Amigos Imaginários ganham protagonismo em nova campanha do Banco do Brasil

Publicado em: 19/08/2022

“É bom ter um amigo para te ajudar a realizar” é o novo mote da campanha do Banco do Brasil para o terceiro trimestre de 2022. Agora, os Amigos Imaginários em 3D, já conhecidos por marcarem presença em campanhas anteriores da marca, ganham protagonismo na comunicação da instituição, oferecendo o uso do cartão Ourocard como uma alternativa para que os brasileiros realizem seus desejos.

Assinada pela WMcCann, a nova campanha tem como principal objetivo reforçar o compromisso do Banco em estar presente na vida dos consumidores, com soluções financeiras que os ajudem a realizar desejos. A ideia é aproximar o público das narrativas reais que os Amigos Imaginários apresentam aos seus tutores. Criados em 3D e com visual inspirado no multiverso, os personagens trazem bom humor, otimismo e tecnologia, demonstrando como a marca vem inovando em sua comunicação.

“As funcionalidades do cartão Ourocard são diversas, e nós encontramos nos Amigos Imaginários uma maneira de apresentá-las gerando conexões reais e oferecendo inúmeras possibilidades para que as pessoas realizem seus sonhos de forma positiva e empática. Além de promoções, oferecemos pontos, milhas, cashbacks, e muito mais, e queremos que os consumidores conheçam essas vantagens”, explica Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do Banco do Brasil.

No ar a partir desta terça-feira, 16, a campanha conta com a participação da surfista Silvana e dos influenciadores gamers Anaxisdê, David Tavares, Gargula-ex, Ithuriana e Marottah, que tem os seus sonhos e desejos transformados em realidade, ao lado de seus Amigos Imaginários, graças às possibilidades que o Banco do Brasil oferece.

“O Banco do Brasil vem construindo uma conexão com os consumidores, especialmente com os mais jovens, pela sua comunicação mais inovadora. Criamos uma campanha otimista, que fala sobre a importância de ter alguém para te ajudar a realizar, focando aqui na presença dos Amigos Imaginários, que nada mais representam do que os desejos mais profundos e sinceros dos nossos personagens. Nesta etapa da campanha, eles conquistam o território, fazendo uma alusão de que os desejos estão cada vez mais próximos de se tornarem realidade”, comenta Patricia Andrade, VP executiva, diretora-geral de Brasília e head of Growth da WMcCann.

Além de uma estratégia de mídia focada para o digital com a participação do squad de influenciadores, a campanha conta com filmes de 30” e 15” com veiculação de abrangência nacional em TV aberta e payTV, além de desdobramentos para mídia exterior.

A campanha ainda conta com um pilar promocional, tendo desdobramento na ação chamada “Imagina você no catar”. A promoção, que fica no ar até dia 30 de setembro, oferece aos clientes Ourocard Visa a oportunidade de ganharem 16 pares de ingressos com acompanhante para a Copa do Mundo da FIFA Catar 2022 e outros prêmios. A cada R$ 30 em compras, o cliente recebe um número da sorte e passa a concorrer aos prêmios.

Fonte: Banco do Brasil

Presidente do BB: ‘Estamos fechando o cerco para que outros bancos não levem nossos clientes’

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Com cerca de 80 milhões de clientes e crescendo, o Banco do Brasil é cioso de sua posição de mercado. Há um ano e quatro meses na presidência da instituição, Fausto Ribeiro acredita que parte da fórmula que levou ao maior resultado trimestral da história do banco veio de uma visão que busca, em resumo, evitar que os clientes vão embora apenas para ganhar taxas mais altas em produtos isolados.

“Ao olhar o retorno ajustado pelo risco (RAR), no passado, deixávamos de fazer algumas operações. Quando você enxerga o RAR do cliente, que é o RAR ampliado, começa a olhar isso sob outra perspectiva.”, disse ele ao Estadão/Broadcast, em entrevista concedida na sede paulista do banco público. “Se eu o deixo (cliente) ser abordado por outro banco, abro uma janela arriscada. Nós tentamos fechar o cerco.”

Com o lucro crescente, investidores costumam testar o BB sobre possíveis aumentos da distribuição de dividendos. Neste ano, o governo se juntou ao coro. O BB disse não, e Ribeiro nega pressões. “Nunca houve qualquer pressão por parte do governo para pagarmos mais dividendos. Existe total independência.”

O executivo destaca que a relação com os concorrentes é ótima, a despeito da rivalidade de mercado – e de posições por vezes opostas. Isso se estende à Caixa, desde junho presidida por Daniella Marques. “Somos bancos, e naturalmente concorremos. O importante é ter cordialidade e respeito.”

Para o mercado, a principal missão do banco é manter a rentabilidade acima dos 20% mostrados no segundo trimestre. Ribeiro tem dito que isso é possível graças tanto à postura cautelosa do BB quanto pela pujança do agronegócio, em que tem confortável liderança. “O mercado subestima (o banco) há muito tempo. Tenho dito que o Banco do Brasil é um celeiro de craques”, diz ele, funcionário da instituição há 34 anos.

Veja, a seguir, os principais trechos da entrevista.

Você disse que o BB deve buscar mais parceiros no exterior. Já há discussões?

Para expandirmos o negócio, precisamos ter opções. Tem um número do Banco Central, de que existem US$ 204 bilhões declarados de brasileiros no exterior, em patrimônio. Olha o tamanho desse mercado. Montar uma assessoria qualificada no exterior requer tempo e investimento. Quem tem isso pronto? Grandes players: JPMorgan, Principal, a própria UBS. Como tínhamos uma parceria com a UBS, pedimos para que nos abrissem a porta no mercado americano. Mas a ideia é não ter exclusividade. Primeiro vamos desenhar o processo com a UBS, e com a experiência, abrimos o leque.

Todo mundo está tentando resolver isso via aquisições. O BB não?

Nós já temos o nosso banco, que tem a porta com os empresários brasileiros. Do que os investidores precisam? De um banco, da corretora, que é a BB Securities, e de um advisory.

Como está a busca de um sócio para a BB Asset?

Temos a estratégia de encontrar um parceiro estratégico, de porte internacional, para termos reações mais rápidas, que possam melhorar a gestão em termos de ferramentas, trazer tecnologia e essa internacionalização. O processo avançou, e (o resultado) deve sair até o final do ano.

Os bancos têm dito que não veem sustos na qualidade de crédito de grandes empresas, mas vemos algumas com dificuldades. O BB se preocupa?

Não tem nada grave. A fase ruim já foi, na época das grandes construtoras, que fizeram com que os bancos recuassem. Nas demais, o banco fez um negócio bem amarrado: temos o fluxo de caixa, fazemos a folha de pagamento. A empresa não abre a porta se você não dá crédito, e nós tentamos, em seguida, trazê-la para o ecossistema. No agro é a mesma coisa, as commodities estão lá em cima. Pressiona a inflação, mas o Brasil gera uma riqueza tremenda, nossa balança comercial está ótima. Isso é um bom sinal, e em algum momento vai servir para atenuar pressões. E por outro lado, capitaliza os agricultores.

E o banco pode vender mais produtos a ele?

O agricultor capitalizado amplia sua área de produção, investe em equipamentos e pode buscar alternativas de produção. Ele compra casa, carro. Quando começamos a gestão, mudamos alguns conceitos. Ao olhar o retorno ajustado pelo risco (RAR), no passado, deixávamos de fazer algumas operações. Algumas parecem trazer menos rentabilidade, mas o agricultor também compra máquina, revende, paga salário, compra casa, tem cartão. Quando você enxerga o RAR do cliente, que é o RAR ampliado, começa a olhar isso sob outra perspectiva. Quando cheguei, estávamos em sétimo lugar no câmbio. A briga por taxa no câmbio é dura, e o cliente vai buscar a mais baixa. Se eu o deixo ser abordado por outro banco, abro uma janela arriscada. Um bom vendedor, do outro lado, começa a oferecer outras coisas. Nós tentamos fechar o cerco. Admitimos uma rentabilidade um pouco menor, mas voltamos ao primeiro lugar no câmbio.

O volume das operações é o resultado de o banco abrir mão de margem para manter o cliente?

Abriu mão de um pedacinho da margem para ter todo o negócio. É uma visão ampliada. Talvez isso seja um segredo para termos conseguido fazer bons negócios.

Quem está atacando no agro?

Hoje, são 22 instituições. Na outra safra, o banco tinha R$ 205 bilhões de carteira – hoje, está com R$ 262 bilhões. Tínhamos o Banco do Brasil com uma larga vantagem, em segundo o Bradesco, em terceiro o Itaú, em quarto, o Santander, e aí vinham as cooperativas. Depois, a Caixa. Vejo com muito bons olhos a concorrência. O mercado agro não é fácil. Nosso histórico é muito antigo, nossas primeiras operações datam do primeiro ciclo do café. Em 1954 nasceu o primeiro manual de crédito agrícola, dentro do Banco do Brasil. Tivemos ciclos bons e ciclos ruins. Os agricultores já quebraram várias vezes, e o banco tem experiência para ajudá-los. Temos uma esteira muito rápida. Chegamos a processar 7 mil transações em um dia. Fizemos 625 mil transações na última safra.

Como tem sido o diálogo com a Caixa?

Ribeiro – Sempre mantive um diálogo respeitoso e cordial com a Caixa. Tenho procurado auxiliar a Daniella (Marques), porque ela chegou agora. E ela abraçou uma campanha muito bonita. Criamos o BB pra Elas enquanto ela era secretária do Ministério da Economia, e estava conosco no projeto. O movimento deu tão certo que ela se inspirou, e vai fazer um projeto muito bonito na Caixa.

Vocês já discutiram negócio?

Não deu tempo. Primeiro, ela precisa conhecer a casa, entender a dinâmica de funcionamento, e apaziguar algumas situações. Mas é uma relação positiva. Somos bancos, e naturalmente concorremos. O importante é ter cordialidade e respeito.

E com os privados, como tem sido a relação?

Muito boa. (Octavio de) Lazari (do Bradesco), somos sócios em vários negócios, o Milton (Maluhy, do Itaú) também. Não tenho o menor problema com eles. Concorremos, mas nos respeitamos.

BB e Bradesco levaram nomes para a Cielo, para o posto de CEO?

Foi contratada uma empresa de headhunters. Estamos analisando os nomes, e em breve vamos bater o martelo.

O BB discute fechar o capital da Cielo?

Não passa pela nossa cabeça, temos outras coisas para resolver. O que queremos na Cielo e nas empresas que temos com o Bradesco é que sejam protagonistas.

Alguma delas está abaixo do potencial?

Com a Cielo, estávamos preocupados. Mas o banco e o Bradesco fizeram sua lição de casa.

Na Cielo, há uma dicotomia entre participação de mercado e rentabilidade?

Não. Hoje, o ciclo virou.

Dentro da Cielo, há a Cateno, que tem uma operação do BB. Vocês planejam trazê-la de volta ao banco?

Não surgiu nenhum tipo de discussão, mesmo porque a Cateno é redonda, está gerando bons dividendos para a Cielo. Está todo mundo feliz.

O BB vinha discutindo a venda de ações de empresas como Elo e BV, mas o mercado fechou. O projeto continua?

A ideia continua a mesma. Se tivéssemos um problema de capital, aproveitaríamos as pequenas oportunidades de mercado, mas não temos. Nossa Basileia está boa, vamos pagar 40% do lucro e reter 60%, preservando o capital necessário para crescer. Se não tivermos o preço que julgamos adequado, não temos pressa. Não precisamos vender a qualquer preço, até porque são ativos muito bons. O BV é uma joia, líder do mercado de veículos.

O BV continua sendo um projeto de desinvestimento?

Continua, mas não faz sentido vender sem uma janela boa. Só vamos nos desfazer de qualquer ativo que eventualmente não seja core (principal) por oportunidades boas de mercado.

A discussão com o governo sobre dividendos se deu em quais termos?

Veio por um ofício para as estatais. Nós recebemos a carta e respondemos via carta. Nunca houve qualquer pressão por parte do governo para pagarmos mais dividendos. Existe total independência. Respondemos dizendo que por várias razões e para fazer frente ao guidance, precisamos preservar capital. Não é um desejo só do governo: todos os acionistas querem mais dividendos. Seria maravilhoso se eu pudesse distribuir 100%, mas como guardião do banco, para mantermos a estratégia, preciso preservar esse capital.

