BB lança programa para incentivar a participação no mercado internacional de empresas lideradas por mulheres

Publicado em: 03/05/2024

O Banco do Brasil está lançando o Programa Primeira Exportação Edição Mulheres no Mundo, para incentivar o crescimento das micro e pequenas empresas (MPEs) lideradas por mulheres no mercado internacional. O Programa prioriza 5 mil empresas do segmento MPE com mulheres na liderança – sócias ou dirigentes – e alto potencial para exportação.

As medidas de incentivo a essas empresas contemplam um conjunto de iniciativas gratuitas, como capacitação e assessoria personalizada, durante o ano de 2024. O Programa Primeira Exportação Mulheres no Mundo tem por objetivo reforçar o compromisso social do Banco no fomento ao empreendedorismo feminino e ao comércio exterior brasileiro, incrementar a maturidade internacional dessas clientes e ampliar a quantidade de novas empresas lideradas por mulheres exportando produtos brasileiros.

Para participar, a empresa deve ser correntista do BB e ter mulheres na sua composição societária ou em sua diretoria. De acordo com um estudo realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) de 2023, no Brasil, a parcela de empresas exportadoras e importadoras de propriedade majoritariamente feminina é muito menor do que a de homens. Apenas 14% e 13%, respectivamente, desses empreendimentos possuem preponderância feminina em seus quadros societários.

“Apoiar a inserção de empresas lideradas por mulheres no mercado internacional significa ampliar a produtividade e as possibilidades de geração de receitas, melhorar a qualidade dos produtos, diversificar riscos, e ainda aprimorar a gestão e governança dos negócios dessas empreendedoras”, explica Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB”.

Conforme a diretora de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Ana Paula Repezza, a parceria entre a Agência e o Banco do Brasil é estratégica para que mais mulheres atuem no comércio exterior. “Em 2023, a ApexBrasil lançou o programa Mulheres e Negócios Internacionais com resultados expressivos. Em 2024, com a parceria com o Banco do Brasil, teremos maior capilaridade e expertise para sensibilizar e capacitar mais mulheres para ganhar o mercado internacional”.

Programa Primeira Exportação

O Programa Primeira Exportação foi lançado no ano passado, pelo BB, em parceria com a ApexBrasil, para apoiar o crescimento das micro e pequenas empresas rumo ao mercado internacional. De lá para cá, o programa já capacitou 1300 micro e pequenas empresas e prestou assessoria que viabilizou exportações que já alcançaram 49 países.

Capacitação

O BB desenvolveu uma jornada digital de aprendizagem distribuída em módulos que contemplam temas do mercado internacional, como benefícios e vantagens da exportação, logística e competitividade, habilitação para operar no comércio exterior, análise e segmentação de mercados e produtos Comex que o BB oferece para viabilizar a primeira exportação. Além desta jornada digital, as clientes terão acesso a toda a grade de capacitações em Negócios Internacionais que o Banco do Brasil já oferece ao mercado e a seus clientes, além de curso específico da ApexBrasil para Mulheres além das fronteiras, que integra o Programa Mulheres e Negócios Internacionais, iniciativa da agência para igualdade de gênero.

Consultoria personalizada

Às empresas inscritas, o Banco do Brasil oferecerá consultoria personalizada por meio de seus especialistas em Comércio Exterior para identificarem as necessidades individuais de cada cliente e apoiarem na construção de um plano de exportação customizado.

Inscrições gratuitas

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: www.bb.com.br/primeiraexportacaomulheres

Fonte: Banco do Brasil

Petição da Afaceesp obstrui processo de homologação do acordo com a Anapar

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Conforme publicado anteriormente, o Economus entrou em acordo com a Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e dos Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão – Anapar para encerrar uma ação judicial iniciada há quase 20 anos. Este acordo representa uma grande conquista, porque propicia a continuidade dos planos de saúde dos aposentados e preserva os planos de previdência, sem onerar os participantes por meio de aumentos nas contribuições.

No entanto, no final da tarde de quinta-feira (25/04), recebemos a inesperada notificação de que a Afaceesp registrou uma petição no processo solicitando que a justiça não homologue o acordo sob ameaça de “possíveis alegações de nulidade da avença”.

O Economus esclarece que tomou todas as precauções necessárias antes de firmar o acordo, inclusive consultando previamente a Previc, conforme exigido pelo Conselho Deliberativo. A consulta buscou assegurar a legalidade do uso dos recursos do Plano de Gestão Administrativa (PGA) no acordo. Conforme divulgado amplamente, a Previc não apresentou objeções ao acordo e a origem dos recursos, desde que cumpridos os requisitos de aprovação pelo Conselho Deliberativo, de previsão no regulamento e do caráter previdenciário da despesa, os quais foram devidamente observados na proposta.

O acordo entre Economus e Anapar prevê o pagamento de R$ 186 milhões, com cerca de R$ 170 milhões retornando ao Fundo FEAS. A proposta, já aprovada pelo Conselho Deliberativo, prevê que os recursos para o acordo terão as seguintes fontes: R$ 85 milhões do Fundo de Administração Assistencial – FAA, e R$ 101 milhões do Plano de Gestão Administrativa – PGA.

Discordando da decisão, a Afaceesp cita na petição que formalizou uma nova consulta à Previc, sobre o mesmo tema, e pede que a Justiça não homologue o acordo até que a Previc se posicione sobre sua consulta.

O pedido da Afaceesp atrasa a homologação e até mesmo pode inviabilizar o acordo, o que resultaria em impacto negativo que pode passar de R$ 1 bilhão e com a possibilidade de um novo equacionamento de déficit administrativo para todos os participantes do Economus.

O Economus reitera sua disposição de sempre dialogar e construir soluções para quaisquer questões com a Afaceesp, mas a Associação optou novamente por recorrer à via judicial.

O Economus continuará monitorando de perto o desenrolar deste processo e manterá os participantes informados.

Fonte: Economus

CEBB quer fim das distorções que prejudicam encarreiramento e remuneração

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A CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil) se reuniu com representantes do Banco do Brasil, no dia 24 de abril, para exigir resoluções às distorções provocadas no encarreiramento dos trabalhadores desde 2020, por conta do Performa, e que levou ainda ao acúmulo de funções.

A reunião foi solicitada por conta da repercussão negativa do pedido de aumento salarial para o Conselho Diretor do Banco, aprovado pelo Conselho de Administração.

“Nós destacamos que, desde 2020, as distorções provocadas pelo Performa, que trouxe perdas significativas salariais no processo de encarreiramento de todos os demais funcionários, não foram solucionadas. Também pedimos celeridade para que o banco resolva a situação dos caixas, supervisores de atendimentos e gerentes de serviço”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

Para o representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, Getúlio Maciel, é preciso avançar em diversas demandas dos trabalhadores apresentadas ao banco “Além das pendências referentes as questões sobre renda e encarreiramento, é necessário avançar sobre questões sobre metas abusivas, combate ao assédio, especificidades dos diversos grupos de funções dentro da empresa e a situação dos egressos de bancos incorporados em relação à Previ e Cassi. Nada nesse sentido avançou até agora, e o funcionalismo foi surpreendido com o pedido de “aumento” da alta administração do Banco”, destacou.
Pautas do movimento sindical

Recentemente, em um encontro com cerca de dois mil gerentes, a presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, apresentou uma série de medidas aos funcionários e que são pautas do movimento sindical, levadas às mesas de negociação desde antes da atual gestão. Entre essas medidas estão a revisão de funções, cargos e salários, resolução de questões de previdência de incorporados e revisão do teto da PLR.

“Essas são uma série de demandas dos trabalhadores, levadas para as mesas de negociação. O banco sempre afirmou que as medidas para soluções estavam em estudo, mas é importante que os representantes dos trabalhadores acompanhem o andamento, inclusive pela valorização da mesa de negociação”, destacou Fernanda Lopes.

Por fim, os membros da CEBB exigiram do banco uma resposta rápida para as pautas discutidas na reunião de 24 de abril, tendo em vista a proximidade do congresso dos funcionários, que acontece no início de junho e irá definir a minuta de reivindicações para o acordo coletivo específico com o BB, que será renovado neste ano.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

União concede reajuste parcial à diretoria do Banco do Brasil

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Por orientação da União, a assembleia geral ordinária (AGO) do Banco do Brasil (BBAS3) concedeu reajuste apenas parcial aos membros da diretoria do banco. A remuneração fixa da presidente, dos vice-presidentes e dos diretores para o período entre abril deste ano e março do ano que vem recebeu aumento de 4,62%, em linha com a inflação.

O montante global que o BB poderá destinar à remuneração dos administradores será de R$ 76,2 milhões, mais de 19% abaixo do que o banco havia proposto, de R$ 94,5 milhões. O total fixado seguiu orientação do acionista controlador, o governo, de acordo com ata da assembleia publicada pelo banco.

A remuneração da diretoria do BB está abaixo da média praticada pelos bancos privados de porte similar. No ano passado, o banco foi autorizado a desembolsar R$ 73,7 milhões, enquanto o Itaú Unibanco recebeu aval para fazer pagamentos de R$ 495 milhões; o Bradesco, de até R$ 732,3 milhões; e o Santander Brasil, de até R$ 517,5 milhões.

Nos últimos anos, o BB tem solicitado reajustes nos salários de membros da diretoria sob a argumentação de que a remuneração dos diretores está muito próxima dos gerentes de unidades estratégicas, cargos mais altos entre os funcionários celetistas do banco, apesar de os diretores estatutários acumularem responsabilidades maiores.

A proximidade se dá pelo fato de que entre 2016 e 2022, a remuneração da diretoria do banco não foi reajustada. Os pedidos do banco têm sido rejeitados pela União, que concede reajustes menores que os solicitados ao longo desse período. Essa discrepância tem feito com que executivos deixem o banco rumo à iniciativa privada.

