Belém (PA), a inauguração de um novo Ponto BB e da primeira Casa Estilo do País, iniciativa focada no público de alta renda, em empresas e no agronegócio. Durante o evento, executivas do banco afirmaram que uma das prioridades para 2026 é tornar o atendimento ao investidor mais próximo e acolhedor, oferecendo consultoria financeira mais estruturada e integrada entre diferentes segmentos de clientes.

Segundo Larissa Novais, diretora de clientes pessoa física do banco, a estratégia parte da constatação de que o perfil do consumidor mudou e hoje ele combina autonomia digital com busca por orientação especializada.

Barbara Freitas, gerente-geral da unidade de atendimento, explica que “nos canais digitais os clientes buscam muito o autosserviço e as transações do dia a dia”. “Já no canal presencial, como as agências, vemos um movimento cada vez maior voltado para negócios e assessoria financeira. Quando o cliente quer falar de operações mais estruturadas, ele valoriza muito o contato humano”, afirma.

Estratégia usa agências como centros de consultoria

A mudança no comportamento do investidor também ajuda a explicar a reformulação das agências bancárias. Em vez de espaços focados apenas em operações bancárias, o banco quer transformar esses pontos físicos em centros de relacionamento e orientação financeira. Nesse contexto, surgem os chamados Pontos BB, que combinam atendimento bancário com parcerias comerciais e experiências para clientes.

“As parcerias ajudam a oferecer uma experiência mais completa para o cliente e transformam a agência em um ponto de encontro”, afirma Freitas. “ Além disso, quando você compartilha o espaço físico com parceiros, consegue uma gestão mais eficiente daquele ponto”, complementa.

Segundo ela, em algumas localidades o modelo já permite dividir custos operacionais com empresas parceiras. “Dependendo da parceria, até 25% do custo do imóvel pode ser compartilhado”, diz. O sistema é chamado de “win-win” (ganha-ganha) pelas executivas, melhora a experiência do cliente e traz mais fluxo para a agência e ainda aumenta a eficiência.

O banco já testa esse modelo em algumas unidades. Um dos pilotos citados por Bárbara Freitas envolve uma parceria com a Cacau Show em uma agência na região da Faria Lima, na Capital paulista.

Integração entre pessoa física e empresas

Outra frente da estratégia envolve integrar melhor o atendimento de clientes pessoa física (PF) e pessoa jurídica (PJ), algo que o banco considera como potencial relevante de geração de negócios. Segundo Novais, muitos clientes já mantêm relacionamento com o BB nos dois perfis, mas a instituição vê espaço para ampliar essa conexão dentro das agências.

Testes realizados pelo banco indicam que essa abordagem pode aumentar significativamente o potencial de receita. Em um piloto realizado com dirigentes que possuem contas como PF e PJ, o banco observou um aumento expressivo no desempenho comercial.

“Observamos um incremento de margem de 70% na pessoa jurídica quando há integração no atendimento e no relacionamento. Isso mostra que existe um espaço grande para crescer nessa frente”, afirma Novais.

Competição com fintechs e plataformas digitais

A estratégia também responde a um ambiente de competição crescente no sistema financeiro, marcado pela expansão de fintechs e plataformas digitais de investimento. “A gente costuma dizer que somos uma fintech de mais de 200 anos. Apesar da nossa longevidade, inovamos todos os dias”, explica a diretora de clientes.

Hoje, segundo a executiva, o banco já possui uma base significativa de clientes digitais. Apenas no último ano, cerca de 3,7 milhões de contas foram abertas digitalmente e em menos de 5 minutos por cliente.

Freitas acrescenta que o app do BB já concentra grande parte da interação com os correntistas. “Temos 35 milhões de clientes que usam canais digitais e chagamos a ter 12 milhões acessando o aplicativo do banco em um único dia”, diz.

Para ela, o diferencial competitivo está justamente na combinação entre tecnologia e relacionamento humano. “Mesmo o cliente que é 100% digital, quando precisa tomar uma decisão importante de investimento, muitas vezes quer conversar com alguém e ter orientação”, afirma.

A corrida do BB pela “principalidade” na alta renda

No centro do Banco do Brasil está um indicador acompanhado de perto chamado “principalidade“. Basicamente, é utilizado internamente para medir o grau de relacionamento financeiro que um cliente mantém com o banco. Segundo Larissa Novais, diretora de clientes pessoa física da instituição, o indicador reflete quando o cliente concentra no banco a maior parte do seu fluxo financeiro, como recebimento de salário, movimentação de conta, crédito e investimentos.

“A principalidade é um indicador que a gente sempre quer crescer”, afirma a diretora.

Na prática, quanto maior a principalidade, maior também tende a ser a rentabilidade do relacionamento. Isso ocorre porque o banco passa a concentrar diferentes produtos financeiros do mesmo cliente – como investimentos, cartões, crédito e seguros – aumentando a recorrência de receitas.

Uma das frentes para impulsionar esse indicador está no segmento de alta renda, considerado estratégico para a expansão da base de investidores. Entre as iniciativas está o lançamento da Casa Estilo, um espaço dedicado a clientes de maior patrimônio e investidores, além de novos produtos voltados a esse segmento.

“Na estratégia para alta renda acabamos de lançar um cartão premium (o Altus Liv, lançado no final de 2025) e já cresceu mais de 33% na quantidade de clientes com esse produto, que têm um faturamento muito maior. No total, o faturamento dessa frente cresceu mais de 20%”, afirma a executiva.

O banco também criou um novo subsegmento voltado a investidores com patrimônio mais elevado. Chamado de High Estilo, o modelo é direcionado a clientes com pelo menos R$ 1 milhão em investimentos, oferecendo atendimento personalizado. “Hoje já temos 185 mil clientes nesse novo modelo de relacionamento”, afirma Novais.

O banco pretende ampliar em cerca de 25% o número de clientes do segmento Estilo até 2029, com a expansão iniciada em 2025.

“Já crescemos cerca de 6% na base Estilo em 2025 e a estratégia continua para os próximos anos”, diz a diretora.

Crédito do trabalhador puxa varejo do Banco do Brasil

Ao mesmo tempo, o banco busca ampliar o relacionamento com clientes de outros perfis, incluindo o público de varejo. Uma das apostas nessa frente é o chamado crédito do trabalhador, que ganhou força nos últimos anos e deve continuar sendo expandido com apoio de modelos analíticos.

Segundo Novais, o banco vem utilizando cruzamento de dados entre empresas e clientes para aumentar a precisão da concessão de crédito. O BB está tornando o processo mais cauteloso utilizando inteligência de dados aplicada à análise de crédito. Basicamente, o sistema cruza informações de diferentes fontes para entender o perfil financeiro do cliente, seu histórico de relacionamento com o banco e seu comportamento ao longo do tempo.

Na prática, os modelos analisam dados como movimentação financeira, histórico de crédito, pontualidade nos pagamentos, nível de endividamento, renda, relacionamento com o BB e variáveis econômicas mais amplas. Esses dados são tratados por modelos estatísticos e de inteligência artificial que identificam padrões, riscos e oportunidades, ajudando o BB a avaliar a capacidade de pagamento e a oferecer condições mais adequadas a cada cliente.

“Isso permite ampliar o público com segurança e crescer também nesse segmento”, explica.

Lembrando que: o BB confirmou que toda a análise é realizada conforme a legislação vigente e não substitui a governança e nem as políticas de crédito.

Outro grupo considerado estratégico para elevar a principalidade contém os chamados proventistas, clientes que recebem salário pelo banco. Atualmente, cerca de 11,3 milhões de clientes se enquadram nessa categoria. “Esses clientes, em geral, já têm muita principalidade conosco, porque o fluxo financeiro deles está no banco. Então também é nossa estratégia ampliar cada vez mais o relacionamento com esses clientes e trazer mais proventistas para a nossa base”, explica Larissa Novais.

A estratégia do Banco do Brasil (BBAS3) é que essa combinação entre tecnologia, consultoria e presença física mais estruturada ajude a fortalecer o relacionamento com investidores e a disputar espaço em um mercado cada vez mais concorrido. (Estadão)

Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

BB diz ao TCU que não tem estudos ou discussões sobre federalizar BRB

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O Banco do Brasil afirmou ao Tribunal de Contas da União (TCU), em documento produzido nesta semana, que não tem estudos ou discussões, concluídos ou em andamento, sobre a possibilidade de ‘federalizar’ o Banco de Brasília (BRB).

Segundo o ofício enviado ao órgão na quarta-feira (11), o banco não tem estudos, notas técnicas, grupos de trabalho, deliberações internas ou outro ato preparatório relacionados a qualquer intenção de assumir o controle do BRB.

O texto é uma resposta ao pedido do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, que abriu prazo de 15 dias para que bancos públicos federais e o Ministério da Fazenda indicassem se chegaram a cogitar ou analisar uma possibilidade de “federalização” do Banco de Brasília (BRB).