Como viu a reação aos resultados?

Fiquei muito impressionado. Colocamos o banco para focar naquilo em que sempre foi protagonista.

O banco tem surpreendido o mercado nos últimos trimestres. O mercado subestima o Banco do Brasil?

O mercado subestima há muito tempo. Tenho dito que o Banco do Brasil é um celeiro de craques. Olha o recado que o Brasil nos passou: fizemos um concurso para 2.240 vagas que teve 1,6 milhão de inscritos. Qual vestibular tem essa concorrência? O banco faz um concurso e investe, fazendo com que a mão de obra fique melhor ainda. Temos ineficiências? Claro, mas são poucas.

Fonte: Estadão

 

Banco do Brasil quer reduzir GDP para descomissionamento novamente

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O Banco do Brasil ressuscitou sua proposta de reduzir para apenas um ciclo avaliatório para descomissionamento na GDP. A sugestão foi transmitida em reunião entre representantes do Banco do Brasil e do movimento sindical terça-feira 16 de agosto. O encontro foi mais uma rodada de negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2022, a fim de tratar da pauta especifica da empresa pública para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.

Na última campanha salarial, em 2020, o BB já havia feito a mesma proposta, considerada indecente e amplamente rejeitada pelos representantes dos funcionários, naquela ocasião.

“Reforçamos mais uma vez a contrariedade na proposta da empresa, na qual entendemos que o banco precisa melhorar a GDP, contra atitudes que venham a recrudescer o assédio moral e as metas abusivas. E, ao contrário, conforme deliberado no 33º Congresso dos Funcionários do BB, reivindicamos mesa específica para tratar do tema, para que as metas sejam coletivas e negociadas, assim como deve ser mudada a forma de se fazer as avaliações: de maneira justa, boa e correta”, diz Getúlio Maciel, representante da Fetec-SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

O BB não pôde descomissionar na pandemia e, em face da negociação com o movimento sindical, promoveu pouquíssimos descomissionamentos ao fim da emergência de saúde pública e do acordo Covid-19, o que demonstra o comprometimento dos funcionários com os resultados da empresa, que ganhou eficiência operacional com esse engajamento.

“A prática de descomissionamento desta forma prejudica muito a boa gestão de pessoas na empresa. É como se o banco já indicasse desistência em melhorar o desenvolvimento profissional dos funcionários e aprimorar e melhoria das competências. Essa postura do banco demonstra insensibilidade e um aspecto triste neste momento em que se comemora o resultado econômico da empresa com o suor dos verdadeiros realizadores, que são os valorosos funcionários do BB”, afirma Getúlio.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

Associação de funcionários do BB pede a Guedes que barre ‘superaposentadorias’ de até R$ 70 mil

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A Associação Nacional de Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) encaminhou nesta quarta-feira, 17, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, um ofício afirmando que há a prática de “superaposentadorias” na empresa estatal. A associação pede que a Previ, o fundo de pensão do banco, revogue uma parte de seu regulamento, na qual abre exceções que permitem que o teto das aposentadorias seja ultrapassado. De acordo com a regra, o teto de R$ 45 mil pode ser burlado por aqueles que já conseguiram a aposentadoria ou que estão em vias de conseguir, valendo apenas para os futuros aposentados.

“O presidente ganha R$ 70 mil, o vice-presidente R$ 60 mil. Tem diretores, dirigentes executivos. São centenas que já se beneficiaram ou estão para se beneficiar. O artigo alerta que eles têm o direito adquirido. Adquirido de que maneira, cara pálida? Com manobras que ostensivamente tinham conflito de interesses”, disse o presidente da ANABB, Augusto Carvalho, ao Estadão.

Como beneficiário da burla ao teto, o presidente da associação citou o ex-presidente do BB Alberto Bendine, que também já comandou a Petrobras. Bendine chegou a ser preso no âmbito da Operação Lava Jato acusado de receber propina da construtora Odebrecht (atual Novonor). “Ele que não quis implantar o teto, foi na gestão dele que não houve a implantação. Estranhamente todos os órgãos tinham aprovado”, afirmou Carvalho.

O drible ao teto acontece em meio à movimentação de reajuste dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Os ministros enviaram ao Congresso uma proposta de aumento de 18% dos próprios salários, o que eleva de R$ 39 mil para R$ 46 mil o valor recebido mensalmente pelos magistrados. O aumento vai provocar o chamado “efeito cascata”, elevando também os vencimentos de desembargadores e juízes, além de motivar reajustes da Câmara e do Senado. “Nas estatais há descaminhos também para se burlar normas que visam fazer justiça salarial e justiça previdenciária”, comentou Carvalho.

“Embora tenha sido instituído teto de salário de participação, a política das superaposentadorias continua no Banco do Brasil, em função da exceção criada no regulamento da Previ”, reclamou a associação em ofício enviado a Guedes. Segundo as regras da Previ, que foram aprovadas neste mês, o limite “não se aplica aos participantes que, na data de aprovação deste regulamento, possuam salário-de-participação superior àquele limite, sendo-lhes assegurada sua preservação, nos termos deste regulamento”.

Integrantes da ANABB se reuniram nesta quarta com membros do Ministério da Economia, que disseram que vão analisar a solicitação. “O teto hoje do maior salário do funcionário do Banco do Brasil gira em torno de R$ 45 mil, funcionário celetista”, observou Carvalho.

De acordo com o representante dos funcionários do banco, a estatal deveria informar de onde tirará recursos para pagar o dinheiro aos executivos que ganham acima do teto deveria . “O banco teria de criar um fundo de pensão, um outro plano específico, já que ele queria pagar bem os seus executivos, não somos contra, se quer pagar uma boa aposentadoria, também não somos contra. Porém, tem que fazer a coisa certa”.

Fonte: Estadão

Campanha Nacional: BB apresenta proposta que pode reforçar assédio moral

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) recebeu, na manhã desta terça-feira (16), a proposta do banco para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2022-2023. Entre as mudanças sugeridas pelo BB, estão a redução dos atuais três ciclos avaliatórios para um ciclo e a substituição de 1 ano de assistência psicológica para 20 sessões de psicoterapias a vítimas de assalto ou sequestro.

Ciclos avaliatórios

O ACT vigente estabelece que o funcionário poderá ser dispensado da função ou descomissionado com três ciclos avaliatórios “consecutivos de desempenho insatisfatório”. O trabalhador no cargo de gerente-geral, entretanto, pode sofrer esses sanções se tiver apenas um ciclo de desempenho insatisfatório.

“Nós não concordamos com a proposta do banco. Nossa proposta, para ficar mais justo, é que os três ciclos de avaliação sejam estendidos para todos, incluindo aos gerentes-gerais”, disse o coordenador da CEBB, João Fukunaga.

“Essa mudança sugerida pelo banco fragiliza a condição dos funcionários. Um ciclo não é suficiente. O instrumento atual é importante e precisa ser melhorado e não reduzido”, completou a representante da Fetrafi-RS na CEBB, Priscila Aguirres.

A representante da Feeb-SP/MS na CEBB, Elisa Figueiredo, lembrou que esta é a terceira vez que o banco tenta reduzir os ciclos de avaliação. “A primeira vez foi em 2018, a segunda, em 2020”.

A preocupação dos trabalhadores é que as avaliações sejam utilizadas indevidamente para ameaçar, de forma velada, funcionários que não conseguem cumprir metas. Com a redução dos ciclos essa manobra negativa seria facilitada. “O perigo, portanto, é que essa proposta termine por reforçar o assédio moral dentro do BB”, explicou Fukunaga.

Cobertura menor de terapias

Na proposta de reduzir “1 ano de assistência psicológica para 20 sessões de psicoterapia”, a funcionário ou seu dependente vítima de assalto ou sequestro, o banco alegou que um levantamento feito com base nos últimos quatro anos revelou que são raros os casos em que as 20 sessões foram extrapoladas. O banco argumentou ainda que sua proposta abre espaço para um número ilimitado de consultas, se o tratamento precisar ser prorrogado.

“Por que colocar um limite, então, se o tratamento pode ser prorrogado?”, questionou o representante da Fetrafi/MG na CEBB, Rogério Tavares. “Não podemos deixar o texto como está?”, continuou. A advogada Renata Cabral, sócia de Crivelli Advogados, que assessora a Contraf-CUT, ponderou ainda que o texto sobre o tema presente no ACT atual é “absolutamente mais benéfico” aos trabalhadores do BB.

Demais propostas do banco

  • Retirar a limitação de 18 meses para a empresa se comunicar com o funcionário afastado por condições médicas, pedindo reavaliação do seu estado de saúde;
  • Unificação dos ACT’s data-base, Teletrabalho e CCP;
  • Incluir as verbas 011-Adicional por mérito e 123-VCP Incorporados aos descontos que incidem sobre o pagamento do Vale transporte;
  • Auxílio funeral – quando o benefício for assegurado por entidade patrocinada e o valor for inferior ao previsto no ACT, o banco arcará com a diferença;
  • Horário de repouso em atividades repetitivas – acompanhar CCT;
  • Liberação de adiantamentos condicionada à manutenção de conta corrente ativa;
  • Exclusão da cláusula 28, sobre vantagens de férias e licença prêmio.

Fonte: Contraf-CUT

Funcionários do BB reivindicam volta da conversão em espécie de faltas abonadas

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Nesta quarta-feira 17, a CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil) esteve reunida com representantes do banco em mais uma mesa de negociação para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho específico do BB, no âmbito da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2022 (campanha salarial), que teve como tema Cláusulas Sociais.

As principais reivindicações debatidas foram: o retorno da conversão em espécie de faltas abonadas (Abono-ACT); abono de dias para funcionários com deficiência (PCD) para tratamento; licença adoção; e igualdade de direitos para os trabalhadores de bancos incorporados; e mesas específicas para tratar das condições de trabalho e temas de interesse específico de áreas e cargos
Abono-ACT

Os funcionários do BB reivindicam o retorno da possibilidade de conversão em espécie das faltas abonadas (Abono-ACT) não utilizadas pelos bancários, o que não ocorre desde 2021 por decisão unilateral do banco.

Hoje, os bancários tem prazo até 31 de agosto para usufruir das folgas. Caso não usufruam dentro deste prazo, resta apenas a possibilidade de acumular as folgas nas próximas férias do trabalhador.

“O reconhecimento do abono como dia trabalhado não pago é uma conquista dos bancários. O retorno da possibilidade de conversão em espécie das folgas não usufruídas faz justiça ao trabalhador, além de ter um impacto mínimo para o Banco do Brasil, que no primeiro semestre deste ano bateu recorde de lucro”, diz Getúlio Maciel, representante da Fetec-CUT/SP na CEBB.

O banco alega que, neste ano, 73% das faltas abonadas foram usufruídas pelos trabalhadores e que aqueles que não usufruírem até 31 de agosto podem utilizá-las nas férias. A proposta do BB é que a cláusula atual que trata do tema não sofra alterações.

“Não somos contra o acúmulo das folgas não usufruídas nas férias, desde que isso seja uma vontade do bancário e que ele tenha a possibilidade de conversão em espécie. Afinal, a data para que o trabalhador usufrua do abono é acordada entre ele e o banco. Já no caso das férias é uma prerrogativa do banco. Ou seja, da forma como está, com o acúmulo nas férias das folgas não usufruídas como única possibilidade, a decisão sobre quando estes dias serão utilizados fica exclusivamente nas mãos do banco. Por isso, insistimos na reivindicação”, esclarece Getúlio.

Temas específicos de áreas e cargos

Durante a negociação, o banco concordou em utilizar as mesas de negociação para tratar das condições de trabalho e temas específicos de interesse de áreas como PSO (Plataforma de Suporte Operacional); gerências médias (“carteirão” e “módulo); demandas dos escritórios digitais, Varejo e Estilo (metas, resultados, desenvolvimento profissional e assédio moral); e funcionários de bancos incorporados. “Avalio como positiva a abertura deste diálogo sobre temas específicos de áreas e cargos em mesas de negociação”, diz Getúlio.

PCD e licença adoção

A CEBB também reivindicou que funcionários com deficiência (PCDs) tenham abonadas ausências no horário de trabalho para ir ao médico, assim como já ocorre quando da ausência de um bancário para levar filhos com deficiência ao médico. “Essa é uma distorção que precisa ser corrigida”, enfatiza o diretor executivo do Sindicato e coordenador da CEBB, João Fukunaga.

