Debate on-line, apoiado pela AGEBB, reúne candidatos à diretoria e conselhos da Cassi

Publicado em: 29/01/2026

Os candidatos à Diretoria e aos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Cassi participam, no dia 11 de fevereiro de 2026, a partir das 16h, de um debate transmitido pelo YouTube.

O encontro é uma iniciativa do Conselho de Usuários da Cassi de São Paulo, sob a coordenação do Thiago Eloi Onofre, com apoio da AGEBB.

As três chapas inscritas no pleito já confirmaram presença, e dois candidatos à Diretoria confirmaram a participação direta no debate.

A iniciativa busca oferecer aos associados um espaço de exposição de propostas e de esclarecimento sobre temas centrais para o futuro da Cassi, contribuindo para um processo eleitoral com mais informações.

Representatividade ampliada

Além dos postulantes aos cargos, o debate reunirá representantes da maioria dos conselhos de usuários estaduais.

A participação dos conselhos amplia o alcance do evento e reforça a diversidade de perspectivas sobre os desafios da gestão da saúde dos funcionários do Banco do Brasil.

Transmissão e acesso

O debate será transmitido ao vivo pelo YouTube. O link de acesso será divulgado dias antes da data do evento.

Saiba quem são os candidatos aos cargos de diretor e conselheiro da Cassi: https://bit.ly/45Yi2e3

A votação ocorrerá entre os dias 13 e 23 de março de 2026, e os eleitos terão mandatos de 1º/6/2026 a 31/5/2030.

Fonte: AGEBB

BB anuncia criação de mais de 1,1 mil novas funções comissionadas e reforço no atendimento especializado

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O Banco do Brasil apresentou, nesta terça-feira (27 de janeiro), um amplo conjunto de mudanças na sua rede de atendimento, incluindo a criação de mais de 1.100 novas funções comissionadas em todo o país. O objetivo, segundo a instituição, é fortalecer o atendimento consultivo e especializado, alinhando a operação às novas demandas do mercado financeiro e ao comportamento atual dos clientes.

De acordo com o BB, as mudanças fazem parte de uma estratégia para adequar o modelo de relacionamento às transformações do setor financeiro. Embora os canais digitais já representem cerca de 94% das transações, cresce a necessidade de atendimento presencial especializado em áreas estratégicas, especialmente para clientes que demandam consultoria, orientação avançada e soluções de maior complexidade.

Após um estudo de dimensionamento nacional, o banco informou que serão criadas mais de 1.100 funções comissionadas em localidades estratégicas. Entre as principais medidas anunciadas está a atuação de Especialistas em Atendimento e Negócios em cerca de 700 Lojas BB que atualmente não possuem gerência média. Com isso, todas as unidades passarão a contar com pelo menos dois comissionados, garantindo maior consistência no atendimento.

Além disso, 15 unidades de negócios serão convertidas em rede especializada, com abertura de novos pontos estratégicos e redistribuição de equipes para atender de forma mais eficiente às demandas projetadas.

As oportunidades de reforço no quadro abrangem áreas consideradas essenciais para o crescimento do banco:

  • Gestão do cliente investidor (PF, PJ, High Estilo e Geinv);
  • Private Investidor e Megaprodutor;
  • Expansão de Carteiras Agro e Agro Assistido;
  • Carteira Digital Setor Público;
  • Agência Digital PJ;
  • Gerag e Gcash Atacado.

Movimentações internas e compromisso com os trabalhadores

O Banco do Brasil afirmou que as movimentações respeitarão o fluxo de atendimento de cada região e a necessidade de especialização local. A direção garantiu que haverá oportunidades de lateralidade ou ascensão profissional dentro do próprio município para os comissionados que venham a ficar excedentes após ajustes de quadro.

Em reunião com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), os representantes do BB anunciaram que o foco seria o fortalecimento do atendimento consultivo e especializado aos clientes. Para o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., é fundamental que qualquer processo de reorganização venha acompanhado de garantias aos funcionários.

“O banco apresentou um movimento amplo, que envolve criação de funções, realocação de equipes e mudanças no modelo de atendimento. Nosso papel é acompanhar de perto para assegurar que essas transformações não gerem prejuízos aos trabalhadores, que haja oportunidades suficientes no próprio município e que os critérios sejam claros e justos”, destacou Gustavo.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Maringá e Região com Contraf-CUT

Banco do Brasil define data do balanço do quarto trimestre de 2025 e entra em silêncio

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O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou o calendário oficial de publicação do balanço do quarto trimestre de 2025.Segundo comunicado à CVM, os números serão apresentados em 11 de fevereiro, após o fechamento do mercado.

O banco informou que a live com executivos ocorrerá no dia 12 de fevereiro, às 9h. Além disso, o evento detalhará os resultados financeiros e operacionais do período. Assim, investidores poderão acompanhar guidance, margens e indicadores-chave.

O Banco do Brasil destacou que entrará em período de silêncio a partir de 27 de janeiro. Esse intervalo seguirá até a divulgação oficial do balanço, em 11 de fevereiro. Segundo a instituição, a medida reforça boas práticas de governança corporativa.

A companhia afirmou que o quiet period busca garantir equidade no acesso às informações. Além disso, o banco segue padrões exigidos pelo mercado de capitais. Portanto, não haverá comentários sobre desempenho até a data oficial.

Fonte: Guia do Investidor

BB afasta cenário de crise para o agronegócio; desafios são pontuais

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O Banco do Brasil (BBAS3) descartou a avaliação de que o agronegócio vive um momento de crise e afirmou que o setor enfrenta, na verdade, desafios pontuais.

Segundo o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do banco, Gilson Alceu Bittencourt, há produtores que passaram por dificuldades de fluxo de caixa. A situação é influenciada pela Selic mais elevada, prorrogações de custeio, condições climáticas adversas, problemas de preços e, principalmente, falhas de gestão.

“Quando você olha o agro como um todo, não vê uma crise. Os problemas estão concentrados nos grandes produtores, em função de decisões tomadas no passado, em um momento de margens muito favoráveis. O desafio é superar essas dificuldades no médio e longo prazo. A crise não está nos pequenos e médios”, afirmou.

As declarações foram feitas durante um painel sobre grãos e infraestrutura, no segundo dia do Latin America Investment Conference, evento promovido pelo UBS, em São Paulo.

Para enfrentar os problemas de liquidez, o Banco do Brasil tem atuado de forma intensa na renegociação de dívidas por meio da Medida Provisória (MP) 1.304.

“Com a MP, trouxemos uma solução para os produtores que realmente tiveram problemas de fluxo de caixa. Vale destacar que a grande maioria não precisou recorrer à renegociação, mesmo com a Selic mais elevada”, disse Bittencourt.

No médio e longo prazo, o vice-presidente mantém uma visão positiva para o agronegócio, sustentada por três pilares: o aumento estrutural da demanda global por alimentos, proteínas e energia; a crescente exigência por sustentabilidade; e a vantagem competitiva do Brasil na produção sustentável.

Fonte: Money Times

Com passivo de R$ 135 milhões, BB é o maior credor da Aliança Agrícola do Cerrado

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Já faz alguns trimestres que o Banco do Brasil vê a inadimplência do agro subir em seus balanços, e agora, um caso notório deu cor ao que são apenas números na instituição financeira.

Na lista com 50 credores anexada pela Aliança Agrícola do Cerrado ao pedido de tutela cautelar feito esta semana, o banco estatal lidera o ranking de passivos.

Do total de R$ 1,1 bilhão em dívidas, o BB é responsável por R$ 134,9 milhões, de acordo com o documento no qual o AgFeed teve acesso. Instituições financeiras são a grande maioria da lista, que relaciona apenas credores com valores acima de R$ 1 milhão. Bancos como Santander (passivo de R$ 95 milhões), Macquarie Bank (R$ 104 milhões), ABC (R$ 41 milhões) e Bradesco (R$ 56 milhões) estão entre elas.

Gestoras e players da Faria Lima também figuram no processo: XP e Multiplike, com R$ 80 milhões e R$ 24 milhões, respectivamente. A securitizadora Ecoagro, uma das responsáveis por expor a crise da trading de controle russo ao executar garantias logo após um calote no pagamento mensal de juros, soma R$ 110 milhões no documento.

Outros montantes expressivos ficam a cargo do Sicoob com R$ 65 milhões, Banco Industrial do Brasil, com R$ 40 milhões e Banco Pine, com R$ 38 milhões em passivos.

A lista mostra poucos players do agro, como a cooperativa LAR, a Agrícola Alvorada e a Itahum Export Comércio de Cereais. Entre armazéns, fornecedores de insumos e cooperativas, são quase R$ 140 milhões em passivos distribuídos em montantes menores, embora milionários.

O pedido de tutela cautelar da Aliança Agrícola do Cerrado, ocorrido no final desta semana, veio após semanas de silêncio da companhia com credores, investidores e parceiros comerciais. E-mails não respondidos, ligações ignoradas e até a exclusão de perfis de executivos no LinkedIn passaram a ser interpretados, nos bastidores, como o prenúncio de um processo de insolvência.

Controlada pelo grupo russo Sodrugestvo, do empresário Alexander Lutsenko, a trading desapareceu do radar do mercado no início de janeiro, pouco antes do vencimento antecipado de dívidas e da execução de garantias.

A empresa então protocolou um pedido de tutela de urgência cautelar na Justiça de São Paulo para suspender o pagamento de dívidas por 60 dias, o chamado stay period, numa tentativa de ganhar fôlego para negociar com credores, buscar novos financiamentos ou avaliar alternativas como parcerias e arrendamentos.

O pedido segue em análise, mas teve seu segredo de justiça negado pelo juíz Marco Antonio Abdallah Deotti Ibrahim. Segundo um advogado que acompanha de perto o processo, a estratégia adotada pela companhia acabou produzindo o efeito oposto ao desejado.

“Até o final do ano passado, havia comunicação permanente com credores. De repente, a empresa adotou uma estratégia de silêncio absoluto, sem responder e-mails ou ligações, provavelmente já costurando essa tutela com efeitos de recuperação”, afirmou ao AgFeed.

Fonte: AgFeed

Banco do Brasil pode lançar novo concurso neste primeiro semestre de 2026

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O concurso Banco do Brasil ainda não teve edital oficialmente confirmado, mas diversos fatores internos e institucionais reforçam a expectativa de uma nova seleção ao longo deste ano.

Apesar das movimentações, o Banco do Brasil informa que, até o momento, não há definição formal sobre a abertura do concurso. A possibilidade de publicação do edital após o Carnaval ganhou força nos bastidores, já que uma divulgação antes do período festivo poderia impactar o cronograma operacional.

Para que o certame ocorra sem a necessidade de nova licitação, o edital precisaria ser lançado ainda no primeiro semestre de 2026. A Fundação Cesgranrio segue como a principal candidata para organizar o concurso Banco do Brasil.

O contrato entre o banco e a banca foi prorrogado até dezembro, prevendo a realização de quantos concursos forem necessários durante sua vigência. Com isso, caso o edital seja publicado dentro desse prazo, não seria preciso abrir um novo processo licitatório.

