Estratégia Swing Trade do BB Investimentos rende mais de 33%

Publicado em: 11/04/2024

A estratégia Swing Trade do BB Investimentos (BB-BI) completa um ano. Durante o período, as 68 operações sugeridas alcançaram rentabilidade de 33,1%. No mesmo período, o Ibovespa teve retorno de 24,6%. A rentabilidade agregada da metodologia leva em consideração diferentes prazos de vigência e é expressa pela técnica de matemática financeira conhecida como Taxa Interna de Retorno (TIR).

As operações de Swing Trade visam rastrear tendências, portanto, os ativos são mantidos por um ou mais dias, diferente do Day Trade, cujas operações são encerradas no mesmo dia. A técnica, da maneira como foi desenvolvida pelo BB-BI, busca otimizar ganhos e diminuir o impacto de eventuais perdas. Outro ponto de destaque nesses primeiros 12 meses foi justamente a média de ganho em operações positivas, que chegou a 10,6%, cerca de três vezes mais que a média de perdas em operações negativas, que foi de –3,8%.

Rafael Reis, analista do BB-BI responsável pela construção do sistema de recomendações, explica que a técnica prioriza três principais pilares: agilidade, simplicidade e rentabilidade. “As sugestões são publicadas de forma ágil pela manhã, antes da abertura do mercado, tendo como parâmetro o preço de abertura do ativo na B3. Já a simplicidade se manifesta pela seleção do indicador técnico adotado: o cruzamento de médias móveis, um dos mais clássicos da análise técnica. Por fim, a rentabilidade, que é nosso principal objetivo. Podemos dizer que já tivemos diversas operações com retorno de mais de 20% e algumas com mais de 30%”, destaca.

Mesmo com a rentabilidade considerada positiva, o BB-BI segue realizando estudos e testes para identificar possíveis ajustes, que devem incluir majoritariamente um ajuste fino na definição das médias. “Temos o compromisso de levar aos clientes investidores do Banco do Brasil produtos cada vez mais seguros e rentáveis. Nesse primeiro ano, a estratégia se provou objetiva, com possibilidade de maiores ganhos no caso do desenvolvimento de verdadeiras tendências, mas seguimos trabalhando para o aprimoramento contínuo do nosso portfólio de serviços”, reforça o diretor-presidente do BB Investimentos, Geraldo Morete Júnior.

Os investidores podem acompanhar as oportunidades pelo app BB, na área Investimentos – Renda Variável – Estratégia Radar, ou pelo site Investalk.com.br. Além disso, podem solicitar inclusão na lista de transmissão do BB-BI por meio do endereço analises@bb.com.br.

Research do BB Investimentos

A equipe de analistas do BB-BI elabora relatórios detalhados sobre empresas negociadas na bolsa, além de análises setoriais, carteiras de ações temáticas, de fundos imobiliários e do mercado de renda fixa, com fatos relevantes para orientar investidores em suas estratégias de investimentos. É possível acompanhar relatórios e análises dos principais setores da economia, como agronegócio, bancos e serviços financeiros, imobiliário, indústria, petróleo e gás, transportes, utilities, varejo e shoppings, entre outros, pelo site Investalk.com.br.

Fonte: Banco do Brasil

BB lança novo serviço para investidores com alertas da Bolsa

Publicado em: 04/04/2024

Em mais uma oferta de serviço inovador, o Banco do Brasil passa a oferecer a todos os seus clientes o Estratégia Radar BB, um alerta de oportunidades de negociações de ações na Bolsa brasileira, que já possibilita que o cliente dê o comando de ordens de compra e venda dos ativos, de forma intuitiva e eficiente. Para receber o alerta com as informações, basta o cliente informar seu interesse no App BB.

Ao aderirem à Estratégia Radar, os investidores recebem sugestões gratuitas elaboradas pelos analistas de Research do BB Investimentos. Essas estratégias podem incluir análise técnicas, critérios fundamentalistas ou macroeconômicos, além de gerenciamento de risco, como alertas de zeragem de posição e pontos de stop pré-estabelecidos.

“O serviço representa uma ferramenta que aproxima os investidores do trabalho de excelência da equipe de Research do BB-BI. O Estratégia Radar é um instrumento que ajuda os clientes nas tomadas de decisões com agilidade e objetividade” afirma Kleuvânio Dias, Diretor Executivo do BB Investimentos.

