BB e agência francesa liberam 100 mi de euros para energia renovável

Publicado em: 04/07/2022

Os desenvolvedores de energia renovável ganharão um incentivo para terem acesso a recursos. O Banco do Brasil (BB) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram, nesta semana, um contrato para viabilizar a liberação de 100 milhões de euros em financiamentos para projetos no setor.

Segundo o Banco do Brasil, a parceria ajuda no cumprimento de metas da Agenda 2030, plano de ação global com 17 objetivos de desenvolvimento sustentável e 169 metas de erradicação da pobreza.

O acordo permitirá que o BB expanda a oferta de empréstimo para projetos de energia renovável para as pessoas físicas e para as pessoas jurídicas na categoria varejo pelos próximos dez anos. A AFD também destinou 300 mil euros para financiar projetos de cooperação técnica.

O Banco do Brasil calcula que os 100 milhões de euros, que equivalem a R$ 555 milhões no câmbio atual, gere 3,1 mil empregos. Esse investimento, informa a instituição financeira, evitará a emissão de cerca de 113 mil toneladas de gás carbônico por ano.

Atualmente, o BB aplica cerca de R$ 300 bilhões em projetos de sustentabilidade ambiental e social. Em relação ao setor de energia renovável, o banco destina cerca de R$ 10 bilhões para essa finalidade e tem como meta emprestar R$ 15 bilhões até 2025.

Ampliação

A instituição pretende ampliar as parcerias com a AFD nos próximos anos. Em maio, durante o congresso Mercado Global de Carbono, o BB e a AFD firmaram um memorando de entendimentos que prevê novas oportunidades de financiamentos a estados e municípios.

As linhas de crédito para os governos locais se concentrarão em projetos de infraestrutura de saneamento, incluindo o tratamento de esgoto e resíduos sólidos, energia renovável e eficiência energética, transporte limpo, mobilidade urbana, transição da infraestrutura para cidades inteligentes e adaptação a mudanças climáticas, saúde e educação.

Fonte: Agência Brasil

BB e BB Mapfre criam empresa para gerir negócios da plataforma digital Broto

Publicado em: 01/07/2022

O Banco do Brasil assinou um memorando de entendimentos (MoU) com a BB Mapfre Participações, sociedade coligada indireta por meio da BB Seguridade Participações, para criar uma companhia a ser denominada Broto S.A. Conforme o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a nova empresa conduzirá os negócios da plataforma digital Broto.

“A Plataforma Broto atua na cadeia produtiva do agronegócio, sendo, atualmente, desenvolvida pela Brasilseg Companhia de Seguros, uma subsidiária integral da BB Mapfre”, diz o comunicado.

A plataforma digital oferece máquinas, implementos, equipamentos de energia, irrigação e armazenagem, serviços, insumos e tecnologias voltadas à agricultura de precisão. Também fornece acesso ao crédito do BB e às proteções da BB Seguros.

Segundo o BB, o capital social da Broto será representado por ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN). O BB deterá 100% das ações PN e a BB Mapfre ficará com 100% das ON.

“O MoU prevê que o Banco do Brasil e a BB Mapfre (e/ou a Brasilseg), em conjunto com a BB Corretora, celebrarão com a Broto, cada qual, um acordo operacional que regule os termos e condições da oferta dos produtos nas atuais e futuras plataformas e canais da Plataforma Broto”, afirma.

“Considerando a reconhecida expertise do BB, que possui estreito relacionamento com os diversos elos da cadeia produtiva do agronegócio, está prevista no MoU a possibilidade de transferência de participação da BB Mapfre ao BB, de acordo com condições e prazos a serem definidos em acordo de acionistas e tendo por base os valores aportados tanto pela BB Mapfre como pela Brasilseg na Plataforma Broto até a constituição da nova empresa.”

Ainda segundo o BB, a constituição da Broto está sujeita à discussão e formalização de documentos definitivos, dentre os quais acordo de acionistas e os acordos operacionais, às aprovações nas respectivas governanças das empresas envolvidas, além da obtenção das autorizações regulatórias e governamentais.

Fonte: Valor Investe

BB supera desembolso total de 2021 no crédito para antecipação de IR

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O Banco do Brasil acaba de ultrapassar R$ 408 milhões de desembolso na linha de crédito para antecipar restituição de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Esse volume já é superior às liberações realizadas durante todo o ano passado.

O tutorial no YouTube do BB (Como antecipar a restituição de IR pelo App BB) já contabiliza mais de 14 milhões de visualizações.

“A antecipação da restituição de IRPF é alternativa de crédito para quem busca reorganização financeira, sem impacto mensal de prestações. Desde março, quando reabrimos a linha, já são mais de 163 mil operações contratadas”, destaca Ricardo Sehn, executivo da área de empréstimos e financiamentos do Banco.

O BB disponibiliza o CDC Antecipação IRPF com taxas que variam de acordo com o perfil do cliente, a partir de 1,99% ao mês. Clientes do Banco podem antecipar até 100% do valor da restituição do Imposto de Renda, até o limite de R$ 20 mil.

O pagamento é feito de forma automática, direto em conta corrente, em parcela única, no dia do recebimento da restituição ou no vencimento final do contrato, previsto para janeiro de 2023, conforme o que ocorrer primeiro.

A contratação pode ser realizada até o dia 30 de setembro, na rede de agências do Banco e nos canais digitais, com envio do recibo da DIRF por meio eletrônico, celular ou computador. Neste ano, mais de 30% dos clientes optaram por antecipar o crédito direto no aplicativo.

Fonte: Banco do Brasil

De olho no público infantil, Banco do Brasil prepara estreia na Roblox

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Após entrar no metaverso em um servidor do jogo GTA, o Banco do Brasil prepara uma nova experiência no mundo virtual, dessa vez na plataforma de games Roblox. O foco do banco é no público infanto-juvenil, com experiências relacionadas a modalidades esportivas que o BB patrocina no mundo real. Uma primeira versão deve ser mostrada ao mercado no Febraban Tech, o antigo Ciab Febraban, que acontece em agosto.

Apesar de parecer uma coisa só, o metaverso é, na verdade, formado por vários universos que não necessariamente se conectam. Até aqui, o BB atua no Complexo, servidor criado pela equipe brasileira de e-sports Fluxo. Desde a estreia, em dezembro, atingiu mais de 6.000 pessoas, um número expressivo nesse universo. O foco, nesse caso, é em jovens adultos.

O BB detectou que há um patamar importante de engajamento dos jogadores com a marca no metaverso, o que leva ao próximo passo: gerar negócios no mundo real a partir dos contatos estabelecidos no ambiente virtual. Outra discussão feita pelo banco é sobre a viabilidade de criar um metaverso próprio, aproveitando o aprendizado que colheu em outros.

Fonte: Estadão

 

Agência do Banco do Brasil com novos gerentes em Itabuna

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A Superintendência Regional do Banco do Brasil, com sede em Itabuna, apresentou a clientes, autoridades e empresários, os novos gerentes das agências Itabuna-Centro e Itabuna-Jardins, respectivamente os executivos Gideão Nogueira e Euler Oliveira Paiva.

O primeiro, Gideão Nogueira, ocupou sua última gerência na cidade de Teixeira de Freitas, no extremo-sul baiano e o segundo, Euler Paiva, trabalhava no sudoeste, na cidade de Brumado.

Durante a apresentação de Euler Paiva, na sexta, 20, a Superintendente Regional, a paranaense Carme Pressoto, graduada em Administração, com Pós em Administração de RH e formação em Altos Executivos e a primeira mulher a ocupar esse cargo na Bahia, disse da responsabilidade que cada novo gerente recebe ao assumir a função num momento impar para o Banco do Brasil na história econômica do país.

