Governo Bolsonaro mira Petrobras e acerta Banco do Brasil

Publicado em: 24/06/2022

A novela Petrobras deixou a bolsa brasileira com o freio de mão puxado, enquanto os mercados no exterior aceleraram em recuperação à sangria da semana passada. Brasília deu mais um passo para colocar a estatal no centro de sua campanha eleitoral, e aí não deu outra: as ações da companhia tiveram uma nova queda nesta terça-feira, arrastando o também estatal Banco do Brasil.

O plano é o seguinte: para ter mais poder sobre a política de preços de combustíveis da Petrobras, o governo pretende mudar, via Medida Provisória, a Lei das Estatais, instaurada no governo de Michel Temer. A ideia é facilitar a troca dos dirigentes da companhia, que hoje segue um processo burocrático e arrastado, e depende da aprovação de acionistas em assembleia.

A lei das estatais foi criada justamente para evitar ingerência governamental nas companhias. E a MP afetaria não só a petroleira, mas também o BB. Além disso, aliados do governo de Jair Bolsonaro (PL) colhem assinaturas no Congresso para instalar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a Petrobras e seus dirigentes, como se fosse 2015. O foco, por sinal, é a companhia sob os anos do PT, algo amplamente investigado, e não a estatal e a política de preços agora.

Os flashbacks não param por aí. Lula, candidato à presidência, se opõe à CPI e sugeriu que Bolsonaro poderia reduzir o preço do diesel e da gasolina com “uma canetada”.

A disputa política em torno da Petrobras ontem parecia conversa passada, e as ações subiram. Só que era feriado nos Estados Unidos, e o jogo era outro. Hoje os investidores de lá e daqui decidiram enfrentar o elefante na sala, também conhecido como risco de mudança na política de preços da Petrobras. O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, disse que talvez a paridade de preços não esteja funcionando bem e que poderia pedir uma mudança.

Abandonar a paridade, por si só, não coloca a Petrobras em prejuízo – no máximo, faz ela ganhar potencialmente menos. O que dá prejuízo é ela precisar importar combustível, a preços de mercado, e vender no Brasil a valores mais baixos para garantir o abastecimento. Hoje, quem faz isso são importadores privados, mas sem a política de preços eles não conseguem competir com a estatal e deixam o mercado doméstico desabastecido. Esse é um risco real, é bom lembrar. Essa balbúrdia toda ao redor da Petro existe depois de ela ter segurado os preços dos combustíveis por cerca de 100 dias, e mesmo após o reajuste, eles são vendidos abaixo da paridade internacional.

Segundo o Goldman Sachs, o preço do diesel ainda é 11% mais barato no Brasil que a paridade de importação, quando comparado com o preço do produto importado dos EUA. A gasolina está 27% abaixo desta régua.
Resultado da bagunça: -1,99% para PETR4, -1,06% para PETR3 e -4,10% no Banco do Brasil, que caiu na história de paraquedas.

O Ibovespa sucumbiu a Brasília e caiu 0,17%. Este é o terceiro pregão seguido abaixo dos 100 mil pontos – fechou a 99.684,50 pontos.

Mas nem só de crise política vive a bolsa. Outro motivo para a queda foi a divulgação da ata do Copom. O Banco Central sugeriu que os juros devem ficar na lua mais tempo que o mercado vinha estimando para conseguir conter a inflação. O J.P. Morgan, por exemplo, aumentou a sua projeção para a Selic ao fim de 2023 para 11%, de 9,75% anteriormente.

Fonte: Você SA

 

 

Fundação BB lança ação para inserir jovens no mercado do trabalho

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A Fundação Banco do Brasil lançou a ação Conexão Jovem Mercado com o objetivo de preparar os jovens para o mundo do trabalho. O projeto pretende desenvolver competências socioemocionais e cognitivas, além de promover a integração dos jovens com tecnologias digitais em todo o processo de aprendizagem.

O projeto é uma parceria da fundação com o Ministério do Trabalho e Previdência, Sebrae, Federação Nacional das AABB (FENABB), Microsoft, Alelo e instituições parceiras, e foi lançado em maio, em Brasília.

A ação é voltada para estudantes da rede pública de ensino com idade entre 14 e 17 anos. O conteúdo programático e as atividades pedagógicas serão divididos em três eixos de conhecimentos: formação para a vida, mundo do trabalho e tecnologia e inovação.

Na fase piloto, participarão 500 jovens em turmas compostas por 25 alunos, quatro vezes por semana, três horas por dia, totalizando carga horária total de 180 horas de atividades.

“Esta é uma iniciativa de educação para o futuro e inserção produtiva de nossos jovens no mundo do trabalho, por meio do desenvolvimento de competências socioemocionais e cognitivas. Junto com nossos parceiros compartilhamos conhecimento, experiências e recursos financeiros numa construção coletiva com o propósito de transformar vidas e realidades”, disse a presidente da Fundação Banco do Brasil, Eveline Veloso Susin.

Para esta etapa foram selecionadas cinco instituições com experiência na execução de programas de aprendizagem, sendo uma em cada região do país: Brasília; Salvador; Manaus; Belo Horizonte; e Porto Alegre.

Fonte: ES Brasil

BB muda programa de pontos, com nova marca e benefícios em uma única plataforma

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O Banco do Brasil (BBAS3) reformulará os programas de pontos e relacionamento com os clientes. O Ponto pra Você e o Ponto pra sua Empresa passarão a se chamar BB Relaciona e BB Relaciona Empresas, e terão mudanças na plataforma e nos benefícios. Segundo banco, as novas vantagens são mais personalizadas.

Na plataforma para pessoas físicas, o BB passa a consolidar todos os benefícios oferecidos aos clientes em um único espaço. Isso inclui o Vantagens BB, cashback com pontos, cashback em compras com parceiros e o Clube de Benefícios do banco, além das parcerias com a Livelo e a Dotz.

No programa direcionado a empresas, o modelo de pontuação foi alterado, o que segundo o banco, aumentará o engajamento e a fidelização entre micro e pequenas empresas. Neste caso, há pontuação no uso do cartão de crédito e a partir do uso de outros produtos e serviços do BB.

No novo modelo, o recebimento de pagamentos via Pix de clientes com chaves cadastradas no BB passará a gerar pontos de forma dinâmica, de acordo com o volume recebido, e com limite de 10.000 pontos mensais.

Há ainda pontuações atreladas ao uso da Cielo, adquirente em que o banco é sócio junto com o Bradesco, e do cartão Alelo para pagamento de benefícios a funcionários, entre outros.

Os resgates de pontos em benefícios foram mantidos, o que inclui cashback para pagamentos efetuados em conta corrente nos 30 dias anteriores, transferência para os programas de pontos das aéreas Latam e Gol e também desconto na fatura do cartão da empresa, além do uso para o pagamento de parcelas de seguros empresariais contratados com o banco.

Fonte: Money Times

BB premia clientes Ourocard selecionados com 5 mil pontos

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O Banco do Brasil lançou a campanha “5 mil motivos para amar ainda mais o seu Ourocard”, que vai dar 5 mil pontos Livelo a clientes Ourocard selecionados, após cumprirem meta estabelecida realizando compras com o cartão BB na função crédito.

A campanha é destinada aos clientes pessoas físicas, portadores de cartões Ourocard, selecionados por critérios exclusivos do Banco. A ação é válida até 30 de junho.

Os clientes elegíveis para a ação promocional serão informados por meio dos canais de comunicação do Banco do Brasil e somente esses estarão aptos a participarem da promoção, após cumprimento da meta. As metas serão definidas individualmente para cada cliente, de acordo com critérios estabelecidos pelo Banco do Brasil.

Para apuração do atingimento das metas estipuladas aos clientes serão consideradas todas as transações realizadas com cartões Ourocard, na função crédito aprovadas entre 0h do dia 1º de junho de 2022 e 23:59 do dia 30 de junho de 2022. As compras parceladas serão computadas pelo valor total da transação, para fins de cumprimento da meta.

Após a apuração do cumprimento da meta estabelecida, o cliente receberá os 5 mil pontos Livelo em um único lançamento, em até 60 dias após o encerramento do período da promoção. Os pontos adquiridos no programa serão transferidos automaticamente para a Livelo e terão validade de 12 meses.

Fonte: Banco do Brasil

 

IDR e Banco do Brasil promovem semana das energias renováveis

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Foi realizada entre os dias 20 e 21 de junho a programação da Semana das Energias Renováveis, evento criado para estimular o uso de formas sustentáveis de geração de energia. A ação está acontecendo na Praça Presidente Vargas, entre as 9h e às 16h.