Os funcionários do BB também reivindicam o direito à licença paternidade e maternidade em caso de adoção. “A Justiça determina um período de aproximação entre os pais e as crianças adotadas. O banco deve conceder o abono para faltas enquadradas nessa questão. Se isso não ocorrer, vamos ter que partir para denúncias ao MPT a cada caso que chegar a nós. Essa dificuldade, imposta por norma interna do próprio banco, é desumana para os dois lados, trabalhador e criança”, destaca o coordenador da CEBB.

Apesar de alegarem que existe por parte do banco uma sensibilidade para os temas, a resposta dos representantes do BB neste momento foi negativa para as duas reivindicações.

GDP

Na mesa de negociação, a CEBB reforçou a posição contrária a proposta de mudança no GDP apresentada pelo banco na mesa de negociação anterior, que reduziria os atuais três ciclos para apenas um ciclo avaliatório.

“Somos absolutamente contrários a essa alteração. Como pontuamos na reunião anterior, para ficar mais justo, os três ciclos de avaliação precisam ser estendidos para todos os cargos, incluindo aos gerentes-gerais”, disse João Fukunaga. “A redução do GDP aumentaria o risco de pressão e assédio moral sobre os trabalhadores”, completou.

Demais reivindicações da CEBB

• Licença para os trabalhadores que estão em um relacionamento homoafetivo, quando for reconhecida a união estável;

• Licença para participar de competições, não apenas aos funcionários que integram Seleção Brasileira, ou equipe esportiva da AABB ou Satélite Esporte Clube, mas também para os que atuam como árbitros nas competições;

• Descanso remuneração de 60 dias para mulheres em caso de aborto e natimorto comprovados por atestado médico;

• Previ – apoio à pauta específica entregue pelos trabalhadores para o fundo de previdência complementar;

• Cassi – apoio à pauta específica entregue pelos trabalhadores à caixa de assistência;

• Correção dos valores do PAS (programa de assistência social);

• CRBB – Melhora nas condições de trabalho dos atendentes;

• Aumento no auxílio educação;

• Incorporados – reivindicação para que todos os trabalhadores de bancos incorporados tenham acesso aos mesmos direitos dos demais colegas, incluindo acesso total aos planos da Cassi e Previ.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

Banco do Brasil lança linha de crédito para aquisição de itens de mobilidade

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O BB lança nesta terça-feira, 16, o BB Crédito Mobilidade, linha de financiamento voltada para aquisição de itens de mobilidade, como bicicletas, patinetes, scooters elétricas ou mecânicas e motos abaixo de 125 cilindradas.

“Avaliamos que a nova solução de crédito é mais uma possibilidade oferecida pelo BB, em um portfólio cada vez mais sustentável. Há pouco tempo, divulgamos redução de taxas de juros para financiar carros híbridos e elétricos e o desembolso só no primeiro mês representou um incremento de cerca de 45% comparado ao mês anterior”, afirma Daniela Avelar, diretora de Empréstimos e Financiamentos do Banco do Brasil.

“O lançamento da linha BB Crédito Mobilidade é mais uma ação concreta, que reforça o compromisso do Banco do Brasil em promover uma economia de baixo carbono e inclusiva. Trilhamos um caminho claro de apoiar nossos clientes, fornecedores e parceiros com produtos e soluções para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável. É isso que se espera de um dos Bancos mais sustentáveis do mundo”, destaca Barreto Jr, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB.

A contratação já está disponível, para clientes Pessoa Física, que podem contratar pelo App BB, no menu Empréstimos > Contratar Financiamentos> BB Crédito Mobilidade. A compra dos bens ocorre por meio de fornecedores que tenham convênio firmado com o Banco do Brasil.

O financiamento pode ser de até 100% do valor da nota fiscal do produto, limitado ao teto da linha, que é de R$ 20 mil. O prazo é de até 60 meses, com possibilidade de até 59 dias para pagamento da primeira parcela. A taxa de juros é a partir de 1,83% a.m. e as prestações são debitadas em conta, na data escolhida pelo cliente.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil lança seguro contra roubo de celular, notebook e mais itens

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O Banco do Brasil anunciou uma modalidade de seguro para itens pessoais. A proteção prevê ressarcimento em caso de roubo de itens como mochilas, bolsas, óculos e tênis. Mas a parte mais interessante, provavelmente, é o fato de o seguro também cobrir celulares, tablets, notebooks e outros dispositivos.

A opção é oferecida pela Brasilseg, a seguradora do grupo BB Seguros que, por sua vez, é controlado pelo Banco do Brasil. Por esse motivo, a contratação pode ser feita a partir do aplicativo da instituição bancária, disponível para Android e iOS — é necessário ser correntista, portanto.

O seguro de itens pessoais da Brasilseg custa R$ 9,90 por mês e pode ser pago via débito em conta ou cartão de crédito, em data a ser escolhida pelo cliente.

De acordo com a empresa, além de cobrir itens pessoais, o seguro oferece proteção conta roubo após saque em caixas eletrônicos ou agências bancárias (a famosa “saidinha de banco”). Transações realizadas sob coação física, incluindo transferências via Pix, também são cobertas.

A seguradora explica que o valor do ressarcimento é calculado seguindo critérios preestabelecidos de depreciação dos itens pessoais roubados. Isso significa que a indenização pode não ser equivalente ao valor que o cliente pagou pelo objeto roubado.

João Fruet, diretor comercial da Brasilseg, explica que a nova opção de seguro foi pensada principalmente (mas não de modo exclusivo) para quem vive em grandes centros urbanos:

” Nossa intenção foi criar um produto acessível e adaptado às necessidades dos clientes, sobretudo em grandes cidades. Infelizmente, realizar saques em caixa eletrônico em determinados locais e horários pode ser perigoso e o seguro oferece suporte para situações deste tipo”, diz Fruet.

A cobertura para itens presente no dia a dia das pessoas confere modernidade ao produto e mais tranquilidade ao segurado.

BB tem seguro seguro específico para celular

Não vai ser surpresa se a maioria dos contratantes do novo seguro estiver mais preocupada em proteger o seu smartphone. Curiosamente, o Banco do Banco oferece há algum tempo um seguro específico para celulares.

Chamada de Seguro Celular Ciclic, essa opção é listada no site do banco e tem cobertura não só para roubos como também para furto qualificado (como quando uma bolsa é cortada e um item extraído de lá) e danos acidentais.

Mas os preços pagos pela proteção também variam, até porque os critérios considerados para esse cálculo incluem o modelo do smartphone.

Fonte: Tecnoblog

Crédito para equipamentos de acessibilidade do BB chega a cerca de 100 mil pessoas

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O Banco do Brasil desembolsou R$ 813 milhões na linha de crédito para pessoas com deficiência. Criado desde 2012, o BB Crédito Acessibilidade financia a aquisição de produtos e serviços de tecnologia assistiva que melhoram a qualidade de vida de pessoas com deficiência.

Nesse período, foram atendidas cerca de 100 mil pessoas em todo o país. Nos primeiros sete meses de 2022, o BB efetivou 5,9 mil operações no âmbito da linha, com desembolsos de cerca de R$ 65,9 milhões.

O Banco do Brasil reforça sua condição de agente de desenvolvimento sustentável do país e seu compromisso em promover a cidadania e a inclusão da pessoa com deficiência.

A opção de financiamento conta agora com encargos que variam de 6,0% (para mutuários com renda mensal de até 5 salários mínimos) a 7,5% ao ano (para mutuários com renda mensal de 5 a 10 salários mínimos). O limite de financiamento é de R$ 30 mil e o prazo de pagamento pode chegar a 60 meses.

Os interessados no crédito podem procurar a rede de agência do BB já nesta quarta-feira (17 de agosto). O crédito do BB financia itens como cadeiras de rodas, aparelhos auditivos, órteses, próteses, andadores, adaptações em imóvel residencial, entre outros produtos de tecnologia assistiva.

Fonte: Banco do Brasil

BB supera a marca de R$ 300 milhões pagos aos clientes em Cashback com Pontos

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O Banco do Brasil soma mais de R$ 300 milhões pagos aos clientes em cashback, com 14 bilhões de pontos trocados desde 2018, início da solução dentro do programa de fidelidade BB Relaciona. Os clientes utilizam os pontos acumulados no programa para pagar ou obter o ressarcimento de contas no Cashback com Pontos. O BB foi a primeira instituição financeira a disponibilizar essa solução.

A modalidade de benefício vem crescendo consistentemente e, no primeiro semestre de 2022, os valores ressarcidos em cashback atingiram um total de R$ 64 milhões, com crescimento de 52% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Esse é um tipo de benefício inclusivo e simples de usar, que dá liberdade aos nossos clientes para direcionarem os seus pontos de relacionamento para o que eles necessitam e valorizam. O Cashback com Pontos vem se tornando cada vez mais relevante e isso aumenta o engajamento dos clientes, contribuindo para o principal objetivo das nossas estratégias no âmbito do Programa BB Relaciona”, comenta Carlos Motta, vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco.

No BB, os clientes podem acumular pontos de diferentes formas: a cada compra realizada com cartão de crédito; por meio de promoções realizadas na contratação de produtos e serviços BB; no Clube de Benefícios BB; e por meio de ações promocionais.

Troca de Pontos

A diversificação das opções de troca de pontos por benefícios vem sendo uma das diretrizes estratégicas do Banco. Além das opções tradicionais, como a troca de pontos por viagens e por uma infinidade de itens em catálogos parceiros como Livelo e Dotz, o Cashback, o Investback e o Pagamento de Contas com Pontos se destacam como opções mais recentes e modernas.

A opção de pagamento de contas com pontos permite pagar contas de água, luz e telefone, impostos, entre outros. Somente nessa modalidade, já foram pagos mais de R$ 10 milhões em contas pelos clientes. No primeiro semestre de 2022, o volume de pontos utilizados nessa modalidade, pagamento de contas, cresceu mais de 10% em relação ao mesmo período de 2021.

Tanto o pagamento quanto o ressarcimento com pontos podem ser solicitados no app, na internet ou nas agências do Banco do Brasil. Já são mais de 1,9 milhão de clientes beneficiados com a transação. O BB é o único Banco do mercado que oferece a seus clientes o pagamento com pontos.

Além do Cashback com Pontos, o Banco do Brasil tem investido em novas formas de entrega de benefícios, como o Cashback em compras na Loja BB, que já possui 27 das principais marcas do e-commerce do país em seu catálogo, com grande variedade em diversas categorias de produtos, como de lazer, casa, saúde e pet, entre outros. A Loja BB devolve um percentual do valor das compras realizadas como crédito direto na conta corrente dos clientes.

Fonte: Banco do Brasil

 

 

BB quer evitar que clientes deixem a instituição apenas para ganhar taxas mais altas

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Com cerca de 80 milhões de clientes e crescendo, o Banco do Brasil é cioso de sua posição de mercado. Há um ano e quatro meses na presidência da instituição, Fausto Ribeiro acredita que parte da fórmula que levou ao maior resultado trimestral da história (lucro líquido ajustado de R$ 7,8 bilhões entre abril e junho, que superou o dos concorrentes privados) veio de uma visão que busca, em resumo, evitar que os clientes deixem o banco apenas para ganhar taxas mais altas em produtos isolados.

“Ao olhar o retorno ajustado pelo risco (RAR), no passado deixávamos de fazer algumas operações”, disse ele em entrevista ao Estadão.

“Se eu o deixo (cliente) ser abordado por outro banco, abro uma janela arriscada. Nós tentamos fechar o cerco.” Com o lucro crescente, investidores costumam testar o BB sobre possíveis aumentos da distribuição de dividendos. Neste ano, o governo se juntou ao coro. O BB disse não, e Ribeiro nega pressões. “Nunca houve qualquer pressão por parte do governo para pagarmos mais dividendos.”

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista.

1) Você disse que o BB deve buscar mais parceiros no exterior. Já há discussões?