Fonte: Sindicom Itabuna

 

Cargo de confiança não afasta direito de gerente a adicional de transferência

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A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o direito de um gerente-geral aposentado do Banco do Brasil S.A. em Franca (SP) de receber adicional de transferência em razão das mudanças de cidade a que fora submetido durante a vigência do contrato de emprego. Segundo o colegiado, o fato de ele exercer cargo de confiança não afasta o direito à parcela, desde que a transferência seja provisória.

O gerente disse, na ação trabalhista, que fora contratado para o cargo de carreira de apoio do Banco do Brasil em dezembro de 1982, para atuar em Divinolândia (SP) e, 25 anos depois, foi transferido para Duartina. Dois anos depois, houve nova mudança, para Borborema, e, em 2013, teve de se mudar para São Manoel, também em São Paulo, onde permaneceu até a aposentadoria.

A juíza da Vara do Trabalho de Botucatu (SP) rejeitou o pedido de recebimento do adicional de transferência, com o entendimento de que o exercício do cargo de confiança de gerente-geral de agência afastaria o direito à parcela, conforme o parágrafo 1º do artigo 469 da CLT.

Na mesma linha concluiu o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas), ao constatar que o gerente não estava sujeito a controle efetivo de jornada de trabalho, mas apenas preenchia folhas individuais de presença.

Jurisprudência do TST

O relator do recurso de revista do gerente, ministro Dezena da Silva, reforçou que o exercício de função de confiança, por si só, não é fundamento suficiente para afastar o recebimento do adicional de transferência. Ele lembrou que, de acordo com a Orientação Jurisprudencial (OJ) 113 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do TST, essa circunstância ou a previsão de transferência no contrato de trabalho não exclui o direito ao adicional quando se tratar de transferência provisória.

Como o TRT não havia analisado a matéria sob o ponto de vista da provisoriedade das transferências ou das mudanças de domicílios decorrentes, o processo retornará ao TRT para que esses aspectos sejam avaliados.

A decisão foi unânime.

Processo: RR-10588-61.2014.5.15.0025

Fonte: Direito Net

 

Fundação BB lança ação para inserir jovens no mercado do trabalho

Publicado em: 24/06/2022

A Fundação Banco do Brasil lançou a ação Conexão Jovem Mercado com o objetivo de preparar os jovens para o mundo do trabalho. O projeto pretende desenvolver competências socioemocionais e cognitivas, além de promover a integração dos jovens com tecnologias digitais em todo o processo de aprendizagem.

O projeto é uma parceria da fundação com o Ministério do Trabalho e Previdência, Sebrae, Federação Nacional das AABB (FENABB), Microsoft, Alelo e instituições parceiras, e foi lançado em maio, em Brasília.

A ação é voltada para estudantes da rede pública de ensino com idade entre 14 e 17 anos. O conteúdo programático e as atividades pedagógicas serão divididos em três eixos de conhecimentos: formação para a vida, mundo do trabalho e tecnologia e inovação.

Na fase piloto, participarão 500 jovens em turmas compostas por 25 alunos, quatro vezes por semana, três horas por dia, totalizando carga horária total de 180 horas de atividades.

“Esta é uma iniciativa de educação para o futuro e inserção produtiva de nossos jovens no mundo do trabalho, por meio do desenvolvimento de competências socioemocionais e cognitivas. Junto com nossos parceiros compartilhamos conhecimento, experiências e recursos financeiros numa construção coletiva com o propósito de transformar vidas e realidades”, disse a presidente da Fundação Banco do Brasil, Eveline Veloso Susin.

Para esta etapa foram selecionadas cinco instituições com experiência na execução de programas de aprendizagem, sendo uma em cada região do país: Brasília; Salvador; Manaus; Belo Horizonte; e Porto Alegre.

Fonte: ES Brasil

BB muda programa de pontos, com nova marca e benefícios em uma única plataforma

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O Banco do Brasil (BBAS3) reformulará os programas de pontos e relacionamento com os clientes. O Ponto pra Você e o Ponto pra sua Empresa passarão a se chamar BB Relaciona e BB Relaciona Empresas, e terão mudanças na plataforma e nos benefícios. Segundo banco, as novas vantagens são mais personalizadas.

Na plataforma para pessoas físicas, o BB passa a consolidar todos os benefícios oferecidos aos clientes em um único espaço. Isso inclui o Vantagens BB, cashback com pontos, cashback em compras com parceiros e o Clube de Benefícios do banco, além das parcerias com a Livelo e a Dotz.

No programa direcionado a empresas, o modelo de pontuação foi alterado, o que segundo o banco, aumentará o engajamento e a fidelização entre micro e pequenas empresas. Neste caso, há pontuação no uso do cartão de crédito e a partir do uso de outros produtos e serviços do BB.

No novo modelo, o recebimento de pagamentos via Pix de clientes com chaves cadastradas no BB passará a gerar pontos de forma dinâmica, de acordo com o volume recebido, e com limite de 10.000 pontos mensais.

Há ainda pontuações atreladas ao uso da Cielo, adquirente em que o banco é sócio junto com o Bradesco, e do cartão Alelo para pagamento de benefícios a funcionários, entre outros.

Os resgates de pontos em benefícios foram mantidos, o que inclui cashback para pagamentos efetuados em conta corrente nos 30 dias anteriores, transferência para os programas de pontos das aéreas Latam e Gol e também desconto na fatura do cartão da empresa, além do uso para o pagamento de parcelas de seguros empresariais contratados com o banco.

Fonte: Money Times

BB premia clientes Ourocard selecionados com 5 mil pontos

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O Banco do Brasil lançou a campanha “5 mil motivos para amar ainda mais o seu Ourocard”, que vai dar 5 mil pontos Livelo a clientes Ourocard selecionados, após cumprirem meta estabelecida realizando compras com o cartão BB na função crédito.

A campanha é destinada aos clientes pessoas físicas, portadores de cartões Ourocard, selecionados por critérios exclusivos do Banco. A ação é válida até 30 de junho.

Os clientes elegíveis para a ação promocional serão informados por meio dos canais de comunicação do Banco do Brasil e somente esses estarão aptos a participarem da promoção, após cumprimento da meta. As metas serão definidas individualmente para cada cliente, de acordo com critérios estabelecidos pelo Banco do Brasil.

Para apuração do atingimento das metas estipuladas aos clientes serão consideradas todas as transações realizadas com cartões Ourocard, na função crédito aprovadas entre 0h do dia 1º de junho de 2022 e 23:59 do dia 30 de junho de 2022. As compras parceladas serão computadas pelo valor total da transação, para fins de cumprimento da meta.

Após a apuração do cumprimento da meta estabelecida, o cliente receberá os 5 mil pontos Livelo em um único lançamento, em até 60 dias após o encerramento do período da promoção. Os pontos adquiridos no programa serão transferidos automaticamente para a Livelo e terão validade de 12 meses.

Fonte: Banco do Brasil

 

IDR e Banco do Brasil promovem semana das energias renováveis

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Foi realizada entre os dias 20 e 21 de junho a programação da Semana das Energias Renováveis, evento criado para estimular o uso de formas sustentáveis de geração de energia. A ação está acontecendo na Praça Presidente Vargas, entre as 9h e às 16h.

De acordo com Marco Antônio da Silva Reis, coordenador regional de projetos do IDR-PR, um dos objetivos do evento é divulgar o programa Paraná Energia Rural Renovável (Renova PR), iniciativa do Governo do Estado que subsidiará a compra de equipamentos de geração de energia fotovoltaica em propriedades rurais.