De acordo com Marco Antônio da Silva Reis, coordenador regional de projetos do IDR-PR, um dos objetivos do evento é divulgar o programa Paraná Energia Rural Renovável (Renova PR), iniciativa do Governo do Estado que subsidiará a compra de equipamentos de geração de energia fotovoltaica em propriedades rurais.

Ainda que esteja disponível para todos os agricultores, um dos objetivos principais do programa é oferecer uma alternativa aos produtores rurais beneficiados pela Tarifa Rural Noturna, que deixará de existir no final de 2022. Este programa oferece 60% de desconto na fatura de energia elétrica para o consumo realizado entre as 21h30 e às 6h. De acordo com Reis, cerca de 10.400 agricultores recebem esta subvenção no Paraná.

Por meio do Renova PR, o governo subsidiará o pagamento dos juros da contratação de financiamentos para compra e instalação de equipamentos de geração de energia fotovoltaica.

Para ter acesso ao Renova PR, o agricultor precisa procurar o IDR-PR, com as faturas de energia dos seus imóveis emitidos pela mesma concessionária. Com isso é feito um cálculo da estrutura necessária para suprir a necessidade de consumo por meio de geração fotovoltaica. “Nós temos uma lista de mais de 200 empresas credenciadas neste programa, através de um edital do estado, inclusive estas que estão aqui hoje. Essas empresas estão aptas a fornecer a placa solar para os agricultores.

O agricultor escolhe a empresa de sua preferência e o IDR-PR, ou uma empresa de assistência técnica privada, realizam o plano de crédito.

Na praça está havendo exposição de empresas locais de equipamentos de geração fotovoltaica cadastradas no programa, assim como estandes do IDR-PR e do Banco do Brasil, onde é possível fazer o cálculo da estimativa de energia e custo do projeto, a partir de uma fatura de energia elétrica.

A programação também contou com apresentação de projetos, depoimentos de experiências de clientes, entre outras atividades, que serão realizadas novamente nesta terça-feira (21). A intenção é oferecer informações principalmente para agricultores, porém, as empresas estão apresentando seus produtos para todos os interessados.

De acordo com informações do Banco do Brasil, além de esclarecer sobre as linhas de financiamento para o agronegócio, voltadas para a geração de energia, a semana também tem o objetivo de estimular a utilização de energias renováveis, especialmente a do biogás e a fotovoltaica.

Mercado

De acordo com representantes comerciais de empresas expositoras no evento, o mercado de painéis de geração de energia fotovoltaica está em crescimento. Alex da Silva, representante da Energy Sol, calcula que nos últimos cinco anos o mercado tem crescido pelo menos 40%. “A tendência é isso ser predominante daqui a uns 10 anos. A grande maioria das residências, indústrias, comércios, já terão a sua produção própria”, complementa.

Silva analisa que esse crescimento se relaciona com a diminuição do valor do investimento para adquirir equipamentos fotovoltaicos e o aumento da oferta de crédito para esse segmento.

Rafael Lopes, representante da E3 Energia Solar, acredita que além do fator econômico, existe uma consciência cada vez maior da população com relação a importância do uso de energias renováveis e a preservação do meio ambiente.

Fonte: Diário do Sudeste

Senar e Banco do Brasil promovem circuito de treinamento em 25 Estados

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Banco do Brasil promovem, até dezembro, o Circuito de Treinamento Agro, uma série de eventos para tratar de temas como assuntos técnicos, gerenciais e de crédito rural com o intuito de capacitar produtores rurais.

O objetivo é levar informações técnicas, gerenciais e de acesso ao crédito para agricultores e pecuaristas. A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar também será apresentada aos participantes. Cada encontro tem duração de oito horas.

Os eventos começaram em fevereiro pelos estados de Goiás e Minas Gerais, com a realização de 10 encontros. Segundo o assessor técnico do Senar, Gabriel Sakita, após os eventos nos dois estados, houve mais 21, totalizando 31 encontros até agora, com a participação de mais de 900 produtores rurais.

Ao todo, estão programados mais 205 eventos em 25 estados em 2022 (AC, AL, AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, RJ, RN, RS, RO, RR, SC, SE, TO e SP).

Até o dia 30 de junho, acontecem encontros em Goiás, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Em julho haverá 48 treinamentos em 14 estados: AC, AM, AP, BA, DF, ES, RJ, MA, MG, MS, PA, PB, RO e SC.

Os interessados em participar devem procurar os sindicatos rurais dos municípios ou o Senar estadual. As vagas são limitadas.

Fonte: Notícias Agrícolas

Prefeitura de Teresina e BB assinam termo para investimentos no município

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O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, assinou, nesta quarta-feira (22), protocolo de intenção que firma o interesse de viabilizar operação de crédito para investimentos no município, por meio do Banco do Brasil. Com isso, o município tem a disposição o limite de R$ 500 milhões a serem investidos nas áreas de infraestrutura, saneamento, mobilidade urbana, habitação e outras áreas prioritárias.

“Esse é um momento muito importante para nossa cidade. Diante da nossa seriedade no trabalho, no olhar social focado na população, fortalecemos essa conversação com as entidades financeiras e conseguimos ter a disposição recursos para avançarmos nos investimentos da nossa cidade. Já estamos com o projeto praticamente pronto para enviarmos à Câmara Municipal, no máximo até amanhã, pedindo autorização para realizar esta operação”, disse o prefeito de Teresina Dr. Pessoa.

O encontro ocorreu no Palácio da Cidade e contou com a participação da equipe de setor público do Banco do Brasil, do vice-prefeito Robert Rios, do secretário de governo André Lopes, do Secretário de Planejamento, João Henrique Sousa, e do secretário executivo de Captação de Recursos, Ítalo Portela.

“A assinatura deste protocolo tem como objetivo financiar diversos projetos, inclusive sociais, da Prefeitura de Teresina e, é um momento de muita satisfação diante da confiança que o Dr. Pessoa, a equipe de governo e planejamento depositam nessa instituição. Esse trabalho é resultado da liderança do prefeito e temos orgulho de contribuir para a transformação do município de Teresina”, afirmou Flávio Araújo, gerente geral do setor público do Banco do Brasil.

Quando aprovado pela Câmara Municipal, o contrato entre o município e Banco do Brasil deve ser assinado entre 40 e 60 dias, com o valor de R$ 500 milhões, com prazo total de 120 meses e carência de 12 meses.

“Estamos concluindo a etapa de assinatura do termo de protocolo, após seis meses de negociação mediadas pelo nosso prefeito Dr. Pessoa, que tem sempre priorizado um olhar social para investirmos na capital. Considero esse feito uma vitória pessoal do Dr. Pessoa, pois partiu dele essa iniciativa. Vamos seguir nesse trabalho para que os trâmites sejam executados da forma mais ágil possível”, concluiu João Henrique Sousa.

O secretário de Governo, André Lopes, destaca a importância das operações de crédito para a realização de obras.
“O Prefeito Dr. Pessoa tem grandes sonhos de desenvolver nossa cidade com obras estruturantes, mas dependemos da capacidade investimentos para sua realização, na qual precisamos de operação de créditos para tornar esses projetos reais”, afirma, André Lopes.

Fonte: Prefeitura Municipal de Teresina

 

Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil cria Comitê de Luta

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O papel do Banco do Brasil na reconstrução do país foi um dos temas em destaque no 33° Congresso Nacional dos Funcionários do BB (CNFBB), que aconteceu entre os dias 8 e 10 de junho e resultou na instalação de um Comitê Nacional de Luta em defesa do BB e pelo seu fortalecimento como instituição pública e de apoio à eleição de Lula, por ser o único programa de governo que coloca os bancos públicos no centro da política de investimentos e retomada do crescimento econômico.

“Por que apoiar a eleição de Lula? Porque foi durante seus dois governos e nos governos Dilma que o Banco do Brasil mais desempenhou seu papel como indutor do desenvolvimento regional e sustentável da economia”, explica João Fukunaga, coordenador da Comissão de Empresas dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). “Por outro lado, desde o golpe de 2016, os governos que se instalaram no país adotaram políticas que favoreceram o mercado financeiro e o grande capital e atacaram direitos previdenciários, trabalhistas, reduzindo o papel do Estado na organização da atividade econômica e enfraquecendo o Banco do Brasil. São mais de 1.400 unidades do BB fechadas e 23 mil postos de trabalho a menos, desde 2016”, completa.