Apesar dos indícios, o Banco do Brasil reafirma que não existe decisão oficial sobre a realização de um novo concurso. A instituição informou que qualquer novidade será divulgada exclusivamente por seus canais oficiais.

Déficit de pessoal reforça possibilidade de edital

Um dos principais argumentos a favor de um novo concurso é o déficit de pessoal, estimado em cerca de 8 mil vacâncias. Mesmo após as convocações do concurso de 2022, o banco ainda enfrenta necessidade de recomposição do quadro funcional.

Em setembro de 2024, foi iniciado um levantamento interno de vagas, procedimento comum que costuma anteceder a autorização de concursos públicos. O banco firmou um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que prevê remoções incentivadas até 2026.

Os funcionários puderam solicitar mudanças de função ou unidade com apoio financeiro. Esse tipo de reorganização interna geralmente ocorre antes de concursos, pois ajuda a identificar áreas com maior carência de servidores.

Outro ponto relevante é a Proposta Global, apresentada em agosto de 2024, que prevê alterações nas carreiras e ajustes salariais. O documento menciona a possibilidade de criação de até 7,2 mil vagas, especialmente na rede de negócios.

Entre as previsões estão novas funções com jornadas de seis e oito horas, além de cargos de Gerente de Relacionamento. Ainda não há definição se essas vagas seriam ofertadas em um único edital ou de forma escalonada.

Possível edital exclusivo para PcD

O Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou que o Banco do Brasil realize concurso com vagas específicas para pessoas com deficiência (PcD), após identificar que o percentual mínimo legal não foi atingido.

Caso a recomendação seja acatada, o banco pode lançar um edital exclusivo ou ampliar a reserva de vagas em futuros concursos. A maior expectativa no concurso Banco do Brasil é para o cargo de Escriturário – Agente Comercial, que exige nível médio completo.

No concurso de 2022, todos os aprovados para essa função já foram convocados, o que impede novas nomeações pelo edital vigente. Com o déficit de pessoal ainda elevado, a abertura de novo concurso para essa carreira em 2026 é considerada possível.

Já para o cargo de Agente de Tecnologia, a expectativa é menor, pois ainda existem aprovados que podem ser convocados até julho de 2026. No último edital, o salário inicial do Escriturário foi de aproximadamente R$ 3,6 mil, podendo chegar a cerca de R$ 3,9 mil após reajustes.

A jornada é de 30 horas semanais. Os benefícios incluem:

  • Participação nos lucros e resultados (PLR)
  • Auxílio-alimentação
  • Vale-transporte
  • Auxílio-creche
  • Previdência complementar
  • Plano de saúde e plano odontológico
  • Programas de capacitação e desenvolvimento profissional

Formato das provas

Caso a Cesgranrio seja mantida como banca, o concurso deve seguir o modelo de 2022, com prova objetiva e redação. Após a aprovação, os candidatos ainda passam por procedimentos admissionais e perícia médica.

As disciplinas cobradas costumam incluir:

  • Língua Portuguesa
  • Língua Inglesa
  • Matemática
  • Matemática Financeira
  • Atualidades do Mercado Financeiro
  • Conhecimentos Bancários
  • Informática
  • Vendas e Negociação

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Justiça determina reabertura de agências do Banco do Brasil no Maranhão

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A Justiça determinou que o Banco do Brasil mantenha o atendimento nas agências de São Luís (Cohatrac e Reviver), Bacabal (Teixeira Mendes), Imperatriz (Praça da Cultura) e Caxias (Volta Redonda), evitando o fechamento, suspensão ou redução dos serviços. Além disso, o banco deve garantir que os serviços ofertados nessas unidades sejam mantidos.

O Banco do Brasil também está obrigado a manter as agências em Amarante do Maranhão, Itinga do Maranhão, Lima Campos, Matões, Olho d’Água das Cunhãs, Parnarama e as unidades Alemanha e Anil em São Luís. Essas agências não podem ser transformadas em postos de atendimento. Caso já tenham sido fechadas ou transformadas, o banco deverá reabrir as unidades, com estrutura e funcionários para atender a população local.

A decisão também impôs ao banco o pagamento de R$ 54 milhões em indenização por danos morais coletivos, a ser depositado no Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos.

As determinações foram feitas pelo juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, ao julgar uma ação movida pelo Instituto Brasileiro de Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC/MA). A ação questiona o Plano de Reorganização do Banco do Brasil, anunciado em 11 de janeiro de 2021.

Segundo o IBEDEC, a medida é abusiva, pois altera unilateralmente a prestação de serviços essenciais. A ação também destaca o impacto da pandemia de Covid-19, que poderia agravar a aglomeração de pessoas e expor a população a riscos sanitários e exclusão social.

O IBEDEC ainda informou que uma pesquisa do IBGE, de 2017, apontou que o Maranhão é o estado com menor acesso à internet no país. Para a entidade, a imposição do atendimento digital à população composta por idosos, aposentados, trabalhadores rurais e pessoas com baixa familiaridade digital torna esses consumidores ainda mais vulneráveis, promovendo a exclusão financeira.

O g1 solicitou um posicionamento para a instituição financeira, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.

Fundamentos da decisão judicial

Na decisão, o juiz lembrou que a Constituição Federal de 1988 garante a livre iniciativa, mas também estabelece que a ordem econômica deve priorizar a defesa do consumidor e a função social da propriedade e da empresa. O objetivo, conforme a Constituição, é garantir uma existência digna e respeitar a justiça social.

Além disso, o fechamento de cinco agências em cidades polo e a transformação de outras sete unidades em postos de atendimento (com serviços limitados) configuram uma falha na prestação do serviço, violando o Código de Defesa do Consumidor.

Embora o Banco do Brasil tenha justificado a medida com a alta taxa de transações online (92,7%), o juiz considerou que o lucro do banco não pode se sobrepor aos custos sociais e humanos que essa mudança impõe à população, o que, segundo ele, representa uma grave lesão à dignidade humana.

Fonte: G1

Banco do Brasil vai fechar posto no Foro Trabalhista de Pelotas

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O Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região, por meio de sua diretoria, manifestou-se contrariamente ao encerramento do Posto de Atendimento Bancário (PAB) do Banco do Brasil, instalado no Foro Trabalhista de Pelotas. Em ofício enviado à direção do banco, a entidade sindical pede a reversão da medida, pois há o entendimento de que o fechamento representa um prejuízo direto ao atendimento da população e compromete o acesso a serviços essenciais ligados à atividade jurídica.

O PAB cumpre papel estratégico no atendimento a trabalhadores, advogados, servidores e usuários do Foro, especialmente para operações relacionadas ao saque de requisições de pequeno valor (RPVs), precatórios, alvarás judiciais, além do recolhimento de custas e depósitos judiciais. A retirada desse serviço do espaço físico do Foro, na visão dos sindicalistas, tende a dificultar o cotidiano de quem depende desses atendimentos, ampliando deslocamentos e burocracias.

O Sindicato também ressalta que não há agência do Banco do Brasil nas imediações do Foro Trabalhista, o que torna ainda mais frágil qualquer argumento de que o encerramento poderia ser compensado por unidades próximas. Na avaliação da entidade, trata-se de um serviço com função social relevante, que deve ser preservado em respeito ao interesse público.

A preocupação com o fechamento do PAB também foi compartilhada por outras instituições. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Subseção de Pelotas encaminhou ofício ao presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4) alertando para os impactos negativos da medida e solicitando esforços institucionais para garantir a manutenção do atendimento bancário no Foro. A assessoria de imprensa do Banco do Brasil foi contatada, mas ainda não retornou à reportagem.

Fonte: Jornal do Comércio

Populismo a ineficiência derrubam BB do ranking Top 500 das marcas mais valiosas

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Uma das empresas mais antigas e icônicas do País, o Banco do Brasil passa por crise alarmante no governo Lula (PT), deixando de ser um símbolo de estabilidade para virar alegoria de declínio. Reforça isso sua recente exclusão do ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo, da britânica Brand Finance. O que torna o declínio particularmente triste é seu caráter evitável. Com patrimônio inigualável e credibilidade histórica, o BB virou refém de um governo que mistura populismo com ineficiência.

BB em queda livre

O BB ocupava do 467º lugar no início de 2025, com marca valendo em US$ 5,2 bilhões, e um ano depois simplesmente desapareceu da lista.

Eficiência privada

Enquanto o BB cai pelas tabelas, o banco Itaú saltou vinte posições e chegou ao 254º lugar no ranking de marcas Top 500 do mundo, em 2026.

Caiu na B3 também

O BB perdeu R$13,5 bilhões em valor de mercado, em 2025. Despencou da 6º para a 11º entre as maiores empresas da B3, a bolsa brasileira.

Para não esquecer

Se nada mudar, os petistas terão acelerado o ocaso do BB. Triste lição sobre os perigos da interferência política em um gigante bicentenário.

Deputados torram R$1,7 milhão com cotão em 2026

Nem mesmo durante o recesso parlamentar os deputados dão folga para o esfolado pagador de impostos. Em pouco mais de 20 dias desde o início do ano, as excelências esbanjaram por nossa conta, sapecaram R$1.790.431,85 com o cotão parlamentar, que banca jatinhos, propaganda, carrões, seguranças e coisas de toda sorte. Sem surpresa em ano eleitoral, no ranking da gastança está a “divulgação da atividade parlamentar”, mais de R$1 milhão, ou pouco mais de 56% do total.

Rodando por aí

Nem aí para o preço da gasolina, gasto com “combustíveis” aparece em segundo lugar (17,6%), foram mais de R$315,2 mil pelo ralo.

Grampeador de ouro

Alegada manutenção de escritório aparece só em terceiro lugar na lista, com pouco mais de R$200 mil. Com aluguel de carros, outros R$169 mil.

Troféu gastador

O maior gasto, até agora, é do deputado Silas Câmara (Rep-AM), que não se constrangeu em empurrar fatura de R$45 mil em “divulgação”.

Preocupação no campo

Produtores de arroz de Santa Catarina começaram a colheita da safra 2025/2026 com preocupação. O valor da saca do grão caiu 50% no último ano, sendo comercializada abaixo de R$50.

Nada muda

O mercado financeiro espera manutenção da Selic em 15% na chamada “Super Quarta”, quando o Banco Central avalia o marcador. Foram oito economistas ouvidos pela coluna que apostam que tudo fica como está.

CPI na pauta

A próxima reunião de líderes da Câmara, prevista para quarta-feira (8), já tem ao menos um item na pauta para ser discutido: a instalação da CPI para investigar denúncia de cambalacho no Banco Master.

Pega fila

Como é o presidente da Casa que determina instalações de CPIs, Hugo Motta (Rep-PB) já deu sinais de que não tem pressa para instalar o colegiado para investigar o Master. Alega que têm pedidos mais antigos.

Pura bravata

Não passa de bravata as falas de Lula ao eleitorado cobrando o Banco Master. Pedido de CPI no Senado para investigar a denúncia de falcatrua só teve assinatura de um petista (são nove), Paulo Paim (PT-RS).