“Na interseção da tecnologia e inovação com o setor financeiro, o Banco do Brasil dá um passo à frente ao disponibilizar mais uma solução de assessoria digital de investimentos”, avalia Eduardo Villela, gerente executivo de Captação e Investimentos do Banco. Villela destaca ainda que, “com a queda da Selic, surgem oportunidades para maior tomada de risco, como na renda variável, e nosso objetivo é oferecer uma assessoria completa para todos os públicos e perfis”.

Isenção de taxas

Em fevereiro, o BB anunciou a isenção da taxa de corretagem para operações de renda variável via canais digitais, incluindo ações, FIIs, ETFs e BDRs. “Em pouco mais de um mês, desde que isentamos a taxa de corretagem, já pudemos observar um incremento de 26% no número de ordens negociadas. Queremos deixar aos investidores a mensagem de que o BB também pode ser a sua plataforma para investir em renda variável”, avalia o executivo de investimentos do BB.

Soluções Modernas

O lançamento do Estratégia Radar BB é mais uma entrega inovadora do BB, que tem atuado com soluções modernas, simples e adequadas, seja para investimentos ou outras frentes de negócios. Entre os serviços já entregues estão a revitalização do app Investimentos BB e o portal de conteúdos de economia e mercado InvesTalk (investalk.bb.com.br).

Com essas iniciativas, o Banco do Brasil se consolida como uma referência no mercado financeiro, pronto para atender às demandas dos investidores.

Fonte: Banco do Brasil

BB retoma marca de banco de investimento com foco em empresas médias

Publicado em: 31/08/2023


O Banco do Brasil está trazendo de volta o BB Investimentos, ou BB-BI, marca com que atuava no mundo de bancos de investimento antes de firmar a sociedade com o suíço UBS nesse mercado em 2020. O novo BB-BI, porém, não será concorrente do UBS BB mas, sim, complementar. Na nova fase, a casa vai tocar ofertas no mercado de capitais que não tenham escala suficiente ou que não se encaixem no escopo da joint venture – que completa três anos em outubro e tem crescido. Um exemplo são emissões de debêntures de R$ 100 milhões ou menos, em geral feitas por empresas do chamado middle market, segmento que engloba as empresas de faturamento anual de até R$ 1 bilhão.

O acordo entre o BB e o UBS determina que os dois bancos têm de deixar a atividade de banco de investimento para o UBS BB. Por isso, o novo BB-BI fará apenas as operações que a sociedade autorizá-lo a fazer. Muitas das de menor tíquete se enquadram nesse critério, e segundo o vice-presidente de Atacado do BB, Francisco Lassalvia, fazem sentido para o banco.

Ele afirma que as ofertas que o BB-BI poderá fazer são aquelas que abrem as portas do mercado de capitais a empresas de menor porte, mas que estão em setores pujantes, como o agronegócio, em que o BB é líder. “Como tenho um custo operacional menor, porque a equipe já existe, consigo ter resultado e ao mesmo tempo, atender ao meu cliente.”

Redesenho leva a ganho de eficiência

O banco público decidiu redesenhar o BB-BI também para ganhar eficiência, visto que teve de manter uma área de mercado de capitais após a formação do UBS BB. A manutenção dessa equipe foi necessária porque a garantia firme das operações tocadas pela joint venture é dada com o balanço do BB. Isso implicou em manter equipes de análise de ativos e também de definição de preços, por exemplo.

Após a CVM alterar o arcabouço que rege a atuação dos bancos de investimento nas ofertas, o conglomerado reuniu sob o BB-BI profissionais que desempenhavam essas funções, mas que estavam em outras áreas. “Vamos dizer que deixou de ser um banco de investimento inorgânico, e passou a ser orgânico”, afirma Lassalvia.

Em paralelo, o UBS BB tem surpreendido positivamente os sócios: está em segundo lugar na assessoria a fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês), e entre os quatro primeiros em ofertas de dívida e ações no mercado local. Segundo Lassalvia, a joint venture deve completar o terceiro ano de operação com números acima do que se esperava para esse período quando foi criada.

UBS BB terá reforço de profissionais do Credit Suisse

O UBS BB está ganhando um reforço: com a aquisição do Credit Suisse pelo UBS em escala global, as atividades de banco de investimento da filial brasileira do Credit serão incorporadas à sociedade. Na semana passada, o banco de investimento anunciou internamente que os principais nomes do comando serão mantidos após o processo de incorporação.