Os montantes que os bancos e as empresas de capital aberto são autorizados a destinar aos executivos de alto escalão não necessariamente são desembolsados em sua totalidade. Boa parte das remunerações é variável, e só é paga mediante o cumprimento de metas de desempenho.

Fonte: E-Investidor

Banco do Brasil: entenda o ‘alívio’ dos impactos negativos do agro

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Em relatório recente, a XP destacou que o Banco do Brasil (BBAS3) tem uma parcela significativa da sua carteira de crédito vinculada ao agronegócio e, ao mesmo tempo, aumentou a preocupação dos investidores com relação à dinâmica do setor.

A visão da casa é que, de modo geral, embora as preocupações sejam justificáveis, o Banco do Brasil está relativamente bem protegido.

Segundo a XP, isso se dá graças ao “tamanho, à diversificação e à qualidade de sua carteira de agronegócios”.

“Com um portfólio diversificado, tanto em termos de culturas quanto geográficos, o risco de uma piora esperada na situação de crédito dos produtores de grãos não é relevante e pode se traduzir em uma oportunidade para o Banco do Brasil”, diz a casa.

“Em nossa opinião, as margens estão retornando aos níveis históricos, de modo que os agricultores devem retomar os investimentos assim que os estoques atuais forem vendidos e a perspectiva de demanda melhorar”, completa.

Com isso, a recomendação da casa para as ações do Banco do Brasil segue de compra, com preço-alvo de R$ 36,50. Os papéis BBAS3 negociam a cerca de R$ 27 atualmente.

Segundo a XP, o complexo de grãos brasileiro é o subsetor que mais preocupa, principalmente nas cadeias de suprimento de soja e milho.

“Nos últimos dois anos, as margens agrícolas foram reduzidas, refletindo principalmente a queda nos preços da soja e do milho, custos mais altos de insumos e frete e estratégias erráticas de venda dos agricultores em uma grande parte dos produtores brasileiros”, observa a casa.

“A tendência de queda nas margens, aliada à falta de prudência financeira de alguns produtores rurais – destacada por investimentos excessivos em maquinário, terras, insumos e outros – contribuiu para um aumento acentuado dos processos de Recuperação Judicial (RJ), especialmente em Mato Grosso, o estado com a maior produção do Brasil e o mais afetado pelas adversidades climáticas”, completa.

Fonte: Suno

BB estima R$ 3 bilhões em propostas na Agrishow 2024

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O Banco do Brasil espera acolher R$ 3 bilhões em propostas durante a 29ª edição da Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina que acontece anualmente em Ribeirão Preto (SP). A estimativa é a maior já registrada pelo BB para uma feira agro.

O BB apoia a Agrishow desde a primeira edição, realizada em maio de 1994. Para a edição deste ano, o Banco vem realizando ações negociais há cerca de um mês, com a organização de 320 eventos pré-feira que contaram com a participação de produtores e de empresas locais.

Ao todo, cerca de 100 funcionários do Banco do Brasil estarão mobilizados para atuar no atendimento aos clientes ou junto dos estandes das revendas. Além disso, o BB contará com um amplo estande próprio, com salas de reunião, auditório, lounge, café e espaço para ativações promocionais.

“Estamos muito confiantes em gerar bons negócios em mais uma edição da Agrishow. Somos o maior parceiro do agronegócio brasileiro e, ao marcar presença há 30 anos na maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, mostramos que sempre estivemos e sempre estaremos fazendo negócios ao lado do pequeno, do médio e do grande produtor. O Banco do Brasil segue comprometido em oferecer soluções financeiras para impulsionar o crescimento do agronegócio e da agricultura familiar, impulsionando a economia brasileira”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

“Com o empenho do nosso time, vamos estar presentes em todos os momentos junto aos produtores e produtoras rurais durante a Agrishow. Além disso, preparamos uma programação especial em nosso estande para compartilhar conhecimento e inovação. Abordaremos temas como educação financeira, cenários sobre a cana-de-açúcar e outras culturas, opções de crédito para os negócios internacionais, pecuária de precisão e rastreabilidade de carne”, acrescenta Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar.

Confira os destaques do Banco do Brasil para a Agrishow 2024:

Mulheres no Topo
Assim como nas outras feiras agro, o BB organizará um evento, com a participação da Liderança Feminina do Banco, para apresentar as principais soluções visando o empreendedorismo feminino.

Plataforma Broto
Durante a Agrishow, os consultores do Broto (plataforma digital agro do Banco do Brasil) promoverão as vantagens e comodidades oferecidas tanto aos produtores rurais quanto às empresas participantes, com o objetivo de impulsionar os negócios. Além disso, as empresas parceiras do Broto vão oferecer condições especiais durante o evento para produtos e serviços disponíveis na plataforma. O processo de envio de solicitações de financiamento rural será simplificado e digital, feito pelos produtores por meio do Simulador de Financiamento, e pelos parceiros da cadeia agropecuária por meio do Formulário Simplificado de Registro de Intenção de Negócios. Além disso, o Broto oferece a opção de pagamento de compras por meio da Cédula de Produto Rural (CPR). Para mais informações, visite broto.com.br e acompanhe o Broto nas mídias sociais.

BB Seguros
A BB Seguros e Ourocard Visa seguem com a promoção Colheita de Prêmios que realizará um sorteio de veículo Rampage 0km para os clientes que formalizarem propostas de contratação de seguros, conforme regulamento da promoção.

Loja Fundação BB
Ao longo dos cinco dias de evento, os visitantes poderão, dentre os diversos produtos disponíveis, adquirir também produtos de parceiros já apoiados em outros projetos junto a Fundação Banco do Brasil. As doações poderão ser realizadas via Pix e os recursos arrecadados serão destinados para projetos desenvolvidos no âmbito do Programa Carbono Neutro.

Rolê que Rende
Sucesso na Tecnoshow, o Banco do Brasil, em parceria com a BB Asset, realizará nova edição do evento. A iniciativa reforça a importância da gestão financeira consciente entre os jovens e universitários e está alinhado ao direcionador estratégico de conquistar e fidelizar novas gerações de clientes.

BB Consórcios e Sala VIP
Sucesso de atratividade nas demais feiras agropecuárias realizadas este ano, A BB Consórcios levará também para a Agrishow o robô que interage com o público da feira, destacando as condições diferenciadas do consórcio para os visitantes da feira e divulgando as soluções de atendimento virtual disponíveis nos canais BB.

Além disso, durante o período da feira, os consorciados do Banco do Brasil terão acesso exclusivo a Sala Vip no Aeroporto de Ribeirão Preto.

Também, durante o evento, estarão abertos grupos com condições especiais.

Fonte: Banco do Brasil

John Deere lança loja oficial no Broto, plataforma agrodigital do BB

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Em um movimento estratégico, o Broto, plataforma agrodigital do Banco do Brasil dedicada ao avanço da agricultura, anuncia sua mais recente colaboração com a John Deere, empresa global de tecnologia que fornece software e equipamentos para os setores agrícola, construção e florestal. O acordo consiste na inauguração de uma “Loja Oficial” da John Deere dentro da plataforma Broto, marcando a união de duas gigantes do setor.

“A parceria com a John Deere é um marco significativo para o Broto. Isso não apenas reforça nosso compromisso com a inovação no agronegócio, mas nos posiciona como um catalisador para a transformação digital na agricultura brasileira”, afirma Michel Jorge Samaha, CEO do Broto. “Trazendo a John Deere para mais perto de nossos usuários, estamos facilitando o acesso a equipamentos de ponta e soluções tecnológicas avançadas, essenciais para o crescimento sustentável do setor”, acrescenta.

“A loja oficial da John Deere no Broto oferecerá aos agricultores e parceiros do agronegócio acesso direto ao que há de mais moderno em tecnologia agrícola, incluindo tratores, colheitadeiras, equipamentos para gestão de cultivos e soluções de agricultura de precisão. Esta parceria destaca a importância da digitalização na agricultura e enfatiza o compromisso conjunto de Broto e John Deere em apoiar o desenvolvimento sustentável do agronegócio”, completa Michel.

O acordo entre as empresas não é apenas um feito comercial para ambas, mas um testemunho da relevância do avanço do uso de plataformas digitais e da busca de tecnologia pelos produtores rurais brasileiros. Com jornadas que conectam as linhas de crédito e esteiras de processamento de operações do maior financiador do agronegócio brasileiro, o Broto cumpre seu papel de levar crédito e soluções de um jeito digital, simples e rápido para produtores e empresas que vendem produtos e serviços em seu marketplace.

A parceria promete não só revolucionar o acesso a tecnologias agrícolas, como fortalecer a agricultura brasileira, preparando-a para enfrentar os desafios do setor. Para mais informações sobre esta parceria inovadora e o que ela significa para o futuro do agronegócio, visite https://broto.com.br/ e https://www.deere.com.br/pt/.

Sobre o Broto

O Broto é a plataforma digital de agronegócio do Banco do Brasil. Criada em 2020, reúne, em um só lugar, tudo que o produtor precisa para expandir seus negócios, com soluções para todas as etapas da cadeia produtiva, conta com uma loja virtual com milhares de produtos e serviços de diversas categorias, como máquinas, implementos, energia, armazenagem, insumos e agricultura de precisão. Ainda, facilita o acesso a soluções financeiras e de proteção do BB e empresas coligadas. O Broto também disponibiliza ferramentas para ajudar na gestão rural, como os simuladores de safra, plantio, energia solar, clima e balanço hídrico, bem como cursos gratuitos, notícias do setor e eventos virtuais.