Menos pior

Na análise do pesquisador político Emanoelton Borges, CEO da Alfa Inteligência, a eleição de 2026 tende a ser definida mais pelo nível de rejeição dos candidatos do que pela força de discursos ideológicos.

Começo do fim

“O fim da Lava Jato, fruto de um amplo acordo político-institucional, enfraqueceu os mecanismos de integridade e ampliou a tolerância à corrupção no Brasil”, é a análise do ex-juiz federal Marcelo Bretas.

Não é bem assim

Defesa de Gilmar Mendes ao passar pano para a PGR, que arquivou pedido de suspeição do Dias Toffoli, rendeu nota de contextualização no X, que lembrou do passeio do ministro com advogado do investigado.

Pensando bem…

…sociedade anônima já teve outro sentido.

Fonte: Diário do Poder

Bancos públicos vão passar por auditoria para verificar práticas de venda casada

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O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu abrir uma auditoria operacional junto ao Banco Central e aos bancos públicos para inspecionar se há conformidade na concessão do crédito rural. Os ministros da corte aprovaram nesta quarta-feira, 28, o acórdão que prevê a medida. Entre os focos da auditoria, estará a verificação de vendas casada.

A lista das instituições que vão passar pelas inspeção relacionada ao crédito rural engloba:

  • Banco do Brasil;
  • Caixa Econômica Federal;
  • Banco da Amazônia (Basa);
  • Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES);
  • Banco do Nordeste (BNB).

Além de possíveis práticas abusivas, a decisão prevê análise sobre “transparência de taxas e encargos cobrados dos produtores rurais e adequação da governança e dos controles internos das instituições financeiras públicas federais na execução dessa política pública”. No Banco Central, a medida vai ser para verificar “a atuação supervisora” que a instituição tem.

No acórdão com deliberação dos ministros, não há previsão de que as instituições financeiras privadas sejam auditadas. No entanto, o voto do relator do processo, ministro Benjamin Zymler, aponta que o TCU tem competência para analisar bancos privados somente no âmbito das operações de crédito rural que envolvem recursos públicos, como os provenientes dos fundos constitucionais ou do Tesouro Nacional para fins de subsídios — Plano Safra.

O processo começou depois que a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, um requerimento que solicita ao TCU a realização da auditoria. O escopo do pedido tinha uma abrangência mais ampla, mas a Corte reduziu alguns pontos da inspeção já que alguns outros processos recentes resultaram em relatórios para esses pontos. Aspectos como verificação de desvio de finalidade do uso do crédito rural e a transparência com as subvenções econômicas já foram auditadas anteriormente.

No fim, a decisão também aponta que os resultados da auditoria, bem como as medidas que o TCU adotará posteriormente à conclusão, serão comunicados ao presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS).

Fonte: Agro Estadão

Previ mantém premissas atuariais para o fechamento de 2025 e exercício de 2026

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A partir da realização dos estudos técnicos previstos na Gestão do Risco Atuarial para o Exercício de 2025, a Previ informa que serão mantidas as premissas atuariais utilizadas atualmente, tanto no fechamento do exercício de 2025 quanto ao longo de 2026, para todos os Planos de Benefícios.

A divulgação anual dessas informações faz parte do compromisso histórico da Previ de manter participantes, assistidos, patrocinadores e órgãos reguladores plenamente informados sobre os parâmetros que norteiam os cálculos atuariais.
Por que comunicar mesmo quando as premissas não mudam?

As premissas atuariais são essenciais para estimar a evolução das obrigações futuras dos Planos e orientar decisões de longo prazo. A manutenção desses parâmetros demonstra estabilidade e segurança nos fundamentos adotados, indicando que permanecem adequados ao perfil dos participantes e assistidos.

Ao informar anualmente sobre essas premissas, a Previ reafirma seu compromisso com a governança, a transparência e o diálogo permanente com todos os públicos envolvidos. Dessa forma, reforça a confiança e a previsibilidade necessárias para a gestão dos Planos.

A tabela a seguir consolida o conjunto de premissas vigentes para os Planos de Benefícios 1 e Previ Futuro:

Fonte: Previ

Bancos entram em 2026 com foco em crédito, qualidade de ativos e despesas

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O mercado financeiro projeta uma temporada positiva para os bancos no quarto trimestre de 2025, mas com atenção voltada para o rumo de 2026. Relatório do JP Morgan aponta que as instituições devem concentrar suas mensagens em crescimento da carteira de crédito, qualidade dos ativos e evolução das despesas administrativas. O documento destaca ainda temas como evolução da folha privada, atuação do FGC e redução da rede física.

Segundo o JP Morgan, a Febraban projeta desaceleração do crédito de cerca de 9% em 2025 para aproximadamente 8% em 2026. O ano deve contar com novas rodadas de investimentos: o Banco do Brasil tende a manter aportes em tecnologia, enquanto o Bradesco acelera seu plano de transformação, que inclui ajustes na rede. O banco afirma que não está claro se 2026 será um ano de despesas acima da inflação para o Itaú.

O relatório lembra que este será o primeiro trimestre sem a divulgação mensal de balanços pelo Banco Central, que passou a adotar apenas reportes trimestrais. A mudança reduz a visibilidade dos resultados antes da temporada de balanços. Por outro lado, o quarto trimestre costuma apresentar volumes maiores, o que tende a beneficiar margem financeira e receitas de tarifas.

A inadimplência deve continuar controlada, sem sinais de deterioração relevante. Linhas como crédito pessoal e cartão mostram melhora entre 15 e 90 dias, acima da sazonalidade histórica. Mesmo assim, o JP Morgan avalia que a qualidade dos ativos será um ponto de atenção para 2026 devido ao endividamento das famílias e à Selic média elevada. O banco trata 2027 como ano mais provável para virada do ciclo de crédito diante de estímulos do governo, cortes tributários e inflação baixa esperada para 2026.

Nas despesas, o trimestre deve refletir o impacto integral do reajuste salarial de setembro, de 5,68%, além de gastos maiores com marketing em algumas instituições. “Esperamos uma boa temporada de resultados para os bancos”, afirma o relatório. Antes da divulgação dos números, o JP Morgan mostra preferência por Nubank e Itaú.

Nubank [ROXO34]: receita forte e provisões maiores

O JP Morgan avalia que o Nubank deve apresentar mais um trimestre forte em receita, com sazonalidade favorável no Brasil. O banco cita aumento do uso de limites no cartão, o que pode elevar provisões. Também aponta que o terceiro trimestre teve recuperações atípicas, que não devem se repetir. No México, dados regulatórios resumidos indicam alta de 14% no crédito e leve avanço da inadimplência, mas com baixas menores. O JP Morgan projeta lucro de US$ 846 milhões no trimestre e US$ 3,8 bilhões para 2026.

Inter [INBR32]: atenção para folha privada e provisões

O Inter deve registrar trimestre sólido em crescimento e receita, impulsionado por cartões, folha de pagamento e crédito imobiliário. A carteira de folha pode encerrar 2025 perto de R$ 2 bilhões, ante R$ 1,3 bilhão no terceiro trimestre. O avanço deve elevar provisões e custo de risco. O JP Morgan projeta lucro de R$ 367 milhões e ROE de 15%.

Itaú [ITUB4]: estabilidade e previsibilidade

O Itaú deve entregar mais um trimestre sem surpresas. O crescimento do crédito tende a ser mais forte no quarto trimestre por causa de cartões e imobiliário. A margem com clientes deve avançar cerca de 5% no trimestre, apesar de estabilidade no NIM. A qualidade dos ativos segue saudável, mas provisões devem subir e alcançar o ponto médio do guidance. A projeção indica lucro recorrente de R$ 12,2 bilhões e ROE de 24% no trimestre, além de R$ 51,9 bilhões em lucro para 2026.

Bradesco [BBDC4]: receita forte, custo maior

O JP Morgan prevê outro trimestre forte em receita e margem no Bradesco, mas com impacto do plano de transformação, que pode aumentar contingências trabalhistas e cíveis. A projeção aponta lucro de R$ 6,6 bilhões, alta de 6% sobre o trimestre anterior, com ROE de 15,5%. Para 2026, o crédito pode desacelerar, mas a receita permanece como foco da gestão.

Banco do Brasil [BBAS3]: expectativas baixas, espaço para surpresa

O Banco do Brasil deve registrar trimestre desafiador, com lucro apoiado por reversões fiscais e provisões ainda pesadas. A estimativa do JP Morgan é de lucro de R$ 4,2 bilhões no trimestre. A instituição avança em programa de repactuação do agronegócio, que pode reduzir inadimplência inicial em 2026 e elevar renegociações. Para 2026, o JP Morgan revisou o lucro estimado para R$ 23,8 bilhões, com ROE de 13%.

Santander [SANB11]: despesas como fator positivo

O Santander deve reportar trimestre ainda fraco em crescimento da carteira, mas com potencial de melhora em 2026 devido à base comparativa. O JP Morgan projeta lucro de R$ 4 bilhões e ROE de 17%. Para o próximo ano, o banco identifica controle de custos como principal motor, com despesas abaixo da inflação.

Regionais e médios

O Banrisul deve encerrar 2025 com crescimento de crédito em 6% e custo de risco de 1,8%. A projeção do JP Morgan indica lucro de R$ 718 milhões no trimestre. O Banco ABC deve entregar trimestre estável, com lucro de R$ 272 milhões e ROE de 16%.

O relatório do JP Morgan indica que os bancos brasileiros entram em 2026 com cenário operacional controlado, inadimplência em níveis administráveis e foco em despesas. A incerteza maior está na segunda metade do ciclo, com o banco tratando 2027 como ano de maior risco para virada do crédito.

Fonte: Trade News

Em reunião de planejamento estratégico, diretoria da AGEBB recebe conselheiros do Economus

Publicado em: 22/01/2026

Aconteceu no dia 17 de janeiro, sábado, em Rio Claro (SP), a primeira Reunião Ordinária da Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB), onde tradicionalmente a diretoria da entidade convoca seus membros e convida os integrantes dos conselhos Deliberativo e Fiscal para realizarem os ajustes no planejamento estratégico traçado no início de cada gestão. Além de analisarem as ações já realizadas, tratam-se das novas demandas que chegaram até a AGEBB e se discutem os movimentos feitos pelo banco durante o período.

Excepcionalmente, os dirigentes receberam na reunião, na parte da manhã, dois convidados especiais: Lucas Passos de Lima e Rodrigo Leite, ambos integrantes, respectivamente, dos conselhos Fiscal e Deliberativo do Economus, que colocaram na pauta da reunião tópicos relacionados ao instituto, fundo de pensão dos funcionários do Banco Nossa Caixa, incorporado pelo BB em 2009, que além do pagamento das aposentadorias, é responsável pelo custeio da saúde de seus participantes.