Fonte: Estadão

 

BB, por meio da BB Investimentos, quase zera posição na Kepler Weber

Publicado em: 11/02/2021


O Banco do Brasil (BBAS3), por meio do BB Investimentos, praticamente zerou sua participação acionária na Kepler Weber (KPLE3). Segundo fato relevante divulgado nesta terça-feira (9), a fatia na empresa de logística e armazenagem de grãos baixou de 17,45% para apenas 0,002%.

Com isso, a gestora de investimentos do BB passou a deter 438 ações ordinárias da companhia.

Fonte: Money Times

10 ações escaladas pelo BB Investimentos para encarar um novembro turbulento

Publicado em: 05/11/2020


O BB Investimentos não tem dúvidas de que novembro será um mês “conturbado”. A exemplo do que se viu nos últimos dias de outubro, a volatilidade será intensa e o Ibovespa continuará “com viés de baixa”. O que pesará contra o mercado neste mês que começa, segundo Victor Penna e a equipe de analistas do BB Investimentos, já é conhecido. O primeiro fator é a eleição americana, que ameaça se transformar numa guerra judicial, caso Donald Trump ou Joe Biden não aceite o resultado.

Outro fator é a segunda onda de contágios da pandemia de coronavírus, que se intensificou nos últimos dias de outubro. Na Europa, vários países começam novembro com novos lockdowns, o que esfriará a tão esperada retomada econômica.

Já no Brasil, as empresas têm divulgado bons balanços do terceiro trimestre, mas essa força de alta das ações é pressionada pelos impasses políticos.

Governo e Congresso continuam sem avançar na agenda de reformas, nas discussões do orçamento de 2021 e no programa de assistência social que substituirá o auxílio emergencial que termina em janeiro.

Prontos para a tempestade

Por tudo isso, a gestora do Banco do Brasil realizou três mudanças na carteira recomendada de ações para este mês. Marfrig (MRFG3), Taesa (TAEE11) e Yduqs (YDUQ3) foram trocadas por Alupar (ALUP11), Klabin (KLBN11) e Raia Drogasil (RADL3).

Em outubro, a carteira recomendada do BB Investimentos rendeu 0,3%, ante o recuo de 0,69% do Ibovespa. No acumulado do ano, contudo, o portfólio está praticamente empatado com o índice, com quedas de 19% e 18,9%, respectivamente.

Fonte: Money Times

 

BB Investimentos prevê melhores resultados no 3º trimestre; ação do Itaú é a preferida

Publicado em: 30/10/2019


A equipe de análise do BB Investimentos prevê para os bancos resultados um pouco melhores no 3º trimestre ante o período anterior devido à estratégia adotada pelas empresas de alterar o mix das carteiras, priorizando linhas de crédito com spreads mais elevados.

As estimativas são reforçadas pelos dados do Banco Central, que demonstraram um início de trimestre bem tímido, mas surpreenderam em agosto e setembro, com dois meses de alta expressivas.

“Entretanto, essa estratégia leva para uma possibilidade de piora nos índices de inadimplência que, na nossa visão, acontecerá de forma muito branda”, salienta o banco.

Para os analistas Vinícius Soares e Wesley Bernabé, a única exceção do segmento é o Banco ABC (ABCB3), que deve apresentar uma leve redução em seu lucro líquido proveniente de uma alíquota maior. Bradesco (BBDC4), por sua vez, será o maior beneficiado dentro deste cenário.

O BB acredita que a aprovação da reforma da previdência, somada à possibilidade de acordo entre Estados Unidos e China, impactará positivamente nos indicadores de confiança e crescimento, beneficiando o desempenho dos bancos nos próximos trimestres.

“Ao longo do quarto trimestre, esperamos: (i) melhora no volume de concessões de crédito, principalmente PJ, como reflexo de uma melhora de confiança dos empresários; (ii) melhora nos spreads praticados, com os bancos buscando priorizar linhas mais rentáveis; (iii) e possível elevação nas taxas de inadimplência”, comentam Soares e Bernabé.

Top Pick

O banco mantém sua preferência pelas ações do Itaú (ITUB4) para o ano de 2019, trazendo recomendação outperform (acima da média do mercado) e preço-alvo de R$ 45. O potencial de valorização é de 23%.

