BB: nova MP do agro traz alívio no curto prazo, mas não elimina desafios

Publicado em: 16/07/2026

Após anos de dificuldades provocadas por quebras de safra, eventos climáticos extremos, queda nos preços de algumas commodities e juros elevados, o agronegócio brasileiro passou a representar uma preocupação crescente para o sistema financeiro, especialmente para o Banco do Brasil (BBAS3), instituição com a maior exposição ao setor no país. O aumento da inadimplência entre produtores rurais e as incertezas em torno de um programa de renegociação de dívidas pressionaram as perspectivas para a qualidade dos ativos do banco nos últimos trimestres.

Nesse contexto, o governo anunciou na quarta-feira (15) uma nova medida provisória (MP) para viabilizar a renegociação de dívidas do agronegócio, após meses de impasse político em torno do Projeto de Lei (PL) 5.122/2023, aprovado pelo Senado.

Na avaliação do JPMorgan, a nova versão é mais restritiva do ponto de vista fiscal e mais sustentável do que a proposta original, ao reduzir o volume potencial de renegociações e elevar as taxas de juros cobradas dos produtores.

Banco do Brasil: MP tem efeito positivo no curto prazo

Para o Banco do Brasil, a medida tende a ter um efeito positivo no curto prazo. Segundo o banco americano, o programa deve aliviar a situação financeira de produtores rurais, aumentar as chances de recuperação de créditos e reduzir parte das preocupações relacionadas ao risco moral criado pela expectativa de sucessivas renegociações.

Além disso, a MP pode destravar os desembolsos do Plano Safra, importante motor de crescimento da carteira agrícola do BB. A suspensão, por 30 dias, dos pagamentos de parcelas com vencimento em julho também deve dar fôlego aos produtores e ampliar o acesso às novas linhas de crédito.

Cenário segue desafiador

Apesar do alívio imediato, o JPMorgan destaca que a medida não resolve os problemas estruturais de qualidade dos ativos do setor agrícola. O banco continua esperando um cenário desafiador para o Banco do Brasil nos próximos trimestres, uma vez que a expectativa pela criação do programa pode ter incentivado produtores a postergar pagamentos no segundo trimestre, pressionando a inadimplência e as despesas com provisões.

No primeiro trimestre de 2026, o BB registrou cerca de R$ 19 bilhões em provisões. Caso esse ritmo seja mantido ao longo do ano, o custo anualizado poderia se aproximar de R$ 80 bilhões, acima do guidance atual de R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões.

O JPMorgan também ressalta que a suspensão temporária dos pagamentos pode reduzir a entrada de caixa no curto prazo e postergar o reconhecimento de inadimplência para o terceiro trimestre. Além disso, o forte crescimento esperado da carteira rural, impulsionado pelo Plano Safra e pela menor amortização dos financiamentos renegociados, pode aumentar as necessidades de capital e financiamento do Banco do Brasil.

Por fim, o banco segue atento aos efeitos indiretos da crise no campo sobre outras linhas de crédito, como empréstimos a pessoas físicas e cartões, já que muitos produtores rurais também são clientes do Banco do Brasil nesses segmentos. Assim, embora a nova MP represente um alívio relevante para o BB no curto prazo, os desafios relacionados à qualidade dos ativos e à rentabilidade do banco ainda devem permanecer no radar dos investidores.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil sinaliza avanço nas negociações sobre o custeio da Cassi

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O Banco do Brasil recebeu de forma positiva a proposta de negociação sobre o custeio da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI), mas ainda não apresentou resposta definitiva ao consenso construído pelas entidades sindicais. A proposta foi consolidada na sexta-feira, 3 de julho, durante reunião na sede da ANABB, em Brasília. Representando a CONTEC, participaram o coordenador da Comissão de Negociação com o Banco do Brasil, Gilberto Vieira, e o diretor de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de Goiás (SEEB-GO), Ivanilson Batista.

Após o debate, as entidades reafirmaram a proposta construída no último mês, que prevê aporte emergencial de R$ 580 milhões para assegurar a continuidade da assistência aos associados e o adiamento da cobrança da primeira parcela do adiantamento do 13º salário para o final de 2027.

O gerente executivo de Gestão de Pessoas da instituição, Fabrizio Bordalo Calixto, afirmou que o Banco recebeu a proposta de forma positiva, mas destacou que ainda precisa avaliar os impactos financeiros e jurídicos das medidas. O representante do Banco também ponderou que a antecipação do 13º salário, de forma isolada, não resolve o desenquadramento do capital regulatório da CASSI e destacou qualquer solução definitiva deverá passar por consulta ao corpo social.

O presidente da CASSI, Cláudio Said, explicou que o comunicado enviado às entidades e ao Banco decorreu do dever de diligência da Diretoria, diante da necessidade de registrar formalmente a situação financeira do Plano de Associados e os riscos da ausência de novos recursos. A preocupação também foi registrada em ata da última reunião do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência.

As entidades sindicais também reforçaram que a recomposição das reservas deve observar a proporção de 70% de participação do Banco e 30% dos associados, conforme possibilita a Resolução CGPAR nº 52/2024. Foi sugerido ainda a celebração de um Memorando de Entendimentos formalizando os compromissos assumidos entre Banco e entidades e estabelecendo os parâmetros para os aportes e para a consulta aos associados.

Ao fim da reunião, o Banco informou que fará a avaliação técnica da proposta e se comprometeu a apresentar manifestação em curto prazo, além de indicar nova data para a continuidade das negociações.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

BB coloca agentes de IA ao lado de gerentes para melhorar o atendimento a seus 88 milhões de clientes

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Durante muito tempo, inteligência artificial nos bancos significou modelos capazes de calcular risco de crédito, detectar fraudes ou responder perguntas simples em um chatbot. Agora, uma nova geração de sistemas começa a assumir um papel diferente: atuar como um colega de trabalho dos funcionários.

É exatamente esse movimento que o Banco do Brasil iniciou nos últimos meses. Em parceria com a Salesforce, a instituição passou a colocar agentes de inteligência artificial ao lado dos gerentes de relacionamento para ajudá-los a entender melhor cada cliente antes mesmo do início da conversa.

Hoje, cerca de 12 mil funcionários já utilizam esses agentes, número que deve chegar a 36 mil até o fim do ano. A aposta faz parte da estratégia do banco para escalar um atendimento mais personalizado para seus mais de 88 milhões de clientes, sem substituir o contato humano.

“Nossa premissa é transformar o nosso humano em um superfuncionário. Queremos eliminar os fardos operacionais e trazer informações relevantes para que ele ajude o cliente em uma transação ou em uma decisão financeira”, afirma Analaura Morais, head de CRM do Banco do Brasil.

Ganhos em satisfação e conversão

O agente mais avançado do banco recebeu o nome de “Resume Aí”. Sua função é reunir, em poucos segundos, informações que antes estavam espalhadas por centenas de sistemas internos.

O Banco do Brasil possui mais de 900 sistemas legados. Antes de iniciar um atendimento, um gerente precisava consultar diferentes plataformas para entender o relacionamento daquele cliente com a instituição. Agora, o agente faz esse trabalho automaticamente.

Ele reúne transações recentes, conversas realizadas em diferentes canais, perfil financeiro, histórico de relacionamento e até análises de sentimento das últimas interações. Com base nesse conjunto de informações, produz um resumo executivo e recomenda qual deve ser a melhor abordagem naquele atendimento.

“O agente consegue integrar qualquer canal. Se o cliente falou no chat, no WhatsApp ou fez alguma transação, ele reúne tudo em um único espaço. Com um clique, o funcionário recebe um briefing completo sobre aquele cliente, além das melhores recomendações para aquele momento”, explica Morais.

Além de reconstruir rapidamente o histórico do relacionamento, o sistema indica em que estágio o cliente se encontra – se o foco deve ser fidelização, aquisição de novos produtos ou ampliação dos negócios – e sugere os próximos passos ao gerente.

Segundo o Banco do Brasil, os primeiros resultados apareceram rapidamente. Nas unidades que já utilizam o “Resume Aí”, o banco registrou aumento de cinco pontos no NPS (Net Promoter Score, pesquisa para avaliar a satisfação do cliente), crescimento de aproximadamente 30% na conversão de leads e expansão do relacionamento comercial com os clientes.

A implantação também chamou atenção pela velocidade. Da concepção até o início da operação passaram menos de dois meses. Hoje, a tecnologia está presente nas agências digitais e em cerca de 200 agências físicas que participam dos testes da nova plataforma.

IA também ajuda na concessão de crédito

Outro agente em desenvolvimento atua durante as negociações de crédito. Enquanto o gerente conversa com o cliente, a IA acompanha a negociação e sugere, em tempo real, quais produtos fazem mais sentido para aquele perfil, quais taxas podem ser oferecidas e alerta quando determinada solução não é adequada ou não atende aos critérios regulatórios.

“A ideia é que ele seja esse grande cérebro que apoia o funcionário. Ele padroniza processos, aumenta a segurança e ajuda a recomendar a melhor solução sem que o gerente precise consultar diversos sistemas durante a conversa”, diz Morais.

Apesar da expansão dos agentes, tanto o Banco do Brasil quanto a Salesforce insistem que o objetivo não é substituir funcionários, mas aumentar sua capacidade de atendimento.

“Temos 125 mil funcionários e 88 milhões de clientes. A IA entra como um conector entre um humano e outro humano. Ela vem para complementar e potencializar as relações, não para substituir colaboradores”, afirma Morais.

Para Rodrigo Bessa, country manager da Salesforce Brasil, esse tipo de implementação representa uma nova etapa da evolução da inteligência artificial nas empresas.

“Depois da IA preditiva e da IA generativa, entramos oficialmente na era da IA agêntica. O agente já funciona como um colega de trabalho capaz de ampliar a capacidade das pessoas. O grande desafio agora é preparar os profissionais para trabalharem ao lado dessas inteligências”, afirma.

Fonte: Época Negócios

BB e Cielo querem impulsionar negócios de empreendedoras na Amazônia

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O Banco do Brasil e a Cielo anunciam, em parceria, uma nova edição do Impulsiona Cielo Amazônia, programa voltado ao fortalecimento de negócios liderados por mulheres empreendedoras negras ou indígenas do Pará. A iniciativa pretende impulsionar o desenvolvimento dos empreendimentos por meio de capacitações e apoio financeiro, contribuindo para a ampliação da autonomia econômica das participantes e para o desenvolvimento sustentável na região amazônica.

Nesta nova edição, o programa se estrutura em três frentes: mentalidade, voltada ao desenvolvimento de mulheres como líderes e gestoras; inclusão financeira, que amplia o acesso a ferramentas, crédito e conhecimentos de gestão; e geração de renda, com foco em fortalecer a estrutura dos negócios. A iniciativa inclui acompanhamento individualizado e aporte financeiro na etapa final para impulsionar resultados duradouros.

As inscrições para o programa foram até o dia 15 de julho.

José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do BB, afirma que “o Impulsiona Cielo Amazônia está alinhado ao compromisso do Banco do Brasil de promover o desenvolvimento sustentável com inclusão social e geração de oportunidades. Ao apoiar mulheres negras e indígenas empreendedoras, contribuímos para fortalecer negócios que geram renda, valorizam os saberes locais e impulsionam uma economia mais diversa, resiliente e sustentável na região amazônica. Acreditamos que ampliar o acesso ao conhecimento, às oportunidades de mercado e à inclusão financeira é fundamental para transformar potencial em prosperidade e promover o desenvolvimento dos territórios”.

