Maurício Itagyba assume como novo gerente geral do Banco do Brasil Nova York

Publicado em: 05/02/2026

O Banco do Brasil indicou Maurício Itagyba como o novo gerente geral para a sua operação em Nova York (EUA) e a posse do executivo na unidade ocorreu na terça-feira, 3 de fevereiro. Itagyba é formado em ciências econômicas pela FAAP, com MBA em Global Finance & Banking pela King’s College London e MBA em Finanças pela PUC-Rio; e possui ainda especializações nas áreas de Marketing (Cásper Líbero), Finanças (USP) e Gestão e Negócios (FGV).

Ele atua há 32 anos no BB, com mais de duas décadas e meia de experiência no segmento empresarial. Nas suas mais recentes funções, esteve à frente do BB Londres por sete anos, respondendo pela Tesouraria Regional da Europa, Compliance e Risco, Sindicalizações, Trade Finance e foi conselheiro da Association of Foreign Banks in UK (AFB), da Brazilian Chamber of Commerce e da BB Securities Londres. Desde 2022 atuava como superintendente Corporate no Brasil, liderando os negócios com grandes empresas nas regiões Sul e Centro-Oeste.

A posição do BB em Nova York estava vaga desde a nomeação de Mario Fujii para a presidência do BB Americas, no fim de agosto de 2025.

Fonte: Banco do Brasil

Mudanças no BB geram insegurança; dirigentes cobram garantias para funcionários

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A movimentação anunciada pelo Banco do Brasil na sua rede de atendimento está causando muitas dúvidas e insegurança em funcionários lotados na base de atuação do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.

Na gerência de investimentos (Geinv), em todos os prefixos houve redução de vagas dos gerentes de relacionamento. Mesmo com a garantia do banco de que todos os comissionados terão seus salários mantidos em vagas no mesmo município, a maioria dos funcionários da dependência terá de optar entre ter redução salarial ou procurar outro local com vaga disponível.

“A promessa de resolver problemas na rede de atendimento está trazendo mal estar entre os funcionários da Geinv, que estão apreensivos porque não conseguirão manter o salário no mesmo prefixo e terão ou de se deslocar para outras agências ou aceitar a redução salarial para permanecer no mesmo prefixo”, destaca Leonardo Imbiriba Diniz, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e bancário do BB.

Queremos garantias

O Sindicato acompanha também a transferência dos agentes comerciais para agências com claros, uma das mudanças prometidas pela reestruturação.

Também cobra do banco medidas para atenuar os impactos dessa movimentação durante o processo de realocação e adaptação, que poderá ser radical em alguns casos. Após outra cobrança, banco já se comprometeu com a questão da preparação para capacitações, cursos e certificações.

“Essa movimentação trouxe oportunidades em alguns casos, mas algumas questões seguem preocupando o movimento sindical. Nosso compromisso é acompanhar e garantir que o processo seja concluído com a melhor alocação possível para todos os funcionários. Algo que também nos preocupa é a quantidade de claros e o eventual prejuízo do atendimento nas regiões mais distantes e periféricas, por isso é fundamental que, além dessas movimentações, o banco realize concurso para preencher essas vagas e cumprir seu papel social”, enfatiza Antonio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

A movimentação

O Banco do Brasil anunciou uma série de mudanças na sua rede de atendimento que prevê a criação de mais de 1.100 novas funções comissionadas, com foco no fortalecimento do atendimento consultivo e especializado aos clientes.

Novas oportunidades e reforço na rede

De acordo com o BB, serão criadas mais de 1.100 funções comissionadas em localidades estratégicas e em segmentos com alto potencial de crescimento.

Entre as mudanças está o acionamento de Especialistas em Atendimento e Negócios em cerca de 700 Lojas BB que não contam com gerência média, a fim de garantir que 100% das unidades passem a ter ao menos dois comissionados.

Além disso, 15 unidades de negócios serão transformadas em rede especializada, com abertura de novos pontos estratégicos e movimentação de equipes para melhor atender demandas futuras.

As principais áreas que receberão reforço de pessoal incluem:

  • Gestão do cliente investidor (PF, PJ, High Estilo e Geinv);
  • Private Investidor e Megaprodutor;
  • Expansão de Carteiras Agro e Agro Assistido;
  • Carteira Digital Setor Público;
  • Agência Digital PJ;
  • Gerag e Gcash Atacado.

Movimentações e cuidados com os funcionários

O banco informou que as movimentações considerarão o fluxo de atendimento presencial e a demanda por especialização em cada localidade. Segundo a instituição, haverá oportunidades suficientes de lateralidade ou ascensão no mesmo município para os comissionados que eventualmente fiquem em excesso em unidades com ajustes de quadro.

“No caso de cobranças excessivas ou qualquer situação atípica, o Sindicato está à disposição e deve ser acionado”, orienta Antônio.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Brasileiros já podem vender a argentinos do Banco Patagonia com o “QR Pix”

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A partir de agora, os comerciantes brasileiros já podem realizar vendas aos clientes argentinos do Banco Patagonia por meio da solução “QR Pix” no Brasil. A solução ajuda a fomentar o comércio no turismo brasileiro, já que a funcionalidade para os clientes do Banco Patagonia tem como objetivo oferecer uma experiência de pagamento rápida e segura para quem viaja ao Brasil.

“Ao habilitar pagamentos com a solução ‘QR Pix’ diretamente no app do Banco Patagonia, o conglomerado Banco do Brasil dá um passo concreto para integrar Brasil e Argentina, oferecendo ao turista argentino uma experiência 100% digital, rápida e segura, sem fricção e sem baixar outros aplicativos, que impulsiona o comércio e o turismo brasileiro”, afirma Felipe Prince, conselheiro de administração do Banco Patagonia e vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Risco do Banco do Brasil. De acordo com ele, este primeiro passo promove a interação ágil de pagamentos de argentinos no Brasil, mas em poucos dias uma outra solução também será lançada para promover pagamentos via Pix por clientes do BB que estejam viajando para a Argentina.

A solução permite que clientes argentinos paguem compras no Brasil usando QR Pix diretamente pelo app do Banco Patagonia, sem baixar outros aplicativos ou lidar com câmbio em espécie. O comerciante apenas apresenta seu QR Code Pix, e o cliente realiza o pagamento pelo aplicativo. Embora a operação envolva uma transação financeira complexa — que converte a compra para dólares e debita da conta do cliente na Argentina, enquanto o comerciante brasileiro recebe imediatamente via Pix — toda a experiência entre comprador e vendedor é simples e familiar, como já ocorre com o Pix no Brasil.

A iniciativa reforça a relevância do mercado argentino no fluxo regional de turismo, comércio e investimentos, além de fortalecer a integração prática entre os dois países por meio de soluções financeiras que facilitam transações do dia a dia. Ao ampliar o acesso a meios de pagamento digitais em viagens internacionais, o Banco do Brasil e o Banco Patagonia contribuem para um ambiente de negócios mais fluido e eficiente para empresas e consumidores.

A solução está alinhada à estratégia de atuação internacional do Banco do Brasil, que busca estar presente nos principais centros financeiros e onde seus clientes desenvolvem negócios. Presente no exterior há 84 anos, atualmente, o BB está em 88 países, por meio de rede própria e de correspondentes bancários, o que garante capilaridade global e apoio a clientes em diferentes regiões do mundo. Essa presença tem como objetivo apoiar o crescimento das empresas por meio de operações internacionais e soluções completas, reforçando o compromisso do Banco com inovação, competitividade e internacionalização.

A atuação internacional do BB é orientada por estar ao lado dos clientes onde quer que estejam, oferecendo soluções que apoiem suas operações e estratégias de crescimento. O Banco trabalha continuamente para fortalecer sua presença global, atender brasileiros no exterior e estreitar o relacionamento com parceiros e investidores, contribuindo para o desenvolvimento econômico do Brasil.

Scott Linhares, gerente executivo de Negócios Digitais do Banco Patagonia, afirma que “com esta novidade, o Banco Patagonia facilita ao turista argentino uma viagem ao Brasil sem preocupações. É uma funcionalidade intuitiva, segura e que garante uma experiência digital única para cada um dos nossos clientes”.

Como o brasileiro pode fazer?

  1. Apresentar o QR Code de pagamento tradicional via Pix ao cliente argentino do Banco Patagonia
  2. Pronto! Só isso mesmo, bem rápido e fácil.

E como o cliente argentino do Banco Patagonia faz?

  1. Abre o app do Banco Patagonia.
  2. Seleciona “Pagar com QR” e escaneia o código QR Pix do estabelecimento
  3. Escolhe pagar com a sua conta poupança em dólares
  4. Pronto!

Sobre o Banco Patagonia

O Banco Patagonia S.A. é um banco comercial sediado em Buenos Aires, Argentina, e que faz parte do conglomerado Banco do Brasil. O BB, presente na Argentina desde 1960, entrou no capital do Patagonia em 2011 — hoje tem uma fatia de quase 80%. O banco argentino tem aproximadamente 3 mil colaboradores e 200 agências distribuídas em todo o país. Atua no varejo, atacado e com o setor público, agronegócios, pequenas e médias empresas, entre outros setores.

Fonte: Banco do Brasil

Previ Futuro alcança marco histórico de R$ 40 bilhões em ativos

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O Previ Futuro, um dos maiores planos de previdência complementar do Brasil, alcançou, em 2025, o marco histórico de R$ 40 bilhões em ativos, consolidando sua trajetória de crescimento e solidez. O resultado reflete um ano especialmente positivo para o plano, com rentabilidade favorável em todos os perfis de investimento, que superaram o índice de referência e registraram ganho real acima da inflação.

Ao longo de 2025 os perfis do Previ Futuro apresentaram bom desempenho, com destaque para aqueles com horizonte de longo prazo e maior exposição a ativos de risco, que superaram 20% de rentabilidade no ano. Em um cenário marcado por volatilidade ao longo de alguns meses, todos os perfis encerraram dezembro com resultados positivos.

Os bons resultados estão diretamente ligados tanto à forte valorização da bolsa brasileira e ao desempenho dos investimentos atrelados à Selic, em 2025, quanto às mudanças estruturantes na gestão dos investimentos, como o Projeto Cotas, que trouxe maior diversificação, controle de riscos e eficiência na composição dos portfólios.