Para expandirmos o negócio, precisamos ter opções. Tem um número do Banco Central de que existem US$ 204 bilhões declarados de brasileiros no exterior, em patrimônio. Olha o tamanho desse mercado. Montar uma assessoria qualificada no exterior requer tempo e investimento. Quem tem isso pronto? Grandes players: JPMorgan, Principal, a própria UBS. Como tínhamos uma parceria com a UBS, pedimos para que nos abrissem a porta no mercado americano. Mas a ideia é não ter exclusividade. Primeiro, vamos desenhar o processo com a UBS e, com a experiência, abrimos o leque.

2) Todo mundo está tentando resolver isso via aquisições. O BB não?

Nós já temos o nosso banco, que tem a porta com os empresários brasileiros. Do que os investidores precisam? De um banco, da corretora, que é a BB Securities, e de um advisory (empresa consultiva).

3) Como está a busca por um sócio para a BB Asset?

Temos a estratégia de encontrar um parceiro estratégico, de porte internacional, para termos reações mais rápidas, que possam melhorar a gestão em termos de ferramentas, trazer tecnologia e essa internacionalização. O processo avançou, e (o resultado) deve sair até o fim do ano.

4) Os bancos têm dito que não veem sustos na qualidade de crédito de grandes empresas. O BB se preocupa?

Não tem nada grave. A fase ruim já foi, na época das grandes construtoras, que fizeram com que os bancos recuassem. Nas demais, o banco fez um negócio bem amarrado: temos o fluxo de caixa, fazemos a folha de pagamento. A empresa não abre a porta se você não dá crédito, e nós tentamos, em seguida, trazê-la para o ecossistema. No agro é a mesma coisa, as commodities estão lá em cima. Pressiona a inflação, mas o Brasil gera uma riqueza tremenda, nossa balança comercial está ótima. Isso é um bom sinal, e em algum momento vai servir para atenuar pressões. E por outro lado, capitaliza os agricultores.

5) E o banco pode vender mais produtos a eles?

O agricultor capitalizado amplia sua área de produção, investe em equipamentos e pode buscar alternativas de produção. Compra casa, carro. Quando começamos a gestão, mudamos alguns conceitos. Ao olhar o retorno ajustado pelo risco (RAR), no passado, deixávamos de fazer algumas operações. Algumas parecem trazer menos rentabilidade, mas o agricultor também compra máquina, revende, paga salário, compra casa, tem cartão… Quando você enxerga o RAR do cliente, começa a olhar isso sob outra perspectiva. Quando cheguei, estávamos em sétimo lugar no câmbio. A briga por taxa no câmbio é dura, e o cliente vai buscar a mais baixa. Se eu o deixo ser abordado por outro banco, abro uma janela arriscada. Um bom vendedor, do outro lado, começa a oferecer outras coisas. Tentamos fechar o cerco.

6) O volume é resultado de o banco abrir mão de margem para manter o cliente?

Abriu mão de um pedacinho da margem para ter todo o negócio. É uma visão ampliada. Talvez isso seja um segredo para termos conseguido fazer bons negócios.

Fonte: Rádio Pampa

 

Banco do Brasil amplia em quase 30% o crédito destinado ao agronegócio

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O Banco do Brasil bateu R$ 262 bilhões dedicados à carteira de crédito para o agronegócio em junho. A quantia representa um crescimento de 27% sobre o mesmo mês em 2021.

O destaque da quantia do Banco do Brasil para o setor foi o crescimento dos certificados de direitos creditórios do agronegócio (cerca de 465% no ano). Também houve a expansão das cédulas de produto rural e garantias (75%) e investimento (pouco mais de 60%).

“Em julho, anunciamos o maior Plano Safra da história, destinando R$ 200 bilhões ao agronegócio brasileiro, 48% a mais do que o disponibilizado na safra anterior”, informou o Banco do Brasil, em nota. “Desse montante, R$ 45 bilhões serão destinados a pequenos e médio produtores rurais, R$ 110 bilhões para a agricultura empresarial, R$ 24 bilhões em títulos agro e giro, além de outros R$ 20 bilhões em negócios com a cadeia de valor do agronegócio.”

Até a primeira semana de agosto, o banco já havia desembolsado R$ 27 bilhões no Plano Safra 2022/2023. A instituição anunciou ainda que o Circuito de Negócios Agro, evento itinerante, “percorrerá até o fim do ano mais de 80 mil quilômetros, abrangendo 900 municípios, com cinco carretas construídas no formato de agências móveis”.

Fonte: Revista Oeste

Banco do Brasil tem novo head de Investimentos Varejo e Alta Renda

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Fabrício Reis é o novo head de Captação e Investimentos do Banco do Brasil, área responsável pelas estratégias de investimentos para os segmentos Varejo e Alto Varejo. Ele substitui Asclepius Soares, o Pepe, que se aposentou após 36 anos de casa.

Fabrício possui vasta experiência na rede de atendimento do BB, tendo atuado como Superintendente Private Banking, Superintendente Estadual do Paraná e, em sua última função, estava à frente do time da Superintendência de Clientes Pessoa Física.

“Em um mercado competitivo como este, o Banco do Brasil estabeleceu como compromisso democratizar os investimentos. A forte presença regional e a capilaridade do modelo de atendimento do Banco são diferenciais competitivos. Quero trazer toda a minha experiência de atuação direta junto aos investidores para dar continuidade às ações que já vêm sendo desenvolvidas, e amplificar as estratégias que proporcionem a melhor experiência aos nossos clientes”, pontua Fabrício.

Nos últimos anos, o Banco do Brasil vem ampliando sua atuação junto ao público investidor Varejo e Alta Renda, com expansão do modelo de assessoria especializada e estruturação de um portfólio completo, inovador e competitivo. A curadoria de investimentos tem a preocupação de selecionar o que há de melhor no mercado, no sentido de disponibilizar para os investidores tudo o que ele precisa na combinação entre produtos diversificados, assessoria humana especializada e as melhores soluções digitais.

“Vamos trabalhar para encantar nossos clientes que já investem com o BB e atrair novos investidores. O Banco do Brasil já é, além de confiável, uma das maiores plataformas de investimento do país. Se o cliente está iniciando a sua jornada, buscando um ativo de renda fixa para montar sua reserva de emergência, estamos aqui para apoiá-lo e oferecer educação financeira. Agora, se ele está buscando oportunidades em produtos e estratégias diferenciadas, também temos um portfólio completo e uma rede de especialistas altamente qualificados para assessorá-lo na gestão do seu patrimônio”, completa Fabrício.

O posicionamento do BB como um banco de investimentos vem gerando frutos e foi destacado no resultado do 2T22, divulgado no último dia 10. Um exemplo é o mercado de Crédito Privado. Por meio da oferta qualificada, o saldo em produtos como CRA, CRI e Debêntures, no segmento Varejo Alta Renda, cresceu mais do que 150,6% desde o 2T21. Para comparação, no mesmo período, o mercado registrou quase metade desse crescimento, em torno de 79,3%.

Formado em administração de empresas, Fabrício possui extensão universitária em Agronegócio, Consultoria e Estratégia de Negócios pela Esalq/USP, com MBA em Auditoria Fiscal e Tributária, além de certificação CFP®. Participou de diversos programas de formação executiva, dentre eles Economia e Gestão Empresarial pelo Insper, Conselheiro de Administração e Governança Corporativa pelo IBCG, especialização em Risco e Compliance pela FDC e em Wealth Management pela Saint Paul.

Fonte: Banco do Brasil

ANABB inicia abaixo-assinado contra a Resolução CGPAR 42

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A ANABB está começando um movimento contra a Resolução nº42, da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR). A norma estabelece diretrizes e parâmetros para as empresas estatais federais quanto aos seus regulamentos internos de pessoal e planos de cargos e salários.

Um dos principais pontos de atenção sobre a Resolução CGPAR 42 é que ela prevê, em seu artigo 6º, que a participação das empresas no custeio de planos de saúde não poderá exceder o limite de 50% da despesa.

O custeio dos planos de saúde das empresas públicas conta com a contribuição dos funcionários titulares e a contribuição do patrocinador, que é a empresa da qual estão vinculados.

Com a entrada em vigor da Resolução nº 42, as empresas poderão reduzir seus aportes financeiros, fazendo com que os funcionários tenham que arcar com um custo maior, o que comprometerá a gestão financeira dos planos.

O abaixo-assinado formulado pela Associação é a favor do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 313/2022, protocolado na Câmara dos Deputados pelo parlamentar Pompeo de Mattos (PDT/RS), que busca anular os efeitos da Resolução CGPAR 42.

Lembramos que, em 2018, o Congresso Nacional já reconheceu a limitação estabelecida pela Resolução CGPAR 23/2018, que colocava limites para a participação das estatais no custeio do benefício de assistência à saúde dos funcionários das estatais e economia mista.

Então, vamos juntos para mais essa luta e nos ajude nessa missão: preencha o formulário, no link abaixo, apoie a iniciativa e compartilhe esse conteúdo com os colegas e familiares e vamos juntos em busca dos nossos direitos.

Fonte: Agência ANABB

 

Banco do Brasil lucra R$ 7,8 bilhões no 2º trimestre, alta de 54,8%

Publicado em: 11/08/2022

O Banco do Brasil apresentou mais um lucro líquido ajustado recorde neste semestre, totalizando R$ 14,4 bilhões, crescimento de 44,9% comparado ao primeiro semestre do ano passado. O resultado foi influenciado pelo aumento da margem financeira bruta, pela diversificação das receitas com serviços e disciplina na gestão de despesas. Com isso, o índice de eficiência acumulado em 12 meses atingiu 33,2%, o melhor da série histórica.

O lucro líquido ajustado trimestral alcançou R$ 7,8 bilhões, 18% superior ao primeiro trimestre de 2022 e 54,8% acima do segundo trimestre de 2021. O RSPL (Retorno Sobre Patrimônio Líquido) do segundo trimestre alcançou 20,6%, com crescimento consistente que já nos posiciona no patamar de nossos pares privados.

A elevação sustentável e saudável do crédito é um dos pilares do resultado apresentado, em todos os segmentos. O Banco do Brasil permanece com índice de inadimplência acima de 90 dias menor do que a média do Sistema Financeiro Nacional e mantém nível de cobertura robusto, também acima da Indústria (271%).

Mais do que um resultado forte, o Banco do Brasil entregou um valor adicionado à sociedade de R$ 36,9 bilhões, um crescimento de 31,1% na comparação com o ano passado. A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) é o informe contábil que evidencia, de forma sintética, os valores correspondentes à formação da riqueza gerada pela empresa em determinado período e sua respectiva distribuição.

O Índice de Basileia atingiu 17,54%, sendo 12,49% de capital principal, um dos mais sólidos entre os bancos brasileiros.

Carteira de Crédito

A carteira de crédito ampliada atingiu R$ 919,5 bilhões em junho de 2022, com evolução de 19,9% na comparação com junho de 2021 e 4,1% na comparação com março de 2022. Nos dois períodos de comparação, foi observado forte crescimento em todos os segmentos.

A carteira pessoa física ampliada cresceu 14,1% em relação a junho/21 e 2,1% frente a março/22, destaque para a performance positiva do crédito consignado (+2,3% no trimestre e +10,5% no ano), empréstimo pessoal (+3,5% no trimestre e +29,3% no ano) e cartão de crédito (+5,0% no trimestre e +51,7% no ano), alinhado à estratégia de alteração para um mix mais rentável.

Na pessoa jurídica, a carteira ampliada apresentou crescimento anual de 19,1% e trimestral de 4,9%, com destaque para o crescimento de capital de giro (+5,1% no trimestre e +6,5% no ano), TVM (títulos e valores mobiliários) privados e garantias (+4,5% no trimestre e +59,0% no ano) e recebíveis (+9,5% no trimestre e +59,1% no ano). Destaque para os desembolsos realizados no mês de agosto no Pronampe, que já somam mais de R$ 6,5 bilhões, beneficiando mais de 62 mil empresas.

O agronegócio segue performando muito bem. Em junho de 2022, a carteira ampliada atingiu R$ 262 bilhões, crescimento de 27,3% na comparação com junho/21 e 2,9 % sobre março de 2022, com destaque para o crescimento de certificado de direitos creditórios do agronegócio (+34,8% no trimestre e +463,4% no ano), da cédula de produto rural e garantias (+28,8% no trimestre e +74,4% no ano) e investimento (+4,7% no trimestre e +62,0% no ano). Importante ressaltar que 46% dessas operações são consideradas sustentáveis.