“Com o Impulsiona Cielo Amazônia, a Cielo já atua no fortalecimento do empreendedorismo feminino na região, com foco na geração de renda e na autonomia. A parceria com o Banco do Brasil nos permite ampliar esse impacto de forma consistente, integrando capacitação, inclusão financeira e acesso a mercado em uma jornada estruturada e adaptada às realidades locais, gerando impacto positivo e sustentável, promovendo diversidade, equidade e o desenvolvimento das economias locais a partir do protagonismo feminino”, afirma Angélica Campos, Vice-presidente de Gente, Gestão e Performance da Cielo.

A ação está em linha com toda a atuação do BB durante a COP30, realizada em Belém em 2025. A parceria entre BB e Cielo amplia o alcance do Impulsiona Cielo Amazônia para conectar essas mulheres a crédito, tecnologia e mercado, elementos essenciais para transformar talento em negócio sustentável.

Como funciona a nova edição do Impulsiona Cielo Amazônia

A jornada de aprendizado ocorre de forma progressiva, em quatro etapas. Começa com 500 empreendedoras em aulas gravadas ao longo de um mês, avança para aulas ao vivo e, na sequência, segue para mentorias coletivas. Na etapa final, 20 empreendedoras recebem mentorias individuais por dois meses e, ao término, são contempladas com capital semente de R$ 15 mil cada para investir em seus negócios.

Além de uma formação completa, o programa oferece 1.000 bolsas de inglês, sendo 500 para as participantes e outras 500 para dependentes das participantes, ampliando o impacto social da iniciativa para as famílias das empreendedoras. É a primeira vez que o Programa oferece o benefício.

Ao longo da Impulsiona Cielo Amazônia, as participantes desenvolvem autoconhecimento e confiança para empreender, além de competências em gestão financeira, como precificação, fluxo de caixa e formalização, e o uso de tecnologias de pagamento no dia a dia. A iniciativa também valoriza saberes tradicionais e cadeias produtivas amazônicas como ativos que contribuem para fortalecer as economias locais.

Fonte: Banco do Brasil

BB leva pesquisas em IA para dentro da UnB e reforça tendência no setor

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O Banco do Brasil (BB) e a Universidade de Brasília (UnB) vão desenvolver pesquisas conjuntas em dados e Inteligência Artificial (IA). O acordo de cooperação técnico-científica acompanha um movimento cada vez mais frequente no sistema financeiro, no qual bancos se aproximam de universidades para transformar pesquisas acadêmicas em soluções voltadas a desafios do negócio. O anúncio foi feito pelas instituições na quarta-feira (7 de julho).

A parceria prevê o desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de programas de capacitação. Os trabalhos devem envolver áreas como IA, analítica, experiência do usuário e segurança digital.

Segundo as instituições, as pesquisas deverão resultar em aplicações para o Banco do Brasil. Além disso, a cooperação prevê estudos de interesse da instituição, do mercado financeiro e da sociedade.

O acordo também prevê a atuação conjunta de equipes do banco e da universidade em iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e capacitação, aproximando a academia do setor financeiro.

Mas o movimento não é isolado. No ano passado, o Itaú lançou o Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi), voltado ao desenvolvimento de pesquisas em parceria com universidades brasileiras e internacionais. À época, o banco afirmou que a iniciativa busca transformar a produção científica em aplicações práticas, com foco em IA.

Além disso, o ICTi reúne projetos em machine learning, computação quântica, engenharia de software e ciência de dados. Nesse sentido, o modelo prevê pesquisadores, bolsistas de mestrado e doutorado trabalhando diretamente em desafios tecnológicos do setor financeiro.

Antes disso, em 2024, outros grandes bancos tradicionais também reforçaram essa aproximação com a academia. O Bradesco, por meio do ecossistema de inovação Inovabra, ampliou o acordo com o InovaUSP e diferentes laboratórios da universidade. Com isso, a parceria passou a desenvolver pesquisas em IA generativa, computação quântica, cibersegurança, otimização de investimentos e defesa contra ataques a modelos de IA.

Já a Caixa Econômica Federal, no mesmo período, anunciou sua associação ao Parque Científico e Tecnológico da UnB. Assim, passou a integrar uma estrutura voltada ao desenvolvimento de soluções digitais e tecnológicas.

Fonte: FInsiders

Banco do Brasil inaugura nova sede de agência em Itu, interior de São Paulo

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O Banco do Brasil inaugurou, na manhã de segunda-feira (13 de julho), a nova sede da Agência 6523-4, em Itu. Após anos de funcionamento no prédio que abrigou o antigo Banco Nossa Caixa, na Rua Floriano Peixoto, a unidade passou a atender em um novo endereço, localizado na Avenida Tiradentes, 409, no Alto da Vila Nova, em frente ao Supermercado São Vicente.

A cerimônia de inauguração contou com a presença do gerente geral da agência, Hissakazo Taya Júnior, e do gerente de Relacionamento, Paulo Eduardo Maclean, além de convidados e representantes da instituição. Também estiveram presentes diversos vereadores e secretários municipais.

O novo espaço, que anteriormente abrigava uma agência do Banco Itaú, foi preparado para oferecer mais conforto, acessibilidade e modernidade aos clientes. Com uma estrutura mais ampla e adequada às demandas atuais, a unidade busca proporcionar uma experiência de atendimento mais eficiente e acolhedora.

A mudança da Agência 6523-4 não alterou o funcionamento da outra unidade do Banco do Brasil em Itu, localizada na Rua Floriano Peixoto, 952, em frente à Azul Calçados, que continua realizando atendimento normalmente.

Fundado em 1808, o Banco do Brasil é a instituição financeira mais antiga em atividade no país e uma das maiores da América Latina. Com presença em todos os estados brasileiros, o banco atua nos segmentos de varejo, agronegócio, empresas, investimentos e setor público, oferecendo uma ampla gama de produtos e serviços financeiros.

A instituição também desempenha papel estratégico na execução de políticas públicas e no financiamento de atividades econômicas, mantendo forte atuação no desenvolvimento regional e no apoio ao agronegócio brasileiro.

Fonte: Jornal Periscópio

TJPE e Banco do Brasil discutem melhorias no pagamento de precatórios

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O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Francisco Bandeira de Mello, recebeu, nesta quinta-feira (3), representantes do Banco do Brasil para uma reunião voltada ao aperfeiçoamento dos procedimentos relacionados ao pagamento de precatórios. Também participaram do encontro o coordenador-geral de Precatórios do TJPE, juiz Luiz Carlos Vieira de Figueirêdo, a diretora-geral adjunta do Tribunal, Anna Karolina Costa, e o secretário-geral da Coordenadoria de Precatórios, Maurício Santa Cruz.

Representando o Banco do Brasil, estiveram presentes Whelen Rodrigues Leite Arruda, superintendente regional de Governo; Raimundo da Silva Baia, gerente-geral do Escritório Setor Público de Pernambuco; Bruno Vieira da Cunha, gerente de Negócios do Escritório Setor Público de Pernambuco; Fabiana Maria de Vasconcelos Lins Maia, gerente de Relacionamento do Escritório Setor Público de Pernambuco; Alessandra Farias de Oliveira Barboza, gerente-geral do Jurídico; e Isis Yumi Miyachi Matos, supervisora Jurídica.

Durante o encontro, foram debatidas medidas para fortalecer a interação entre o Banco do Brasil e a Coordenadoria-Geral de Precatórios do TJPE, com o objetivo de tornar mais eficiente o fluxo de pagamento aos beneficiários.

Também esteve em pauta a ampliação da transparência das informações compartilhadas entre o Tribunal de Justiça, a instituição financeira e os credores, permitindo maior clareza sobre as etapas do processamento dos pagamentos.

Outro encaminhamento discutido foi o estabelecimento de um canal permanente de interlocução entre o TJPE e o Banco do Brasil, a fim de agilizar a solução de eventuais pendências documentais ou operacionais que possam retardar a liberação dos valores de precatórios.

Fonte: Tribunal de Justiça de Pernambuco

Banco do Brasil pode enfrentar nova pressão no segundo semestre, diz BTG Pactual

Publicado em: 03/07/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) deve enfrentar mais um trimestre desafiador diante da piora no comportamento de pagamento de produtores rurais, segundo avaliação do BTG Pactual. Para o banco, a expectativa de aprovação, no Congresso Nacional, de um programa de renegociação de dívidas do agronegócio pode estar levando parte dos tomadores de crédito a adiar o pagamento de financiamentos, aumentando a pressão sobre a qualidade da carteira rural.

A análise foi elaborada após reportagem do jornal Valor Econômico informar que produtores rurais têm postergado pagamentos na expectativa de que suas operações sejam incluídas em um eventual programa de renegociação. Executivos de grandes bancos e cooperativas relataram ao jornal que os índices de inadimplência apresentaram deterioração em maio e junho, contrariando o padrão sazonal normalmente observado para o período.

Na avaliação do BTG Pactual, esse movimento está alinhado com as conversas recentes mantidas pela instituição com participantes do mercado. O banco afirma que o debate em torno de novas medidas de renegociação pode estar criando um ambiente de “risco moral”, no qual produtores optam racionalmente por atrasar pagamentos enquanto aguardam possíveis condições mais favoráveis para regularizar suas dívidas.

Segundo o relatório, a implementação do Desenrola 2.0 e as discussões sobre programas de renegociação para contratos ainda adimplentes reforçaram essa dinâmica, elevando as incertezas sobre o comportamento dos clientes do crédito rural.

Calendário amplia riscos

O BTG destaca que o calendário de vencimentos da carteira rural do Banco do Brasil aumenta a sensibilidade dos resultados do segundo trimestre. Conforme dados apresentados pela própria instituição durante o Investor Day, o banco possui R$ 155,6 bilhões em operações com produtores rurais vencendo ao longo de 2026.

Desse total, R$ 44,2 bilhões — o equivalente a 28,4% dos vencimentos do ano — concentram-se justamente no segundo trimestre. As linhas de financiamento de custeio agrícola representam 56% dos vencimentos de abril, 60% dos de maio e 63% dos de junho, enquanto quase 60% de todos os vencimentos anuais estão concentrados entre abril e setembro.

Na visão do BTG, essa concentração, combinada com os relatos de enfraquecimento da disciplina de pagamentos, tende a manter elevada a pressão sobre a capacidade de cobrança do banco e sobre o custo do risco nos resultados do segundo trimestre.

Desafios persistem

A avaliação ocorre após um primeiro trimestre já considerado difícil para o Banco do Brasil. Na ocasião, a instituição reportou um ROE (Return on Equity) de 7,3% e revisou suas projeções para 2026, citando a deterioração da qualidade da carteira de crédito voltada ao agronegócio.

Para o BTG Pactual, os próximos resultados deverão continuar refletindo os desafios enfrentados pelo segmento rural. Embora o lançamento do Plano Safra 2026/2027 possa trazer maior previsibilidade ao setor, a instituição acredita que a discussão sobre renegociação de dívidas continuará sendo um fator relevante para o comportamento dos produtores e para o desempenho financeiro do Banco do Brasil nos próximos meses.

Fonte: Eu Quero Investir

Banco do Brasil ganha alívio de R$ 4 bilhões em meio à crise do agro — e reforça o caixa para atravessar a tempestade

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Em um momento em que preservar capital se tornou prioridade, o Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu um importante alívio no balanço. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou o banco a renegociar o cronograma de devolução de R$ 4,1 bilhões que ainda restam de um instrumento financeiro contratado com o Tesouro Nacional há mais de uma década.