Em uma conversa franca e bastante objetiva, discutiu-se sobre vários assuntos relacionados à gestão do banco, incluindo as recentes alterações nas funções dos gerentes de módulo, onde agora estão inclusas metas individuais de vendas de produtos do BB. Segundo Adriano Domingos, presidente da AGEBB, o banco deveria rever algumas das deliberações, para que não venha a ter problemas legais em um curto espaço de tempo.

Segundo Lucas Passos de Lima, membro suplente do conselho do Economus e diretor do SindBan, o encontro foi considerado bastante produtivo, com debates importantes para o fortalecimento do diálogo entre os representantes dos trabalhadores e a diretoria da associação dos gerentes do Banco do Brasil. “Estar próximo de quem constrói o banco no dia a dia é o que dá sentido à nossa atuação no Conselho do Economus. Para nós, que viemos da Nossa Caixa, o fundo não é apenas um número, é sinônimo de segurança e saúde para nossas famílias.” declara Rodrigo Leite, suplente do Conselheiro Deliberativo do Economus e dirigente do Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista e Região.

Ainda segundo Rodrigo, “fortalecer esse diálogo com os gerentes e associações como a AGEBB é o que garante uma gestão transparente e focada no bem-estar do participante. Unidade e vigilância: é assim que construiremos o amanhã que merecemos”.

Na segunda parte da reunião, os diretores e conselheiros da AGEBB falaram sobre as recentes mudanças da legislação fiscal e sobre a possibilidade dos funcionários egressos do Banco Nossa Caixa terem valores devolvidos, por ocasião de interpretações de terem deixado de aproveitar benefícios fiscais.

A renovação do convênio com a Chevrolet, que garante descontos aos associados da AGEBB quando compram carros da montadora e a manutenção de vários outros convênios de parceria com a associação, também foi destaque na pauta e, segundo o vice-presidente e diretor de marketing da associação, Ronald Feres, alguns novos convênios e parcerias podem sair ainda este ano.

“Sempre que a AGEBB acredita que uma parceria possa trazer benefícios aos associados ou quando um deles nos traz uma demanda ou sugestão, tentamos conseguir junto ao parceiro condições que realmente venham beneficiar nossos associados”, disse Ronald Feres.

Fonte: AGEBB

BB diz avaliar oportunidades de negócios, após relato de operadora móvel virtual

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O Banco do Brasil negou que tenha lançado uma operadora móvel virtual (MVNO, na sigla em inglês), mas não desmentiu diretamente os relatos de que estaria avaliando entrar no segmento.

Na última quarta-feira, o site Mobile Times havia informado que a empresa avalia propostas de dois potenciais parceiros no setor de telecomunicações. Segundo a reportagem, o projeto teria sido batizado internamente de BB Cel e incluiria planos pré-pagos e pós-pagos

Em nota, o BB informou que “avalia constantemente oportunidades de negócios”, mas que não há previsão ou anúncio oficial sobre esse tema “neste momento”. O banco público também reforçou a estratégia de atuar como plataforma que oferece mais que o apenas produtos bancários.

Se confirmado, o lançamento seria a primeira iniciativa de um banco tradicional no Brasil no modelo MVNO, em que uma empresa disponibiliza serviço de telefonia móvel sem ter infraestrutura de rede própria. O arranjo, porém, é comum entre fintechs, com operadoras como NuCel (Nubank) e InterCel (Inter).

Veja a íntegra da nota do BB:

O Banco do Brasil possui uma estratégia consolidada como plataforma de oferta de negócios para além dos produtos bancários tradicionais, como o Shopping BB pelo nosso App BB, que reúne produtos e serviços das principais marcas e e-commerces do país, gerando mais conveniência e segurança aos clientes nas suas compras do dia a dia. Por esta razão, o BB avalia constantemente oportunidades de negócios, mas esclarece que não lançou nenhum produto relacionado a uma operadora móvel virtual (MVNO). Não há qualquer previsão ou anúncio oficial sobre esse tema neste momento. Reforçamos que qualquer informação oficial sobre qualquer produto ou serviço é sempre divulgada pelos canais oficiais do Banco do Brasil.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Família Cassi cresceu: familiares de funcionários e aposentados ganham novos planos

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A CASSI lançou dois novos planos de saúde para familiares de funcionários e aposentados do Banco do Brasil: o CASSI Família Integral e o CASSI Família Participativo.

Ambos oferecem a mesma cobertura dos planos mais completos da CASSI e acesso a toda a rede credenciada, com quase 30 mil prestadores em todo Brasil. A principal diferença está no valor da mensalidade, que é até 25%* menor do que a do plano CASSI Família II em todas as faixas etárias.

Dessa forma, a CASSI possibilita:

  • A adesão de novos familiares que desejam ter a mesma assistência à saúde de qualidade oferecida aos funcionários e aposentados do BB.
  • O acesso a um plano com cobertura nacional, para aqueles que atualmente possuem planos regionais, com valores mais atraentes.

Os dois planos possuem a mesma cobertura assistencial. A diferença está na cobrança de coparticipação e franquia para internação:

O CASSI Família Integral não tem coparticipação, por isso a mensalidade é maior. Já no Família Participativo é cobrada 30% de coparticipação em consultas, exames e terapias seriadas, exceto os realizados em pacientes internados, e há um valor máximo por procedimento.

Detalhes da coparticipação no Família Participativo: é cobrado um percentual de 30% sobre o valor pago pela CASSI aos credenciados (que é inferior ao atendimento particular.

Clique aqui para conhecer e comparar os novos planos.

A simulação de valores e a solicitação de adesão são simples e podem ser feitas no link acima ou diretamente pela Central 0800 729 0083, exclusiva para os novos planos.

  • Para o Plano CASSI Família Participativo comparado ao CASSI Família II com o reajuste de 2025.
    ** Esse percentual corresponde ao plano CASSI Família II com o reajuste de 2025.

Fonte: Cassi

Banco do Brasil aprova payout de 30% para 2026 e define calendário de remuneração aos acionistas

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O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta segunda-feira (19) que o Conselho de Administração aprovou payout de 30% para o exercício de 2026, por meio do pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) e/ou dividendos, em conformidade com a Política Específica de Remuneração aos Acionistas.

Segundo o comunicado, a definição do payout considerou, entre outros fatores, os resultados do banco, sua condição financeira, a Declaração de Apetite e Tolerância a Riscos, metas e projeções de capital, além das perspectivas dos mercados de atuação e das oportunidades de investimento, com foco na manutenção e expansão da capacidade operacional.

O percentual é o mesmo do revisto pelo banco após o desempenho do segundo trimestre, quando houve alta da inadimplência, principalmente no agronegócio. Até então, o payout era de 40-45%.

Ainda conforme o Banco do Brasil, a remuneração aos acionistas será feita em oito fluxos ao longo de 2026. Quatro pagamentos ocorrerão de forma antecipada, ao longo dos trimestres de referência, e outros quatro serão complementares, realizados após o encerramento de cada trimestre.

Os pagamentos antecipados terão como datas de pagamento 11 de março, 11 de junho, 11 de setembro e 10 de dezembro de 2026, referentes, respectivamente, ao primeiro, segundo, terceiro e quarto trimestres do ano. Já os pagamentos complementares ocorrerão em 11 de junho, 11 de setembro e 4 de dezembro de 2026, além de 10 de março de 2027, conforme o trimestre de referência.

O banco destacou ainda que, quando a distribuição ocorrer via JCP, o valor será bruto e poderá sofrer incidência de tributos.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil adota postura cautelosa para dividendos

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O Banco do Brasil definiu um payout de apenas 30% para 2026. Isso significa que o banco vai destinar apenas 30% de seu lucro líquido para o pagamento aos acionistas através de mecanismos de Juros sobre Capital Próprio e Dividendos. O valor é considerado baixo no mercado.

A postura mais cautelosa reflete o momento atual do Banco do Brasil. Sem o mesmo crescimento agressivo de seus pares do setor – principalmente Itaú e Bradesco –, o Banco do Brasil viu os resultados de 2025 ficarem aquém das expectativas.

Nos resultados do terceiro trimestre, divulgados em novembro, o Banco do Brasil reportou queda de 60,2% no lucro líquido recorrente. A cifra somou apenas R$ 3,78 bilhões. A expectativa do mercado era de que o valor pudesse chegar a R$ 4,03 bilhões.

Não foi o único número preocupante do balanço. O ROAE, sigla utilizada para definir o retorno sobre o patrimônio líquido médio, chegou a 8,4%. É o nível mais baixo em quase uma década. A diferença na comparação anual é de 12,7 pontos percentuais.

Esse indicador é importante porque mostra quanto a empresa consegue gerar de lucro a partir do capital dos próprios acionistas. É uma métrica utilizada para comparar a rentabilidade e diferentes bancos, independente do tamanho e da linha de atuação de cada um.

O payout de 30% não chega a surpreender. O BB já havia reduzido a margem em 2025 para o mesmo patamar. A postura mais conservadora indica também preocupação com os níveis de inadimplência registrados pela instituição. Um momento mais delicado do agro tem atrapalhado o banco, que depende do setor.

Para os esperançosos de plantão, a expectativa é de pagamentos extraordinários de dividendos. Esse valor não entraria na conta dos 30% destinados para payout. Isso vai depender, claro, de bons resultados nos próximos trimestres.

Fonte: Times Brasil

Banco do Brasil deixa o ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo

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Não é só na bolsa de valores que o Banco do Brasil vem perdendo espaço. Além de deixar o ranking das 10 empresas mais valiosas da B3, o BB saiu do seleto grupo das 500 marcas mais valiosas do mundo em 2025.

A lista das marcas globais de maior valor foi atualizada nesta terça-feira (20) pela consultoria inglesa Brand Finance e, agora, só conta com um representante brasileiro: o Itaú.

O Banco do Brasil aparecia na 467ª posição do ranking no início de 2025, com uma marca avaliada em US$ 5,2 bilhões. Mas, agora, ficou de fora do levantamento.

A Brand Finance não explicou o que motivou a exclusão, mas no ano passado havia destacado a “estabilidade e confiabilidade” do BB. “Como uma das instituições financeiras mais antigas do país, o Banco do Brasil desfruta de patrimônio e credibilidade inigualáveis”, disse, em 2025.

No ano passado, no entanto, o BB viu seus resultados encolherem, devido ao aumento da inadimplência no agronegócio e das provisões. E ainda foi apontado como o banco brasileiro mais suscetível às sanções da Lei Magnitsky, aplicada pelos Estados Unidos a autoridades brasileiras.

Com isso, o Banco do Brasil perdeu espaço nas recomendações de investimento de muitos analistas e teve um ano turbulento na bolsa. Tanto que perdeu R$ 13,5 bilhões em valor de mercado em 2025 e caiu da 6ª para a 11ª posição da lista de maiores empresas da B3.

O salto do Itaú

Por outro lado, o Itaú disparou na bolsa e ainda ampliou o seu valor de marca em 15%, subindo 20 posições no levantamento da Brand Finance.

Com isso, o banco apresenta a 254ª marca mais valiosa do mundo em 2026, avaliada em US$ 9,9 bilhões. Isto é, pouco mais de R$ 53 bilhões no câmbio atual.

