Banco do Brasil reconhece competências profissionais de técnicos agrícolas

Publicado em: 01/04/2022

O Banco do Brasil publicou, no Diário Oficial da União, aviso com a informação da alteração do Edital de Credenciamento nº 2019/03356(7421), que agora prevê a possibilidade de também participação empresas, inclusive individuais, que possuam profissionais técnicos agrícolas registrados no CFTA (Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas) para a prestação de serviços técnicos de fiscalização e vistoria em empreendimentos rurais, comerciais e de garantias vinculados a financiamentos de crédito rural e comercial, bem como fiscalização de empreendimentos vinculados a programas e projetos com recursos não reembolsáveis.

Anteriormente, o BB permitia o credenciamento apenas de empresas que contassem com profissionais de nível superior, registrados em outros conselhos profissionais. No entanto, a partir dos argumentos jurídicos apresentados pelo CFTA e pela FENATA [Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas], o Banco do Brasil acabou incluiu também a possibilidade de participação de empresas que prestem seus serviços mediante o trabalho de técnicos agrícolas, desde que empresa e profissional estejam devidamente registrados e em dia com o CFTA.

Os serviços a serem prestados serão executados conforme prevê o edital:

Rural:

Fiscalização e vistoria de empreendimentos vinculados a análise e/ou concessão de:

*financiamentos de custeio agropecuário;

*financiamentos de investimentos agropecuários;

*financiamentos de comercialização de produtos agropecuários;

*operações de Cédula de Produto Rural (CPR);

*programas e projetos com recursos não reembolsáveis;

*cadastro e limite de crédito (Produtor Rural iniciante na atividade).

Comercial:

Fiscalização e vistoria de empreendimentos vinculados a análise e/ou concessão de:

*financiamentos de custeio industrial;

*financiamentos de investimento comercial;

*financiamentos de investimento industrial;

*operações de arrendamento mercantil;

*programas e projetos com recursos não reembolsáveis.

O presidente do CFTA, Mário Limberger, destacou que há décadas os técnicos agrícolas trabalham com o BB na elaboração de projetos e laudos de crédito rural. Segundo ele, a decisão do Banco do Brasil cria mais oportunidades aos técnicos agrícolas nas atividades de projetos, vistorias e fiscalização dos financiamentos de custeio e investimentos agropecuários.

ARTICULAÇÃO POLÍTICA

É importante salientar que a conquista é fruto do forte trabalho desempenhado pelos Diretores e Assessores do CFTA e da FENATA junto ao Banco do Brasil. Todavia, devemos especialmente destacar a decisiva participação do Senador Wellington Fagundes, do estado de Mato Grosso, e de sua assessoria, cuja contribuição foi fundamental para a rápida resolução da questão pela Diretoria da Instituição e alteração do Edital, que agora, com justiça, passa a permitir a participação das Empresas e Técnicos Agrícolas registrados no CFTA.

Para o Presidente Téc. Agr. Mário Limberger ao manter aberto o dialogo rápido e objetivo com os técnicos agrícolas, que durante décadas já vem trabalhando com o banco na elaboração de projetos e laudos de credito rural, o Banco do Brasil se consolida cada vez mais como o maior agente financiador do agronegócio brasileiro, gerando mais oportunidades aos técnicos agrícolas nas atividades de projetos, vistorias e fiscalização dos financiamentos de custeio e investimentos agropecuários.

Fonte: Agro em Dia

 

BB Seguros lança novo seguro voltado para máquinas e equipamentos

Publicado em: 12/03/2022

Em mais um movimento de aprimoramento do seu portfólio de produtos, a BB Seguros lança seu novo Seguro de Máquinas e Equipamentos. Com cobertura para as mais diversas máquinas e equipamentos não agrícolas, o produto fornece proteção para bens com até cinco anos de fabricação e agora passa a ser ofertado de forma simplificada, com retorno da simulação em tempo real, na jornada de contratação no Banco do Brasil.

Em uma realidade em que as atividades de muitas empresas dependem do funcionamento de determinadas máquinas e equipamentos, o seguro se torna item fundamental na estratégia de negócios. Ao agilizar processos, tanto na contratação, quanto no acionamento do seguro, a BB Seguros oferece não só a proteção das operações das empresas, como também uma parceria de gestão eficiente.

O novo Seguro de Máquinas e Equipamentos da BB Seguros pode ser contratado por pessoas físicas e jurídicas em qualquer agência do Banco do Brasil, e é válido para bens financiados pelo BB. O produto disponibiliza o parcelamento facilitado, que pode acompanhar a linha de crédito de bens segurados por até 60 meses e com cobertura em todo o território nacional.

“Com as novas soluções da BB Seguros aplicadas ao Seguro de Máquinas e Equipamentos, passamos a oferecer ao cliente uma jornada mais simples e ajustada ao processo de contratação no Banco do Brasil, aumentando a sinergia entre o seguro e a gestão de negócios dos nossos clientes”, comenta Emerson Nagata, gerente executivo de massificados da Brasilseg, uma das empresas da BB Seguros.

A cobertura do Seguro de Máquinas e Equipamentos da BB Seguros prevê indenizações em casos de danos físicos decorrentes de uma ampla gama de causas externas, roubo ou furto mediante a arrombamento, danos elétricos e quebra dos equipamentos.

Fonte: Portal Segs

Banco do Brasil quer ampliar negócios “fora da porteira”

Publicado em: 07/10/2021

Principal agente financeiro da agropecuária brasileira, o Banco do Brasil planeja ampliar seus negócios “fora da porteira”. Está nos planos da instituição ampliar a participação em negócios com segmentos da agroindústria, de um lado, e com a cadeia produtiva de insumos, de outro, Foi o que disse, nesta segunda-feira (4/10), o vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Luiz Bellinetti Naegele, durante live de apresentação do plano de negócios para investidores, no que foi chamado de BB Day.

De acordo com o executivo, a atuação do banco será feita em três frentes. A primeira é a liberação de mais financiamentos por meio do Plano Safra, seja com recursos próprios, seja com os controlados (com taxas equalizadas pelo Tesouro Nacional) ou via mercado financeiro. a segunda é a ampliação do que ele chama de “ecossistema digital” do banco. E a terceira frente de atuação, a simplificação do atendimento desde o pequeno produtor até as grandes cooperativas.

“O BB caminha para ser o principal ecossistema digital do agro”, disse Naegele, destacando que o banco já lançou o aplicativo Agrobot, um consultor virtual com inteligência artificial que ajuda o produtor a escolher os melhores caminhos para uma melhor gestão de plantio, colheita e comercialização de soja, milho, trigo, café, arroz e algodão.

De julho a setembro, o Banco do Brasil desembolsou R$ 46 bilhões dos R$ 135 bilhões anunciados neste ano, no maior Plano Safra de sua história, de acordo com os executivos do banco. Naegele destacou que a carteira do agro do BB soma R$ 206 bilhões, sendo R$ 102,5 bilhões destinados a negócios sustentáveis, número que deve crescer nos próximos anos. “Dos dez compromissos para um mundo mais sustentável, lançados neste ano pelo banco, cinco estão ligados ao segmento agro.”

Segundo o executivo, a chegada de mais concorrentes para financiamento no agro é ótima porque a demanda por crédito é exponencial. O banco é líder de mercado no segmento, com mais de 54% de participação.

Fonte: Globo Rural

Banco do Brasil deve superar expectativas no crédito rural

Publicado em: 19/08/2021

Embalado pelo melhor começo de safra de todos os tempos em termos de desembolsos de crédito rutal, com empréstimos de R$ 19,8 bilhões em 33 dias úteis desde 1º de julho, o Banco do Brasil já prevê superar os R$ 135 bilhões que anunciou que liberaria em toda a temporada 2021/22, e com folga. Assim, a expectativa da instituição é ampliar sua liderança nesse mercado e fortalecer a reaproximação com os produtores.

“Temos convicção de que isso é piso, porque a demanda no agro, que já veio acelerada desde o fim da safra passada, está muito forte. E não vai faltar recurso. Temos o compromisso do conselho diretor do banco de que a demanda por crédito rural e por títulos vai ser atendida”, disse Renato Naegele, vice-presidente de Agronegócios do BB, ao Valor.

O montante de financiamentos liberados até agora é 60,4% maior que do mesmo período de 2020 (1º de julho a 16 de agosto). Já foram fechadas cerca de 100 mil operações. No Pronaf (agricultura familiar), o crescimento chegou a 43,5%, com R$ 3,3 bilhões concedidos para quase 50 mil produtores.

A alta dos juros nas linhas de crédito rural do Plano Safra 2021/22 não diminuiu a demanda dos produtores. A procura foi até mais robusta do que na virada de safra de junho para julho de 2020, quando as alíquotas recuaram. No último trimestre da safra 2020/21, de abril a junho, o BB emprestou R$ 36,7 bilhões.

Os números refletem, em parte, uma “reaproximação” do Banco do Brasil com o setor – embora sua liderança nunca tenha sido ameaçada. “O banco estava distante de todos. Havia recuado nos últimos três ou quatro anos porque tinha restrição de capital e teve atuação limitada. Agora temos folga de capital e é natural que esse recurso, que significa uma oportunidade, seja aplicado”, disse Naegele.

A carteira de agronegócios do BB alcançava R$ 205,9 bilhões na metade deste ano, 9,7% mais que em junho de 2020, e a perspectiva de crescimento no segundo semestre teve que ser ajustada para cima no último balanço da instituição, para um intervalo entre 11% e 15% até o fim de 2021. O banco tem 54,4% do mercado de crédito rural.

A certeza de que os financiamentos vão extrapolar as projeções iniciais também vem dos recursos adicionais que o banco vai ofertar. Na semana que vem, o BB lançará um novo programa para financiar os investimentos, categoria com demanda crescente.

A percepção é que o interesse dos produtores não vai diminuir, sustentado pelo cenário de bons preços agrícolas e de capitalização do setor. Além dos R$ 33 bilhões do Plano Safra, o BB vai disponibilizar mais dinheiro para projetos de irrigação, energias renováveis, recuperação de pastagens e aquisição de máquinas e equipamentos.

O aumento dos preços dos maquinários agrícolas, a previsão de expansão da área plantada no país e a retomada das feiras agropecuárias presenciais vão inflar a busca pela compra de máquinas, acredita o banco. Nesta safra, o BB não anunciou uma linha própria similar ao Moderfrota, mas ela fará parte desse programa adicional, disse Naegele, sem revelar valores e condições para a tomada dos recursos.

O BB também terá um pacote para apoiar a expansão da armazenagem, em complemento aos R$ 1,5 bilhão já disponíveis nas suas agências por meio do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). O valor será definido até o início da próxima semana, em linha com a capacidade de entrega da indústria fabricante.

Para atender os pequenos produtores, o banco está construindo uma solução de consórcio para silos. Além disso, a instituição vai operar até US$ 300 milhões do New Development Bank (NDB) para os projetos de infraestrutura armazenadora. “Queremos entrar com uma linha de recurso próprio para poder garantir que haja dinheiro durante toda a safra. Sabemos que os valores do PCA vão acabar”, disse o vice-presidente.

