BB já desembolsou mais de R$ 9,1 bilhões em crédito consignado INSS

Publicado em: 23/05/2024

O Banco do Brasil já desembolsou mais de R$ 9,1 bilhões em crédito consignado INSS para 460 mil clientes nos primeiros meses do ano. Além disso, nesse mesmo período de 2024, o BB adquiriu R$ 1,6 bilhão em operações de portabilidade dos demais bancos, o que representa um crescimento de 140% em relação ao mesmo período de 2023.

Tanto o volume de desembolso, como a estratégia em portabilidade de crédito reforçam a disposição do Banco do Brasil em praticar condições atrativas de taxas aos clientes, com redução de juros ao longo de 12 meses em 0,18 pontos percentuais ao mês.

“Esse desempenho de 2024 demonstra um aumento de 18% na quantidade de aposentados atendidos, em apenas 12 meses, e incremento de 60% no volume de crédito liberado, com redução das taxas praticadas nesse segmento”, afirma a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

A competividade das taxas do BB pode ser consultada no site “Meu INSS” (Meu INSS – https://meu.inss.gov.br/), que busca oferecer aos aposentados parâmetros de comparação e escolha para contratação do seu empréstimo. O BB oferece taxas atrativas aos clientes em níveis inferiores ao oferecido pelos principais bancos do sistema financeiro com relevância de atuação nesse segmento. Destaca-se que a partir de 23/05, o BB oferece a taxa máxima de 1,67% a.m. para contratação de empréstimos de consignado INSS, inferior ao teto estabelecido para a modalidade.

Fonte: Banco do Brasil

Após mudança nos juros, BB divulga seus planos para crédito consignado

Publicado em: 07/03/2024

Larissa Novais, diretora de clientes de varejo pessoa física (PF) do Banco do Brasil, afirmou que a instituição vai continuar crescendo no crédito consignado. Segundo ela, entre as estratégias para essa expansão está a regionalização do consignado público e a expansão também do privado. “Também vamos crescer no consignado INSS, onde ainda não temos nossa fatia justa.”

A carteira de consignado do BB chegou a R$ 126,4 bilhões no fim do ano passado, com alta de 10% em 2023, e representa 40% do crédito total para PF.

O banco tem mais de 8 mil convênios com empresas e setor público. “É um produto muito dinâmico, com o qual conseguimos estabelecer uma relação de longo prazo com o cliente. Nosso NPS [métrica de satisfação do cliente] aumentou mais de dez pontos graças à modernização do produto”, disse.

Segundo ela, o BB chegou a R$ 1 bilhão de portabilidade de crédito com uso do open finance. “Quando o open finance foi lançado, disseram que os incumbentes iriam perder clientes, mas para nós isso é oportunidade.”

Carla Nesi, vice-presidente de varejo do BB, afirmou que o banco tem 83 milhões de clientes no varejo e que um cliente engajado gera dez vezes mais resultado.

Segundo ela, a rede física do banco vem passando por uma ressignificação desde 2018, feita em ondas de implementação. “A cada onda, a gente avança no atendimento assistido. Um cliente com esse atendimento gera 70% mais resultado no médio prazo.”

Ontem (28), o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) anunciou um novo limite de juros de 1,72% ao mês para as operações de crédito consignado do INSS. O atual teto de juro cobrado para o consignado do INSS é de 1,76% ao mês.

Fonte: Valor Investe

Após mudança nos juros, BB divulga seus planos para crédito consignado

Publicado em: 29/02/2024

Larissa Novais, diretora de clientes de varejo pessoa física (PF) do Banco do Brasil, afirmou que a instituição vai continuar crescendo no crédito consignado. Segundo ela, entre as estratégias para essa expansão está a regionalização do consignado público e a expansão também do privado. “Também vamos crescer no consignado INSS, onde ainda não temos nossa fatia justa.”

A carteira de consignado do BB chegou a R$ 126,4 bilhões no fim do ano passado, com alta de 10% em 2023, e representa 40% do crédito total para PF.