Segundo o diretor-gerente da Brand Finance no Brasil, Eduardo Chaves, o crescimento do valor de marca do Itaú reflete o forte crescimento das receitas e os ganhos de participação de mercado no Brasil.

O movimento foi impulsionado pelo avanço do crédito e da estratégia de banco digital do Itaú, mas também por campanhas publicitárias eficazes, de acordo com o especialista.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Banco do Brasil lança manual de garantias públicas para concessões e PPPs

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O Banco do Brasil lançou o Manual de Garantias Públicas para Concessões e PPPs, em parceria com o escritório Manesco Advogados e a Accenture, durante o Fórum Nacional de PPPs 2025. O documento também contou com o apoio do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) e do Tesouro Nacional. Assista à transmissão do evento neste link.

O documento foi estruturado em um passo a passo de sete etapas, descrevendo o fluxo ideal desde a concepção da garantia até a contratação do agente fiduciário. Além disso, o estudo avaliou mais de 20 fontes de garantias utilizadas no país, reuniu a análise de mais de 60 contratos e entrevistou 40 grupos entre entes públicos e privados.

Segundo o gerente de Soluções do Banco do Brasil, Leiner Bastos, a ideia é “disseminar melhores práticas” e lançar um manual a cada ano. Ele adiantou ainda que pretende propor ao PPI, para 2026, a elaboração de um manual voltado especificamente para a gestão contratual.

Durante o evento, o Banco do Brasil também anunciou que deve assinar em breve um protocolo de intenções com o FDIRS (Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável) para estudar novas formas de utilização de instrumentos de garantia em concessões e PPPs (Parcerias Público-Privadas).

Bastos afirmou que o objetivo é dar “segurança jurídica de que vai ser assinado no curto prazo” e preparar o terreno para que, nos próximos anos, banco e fundo desenvolvam soluções conjuntas de mitigação de risco.

Investidores estrangeiros

A ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) apresentou uma coleção de 11 guias de investimentos voltados ao investidor internacional interessado em infraestrutura.

Fruto de parceria com o PPI, os materiais abrangem temas como energia elétrica, logística – incluindo portos, hidrovias, aeroportos, rodovias e ferrovias –, florestas e mecanismos de fomento. Segundo Carlos Padilla, coordenador de Investimentos da ApexBrasil, os guias têm o objetivo de orientar investidores estrangeiros sobre ambiente regulatório, segurança jurídica e oportunidades de negócios no país.

Seguro e capitalização

Também foi realizado no evento o lançamento do Guia Prático de Seguros e Capitalização para Concessões e PPPs, do Ministério dos Portos e Aeroportos, em conjunto com a CNseg. A diretora de Assuntos Econômicos da pasta, Helena Venceslau, reforçou a necessidade de aperfeiçoamento do setor.

Ela observou que o mercado segurador tem participado de audiências públicas e contribuído para projetos considerados inovadores, como o canal de acesso ao Porto de Paranaguá e concessões de hidrovias, onde já se testam gatilhos de compartilhamento de risco entre poder concedente e concessionário.

Venceslau afirmou que o próximo passo é evoluir no seguro de operador portuário, que é obrigatório, mas cercado de desafios tanto na oferta quanto na contratação. Segundo ela, o ministério e a CNseg estudam como esse tipo de seguro é estruturado em outros países para eventualmente modernizar a legislação brasileira, tornando o produto mais eficiente e reduzindo a judicialização.

O diretor-presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, acrescentou que as PPPs vêm ganhando espaço devido à falta de recursos dos estados, mas exigem gestão constante e profundo cuidado na elaboração. Ele observou que os primeiros contratos do país não foram dos melhores e que “até hoje estamos administrando os problemas”, reforçando que uma matriz de riscos detalhada é essencial para garantir eficiência e previsibilidade.

Fonte: Programa de Parceria de Investimentos

BB: posicionamento estratégico e seus reflexos nas relações de trabalho

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A partir de meados de 2016, o Banco do Brasil passou por uma inflexão estratégica com impactos diretos sobre sua função social e sobre as relações de trabalho. Desde então, o banco passou a priorizar a lógica de mercado, a rentabilidade e a geração de valor para os acionistas, em detrimento de seu papel histórico como instrumento de desenvolvimento econômico e social do país.

Nos últimos anos, o BB intensificou a prestação de contas ao mercado financeiro, realizando apresentações trimestrais a investidores, lives institucionais com a alta administração e eventos como o Investor Day, inclusive no exterior. Em contraste, deixou de cumprir a prestação de contas semestral ao Congresso Nacional sobre sua atuação na execução de programas e políticas públicas, conforme previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Na prática, são nove eventos anuais voltados ao mercado e nenhum destinado à sociedade.

Questiona-se por que o Governo indica representantes na governança do Banco do Brasil se não para orientar sua atuação em consonância com o interesse público. Como banco público, o BB deveria priorizar objetivos e programas de interesse governamental, e não demonstrar aversão à sua dimensão pública.

O controle estatal garante ao BB a gestão e a custódia de recursos e fundos públicos, assegurando acesso a fontes estáveis de financiamento e receitas. Além disso, quando necessário, o banco conta com o suporte de capital do Tesouro Nacional, como ocorreu em capitalizações recentes.

Sobre a Função Social da Empresa Estatal

O cumprimento da função social da empresa estatal ocorre pela efetiva realização do interesse coletivo. Isso implica reconhecer que as empresas estatais não devem se guiar simplesmente pelos interesses privados, estando vinculadas ao interesse coletivo. Ou seja, todo empreendimento estatal é constituído para atender a um objetivo estratégico — o interesse coletivo — muito além da mera obtenção de recursos para o Estado (via dividendos, por exemplo).

Logo, a empresa estatal pode — e deveria, para cumprir sua função social — construir caminhos de gestão e execução de políticas públicas que julgue mais adequadas à proteção do interesse coletivo, ainda que em prejuízo da maximização dos lucros. Essa matéria está tratada também na Lei nº 13.303/2016, a denominada Lei das Estatais. No caso do Banco do Brasil, sua função social foi estabelecida na Lei nº 4.595/1964 (Lei da Reforma Monetária).

Na crise financeira global de 2008, o BB cumpriu função anticíclica, apoiou o país e fez crescer sua participação no mercado — segundo dados do Banco Central, entre dezembro de 2007 e dezembro de 2010, sua posição em ativos passou de 13,4% para 20,7% do PIB, e, na oferta de crédito, de 5,2% para 8,9% do PIB. Em 2012, o BB liderou o movimento de redução das taxas e spreads bancários (Programa Bom para Todos).

Os exemplos citados demonstram que o exercício da função social do Banco do Brasil atende ao interesse coletivo e também gera resultados positivos para a própria instituição e para o país. No período recente, porém, a adoção de uma estratégia alinhada aos bancos privados levou à perda de participação de mercado — incluindo a ultrapassagem pelo Itaú Unibanco em 2018 — e à exclusão de clientes e segmentos considerados menos rentáveis. Essa inflexão decorre da mudança na estratégia de atuação do banco, materializada na Estratégia Corporativa do Banco do Brasil (ECBB).

A Estratégia Corporativa em execução e o interesse coletivo

Até 2016, a missão do Banco do Brasil explicitava o compromisso com o desenvolvimento sustentável do país e o cumprimento de sua função pública, com ênfase na inclusão social e produtiva. Esse direcionamento foi rompido em setembro de 2016, após o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, quando o BB passou a se apresentar como “Banco de Mercado com Espírito Público”, priorizando rentabilidade, experiência do cliente e transformação digital.

Nesse novo direcionamento, a partir de 2019, a missão deu lugar ao propósito, que, na ECBB 2025–2029, é: “Ser próximo e relevante na vida das pessoas em todos os momentos. Cuidar do que é valioso para as pessoas”.

Por sua vez, os objetivos indicados no Mapa Estratégico também se distanciam, em sua formulação, do interesse coletivo acima referido, a saber:

  • Proporcionar a melhor experiência aos clientes em todos os momentos (dimensão Clientes);
  • Criar valor e gerar resultados sustentáveis (dimensão Financeira);
  • Ser protagonista em sustentabilidade e na promoção de negócios e práticas ASG;
  • Evoluir nosso jeito de trabalhar para acelerar a transformação digital e a inovação (dimensão Processos);
  • Ter as pessoas engajadas com os valores do BB e promotoras da colaboração, respeito e inclusão (dimensão Pessoas).

Então, indaga-se: a que preço a administração “fez desaparecer” os compromissos do BB com o interesse coletivo em troca de seu novo propósito e da priorização da rentabilidade, da otimização do capital e da geração de valor para os acionistas?

A história tem mostrado que essa busca da rentabilidade tem resultado na definição de metas financeiras de “retorno livre de risco” acima de 20%, as quais acabam por excluir clientes e mercados definidos como menos promissores.

A Estratégia Corporativa em execução: a geração de valor para os acionistas…

Essa supremacia da racionalidade empresarial privada fica transparente no discurso da Administração, conforme atestam excertos selecionados do Relatório de Administração 2024 do Banco do Brasil:

“Temos trabalhado continuamente para entregar um Banco do Brasil personalizado para cada cliente, com relacionamento próximo e experiência figital. Desta forma, a geração de negócios é sustentável, e o retorno aos nossos acionistas e à sociedade é uma consequência natural do nosso jeito de ser BB.

Além de remunerar acionistas e sustentar o crescimento do crédito, geramos R$ 85,4 bilhões em valor adicionado à sociedade, considerando impostos, salários, dividendos e outros componentes.
(…)
Em 2025, renovamos nosso compromisso de gerar resultados sustentáveis para nossos acionistas, ao mesmo tempo em que agregamos valor à sociedade. Nosso propósito é estar sempre presente e relevante na vida das pessoas, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil.” (grifamos)

O discurso da Administração do Banco do Brasil expressa uma opção ideológica clara pela geração e maximização de valor para os acionistas, tratando esse objetivo como o propósito central da empresa e orientador de todas as decisões de gestão. Essa lógica subordina a atuação do banco à valorização financeira, medida pelo valor da ação, pelo valor de mercado e pela distribuição de resultados.

Nessa perspectiva de “todo o poder ao acionista”, a governança corporativa passa a operar como instrumento de financeirização do banco, impondo altas taxas de retorno livre de risco e, quando necessário, promovendo a venda de participações societárias, afastando-se progressivamente de seu compromisso histórico com o desenvolvimento sustentável do país.