Projeto Cotas reestruturou a gestão de investimentos dos perfis do Previ Futuro, que passaram a adotar uma estrutura de fundos exclusivos, cada um com uma estratégia específica. Ao todo, são 20 alternativas de alocação que permitem buscar a otimização do portfólio de cada perfil, de acordo com o nível de risco definido na política de investimentos.

Resultados sólidos também no Plano 1 e no Previ Família

Além do desempenho histórico do Previ Futuro, os outros planos da Entidade também apresentaram resultados expressivos em 2025.

O Plano 1 registrou rentabilidade de aproximadamente 16,7% no ano, superando a meta atuarial e revertendo o cenário mais desafiador observado em 2024. A estratégia de longo prazo, com foco na imunização do passivo e na alocação em títulos públicos indexados à inflação, contribuiu para o fortalecimento do equilíbrio atuarial e para a formação de um superávit.

Já o Previ Família também teve um ano bastante positivo, com todos os seus perfis de investimento apresentando rentabilidade acima do CDI, reforçando o plano como uma alternativa sólida de previdência complementar para familiares de associados e para quem busca diversificação de investimentos.

Transparência e acompanhamento dos resultados

Para apoiar os participantes no acompanhamento do desempenho de seus planos e na tomada de decisões, a Previ disponibiliza diversas ferramentas de transparência:

  • Papo Previ – MesaCast mensal no YouTube, no qual especialistas da Casa detalham os resultados dos planos, o cenário econômico e as estratégias de investimento. O episódio 6, sobre o fechamento de 2025, conta com a participação do diretor de Investimentos, Claudio Gonçalves, da diretora de Planejamento, Paula Goto, e traz uma análise completa do Previ Futuro, do Plano 1 e do Previ Família.
  • Carta do Gestor – Publicação mensal que apresenta, de forma clara, a análise da rentabilidade dos perfis de investimento, o cenário macroeconômico e as decisões estratégicas adotadas pela gestão. O documento está disponível no menu Transparência do site da Previ.
  • Desempenho dos Planos – Ferramenta disponível no menu Transparência do site da Previ, onde os associados podem consultar rentabilidades, comparativos e informações atualizadas sobre cada plano e perfil de investimento.

Crescimento com foco no longo prazo

O alcance dos R$ 40 bilhões em ativos do Previ Futuro representa mais do que um número expressivo: é o reflexo de uma gestão orientada para o longo prazo, com disciplina, diversificação e foco na segurança dos participantes.

Em um ano marcado por resultados consistentes em todos os planos, a Previ reforça seu compromisso com a solidez, a transparência e a construção de um futuro previdenciário cada vez mais seguro para seus associados.

Fonte: Previ

Três chapas se inscreveram para disputar as eleições Cassi 2026, em março

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Três chapas se inscreveram para disputar a eleição que escolherá o futuro diretor de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi e parte do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal. O prazo para inscrição das chapas terminou às 18h desta segunda-feira 26 e a eleição será realizada entre os dias 13 e 23 de março. O mandato dos eleitos vai de 1º de junho de 2026 a 31 de maio de 2030.

O direito de eleger a metade da Diretoria Executiva e os conselhos Deliberativo e Fiscal é uma das grandes conquistas do funcionalismo do Banco do Brasil, uma vez que permite a participação direta dos associados, os verdadeiros donos da Cassi, na gestão e na fiscalização da entidade. Isso garante transparência em todas as instâncias de decisão, mais democracia e defesa dos interesses dos associados na tomada de decisões.

A Cassi é a única entidade de todo o sistema de autogestão em saúde onde os associados conquistaram esse direito.

A divulgação das chapas aptas à homologação ocorrerá até o dia 28 de janeiro, após a análise dos documentos apresentados e saneamento de eventuais irregularidades. A partir da divulgação das chapas aptas à homologação, ficará aberto o prazo para apresentação de pedido de impugnação de chapa e/ou candidato, conforme Cronograma das Eleições Cassi 2026.

Confira a composição das três chapas inscritas:

▪ Para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo

▪ Para o Conselho Fiscal

Fonte: Associados Cassi

CASSI amplia rede no interior do país em parceria com Unimed

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A CASSI firmou parceria inédita com a Unimed Nacional para ampliar a oferta de rede em cerca de 340 municípios do interior dos 26 estados. Desde o dia 2 de fevereiro, aproximadamente 20 mil participantes CASSI passaram a contar com profissionais e serviços de saúde locais da rede Unimed.

Esta iniciativa se soma às ações de expansão rede de prestadores CASSI iniciada no último ano e que resultou na ampliação de aproximadamente 5 mil especialidades, por meio de mais de 1,8 mil credenciamentos. “Como reforço, para complementar a rede em algumas praças com dificuldade de credenciamento, optamos por contratar a Unimed”, diz o diretor de Planos de saúde e Relacionamento com Clientes, Alberto Júnior. A opção pela cooperativa de médicos está relacionada à maior disponibilidade de rede nos municípios onde o credenciamento não foi possível, explica.

Para enxergar onde havia maior carência de rede e que tipo de especialidade ou serviços eram necessários, a CASSI levou em conta os pedidos de garantia de atendimento abertos pelos participantes nos últimos anos. “Foi o próprio usuário que sinalizou o que era necessário. Se havia muitas garantias de atendimento de endocrinologista em determinada região, por exemplo, fomos atrás desse profissional”, explicou o diretor, que aposta na “percepção de melhora da qualidade assistencial pelos participantes já neste ano”, como reflexo dessa parceria e de outras iniciativas previstas para 2026.

Segundo o diretor, está em andamento também uma parceria semelhante com o Saúde Caixa, dos funcionários da Caixa Federal, para mais um reforço da rede CASSI também em cidades menores. E há ainda outra solução, prevista para ser lançada em março, que levará especialidades também para locais onde há dificuldade de credenciamento. “Nosso foco é ampliar as possibilidades de atendimento aos nossos participantes no interior, pois sabemos das dificuldades nesses locais, embora a CASSI tenha uma das maiores redes do país”, completa.

Acesso à Unimed

Os beneficiados pelo convênio com a Unimed serão contatados diretamente pela CASSI, por email, com as orientações para acessar os serviços. Eles receberão carteirinha Unimed específica, válida para a sua região de abrangência, e contarão ainda com acesso a um aplicativo e a uma central telefônica específicos para suporte e orientações. O convênio é exclusivo para participantes que moram nas cidades abrangidas pela parceria e a cobertura permanece a mesma oferecida pela CASSI.

Fonte: Cassi

Fraudes em bancos digitais levaram a prejuízos na Caixa e no BB

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (4/2), uma operação contra uma quadrilha envolvida em fraudes bancárias que causaram prejuízos à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil. A ação aconteceu em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.

Segundo a PF, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência de um casal apontado como líder da associação criminosa. O mandado foi expedido pela 1ª Vara Federal de São José dos Campos.

Fraude em bancos digitais

As investigações constataram que o grupo usava documentos e artifícios fraudulentos para abrir contas em bancos digitais, que eram usadas em transferências bancárias, especialmente por meio de pagamentos de boletos emitidos a partir de múltiplas contas.

Nesse esquema, a quadrilha causou prejuízos à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil.
Além disso, a operação, chamada de German Parking, identificou fraudes envolvendo cartões pré-pagos, assim como a aquisição de imóveis, que revelou uma evolução patrimonial incompatível com os rendimentos declarados pelos investigados.

Os crimes investigados são furto mediante fraude por meio de dispositivo eletrônico ou informático e associação criminosa.

Fonte: Metrópoles

Grandes bancos brasileiros sobem a régua e miram a alta renda

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Com a Selic em 15% e a inflação ainda apertando o orçamento, os bancos estão redesenhando suas estratégias e deixando isso bem claro nos balanços. O foco migra para o cliente de alta renda visto como mais resiliente num ambiente de dinheiro caro. A leitura é simples: a baixa renda sofreu mais com juros elevados, o que aumentou a inadimplência e reduziu o apetite das instituições para ampliar limites e assumir novos riscos.

O caso do Santander ilustra bem esse movimento. Segundo análise de Bruno Andrade, da Veja Negócios, o banco lucrou 4,1 bilhões de reais no quarto trimestre, dentro do esperado, mas segue pressionado pela inadimplência, que subiu para 3,7%, puxada principalmente pela pessoa física de baixa renda. “É uma má experiência”, resumiu. A resposta estratégica é clara: reduzir o apetite de crédito nesse segmento para “limpar a carteira” e buscar clientes com maior patrimônio.

A comparação com os pares ajuda a entender a lógica. O Itaú, líder na alta renda, entrega rentabilidade acima de 20% e inadimplência perto de 2%, números que o Santander quer alcançar. O Bradesco tenta se recuperar após reestruturação, enquanto até o Nubank já anunciou foco maior na alta renda. No fim das contas, não é abandono do cliente mais pobre, mas seletividade: menos crédito para quem sente mais o juro alto e mais espaço para quem atravessa esse ciclo com fôlego.

Fonte: Veja

Debate on-line, apoiado pela AGEBB, reúne candidatos à diretoria e conselhos da Cassi

Publicado em: 29/01/2026

Os candidatos à Diretoria e aos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Cassi participam, no dia 11 de fevereiro de 2026, a partir das 16h, de um debate transmitido pelo YouTube.

O encontro é uma iniciativa do Conselho de Usuários da Cassi de São Paulo, sob a coordenação do Thiago Eloi Onofre, com apoio da AGEBB.

As três chapas inscritas no pleito já confirmaram presença, e dois candidatos à Diretoria confirmaram a participação direta no debate.

A iniciativa busca oferecer aos associados um espaço de exposição de propostas e de esclarecimento sobre temas centrais para o futuro da Cassi, contribuindo para um processo eleitoral com mais informações.

Representatividade ampliada

Além dos candidatos, os representantes dos 27 conselhos de usuários estaduais confirmaram a participação no evento.

A participação dos conselhos amplia o alcance do evento e reforça a diversidade de perspectivas sobre os desafios da gestão da saúde dos funcionários do Banco do Brasil.