A linha de industrialização é outro destaque deste ciclo. Enquanto em toda a safra 2020/21 os desembolsos nessa categoria somaram R$ 1,5 bilhão, em 33 dias, o BB já emprestou R$ 1,3 bilhão. O montante inicial da linha para a temporada 2021/22 é de R$ 2 bilhões. A instituição já anunciou que terá R$ 3,8 bilhões adicionais para cobrir a demanda, que avança principalmente entre as cooperativas, para capital de giro. O banco ainda programa para novembro o lançamento do seu Fiagro, nova alternativa de financiamento criada para oferta de recursos privados.

De olho nesse mercado, o BB identificou aumento da demanda por recursos de médio prazo e vai adequar seus produtos para isso. O prazo das Cédulas de Produto Rural (CPR) emitidas pelo banco passará de dois para cinco anos. Em um mês e meio, esses títulos já movimentaram R$ 1,2 bilhão com o financiamento de 18 produtos diferentes – na lista estão as tradicionais lavouras de soja e milho, produção de farinha de trigo no Nordeste, café beneficiado, frango vivo, uva, amendoim, derivados de leite e erva mate. As opções financiáveis passaram de 6 para 51 itens.

Os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), destinados a empresas e com tíquete maior, também financiaram R$ 1,2 bilhão no período. O desempenho dos títulos do agronegócio deve ultrapassar os R$ 10 bilhões previstos para a safra. Outra novidade nessa área será a criação de uma plataforma própria de registro de CPRs de terceiros, uma prestação de serviço para permitir a emissão e registro do título de forma digital e com mais transparência, afirmou Naegele.

O provável aumento do repasse de recursos das instituições financeiras que não conseguirão cumprir as exigibilidades do crédito rural é outro fator que deverá fazer o BB extrapolar o desembolso de R$ 135 bilhões. Em 2020/21, o BB captou R$ 6,5 bilhões por meio dos Depósitos Interfinanceiros Vinculados ao Crédito Rural (DIR). “Do que tiver no mercado, nós vamos pegar, porqueexiste demanda. Os bancos terão mais dificuldade para cumprir as exigibilidades por causa do aumento dos depósitos à vista e da Selic. Vamos ter oferta de DIR muito superior”, projetou.

Fonte: Suinocultura Industrial

BB inicia promoção para pontuar as transações de agronegócios com cartões

Publicado em: 22/07/2021

O Banco do Brasil lança ação promocional que bonifica as transações de agronegócios realizadas por meio dos cartões Ourocard gerando pontos para o Programa de Relacionamento do BB. A iniciativa garante aos clientes produtores rurais, pessoa física e jurídica, a geração de um ponto a cada US$ 15 de desembolso em recursos de crédito rural com cartão. Os pontos gerados podem ser utilizados de diversas formas pelos clientes: troca por reembolso de uma conta paga, descontos em produtos BB, passagens aéreas e vários produtos que podem auxiliá-lo no seu dia a dia no campo.

O cliente agro do BB já sabe que pode contar com toda a praticidade e segurança para fazer a sua produção decolar. O BB é historicamente o maior parceiro do agro, seja disponibilizando produtos e serviços pelos meios digitais, oferecendo linhas de crédito sustentáveis ou se fazendo presente para as novas gerações do agronegócio.

“O cartão é um meio de pagamento muito presente no dia a dia do produtor rural. Uma forma fácil e segura para realização das compras de insumos, maquinários agrícolas e produtos agropecuários. A ideia da ação promocional de bonificação do uso do cartão nas transações de agronegócio é oferecer ainda mais benefício para o nosso cliente agro”, afirma Edson Costa, diretor de meios de pagamento e serviços do BB.

Serão pontuadas todas as compras agro com cartão Ourocard, utilizando recursos de linhas de crédito de custeio e/ou investimento, na maquininha Cielo ou na agência, através da plataforma Cielo, assim como todas as transações agro com recursos próprios, realizadas pela agência de relacionamento do cliente.

A ação promocional de geração de pontos é válida no período de 1º de julho de 2021 a 30 de junho de 2022, acompanhando o Plano Safra 21/22, o maior de todos os tempos, com a disponibilização de R$ 135 bilhões em recursos de crédito rural.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB firma parceria para estimular o crédito entre distribuidoras de insumos agrícolas

Publicado em: 15/07/2021

O Banco do Brasil e a Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav) firmaram parceria nesta quinta-feira, 8, com o objetivo de incrementar o apoio e o relacionamento entre as mais de 1.9 mil empresas associadas – e respectivos clientes – com o Banco. Com o acordo, serão disponibilizadas soluções de crédito e serviços para o setor de insumos agrícolas e veterinários, abrangendo linhas de Capital de Giro e Antecipação de Recebíveis, Investimento e Títulos de Crédito, além de outros produtos voltados para os segmentos PF e PJ.

O vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Naegele, afirma que a importância dessa atuação, promovendo soluções convergentes com os interesses de produtores e empresas, está em permitir previsibilidade de recursos e suporte à ampliação da capacidade produtiva. “A parceria entre BB e Andav e a atuação com as revendedoras disponibilizam alternativas financeiras aos produtores rurais para agilizarem a aquisição de insumos”, destaca.

Alberto Yoshida, presidente do Conselho Diretor da Andav considera que “o papel do distribuidor como financiador de safras deve sempre permear os debates sobre a atuação deste profissional que, além de estender produtos e serviços na ponta, também cumpre uma função determinante ao ceder crédito, e nesse sentido o convênio junto ao Banco do Brasil atende uma série de necessidades do setor”. “Em paralelo, o distribuidor segue investindo e preparado para seguir facilitando as boas práticas e tecnologias ao produtor rural, o que resulta em aumentarmos a nossa produtividade de forma sustentável nos âmbitos sociais, econômicos e ambientais”.

“Hoje, o distribuidor de insumos agropecuários é responsável por levar 48% de todos os insumos que chegam ao campo, devido a sua capilaridade atende necessidade de produtores rurais de nossas fronteiras agropecuárias em diversos tipos de culturas. Essa atividade exige um alto nível de especificidade, e isso se aplica também ao estender crédito” afirma Paulo Tiburcio, Presidente Executivo da Andav.

Outra novidade é o piloto com três empresas associadas à Andav para originação de crédito agro, que atuarão como correspondentes bancários, contratando junto aos produtores rurais financiamentos de Cédula de Produto Rural – CPR para aquisição de insumos, com o estabelecimento de teto operacional. A liberação dos recursos ocorrerá, pelo cliente, diretamente no app BB com a emissão dos títulos. As revendas participantes atuam nos estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso.

Para João Carlos de Nobrega Pecego, vice-presidente de Negócios de Atacado, “a assinatura do acordo faz com que tenhamos mais previsibilidade das nossas ações para buscar rapidamente uma aproximação com os revendedores da associação no país”. Ele ressaltou também a importância do trabalho conjunto do Atacado e do Varejo na apresentação de propostas de valor para as revendas, e na contribuição do acordo para a capacitação técnica dos produtores rurais.

O vice-presidente de Varejo, Carlos Motta, acrescenta que a parceria com a Andav tem conexão direta com a estratégia do BB de atuação nas cadeias produtivas, reforçando suas competências históricas. “Essa parceria fortalece nossa proximidade com os mercados Agro, PF e MPE, que são intimamente ligados às principais vocações do Banco do Brasil. Temos aqui mais oportunidades para ampliar relacionamentos e negócios com a cadeia produtiva do Agro, especialmente, com os distribuidores de insumos agrícolas associados à Andav”.

Parceiros

Como um dos principais agentes do desenvolvimento econômico e social do País, o BB apoia o agronegócio, a infraestrutura, as micro e pequenas empresas e o comércio exterior, atuando de forma responsável, por meio da geração de trabalho e renda. Em maio deste ano, o BB atingiu a marca histórica de R$ 200 bilhões no volume da Carteira de Crédito de Agronegócios.

Com mais de 30 anos de existência, a Andav representa as revendas distribuidoras de Insumos Agropecuários, possuindo 1.9 mil empresas associadas em todas as regiões do Brasil. A Associação trabalha na defesa dos interesses do setor nas diferentes instâncias de decisão política, administrativa e de fiscalização no país, oferecendo produtos e serviços personalizados para o desenvolvimento dos seus associados, além de promover a capacitação e profissionalização de seus associados para a distribuição de insumos.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil anuncia R$ 135 bilhões para a Safra 2021/2022

Publicado em: 24/06/2021

O Banco do Brasil vai destinar R$ 135 bilhões para a safra 2021/2022, 17% a mais que o volume aplicado na safra anterior. Com mais recursos para os produtores da agricultura familiar, médios, grandes, cooperativas rurais e empresas do agronegócio, o objetivo é garantir o dinamismo do crédito e firmar o compromisso do BB com a produção dos clientes.

O Banco vai operar com as taxas divulgadas no anúncio do Plano Safra do Ministério da Agricultura, ocorrido nesta terça-feira, 22. Pequenos produtores rurais, no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), contarão com juros que variam de 3% a 4,5% ao ano para operações de custeio.

Para os médios produtores rurais vinculados ao Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), as taxas de juros praticadas com custeio serão de 5,5% ao ano. Para os grandes produtores, a taxa de custeio serão de até 7,5% ao ano.

O anúncio oficial do Plano Safra do Banco do Brasil ocorrerá na manhã de segunda-feira, 28, com a participação do presidente da República Jair Bolsonaro, da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e do presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro.

Safra 20/21 tem recorde de liberação

No Plano Safra 2020/2021, o Banco do Brasil estima superar a marca de R$ 115 bilhões de desembolso, R$ 12 bilhões a mais do que foi anunciado inicialmente. O vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Naegele, destaca os resultados recordes nos meses de abril (R$ 11,2 bi), maio (R$ 12 bi) e atribui o desempenho ao foco estratégico dado ao setor na atual gestão. “Com o BB mais forte no agro, vamos ampliar os recursos com todos os programas e desembolsar R$ 135 bilhões na safra 21/22”, estima.

Em maio deste ano, o BB atingiu a marca histórica de R$ 200 bilhões no volume da Carteira de Crédito de Agronegócios, o que corresponde a cerca de 54% de todo o crédito rural disponibilizado no sistema financeiro nacional.

Circuito Virtual Agro

O Banco do Brasil, em parceria com a BB Seguros, lançou em 2020 o Circuito Virtual Agro BB, disponível na plataforma Broto (broto.com.br), oferecendo ao público um ecossistema de agronegócio onde os produtores rurais podem fazer a aquisição de máquinas de forma totalmente virtual e realizar o financiamento junto ao BB. O Circuito busca impulsionar os negócios e fomentar o desenvolvimento regional. Em 2021, já foram realizadas duas etapas, nas regiões Sul, Centro-Oeste e Norte, gerando mais de R$ 500 milhões em negócios. A próxima etapa está prevista para iniciar no dia 28 junho, com o lançamento do Plano Safra, e seguirá até o dia 23 de julho.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil prevê aumento de 7% a 11% em sua carteira de agro neste ano

Publicado em: 18/02/2021

O Banco do Brasil prevê um crescimento entre 7% e 11% na carteira de agronegócios do banco neste ano, segundo o vice-presidente de Agronegócios, João Rabelo.