Com a decisão, o BB ganha tempo para quitar essa obrigação e reduz a pressão sobre seu capital justamente em um período marcado pela piora da carteira de crédito do agronegócio e pelo aumento da inadimplência.

O valor faz parte de um Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) emitido em 2012, quando o banco buscava reforçar seus índices de capitalização.

O mecanismo funciona como uma espécie de aporte do Tesouro com características de dívida e de capital: fortaleceu o balanço da instituição, mas precisa ser devolvido conforme um cronograma previamente definido.

Agora, mais de dez anos depois, o Banco do Brasil conseguiu reescalonar esses pagamentos. Segundo o Acórdão 1.553/2026, publicado nesta sexta-feira (26), a instituição fará desembolsos simbólicos nos próximos dois anos e deixará a maior parte da quitação para o fim da década.

O que muda para o Banco do Brasil?

O principal efeito da decisão está na preservação de capital. Pelas estimativas do banco, o novo cronograma deve acrescentar cerca de 7 pontos-base ao índice de Capital Principal tanto em 2026 quanto em 2027, ampliando a folga regulatória em um momento considerado sensível pela instituição.

O principal efeito da decisão está na preservação de capital. Pelas estimativas do Banco do Brasil, o novo cronograma deve acrescentar cerca de 7 pontos-base ao índice de Capital Principal em 2026 e 2027.

Com isso, o Banco do Brasil amplia a folga de capital em um período em que busca fortalecer o balanço após a deterioração da carteira de crédito do agronegócio.

O efeito se inverte nos anos seguintes, quando os desembolsos aumentam. A instituição estima um consumo de capital de 8 pontos-base em 2028 e de 21 pontos-base em 2029, quando será liquidada a maior parte da obrigação.

O cronograma aprovado pelo TCU ficou dividido da seguinte forma:

2026: pagamento de R$ 100 milhões;
2027: pagamento de R$ 100 milhões;
2028: pagamento de R$ 1 bilhão;
2029: pagamento dos R$ 2,9 bilhões restantes.

Em outras palavras, o Tesouro posterga a maior parte do recebimento para permitir que o banco atravesse um período de maior pressão sobre seu capital.

A situação financeira do Banco do Brasil

O alívio chega poucos meses depois de o Banco do Brasil enfrentar uma piora relevante na carteira de crédito ao agronegócio.

A inadimplência do segmento saltou de cerca de 1% para 6,1%, pressionando provisões, reduzindo a rentabilidade e contribuindo para uma queda próxima de 60% no lucro do banco.

O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) também recuou para um patamar de um dígito, o pior nível em quase uma década.

Diante desse cenário, a administração anunciou uma série de medidas prudenciais para preservar capital, incluindo a redução do payout para 30% em 2025 e 2026, diminuindo a distribuição de dividendos aos acionistas.

A repactuação do IHCD segue a mesma lógica: fortalecer o balanço enquanto o banco administra os efeitos da crise no setor agrícola.

Recuperação do Banco do Brasil ainda deve levar tempo

Apesar do reforço de capital, a própria administração do Banco do Brasil tem adotado um discurso cauteloso sobre a recuperação.

A expectativa é de que a normalização da carteira de crédito ocorra de forma gradual. Segundo a direção do banco, a retomada deve seguir um formato de “W”, com os índices de adimplência voltando para perto de 95% apenas ao longo da safra de 2026.

Até o momento, cerca de 20% da carteira afetada já foi enquadrada nas novas políticas de renegociação, garantias e gestão de risco.

Fonte: Seu Dinheiro

Banco do Brasil anuncia R$ 210 bilhões para financiar a Safra 26/27

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O Banco do Brasil anuncia nesta sexta-feira, 3 de julho, R$ 210 bilhões para o financiamento da safra 2026/27, reafirmando o seu papel como principal parceiro do agro. Do total, cerca de R$ 40 bilhões serão destinados a pequenos e médios produtores. Já a agricultura empresarial contará com R$ 170 bilhões, contemplando operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização. Neste volume estão também contemplados R$ 25 bilhões em financiamentos para a cadeia de valor do agro.

Na última safra, o BB desembolsou R$ 209 bilhões em cerca de 500 mil operações, apoiando mais de 200 atividades agropecuárias em todas as regiões do país. Esse valor inclui os R$ 36,6 bilhões em prorrogações por meio da MP 1.314/25.

“O Banco do Brasil tem o agro no DNA e, ao lado dos produtores, contribui diretamente com o avanço tecnológico e social do campo, a geração de empregos e a segurança alimentar da população mundial. Temos orgulho em sermos o principal parceiro do agro brasileiro, na safra cheia e, sobretudo, nos ciclos mais difíceis. Ao anunciar o Plano Safra do BB, reafirmamos a confiança como base do nosso relacionamento com os produtores rurais, por meio da concessão de crédito sustentável e responsável para apoiar financeiramente quem precisa”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

“Os investimentos realizados nos últimos ciclos foram decisivos para que o Brasil colhesse as duas maiores safras de sua história, em 2025 e 2026, com ganhos expressivos de produtividade em diversas regiões. Como principal financiador do agro, o BB tem a responsabilidade de garantir que os recursos cheguem de forma adequada a todos os produtores, desde a agricultura familiar até a agricultura empresarial. Nossa atuação é baseada em uma relação de confiança construída ao longo do tempo, apoiando quem produz, investe e honra seus compromissos. Seguiremos ao lado do produtor rural, fortalecendo essa parceria e contribuindo para o crescimento sustentável do campo”, acrescenta Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

Fonte: Banco do Brasil

BB celebra 30 anos de Pronaf com mais de 2,5 milhões de agricultores atendidos

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O Banco do Brasil comemora nesta semana 30 anos ao lado de quem acorda cedo, dedica-se com esforço próprio e mantém viva a produção de alimentos no Brasil: os agricultores familiares. No Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), principal política pública de crédito voltada a produtores rurais que compõem unidades familiares, incluindo agricultores, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores e extrativistas e suas cooperativas, esse compromisso se traduz em apoio para gerar renda, ampliar oportunidades, fortalecer a inclusão produtiva e estimular o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais.

Nessas três décadas, o Banco do Brasil se consolidou como o principal parceiro financeiro da agricultura familiar, apoiando produtores, cooperativas e empreendimentos rurais em atividades agropecuárias e não agropecuárias. Desde o início do programa, o BB já desembolsou R$ 500 bilhões em operações de crédito no âmbito do Pronaf, um impulso que chegou a aproximadamente 2,5 milhões de famílias em todas as regiões do país. Somente na safra atual, foram liberados R$ 23 bilhões para produtores do Pronaf, contribuindo para transformar a realidade dos produtores familiares. Esses recursos têm possibilitado tirar planos do papel, investir no cuidado com a terra e garantir mais segurança para a continuidade da produção.

A presença do BB no Pronaf fortalece, na prática, a base produtiva do agronegócio brasileiro ao apoiar pequenos produtores responsáveis por grande parte do alimento que chega diariamente à mesa da população. São famílias que, em sua maioria, utilizam a própria mão de obra, mantêm uma produção diversificada e constroem, dia após dia, um vínculo profundo com o desenvolvimento das suas comunidades, prosperando sem perder suas raízes.

“A agricultura familiar é estratégica para a segurança alimentar do país. É ela que coloca comida na mesa do brasileiro. Apoiar esses produtores, com crédito acessível, orientação técnica e soluções pensadas para a realidade do campo é mais do que uma prioridade: é um compromisso que renovamos todos os dias e que mantemos há 30 anos com o desenvolvimento do Brasil”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil.

Saiba mais sobre as principais linhas do Pronaf operadas pelo BB

O Pronaf é estruturado em diferentes linhas de crédito, desenvolvidas para atender às diversas realidades da agricultura familiar, respeitando o perfil produtivo, a renda e o estágio de desenvolvimento dos produtores rurais:

  • Pronaf Custeio
    Destinado ao financiamento das despesas normais das atividades agropecuárias e não agropecuárias, como preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheita, criação de animais e atividades de base agroecológica. Atende agricultores familiares com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) válido, respeitando os limites de renda e enquadramento definidos pelo programa.
  • Pronaf Investimento
    Voltado à implantação, ampliação ou modernização da estrutura produtiva das propriedades rurais familiares. Financia, entre outros itens, máquinas, equipamentos, benfeitorias, sistemas de irrigação, armazenagem, conectividade no campo e práticas sustentáveis, contribuindo para o aumento da produtividade e da renda no meio rural.
  • Pronaf Mais Alimentos
    Linha de investimento destinada à modernização da produção da agricultura familiar, com foco no fortalecimento da capacidade produtiva, melhoria da infraestrutura rural e ampliação da competitividade dos empreendimentos familiares.
  • Pronaf Agroindústria
    Apoia o beneficiamento, processamento e comercialização da produção da agricultura familiar, incluindo a implantação, ampliação ou modernização de agroindústrias familiares e cooperativas, agregando valor à produção e fortalecendo a economia local.
  • Pronaf Mulher e Pronaf Jovem
    Linhas específicas voltadas à ampliação do acesso ao crédito por mulheres e jovens agricultores familiares, incentivando a sucessão rural, a autonomia produtiva e a permanência das novas gerações no campo.
  • Pronaf Floresta, Agroecologia e Bioeconomia
    Direcionadas a projetos sustentáveis, sistemas agroflorestais, produção agroecológica, recuperação ambiental, uso racional dos recursos naturais e atividades alinhadas à conservação ambiental e à sociobiodiversidade.
  • Pronaf Grupo B e Programas Especiais
    Focados em agricultores familiares de menor renda, incluindo indígenas, quilombolas e povos tradicionais, com condições diferenciadas, incentivo à inclusão produtiva e apoio à geração de renda, inclusive por meio do microcrédito produtivo orientado.

Para acessar o Pronaf, o agricultor deve ter CAF válido, atender aos critérios de renda, área e predominância de mão de obra familiar. A contratação exige documentação pessoal, comprovação do imóvel e apresentação de proposta ou projeto técnico. O pedido é analisado pelo banco quanto à capacidade de pagamento e regularidade. Após aprovação, o contrato é formalizado e os recursos liberados. A aplicação segue o projeto, com acompanhamento e fiscalização conforme normas.

Além do crédito, o Banco do Brasil atua de forma integrada no apoio à agricultura familiar, oferecendo assistência técnica, incentivo à modernização produtiva, inclusão financeira e estímulo à sustentabilidade econômica, social e ambiental das propriedades rurais. O Pronaf também possibilita o acesso dos produtores a outras políticas públicas voltadas ao fortalecimento do campo, ampliando oportunidades e renda no meio rural.

Ao celebrar os 30 anos do Pronaf, o BB reafirma seu compromisso histórico com a agricultura familiar e com a construção de um modelo de desenvolvimento que valoriza o produtor rural, gera empregos, promove inclusão e garante alimentos de qualidade para a população brasileira.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil lança Validador de Comprovantes no portal BB

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O Banco do Brasil lançou o Validador de Comprovantes BB, uma solução digital que permite a qualquer pessoa, cliente ou não do Banco, validar a autenticidade de comprovantes de transações financeiras emitidos pela instituição. A ferramenta amplia a segurança, a transparência e a confiabilidade nas operações, além de responder a uma demanda recorrente por maior segurança e confiabilidade na conferência de pagamentos, transferências e outras transações.