O banco tem mais de 8 mil convênios com empresas e setor público. “É um produto muito dinâmico, com o qual conseguimos estabelecer uma relação de longo prazo com o cliente. Nosso NPS [métrica de satisfação do cliente] aumentou mais de dez pontos graças à modernização do produto”, disse.

Segundo ela, o BB chegou a R$ 1 bilhão de portabilidade de crédito com uso do open finance. “Quando o open finance foi lançado, disseram que os incumbentes iriam perder clientes, mas para nós isso é oportunidade.”

Carla Nesi, vice-presidente de varejo do BB, afirmou que o banco tem 83 milhões de clientes no varejo e que um cliente engajado gera dez vezes mais resultado.

Segundo ela, a rede física do banco vem passando por uma ressignificação desde 2018, feita em ondas de implementação. “A cada onda, a gente avança no atendimento assistido. Um cliente com esse atendimento gera 70% mais resultado no médio prazo.”

No dia 28 de fevereiro, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) anunciou um novo limite de juros de 1,72% ao mês para as operações de crédito consignado do INSS. O atual teto de juro cobrado para o consignado do INSS é de 1,76% ao mês.

Fonte: Valor Investe

BB volta a suspender consignado para servidores públicos do RN

Publicado em: 24/08/2023


O Banco do Brasil voltou a suspender os empréstimos consignados aos servidores públicos estaduais do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pela direção do Sindicato dos dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do Estado do Rio Grande do Norte.

O banco informou o Sinsp sobre a suspensão na tarde da terça-feira (22) e, apesar de ter surpreendido os servidores, não é a primeira vez que ocorre. No fim de julho deste ano, o Banco do Brasil suspendeu a concessão dos empréstimos sob a justificativa de atrasos nos repasses realizados pelo Governo do Estado que, por sua vez, prosseguiu realizando o desconto nos vencimentos dos servidores.

Segundo o Sinsp, o secretário da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, havia explicado que uma falha referente às datas para os débitos que ocasionou o último bloqueio. Para sanar o problema, o Estado havia pedido ao Banco do Brasil para alterar a data de débito dos empréstimos junto ao banco.

“A então informação do secretário confrontava os relatos do próprio Banco do Brasil, de que o Estado não repassava os valores das parcelas dos servidores há dois meses. Situação que se repete, de acordo com o Banco”, disse o Sinsp, em nota.

Afirmando que qualquer servidor do Estado que procure o banco ou um correspondente bancário ouvirá que o consignado não estará disponível, o Sinsp questionou o Executivo sobre as causas da suspensão. “Fica a questão: será que o governo pediu para trocar a data de débito novamente ou a história não era bem assim? Sendo uma coisa ou outra, o que importa de verdade é que mais uma vez os servidores são penalizados sem poder ter acesso a novos créditos, e sem poder saber a sua margem junto ao banco. A sociedade não pode observar isso com normalidade”, afirmou a presidente do Sinsp, Janeayre Souto.

A Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Norte informou à reportagem da TRIBUNA DO NORTE que não vai se posicionar sobre a questão dos consignados por enquanto.

Fonte: Tribuna do Norte

Caixa e BB aderem à suspensão do consignado para aposentados do INSS

Publicado em: 17/03/2023


Caixa e Banco do Brasil estão seguindo os bancos privados e aderiram à suspensão das linhas de crédito consignado para aposentados do INSS, segundo o blog apurou com fontes da equipe econômica do governo.

Uma fonte da área técnica do BB disse ao blog que não é viável manter as linhas de crédito com taxa de 1,70%.

A suspensão ocorre depois de o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) reduzir as taxas máximas de juros dessa modalidade de 2,14% para 1,70%. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os bancos não têm condições de pagarem os custos de captação de clientes com as novas taxas determinadas pelo órgão ligado ao Ministério da Previdência.

89% do consignado de aposentados do INSS é concedido por bancos privados. Caixa e Banco do Brasil atuam em 11% dos empréstimos e atualmente cobram taxas acima dos 1,70% definidos como teto na última segunda-feira (13).