Ainda que esteja disponível para todos os agricultores, um dos objetivos principais do programa é oferecer uma alternativa aos produtores rurais beneficiados pela Tarifa Rural Noturna, que deixará de existir no final de 2022. Este programa oferece 60% de desconto na fatura de energia elétrica para o consumo realizado entre as 21h30 e às 6h. De acordo com Reis, cerca de 10.400 agricultores recebem esta subvenção no Paraná.

Por meio do Renova PR, o governo subsidiará o pagamento dos juros da contratação de financiamentos para compra e instalação de equipamentos de geração de energia fotovoltaica.

Para ter acesso ao Renova PR, o agricultor precisa procurar o IDR-PR, com as faturas de energia dos seus imóveis emitidos pela mesma concessionária. Com isso é feito um cálculo da estrutura necessária para suprir a necessidade de consumo por meio de geração fotovoltaica. “Nós temos uma lista de mais de 200 empresas credenciadas neste programa, através de um edital do estado, inclusive estas que estão aqui hoje. Essas empresas estão aptas a fornecer a placa solar para os agricultores.

O agricultor escolhe a empresa de sua preferência e o IDR-PR, ou uma empresa de assistência técnica privada, realizam o plano de crédito.

Na praça está havendo exposição de empresas locais de equipamentos de geração fotovoltaica cadastradas no programa, assim como estandes do IDR-PR e do Banco do Brasil, onde é possível fazer o cálculo da estimativa de energia e custo do projeto, a partir de uma fatura de energia elétrica.

A programação também contou com apresentação de projetos, depoimentos de experiências de clientes, entre outras atividades, que serão realizadas novamente nesta terça-feira (21). A intenção é oferecer informações principalmente para agricultores, porém, as empresas estão apresentando seus produtos para todos os interessados.

De acordo com informações do Banco do Brasil, além de esclarecer sobre as linhas de financiamento para o agronegócio, voltadas para a geração de energia, a semana também tem o objetivo de estimular a utilização de energias renováveis, especialmente a do biogás e a fotovoltaica.

Mercado

De acordo com representantes comerciais de empresas expositoras no evento, o mercado de painéis de geração de energia fotovoltaica está em crescimento. Alex da Silva, representante da Energy Sol, calcula que nos últimos cinco anos o mercado tem crescido pelo menos 40%. “A tendência é isso ser predominante daqui a uns 10 anos. A grande maioria das residências, indústrias, comércios, já terão a sua produção própria”, complementa.

Silva analisa que esse crescimento se relaciona com a diminuição do valor do investimento para adquirir equipamentos fotovoltaicos e o aumento da oferta de crédito para esse segmento.

Rafael Lopes, representante da E3 Energia Solar, acredita que além do fator econômico, existe uma consciência cada vez maior da população com relação a importância do uso de energias renováveis e a preservação do meio ambiente.

Fonte: Diário do Sudeste

Senar e Banco do Brasil promovem circuito de treinamento em 25 Estados

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Banco do Brasil promovem, até dezembro, o Circuito de Treinamento Agro, uma série de eventos para tratar de temas como assuntos técnicos, gerenciais e de crédito rural com o intuito de capacitar produtores rurais.

O objetivo é levar informações técnicas, gerenciais e de acesso ao crédito para agricultores e pecuaristas. A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar também será apresentada aos participantes. Cada encontro tem duração de oito horas.

Os eventos começaram em fevereiro pelos estados de Goiás e Minas Gerais, com a realização de 10 encontros. Segundo o assessor técnico do Senar, Gabriel Sakita, após os eventos nos dois estados, houve mais 21, totalizando 31 encontros até agora, com a participação de mais de 900 produtores rurais.

Ao todo, estão programados mais 205 eventos em 25 estados em 2022 (AC, AL, AM, AP, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PI, RJ, RN, RS, RO, RR, SC, SE, TO e SP).

Até o dia 30 de junho, acontecem encontros em Goiás, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Em julho haverá 48 treinamentos em 14 estados: AC, AM, AP, BA, DF, ES, RJ, MA, MG, MS, PA, PB, RO e SC.

Os interessados em participar devem procurar os sindicatos rurais dos municípios ou o Senar estadual. As vagas são limitadas.

Fonte: Notícias Agrícolas

Prefeitura de Teresina e BB assinam termo para investimentos no município

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O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, assinou, nesta quarta-feira (22), protocolo de intenção que firma o interesse de viabilizar operação de crédito para investimentos no município, por meio do Banco do Brasil. Com isso, o município tem a disposição o limite de R$ 500 milhões a serem investidos nas áreas de infraestrutura, saneamento, mobilidade urbana, habitação e outras áreas prioritárias.

“Esse é um momento muito importante para nossa cidade. Diante da nossa seriedade no trabalho, no olhar social focado na população, fortalecemos essa conversação com as entidades financeiras e conseguimos ter a disposição recursos para avançarmos nos investimentos da nossa cidade. Já estamos com o projeto praticamente pronto para enviarmos à Câmara Municipal, no máximo até amanhã, pedindo autorização para realizar esta operação”, disse o prefeito de Teresina Dr. Pessoa.

O encontro ocorreu no Palácio da Cidade e contou com a participação da equipe de setor público do Banco do Brasil, do vice-prefeito Robert Rios, do secretário de governo André Lopes, do Secretário de Planejamento, João Henrique Sousa, e do secretário executivo de Captação de Recursos, Ítalo Portela.

“A assinatura deste protocolo tem como objetivo financiar diversos projetos, inclusive sociais, da Prefeitura de Teresina e, é um momento de muita satisfação diante da confiança que o Dr. Pessoa, a equipe de governo e planejamento depositam nessa instituição. Esse trabalho é resultado da liderança do prefeito e temos orgulho de contribuir para a transformação do município de Teresina”, afirmou Flávio Araújo, gerente geral do setor público do Banco do Brasil.

Quando aprovado pela Câmara Municipal, o contrato entre o município e Banco do Brasil deve ser assinado entre 40 e 60 dias, com o valor de R$ 500 milhões, com prazo total de 120 meses e carência de 12 meses.

“Estamos concluindo a etapa de assinatura do termo de protocolo, após seis meses de negociação mediadas pelo nosso prefeito Dr. Pessoa, que tem sempre priorizado um olhar social para investirmos na capital. Considero esse feito uma vitória pessoal do Dr. Pessoa, pois partiu dele essa iniciativa. Vamos seguir nesse trabalho para que os trâmites sejam executados da forma mais ágil possível”, concluiu João Henrique Sousa.

O secretário de Governo, André Lopes, destaca a importância das operações de crédito para a realização de obras.
“O Prefeito Dr. Pessoa tem grandes sonhos de desenvolver nossa cidade com obras estruturantes, mas dependemos da capacidade investimentos para sua realização, na qual precisamos de operação de créditos para tornar esses projetos reais”, afirma, André Lopes.

Fonte: Prefeitura Municipal de Teresina

 

Congresso dos Funcionários do Banco do Brasil cria Comitê de Luta

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O papel do Banco do Brasil na reconstrução do país foi um dos temas em destaque no 33° Congresso Nacional dos Funcionários do BB (CNFBB), que aconteceu entre os dias 8 e 10 de junho e resultou na instalação de um Comitê Nacional de Luta em defesa do BB e pelo seu fortalecimento como instituição pública e de apoio à eleição de Lula, por ser o único programa de governo que coloca os bancos públicos no centro da política de investimentos e retomada do crescimento econômico.