Fonte: Banco do Brasil

BB anuncia ações de apoio aos atingidos pelas chuvas no RS

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O Banco do Brasil anuncia nesta quinta-feira, 2, ações de apoio às pessoas e aos municípios atingidos pelas fortes chuvas no Rio Grande do Sul. As medidas envolvem a doação de R$ 400 mil, por meio da Fundação BB, flexibilizações em diversos produtos e serviços do BB, como crédito, operações do agronegócio e seguros, além de uma campanha nacional para arrecadação de recursos.

Os clientes PF contam com carência de até seis meses para pagamento da primeira parcela na contratação do BB Crédito Consignado ou do BB Crédito Salário. As micro e pequenas empresas atingidas terão acesso à crédito com linhas governamentais e próprias, além de condições diferenciadas. Além disso, será mantido o amparo ao crédito para pessoas físicas e jurídicas, produtores rurais e municípios.

Também será possível renegociar dívidas utilizando taxas diferenciadas, com até 180 dias de carência e 120 meses para pagamento. As empresas dos municípios gaúchos atingidos também contarão com linhas de repactuação, com prazos de 30, 36 ou 48 meses, nas operações convencionais, ou até 72 meses, para as contratações via Pronampe. Já as operações de financiamento imobiliário e empréstimo com garantia de imóvel poderão ter até quatro parcelas de capital e encargos básicos repactuadas e transferidas para o final do cronograma.

Os produtores rurais dos municípios afetados também terão as operações prorrogadas, de acordo com a necessidade e manutenção dos encargos originais, havendo medidas simplificadoras, focadas principalmente nos financiamentos da agricultura familiar, que dispensam até mesmo a apresentação de laudos individuais. Além disso, haverá uma esteira diferenciada para o acionamento dos seguros/Proagro.

Ainda na área de seguridade, a esteira de assistências e de sinistros foi reforçada e priorizada. Nos seguros Residencial e Empresarial, foram ampliados os valores dos serviços de limpeza, cobertura de telhados e desentupimento previstos nas apólices. A BB Seguros também enviou reguladores e peritos para as regiões atingidas, com possibilidade de realizar a vistoria presencial ou de forma remota.

O Banco do Brasil também estornará a tarifa de emissão de segunda via dos cartões e dará tratamento diferenciado para encargos e saldo devedor dos clientes das regiões afetadas.

“Acompanhamos com muito zelo a situação das pessoas que foram afetadas por essa tragédia, e expressamos toda nossa solidariedade”, afirma Tarciana Medeiros. “O Banco do Brasil, como não poderia deixar de ser, está mais uma vez comprometido em oferecer apoio. Estamos mobilizando recursos necessários para prestar assistência imediata e contínua, e permaneceremos próximos durante todo o tempo, com uma série de ações negociais e de apoio social”.

“Ao anunciar essas ações, o Banco do Brasil se faz presente mais uma vez para fornecer o suporte necessário e expressar solidariedade a todos os atingidos pelas chuvas”, acrescenta José Ricardo Sasseron, vice-presidente de negócios governo e sustentabilidade empresarial do Banco do Brasil.

Doações

O Banco do Brasil também disponibilizou uma conta para o recebimento de doações:

Banco do Brasil – 001
Agência 1607-1
Conta 51.000-9
Pix: pix.enchentesrs@fbb.org.br

As doações voluntárias serão revertidas em alimentos, kits de higiene e limpeza, entre outros, conforme necessidades da população impactada, e as entregas serão realizadas por parceiros da Fundação BB organizados na região.

Fonte: Banco do Brasil

BB Previdência avança no setor público em busca de R$ 10 bilhões

Publicado em: 02/05/2024

A BB Previdência, fundo de pensão multipatrocinado que é parte do conglomerado do Banco do Brasil, venceu o processo licitatório para gerir o Regime de Previdência Complementar (RPC) dos servidores do estado do Rio Grande do Norte.

Com cerca de R$ 8,5 bilhões sob gestão, esse é um passo importante na estratégia da fundação de alcançar R$ 10 bilhões sob gestão até o fim deste ano e ser a principal entidade do setor público.
O Rio Grande do Norte era o último estado da federação sem um regime complementar e agora aguarda aprovação da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) para regulamentar o seu plano.

Ele foi o 258° ente federativo a estar na carteira da BB Previdência, um salto de 559% frente aos 39 que havia em 2021. Mas ainda há uma massa de municípios que ainda estão de fora do regime complementar que podem ser conquistados.

Agora, a fundação já conta com sete estados (Acre, Amazonas, Amapá, Paraíba, Pernambuco, Tocantins e Rio Grande do Norte), 11 capitais (Aracaju, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Recife, Vitória, Teresina, Rio Branco, São Luís e Porto Velho) e centenas de municípios que patrocinam a previdência em até R$ 1 para uma contribuição de R$ 1 – limitado a até 8,5% do salário.

O estado do Rio Grande do Norte, com mais de 15,7 mil servidores elegíveis, era importante para elevar o patrimônio do BBPrev Brasil, o plano de contribuição definida criado pela instituição a partir da Reforma da Previdência de 2019, que tornou a adesão a um RPC obrigatória como forma de gestão das aposentadorias acima do teto previdenciário (R$ 7.786,02 em 2024).

“Nossa principal estratégia hoje é crescer no setor público, um segmento muito interessante por ter sido recém regulamentado e contar com planos jovens, em fase de acumulação, com grande expectativa de crescimento”, afirma Sandro Grando, diretor-presidente da BB Previdência, em sua primeira entrevista, ao NeoFeed.

Dos 241 mil participantes da fundação, apenas cerca de 5 mil já são beneficiários de aposentadoria. É uma característica diferente dos grandes fundos de pensão, como Previ, Petros e Funcef, que possuem uma carteira muito grande, mas com uma obrigação de pagamentos muito maior, o que limita o crescimento dos planos e torna a gestão muito focada no pagamento de benefícios em vez da alocação de recursos para o longo prazo.

Há ainda um grande potencial de mercado a ser conquistado. Cerca de 40% dos municípios brasileiros ainda não contratou o seu Regime de Previdência complementar para cumprir a regulação. Para continuar a expansão em lugares mais remotos do País, a fundação conta com o apoio do Banco do Brasil e sua capilaridade nacional para ser o primeiro porta-voz técnico do plano previdenciário. Depois, havendo o interesse, uma equipe própria é mandada ao município.

Como diferencial, a fundação usa a sua expertise com os RPCs e com resultados acima da meta atuarial nos últimos anos, além de uma taxa de administração competitiva para novos planos de 0,5% ao ano – a média de mercado é de 0,6%. Mas possui outros competidores como a Prevcom, fundação paulista que também tem crescido em municípios e estados pelo País, administrando as previdências do Mato Grosso, Rondônia e Pará, por exemplo.

Apesar do foco estar no crescimento no setor público, que já conta com a administração de 16 planos, a BB Previdência tem 25 planos privados de diversos setores. E não pretende fechar essa porta de crescimento.

Até o fim deste ano, a BB Previdência quer chegar a 285 mil participantes. Se atingir a meta de R$ 10, ela ficaria entre os 20 maiores fundos de pensão do País.

“Estamos promovendo uma grande transformação digital para conseguir atender muito mais participantes com a mesma qualidade e sem aumentar muito os custos, tanto no atendimento como na gestão. É um negócio de escala, mas é preciso estar preparado para crescer”, diz Grando.

Fonte: Neofeed

TJDFT e BB discutem aprimoramento de tecnologias entre os órgãos

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Na tarde desta terça-feira, 30 de abril, o Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Desembargador Waldir Leôncio Júnior, recebeu o Superintendente Comercial de Governo do Banco do Brasil, Rui Mesquita; o Gerente Geral da Agência Setor Publico, Fernandinho de Paiva; e o Gerente de Relacionamento do TJDFT, Leandro de Souza, todos do Banco do Brasil, para uma visita de cortesia de boas-vindas à nova gestão.

“Quero desejar sucesso à nova gestão e colocar o Banco do Brasil à disposição do Tribunal”, declarou o Superintendente Comercial, Rui Mesquita. Por sua vez, o Presidente do TJDFT afirmou que o Tribunal está de portas abertas à instituição. “Sempre fomos parceiros. Temos uma tradição que nos une e continuaremos juntos”.

Durante a visita, os representantes da instituição financeira e o Presidente do Tribunal iniciaram as conversas sobre novos estudos e aprimoramento de tecnologias entre os órgãos. Entre os temas discutidos, estão credenciamentos, segurança cibernética, interligação entre os sistemas do TJDFT e do BB, pix, alvará, folha de pagamento, entre outros.

O Secretário-Geral do TJDFT, Celso Neto, também participou da reunião.

Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal

Chapa 1 “Previ Para os Associados” vence as Eleições Previ

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Com 54.512 votos (51,77% do total de votantes), a chapa 1 “Previ Para os Associados” ganha eleições para o mandato 03/06/2024 a 31/05/ 2028. Também foram computados 4.847 votos em branco e 7.268 nulos. O número total de eleitores votantes foi de 105.306, contra 91.198 abstenções.

Total de votos computados nas Eleições Previ 2024:

Chapa 1: Previ Para os Associados 54.512 – 51,77%
Chapa 2: Somos Previ 38.679- 36,73%
Brancos 4.847 – 4,60%
Nulos 7.268 – 6,90%
Total 105.306 – 100%

A votação ocorreu entre os dias 12 e 26 de abril, havendo sido eleitos o Diretor de Seguridade, além de dois Conselheiros Deliberativos titulares e dois suplentes, um Conselheiro Fiscal titular e um suplente, bem como dois Conselheiros Consultivos titulares (um do Plano 1 e um do Previ Futuro) e dois suplentes.