Transmissão e acesso

O debate será transmitido ao vivo pelo YouTube. Para assisti-lo, basta acessar o link: https://bit.ly/4qkdk1p

Saiba quem são os candidatos aos cargos de diretor e conselheiro da Cassi: https://bit.ly/45Yi2e3

A votação ocorrerá entre os dias 13 e 23 de março de 2026, e os eleitos terão mandatos de 1º/6/2026 a 31/5/2030.

Fonte: AGEBB

BB anuncia criação de mais de 1,1 mil novas funções comissionadas e reforço no atendimento especializado

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O Banco do Brasil apresentou, nesta terça-feira (27 de janeiro), um amplo conjunto de mudanças na sua rede de atendimento, incluindo a criação de mais de 1.100 novas funções comissionadas em todo o país. O objetivo, segundo a instituição, é fortalecer o atendimento consultivo e especializado, alinhando a operação às novas demandas do mercado financeiro e ao comportamento atual dos clientes.

De acordo com o BB, as mudanças fazem parte de uma estratégia para adequar o modelo de relacionamento às transformações do setor financeiro. Embora os canais digitais já representem cerca de 94% das transações, cresce a necessidade de atendimento presencial especializado em áreas estratégicas, especialmente para clientes que demandam consultoria, orientação avançada e soluções de maior complexidade.

Após um estudo de dimensionamento nacional, o banco informou que serão criadas mais de 1.100 funções comissionadas em localidades estratégicas. Entre as principais medidas anunciadas está a atuação de Especialistas em Atendimento e Negócios em cerca de 700 Lojas BB que atualmente não possuem gerência média. Com isso, todas as unidades passarão a contar com pelo menos dois comissionados, garantindo maior consistência no atendimento.

Além disso, 15 unidades de negócios serão convertidas em rede especializada, com abertura de novos pontos estratégicos e redistribuição de equipes para atender de forma mais eficiente às demandas projetadas.

As oportunidades de reforço no quadro abrangem áreas consideradas essenciais para o crescimento do banco:

  • Gestão do cliente investidor (PF, PJ, High Estilo e Geinv);
  • Private Investidor e Megaprodutor;
  • Expansão de Carteiras Agro e Agro Assistido;
  • Carteira Digital Setor Público;
  • Agência Digital PJ;
  • Gerag e Gcash Atacado.

Movimentações internas e compromisso com os trabalhadores

O Banco do Brasil afirmou que as movimentações respeitarão o fluxo de atendimento de cada região e a necessidade de especialização local. A direção garantiu que haverá oportunidades de lateralidade ou ascensão profissional dentro do próprio município para os comissionados que venham a ficar excedentes após ajustes de quadro.

Em reunião com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), os representantes do BB anunciaram que o foco seria o fortalecimento do atendimento consultivo e especializado aos clientes. Para o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., é fundamental que qualquer processo de reorganização venha acompanhado de garantias aos funcionários.

“O banco apresentou um movimento amplo, que envolve criação de funções, realocação de equipes e mudanças no modelo de atendimento. Nosso papel é acompanhar de perto para assegurar que essas transformações não gerem prejuízos aos trabalhadores, que haja oportunidades suficientes no próprio município e que os critérios sejam claros e justos”, destacou Gustavo.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Maringá e Região com Contraf-CUT

Banco do Brasil define data do balanço do quarto trimestre de 2025 e entra em silêncio

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O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou o calendário oficial de publicação do balanço do quarto trimestre de 2025.Segundo comunicado à CVM, os números serão apresentados em 11 de fevereiro, após o fechamento do mercado.

O banco informou que a live com executivos ocorrerá no dia 12 de fevereiro, às 9h. Além disso, o evento detalhará os resultados financeiros e operacionais do período. Assim, investidores poderão acompanhar guidance, margens e indicadores-chave.

O Banco do Brasil destacou que entrará em período de silêncio a partir de 27 de janeiro. Esse intervalo seguirá até a divulgação oficial do balanço, em 11 de fevereiro. Segundo a instituição, a medida reforça boas práticas de governança corporativa.

A companhia afirmou que o quiet period busca garantir equidade no acesso às informações. Além disso, o banco segue padrões exigidos pelo mercado de capitais. Portanto, não haverá comentários sobre desempenho até a data oficial.

Fonte: Guia do Investidor

BB afasta cenário de crise para o agronegócio; desafios são pontuais

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O Banco do Brasil (BBAS3) descartou a avaliação de que o agronegócio vive um momento de crise e afirmou que o setor enfrenta, na verdade, desafios pontuais.

Segundo o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do banco, Gilson Alceu Bittencourt, há produtores que passaram por dificuldades de fluxo de caixa. A situação é influenciada pela Selic mais elevada, prorrogações de custeio, condições climáticas adversas, problemas de preços e, principalmente, falhas de gestão.

“Quando você olha o agro como um todo, não vê uma crise. Os problemas estão concentrados nos grandes produtores, em função de decisões tomadas no passado, em um momento de margens muito favoráveis. O desafio é superar essas dificuldades no médio e longo prazo. A crise não está nos pequenos e médios”, afirmou.

As declarações foram feitas durante um painel sobre grãos e infraestrutura, no segundo dia do Latin America Investment Conference, evento promovido pelo UBS, em São Paulo.

Para enfrentar os problemas de liquidez, o Banco do Brasil tem atuado de forma intensa na renegociação de dívidas por meio da Medida Provisória (MP) 1.304.

“Com a MP, trouxemos uma solução para os produtores que realmente tiveram problemas de fluxo de caixa. Vale destacar que a grande maioria não precisou recorrer à renegociação, mesmo com a Selic mais elevada”, disse Bittencourt.

No médio e longo prazo, o vice-presidente mantém uma visão positiva para o agronegócio, sustentada por três pilares: o aumento estrutural da demanda global por alimentos, proteínas e energia; a crescente exigência por sustentabilidade; e a vantagem competitiva do Brasil na produção sustentável.

Fonte: Money Times

Com passivo de R$ 135 milhões, BB é o maior credor da Aliança Agrícola do Cerrado

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Já faz alguns trimestres que o Banco do Brasil vê a inadimplência do agro subir em seus balanços, e agora, um caso notório deu cor ao que são apenas números na instituição financeira.

Na lista com 50 credores anexada pela Aliança Agrícola do Cerrado ao pedido de tutela cautelar feito esta semana, o banco estatal lidera o ranking de passivos.

Do total de R$ 1,1 bilhão em dívidas, o BB é responsável por R$ 134,9 milhões, de acordo com o documento no qual o AgFeed teve acesso. Instituições financeiras são a grande maioria da lista, que relaciona apenas credores com valores acima de R$ 1 milhão. Bancos como Santander (passivo de R$ 95 milhões), Macquarie Bank (R$ 104 milhões), ABC (R$ 41 milhões) e Bradesco (R$ 56 milhões) estão entre elas.

Gestoras e players da Faria Lima também figuram no processo: XP e Multiplike, com R$ 80 milhões e R$ 24 milhões, respectivamente. A securitizadora Ecoagro, uma das responsáveis por expor a crise da trading de controle russo ao executar garantias logo após um calote no pagamento mensal de juros, soma R$ 110 milhões no documento.

Outros montantes expressivos ficam a cargo do Sicoob com R$ 65 milhões, Banco Industrial do Brasil, com R$ 40 milhões e Banco Pine, com R$ 38 milhões em passivos.

A lista mostra poucos players do agro, como a cooperativa LAR, a Agrícola Alvorada e a Itahum Export Comércio de Cereais. Entre armazéns, fornecedores de insumos e cooperativas, são quase R$ 140 milhões em passivos distribuídos em montantes menores, embora milionários.

O pedido de tutela cautelar da Aliança Agrícola do Cerrado, ocorrido no final desta semana, veio após semanas de silêncio da companhia com credores, investidores e parceiros comerciais. E-mails não respondidos, ligações ignoradas e até a exclusão de perfis de executivos no LinkedIn passaram a ser interpretados, nos bastidores, como o prenúncio de um processo de insolvência.

Controlada pelo grupo russo Sodrugestvo, do empresário Alexander Lutsenko, a trading desapareceu do radar do mercado no início de janeiro, pouco antes do vencimento antecipado de dívidas e da execução de garantias.

A empresa então protocolou um pedido de tutela de urgência cautelar na Justiça de São Paulo para suspender o pagamento de dívidas por 60 dias, o chamado stay period, numa tentativa de ganhar fôlego para negociar com credores, buscar novos financiamentos ou avaliar alternativas como parcerias e arrendamentos.

O pedido segue em análise, mas teve seu segredo de justiça negado pelo juíz Marco Antonio Abdallah Deotti Ibrahim. Segundo um advogado que acompanha de perto o processo, a estratégia adotada pela companhia acabou produzindo o efeito oposto ao desejado.

“Até o final do ano passado, havia comunicação permanente com credores. De repente, a empresa adotou uma estratégia de silêncio absoluto, sem responder e-mails ou ligações, provavelmente já costurando essa tutela com efeitos de recuperação”, afirmou ao AgFeed.

Fonte: AgFeed

Banco do Brasil pode lançar novo concurso neste primeiro semestre de 2026

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O concurso Banco do Brasil ainda não teve edital oficialmente confirmado, mas diversos fatores internos e institucionais reforçam a expectativa de uma nova seleção ao longo deste ano.

Apesar das movimentações, o Banco do Brasil informa que, até o momento, não há definição formal sobre a abertura do concurso. A possibilidade de publicação do edital após o Carnaval ganhou força nos bastidores, já que uma divulgação antes do período festivo poderia impactar o cronograma operacional.

Para que o certame ocorra sem a necessidade de nova licitação, o edital precisaria ser lançado ainda no primeiro semestre de 2026. A Fundação Cesgranrio segue como a principal candidata para organizar o concurso Banco do Brasil.

O contrato entre o banco e a banca foi prorrogado até dezembro, prevendo a realização de quantos concursos forem necessários durante sua vigência. Com isso, caso o edital seja publicado dentro desse prazo, não seria preciso abrir um novo processo licitatório.

Apesar dos indícios, o Banco do Brasil reafirma que não existe decisão oficial sobre a realização de um novo concurso. A instituição informou que qualquer novidade será divulgada exclusivamente por seus canais oficiais.