Em nota, nesta sexta-feira (12/2), ele diz que as iniciativas para estimular esse crescimento incluem especialização no atendimento dos clientes, ampliação das soluções com títulos e mercados de capitais, atuação nos ecossistemas do setor e criação de mais 14 agências especializadas no agro em seis Estados.

As novas lojas vão atender os municípios de Rio Verde (GO), Sorriso (MT), Dourados (MS), Cascavel (PR), Maringá (PR), Londrina (PR), Ponta Grossa (PR), Ijuí (RS), Santa Maria (RS), Passo Fundo (RS), Araçatuba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), e Franca (SP).

As unidades se somam às quatro que já funcionam em Goiânia (GO), Uberlândia (MG), Campo Grande (MS) e Campo Mourão (PR). Segundo o Banco Central, o Banco do Brasil é responsável atualmente por 54,1% das operações de crédito agrícola no país.

Na carteira de agronegócios do BB, que cresceu 4,3% em 12 meses, somando R$ 191,7 bilhões em dezembro de 2020, Rabelo destaca o crescimento na carteira de crédito rural, que somou R$ 183 bilhões, e as operações de custeio agropecuário, que tiveram evolução de 17% em dezembro de 2020 em relação ao mesmo mês de 2019.

“Na CPR (Cédula de Produto Rural), avançamos 11%, somando R$ 4,6 bilhões de saldo. Vale ressaltar que as liberações na safra 2020/21 somam R$ 1,9 bilhão e 80% foram realizadas via mobile”, destaca.

Fonte: Globo Rural

Justiça obriga BB a alongar dívida milionária de agricultores de MT

Publicado em: 12/12/2019

Um grupo de agricultores de Mato Grosso conseguiu que a Justiça obrigasse o Banco do Brasil a incluir suas dívidas em um programa de composição de débitos rurais. A ação, que corre na Segunda Vara de São José do Rio Claro (MT), foi movida pelo advogado Cleverson Campos Contó, que também conseguiu suspender cerca de 40 ações de cobrança e execução vinculadas à dívida.

A dívida dos produtores rurais com o banco se deu por meio de um empréstimo feito para financiar suas atividades agrícolas. No entanto, o grupo não conseguiu quitar o compromisso, deixando uma pequena parcela em aberto e ficando inadimplentes.

Nos cálculos do banco, essa dívida seria de R$ 40 milhões. Eles chegaram a ajuizar diversas ações contra os agricultores. No entanto, o advogado conseguiu provar na Justiça, com perícias e novos cálculos, que o débito girava em torno de R$ 8,5 milhões.

Para honrar o compromisso, o grupo pediu que o banco incluísse sua dívida em um programa de compensação de dívidas rurais do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O programa foi criado justamente para ajudar os produtores a liquidarem seus débitos por meio do alongamento do prazo para pagamento: três anos de carência e até 144 meses para liquidação.

Mesmo com os agricultores preenchendo os requisitos necessários para entrar no programa, o banco negou o pedido.

O advogado destacou que a negativa se deu porque a instituição financeira estaria priorizando seu interesse e ignorando sua função social. Isso porque haveria um interesse do Banco do Brasil em repassar o débito dos produtores para outros bancos, garantindo lucro financeiro para si.

Contó lembrou ainda que o alongamento da dívida é um direito do produtor rural, conforme súmula do Superior Tribunal de Justiça. Além disso, o advogado frisou que no banco há programas de renegociação de dívidas e que o princípio da isonomia determina que todos os clientes tenham o mesmo tratamento.

“Diante de tamanho descaso, tamanha usura e discrepância de valores, não restou outra opção senão a busca da intervenção do Poder Judiciário”, explicou.

O advogado ainda observou que a dívida tem como garantia diversos imóveis, que somam o valor de R$ 100 milhões – muito acima do valor devido ao banco. Para Contó, poderiam haver danos irreparáveis caso houvesse decisão por alienação judicial dos bens dos agricultores em alguma das ações movidas pelo banco.

Fonte: O Bom Notícia

Bancos privados fazem ofensiva e já oferecem 30% do crédito rural

Publicado em: 04/12/2019

Com a queda da taxa básica de juros e a restrição de orçamento do governo federal, os bancos privados decidiram ampliar a disputa pelo mercado de crédito rural – um setor que era quase um monopólio das instituições financeiras públicas.

Nesta safra, Bradesco, Santander e Itaú passaram a adotar uma abordagem agressiva, in loco. Para driblar a falta de experiência, apostaram em agências rurais e aceleraram a contratação de engenheiros agrônomos para integrar a equipe de relacionamento. Montaram ainda divisões especializadas, com gerentes de contas, na sua maioria, buscados nas tradings (comercializadoras de commodities) e nas cooperativas de crédito com atuação no interior do Brasil.

Com a ofensiva, nos últimos quatro anos, instituições privadas ampliaram de 24% para 30% a participação no bolo total de financiamento ao agronegócio, que gira em torno de R$ 306 bilhões na safra de 2019-2020. Segundo estimativas do mercado, essa participação deve chegar a 50% até 2022, ano em que os produtores devem demandar R$ 355 bilhões em crédito.

O apetite das instituições privadas ficou ainda maior diante da postura do governo, que sinalizou o interesse em criar um sistema de crédito privado capaz de reduzir os subsídios e os recursos obrigatórios na área. Com esse objetivo, o presidente Jair Bolsonaro assinou no início do mês a chamada MP do Agro, que abre espaço para novos produtos para o campo negociados nas bolsas.

Queda da Selic

Os esforços dos bancos privados para aumentar sua fatia no crédito para o campo começaram a ganhar força nos últimos três anos, com o início do atual ciclo de cortes da Selic, a taxa básica da economia. A queda nos juros reduziu o custo de captação de recursos, o que levou as linhas oferecidas pelos bancos privados a se aproximarem das faixas de financiamento que integram o Plano Safra. O programa, que oferece crédito subsidiado ao produtor rural, é distribuído principalmente pelo Banco do Brasil e pelo Banco do Nordeste. As duas instituições estão para o agronegócio assim como a Caixa está para o financiamento da casa própria.

Os juros do Plano Safra são fixados pelo governo. Em 2019, foi estipulada a faixa de 6% ao ano, para médios agricultores, a 8%, nas linhas voltadas aos produtores de grande porte.

Com a Selic nos atuais 5,50% ao ano, as instituições privadas já conseguem oferecer crédito de 6,50% a 8,50%. E, com a perspectiva de novos cortes nos juros básicos, as tesourarias já vislumbram concessões abaixo do piso do Plano Safra. “O mercado caminha para um crédito privado tão ou mais competitivo do que o financiamento obrigatório definido pelo governo federal”, diz o diretor da área de agronegócios do Santander, Carlos Aguiar Neto.

Na contramão do movimento de fechamento de agências observado nos grandes centros, o executivo toca um projeto de expansão de unidades rurais em cidades de 50 mil a 60 mil habitantes. Até o fim deste ano, serão 40 dessas agências. Em janeiro, eram apenas oito.

Com uma capilaridade maior, Bradesco e do Itaú estão reforçando agências em regiões estratégicas para o agronegócio. Criaram divisões especializadas nessas unidades, com equipes formadas até por engenheiros agrônomos. Cada um dos bancos tem 13 dessas divisões espalhadas pelo País.

‘Tem muito dinheiro barato no mercado’

Depois de duas décadas criando gado no interior de Mato Grosso do Sul, o paulista Leonardo Maciel tem hoje 7 mil hectares de terra, 5 mil cabeças de gado e, pela primeira vez na vida, uma dívida de R$ 7,3 milhões contraída em dois bancos, um público e um privado, que começam a vencer a partir de 2021. “Eu nunca tinha conseguido dinheiro assim no banco”, diz ele. “Este ano, o crédito chegou. Tem muito dinheiro barato no mercado.”
Com a verba extra, Maciel reformou a fazenda. Adubou e replantou pastagem, melhorou os currais e implementou açudes com água tratada para os gados. “Hoje, o meu bezerro bebe uma água melhor do que a minha, de casa. Vamos dobrar a produção até o ano que vem.”

Investida

Em março, quando o governo anunciou os R$ 222,74 bilhões para o Plano Safra, com teto de juros de 8% ao ano para o grande produtor e piso de 6% para o médio, os bancos começaram a cruzar as porteiras das fazendas oferecendo linhas extras de financiamento para o custeio, como é chamado o recurso usado no dia a dia da fazenda, ou para projetos de ampliação de infraestrutura. As opções giravam entre 9% de taxa de juros ao ano até 7,5% ao ano.

“Com uma Selic a 6,5% na época, a gente sentiu que dava para competir com o crédito obrigatório e redobrar a aposta no setor”, conta o diretor de agronegócio do Bradesco, Roberto França. O banco, hoje, opera com uma carteira de R$ 20 bilhões para o produtor rural, metade com recursos livres. “Eu vejo que 0,6 ponto porcentual de spread (margem de ganho) não é ideal (para nosso empréstimos), mas é uma possibilidade para alguns casos (de concessão)”, diz.

Para o especialista em agronegócio, Renato Buranello, do escritório VBSO Advogados, a queda da Selic e a nova concorrência bancária no setor têm pressionado a queda dos juros, o que aponta para margens menores. “Vivemos o começo de uma mudança grande no setor. Os bancos têm de emprestar e o mercado agro é bom pagador, oferece garantia de terra ou produção no caso de calote e cresce todo o ano.”

“Eu peguei crédito a 8%, mas hoje conseguiria a 7% ao ano”, diz Rogério Luiz Gradin, que planta cana-de-açúcar e soja em Jataí (GO) há 25 anos. “Os caras estão brigando para emprestar (dinheiro). Já recebi agrônomo, gerente de agro, telefonema de gerente. A briga é feia”, conta. “O crédito de custeio hoje é com renovação automática. Você acaba de pagar e já está liberado o mesmo valor na conta, na hora”, afirma.

MP do Agro

Para além da concorrência bancária, os produtores também esperam pelo crescimento do mercado de capitais como fonte de financiamento para as próximas safras. Uma demanda antiga do setor, a MP 897, a chamada de MP do Agro, foi publicada pelo governo no começo do mês. É uma esperança também do governo para ampliar a captação de recursos e aliviar a pressão por crédito subsidiado.

O texto amplia o portfólio de produtos negociados no mercado financeiro com o objetivo de bancar a produção, também permite que o produtor fracione as grandes propriedades, oferecidas como garantia em operações de financiamento com os bancos.

Segundo Renato Buranello, do escritório VBSO Advogados, atualmente os produtores rurais precisam dar todo o imóvel como garantia aos bancos, que, por vezes, vale mais que o valor do financiamento. “A ideia de desmembrar o patrimônio é ter acesso a mais linhas de financiamento e fazer essa operação em cartório, de forma extrajudicial”, afirma.

Na esteira da fragmentação das fazendas, a MP criou a Cédula Imobiliária Rural (CIR), que será emitida por proprietários de imóveis rurais a partir da divisão das terras e poderá ser negociada no mercado de títulos e valores mobiliários.

Outra novidade é a possibilidade de emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e Cédula do Produto Rural (CPR) em dólar, diretamente no exterior. Com isso, o setor pode negociar títulos de crédito locais em bolsas internacionais, como Londres e Chicago.