Conforme afirmado, a lógica de criação de valor para o acionista, ao orientar todas as práticas e decisões empresariais e exercer pressão sobre os administradores com vistas à ampliação da margem financeira e à otimização de despesas administrativas, tem resultado em:

a) elitização da clientela, via oferta de crédito com elevadas taxas de retorno livre de risco e foco na digitalização do atendimento e no rejuvenescimento da clientela;
b) redução da rede de atendimento: o número de agências passou de 5.544 em junho de 2015 (5.428 em junho de 2016) para 3.983 em dezembro de 2022 (3.987 em setembro de 2025), com impactos significativos nos territórios de menor dinamismo econômico, em especial na Região Nordeste;
c) consolidação do modelo de negócios do BB como plataforma digital de comercialização de produtos e serviços financeiros e não financeiros voltada para clientes e não clientes de alta maturidade digital, reforçando a elitização da clientela e a transferência de serviços e custos para o autoatendimento remoto;
d) redução do número de funcionários: o quadro saiu de 112.325 em junho de 2015 (109.615 em junho de 2016) para 85.953 em dezembro de 2022 (85.802 em setembro de 2025), enquanto o número de clientes e contas cresceu, evidenciando a intensificação do trabalho bancário;
e) redefinição do modelo de trabalho e de atendimento, com extinção ou redução de cargos ligados ao suporte operacional e ao atendimento presencial, sobrecarga de trabalho e piora da qualidade do atendimento;
f) adoção da remuneração variável como elo entre a geração de valor para os acionistas e o engajamento das equipes, subordinando o desenvolvimento profissional ao cumprimento de metas financeiras.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília

Novo Superintendente do BB em MS visita sindicato para estreitar diálogo

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Em um gesto de abertura ao diálogo, o novo Superintendente Estadual do Banco do Brasil, Fernando Flor, solicitou uma agenda com a diretoria do Sindicato dos Bancários de Campo Grande-MS e Região no dia 13 de janeiro. Recém-chegado a Campo Grande, o gestor fez questão de ir à sede da entidade sindical e iniciar um canal de comunicação com os representantes dos trabalhadores.

O superintendente estadual esteve acompanhado pelo Superintendente Regional, Marcio de Oliveira Henrique, e pelo Gerente do Núcleo Administração, Miguel Honório Junior.

Embora o caráter da reunião fosse de apresentação, a diretoria do sindicato aproveitou a oportunidade para pontuar situações pertinentes aos empregados e empregadas do Banco do Brasil da base do SEEBCG-MS. Entre os temas levados, destacam-se: impactos das reestruturações e mudanças organizacionais, saúde e condições de trabalho.

A presidenta do sindicato, Neide Rodrigues, avaliou positivamente a iniciativa do novo superintendente, demonstrando respeito à organização dos empregados e empregadas do BB.

“A importância do diálogo entre a entidade sindical e o banco é fundamental. Receber o novo gestor aqui nos permite colocar as pautas dos trabalhadores diretamente na mesa de quem decide, ganhando força para buscar as melhorias necessárias. O novo superintendente se colocou à disposição e se mostrou bastante receptivo com as demandas da categoria”, pontua Neide.

Além da presidenta Neide Rodrigues, também participaram do encontro os dirigentes sindicais Rubens Jorge Alencar, Álvaro Marzochi – ambos funcionários do BB – , José dos Santos Brito, Vicente Cleber Aires Rodrigues, Everton Espíndola e Carlos Rolon.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região

Novas faixas etárias e valores atualizados fortalecem a Capec para 2026

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A Capec inicia 2026, ano do seu primeiro centenário, com importantes evoluções que reforçam seu compromisso histórico de proteção, cuidado e segurança para milhares de famílias participantes. As mudanças aprovadas no novo Regulamento em dezembro de 2024 e os ajustes anuais de pecúlios e contribuições integram um conjunto de melhorias que tornam o plano mais equilibrado, justo e preparado para o futuro.

Com a ampliação das faixas etárias e a atualização dos valores, a Capec dá um importante passo para acompanhar o envelhecimento natural da população, preservando a sustentabilidade e mantendo a tradição e solidez de oferecer proteção acessível e vantajosa.

Mais faixas etárias para acompanhar cada fase da vida dos participantes

A partir de janeiro, a Capec passa a ter 14 faixas etárias, substituindo a tabela anterior, que contava com apenas 8 faixas. A mudança foi cuidadosamente estudada pelas áreas técnicas da Previ e aprovada pelos órgãos de governança, com o objetivo de proporcionar uma distribuição mais equilibrada do custo entre os participantes.

Essa nova organização permite acompanhar com mais precisão a evolução do risco ao longo da vida e suaviza as transições entre idades. Participantes em diferentes fases passam a ter contribuições mais alinhadas ao seu perfil, garantindo maior previsibilidade e justiça contributiva. A modernização também reforça o equilíbrio atuarial da Carteira, tornando mais robusta a projeção do Fundo da Reserva para Cobertura de Oscilações – RCO, essencial para a manutenção da segurança financeira do plano no longo prazo, especialmente em momentos adversos como foi a pandemia de Covid-19.

Reajustes dos pecúlios fortalecem a proteção

O valor do pecúlio Morte, na modalidade Executivo, será atualizado de R$ 275 mil para R$ 280 mil, representando um reajuste de 1,82% para 2026. Mesmo abaixo da inflação medida pelo INPC no período, o ajuste assegura a continuidade da proteção às famílias, preservando o poder de cobertura do benefício e mantendo o plano competitivo e atrativo aos participantes.

Essa atualização preserva a essência da Capec: oferecer tranquilidade e apoio financeiro em momentos delicados, com responsabilidade e equilíbrio.

Contribuições ajustadas de forma responsável

As contribuições para 2026 também foram revisadas, considerando a nova estrutura de faixas etárias, a experiência de sinistros e o reajuste dos benefícios. Elas podem ser consultadas aqui no site, na seção Nossos Planos > Capec > Sobre o plano.

Os reajustes variam conforme a idade e o plano contratado. Para o Pecúlio Morte Executivo, por exemplo, que possui o maior valor segurado, os reajustes totais foram de 3,82% nas contribuições das faixas etárias mais jovens (até 60 anos), enquanto, para as idades mais avançadas, onde o risco é naturalmente maior, os ajustes podem atingir valores entre 4,8% e 8,3%, sempre preservando o princípio da mutualidade e solidariedade entre os participantes. Esses reajustes representaram, na prática, um aumento médio nominal de R$ 4,60 para os mais jovens (até 60 anos) e de R$ 35,75 para os mais idosos. Essa variação gradual permite que as contribuições acompanhem o risco real de cada etapa da vida, o que traz mais segurança ao Plano.

Mesmo com as atualizações, estudos comparativos realizados em 2025 mostram que a Capec segue altamente competitiva quando comparada às seguradoras de mercado, especialmente nas idades mais elevadas, em que a mutualidade e a escala do plano proporcionam benefícios importantes aos participantes. Para os mais idosos, por exemplo (acima de 65 anos) as seguradoras de mercado sequer oferecem cobertura para o risco de morte e, quando ofertam o seguro de vida, os valores cobrados chegam a ser maiores que o dobro da contribuição da Capec.

Segurança que segue ao seu lado

As mudanças para 2026 mostram, mais uma vez, o compromisso da Previ em cuidar da Capec para que ela siga forte e preparada para os próximos 100 anos.

Com a nova tabela, os novos valores e um modelo de custeio mais equilibrado, o plano continua oferecendo aquilo que sempre entregou: proteção confiável, com responsabilidade e transparência.

Nos próximos meses, divulgaremos novos conteúdos para mais esclarecimentos sobre a Capec, em especial sobre essas mudanças, reforçando sua missão de oferecer segurança em um cenário de maior longevidade.

Fonte: Previ

Vêm aí as Eleições Previ 2026: votação ocorre no mês de abril

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Atendendo ao Edital de Convocação das Eleições Previ 2026 e anexos, serão realizadas, de 13 a 27/4, as eleições para as vagas na Diretoria Executiva e nos Conselhos Deliberativo, Fiscal e Consultivos dos Planos de Benefícios 1 e Previ Futuro, destinadas aos representantes dos participantes e assistidos dos Planos de Benefícios administrados pela Previ, na forma do Estatuto da Previ e do Regulamento Eleitoral.

A composição, em igual número, de representantes eleitos pelos associados e de indicados pelo patrocinador Banco do Brasil, em todos os colegiados da Previ, é parte do modelo de governança da Entidade.

Cargos a serem preenchidos

O processo de votação será realizado para preenchimento dos seguintes cargos:

Conselho Deliberativo – um membro titular e um membro suplente

Conselho Fiscal – um membro titular e um membro suplente

Diretoria executiva – diretor(a) de Administração e diretor(a) de Planejamento

Conselho Consultivo do Plano 1 – dois membros titulares e dois membros suplentes;

Conselho Consultivo do Previ Futuro – dois membros titulares e dois membros suplentes.

O mandato para os membros eleitos será de 1/6/2026 até 2/6/2030.

Inscrições das chapas

As inscrições das chapas serão realizadas de 16/2 até as 18h do dia 27/2, horário de Brasília (DF), conforme cronograma. Os candidatos devem possuir os seguintes pré-requisitos:

Conselheiro Deliberativo, conselheiro Fiscal, diretor(a) de Administração e diretor(a) de Planejamento:

  • ser participante ou assistido da Previ;
  • contar com, no mínimo, 25 anos de idade;
  • ter 10 anos, no mínimo, de filiação a um dos Planos de Benefícios da Previ;
  • ter comprovada experiência de, no mínimo, três anos no exercício de atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização, de atuária, de previdência complementar ou de auditoria, nos termos da legislação aplicável;
  • não ter sofrido condenação criminal transitada em julgado, comprometendo-se a comunicar à Previ a existência de processos judiciais ou inquéritos policiais em curso, bem como fornecer identificação clara e precisa destes processos;
  • não ter sofrido condenação em processo administrativo disciplinar instaurado no âmbito da Previ ou do Banco do Brasil S.A., com sanção disciplinar de demissão (por justa ou sem justa causa), ou estar suspenso/inabilitado pelo órgão fiscalizador;
  • não ter sofrido penalidade administrativa transitada em julgado por infração da legislação da seguridade social, inclusive da previdência complementar, do mercado de capitais, do sistema financeiro ou como servidor público;
  • ter reputação ilibada;
  • ter formação de nível superior, comprovada mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do diploma de conclusão do curso ou de documento comprobatório de sua colação de grau;
  • não constar do Cadastro de Expulsões da Administração Federal (Ceaf), do Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade, da Lista de Inidôneos e Inabilitados para Função Pública e da Lista de Responsáveis com Contas Julgadas Irregulares;
    residir no Brasil, se candidato a cargo da Diretoria Executiva;
  • não estar patrocinando causas individuais de interesse pessoal ou de terceiro contra a Previ.