Déficit de pessoal reforça possibilidade de edital

Um dos principais argumentos a favor de um novo concurso é o déficit de pessoal, estimado em cerca de 8 mil vacâncias. Mesmo após as convocações do concurso de 2022, o banco ainda enfrenta necessidade de recomposição do quadro funcional.

Em setembro de 2024, foi iniciado um levantamento interno de vagas, procedimento comum que costuma anteceder a autorização de concursos públicos. O banco firmou um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que prevê remoções incentivadas até 2026.

Os funcionários puderam solicitar mudanças de função ou unidade com apoio financeiro. Esse tipo de reorganização interna geralmente ocorre antes de concursos, pois ajuda a identificar áreas com maior carência de servidores.

Outro ponto relevante é a Proposta Global, apresentada em agosto de 2024, que prevê alterações nas carreiras e ajustes salariais. O documento menciona a possibilidade de criação de até 7,2 mil vagas, especialmente na rede de negócios.

Entre as previsões estão novas funções com jornadas de seis e oito horas, além de cargos de Gerente de Relacionamento. Ainda não há definição se essas vagas seriam ofertadas em um único edital ou de forma escalonada.

Possível edital exclusivo para PcD

O Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou que o Banco do Brasil realize concurso com vagas específicas para pessoas com deficiência (PcD), após identificar que o percentual mínimo legal não foi atingido.

Caso a recomendação seja acatada, o banco pode lançar um edital exclusivo ou ampliar a reserva de vagas em futuros concursos. A maior expectativa no concurso Banco do Brasil é para o cargo de Escriturário – Agente Comercial, que exige nível médio completo.

No concurso de 2022, todos os aprovados para essa função já foram convocados, o que impede novas nomeações pelo edital vigente. Com o déficit de pessoal ainda elevado, a abertura de novo concurso para essa carreira em 2026 é considerada possível.

Já para o cargo de Agente de Tecnologia, a expectativa é menor, pois ainda existem aprovados que podem ser convocados até julho de 2026. No último edital, o salário inicial do Escriturário foi de aproximadamente R$ 3,6 mil, podendo chegar a cerca de R$ 3,9 mil após reajustes.

A jornada é de 30 horas semanais. Os benefícios incluem:

  • Participação nos lucros e resultados (PLR)
  • Auxílio-alimentação
  • Vale-transporte
  • Auxílio-creche
  • Previdência complementar
  • Plano de saúde e plano odontológico
  • Programas de capacitação e desenvolvimento profissional

Formato das provas

Caso a Cesgranrio seja mantida como banca, o concurso deve seguir o modelo de 2022, com prova objetiva e redação. Após a aprovação, os candidatos ainda passam por procedimentos admissionais e perícia médica.

As disciplinas cobradas costumam incluir:

  • Língua Portuguesa
  • Língua Inglesa
  • Matemática
  • Matemática Financeira
  • Atualidades do Mercado Financeiro
  • Conhecimentos Bancários
  • Informática
  • Vendas e Negociação

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Justiça determina reabertura de agências do Banco do Brasil no Maranhão

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A Justiça determinou que o Banco do Brasil mantenha o atendimento nas agências de São Luís (Cohatrac e Reviver), Bacabal (Teixeira Mendes), Imperatriz (Praça da Cultura) e Caxias (Volta Redonda), evitando o fechamento, suspensão ou redução dos serviços. Além disso, o banco deve garantir que os serviços ofertados nessas unidades sejam mantidos.

O Banco do Brasil também está obrigado a manter as agências em Amarante do Maranhão, Itinga do Maranhão, Lima Campos, Matões, Olho d’Água das Cunhãs, Parnarama e as unidades Alemanha e Anil em São Luís. Essas agências não podem ser transformadas em postos de atendimento. Caso já tenham sido fechadas ou transformadas, o banco deverá reabrir as unidades, com estrutura e funcionários para atender a população local.

A decisão também impôs ao banco o pagamento de R$ 54 milhões em indenização por danos morais coletivos, a ser depositado no Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos.

As determinações foram feitas pelo juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, ao julgar uma ação movida pelo Instituto Brasileiro de Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC/MA). A ação questiona o Plano de Reorganização do Banco do Brasil, anunciado em 11 de janeiro de 2021.

Segundo o IBEDEC, a medida é abusiva, pois altera unilateralmente a prestação de serviços essenciais. A ação também destaca o impacto da pandemia de Covid-19, que poderia agravar a aglomeração de pessoas e expor a população a riscos sanitários e exclusão social.

O IBEDEC ainda informou que uma pesquisa do IBGE, de 2017, apontou que o Maranhão é o estado com menor acesso à internet no país. Para a entidade, a imposição do atendimento digital à população composta por idosos, aposentados, trabalhadores rurais e pessoas com baixa familiaridade digital torna esses consumidores ainda mais vulneráveis, promovendo a exclusão financeira.

O g1 solicitou um posicionamento para a instituição financeira, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.

Fundamentos da decisão judicial

Na decisão, o juiz lembrou que a Constituição Federal de 1988 garante a livre iniciativa, mas também estabelece que a ordem econômica deve priorizar a defesa do consumidor e a função social da propriedade e da empresa. O objetivo, conforme a Constituição, é garantir uma existência digna e respeitar a justiça social.

Além disso, o fechamento de cinco agências em cidades polo e a transformação de outras sete unidades em postos de atendimento (com serviços limitados) configuram uma falha na prestação do serviço, violando o Código de Defesa do Consumidor.

Embora o Banco do Brasil tenha justificado a medida com a alta taxa de transações online (92,7%), o juiz considerou que o lucro do banco não pode se sobrepor aos custos sociais e humanos que essa mudança impõe à população, o que, segundo ele, representa uma grave lesão à dignidade humana.

Fonte: G1

Banco do Brasil vai fechar posto no Foro Trabalhista de Pelotas

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O Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região, por meio de sua diretoria, manifestou-se contrariamente ao encerramento do Posto de Atendimento Bancário (PAB) do Banco do Brasil, instalado no Foro Trabalhista de Pelotas. Em ofício enviado à direção do banco, a entidade sindical pede a reversão da medida, pois há o entendimento de que o fechamento representa um prejuízo direto ao atendimento da população e compromete o acesso a serviços essenciais ligados à atividade jurídica.

O PAB cumpre papel estratégico no atendimento a trabalhadores, advogados, servidores e usuários do Foro, especialmente para operações relacionadas ao saque de requisições de pequeno valor (RPVs), precatórios, alvarás judiciais, além do recolhimento de custas e depósitos judiciais. A retirada desse serviço do espaço físico do Foro, na visão dos sindicalistas, tende a dificultar o cotidiano de quem depende desses atendimentos, ampliando deslocamentos e burocracias.

O Sindicato também ressalta que não há agência do Banco do Brasil nas imediações do Foro Trabalhista, o que torna ainda mais frágil qualquer argumento de que o encerramento poderia ser compensado por unidades próximas. Na avaliação da entidade, trata-se de um serviço com função social relevante, que deve ser preservado em respeito ao interesse público.

A preocupação com o fechamento do PAB também foi compartilhada por outras instituições. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Subseção de Pelotas encaminhou ofício ao presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4) alertando para os impactos negativos da medida e solicitando esforços institucionais para garantir a manutenção do atendimento bancário no Foro. A assessoria de imprensa do Banco do Brasil foi contatada, mas ainda não retornou à reportagem.

Fonte: Jornal do Comércio

Populismo a ineficiência derrubam BB do ranking Top 500 das marcas mais valiosas

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Uma das empresas mais antigas e icônicas do País, o Banco do Brasil passa por crise alarmante no governo Lula (PT), deixando de ser um símbolo de estabilidade para virar alegoria de declínio. Reforça isso sua recente exclusão do ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo, da britânica Brand Finance. O que torna o declínio particularmente triste é seu caráter evitável. Com patrimônio inigualável e credibilidade histórica, o BB virou refém de um governo que mistura populismo com ineficiência.

BB em queda livre

O BB ocupava do 467º lugar no início de 2025, com marca valendo em US$ 5,2 bilhões, e um ano depois simplesmente desapareceu da lista.

Eficiência privada

Enquanto o BB cai pelas tabelas, o banco Itaú saltou vinte posições e chegou ao 254º lugar no ranking de marcas Top 500 do mundo, em 2026.

Caiu na B3 também

O BB perdeu R$13,5 bilhões em valor de mercado, em 2025. Despencou da 6º para a 11º entre as maiores empresas da B3, a bolsa brasileira.

Para não esquecer

Se nada mudar, os petistas terão acelerado o ocaso do BB. Triste lição sobre os perigos da interferência política em um gigante bicentenário.

Deputados torram R$1,7 milhão com cotão em 2026

Nem mesmo durante o recesso parlamentar os deputados dão folga para o esfolado pagador de impostos. Em pouco mais de 20 dias desde o início do ano, as excelências esbanjaram por nossa conta, sapecaram R$1.790.431,85 com o cotão parlamentar, que banca jatinhos, propaganda, carrões, seguranças e coisas de toda sorte. Sem surpresa em ano eleitoral, no ranking da gastança está a “divulgação da atividade parlamentar”, mais de R$1 milhão, ou pouco mais de 56% do total.

Rodando por aí

Nem aí para o preço da gasolina, gasto com “combustíveis” aparece em segundo lugar (17,6%), foram mais de R$315,2 mil pelo ralo.

Grampeador de ouro

Alegada manutenção de escritório aparece só em terceiro lugar na lista, com pouco mais de R$200 mil. Com aluguel de carros, outros R$169 mil.

Troféu gastador

O maior gasto, até agora, é do deputado Silas Câmara (Rep-AM), que não se constrangeu em empurrar fatura de R$45 mil em “divulgação”.

Preocupação no campo

Produtores de arroz de Santa Catarina começaram a colheita da safra 2025/2026 com preocupação. O valor da saca do grão caiu 50% no último ano, sendo comercializada abaixo de R$50.

Nada muda

O mercado financeiro espera manutenção da Selic em 15% na chamada “Super Quarta”, quando o Banco Central avalia o marcador. Foram oito economistas ouvidos pela coluna que apostam que tudo fica como está.