O Ministério da Economia espera que boa parte das medidas anunciadas passe a valer a partir de 2020. A ideia é que o Conselho Monetário Nacional (CMN), defina as diretrizes para a comercialização dos títulos de dívida dolarizados e da nova CIR até o fim deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Aprosoja/MS busca com o Banco do Brasil alternativas de seguro para safrinha 2020

Publicado em: 30/10/2019

A baixa frequência das chuvas em Mato Grosso do Sul atrasou o plantio da soja na safra 2019/20, que segundo o Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (Siga MS), conta atualmente com 12,4% semeada, enquanto que o ideal nesta época do ano, seria de 44%. Esse atraso pode impactar a 2ª safra do milho 2020, e isso estimula a Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja/MS) à busca por alternativas financeiras preventivas, destinadas ao agricultor.

Nesta sexta-feira (25) o presidente e o diretor executivo da Associação, André Dobashi e Frederico Azevedo, respectivamente, reuniram-se com o superintendente do Banco do Brasil em MS, Sandro Jacobsen Grando, e com o gerente de mercado Flávio Zocchi, a fim de discutir alternativas, destinadas ao agricultor em situação de risco quanto a safrinha.

“Buscamos com o Banco do Brasil alternativas para seguro agrícola, com a intenção de assegurar o faturamento do produtor e não a produtividade mínima. A intenção é de que o produtor consiga fazer um seguro de faturamento mínimo que ele pode ter em uma área específica e, com isso, possibilitar o mapeamento dos possíveis investimentos na safrinha, a fim de garantir uma margem mínima de rentabilidade”, relata o presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi.

Segundo o superintendente do Banco do Brasil também existe uma preocupação por parte da instituição financeira, principal financiadora do crédito rural oficial. “Pelo andamento no Estado, verificamos produtores com plantio adiantado e outros bastante atrasados, isso gera sim uma preocupação”, aponta Grando, ao apontar viabilidade do seguro para quem conseguir plantar o milho dentro das recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático – ZARC.

Durante a reunião os diretores da Aprosoja/MS pontuaram sobre a importância de um amplo conhecimento do produtor quanto ao seguro faturamento, que permita desenhar um investimento para cada propriedade ou talhão da fazenda.

“Teremos quase 40% da safra de soja semeada depois do segundo decêndio de outubro, e isso faz com que a janela de milho safrinha seja lançada para o segundo decêndio de fevereiro de 2020, período que representa o fim da janela ideal para o milho. Isso já traz risco para a cultura e o alerta ao produtor é de que, mesmo semeando em uma boa janela, precisa-se de cuidado com os investimentos para se garantir a rentabilidade. Precisamos levar em conta que semeadura após o início de março, tem uma produtividade menor e ainda há riscos de geada, especialmente ao Sul do Estado”, justifica Dobashi.

Diante do atual cenário a Aprosoja/MS recomenda cautela ao agricultor, tanto no planejamento da safra, quanto no nível dos investimentos. “O ideal é aproveitar os melhores valores de compra de insumos, mas sem perder o Norte de um possível período crítico para a semeadura da safrinha. É importante analisar racionalmente os investimentos, especialmente em áreas de maior risco, pois podemos ter dificuldades para recuperar esses investimentos”, sugere o presidente da Associação.

Fonte: Notícias Agrícolas

Banco do Brasil lança nova linha de crédito para operações de custeio

Publicado em: 25/09/2019

O Banco do Brasil anunciou na Expointer, tradicional evento agropecuário realizado em Esteio (RS), uma nova linha de crédito que oferece ao produtor rural a possibilidade de renovação simplificada, por cinco anos, de crédito destinado ao financiamento de operações de custeio.

A linha, chamada “Custeio Renovável”, é destinada a produtores pessoas física e jurídica e pode ser usado para a aquisição de sementes, defensivos, fertilizantes, sais minerais, medicamentos e rações, entre outros produtos.

“O diferencial da solução criada pelo BB é que os financiamentos, formalizados por meio de cédula rural, permitem a renovação do custeio para as safras futuras e admite a alteração da cultura e do valor financiado no decorrer dos cinco anos”, informou o banco.

Os financiamentos podem ser renovados até seis meses antes da data de vencimento do contrato de financiamento do ciclo anterior ou após a liquidação da operação. A linha tem prazo de pagamento de cinco anos, com juros de 6,5% ao ano no caso de operações com recursos controlados.

Fonte: Portal Beef Point

Justiça proíbe Banco do Brasil de cobrar dívidas de produtores do ES

Publicado em: 11/09/2019

Sem ter como pagar dívidas bancárias e com os bens correndo o risco de serem hipotecados, produtores rurais de Santa Teresa, Região Serrana do Espírito Santo, entraram na Justiça no início do ano contra um banco nacional. No início de agosto deste ano a instituição recorreu da decisão da suspensão da cobrança, mas o pedido foi negado pela Justiça.

Em maio, onze agricultores ajuizaram uma ação contra o Banco do Brasil. A instituição financeira, segundo eles, cobrava mais de R$ 1,3 milhão em empréstimos agrícolas realizados até 2016 e não quitados pelo grupo.

Em novembro de 2018, o governo federal lançou o programa de refinanciamento para dívidas do Crédito Rural, com prazo de adesão até 17 de novembro do ano passado. O programa era voltado a produtores que contrataram o crédito até 31 de dezembro de 2016, mas tiveram algum tipo de prejuízo devido a problemas climáticos.

De acordo com o texto da ação, os agricultores pediram ao banco que a dívida fosse renegociada, já que eles se encontravam na situação descrita pela lei, porém, a instituição recusou o apelo. Como usaram, em muitos casos, a casa, o carro e até a propriedade como garantia para obter o empréstimo, com os pagamentos atrasados o banco poderia liquidar a dívida hipotecando esses bens.

Segundo Fernando Cesar Biasutti Filho, advogado que representa os agricultores no caso, o grupo entrou com com uma liminar da Vara Única de Santa Teresa com o objetivo de dar “fôlego” para conseguirem se recuperar dos prejuízos e quitar a dívida. “Eles são pessoas de bem e honestas, porém, devido à seca não conseguiram honrar com seus compromissos. Os produtores não estão se recusando a pagar. Eles querem renegociar as dívidas para poderem trabalhar com mais tranqüilidade”, explica.

Desde o dia 28 de maio a cobrança da dívida está suspensa. Além disso, foi marcada para o dia 03 de março de 2020 uma ação de conciliação entre as partes.

No início de agosto, porém, o Banco do Brasil recorreu da decisão judicial de tutela de urgência e entrou com um agravo de instrumento (recurso) sobre a decisão anterior.

Em seu texto final do relator da ação, o desembargador Fernando Estevam Bravin Ruy, publicado no dia 27 de agosto, reconheceu a dificuldade enfrentada pelos produtores da região durante o período de seca e manteve a decisão do processo inicial, que suspende a cobrança das dívidas até 2020.

Fonte: Gazeta Online

BB disponibiliza R$ 11,9 bilhões a produtores rurais paranaenses

Publicado em: 03/07/2019

O Banco do Brasil (BB) irá disponibilizar um total de R$ 11,9 bilhões aos produtores rurais do Paraná na safra 2019/20. Os valores serão divididos em R$ 10 bilhões para custeio, comercialização e industrialização e R$ 1,9 bilhão para investimentos. Os números foram apresentados no lançamento do Plano Safra da instituição, no dia 27 de junho, em Curitiba. O evento contou com a presença de representantes do Sistema FAEP/SENAR-PR, autoridades do governo e integrantes de outras entidades representativas de produtores e empresas rurais.

Na temporada 2018/19, o Banco do Brasil fez contratos com produtores rurais dentro do Plano Safra que totalizaram R$ 10,6 bilhões, divididos em: R$ R$ 8,8 bilhões em custeio, comercialização e industrialização e R$ 1,8 bilhões em investimentos. Caso a estimativa de R$ 11,9 bilhões para o ciclo 2019/20 em crédito se confirme, haverá um aumento nominal de 17,8% no montante a ser negociado pela instituição financeira com pequenos, médios e grandes produtores, além de cooperativas agropecuárias.

“Para nós, essa é uma fase de esperança, de renovação de um ciclo da vida. A cada ano, reafirmamos nossos propósitos de sermos cada vez melhores. E isso num momento decisivo, do qual saímos de uma safra de verão com problemas, mas já refeitos com os bons resultados da safrinha de milho. Com toda a diversidade e força da produção do Estado, para nós, tudo é oportunidade”, lembrou o secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.

O vice-governador do Paraná, Darci Piana, reforçou a necessidade de valorizar todas as pessoas que trabalham no agro, formando uma corrente forte que faz a economia girar de forma mais robusta. “Fazemos alusão às vezes somente às cifras dos bilhões de recursos e deixamos de fazer uma avaliação da importância na distribuição desses recursos, em cada pessoa envolvida, em todo o Paraná e em todos os segmentos. O dinheiro que circula no agro passa para a indústria, para a transformação da matéria-prima, comércio e para salários. Quando o agro vai bem, toda a economia vai bem”, apontou.

O superintendente em varejo no Banco do Brasil, Fabrício Cazali Reis, comentou que a virada da safra representa um novo ciclo das parcerias e da esperança de um Brasil cada vez melhor. “Nós, ao longo da nossa história, dedicamos empenho intenso na busca de melhorar não só o processo, mas as linhas de crédito e a forma como nos relacionamos com o produtor rural. É um orgulho estar reunido com pessoas que têm feito o agronegócio desempenhar um papel tão significativo nos últimos anos. Estaremos cada vez mais próximos, nos mais diversos serviços, mitigadores de risco, crédito e todos os meios de pagamento que o BB vem oferecendo”, enfatizou.

R$ 11 bilhões para o Mato Grosso

Em lançamento do Plano Safra 2019/2020 realizado no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), nesta terça-feira (26), representantes do Banco do Brasil explicaram como a instituição irá distribuir os R$ 11 bilhões destinados a Mato Grosso para pequenos e médios produtores.

De acordo com o superintendente do Banco do Brasil no Estado, Pedro Marques Junior, o agronegócio será tratado como prioridade e o recurso será usado para atender a todos os seguimentos do setor.

“Com estes R$ 11 bilhões, serão separados R$ 600 milhões para o pequeno agricultor, R$ 500 mil para o médio produtor e R$ 9,9 bilhões serão destinados para os demais produtores para podermos trabalhar o agronegócio nesta nova safra”, esclareceu Marques, que também deixou claro que o recurso será dividido em comercialização e investimento.

“Deste valor, são R$ 8,5 bilhões em comercialização e industrialização, e R$ 2,5 bilhões para investimentos”, disse.

Fonte: Notícias Agrícolas (com Cenário MT)

Crédito Rural: BB vai ofertar volume 20% maior nesta safra

Publicado em: 27/06/2019

O Banco do Brasil anunciou nesta quarta-feira, dia 26, que vai destinar R$ 103 bilhões para a safra 2019/2020, valor 20% superior ao realizado na safra anterior 2018/2019. Conforme o banco, serão R$ 91,5 bilhões para o crédito rural e R$ 11,5 bilhões para o crédito agroindustrial.