Conselheiro Consultivo

  • ser participante ou assistido da Previ e do respectivo plano de benefícios há pelo menos três anos consecutivos;
  • contar com, no mínimo, 21 anos de idade;
  • ter comprovada experiência de, no mínimo, três anos no exercício de atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização, de atuária, de previdência complementar ou de auditoria, nos termos da legislação aplicável;
  • não ter sofrido condenação criminal transitada em julgado, comprometendo-se a comunicar à Previ a existência de processos judiciais ou inquéritos policiais em curso, bem como fornecer identificação clara e precisa destes processos;
  • não ter sofrido condenação em processo administrativo disciplinar instaurado no âmbito da Previ ou do Banco do Brasil S.A., com sanção disciplinar de demissão (por justa ou sem justa causa), ou estar suspenso/inabilitado pelo órgão fiscalizador;
  • não ter sofrido penalidade administrativa transitada em julgado por infração da legislação da seguridade social, inclusive da previdência complementar, do mercado de capitais, do sistema financeiro ou como servidor público;
  • ter reputação ilibada;
  • não constar do Cadastro de Expulsões da Administração Federal (Ceaf), do Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade, da Lista de Inidôneos e Inabilitados para Função Pública e da Lista de Responsáveis com Contas Julgadas Irregulares;
  • não estar patrocinando causas individuais de interesse pessoal ou de terceiro contra a Previ. Para efeito da exigência de tempo mínimo de filiação previsto no Estatuto será considerado como termo final a data prevista para a apuração do resultado das Eleições.

Votação

A votação será realizada das 9h do dia 13/4 às 18h do dia 27/4, horário de Brasília (DF). Podem votar participantes e assistidos maiores de 18 anos, inscritos nos planos de benefícios da Previ até 31/1/2026.

Participantes, funcionários e estatutários do Banco do Brasil S.A., em atividade no Banco, cedidos ou adidos: site Previ, App Previ, terminais de autoatendimento (TAA) do Banco do Brasil e SiSBB.

Aposentados, pensionistas, funcionários em afastamentos regulamentares e demais participantes: Site Previ; App Previ e TAA do Banco do Brasil.

Quem pode votar

Poderão votar todos os participantes e assistidos maiores de 18 anos inscritos nos planos de benefícios da Previ até o dia 31/1/2026.

Terão direito a voto os participantes vinculados a Planos Instituídos que atendam a, pelo menos, uma das seguintes condições:

I – tenham realizado, no mínimo, 12 contribuições ordinárias mensais ao plano, ou;

II – tenham cumprido carência mínima de 12 meses de vinculação ao plano e sejam elegíveis ou estejam em gozo de benefício de renda mensal.

Comissão eleitoral

Para coordenar e executar a realização das eleições foi instituída uma Comissão Eleitoral, composta por cinco membros titulares e cinco membros suplentes, indicada pela Diretoria Executiva e homologada pelo Conselho Deliberativo:

Contato da Comissão Eleitoral

As dúvidas sobre o processo podem ser esclarecidas junto à Comissão Eleitoral pelo e-mail eleicoes2026@previ.com.br .

Renovação também tem indicação do Patrocinador

Como acontece a cada dois anos, a renovação de parte dos dirigentes da Previ também tem indicação do patrocinador Banco do Brasil. Como previsto no Estatuto vigente, o Banco, por seu turno, indicará o Presidente da Previ para nomeação pelo Conselho Deliberativo, dois membros titulares e igual número de suplentes para o Conselho Deliberativo, um membro titular e respectivo suplente para o Conselho Fiscal, um membro titular e um suplente para o Conselho Consultivo do Plano 1 e um membro titular e um suplente para o Conselho Consultivo do Previ Futuro.

Fonte: Previ

Previ lança política para fortalecer o relacionamento com associados e familiares

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A Previ apresenta sua nova Política de Relacionamento com os Associados e seus Familiares, reafirmando o compromisso de colocar você em primeiro lugar. O documento estabelece diretrizes para garantir uma comunicação clara e acessível, além de soluções personalizadas e inovadoras.

Para o presidente, Márcio Chiumento, “a política valoriza a inclusão, o respeito à diversidade e a transparência em todas as interações, sempre buscando antecipar necessidades e promover a melhor experiência para associados e familiares”.

A Política se alinha ainda aos valores e diretrizes estabelecidos no Código de Ética, no Guia de Conduta e na Política de Integridade da Previ, indo além das exigências legais e regulamentares, reforçando o compromisso institucional com a ética, a transparência e o respeito nas relações com os associados e seus familiares.

A diretora de Planejamento, Paula Goto, destaca que “a política reforça nosso compromisso em colocar o associado e seus familiares no centro das nossas ações, garantindo atendimento inclusivo, transparente e humanizado. Queremos que cada interação com a Previ seja marcada pela confiança e pelo respeito.”

Fonte: Previ

ANS divulga resultado do IDSS 2025 e mantém o Economus na faixa de excelência

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou os resultados do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar – IDSS de 2025 (ano-base 2024) e o Economus obteve a pontuação geral de 0,8490 em uma escala que vai de 0 a 1, mantendo o Instituto na faixa de excelência (acima de 0,8).

Veja abaixo o desempenho do Economus no IDSS 2025 (ano-base 2024) em cada quesito avaliado pela ANS:

Resultado Geral: 0,8490

IDQS – QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE: 0,7142
IDGA – GARANTIA DE ACESSO: 0,8095
IDSM – SUSTENTABILIDADE NO MERCADO: 1,0000
IDGR – GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO: 0,9191

O índice foi criado para avaliar o desempenho das operadoras de planos de saúde e integra o Programa de Qualificação de Operadoras (PQO), do Governo Federal. A avaliação tem como base o banco de dados da ANS e os dados coletados nos sistemas nacionais de informação, considerando quatro critérios: Qualidade em Atenção à Saúde (IDQS); Garantia de Acesso (IDGA); Sustentabilidade no Mercado (IDSM) e Gestão de Processos e Regulação (IDGR).

Veja o resultado completo do Economus no IDSS 2025 (ano-base 2024) no site da ANS, clicando aqui. Para mais informações sobre o Programa de Qualificação de Operadoras (PQO) clique aqui.

Fonte: Economus

Nubank supera Bradesco e vira o 2º maior banco do Brasil em clientes

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O Nubank alcançou um novo marco no sistema financeiro brasileiro. Segundo o ranking de reclamações divulgado nesta quinta-feira (22) pelo Banco Central, a fintech atingiu 112 milhões de clientes e superou o Bradesco, que soma 110,5 milhões. Com isso, o banco digital passou a ocupar a segunda posição entre as maiores instituições do país em número de clientes.

Atualmente, o Nubank fica atrás apenas da Caixa Econômica Federal, que lidera o ranking com 158,1 milhões de clientes. Ainda assim, o avanço chama atenção pela velocidade e pelo impacto estrutural no setor bancário.

Atualmente, o Nubank fica atrás apenas da Caixa Econômica Federal, que lidera o ranking com 158,1 milhões de clientes. Ainda assim, o avanço chama atenção pela velocidade e pelo impacto estrutural no setor bancário.

Nos últimos anos, o banco digital já havia ultrapassado Itaú Unibanco e Banco do Brasil. Desde 2022, quando entrou no top 5 do ranking do Banco Central, o Nubank avançou uma posição por ano, tornando-se a instituição com maior crescimento proporcional no período.

Base ativa e avanço em rentabilidade

Em nota, o Nubank destacou que 85% de sua base no Brasil permanece ativa mensalmente, um indicador relevante em um setor onde a abertura de contas nem sempre se traduz em uso recorrente.

Além disso, a receita média por cliente ativo (ARPAC) atingiu seu maior nível histórico no terceiro trimestre de 2025, sinalizando avanço não apenas em escala, mas também em monetização da base.

Para a CEO do Nubank no Brasil, Livia Chanes, o crescimento em clientes é consequência de uma estratégia mais ampla. “Mais do que crescer em números, nosso foco é a presença significativa na vida financeira das pessoas”, afirmou.

“Nossa base de mais de 112 milhões de clientes é fruto de um trabalho contínuo para oferecer produtos que façam sentido no cotidiano, com atendimento humano e tecnologia que remove a complexidade do dia a dia.”

Impacto estrutural no sistema financeiro

O avanço do Nubank reforça uma transformação estrutural no setor bancário brasileiro. A liderança em crescimento pressiona bancos tradicionais a acelerar a digitalização, rever custos e melhorar a experiência do cliente.

Fonte: BP Money

O que o mercado espera dos bancos em 2026; veja o que revela Goldman Sachs

Publicado em: 16/01/2026

O Goldman Sachs avalia que 2026 tende a ser mais um ano sólido para os bancos brasileiros, após o forte desempenho de 2025, com expectativa de crescimento moderado a robusto do crédito, apoiado por mercado de trabalho resiliente, estímulos fiscais e novas modalidades, como o consignado privado. Mesmo com a Selic ainda restritiva, o banco projeta crescimento do crédito em torno de 9,5% ao ano e vê a qualidade dos ativos relativamente estável, com riscos de inadimplência considerados moderados, além de destacar fatores regulatórios e o ambiente político em 2026.

Na Bolsa, o setor começou 2026 em ritmo mais cauteloso, após fortes valorizações no ano passado. Itaú e Bradesco avançaram 63,13% e 73,52% em 2025, enquanto o Banco do Brasil recuou 5,55%. Neste início de ano, predomina um movimento de acomodação dos preços e lateralização, o que reforça a importância dos níveis técnicos de curto prazo, com o Goldman mantendo compra para o Itaú e recomendação neutra para Bradesco e Banco do Brasil.

Para entender até onde o preço de Bando do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITUB4) podem ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

Análise técnica Banco do Brasil (BBAS3)

As ações do Banco do Brasil iniciaram 2026 em movimento de baixa, acumulando recuo de 3,28% no ano, após também terem encerrado 2025 no negativo, com queda de 5,55%. Diferentemente de outros grandes bancos, o papel segue enfrentando um ambiente de menor apetite comprador, o que se reflete diretamente em sua dinâmica de preços.

No gráfico diário, BBAS3 vem negociando de lado, com o preço oscilando dentro de uma faixa bem definida, o que reforça a leitura de consolidação no curto prazo. Atualmente, o papel negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando fragilidade técnica e exigindo atenção redobrada aos próximos pregões.

Para que o ativo volte a ganhar tração compradora, será necessário inicialmente superar a média móvel na região de R$ 21,71. Acima desse patamar, a quebra da resistência em R$ 22,20 tende a melhorar a leitura gráfica, abrindo espaço para avanços em R$ 23,48, R$ 24,71, R$ 25,48 e R$ 26,21.

Por outro lado, a perda da região de R$ 21,05 pode reforçar o fluxo vendedor no curto prazo. Abaixo desse nível, o mercado passa a monitorar o suporte em R$ 19,93, cuja quebra tende a intensificar o movimento de baixa, com próximos níveis em R$ 18,04, R$ 17,27, R$ 15,26 e R$ 13,24.

Análise técnica Bradesco (BBDC4)

As ações do Bradesco começaram 2026 com leve alta, acumulando avanço de 0,09% no ano, após um desempenho bastante expressivo em 2025, quando o papel registrou valorização de 73,52%. Apesar do forte histórico recente, observo que o ativo entrou em um período de maior acomodação, especialmente após testar uma região técnica decisiva.

No gráfico diário, BBDC4 negocia de forma lateral, após encontrar forte resistência na faixa dos R$ 19,45, nível que vem se mostrando decisivo e tem limitado novas tentativas de avanço. Atualmente, o papel negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça um viés de cautela no curto prazo e indica ausência de força compradora consistente.

