Ações de bancos digitais, empresas de cartões e fintechs caem até 10%

Publicado em: 15/10/2021

A bolsa brasileira bem que tentou se sustentar em alta, mas a queda generalizada das ações de bancos, fintechs e empresas de meios de pagamento e cartões acabou levando o Ibovespa para o campo negativo no pregão desta segunda-feira, 11 de outubro.

As ações do Inter (BIDI4 e BIDI11) lideraram as baixas do principal índice da B3, com uma queda da ordem de 10%.

Os papéis do banco digital já vinham de um período de forte volatilidade. Mas hoje o movimento de queda foi acompanhado por quase todas as ações do setor financeiro, como você confere a seguir:

  • Banco Pan (BPAN4): -8,07%
  • BTG Pactual (BPAC11): -5,67%
  • Cielo (CIEL3): -4,55%
  • B3 (B3SA3): -3,12%

O movimento no setor financeiro também se reflete nas ações de empresas brasileiras listadas em Nova York, como PagSeguro, Stone e XP — todas com queda expressiva. Mas, afinal, quais as razões para a derrocada?
Surpresa na sexta à noite

Uma mudança na regra colocada em consulta pública na sexta-feira à noite pelo Banco Central ajuda a explicar uma parte do mau humor com as ações do setor no dia 11.

O BC propôs o limite máximo de 0,5% para a tarifa de intercâmbio nas transações com cartões pré-pagos, na linha da restrição que já existe para os cartões de débito.

A proposta também proíbe que os emissores de cartões adotem prazos diferentes para que os lojistas recebam os recursos em compras realizadas pelos dois tipos de pagamento.

“A proposta em pauta tem o objetivo de harmonizar regras, custos e procedimentos associados a instrumentos de pagamento que apresentam grande similaridade sob o ponto de vista do funcionamento do serviço de pagamento prestado”, justificou o BC.

Embora seja potencialmente negativa para o setor (mas boa para o comércio), a limitação tem um efeito mais danoso apenas sobre a PagSeguro, segundo um gestor de fundos.

Não por acaso, a ação da empresa (PAGS) despenca mais de 10% na bolsa de Nova York. Já o BDR negociado aqui na B3 despenca 17,24%.

Juro em alta – fintechs em queda

Outra interpretação para o mau humor do mercado com as ações das novas empresas financeiras tem relação com o movimento de alta de juros já em curso no Brasil e da subida das taxas dos Treasuries, os títulos do tesouro norte-americano.

A avaliação é que juros em alta podem reduzir a velocidade do chamado “financial deepening”, ou seja, a migração dos investidores para produtos com foco em maior retorno e risco fora da prateleira dos grandes bancos. Nesse caso, perdem instituições como XP, BTG Pactual, Inter e Banco Pan.

A tendência de desaceleração, caso se confirme, também afeta a B3, dona da bolsa brasileira, que vem se beneficiando do aumento no número de investidores em ações.

A arena de competição entre bancos e fintechs também parece passar por um ponto de inflexão. Um levantamento feito pelo Bank of America aponta que o gás para que as fintechs sigam avançando na disputa pode estar diminuindo.

Em setembro, as empresas de tecnologia financeira registraram a primeira redução no número mensal de usuários ativos desde janeiro de 2015, com queda de 1,08% na comparação com agosto.

Outro profissional do mercado com quem eu conversei destacou que o BC se prepara para harmonizar as regras entre grandes bancos e fintechs, em especial aquelas que cresceram e se tornaram relevantes do ponto de vista sistêmico.

Todos esses argumentos podem ser verdadeiros, mas vale destacar que as ações dos grandes bancos, como Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11) também fecharam em queda nesta segunda-feira, ainda que com uma intensidade menor.

Para quem acredita que as fintechs seguem favoritas na briga para roubar um espaço dos bancões, a queda recente pode ter aberto uma boa oportunidade de compra.

Fonte: Seu Dinheiro

Banco do Brasil zera anuidade de três cartões de crédito

Publicado em: 11/06/2021

A partir deste mês de junho, os cartões Ourocard Fácil, Ourocard Empreendedor PF e Ourocard Empreendedor PJ têm anuidade 100% grátis. Os novos clientes e os mais de 1,4 milhão de usuários dos plásticos são os beneficiados pela novidade, sem a necessidade de valor mínimo de utilização mensal do cartão. Com isso, os produtos ganham mais atratividade e melhoram ainda mais a experiência dos clientes.

O Ourocard Fácil é válido para compras no Brasil e no exterior e pode ser solicitado por correntistas e não correntistas pelo app BB. Assim que ele é contratado, o cliente já pode gerar o cartão virtual Ourocard-e para fazer compras on-line, sem precisar esperar a chegada do plástico ao seu endereço.