Disponível na página inicial do portal BB (bb.com.br), o Validador pode ser acessado por dispositivos móveis e desktops. A funcionalidade permite conferir informações como valor e data da transação, desde que o comprovante contenha a informação “Autenticação SISBB”. Estão contemplados pela solução comprovantes de Pix, boletos, convênios, transferências da conta corrente e TED. Por dispensar a necessidade de login e consulta ao extrato, o validador facilita o dia a dia de pessoas físicas e jurídicas.

A iniciativa contribui para a prevenção de fraudes e golpes financeiros, aumenta a credibilidade dos comprovantes emitidos pelo Banco do Brasil e fortalece a confiança nas transações digitais.

Para Dione Cordioli, executiva de conta, serviços e Pix do Banco, o Validador de Comprovantes BB é uma resposta concreta à insegurança na conferência de transações financeiras, um problema que afeta pessoas e negócios no dia a dia.

“Ao permitir a validação oficial de comprovantes de forma simples e acessível, o Banco do Brasil protege relações comerciais e fortalece a confiança no ambiente digital. Essa entrega combina tecnologia, transparência e foco nas pessoas, ao facilitar decisões e reduzir riscos sem criar barreiras para o usuário”, afirma a executiva. “Com o Validador, o BB reafirma seu papel de liderança na construção de um ecossistema financeiro mais seguro, confiável e orientado à experiência do cliente”, finaliza.

Fonte: Banco do Brasil

BB amplia atuação no Move Brasil com parceria estratégica com a Uber

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O Banco do Brasil e a Uber anunciam no dia 26 de junho uma parceria para ampliar o acesso de motoristas de aplicativo a soluções de financiamento de veículos, no âmbito do Programa Move Brasil – Táxi e Aplicativos, iniciativa do Governo Federal voltada à renovação de frota, inclusão produtiva e mobilidade sustentável.

No âmbito da parceria do BB com a Uber, a linha de crédito poderá contar com um benefício adicional às condições do Programa Move Brasil: um cashback de até 3,5 parcelas ao longo do contrato, de acordo com o valor, prazo e pontualidade do financiamento. Na prática, o benefício reduz o custo do financiamento e reforça a proposta do Banco do Brasil de levar soluções mais vantajosas e conectadas à realidade do cliente.

O modelo é simples: a cada 12 parcelas pagas, o Banco oferece um cashback direto na conta corrente. Esse bônus é gradual e progressivo, e pode chegar ao equivalente a até 3,5 parcelas do financiamento. Para ter acesso a esse benefício, é necessário financiar um veículo novo pelo Banco do Brasil, manter as parcelas em dia e completar uma média mínima de 240 viagens por mês pela plataforma da Uber. É uma forma de tornar a compra do carro novo mais acessível para os motoristas parceiros da plataforma.

O Programa permite o financiamento de veículos novos, incluindo modelos elétricos, híbridos, flex ou a etanol, no valor de até R$ 150 mil, com prazo de pagamento de até 72 meses, incluída carência de até 6 meses, e taxas de juros de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens, ampliando as possibilidades de renovação da frota com tecnologias mais eficientes e de menor impacto ambiental.

Com abrangência nacional, o acordo conecta a expertise financeira, capacidade operacional e capilaridade do BB ao ecossistema digital da Uber, criando uma jornada integrada que facilita o acesso ao crédito para profissionais que utilizam o veículo como instrumento de trabalho.

“Essa parceria reflete a capacidade do Banco do Brasil de estruturar soluções completas, que conectam crédito, tecnologia e relacionamento para gerar valor para todos os envolvidos. Ao atuar de forma integrada com a Uber, ampliamos nosso alcance, fortalecemos nossa atuação em um ecossistema relevante e viabilizamos oportunidades concretas de negócios, com impacto direto na vida dos clientes e na economia do país”, afirma Marcelo Gomes, diretor de Clientes Varejo PF do Banco do Brasil.

“A parceria exclusiva entre Uber e Banco do Brasil amplia os benefícios oferecidos aos motoristas parceiros que desejam adquirir um veículo novo por meio do programa Move Brasil. Além das condições já previstas pela iniciativa do Governo Federal, os motoristas elegíveis terão acesso a vantagens adicionais exclusivas, reforçando o compromisso das empresas em promover mais acesso à mobilidade e melhores oportunidades para o setor”, acrescenta Marco Cruz, diretor de Business Development da Uber no Brasil.

Vale lembrar que, além do crédito, o Banco do Brasil disponibiliza um portfólio completo de soluções financeiras, como seguros, meios de pagamento e serviços personalizados, fortalecendo a proposta de valor para os motoristas e impulsionando novas oportunidades de negócios em um ecossistema em expansão. A parceria com a Uber também contribui para ampliar o alcance do BB junto a novos públicos, promovendo bancarização, geração de renda e melhoria das condições de trabalho de milhares de profissionais em todo o país.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil pisa no freio, Caixa e BNDES aceleram: veja o alerta da Moody’s

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O Banco do Brasil (BBAS3) entrou em 2026 com uma estratégia oposta ao que se espera normalmente de um banco público em um momento de estímulo à economia: ele apertou o crédito.

Depois de ver as provisões saltarem com a piora da carteira rural e do crédito ao consumo sem garantia, o BB reduziu o ritmo das concessões e passou a selecionar com mais rigor os novos tomadores.

A prioridade deixou de ser crescer a carteira a qualquer custo e passou a ser evitar que a inadimplência pressione ainda mais os resultados.

A mudança diferencia o BB da Caixa Econômica Federal e do BNDES, que mantêm uma postura mais expansionista.

Mas também expõe o dilema enfrentado pelos bancos públicos em 2026: emprestar mais pode ajudar a atividade econômica, mas, com juros elevados e tomadores mais pressionados, também aumenta o risco de novas perdas.

É esse o alerta da Moody’s Ratings. A agência de classificação de risco avalia que uma aceleração mais forte do crédito pode elevar os riscos para todo o sistema bancário.

No caso do BB, a resposta já está em curso: menos apetite nas linhas mais sensíveis e maior cautela depois de uma sequência de resultados entre os mais fracos desde 2020.
Banco do Brasil (BBAS3) aperta o crédito diante da piora da carteira

Para os analistas, a pressão sobre os resultados do Banco do Brasil aparece de forma clara nas métricas de provisionamento.

Segundo a Moody’s, a relação entre as provisões para perdas de crédito e o lucro antes dessas provisões saltou de 54% em março de 2025 para 83% em março de 2026 no Banco do Brasil.

Isso significa que uma parcela maior da geração operacional passou a ser consumida pela necessidade de cobrir eventuais perdas com crédito.

A agência também chama atenção para a piora gradual da inadimplência no sistema bancário desde meados de 2025.

No Banco do Brasil, os empréstimos vencidos há mais de 90 dias alcançaram 8,8% na carteira de pequenas e médias empresas, 6,8% no crédito ao consumidor e 6,2% no agronegócio em março de 2026.

É justamente nesse contexto que o BB passou a ajustar a estratégia.

A redução do apetite em algumas linhas não significa abandonar segmentos considerados estratégicos, mas tentar preservar a qualidade da carteira enquanto produtores rurais, pequenas empresas e consumidores enfrentam um cenário financeiro mais apertado.
Caixa e BNDES seguem em outra marcha

Enquanto o Banco do Brasil decidiu priorizar a defesa do balanço, Caixa e BNDES mantêm uma postura mais alinhada ao papel anticíclico esperado das instituições públicas — servindo como o braço do governo para injetar liquidez.

O BNDES vem registrando crescimento dos empréstimos acima da média do sistema financeiro, um movimento que a Moody’s interpreta como potencial aumento de risco caso o cenário econômico permaneça adverso por mais tempo.

Por sua vez, a Caixa continua focada na atuação no crédito habitacional e em programas de fomento, embora também tenha reforçado as provisões para operações ligadas ao agronegócio e às pequenas empresas.

Segundo a Moody’s, a pressão sobre a Caixa também se tornou mais evidente nos indicadores de cobertura de perdas. A relação entre as provisões e o lucro antes de provisões da instituição subiu de 26% em março de 2025 para 82% em março deste ano.

Para a agência, as três instituições ainda contam com capitalização adequada e colchões de provisionamento que ajudam a absorver uma deterioração adicional da carteira.

“Os três bancos se beneficiam de capital forte e colchões de provisionamento; no entanto, essas defesas podem ser testadas se as condições de crédito permanecerem fracas por um longo período”, alerta a Moody’s.

Crédito maior pode ajudar a economia — e elevar os riscos

O relatório da Moody’s reconhece que o governo intensificou, ao longo de 2026, medidas de apoio social e programas voltados à expansão do crédito. Em um ambiente de crescimento mais moderado, o impulso pode ajudar a sustentar a atividade econômica.

Mas há um limite delicado nessa equação. A ampliação das concessões ocorre justamente quando os juros seguem altos, a inadimplência avança e o endividamento das famílias continua elevado.

“Uma aceleração no crescimento dos empréstimos pode levar a um aumento dos riscos para todos os bancos brasileiros em meio a um cenário de enfraquecimento das condições de crédito”, alertam os analistas da Moody’s.

O que esperar do Banco do Brasil e de outros bancos públicos até 2027?

A Moody’s projeta que os resultados do sistema bancário brasileiro devem continuar pressionados ao longo de 2026 e possivelmente também em 2027.

Além das perdas de crédito, os bancos enfrentam uma combinação de menor geração de receitas com tarifas e competição mais intensa pela captação de recursos entre as grandes instituições de varejo, segundo os analistas.

Nesse cenário, a aposta da Moody’s é que a divergência entre os bancos públicos tende a continuar.

Caixa e BNDES devem permanecer como canais relevantes de crédito e fomento, enquanto o Banco do Brasil busca equilibrar seu papel no financiamento da economia com uma gestão mais rigorosa de risco.

Para o BB, a aposta é que a seletividade agora possa reduzir a necessidade de provisões mais adiante.

Fonte: Seu Dinheiro

Funcionários do Banco do Brasil entregam pauta de reivindicações à direção do banco

Publicado em: 26/06/2026

Representantes das funcionárias e dos funcionários do Banco do Brasil entregaram, nesta quarta-feira (24 de junho), a minuta de reivindicações da categoria à direção do banco. O documento foi protocolado na sede da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em São Paulo, e reúne as principais demandas aprovadas durante o 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB).

Realizado entre os dias 21 e 23 de junho, o Congresso reuniu cerca de 280 delegados e delegadas de todo o país, que debateram e aprovaram os eixos que irão nortear a Campanha Nacional dos Bancários 2026 no Banco do Brasil. As reivindicações estão organizadas em quatro grandes temas: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde.

Entre as prioridades aprovadas pelos delegados e delegadas está a ampliação do quadro de funcionários por meio da realização de novos concursos públicos. A medida é considerada fundamental para fortalecer o papel público do Banco do Brasil, melhorar o atendimento à população e reduzir a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos trabalhadores nas unidades em todo o país.

A defesa do papel público do Banco do Brasil também passa pela manutenção e pelo fortalecimento do atendimento presencial à população. Os representantes dos trabalhadores defendem a preservação da estrutura de atendimento bancário nas agências e a garantia de caixas em todas as unidades. Para a categoria, o banco não pode abrir mão de sua função social nem transformar suas agências em espaços voltados exclusivamente para a comercialização de produtos e serviços financeiros.