“Por que apoiar a eleição de Lula? Porque foi durante seus dois governos e nos governos Dilma que o Banco do Brasil mais desempenhou seu papel como indutor do desenvolvimento regional e sustentável da economia”, explica João Fukunaga, coordenador da Comissão de Empresas dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). “Por outro lado, desde o golpe de 2016, os governos que se instalaram no país adotaram políticas que favoreceram o mercado financeiro e o grande capital e atacaram direitos previdenciários, trabalhistas, reduzindo o papel do Estado na organização da atividade econômica e enfraquecendo o Banco do Brasil. São mais de 1.400 unidades do BB fechadas e 23 mil postos de trabalho a menos, desde 2016”, completa.

O papel do Comitê Nacional de Luta será defender o BB, a implantação de um programa de governo que tenha o banco como centro de políticas de incentivo ao crescimento econômico, de apoio à agricultura familiar e empresarial, de financiamento às micro e pequenas empresas, de desenvolvimento regional com redução das desigualdades sociais e regionais.

“O BB é uma instituição pública e tem funções mais relevantes que as de um banco privado que só visa lucro. É um banco da sociedade brasileira, que pode e deve ajudar o Brasil a sair do buraco em que foi jogado nos dois últimos governos”, pondera Fernanda Lopes, representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o banco.

Vários sindicatos já criaram Comitês de Luta locais ou regionais. O Comitê Nacional coordenará a luta em defesa do banco como peça central do desenvolvimento regional e sustentável.

Propostas

Confira algumas das propostas, aprovadas no 33º CNFBB, para recuperar o papel do BB como banco público voltado para o desenvolvimento sustentável do país:

  • O acionista controlador deve orientar claramente o banco a atuar como indutor do desenvolvimento, participando de todos os segmentos da atividade bancária, mas priorizando a concessão de crédito para a agricultura familiar, para as micro, pequenas e médias empresas, agindo para reduzir as desigualdades sociais e regionais e para integrar ao sistema bancário os milhões de cidadãos excluídos.
  • É preciso rever a estratégia corporativa do BB, para que o banco não esteja voltado somente para perseguir a lucratividade dos bancos privados e distribuir dividendos, uma vez que terá de cumprir a função social e pública para a qual foi criado. Definir novos parâmetros de taxa de retorno e remuneração aos acionistas.
  • O BB deve exercer papel de liderança no financiamento à adoção de práticas socioambientais sustentáveis, fundamentais para estancar a catástrofe climática anunciada, rumo a uma economia de baixo carbono.
  • Financiar atividades que privilegiem o desenvolvimento regional sustentável, com acompanhamento e orientação técnica com instituições públicas. Incentivar projetos e programas de arranjos produtivos locais, adensamento das cadeias produtivas e desenvolvimento regional sustentável.
  • Rever o plano de capital para ampliar a oferta de crédito de maneira segura e sustentável.
  • Alterar a estrutura administrativa para assegurar controle e participação social e articulação com o poder público. Podem ser criados comitês de sustentabilidade e comitês consultivos com a participação de representantes da agricultura familiar, de micro, pequenas e médias empresas, microempresários individuais e arranjos produtivos locais, de maneira a aproximar o banco da população e agentes econômicos que deve atender.
  • Aumentar a oferta de crédito para a agricultura familiar, para a produção de alimentos de primeira necessidade e orgânicos, firmando parcerias para orientação e assistência técnica com instituições públicas.
  • Ampliar a oferta de microcrédito produtivo orientado, aproveitando experiências exitosas de outros bancos públicos, com programas e operações de crédito direcionados a micro e pequenas empresas e microempresários individuais.
  • Ampliar o financiamento a cooperativas de produção rural, industrial e comercial e de oferta de serviços.
  • Atuar como indutor da redução do spread bancário e das taxas de juros dos empréstimos concedidos às pessoas físicas e jurídicas.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Mato Grosso

 

BB renegocia R$ 150 milhões em dívidas de pequenos negócios em campanha com o Sebrae

Publicado em: 16/06/2022

O Banco do Brasil participa, em parceria com o Sebrae Nacional, de uma campanha de mobilização destinada à renegociação de dívidas em atraso contraídas por pequenos empresários e microempreendedores. Lançada em 3 de junho, o BB já renegociou dívidas de 6 mil pequenos empresários neste período, na ordem de R$ 150 milhões. Durante a campanha, a procura por renegociação em canais digitais do BB aumentou cerca de 200% na comparação com períodos sem campanha de mobilização. O objetivo da ação é apoiar micros e pequenos negócios que possuem empréstimos com parcelas em atraso vinculados ao Fundo de Aval do Sebrae (Fampe), além de demais empréstimos e financiamentos eventualmente em atraso.

A iniciativa busca dar condições para que eles coloquem dívidas em dia e regularizem os fluxos de pagamento das suas empresas. Os micros, pequenos e médios empreendedores são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais do país. O Banco do Brasil conta cerca de 2,8 milhões de clientes MPE e desde o início da pandemia desembolsamos cerca de R$ 200 bilhões para esse público.

O vice-presidente Corporativo do Banco do Brasil, Ênio Mathias, ressaltou a qualidade de crédito do Banco e a parceria junto às MPE no lançamento da campanha. “Nosso índice de inadimplência acima de 90 dias está em 1,89%, permanecendo inferior ao registrado pelo Sistema Financeiro Nacional. Além do apoio para quem precisar renegociar, destaco que temos mais de R$ 210 bilhões para emprestar aos nossos clientes micro e pequenas empresas em créditos pré-aprovados para capital de giro e investimento”, pontuou.

O executivo disse que o BB oferece crédito e dá assessoria financeira e de gestão do negócio. “Permanecemos presentes quando os pequenos empreendedores mais necessitam de nós. É nossa vocação – como parceiro das MPE – ajudar a levar desenvolvimento econômico para todas as regiões do país, justamente por acreditarmos nesse setor, que é responsável por aproximadamente 32% do PIB brasileiro e por mais de 50% dos empregos formais do Brasil”, destacou.

Até o final de junho, o BB vai renegociar as parcelas de clientes micro e pequenos empresários e microempreendedores individuais (MEI) com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões e dívidas vencidas há mais de 15 dias.

O Banco do Brasil mantém em carteira 335 mil clientes com operações elegíveis para a renegociação. Desse total, 27 mil clientes possuem operações com o amparo do Fampe, o fundo garantidor com aval do Sebrae para operações de crédito de pequenos negócios. Cabe destacar a boa qualidade da carteira de crédito do BB. O índice de inadimplência INAD+90d do primeiro trimestre deste ano foi de 1,89%, permanecendo inferior ao registrado pelo SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Condições negociais

O BB vai renegociar operações inadimplentes há mais de 15 dias no âmbito do Fampe, capital de giro, cheque especial, cartão de crédito, recebíveis e financiamento de ativos fixos.

O saldo devedor pode ser renegociado em até 96 meses, com taxas a partir de TR + 1% ao mês. Outra vantagem é o rebate de até 92% para dívidas vencidas há mais de 60 dias.

Renegociação via canais digitais, inclusive pelo WhatsApp

Os pequenos empresários interessados em renegociar seus débitos podem utilizar os canais de atendimento do BB. A campanha tem foco nas operações de crédito contratadas durante a pandemia e vai utilizar os canais digitais para envio de mensagens por meio de SMS, push e e-mail para mobilizar os clientes do público-alvo.

No Whatsapp (61 4004-0001) basta informar a hastag #renegociepj para falar com um especialista ou acessar o AppBB, o Gerenciador Financeiro (Gefin) e o site solução de dívidas (bb.com.br/renegociepj). O contato pode ser feito ainda pela Central de relacionamento (CRBB) 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 08007290001 (demais localidades) e nas agências de relacionamento do cliente.