O papel do Comitê Nacional de Luta será defender o BB, a implantação de um programa de governo que tenha o banco como centro de políticas de incentivo ao crescimento econômico, de apoio à agricultura familiar e empresarial, de financiamento às micro e pequenas empresas, de desenvolvimento regional com redução das desigualdades sociais e regionais.

“O BB é uma instituição pública e tem funções mais relevantes que as de um banco privado que só visa lucro. É um banco da sociedade brasileira, que pode e deve ajudar o Brasil a sair do buraco em que foi jogado nos dois últimos governos”, pondera Fernanda Lopes, representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o banco.

Vários sindicatos já criaram Comitês de Luta locais ou regionais. O Comitê Nacional coordenará a luta em defesa do banco como peça central do desenvolvimento regional e sustentável.

Propostas

Confira algumas das propostas, aprovadas no 33º CNFBB, para recuperar o papel do BB como banco público voltado para o desenvolvimento sustentável do país:

  • O acionista controlador deve orientar claramente o banco a atuar como indutor do desenvolvimento, participando de todos os segmentos da atividade bancária, mas priorizando a concessão de crédito para a agricultura familiar, para as micro, pequenas e médias empresas, agindo para reduzir as desigualdades sociais e regionais e para integrar ao sistema bancário os milhões de cidadãos excluídos.
  • É preciso rever a estratégia corporativa do BB, para que o banco não esteja voltado somente para perseguir a lucratividade dos bancos privados e distribuir dividendos, uma vez que terá de cumprir a função social e pública para a qual foi criado. Definir novos parâmetros de taxa de retorno e remuneração aos acionistas.
  • O BB deve exercer papel de liderança no financiamento à adoção de práticas socioambientais sustentáveis, fundamentais para estancar a catástrofe climática anunciada, rumo a uma economia de baixo carbono.
  • Financiar atividades que privilegiem o desenvolvimento regional sustentável, com acompanhamento e orientação técnica com instituições públicas. Incentivar projetos e programas de arranjos produtivos locais, adensamento das cadeias produtivas e desenvolvimento regional sustentável.
  • Rever o plano de capital para ampliar a oferta de crédito de maneira segura e sustentável.
  • Alterar a estrutura administrativa para assegurar controle e participação social e articulação com o poder público. Podem ser criados comitês de sustentabilidade e comitês consultivos com a participação de representantes da agricultura familiar, de micro, pequenas e médias empresas, microempresários individuais e arranjos produtivos locais, de maneira a aproximar o banco da população e agentes econômicos que deve atender.
  • Aumentar a oferta de crédito para a agricultura familiar, para a produção de alimentos de primeira necessidade e orgânicos, firmando parcerias para orientação e assistência técnica com instituições públicas.
  • Ampliar a oferta de microcrédito produtivo orientado, aproveitando experiências exitosas de outros bancos públicos, com programas e operações de crédito direcionados a micro e pequenas empresas e microempresários individuais.
  • Ampliar o financiamento a cooperativas de produção rural, industrial e comercial e de oferta de serviços.
  • Atuar como indutor da redução do spread bancário e das taxas de juros dos empréstimos concedidos às pessoas físicas e jurídicas.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Mato Grosso

 

BB renegocia R$ 150 milhões em dívidas de pequenos negócios em campanha com o Sebrae

Publicado em: 16/06/2022

O Banco do Brasil participa, em parceria com o Sebrae Nacional, de uma campanha de mobilização destinada à renegociação de dívidas em atraso contraídas por pequenos empresários e microempreendedores. Lançada em 3 de junho, o BB já renegociou dívidas de 6 mil pequenos empresários neste período, na ordem de R$ 150 milhões. Durante a campanha, a procura por renegociação em canais digitais do BB aumentou cerca de 200% na comparação com períodos sem campanha de mobilização. O objetivo da ação é apoiar micros e pequenos negócios que possuem empréstimos com parcelas em atraso vinculados ao Fundo de Aval do Sebrae (Fampe), além de demais empréstimos e financiamentos eventualmente em atraso.

A iniciativa busca dar condições para que eles coloquem dívidas em dia e regularizem os fluxos de pagamento das suas empresas. Os micros, pequenos e médios empreendedores são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais do país. O Banco do Brasil conta cerca de 2,8 milhões de clientes MPE e desde o início da pandemia desembolsamos cerca de R$ 200 bilhões para esse público.

O vice-presidente Corporativo do Banco do Brasil, Ênio Mathias, ressaltou a qualidade de crédito do Banco e a parceria junto às MPE no lançamento da campanha. “Nosso índice de inadimplência acima de 90 dias está em 1,89%, permanecendo inferior ao registrado pelo Sistema Financeiro Nacional. Além do apoio para quem precisar renegociar, destaco que temos mais de R$ 210 bilhões para emprestar aos nossos clientes micro e pequenas empresas em créditos pré-aprovados para capital de giro e investimento”, pontuou.

O executivo disse que o BB oferece crédito e dá assessoria financeira e de gestão do negócio. “Permanecemos presentes quando os pequenos empreendedores mais necessitam de nós. É nossa vocação – como parceiro das MPE – ajudar a levar desenvolvimento econômico para todas as regiões do país, justamente por acreditarmos nesse setor, que é responsável por aproximadamente 32% do PIB brasileiro e por mais de 50% dos empregos formais do Brasil”, destacou.

Até o final de junho, o BB vai renegociar as parcelas de clientes micro e pequenos empresários e microempreendedores individuais (MEI) com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões e dívidas vencidas há mais de 15 dias.

O Banco do Brasil mantém em carteira 335 mil clientes com operações elegíveis para a renegociação. Desse total, 27 mil clientes possuem operações com o amparo do Fampe, o fundo garantidor com aval do Sebrae para operações de crédito de pequenos negócios. Cabe destacar a boa qualidade da carteira de crédito do BB. O índice de inadimplência INAD+90d do primeiro trimestre deste ano foi de 1,89%, permanecendo inferior ao registrado pelo SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Condições negociais

O BB vai renegociar operações inadimplentes há mais de 15 dias no âmbito do Fampe, capital de giro, cheque especial, cartão de crédito, recebíveis e financiamento de ativos fixos.

O saldo devedor pode ser renegociado em até 96 meses, com taxas a partir de TR + 1% ao mês. Outra vantagem é o rebate de até 92% para dívidas vencidas há mais de 60 dias.

Renegociação via canais digitais, inclusive pelo WhatsApp

Os pequenos empresários interessados em renegociar seus débitos podem utilizar os canais de atendimento do BB. A campanha tem foco nas operações de crédito contratadas durante a pandemia e vai utilizar os canais digitais para envio de mensagens por meio de SMS, push e e-mail para mobilizar os clientes do público-alvo.

No Whatsapp (61 4004-0001) basta informar a hastag #renegociepj para falar com um especialista ou acessar o AppBB, o Gerenciador Financeiro (Gefin) e o site solução de dívidas (bb.com.br/renegociepj). O contato pode ser feito ainda pela Central de relacionamento (CRBB) 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 08007290001 (demais localidades) e nas agências de relacionamento do cliente.

Além do BB, participam da Campanha Nacional de Renegociação de Dívidas a Caixa, o Banco Original, Serasa, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e outras instituições de fomento.

Fonte: Banco do Brasil

BB: com o dobro de clientes, oferta de produtos e serviços dobra com dados do open finance

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Mesmo com algumas dificuldades de comunicação entre as instituições financeiras no Open Finance, o Banco do Brasil já vê efeitos significativos da iniciativa sobre seus negócios e no atendimento aos clientes.

Segundo o diretor de Negócios Digitais do BB, Pedro Bramont, mais de 500 mil pessoas já deram consentimento ao banco para acessar seus dados financeiros em outras instituições desde que a fase 2 do Open Finance entrou em vigor, em agosto de 2021.

Deste total, 5% já foram impactados com a oferta de produtos e serviços personalizados usando as informações obtidas por meio da iniciativa, com o dobro de clientes conquistados (taxa de conversão) na comparação com as propostas realizadas sem ter acesso aos dados de outros bancos, cooperativas e instituições de pagamento.

“Por exemplo, percebemos que o cliente tem um produto de investimento na concorrência e que nós temos um produto mais interessante para o perfil e oferecemos para ele.”

A gerente de Open Finance no BB, Karen Machado, destaca que o número de consentimentos ao banco é significativo considerando que, no total, as autorizações para o compartilhamento de dados chegavam a cinco milhões no fim de maio, segundo o diretor de Regulação do BC, Otávio Damaso. Diferente do número do Banco do Brasil, o dado do BC de autorizações pode contar a mesma pessoa mais de uma vez, porque considera todos os consentimentos dados, em diferentes contas.