CPI na pauta

A próxima reunião de líderes da Câmara, prevista para quarta-feira (8), já tem ao menos um item na pauta para ser discutido: a instalação da CPI para investigar denúncia de cambalacho no Banco Master.

Pega fila

Como é o presidente da Casa que determina instalações de CPIs, Hugo Motta (Rep-PB) já deu sinais de que não tem pressa para instalar o colegiado para investigar o Master. Alega que têm pedidos mais antigos.

Pura bravata

Não passa de bravata as falas de Lula ao eleitorado cobrando o Banco Master. Pedido de CPI no Senado para investigar a denúncia de falcatrua só teve assinatura de um petista (são nove), Paulo Paim (PT-RS).

Menos pior

Na análise do pesquisador político Emanoelton Borges, CEO da Alfa Inteligência, a eleição de 2026 tende a ser definida mais pelo nível de rejeição dos candidatos do que pela força de discursos ideológicos.

Começo do fim

“O fim da Lava Jato, fruto de um amplo acordo político-institucional, enfraqueceu os mecanismos de integridade e ampliou a tolerância à corrupção no Brasil”, é a análise do ex-juiz federal Marcelo Bretas.

Não é bem assim

Defesa de Gilmar Mendes ao passar pano para a PGR, que arquivou pedido de suspeição do Dias Toffoli, rendeu nota de contextualização no X, que lembrou do passeio do ministro com advogado do investigado.

Pensando bem…

…sociedade anônima já teve outro sentido.

Fonte: Diário do Poder

Bancos públicos vão passar por auditoria para verificar práticas de venda casada

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O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu abrir uma auditoria operacional junto ao Banco Central e aos bancos públicos para inspecionar se há conformidade na concessão do crédito rural. Os ministros da corte aprovaram nesta quarta-feira, 28, o acórdão que prevê a medida. Entre os focos da auditoria, estará a verificação de vendas casada.

A lista das instituições que vão passar pelas inspeção relacionada ao crédito rural engloba:

  • Banco do Brasil;
  • Caixa Econômica Federal;
  • Banco da Amazônia (Basa);
  • Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES);
  • Banco do Nordeste (BNB).

Além de possíveis práticas abusivas, a decisão prevê análise sobre “transparência de taxas e encargos cobrados dos produtores rurais e adequação da governança e dos controles internos das instituições financeiras públicas federais na execução dessa política pública”. No Banco Central, a medida vai ser para verificar “a atuação supervisora” que a instituição tem.

No acórdão com deliberação dos ministros, não há previsão de que as instituições financeiras privadas sejam auditadas. No entanto, o voto do relator do processo, ministro Benjamin Zymler, aponta que o TCU tem competência para analisar bancos privados somente no âmbito das operações de crédito rural que envolvem recursos públicos, como os provenientes dos fundos constitucionais ou do Tesouro Nacional para fins de subsídios — Plano Safra.

O processo começou depois que a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, um requerimento que solicita ao TCU a realização da auditoria. O escopo do pedido tinha uma abrangência mais ampla, mas a Corte reduziu alguns pontos da inspeção já que alguns outros processos recentes resultaram em relatórios para esses pontos. Aspectos como verificação de desvio de finalidade do uso do crédito rural e a transparência com as subvenções econômicas já foram auditadas anteriormente.

No fim, a decisão também aponta que os resultados da auditoria, bem como as medidas que o TCU adotará posteriormente à conclusão, serão comunicados ao presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS).

Fonte: Agro Estadão

Previ mantém premissas atuariais para o fechamento de 2025 e exercício de 2026

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A partir da realização dos estudos técnicos previstos na Gestão do Risco Atuarial para o Exercício de 2025, a Previ informa que serão mantidas as premissas atuariais utilizadas atualmente, tanto no fechamento do exercício de 2025 quanto ao longo de 2026, para todos os Planos de Benefícios.

A divulgação anual dessas informações faz parte do compromisso histórico da Previ de manter participantes, assistidos, patrocinadores e órgãos reguladores plenamente informados sobre os parâmetros que norteiam os cálculos atuariais.
Por que comunicar mesmo quando as premissas não mudam?

As premissas atuariais são essenciais para estimar a evolução das obrigações futuras dos Planos e orientar decisões de longo prazo. A manutenção desses parâmetros demonstra estabilidade e segurança nos fundamentos adotados, indicando que permanecem adequados ao perfil dos participantes e assistidos.

Ao informar anualmente sobre essas premissas, a Previ reafirma seu compromisso com a governança, a transparência e o diálogo permanente com todos os públicos envolvidos. Dessa forma, reforça a confiança e a previsibilidade necessárias para a gestão dos Planos.

A tabela a seguir consolida o conjunto de premissas vigentes para os Planos de Benefícios 1 e Previ Futuro:

Fonte: Previ

Bancos entram em 2026 com foco em crédito, qualidade de ativos e despesas

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O mercado financeiro projeta uma temporada positiva para os bancos no quarto trimestre de 2025, mas com atenção voltada para o rumo de 2026. Relatório do JP Morgan aponta que as instituições devem concentrar suas mensagens em crescimento da carteira de crédito, qualidade dos ativos e evolução das despesas administrativas. O documento destaca ainda temas como evolução da folha privada, atuação do FGC e redução da rede física.

Segundo o JP Morgan, a Febraban projeta desaceleração do crédito de cerca de 9% em 2025 para aproximadamente 8% em 2026. O ano deve contar com novas rodadas de investimentos: o Banco do Brasil tende a manter aportes em tecnologia, enquanto o Bradesco acelera seu plano de transformação, que inclui ajustes na rede. O banco afirma que não está claro se 2026 será um ano de despesas acima da inflação para o Itaú.

O relatório lembra que este será o primeiro trimestre sem a divulgação mensal de balanços pelo Banco Central, que passou a adotar apenas reportes trimestrais. A mudança reduz a visibilidade dos resultados antes da temporada de balanços. Por outro lado, o quarto trimestre costuma apresentar volumes maiores, o que tende a beneficiar margem financeira e receitas de tarifas.

A inadimplência deve continuar controlada, sem sinais de deterioração relevante. Linhas como crédito pessoal e cartão mostram melhora entre 15 e 90 dias, acima da sazonalidade histórica. Mesmo assim, o JP Morgan avalia que a qualidade dos ativos será um ponto de atenção para 2026 devido ao endividamento das famílias e à Selic média elevada. O banco trata 2027 como ano mais provável para virada do ciclo de crédito diante de estímulos do governo, cortes tributários e inflação baixa esperada para 2026.

Nas despesas, o trimestre deve refletir o impacto integral do reajuste salarial de setembro, de 5,68%, além de gastos maiores com marketing em algumas instituições. “Esperamos uma boa temporada de resultados para os bancos”, afirma o relatório. Antes da divulgação dos números, o JP Morgan mostra preferência por Nubank e Itaú.

Nubank [ROXO34]: receita forte e provisões maiores

O JP Morgan avalia que o Nubank deve apresentar mais um trimestre forte em receita, com sazonalidade favorável no Brasil. O banco cita aumento do uso de limites no cartão, o que pode elevar provisões. Também aponta que o terceiro trimestre teve recuperações atípicas, que não devem se repetir. No México, dados regulatórios resumidos indicam alta de 14% no crédito e leve avanço da inadimplência, mas com baixas menores. O JP Morgan projeta lucro de US$ 846 milhões no trimestre e US$ 3,8 bilhões para 2026.

Inter [INBR32]: atenção para folha privada e provisões

O Inter deve registrar trimestre sólido em crescimento e receita, impulsionado por cartões, folha de pagamento e crédito imobiliário. A carteira de folha pode encerrar 2025 perto de R$ 2 bilhões, ante R$ 1,3 bilhão no terceiro trimestre. O avanço deve elevar provisões e custo de risco. O JP Morgan projeta lucro de R$ 367 milhões e ROE de 15%.

Itaú [ITUB4]: estabilidade e previsibilidade

O Itaú deve entregar mais um trimestre sem surpresas. O crescimento do crédito tende a ser mais forte no quarto trimestre por causa de cartões e imobiliário. A margem com clientes deve avançar cerca de 5% no trimestre, apesar de estabilidade no NIM. A qualidade dos ativos segue saudável, mas provisões devem subir e alcançar o ponto médio do guidance. A projeção indica lucro recorrente de R$ 12,2 bilhões e ROE de 24% no trimestre, além de R$ 51,9 bilhões em lucro para 2026.

Bradesco [BBDC4]: receita forte, custo maior

O JP Morgan prevê outro trimestre forte em receita e margem no Bradesco, mas com impacto do plano de transformação, que pode aumentar contingências trabalhistas e cíveis. A projeção aponta lucro de R$ 6,6 bilhões, alta de 6% sobre o trimestre anterior, com ROE de 15,5%. Para 2026, o crédito pode desacelerar, mas a receita permanece como foco da gestão.

Banco do Brasil [BBAS3]: expectativas baixas, espaço para surpresa

O Banco do Brasil deve registrar trimestre desafiador, com lucro apoiado por reversões fiscais e provisões ainda pesadas. A estimativa do JP Morgan é de lucro de R$ 4,2 bilhões no trimestre. A instituição avança em programa de repactuação do agronegócio, que pode reduzir inadimplência inicial em 2026 e elevar renegociações. Para 2026, o JP Morgan revisou o lucro estimado para R$ 23,8 bilhões, com ROE de 13%.

Santander [SANB11]: despesas como fator positivo

O Santander deve reportar trimestre ainda fraco em crescimento da carteira, mas com potencial de melhora em 2026 devido à base comparativa. O JP Morgan projeta lucro de R$ 4 bilhões e ROE de 17%. Para o próximo ano, o banco identifica controle de custos como principal motor, com despesas abaixo da inflação.

Regionais e médios

O Banrisul deve encerrar 2025 com crescimento de crédito em 6% e custo de risco de 1,8%. A projeção do JP Morgan indica lucro de R$ 718 milhões no trimestre. O Banco ABC deve entregar trimestre estável, com lucro de R$ 272 milhões e ROE de 16%.

O relatório do JP Morgan indica que os bancos brasileiros entram em 2026 com cenário operacional controlado, inadimplência em níveis administráveis e foco em despesas. A incerteza maior está na segunda metade do ciclo, com o banco tratando 2027 como ano de maior risco para virada do crédito.

