BB DTVM é a gestora que mais atraiu recursos em abril, diz Economatica

Publicado em: 06/05/2022

Com R$ 15,1 bilhões de captação líquida em abril de 2022, a BB DTVM é a gestora que mais atraiu recursos no mês, seguida pela Bradesco Asset Management (Bram), com R$ 4,9 bilhões. Caixa Vida e Previdência e Funcef ficaram na terceira e quarta posições, respectivamente, segundo ranking Economatica, que considera bancos e fundações, que costumam ser fortes na gestão de carteiras de renda fixa.

Já a Itaú Unibanco Asset Management apresentou o maior recuo em abril de 2022, com saída de R$ 7,3 bilhões, enquanto a Caixa DTVM registrava o segundo maior resgate líquido, com R$ 6,89 bilhões. No mês passado, 19 gestoras desse grupo tiveram resgates de uma amostra com 28 assets.

A BB DTVM é líder da indústria nacional de fundos de investimento e carteiras administradas, com patrimônio superior a R$ 1,4 trilhão, conforme ranking da ANBIMA de novembro de 2021. No ano, até o fim de abril, a BB DTVM contabilizava ingressos líquidos de R$ 85,6 bilhões, a Caixa Vida e Previdência de R$ 4,5 bilhões e, a Bram, de R$ 2,0 bilhões. A Itaú DTVM acumulava resgates de R$ 11,2 bilhões, a Itaú Asset de R$ 5,4 bilhões, enquanto que o Itaú Unibanco tinha ingressos acumulados de R$ 8,4 bilhões.

Entre 25 gestoras independentes com maior captação líquida em abril, a lista é liderada pela gestora do Sicredi, com R$ 1,46 bilhão, seguida pela XP Investimentos, com R$ 602 milhões, e a Vinland Capital com R$ 479 milhões. No ano, a asset do Sicredi atraiu R$ 4,9 bilhões no total.

A gestora liderava na captação de renda fixa em abril, com R$ 1,63 bilhão, a maior entre as 183 da amostra, seguida pela BTG Pactual Asset, com R$ 463 milhões, e pela CSHG Wealth Management, com R$ 309 milhões. No ano, a gestora Sicred acumulava ingressos de R$ 2,6 bilhões nessa classe.

Em multimercados, a SulAmérica Investimentos captou R$ 1,06 bilhão em abril, o maior valor de uma lista com 667 gestoras. XP Investimentos, com R$ 602 milhões, era a segunda maior em captação, enquanto a Genoa Capital, com R$ 415 milhões, a terceira. A SulAmérica também lidera no ano, com R$ 1,4 bilhão.

Na categoria ações, a Opportunity Gestão era a que aparecia com maior volume de captação líquida em abril, com R$ 297,1 milhões, seguida pela Opportunity Holding Financeira, com R$ 67,8 milhões, e pela pela ARX Investimentos, com R$ 48,3 milhões. No ano, a Opportunity Gestão atraiu R$ 507,1 milhões.

A lista completa tem 461 gestoras, e 15 delas tiveram captação líquida em abril acima de R$ 10 milhões.

Fonte: Valor Investe

UBS avalia aquisição da gestora de recursos do Banco do Brasil

Publicado em: 25/03/2021

O UBS está entre os interessados em adquirir a gestora de fundos do Banco do Brasil (BBAS3), a BB DTVM, disseram pessoas com conhecimento direto do assunto.

O negócio deve sofrer atraso com a mudança de presidente do banco, que vai precisar assinar a venda, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas, pois o assunto não é público.

Participaram das conversas empresas como Franklin Templeton e BlackRock Inc, com o Rothschild & Co contratado para assessorar o Banco do Brasil, segundo as pessoas.

Os termos propostos dariam ao parceiro o controle sobre o negócio, embora diversas estruturas estejam sendo avaliadas, segundo as pessoas. A ideia é buscar investidores internacionais para evitar concentração de mercado.

Fausto de Andrade Ribeiro foi nomeado para assumir as rédeas do maior banco estatal do Brasil na última quinta-feira e a venda da gestora será seu primeiro desafio.

A BB DTVM tem mais de R$ 1,2 trilhão de ativos sob gestão, o que a coloca em primeiro lugar no ranking do país. O UBS já tem uma parceria com o BB em banco de investimento na América do Sul e corretagem no Brasil, além de um acordo comercial com o Banco Patagônia, na Argentina.

O Banco do Brasil, o UBS, o BlackRock, o Franklin Templeton e o Rothschild não quiseram comentar.

André Brandão, presidente do Banco do Brasil que renunciou na semana passada e priorizou a venda, desistiu de sua função depois de entrar em choque com o presidente Jair Bolsonaro por causa de medidas de austeridade.

Os investidores agora questionam se Ribeiro, que está no Banco do Brasil há mais de 20 anos, vai dar continuidade à agenda de Brandão, que incluía a venda de ativos, ou pará-la de vez.

A troca de CEO “pode ​​criar incerteza em torno da estratégia do banco para oferecer melhorias de eficiência”, escreveram os analistas do Goldman Sachs liderados por Tito Labarta em uma nota aos clientes.