O prazo ainda está em aberto e, até a publicação desta reportagem, outros órgãos ainda não tinham respondido.

Entenda

O BRB tenta recompor e melhorar a qualidade de seu patrimônio, abalado por uma série de transações malsucedidas com o Banco Master – cujas irregularidades foram reveladas pela operação Compliance Zero da Polícia Federal, em novembro de 2025.

Em meio a essas tentativas, começaram a circular rumores de que instituições federais poderiam comprar o BRB para salvar as operações do banco – o que, na prática, tiraria o governo do Distrito Federal da posição de acionista controlador da entidade.

A decisão atende a um pedido do subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Furtado. As informações deverão ser prestadas pela Caixa, pelo Banco do Brasil, pelo BNDES e pelo Ministério da Fazenda.

Bruno Dantas determinou que, se o tema estiver sendo estudado pelo governo, os órgãos terão de enviar os “documentos mínimos” que deem um panorama geral das discussões.

No despacho, Bruno Dantas reconhece que Furtado não juntou ao processo nenhum ato administrativo da União que, de fato, indique a intenção do governo federal de assumir o controle do BRB.

Em entrevista no dia 25 de fevereiro, no entanto, o secretário do Tesouro e presidente do Conselho de Administração da Caixa, Rogério Ceron, afirmou em entrevista que o banco acompanha a situação do BRB como uma eventual “oportunidade de negócio”.

Ao pedir informações aos órgãos, Bruno Dantas afirmou que a medida se justifica pela “materialidade potencial elevada, considerada a ordem de grandeza dos valores” envolvidos no tema; e pelo “risco de efeitos relevantes sobre o patrimônio público federal”.

“Ademais, em operações envolvendo reestruturação bancária, aquisição de ativos, participação societária ou soluções de capitalização, é comum que a formação da decisão se dê de forma célere e por etapas, com atos preparatórios e registros de governança que antecedem a formalização final, muitas vezes sob sigilo e condicionados a janelas de mercado”, prossegue o ministro.

Quais informações o TCU pediu?

O despacho de Bruno Dantas pede informações diferentes para cada um dos órgãos acionados. Veja:

Banco do Brasil e Caixa: estudos, notas técnicas, grupos de trabalho, deliberações internas ou outro ato preparatório (análise de aquisição, participação societária, operação de crédito, modelagem de solução ou absorção/federalização);

BNDES: pleitos/consultas/demandas, formais ou registradas, relativas à estruturação de garantias, modelagens ou linhas de financiamento associadas ao saneamento financeiro do BRB;

Ministério da Fazenda (incluindo Tesouro Nacional, no que couber): iniciativas, grupos de trabalho, notas técnicas, despachos ou tratativas sobre alternativas relacionadas ao BRB, inclusive eventual estimativa preliminar de impacto fiscal para a União/Tesouro Nacional em cenário de assunção de responsabilidades.

Fonte: G1

BB conclui 1ª transação com agente de IA no País usando plataforma da Visa

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O Banco do Brasil afirma ter conduzido no dia 11 de março, a primeira transação no País em que um agente de inteligência artificial realizou uma compra em nome do consumidor. O procedimento foi feito por meio do Visa Intelligent Commerce, a plataforma da bandeira multinacional que viabiliza o chamado “comércio agêntico”.

O processo ocorreu em um ambiente de produção controlado, espécie de teste monitorado com aplicação real. A partir de uma autorização prévia, o cartão do portador é habilitado para o processamento da transação, o que permite que o agente de IA faça o pagamento em favor do cliente. Em um exemplo hipotético prático, o usuário pode pedir que a ferramenta compre passagens aéreas para determinado destino a partir de certo preço.

A rede da Visa fica responsável pela autenticação e os controles de segurança, além da tokenização — a substituição de dados sensíveis de um cartão por um código único para proteção da informações.

“A adoção do Agentic Commerce amplia a conveniência para os clientes, sem abrir mão da segurança e da confiabilidade tradicionais do BB, e aproveita a oportunidade gerada com a adoção massificada de IA pelo mundo”, afirmou o diretor de Soluções em Meios de Pagamento e Serviços do BB, Pedro Bramont.

O Visa Intelligent Commerce entra como o viabilizador da infraestrutura tecnológica que permite transações baseadas em consentimento, iniciadas por agentes de IA em nome dos consumidores. A empresa garante seguir “rigorosos padrões de segurança e requisitos regulatórios”.

“Esse movimento inaugura uma era de conveniência e eficiência sem precedentes, tornando essencial que empresas, consumidores e todos os participantes da cadeia de valor de pagamentos estejam preparados para se adaptar rapidamente a esse ‘novo mundo’, em que a inteligência artificial redefine padrões de consumo, competitividade e inovação no varejo digital”, disse o presidente da Visa no Brasil, Rodrigo Cury.

O comércio agêntico é uma das grandes apostas do setor para alavancar o uso da IA no e-commerce, que completou 30 anos no Brasil. A principal rival da Visa, a Mastercard, tem concentrado o desenvolvimento da tecnologia no chamado Agent Pay e tem parceiros como Microsoft e PayPal.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

BB lança cupons de desconto para avançar na disputada pelo consignado

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O Banco do Brasil vai oferecer cupons de desconto para a contratação do crédito consignado, em meio ao crescente apetite do setor bancário pela modalidade. Com o lançamento, o banco se inspira em uma prática comum no varejo para reforçar o relacionamento com os clientes.

A funcionalidade estará disponível no aplicativo do banco e promete condições personalizadas para os usuários. Ao aplicar o cupom, o beneficiário terá acesso ao valor das parcelas com o desconto e a economia total obtida na operação.

“Com o Cupom BB, o Banco do Brasil passa a incorporar ao crédito pessoal uma prática já consolidada em outros setores, como o varejo e o comércio eletrônico, aplicando esse modelo ao ambiente financeiro com foco na conveniência e no fortalecimento do relacionamento com os clientes”, afirmou a diretora de clientes pessoa física do BB, Larissa Novais.

O lançamento do cupom ocorre em um momento de crescente disputa entre bancos pelo público-alvo do consignado, particularmente na modalidade privada. Em um relatório divulgado na semana passada, o Bank of America (BofA) estima que as originações nessa linha cresceram seis vezes desde o início do programa de incentivo do governo, a R$ 110 bilhões. “Esperamos que o produto ganhe mais impulso no segundo semestre de 2026, à medida que as garantias dos fundos de indenização dos trabalhadores [FGTS] entrem em operação”, projeta o BofA.

Fonte: Broadcast Estadão

BB vê recuperação em andamento na agropecuária do Rio Grande do Sul

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Após cinco safras frustradas, com seca, estiagem severa e enchente, a agropecuária do Rio Grande do Sul encontra-se em recuperação, avalia o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil (BB), Gilson Bittencourt. “O Rio Grande do Sul ainda vai demorar alguns anos para a recuperação. Em outras regiões, onde o problema foi mais pontual, o tempo de recuperação é muito mais rápido. Agora No Rio Grande do Sul, o processo vai demorar um pouco mais, e, por isso, a necessidade do melhor planejamento, do produtor olhar a sua atividade do ponto de vista produtivo e econômico em um prazo maior”, disse Bittencourt, em entrevista exclusiva ao Broadcast Agro , nos bastidores da Expodireto Cotrijal, feira agropecuária realizada em Não-me-Toque, no norte do Rio Grande do Sul.

Para Bittencourt, uma das necessidades dos agricultores gaúchos será a busca da constância. “Não adianta ter uma produtividade em uma determinada região de 60 a 70 sacas de soja por hectare em um ano, que é uma boa produtividade, e nos dois, três anos seguintes, obter com 20 a 30 sacas de soja”, apontou. Isso perpassa o investimento em solos, em tecnologia ou até mesmo a mudança de atividade, segundo ele, pra que os produtores possam manter renda constante no longo prazo. “O Rio Grande do Sul ainda tem muito trabalho a fazer, que não é somente um trabalho do produtor. Os produtores têm mostrado essa resiliência, mas é um trabalho que envolve também assistência técnica das instituições financeiras, dos órgãos governamentais, para incentivar cada vez mais adoção de tecnologias e mecanismos de redução e mitigação dos efeitos climáticos que o Estado tem vivenciado nesses últimos anos”, observou.

Na análise do vice-presidente do BB, o Estado tem produtores em diferentes situações quanto a regiões, culturas e perfil de produtor. “Em determinadas regiões, o impacto foi menor. Há um conjunto de produtores que está em uma situação razoável, não estão endividados, estão com operações de investimento vigentes e adimplentes. Talvez este grupo seja a maior parte dos produtores”, apontou Bittencourt.