Além do BB, participam da Campanha Nacional de Renegociação de Dívidas a Caixa, o Banco Original, Serasa, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e outras instituições de fomento.

Fonte: Banco do Brasil

BB: com o dobro de clientes, oferta de produtos e serviços dobra com dados do open finance

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Mesmo com algumas dificuldades de comunicação entre as instituições financeiras no Open Finance, o Banco do Brasil já vê efeitos significativos da iniciativa sobre seus negócios e no atendimento aos clientes.

Segundo o diretor de Negócios Digitais do BB, Pedro Bramont, mais de 500 mil pessoas já deram consentimento ao banco para acessar seus dados financeiros em outras instituições desde que a fase 2 do Open Finance entrou em vigor, em agosto de 2021.

Deste total, 5% já foram impactados com a oferta de produtos e serviços personalizados usando as informações obtidas por meio da iniciativa, com o dobro de clientes conquistados (taxa de conversão) na comparação com as propostas realizadas sem ter acesso aos dados de outros bancos, cooperativas e instituições de pagamento.

“Por exemplo, percebemos que o cliente tem um produto de investimento na concorrência e que nós temos um produto mais interessante para o perfil e oferecemos para ele.”

A gerente de Open Finance no BB, Karen Machado, destaca que o número de consentimentos ao banco é significativo considerando que, no total, as autorizações para o compartilhamento de dados chegavam a cinco milhões no fim de maio, segundo o diretor de Regulação do BC, Otávio Damaso. Diferente do número do Banco do Brasil, o dado do BC de autorizações pode contar a mesma pessoa mais de uma vez, porque considera todos os consentimentos dados, em diferentes contas.

Machado explica que a maioria das autorizações dadas ao BB já era de clientes, possibilitando ao banco analisar de forma mais profunda a vida financeira deles e oferecer produtos e serviços mais assertivos.

A gerente de Open Finance ainda destaca que, com os dados de outras contas, o banco também percebe o que não faz sentido para o cliente. “O cliente não só tem uma solução melhor, mas passa a ser menos assediado pelo que não faz sentido.”

Bramont cita que os dados obtidos via Open Finance já são usados para fazer oferta de financiamentos a clientes e aumentar o limite de cartões de crédito, por exemplo. O banco também identificou compras na Amazon e informou à base de clientes que tem uma parceria que oferece cashback nos pagamentos pelo aplicativo do BB. “Já há alguns milhões em crédito, alguns milhões em investimentos”, disse, explicando que não pode ainda detalhar os resultados do banco no Open Finance.

Há ainda outras 10 iniciativas em projeto piloto. Uma delas é o iniciador de pagamentos, ferramenta da terceira fase do Open Banking que permite reduzir etapas em pagamentos online ou mesmo usar saldos existentes em outras instituições para uma transferência via Pix, por exemplo. O BB foi o primeiro grande banco a ser habilitado como iniciador de pagamentos pelo BC, mas ainda está em fase de testes, uma vez que as dificuldades de comunicação entre as instituições no Open Finance têm demandado ajustes bilaterais atualmente.

Com a iniciativa da Estrutura de Governança, que já começou a revisar as especificações necessárias para essas conexões serem automáticas, o BB espera poder lançar o produto no mercado em breve. (Informações Broadcast)

Fonte: Portal ADVFN

BB recebe pauta específica para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho

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Representantes dos funcionários do Banco do Brasil, reunidos no Comando Nacional dos Bancários, entregaram, na tarde desta quarta-feira 15, a pauta específica com as reivindicações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho do BB. Na mesma ocasião, foi entregue a pauta com as reivindicações para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária.

A pauta foi construída em dois dias de debates, durante o 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, quando bancários do BB de todo o país estiveram reunidos, entre os dias 9 e 11, para definir, além das reivindicações econômicas, pautas sobre condições de trabalho; de representação por segmento, como CRBB, gerentes de serviço, caixas, gerentes estilo, gerentes exclusivo.

Também foram debatidas e aprovas pautas sobre igualdade de gênero, igualdade racial e específicas para juventude.

“Pautas importantes para um banco público, que deve representar aquilo que a sociedade tem de melhor, e essa diversidade, essa democracia marca o nosso país. Por isso, juntos, vamos construir uma grande campanha salarial e sem deixar de perder no horizonte a nossa tarefa no final do ano, que é garantir a democracia deste país, para que o Banco do Brasil sobreviva como banco público. Sem a democracia não há banco público”, afirma João Fukunaga, diretor executivo do Sindicato e Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

“Há muita expectativa dos trabalhadores do banco no que diz respeito às melhorias no plano de cargos e salários, tanto no pessoal da gerência média, quanto dos funcionários da CRBB, dos PSO’s e das áreas de apoio, teletrabalho pra todos, combate ao assédio moral e metas abusivas, e também quanto a compensação de horas negativas da pandemia, e conversão em espécie dos abonos, PLR e etc. Esperamos que o BB atenda essas justas reivindicações dos trabalhadores nessa campanha“, pontua Getúlio Maciel, dirigente sindical e representante da CEBB pela Fetec-SP.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

BB é condenado por coagir advogados a desistir de ações sob pena de demissão

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O Banco do Brasil S.A. terá de pagar indenização de R$ 500 mil por dano moral coletivo por ter coagido empregados a desistir de ações trabalhistas ajuizadas individualmente ou por meio do sindicato. A decisão é da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que considerou que a conduta da empresa desprezou a ordem constitucional e as regras trabalhistas.

De acordo com a denúncia apresentada ao Ministério Público do Trabalho (MPT), em novembro de 2009, o banco, por meio do seu diretor jurídico, teria coagido empregados, sobretudo advogados, para que desistissem das ações, sob ameaça de demissão ou perda de comissão. Na ação civil pública, o MPT pediu a condenação da empresa ao pagamento de indenização de R$ 5 milhões por dano moral coletivo, com o argumento de que o dano dizia respeito a toda a toda a categoria e à própria sociedade, pois violaria a ordem social.

Número restrito

O banco, em sua defesa, disse que o MPT havia embasado o alegado direito coletivo num número restrito de empregados, integrantes do seu quadro jurídico, que supostamente teriam sofrido dano “decorrente de razões diversas, sem origem comum”.

Parcela específica

A tese de lesão à coletividade foi acolhida pelo juízo da 12ª Vara do Trabalho de Brasília, que fixou a indenização em R$ 500 mil. Contudo, a decisão foi reformada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO), que não viu na conduta do banco ato atentatório à coletividade. “Os atos supostamente imputados ao banco foram dirigidos a uma parcela específica de funcionários, qual seja, a dos advogados”, registrou o TRT.

Desrespeito à liberdade

No exame do recurso do MPT pela Primeira Turma, prevaleceu o voto do relator, ministro Hugo Scheuermann, pelo restabelecimento da sentença. O relator acentuou que a conduta do banco não atingiu apenas a esfera individual dos trabalhadores afetados, mas causou, também, intolerável desrespeito à liberdade de ação e de associação dos trabalhadores, o que afeta toda a coletividade.

Processo: Ag-RRAg-32-82.2011.5.10.0012

Fonte: Rota Jurídica

Banco do Brasil já desembolsou R$ 1,6 milhão em crédito pelo WhatsApp

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O Banco do Brasil (BB) divulgou na terça-feira (14/6) que já foi contratado mais de R$ 1,6 milhão em crédito pessoal pelo WhatsApp, com uma jornada de contratação inteiramente dentro da conversa com o assistente virtual do BB.

O Banco do Brasil é o primeiro a ofertar a solução, que foi ampliada para todo o público a partir do dia 2 de junho. Com a ampliação de produtos e serviços na rede social, agora os clientes do Banco do Brasil podem contratar empréstimo pessoal diretamente pelo mensageiro.