Por segmento, o BB vai disponibilizar R$ 14,1 bilhões para a agricultura familiar e R$ 77,4 bilhões para os demais produtores.

O banco salientou ainda que vai apoiar o produtor rural com a emissão de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e o Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), para captar recursos com taxas atrativas e adequar o perfil de suas dívidas ao seu fluxo de caixa.

Fonte: Canal Rural

Banco do Brasil de Bodoquena divulga linhas de crédito para 2019

Publicado em: 21/03/2019

Desde o início de ano, empresários e produtores rurais já têm acesso a linhas exclusivas de crédito do Banco do Brasil de Bodoquena, localizado na Rua 13 de Maio, 317. Entretanto, muitos ainda não se atentaram para a disponibilidade dos recursos disponíveis para a região. Dessa forma, o gerente da unidade, Newton Nogueira, concedeu entrevista ao jornal O Pantaneiro para tirar dúvidas sobre as linhas de crédito disponíveis e também quanto ao horário de atendimênto na agência, que atualmente fecha às 13 horas. Acompanhe a entrevista:

Quais são as linhas de crédito disponíveis para 2019?

Para a Pessoa Jurídica, nós temos as linhas de capital de giro e também as linhas do FCO que estão abertas desde janeiro. É necessário que a empresa realize seu o cadastro para que possamos analisar quais os valores estão disponíveis a fim de elaborar uma proposta direcionada ao que a empresa precisa, como uma implantação, melhoria, uma reforma, entre outros, dentro da linha de capital de giro, o próprio giro da empresa, pagamentos de tributos, inclusive, décimo terceiro de funcionários, além de despesas administrativas.

Quais são os requisitos necessários para essa linha de crédito?

É preciso atualizar o cadastro, dessa forma, o empresário deve procurar seu contador e providenciar sua relação de faturamento, os dados de cadastro da empresa, com declaração de imposto individual, contrato social e cartão do CNPJ. Nós fazemos a abertura da conta, quando a empresa ainda não tem e quando tem a gente atualiza o cadastro, calcula-se o limite de crédito e vamos determinar conforme o faturamento qual o valor máximo e mínimo que é possível liberar.

Levando em consideração a quantidade de assentamentos em Bodoquena, e em todos eles temos pequenos produtores, qual a linha de crédito que o BB oferece aos produtores de Bodoquena?

Esses produtores já são atendidos hoje pelo PRONAF (Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar), tanto para custeio de sua produção, quanto para investimentos em suas propriedades, como por exemplo, construção, ampliação, reforma entre outros.

Quem tem direito a esse crédito?
Todo cliente que não tenha restrição financeira, que tenha um cadastro rural e possua imóvel, mesmo que arrendado. Depois de feito cadastro junto a AGRAER (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural ), já tem acesso a essas linhas de crédito.

Porque o BB de Bodoquena fecha o atendimento ao público às 13 horas?
Esse horário foi estipulado desde a inauguração da agencia. Certa vez foi pleiteada uma mudança, mas para que isso ocorra, tem que haver uma concordância de todos os bancos da praça, passar por uma aprovação junto à Câmara municipal, pra que isso possa acontecer. Na época não deu certo em razão da questão de disponibilidade de tempo e funcionário também,
inclusive estamos com poucos funcionários, sendo hoje eu (gerente) mais dois funcionários para atender nossos clientes e ainda tratar a parte interna do banco, porém já estamos revendo esta questão. Embora tenhamos poucos funcionários , nós temos no desdobrado para oferecer um melhor atendimento.

Existe alguma previsão, algum projeto que visa a mudança de horário ao publico, inclusive que se enquadre com as demais cidades da região, que tem horário de atendimento até as 15 horas?

Se nós conseguirmos essa unanimidade perante toda a comunidade, é possível a mudança sim.

Mas o que seria preciso para essa mudança no horário de atendimento, a comunidade precisa se manifestar? Procurar a agência? Como seria essa manifestação?
É necessário abrir uma demanda. Por exemplo: a Câmara de Vereadores nos solicita via oficio essa mudança, nós a encaminhamos à Superintendência e ela faz a avaliação. Seria preciso uma adequação em nosso pessoal, aumento de funcionários, mas não vejo dificuldade, é possível. Durante a implantação, não conseguimos essa adequação de pessoal, mas hoje é diferente e existe até uma previsão de melhoria.

Fonte: O Pantaneiro

ONU Mulheres e Fundação Banco do Brasil apoiam agricultoras rurais do RN

Publicado em: 10/03/2019

A Fundação Banco do Brasil, em parceria com a ONU Mulheres, vai apoiar a Associação de Comercialização Solidária Xique Xique, que atua no comércio de produtos agroecológicos de mulheres produtoras rurais da região de Mossoró (RN).

Intitulado “Mulheres em Rede: fortalecendo a auto-organização, produção, comercialização e autonomia socioeconômica”, o projeto pretende contribuir para mobilização, empoderamento e geração de renda das agricultoras rurais.

A solenidade de assinatura do convênio ocorreu na quinta-feira (28) na cidade de Mossoró, e teve a presença de representantes de Fundação BB, ONU Mulheres, do secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar do RN, Alexandre de Oliveira, além de autoridades e parceiros locais.

O aporte financeiro da Fundação BB será de 750 mil reais, que dará condições para a entidade construir a sede da associação, que irá funcionar como um espaço multiuso para capacitação e comercialização. O projeto também vai contemplar a construção de uma cozinha para beneficiamento e armazenamento de alimentos agroecológicos. Cerca de 300 agricultoras devem ser beneficiadas diretamente com esta iniciativa.

Para o coordenador do projeto, Adriano Cavalcanti, as ações propostas serão importantes para o fortalecimento dos empreendimentos de economia solidária. O projeto, com duração de um ano, será desenvolvido em dez cidades: Mossoró, Governador Dix-Sept Rosado, Baraúna, Tibau, Grossos, Apodi, São Miguel, São Miguel do Gostoso, Messias Targino e Janduís.

Para a representante interina da ONU Mulheres Brasil, Ana Carolina Querino, é emblemática a dotação da Fundação Banco do Brasil para a Associação de Comercialização Solidária Xique Xique às vésperas do Dia Internacional das Mulheres.

“Empoderar trabalhadoras e mulheres rurais e investir recursos financeiros contribui para viabilizar projetos coletivos que gerem autonomia econômica, com foco no desenvolvimento sustentável de comunidades”, destacou ela, ao lembrar o compromisso entre ONU Mulheres e FBB para o empoderamento econômico das mulheres.

Segundo Ana Carolina, ao longo de março, a ONU Mulheres enviará mensagens enfatizando ser preciso investir nas mulheres e construir soluções inteligentes, inovadoras com tecnologias sociais e digitais voltadas para o acesso delas a serviços, proteção social e infraestrutura.

O presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, destacou que o apoio às mulheres da Rede Xique Xique vai gerar renda e também contribui para o desenvolvimento da economia local destes municípios, o que gera transformação social. “Fortalecer a atuação das mulheres e a agroecologia traz inúmeros benefícios para as comunidades locais, como é o caso da Rede Xique Xique”, avaliou Asclepius.

Reaplicação de Tecnologias Sociais

Além de produção de produtos agroecológicos, a rede de mulheres irá reaplicar tecnologias sociais. Para Francisca Eliane, coordenadora da Rede Xique Xique, o projeto vai proporcionar uma maior autonomia dos grupos de mulheres participantes, promovendo a inclusão social e geração de renda além de melhorar os indicadores socioeconômicos das produtoras rurais.

As ações do projeto também irão contemplar a implantação de tecnologias sociais de convivência com o semiárido como os Sistemas de Reuso de Água Cinza, Energia Solar e Banco de Sementes Crioulas. “O reuso de água nos permite gerir um destino sustentável, ao aproveitarmos a água cinza, onde após tratada, poderá ser utilizada nas frutas e hortaliças que garantem a comida em nossa mesa e ainda diminui o desperdício de água”, avaliou Francisca.

Ela acredita que as mulheres da Rede Xique Xique possuem muito conhecimento sobre agroecologia, e as tecnologias sociais podem ser aliadas para a gestão dos recursos de forma sustentável. “Ainda acredito que nós mulheres precisamos nos apropriar das tecnologias sociais de energias renováveis, como a energia solar e as sementes crioulas, para criarmos um banco de sementes que possa servir de referência para todo estado do Rio Grande do Norte”, declarou.

O evento também celebrou a parceria com a Secretaria de Assuntos Fundiários e Apoio a Reforma Agrária (SEARA), do governo estadual, através de um termo de cooperação que tem como objetivo oferecer apoio técnico e auxílio logístico para o desenvolvimento das ações do projeto Mulheres em Rede, potencializando os processos de comercialização, inserção dos produtos nos mercados, acompanhamento das atividades de formação, e da certificação participativa da produção orgânica.

Xique Xique – Rede de Mulheres na agroecologia

A Rede Xique Xique é uma articulação de trabalhadoras rurais que busca manter os princípios da agroecologia e da economia solidária para produção, comercialização e consumo, afirmando a organização da luta pela transformação do mundo. Criada em 1999, na cidade de Mossoró, a entidade foi criada para fazer entrega de hortaliças orgânicas sem intermediários.

Organizada em 12 núcleos municipais, através de feiras agroecológicas, da agricultura familiar, economia solidária e loja de produtos, a rede oferece atividades de formação, práticas agroecológicas, intercâmbios, acompanhamento a comercialização, vendas de produtos e feiras.

Atualmente, são mais de 50 grupos articulados, com mais de 300 agricultoras e com uma produção bastante diversa. Em sua sede, a rede realiza uma feira de hortaliças, queijos, doces, ovos caipiras, frutas e polpas e verduras da agricultura familiar que acontece semanalmente.

Fonte: Nações Unidas

Banco do Brasil vai prorrogar dívidas de produtores rurais de Brumadinho

Publicado em: 13/02/2019

O Banco do Brasil informou, nesta segunda-feira (11/2) ter aprovado a prorrogação das operações de financiamento de agricultores de Brumadinho (MG) vencidas ou a vencer entre 25 de janeiro a 31 de dezembro de 2019. A medida atende produtores e cooperativas que sofrem os efeitos do rompimento da barragem da mineradora Vale no município.

“A medida concede, ao final do contrato, prazo adicional de um ano a operações de investimento e custeio prorrogado, enquanto as operações de custeio contam com um ano de carência mais três parcelas anuais”, informa a instituições, em resposta e questionamentos feitos por Globo Rural via internet.

No comunicado, divulgado pela assessoria da instituição, o banco informa ainda que dispensa o laudo técnico e a necessidade de apresentar novas garantias para a prorrogação das operações. E, de acordo com a necessidade, as operações poderão ser reavaliadas. Para ter acesso, o cliente deve procurar o Banco do Brasil e fazer o pedido.

A instituição não informa o número de contratos nem o valor total dos financiamentos passíveis de prorrogação. Apenas destaca que a maior parte das operações é vinculada ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Na semana passada, o Ministério da Agricultura informou ter solicitado ao Banco do Brasil a suspensão dos financiamentos de agricultores de Brumadinho. Pediu também a liberação das indenizações relativas aos seguros dos contratos.