Machado explica que a maioria das autorizações dadas ao BB já era de clientes, possibilitando ao banco analisar de forma mais profunda a vida financeira deles e oferecer produtos e serviços mais assertivos.

A gerente de Open Finance ainda destaca que, com os dados de outras contas, o banco também percebe o que não faz sentido para o cliente. “O cliente não só tem uma solução melhor, mas passa a ser menos assediado pelo que não faz sentido.”

Bramont cita que os dados obtidos via Open Finance já são usados para fazer oferta de financiamentos a clientes e aumentar o limite de cartões de crédito, por exemplo. O banco também identificou compras na Amazon e informou à base de clientes que tem uma parceria que oferece cashback nos pagamentos pelo aplicativo do BB. “Já há alguns milhões em crédito, alguns milhões em investimentos”, disse, explicando que não pode ainda detalhar os resultados do banco no Open Finance.

Há ainda outras 10 iniciativas em projeto piloto. Uma delas é o iniciador de pagamentos, ferramenta da terceira fase do Open Banking que permite reduzir etapas em pagamentos online ou mesmo usar saldos existentes em outras instituições para uma transferência via Pix, por exemplo. O BB foi o primeiro grande banco a ser habilitado como iniciador de pagamentos pelo BC, mas ainda está em fase de testes, uma vez que as dificuldades de comunicação entre as instituições no Open Finance têm demandado ajustes bilaterais atualmente.

Com a iniciativa da Estrutura de Governança, que já começou a revisar as especificações necessárias para essas conexões serem automáticas, o BB espera poder lançar o produto no mercado em breve. (Informações Broadcast)

Fonte: Portal ADVFN

BB recebe pauta específica para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho

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Representantes dos funcionários do Banco do Brasil, reunidos no Comando Nacional dos Bancários, entregaram, na tarde desta quarta-feira 15, a pauta específica com as reivindicações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho do BB. Na mesma ocasião, foi entregue a pauta com as reivindicações para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária.

A pauta foi construída em dois dias de debates, durante o 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, quando bancários do BB de todo o país estiveram reunidos, entre os dias 9 e 11, para definir, além das reivindicações econômicas, pautas sobre condições de trabalho; de representação por segmento, como CRBB, gerentes de serviço, caixas, gerentes estilo, gerentes exclusivo.

Também foram debatidas e aprovas pautas sobre igualdade de gênero, igualdade racial e específicas para juventude.

“Pautas importantes para um banco público, que deve representar aquilo que a sociedade tem de melhor, e essa diversidade, essa democracia marca o nosso país. Por isso, juntos, vamos construir uma grande campanha salarial e sem deixar de perder no horizonte a nossa tarefa no final do ano, que é garantir a democracia deste país, para que o Banco do Brasil sobreviva como banco público. Sem a democracia não há banco público”, afirma João Fukunaga, diretor executivo do Sindicato e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

“Há muita expectativa dos trabalhadores do banco no que diz respeito às melhorias no plano de cargos e salários, tanto no pessoal da gerência média, quanto dos funcionários da CRBB, dos PSO’s e das áreas de apoio, teletrabalho pra todos, combate ao assédio moral e metas abusivas, e também quanto a compensação de horas negativas da pandemia, e conversão em espécie dos abonos, PLR e etc. Esperamos que o BB atenda essas justas reivindicações dos trabalhadores nessa campanha“, pontua Getúlio Maciel, dirigente sindical e representante da CEBB pela Fetec-SP.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

BB é condenado por coagir advogados a desistir de ações sob pena de demissão

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O Banco do Brasil S.A. terá de pagar indenização de R$ 500 mil por dano moral coletivo por ter coagido empregados a desistir de ações trabalhistas ajuizadas individualmente ou por meio do sindicato. A decisão é da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que considerou que a conduta da empresa desprezou a ordem constitucional e as regras trabalhistas.

De acordo com a denúncia apresentada ao Ministério Público do Trabalho (MPT), em novembro de 2009, o banco, por meio do seu diretor jurídico, teria coagido empregados, sobretudo advogados, para que desistissem das ações, sob ameaça de demissão ou perda de comissão. Na ação civil pública, o MPT pediu a condenação da empresa ao pagamento de indenização de R$ 5 milhões por dano moral coletivo, com o argumento de que o dano dizia respeito a toda a toda a categoria e à própria sociedade, pois violaria a ordem social.

Número restrito

O banco, em sua defesa, disse que o MPT havia embasado o alegado direito coletivo num número restrito de empregados, integrantes do seu quadro jurídico, que supostamente teriam sofrido dano “decorrente de razões diversas, sem origem comum”.

Parcela específica

A tese de lesão à coletividade foi acolhida pelo juízo da 12ª Vara do Trabalho de Brasília, que fixou a indenização em R$ 500 mil. Contudo, a decisão foi reformada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO), que não viu na conduta do banco ato atentatório à coletividade. “Os atos supostamente imputados ao banco foram dirigidos a uma parcela específica de funcionários, qual seja, a dos advogados”, registrou o TRT.

Desrespeito à liberdade

No exame do recurso do MPT pela Primeira Turma, prevaleceu o voto do relator, ministro Hugo Scheuermann, pelo restabelecimento da sentença. O relator acentuou que a conduta do banco não atingiu apenas a esfera individual dos trabalhadores afetados, mas causou, também, intolerável desrespeito à liberdade de ação e de associação dos trabalhadores, o que afeta toda a coletividade.

Processo: Ag-RRAg-32-82.2011.5.10.0012

Fonte: Rota Jurídica

Banco do Brasil já desembolsou R$ 1,6 milhão em crédito pelo WhatsApp

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O Banco do Brasil (BB) divulgou na terça-feira (14/6) que já foi contratado mais de R$ 1,6 milhão em crédito pessoal pelo WhatsApp, com uma jornada de contratação inteiramente dentro da conversa com o assistente virtual do BB.

O Banco do Brasil é o primeiro a ofertar a solução, que foi ampliada para todo o público a partir do dia 2 de junho. Com a ampliação de produtos e serviços na rede social, agora os clientes do Banco do Brasil podem contratar empréstimo pessoal diretamente pelo mensageiro.

Para simular, verificar as condições — como data de vencimento, valor das parcelas, data de contratação — e contratar a operação, basta ao cliente iniciar uma conversa com o número 61 4004-0001.

A solução não é exclusiva para novos contratos. Clientes que já possuem empréstimo contratado também podem acompanhar o extrato das suas operações pelo WhatsApp. Até o final deste ano, a oferta de produtos de crédito pessoal será ampliada, contemplando crédito consignado, crédito antecipação de restituição de IR, crédito 13º salário e crédito veículo.

A oferta de crédito atende a uma demanda dos clientes. Segundo o BB, foram feitos mais de 23 milhões de atendimentos nos últimos 90 dias em assistentes virtuais do banco.

Fonte: Correio Braziliense

 

Banco do Brasil vende quase 3 mil imóveis com até 70% de desconto

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O Banco do Brasil (BBAS3) disponibiliza 2,9 mil imóveis para venda direta ou via leilão durante o mês de junho. Com descontos de até 70% sobre o valor de mercado, as unidades podem ser adquiridas no portal Seu Imóvel BB.

Com valores entre R$ 11,9 mil e R$ 24,1 milhões, as opções de casas, apartamentos, terrenos e fazendas estão localizadas por todo território nacional, com predominância nos estados de Goiás, Paraíba e Piauí.

Segundo o gerente executivo do Banco do Brasil, Rodolfo Barros, a instituição busca acompanhar os avanços e tendências para proporcionar uma boa experiência aos seus clientes, o que resultou no desenvolvimento do Seu Imóvel BB, plataforma que reúne as propriedades do banco disponíveis para venda direta ou via leilão.

Entre as milhares de ofertas disponíveis na plataforma, há um apartamento, na cidade do Rio de Janeiro, com área de 43 metros quadrados pelo valor de R$ 79,2 mil, o que representa 33% de desconto sobre o preço de avaliação.

Também há uma casa, em São Luís, no Maranhão, com área construída de 265,9 metros quadrados por R$ 93,7 mil, cerca de 66% abaixo do valor de mercado.