BBFonte: Money Times

Brasilprev lança novas estratégias de investimentos em previdência

Publicado em: 04/10/2017


A nova realidade macroeconômica, com a queda da taxa Selic, implica em um cenário de investimento que demanda maior diversificação. Pautada por esse contexto e pelas oportunidades trazidas pela resolução CMN nº 4.444, a Brasilprev lançou, no dia 20 de setembro, novos fundos com características bastante diferenciadas e foco na diversificação de ativos.

RENDA FIXA

A primeira inovação são os fundos FIX Estratégia 2025 e Fix Estratégia 2035, que passam a compor as opções de renda fixa oferecidas pela Brasilprev. Com um conceito inédito em renda fixa, eles adequam de maneira dinâmica a alocação dos ativos do fundo visando aproveitar as melhores oportunidades do cenário econômico, sempre tendo em vista a data-alvo. Assim, quanto mais distante, maior será a alocação em renda fixa de maior prazo e, consequentemente, expectativa de retorno mais elevada. Por outro lado, à medida que se aproxima da data-alvo, o fundo tem alocação focada em títulos de menor prazo, com objetivo de proteção da reserva. Compondo essas estratégias, além de títulos públicos de todos os prazos e características, o mandato prevê alocação em títulos privados e permite alocar até 10% em ativos no exterior.

MULTIMERCADO

Em multimercado, os destaques são os fundos Dinâmico e Multiestratégia. Nestes fundos, o foco será a busca de resultados por meio da alocação estratégica em ativos de renda fixa de curto, médio e longo prazo (índice de preços e prefixados), renda variável, investimento no exterior e moedas, dentre outros. O Dinâmico destina até 20% para renda variável no Brasil, introduz alocações no exterior por meio de estratégias da Principal Global Investors (PGI) e também poderá operar moedas. Já o Multiestratégia destina até 49% para renda variável e, além do investimento no exterior por meio da PGI e moedas, investirá em estratégias diferenciadas de multimercado geridas pela BB DTVM.

Essas novas opções trazem um campo enorme de possibilidades, tanto para aproveitar ganhos com variações nos preços das moedas como para ter acesso a uma gama muito maior de ativos. A título de exemplo, na bolsa nacional é possível acessar menos de uma centena de empresas, já no exterior este número passa de milhares.

“Um veículo de previdência precisa ter um balanceamento que combine diferentes estratégias para potencializar os ganhos dos investimentos. Por isso, buscamos montar um portfolio diferenciado para que o cliente tenha acesso às melhores oportunidades tanto no Brasil quanto no exterior. O olhar permanece para ganhos em períodos maiores, mas sem perder as oportunidades de curto prazo”, explica Paulo Valle, presidente da Brasilprev.

MULTIFUNDOS

Para potencializar o leque de opções de investimentos disponíveis, o cliente Brasilprev conta com o conceito de Multifundos, que permite que ele faça, por meio de um único plano, alocações em diferentes fundos. Além de combiná-los de acordo com seu perfil e poder compor uma carteira diversificada, não há custos para realocar o capital entre as opções disponíveis. Por exemplo: o cliente pode iniciar sua carteira com 30% dos recursos no FIX Estratégia 2025, 30% no Multimercado Dinâmico e 40% no Multimercado Multiestratégia, mas pode mudar isso a qualquer tempo.

“Nessa estrutura, contando com a consultoria especializada do Banco do Brasil e da Brasilprev, é possível configurar em único plano um ‘combo de fundos’. Isso permite ajustar a melhor combinação entre o perfil do cliente e os fundos mais adequados para a sua previdência de acordo com os diferentes momentos de vida (suitability).”, finaliza Paulo Valle.

Sobre a Principal Global Investors (PGI)

A Principal Global Investors (PGI) é uma empresa de gestão diversificada de ativos, membro da Principal Financial Group®, com expertise em renda variável, renda fixa, ativos imobiliários e especializada em serviços de assessoria aos clientes. A PGI gere mais de U$D 420 bilhões, principalmente em planos de previdência e outros clientes institucionais.

Sobre a BB DTVM

A BB Gestão de Recursos – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (BB DTVM) é a responsável pela gestão dos ativos da Brasilprev. Reconhecida por sua especialidade na administração de recursos de terceiros e dos fundos de investimento dos clientes do Banco do Brasil, a empresa é líder da indústria nacional de fundos de investimentos e carteiras geridas segundo o ranking da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e encerrou julho de 2017 com patrimônio líquido total de R$ 820,8 bilhões e 22,89% de participação de mercado.