Fonte: Trade News

Em reunião de planejamento estratégico, diretoria da AGEBB recebe conselheiros do Economus

Publicado em: 22/01/2026

Aconteceu no dia 17 de janeiro, sábado, em Rio Claro (SP), a primeira Reunião Ordinária da Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB), onde tradicionalmente a diretoria da entidade convoca seus membros e convida os integrantes dos conselhos Deliberativo e Fiscal para realizarem os ajustes no planejamento estratégico traçado no início de cada gestão. Além de analisarem as ações já realizadas, tratam-se das novas demandas que chegaram até a AGEBB e se discutem os movimentos feitos pelo banco durante o período.

Excepcionalmente, os dirigentes receberam na reunião, na parte da manhã, dois convidados especiais: Lucas Passos de Lima e Rodrigo Leite, ambos integrantes, respectivamente, dos conselhos Fiscal e Deliberativo do Economus, que colocaram na pauta da reunião tópicos relacionados ao instituto, fundo de pensão dos funcionários do Banco Nossa Caixa, incorporado pelo BB em 2009, que além do pagamento das aposentadorias, é responsável pelo custeio da saúde de seus participantes.

Em uma conversa franca e bastante objetiva, discutiu-se sobre vários assuntos relacionados à gestão do banco, incluindo as recentes alterações nas funções dos gerentes de módulo, onde agora estão inclusas metas individuais de vendas de produtos do BB. Segundo Adriano Domingos, presidente da AGEBB, o banco deveria rever algumas das deliberações, para que não venha a ter problemas legais em um curto espaço de tempo.

Segundo Lucas Passos de Lima, membro suplente do conselho do Economus e diretor do SindBan, o encontro foi considerado bastante produtivo, com debates importantes para o fortalecimento do diálogo entre os representantes dos trabalhadores e a diretoria da associação dos gerentes do Banco do Brasil. “Estar próximo de quem constrói o banco no dia a dia é o que dá sentido à nossa atuação no Conselho do Economus. Para nós, que viemos da Nossa Caixa, o fundo não é apenas um número, é sinônimo de segurança e saúde para nossas famílias.” declara Rodrigo Leite, suplente do Conselheiro Deliberativo do Economus e dirigente do Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista e Região.

Ainda segundo Rodrigo, “fortalecer esse diálogo com os gerentes e associações como a AGEBB é o que garante uma gestão transparente e focada no bem-estar do participante. Unidade e vigilância: é assim que construiremos o amanhã que merecemos”.

Na segunda parte da reunião, os diretores e conselheiros da AGEBB falaram sobre as recentes mudanças da legislação fiscal e sobre a possibilidade dos funcionários egressos do Banco Nossa Caixa terem valores devolvidos, por ocasião de interpretações de terem deixado de aproveitar benefícios fiscais.

A renovação do convênio com a Chevrolet, que garante descontos aos associados da AGEBB quando compram carros da montadora e a manutenção de vários outros convênios de parceria com a associação, também foi destaque na pauta e, segundo o vice-presidente e diretor de marketing da associação, Ronald Feres, alguns novos convênios e parcerias podem sair ainda este ano.

“Sempre que a AGEBB acredita que uma parceria possa trazer benefícios aos associados ou quando um deles nos traz uma demanda ou sugestão, tentamos conseguir junto ao parceiro condições que realmente venham beneficiar nossos associados”, disse Ronald Feres.

Fonte: AGEBB

BB diz avaliar oportunidades de negócios, após relato de operadora móvel virtual

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O Banco do Brasil negou que tenha lançado uma operadora móvel virtual (MVNO, na sigla em inglês), mas não desmentiu diretamente os relatos de que estaria avaliando entrar no segmento.

Na última quarta-feira, o site Mobile Times havia informado que a empresa avalia propostas de dois potenciais parceiros no setor de telecomunicações. Segundo a reportagem, o projeto teria sido batizado internamente de BB Cel e incluiria planos pré-pagos e pós-pagos

Em nota, o BB informou que “avalia constantemente oportunidades de negócios”, mas que não há previsão ou anúncio oficial sobre esse tema “neste momento”. O banco público também reforçou a estratégia de atuar como plataforma que oferece mais que o apenas produtos bancários.

Se confirmado, o lançamento seria a primeira iniciativa de um banco tradicional no Brasil no modelo MVNO, em que uma empresa disponibiliza serviço de telefonia móvel sem ter infraestrutura de rede própria. O arranjo, porém, é comum entre fintechs, com operadoras como NuCel (Nubank) e InterCel (Inter).

Veja a íntegra da nota do BB:

O Banco do Brasil possui uma estratégia consolidada como plataforma de oferta de negócios para além dos produtos bancários tradicionais, como o Shopping BB pelo nosso App BB, que reúne produtos e serviços das principais marcas e e-commerces do país, gerando mais conveniência e segurança aos clientes nas suas compras do dia a dia. Por esta razão, o BB avalia constantemente oportunidades de negócios, mas esclarece que não lançou nenhum produto relacionado a uma operadora móvel virtual (MVNO). Não há qualquer previsão ou anúncio oficial sobre esse tema neste momento. Reforçamos que qualquer informação oficial sobre qualquer produto ou serviço é sempre divulgada pelos canais oficiais do Banco do Brasil.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Família Cassi cresceu: familiares de funcionários e aposentados ganham novos planos

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A CASSI lançou dois novos planos de saúde para familiares de funcionários e aposentados do Banco do Brasil: o CASSI Família Integral e o CASSI Família Participativo.

Ambos oferecem a mesma cobertura dos planos mais completos da CASSI e acesso a toda a rede credenciada, com quase 30 mil prestadores em todo Brasil. A principal diferença está no valor da mensalidade, que é até 25%* menor do que a do plano CASSI Família II em todas as faixas etárias.

Dessa forma, a CASSI possibilita:

  • A adesão de novos familiares que desejam ter a mesma assistência à saúde de qualidade oferecida aos funcionários e aposentados do BB.
  • O acesso a um plano com cobertura nacional, para aqueles que atualmente possuem planos regionais, com valores mais atraentes.

Os dois planos possuem a mesma cobertura assistencial. A diferença está na cobrança de coparticipação e franquia para internação:

O CASSI Família Integral não tem coparticipação, por isso a mensalidade é maior. Já no Família Participativo é cobrada 30% de coparticipação em consultas, exames e terapias seriadas, exceto os realizados em pacientes internados, e há um valor máximo por procedimento.

Detalhes da coparticipação no Família Participativo: é cobrado um percentual de 30% sobre o valor pago pela CASSI aos credenciados (que é inferior ao atendimento particular.

Clique aqui para conhecer e comparar os novos planos.

A simulação de valores e a solicitação de adesão são simples e podem ser feitas no link acima ou diretamente pela Central 0800 729 0083, exclusiva para os novos planos.

  • Para o Plano CASSI Família Participativo comparado ao CASSI Família II com o reajuste de 2025.
    ** Esse percentual corresponde ao plano CASSI Família II com o reajuste de 2025.

Fonte: Cassi

Banco do Brasil aprova payout de 30% para 2026 e define calendário de remuneração aos acionistas

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O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta segunda-feira (19) que o Conselho de Administração aprovou payout de 30% para o exercício de 2026, por meio do pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) e/ou dividendos, em conformidade com a Política Específica de Remuneração aos Acionistas.

Segundo o comunicado, a definição do payout considerou, entre outros fatores, os resultados do banco, sua condição financeira, a Declaração de Apetite e Tolerância a Riscos, metas e projeções de capital, além das perspectivas dos mercados de atuação e das oportunidades de investimento, com foco na manutenção e expansão da capacidade operacional.

O percentual é o mesmo do revisto pelo banco após o desempenho do segundo trimestre, quando houve alta da inadimplência, principalmente no agronegócio. Até então, o payout era de 40-45%.

Ainda conforme o Banco do Brasil, a remuneração aos acionistas será feita em oito fluxos ao longo de 2026. Quatro pagamentos ocorrerão de forma antecipada, ao longo dos trimestres de referência, e outros quatro serão complementares, realizados após o encerramento de cada trimestre.

Os pagamentos antecipados terão como datas de pagamento 11 de março, 11 de junho, 11 de setembro e 10 de dezembro de 2026, referentes, respectivamente, ao primeiro, segundo, terceiro e quarto trimestres do ano. Já os pagamentos complementares ocorrerão em 11 de junho, 11 de setembro e 4 de dezembro de 2026, além de 10 de março de 2027, conforme o trimestre de referência.

O banco destacou ainda que, quando a distribuição ocorrer via JCP, o valor será bruto e poderá sofrer incidência de tributos.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil adota postura cautelosa para dividendos

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O Banco do Brasil definiu um payout de apenas 30% para 2026. Isso significa que o banco vai destinar apenas 30% de seu lucro líquido para o pagamento aos acionistas através de mecanismos de Juros sobre Capital Próprio e Dividendos. O valor é considerado baixo no mercado.

A postura mais cautelosa reflete o momento atual do Banco do Brasil. Sem o mesmo crescimento agressivo de seus pares do setor – principalmente Itaú e Bradesco –, o Banco do Brasil viu os resultados de 2025 ficarem aquém das expectativas.

Nos resultados do terceiro trimestre, divulgados em novembro, o Banco do Brasil reportou queda de 60,2% no lucro líquido recorrente. A cifra somou apenas R$ 3,78 bilhões. A expectativa do mercado era de que o valor pudesse chegar a R$ 4,03 bilhões.

Não foi o único número preocupante do balanço. O ROAE, sigla utilizada para definir o retorno sobre o patrimônio líquido médio, chegou a 8,4%. É o nível mais baixo em quase uma década. A diferença na comparação anual é de 12,7 pontos percentuais.

Esse indicador é importante porque mostra quanto a empresa consegue gerar de lucro a partir do capital dos próprios acionistas. É uma métrica utilizada para comparar a rentabilidade e diferentes bancos, independente do tamanho e da linha de atuação de cada um.

O payout de 30% não chega a surpreender. O BB já havia reduzido a margem em 2025 para o mesmo patamar. A postura mais conservadora indica também preocupação com os níveis de inadimplência registrados pela instituição. Um momento mais delicado do agro tem atrapalhado o banco, que depende do setor.