“Iniciativas como o portal Seu Imóvel BB unem preço atrativo, diferentes perfis de imóveis e toda a nossa expertise de sete anos no mercado de venda de imóveis com acompanhamento de ponta a ponta”, conta Marcelo Prata, completa o CEO da Resale, empresa responsável pelo desenvolvimento do portal.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil cai até 5% após desistência de venda do BB Américas

Publicado em: 05/06/2022

O Banco do Brasil desistiu de vender sua filial que atua nos Estados Unidos, o BB Americas. A informação foi revelada na segunda-feira (30 de maio) pelo colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim. Diante disso, as ações do BB tiveram perdas mais fortes do que a de seus pares.

Segundo o colunista, 12 mil clientes da divisão deverão ser incorporados, à medida em que a divisão for encorpada. O BB Americas é uma instituição financeira que possui sede na Flórida. Ela foi constituída em 2012, como sucessora do EuroBank.

Em outubro de 2020, conforme apurado pelo Estadão/Broadcast, o Banco do Brasil já avaliava desistir de vender sua filial nos EUA. No entendimento da gestão do banco na ocasião, era de que seria baixo o preço que seria obtido com o desinvestimento frente à importância da unidade. Isso porque a filial funciona como suporte aos clientes brasileiros no exterior.

A venda integrava a lista de desinvestimentos do BB — que tinha sob orientação o ministro da Economia, Paulo Guedes. Apesar disso, a análise do mercado já previa não seria uma tarefa fácil a venda. O motivo é que os bancos brasileiros, potenciais compradores, já contam com presença na Flórida.

Segundo um analista de um banco estrangeiro, o BB Américas é bastante pequeno. Essa fonte afirmou que a venda “é mais uma matéria de cunho político… porque em termos de impacto econômico é muito pequeno”.

Ao mesmo passo que avaliava cancelar a venda da filial, a gestão, na época, considerava servir melhor os clientes que possuem contas por lá. Entre essas pessoas, estão ministros, embaixadores e expatriados brasileiros.

O intuito, que estava em estudo, era otimizar a plataforma de autoatendimento do banco, investindo em tecnologia.

Fonte: Portal FDR

 

BB propõe reajuste de remuneração à diretoria, para um total de R$ 67,3 milhões

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O Banco do Brasil submeterá a seus acionistas um pedido de ajuste na remuneração dos membros de seus órgãos de administração, o que inclui a diretoria e o conselho de administração. Se as alterações forem aprovadas, o teto autorizado para o pagamento ao longo deste ano sairá de R$ 62,5 milhões para R$ 67,3 milhões.

O primeiro valor foi aprovado na Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada pelo banco em 27 de abril. A nova proposta, por sua vez, será submetida ao crivo dos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) convocada para o dia 29 de junho. A convocação e as propostas foram publicadas pelo banco na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira.

Segundo o BB, o novo valor abrangeria os 12 meses entre abril deste ano e março de 2023, mas os pagamentos reajustados seriam pagos a partir de junho. O banco propõe reajuste pelo IPCA de 12 meses até abril, de 12,13%, para o presidente e os vice-presidentes, e de 17,92% para os honorários de seus diretores.

A remuneração fixa do presidente do banco passaria para R$ 77.125,10 mensais; dos vice-presidentes, para R$ 69.032,64; e dos diretores, para R$ 61.527,65.

Na proposta, a instituição afirma que na última atualização da remuneração fixa dos administradores, em 2016, os honorários dos diretores eram 27,28% superiores à maior remuneração CLT do banco, paga aos gerentes gerais de unidades estratégicas. Desde então, os diretores não receberam reajustes, ao contrário dos gerentes, o que segundo o BB, gerou desequilíbrio.

Lucro em alta

O BB destaca que apresentou lucro líquido recorde em 2021, de R$ 21 bilhões, o que refletiria o desempenho da administração, e diz que o reajuste daria “justa remuneração” aos administradores frente às responsabilidades que possuem, garantiria a atratividade dos cargos e a retenção de talentos. A diretoria do BB conta com 33 membros, entre o presidente, vices e diretores.

A instituição propõe também ajustes em outros itens, com base nos ajustes propostos para a remuneração fixa. Na remuneração variável, que é atrelada a metas de desempenho, o pagamento é de 60% em 2022, sendo 50% em dinheiro e 10% em ações. Os outros 40%, também em ações, são diferidos pelo banco em anos posteriores, com 10% a cada ano.

Fonte: Estadão

BB participa de campanha para renegociar dívidas de pequenos empresários

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O Banco do Brasil participou, nesta sexta-feira (3/6), do lançamento da campanha de mobilização do Sebrae Nacional, em parceria com outras instituições financeiras, destinada à renegociação de dívidas em atraso contraídas por pequenos empresários e microempreendedores. As renegociações das empresas podem ser realizadas por canais digitais, inclusive pelo WhatsApp.

O objetivo da ação é apoiar os micros e pequenos negócios que têm empréstimos com parcelas em atraso vinculados ao Fundo de Aval do Sebrae (Fampe), além de demais empréstimos e financiamentos eventualmente em atraso. A iniciativa busca dar condições para que eles coloquem dívidas em dia e regularizem os fluxos de pagamento das empresas.

O BB vai renegociar as parcelas de clientes micro e pequenos empresários e microempreendedores individuais (MEI) com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões e dívidas vencidas há mais de 15 dias.

O Banco do Brasil mantém em carteira 335 mil clientes com operações elegíveis para a renegociação. Desse total, 27 mil clientes têm operações com o amparo do Fampe, o fundo garantidor com aval do Sebrae para operações de crédito de pequenos negócios. Cabe destacar a boa qualidade da carteira de crédito do BB.

O índice de inadimplência INAD+90d do primeiro trimestre deste ano foi de 1,89%, permanecendo inferior ao registrado pelo SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Condições negociais

O BB vai renegociar operações inadimplentes há mais de 15 dias no âmbito do Fampe, capital de giro, cheque especial, cartão de crédito, recebíveis e financiamento de ativos fixos.

O saldo devedor pode ser renegociado em até 96 meses, com taxas a partir de TR + 1% ao mês. Outra vantagem é o rebate de até 92% para dívidas vencidas há mais de 60 dias

A renegociação pode ser realizada via canais digitais, inclusive pelo WhatsApp. Os pequenos empresários interessados em renegociar seus débitos podem utilizar os canais de atendimento do BB. A campanha tem foco nas operações de crédito contratadas durante a pandemia e vai utilizar os canais digitais para envio de mensagens por meio de SMS, push e e-mail para mobilizar os clientes do público-alvo.

Fonte: Correio Braziliense

TST condena Banco do Brasil por coagir empregados a desistir de ações

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A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou o Banco do Brasil a pagar indenização de R$ 500 mil por dano moral coletivo. De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) no Distrito Federal, o BB coagia empregados para desistir de abrir ações trabalhistas ou tendo o sindicato da categoria como substituto processual. E a ameaçava com demissão ou “descomissionamento”.

O TST atendeu a um recurso do MPT, depois de a 12ª Vara do Trabalho considerar indevido o pagamento. Segundo o relator, ministro Hugo Carlos Scheuermann, “a conduta empresarial de coagir seus empregados a fim de que não ingressem com ações trabalhistas, nem mesmo por meio de seus sindicatos, não atinge apenas a esfera individual dos trabalhadores diretamente afetados, causando também intolerável desrespeito à liberdade de ação e de associação dos trabalhadores”.

O procurador Joaquim Rodrigues Nascimento, que ajuizou ação civil pública, destacou a importância da decisão. Além da reparação, afirmou, “ainda mais relevante é o caráter preventivo-pedagógico da indenização por dano imaterial”. Ele acredita que isso poderá coibir novas infrações.

O agravo interposto pelo Banco do Brasil foi negado pelos ministros do TST. Para o relator, a decisão previne eventual repetição “da prática de ofensa a direito material e, possivelmente, de um dano”. Em 2021, segundo as estatísticas da Justiça do Trabalho, o banco ficou em segundo lugar entre as empresas com mais processos no TST (7.009), perdendo apenas para a Petrobras (7.974), um pouco acima de Bradesco (6.675), Correios (6.487) e Caixa Econômica Federal (6.435).

Fonte: Portal da CUT

BB torna-se primeiro banco a oferecer crédito pessoal pelo WhatsApp

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Desde o dia 2 de junho, os clientes do Banco do Brasil poderão contratar operações de crédito pessoal pelo whatsapp. O banco tornou-se o primeiro do país a usar o aplicativo de mensagens para a contratação de empréstimos.

Todo o processo é feito por meio do whatsapp. Basta o cliente iniciar uma conversa com o número (61) 4004-0001 para contratar a operação. O assistente de inteligência artificial permite a simulação das condições, como data de vencimento, juros e valor das parcelas, antes da contratação.