Para a coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, a defesa da saúde dos trabalhadores e do papel público do banco estão entre as prioridades da Campanha. “Os principais pontos da minuta de reivindicações que aprovamos foram em torno dos quatro eixos: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde, com foco na defesa do Banco do Brasil como banco público. Isso passa pela realização de novos concursos, pela melhoria das condições de trabalho e também pela manutenção do atendimento à população. Vamos cobrar que o banco pare de transformar agências em lojas e preserve a presença de caixas em todas as unidades, garantindo que a população continue tendo acesso aos serviços bancários de forma adequada. Também defendemos mais contratações por meio de concurso público, tanto para melhorar o atendimento quanto para reduzir a sobrecarga de trabalho. A gente não pode permitir que colegas adoeçam no ambiente de trabalho”, destacou.

Segundo a dirigente, os debates realizados ao longo dos três dias de Congresso fortaleceram o funcionalismo para enfrentar uma campanha que exigirá unidade e mobilização. “Foram três dias muito importantes, ricos em debates sobre condições de trabalho, saúde e previdência. O funcionalismo do BB saiu do Congresso bem mais fortalecido para esta campanha, que será especialmente desafiadora neste ano”, completou.

A entrega da minuta marca o início do processo de negociação entre a representação dos trabalhadores e a direção do Banco do Brasil para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a discussão das principais demandas específicas do funcionalismo.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Moody’s vê Banco do Brasil mais conservador após piora no agro

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O Banco do Brasil (BBAS3) tem adotado uma postura mais conservadora na concessão de crédito em meio ao aumento da inadimplência no sistema financeiro, diferentemente da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que seguem mais alinhados à estratégia do governo de expandir o crédito para estimular a economia.

A avaliação é da Moody’s Ratings, em relatório divulgado nesta segunda-feira (22) sobre os bancos públicos brasileiros.

Segundo a agência, o Banco do Brasil reduziu o ritmo de crescimento da carteira de crédito para 9% em 2025, abaixo dos 12,9% registrados em 2024, após o aumento da inadimplência observado principalmente na carteira de agronegócio. Para 2026, a instituição trabalha com uma projeção de expansão entre 0,5% e 4,5%.

A Moody’s afirma que o banco tem concentrado esforços na melhora da qualidade da carteira, reduzindo a exposição a segmentos considerados mais sensíveis ao atual ambiente de juros elevados e endividamento das famílias.

“O BB reduziu o crescimento dos empréstimos rurais e foi mais seletivo na concessão de crédito”, destaca o relatório.

Agronegócio pressiona resultados

A deterioração da carteira rural aparece como uma das principais preocupações para o banco.

Segundo a Moody’s, desde o fim de 2024 o Banco do Brasil vem registrando aumento das perdas relacionadas ao agronegócio, movimento que levou a instituição a rever seu apetite por crédito. A demanda para a safra 2026/2027 permanece incerta, uma vez que produtores precisam regularizar operações anteriores para acessar novas linhas junto ao banco.

O relatório aponta ainda que o BB reduziu entre 25% e 30% as originações vinculadas ao Plano Safra e registrou queda de 10% nos empréstimos para pequenas e médias empresas nos últimos 12 meses.

A pressão também aparece nos indicadores de inadimplência. Os empréstimos de varejo com atraso superior a 90 dias avançaram para 6,82% da carteira em março de 2026, ante 5,1% um ano antes, refletindo principalmente a piora em linhas sem garantia, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais.

Caixa e BNDES seguem estratégia de expansão

Enquanto o Banco do Brasil adota uma postura mais defensiva, a Caixa e o BNDES continuam desempenhando papel central na implementação dos programas de crédito do governo.

A Moody’s projeta que a Caixa amplie a concessão de empréstimos acima da média do mercado em 2026, impulsionada principalmente por programas habitacionais e iniciativas voltadas à população de baixa renda. O banco elevou sua carteira de crédito em 10,9% em 2025.

Já o BNDES expandiu sua carteira em 11,3% no ano passado e, segundo a agência, possui uma posição de capital mais confortável para sustentar um crescimento mais acelerado. O banco tem sido um dos principais canais de financiamento para projetos de infraestrutura e programas de desenvolvimento econômico.

Governo amplia programas de crédito

A análise da Moody’s ocorre em um momento em que o governo federal amplia programas de apoio social e estímulo econômico por meio do sistema financeiro.

Banco do Brasil, Caixa e BNDES têm participação relevante em iniciativas voltadas ao financiamento agrícola, habitação popular, infraestrutura e renegociação de dívidas, desempenhando um papel que a agência classifica como anticíclico em períodos de desaceleração econômica.

Apesar disso, a Moody’s alerta que a expansão do crédito ocorre em um cenário de condições financeiras mais desafiadoras. O elevado endividamento das famílias e a Selic em 14,25% têm pressionado a capacidade de pagamento dos tomadores e contribuído para a alta gradual da inadimplência no sistema bancário.

Lucros devem continuar pressionados

Para a agência, os resultados do Banco do Brasil seguem sendo os mais impactados pelo aumento das provisões para perdas com empréstimos.

Os lucros trimestrais do banco estão nos níveis mais baixos desde 2020, refletindo tanto o aumento das provisões relacionadas ao agronegócio quanto a exposição ao crédito de varejo sem garantia. A Moody’s avalia que a necessidade de novas provisões pode continuar pressionando a rentabilidade dos bancos públicos até 2027.

Segundo o relatório, o desafio para Banco do Brasil, Caixa e BNDES será equilibrar os objetivos de política pública com a preservação da qualidade dos ativos e da rentabilidade em um ambiente econômico ainda fragilizado.

Fonte: Money Times

Régia Capital alcança R$ 17 bi e é reconhecida na London Climate Action Week

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A BB Asset realizará a entrega de um tombstone, tradicionalmente concedido a operações de destaque no mercado financeiro, à Régia Capital em reconhecimento à marca de aproximadamente R$ 17 bilhões em patrimônio sob gestão, consolidando a gestora como uma das principais referências em investimentos sustentáveis no Brasil e no Sul Global. O reconhecimento ocorre durante a participação do BB e da BB Asset na London Climate Action Week (LCAW).

A celebração será realizada em um momento em que a agenda climática e de sustentabilidade se afirmam como prioridade global e reforça o papel do Banco do Brasil e da BB Asset como protagonistas dessa transformação. O BB incorpora a sustentabilidade de forma transversal à sua estratégia, com impacto direto na gestão de riscos, na alocação de capital e no desenvolvimento de soluções voltadas à economia verde.

Com uma carteira de crédito sustentável de R$ 421,2 bilhões, o Banco do Brasil se posiciona como um agente transformador, apoiando setores estratégicos como energias renováveis, agricultura sustentável, bioeconomia e infraestrutura resiliente. O objetivo da instituição é alcançar saldo de R$ 500 bilhões até 2030, além de patrimônio líquido de R$ 30 bilhões em fundos de investimentos sustentáveis.

Nesse contexto, foi criada a Régia Capital, fruto da parceria entre a BB Asset e a gestora JGP, com o objetivo de estruturar uma plataforma dedicada a alinhar retorno financeiro e impacto socioambiental. A gestora nasceu como um hub de investimentos sustentáveis, combinando a capacidade de distribuição, capilaridade e força institucional do Banco do Brasil com a expertise de gestão ativa e inovação da JGP, mobilizando capital em escala para viabilizar a transição para uma economia de baixo carbono e baseada na natureza.

Após quase dois anos de trajetória, período em que seu crescimento foi impulsionado principalmente pelos canais de distribuição do BB, a Régia evoluiu para uma estrutura de primeira linha e uma grade abrangente de produtos, posicionando-se para acessar também canais de outros alocadores e ampliar sua presença junto a investidores locais e internacionais. Esse avanço reflete a maturidade alcançada pela gestora e sua capacidade de dialogar com diferentes perfis de capital.

A conquista de R$ 17 bilhões em ativos sob gestão evidencia a validação de um modelo que responde diretamente a uma das principais barreiras apontadas por investidores internacionais no Sul Global: a escala e replicabilidade dos projetos investidos.

A Régia endereça esse desafio por meio de um robusto ecossistema de originação e estruturação de ativos, com pipeline diversificado que abrange crédito, infraestrutura, bioeconomia, energia renovável, soluções baseadas na natureza e minerais críticos, além do uso de instrumentos como blended finance, capazes de alavancar capital privado ao lado de recursos concessionais.

A conexão direta com o Banco do Brasil, um dos principais financiadores do agronegócio no mundo, confere à Régia uma vantagem competitiva única. Essa integração amplia significativamente a capacidade de originação de projetos em larga escala, especialmente em cadeias produtivas com alto potencial de descarbonização e regeneração de ecossistemas, mitigando riscos e criando oportunidades atrativas para investidores globais.

O posicionamento estratégico da Régia também reflete o papel do Brasil no cenário global. O país reúne atributos únicos, como a maior concentração de capital natural do planeta e um mercado financeiro sofisticado entre as economias do Sul Global, que o colocam como protagonista na transição para uma economia sustentável. Nesse contexto, a Régia se consolida como um elo entre investidores internacionais e oportunidades concretas de investimento verde no Brasil.

A entrega da premiação durante a LCAW consolida uma estrutura capaz de conectar escala, inovação e impacto. Ao reunir capital, expertise e propósito, a Régia Capital reafirma o potencial do Brasil para liderar soluções aos desafios climáticos globais e se posicionar como destino estratégico para investimentos sustentáveis de longo prazo.

Sobre a BB Asset

A BB Asset é a gestora de fundos de investimento líder do Brasil, com patrimônio líquido de R$ 1,89 trilhão e um market share de 18,06%, conforme ranking Anbima de abril de 2026. Seus produtos são distribuídos pelo Banco do Brasil, e nas principais plataformas de investimento. Sua excelência em gestão é atestada por duas renomadas agências de rating – Fitch Rating e Moody’s.

Sobre a Régia Capital

A Régia Capital é uma gestora de recursos dedicada a investimentos e soluções financeiras sustentáveis, fruto de uma parceria entre a JGP, sendo uma inovadora gestora de recursos independentes e a BB Asset, líder da indústria de fundos de investimento no Brasil, com R$ 1,89 trilhão sob gestão, conforme ranking Anbima de abril de 2026.

Fonte: Banco do Brasil

BB retorna à Temporada de Inverno 2026 com experiências em Bariloche

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O Banco do Brasil anuncia a Temporada de Inverno 2026 em Bariloche (Argentina), que acontece de 4 de julho a 30 de setembro, consolidando a presença da instituição, pelo terceiro ano consecutivo, em um dos destinos de neve mais procurados pelos brasileiros. A iniciativa reforça a estratégia do BB de se conectar aos clientes em momentos relevantes, como a experiência de viagem, ampliando benefícios e oferecendo vivências diferenciadas ao público de alta renda.

Nesta edição, a grande novidade é a Casa Estilo Bariloche, espaço exclusivo que eleva o padrão de atendimento no destino. Inspirada no conceito das unidades BB Estilo, que se une ao tradicional lounge e foi idealizada para proporcionar uma experiência exclusiva, unindo conforto, conveniência e atendimento personalizado em um ambiente sofisticado.

Localizada no Cerro Catedral, a Casa Estilo Bariloche funciona como ponto de apoio para os clientes durante a viagem, oferecendo serviços como equipe bilíngue, Wi-Fi, guarda-volumes, aperitivos e bebidas ao longo do dia, além de degustações de vinhos e queijos e ambientação pensada para descanso e convivência. A proposta é tornar a presença do BB parte da experiência no destino, conectando serviços financeiros a momentos de lazer e bem-estar.