Outro grupo de produtores foi afetado pelos eventos climáticos adversos e prorrogou as dívidas, com as renegociações afetando seu fluxo de caixa. “Esse grupo de produtor é o que tem maior dificuldade hoje. Estamos que parte importante desses produtores tenham sido atendidos pela Medida Provisória 1314 de renegociação de dívidas”, pontuou o executivo do BB. O banco registrou R$ 3,3 bilhões em operações de renegociação com juros controlados, sendo grande fatia referente a débitos de produtores do Rio Grande do Sul. “Acreditamos que esse fôlego vai dar condição de recuperação desses produtores que estavam com um problema maior de fluxo de caixa por renegociações anteriores”, pontuou Bittencourt.

Ele destacou, ainda, que parcela das perdas verificadas nos últimos anos no Estado foi coberta pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), o que evitou a necessidade de rolagem de financiamentos.

Uma terceira parcela de produtores, entretanto, ainda enfrenta dificuldades financeiras mesmo com a postergação dos financiamentos, apontou Bittencourt. “O maior desafio é buscar alternativas. Parte desses produtores precisará reestruturar os seus ativos e terá necessidade de repensar mecanismos de reduzir o seu endividamento, às vezes se desfazendo de um ativo que tenha sido adquirido, para permitir a manutenção na atividade”, avaliou o vice-presidente do BB.

A mitigação dos eventos climáticos extremos, que têm sido frequentes no Rio Grande do Sul, deve ser outra prioridade dos produtores, segundo Bittencourt, com o usos de novas tecnologias, desde irrigação à proteção do solo. “Não se trata de eliminar o risco, mas reduzir a perda, porque um solo melhor tem condições de suportar uma pequena seca. Em alguns casos, a possibilidade pode ser mudar o ciclo das culturas, em outros até mesmo mudar a atividade ou repensar as atividades dentro de cada área da propriedade”, acrescentou. O seguro é um dos instrumentos necessários na conjuntura da agropecuária gaúcha, completou.

Fonte: Investalk BB

BB diz que crédito privado ganha espaço no agro, mas tendência é equilíbrio

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Os instrumentos do mercado financeiro, como LCAs, CRAs, CPRs e Fiagros, têm ampliado participação no financiamento da safra brasileira nos últimos anos, mas o sistema tende a voltar ao equilíbrio histórico entre diferentes fontes de recursos, segundo o Vice-Presidente de Agronegócios do Banco do Brasil (BB), Gilson Bittencourt.

“Historicamente, o mercado financeiro é responsável por cerca de um terço do custeio da safra brasileira. Um terço o próprio produtor utiliza recursos próprios, um terço ele vai buscar seja em revendas de insumos ou em tradings, e um terço junto às instituições financeiras. Esse patamar vem se mantendo”, afirmou ao CNN Agro durante o Expodireto Cotrijal, no Rio Grande do Sul.

As linhas de crédito e outros instrumentos do mercado financeiro têm ganhado espaço como alternativa de funding para o agronegócio, em um cenário de maior custo do crédito e pressão financeira sobre parte dos produtores após eventos climáticos e oscilações de preços nos últimos anos.

Segundo dados do BC (Banco Central), entre julho e janeiro do ciclo atual, as contratações via instituições financeiras de CPR cresceram quase 50% na comparação anual, saltando de cerca de R$ 104 bilhões para aproximadamente R$ 154,8 bilhões.

O próprio desenho do Plano Safra já vem ganhando contornos nos quais esses instrumentos passam a ter participação maior no financiamento da atividade.

“Houve até um aumento da participação do sistema financeiro nos últimos anos. Agora a tendência é ter um retorno ao equilíbrio de um terço, um terço, um terço”, disse Bittencourt.

Desta forma, a avaliação dele é que as linhas com taxas controladas dentro do crédito bancário seguem operando normalmente, especialmente para agricultores familiares e médios produtores.

“Quando a gente olha os recursos controlados de custeio, especialmente Pronaf e Pronamp, além de uma parte para os demais produtores, eles estão fluindo normalmente. Tanto que essa semana o governo divulgou aumento na concessão de crédito para esses produtores”, disse.

Já as linhas com taxas livres, mais sensíveis ao patamar elevado da taxa básica de juros, têm apresentado maior retração.

“Onde houve uma redução foi especialmente nas linhas com taxa livre, que estão mais elevadas, considerando a Selic em 15%. Isso acaba penalizando ou dificultando o financiamento”, afirmou, dizendo que é esperado um corte na taxa básica de juros ainda no copom de março – como vem sendo sinalizado pelo próprio BC.

Endividamento e reorganização

Bittencourt afirmou que o cenário financeiro do setor varia conforme região e atividade. Enquanto parte dos produtores segue investindo, outros enfrentaram aperto no fluxo de caixa após eventos climáticos ou queda de preços.

“Bem, o Brasil é diverso e tem uma produção distinta, seja em relação a produtos, seja em relação à situação dos produtores. Então nós temos produtores que estão numa situação muito boa e estão conseguindo investir cada vez mais. E aí, seja pela região, seja pelo produto — café é um exemplo —, como a gente tem produtores que, em função de problemas climáticos ou de preços nos últimos anos, tiveram aperto no fluxo de caixa. Este é o momento em que eles estão mais cautelosos. Eu acho que é um bom momento de refletir e reorganizar as finanças”, afirmou.

Segundo ele, medidas recentes ajudaram produtores a reorganizar o fluxo de caixa.

“A Medida Provisória 1314, na qual o banco fez um grande número de operações, seja com recursos controlados, com taxa subsidiada vinda diretamente do governo, seja com recursos livres do banco, foi uma forma de contribuir para que os produtores reorganizassem seu fluxo de caixa e pudessem se reestruturar para os próximos anos, voltando a investir”, disse.

Ele destacou ainda que a maior parte dos produtores segue adimplente.

“O que é importante destacar é que a maior parte dos produtores, inclusive clientes do Banco do Brasil, estão adimplentes e vêm se mantendo adimplentes, sejam pequenos, médios ou uma parte importante dos grandes produtores”, afirmou.

Seguro e investimento em tecnologia

O diretor do BB afirmou que, no caso do Rio Grande do Sul, o seguro rural teve papel importante para manter a capacidade de pagamento de parte dos agricultores após eventos climáticos recentes.

“Quando a gente olha, inclusive pelos problemas que o Rio Grande do Sul teve nos últimos anos, em função de seca e da própria enchente, o seguro — especialmente o Proagro — teve um papel fundamental na manutenção da adimplência e, em muitos casos, inclusive zerando a dívida dos produtores com as instituições financeiras”, disse.

“Só nos últimos cinco anos foram quase R$ 30 bilhões pagos pelo Proagro para produtores, grande parte disso no Rio Grande do Sul”, acrescentou.

Para ele, além do seguro, será necessário ampliar investimentos em tecnologia para reduzir impactos climáticos.

“Eventos climáticos não são resolvidos apenas com seguro. Se o produtor acha que vai perder, o seguro sozinho não resolve. Nós precisamos investir em tecnologia para mitigar esses impactos”, afirmou.

“No Rio Grande do Sul há necessidade de investimento em recuperação de solos, melhoria da camada de proteção do solo para dar maior resistência a pequenas secas e veranicos, além de avanços em irrigação”, disse.

Segundo Bittencourt, o banco pretende apoiar esses investimentos.

“O Banco do Brasil quer ser parceiro nesse processo, financiando soluções e tecnologias que aumentem a resiliência do produtor”, afirmou.

Fonte: CNN Brasil

Previ, fundo de pensão do BB, tem superávit de R$ 12,5 bilhões em 2025

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A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, fechou o ano de 2025 com superávit de R$ 12,5 bilhões. A entidade registrou rentabilidade acumulada de 16,1%, impulsionada tanto por ganhos na renda variável quanto na fixa.

O índice supera a meta atuarial da entidade, de INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais 4,75%, destacou o presidente da Previ, Márcio Chiumento, em entrevista a jornalistas.

O resultado vem como um alívio, após o resultado ruim de 2024, quando o Plano 1, maior linha da Previ, registrou déficit de R$ 3,16 bilhões, após consumir o superávit do ano anterior. O resultado foi atribuído à desvalorização de ativos e à marcação a mercado de títulos.

Já o resultado de 2025 – R$ 15,7 bilhões, dos quais foram subtraídos R$ 3,16 bilhões do déficit de 2024, resultando no superávit R$ 12,5 bilhões – se deveu a rentabilidade da carteira de 16,1%. “Isso reafirma a resiliência de nossos ativos”, disse Chiumento.

Na abertura da carteira, os investimentos de renda variável do Plano 1, maior e mais maduro, alcançaram ganho de 39,6%, seguindo a valorização da Bolsa. Este tipo de alocação representa 22% da carteira do Plano 1. A renda fixa, na qual estão alocados 69,3% dos recursos, atingiu 10,6%.