Para simular, verificar as condições — como data de vencimento, valor das parcelas, data de contratação — e contratar a operação, basta ao cliente iniciar uma conversa com o número 61 4004-0001.

A solução não é exclusiva para novos contratos. Clientes que já possuem empréstimo contratado também podem acompanhar o extrato das suas operações pelo WhatsApp. Até o final deste ano, a oferta de produtos de crédito pessoal será ampliada, contemplando crédito consignado, crédito antecipação de restituição de IR, crédito 13º salário e crédito veículo.

A oferta de crédito atende a uma demanda dos clientes. Segundo o BB, foram feitos mais de 23 milhões de atendimentos nos últimos 90 dias em assistentes virtuais do banco.

Fonte: Correio Braziliense

 

Banco do Brasil vende quase 3 mil imóveis com até 70% de desconto

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O Banco do Brasil (BBAS3) disponibiliza 2,9 mil imóveis para venda direta ou via leilão durante o mês de junho. Com descontos de até 70% sobre o valor de mercado, as unidades podem ser adquiridas no portal Seu Imóvel BB.

Com valores entre R$ 11,9 mil e R$ 24,1 milhões, as opções de casas, apartamentos, terrenos e fazendas estão localizadas por todo território nacional, com predominância nos estados de Goiás, Paraíba e Piauí.

Segundo o gerente executivo do Banco do Brasil, Rodolfo Barros, a instituição busca acompanhar os avanços e tendências para proporcionar uma boa experiência aos seus clientes, o que resultou no desenvolvimento do Seu Imóvel BB, plataforma que reúne as propriedades do banco disponíveis para venda direta ou via leilão.

Entre as milhares de ofertas disponíveis na plataforma, há um apartamento, na cidade do Rio de Janeiro, com área de 43 metros quadrados pelo valor de R$ 79,2 mil, o que representa 33% de desconto sobre o preço de avaliação.

Também há uma casa, em São Luís, no Maranhão, com área construída de 265,9 metros quadrados por R$ 93,7 mil, cerca de 66% abaixo do valor de mercado.

“Iniciativas como o portal Seu Imóvel BB unem preço atrativo, diferentes perfis de imóveis e toda a nossa expertise de sete anos no mercado de venda de imóveis com acompanhamento de ponta a ponta”, conta Marcelo Prata, completa o CEO da Resale, empresa responsável pelo desenvolvimento do portal.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil cai até 5% após desistência de venda do BB Américas

Publicado em: 05/06/2022

O Banco do Brasil desistiu de vender sua filial que atua nos Estados Unidos, o BB Americas. A informação foi revelada na segunda-feira (30 de maio) pelo colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim. Diante disso, as ações do BB tiveram perdas mais fortes do que a de seus pares.

Segundo o colunista, 12 mil clientes da divisão deverão ser incorporados, à medida em que a divisão for encorpada. O BB Americas é uma instituição financeira que possui sede na Flórida. Ela foi constituída em 2012, como sucessora do EuroBank.

Em outubro de 2020, conforme apurado pelo Estadão/Broadcast, o Banco do Brasil já avaliava desistir de vender sua filial nos EUA. No entendimento da gestão do banco na ocasião, era de que seria baixo o preço que seria obtido com o desinvestimento frente à importância da unidade. Isso porque a filial funciona como suporte aos clientes brasileiros no exterior.

A venda integrava a lista de desinvestimentos do BB — que tinha sob orientação o ministro da Economia, Paulo Guedes. Apesar disso, a análise do mercado já previa não seria uma tarefa fácil a venda. O motivo é que os bancos brasileiros, potenciais compradores, já contam com presença na Flórida.

Segundo um analista de um banco estrangeiro, o BB Américas é bastante pequeno. Essa fonte afirmou que a venda “é mais uma matéria de cunho político… porque em termos de impacto econômico é muito pequeno”.

Ao mesmo passo que avaliava cancelar a venda da filial, a gestão, na época, considerava servir melhor os clientes que possuem contas por lá. Entre essas pessoas, estão ministros, embaixadores e expatriados brasileiros.

O intuito, que estava em estudo, era otimizar a plataforma de autoatendimento do banco, investindo em tecnologia.

Fonte: Portal FDR

 

BB propõe reajuste de remuneração à diretoria, para um total de R$ 67,3 milhões

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O Banco do Brasil submeterá a seus acionistas um pedido de ajuste na remuneração dos membros de seus órgãos de administração, o que inclui a diretoria e o conselho de administração. Se as alterações forem aprovadas, o teto autorizado para o pagamento ao longo deste ano sairá de R$ 62,5 milhões para R$ 67,3 milhões.

O primeiro valor foi aprovado na Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada pelo banco em 27 de abril. A nova proposta, por sua vez, será submetida ao crivo dos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) convocada para o dia 29 de junho. A convocação e as propostas foram publicadas pelo banco na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira.

Segundo o BB, o novo valor abrangeria os 12 meses entre abril deste ano e março de 2023, mas os pagamentos reajustados seriam pagos a partir de junho. O banco propõe reajuste pelo IPCA de 12 meses até abril, de 12,13%, para o presidente e os vice-presidentes, e de 17,92% para os honorários de seus diretores.

A remuneração fixa do presidente do banco passaria para R$ 77.125,10 mensais; dos vice-presidentes, para R$ 69.032,64; e dos diretores, para R$ 61.527,65.

Na proposta, a instituição afirma que na última atualização da remuneração fixa dos administradores, em 2016, os honorários dos diretores eram 27,28% superiores à maior remuneração CLT do banco, paga aos gerentes gerais de unidades estratégicas. Desde então, os diretores não receberam reajustes, ao contrário dos gerentes, o que segundo o BB, gerou desequilíbrio.

Lucro em alta

O BB destaca que apresentou lucro líquido recorde em 2021, de R$ 21 bilhões, o que refletiria o desempenho da administração, e diz que o reajuste daria “justa remuneração” aos administradores frente às responsabilidades que possuem, garantiria a atratividade dos cargos e a retenção de talentos. A diretoria do BB conta com 33 membros, entre o presidente, vices e diretores.

A instituição propõe também ajustes em outros itens, com base nos ajustes propostos para a remuneração fixa. Na remuneração variável, que é atrelada a metas de desempenho, o pagamento é de 60% em 2022, sendo 50% em dinheiro e 10% em ações. Os outros 40%, também em ações, são diferidos pelo banco em anos posteriores, com 10% a cada ano.

Fonte: Estadão

BB participa de campanha para renegociar dívidas de pequenos empresários

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O Banco do Brasil participou, nesta sexta-feira (3/6), do lançamento da campanha de mobilização do Sebrae Nacional, em parceria com outras instituições financeiras, destinada à renegociação de dívidas em atraso contraídas por pequenos empresários e microempreendedores. As renegociações das empresas podem ser realizadas por canais digitais, inclusive pelo WhatsApp.

O objetivo da ação é apoiar os micros e pequenos negócios que têm empréstimos com parcelas em atraso vinculados ao Fundo de Aval do Sebrae (Fampe), além de demais empréstimos e financiamentos eventualmente em atraso. A iniciativa busca dar condições para que eles coloquem dívidas em dia e regularizem os fluxos de pagamento das empresas.

O BB vai renegociar as parcelas de clientes micro e pequenos empresários e microempreendedores individuais (MEI) com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões e dívidas vencidas há mais de 15 dias.

O Banco do Brasil mantém em carteira 335 mil clientes com operações elegíveis para a renegociação. Desse total, 27 mil clientes têm operações com o amparo do Fampe, o fundo garantidor com aval do Sebrae para operações de crédito de pequenos negócios. Cabe destacar a boa qualidade da carteira de crédito do BB.