Clientes que já têm empréstimos pessoais com o banco também poderão usar o whatsapp para acompanhar o extrato das operações. Até o fim do ano, o BB pretende ampliar a oferta de crédito pelo aplicativo, incluindo crédito consignado, antecipação da restituição do Imposto de Renda, antecipação do décimo terceiro e crédito para veículos.

Nos últimos 90 dias, o BB fez mais de 23 milhões de atendimentos em assistentes virtuais. Segundo o banco, grande parte desse total estava relacionada a dúvidas sobre operações de crédito. A solução tecnológica, informou a instituição financeira, foi desenvolvida com base nos relatos dos clientes.

O BB foi o primeiro banco no país a oferecer serviços por meio do whatsapp, inicialmente com consultas de saldo. Posteriormente, a ferramenta passou a fornecer extratos e faturas do cartão de crédito. As operações por meio do aplicativo foram ampliadas para transferências, pagamentos, Pix e renegociação de dívidas, entre outras.

O banco foi pioneiro em diversas soluções sem interação humana, como o envio do informe de rendimentos. Entre outras inovações, estão o entendimento de mensagens de voz pelo assistente de inteligência artificial e o oferecimento de assistente virtual especializado em pessoas jurídicas, além de serviços relativos ao INSS sem interação humana e cobranças bancárias pelo WhatsApp.

Fonte: Agência Brasil

 

BB abre arrecadação coletiva para vítimas de enchentes no Nordeste

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O Banco do Brasil e a Fundação Banco do Brasil anunciaram, nesta quarta-feira (1º/6), uma mobilização para arrecadação de doações voluntárias para ajudar as famílias atingidas pelas chuvas em Alagoas e Pernambuco. O próprio banco doou R$ 600 mil para a campanha.

“Os recursos são destinados a instituições sem fins lucrativos para aquisição de alimentos, produtos de higiene e limpeza, assim como bens e utensílios domésticos, equipamentos de proteção individual (EPIs), entre outros”, afirma o banco.

A instituição financeira anunciou as seguintes contas para contribuições:

Enchentes Alagoas
Banco do Brasil 001
AG 1607-1
C/C 82000-8
Chave PIX: pix.enchentesal@fbb.org.br

Enchentes Pernambuco
Banco do Brasil 001
AG 1607-1
C/C 81000-2
Chave PIX: pix.enchentespe@fbb.org.br

Cerca de 120 pessoas morreram, dez estão desaparecidas e 6.198 pessoas estão desabrigadas no estado de Pernambuco desde o dia 25 de maio, quando iniciaram as chuvas.

Na segunda-feira (30/5), o governo federal anunciou que irá antecipar parcelas do Benefício de Prestação Continuada (BPC) mais uma parcela no valor de um salário mínimo (atualmente em R$ 1.212) aos inscritos no programa que foram afetados pelas catástrofes das chuvas ocorridas em Pernambuco que ocorrem desde o fim de semana.

Também foi dito que a Caixa Econômica irá fazer a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além da suspensão de parcelas de pagamentos de créditos contratados no banco pelos próximos três meses. A medida valerá para pessoas físicas e jurídicas da região atingida.

Fonte: Correio Braziliense

 

STJ decidirá se Banco do Brasil pode ser réu em ações indenizatórias sobre Pasep

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A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça afetou para julgamento sob o rito dos repetitivos dois recursos especiais (REs) nos quais se discute se o Banco do Brasil pode ser réu em ações indenizatórias decorrentes de saques indevidos, desfalques, falta de aplicação dos rendimentos e outras falhas relativas a contas vinculadas ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

O colegiado também decidirá sobre o prazo prescricional aplicável nessas hipóteses e sobre o momento em que ele começa a ser contado. Cadastrada como Tema 1.150, a controvérsia tem relatoria do ministro Herman Benjamin. As questões submetidas a julgamento são:

1) O Banco do Brasil possui ou não legitimidade passiva ad causam para figurar no polo passivo de demanda na qual se discute eventual falha na prestação de serviço quanto a conta vinculada ao Pasep, saques indevidos e desfalques, além da ausência de aplicação dos rendimentos estabelecidos pelo conselho diretor do referido programa;

2) A pretensão ao ressarcimento dos danos havidos em razão dos desfalques em conta individual vinculada ao Pasep se submete ao prazo prescricional decenal previsto pelo artigo 205 do Código Civil ou ao prazo quinquenal estipulado pelo artigo 1º do Decreto 20.910/1932;

3) O termo inicial para a contagem do prazo prescricional é o dia em que o titular toma ciência dos desfalques ou a data do último depósito efetuado na conta individual vinculada ao Pasep.

O relator registrou “a importância de o tema ser pacificado pelo STJ, o que permitirá, inclusive, uniformidade de interpretação sobre as questões postas nos recursos representativos da controvérsia em todo o território nacional”, pondo fim aos incidentes de resolução de demandas repetitivas (IRDRs) sobre essas questões pendentes de julgamento nos Tribunais de Justiça de Distrito Federal, Tocantins, Piauí e Paraíba.

A fim de evitar que ocorram julgamentos divergentes, foi confirmada a suspensão, em nível nacional, de todos os processos que tratam de controvérsia similar, anteriormente determinada na SIRDR 71, a pedido do Banco do Brasil.

Em seu voto, o ministro Herman Benjamin apontou precedentes do STJ que indicam a orientação da corte no sentido de que o Banco do Brasil pode figurar como réu nas ações indenizatórias referentes ao Pasep, bem como que a contagem do prazo prescricional se inicia no dia em que ocorre a ciência do dano. No entanto, há divergência quanto ao prazo aplicável.

Nos recursos especiais selecionados para o rito dos repetitivos, o Banco do Brasil pleiteia a reforma de acórdãos do Tribunal de Justiça do Tocantins argumentando que não pode ser réu nessas ações, pois atua como mero operador do programa. Além disso, defende que o prazo prescricional deve ser quinquenal, com início na data da última diferença questionada.

Seguindo precedentes do STJ, o TJ-TO considerou que o Banco do Brasil tem legitimidade passiva para figurar como réu. Assim, em um dos casos, condenou a instituição a restituir valores desfalcados; no outro, a fazer a atualização monetária dos valores não sacados ou descontados. Com informações da assessoria de imprensa do STJ.

Fonte: Consultor Jurídico

BB vai ser o operador de linha de crédito de R$ 6 bi com recursos do Fampe

Publicado em: 27/05/2022

O presidente do Banco do Brasil (BBAS3), Fausto Ribeiro, afirmou nesta quarta-feira, 25, em cerimônia no Palácio do Planalto, que a instituição financeira será operador de uma linha de crédito de R$ 6 bilhões com garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). A linha de crédito será direcionada para micro e pequenas empresas. Ribeiro, entretanto, não deu detalhes sobre taxas de juros, prazo para pagamentos e quando a linha estará disponível para contratação dos empréstimos.

O Fampe garante ao empresário um aval complementar para a contratação das operações de crédito. Ribeiro disse que o BB tem atualmente mais de R$ 210 bilhões para emprestar para micro e pequenas empresas.

Na mesma cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou o Projeto de Lei (PL) 3.188/21, que inclui os microempreendedores individuais no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). No mesmo evento o presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, afirmou que a instituição colocará mais R$ 6 bilhões em empréstimos à disposição para os micro e pequenos empresários brasileiros.

Fonte: Money Times

BB ignora a covid e convoca todos para o presencial a partir do dia 6

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Após a decisão do Banco do Brasil de convocar os mais de 1.200 funcionários que estavam em teletrabalho por serem do grupo de risco da covid-19, a Comissão de Empresa dos Funcionários (CEBB), solicitou negociação na quinta-feira (19), em que defendeu a manutenção do home office, já que a pandemia do novo coronavírus não acabou e os sindicatos não concordam com a decisão do governo Bolsonaro que decretou o fim do Estado de Emergência. O Brasil está com uma média diária de mortes acima de 100 na última semana e é o segundo país em número de vítimas fatais (mais de 665 mil vídas perdidas), atrás apenas dos Estados Unidos com 1 milhão de vítimas.