O Banco do Brasil faturou mais de R$ 6,85 bilhões com o negócio de gestão de fundos de investimento no ano passado, um aumento de 7,2% em relação a 2019, segundo seu balanço.

Navegar na política é outro desafio que Ribeiro enfrentará. O executivo, pós-graduado em Economia pela George Washington University, ingressou no Banco do Brasil em 1988 e já ocupou diversos cargos no banco, como diretor executivo de canais terceirizados e responsável pelas unidades na Espanha e no Marrocos.

“Fausto de Andrade Ribeiro é um candidato qualificado devido ao seu sólido histórico dentro do banco”, escreveram analistas do Citigroup liderados por Jorg Friedemann em um relatório. “Apesar disso, a notícia repercute mal no Banco do Brasil, embora já esperada, pois demonstra uma clara interferência política.”

Fonte: Money Times

BB: sem decisão sobre qualquer negociação envolvendo BB DTVM

Publicado em: 28/01/2021

O Banco do Brasil (BBAS3) comunicou nesta segunda-feira que não há decisão materializando qualquer negociação envolvendo o segmento de gestão de recursos, a BB DTVM, no âmbito da governança do banco.

No entanto, o BB disse que continua “estudando alternativas e avaliando oportunidades que contribuam com sua estratégia de atuação na atividade de gestão de recursos de terceiros e, ainda, agreguem valor para seus clientes e acionistas”.

Na última sexta-feira, a Reuters noticiou, citando fontes, que o BB retomou o processo de venda da BB DTVM e que o banco espera a entrega de ofertas vinculantes no próximo mês.

O processo de venda da gestora teve início em 2019, sob o comando do ex-presidente Rubem Novaes, mas foi interrompido em fevereiro passado, após o BB considerar as propostas entregues muito baixas, disse à Reuters uma fonte a par do assunto.

Fonte: Money Times

Braço do BB para gestão de recursos será privatizado, diz jornalista

Publicado em: 05/12/2018

O jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, divulgou neste fim de semana que a BB DTVM, a maior gestora de fundos de investimentos do Brasil, será privatizada em 2019. “Esta, ao menos, é uma das certezas da equipe econômica de Paulo Guedes”, destacou o jornalista.

A notícia não chega a ser uma novidade, já que rumores sobre a privatização do braço do Banco do Brasil (BBAS3) para gestão de recursos já foram divulgados semanas atrás.

No dia 21 de novembro, o Valor Econômico informou que o Banco do Brasil discutiu com a gigante gestora de recursos americana BlackRock, que administra US$ 6,3 trilhões em ativos, a possibilidade de um negócio envolvendo a BB DTVM.

A BB Gestão de Recursos – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. é uma empresa especialista na gestão de recursos de terceiros e na administração dos fundos de investimento dos clientes do Banco do Brasil, distribuídos na maior rede de atendimento bancário do país.

A empresa iniciou suas atividades em 1986.

A BB DTVM é líder da indústria nacional de fundos de investimento e carteiras administradas, com patrimônio superior a R$ 900 bilhões, conforme ranking da ANBIMA.

Fonte: Finance News

Paulo Ricci entrega pedido de aposentadoria no BB; interino assume

Publicado em:

O diretor-presidente da gestora de recursos do Banco do Brasil, a BB DTVM, Paulo Roberto Lopes Ricci, entregou seu pedido de aposentadoria hoje, conforme antecipou na semana passada a Coluna do Broadcast. Com 34 anos de casa, o executivo estava apto a se aposentar a partir de dezembro e teria aproveitado a mudança de comando do banco, que acontecerá em 2019, para deixar a instituição.

Em seu lugar, assume Carlos André, que está na diretoria da BB DTVM desde a gestão de Carlos Takahashi, o Cacá, e também é vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Neste período, a asset absorveu a área de gestão de fundos da Nossa Caixa, ampliou a plataforma de arquitetura aberta para o Private Banking e se aliou a players internacionais para lançar fundos de investimentos offshore para fundações.

Ricci é o segundo executivo da gestão atual do BB que recorreu à aposentadoria. Antes dele, o presidente da BB Seguridade, que concentra as operações de seguros do banco, Antônio Maurício Maurano, também decidiu entregar o crachá. Esse movimento é visto como natural no BB uma vez que executivos aptos a se aposentar veem na troca de comando do banco uma janela de oportunidade para dar tal passo. Procurado, o BB não comentou.

Fonte: Estadão

Artigo: Perspectivas para crédito privado com retomada da economia

Publicado em: 06/07/2017

Por Marcelo Rodrigues de Farias, gerente de divisão de Análise de Crédito da BB DTVM.

O mercado de títulos de crédito privado experimentou um movimento sem precedentes nos últimos meses: após um longo período de estiagem entre 2015 e 2016, começamos o ano de 2017 com a retomada das emissões corporativas, marcada pela forte demanda. Emissões de ativos de boa qualidade chegaram a ter demanda superior a seis vezes a oferta, com consequente fechamento de spreads.