O índice de inadimplência INAD+90d do primeiro trimestre deste ano foi de 1,89%, permanecendo inferior ao registrado pelo SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Condições negociais

O BB vai renegociar operações inadimplentes há mais de 15 dias no âmbito do Fampe, capital de giro, cheque especial, cartão de crédito, recebíveis e financiamento de ativos fixos.

O saldo devedor pode ser renegociado em até 96 meses, com taxas a partir de TR + 1% ao mês. Outra vantagem é o rebate de até 92% para dívidas vencidas há mais de 60 dias

A renegociação pode ser realizada via canais digitais, inclusive pelo WhatsApp. Os pequenos empresários interessados em renegociar seus débitos podem utilizar os canais de atendimento do BB. A campanha tem foco nas operações de crédito contratadas durante a pandemia e vai utilizar os canais digitais para envio de mensagens por meio de SMS, push e e-mail para mobilizar os clientes do público-alvo.

Fonte: Correio Braziliense

TST condena Banco do Brasil por coagir empregados a desistir de ações

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A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou o Banco do Brasil a pagar indenização de R$ 500 mil por dano moral coletivo. De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) no Distrito Federal, o BB coagia empregados para desistir de abrir ações trabalhistas ou tendo o sindicato da categoria como substituto processual. E a ameaçava com demissão ou “descomissionamento”.

O TST atendeu a um recurso do MPT, depois de a 12ª Vara do Trabalho considerar indevido o pagamento. Segundo o relator, ministro Hugo Carlos Scheuermann, “a conduta empresarial de coagir seus empregados a fim de que não ingressem com ações trabalhistas, nem mesmo por meio de seus sindicatos, não atinge apenas a esfera individual dos trabalhadores diretamente afetados, causando também intolerável desrespeito à liberdade de ação e de associação dos trabalhadores”.

O procurador Joaquim Rodrigues Nascimento, que ajuizou ação civil pública, destacou a importância da decisão. Além da reparação, afirmou, “ainda mais relevante é o caráter preventivo-pedagógico da indenização por dano imaterial”. Ele acredita que isso poderá coibir novas infrações.

O agravo interposto pelo Banco do Brasil foi negado pelos ministros do TST. Para o relator, a decisão previne eventual repetição “da prática de ofensa a direito material e, possivelmente, de um dano”. Em 2021, segundo as estatísticas da Justiça do Trabalho, o banco ficou em segundo lugar entre as empresas com mais processos no TST (7.009), perdendo apenas para a Petrobras (7.974), um pouco acima de Bradesco (6.675), Correios (6.487) e Caixa Econômica Federal (6.435).

Fonte: Portal da CUT

BB torna-se primeiro banco a oferecer crédito pessoal pelo WhatsApp

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Desde o dia 2 de junho, os clientes do Banco do Brasil poderão contratar operações de crédito pessoal pelo whatsapp. O banco tornou-se o primeiro do país a usar o aplicativo de mensagens para a contratação de empréstimos.

Todo o processo é feito por meio do whatsapp. Basta o cliente iniciar uma conversa com o número (61) 4004-0001 para contratar a operação. O assistente de inteligência artificial permite a simulação das condições, como data de vencimento, juros e valor das parcelas, antes da contratação.

Clientes que já têm empréstimos pessoais com o banco também poderão usar o whatsapp para acompanhar o extrato das operações. Até o fim do ano, o BB pretende ampliar a oferta de crédito pelo aplicativo, incluindo crédito consignado, antecipação da restituição do Imposto de Renda, antecipação do décimo terceiro e crédito para veículos.

Nos últimos 90 dias, o BB fez mais de 23 milhões de atendimentos em assistentes virtuais. Segundo o banco, grande parte desse total estava relacionada a dúvidas sobre operações de crédito. A solução tecnológica, informou a instituição financeira, foi desenvolvida com base nos relatos dos clientes.

O BB foi o primeiro banco no país a oferecer serviços por meio do whatsapp, inicialmente com consultas de saldo. Posteriormente, a ferramenta passou a fornecer extratos e faturas do cartão de crédito. As operações por meio do aplicativo foram ampliadas para transferências, pagamentos, Pix e renegociação de dívidas, entre outras.

O banco foi pioneiro em diversas soluções sem interação humana, como o envio do informe de rendimentos. Entre outras inovações, estão o entendimento de mensagens de voz pelo assistente de inteligência artificial e o oferecimento de assistente virtual especializado em pessoas jurídicas, além de serviços relativos ao INSS sem interação humana e cobranças bancárias pelo WhatsApp.

Fonte: Agência Brasil

 

BB abre arrecadação coletiva para vítimas de enchentes no Nordeste

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O Banco do Brasil e a Fundação Banco do Brasil anunciaram, nesta quarta-feira (1º/6), uma mobilização para arrecadação de doações voluntárias para ajudar as famílias atingidas pelas chuvas em Alagoas e Pernambuco. O próprio banco doou R$ 600 mil para a campanha.

“Os recursos são destinados a instituições sem fins lucrativos para aquisição de alimentos, produtos de higiene e limpeza, assim como bens e utensílios domésticos, equipamentos de proteção individual (EPIs), entre outros”, afirma o banco.

A instituição financeira anunciou as seguintes contas para contribuições:

Enchentes Alagoas
Banco do Brasil 001
AG 1607-1
C/C 82000-8
Chave PIX: pix.enchentesal@fbb.org.br

Enchentes Pernambuco
Banco do Brasil 001
AG 1607-1
C/C 81000-2
Chave PIX: pix.enchentespe@fbb.org.br

Cerca de 120 pessoas morreram, dez estão desaparecidas e 6.198 pessoas estão desabrigadas no estado de Pernambuco desde o dia 25 de maio, quando iniciaram as chuvas.

Na segunda-feira (30/5), o governo federal anunciou que irá antecipar parcelas do Benefício de Prestação Continuada (BPC) mais uma parcela no valor de um salário mínimo (atualmente em R$ 1.212) aos inscritos no programa que foram afetados pelas catástrofes das chuvas ocorridas em Pernambuco que ocorrem desde o fim de semana.

Também foi dito que a Caixa Econômica irá fazer a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além da suspensão de parcelas de pagamentos de créditos contratados no banco pelos próximos três meses. A medida valerá para pessoas físicas e jurídicas da região atingida.

Fonte: Correio Braziliense

 

BB vai ser o operador de linha de crédito de R$ 6 bi com recursos do Fampe

Publicado em: 27/05/2022

O presidente do Banco do Brasil (BBAS3), Fausto Ribeiro, afirmou nesta quarta-feira, 25, em cerimônia no Palácio do Planalto, que a instituição financeira será operador de uma linha de crédito de R$ 6 bilhões com garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). A linha de crédito será direcionada para micro e pequenas empresas. Ribeiro, entretanto, não deu detalhes sobre taxas de juros, prazo para pagamentos e quando a linha estará disponível para contratação dos empréstimos.

O Fampe garante ao empresário um aval complementar para a contratação das operações de crédito. Ribeiro disse que o BB tem atualmente mais de R$ 210 bilhões para emprestar para micro e pequenas empresas.

Na mesma cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou o Projeto de Lei (PL) 3.188/21, que inclui os microempreendedores individuais no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). No mesmo evento o presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, afirmou que a instituição colocará mais R$ 6 bilhões em empréstimos à disposição para os micro e pequenos empresários brasileiros.