No destino, os clientes contam ainda com uma agenda de experiências que enriquecem a estadia, como aulas de esqui e snowboard, descontos em equipamentos, serviços locais e acesso a ativações criadas para proporcionar praticidade e exclusividade durante toda a viagem.

“A viagem é um momento em que o cliente realiza escolhas e vivência experiências marcantes. Queremos que o Banco do Brasil esteja presente em toda essa jornada, oferecendo soluções, benefícios e atendimento que façam sentido antes, durante e depois da viagem”, afirma Marcelo Gomes, Diretor de Clientes PF, porta voz do BB.

Confira mais benefícios

A temporada reforça o portfólio de benefícios exclusivos e condições especiais para o planejamento e compras de viagem, com destaque para até 500% de bônus em pontos nos cartões BB (mediante inscrição na Promoção Temporada de Inverno) em compras presenciais realizadas na região. Também reúne ofertas no Shopping BB e na Livelo para apoiar a organização da experiência, condições diferenciadas com parceiros como Booking, Airbnb, Decathlon e Renner, além das vantagens disponíveis no destino.

Fonte: Banco do Brasil

BB apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi

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Na manhã da terça-feira (23 de junho), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada de negociação com o banco sobre a Cassi, realizada no mesmo dia.

Durante o encontro preparatório, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, apresentou um balanço dos debates e deliberações do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, realizado entre os dias 17 e 19 de junho.

Segundo a dirigente, a principal preocupação dos delegados foi a sustentabilidade da Cassi, o que torna central a discussão sobre o modelo de custeio da entidade. Ela ressaltou, no entanto, que a solução para o financiamento da Caixa de Assistência precisa contemplar demandas históricas dos associados. “O debate no congresso deixou claro que a sustentabilidade da Cassi é uma prioridade para o funcionalismo. Mas também é fundamental encontrar soluções para questões pendentes, como o custeio do período pós-laboral dos colegas que ingressaram no banco após 2018 e a garantia de atendimento adequado aos funcionários oriundos dos bancos incorporados”, afirmou Fernanda Lopes.

A coordenadora também destacou a preocupação das entidades com a realização de uma consulta ao corpo social em um momento que coincide com as negociações da Campanha Nacional dos Bancários e da renovação dos acordos coletivos da categoria.

Diante da urgência para recompor as reservas da Cassi, os representantes dos trabalhadores defenderam que o Banco do Brasil realize um adiantamento de recursos, garantindo tempo adicional para a construção de uma solução definitiva para o custeio e para a elaboração de uma proposta de reforma estatutária que contemple temas pendentes, como adequação à Instrução Normativa ANS nº 649, atendimento às exigências da NR-1 e aperfeiçoamentos na governança da entidade.

Proposta do banco é considerada insuficiente

Na rodada de negociação realizada na terça-feira (23) à tarde, Fernanda Lopes lembrou que o banco ainda precisava responder à proposta apresentada pelas entidades em 9 de junho, que previa um aporte extraordinário para recompor as reservas da Cassi.

Durante a reunião, a representação do banco fez um resgate das negociações realizadas desde abril de 2025 e destacou o impacto da diferença entre a inflação médica e a inflação geral sobre as contas da Caixa de Assistência.

Em seguida, o BB apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,3 bilhões, valor considerado necessário para recompor as reservas da Cassi. O montante seria dividido entre banco e associados na proporção de 50,26% para o banco e 49,73% para o funcionalismo, com pagamento diferido em 18 meses.

A proposta foi rejeitada pelas entidades representativas dos funcionários, que reiteraram a defesa de uma divisão mais equilibrada, com participação de 70% do banco e 30% dos associados. “A proposta apresentada pelo banco está muito distante das premissas defendidas pelo funcionalismo. Entendemos a necessidade urgente de recomposição das reservas, mas isso não pode ocorrer transferindo quase metade da responsabilidade para os associados. Seguiremos buscando uma solução que preserve a sustentabilidade da Cassi e respeite a capacidade contributiva dos trabalhadores”, destacou Fernanda Lopes.

Como alternativa, os representantes dos funcionários propuseram que o Banco do Brasil inicie sua contribuição extraordinária já em julho, também parcelada em 18 meses, enquanto a participação dos associados seja discutida posteriormente, após consulta ao corpo social, com pagamento diferido em 12 meses.

As entidades também defenderam a criação imediata de um grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma proposta de reforma estatutária da Cassi, a ser submetida aos associados ao longo de 2027.

Diante do caráter inédito da proposta apresentada pelos trabalhadores, o banco não apresentou resposta durante a reunião. As partes ficaram de agendar uma nova rodada de negociação para a próxima semana.

Fonte: Contraf-CUT

BB amplia atuação na sociobioeconomia com potencial de ampliar financiamento a 12 mil famílias

Publicado em: 19/06/2026

O Banco do Brasil realiza, nesta semana, em Brasília, a Formação dos Agentes da Sociobioeconomia, reunindo cerca de 140 participantes em uma agenda estratégica que integra crédito, sustentabilidade e desenvolvimento territorial. Com a presença de autoridades do Banco e representantes do governo federal, como João Capobianco (MMA) e Fernanda Machiavelli (MDA), o encontro reforça a articulação entre sistema financeiro, ministérios e organizações da sociedade civil em torno do fortalecimento da economia verde no país.

A iniciativa contempla a capacitação de agentes de crédito com atuação em biomas estratégicos, como Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga. A ação visa ampliar o acesso ao financiamento para até 12 mil famílias, com potencial de viabilizar aproximadamente R$ 420 milhões em novas operações. O foco está em promover crédito com propósito, direcionado a cadeias produtivas que integram geração de renda, conservação ambiental e inclusão produtiva.

Construída em parceria com instituições como BID, Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Instituto Clima e Sociedade (iCS) e Conexsus, a formação está alinhada à estratégia do Banco do Brasil de ampliar seu papel como indutor do desenvolvimento sustentável no país. A proposta vai além do financiamento, ao fomentar a estruturação de redes que combinam assistência técnica, políticas públicas e soluções financeiras.

A realização da oficina ocorre em um cenário de crescente protagonismo da sociobioeconomia no debate global, especialmente após a COP30. Nesse contexto, o Banco do Brasil reforça seu compromisso com iniciativas que promovam impacto positivo nos territórios, consolidando uma atuação consistente na agenda de sustentabilidade e inclusão produtiva.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil em alerta: inadimplência no agronegócio sobe para 8,2%, mostra Serasa

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A inadimplência no agronegócio brasileiro voltou a subir no quarto trimestre de 2025 (4T25), encerrando o ano a 8,2%, alta de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior, num momento em que agricultores lidam com margens apertadas e custos elevados, apontou nesta segunda-feira (1) um levantamento da Serasa Experian.

Entre os fatores da elevação de custos mais recentes estão os fertilizantes e os combustíveis, que subiram pelos efeitos da guerra no Irã. Mas a inadimplência vem crescendo trimestre a trimestre pelo menos desde o final de 2024, segundo os dados da Serasa.

“Apesar de sinais de estabilização em alguns segmentos, a inadimplência no agronegócio segue em alta gradual, com produtores ainda enfrentando margens apertadas e fluxo de caixa pressionado, diante de custos elevados, preços voláteis e crédito mais seletivo”, disse o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, em nota.

O indicador apontou que a inadimplência rural está concentrada principalmente em dívidas contraídas com instituições financeiras (7,2%), afirmou a Serasa.

A inadimplência do agronegócio está entre os fatores que impactam os resultados do Banco do Brasil (BBAS3), o principal financiador do setor.

O índice de inadimplência considera dívidas de pessoas físicas da população rural brasileira que estejam vencidas há mais de 180 dias e tenham sido contraídas com empresas de setores relacionados ao agronegócio.

Na análise por porte, os dados mostram que produtores rurais sem informação de registro rural – possíveis arrendatários ou participantes de grupos familiares ou econômicos – registraram o maior nível de inadimplência (9,9%).

Na sequência, aparecem os grandes proprietários (9,8%), seguidos pelos médios (8,3%) e pelos de pequeno porte (7,8%).

Por estados, o Rio Grande do Sul teve melhor desempenho, com apenas 5,3% de taxa de inadimplência, seguido pelo Paraná e Santa Catarina.

“O desempenho do Rio Grande do Sul chama a atenção, especialmente diante das perdas climáticas recentes. Esse resultado pode ser explicado por fatores como a forte presença de cooperativas e sistemas integrados, além do uso mais expressivo do seguro agrícola e de linhas de crédito para renegociação de dívidas”, comentou Pimenta.

Fonte: Money Times

Ação coletiva 1097: BB apresenta proposta para bancários que já se desligaram

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O Banco do Brasil apresentou proposta de acordo individualizada para os beneficiários da Ação Coletiva 1097 que já se desligaram. As propostas, até então, visavam os funcionários da ativa. Agora, os já desligados poderão avaliar ofertas e aceitá-las, se estiverem de acordo.

As propostas se compõem de uma quantia líquida para o beneficiário da ação coletiva, além de valores de FGTS, que serão depositados nas contas vinculadas e de recolhimentos individualizados à Cassi e à Previ.

Na proposta do BB, não há incorporação em folha, sendo pagos só os atrasados, ainda assim com deságio.

Aqueles que preferem receber integralmente as diferenças e incorporar em folha de pagamento o valor contam com atendimento diariamente no departamento jurídico do Sindicato, podendo ingressar com a execução judicial, sem qualquer despesa.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília

TST isenta BB de incorporar gratificação de função ao salário de bancário

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A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que o Banco do Brasil não precisa incorporar gratificação de função ao salário de um bancário, mesmo após mais de 10 anos no cargo. A decisão, unânime, considerou que a regra que garantia essa incorporação não se aplica a empregados que completaram o período após a Reforma Trabalhista de 2017, que alterou as regras sobre o tema.

O bancário, que exerceu cargos comissionados de outubro de 2006 a setembro de 2018, alegou na ação que a retirada da gratificação reduziria sua remuneração bruta em 57%, com impacto em outras verbas como participação nos lucros. Ele buscava a incorporação da gratificação ao salário como direito adquirido, argumentando que a exoneração do cargo de gerente de relacionamento, retornando à função de escriturário, não se deu por justo motivo.

Em sua defesa, o Banco do Brasil sustentou que o descomissionamento do empregado ocorreu devido a avaliações de desempenho consideradas insatisfatórias, o que, segundo a instituição, justificaria a medida.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em seu artigo 468, estabelece que alterações contratuais só são válidas com mútuo consentimento e desde que não prejudiquem o empregado. Com base nisso, a jurisprudência do TST, consolidada na Súmula 372, assegurava a incorporação da gratificação a quem permanecesse por uma década ou mais na função e fosse retirado do cargo sem justo motivo.

No entanto, a Reforma Trabalhista, promulgada pela Lei 13.467/2017, acrescentou um parágrafo ao referido artigo. A nova redação determina que a reversão ao cargo efetivo, independentemente de justo motivo, não garante a manutenção do pagamento da gratificação, mesmo que o tempo de exercício na função comissionada seja superior a dez anos.

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4), no Rio Grande do Sul, inicialmente havia decidido a favor do bancário. O TRT-4 entendeu que a nova regra da Reforma Trabalhista não poderia retroagir para atingir uma situação já consolidada sob a legislação anterior. Ademais, considerou que o desempenho insuficiente não configuraria uma quebra de confiança que justificasse a retirada da gratificação.