O custo de captação de clientes é maior em especial no interior do país. Há uma norma do Banco Central que proíbe que bancos ofereçam linhas de crédito que sejam deficitárias.

Fonte: Portal G1

Lula quer Banco do Brasil ‘campeão do consignado’; entenda os riscos

Publicado em: 20/01/2023


Durante a posse da nova presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros , nesta segunda-feira (16), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que deseja que o banco seja “campeão de crédito consignado “. A modalidade de empréstimo, no entanto, possui riscos para quem contrata.

“Quero que a gente seja campeão de crédito consignado. Quero mostrar para vocês uma coisa que eu dizia em 2003 e vou dizer agora: o pobre nesse país não é o problema, é a solução, na medida em que é incluído na economia. Vamos, outra vez, incluir povo pobre na economia e queremos que o Banco do Brasil cumpra sua parte”, afirmou o petista durante cerimônia realizada no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).

Para Alexandre Ripamonti, professor de Finanças da ESPM, a fala do presidente abre margem para interpretação que ele quer, na verdade, ser o “campeão de pessoas super endividadas”.

“O banco deveria desestimular o cliente a tomar esse crédito de forma indiscriminada. Teria que ter um acompanhamento melhor de qual a capacidade de pagamento, quais as operações que ele já tem firmadas, fazer o cliente até desistir de alguma aquisição, se for o caso. Deveria haver uma conscientização da tomada de crédito responsável”, sugere.

Isso porque o endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro está em 49,8%, perto do recorde da série histórica do Banco Central. O pico da série foi alcançado em julho (50,1%) de 2022. O percentual da renda comprometida com o sistema financeiro está perto de 30%, também em patamar recorde.

Ripamonti, ressalta, no entanto, acreditar que Lula quis dizer que pretende trazer as dívidas de pessoas que estão com o nome sujo em taxas de até 10%, para o banco público, diminuindo a parcela de renda comprometida.
Como é o crédito consignado do BB

Ao solicitar o crédito consignado junto à instituição financeira, isso significa que você compromete automaticamente parte da sua renda, já que as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamentos, ou seja, o desconto é feito no salário ou na aposentadoria.

Por essa razão, são mais comuns entre servidores públicos, quem tem carteira assinada e aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), já que estes possuem renda fixa.

Como o desconto ocorre “na fonte”, tem quase risco zero para a instituição financeira, e, com isso, os juros tendem a ser menores quando comparados a outras modalidades de crédito. Já do lado do contratante, o risco é perder a fonte de renda e continuar com a dívida.

O professor de Finanças da ESPM, Alexandre Ripamonti, lembra que, devido à facilidade de contratação, o correntista muitas vezes ignora o prazo da dívida e sua capacidade de quitação a longo prazo. “A pessoa pode usar o recurso para pagar uma conta de emergência e ficar comprometida por muito tempo.”

Atualmente, o pagamento pode ser feito em até 120 meses e a primeira parcela tem vencimento em até 180 dias. No site do BB é possível simular a contratação a partir dos seus dados.

Em uma simulação feita pelo professor Ripamonti, a partir do consignado do INSS, que tem juros de 1,66% ao mês, o correntista pagará juros totais de 620% caso opte pelo prazo de 10 anos.

Quem deseja contratar o crédito precisa estar atento também à sua margem consignável, ou seja, o quanto da renda pode ser comprometida com o desconto.

No Brasil, a lei estipula que esse valor seja de até 35% da renda total do contratante, sendo 30% para operações de empréstimos com desconto em folha de pagamento e os outros 5% restantes podem ser usados, exclusivamente, para custear despesas com cartão de crédito consignável.

Por exemplo, uma pessoa que ganha R$ 2.000 do INSS por mês e deseja contratar o empréstimo consignado teria como arcar com parcelas de até R$ 600.

Críticas ao consignado no Auxílio Brasil

Em campanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o consignado para beneficiários do Auxílio Brasil , criado na gestão Bolsonaro, que permitiu comprometer até 40% do valor total do benefício com juros de 3,5% ao mês.