Em julho, foi anunciado o maior Plano Safra da história, destinando R$ 200 bilhões ao agronegócio brasileiro, 48% a mais do que o disponibilizado na safra anterior. Desse montante, R$ 45,5 bilhões serão destinados à pequenos e médio produtores rurais, R$ 110,0 bilhões para a Agricultura Empresarial, R$ 24,5 bilhões em títulos agro e giro, além de outros R$ 20 bilhões em negócios com a cadeia de valor do agronegócio.

Cabe destacar que o BB já desembolsou R$ 27,4 bilhões, até hoje, no Plano Safra 2022/2023, o que demonstra a força e liderança do BB no agronegócio, como maior parceiro do cliente do campo.

Atingimos, ao fim de junho de 2022, R$ 292,2 bilhões em operações de crédito sustentáveis, crescimento de 13,3% em 12 meses. Esse montante foi contratado em linhas de crédito com elevada adicionalidade ambiental e/ou social.

Dinâmica de Receitas e Despesas

As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 15,4 bilhões, crescimento de 9,1% em 12 meses. No trimestre, atingiram R$ 7,8 bilhões, com crescimento trimestral de 4,3%, influenciado pelo desempenho comercial nos segmentos de administração de fundos (+8,7%) e de operações de crédito (+26,0%).

As despesas administrativas alcançaram R$ 16,5 bilhões, elevação de 5,8% na comparação com o primeiro semestre de 2021. No segundo trimestre de 2022, atingiu R$ 8,3 bilhões, 1,3% superior ao trimestre anterior, abaixo da inflação registrada no período.

Super App e novo Portal BB

O Banco do Brasil apresentou aos clientes o Super App BB e o novo Portal do BB (www.bb.com.br), que trazem uma interface mais leve, segura e intuitiva. No App BB, o Banco passa a oferecer uma experiência ainda mais personalizada, com novas funcionalidades para ajudar a organizar as finanças e realizar transações financeiras e contratações. Já o Portal BB está mais moderno, objetivo e com uma navegação mais simples para encontrar tudo que precisar.

Loja BB

Nesse semestre, a Loja BB contou com um fluxo de aproximadamente quatro milhões de clientes que comercializaram mais de R$ 430 milhões em produtos não bancários. Nosso marketplace foi expandido e conta com 27 marcas, oferecendo cashback direto na conta do cliente.

Pioneirismo em soluções digitais

O BB também foi o primeiro banco a oferecer empréstimo pessoal para correntistas no WhatsApp. Cabe destacar que cerca de 74% dos clientes ainda não possuíam crédito pessoal com o BB, o que demonstra a capacidade de o novo canal ampliar negócios com novos públicos.

Outro destaque é o Painel PJ, que se soma à Liga PJ, como uma plataforma dedicada especialmente para o ecossistema empreendedor no país. Trata-se de um espaço para a troca de informações, experiências e conexões negociais entre empreendedores e parceiros desse mercado, trazendo soluções e oportunidades.

Revisão de projeções corporativas 2022

Apresentamos a seguir a nossa performance no 1S22 e as projeções corporativas para 2022. Os intervalos estabelecidos para o ano consideram as sazonalidades dos trimestres.

Fonte: Banco do Brasil

Presidente do BB quer deixar legado digital para a próxima administração

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O grande erro estratégico de um banco, atualmente, é não entrar no open finance. É o que acredita o presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro. Durante o Febraban Tech, evento de tecnologia bancária que começou nesta terça-feira, 9, o executivo compartilhou os primeiros aprendizados do open banking. O presidente do banco abordou ainda os próximos passos da instituição e o fato de que deseja deixar um “legado digital” para a próxima administração do BB.

Ribeiro afirmou que 90% dos usuários que deram o opt-in para o open finance com o banco público puderam ter acesso a produtos mais customizados e, com isso, o banco foi mais assertivo na oferta de produtos.

Afirmou ainda que o open finance possibilitou novos modelos de negócios, como o banco como plataforma; um formato que pôde ser visto com a criação do marketplace que atualmente tem 27 redes varejistas e no primeiro ano obteve R$ 430 milhões de receita para os parceiros que repassam de 9% a 10% das vendas ao banco.

Outro executivo do banco, Luiz Fernando Ferreira, gerente-geral da unidade de segurança institucional, explicou que, atualmente, 70% das transações dos correntistas são feitas em meio digital, sendo 56% no mobile e 14% na Internet Banking. Neste cenário mais digital, o especialista abordou a importância da proteção de dados.

Outro aprendizado foi com a entrada da LGPD em setembro de 2020. O BB teve 9,2 milhões de requisições de dados feitas por clientes, sendo 0,02% foram realizadas na rede física e 99,8% por meio da central de privacidade que está dentro do app.

O gerente-executivo do BB lembrou ainda que o banco lançou na última segunda-feira, 8, a opção para requisição de dados via WhatsApp, ou seja, mais um canal de requisição para o cliente do banco.

Fonte: Mobile Time

 

Banco do Brasil anuncia dividendo e pagamento da JCP complementar até o dia 31

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O Banco do Brasil (BBAS3) aprovou a distribuição de R$ 571.256.649,91 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos e R$ 1.628.480.446,55 sob a forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP), ambos relativos ao segundo trimestre de 2022. A informação foi divulgada na noite desta quarta, 10 de agosto.

O valor por ação dos dividendos é de R$ 0,20018899819 (o valor atualizado é R$ 0,20305546243). O valor por ação dos JCP complementar é de R$ 0,57067846688 (o valor atualizado é R$ 0,57884989207).

Os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (30/06/2022) até a data do pagamento (31/08/2022) e terão como base a posição acionária de 22/08/2022. As ações serão negociadas a “ex” a partir de 23/08/2022.

Resultado do 2T22

O lucro líquido ajustado do BB no 2T22 alcançou R$ 7,8 bilhões, 18% superior ao primeiro trimestre de 2022 e 54,8% acima do segundo trimestre de 2021. O RSPL (Retorno Sobre Patrimônio Líquido) do segundo trimestre alcançou 20,6%, com crescimento consistente que já nos posiciona no patamar de nossos pares privados.

“A elevação sustentável e saudável do crédito é um dos pilares do resultado apresentado, em todos os segmentos”, destacou o banco.

O Banco do Brasil permanece com índice de inadimplência acima de 90 dias menor do que a média do Sistema Financeiro Nacional e mantém nível de cobertura robusto, também acima da Indústria (271%).

O Índice de Basileia atingiu 17,54%, sendo 12,49% de capital principal, um dos mais sólidos entre os bancos brasileiros.

Carteira de Crédito

A carteira de crédito ampliada atingiu R$ 919,5 bilhões em junho de 2022, com evolução de 19,9% na comparação com junho de 2021 e 4,1% na comparação com março de 2022.

Nos dois períodos de comparação, foi observado forte crescimento em todos os segmentos. A carteira pessoa física ampliada cresceu 14,1% em relação a junho/21 e 2,1% frente a março/22, destaque para a performance positiva do crédito consignado (+2,3% no trimestre e +10,5% no ano), empréstimo pessoal (+3,5% no trimestre e +29,3% no ano) e cartão de crédito (+5,0% no trimestre e +51,7% no ano), alinhado à estratégia de alteração para um mix mais rentável.

Na pessoa jurídica, a carteira ampliada apresentou crescimento anual de 19,1% e trimestral de 4,9%, com destaque para o crescimento de capital de giro (+5,1% no trimestre e +6,5% no ano), TVM (títulos e valores mobiliários) privados e garantias (+4,5% no trimestre e +59,0% no ano) e recebíveis (+9,5% no trimestre e +59,1% no ano).

Destaque para os desembolsos realizados no mês de agosto no Pronampe, que já somam mais de R$ 6,5 bilhões, beneficiando mais de 62 mil empresas. O agronegócio segue performando muito bem.

Em junho de 2022, a carteira ampliada atingiu R$ 262 bilhões, crescimento de 27,3% na comparação com junho/21 e 2,9 % sobre março de 2022, com destaque para o crescimento de certificado de direitos creditórios do agronegócio (+34,8% no trimestre e +463,4% no ano), da cédula de produto rural e garantias (+28,8% no trimestre e +74,4% no ano) e investimento (+4,7% no trimestre e +62,0% no ano).

Dinâmica de Receitas e Despesas

As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 15,4 bilhões, crescimento de 9,1% em 12 meses. No trimestre, atingiram R$ 7,8 bilhões, com crescimento trimestral de 4,3%, influenciado pelo desempenho comercial nos segmentos de administração de fundos (+8,7%) e de operações de crédito (+26,0%).

As despesas administrativas alcançaram R$ 16,5 bilhões, elevação de 5,8% na comparação com o primeiro semestre de 2021. No segundo trimestre de 2022, atingiu R$ 8,3 bilhões, 1,3% superior ao trimestre anterior, abaixo da inflação registrada no período.

Fonte: Finance News

 

Superintendente regional do BB visita prefeito de Presidente Prudente

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O prefeito de Presidente Prudente, interior de São Paulo, Ed Thomas e a secretária Municipal de Finanças (Sefin), Célia Molinari, receberam o novo superintendente comercial regional do Banco do Brasil, Carlos Henrique Fernandes Pinheiro, que assumiu o cargo na regional há 40 dias. A visita foi acompanhada pelo gerente geral da Agência 97, Caio Lopes, e pelo gerente de governo de Presidente Prudente que atende o município, Bruno Vilas Boas.

Na oportunidade, o superintendente foi apresentado à administração municipal e se dispôs a colaborar com o desenvolvimento de Prudente e região.

Também foram apresentados os investimentos em todo oeste paulista nos últimos quatro dias, por meio do Pronampe, crédito destinado a empresas com mais de 1 ano de constituição e faturamento registrado na Receita Federal de até R$ 4,8 milhões no exercício anterior.

“De segunda até hoje, em quatro dias de operação, foram injetados quase R$ 70 milhões entre Prudente e região, com crédito a 650 empresas. Uma operação com garantia e criação de empregos”, afirmou o superintendente.

Relativo também à região, os representantes do BB anunciaram que o Plano Safra deste ano já superou 35% em crédito, comparado a 2021.

O prefeito também mencionou sobre a Lei de Regularização Fundiária, sancionada na última semana, que garantirá segurança aos produtores e às agências financiadoras e, consequentemente, desenvolvimento a toda região.

Fonte: Prefeitura Municipal de Presidente Prudente

 

BB Seguridade tem salto no lucro e anuncia data para pagar dividendos

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Foi bom e vai melhorar. A BB Seguridade (BBSE3) teve lucro líquido de R$ 1,4 bilhão no segundo trimestre deste ano, o que representa um crescimento de 86,6% em relação aos R$ 753,7 milhões registrados no mesmo período de 2021. De acordo com a holding de seguros e previdência do Banco do Brasil (BB), o trimestre contou com um forte aumento de vendas, redução da sinistralidade e alta do resultado financeiro.

Tudo isso contribuiu para que a empresa encerrasse o primeiro semestre deste ano com um lucro líquido de aproximadamente R$ 2,58 bilhões, um avanço de aproximadamente 49,4% na base anual.

Com o bom desempenho nos primeiros seis meses do ano, a BB Seguridade decidiu revisar para cima as projeções (guidance) para os resultados de 2022. A empresa anunciou ainda a data do pagamento de dividendos para 29 de agosto. A seguir eu trago mais detalhes sobre o balanço da holding de seguros do Banco do Brasil.
Os números da BB Seguridade

Empresas do ramo de seguros estão entre as grandes beneficiadas pela alta da taxa básica de juros (Selic), e não foi diferente com a BB Seguridade.

No segundo trimestre, o resultado financeiro consolidado da BB Seguridade e de suas subsidiárias chegou a R$166,5 milhões, avanço de 263,7% ante o saldo negativo de R$ 101,7 milhões registrado no mesmo período do ano passado.

Entre as unidades de BB Seguridade, o grande destaque foi a Brasilseg, cujo resultado triplicou em relação ao segundo trimestre do ano passado e atingiu R$ 547 milhões.

O volume de prêmios de seguros no segundo trimestre aumentou 22,9% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, para R$ 3,87 bilhões, de acordo com a companhia.