COMPOSIÇÃO DA CHAPA VENCEDORA
Diretoria de Seguridade
Wagner Nascimento

Conselho Deliberativo
Nilton Brunelli – Titular
José Eduardo Marinho – Titular
Fábio Ledo – Suplente
Rene Nunes – Suplente

Conselho Fiscal
Rafael Leite – Titular
Priscila Aguirres – Suplente

Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Claudio Zucco – Titular
Fernanda Carísio – Suplente

Conselho Consultivo do Plano de Benefícios Previ Futuro
Juliana Carminato – Titular
Daniele Bittencourt – Suplente

Fonte: Previ

PrevMais: início de novo período de alteração do perfil de investimento

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Entre os dias 1 e 15 deste mês de maio, temos um novo período para os participantes ativos, autopatrocinados ou em Benefício Proporcional Diferido (BPD) do PrevMais realizarem uma troca em seu perfil de investimento.

Esse é um momento importante para reavaliar o seu perfil. Para auxiliá-lo nesse processo, disponibilizamos o Teste de Perfil de Investidor, clique aqui para acessá-lo e realize a sua autoavaliação. Conheça também as características de cada um na Cartilha de Perfis de Investimento e não deixe de ver o desempenho dos perfis de investimento.

Perfil de investimento

A definição do perfil não restringe as opções de investimento, mas indica o que seria mais adequado para cada participante. No processo de escolha, é importante ter a ciência de que a rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Conforme a legislação em vigor, caso a opção de investimento atual ou a pretendida não estiverem alinhadas ao resultado do teste, será apresentada uma declaração para que você manifeste estar consciente dos riscos que serão assumidos, inerentes ao perfil escolhido.

Para entender como realizar a alteração do seu perfil, clique aqui.

Veja as perguntas e respostas frequentes sobre esse tema aqui.

Veja também o nosso vídeo sobre os perfis de investimentos aqui.

Em caso de dúvidas, solicitamos que entre em contato conosco através dos nossos canais de atendimento.

Fonte: Economus

Cassi faz consulta pública para construir política de relacionamento com PcD

Publicado em:

Até o dia 26 de maio, a CASSI promove uma consulta pública aberta, para subsidiar a construção da Política de Relacionamento com a Pessoa com Deficiência (PcD), e todos os cidadãos poderão enviar contribuições. A manifestação é feita via formulário (clique aqui), onde os participantes se manifestam sobre problemas e soluções previamente apontados durante as 27 conferências estaduais, durante sete meses.

Cerca de 1000 problemas foram levantados nesses encontros estaduais, ao longo de sete meses, e foram apresentadas mais de 960 soluções, que foram base para construir a proposta que está em Consulta Aberta.

O objetivo desta consulta é identificar pontos fortes, oportunidades de aprimoramento e áreas que necessitam de revisão para atender os participantes da CASSI. As sugestões serão analisadas e debatidas na Conferência Nacional que será realizada em junho, com a participação dos delegados eleitos como representantes dos estados.

Fonte: Cassi

Últimos dias para participar nas Eleições Economus 2024

Publicado em: 25/04/2024

Até a segunda-feira, 29 de abril, os participantes do Economus podem votar para escolher os dois novos membros para o Conselhos Deliberativo e o seu representante para o Conselho Fiscal. Nas Eleições Economus 2024, a AGEBB apoia Mário Valente e Silvio Luiz de Lima para as vagas ao Conselho Deliberativo e Silvana Cyrilo para o Fiscal.

Durante o período, a votação ficará disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana. O participante pode votar acessando o site por meio do seu computador, tablet e celular, no endereço https://www.eleicoeseconomus.com.br/. Nove candidatos disputam as duas vagas para o Conselho Deliberativo e três concorrem à vaga única para o Conselho Fiscal.

A cédula de voto será apresentada com o nome e foto dos candidatos. Cada participante deverá escolher primeiro dois candidatos para o Conselho Deliberativo e, depois, um candidato para o Conselho Fiscal. Antes de confirmar seu voto, será mostrada uma tela com os três candidatos escolhidos. Após clicar em “confirmar”, seu voto será computado.

Silvana Cyrilo, gerente do BB em Ourinhos, interior de São Paulo, participa de um processo eletivo pela primeira vez. “Decidi candidatar-me para contribuir na gestão do Conselho Fiscal do Economus. Ouvi muitos colegas antes de decidir candidatar-me, e o descontentamento de muitos é a ausência de informação, dificuldade de comunicação e a tempestividade nas respostas”, afirma ela, que ingressou no BNC, em 1988, em Bauru.

Mário Valente, que busca uma das vagas ao Conselho Deliberativo, por sua vez, diz que resolveu candidatar-se por identificar a ausência de representação dos funcionários da ativa do BB no Economus. “São sempre os mesmos representantes, que apesar de bem-intencionados não obtiveram nenhum avanço. Quero contribuir com a minha experiência como gestor, por ter trabalhado em diversas regionais e estaduais, para negociar com as entidades e o patrocinador (BB)”, afirma. Valente, hoje gerente-geral do BB em Laranjal Paulista, interior de São Paulo, começou sua carreira no BNC em 2006.

Ex-presidente da AGEBB e ex-superintendente estadual substituto do BB na Paraíba, Pernambuco e Piauí, Silvio Luiz de Lima afirma que lançou sua candidatura por acreditar que pode contribuir com a ampliação do diálogo entre o Economus e o BB. “Os funcionários do banco perderam esse elo entre as duas instituições, e quero recuperar isso. Hoje, o gerente do BB não tem informação”, revela. Silvio ingressou no BNC em 1989 e aposentou-se em 2021 como gerente-geral em Araraquara, também no interior paulista.

Acompanhe todos os detalhes do pleito na página exclusiva https://portal.economus.com.br/eleicoes-2024/. Na aba “votação”, é possível conferir diariamente como estão as parciais de participação dos eleitores.

Em 2022, do total de 19.111 eleitores, 4.756 exerceram o seu direito de voto, o que representa 24,89% de participação. Os resultados deste ano devem ser divulgados em 30 de abril e a cerimônia de posse está marcada para 31 de maio.

Fonte: AGEBB com informações do Portal Economus

BB e ApexBrasil firmam parceria para facilitar acesso a soluções na Plataforma Brasil Exportação

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O Banco do Brasil e a ApexBrasil realizam parceria que amplia o portfólio de serviços disponíveis na Plataforma Brasil Exportação, principalmente para soluções de câmbio, crédito e financiamento para exportação, voltados para micro, pequenas e médias empresas brasileiras que desejam exportar seus produtos. A presidenta do BB Tarciana Medeiros e o presidente da ApexBrasil Jorge Viana formalizaram o acordo na última sexta, na sede do BB, em Brasília.

Lançada em novembro de 2023, a plataforma, operada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), já reúne mais de 600 serviços de comércio exterior. Neste mês de abril, o espaço ultrapassou 39 mil acessos únicos, provenientes de 122 países diferentes.

Para Tarciana Medeiros, presidenta do BB, a iniciativa auxilia empresários e empresárias a expandirem seus negócios. “Acreditamos que há um grande espaço para o ingresso de micro e pequenos empreendedores brasileiros na atividade exportadora. Trabalhamos para democratizar o conhecimento e os processos para acesso desse público a novos mercados, potencializando o crescimento da economia em todas as regiões do país”.

Segundo Jorge Viana presidente da ApexBrasil, “a participação do BB na Plataforma Brasil Exportação, por meio dos seus serviços de estímulo ao comércio exterior, é um passo fundamental para o fomento ao desenvolvimento sustentável e crescimento econômico do país, favorecendo a inclusão de pequenas e médias empresas na jornada da internacionalização. É mais uma frente de cooperação estratégica entre o BB e a ApexBrasil”.

A partir da adesão, o BB tem a oportunidade de divulgar as soluções de seu portfólio na plataforma, como as linhas ACC/ACE, o Programa de Financiamento às Exportações (PROEX), o BB Crédito Exportação, o Câmbio Exportação, a Consultoria e os Treinamentos em Negócios Internacionais, além de serviços/produtos da Rede Externa, tais como conta corrente no exterior, time deposit, garantias internacionais, forfait e desconto/confirmação de Carta de Crédito.

Sobre a Plataforma Brasil Exportação

A Plataforma é uma comunidade digital que reúne todos os serviços de apoio ao comércio exterior em apenas um lugar. Fruto da cooperação entre os governos brasileiro e britânico, a plataforma foi idealizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e tem como parceiros o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fonte: Banco do Brasil

BB fecha acordos de cooperação técnica com ICS e com Ministério do Meio Ambiente

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O Banco do Brasil anunciou, na semana passada, no evento “Impulsionando a Sociobioeconomia da Amazônia”, promovido em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (ICS), no Mangal das Garças, em Belém, uma série de acordos e iniciativas negociais com foco no fomento da bioeconomia, com potencial de impacto para mais de 2 milhões de pessoas. 

“Nossos compromissos em sustentabilidade passam por questões relevantes em gestão ASG (Ambiental, Social e Governança). Nossa atuação com crédito e investimentos se coloca, neste aspecto, de forma robusta. Estes acordos são exemplos que concretizam nossos compromissos públicos, com metas concretas, para uma atuação cada vez mais sustentável”, afirma a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

As questões ASG são parte inerente a todo relacionamento que o Banco do Brasil mantém com seus públicos. “Somos o banco com uma das maiores carteiras de negócios sustentáveis do País. Queremos chegar a R$ 500 bilhões de saldo nesta frente”, destaca Tarciana, sobre as metas do BB em sustentabilidade.

A intenção dos acordos é ampliar a atuação de agentes de crédito nas comunidades localizadas na região, desenvolvendo soluções de fomento e de crédito, levando em consideração a perspectiva integrada da cadeia de valor, não se limitando aos produtos e processos de crédito já conhecidos. Confira os destaques dos acordos de cooperação técnica firmados:

Banco do Brasil fecha acordo com o Instituto Clima e Sociedade (ICS)
Visando impulsionar a sociobioeconomia na região amazônica, esta parceria do BB e do ICS busca fomentar a produção sustentável de pequenos agricultores, extrativistas, cooperativas e outros agentes da região amazônica, impulsionando a economia da região e preparando esses clientes para o crédito e linhas de financiamento para bioeconomia.