Adiamento do retorno

A volta ao presencial seria a partir da próxima segunda-feira (23), mas na negociação, a CEBB conseguiu adiar para 6 de junho. “A pandemia ainda não acabou. O retorno foi definido depois do governo Bolsonaro ter decretado o fim do Estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), mesmo com o aumento do número de mortes e de novos casos. Com isso, também se encerrou o Acordo Emergencial de Covid-19, que autorizou o trabalho em home office”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

Horas negativas

O acordo coletivo emergencial do Banco do Brasil, aprovado pelos funcionários em junho de 2020, previa a anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar, com prazo de compensação de horas negativas de 18 meses. Caso não fossem pagas, os funcionários teriam essas horas descontadas do seu pagamento. O banco apresentou o quadro de funcionários que estão com horas negativas. A pandemia durou um tempo maior do que imaginavam os bancos, com isso, um grupo de trabalhadores acumulou um banco de horas negativas muito grande, impossível de ser compensado. Os sindicatos, com os dados em mãos, vão debater uma proposta para apresentar ao banco na próxima reunião.

Descomissionamento

O acordo coletivo emergencial também continha o compromisso do BB de não descomissionamento por desempenho enquanto durar a pandemia. Com o fim da Espin, o movimento sindical pede uma negociação para evitar esse movimento em massa.

Fonte: Sindicato dos Funcionários de Estabelecimentos Bancários e Financiários do Rio de Janeiro

7ª e 8ª horas: nova vitória dos funcionários em ação contra o Banco do Brasil

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O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região obteve uma nova vitória na ação de 7ª e 8ª horas do cargo de Assistentes de Negócios (Rede Varejo – Agência Estilo e Agência Varejo). Em decisão favorável aos bancários, publicada nesta semana, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) rejeitou mais um recurso do Banco do Brasil contra a sua condenação na ação.

Com mais esta decisão favorável aos trabalhadores, as possibilidades de recursos por parte do Banco do Brasil estão se esgotando e o efeito prático dos mesmos se resume a protelar o processo, uma vez que as chances de reverter a decisão são pequenas.

“A jornada de seis horas é uma conquista histórica da categoria bancária que os bancos insistem em desrespeitar. É com satisfação que vejo o judiciário reconhecer que muitas comissões são manobras dos bancos para burlar a CLT”, enfatiza o secretário de Assuntos Jurídicos Individuais do Sindicato e bancário do BB, Felipe Garcez.

“A atividade do cargo de assistente de negócios é meramente técnica. Não é de fato um cargo de confiança. Portanto, os trabalhadores devem cumprir jornada de 6 horas por dia e 30 horas por semana. Ou seja, as 7ª e 8ª horas devem ser pagas como horas extras. É isso que está sendo reconhecido na ação impetrada pelo Sindicato”, acrescenta a dirigente do Sindicato e bancária do BB, Adriana Ferreira.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Funcionários discutem compensação de horas negativas no Banco do Brasil

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Banco de horas negativas, protocolos da covid-19 e descomissionamento foram os três pontos da pauta da reunião entre Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco, na manhã desta quinta-feira (26).

O Banco do Brasil ainda não apresentou o quadro atualizado da quantidade de horas negativas que os bancários têm de fazer a compensação até meados de 2023. Porém, é sabido que há muita quantidade ainda de horas a serem compensadas. Na regra atual, alguns trabalhadores demorariam mais de cinco anos para compensar, se fizessem uma hora por dia, todos os dias. “Essa situação foi mal projetada pela empresa nas negociações sobre compensação de horas com o movimento sindical. Por isso, ainda temos muito a negociar em busca de uma solução que não cause prejuízos aos funcionários”, criticou Getúlio Maciel, representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Protocolos da covid-19

Com o aumento de casos positivos da covid-19 em todo o Brasil, os representantes dos funcionários solicitaram um reforço na importância do cumprimento dos protocolos em caso de funcionários positivados, pois há denúncias de que não está sendo cumprido o manual de trabalho presencial. O banco se comprometeu a passar para as áreas responsáveis pedido de reforço na divulgação e ficou de retornar ao movimento sobre um novo manual e de que forma serão feitas as orientações.

O banco também se comprometeu em endereçar para a mesa de negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a preocupação levantada pelos representantes acerca dos grupos de risco, tendo em vista um aumento crescente nos casos de covid-19 em todo o país. Tais questões também serão levadas para conhecimento e análise das equipes de saúde do BB. Enquanto isso, os casos pontuais continuaram sendo tratados com a Diretoria de Gestão de Pessoas (Dipes), com o acompanhamento dos sindicalistas.

Descomissionamento

O banco informou que as análises de casos para descomissionamento começou na última segunda-feira (23) e garantiu que não haverá nenhum movimento de perda de comissão em massa, mas pontuou a necessidade de tratar casos muito específicos em que o descomissionamento seria iminente.

Luciana Bagno, representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi-MG) na da CEBB, lembrou que a redução no quadro de funcionários do BB seria muito prejudicial a todos, já que o número de trabalhadores é insuficiente para atendimento das demandas. “Nosso ACT covid-19 garantiu uma maior proteção ao quadro funcional no período de vigência da Espin (Estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional). Mas, é grande nossa preocupação com os descomissionamentos que possam ocorrer agora, ainda mais se considerarmos o momento difícil porque passaram e ainda passam os funcionários em função da pandemia. Acompanharemos de perto e atentos aos eventuais abusos que possam ocorrer por parte do banco”.

O movimento sindical cobrou ainda uma explicação pelo grande número de novos bancários do BB que não permaneceram após o período probatório, ainda mais que a empresa precisa aumentar seu quadro de funcionários.

Fonte: Contraf-CUT

 

Sindicato no PR exige do BB fim dos desvios de função e da falta de caixas

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Na última semana, o Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e região, no Paraná, esteve reunido com a Gestão de Pessoas (Gepes) e a Gerência da Plataforma de Suporte Operacional (PSO) do Banco do Brasil para cobrar explicação sobre duas situações que têm sido recorrentes: o desvio de função de Gerentes de Módulos, que além de exercerem a função da tesouraria têm acumulado a abertura de caixa nas agências Estilo; e a falta de Caixas Executivos nas agências do varejo.

Na reunião, os representantes do banco argumentaram que, com o retorno ao presencial de todos os funcionários, que será concluído até o dia 06 de junho, ambos os problemas serão resolvidos. “Temos plena certeza que, mesmo com o retorno de todos os trabalhadores ao presencial, não há funcionários suficientes para atender todas as demandas. Por isso, continuaremos cobrando mais nomeações de Caixas Executivos e também mais contratações urgentes”, avalia a secretária de Comunicação do Sindicato e funcionária do BB, Ana Busato.

O Sindicato reitera que está acompanhando o retorno ao trabalho presencial do grupo de risco, conforme negociado nacionalmente, e solicita aos funcionários e funcionárias que denunciem as irregularidades e desvio que permanecerem acontecendo nos locais de trabalho.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Curitiba

 

Bancários do Banco do Brasil elegem delegados para o 33º CNFBB

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Os funcionários do Banco do Brasil lotados nos municípios que compõem a base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região elegeram os 29 delegados que os representarão no 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB). A eleição ocorreu em assembleia virtual realizada nesta quarta-feira 25.

O 33º CFNBB ocorrerá nos dias 8, 9 e 10 de junho, em São Paulo, e é uma das etapas da Campanha Nacional dos Bancários 2022 (campanha salarial). Será a esfera de discussões por meio da qual surgirá a pauta de reivindicações a ser entregue a direção do Banco do Brasil. As negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a diretoria da empresa pública, por sua vez, resultarão na renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos funcionários do BB.

“A assembleia para a escolha dos delegados é um processo que democratiza a participação dos trabalhadores na construção da pauta a ser entregue à direção do Banco do Brasil, e também mostra a realidade do funcionários no locais de trabalho e seus anseios em relação a próxima Campanha Nacional”, diz Getúlio Maciel, representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-SP) na CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil).

O dirigente destaca, ainda, a importância de os funcionários do BB participarem também da Consulta Nacional, e indicar suas prioridades na Campanha. “As respostas dos bancários nortearão o Comando Nacional nas negociações frente à Fenaban e à direção do Banco do Brasil”, acrescenta Getúlio.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil está “inquestionavelmente barato”, argumenta BTG

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Os múltiplos do Banco do Brasil indicam que o papel está mais barato do que em 2015 – no pior momento do governo Dilma Rousseff – sendo que a instituição se encontra ainda mais robusta, dizem os analistas do BTG Pactual. Numa revisão de projeções para o banco estatal, a equipe coordenada por Eduardo Rosman acredita que o BB vai entregar os R$ 26 bilhões colocados como guidance para o lucro líquido de 2022. No ano passado, o lucro foi de R$ 21 bilhões.