Analisando as curvas de crédito de debêntures da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), as taxas indicativas de emissões com prazo médio de três anos nos melhores ratings reduziram cerca de 50 pontos-base em relação ao DI, somente nos seis primeiros meses do ano. Já nas escalas menores de rating, num período de 12 meses, chegamos a um fechamento de mais de 150 pontos-base, além da redução do DI observada nesse período.

É bem verdade que os mercados buscam antecipar movimentos e na esteira da melhora das premissas macroeconômicas era de se esperar uma redução nos spreads, contudo uma parte desse movimento se explica pelo excesso de liquidez dos fundos de Investimento .

Vários são os fatores que explicam esse excesso de liquidez: comparando dezembro de 2014 com maio de 2017, o patrimônio líquido da indústria de fundos cresceu 36%, enquanto o estoque de crédito privado caiu em termos nominais no mesmo período. Durante o momento de recessão econômica e recrudescimento do risco, os grandes bancos, tradicionais emissores de letras financeiras, que historicamente respondem por 60% do estoque de crédito privado da indústria de fundos, chamaram liquidez e reduziram significativamente o volume de emissões. Houve também a forte concorrência das LCA e LCI, que retiraram das assets parte do foco de captação dos bancos.

Os emissores corporativos, diante de elevados spreads e da aversão total ao risco de crédito , deixaram de emitir ou recorreram ao crédito bancário como única alternativa para rolagem em cenários de stress. Com excesso de liquidez nas tesourarias, as taxas das letras financeiras foram às mínimas possíveis, e as poucas emissões corporativas que vieram a mercado tiveram prazos menores e taxas elevadas.

Como consequência, a indústria de fundos apresenta hoje os níveis mais baixos de crédito privado na composição do patrimônio líquido, além de muitos vencimentos concentrados no curto prazo. Soma-se a isso as perspectivas concretas de inflação comportada e um ciclo duradouro da Selic abaixo de dois dígitos, o que potencializa o interesse dos Gestores em avançar a alocação no crédito privado para cumprir os mandatos em busca de rentabilidade.

Mas apesar das melhorias observadas no cenário macro, em termos microeconômicos os sinais de recuperação ainda inspiram cautela e há evidências de que o risco de crédito ainda se encontra em patamares não tão confortáveis.

Há um número maior de empresas com ratings com perspectiva de “downgrades” do que de “upgrades”. Em termos de indicadores, a alavancagem medida pela relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) das companhias ainda é elevada e os índices de liquidez, por sua vez, também são baixos em níveis históricos, com elevado volume de dívidas no curto prazo. A geração de caixa para a cobertura do serviço da dívida também é baixa. Em outras palavras, ainda demora um tempo para que as melhorias macroeconômicas se reflitam em aumento do faturamento e melhoria de margens, para que então os indicadores de crédito se estabilizem, com a retomada dos investimentos, ao final.

Ao observarmos os guidances de crédito de pessoa jurídica, verificamos que apontam para uma retomada ainda lenta do apetite ao crédito privado, sem contar a pressão por reduzir a exposição ao risco de crédito para fortalecer a estrutura de capital por conta das regras de Basileia 3. E como que num rescaldo de 2016, grandes corporações retornam ao mercado buscando a renegociação de dívidas e a flexibilização de “covenants” (cláusulas financeiras) que não serão atingidos.

Com a recuperação econômica e a redução das taxas de juros, as empresas naturalmente voltam ao mercado para alongar seu perfil de endividamento. O crescimento do PIB também destrava a retomada das captações destinadas a investimentos. O menor apetite dos bancos na liberação de financiamentos, notadamente às empresas que tenham perfil para se alavancar no Mercado de capitais , traz de volta à indústria de fundos o papel de importância que a mesma deve ter em um mercado financeiro evoluído. O crédito privado volta a ser o caminho natural para a manutenção da rentabilidade adequada dos fundos.

O investidor racional precisa estar atento aos sinais de recuperação e poderá contar com a ajuda de Gestores profissionais para realizar uma análise eficiente do crédito , sem cair em armadilhas do “grande demais para quebrar”. Recomenda-se que esta retomada seja feita com cautela, que seja dada atenção especial ao reforço nas estruturas e garantias e, antes de tudo, que seja adequada à relação entre risco e retorno de cada operação.

Fonte: Assessoria de Imprensa do BB

BB DTVM supera em R$ 700 Bilhões em recursos administrados

Publicado em: 26/01/2017

Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais – ANBIMA – a BB DTVM encerrou 2016 com R$ 730,9 bilhões em recursos de terceiros sob sua administração – marca inédita na indústria de fundos brasileira. No ano, a evolução do patrimônio foi de R$ 127,7 bilhões.

A BB DTVM é a maior gestora de recursos do país e sua captação vem se destacando na Indústria. Manteve a liderança nos segmentos Investidores Institucionais, com patrimônio líquido de 333 bilhões, Varejo, com 90,5 bilhões e Poder Público, com 118,2 bilhões.

Para Paulo Ricci, presidente da BB DTVM, “Esta conquista não é apenas da BB DTVM, mas de todo o Conglomerado BB. Resultados como esse são possíveis quando se pode contar com equipe altamente capacitada e comprometida com a realização de um trabalho de excelência”.