Para os esperançosos de plantão, a expectativa é de pagamentos extraordinários de dividendos. Esse valor não entraria na conta dos 30% destinados para payout. Isso vai depender, claro, de bons resultados nos próximos trimestres.

Fonte: Times Brasil

Banco do Brasil deixa o ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo

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Não é só na bolsa de valores que o Banco do Brasil vem perdendo espaço. Além de deixar o ranking das 10 empresas mais valiosas da B3, o BB saiu do seleto grupo das 500 marcas mais valiosas do mundo em 2025.

A lista das marcas globais de maior valor foi atualizada nesta terça-feira (20) pela consultoria inglesa Brand Finance e, agora, só conta com um representante brasileiro: o Itaú.

O Banco do Brasil aparecia na 467ª posição do ranking no início de 2025, com uma marca avaliada em US$ 5,2 bilhões. Mas, agora, ficou de fora do levantamento.

A Brand Finance não explicou o que motivou a exclusão, mas no ano passado havia destacado a “estabilidade e confiabilidade” do BB. “Como uma das instituições financeiras mais antigas do país, o Banco do Brasil desfruta de patrimônio e credibilidade inigualáveis”, disse, em 2025.

No ano passado, no entanto, o BB viu seus resultados encolherem, devido ao aumento da inadimplência no agronegócio e das provisões. E ainda foi apontado como o banco brasileiro mais suscetível às sanções da Lei Magnitsky, aplicada pelos Estados Unidos a autoridades brasileiras.

Com isso, o Banco do Brasil perdeu espaço nas recomendações de investimento de muitos analistas e teve um ano turbulento na bolsa. Tanto que perdeu R$ 13,5 bilhões em valor de mercado em 2025 e caiu da 6ª para a 11ª posição da lista de maiores empresas da B3.

O salto do Itaú

Por outro lado, o Itaú disparou na bolsa e ainda ampliou o seu valor de marca em 15%, subindo 20 posições no levantamento da Brand Finance.

Com isso, o banco apresenta a 254ª marca mais valiosa do mundo em 2026, avaliada em US$ 9,9 bilhões. Isto é, pouco mais de R$ 53 bilhões no câmbio atual.

Segundo o diretor-gerente da Brand Finance no Brasil, Eduardo Chaves, o crescimento do valor de marca do Itaú reflete o forte crescimento das receitas e os ganhos de participação de mercado no Brasil.

O movimento foi impulsionado pelo avanço do crédito e da estratégia de banco digital do Itaú, mas também por campanhas publicitárias eficazes, de acordo com o especialista.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Banco do Brasil lança manual de garantias públicas para concessões e PPPs

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O Banco do Brasil lançou o Manual de Garantias Públicas para Concessões e PPPs, em parceria com o escritório Manesco Advogados e a Accenture, durante o Fórum Nacional de PPPs 2025. O documento também contou com o apoio do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) e do Tesouro Nacional. Assista à transmissão do evento neste link.

O documento foi estruturado em um passo a passo de sete etapas, descrevendo o fluxo ideal desde a concepção da garantia até a contratação do agente fiduciário. Além disso, o estudo avaliou mais de 20 fontes de garantias utilizadas no país, reuniu a análise de mais de 60 contratos e entrevistou 40 grupos entre entes públicos e privados.

Segundo o gerente de Soluções do Banco do Brasil, Leiner Bastos, a ideia é “disseminar melhores práticas” e lançar um manual a cada ano. Ele adiantou ainda que pretende propor ao PPI, para 2026, a elaboração de um manual voltado especificamente para a gestão contratual.

Durante o evento, o Banco do Brasil também anunciou que deve assinar em breve um protocolo de intenções com o FDIRS (Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável) para estudar novas formas de utilização de instrumentos de garantia em concessões e PPPs (Parcerias Público-Privadas).

Bastos afirmou que o objetivo é dar “segurança jurídica de que vai ser assinado no curto prazo” e preparar o terreno para que, nos próximos anos, banco e fundo desenvolvam soluções conjuntas de mitigação de risco.

Investidores estrangeiros

A ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) apresentou uma coleção de 11 guias de investimentos voltados ao investidor internacional interessado em infraestrutura.

Fruto de parceria com o PPI, os materiais abrangem temas como energia elétrica, logística – incluindo portos, hidrovias, aeroportos, rodovias e ferrovias –, florestas e mecanismos de fomento. Segundo Carlos Padilla, coordenador de Investimentos da ApexBrasil, os guias têm o objetivo de orientar investidores estrangeiros sobre ambiente regulatório, segurança jurídica e oportunidades de negócios no país.

Seguro e capitalização

Também foi realizado no evento o lançamento do Guia Prático de Seguros e Capitalização para Concessões e PPPs, do Ministério dos Portos e Aeroportos, em conjunto com a CNseg. A diretora de Assuntos Econômicos da pasta, Helena Venceslau, reforçou a necessidade de aperfeiçoamento do setor.

Ela observou que o mercado segurador tem participado de audiências públicas e contribuído para projetos considerados inovadores, como o canal de acesso ao Porto de Paranaguá e concessões de hidrovias, onde já se testam gatilhos de compartilhamento de risco entre poder concedente e concessionário.

Venceslau afirmou que o próximo passo é evoluir no seguro de operador portuário, que é obrigatório, mas cercado de desafios tanto na oferta quanto na contratação. Segundo ela, o ministério e a CNseg estudam como esse tipo de seguro é estruturado em outros países para eventualmente modernizar a legislação brasileira, tornando o produto mais eficiente e reduzindo a judicialização.

O diretor-presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, acrescentou que as PPPs vêm ganhando espaço devido à falta de recursos dos estados, mas exigem gestão constante e profundo cuidado na elaboração. Ele observou que os primeiros contratos do país não foram dos melhores e que “até hoje estamos administrando os problemas”, reforçando que uma matriz de riscos detalhada é essencial para garantir eficiência e previsibilidade.

Fonte: Programa de Parceria de Investimentos

BB: posicionamento estratégico e seus reflexos nas relações de trabalho

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A partir de meados de 2016, o Banco do Brasil passou por uma inflexão estratégica com impactos diretos sobre sua função social e sobre as relações de trabalho. Desde então, o banco passou a priorizar a lógica de mercado, a rentabilidade e a geração de valor para os acionistas, em detrimento de seu papel histórico como instrumento de desenvolvimento econômico e social do país.

Nos últimos anos, o BB intensificou a prestação de contas ao mercado financeiro, realizando apresentações trimestrais a investidores, lives institucionais com a alta administração e eventos como o Investor Day, inclusive no exterior. Em contraste, deixou de cumprir a prestação de contas semestral ao Congresso Nacional sobre sua atuação na execução de programas e políticas públicas, conforme previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Na prática, são nove eventos anuais voltados ao mercado e nenhum destinado à sociedade.

Questiona-se por que o Governo indica representantes na governança do Banco do Brasil se não para orientar sua atuação em consonância com o interesse público. Como banco público, o BB deveria priorizar objetivos e programas de interesse governamental, e não demonstrar aversão à sua dimensão pública.

O controle estatal garante ao BB a gestão e a custódia de recursos e fundos públicos, assegurando acesso a fontes estáveis de financiamento e receitas. Além disso, quando necessário, o banco conta com o suporte de capital do Tesouro Nacional, como ocorreu em capitalizações recentes.

Sobre a Função Social da Empresa Estatal

O cumprimento da função social da empresa estatal ocorre pela efetiva realização do interesse coletivo. Isso implica reconhecer que as empresas estatais não devem se guiar simplesmente pelos interesses privados, estando vinculadas ao interesse coletivo. Ou seja, todo empreendimento estatal é constituído para atender a um objetivo estratégico — o interesse coletivo — muito além da mera obtenção de recursos para o Estado (via dividendos, por exemplo).

Logo, a empresa estatal pode — e deveria, para cumprir sua função social — construir caminhos de gestão e execução de políticas públicas que julgue mais adequadas à proteção do interesse coletivo, ainda que em prejuízo da maximização dos lucros. Essa matéria está tratada também na Lei nº 13.303/2016, a denominada Lei das Estatais. No caso do Banco do Brasil, sua função social foi estabelecida na Lei nº 4.595/1964 (Lei da Reforma Monetária).

Na crise financeira global de 2008, o BB cumpriu função anticíclica, apoiou o país e fez crescer sua participação no mercado — segundo dados do Banco Central, entre dezembro de 2007 e dezembro de 2010, sua posição em ativos passou de 13,4% para 20,7% do PIB, e, na oferta de crédito, de 5,2% para 8,9% do PIB. Em 2012, o BB liderou o movimento de redução das taxas e spreads bancários (Programa Bom para Todos).

Os exemplos citados demonstram que o exercício da função social do Banco do Brasil atende ao interesse coletivo e também gera resultados positivos para a própria instituição e para o país. No período recente, porém, a adoção de uma estratégia alinhada aos bancos privados levou à perda de participação de mercado — incluindo a ultrapassagem pelo Itaú Unibanco em 2018 — e à exclusão de clientes e segmentos considerados menos rentáveis. Essa inflexão decorre da mudança na estratégia de atuação do banco, materializada na Estratégia Corporativa do Banco do Brasil (ECBB).

A Estratégia Corporativa em execução e o interesse coletivo

Até 2016, a missão do Banco do Brasil explicitava o compromisso com o desenvolvimento sustentável do país e o cumprimento de sua função pública, com ênfase na inclusão social e produtiva. Esse direcionamento foi rompido em setembro de 2016, após o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, quando o BB passou a se apresentar como “Banco de Mercado com Espírito Público”, priorizando rentabilidade, experiência do cliente e transformação digital.

Nesse novo direcionamento, a partir de 2019, a missão deu lugar ao propósito, que, na ECBB 2025–2029, é: “Ser próximo e relevante na vida das pessoas em todos os momentos. Cuidar do que é valioso para as pessoas”.