Fonte: Money Times

BB ignora a covid e convoca todos para o presencial a partir do dia 6

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Após a decisão do Banco do Brasil de convocar os mais de 1.200 funcionários que estavam em teletrabalho por serem do grupo de risco da covid-19, a Comissão de Empresa dos Funcionários (CEBB), solicitou negociação na quinta-feira (19), em que defendeu a manutenção do home office, já que a pandemia do novo coronavírus não acabou e os sindicatos não concordam com a decisão do governo Bolsonaro que decretou o fim do Estado de Emergência. O Brasil está com uma média diária de mortes acima de 100 na última semana e é o segundo país em número de vítimas fatais (mais de 665 mil vídas perdidas), atrás apenas dos Estados Unidos com 1 milhão de vítimas.

Adiamento do retorno

A volta ao presencial seria a partir da próxima segunda-feira (23), mas na negociação, a CEBB conseguiu adiar para 6 de junho. “A pandemia ainda não acabou. O retorno foi definido depois do governo Bolsonaro ter decretado o fim do Estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), mesmo com o aumento do número de mortes e de novos casos. Com isso, também se encerrou o Acordo Emergencial de Covid-19, que autorizou o trabalho em home office”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

Horas negativas

O acordo coletivo emergencial do Banco do Brasil, aprovado pelos funcionários em junho de 2020, previa a anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar, com prazo de compensação de horas negativas de 18 meses. Caso não fossem pagas, os funcionários teriam essas horas descontadas do seu pagamento. O banco apresentou o quadro de funcionários que estão com horas negativas. A pandemia durou um tempo maior do que imaginavam os bancos, com isso, um grupo de trabalhadores acumulou um banco de horas negativas muito grande, impossível de ser compensado. Os sindicatos, com os dados em mãos, vão debater uma proposta para apresentar ao banco na próxima reunião.

Descomissionamento

O acordo coletivo emergencial também continha o compromisso do BB de não descomissionamento por desempenho enquanto durar a pandemia. Com o fim da Espin, o movimento sindical pede uma negociação para evitar esse movimento em massa.

Fonte: Sindicato dos Funcionários de Estabelecimentos Bancários e Financiários do Rio de Janeiro

7ª e 8ª horas: nova vitória dos funcionários em ação contra o Banco do Brasil

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O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região obteve uma nova vitória na ação de 7ª e 8ª horas do cargo de Assistentes de Negócios (Rede Varejo – Agência Estilo e Agência Varejo). Em decisão favorável aos bancários, publicada nesta semana, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) rejeitou mais um recurso do Banco do Brasil contra a sua condenação na ação.

Com mais esta decisão favorável aos trabalhadores, as possibilidades de recursos por parte do Banco do Brasil estão se esgotando e o efeito prático dos mesmos se resume a protelar o processo, uma vez que as chances de reverter a decisão são pequenas.

“A jornada de seis horas é uma conquista histórica da categoria bancária que os bancos insistem em desrespeitar. É com satisfação que vejo o judiciário reconhecer que muitas comissões são manobras dos bancos para burlar a CLT”, enfatiza o secretário de Assuntos Jurídicos Individuais do Sindicato e bancário do BB, Felipe Garcez.

“A atividade do cargo de assistente de negócios é meramente técnica. Não é de fato um cargo de confiança. Portanto, os trabalhadores devem cumprir jornada de 6 horas por dia e 30 horas por semana. Ou seja, as 7ª e 8ª horas devem ser pagas como horas extras. É isso que está sendo reconhecido na ação impetrada pelo Sindicato”, acrescenta a dirigente do Sindicato e bancária do BB, Adriana Ferreira.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Funcionários discutem compensação de horas negativas no Banco do Brasil

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Banco de horas negativas, protocolos da covid-19 e descomissionamento foram os três pontos da pauta da reunião entre Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco, na manhã desta quinta-feira (26).

O Banco do Brasil ainda não apresentou o quadro atualizado da quantidade de horas negativas que os bancários têm de fazer a compensação até meados de 2023. Porém, é sabido que há muita quantidade ainda de horas a serem compensadas. Na regra atual, alguns trabalhadores demorariam mais de cinco anos para compensar, se fizessem uma hora por dia, todos os dias. “Essa situação foi mal projetada pela empresa nas negociações sobre compensação de horas com o movimento sindical. Por isso, ainda temos muito a negociar em busca de uma solução que não cause prejuízos aos funcionários”, criticou Getúlio Maciel, representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Protocolos da covid-19

Com o aumento de casos positivos da covid-19 em todo o Brasil, os representantes dos funcionários solicitaram um reforço na importância do cumprimento dos protocolos em caso de funcionários positivados, pois há denúncias de que não está sendo cumprido o manual de trabalho presencial. O banco se comprometeu a passar para as áreas responsáveis pedido de reforço na divulgação e ficou de retornar ao movimento sobre um novo manual e de que forma serão feitas as orientações.

O banco também se comprometeu em endereçar para a mesa de negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a preocupação levantada pelos representantes acerca dos grupos de risco, tendo em vista um aumento crescente nos casos de covid-19 em todo o país. Tais questões também serão levadas para conhecimento e análise das equipes de saúde do BB. Enquanto isso, os casos pontuais continuaram sendo tratados com a Diretoria de Gestão de Pessoas (Dipes), com o acompanhamento dos sindicalistas.

Descomissionamento

O banco informou que as análises de casos para descomissionamento começou na última segunda-feira (23) e garantiu que não haverá nenhum movimento de perda de comissão em massa, mas pontuou a necessidade de tratar casos muito específicos em que o descomissionamento seria iminente.

Luciana Bagno, representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi-MG) na da CEBB, lembrou que a redução no quadro de funcionários do BB seria muito prejudicial a todos, já que o número de trabalhadores é insuficiente para atendimento das demandas. “Nosso ACT covid-19 garantiu uma maior proteção ao quadro funcional no período de vigência da Espin (Estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional). Mas, é grande nossa preocupação com os descomissionamentos que possam ocorrer agora, ainda mais se considerarmos o momento difícil porque passaram e ainda passam os funcionários em função da pandemia. Acompanharemos de perto e atentos aos eventuais abusos que possam ocorrer por parte do banco”.

O movimento sindical cobrou ainda uma explicação pelo grande número de novos bancários do BB que não permaneceram após o período probatório, ainda mais que a empresa precisa aumentar seu quadro de funcionários.

Fonte: Contraf-CUT

 

Bancários do Banco do Brasil elegem delegados para o 33º CNFBB

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Os funcionários do Banco do Brasil lotados nos municípios que compõem a base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região elegeram os 29 delegados que os representarão no 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB). A eleição ocorreu em assembleia virtual realizada nesta quarta-feira 25.

O 33º CFNBB ocorrerá nos dias 8, 9 e 10 de junho, em São Paulo, e é uma das etapas da Campanha Nacional dos Bancários 2022 (campanha salarial). Será a esfera de discussões por meio da qual surgirá a pauta de reivindicações a ser entregue a direção do Banco do Brasil. As negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a diretoria da empresa pública, por sua vez, resultarão na renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos funcionários do BB.

“A assembleia para a escolha dos delegados é um processo que democratiza a participação dos trabalhadores na construção da pauta a ser entregue à direção do Banco do Brasil, e também mostra a realidade do funcionários no locais de trabalho e seus anseios em relação a próxima Campanha Nacional”, diz Getúlio Maciel, representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-SP) na CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil).

O dirigente destaca, ainda, a importância de os funcionários do BB participarem também da Consulta Nacional, e indicar suas prioridades na Campanha. “As respostas dos bancários nortearão o Comando Nacional nas negociações frente à Fenaban e à direção do Banco do Brasil”, acrescenta Getúlio.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região