O seguro rural foi o principal destaque do período, com crescimento de 42% em comparação com o segundo trimestre do ano passado. De acordo com a BB Seguridade, o segmento foi ajudado pela expansão do crédito rural no Banco do Brasil para a Safra 22/23.

Os demais setores também apresentaram crescimento no período, sustentados pela melhora das vendas. Os seguros empresarial/massificados aumentaram 46,4%, acompanhados por residenciais, com alta de 27,1%, e vida, com expansão de 5,8%.

A sinistralidade caiu 23,7 pontos percentuais (p.p) em relação ao primeiro trimestre de 2021. Se analisarmos o indicador no primeiro semestre deste ano, a queda anual foi de 8,7 p.p.

O índice combinado do trimestre, que pondera a soma dos índices de sinistralidade e índice de despesas, recuou de 89,9% para 67,1% na base anual. Abaixo de 100, o indicador aponta desempenho operacional positivo. Ou seja, quanto menor, melhor.

Dividendos da BB Seguridade (BBSE3)

Junto com o balanço, a BB Seguridade (BBSE3) ainda divulgou o pagamento de fartos dividendos aos acionistas. A holding de seguros distribuirá R$ 2,068 bilhões em proventos em 29 de agosto, correspondente a R$ 1,03 por ação.

Poderá receber a remuneração o investidor que possuir BBSE3 na carteira até o fim do pregão do dia 17 deste mês.

Projeções melhores para 2022

A entrega de resultados fortes no segundo trimestre e a expectativa de indicadores macroeconômicos positivos fez a BB Seguridade (BBSE3) revisar para cima as projeções (guidance) para 2022.

A companhia aumentou a perspectiva para o crescimento do resultado operacional não decorrente de juros (ex-holdings) para um intervalo entre 15% e 20% — contra uma estimativa anterior de 12% a 17%.

A BB Seguridade também revisou o guidance para os prêmios da Brasilseg para uma alta de 20% a 25%. A estimativa anterior da companhia era de um avanço entre 10% e 15%.

Apesar de as estimativas de reservas de previdência – P/VGBL terem sido mantidas, a companhia acredita que é possível revisar o crescimento para 2022.

O que dizem os analistas

Para o Goldman Sachs, a BB Seguridade (BBSE3) entregou fortes resultados operacionais — e a casa segue otimista com o futuro da holding.

Os analistas reafirmaram a recomendação de compra das ações BBSE3. “Esperamos uma reação positiva do preço das ações.”

De fato, as ações BBSE3 abriram a sessão desta segunda-feira (08) em alta. Por volta das 12h05, os papéis avançavam 2,60%, cotados a R$ 29,22.

Nas contas do Goldman Sachs, os papéis da BB Seguridade negociam a um preço equivalente a 10,9 vezes o lucro projetado para este ano, bem abaixo da média histórica de 14 vezes.

Ou seja, as ações têm espaço para se valorizar ainda mais mesmo depois da alta de mais de 45% neste ano.

Ainda segundo a casa de análise, existem três questões que podem colocar a tese otimista do Goldman para o conglomerado em risco:

  • Aumento da sinistralidade, que pode ser afetada pelas condições climáticas;
  • Volatilidade nos resultados financeiros, que pode ser afetada pela incompatibilidade dos índices de inflação ou pelo alargamento da curva de juros;
  • Eventual renegociação do contrato da BB Corretora com o Banco do Brasil antes de 2033.

Fonte: Seu Dinheiro

Saiba a melhor hora para trocar Banco do Brasil por BB Seguridade e vice-versa

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Os resultados trimestrais divulgados pela BB Seguridade (BBSE3) na manhã desta segunda-feira (8 de agosto) são bem recebidos pelo mercado. As ações avançavam 3,44% por volta das 14h25, dando gás à performance do acumulado do ano, que já avança 48%.

Os papéis da controladora Banco do Brasil (BBAS3) não ficam muito atrás. Apesar de uma valorização menor, a estatal ainda acumula ganhos de 41% em 2022.

Em momentos como esse, dúvidas sobre qual ação oferece mais oportunidade podem surgir no mercado. Entre os dois nomes, qual escolher? E, mais importante: é possível saber a melhor hora de trocar os papéis?

Segundo o Itaú BBA, a performance relativa entre o Banco do Brasil e sua seguradora pode ser explicada em grande parte pelas mudanças de risco do Brasil.

Relação com risco-país

Em relatório publicado no fim de julho, os analistas Pedro Leduc, William Barranjard e Mateus Raffaelli explicam que, em períodos de aumento de risco no país, as ações das duas empresas caem, mas o Banco do Brasil cai mais do que o BB Seguridade. No cenário reverso, de redução de risco, o Banco do Brasil claramente sai na frente, completam.

De acordo com Leduc, Barranjard e Raffaelli, alguns fatores explicam essa dinâmica. Um deles é o custo do patrimônio líquido. O BBA lembra que a tese do Banco do Brasil tem mais tempo que a de BB Seguridade. Por isso, um risco-país maior deve diminuir o valor justo do Banco do Brasil em menor grau do que para BB Seguridade.

“Todo movimento +100 pontos-base no custo do patrimônio líquido muda o valor justo do Banco do Brasil em -5% e da BB Seguridade em -9%”, destaca.

O risco-país também influencia os dois papéis porque reflete a percepção dos investidores sobre o cenário fiscal brasileiro, acrescenta o BBA.

“Nos ciclos políticos anteriores, especialmente quando o espaço para a expansão fiscal era mais limitado, bancos estatais eram usados como ferramentas expansionistas no Brasil. A estratégia não acabou bem para suas lucratividades e balanços”, comentam os analistas.

O BBA diz que, embora a governança do Banco do Brasil esteja mais forte hoje em dia, a história do passado “continua viva”, principalmente agora, às vésperas das eleições.

“Essa memória pode estar levando os mercados a pensar que, quanto pior o cenário fiscal, o mais provável é que bancos controlados pelo governo sejam usados como combustível para crescimento orientado pelo crédito“, afirmam Leduc, Barranjard e Raffaelli.

Os analistas destacam que aumentar o crédito traria mais prêmios para a BB Seguridade no curto prazo, mas sem o risco de crédito.

O BBA tem uma visão construtiva para as duas companhias, embora veja maior potencial de alta para o Banco do Brasil nos níveis atuais.

Fonte: Money Times

BB é o primeiro banco a oferecer consentimento ao Open Finance pelo WhatsApp

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Desde a segunda-feira, 8 de agosto, os clientes do Banco do Brasil podem realizar a adesão ao Open Finance no BB pelo WhatsApp. Desta forma, o Banco tornou-se o primeiro do mundo a utilizar o aplicativo de mensagens para o cliente realizar a jornada do consentimento completa.

A jornada acontece por completo no WhatsApp BB (61 4004 0001), sem interação humana, com o cliente falando termos como “open finance”. O assistente virtual entenderá a intenção do cliente e iniciará o processo de consentimento.

O consentimento do cliente é um dos pilares de funcionamento do Open Finance. A partir dele, uma instituição pode consultar os dados que seu cliente possui em outra instituição participante do ecossistema e, dessa forma, personalizar mais as ofertas, já que conhecerá melhor seu perfil.

“Os clientes que consentiram compartilhar dados de outros bancos com o BB já têm percebido na prática melhorias em seu relacionamento conosco, já que esses avanços digitais que o Banco tem promovido reforçam a assessoria qualificada no atendimento negocial”, afirma o presidente do BB, Fausto Ribeiro. “Desde uma atualização cadastral de forma automatizada até a revisão do limite de crédito e à recomendação de produtos mais aderentes ao seu perfil, como um upgrade de cartão de crédito, por exemplo”, complementa Ribeiro.

Recentemente, o BB divulgou que já gerencia mais de R$ 7 bi em saldos consolidados com outros bancos em sua plataforma de planejamento financeiro no aplicativo do banco, o que já gerou recomendações de economia para os clientes que fizeram o consentimento da ordem de R$ 2,5 bilhões.

Segundo Ribeiro, dos clientes que autorizaram o compartilhamento de dados com o banco, 90% já tiveram algum benefício: 77% receberam ofertas personalizadas a partir dos dados e/ou utilizaram soluções que fazem uso dos dados de Open Finance e 13% tiveram informações cadastrais atualizadas sem necessidade de apresentar documentos ou comparecer à agência.

“A oferta do consentimento no WhatsApp é uma forma de oferecer ainda mais conveniência para o cliente em um canal que o cliente usa cada vez mais no seu dia-a-dia para realizar diversas transações que se somam aos contatos que os clientes buscam como forma de consultoria em nossas agências e escritórios. O complemento entre as inovações digitais e nossos aprimoramentos no atendimento humano especializado refletem ainda uma satisfação maior dos nossos clientes para a realização de negócios sustentáveis”, afirma Ribeiro. Além disso, nesse mesmo canal o cliente pode tirar suas dúvidas sobre vantagens e segurança do Open Finance e sobre o uso do Minhas Finanças Multibanco, a ferramenta de gestão financeira e agregação de contas do BB.

Pioneirismo

Oferecer o Consentimento ao Open Finance no app mais popular do Brasil é mais um ineditismo e inovação do Banco do Brasil que junta-se a outras soluções. O BB foi o primeiro banco a ter no WhatsApp a jornada completa de Pix, entender mensagens de voz, oferecer renegociação de dívidas sem interação humana, serviços de INSS, cobrança bancária, Informe de Rendimentos Pessoa Física, empréstimo pessoal e ter um assistente virtual especializado em PJ no WhatsApp.

Atualmente, já são mais de 26 milhões de atendimentos e 12 milhões de usuários ativos.

Aliado a isso, o BB também tem liderado o Open Finance no Brasil, mesmo antes do início da implementação regulatória iniciada em 2021: foi o primeiro banco da América Latina a fazer uma operação estruturada de Open Banking, com o lançamento em junho de 2017 do Portal do Desenvolvedor e foram os primeiros a estabelecer uma parceria de Open Banking negocial (Conta Azul) no Brasil. Já no formato atual, foi primeira instituição a realizar a jornada do consentimento completa (agosto/21) e o primeiro grande banco habilitado a operar como iniciador de pagamentos, por exemplo.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB atende demanda da Fiems e começará migração de taxas de juros do FCO

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Em reunião convocada pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste para discutir a implementação das novas regras do FCO na modalidade não-rural, o Banco do Brasil anunciou que iniciará a migração das taxas de juros dos financiamentos a partir de 15 de agosto.

Durante a reunião, a instituição também se comprometeu em oferecer simulação aos clientes para que eles possam verificar se a operação é vantajosa. “Nós parlamentares trabalhamos por essa possibilidade desde o ano passado com o setor produtivo e a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste. Pensamos em como oferecer maior segurança e condições para que os empresários possam se reerguer após a pandemia”, afirmou o senador Nelsinho Trad.

O anúncio atende demanda da Fiems, que em julho já havia apresentado preocupação com riscos de inadimplência devido à elevação das taxas de juros. Segundo o presidente Sérgio Longen, os empresários atendidos pelo FCO com taxas pós-fixadas estavam com dificuldades em honrar os compromissos, em um cenário de inflação fora de controle e altas inesperadas nos preços da economia.

“Nossa preocupação é que nossos associados, empresários do meu Estado e também dos demais Estados atendidos pelo FCO, estão ficando em situação ruim. Quem está devendo, avalia que sua empresa está com dificuldade de pagamento e com desenho claro de que a situação vai piorar”, afirmou.

Fonte: Impacto Mais

Artigo: As consequências da privatização da BB Asset Management (BBDTVM)

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Por Jacques Pena* e Kleytton Morais**

Nos últimos dias, voltaram a circular boatos (e onde há fumaça há fogo…) sobre uma possível privatização da BBDTVM, agora repaginada de “BB Asset Management”, num movimento de realinhamento estratégico da empresa, para transmitir modernidade.

A BB Asset Management é líder da indústria nacional de fundos de investimentos e carteiras administradas, com patrimônio de R$ 1.485.091,42 milhões, conforme ranking da ANBIMA de junho de 2022. Para se ter uma ideia do gigantismo da BBDTVM, o Itaú Unibanco Asset Management (2º colocado) tem patrimônio de R$ 813.673,40 milhões e o Bradesco (3º colocado) soma R$ 544.080,56 milhões.