Para Thais Ferraz, diretora de programas do ICS, “buscar alianças como essa, feita com o Banco do Brasil, representa a união de esforços para desenvolver a sociobioeconomia na região amazônica. Essa parceria com o BB é muito relevante, pois o banco tem capilaridade e relevância suficiente para disponibilizar crédito onde mais se precisa, além de ter um alinhamento com as políticas públicas”.

Banco e MMA esperam, com este acordo, ampliar o acesso ao crédito na região
Aumentar a educação financeira e a bancarização dos clientes é um dos objetivos do acordo do Banco do Brasil com o Ministério do Meio Ambiente. A parceria firmada em Belém nesta semana vai fortalecer as cadeias da bioeconomia e da sociobiodiversidade com oferta de novos serviços financeiros, além de proporcionar ampliação do sistema de assistência técnica integrada ao planejamento financeiro e de crédito. O acordo também prevê o incentivo à inovação tecnológica e a melhoria dos serviços ecossistêmicos mantidos nos territórios de manejo da bioeconomia e da sociobioeconomia.

ASG no BB: compromissos públicos com metas concretas
Além desses acordos, o BB também anunciou novo Hub Financeiro para impulsionar a sociobioeconomia na região amazônica, além de formalizar operação de US$ 250 milhões com o BID para aplicação em financiamentos sustentáveis na região. Acesse www.bb.com.br/imprensa e saiba mais. E clique em www.bb.com.br/sustentabilidade e confira todas as ações do BB nas frentes ASG.

Fonte: Banco do Brasil

Trabalhadores cobram reunião com BB para debater salários e metas

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A notícia divulgada pelo portal Uol de que “BB quer aumentar salário da Presidente para R$ 117 mil; 57% de reajuste”, repercutiu negativamente entre as trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil.

“Nós solicitamos uma reunião, nesta quarta-feira (24), para que o banco apresente respostas aos nossos pedidos sobre Plano de Cargos e Remuneração e os Planos de Funções”, destacou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.

A representante da CEBB pontuou que foram surpreendidos, pela imprensa, sobre a ampliação de salários nos altos cargos. “Ainda que tenhamos grande processo de negociação com o banco, em nenhum momento essa pauta nos foi apresentada. O que nós, trabalhadoras e trabalhadores do BB, queremos saber são as respostas da empresa sobre nossas reivindicações, como o fim de cobrança excessiva de metas, fim do Performa, programa que impactou muito nos salários e impossibilitou o encarreiramento”, completou.

Os trabalhadores também pedem soluções para as carreiras dos caixas, supervisores de atendimento e gerentes de serviços, entre outras pautas que estão pendentes por parte do banco. “Lembramos que a categoria realizará, em junho, um congresso de funcionários, onde todas essas pautas serão debatidas”, observou Fernanda Lopes.

Nos últimos anos, o BB vem batendo uma série de recordes históricos de lucro. E, o valor alcançado no final de 2023, foi um dos argumentos apontados para o pedido de reajuste para a Assembleia Geral de Acionistas, que atingiria não apenas a presidência do BB, mas todo o Conselho Diretor do Banco.

“O movimento sindical bancário entende que basear-se no lucro não é sustentável, até mesmo porque o papel de um banco público, como sempre defendemos, não é pagar dividendos, mas ter um papel estratégico no desenvolvimento do país, e isso passa pela oferta de crédito mais barato para as famílias e empresas, com a manutenção de taxas e tarifas menores para o público”, concluiu Fernanda Lopes.

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil: “temor da interferência política foge da razoabilidade”

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O Banco do Brasil (BBAS3) busca convencer os analistas de que a companhia não possui risco político e que a ação representa uma grande oportunidade de dividendos para o investidor. A verdade é que parte do mercado já parece convencida, isso porque o papel do BB sobe 75,5% desde 16 de janeiro de 2023, dia da posse de Tarciana Medeiros, CEO do banco.

Em entrevista exclusiva ao E-Investidor, o CFO do Banco do Brasil, Marco Geovanne Tobias, defende que as chances de interferência na empresa são nulas. Segundo ele, a companhia tem uma boa governança corporativa para dar voz aos acionistas minoritários. Ele usa o aumento do pagamento de 40% para 45% do lucro em dividendos, aprovado em fevereiro deste ano, como exemplo.

“Depois que o Banco Central mudou a regulamentação do risco operacional, nós fizemos uma proposta para o Conselho de Administração para aumentar o payout e a medida foi aprovada. A demanda veio especificamente do minoritário. Isso significa que houve interferência política do minoritário sobre o Banco do Brasil? Não”, afirma.

Ele argumenta ainda que todo acionista, seja ele controlador ou minoritário, tem o direito de manifestar sua visão, mas que a governança corporativa deve ser sólida para garantir que a vontade de um acionista não prejudique os interesses da companhia.

Tobias diz ainda que a ação está muito barata em relação aos pares, o que torna o papel atrativo para o investidor. “O mercado não está precificando o Banco do Brasil considerando essa potência de geração de resultados. Esse temor, a chamada interferência política vinda do acionista controlador, tomou uma dimensão que foge de qualquer razoabilidade”, afirma.

Veja os principais trechos da entrevista:

E-Investidor – No começo do ano, o BB divulgou estimativa de lucro entre R$ 37 bilhões e R$ 40 bilhões com um payout de dividendos de 45% do lucro. No entanto, as projeções do mercado para a taxa Selic subiram. O acionista pode esperar uma fatia maior de dividendos?

Marco Geovanne Tobias – Não observamos nada que justifique rediscutir as projeções que divulgamos para o mercado. Nós já tínhamos previsto essa redução paulatina da Selic dentro do nosso orçamento como um corte não tão agressivo, mas é importante ter em mente que uma Selic alta favorece os bancos também.

Além disso, os resultados de tesouraria, que é a margem financeira, acabam sendo preservados no ambiente de taxa de juros mais alta. Ou seja, se a redução de juros demorar mais que o esperado, isso não prejudica os bancos. Claro que é necessário a retomada do crescimento da economia com um ambiente de juros mais baixos. Entretanto, nós entendemos que esse é um processo que depende do Banco Central. Estamos em perfeitas condições de entregar para o mercado aquilo que nos comprometemos.

A Petrobras vive uma crise com a possível saída do CEO, Jean Paul Prates. Para o mercado, o sinal é de que nenhuma estatal está livre de interferências políticas. O investidor deve se preocupar?

Interferência pode acontecer em qualquer tipo de empresa, seja pública ou privada. Por isso, criaram a governança corporativa que funciona como um antídoto para evitar interferências, seja no caso de uma empresa privada feita pela família dos controladores ou pelo governo. No caso do Banco do Brasil, o presidente é nomeado pelo governo, que pode mudar a cada quatro anos. No entanto, isso não significa que esta nomeação tem um intuito de fazer uma interferência política dentro da organização. Essa escolha tem que passar por uma série de processos legais da governança corporativa, ela tem que seguir as leis das estatais e o estatuto da empresa.

Aqui no Banco do Brasil tivemos um exemplo de uma negociação sobre dividendos. Os acionistas minoritários começaram a cobrar que deveríamos pagar mais proventos. Eu respondi que não, pois preciso desse recurso para reforçar o caixa e a base de capital. Eu não vou distribuir um dividendo só porque o minoritário quer.

Essa cobrança do acionista minoritário foi decisiva para o aumento da distribuição de dividendos?

Nós temos uma política de capital que é aprovada no conselho de administração no horizonte de cinco anos. Uma vez aprovada, executamos. O investidor minoritário começou a cobrar e fomos avaliar se fazia sentido pagar. Pouco tempo depois, o Banco Central mudou a regulamentação do risco operacional e abriu um grau de liberdade para remunerar melhor o acionista. Em seguida, nós fizemos uma proposta para o Conselho de Administração para aumentarmos o porcentual de 40% para 45% do lucro para ser pago em dividendos. Os controladores e os minoritários aprovaram esse aumento de pagamento de dividendos. Todavia, a demanda veio especificamente do minoritário. Isso significa que houve interferência política do minoritário sobre o Banco do Brasil? Não.

O acionista, seja ele controlador ou minoritário, tem o direito de manifestar sua visão, sua vontade e desejo. A questão toda é de que forma esta visão e esse desejo é interpretada e eventualmente pode ser atendida dentro da empresa. Para isso, os organismos de governança devem estar sólidos e funcionando muito bem para garantir sempre que a decisão tomada atenda o melhor interesse da companhia.

Por que a ação do Banco do Brasil é atrativa para o investidor?

Quando você compara o Banco do Brasil com seus pares aqui no Brasil, ele é o melhor. Nós temos uma rede de distribuição no País inteiro e estamos expostos aos negócios em todos os setores e em todas as regiões. Se você acredita que o Brasil vai bem, o Banco do Brasil vai estar de alguma maneira capturando essa melhoria econômica do País. Só que o mercado não está precificando com base nessa potência de geração de resultados.

O temor da chamada interferência política, vinda do acionista controlador, tomou uma dimensão que foge de qualquer razoabilidade. Quando você olha os nossos múltiplos negociados e compara com os pares privados, você chega a pensar que tem alguma coisa errada. O Banco do Brasil é negociado hoje a um múltiplo Preço sobre Lucro (P/L) de 4,7 vezes, ou seja, eu vou demorar 4,7 anos para receber de volta, na forma de lucro, o dinheiro que apliquei comprando a ação. Ou seja, a nossa ação está descontada e atrativa para o investidor.