A divulgação dos resultados de 2025 foi a primeira apresentação de Chiumento à imprensa já no cargo de presidente da Previ. O executivo foi indicado ao cargo em outubro de 2025 para substituir João Fukunaga, que renunciou após desgastes relacionados à sua nomeação, ao déficit de 2024 e às estratégias de investimento da entidade sob sua gestão.

Funcionário de carreira do Banco do Brasil, Chiumento é graduado em direito. Antes de chegar à Presidência da Previ, foi diretor de Participações. Em relação ao resultado da entidade, o executivo reconheceu que houve “desgastes naturais” em 2024, mas ressaltou que a recuperação em 2025 foi “bastante expressiva”.

A Previ não fez nenhum “movimento brusco” em 2025, apenas vendas oportunísticas de alguns ativos. O desinvestimento atingiu 12 empresas, incluindo BRF e Neoenergia, e somou R$ 21 bilhões. “Vale, Petrobras e Banco do Brasil subiram”, comentou o diretor de Investimentos da entidade, Claudio Gonçalves. “Foi quase 40% de rentabilidade no segmento de renda variável.”

Por outro lado, a entidade investiu em NTN-Bs com taxa média de IPCA somada a 7,36%.

Em 2025, a Previ ultrapassou a marca de R$ 300 bilhões em ativos totais, abrangendo o Plano 1 (R$ 240 bilhões) e o Previ Futuro (R$ 42,1 bilhões), mais novo, que está em fase de acumulação.

Chiumento ressaltou que a Previ alcançou um recorde de pagamento de benefícios, de R$ 17 bilhões, e, com uma carteira sólida de fluxo de pagamentos, não precisou vender ativos para fazer frente aos compromissos. “Esse é um grande diferencial da Previ”, disse Chiumento.

Fonte: CNN Brasil

Banco do Brasil lança primeira Casa Estilo em Belém, no Pará

Publicado em: 12/03/2026

O Banco do Brasil inaugurou no dia 5 de março sua primeira Casa Estilo, em Belém do Pará. O novo espaço apresenta um conceito de ambiente pensado para acolher clientes em diferentes momentos da vida financeira, oferecendo um local funcional, integrado e facilitador de conversas qualificadas. A proposta reforça o compromisso do BB de ser próximo e relevante na vida dos clientes em todos os momentos.

A Casa Estilo foi projetada para fortalecer o relacionamento por meio de atendimento especializado e experiências que evidenciam o cuidado do Banco em cada detalhe. A escolha de Belém conecta o conceito à energia cultural e ao dinamismo econômico da região, onde o BB tem ampliado sua atuação. Em 2024, o lançamento do Hub Financeiro de Bioeconomia aproximou ainda mais o Banco das comunidades locais. Em 2025, a participação do BB na COP30 reforçou a presença institucional na capital. Agora, a chegada da Casa Estilo se integra ao Ponto BB Belém, inaugurado no mesmo dia e voltado à oferta de serviços e soluções em modelo de loja.

“O Banco do Brasil vem aprofundando sua estratégia de relacionamento com o público de alta renda, combinando proximidade, atendimento especializado e soluções que apoiam decisões importantes na vida financeira dos clientes. A Casa Estilo materializa essa proposta em um ambiente pensado para conversas qualificadas, curadoria de soluções e experiências relevantes. Mais do que um espaço físico, ela representa uma nova forma de relacionamento, que integra o melhor do atendimento humano com a conveniência do digital”, afirma Larissa Novais, diretora de Clientes Pessoa Física do Banco do Brasil.

No funcionamento cotidiano, a Casa Estilo se torna um ponto de encontro entre o cliente e o Banco. Ela estimula conversas relevantes, reforça vínculos e mostra que a presença física complementa a experiência digital. Essa visão está alinhada à assinatura “BB Estilo. Viva o seu!”, que incentiva cada pessoa a conduzir sua jornada, com o apoio do BB.

Estratégia Alta Renda e reposicionamento

A Casa Estilo traduz a estratégia do Banco do Brasil para o público de alta renda, que combina proximidade, curadoria e soluções capazes de apoiar decisões relevantes. Para os próximos anos, o Banco projeta ampliar em 25% sua base de clientes deste segmento, fortalecendo o vínculo com quem já integra o Estilo.

Entre os marcos recentes está o cartão Altus Liv, lançado no final de 2025, que ampliou o valor percebido em benefícios e experiências exclusivas.

Os resultados de 2025 mostram a relevância do BB Estilo para o Varejo PF do Banco. Os resultados do ano reforçam a relevância do segmento: crescimento de 6% na base de clientes, avanço de 11% no volume sob gestão, aumento de 20% no faturamento de cartões e alta de 5 pontos no NPS. Esses indicadores confirmam que o modelo está alinhado às necessidades do público e tem capacidade de sustentar crescimento nos próximos anos.

Novas Casas Estilo pelo país

O Banco do Brasil avança na consolidação de um novo formato de relacionamento com clientes de alta renda. Depois da estreia em Belém, a Casa Estilo passa a integrar o planejamento de praças selecionadas pelo banco. Brasília deve receber a próxima unidade, prevista para o primeiro semestre deste ano. No interior paulista, a região de Campinas também está no radar para abrigar uma Casa Estilo, reforçando a proposta de oferecer atendimento altamente especializado em ambientes concebidos para promover proximidade, consultoria qualificada e experiências exclusivas.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil adota cautela no crédito e foca varejo em 2026

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O Banco do Brasil (BBSA3) reafirmou uma postura mais prudente na gestão de risco e crédito durante reunião recenteda equipe de Relações com Investidores (RI) com analistas, segundo o Banco Safra. O BB adotou padrões de originação mais rígidos e reforçou a disciplina na concessão de crédito, especialmente diante de um início de ano ainda desafiador para o agronegócio.

A diretoria sinalizou um tom conservador para o primeiro semestre de 2026, reconhecendo que os indicadores do crédito rural seguem pressionados. Ainda assim, não foram identificados sinais de deterioração inesperada. A expectativa é de que a visibilidade sobre a trajetória do crédito melhore ao longo do ano, com os dados de inadimplência inicial de abril e maio sendo considerados determinantes para a leitura do ciclo.

Estratégia de provisões antecipa impacto e suaviza resultados

O custo de risco deve permanecer elevado no curto prazo, refletindo uma estratégia mais antecipada de provisões. Segundo o Safra, essa abordagem busca diluir a volatilidade dos resultados ao longo do tempo, mesmo que pressione os números no início do ano.

Fora do agronegócio, o Banco do Brasil mantém uma gestão conservadora das exposições corporativas e vem realocando gradualmente o crescimento para segmentos de varejo com maior spread, com destaque para o crédito consignado privado. Paralelamente, o banco segue avançando na mudança da composição da margem financeira (NII), priorizando receitas mais estáveis e ligadas ao relacionamento com o cliente.

Ajuste no apetite de risco e uso de renegociações

No crédito rural, o BB reconhece um ambiente operacional mais complexo e vem conduzindo um esforço relevante para estabilizar a carteira. O apetite de risco foi recalibrado, com maior seletividade na originação, uso ampliado de colaterais e redução da exposição por cliente.

As renegociações têm sido utilizadas de forma estratégica, principalmente para conter a formação de novos créditos inadimplentes (NPLs) e apoiar os produtores ao longo do ciclo. Como resultado dessa postura mais equilibrada, a administração espera que a carteira de agronegócio permaneça praticamente estável em 2026.

Cerca de 25% da carteira rural teve prazos estendidos por meio de renegociações ou rollovers, medida que deve aliviar a pressão de inadimplência no curto prazo e aumentar a resiliência da carteira ao longo do ano.

Custo de risco ainda pressionado, com melhora esperada no 2º semestre

Apesar da expectativa de custo de crédito elevado no curto prazo — influenciado pelo avanço dos NPLs rurais acima de 90 dias e por exposições reestruturadas do passado —, a administração projeta uma normalização gradual a partir do segundo semestre de 2026.

Indicadores-chave devem surgir no 2T26

O segundo trimestre deve ser decisivo para a leitura do ano. A dinâmica do crédito no agronegócio segue fortemente ligada ao ciclo de caixa do setor, com melhora na qualidade dos ativos ocorrendo, em geral, após a temporada de pagamentos da colheita. Nesse contexto, os indicadores de inadimplência inicial de abril e maio devem oferecer o primeiro sinal relevante sobre a eficácia das medidas adotadas.

A avaliação do banco também incorpora um cenário mais favorável para a safra atual, com condições climáticas neutras e menor preocupação com a volatilidade recente dos custos de insumos, apesar dos riscos geopolíticos.

Fonte: O Especialista Safra

Clientes do Banco do Brasil podem renegociar dívidas até o fim do mês

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O Banco do Brasil abriu prazo até dia 31 de março para que clientes possam renegociar dívidas com condições especiais e descontos que podem chegar a até 90%, de acordo com cada perfil. Segundo o banco, o objetivo é reforçar o compromisso com a recuperação da saúde financeira de seus clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito.