Nos últimos dias, voltaram a circular boatos (e onde há fumaça há fogo…) sobre uma possível privatização da BBDTVM, agora repaginada de “BB Asset Management”, num movimento de realinhamento estratégico da empresa, para transmitir modernidade.

A BB Asset Management é líder da indústria nacional de fundos de investimentos e carteiras administradas, com patrimônio de R$ 1.485.091,42 milhões, conforme ranking da ANBIMA de junho de 2022. Para se ter uma ideia do gigantismo da BBDTVM, o Itaú Unibanco Asset Management (2º colocado) tem patrimônio de R$ 813.673,40 milhões e o Bradesco (3º colocado) soma R$ 544.080,56 milhões.

Assim, uma eventual privatização da BBDTVM, no todo ou em partes, traria sérios prejuízos ao Banco do Brasil. De um lado, estaria abrindo mão de receitas de uma Gestora de recursos lucrativa e eficiente e que detém, hoje, cerca de 21% de participação de mercado, respondendo, juntamente, com a área de seguridade (seguros, previdência e capitalização) e cartões, por uma parcela importantíssima do resultado do conglomerado Banco do Brasil. De outro lado, a sinergia dos negócios estaria comprometida. Ao invés de ampliar, por exemplo, a penetração de fundos de investimentos e previdência no canal próprio do Banco, seja no varejo, pequenas empresas, private banking e institucional, o Banco estaria terceirizando esses negócios numa Gestora internacional, contribuindo, assim, para o enfraquecimento do Banco do Brasil e sua posterior privatização.

Entre os potenciais interessados em comprar a BBDTVM estariam algumas das maiores administradoras de ativos do mundo, como por exemplo, a BlackRock, Franklin Templeton e Prudential Financial.

Atualmente, há poucas gestoras estrangeiras com escritórios no Brasil, e as que existem apostam no crescimento do mercado de asset management, que vem passando por grandes transformações, com o advento das plataformas, surgimento de novas gestoras, distribuição dos investimentos, mão de obra etc.

O que tem chamado, de fato, a atenção dos players internacionais é o segmento wealth, mais acostumado com o investimento internacional, os fundos de pensão que estão passando por mudanças regulatórias e o segmento de varejo. Com mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é o maior mercado da América Latina, respondendo por 61% do “Assets Under Management (AUM – Ativos sob Gestão)” total da região, estimado em mais de 1,15 trilhão de dólares e crescendo.

Ao entrar no Brasil, as gestoras precisam pensar que público querem alcançar e quais são os melhores parceiros locais para chegarem neles. Daí o interesse em adquirir a BBDTVM, no todo ou em partes, dado a capilaridade da rede do Banco do Brasil, o portfólio de clientes, a expertise e a solidez do Banco.

Não se trata propriamente de uma nova internacionalização do sistema financeiro brasileiro, no sentido que vigorou nos anos 1990 do século passado, e sim de uma atuação mais focada em nichos para os investidores private banking, varejo alto renda, investidor institucional etc.

Do ponto de vista da literatura econômica mais liberal, existiriam duas grandes motivações para privatizar uma empresa: aumentar a eficiência da economia e colaborar para o ajuste das contas públicas. De forma geral, a experiência tem mostrado que a motivação fiscal tem prevalecido na prática, com a privatização sendo usualmente adotada por governos com dificuldade de fechar suas contas. Aliás, esses foram os argumentos utilizados na década de 1990, durante o Governo do Professor Fernando Henrique Cardoso, numa competente campanha publicitária de convencimento da opinião pública.

Ora, mesmo utilizando-se dos argumentos liberais, não haveria justificativa para privatizar a BB Asset Management, tendo em vista tratar-se de uma companhia lucrativa e eficiente e que tem contribuído, juntamente com a área de seguridade (seguros, previdência e capitalização) e cartões, para incrementar, sobremaneira, os vultosos resultados do Banco ao longo dos últimos anos.

Do ponto de vista do ajuste fiscal, trata-se de uma estratégia completamente equivocada, uma vez que estaria abrindo mão de um patrimônio importantíssimo para o País e para a solidez do Banco do Brasil, em troca de um ajuste pontual nas contas públicas.

Portanto, a eventual privatização da BB Asset Management, no todo ou em partes, não atenderia aos interesses públicos, pelo contrário, tratar-se-ia apenas de atender compromissos e expectativas do mercado financeiro nacional e internacional. Devemos lembrar ainda, que os bancos públicos, incluindo as suas subsidiárias, representam uma importante presença do setor público federal no mercado de crédito e oferecem um potencial de ferramentas significativas de política econômica. Mais do que nunca, indispensáveis à reconstrução do país e resgate da dignidade de brasileiras e brasileiros.

*Jacques Pena é ex-presidente da Fundação Banco do Brasil e ex-presidente do BRB Banco de Brasília

**Kleytton Morais é presidente do Sindicato dos Bancários do DF

Fonte: Revista Fórum

Banco do Brasil suspende crédito para pessoas com deficiência

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Crédito BB Acessibilidade, linha do Banco do Brasil para financiamento de tecnologia assistiva para pessoas com deficiência (como cadeiras de roda, adaptações em imóvel residencial e aparelhos auditivos), está suspenso desde o dia 1º de agosto.

A linha foi criada em 2012 e já teve cerca de 99 mil operações contratadas, com desembolsos superiores a R$ 812 milhões. Os juros são subsidiados pelo governo federal e há isenção do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para financiamento de produtos assistivos.

O Banco do Brasil afirmou que a linha foi suspensa “em razão das discussões em curso sobre as suas condições financeiras”. A assessoria não especificou que condições são essas, mas, segundo uma fonte próxima das negociações, o banco negocia com o governo um aumento do subsídio dado a esse tipo de crédito.

A assessoria do banco afirmou que as tratativas estão em estágio avançado e o crédito será retomado em breve, mas não forneceu um prazo estimado para essa retomada.

A advogada especialista em direitos da pessoa com deficiência Nicole Sanches diz que vários clientes já relataram problemas com a suspensão. “Inclusive pessoas que estavam finalizando o procedimento, faltando apenas a liberação, causando prejuízo físico, emocional e grande impacto no dia a dia.”

Sanches diz que a suspensão viola o artigo 75, inciso I, da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (lei n° 13.146/2015), que diz que uma das finalidades do plano específico de medidas desenvolvido pelo poder público a cada quatro anos é “facilitar o acesso a crédito especializado, inclusive com oferta de linhas de crédito subsidiadas, específicas para aquisição de tecnologia assistiva”.

“A única chance de reaver um direito que foi violado é com demandas judiciais”, diz.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Economia disse que a demanda deveria ser direcionada ao Banco do Brasil. Já a assessoria do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos afirmou que é um dos parceiros na iniciativa, mas direcionou a demanda ao Tesouro Nacional.

Por sua vez, o Tesouro Nacional direcionou a demanda ao Banco Central do Brasil que, consultado, disse que questionamentos sobre a estratégia das instituições financeiras em relação a linhas de crédito ou a outros produtos financeiros específicos deveriam ser direcionados às respectivas instituições.

Fonte: JCNet

CEO do BB: mercado precisa remunerar exigências por boas práticas ambientais

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Fausto Ribeiro, presidente do Banco do Brasil (BBAS3), defende que o Brasil pode ter uma oportunidade diante de um rearranjo mundial para amortecer as consequências da guerra na Ucrânia. Mas, para o executivo, o mercado financeiro exige muito dos agricultores e de bancos sobre boas práticas ambientais, sem remunerar a mais por isso ou conceder financiamentos a juros mais baixos.

“Eu tenho uma carteira de R$ 100 bilhões para o programa de agricultura de baixo carbono. Por que não posso securitizar esse ativo e buscar investidores para financiar a agricultura brasileira com juros mais baixos?”, disse Ribeiro em evento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) nesta terça-feira (9).

Para ele, só há um jeito de aumentar a produtividade sem desmatar: usando a tecnologia para aumentar a produtividade na mesma área plantada.

O Banco do Brasil, em particular, seria um caso distinto entre os grandes bancos brasileiros porque, embora seja uma empresa com ações em bolsa, com obrigações de performance e distribuição dos dividendos, tem o Tesouro Nacional como acionista controlador. “Temos que equilibrar a função dando rentabilidade mas também promovendo o desenvolvimento econômico do país”, afirmou Ribeiro.

O CEO disse que faz parte do papel do banco desenvolver soluções para que agricultores brasileiros consigam preservar a área prevista como reserva legal. “Estima-se que se gasta ao ano R$ 15 bilhões para preservar essas áreas. Qual o papel do banco? Podemos ajudar fornecendo mecanismos para as áreas preservadas. Mercado de crédito de carbono, alternativas financeiras para que os agricultores possam ter outra fonte de receita e preservar aquela área.”

Próximos passos do BB

“Se existe alguma pandemia no mercado é uma pandemia de ataques cibernéticos. Os bancos precisam estar preparados e as empresas também. Nossos principais ativos são os dados dos nossos clientes”, completou Ribeiro.
Para ele, a grande ameaça para os bancos tradicionais é ficar parado e “perder o bonde”.

“Nós viemos investindo bastante em Open Finance. A partir do momento em que o cliente compartilha dados, conseguimos soluções personalizadas e novos modelos de negócio. Os dados permitem customizar melhor o limite de crédito e nosso marketplace tem 27 redes varejistas para os quais direcionamos nossos clientes com ofertas personalizadas”, afirmou o presidente do Banco do Brasil.

O executivo disse ainda que a atual administração do banco pretende deixar como legado um banco digital, que se inicie e termine no mundo virtual. “Não queremos etapas que levem o cliente a uma agência. Queremos fazer o digital na prática”, disse Ribeiro.

Outro plano do Banco do Brasil é uma especialização da rede de atendimento para determinados perfis de clientes, desde grandes a pequenas e médias empresas.

“Costumamos dizer que somos um banco digital com conveniência física e isso vai acontecer sempre. Em uma empresa tradicional como a nossa, temos clientes que são tradicionais, que querem ir a uma rede física, clientes que só usam terminais de autoatendimento para saque e os clientes digitais. Vamos ter um banco para cada cliente, cada vez mais especializado com conveniência física e digital”.

Segundo Ribeiro, a agência tem custos com vigilância armada, porta giratória, transporte de valores e instalação de cofres. Mas a ideia do Banco do Brasil é cada vez menos ter esses aparatos, o que vai permitir maior capilaridade em agências com menor estrutura.

Fonte: Bloomberg Línea

Tem sorteio de ingressos para a Copa do Mundo da FIFA Catar 2022

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Clientes correntistas e não-correntistas do BB, que possuem cartões Ourocard Visa podem ser um dos 16 sorteados para assistir à dois jogos, sendo um deles da Seleção Brasileira, da Copa do Mundo da FIFA Catar 2022™ que acontece em novembro e dezembro deste ano, um oferecimento da Visa. Quem possui o cartão também pode ganhar centenas de prêmios que vão de cartões pré-pagos no valor de R$ 100 a TVs e muito mais.

A ação “Imagina você no Catar” começa nesta sexta-feira (22) e, para concorrer, basta que os portadores do cartão Ourocard Visa se inscrevam e utilizem o cartão.

Para Rodrigo Felippe Afonso, diretor de Meios de Pagamento e Serviços do BB, “a promoção estimula a recorrência do uso do cartão tanto no crédito como no débito”. Ele destaca que a promoção do Banco do Brasil, em parceria com a Visa, garante uma experiência única para assistir dois jogos, sendo um do Brasil, incluindo passagem, hospedagem, traslado e eventos locais para os sorteados. “Para o cliente, isso significa um sonho realizado e, para o BB, uma oportunidade de reforçar o protagonismo do nosso produto. Com isso, geramos mais valor no relacionamento com nossos clientes.”, complementa.

A torcida dos clientes Ourocard Visa começa desde o momento em que eles recebem seus números da sorte. Assim, o BB levará até a Copa do Mundo da FIFA Catar 2022™, uma seleção de torcedores pés-quentes, carregando com ela toda a sua boa sorte para a Seleção.