De acordo com a Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), foram identificadas 182 emissões de Declarações de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) em 2018 no município, duas de cooperativas ou associações. Desse total, foram firmados 52 contratos de financiamento do Pronaf, que totalizam R$ 1,75 milhão.

O Ministério informou também que ainda aguarda os resultados de levantamento baseado no Cadastro Ambiental Rural (CAR) para conhecer o número total de propriedades rurais atingidas. Dados preliminares apontam que a maior parte dos agricultores afetados é de pequenos produtores de hortifrúti que abastecem a região metropolitana de Belo Horizonte.

Fonte: Globo Rural

Governo maranhense e BB discutem ampliação de investimento na agricultura familiar

Publicado em: 23/01/2019

O governador Flávio Dino recebeu, no Palácio dos Leões, na manhã desta segunda-feira (21), o superintendente do Banco do Brasil no Maranhão, Alison Aguiar. Durante a visita, foi discutida a ampliação dos investimentos em agricultura no estado, como linhas de crédito que atendam, principalmente, os pequenos produtores.

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“O Governo do Maranhão tem um programa de apoio aos pequenos produtores que está totalmente alinhado com o programa do Banco do Brasil. O objetivo é que a gente possa subsidiar e apoiar os agricultores familiares do estado, para que possam desenvolver suas propriedades, fortalecer a economia local e gerar emprego”, disse Alison Aguiar.

Em parceria com o Governo do Maranhão, o Banco do Brasil, também, pretende ampliar o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf ), que fornece crédito aos agricultores familiares. Segundo Aguiar, o banco está trabalhando para identificar novas cadeias produtivas que podem receber fomento, principalmente, em regiões mais carentes, como a Baixada Maranhense e o Baixo Parnaíba.

“Queremos estar mais próximos de cadeias produtivas de pesca, mandioca e frutas. O projeto que temos pretende identificar em cada região qual a produção essencial para fomentar justamente a cultura local”, garantiu Alison Aguiar.

Atualmente, o Pronaf possui operações no Maranhão na ordem de R$ 674 milhões, beneficiando mais de 15 mil famílias e atendendo projetos nas cadeias produtivas de carne, couro, leite, arroz e aquicultura.

Participaram da reunião o senador diplomado Weverton Rocha; o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares; o subsecretário de Planejamento, Marcelo Duailibi; o superintendente regional de Varejo do Banco do Brasil, Carlos Mohabe Guedes; e os gerentes Daniel Montelo e Helton Paz.

Fonte: Governo do Maranhão

Desembolso do BB para safra 2018/19 cresce 20% entre julho e outubro, diz VP

Publicado em: 22/11/2018

Os desembolsos do Banco do Brasil em crédito para a safra 2018/19 cresceram 20 por centro entre julho e outubro deste ano na comparação com igual período de 2017, em meio a um “cenário positivo de produção e preço”, disse nesta terça-feira o vice-presidente de Agronegócios da instituição, Tarcísio Hübner.

“A demanda por recursos está forte. Temos visto um desembolso significativo”, afirmou ele no intervalo de evento do setor em São Paulo, destacando que mesmo adversidades como tabelamento de fretes e tensões comerciais no exterior não têm reduzido o ânimo dos agricultores.

Líder em crédito rural no país, o Banco do Brasil está oferecendo neste ano cerca de 103 bilhões de reais em linhas de custeio e investimento de safra, disse o executivo.

Segundo Hübner, o apetite dos produtores está forte por recursos voltados à tecnologia e ampliação de áreas, principalmente de soja.

Maior exportador global da oleaginosa, o Brasil está plantando um recorde de mais de 36 milhões de hectares com a commodity neste ano, conforme dados do governo.

A semeadura avançada, já praticamente encerrada em Mato Grosso, o maior produtor nacional, melhora o cenário para a segunda safra, a safrinha, colhida em meados do próximo ano e composta principalmente por milho, avaliou Hübner.

O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil comentou ainda que a demanda também está aquecida pelo Moderfrota, financiamento para aquisição de tratores, colheitadeiras, plantadeiras, dentre outros equipamentos. Ele não descartou uma eventual falta de recursos dessa linha até o fim do Plano Safra 2018/19, em 30 de junho de 2019.

Fonte: Terra

BB vê queda pequena dos juros nos financiamentos agrícolas em 2018/19

Publicado em: 30/10/2018

O Banco do Brasil já dá como certa mais uma redução, porém “pequena”, das taxas de juros dos financiamentos ao agronegócio no próximo Plano Safra (2018/19), que está em gestação no governo e deverá ser lançado em junho, para entrar em vigor em 1o de julho.

“O mercado já precificou que deverá haver uma ligeira alta da Selic [taxa básica de juros, hoje em 6,5% ao ano] no ano que vem. Assim, nossa percepção é que a redução das taxas de juros do crédito rural [no Plano Safra 2018/19] será pequena, em torno de 1 a 2 pontos percentuais”, afirmou ao Valor o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hubner.

Se confirmado o cenário, a taxa em operações de custeio agropecuário com juros controlados, as mais realizadas pelos produtores rurais, cairia, na melhor das hipóteses, também para 6,5% ao ano – atualmente os juros nessa frente são de 8,5%. E ficaria em até 5,5% no caso de linhas de investimento como as do Programa de Construção de Armazéns (PCA) ou o Moderfrota (máquinas agrícolas).

A “banda” de redução de juros do Plano Safra prevista pelo BB não agrada ao setor de agronegócios. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e outras importantes entidades que representam produtores do país defendem uma queda de pelo menos 3 pontos percentuais.

O BB sabe, no entanto, que o Ministério da Fazenda e o Banco Central não chegarão tão longe, como já indicaram as primeiras negociações no governo em torno do próximo Plano Safra. O argumento da equipe econômica é que o teto dos gastos públicos e o orçamento federal apertado impõem limites a qualquer expansão de subsídios.

“Com a Selic no baixo patamar em que está, não faz sentido o governo ter uma despesa elevada com a equalização dos juros do crédito rural. É um desafio para a gente, mas o mercado vai se ajustando, e o BB vem se preparando para isso”, afirma Hubner. “Produtores já vêm usando cada vez mais recursos próprios ou fazendo mais trocas de insumos [barter] para se financiar, e isso tem acontecido em uma velocidade maior”, observa o executivo.

Mas a instituição ainda tem vantagens para operar com juros controlados. Analistas lembram que o BB é historicamente beneficiado pois a fonte de recursos que o Tesouro Nacional de fato equaliza é a poupança rural, na qual 90% das captações são feitas pelo banco.

Isso não impediu, porém, que na safra 2016/17 o Banco do Brasil perdesse participação nos desembolsos de crédito rural de forma expressiva. Naquela temporada, o BB viu seus próprios desembolsos a produtores e agroindústrias diminuírem quase 20%, ao mesmo tempo em que bancos privados ganharam terreno.

Nesta temporada 2017/18, a instituição está recuperando o terreno perdido, mas muito em função de contar com a maior carteira de poupança rural do país. O montante total de financiamentos agrícolas liberado pelo BB aumentou 15% nos nove primeiros meses da safra e alcançou R$ 64 bilhões.

Mas, de acordo com Hubner, o banco também se estruturou para ampliar as operações com juros livres, quando os recursos empregados nos financiamentos — Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), por exemplo — não contam com subsídios públicos e as operações costumam ter taxas de juros mais elevadas que a Selic.

Nesse casos, o banco vem conseguindo realizar operações com taxas de juros entre 7,5% e 8,5% ao ano, a depender da classificação de risco do produto – ou seja, em alguns casos os juros livres podem ser até menores que os controlados. A maior parte desses empréstimos é tomada por grandes produtores e agroindústrias, justamente os clientes que costumam estar no centro das atenções de bancos privados como Bradesco, Itaú e Santander.

Do início do atual ano-safra 2017/18, em julho do ano passado, até 11 de abril, houve forte expansão nos desembolsos de crédito rural com recursos livres – o incremento foi de 151% em relação a igual período do ciclo anterior, para R$ 8,6 bilhões.

Somando-se operações de juros controlados e livres, o BB vem mantendo sua histórica liderança no segmento de crédito rural. Para o crescimento de 15% do montante total já liberado pelo banco em 2017/18, destacam-se os incrementos de 25,8% dos financiamentos para investimentos, que somaram R$ 13 bilhões, e de 80% nas operações de comercialização, que atingiram R$ 9 bilhões.

Fonte: Beef Point

BB Seguros foca norte e sul para divulgar soluções de apoio ao agronegócio

Publicado em: 27/09/2018

Para estreitar o relacionamento com produtores rurais em regiões com agropecuária pujante, a BB Seguros, do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, participa do ‘Circuito Agro BB 2018. O evento acontece nos dias 25/09 e 27/09 nas cidades de Castro e Cascavel, no Paraná (PR), e Vilhena e Ji-Paraná, em Rondônia (RO).

Dirigido a produtores rurais, gerentes de relacionamento, associações e demais parceiros relacionados ao agronegócio, os encontros têm por objetivo apresentar os produtos de seguros rurais da companhia, assim como as soluções voltadas para os programas governamentais dos quais o Banco do Brasil é o maior executor.

Hoje, o GRUPO oferece um leque diversificado de produtos, com seguro das modalidades Agrícola, Faturamento, Benfeitorias e Produtos Agropecuários, Penhor Rural, Florestas e Vida do Produtor Rural.

O avanço do segmento de seguros rurais, demanda envolvimento de todo o mercado e consiste na oferta cada vez mais simplificada aos produtores e na criação de ambientes favoráveis à aquisição”, explica Paulo Hora, diretor técnico de seguros rurais do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE.

“O cenário atual demonstra amadurecimento do setor e o aumento da consciência dos produtores sobre a importância da proteção”, opina Hora.

Um dos produtos mais sofisticados do portfólio da companhia é o seguro BB Seguro Agrícola Faturamento, que oferece proteção contra perdas causadas por intempéries climáticas e os riscos de preços e de câmbio.

“Essa modalidade de seguro tem uma proposta de indenização mais abrangente, justamente por incluir a variação do preço da commodity na época da colheita. É uma demanda do mercado hoje, que está carente de produtos com cobertura mais ampla. Esse protege a receita que o produtor pretende ter”, explica.

O Circuito Agro BB 2018 já passou por 32 cidades do país desde o seu lançamento, em maio deste ano, em Brasília, e serão visitadas outras 24 cidades até o final de novembro, quando o evento termina.

Circuito Agro BB 2018
Próximos eventos (Outubro)

2/10 e 4/10 – Nova Mutum e Rondonópolis (MT) e São Gotardo e Uberlândia (MG)
09 e 11/10 – Primavera do Leste e Sinop (MT)
16 e 18/10 – Chapadão do Céu e Mineiros (GO)
23 e 25/10 – Posse (DF) e Luiz Eduardo Magalhães (BA)
30/10 e 01/11 – Silvânia e Morrinhos (GO)

Fonte: Revista Cafeicultura

Contratação de crédito rural no BB soma R$ 18,2 bi no 1º bimestre de 2018/19

Publicado em: 20/09/2018

A contratação de crédito rural pelo Banco do Brasil (BB) em operações de custeio, comercialização, investimento e industrialização na safra 2018/2019 atingiu R$ 18,2 bilhões no primeiro bimestre de 2018/2019. O volume representa alta de 48% sobre o total de R$ 12,3 bilhões negociado entre julho e agosto de 2017/2018 e supera, porcentualmente, o avanço de 41% na tomada de crédito agrícola em todo o sistema financeiro, na mesma base de comparação, que atingiu R$ 40,4 bilhões.