No TST, o ministro relator Evandro Valadão divergiu do entendimento regional. Ele destacou que o próprio TST, em precedente vinculante (Tema 23), já havia estabelecido que a Reforma Trabalhista possui aplicação imediata aos contratos de trabalho em curso. Isso significa que ela passou a regular os direitos decorrentes de fatos geradores ocorridos a partir de sua vigência.

O ministro fundamentou sua decisão no fato de que o bancário completou os dez anos no exercício da função comissionada em maio de 2018, data posterior à entrada em vigor da Lei 13.467/17. Dessa forma, o período de dez anos não foi concluído sob a égide da legislação anterior, impossibilitando a aplicação da Súmula 372 do TST ao caso concreto.

A decisão final da Sétima Turma do TST foi unânime, afastando a obrigação do Banco do Brasil de incorporar a gratificação de função ao salário do bancário, com base na nova redação da CLT conferida pela Reforma Trabalhista.

Fonte: Juri News

BB agenda leilões de imóveis em junho com diversas modalidades de venda

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O Banco do Brasil realiza, ao longo do mês de junho, uma nova agenda de leilões de imóveis, com diferentes modalidades de venda e oportunidades para investidores e pessoas físicas interessadas na aquisição de bens com condições atrativas.

Ao todo, serão disponibilizados mais de 148 imóveis, distribuídos em diversas regiões do país, contemplando opções residenciais e comerciais, com características variadas de ocupação, renda e formato de oferta.

Confira a programação:

  • 23/06/2026 – Imóveis próprios com locação simultânea – 11h – 40 lotes;
  • 23/06/2026 – Imóveis próprios sem locação – 14h -10 lotes;
  • 24/06/2026 – Leilão Simplificado (imóveis retomados) – 10h – 98 lotes;
  • 30/06/2026 – Aceita BB – Proposta Final – último leilão da campanha de vendas.

Entre os destaques da agenda estão os imóveis com locação simultânea, que possibilitam ao comprador a geração de renda imediata, e o Leilão Simplificado, com imóveis retomados e oportunidades com valores competitivos.

A modalidade Aceita BB também integra a programação, oferecendo imóveis sem valor mínimo divulgado, em que o interessado apresenta sua proposta, que será analisada pelo Banco. Se aprovada, o imóvel é considerado arrematado, tornando o processo mais dinâmico e estratégico para aquisição.

A iniciativa busca atender diferentes perfis de público, desde quem procura o primeiro imóvel até investidores que desejam diversificar seu portfólio, com opções acessíveis e seguras.

Os leilões são realizados de forma 100% on-line, garantindo praticidade, transparência e segurança em todas as etapas.

Para participar e obter mais informações, acesse www.seuimovelbb.com.br, onde estão disponíveis os editais, fotos, descrições dos imóveis e condições completas de participação.

Fonte: Banco do Brasil

Justiça concede 15 anos para produtores rurais pagarem dívidas com BB

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Uma decisão judicial de forte impacto econômico trouxe alívio para a agricultura familiar do Sul do país. A Vara Estadual de Direito Bancário de Santa Catarina determinou o alongamento compulsório de contratos de crédito rural celebrados com o Banco do Brasil S.A., garantindo aos produtores um novo cronograma de pagamento estendido por 15 anos, com carência para o início das parcelas fixada apenas para 2028.

A ação foi movida por um casal de agricultores, que gerenciam um empreendimento de produção de soja, milho e leite no município de Riqueza, no extremo oeste catarinense.

Histórico de quebras de safra motivou a ação

Segundo a sentença do processo, o negócio da família sofreu um colapso financeiro estrutural após ser atingido por uma sequência avassaladora de eventos climáticos adversos entre os anos de 2019 e 2025. O período foi marcado por forte déficit hídrico (seca prolongada) intercalado com excesso de precipitações pluviométricas na região (p. 2).

Para agravar a situação do negócio, as intempéries coincidiram com a queda acentuada nos preços de comercialização das commodities e com uma elevação acentuada nos custos de produção, o que acabou eliminando a margem de lucro dos produtores e gerando fluxo de caixa negativo.

Laudos técnicos anexados ao processo comprovaram perdas catastróficas na propriedade: Milho: Perda total (100%) na safra 2019/2020 e quebras subsequentes de até 62,5% nas safras seguintes; atividade Leiteira: quedas na captação que variaram de 54% a 63,2%, agravadas pelo custo de produção que chegou a representar 275% da receita obtida no ano de 2020; soja: redução de mais de 33% na produtividade das safras 2023/2024 e 2024/2025.

Defesa estratégica e direito ao alongamento

A defesa dos agricultores foi conduzida pelo renomado escritório Juliano Quelho Advogados, liderado pelo especialista conhecido nacionalmente como o “Advogado do Agro”. A estratégia jurídica baseou-se na comprovação da perda da capacidade de pagamento somada à aplicação rigorosa do Manual de Crédito Rural (MCR 2.6.4) e da Súmula 298 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), os quais estipulam que a prorrogação da dívida de crédito rural em casos de frustração de safra não é um favor ou uma mera “faculdade” do banco, mas sim um direito garantido por lei ao devedor.

O Banco do Brasil tentou contestar a ação alegando falta de amparo normativo e ausência de recursos do Tesouro Nacional para subsidiar o refinanciamento. Contudo, o juiz luiz carlos cittadin da silva rejeitou os argumentos da instituição financeira e confirmou a natureza puramente rural do crédito com base na destinação dos recursos, determinando o afastamento imediato da mora (juros atrasados e multas) e proibindo a negativação dos produtores em órgãos de proteção ao crédito como SERASA e SPC.

O Banco do Brasil tentou contestar a ação alegando falta de amparo normativo e ausência de recursos do Tesouro Nacional para subsidiar o refinanciamento. Contudo, o magistrado rejeitou os argumentos da instituição financeira e confirmou a natureza puramente rural do crédito com base na destinação dos recursos, determinando o afastamento imediato da mora (juros atrasados e multas) (pp. 13, 16) e proibindo a negativação dos produtores em órgãos de proteção ao crédito como SERASA e SISBACEN (pp. 14, 16).

Palavra do Especialista

O advogado do caso, Juliano Quelho, comentou o desfecho da ação ressaltando a relevância da segurança jurídica e da proteção às famílias que sustentam a base econômica do país: “Esta decisão é fundamental porque adequa o pagamento da dívida à real capacidade de produção da família, após anos de perdas climáticas severas. É importante dizer que o banco não sofre nenhum prejuízo com isso, pois ele vai receber o valor integral, de forma parcelada e com os juros contratuais garantidos. Com esse fôlego financeiro, evitamos a insolvência do produtor, mantemos o homem no campo e garantimos a própria soberania e sustentabilidade da produção de alimentos no país”.

Fonte: Notícias Agrícolas

Banco do Brasil engaja mais de 36 mil funcionários em programa de capacitação para IA Generativa e Agêntica

Publicado em: 12/06/2026

O Banco do Brasil acaba de lançar uma nova edição do AcademIA BB, seu programa corporativo de capacitação em Inteligência Artificial e Dados, voltado a todos os funcionários do Banco e do Conglomerado. Nesta nova edição, que tem foco em IA Generativa e Agêntica, foram mais de 36 mil inscritos, com perfis que envolvem as diferentes áreas de atuação no Banco.

A iniciativa tem como foco a democratização da IA, reforçando a tecnologia não apenas como uma tendência, mas como um dos pilares da transformação digital e cultural da organização. O programa se diferencia de um treinamento tradicional ao oferecer uma jornada de capacitação prática, com aplicação voltada à realidade do dia a dia de cada funcionário em sua área de atuação.

“Essa frente de capacitação conecta, de forma estruturada, estratégia, tecnologia e pessoas, traduzindo a Inteligência Artificial Generativa e Agêntica em aplicações práticas que qualificam decisões, ampliam a produtividade e fortalecem o impacto do negócio. O AcademIA BB 2026 promove uma mudança de mentalidade, combinando tecnologia avançada, curadoria humana, governança e alinhamento estratégico para gerar valor real, sustentável e responsável para o Banco e para a sociedade”, comenta Marisa Reghini, vice-presidente de negócios digitais e tecnologia do BB.

A iniciativa conta com a parceria de empresas globais de tecnologia como Microsoft, Google Cloud e IBM, que contribuem com conteúdo, experiências e visões de mercado alinhadas aos desafios atuais e futuros da adoção de IA nas organizações.

Atualmente, o BB já conta com um volume expressivo de soluções em operação, com mais de 12 mil agentes apenas do Copilot, além de outros assistentes corporativos aplicados às rotinas internas, aos negócios e ao atendimento ao cliente.

Nesse contexto, o AcademIA BB 2026 desempenha papel decisivo na otimização do uso dos assistentes e agentes de Inteligência Artificial já disponíveis, e dos que serão escalados, no ecossistema do Banco.

“A próxima fronteira da Inteligência Artificial nas empresas não está apenas na adoção de modelos generativos, mas na capacidade de escalar IA com governança, segurança e aplicação real ao negócio. O Banco do Brasil demonstra liderança ao combinar capacitação em larga escala, cultura orientada a dados e uso estratégico de agentes inteligentes para transformar a forma como as pessoas trabalham. Como parceira do AcademIA BB, a IBM contribui com sua experiência global em IA corporativa e IA agêntica para apoiar uma evolução responsável, confiável e orientada à geração de valor, ampliando produtividade, eficiência e qualidade das decisões em toda a organização”, afirma Sérgio Fortuna, vice-presidente de vendas da IBM.

A primeira edição do AcademIA, realizada em 2024, já teve números que chamam a atenção. Mobilizou mais de 24 mil funcionários, com participação feminina superior a 40%, contou com mais de 240 mil cursos realizados em IA e Dados por meio da UniBB, a Universidade Corporativa do Banco do Brasil.

A proposta do AcademIA vai além do fortalecimento da cultura digital. Trata-se da captura efetiva de ganhos de eficiência a partir do uso cotidiano da IA. Estudos e workshops adaptados do Gartner indicam que a adoção consistente de assistentes e agentes de IA pode gerar ganhos da ordem de 30% no tempo dedicado às atividades, ao comparar o esforço atual com um cenário de uso estruturado da Inteligência Artificial no trabalho diário.

“A experiência mostra que, à medida que a Inteligência Artificial ganha escala, o papel humano não desaparece, ele evolui. Programas como o AcademIA BB desenvolvem essas novas competências, preparando profissionais para atuar como direcionadores, curadores e orquestradores, capazes de transformar tecnologia em impacto real. Ao lado do Banco do Brasil no AcademIA BB, a Microsoft apoia a capacitação em IA e a adoção estratégica dessa tecnologia, sempre com responsabilidade e com a potencialização das capacidades humanas no centro das decisões”, comenta Eduardo Campos de Oliveira, vice-presidente da área de soluções da Microsoft Brasil.

Os resultados dessa estratégia já são visíveis. No primeiro trimestre de 2026, o BB superou a marca de 2.000 soluções catalogadas, incluindo mais de 1.200 modelos que abrangem IA tradicional, generativa e agentes inteligentes, aplicados a frentes estratégicas como atendimento, crédito, risco e eficiência operacional.

Com o AcademIA BB 2026, o objetivo é seguir na escalada do desenvolvimento dos casos de uso e continuar sendo referência na adoção estratégica da Inteligência Artificial no setor financeiro, conectando capacitação, inovação e impacto concreto para clientes, funcionários e a sociedade.