“Caso a renegociação não esteja disponível de forma automática, o cliente deve procurar sua agência de relacionamento para atendimento personalizado. Em todos esses canais, não é necessário o envio de documentos”, explicou o gerente-executivo da Unidade de Cobrança e Reestruturação de Ativos do Banco do Brasil, Daniel Brum.

A campanha do Banco do Brasil acontece simultaneamente ao Mutirão Nacional de Negociação e Orientação Financeira, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), quando será possível renegociar dívidas bancárias em atraso, como cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito sem garantia e não prescritas.

Segundo a Febraban, o mutirão representa uma oportunidade para que os cidadãos regularizem suas pendências financeiras, reorganizem o orçamento e evitem o superendividamento, além de fortalecer a relação entre consumidores e instituições financeiras.

Fonte: Agência Brasil

BB pediu para adiar pagamentos ao Tesouro por gestão prudencial, diz CEO

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A presidente do Banco do Brasil (BB), Tarciana Medeiros, afirmou que o pedido feito pela instituição financeira para adiar pagamentos ao Tesouro Nacional faz parte de um “plano prudencial” de gestão do capital.

“Temos [capital] bem acima do que Basileia coloca como nível de prudência e a gente não quer tocar nessa linha”, afirmou a executiva durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, que foi ao ar na noite de ontem e contou com a participação do Valor.

Medeiros negou que a medida tenha como objetivo aumentar os índices de capital do BB neste momento.

Conforme o Valor revelou, o Banco do Brasil pediu ao Tesouro Nacional o diferimento, até 2029, do pagamento de R$ 1,8 bilhão em Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD). O instrumento foi usado nos governos Lula 2 e Dilma para fortalecer o capital de bancos públicos, mas há um cronograma de devoluções à União.

Medeiros lembrou que o BB constituiu cerca de R$ 60 bilhões em provisões no ano passado, quando foi afetado pela inadimplência recorde na carteira de crédito ao agronegócio. Neste contexto, disse, o banco identificou que o IHCD era um dos fatores que penalizariam o capital mais adiante.

“A gente precisa cuidar desse capital futuro. Nessa previsão de capital futuro, um dos indicadores que trariam algum decréscimo era o IHCD”, afirmou. “Não quer dizer que a gente necessite e que seja indispensável para a sobrevivência e o capital do banco esse diferimento.”

A executiva ressaltou que o Banco do Brasil era o único que vinha pagando integralmente o IHCD, enquanto outras instituições públicas já renegociaram com o Tesouro.

O BB encerrou 2025 com índice de Basileia de 15,13%. O capital de nível 1, de melhor qualidade, fechou o ano em 14,26%.

Recuperação

Depois de amargar uma queda de 45,4% no lucro líquido em 2025, o Banco do Brasil deve entrar em trajetória de recuperação neste ano apostando no aumento da rentabilidade da carteira de crédito para pessoa física, enquanto os segmentos de pessoa jurídica e agro devem se manter estáveis nesse quesito.

De acordo com Medeiros, essa combinação vai permitir a melhora do resultado, conforme as projeções divulgadas pelo banco. “Parece um crescimento pequeno, mas é de 20% em cima de R$ 20,7 bilhões”, disse.

A executiva relativizou a queda do lucro no ano passado, afirmando que o tombo se deu em relação ao maior resultado da história do BB, alcançado em 2024. Medeiros acrescentou que, se somados os lucros de 2023, quando chegou à presidência do banco, até este ano (conforme o previsto no “guidance”), a instituição entregará um ganho de R$ 118 bilhões. “É a soma dos sete anos anteriores a 2023.”

Para Medeiros, o banco tem condições de continuar entregando um aumento da margem financeira e o foco neste ano é ter uma participação maior de pessoas físicas no mix de crédito. Ao mesmo tempo, o objetivo é controlar a carteira de agro, com alguma possibilidade de inflexão a partir do segundo semestre.

O BB fechou dezembro com inadimplência recorde de 6,09% na carteira de crédito ao agronegócio. Medeiros negou que haja uma crise geral no setor. “Não há uma crise no agro brasileiro. Prova disso é a safra recorde”, afirmou.

Segundo a executiva, houve uma “conjunção de fatores históricos”, com impacto para “uma parcela de produtores, para algumas safras muito específicas e em regiões também específicas” que gerou dificuldades no pagamento dos créditos.

Caso Master

A presidente do BB defendeu que, após as implicações da quebra do Banco Master, haja uma reavaliação de normativos e das regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), sem especificar medidas.

“No instante em que em se tem situações que são anômalas, a necessidade de evolução da governança desse processo se mostra urgente”, disse.

Na avaliação da executiva, não é necessariamente um problema haver um banco — como fazia o Master — que emita CDBs a 140% do CDI, desde que esse custo de captação seja compatível com seu modelo de negócios. “Mas é preciso prestar atenção quando não condiz.”

Segundo ela, não existe sistema infalível, mas desvios devem ser combatidos.

A executiva lembrou ainda que a conta da recomposição do caixa do FGC após os pagamentos aos depositantes do Master e outras instituições relacionadas está recaindo principalmente sobre BB, Caixa, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander. O Banco Central aprovou a liberação de compulsórios para mitigar o impacto.

A presidente do BB disse não estar envolvida em conversas para uma eventual ajuda dos bancos na capitalização do Banco de Brasília (BRB). A executiva também afirmou não ter tratado do assunto com a Fazenda.

“Não fomos chamados ou consultados para discutir um possível aporte ou crédito para aporte ao BRB”, disse. “Não conversei com Fazenda sobre isso. Mas te diria que, neste momento, estou muito preocupada com meus ativos do BB, cuidando deles direitinho para que a gente possa entregar o ‘guidance’ de 2026.”

Fonte: Valor Econômico

Banco do Brasil inaugura Ponto BB, novo modelo de agência, em Belém

Publicado em: 06/03/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) inaugurou nesta quinta-feira (5 de março), em Belém (PA), um novo modelo de unidade física, chamado Ponto BB, que reúne no mesmo espaço o atendimento a clientes de varejo, alta renda e empresas.

A unidade fica no bairro Umarizal, próximo à Estação das Docas, e integra atendimento presencial com serviços digitais, incluindo cabines de videoatendimento e agendamento prévio pelo aplicativo do Banco do Brasil.

Segundo a diretora de Clientes Varejo do BB, Larissa Novais, o modelo busca centralizar diferentes perfis de clientes em um único ponto, permitindo uma visão mais integrada das relações financeiras, incluindo investimentos, contas pessoais e negócios empresariais.

O Ponto BB faz parte da estratégia do banco de reorganizar sua rede física, combinando agências bancárias tradicionais, atendimento remoto e unidades com maior integração digital. De acordo com o Banco do Brasil, o formato também pode gerar redução de até 25% nos custos de manutenção e operação, principalmente pela integração de serviços e pelo uso mais intensivo de tecnologia.

O espaço também abriga a primeira Casa Estilo, estrutura voltada ao atendimento do segmento de alta renda do banco.

Além disso, há uma área dedicada ao BB Empresas, voltada principalmente para micro e pequenas empresas, com orientação financeira e oferta de produtos de crédito.

A abertura do espaço ocorre dois anos após o Banco do Brasil ter criado em Belém o Hub Financeiro de Sociobioeconomia, iniciativa voltada ao financiamento de projetos ligados à bioeconomia na região amazônica.

Segundo o banco, a estrutura tem sido usada para ampliar a carteira de crédito ligada a atividades sustentáveis locais.

O novo ponto também inclui uma área destinada a eventos, palestras e encontros voltados a empreendedorismo e educação financeira.

O local do Ponto BB abriga ainda pequenas operações comerciais de marcas locais e exposições de artistas regionais, como parte da proposta de transformar a unidade em um espaço de relacionamento com clientes e a comunidade.

Fonte: E-Investidor

Reunião marca visita de novo gerente-geral do BB ao prefeito de Barreiras

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Nessa segunda-feira (2 de março), o prefeito Otoniel Teixeira recebeu, no Gabinete, representantes do Banco do Brasil em Barreiras, na Bahia. A audiência foi solicitada pela instituição financeira para apresentar o novo gerente-geral para os municípios da Bahia, Júlio César, e discutir oportunidades de cooperação com o município. A reunião contou com a presença do secretário da Fazenda, Marden Lucena; além de Leandro Nunes, gerente de Relacionamento Governo, e Leuseny Oliveira, gerente-geral da agência Barreiras.

Durante o encontro, o novo gerente apresentou as diretrizes de atuação do banco no estado e destacou novidades em produtos e linhas de crédito, com ênfase em iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável, à agenda ambiental e ao fortalecimento de cadeias produtivas estratégicas, como a cultura do cacau. A proposta é ampliar o diálogo com o município e fomentar projetos estruturantes que impulsionem a economia local.