Fonte: E-Investidor

BB está entre maiores investidores institucionais do ETF de bitcoin da BlackRock

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O Banco do Brasil está entre os principais investidores institucionais do fundo negociado em bolsa (ETF, na sigla em inglês) de bitcoin lançado pela BlackRock. A lista com os maiores investidores do produto foi divulgada nesta semana por Eric Balchunas, analista de ETFs da Bloomberg, em uma publicação no X, antigo Twitter.

Pelos dados, o Banco do Brasil ocupa atualmente a oitava posição na lista de maiores investidores institucionais, com US$ 1,59 milhão (mais de R$ 8 milhões, na cotação atual) em cotas do fundo adquiridas nos últimos meses. Já o banco BTG Pactual está na 18ª posição, com um aporte total de US$ 275 mil.

Balchunas destacou na publicação que, até o momento, há aproximadamente 30 investidores institucionais que relataram oficialmente terem investido no ETF de bitcoin da BlackRock, uma cifra que equivale a 0,2% do total de cotistas do fundo. Segundo o analista, a maior parte desse grupo de investidores é de “fundos ou consultores”.

Em um comentário à postagem, Balchunas disse que isso não signfica que 99% dos cotistas do fundo da BlackRock sejam varejistas, pois alguns investidores institucionais podem não ter declarado ainda as suas participações. No entanto, disse Balchunas, “sim, isso também significa que há muitos investidores do varejo [investidos no IBIT].”

Balchunas disse também que “essa é apenas a ponta do iceberg” dos aportes institucionais, antevendo um crescimento significativo nos aportes desta classe de investidores no futuro. Ele citou como exemplo o ETF de futuros de bitcoin da ProShares, o primeiro fundo com exposição a criptomoedas lançado nos Estados Unidos e que tem atualmente 42% das suas cotas em posse de investidores institucionais.

O maior cotista institucional desse fundo é a Brookstone Capital, uma plataforma de gerenciamento de ativos que oferece suporte a consultores financeiros independentes. A empresa também relatou recentemente possuir US$ 6,22 milhões em cotas do ETF de bitcoin da BlackRock.

Os investimentos do Banco do Brasil no ETF estão sendo realizados pelo BB Multimercado Criptoativos Full, um fundo lançado pela instituição em fevereiro de 2022 e que investe 100% dos recursos captados em ETFs e fundos de criptoativos negociados em diversos países.

Fonte: Exame

Bradesco e BB têm caminho livre para fechar capital da Cielo

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Por uma diferença aproximada de 100 milhões de ações de pouco mais de 1,1 bilhão de papéis em livre circulação, os acionistas da Cielo rejeitaram o novo laudo de avaliação do preço da ação para o fechamento de capital (OPA) da empresa de adquirência.

Ao rejeitar o novo laudo de avaliação do preço da OPA, elaborado pelo J.Safra, os minoritários não ficam sabendo se a proposta seria maior ou menor. Com isso, fica valendo a última proposta feita pelos controladores Bradesco e Banco do Brasil: R$ 5,60 com o acréscimo do CDI na liquidação da operação. A primeira proposta dos havia sido de R$ 5,35 (somado o pagamento de juros sobre capital próprio de R$ 0,15) por ação.

O segundo laudo foi rejeitado pela maioria dos minoritários. Absolute, AZ Quest, Clave, Encore, Vinland e XP, que detêm aproximadamente 7% do capital da Cielo e pouco menos de 20% das ações em livre circulação, já tinham se acertado com os controladores.

O NeoFeed apurou que nos últimos 20 dias houve uma movimentação intensa entre os que eram a favor e os que eram contra o novo laudo para conquistar votos.

Nesta votação, muitos investidores se abstiveram e preferiram doar a ação via aluguel. Isso reforçou o grupo de minoritários que conseguiu votar, também, com a posição das ações alugadas contra o novo laudo.

“Existe muita tesouraria e fundos macro fazendo arbitragem com o papel da Cielo, mas eles não estavam habilitados para a votação e doaram as ações para que outros players pudessem votar”, disse uma fonte ao NeoFeed.

Entre as assets com posição importante na Cielo, a Ibiuna se absteve da votação. A gestora, ao lado de Mantaro e do investidor Luiz Barsi Filho, formam um grupo com menos de 4% do capital da empresa de adquirência.

A maioria dos votos a favor do novo laudo (posição que foi derrotada) vieram de fundos estrangeiros. Quem estava encabeçando esse movimento era a Norges Bank Investment Management, que faz a gestão do fundo de pensão da Noruega e que detém US$ 1,6 trilhão sob gestão.

A partir da rejeição desse segundo laudo, a OPA da Cielo precisa ser aprovada em assembleia e o leilão, marcado. A expectativa é que esse processo demore de três meses a cinco meses para ser concluído.

Com valor de mercado de R$ 15,2 bilhões, a ação da Cielo encerrou o pregão de terça-feira, 23 de abril, cotada a R$ 5,59. No ano, o papel acumula valorização de 23,1%.

Fonte: Neofeed

Banco do Brasil participa do Programa Acredita

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Nesta segunda-feira, 22 de abril, o Governo Federal lançou o Programa Acredita, conjunto de iniciativas que pretende reestruturar o mercado de crédito no país. O programa é composto de quatro pilares fundamentais: um programa de microcrédito destinado aos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e outro (Procred 360) que foca no apoio a Microempreendedores Individuais (MEIs), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, incluindo a renegociação de dívidas vinculadas ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O terceiro pilar visa estimular a criação de um mercado secundário para o crédito imobiliário, melhorando a liquidez e o acesso ao financiamento no setor. O último eixo institui o Eco Invest Brasil, que garante proteção cambial para incentivar investimentos em projetos verdes ambientalmente sustentáveis.

“No Programa lançado hoje, o papel do BB vai muito além de operador financeiro. Conhecemos a fundo as necessidades dos nossos clientes e usamos essa expertise para atuar, junto aos Ministérios, para formatar as bases, regras e parâmetros das operações. Participamos da modelagem, de forma conjunta, no desenvolvimento e melhorias das soluções que estão sendo anunciadas”, ressalta Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

O Programa Acredita vai facilitar o crédito aos microempreendedores, especialmente aos MEIs, ao lançar o Procred360, uma linha específica para empresas com faturamento anual até 360 mil reais e que contará com a garantia do FGO, que é administrado pelo BB. Outra frente fundamental é o Desenrola Brasil, que já devolveu dignidade financeira a mais de 12 milhões de brasileiros e agora vai fazer a diferença para os empreendedores que estão enfrentando dificuldades. “Observando as boas práticas de mercado, o conglomerado Banco do Brasil renegociou 28 bilhões de reais, desde o lançamento do Programa Desenrola, na visão ampliada para os clientes do Banco, para além dos beneficiados pelo Programa. E é toda essa expertise que vamos continuar disponibilizando e ampliar às nossas MPEs que precisam desenrolar”, completou Tarciana, em cerimônia de lançamento do programa.

O BB possui cerca de 3 milhões de clientes micro e pequenos empreendedores. No ano passado, o Banco cresceu na concessão de crédito, em volume e abrangência. A carteira de crédito para MPEs superou a marca de 103 bilhões de reais, um crescimento de mais de 20%, se comparado a 2022. Isso tudo dentro do guidance estabelecido e mantendo os índices de inadimplência entre os menores patamares do mercado.

“Foram aproximadamente 4 milhões de empregos mantidos pelas 800 mil micros, pequenas e médias empresas que possuem crédito no BB. 97 bilhões de reais liberados para 282 mil MPEs beneficiadas, sendo mais de 100 mil delas dirigidas por mulheres. Isso traz significado ao nosso trabalho, nos enche de orgulho e reforça, todos os dias, nossa energia para contribuir ainda mais para o acesso da população ao crédito e para o desenvolvimento econômico e social em todo o país”, finaliza Tarciana.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil democratiza acesso a investimentos em nova campanha

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O Banco do Brasil lançou na noite do dia 22 de abril uma campanha para democratizar as conversas em torno de investimentos, uma vez que todos os clientes, independentemente do tipo de relação com o BB, têm acesso à assessoria e apoio para investimentos.

“Agora, conseguimos mostrar que nossas soluções mais sofisticadas também estão disponíveis para todos, como alerta de oportunidades para investimento em bolsa, modelos de inteligência analítica para construção de portfólios, isenção de taxa de corretagem e conteúdos exclusivos, entre outros. Queremos deixar para os investidores a mensagem de que o BB também pode ser a sua plataforma para investir, para todos os perfis e apetites a risco”, destaca Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil.

“A nova campanha aborda, de forma leve, divertida e colorida, que quando o assunto é investimento, todo mundo tem um perfil, mas o BB tem opções pra todos eles. No Banco do Brasil, investir é, sim, para todo mundo”, explica Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do BB.

Na produção, o BB convida o público a cuidar dos investimentos com os especialistas, sob o conceito “No BB, todo mundo tem perfil para investir”. Por meio da diversidade de personagens, perfis e estilos de vida, a campanha apresenta as facilidades do BB na hora de investir, como assessoria especializada, simulador no App, assistente virtual no chat e sem taxa de corretagem. Tudo isso traduzido em dois filmes de 30″ e variações de 15″, além de mídia exterior, rádio e mídia digital.

“De um jeito bem-humorado, usamos um termo do universo do investimento para mostrar que todo mundo pode investir com o BB. A campanha traz perfis que representam pessoas de diferentes regiões do país”, completa Guilherme Branco, diretor de criação associado da Lew’Lara\TBWA, agência que assina a campanha.

Clique aqui e confira o filme da campanha.