Ao Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hübner, atribuiu a alta na demanda por crédito ao atraso na compra de insumos causado pela polêmica tabela de fretes rodoviários, o que represou também financiamentos. Outro fator é o momento positivo para as commodities, principalmente a soja. “Houve atraso (na aquisição) de insumos e adubo por causa da questão do frete. Além disso, o ambiente é favorável, com preços bons e uma disposição grande de produtores em busca da melhor tecnologia possível”, afirmou o executivo.

Para Hübner, por concentrar o plantio na safra de verão, a soja continua sendo a commodity que mais demanda crédito rural, “mas a pecuária também tem puxado bem” os negócios, explicou. Os financiamentos com linhas de crédito sem a utilização de recursos oficiais, subsidiados pelo governo, se mantêm firmes na atual safra. Essas linhas tiveram reduções nas taxas após a série de quedas na taxa básica de juros, a Selic, utilizada pelas instituições financeiras para captar recursos.

De acordo com o vice-presidente de Agronegócios do BB, financiamentos com recursos oriundos das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) continuam em crescimento entre as linhas de crédito sem o suporte público. O BB pretende conceder para a safra 2018/2019 um total de R$ 103 bilhões em crédito rural, alta de 21% sobre a safra passada. “A alta porcentual nesse primeiro bimestre ocorre por alguns fatores e porque é pico das contratações, com procura maior. Mas não é garantido que essa será a linha nos próximos meses”, afirmou Hübner. “Se necessário, com um patamar de juros mais baixo, haverá mais funding ao produtor.”

Do total previsto para ser liberado pelo BB em 2018/2019, R$ 11,5 bilhões são destinados para empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões em crédito rural a produtores e cooperativas, dos quais R$ 72,8 bilhões são para operações de custeio e comercialização e R$ 18,7 bilhões para créditos de investimento agropecuário.

Fonte: Estadão Conteúdo

ABPA reúne-se com BB e banco renegocia dívidas de avicultores e suinocultores

Publicado em: 12/07/2018

Em resposta a um pedido feito pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Banco do Brasil renegociará dívidas de custeio e investimentos de avicultores e suinocultores de todo o País. A proposta da instituição financeira foi apresentada ontem (05) em reunião entre o diretor-executivo da ABPA, Ricardo Santin, o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Tarcísio Hübner, o Diretor de Agronegócios do Banco, Marco Túlio Moraes da Costa, além de equipe técnica, em Brasília (DF).

O Banco do Brasil disponibilizará “medidas simplificadas de prorrogação de dívidas rurais” com parcelas vencidas em 2017, ou com prazo de vencimento em 2018. A proposta se refere à investimentos e custeios prorrogados em anos anteriores, com a reprogramação das parcelas para 01 ano após o final do contrato. No caso específico de custeio, as condições incluem pagamento de 30% da dívida no ato e a quitação do saldo restante será em 2 parcelas, sendo a primeira delas em 2019.

A instituição financeira também apresentou proposta para a retenção de matrizes suínas, com linhas de crédito com prazo de até 2 anos para pagamento, com taxa de juros de 6% ao ano para produtores enquadrados no Pronamp, e 7% ao ano para os demais suinocultores.

“A total compreensão da diretoria do Banco do Brasil à situação do setor vem em um momento fundamental, em que a cadeia produtiva busca se reestruturar após os vários impactos sofridos, desde embargos de exportação até os fortes prejuízos causados aos avicultores e suinocultores pelos bloqueios nas estradas”, destaca Francisco Turra, presidente da ABPA.

A avicultura e a suinocultura englobam mais de 100 mil famílias de produtores de aves e de suínos integrados. Ao todo, o setor gera 4,1 milhões de empregos diretos e indiretos, em especial, nos pequenos municípios do Brasil.

Fonte: Notícias Agrícolas

Banco do Brasil vê queda pequena dos juros em 2018/19

Publicado em: 04/05/2018

O Banco do Brasil já dá como certa mais uma redução, porém “pequena”, das taxas de juros dos financiamentos ao agronegócio no próximo Plano Safra (2018/19), que está em gestação no governo e deverá ser lançado em junho, para entrar em vigor em 1o de julho.

“O mercado já precificou que deverá haver uma ligeira alta da Selic [taxa básica de juros, hoje em 6,5% ao ano] no ano que vem. Assim, nossa percepção é que a redução das taxas de juros do crédito rural [no Plano Safra 2018/19] será pequena, em torno de 1 a 2 pontos percentuais”, afirmou ao Valor o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hubner.

Se confirmado o cenário, a taxa em operações de custeio agropecuário com juros controlados, as mais realizadas pelos produtores rurais, cairia, na melhor das hipóteses, também para 6,5% ao ano – atualmente os juros nessa frente são de 8,5%. E ficaria em até 5,5% no caso de linhas de investimento como as do Programa de Construção de Armazéns (PCA) ou o Moderfrota (máquinas agrícolas).

A “banda” de redução de juros do Plano Safra prevista pelo BB não agrada ao setor de agronegócios. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e outras importantes entidades que representam produtores do país defendem uma queda de pelo menos 3 pontos percentuais.

O BB sabe, no entanto, que o Ministério da Fazenda e o Banco Central não chegarão tão longe, como já indicaram as primeiras negociações no governo em torno do próximo Plano Safra. O argumento da equipe econômica é que o teto dos gastos públicos e o orçamento federal apertado impõem limites a qualquer expansão de subsídios.

“Com a Selic no baixo patamar em que está, não faz sentido o governo ter uma despesa elevada com a equalização dos juros do crédito rural. É um desafio para a gente, mas o mercado vai se ajustando, e o BB vem se preparando para isso”, afirma Hubner.

“Produtores já vêm usando cada vez mais recursos próprios ou fazendo mais trocas de insumos [barter] para se financiar, e isso tem acontecido em uma velocidade maior”, observa o executivo.

Mas a instituição ainda tem vantagens para operar com juros controlados. Analistas lembram que o BB é historicamente beneficiado pois a fonte de recursos que o Tesouro Nacional de fato equaliza é a poupança rural, na qual 90% das captações são feitas pelo banco.

Isso não impediu, porém, que na safra 2016/17 o Banco do Brasil perdesse participação nos desembolsos de crédito rural de forma expressiva. Naquela temporada, o BB viu seus próprios desembolsos a produtores e agroindústrias diminuírem quase 20%, ao mesmo tempo em que bancos privados ganharam terreno.

Nesta temporada 2017/18, a instituição está recuperando o terreno perdido, mas muito em função de contar com a maior carteira de poupança rural do país. O montante total de financiamentos agrícolas liberado pelo BB aumentou 15% nos nove primeiros meses da safra e alcançou R$ 64 bilhões.

Mas, de acordo com Hubner, o banco também se estruturou para ampliar as operações com juros livres, quando os recursos empregados nos financiamentos — Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), por exemplo — não contam com subsídios públicos e as operações costumam ter taxas de juros mais elevadas que a Selic.

Nesse casos, o banco vem conseguindo realizar operações com taxas de juros entre 7,5% e 8,5% ao ano, a depender da classificação de risco do produto – ou seja, em alguns casos os juros livres podem ser até menores que os controlados. A maior parte desses empréstimos é tomada por grandes produtores e agroindústrias, justamente os clientes que costumam estar no centro das atenções de bancos privados como Bradesco, Itaú e Santander.

Do início do atual ano-safra 2017/18, em julho do ano passado, até 11 de abril, houve forte expansão nos desembolsos de crédito rural com recursos livres – o incremento foi de 151% em relação a igual período do ciclo anterior, para R$ 8,6 bilhões.

Somando-se operações de juros controlados e livres, o BB vem mantendo sua histórica liderança no segmento de crédito rural. Para o crescimento de 15% do montante total já liberado pelo banco em 2017/18, destacam-se os incrementos de 25,8% dos financiamentos para investimentos, que somaram R$ 13 bilhões, e de 80% nas operações de comercialização, que atingiram R$ 9 bilhões.

Fonte: Beef Point

BB liberou 25% mais recursos em crédito rural no segundo semestre de 2017

Publicado em: 08/12/2017

Os recursos direcionados ao crédito rural aumentaram 25% no segundo semestre deste ano frente ao mesmo período em 2016. É o que afirmou o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Marco Túlio da Costa, em reunião com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) na terça-feira (05/12). O montante total chegou a cerca de R$ 300 bilhões liberados pela instituição financeira.

Para Marco Túlio, o resultado é consequência de uma parceria cada vez mais estreita com o setor agropecuário. “Estamos alinhados e comprometidos com os produtores rurais. A FPA é o nosso canal de comunicação com o setor agropecuário. Estamos abertos ao diálogo e esperamos que continuem confiando na instituição, pois nós continuaremos ouvindo os anseios e necessidades do setor e buscando soluções que atendam a todos os segmentos em quaisquer situações”, disse o diretor.

Demanda por crédito rural

As recentes medidas apresentadas pelo Banco atenderam demandas dos produtores rurais de arroz do Rio Grande do Sul e Paraná, de maçã em Santa Catarina e de leite em várias regiões do País. Todos esses segmentos passam por mudanças bruscas devido ao alto custo de produção nacional ocasionado pelo desarranjo no mercado interno com a desleal concorrência e competitividade dos produtos importados frente aos locais. “A abundância da matéria-prima causa efeito automático sobre o preço do produto. As dificuldades enfrentadas estavam impactando diretamente no rendimento e capital dos pequenos, e consequentemente no seu acesso ao crédito e no pagamento de dívidas”, disse Marco Túlio.

A primeira iniciativa se iniciou com o setor pecuarista, frente aos desgastes causados pela Operação Carne Fraca. Todos os prazos de renegociações de dívidas com o Banco do Brasil que venciam neste ano foram prorrogados até 2018. “Muitos pequenos produtores iam se desfazer de rebanhos ou vender seus animais por um preço muito aquém do mercado para sanar as dívidas. Demos um fôlego ao setor”, disse o diretor do BB.

Parcerias com instituições financeiras

Durante a reunião, os parlamentares da FPA reconheceram os avanços alcançados com as parcerias firmadas não só com o Banco do Brasil, mas também com o Banco do Nordeste. No entanto, ainda demonstraram preocupação com outros prazos de renegociações de dívidas de crédito rural que se encerram no fim deste ano, principalmente no que tange a agricultura familiar, prevista na Lei 13340/2016.

Para o deputado Júlio César (PSD/PI), a prorrogação é de vital importância para a sustentabilidade do setor. “Esse adiamento, do Funrural, da Lei 13340/2016 e da Resolução 4.519/16, que trata dos estados atingidos pela seca, garante a manutenção da competitividade e o ganho de capital ao setor produtivo brasileiro como um todo”. Para Júlio César, a aprovação do projeto de lei que trata do passivo do Funrural, que acabou por incluir a prorrogação da Lei 13340/2016, é de extrema necessidade e urgência. “Não podemos deixar milhares de produtores em completa desassistência”, ressaltou o parlamentar.