Júlio César reforçou o interesse da instituição em estreitar laços com a gestão municipal. “Queremos firmar e reforçar essa parceria com Barreiras, ampliando projetos e ações que contribuam de forma concreta para a continuidade do desenvolvimento do município, especialmente em áreas estratégicas como infraestrutura, sustentabilidade e fomento à produção agrícola”, afirmou.

Ao dar as boas-vindas ao novo gerente-geral, o prefeito Otoniel Teixeira ressaltou a importância da articulação institucional para viabilizar investimentos e fortalecer políticas públicas. “Recebemos com satisfação o novo representante do Banco do Brasil para os municípios baianos. Barreiras tem projetos estruturantes em andamento, como o aterro sanitário, o Parque Municipal e a requalificação do Canal Vila Dulce, e precisamos de parceiros estratégicos para garantir a execução e a sustentabilidade dessas iniciativas”, destacou.

Fonte: Prefeitura Municipal de Barreiras

Sindicato protesta por falta de funcionários em agência do BB em Guaianases

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Grandes filas, longa espera para atendimento, sobrecarga de trabalho… Essa é a realidade diária da agência 3011 do Banco do Brasil em Guaianases, zona leste de São Paulo. Esse quadro não é de agora, e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região esteve novamente na unidade, no dia 27 de fevereiro, para cobrar do BB que amplie o número de funcionários da agência.

“Essa agência do BB está com problema de falta de funcionários há muito tempo. Já reivindicamos uma melhora do quadro, mas o banco não nos dá resposta e não toma providências para melhorar a situação para clientes e trabalhadores”, critica o dirigente do Sindicato e funcionário do BB, João Maia, que participou do protesto nesta sexta.

“Trata-se da única agência nessa região de Guaianases, que é um bairro muito populoso. Boa parte dos clientes são aposentados, que passam muito tempo na fila. Além disso, alguns funcionários já ficaram afastados por adoecimentos, estresse e outros problemas de saúde por conta da sobrecarga de trabalho. Estamos aqui novamente para conversar com a população e os bancários e cobrar do Banco do Brasil que respeite usuários e bancários. E vamos continuar pressionando e acompanhando a situação de perto”, acrescenta Maia.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB prorroga até 13 de março o prazo para realocação na rede de atendimento

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O prazo para o processo seletivo que resultaria em realocação de funcionários do Banco do Brasil na rede de atendimento, que encerraria na quinta-feira (26 de fevereiro), foi prorrogado até dia 13 de março. Essa é uma ótima notícia para vários bancários e bancárias que, embora tenham se candidatado no período hábil, ainda não tinham recebido nenhuma resposta do banco, nem mesmo chegaram a ser chamados para entrevistas. A prorrogação veio depois da insistente atuação do Sindicato que, diante da aflição dos trabalhadores, cobrou as áreas responsáveis do banco, inclusive em Brasília.

A realocação foi um compromisso assumido pelo banco ao Sindicato, de que as mudanças na rede de atendimento não resultariam em perda de funções comissionadas.

“O Banco do Brasil anunciou, em janeiro, uma série de mudanças na rede de atendimento. Cobramos e o BB se comprometeu em realocar quem ficou em excesso nos locais, garantindo a mesma faixa salarial. Mas esse período de realocação encerraria ontem [26 de fevereiro] e muitos colegas nos procuraram porque tinham feito suas inscrições e não tinham sido chamados nem para a entrevista. O que causou grande aflição, pois a não realocação implica em perdas na remuneração. Ontem mesmo a gente começou a cobrar o banco o dia inteiro, que nos atendeu e estendeu o prazo até dia 13”, conta a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Adriana Ferreira, funcionária do BB.

“A gente cobrou a direção do banco no sentido de dar tranquilidade aos trabalhadores, uma vez que eles precisam se deslocar do local onde exerciam as suas funções para manter a mesma gratificação de função. Seria importante o banco garantir condições para que eles façam essa movimentação da forma mais tranquila possível. Como alguns colegas, embora inscritos nas vagas, ainda não tivessem nenhuma resposta de para qual local iriam, nós fizemos essa cobrança e tivemos o atendimento por parte do banco”, reforça Antônio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

“Estamos atentos e acompanhando o processo. Diante de qualquer dificuldade que os bancários e bancárias tiverem na realocação, é importante contatar o Sindicato, pois só assim podemos saber dos problemas e agir a tempo. Não deixem de nos procurar”, acrescenta Adriana.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Comissão de Trabalho debate reestruturação das carreiras no BB

Publicado em: 27/02/2026

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza, nesta segunda-feira (2 de março), audiência pública para debater a reestruturação das carreiras no Banco do Brasil. O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF) e está marcado para as 10 horas, no plenário 12.

Segundo a parlamentar, o objetivo é discutir o processo recente de reestruturação do banco, especialmente os impactos dos chamados “movimentos estruturantes” implementados pela instituição.

Erika Kokay afirma que as medidas têm gerado preocupações quanto à ampliação indevida da jornada de trabalho, à reclassificação de funções técnicas sem a correspondente fidúcia especial e aos descomissionamentos que, além de implicarem redução remuneratória, podem provocar instabilidade funcional, adoecimento e insegurança entre os trabalhadores.

A deputada informa ainda que entidades representativas apontam que a reestruturação envolve movimentação forçada de pessoal, fechamento de unidades e criação de excedentes, configurando um ambiente de forte pressão laboral.

“Embora o banco associe parte dessas iniciativas a estratégias de modernização e aceleração digital, é fundamental que o Parlamento promova um espaço de diálogo transparente para avaliar os efeitos dessas mudanças sobre os bancários, a qualidade do atendimento à população e o papel estratégico do Banco do Brasil no desenvolvimento nacional”, defende.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Banco do Brasil: o que esperar após o balanço e a alta recente da ação

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O Banco do Brasil (BBAS3) é analisado em um ambiente de cautela por parte do mercado. Levantamento da LSEG mostra predominância de recomendações neutras — são 7 de manutenção, contra apenas 2 de compra e 1 de venda — em meio às dúvidas sobre a sustentabilidade dos resultados e a evolução da qualidade dos ativos. Embora o banco tenha reportado lucro líquido ajustado de R$ 5,7 bilhões no 4º trimestre, acima das projeções e com reação positiva de 4,50% das ações no pós-balanço, o ROE de 12,4% ainda está bem abaixo dos 20,8% de um ano antes, mantendo a leitura mais conservadora por parte dos analistas.

Relatórios de JPMorgan, Goldman Sachs e BBI reforçam esse tom ao apontar incertezas ligadas ao ritmo de crescimento do crédito, à pressão sobre margens, ao volume elevado de operações prorrogadas e renegociadas e aos riscos no agronegócio. Enquanto investidores estrangeiros enxergam o papel como descontado e com desafios de natureza cíclica, o investidor local segue mais sensível à necessidade de provisões e à capacidade de o banco sustentar rentabilidade em um ambiente de expansão mais moderada, o que ajuda a explicar a volatilidade recente e a postura mais seletiva com as ações.

Do ponto de vista técnico, porém, o ativo mantém uma estrutura construtiva. O papel fechou a última sessão com alta de 1,53%, aos R$ 25,82, negociando acima das médias móveis, que seguem como suporte, enquanto o IFR (14) em 65,87 se aproxima da sobrecompra sem sinal de reversão.

No gráfico semanal, a valorização de 17,79% em 2026 preserva a formação de topos e fundos ascendentes e o domínio do fluxo comprador, ainda que o movimento mais esticado aumente a probabilidade de correções pontuais ao longo da tendência de alta.

Análise técnica Banco do Brasil (BBAS3)

No curto prazo, observo que a estrutura segue claramente altista, com o ativo sustentado acima das médias de 9 e 21 períodos, que continuam servindo como suporte para os preços. O fechamento em R$ 25,82, com avanço de 1,53%, reforça o movimento de alta.

Para que a tendência de alta ganhe continuidade, o papel precisa superar as resistências em R$ 26,09 e R$ 26,89. Um rompimento consistente dessa faixa, preferencialmente acompanhado por aumento de volume, pode destravar alvos em R$ 27,66 e R$ 28,49, com referência mais longa na máxima histórica em R$ 29,44 e projeções em R$ 29,90 e R$ 31,15. O IFR (14) encontra-se em 65,87, em zona neutra e próximo da sobrecompra.

No campo da correção, o ponto de atenção está na perda da região das médias, com suportes imediatos em R$ 25,20 e R$ 24,30. O rompimento dessa faixa, especialmente com aumento de volume, pode acelerar um movimento corretivo mais amplo em direção a R$ 23,48 e à média de 200 períodos em R$ 22,08, com suportes mais longos em R$ 21,05 e R$ 19,93.