Isso significaria um papel negociado a 3,9x o preço/lucro do ano, com 10,2% de dividend yield – “muito barato para ignorar”, considera o BTG. O banco está numa posição muito melhor do que em 2015, comparam, quando negociava a 0,45x o valor contábil por ação, hoje a 0,67x. Naquela época o banco tinha crescido muito mais que seus pares privados, às custas de rentabilidade, como mostrava a redução de ROE.

Já nos últimos cinco anos, o crescimento relativo desacelerou, mantendo um core capital mais alto, com carteira de crédito de menor risco, com mais volume em agro do que em consumo. O Itaú BBA também destacou em relatório uma consistência no crescimento do BB e diz que as projeções para a instituições podem ser corrigidas para cima – confirmando o papel como o favorito do BBA no setor financeiro e elevando o preço-alvo de R$ 42 para 47.

O BTG tem recomendação de compra para a ação do BB, com preço-alvo bem mais otimista, de R$ 51 em 12 meses. Há pouco, a ação valia R$ 38.

Fonte: Pipeline Valor

 

Banco do Brasil paga curso de inglês de R$ 8.740 para presidente já fluente

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O Banco do Brasil pagará R$ 8.740 em um curso imersivo de inglês ao presidente da instituição financeira, Fausto de Andrade Ribeiro, fluente no idioma. O banco já desembolsou R$ 1.540 referente à entrada do pagamento do curso e o restante do valor será quitado em cinco parcelas de R$ 1.440. As informações são da coluna Grande Angular, do site Metrópoles.

Em nota ao UOL, o Banco do Brasil confirmou que o presidente tem fluência em inglês, mas argumentou que “a realização de cursos de línguas faz parte da atualização permanente dos executivos do Banco do Brasil”.

Ribeiro foi escolhido pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) para assumir a presidência do Banco do Brasil no lugar de André Brandão, que apresentou carta de renúncia em 18 de março. Ele é formado em Administração pela Universidade Católica de Brasília e Direito pelo Centro Universitário de Brasília. Tem especialização em economia pela The George Washington University, nos EUA, e MBA em Finanças pelo Ibmec. Está no BB desde setembro de 2000.

O curso feito por Ribeiro — sem a abertura de licitação pelo banco — conta com 48 horas de aulas e foi realizado na unidade Professor Prime English School, sediada na capital federal.

Segundo o site, a escola foi selecionada pelo banco após pedido do próprio presidente e não está no rol do programa de bolsas de idiomas ofertados aos funcionários. Os trabalhadores, caso preencham as exigências e comprovarem a presença nos cursos, podem receber ressarcimento parcial dos valores pelo banco após a comprovação mensal por nota fiscal.

Fausto, de 52 anos, foi presidente da subsidiária do BB desde setembro de 2020. Antes de assumir o cargo, ele foi gerente executivo do banco por quase quatro anos, responsável pela área de canais de terceiros, como correspondentes bancários, banco postal, redes compartilhadas e Banco 24 horas.

Ele também foi gerente-geral da instituição financeira para Espanha e Marrocos, gerente-executivo e responsável pela área de controle contábil do BB e gerente-executivo do Banco Patagônia em Buenos Aires.
Em abril, Ribeiro enviou uma mensagem aos funcionários do conglomerado em seu primeiro ato após tomar posse no dia 1º do mesmo mês.

Na carta, obtida pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), ele prometeu “austeridade” nas despesas e sequência à agenda de venda e reorganização societária de negócios secundários, movimento que já está em curso na instituição. Ao mesmo tempo, tentou mostrar alinhamento a Bolsonaro, contrário à privatização da instituição.

O que diz o Banco do Brasil

Em nota ao UOL, o Banco do Brasil confirmou que o presidente tem fluência em inglês, mas argumentou que “a realização de cursos de línguas faz parte da atualização permanente dos executivos do Banco do Brasil”.

Leia abaixo a íntegra da nota do banco enviada ao UOL:

“O presidente do Banco do Brasil possui fluência em inglês, com certificações que comprovam essa qualificação. Foi, inclusive, executivo do BB no exterior por 3 anos.

A realização de cursos de línguas faz parte da atualização permanente dos executivos do Banco do Brasil, dada a necessidade de relacionamento constante com empresas, investidores e gestores do exterior, dos mais diversos segmentos da economia e da sociedade.

O Banco do Brasil segue as melhores práticas de mercado nas políticas de desenvolvimento e é uma das empresas brasileiras que mais investem na qualificação de seus funcionários no que se refere à certificação em línguas estrangeiras. Somente desde 2019, já foram concedidas cerca de 1.500 bolsas de estudo a funcionários de diversos níveis hierárquicos do BB, desde caixa até executivos.

Qualquer funcionário pode concorrer às bolsas e os ressarcimentos são feitos de forma ágil, bastando que se apresente as notas fiscais de realização e conclusão dos cursos. As mensalidades são ressarcidas mensalmente. Os valores de ressarcimento variam de R$ 5.200,00 a R$ 15.600,00.”

*Com Estadão Conteúdo

Fonte: UOL

 

Solução de gestão financeira pessoal do BB agora é multibanco

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Clientes do Banco do Brasil agora têm acesso ao gestor e organizador financeiro pessoal mais completo do mercado, com quatro ferramentas que permitem analisar informações bancárias e administrar todas as contas, do BB e de outros bancos, no mesmo lugar, de maneira inteligente, rápida e fácil. Em outras instituições, é possível apenas consultar informações de outros bancos que já estão no open finance.

Nesta primeira fase, os clientes têm acesso a quatro ferramentas gratuitas, integradas a outros bancos, no Minhas Finanças: agenda financeira, extrato multibanco, perfil de consumo e planejamento financeiro. As novidades acompanham a esteira da evolução do open banking no Brasil, tema do qual o BB tem se mostrado protagonista, com excelência em soluções digitais e capacidade de extrair valor a partir dos dados.

Para Pedro Bramont, diretor de negócios digitais, a novidade promove um impacto positivo na gestão financeira dos clientes do BB. “Ela possibilita uma análise inteligente do perfil de consumo e desenvolve o autoconhecimento financeiro, em uma nova visão integrada de gastos, no BB e em outros bancos, além de reafirmar nosso protagonismo na entrega de soluções digitais de alto nível, que facilitam a vida do nosso cliente”, explica.

O Minhas Finanças é o carro-chefe para o compartilhamento de dados de outras instituições financeiras com o Banco do Brasil via open banking e vem para ajudar os clientes a realizarem a melhor escolha financeira, a partir de uma visão unificada, simples e organizada de suas finanças pessoais.

“A solução aumenta nossa relevância no sistema financeiro aberto, fortalece a confiança na marca Banco do Brasil e pode elevar o número de consentimentos para o compartilhamento de dados realizados pelos nossos clientes”, explica Rafael Cavalcanti, gerente executivo de experiências digitais.

“Com mais clientes compartilhando informações de outras instituições com o BB, aumentaremos o engajamento e recorrência dos usuários em nossas plataformas digitais, entregando soluções cada vez mais personalizadas e aderentes ao perfil de cada cliente”, completa.

Saiba mais sobre as ferramentas no Minhas Finanças Multibanco, no app BB:

Agenda financeira: é o calendário de compromissos no BB e outros bancos. Por meio dela é possível visualizar todos os lançamentos das contas vinculadas, oferecendo uma visão unificada de todos os compromissos financeiros passados (a partir do momento do compartilhamento dos dados) e futuros.

Extrato multibanco: extrato unificado de lançamentos e saldos das contas do BB e outros bancos. Por meio dele é possível consultar todos os lançamentos de maneira unificada ou por instituição financeira, além dos cálculos de entradas e saídas.

Perfil de consumo: ajuda a visualizar os gastos e lançamentos das contas vinculadas por categorias, como por exemplo casa, alimentação, transporte, lazer, entre outras. O perfil mostra qual foi o valor gasto total e o percentual em cada categoria, auxiliando no entendimento dos hábitos de consumo e no planejamento. Os filtros disponíveis possibilitam a personalização da visão do perfil de consumo por período e conta de origem. Dessa forma é possível realizar diversas análises e planejar gastos futuros com base nos dados de consumo.

Planejamento financeiro: ferramenta para criar o planejamento financeiro, com metas de gastos calculadas a partir do comportamento em contas do BB e de outros bancos. Planejar ajuda a permanecer dentro das metas de gastos estipuladas para o período e permite visualizar uma sugestão de planejamento de gastos de acordo com o perfil do cliente, além de acompanhar a evolução dos gastos durante o período indicado. A sugestão de planejamento financeiro pode ajudar a manter os gastos dentro do orçamento e atingir metas financeiras.

Fonte: Banco do Brasil