“O consignado tem que ser a 1% ao mês, não pode passar de 8%, 9% ao ano. Se estiver em 8% ao mês, chega a 200%, 300% de juros ao ano. Vai sufocar”, disse o ex-presidente à Rádio Clube, do Pará, em agosto.

Nesta semana, ao assumir como presidente da Caixa, Rita Serrano suspendeu o crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil por conta dos juros altos da modalidade.

“Nós estamos suspendendo o consignado do Auxílio Brasil por duas razões: a 1ª é que o Ministério do Desenvolvimento Social vai revisar o cadastro. Não é de bom tom que a gente mantenha, porque não sabemos quem ficará nesse cadastro. E a outra razão é que os juros consignados para essa modalidade são muito altos”, disse.

Serrano afirmou ainda que o banco não trabalha com a perspectiva de suspender as cobranças de quem já contratou o empréstimo, nem mesmo para aqueles que perderem o benefício.

A Caixa Econômica Federal não é o único banco que oferece o crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil. Mas, segundo o Ministério da Cidadania, R$ 7,64 bilhões (80% do total) foram feitos via Caixa, segundo balanço até 1º de novembro.

A nova presidente da Caixa, no entanto, lembrou que o governo projeta um programa de renegociação de dívidas por meio dos bancos públicos, o “Desenrola”, que permitirá a renegociação do crédito consignado: “Esse desenho ainda não está pronto. Estamos discutindo várias hipóteses. Acredito, pelo ritmo que está indo, talvez até o começo de fevereiro o Ministério da Fazenda tenha um desenho disso”.

Em agosto, antes da implementação do consignado, a taxa de inadimplência entre beneficiários do Auxílio Brasil era de 43% .

Para o professor Ripamonti, o ideal seria conciliar as duas propostas, ou seja, renegociando a dívida com redução dos juros, que resultaria, indiretamente, em perdão de parte da dívida.

“O Auxílio Brasil não era para tornar as pessoas endividadas, as pessoas precisavam comer, né?”, ressalta, completando: “Ou assume em definitivo que essa foi uma política pública fracassada e perdoa tudo, ou reduz os juros”.

O que diz o Banco do Brasil

Em nota, o Banco do Brasil informa que já é o campeão de consignado, respondendo por 20% de todo o crédito do tipo no mercado. Além disso, afirma que está comprometido com uso responsável do crédito. Veja a íntegra do documento:

O Banco do Brasil encerrou o 3º trimestre de 2022 com saldo de R$ 113,3 bilhões na carteira de crédito consignado. O valor corresponde a uma participação de 20% de todo crédito consignado disponibilizado no mercado, o que faz do BB a maior instituição financeira do setor, conforme divulgado ao mercado no último anúncio de resultado e disponível no site bb.com.br/ri.

Para continuar crescendo de forma sustentável, o BB disponibiliza o crédito consignado de forma simples e acessível para milhares de clientes e em diversos canais como: agências, correspondentes, central de atendimento, internet, App BB e via WhatsApp de forma rápida e segura. Atualmente, são mais de 7 mil convênios com empresas privadas, prefeituras, governos estaduais e órgãos federais.

O BB oferece diversas soluções para atender as necessidades dos clientes e entende a importância do uso responsável do crédito. Um dos exemplos é o site bb.com.br/educacaofinanceira, onde os clientes têm acesso a amplo conteúdo, inclusive cursos e dicas para cuidar do orçamento.

Para aqueles que possuem empréstimo contratado em outras instituições financeiras, o BB permite a transferência do empréstimo por meio da Portabilidade, observadas as diretrizes previstas na resolução 2013/4292 do Banco Central. Mais informações podem ser obtidas no site bb.com.br/consignado.

Fonte: IG

 

Ministério da Justiça investiga bancos por fraude em empréstimos; BB está na lista

Publicado em: 26/08/2022


O Ministério da Justiça e Segurança Pública vai investigar 23 bancos e instituições financeiras pela suposta prática de fraude em cartões de crédito consignados, entre eles o Banco do Brasil. O BB informou que “não emite cartão de crédito consignado há 4 anos e está à disposição da Senacon para esclarecimentos adicionais.”