Análise de médio prazo

No gráfico semanal, o Banco do Brasil mantém um movimento de alta neste início de 2026, com valorização acumulada de 17,79% e negociação acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, ambas inclinadas para cima e sustentando o fluxo comprador.

Apesar da estrutura construtiva, destaco que o preço já apresenta afastamento das médias, característica de um movimento mais esticado e que aumenta a probabilidade de uma correção técnica de curto prazo dentro da tendência principal. O IFR (14) em 64,68, próximo da sobrecompra, reforça essa leitura de possível acomodação, ainda sem sinal claro de reversão.

Para continuidade do ciclo altista no médio prazo, será fundamental o rompimento da resistência em R$ 26,89. Caso essa região seja superada com consistência, o ativo pode buscar R$ 28,49 e novamente a máxima histórica em R$ 29,44, com projeções mais longas em R$ 30,45, R$ 34,30, R$ 36,22 e R$ 40,00. Enquanto permanecer acima das médias, o cenário segue construtivo e com predominância compradora.

Por outro lado, uma inflexão mais relevante do fluxo só ganharia força com a perda da região de suporte e das médias em R$ 24,24 e R$ 23,48, o que abriria espaço para correções em direção a R$ 21,05 e R$ 19,93, com alvos mais longos em R$ 18,04 e R$ 17,25.

Fonte: Infomoney

Cofrinho BB ganha espaço na disputa pelo investidor e alcança R$ 1 bi sob gestão

Publicado em: 26/02/2026

Na disputa cada vez mais acirrada pelo investidor iniciante, o Banco do Brasil alcançou R$ 1 bilhão em saldo no Cofrinho BB e avança sobre um território que, nos últimos anos, passou a ser dominado por bancos digitais, como o Nubank. O movimento reforça a estratégia da instituição de disputar espaço na formação da nova geração de investidores, especialmente os mais jovens.

Criado para permitir aplicações a partir de R$ 0,01, com liquidez diária e sem tarifas adicionais, o Cofrinho direciona os recursos para um fundo de renda fixa simples atrelado à Selic. Segundo o banco, mais de 42% dos investidores da ferramenta têm até 25 anos, evidenciando o foco no rejuvenescimento da base e na atração de clientes desde os primeiros aportes.

A comparação com as fintechs dimensiona o desafio. No Nubank, as “Caixinhas” já acumulavam mais de R$ 15 bilhões somente em 2023 e milhões de usuários ativos, consolidando o modelo como porta de entrada para reservas de curto prazo dentro do próprio aplicativo.

Inicialmente lançado para o público de 8 a 17 anos, o Cofrinho foi expandido ao público geral em maio de 2025 e passou a integrar a jornada digital do banco. A funcionalidade inclui pedidos de contribuição via Pix e integração com a ferramenta Minhas Finanças, ampliando o engajamento e criando potenciais fluxos de recursos para dentro do ecossistema do BB.

Ao atingir o primeiro bilhão, o banco sinaliza que quer mais do que volume: busca capturar relacionamento e potencial de conversão futura para produtos de maior margem, em um mercado onde a batalha começa cada vez mais cedo.

“O resultado demonstra a capacidade de escalar uma solução simples, com alto nível de adoção e potencial de conversão para outros produtos do portfólio do Banco”, avalia Mário Perrone, head de Captação e Investimentos do Banco do Brasil.

Fonte: Money Times

BB e entidades ligadas destinam R$ 22 milhões a projetos sociais

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O Banco do Brasil e suas Entidades Ligadas (ELBBs) destinaram R$ 22 milhões a projetos sociais em 2025 por meio do programa Mãos Dadas BB, iniciativa de Investimento Social Privado (ISP) realizada via incentivos fiscais. Ao todo, 31 entidades foram contempladas, com impacto estimado em 81 mil pessoas em 26 municípios.

O programa registrou crescimento de 50% no número de projetos cadastrados em relação a 2024, totalizando 144 inscrições. Desses, 43 foram habilitados. Os números consolidam o fortalecimento da governança do Mãos Dadas BB e ampliam a capilaridade do investimento social do Conglomerado BB.

Criado para estruturar as doações incentivadas do Banco do Brasil, o Mãos Dadas BB direciona parte do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) devido, dentro dos limites legais, para financiar projetos aprovados em mecanismos como o Fundo para Infância e Adolescência (FIA), Fundo do Idoso, Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD).

Desde 2024, o programa passou a operar exclusivamente na modalidade Doações Incentivadas, ampliando a organização e a eficiência do processo.

“A ampliação do programa em 2025 mostra o crescimento da nossa governança em ISP. Mais do que um repasse financeiro, o Mãos Dadas fortalece a estratégia social do BB e permite, com nossa capilaridade, que a atuação chegue à ponta. Assim, reforçamos o compromisso de sermos presentes e relevantes nas comunidades onde atuamos, gerando impacto positivo”, afirma José Alves, gerente-geral de ASG do Banco do Brasil.
Como participar

Podem participar entidades sem fins lucrativos, regularmente constituídas e adimplentes com o Banco do Brasil, que possuam projetos aprovados para captação em um dos mecanismos habilitados (FIA, Fundo da Pessoa Idosa, Pronon ou Pronas/PCD). A inscrição ocorre conforme edital anual, lançado no segundo semestre de cada ano, com envio de projeto e documentação dentro do prazo estabelecido.

Após a seleção, os recursos são destinados via incentivo fiscal, e a entidade executa o projeto com acompanhamento e prestação de contas ao Banco.

Mais informações em bb.com.br/maosdadasbb.

Fonte: ESG Inside

Banco do Brasil e BNDES lançam linhas para modernizar saúde e educação pública

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O Banco do Brasil, em parceria com o BNDES, anuncia o lançamento do BB FIIS Automático, nova linha de financiamento destinada a Estados, Municípios e ao Distrito Federal. O objetivo com a criação é impulsionar a aquisição de máquinas e equipamentos para aprimorar a infraestrutura dos serviços públicos nas áreas de saúde e educação, por meio de recursos do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), criado pela Lei nº 14.947/2024 e regulamentado pelo Decreto nº 12.157/2024.

Com o BB FIIS Automático, os entes públicos poderão acessar até R$ 50 milhões por modalidade de financiamento, que poderá ser contratada diretamente com o Banco do Brasil ou através de outros agentes financeiros credenciados pelo BNDES, por meio do Programa FIIS Automático, nas modalidades FIIS Educação e FIIS Saúde. Para valores superiores, o financiamento pode ser solicitado diretamente com o BNDES. Para obtenção dos recursos, os projetos devem ser habilitados pelo Comitê Gestor do FIIS, conforme edital disponível na plataforma TransfereGov. No BB FIIS Automático, as condições da linha incluem taxa fixa subsidiada a partir de 11,63% ao ano, financiamento de até 100% do valor dos equipamentos, prazo de pagamento de até 10 anos e carência de até 24 meses.

De acordo com José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, “o BB FIIS Automático é um marco estratégico que reforça nosso compromisso em apoiar o setor público e estimular iniciativas que geram valor à sociedade. Ao priorizar a compra de máquinas e equipamentos de fabricantes nacionais, a linha contribui para o fortalecimento da indústria, geração de empregos e desenvolvimento sustentável em todo o território brasileiro”.

Sasseron também reforça que as linhas são rentáveis e com baixa inadimplência. “As operações de crédito ao Setor Público são estruturadas de forma a assegurar retorno adequado sobre os recursos próprios investidos, considerando de maneira integrada o risco do ente público, o prazo das operações, os custos operacionais e a taxa pactuada”, complementa.

“A cooperação entre os bancos públicos é uma diretriz do presidente Lula e a atuação por meio do FIIS é mais um exemplo dessa exitosa parceria, que fortalece o papel do crédito público na retomada do desenvolvimento econômico. Gerido pelo BNDES, o FIIS é um importante instrumento para que estados, municípios, além de redes e entidades privadas, como as santas casas, possam ampliar investimentos em infraestrutura social, apoiando projetos para reforma e construção de escolas e de unidades de saúde e compra de equipamentos, por exemplo”, afirma Maria Fernanda Coelho, diretora de Crédito Digital para MPMEs e Gestão do Fundo do Rio Doce.

O BB FIIS Automático oferece taxas competitivas e acessíveis, facilitando a obtenção de financiamento para investimentos essenciais em saúde e educação. Por utilizar recursos do FIIS, as condições são ainda mais vantajosas, alinhadas à política de retorno do Banco do Brasil, tornando o financiamento atrativo e sustentável para gestores públicos que buscam modernizar seus serviços.

O Banco do Brasil possui equipe especializada disponível para apoiar os gestores públicos em todas as etapas do processo, oferecendo orientação, atendimento personalizado e suporte técnico para facilitar contratação e aquisição dos equipamentos necessários, promovendo maior eficiência e agilidade na resposta às demandas sociais.