Fonte: Banco do Brasil

BB quer reajuste de 57% para presidente, e salário pode chegar a R$ 117 mil

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O Banco do Brasil submeterá para apreciação de seus acionistas na próxima sexta-feira (26), em assembleia geral, um pedido de aumento salarial para a presidente Tarciana Medeiros. Se aprovada, a proposta elevará a remuneração da executiva de R$ 74.972 para R$ 117.470 -o que representa um reajuste de 56,69%.

A defasagem de salários dos membros da diretoria executiva do BB e o desequilíbrio salarial interno são citados como justificativas para a proposta feita pelo conselho de administração do banco -inicialmente divulgada pelo UOL e confirmada pela Folha.

Procurado, o BB disse que a governança do banco “veta que seus estatutários participem de instâncias decisórias da empresa que deliberem por sua própria remuneração”.

“A governança do BB garante que não exista qualquer tipo de conflito de interesses que envolvam a participação de qualquer membro da Diretoria Executiva do BB na definição de seus salários”, disse.

Conforme a proposta do conselho de administração do BB, a ideia é colocar um escalonamento de 30,25% entre a remuneração de um cargo estatutário e outro. Assim, o vice-presidente passaria a receber R$ 90.188 (ante os atuais R$ 67.105) e o diretor, R$ 69.242 (hoje é de R$ 56.873) -ampliando a diferença salarial para os cargos celetistas.

Hoje, um gerente geral em unidade estratégica -maior remuneração CLT do banco público- recebe somente R$ 3.712 mensais a menos do que um diretor. Se a proposta de aumento salarial for aprovada, essa diferença subirá para R$ 16.081.

A proposição foi apresentada em um documento assinado por Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda e presidente do conselho de administração do BB. Segundo o texto, o percentual acumulado do IPCA (índice oficial de inflação) entre 2008 e 2023 foi de 134,1%, enquanto o reajuste acumulado para os cargos de estatutários foi de 81,3% no mesmo período. “Há, portanto, uma defasagem de 52,8% entre o reajuste acumulado e a inflação medida para o período”, afirma.

O documento diz também que a proposta tem como objetivo “reestabelecer o equilíbrio salarial interno e preservar a diretriz da justa remuneração dos administradores estatutários frente às responsabilidades dos cargos assumidos no banco.”

“Além disso, cabe constar que a remuneração fixa dos diretores não foi reajustada entre 2016 e 2022, enquanto a remuneração fixa de todo o funcionalismo do BB, inclusive dos gerentes gerais em unidades estratégicas, foi atualizada conforme estabelecido nos acordos coletivos de trabalho para a categoria, ocasionando em um cenário de desequilíbrio remuneratório entre a maior remuneração de empregado celetista do BB e a dos administradores estatutários”, acrescenta.

De acordo com um interlocutor ligado ao banco público, gestões anteriores já haviam encaminhado propostas para reajuste salarial dos administradores estatutários com base nas mesmas premissas.
Em 2022, por exemplo, a cúpula do BB tentou reajustar o salário do então presidente Fausto Ribeiro. A proposta, contudo, foi rejeitada na assembleia geral dos acionistas.

O desempenho da instituição em 2023 foi outro argumento utilizado por Durigan no encaminhamento do pedido. “Outro motivador do reajuste ora proposto diz respeito ao desempenho do banco em 2023, quando ocupou uma posição de destaque frente a seus principais concorrentes, com um lucro líquido ajustado de R$ 35,6 bilhões e um RSPL [retorno sobre patrimônio líquido] de 21,6%, o melhor entre os bancos nacionais”, diz.

“Tanto que, em #Pública 2023, as ações do BB tiveram uma valorização de 76%, o melhor desempenho dos últimos cinco anos e a maior elevação do ano entre as empresas listadas do segmento financeiro que integram o Ibovespa (bancos, seguros e demais)”, complementa.

Na assembleia, será discutida a fixação do montante global para pagamento de salários e benefícios dos membros da diretoria executiva e do conselho de administração do BB em até R$ 94.478.387 no período de abril de 2024 a março de 2025.

Fonte: Jornal do Comércio

Teto de benefícios protege a Previ se BB aumentar salários de executivos

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O teto de benefícios que vigora no Plano 1 da Previ foi aprovado na Diretoria em 2019, tramitou pelo Banco do Brasil e pelos órgãos de controle e passou a valer em 2021. Com essa regra no regulamento, as reservas garantidoras estão protegidas de eventuais mudanças bruscas no modelo de remuneração do banco, como a que estará em discussão na próxima AGO (Assembleia Geral Ordinária).

Na Assembleia, acionistas do BB com direito a voto decidirão sobre o aumento de salários dos executivos do banco. Qualquer que seja a decisão, a Previ está blindada graças à previsão regulamentar do teto de benefícios.

Antes, em 2010 e 2016, a proposta tramitou pela governança da Previ, mas sem sucesso. Durante anos, os representantes eleitos, que apoiam a “Chapa 1- Previ para os Associados” defenderam esta bandeira, mas enfrentavam a má vontade do BB e de grupos que desejavam manter o risco no plano para atacar a gestão dos eleitos.

O assunto da criação de um teto de benefícios ganhou relevância para os associados quando, em 2008, por determinação do Banco Central, as empresas financeiras precisaram alterar a forma de remuneração de seus executivos. No caso do Banco do Brasil, eles deixaram de ter o Plano de Cargos e Salários (PCS) como referência salarial e passaram a ter um “pacote de valores” que é aprovado, anualmente, na assembleia dos acionistas.

A implantação de um teto de benefícios mitiga o risco de alterações na remuneração, trazendo previsibilidade e estabilidade para o Plano 1. Já o Previ Futuro não sofre esse risco, pois os benefícios serão calculados a partir da reserva de poupança que os associados acumularem ao longo de sua vida laboral.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte

Centro Cultural BB Brasília anuncia ação “Vem pro CCBB”

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A partir deste mês, uma van gratuita estará disponível para transportar visitantes diretamente ao CCBB Brasília, facilitando o acesso a toda a programação cultural e artística. Das 12h às 21h, de terça a domingo, de hora em hora, a van “Vem pro CCBB” fará o trajeto da parada de ônibus que fica em frente à Biblioteca Nacional até o CCBB Brasília e vice-versa, sem paradas ao longo do percurso.

Para usar a van, qualquer pessoa pode retirar o ingresso “Vem pro CCBB”, no site bb܂com܂br/cultura, na bilheteria física do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. O ingresso é válido para um horário no dia escolhido. Crianças de colo não precisam de ingresso, mas crianças a partir de 03 anos devem retirar ingresso, e até 12 anos, somente é permitida a viagem acompanhada dos pais e/ou responsáveis. Para pessoas com deficiência, há espaço reservado.

O transporte gratuito desempenha um papel muito importante na acessibilidade cultural, especialmente indo além do atendimento regular em relação ao transporte coletivo. Assim, o CCBB Brasília realiza hoje (23/04), a viagem inaugural da ação “Vem pro CCBB” que visa oferecer não somente transporte sem custo como mais um meio de transporte e facilitar o acesso físico ao espaço cultural, mas também para promover a inclusão social e a democratização da cultura. Isso favorece, sob o viés da logística, que indivíduos de diferentes origens socioeconômicas possam desfrutar das exposições artísticas, performances e atividades educativas. Além disso, a iniciativa de transporte gratuito pode aumentar a frequência de visitantes, enriquecendo a troca cultural e o diálogo entre o público e as obras.

“O “Vem pro CCBB” é uma ação para transportar, gratuitamente, visitantes de um ponto estratégico e de grande fluxo de pessoas até o CCBB Brasília, e é uma medida que reforça o compromisso da instituição com a acessibilidade e a experiência cultural dos visitantes. Iniciativas como essa são fundamentais para construir uma sociedade mais inclusiva e consciente da importância da cultura na vida cotidiana”, ressalta André Giancotti, gerente geral do CCBB Brasília.

Esta ação também incentiva o turismo cultural na capital, além de proporcionar que as pessoas possam desfrutar da programação cultural do CCBB Brasília com mais conforto e segurança.

“Vem pro CCBB” é mais do que uma facilidade de transporte; é uma ponte para a inclusão cultural, permitindo que a arte e a cultura sejam experiências acessadas e compartilhadas por todos.

Fonte: Banco do Brasil

Bancos devem investir R$ 47,4 bilhões em tecnologia no Brasil

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Em um movimento de mudança no setor de inovação e digitalização, os bancos brasileiros projetaram um investimento de R$ 47,4 bilhões em tecnologia para 2024.

O montante, divulgado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em sua Pesquisa de Tecnologia Bancária 2024, representa um aumento de 21% em relação aos R$ 39 bilhões investidos em 2023 e mais do que o dobro do valor aplicado em 2015 (R$ 19,1 bilhões).

A pesquisa, realizada pela Deloitte, aponta também que a segurança cibernética será a principal área de foco dos investimentos, com 100% dos bancos entrevistados destinando recursos para fortalecer sua infraestrutura e implementar ferramentas especializadas na detecção e resposta a ameaças.

“A indústria brasileira é protagonista do que há de mais inovador em tecnologia bancária e os investimentos feitos pelos bancos ao longo dos anos comprovam o empenho que as instituições têm em trazer anualmente novidades, experiência personalizada para os nossos clientes e 100% de segurança nas operações financeiras do dia a dia”, explica Rodrigo Mulinari, diretor responsável pela Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária.

A experiência do cliente também se destaca como prioridade, com 83% das instituições financeiras planejando investir em soluções que visam aprimorar a jornada do cliente, como chatbots, inteligência artificial e personalização de produtos e serviços.

A busca por inovações tecnológicas também ganha força, com 71% dos bancos sinalizando investimentos em áreas como cloud computing, inteligência artificial, blockchain e computação quântica. Além disso, a moeda digital do Banco Central, o Drex, surge como um tema de interesse para o setor, com 56% dos entrevistados prevendo iniciativas relacionadas à nova tecnologia.