A partir da inscrição no hotsite bb.com.br/imaginavocenocatar, a cada R$ 30 em compras o cliente ganha um número da sorte para concorrer. Além disso, a ação ainda conta com bônus digital, já que as compras realizadas por meios digitais como Ourocard-e e carteiras digitais valem números da sorte em dobro. Isso inclui, ainda, os pagamentos por aproximação, por Facebook Pay (pagamentos por WhatsApp), e os pagamentos de aplicativos de Streaming,

Delivery e Transporte

Além da possibilidade de assistir aos jogos no Catar com direito a levar um acompanhante, a promoção também irá sortear, semanalmente, outras centenas de prêmios como TVs, cervejeiras, soundbars e cartões pré-pagos no valor de R$ 100. As apurações dos sorteios acontecem nos dias 15, 22 e 29 de agosto, 05, 12, 19 e 26 de setembro e 03, 10 e 20 de outubro de 2022.

“Como parceiros globais da FIFA, estamos animados em trazer mais uma promoção incrível para os portadores de cartão Ourocard Visa”, afirma Rodrigo Bochicchio, diretor-executivo de marketing da Visa do Brasil. “Está em nosso DNA oferecer experiências inovadoras para os consumidores, principalmente tendo em conta que o futebol é a paixão do brasileiro”, conclui o executivo.

Regras do jogo
– Se inscrever na promoção através do hotsite bb.com.br/imaginavocenocatar, onde consta o regulamento completo da promoção;
– Utilizar o cartão e acumular 1 número da sorte a cada R$ 30,00 em compras realizados com o Ourocard Visa e/ou cartões de parceria da bandeira Visa;
– Valem números da sorte em dobro as compras realizadas com Ourocard-e, carteiras digitais, pagamento por aproximação, Facebook Pay (pagamentos por WhatsApp), e aplicativos de Streaming, Delivery e Transporte.

Fonte: Banco do Brasil

 

Funcionários do BB destacam relação entre adoecimento e condições de trabalho

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Melhora nas condições de trabalho para combater qualquer tipo de prática de gestão que leve ao adoecimento dos funcionários e Cassi para todos os trabalhadores, aposentados ou não, oriundos dos bancos incorporados. Essas foram as principais reivindicações da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) na mesa sobre Saúde e Condições de Trabalho, quinto encontro para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico do BB, que ocorreu na manhã desta terça-feira (9 de agosto).

“Nós já entregamos à direção da Cassi a pauta específica de reivindicações, como parte das negociações da Campanha Nacional de 2022, documento que foi elaborado coletivamente a aprovado durante o 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil”, lembrou Fernanda Lopes, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) na CEBB. “Os pontos que colocamos hoje na mesa não se sobrepõem à pauta entregue à Cassi”, reforçou.

Bancos incorporados

Os trabalhadores do BB lembraram que a reforma estatutária da Cassi, realizada em 2020, contém mecanismos para receber os funcionários dos bancos incorporados. “É vergonhoso o fato de, passados dois anos, os trabalhadores dos bancos incorporados ainda estarem fora da Cassi. Estamos falando de um descaso muito grande com quase 14 mil aposentados só do Economus (plano de saúde da antiga Caixa Econômica do Estado de São Paulo)”, observou Getúlio Maciel, representante da Fetec-CUT/SP na CEBB.

“A situação atual do Economus é gravíssima. Os funcionários, aposentados e da ativa, foram expulsos do Feas (Fundo Economus de Assistência Social). Alguns conseguiram entrar em um plano mais barato, outros têm apenas o SUS”, destacou ainda a representante da Feeb-SP/MS na CEBB, Elisa Figueiredo.

“Temos casos, e não são poucos, de trabalhadores que 40% da aposentadoria são gastos em saúde, outra parte, algo em torno de 25%, paga o saldo do plano de benefícios do Economus. Considerando ainda o desconto dos impostos, eles vivem com cerca de 30% da aposentadoria. É uma redução muito drástica nos rendimentos. A pessoa se sente abandonada pela empresa”, destacou Getúlio Maciel.

Resposta do banco

Os representantes do banco afirmaram que “as conversas da mesa, sobre a Cassi, são complexas e envolvem vários atores”, dos quais o BB depende para prosseguir com o encaminhamento das reivindicações, completando que “a resposta às demandas não depende única e exclusivamente do banco”.

Também foi dito que existe intenção do banco de fazer a renovação do ACT vigente, com exceção de dois pontos: a cláusula 21, sobre complementação de auxílio doença previdenciário e auxiliou acidentário; e a cláusula 38, que aborda intervalo para descanso de digitadores. “Vamos apresentar as propostas sobre essas duas cláusulas logo após a Fenaban apresentar a pauta global ao Comando Nacional dos Bancários”, prometeu a porta-voz do BB.

Réplica da CEBB

Elisa questionou a resposta do banco sobre não prosseguir com encaminhamento das reivindicações feitas na mesa desta terça sem a participação direta da Cassi. Ela lembrou que boa parte das negociações alcançadas na entidade de assistência à saúde foram, inicialmente, encaminhadas nas negociações entre CEBB e BB.

“A estratégia saúde da família foi negociada aqui, o auto patrocínio foi negociado aqui, por exemplo. Primeiro realizamos negociações aqui para depois entregar à governança da entidade de saúde, porque lá temos os eleitos e os indicados do BB, que não são autônomos, são um braço do banco dentro da Cassi”, completou.
Demais reivindicações

Outros pontos ressaltados pela CEBB, relativos à Saúde e Condições de Trabalho foram:

  • Assistência odontológica via Cassi para todos os funcionários, incluindo dos bancos incorporados;
  • Expansão da atenção aos trabalhadores com doenças crônicas;
  • Investimento para ampliar a Estratégia Saúde da Família;
  • Ampliação da lista de medicamentos do Programa de Assistência Farmacêutica (PAF)
  • Resolução do déficit da Cassi.

“Precisamos iniciar um diálogo com as entidades representativas e com o patrocinador, que é o banco, antes que essa questão da saúde financeira da Cassi se torne um problema ainda maior. Nossa experiência mostra que a saída está no diálogo e na negociação”, pontuou Fernanda Lopes sobre a questão do déficit.

Acúmulo de funções

A situação dos gerentes de serviço que estão sob acúmulo de funções, exercendo, paralelamente, tanto atividades de vendas quanto de caixas, também foi levantada pelos representantes dos funcionários do BB. “Além da insegurança de ter que lidar com dois tipos de serviço, sendo um deles o controle de caixas, esse grupo de funcionários não recebe adicional de função”, destacou Fernanda Lopes.

Sobre essa questão, o banco respondeu que a gerência de serviços nas agências mistas são “uma nova modalidade”.

“O banco precisa considerar que as condições de trabalho baseadas em metas abusivas e sobrecarga desencadeiam problemas de saúde nos funcionários”, pontuou Rita Mota, representante Federa-RJ na CEBB. “Não faltam evidências na literatura científica de que existem formas de gestão que adoecem os trabalhadores”, completou.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

Descredenciamento de hospitais não é a solução para o déficit na Cassi

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A Cassi informou que os hospitais Rede D’Or São Luiz Morumbi e Rede D’Or São Luiz Itaim deixarão de fazer parte da rede credenciada da caixa de assistência. O mesmo comunicado informa que foram credenciados os hospitais Leforte Morumbi, Santa Paula no Itaim e o Christóvão da Gama em Santo André.

O descredenciamento dos hospitais da Rede D’Or ocorre alguns dias depois da divulgação do resultado da Cassi no primeiro quadrimestre de 2022. Embora tal decisão tenha causado surpresa entre os associados, já era este o encaminhamento das diretorias da Cassi, desde o primeiro semestre deste ano.

Nos quatro primeiros meses de 2022, o Plano Associados acumulou um déficit operacional de R$ 118 milhões (resultado das operações menos as despesas administrativas) e um déficit líquido de R$ 567 mil, com projeção para o ano de R$ 250 milhões negativos.

Ana Beatriz Garbelini, membro do Conselho de Usuários da Cassi, avalia que a solução para este déficit é mais investimento por parte da patrocinadora na rede própria de atendimento – uma reivindicação permanente do movimento sindical –, e melhor eficiência operacional da gestão da Cassi, e não o descredenciamento de importantes hospitais, deixando os associados sob o risco de atendimento reduzido e precarizado pela redução da rede credenciada.

Esta reivindicação foi reforçada por representantes dos associados às diretorias da Cassi, quando da última reunião dos Conselhos de Usuários de SP, ocorrida no último dia 1º.

“O descredenciamento de hospitais não ajuda no problema financeiro da Cassi e gera insegurança para os associados. A representação dos trabalhadores da ativa e aposentados cobra a ampliação da rede de ClíniCassis pelo país e na cidade de São Paulo – como por exemplo a instalação de unidades na zona Sul da capital paulista, próximas de centros administrativos importantes, como o Complexo da rua Verbo Divino e o Cenesp –; além do fortalecimento da Estratégia Saúde da Família [ESF], pois é provado que a medicina preventiva reduz custos com exames, internações, cirurgias e outros procedimentos clínicos custosos”, diz Ana Beatriz Garbelini, membro do Conselho de Usuários da Cassi e dirigente do Sindicato pelo Banco do Brasil.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

Bancos lucraram 49% a mais em 2021, diz Banco Central

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Os bancos aumentaram a oferta de crédito de maior risco às pessoas físicas no segundo semestre de 2021. O destaque foram as modalidades de empréstimo não consignado e o rotativo do cartão de crédito. Já o crédito para compra de imóvel esfriou por causa da subida dos juros básicos. A taxa Selic atual é de 13,75%.

A capacidade de pagamento dos devedores, no entanto, apresentou relativa estabilidade.

As informações estão no Relatório de Estabilidade Financeira do segundo semestre de 2021, divulgado nesta terça-feira pelo Banco Central.

Segundo o documento, o lucro dos bancos no ano passado foi de R$ 132 bilhões de reais, 49% a mais que em 2020. E o PIX não atrapalhou o resultado, já que o uso cresceu e representa 10,6% do total dos pagamentos feitos no varejo.

O crédito bancário às micro, pequenas e médias cresceu acima do nível de antes da pandemia. Mesmo com as novas concessões do Pronampe e do Programa de Estímulo ao Crédito, o destaque foi para o aumento da carteira não vinculada a programas do governo.

Ainda de acordo com o documento, os testes de estresse de capital mostraram que não existem riscos relevantes para a estabilidade financeira do país.

Fonte: Agência Brasil

Economus Família terá reajuste abaixo dos índices de inflação em 2022

Publicado em: 04/08/2022

Mesmo com a inflação médica atingindo recordes históricos de crescimento, o plano de saúde Economus Família terá reajuste de 8,56% em setembro/2022. Esse índice é menor que a inflação oficial do país (IPCA) no período e bem abaixo dos 15,5% de aumento estipulado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) em maio de 2022.

O Economus Família é um plano de saúde destinado aos parentes até 4º grau dos participantes do Instituto e tem os valores das mensalidades atualizados uma vez por ano por meio de cálculos atuariais feitos por empresa especializada.

A melhora dos resultados do plano no período é decorrente do perfil de utilização dos procedimentos pelos beneficiários e das medidas de gestão de despesas e de ganho de eficiência que o Economus vem adotando para frear o avanço dos custos e aliviar o impacto no bolso dos participantes.

É importante destacar que o Economus Família é classificado pela ANS como um plano “coletivo por adesão”. Nessa modalidade, e pelo fato de o Economus ser uma operadora de autogestão, sem fins lucrativos, os planos não estão sujeitos ao código de defesa do consumidor e não se aplica o percentual máximo de reajuste que é definido pela ANS, válido apenas para os planos classificados como individuais.

O Economus reforça que segue buscando as melhores soluções de saúde para seus beneficiários e coloca seus canais de atendimento à disposição para saneamento de dúvidas e sugestões.

Economus Futuro não terá reajuste no trimestre

Já o plano de saúde Economus Futuro, implementado em março deste ano para oferecer assistência médica autossustentável aos aposentados, não terá reajuste de mensalidade nesse trimestre.

Após a avaliação técnica do desempenho do plano no período de março a maio/2022, verificou-se que houve equilíbrio financeiro entre as receitas e despesas, não sendo necessário ajustar os valores das mensalidades até o final do mês de agosto/2022.

Essa é uma conquista de todos os beneficiários, pois o uso consciente do Economus Futuro no primeiro trimestre de operação foi fundamental para manter o plano equilibrado. A priorização de tratamentos preventivos de saúde também contribui para redução das despesas, na medida que evita procedimentos mais complexos, que em geral são mais caros.

Fonte: Economus