Fonte: Banco do Brasil

BB renegocia R$ 35,5 bilhões em dívidas rurais com base na MP 1.314/25

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O Banco do Brasil atingiu a marca de R$ 35,5 bilhões em dívidas rurais renegociadas com base na Medida Provisória 1.314/25, que estabeleceu regras especiais para produtores rurais liquidarem e amortizarem operações de custeio, investimento e CPR. Ao todo, 29 mil operações de crédito foram prorrogadas, beneficiando 21 mil clientes. Do total renegociado, R$ 32,2 bilhões são referentes a operações com recursos livres e R$ 3,3 bilhões com fontes supervisionadas.

“Durante toda a vigência da MP, trabalhamos forte e conduzimos as operações com elevado rigor técnico, avaliando cuidadosamente a capacidade de pagamento dos produtores e a qualidade das garantias envolvidas. Nossa estratégia foi muito clara: apoiar os clientes na recomposição do fluxo de caixa, analisando caso a caso, e assegurando a continuidade da atividade produtiva. Com a renegociação, reafirmamos o papel do Banco do Brasil como parceiro estratégico do agro”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

Em 2025, a carteira agro do Banco do Brasil atingiu o montante de R$ 406,1 bilhões, com crescimento de 2,1% em 12 meses. Até dezembro, o BB desembolsou R$ 103,9 bilhões no âmbito do Plano Safra 2025/26, além de R$ 12,3 bi em linhas para a cadeia de valor. Do total de 281 mil operações contratadas, 73% foram destinadas à agricultura familiar (Pronaf) e médios produtores (Pronamp).

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil pede adiamento de devolução de R$ 4,1 bi ao Tesouro

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O Banco do Brasil (BBAS3) solicitou aos órgãos competentes a repactuação do cronograma de devolução do Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) contratado com o Tesouro Nacional em 2012. Dos R$ 8,1 bilhões originalmente emitidos, ainda restam R$ 4,1 bilhões a serem pagos.

A proposta prevê o diferimento dos pagamentos para duas parcelas de R$ 100 milhões em julho de 2026 e 2027, R$ 1 bilhão em julho de 2028 e R$ 2,9 bilhões em julho de 2029.

Segundo comunicado, a medida faz parte do conjunto de ações prudenciais para reforço de capital do banco, que incluiu a redução do payout para 30% em 2025 e 2026. Se aprovada, a repactuação preservará 8 pontos-base de capital em 2026 e 2027. Até a decisão final, segue válido o cronograma aprovado em 2021.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil esclarece que não há previsão de novo concurso

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O Banco do Brasil reitera que não há previsão de divulgação de edital para concurso. O BB lamenta a divulgação de algumas notícias falsas e a desinformação que circula em alguns sites na internet e perfis de redes sociais a respeito do assunto.

O Banco tem como prática comunicar formalmente toda e qualquer novidade relevante sobre o tema e orienta seus clientes e a sociedade em geral a consultar os canais oficiais do BB para informações sobre a empresa.

Canais oficiais do BB:
www.bb.com.br
Central de Relacionamento BB, 24h por dia: 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades)
SAC: 0800 729 0722

Fonte: Banco do Brasil

BB adota medidas de apoio às vítimas das enchentes em Minas Gerais

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O Conglomerado Banco do Brasil aciona protocolo do Programa Ajuda Humanitária e lança campanha em apoio às pessoas atingidas pelas fortes chuvas na região da Zona da Mata, em Minas Gerais. Inicialmente, o aporte de R$ 200 mil, via Fundação BB, será destinado a instituições sem fins lucrativos locais que serão responsáveis pela aquisição e distribuição de itens, como roupas, alimentos, kits de higiene e de limpeza.

Adicionalmente, para apoiar as comunidades atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, na Zona da Mata, em Minas Gerais, o BB anuncia uma série de medidas que já estão à disposição das famílias e dos munícipios das regiões afetadas. As iniciativas irão atender a mais de 159 mil clientes pessoas físicas e cerca de 9 mil clientes pessoas jurídicas da região.

Confira algumas das principais medidas:

Clientes PF

Os clientes PF contarão com carência de até seis meses para o pagamento da primeira parcela nas operações de renovação ou contratação do BB Crédito Consignado e do BB Crédito Salário. Além disso, será possível repactuar até quatro parcelas de capital e encargos básicos das operações de financiamento imobiliário e de empréstimo com garantia de imóvel, com transferência dessas parcelas para o final do cronograma de pagamento.

Clientes PJ

Para os clientes PJ, será disponibilizada o Pula Parcela Emergencial PJ nas principais linhas de capital de giro e para o BB Financiamento PJ, permitindo a prorrogação extraordinária de até seis parcelas. Também estará disponível linha de repactuação de dívidas (Reperfilamento PJ), com prazo de até 60 meses e até seis meses de carência para empresas.

Clientes Agro

Nesta frente, o BB anuncia, como principais medidas:

  • Recursos do crédito rural: alocação emergencial de recursos para linhas de custeio e investimento, incluindo créditos destinados a construção e/ou reforma de moradias rurais por meio do Pronaf.
  • Prorrogação simplificada de operações: alertas de safra por cultura e região reportados por nossos técnicos agrícolas em campo permitirão a simplificação e automação dos processos de prorrogação de operações, apoiando as necessidades dos clientes.
  • Parceiros Agro/Correspondentes Bancários: acionamento dos parceiros do Banco do Brasil que atuam nos municípios afetados para prestar assistência operacional e negocial aos produtores que tiveram perdas.
  • Proagro: priorização no processamento dos comunicados de perdas do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) originados em toda a região afetada, garantindo maior agilidade no atendimento aos produtores.

Meios de Pagamento

Como parte do conjunto de medidas emergenciais, o Banco do Brasil também adotou ações operacionais excepcionais para reduzir os impactos financeiros nas regiões afetadas, com estorno de juros, encargos, IOF e tarifas em faturas e operações de pagamento. As ações incluem flexibilização de prazos e condições para abertura e manutenção de contas, além da ampliação temporária dos limites para transações via Pix. Foram ainda aplicadas exceções sistêmicas para clientes com prejuízos cadastrais decorrentes do evento climático. A comunicação ocorre de forma ativa pelos canais oficiais do Banco.

Seguros

Comunicação ativa, via WhatsApp, aos segurados dos municípios impactados, reforçando o fluxo para acionamento de assistências e abertura de sinistros, bem como os canais disponíveis. A BB Seguros está acompanhando o volume de acionamentos dessas ocorrências, com priorização de análise e atendimento para esses casos. Além disso, no atendimento telefônico, haverá reforço da capacidade de atendimento para as regiões afetadas, além de priorização nos chamados oriundos da Zona da Mata.

Setor Público

O BB está em contato com os entes públicos dos municípios atingidos, com o objetivo de prestar apoio e oferecer operações de crédito, com processo priorizado na esteira de concessão. O BB também tem orientado os gestores públicos da região a solicitarem recursos por meio do Cartão da Defesa Civil. Outra iniciativa é a oferta de solução de pagamento de benefícios, que possibilita o pagamento de auxílio aos afetados.

Doações e apoio humanitário

O conglomerado Banco do Brasil, incluindo a Fundação Banco do Brasil e a Livelo, estão mobilizados a prestar auxílio às pessoas diretamente afetadas pelas enchentes em Minas Gerais. Além dos R$ 200 mil de doação inicial realizada via Fundação BB, os valores arrecadados pelas doações serão destinados a instituições sem fins lucrativos que atuam na região, que serão responsáveis pela aquisição e distribuição de alimentos, kits de higiene e limpeza e outros itens necessários neste momento. Em outra ação, a partir deste dia 26 de fevereiro, todas as AABB (Associações Atléticas Banco do Brasil) de Minas serão utilizadas como pontos oficiais de doações para atingidos pelas chuvas em Juiz de Fora e região. Serão recebidos itens como água mineral, materiais de limpeza, produtos de higiene pessoal, cobertores, travesseiros, toalhas de banho e roupas e calçados em bom estado de conservação, por exemplo.

Ainda sobre a campanha de arrecadação de recursos para ajudar as pessoas da região, cabe destacar que as doações de pontos serão dobradas pela Livelo. Todo o recurso arrecadado será destinado para aquisição e entrega de itens de primeira necessidade às famílias. A sua participação é essencial para ampliar o impacto social positivo e ajudar as comunidades afetadas.

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Para valores em dinheiro:
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Banco do Brasil 001
Agência: 1607-1
Conta: 80.000-7
Chave PIX: pix.enchentesmg@fundacaobb.org.br

Para doações via pontos Livelo:
A campanha é válida desde já, até 31 de março de 2026 para doações realizadas para Enchentes MG da Instituição Fundação BB no Catálogo Livelo em: livelo.com.br> Trocar Pontos> Doação > Todos os parceiros.

Fonte: Banco do Brasil