A vice-presidente da FPA, deputada Tereza Cristina (Sem Partido/MS) ressaltou a importância desse constante diálogo com o Banco do Brasil e instituições financeiras que operam com crédito rural. A deputada já sinalizou uma próxima reunião com o Banco do Brasil para tratar não só da prorrogação dos prazos que já se encontram apertados, mas também das condições oferecidas aos pequenos produtores nas renegociações de dívidas. “As condições melhoraram, mas ainda carecem de adequações pontuais frente às dificuldades enfrentadas por alguns segmentos de produção, como leite, cebola, alho e arroz nos últimos tempos. Vamos buscar soluções para todos”, garantiu a vice-presidente.

Rapidez no acesso ao crédito

Na ocasião, o Banco do Brasil também anunciou a nova plataforma tecnológica para acesso mais ágil ao credito rural, o Custeio Digital. Agora, o produtor poderá solicitar o crédito por meio de telefone ou tablet. Segundo o diretor do BB, Marco Túlio, uma operação que durava cerca de 20 dias vai demorar um dia. Para avaliação de imóvel rural, por exemplo, o tempo vai passar de 30 dias para 44 segundos.

Fonte: Farming Brasil

“BB transformou Goiás em um gigante da economia brasileira”, diz Marconi

Publicado em: 16/11/2017

O governador Marconi Perillo participou, hoje, de encontro dos administradores do Banco do Brasil em Goiás, no Hotel Mercure. Líderes de todas as agências do BB do Estado debateram as metas alcançadas e discutiram o planejamento para o próximo ano. Convidado para conhecer os números atuais da empresa, Marconi ressaltou que Banco do Brasil (BB) financiou a atividade econômica dos últimos anos e transformou Goiás em um gigante da economia brasileira.

Lembrou que o BB tem, atualmente, uma carteira de crédito de mais de R$ 22 bilhões para investir na construção de casas e no setor do agronegócio, e que foi fundamental para o desenvolvimento agropecuário e industrial do Estado. “É um Banco que desbravou o Cerrado goiano. Coube ao Banco do Brasil financiar a abertura das áreas para o plantio agrícola, pecuária intensiva e extensiva. E, depois, coube ao Banco do Brasil ser decisivo em outra fase, que foi a da industrialização. Operou com muita competência, agilidade e profissionalismo com o rigoroso planejamento do FCO”, destacou.

O superintendente do BB em Goiás, Marcos Sanchez, destacou para o governador que o Banco tem hoje 150 agências, com 2.293 funcionários, e 754 pontos de atendimento em todo o Estado. Agradeceu pela abertura do Governo de Goiás à consolidação de parcerias, e elogiou o esforço fiscal do Estado, que resultou no reequilíbrio econômico antes dos outros entes federados.

Marconi ressalvou que a economia brasileira começa a melhorar, e que Goiás vive hoje uma realidade melhor do que a do País, com o crescimento do PIB acima da média brasileira, e sendo o Estado responsável pela geração de um quarto dos empregos gerados neste ano, com 45 mil postos de trabalho. “No segundo trimestre, o PIB do país foi de 0,6%. E, em Goiás, o PIB foi 4,6 vezes maior do que a média nacional. Também crescemos no volume de exportações pelo 48º mês seguido”, informou. Lembrou os investimentos realizados pelo programa Goiás na Frente e agradeceu ao BB pelo apoio no processo de transformação de Goiás em um Estado moderno, respeitado aos olhos do mundo, “que deixou de ser periférico para ser Central. De tímido para ser protagonista”.

Acompanharam o governador o secretário de Desenvolvimento, Francisco Pontes; o secretário estadual da Fazenda, João Furtado, e o superintendente do Sebrae, Igor Montenegro.

Fonte: Diário de Goiás

Governo e BB apresentam atrativos do FCO para o setor empresarial

Publicado em: 11/10/2017

O Governo do Estado, entidades do setor produtivo e o Banco do Brasil promovem na segunda-feira (9), uma palestra direcionada aos empreendedores de micro, pequenos, médios e grandes negócios.

A apresentação será às 9h, no auditório da Fiems. O objetivo da ação, intitulada “Dia do FCO Empresarial – Semana Nacional de Crédito” é apresentar as facilidades e atrativos das linhas de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e garantir a aplicação integral dos R$ 2,3 bilhões disponíveis para Mato Grosso do Sul em 2017.

A palestra será ministrada pelo superintendente do Banco do Brasil em Mato Grosso do Sul, Glaucio Zanettin Fernandes, que vai apresentará os novos procedimentos adotados para liberação de recursos do Fundo, destinado à implantação, ampliação e modernização de empreendimentos agrícolas, industriais, de comércio e serviços.

“Em Mato Grosso do Sul, R$ 1,33 bilhão do FCO já foram contratados e repassados aos empreendedores, mas ainda temos R$ 1 bilhão disponível. Desse total, cerca de R$ 674,3 milhões já foram aprovados pelo CEIF (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO) mas ainda dependem da análise do Banco do Brasil para serem liberados. Temos recurso disponível e nosso prazo é o dia 31 de outubro para que todas as demandas dos setores rural e empresarial sejam internalizadas no banco”, lembra o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck.

De acordo com o secretário, “estamos promovendo uma ação conjunta que envolve a Semagro, o Banco do Brasil, a Fiems, a Famasul, a Amems, a Fecomércio e o Sebrae. Do montante de empréstimos liberados pelo FCO, R$ 870 milhões estão concentrados no setor rural e R$ 463 milhões no empresarial. Nosso esforço agora se direciona ao setor empresarial. A meta é ampliar o número de contratações nesse segmento. Para isso, teremos essa ação na Fiems e outras em Dourados e em Três Lagoas com o objetivo de tirar as dúvidas sobre o Fundo”.

Menos burocracia

De acordo com o superintendente do Banco do Brasil, Glaucio Fernandes, “os processos estão mais céleres, menos burocráticos e mais democratizados e, com isso, o Banco do Brasil está absolutamente certo de que haverá ampla adesão por parte do setor produtivo. Conseguimos automatizar os processos, encurtar uma série de etapas e, por isso, ganhamos velocidade na contratação e disponibilização dos recursos”.

Ele acrescenta, ainda, que as mudanças nas regras do FCO são importantes para a retomada do crescimento do País e, por isso, saíram do papel e estão, de fato, sendo colocadas em práticas pelo Banco do Brasil. “Essa maior agilidade na liberação de recursos contribui para a promoção do desenvolvimento econômico, com a retomada da geração de empregos. Ainda que de maneira tímida, a economia do País está em ascensão e o empresário está estimulado a investir. Por isso, convidados aqueles que já tiveram alguma experiência com o BB, ou que ainda não conhecem a forma de atuação da instituição, a conhecer a nova cara do FCO”, reforçou.

Cartilha e plantão de dúvidas

Técnicos da Semagro estarão presentes no evento da Fiems, tirando as dúvidas dos empresários e apresentando a Cartilha do FCO, documento com dez páginas, a cartilha explica sobre regras, prazos, linhas de crédito e taxas tanto para o segmento rural quanto empresarial. A publicação está disponível no botão FCO, localizado do lado direito do site da Semagro (www.semagro.ms.gov.br).

Durante o evento, os técnicos do Banco do Brasil estarão à disposição do público presente para simular financiamentos e tirar as principais dúvidas. Outra novidade é que no evento, que terá transmissão ao vivo pelo Facebook da Fiems, será lançado o “WhatsApp FCO”, cujo número é (67) 99205-2111, para que empresários e produtores rurais tirem dúvidas sobre a aquisição de crédito.

Fonte: Capital News

Mapa pede ajuda ao BB para facilitar transações com Irã; transações giram em torno de R$ 2 bi

Publicado em:

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) pediu ao Banco do Brasil ajuda para facilitar as transações bancarias entre Brasil e Irã, para aumentar as vendas de carne, soja e milho. Atualmente as transações entre os dois país é estimada em U$ 2 bilhões. O Irã enfrenta um embargo financeiro por parte dos Estados Unidos e por isso não consegue fechar alguns processos comerciais.
Na segunda-feira (9) o secretário executivo do Mapa, Eumar Novacki, reuniu-se com o vice-presidente de negócios de atacado do Banco do Brasil, Mauricio Maurano, para ver o que pode ser feito para facilitar as transações comerciais entre os dois países.

No início de setembro deste ano o secretário executivo esteve em missão oficial no Irã para promover o compromisso do Brasil em manter uma parceria de longo prazo com aquele país. O secretário mostrou as autoridades iranianas as diversas oportunidades para diversificar e intensificar as relações entre os dois países na área do agronegócio, o aprofundamento das relações comerciais e solução de pendências.

No entanto, por causa do embargo financeiro dos Estados Unidos ao Irã muitos bancos têm se negado a fazer as transações comerciais envolvendo empresas iranianas, o que tem dificultado a ampliação do mercado bilateral entre Brasil e Irã.

De acordo com Novacki, o arranjo financeiro bilateral será importante para investimentos e financiamento de projetos agrícolas, além do aumento das exportações e importações. Durante a visita do secretário executivo do Mapa foi solicitado pedido de apoio para ajudar a parte iraniana nesse quesito. Com o apoio do Embaixador do Brasil, algumas medidas já foram tomadas e alguns obstáculos financeiros/bancários já estão sendo resolvidos.

Fonte: Olhar Direto

Banco do Brasil comemora R$ 50 milhões em negócios na Expoacre 2017

Publicado em: 09/08/2017

O superintendente do Banco do Brasil (BB) no Acre, Paulo Amaral, relatou ao governador Tião Viana na manhã desta terça-feira, 8, que a instituição superou todas as expectativas durante a Expoacre 2017. Como resultado, o BB calcula hoje uma onda de negócios que pode chegar a R$ 50 milhões.

A Expoacre é a vitrine que traz anualmente o reflexo dos investimentos nos setores produtivos do estado, sobretudo como cadeias rentáveis aliadas à tecnologia têm se consolidado como modelo de economia sustentável e se tornado destaque no cenário nacional. Só este ano, a feira movimentou mais de R$ 100 milhões em negócios.

Oficialmente, durante os dias de feira, o Banco do Brasil movimentou cerca de R$ 15 milhões, entre abertura de linhas de crédito e financiamentos. Mas a onda de negócios, que são os investimentos estudados pelo banco durante a feira e que terão aprovação em até três meses, faz com que esse número salte para até R$ 50 milhões.

Segundo Paulo Amaral, a prospecção de transações realizadas principalmente no Campus do Agronegócio é o principal motivador dessa onda.

“Estamos num cenário de crise e dificuldades no Brasil todo, mas a Expoacre revelou pessoas querendo investir, e o Banco do Brasil é o banco da agricultura familiar, da indústria, do comércio, e pudemos estar lá atuantes, no Campus do Agronegócio de dia, no nosso próprio estande à noite, e pudemos prospectar ainda mais negócios, com muitas pessoas nos procurando”, conta o superintendente.

Fonte: Agência de Notícias Acre