Por sua vez, os objetivos indicados no Mapa Estratégico também se distanciam, em sua formulação, do interesse coletivo acima referido, a saber:

  • Proporcionar a melhor experiência aos clientes em todos os momentos (dimensão Clientes);
  • Criar valor e gerar resultados sustentáveis (dimensão Financeira);
  • Ser protagonista em sustentabilidade e na promoção de negócios e práticas ASG;
  • Evoluir nosso jeito de trabalhar para acelerar a transformação digital e a inovação (dimensão Processos);
  • Ter as pessoas engajadas com os valores do BB e promotoras da colaboração, respeito e inclusão (dimensão Pessoas).

Então, indaga-se: a que preço a administração “fez desaparecer” os compromissos do BB com o interesse coletivo em troca de seu novo propósito e da priorização da rentabilidade, da otimização do capital e da geração de valor para os acionistas?

A história tem mostrado que essa busca da rentabilidade tem resultado na definição de metas financeiras de “retorno livre de risco” acima de 20%, as quais acabam por excluir clientes e mercados definidos como menos promissores.

A Estratégia Corporativa em execução: a geração de valor para os acionistas…

Essa supremacia da racionalidade empresarial privada fica transparente no discurso da Administração, conforme atestam excertos selecionados do Relatório de Administração 2024 do Banco do Brasil:

“Temos trabalhado continuamente para entregar um Banco do Brasil personalizado para cada cliente, com relacionamento próximo e experiência figital. Desta forma, a geração de negócios é sustentável, e o retorno aos nossos acionistas e à sociedade é uma consequência natural do nosso jeito de ser BB.

Além de remunerar acionistas e sustentar o crescimento do crédito, geramos R$ 85,4 bilhões em valor adicionado à sociedade, considerando impostos, salários, dividendos e outros componentes.
(…)
Em 2025, renovamos nosso compromisso de gerar resultados sustentáveis para nossos acionistas, ao mesmo tempo em que agregamos valor à sociedade. Nosso propósito é estar sempre presente e relevante na vida das pessoas, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil.” (grifamos)

O discurso da Administração do Banco do Brasil expressa uma opção ideológica clara pela geração e maximização de valor para os acionistas, tratando esse objetivo como o propósito central da empresa e orientador de todas as decisões de gestão. Essa lógica subordina a atuação do banco à valorização financeira, medida pelo valor da ação, pelo valor de mercado e pela distribuição de resultados.

Nessa perspectiva de “todo o poder ao acionista”, a governança corporativa passa a operar como instrumento de financeirização do banco, impondo altas taxas de retorno livre de risco e, quando necessário, promovendo a venda de participações societárias, afastando-se progressivamente de seu compromisso histórico com o desenvolvimento sustentável do país.

Conforme afirmado, a lógica de criação de valor para o acionista, ao orientar todas as práticas e decisões empresariais e exercer pressão sobre os administradores com vistas à ampliação da margem financeira e à otimização de despesas administrativas, tem resultado em:

a) elitização da clientela, via oferta de crédito com elevadas taxas de retorno livre de risco e foco na digitalização do atendimento e no rejuvenescimento da clientela;
b) redução da rede de atendimento: o número de agências passou de 5.544 em junho de 2015 (5.428 em junho de 2016) para 3.983 em dezembro de 2022 (3.987 em setembro de 2025), com impactos significativos nos territórios de menor dinamismo econômico, em especial na Região Nordeste;
c) consolidação do modelo de negócios do BB como plataforma digital de comercialização de produtos e serviços financeiros e não financeiros voltada para clientes e não clientes de alta maturidade digital, reforçando a elitização da clientela e a transferência de serviços e custos para o autoatendimento remoto;
d) redução do número de funcionários: o quadro saiu de 112.325 em junho de 2015 (109.615 em junho de 2016) para 85.953 em dezembro de 2022 (85.802 em setembro de 2025), enquanto o número de clientes e contas cresceu, evidenciando a intensificação do trabalho bancário;
e) redefinição do modelo de trabalho e de atendimento, com extinção ou redução de cargos ligados ao suporte operacional e ao atendimento presencial, sobrecarga de trabalho e piora da qualidade do atendimento;
f) adoção da remuneração variável como elo entre a geração de valor para os acionistas e o engajamento das equipes, subordinando o desenvolvimento profissional ao cumprimento de metas financeiras.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília

Novo Superintendente do BB em MS visita sindicato para estreitar diálogo

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Em um gesto de abertura ao diálogo, o novo Superintendente Estadual do Banco do Brasil, Fernando Flor, solicitou uma agenda com a diretoria do Sindicato dos Bancários de Campo Grande-MS e Região no dia 13 de janeiro. Recém-chegado a Campo Grande, o gestor fez questão de ir à sede da entidade sindical e iniciar um canal de comunicação com os representantes dos trabalhadores.

O superintendente estadual esteve acompanhado pelo Superintendente Regional, Marcio de Oliveira Henrique, e pelo Gerente do Núcleo Administração, Miguel Honório Junior.

Embora o caráter da reunião fosse de apresentação, a diretoria do sindicato aproveitou a oportunidade para pontuar situações pertinentes aos empregados e empregadas do Banco do Brasil da base do SEEBCG-MS. Entre os temas levados, destacam-se: impactos das reestruturações e mudanças organizacionais, saúde e condições de trabalho.

A presidenta do sindicato, Neide Rodrigues, avaliou positivamente a iniciativa do novo superintendente, demonstrando respeito à organização dos empregados e empregadas do BB.

“A importância do diálogo entre a entidade sindical e o banco é fundamental. Receber o novo gestor aqui nos permite colocar as pautas dos trabalhadores diretamente na mesa de quem decide, ganhando força para buscar as melhorias necessárias. O novo superintendente se colocou à disposição e se mostrou bastante receptivo com as demandas da categoria”, pontua Neide.

Além da presidenta Neide Rodrigues, também participaram do encontro os dirigentes sindicais Rubens Jorge Alencar, Álvaro Marzochi – ambos funcionários do BB – , José dos Santos Brito, Vicente Cleber Aires Rodrigues, Everton Espíndola e Carlos Rolon.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região

Novas faixas etárias e valores atualizados fortalecem a Capec para 2026

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A Capec inicia 2026, ano do seu primeiro centenário, com importantes evoluções que reforçam seu compromisso histórico de proteção, cuidado e segurança para milhares de famílias participantes. As mudanças aprovadas no novo Regulamento em dezembro de 2024 e os ajustes anuais de pecúlios e contribuições integram um conjunto de melhorias que tornam o plano mais equilibrado, justo e preparado para o futuro.

Com a ampliação das faixas etárias e a atualização dos valores, a Capec dá um importante passo para acompanhar o envelhecimento natural da população, preservando a sustentabilidade e mantendo a tradição e solidez de oferecer proteção acessível e vantajosa.

Mais faixas etárias para acompanhar cada fase da vida dos participantes

A partir de janeiro, a Capec passa a ter 14 faixas etárias, substituindo a tabela anterior, que contava com apenas 8 faixas. A mudança foi cuidadosamente estudada pelas áreas técnicas da Previ e aprovada pelos órgãos de governança, com o objetivo de proporcionar uma distribuição mais equilibrada do custo entre os participantes.

Essa nova organização permite acompanhar com mais precisão a evolução do risco ao longo da vida e suaviza as transições entre idades. Participantes em diferentes fases passam a ter contribuições mais alinhadas ao seu perfil, garantindo maior previsibilidade e justiça contributiva. A modernização também reforça o equilíbrio atuarial da Carteira, tornando mais robusta a projeção do Fundo da Reserva para Cobertura de Oscilações – RCO, essencial para a manutenção da segurança financeira do plano no longo prazo, especialmente em momentos adversos como foi a pandemia de Covid-19.

Reajustes dos pecúlios fortalecem a proteção

O valor do pecúlio Morte, na modalidade Executivo, será atualizado de R$ 275 mil para R$ 280 mil, representando um reajuste de 1,82% para 2026. Mesmo abaixo da inflação medida pelo INPC no período, o ajuste assegura a continuidade da proteção às famílias, preservando o poder de cobertura do benefício e mantendo o plano competitivo e atrativo aos participantes.

Essa atualização preserva a essência da Capec: oferecer tranquilidade e apoio financeiro em momentos delicados, com responsabilidade e equilíbrio.

Contribuições ajustadas de forma responsável

As contribuições para 2026 também foram revisadas, considerando a nova estrutura de faixas etárias, a experiência de sinistros e o reajuste dos benefícios. Elas podem ser consultadas aqui no site, na seção Nossos Planos > Capec > Sobre o plano.

Os reajustes variam conforme a idade e o plano contratado. Para o Pecúlio Morte Executivo, por exemplo, que possui o maior valor segurado, os reajustes totais foram de 3,82% nas contribuições das faixas etárias mais jovens (até 60 anos), enquanto, para as idades mais avançadas, onde o risco é naturalmente maior, os ajustes podem atingir valores entre 4,8% e 8,3%, sempre preservando o princípio da mutualidade e solidariedade entre os participantes. Esses reajustes representaram, na prática, um aumento médio nominal de R$ 4,60 para os mais jovens (até 60 anos) e de R$ 35,75 para os mais idosos. Essa variação gradual permite que as contribuições acompanhem o risco real de cada etapa da vida, o que traz mais segurança ao Plano.

Mesmo com as atualizações, estudos comparativos realizados em 2025 mostram que a Capec segue altamente competitiva quando comparada às seguradoras de mercado, especialmente nas idades mais elevadas, em que a mutualidade e a escala do plano proporcionam benefícios importantes aos participantes. Para os mais idosos, por exemplo (acima de 65 anos) as seguradoras de mercado sequer oferecem cobertura para o risco de morte e, quando ofertam o seguro de vida, os valores cobrados chegam a ser maiores que o dobro da contribuição da Capec.

Segurança que segue ao seu lado

As mudanças para 2026 mostram, mais uma vez, o compromisso da Previ em cuidar da Capec para que ela siga forte e preparada para os próximos 100 anos.

Com a nova tabela, os novos valores e um modelo de custeio mais equilibrado, o plano continua oferecendo aquilo que sempre entregou: proteção confiável, com responsabilidade e transparência.

Nos próximos meses, divulgaremos novos conteúdos para mais esclarecimentos sobre a Capec, em especial sobre essas mudanças, reforçando sua missão de oferecer segurança em um cenário de maior longevidade.

Fonte: Previ