Para que o ativo volte a ganhar tração compradora, será necessária a recuperação da média curta na região de R$ 18,44. Superado esse nível, o rompimento da resistência em R$ 19,45 tende a destravar um movimento mais consistente de alta, com projeções em R$ 19,85, R$ 20,39 e, em um cenário mais estendido, na máxima histórica em R$ 20,67.

Em sentido oposto, a perda da região de R$ 18,06 pode intensificar o fluxo corretivo. Abaixo desse patamar, o mercado passa a monitorar o suporte em R$ 17,25, que atua como nível técnico importante. Caso essa faixa seja rompida, o movimento de baixa pode ganhar força, com próximos suportes em R$ 16,26, R$ 15,56, R$ 14,70 e R$ 13,73.

Análise técnica Itaú (ITUB4)

As ações do Itaú Unibanco iniciaram 2026 com leve correção, acumulando baixa de 0,11% no ano, após um desempenho bastante expressivo em 2025, quando o papel avançou 63,13%. Mesmo com o ajuste recente, destaco que o ativo mantém uma estrutura técnica positiva, sustentada por uma sequência de cinco meses consecutivos de alta — e, caso janeiro feche no campo positivo, poderá marcar o sexto mês seguido de valorização.

No gráfico diário, ITUB4 segue inserida em tendência de alta, apesar do movimento corretivo iniciado após a renovação da máxima histórica em R$ 40,48. Desde então, o papel passou a trabalhar em um fluxo de acomodação, negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que sugere um momento de equilíbrio no curto prazo e maior seletividade por parte do mercado.

Para que o ativo retome o fluxo comprador com maior consistência, considero essencial a superação da média curta na região de R$ 39,41. Acima desse patamar, o rompimento da máxima histórica em R$ 40,48 tende a destravar um novo movimento de alta, com projeções técnicas em R$ 41,22, R$ 42,58, R$ 43,00 e R$ 44,77.

Por outro lado, a perda da região de R$ 38,95 pode intensificar o movimento de correção no curto prazo. Abaixo desse nível, o mercado passa a monitorar a faixa de R$ 37,61 como suporte mais relevante. Caso esse patamar seja rompido, o fluxo vendedor tende a ganhar força, com próximos suportes em R$ 36,27, R$ 35,41, R$ 33,95 e R$ 32,87.

Fonte: Infomoney

BB consolida liderança ASG ao integrar o ICO2 B3 pela 16ª vez consecutiva

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O Banco do Brasil integra, pela 16ª vez consecutiva, a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3. Criado em 2010 pela B3, em parceria com o BNDES, o ICO2 é um dos principais indicadores ESG do mercado brasileiro e tem como objetivo incentivar práticas empresariais voltadas à eficiência na gestão das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), contribuindo para a transição para uma economia de baixo carbono.

Ao todo, 65 empresas constam no índice, uma elevação ante as 61 que constavam em sua composição no período anterior. O Banco do Brasil figura entre as companhias com melhor relação entre emissões de carbono e receita, além de estar entre as que cumpriram integralmente os dez critérios de gestão climática do índice, fato que reflete o compromisso em unir crescimento econômico e sustentabilidade na transição para uma economia de baixo carbono.

Em 2025, a metodologia do índice passou a ser mais rigorosa, avaliando a relação entre emissões e receita, o Score de Gestão de Emissões (SGEE), a adoção mínima de práticas de gestão e a validação das informações por meio da plataforma ESG Workspace. Essa evolução reflete a crescente exigência do mercado por transparência e governança climática.

“A presença do BB no ICO2 é resultado de uma trajetória consistente, pois desde 2008 divulgamos nosso inventário anual de emissões de GEE, que é auditado externamente e reconhecido com 14 selos Ouro pelo GHG Protocol (FGVces). Além disso, o Banco implementa um plano robusto de descarbonização e compensação, que inclui metas alinhadas ao Acordo de Paris e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB.

A atuação do Banco do Brasil vai além da gestão interna. A instituição é protagonista em iniciativas que fomentem a descarbonização em toda a cadeia de valor, oferecendo consultoria para elaboração de inventários de emissões, linhas de crédito com condições diferenciadas para projetos sustentáveis e soluções inovadoras como fundos de investimento lastreados em ativos de carbono. Em parceria com organismos internacionais, como o Banco Mundial, o BB lançou programas que exigem planos de descarbonização validados por entidades especializadas, garantindo que seus clientes também avancem na agenda climática. Além disso, participa de projetos de REDD+, que preservam mais de 850 mil hectares de florestas, e investe em bioeconomia, energia renovável e agricultura de baixo carbono, consolidando-se como um agente transformador no mercado brasileiro.

Em 2025, o Banco completou 20 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), também da B3, e segue listado em índices internacionais como o Dow Jones Sustainability Index e o FTSE4Good, além de integrar a A-List do Carbon Disclosure Project (CDP), grupo que reúne apenas 2% das empresas avaliadas globalmente. Esses resultados refletem uma governança robusta, metas baseadas em ciência e uma estratégia integrada que considera variáveis econômicas, sociais, ambientais e climáticas no desenvolvimento de produtos e serviços.

“Mais do que um reconhecimento, essa conquista reafirma que sustentabilidade é parte essencial da cultura corporativa do BB e orienta sua estratégia de negócios. Com esse propósito, o Banco segue avançando em sua Agenda 30 BB, que estabelece compromissos ambiciosos até 2030, como atingir R$ 500 bilhões em carteira de crédito sustentável, ampliar investimentos em energias renováveis e conservar dois milhões de hectares de áreas florestais”, completa Sasseron.

Fonte: Banco do Brasil

Fim de 2025 foi um alívio para diretor do Banco do Brasil, revelam consultores

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O diretor financeiro do Banco do Brasil, Marco Geovanne Tobias da Silva, relatou em encontro com o time de análise do BTG Pactual que se sente aliviado pelo fim do ano passado, quando a estatal teve fortes quedas nos lucros trimestrais, de cerca de 60% na comparação anual.

Os resultados de 2025 foram impactados pelo aumento de provisão para perdas esperadas, devido à alta da inadimplência, principalmente no agronegócio.

Para os analistas Eduardo Rosman, Ricardo Buchpiguel e Thiago Paura, os resultados do quarto trimestre do ano passado, que ainda não foram divulgados, devem vir com uma melhora marginal. Mas, depois da conversa com o diretor do Banco do Brasil, eles ficaram com a impressão de que a situação da estatal para este ano ainda é incerta, segundo relatório publicado no dia 12 de janeiro.

“O primeiro semestre de 2026 ainda deve ser fortemente impactado por provisões”, afirmaram. Eles acreditam, porém, que o segundo trimestre de 2026 servirá como um teste importante, porque traz os primeiros vencimentos de empréstimos que foram originados depois de mudanças na política de crédito rural do banco, que agora possui mais restrições.

“Se os pagamentos melhorarem, o BB poderá começar a ver uma recuperação mais forte no segundo semestre de 2026”, disseram os analistas.

“No geral, continuamos a acreditar que esta não será uma solução fácil, principalmente porque o BB precisará reconstruir reservas e capital —e melhorar o ROE [retorno sobre o patrimônio] enquanto se reduz o endividamento é normalmente doloroso.”

Na reunião com o BTG, o diretor financeiro reconheceu que o Banco do Brasil demorou a perceber que não possuía as garantias mais robustas para efrentar a alta dos pedidos de recuperação pelos produtores rurais, que bateram recorde no ano passado.

A instituição financeira estava muito dependente de hipotecas, enquanto seus concorrentes já tinham migrado para estruturas de títulos de crédito que oferecem maior proteção de garantias e execução mais rápida, segundo os analistas do BTG.

Ao banco, o diretor financeiro disse que a estatal está fortemente comprometida a migrar todos os novos contratos para estruturas de cessão fiduciária de títulos de crédito, que possuem mais garantias para a instituição financeira.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

BTG prevê semestre difícil para o BB e adia dividendos ‘gordos’

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Após a tempestade de 2025, o mercado financeiro aguarda ansiosamente pelo “trimestre da virada” do Banco do Brasil (BBAS3), mas o BTG Pactual jogou um balde de água fria nos mais otimistas.

A visibilidade segue baixa e a recomendação permanece neutra, com preço-alvo de R$ 25. Segundo os analistas, o banco ainda precisará de tempo para digerir as provisões contra calotes no agronegócio antes de retomar a rentabilidade histórica.

O ponto de inflexão está marcado para o segundo trimestre de 2026. Este será o momento em que os primeiros vencimentos da última safra, já concedidos sob critérios mais rígidos e uma nova política de crédito, serão testados.

Se os produtores honrarem esses compromissos, o banco poderá, enfim, sinalizar uma recuperação consistente para a segunda metade do ano.

No entanto, o BTG alerta que o processo de recomposição do ROE (retorno sobre o patrimônio) e do capital raramente é veloz, citando os exemplos de Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11), que levaram vários trimestres para se reerguerem de crises semelhantes.

O desafio das garantias e a “cura” do agro

Um dos pontos mais sensíveis revelados pela gestão do BB foi a percepção tardia de que suas garantias rurais eram frágeis.

Enquanto concorrentes como o Itaú (ITUB4) já utilizavam a alienação fiduciária, o Banco do Brasil ainda dependia fortemente de hipotecas tradicionais.

Agora, a estatal corre para migrar seus contratos para o novo modelo, um processo que, embora mais seguro, torna a concessão de crédito mais lenta e burocrática no curto prazo.

No front governamental, a Medida Provisória 1.314 e as mudanças nas normas do Banco Central trouxeram algum fôlego para as renegociações de dívidas rurais, que somam R$ 12 bilhões.

Apesar da demora inicial, a execução melhorou e o BB espera desembolsar até R$ 25 bilhões em programas de apoio, o que deve destravar algum alívio de capital.

Contudo, o RI do banco, Marcelo Oliveira, já sinalizou que a inadimplência acima de 90 dias ainda deve subir antes de cair, colocando os indicadores de estágio inicial sob vigilância máxima.

Dividendos: A paciência será a maior virtude

Para o investidor que busca o famoso dividend yield “gordo” do BB, a mensagem é de cautela.

O BTG projeta que o payout de 2026 deve ficar em torno de 30%, com a prioridade absoluta sendo a preservação de capital para enfrentar novos requisitos regulatórios.

Com uma estimativa de ROE na casa dos 13% para este ano, patamar inferior aos seus pares privados mais rentáveis, o Banco do Brasil deve entregar um retorno em dividendos menos atrativo que o do Itaú no curto prazo.

Apesar do múltiplo P/VPA ser considerado baixo e “não exigente”, o BTG ressalta que o banco está escolhendo crescer mais devagar para ser mais rentável no futuro.

Para quem carrega BB na carteira, 2026 será o ano de observar a eficácia dessa nova política de crédito. Se o “trimestre da virada” se confirmar entre abril e junho, o Banco do Brasil poderá encerrar o ano com uma narrativa muito mais favorável do que a atual.

Fonte: Investidor 10