Fonte: TI Inside

Banco do Brasil e Brasilprev unem projetos para ampliar educação financeira entre jovens

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Banco do Brasil e Brasilprev passam a atuar de forma conjunta em uma nova frente de educação financeira voltada ao público jovem. Batizada de Foca no Rolê, a iniciativa reúne o Rolê que Rende, do Banco do Brasil, e o Foca nos Sonhos, da Brasilprev, em uma parceria criada para ampliar alcance, presença e conexão com as novas gerações.

O movimento acontece em um momento em que os jovens brasileiros já demonstram maior proximidade com decisões financeiras. A edição mais recente do Raio X do Investidor Brasileiro, da ANBIMA, em parceria com o Datafolha, mostra que a Geração Z é a que tem a maior proporção de pessoas com reserva de emergência no país e que, entre os investidores, os mais jovens tendem a manter carteiras mais diversificadas do que as gerações mais velhas. Já levantamento da Serasa Experian, em parceria com o Instituto Teor, aponta que 20% da Gen Z recorrem a crédito para abrir ou investir em um negócio, sinal de que consumo, autonomia e planejamento já fazem parte da rotina dessa faixa etária.

É nesse cenário que o Foca no Rolê se propõe a aproximar temas como dinheiro, consumo, carreira e futuro do cotidiano dos jovens, com linguagem simples, direta e conectada aos canais em que esse público já está presente.

A relevância da iniciativa também se apoia na relação que Banco do Brasil e Brasilprev já construíram com esse público. O Banco do Brasil conta hoje com 1,2 milhão de clientes de 0 a 17 anos, dos quais cerca de 34% utilizam a BB Cash, conta voltada a essa faixa etária. Nesse universo, os índices de engajamento superam 95%, 70% dos usuários possuem cartão de crédito ativo e mais de 66% realizam transações via Pix, que já somam mais de R$ 62 milhões em movimentação.

Na Brasilprev, a presença de clientes com até 18 anos praticamente dobrou na última década. Segundo estudo da companhia, entre 2015 e 2025, o crescimento desse perfil na base foi de 98,8%, enquanto o saldo de ativos avançou 546% no mesmo período, superando R$ 3,7 bilhões.

Criado pela Brasilprev em 2022, o Foca nos Sonhos tem como premissa usar a educação financeira como ferramenta de transformação social e de ruptura do ciclo da pobreza. A iniciativa já alcançou 174 milhões de pessoas e foi finalista do prêmio da CNseg. Já o Rolê que Rende, lançado pelo Banco do Brasil em 2023, vem promovendo conscientização financeira em escolas e universidades por meio de palestras, ações presenciais e experiências interativas conectadas à realidade dos jovens. Agora, os dois projetos passam a atuar de forma integrada, unindo repertório, presença e capacidade de mobilização.

Na prática, o Foca no Rolê estará presente em escolas, universidades, canais digitais e ações ligadas a iniciativas patrocinadas pela Brasilprev. Entre elas esteve a atual temporada de Shrek – O Musical, em cartaz em São Paulo, no Teatro Renault.

“No mercado Pessoa Física, a educação financeira é o motor de relacionamento, conectando momentos de vida ao ecossistema familiar. O Rolê que Rende nasce com esse olhar, posicionando o BB como parceiro dos jovens e de suas famílias ao longo da jornada. Com o Foca nos Sonhos, da Brasilprev, ampliamos esse impacto ao integrar presente e futuro. O Foca no Rolê materializa essa sinergia, fortalecendo vínculos e impulsionando escolhas financeiras mais inteligentes e sustentáveis.”, afirma Aglailton Soares, gerente executivo da Diretoria de Clientes Pessoa Física do Banco do Brasil.

Para a Brasilprev, a conexão com esse público passa por um olhar que vai além da transação imediata e inclui também a construção de projetos de vida no longo prazo.

“A educação financeira tem papel decisivo na construção de uma sociedade mais equilibrada e consciente. Democratizar esse acesso passa por traduzir conceitos para uma linguagem leve e próxima, capaz de conectar as novas gerações a um conhecimento que pode transformar escolhas e ampliar possibilidades. Mais do que ensinar a guardar dinheiro, é importante compreender os fatores emocionais e sociais que influenciam hábitos de consumo e de planejamento”, afirma Rodrigo Caravelli, superintendente de Marketing, Comunicação e Sustentabilidade da Brasilprev.

Sobre a Brasilprev

Com 32 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 471,6 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.

Fonte: Portal Segs

BB é eleito o banco mais inovador do mundo por consultoria americana

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O Banco do Brasil (BBAS3) acaba de ser eleito o Model Bank of the Year 2026 pela consultoria americana Celent, que atua com foco em tecnologia para o setor de serviços financeiros globais.

A premiação, que ocorre há 20 anos, é considerada uma das mais importantes deste mercado justamente por destacar práticas inovadoras. No ano passado, o reconhecimento foi concedido ao JP Morgan.

Na edição deste ano, a empresa avaliou 115 projetos desenvolvidos por instituições financeiras de vários países, levando em conta critérios como inovação, excelência tecnológica e impacto nos resultados dos negócios.

Segundo informou a Celent, o Banco do Brasil se destacou pelo uso avançado de inteligência artificial (IA) e prática de analytics. Tudo isso aliado a uma estratégia focada na melhor experiência dos seus clientes.

A combinação, segundo a consultoria, permitiu ganhos de eficiência operacional, aumento da rentabilidade e crescimento sustentável.

Iniciativas inovadoras

Entre as iniciativas que contribuíram para a conquista está o Escutai, plataforma que utiliza modelos de linguagem para captar e interpretar, em larga escala, manifestações e avaliações dos clientes.

A ferramenta transforma essas informações em insights para apoiar decisões estratégicas e tem como meta reduzir em 15% as reclamações dos consumidores.

Outro projeto destacado foi o OdisseIA, plataforma de analytics que processa aproximadamente 5 bilhões de registros por dia e atende mais de 20 milhões de usuários dos canais digitais do banco.

Ela permite identificar gargalos na jornada do cliente e gerar recomendações em tempo real para melhorar a experiência e aumentar a conversão de serviços.

De acordo com a Celent, a estrutura de desenvolvimento adotada pelo Banco do Brasil, com equipes integradas entre as áreas de tecnologia e negócios, também foi um diferencial. O modelo favorece a disseminação do uso de dados e acelera a implementação de novas soluções.

Com forte investimento em tecnologia própria e equipes internas, a instituição reforçou sua capacidade de inovação e se consolidou como uma referência global no uso de IA para aprimorar a experiência dos clientes e gerar valor aos negócios, segundo avaliação da consultoria americana.

Fonte: Invest Talk BB

Diretora do BB participará de fórum global de pagamentos nos EUA

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O Banco do Brasil, por meio de sua vice-presidência, autorizou o afastamento do país da diretora Barbara dos Santos Lopes Freitas para uma missão oficial em San Francisco, nos Estados Unidos. A executiva representará a instituição financeira no ‘Visa Payments Forum 2026’, um dos principais encontros globais do setor de meios de pagamento. A decisão foi oficializada por meio de um despacho de 25 de maio de 2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU).

O afastamento de Barbara ocorrerá no período de 7 a 12 de junho de 2026, incluindo o tempo necessário para o trânsito (deslocamento entre os países). De acordo com a publicação, a viagem será realizada com ônus (com as despesas custeadas pela instituição), seguindo as normas vigentes para o serviço público e sociedades de economia mista. O fórum em questão tem como objetivo reunir os principais líderes globais de pagamentos para discutir as tendências e as prioridades que devem moldar o setor nos próximos anos.

Contexto legal e governança

A autorização foi assinada por Marco Geovanne Tobias da Silva, vice-presidente do Banco do Brasil. O ato administrativo fundamenta-se na competência prevista no artigo 2º do Decreto 1.387/1995, que dispõe sobre o afastamento do país de servidores civis da administração pública federal. Além disso, o despacho cita a Portaria MF 160/2016 e a Portaria MF 267/2023, do Ministério da Fazenda, além da Resolução PRESI 149/2025, que organiza as normas internas de governança da presidência do banco.

Esse tipo de movimentação é comum em grandes instituições financeiras que buscam alinhar suas estratégias de inovação às práticas internacionais. O fato de a viagem ser classificada ‘com ônus’ indica que o banco arcará com passagens, diárias e demais custos operacionais, justificando o investimento pelo retorno técnico e estratégico que a participação de uma diretora em um fórum de tamanha magnitude traz para a companhia.

A relevância do Visa Payments Forum

O ‘Visa Payments Forum 2026’ acontece em um momento de profunda transformação no sistema financeiro global. San Francisco, localizada na Califórnia, é um dos maiores polos de tecnologia do mundo, sendo a sede de gigantes do setor e berço de inovações em blockchain, inteligência artificial aplicada a finanças e novos modelos de crédito.

No evento, espera-se que líderes discutam a evolução dos pagamentos instantâneos – como o Pix, que se tornou referência brasileira – e a integração de moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs). Para o O TEMPO, a presença de representantes de bancos brasileiros em tais encontros reforça a posição do país como um dos mercados mais dinâmicos e tecnológicos no setor de serviços financeiros.

Durante os seis dias de evento, Barbara participará de painéis e reuniões com executivos de outros grandes bancos globais e provedores de tecnologia. O foco será identificar como as novas ferramentas de pagamento podem melhorar a experiência do cliente e garantir a segurança das transações em um ambiente digital cada vez mais complexo.

Próximos passos e transparência

A participação de servidores e empregados públicos em missões internacionais é acompanhada de perto pelos órgãos de controle. Após o retorno, é comum a elaboração de relatórios de viagem que sintetizam os conhecimentos adquiridos e as oportunidades de aplicação prática dentro da instituição.

O governo federal e as autarquias utilizam essas participações para garantir que o Brasil não fique isolado das discussões sobre padronização financeira global. O Banco do Brasil, como um dos principais agentes econômicos do país, utiliza essas agendas para fortalecer sua competitividade frente às fintechs (empresas de tecnologia financeira) e outros bancos privados que também marcam presença constante no Vale do Silício.

Fonte: O Tempo

PR e BB reforçam parceria voltada ao desenvolvimento do Estado

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A Secretaria da Fazenda (Sefa) e o Banco do Brasil (BB) reforçaram nesta quinta-feira (12), em Brasília, uma parceria construída ao longo de mais de 20 anos e considerada estratégica para o financiamento e desenvolvimento estadual. A reunião foi conduzida pelo diretor-geral da Sefa, Luiz Paulo Budal, e pelo diretor-geral da Casa Civil, Maiquel Zimann, reunindo executivos da Diretoria de Governo do Banco do Brasil.

Além de discutir novas frentes de cooperação, os diretores analisaram o cenário macroeconômico nacional e internacional, com foco em inflação, juros, câmbio, crescimento econômico e impactos de conflitos globais sobre as contas públicas e o crédito. A troca de informações serviu de base para projeções fiscais e decisões estratégicas da gestão estadual.

“A relação entre o Paraná e o Banco do Brasil vai além de operações financeiras. É uma parceria de confiança construída ao longo dos anos, que ajuda o Estado a planejar investimentos, ampliar capacidade de financiamento e dar segurança à gestão fiscal em um ambiente econômico cada vez mais desafiador”, destaca o diretor-geral da Sefa, Luiz Budal.

Participaram do encontro com o diretor-geral da Sefa, o gerente executivo da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, Rui Mesquita; o diretor da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, Euler Mathias; o vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron; e o presidente da Ativos S.A., Bruno Vieira.

Fonte: Secretaria da Fazenda do Paraná