“A pandemia acelerou o processo de digitalização da tecnologia bancária, juntamente com o nascimento do Pix, a implementação do Open Finance e, no momento, a chegada do Drex, resultando em uma maior oferta de produtos e serviços para nosso cliente. Tudo isto reflete nestas prioridades dos bancos para explorar novos formatos de atendimento e busca por excelência operacional”, reforça Mulinari.

Fonte: E-Investidor

Sete em cada dez bancos brasileiros adotam biometria facial

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Sete em cada dez bancos brasileiros (75%) utilizam atualmente a biometria facial na identificação de seus clientes. O dado está na primeira fase da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2024, realizada pela Deloitte Consultoria.

Ao todo, 24 bancos responderam os questionários elaborados e aplicados entre novembro de 2023 e março deste ano. As instituições que participaram da amostragem correspondem a 81% das que atuam no país. Além disso, 27 executivos do segmento concederam entrevistas à equipe da Deloitte.

Após concluir o levantamento, a organização destacou o reconhecimento facial como uma das tecnologias mais adotadas pelas instituições financeiras no país. O chatbot, que simula um bate-papo com os correntistas, geralmente com o objetivo de esclarecer dúvidas e orientá-los, existe quase na mesma proporção da biometria, 71%.

Em seguida, aparecem na lista a RPA (67%), tecnologia que automatiza processos repetitivos, facilitando aqueles que são feitos de modo massivo; a Inteligência Artificial (IA) Generativa (54%), capaz de criar conteúdos e códigos a partir de um repertório já existente e que é um recurso amplamente usado para melhorar a relação com os clientes no atendimento; e a Inteligência Cognitiva (25%), que imita o comportamento e o raciocínio humanos para solucionar questões. A pesquisa indica ainda que a IA já foi incorporada por mais da metade (54%) dos bancos.

Os representantes das instituições financeiras declararam que pretendem priorizar medidas de experiência do cliente (83%), inovações tecnológicas (71%), personalização de produtos e serviços (63%), segurança e privacidade de ponta (58%), responsabilidade social e sustentabilidade (54%), além de ofertas integradas de ecossistema (54%). De maneira unânime, os bancos entendem que a segurança cibernética é aspecto que merece atenção.

Em 2023, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) fez pelo menos três alertas quanto ao uso de reconhecimento facial, em situações diferentes: no transporte público, por planos de saúde e em condomínios. O que questiona é o limite, muitas vezes ultrapassado pelas empresas, frente à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e à legislação que concerne aos direitos dos consumidores. No caso do transporte público, o Idec descobriu que a empresa que prestava o serviço usou dados biométricos dos passageiros para fazer publicidade, por exemplo.

Como driblar a biometria facial

Em entrevista concedida à Agência Brasil, o advogado do Programa de Telecomunicações e Direitos Digitais, do Idec, Lucas Marcon, explicou que, pelos termos da LGPD, os bancos precisam permitir que o cliente escolha qual medida de segurança prefere. Isso inclui, portanto, oferecer caminhos menos invasivos do que a biometria.

“Porque outra grande preocupação que existe com a biometria, embora seja um mecanismo de segurança, é com a segurança do armazenamento desses dados. Isso pode, depois, levar a um vazamento de dados? Eles podem ser compartilhados com outras empresas? O risco de vazamento, especialmente, é algo que traz bastante preocupação, porque, se o dado biométrico de uma pessoa for vazado, em todo lugar em que ela tiver cadastro biométrico estará vulnerável”, afirmou.

Para Marcon, o ideal é que os clientes solicitem, por escrito, uma opção distinta da biometria facial. “A pessoa não pode ser obrigada a fornecer um dado que não é essencial para a prestação daquele serviço. Por mais que os bancos entendam que é um mecanismo de segurança, há vulnerabilidades e a pessoa deveria poder escolher”.

Ele lembrou que, na prática, nem todos os bancos têm seguido o que determina a lei. “Alguns bancos permitem que se use meio diferente e outros são irredutíveis. Nessa situação, o que a gente tem orientado aos consumidores, como segundo passo -, mas que, infelizmente, às vezes, não resolve -, pensando nessa linha mais coletiva, é registrar uma reclamação pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). E por quê? Porque, embora a ANPD tenha limitações para resolver demandas do ponto de vista individual, consta em sua agenda regulatória que deverá, no final deste ano ou no começo do ano que vem, soltar regulamentações sobre o uso de biometria. Então, é interessante que o máximo de clientes faça reclamação, para que o órgão tenha uma base de dados grande e veja que esse é um problema que a sociedade está enfrentando, que o uso de biometria está indiscriminado”, defende o advogado do Idec.

Fonte: Agência Brasil

Vem aí o 5º Reencontro de Funcionários e Aposentados do BB em Santos

Publicado em: 19/04/2024

Pouco mais de seis meses após a última edição, acontece no dia 24 de maio, na AABB de Santos, no litoral de São Paulo, a partir das 17 horas, o 5º Reencontro dos Funcionários da Ativa, Aposentados e Ex-Funcionários do BB. O convite custa R$ 30,00 e inclui bebidas e salgadinhos.

O evento, como sempre, é uma iniciativa de funcionários da região. As inscrições estão abertas até o dia 20 de maio. O pagamento poderá ser feito diretamente no caixa da AABB ou por transferência bancária para a conta corrente 111551-0, agência 3146-1. O CNPJ é o 58.226.986/0001-00. A comissão organizadora pede para que seja enviado o comprovante de transferência pelo WhatsApp (13) 3289-4334

Mais informações também pelo telefone acima. A AABB de Santos fica na Avenida Ana Costa, 442, no bairro do Gonzaga.

Fonte: AGEBB

Evolução da tecnologia cada vez mais deve focar nos clientes, diz presidente do BB

Publicado em: 18/04/2024

A maior competitividade nos serviços bancários vista na ultima década no Brasil não gerou muros entre as instituições, mas sim pontes para a complementariedade de tecnologia para atender a um país com necessidades diversas. Essa é uma das avaliações feitas durante o Web Summit Rio, evento global de inovação que acontece na capital fluminense.

Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, vê que o papel dos bancos tradicionais no cenário de inovação brasileira é de complementaridade e de presença, assim como é o papel de todas as instituições.

“O BB adota a posição de entregar soluções que dialoguem com as necessidades daquele município. Estamos em 93% das cidades e, depois da pandemia, fomos entendendo que precisávamos de soluções que colocassem o banco dentro do Whatsapp. Mas também precisávamos entregar o físico na mesma medida que o cliente precisa”, pontuou.

Glauber Mota, executivo à frente da fintech Revolut no Brasil, concorda que o trabalho das instituições incumbentes e dos novos bancos digitais é de promover a inclusão financeira tanto para quem não tem acesso à internet quanto para quem busca mais rapidez e menores custos em suas transações.

Na visão dos painelistas do evento, a principalidade (ou seja, a instituição financeira priorizada pelo cliente) é construída e se mantém com a agilidade e capacidade da instituição de resolver as demandas do cliente.

Por isso, na visão de Mota, as instituições focadas no digital ainda têm o desafio de escalar soluções que estejam em um só lugar para uso do cliente.

“Com a evolução do banking, a questão que se coloca é, cada vez mais, como o cliente consegue resolver os problemas e cada vez menos de onde ele faz isso. Hoje, na média, são necessários cinco aplicativos para transacionar todas as demandas. Então não se trata só de agilidade, mas de se pensar uma maneira diferente de implementação unificada de estratégias”.

De olho nas experiências mais eficientes dos usuários, o Banco do Brasil diz ter ampliado os investimentos em inteligência artificial e inteligência analítica embarcada nos serviços. Além disso, no mês passado, o BB lançou sua primeira agência “fisical”, que leva para agência de rua todas as soluções digitais.

“A necessidade básica que todo cliente tem é pagar, receber e guardar dinheiro. Na medida que o relacionamento evolui, a necessidade de soluções complexas surge. Inovação que não é focada nas pessoas e não é construída por olhares diversos não compete para agregar peso na briga pela principalidade. Por isso, também, é importante haver diversidade de olhares na construção dos produtos e serviços”, defendeu.

Fonte: Valor Investe

“Nossa principal fortaleza é a rede física”, diz presidente do Banco do Brasil

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A rede física de agências, presente em 93% dos municípios brasileiros, é uma das principais vantagens competitivas do Banco do Brasil, afirmou a sua presidente, Tarciana Medeiros, durante apresentação no Web Summit Rio, nesta terça-feira, 16, no Rio de Janeiro.

“Em um país com dimensões continentais, estar presente nas diversas comunidades e entregando soluções que conversam com a realidade de cada município é um papel importante que bancos tradicionais exercem”, comentou a executiva. “Houve um processo rápido de digitalização dos bancos depois da pandemia. Mas conforme o tempo passou, entendemos que nossa principal fortaleza é a rede física”, acrescentou.

Isso não quer dizer que o Banco do Brasil abra mão das plataformas digitais. A empresa tem hoje 30 milhões de usuários ativos diários em seus canais digitais. “Temos um banco dentro do WhatsApp e um dos aplicativos bancários mais bem avaliados nas lojas de apps. Entendemos que precisamos entregar o físico e o digital na medida exata. Temos que entregar um banco para cada cliente”, disse Medeiros.

Vale destacar que recentemente o Banco do Brasil lançou sua primeira agência “phygital”, chamada Ponto BB Online, localizada no Recife, em Pernambuco. Sua proposta é levar para o físico o que o banco tem de melhor no digital, como Livelo, Shopping BB etc.

Hoje o Banco do Brasil tem 82 milhões de clientes, dos quais cerca de 15 milhões vieram ao longo dos últimos três anos.

Fonte: Invest Talk