Há denúncias de que diversos consumidores têm sido lesados ao contratarem empréstimo consignado e sendo expostos ao risco de superindividamento.

A denúncia foi apresentada pelo Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública (Nudecon) do estado do Rio de Janeiro. De acordo com o órgão, têm sido lesados com a emissão não autorizada dos cartões e pela cobrança de juros em faturas com desconto do pagamento mínimo feito diretamente em folha.

Segundo a denúncia, a fraude seria praticada quando, ao contratar um empréstimo consignado, o cliente também recebe um cartão de crédito, sem ser informado que o dinheiro tomado como empréstimo, na verdade, seria lançado como saque no cartão e depositado na conta corrente do cliente.

A Nudecon entende que a prática pode levar o cliente ao endividamento, pois o pagamento mínimo, feito através do desconto em folha, abateria apenas o valor dos juros de financiamento do saldo devedor, impedindo a quitação dos outros débitos.

“Desta forma, considerando a existência de 4.575.529 cartões consignados ativos, 3,7% do total de cartões ativos no país, foi determinada a investigação para apurar a ocorrência de prática abusiva”, afirmou o ministério, em nota.

Fonte: Agência Brasil

 

No BB, servidores de MS podem renovar empréstimos com carência de até 6 meses

Publicado em: 08/04/2020

O Governo do Mato Grosso do Sul e o Banco do Brasil anunciaram nesta quinta-feira (2) a possibilidade de servidores renovarem seus contratos de empréstimos consignados com carência de até seis meses. Nesse período não haverá cobrança de juros.

A medida, que já está valendo, visa amenizar o impacto na vida financeira dos servidores gerado pela quarentena da pandemia do novo coronavírus. Servidores ativos e inativos, entre aposentados e pensionistas, podem se beneficiar com a decisão, além dos comissionados.

“A renovação do consignado pode ser feita pelo aplicativo, pelo site ou pelo telefone do ‘Fale Conosco’. As condições podem ser conferidas nesse momento e a renovação pode ser com troco ou sem troco”, explicou o superintendente do Banco do Brasil em MS, Sandro Grando.

Segundo ele, as parcelas da renovação serão fixas e os juros só serão contados depois do prazo de seis meses. O funcionário público ainda tem a liberdade de renovar um ou todos os contratos que possui com a instituição financeira. Já a margem consignável varia de acordo com a situação de cada pessoa.

Para quem não utilizar a internet, o telefone de adesão é o (61) 4004-0001.

Reivindicação – A iniciativa do Banco do Brasil atende pleito do Governo do Estado, da Ageprev-MS (Agência de Previdência do Mato Grosso do Sul) e da Feserp-MS (Federação Sindical dos Servidores Públicos Estaduais e Municipais de Mato Grosso do Sul). O pedido de flexibilização dos contratos também foi feito aos demais bancos.

“A negociação será feita direto com o Banco do Brasil. Pode-se renovar e solicitar mais recursos, com uma taxa menor do que havia emprestado antes”, falou o diretor-presidente da Ageprev-MS, Jorge Martins.

Já a presidente da Feserp-MS, Lílian Fernandes, destacou que a medida ajuda no orçamento familiar dos servidores. “Vemos com bons olhos, pois ainda que esse momento não afete a renda do servidor afeta a renda do restante da família, que atua na iniciativa privada”, disse.

Contratos – Segundo a SAD (Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização), em março de 2020 estavam ativos 31.404 contratos de empréstimos consignados entre servidores estaduais e o Banco do Brasil, com valor total de R$ 34,4 milhões.

Fonte: Enfoque MS

BB é o primeiro banco a oferecer portabilidade de consignado pelo App

Publicado em: 19/12/2019


Os clientes do Banco do Brasil já podem contratar a portabilidade de crédito consignado pelo App BB, em uma jornada totalmente digital, sem necessidade de pedir contato de retorno do BB para concluir a operação. Tudo de forma simples, fácil e rápida.