Sobre a Brasilprev

Com 24 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguridade Participações, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, um dos maiores bancos do país, e o Principal Financial Group, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. A companhia é uma das maiores empresas de previdência complementar aberta no Brasil, com R$ 217 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de mais de 1,98 milhão de clientes.

Especializada no setor, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, é líder em captação líquida de todo o segmento de previdência privada aberta, com 35,6% de participação. No fechamento do primeiro semestre de 2017 obteve lucro líquido ajustado de R$ 508,6 milhões.

Sua estratégia de vendas é focada em seu principal canal de comercialização: a rede de agências do Banco do Brasil.

Fonte: Segs

BB Investimentos inicia cobertura de setor com ‘oportunidade de crescimento’

Publicado em: 26/04/2017


SÃO PAULO – A BB Investimentos elaborou relatório em que inicia a cobertura das transmissoras de energia: Alupar (ALUP11), Transmissão Paulista (TRPL4) e Taesa (TAEE11), atribuindo a posição de Market Perform (performance em linha com o mercado) para as duas primeiras, e de Outperform (performance acima da média do mercado) para Transmissão Paulista.
De acordo com o documento, a decisão deve-se às atuais oportunidades de crescimento oferecidas no segmento, em vista da proximidade de novos leilões, do aumento da rentabilidade para projetos greenfield (para viabilizar planos de expansão no setor), assim como, devido à possibilidade de aquisições de ativos detidos por companhias com necessidade de desinvestimento e desalavancagem.

“O cenário atual é favorável às companhias do segmento, dado que as principais questões regulatórias estão devidamente endereçadas e há a perspectiva de expansão”, escrevem os analistas Viviane Silva, Rafael Dias e o gerente de pesquisa Wesley Bernabé.

Ainda de acordo com a BB, o setor está estrategicamente posicionado para captar uma redução dos juros: “Dada as características das concessões de transmissão, com receita estável e anualmente reajustada por inflação, assim como o alto nível de distribuição de dividendos esperado para as companhias do setor, o investimento em suas ações são comparados aos investimentos de renda fixa, o que num cenário de queda da taxa básica de juros as deixam mais atraentes”.

Com relação à recomendação de compra de Transmissão Paulista (TRPL4), os analistas estimam um preço-alvo de R$ 69,50 para os papéis da companhia, o que totaliza um potencial de alta de 11,97% em relação ao fechamento do dia 20 de abril de 2017.

Fonte: Info Money

BB Investimentos muda quase toda carteira de ações; veja recomendações

Publicado em: 06/04/2017


SÃO PAULO – A BB Investimentos elaborou sua carteira recomendada para o mês de abril e optou por incluir os papéis de Banco ABC Brasil (ABCB4), Cielo (CIEL3), Fibria (FIBR3), Iochpe-Maxion (MYPK3), Natura (NATU3) e Transmissão Paulista (TRPL4). Já os papéis de Arezzo (ARZZ3), Cia. Hering (HGTX3), Gerdau (GGBR4), Weg (WEGE3), Tupy (TUPY3) e AES Tietê (TIET11), foram retirados do portfólio.

A entrada de ABC Brasil, deve-se, segundo o relatório, à perspectiva positiva para 2017. Os analistas escrevem que dentre os bancos de nicho, ele conseguiu navegar ileso no atual cenário macroeconômico e, com a perspectiva de retomada do crescimento da carteira de crédito e menores provisões para devedores duvidosos, o lucro líquido deverá apresentar um substancial crescimento de 15,8% em 2017.

Com relação à inclusão de Cielo, a equipe de análise se mostra positiva com a companhia em 2017 e escreve: “As ações estão apresentando um desempenho inferior ao do Ibovespa no acumulado do ano, sofrendo com rumores de maior regulação no setor. Acreditamos que com a dissipação de tais ruídos, a ação poderá retornar a espelhar seus bons fundamentos e, atualmente, vemos mais possibilidade de alta do que de queda da ação”.
Desempenho anterior

A carteira da BB Investimentos fechou o mês de março com queda de 4,11%, enquanto o Ibovespa recuou 2,52% no mesmo período.