Basta o cliente clicar em “Portabilidade de crédito”, digitar o banco e dados da operação que deseja portar. Em seguida, é só ir em “Simular” para visualizar a proposta do BB com as novas condições, incluindo valor das parcelas, taxa e prazo. Além disso, o cliente, também de forma automática e via Aplicativo, será informado sobre o estágio da portabilidade no intervalo em que o pedido estiver sendo analisado pelo banco portado.

A solução, inédita no mercado, informa quanto o cliente está economizando, e para optar por transferir a dívida, é preciso apenas clicar em “Desejo fazer a portabilidade para o BB”.

Marcos Coltri, diretor de empréstimos, financiamentos e crédito imobiliário do BB, destaca que o Banco do Brasil investe na estratégia digital para impulsionar ainda mais os resultados do crédito consignado. “Queremos que os clientes percebam valor, comparando as nossas condições e o quanto podem economizar trazendo suas operações de crédito consignado para o BB. Com este lançamento, esperamos, para 2020, continuar fortes no processo de compra de dívidas que muito tem contribuído para o crescimento da nossa carteira”, completa.

Para realizar operações de portabilidade de crédito consignado pelo App, é necessário que a empresa em que o cliente trabalha tenha convênio com o BB para consignar empréstimos em folha de pagamento.

Fonte: Banco do Brasil

Bancos lançam autorregulação para crédito consignado a partir de janeiro de 2020

Publicado em: 25/09/2019


Os bancos anunciaram nesta terça-feira, 24, a criação de um sistema de autorregulação de crédito consignado, com desconto em folha de pagamentos, que entrará em vigor a partir de janeiro de 2020. O movimento, capitaneado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), já conta com a adesão de 23 instituições que ofertam o produto. Juntas, representam 97,88% do volume da carteira de crédito consignado de bancos em todo o País.

O novo sistema de autorregulação visa fortalecer os princípios bancários de atendimento aos clientes, e mira três objetivos principais:

1. Criar um sistema de bloqueio de ligações à disposição dos consumidores que não queiram receber ofertas de crédito consignado
2. Formar uma base de dados para monitorar reclamações sobre oferta inadequada do produto
3. Estabelecer medidas voltadas à transparência, ao combate ao assédio comercial e à qualificação de correspondentes

“O conjunto de medidas criado pelo sistema financeiro para o crédito consignado irá aperfeiçoar a qualidade da oferta e da venda do empréstimo consignado, melhorar o relacionamento com nossos clientes, e ainda evitará um grande número de conflitos de consumo”, avalia Isaac Sidney, vice-presidente executivo da Febraban, em nota à imprensa.

“As regras darão mais transparência ao negócio e contribuirão para combater o assédio comercial”, acrescenta.A Febraban e a ABBC trabalham juntas no desenvolvimento de um sistema nos moldes do “Não Perturbe”, já usado por órgãos de defesa do consumidor, e que será voltado para a oferta de crédito consignado ao cliente bancário. Depois de realizado o cadastro do telefone fixo ou móvel no “Não Perturbe”, tanto os bancos quanto os correspondentes por eles contratados não poderão fazer qualquer oferta de operação de crédito consignado, 30 dias após a inclusão neste sistema. A ferramenta, após uma fase de testes, entrará plenamente em funcionamento até 02 de janeiro de 2020.

Outra medida da autorregulação para coibir o assédio por meio de ofertas abusivas ao consumidor diz respeito à portabilidade de operações de crédito consignado. Os bancos participantes se comprometem a não remunerar seus correspondentes pela portabilidade da operação de crédito consignado ou pelo refinanciamento dela antes de 360 dias, contados da data do negócio. A autorregulação do crédito consignado prevê ainda a avaliação dos correspondentes, com três itens que serão apurados.

Os bancos poderão ser punidos por conduta omissiva, caso não apliquem medidas previstas na autorregulação por infrações cometidas pelos correspondentes. As multas variam de R$ 45 mil até R$ 1 milhão, e levarão em conta a gravidade da infração e o porte da instituição financeira participante. Os valores arrecadados serão destinados a projetos de educação financeira.

Fonte: Estadão