Confira a seleção da BB Investimentos para abril*:

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Fonte: InfoMoney

BB Seguridade faz aporte no fundo de Investimentos BR Startups

Publicado em: 29/03/2017


A BB Seguridade, holding que reúne os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, vai investir no fundo BR Startups, criado pela Microsoft Participações e gerido pela MSW Capital. Com o aporte, cujo valor não foi revelado, a BB Seguridade passa a ser o investidor-âncora de insurtechs — contração das expressões em inglês “insurance” (seguros) e “technology” —, segmento que procura desenvolver a cultura da inovação para a área de seguros.

Interessados em participar da seleção de investimento em startups no segmento de seguros e serviços que possam atender a esse mercado (insurtech) deverão se inscrever pelo site http://www.fundacity.com/fundo-br-startups/apply/1334. Os temas de interesse para este segmento são: produtos de seguridade, marketing e experiência do usuário, educação financeira e planejamento pessoal, big data e analytics, dispositivos da chamada “Internet das Coisas”, infraestrutura, sistemas, plataformas e inteligência artificial.

O interesse da BB Seguridade está direcionado a empresas que tenham atuação em uma das áreas do seu portfólio de negócios, direta ou indiretamente. Mais do que o investimento financeiro, as empresas poderão dispor da experiência dos principais executivos da BB Seguridade na mentoria e orientação dos negócios. Além disso, poderão contar com apoio operacional e tecnológico e business networking nos mercados em que a holding atua.

A diretora de clientes, comercial e de produtos da holding, Angela de Assis, comenta a experiência para a empresa. “Com a expertise adquirida neste trabalho com o fundo BR Startups, esperamos que novos insights sejam trazidos para a BB Seguridade, de forma a gerar eficiência em processos e para auxiliar na ampliação do comportamento de inovação dentro da empresa, buscando sempre soluções de seguridade que tenham foco na visão do cliente”, diz Angela.

O BR Startups é atualmente um dos principais veículos brasileiro de estímulo à inovação externa, por meio da atividade de corporate venture, contando com grandes investidores como a própria Microsoft Participações, o Banco Votorantim, a Monsanto, o grupo Algar, a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio) e a Qualcomm. Os investimentos são direcionados a empresas no estágio de pós-aceleração, ou que já tenham um modelo de negócio validado, porém com porte ainda insuficiente para atrair o interesse de investimento de fundos de venture capital, Série A.

Fonte: computerworld

BB Investimentos recomenda compra de ação e vê potencial de alta de 37%

Publicado em: 23/03/2017


SÃO PAULO – A equipe de análise do BB Investimentos elevou a recomendação para as ações da Direcional (DIRR3) de market perform (desempenho em linha com a média do mercado) para outperform (desempenho acima da média do mercado) mesmo após a companhia reportar prejuízo líquido de 64,811 milhões no quarto trimestre do ano passado.

De acordo com o BB Investimentos, os resultados operacionais da empresa foram fortes, com o lançamento calculado em R$ 316 milhões nos segmentos de renda Minha Casa Minha Vida 2 (de R$ 1,8 mil até R$ 4 mil) e 3 (até R$ 9 mil) no quarto trimestre e vendas líquidas de R$ 179 milhões no período.

O resultado da empresa foi impactado pela reforço dos orçamentos das obras do MCMV 1 em fase de entrega e suplementação da provisão para manutenção deste segmento.

Os analistas do BB estimam que as margens brutas devem continuar pressionadas em 2017 ante da recuperação esperada para 2018. “Isso se deve ao alto nível de projetos de renda média e média-alta no estoque (R$ 712 milhões ou 56% do estoque total, enquanto 39% já estão concluídos)”, explica o BB, em relatório.

O aumento da participação dos segmentos MCMV 2 e 3, mais rentáveis que a faixa 1, nos negócios da empresa também deve impulsionar os resultados. Atualmente, as faixas 2 e 3 do programa correspondem a 44% do estoque da Direcional ante 19% no quarto trimestre de 2015. “Na medida em que a sua quota aumentar, acreditamos em resultados mais estáveis à frente, apoiando a nossa visão otimista sobre DIRR3”, dizem os analistas.

Esse otimismo com o papel leva o BB a estimar preço-alvo em R$ 7,30 ao fim deste ano, acima da expectativa anterior de R$ 6,80 e valorização de 37,2% ante o fechamento de 21 de março.

 

Fonte: Infomoney