Benefícios

O cartão conta com a tecnologia NFC, que traz muito mais segurança e rapidez nas transações. Para clientes que querem ainda mais comodidade, é possível pedir a pulseira Ourocard para pagar sem contato e com as mãos livres. O plástico também dá acesso ao crediário no cartão de crédito, que possibilita o parcelamento das compras em até 48x direto nas máquinas da Cielo, Getnet ou Rede, nos estabelecimentos comerciais que aceitam essa transação.

O Banco do Brasil disponibiliza uma solução completa de atendimento pelo WhatsApp, com informações e transações sobre limite, data de vencimento, fatura, pagamento, rastreio e consulta de benefícios. Basta cadastrar o número do BB (61 4004-0001) e iniciar a conversa com o assistente virtual do BB. Pelo WhatsApp, o cliente também pode fazer transferências pelo novo pagamentos no WhatsApp, com a mesma facilidade de enviar uma foto.

Além disso, é possível cadastrar o cartão nas principais carteiras digitais: Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay. O plástico também pode ser personalizado com a foto escolhida pelo cliente para deixar registrado um momento especial e dá até para pedir um cartão adicional com limite personalizado. Sem contar com o acesso às promoções do BB e aos benefícios e ofertas da Visa.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil tem entrega imediata de cartões

Publicado em:

O Banco do Brasil criou uma solução que traz ainda mais comodidade aos clientes Pessoa Física, correntista e não correntistas. Agora, é possível realizar a entrega imediata de cartão de crédito, seja quando da abertura da conta ou em caso de pedido de segunda via. Neste momento, a novidade já está funcionando em 555 agências, e hoje, 9/6, foi ampliada para outras 500 dependências. A ideia é que a solução seja implementada para todas as agências Pessoa Física do BB até o final do ano.

Estão disponíveis para solicitação e retirada imediata os cartões Ourocard Visa Infinite e Ourocard Visa Fácil, porém, a intenção é expandir o serviço para o maior número possível de modalidades de cartão, a exemplo das versões Platinum, Internacional e Gold.

Essa solução permite, por exemplo, que o cliente que perdeu o cartão, e eventualmente precise viajar, possa se dirigir a uma agência BB para fazer o pedido da segunda via e já sair com o plástico em mãos, pronto para uso.

Com a redução no tempo de entrega do plástico, o cliente ganha em experiência e em satisfação com o Banco, caso a abertura da conta ocorra presencialmente. “Nada melhor do que ter os cartões disponíveis nas agências para o atendimento imediato da necessidade do cliente. Além de reduzir o tempo de entrega para o cliente, ainda contribuímos para a satisfação dele”, comenta Edson Costa, diretor de meios de pagamento e serviços do BB.

Fonte: Banco do Brasil

IPO da bandeira Elo opõe os parceiros Banco do Brasil, Caixa e Bradesco

Publicado em: 04/12/2020

As conversas em torno de uma eventual abertura de capital da bandeira de cartões Elo estão interditadas diante da falta de convergência dos sócios em uma mesma direção, apurou o Broadcast. A Caixa Econômica Federal e o Bradesco são favoráveis, mas uma mudança prevista para ocorrer em breve na composição acionária do negócio coloca o Banco do Brasil na ponta contrária, dizem três fontes, na condição de anonimato.

Fundada em 2011 como uma rival para as gigantes norte-americanas Mastercard e Visa, a bandeira é controlada por uma holding – a Elopar – que tem o Bradesco, com 50,01% do capital, e o BB, com 49,99%, como sócios. A EloPar possui 56,96% da Elo, enquanto o Bradesco tem outros 6,14% e a Caixa detém uma fatia de 36,88%.

No entanto, essa distribuição vai mudar na virada do ano. É quando vence o acordo de acionistas selado entre os sócios, segundo quatro fontes ouvidas pelo Broadcast. No contrato, há uma cláusula que vincula o tamanho da participação de cada um ao volume de negócios gerado até aqui.

Neste rebalanceamento, a Caixa deve ganhar participação enquanto o Bradesco e o BB devem ver sua fatia se reduzir. Essa mudança seria um dos principais motivos que estaria atrasando as conversas para um IPO da Elo, com cada sócio pesando os seus interesses. O Bradesco já teria acatado, diz uma fonte próxima às conversas. No entanto, o BB não concorda, porque não quer perder dinheiro em um futuro IPO por ter tido sua fatia reduzida na sociedade. “Está em contrato. Faz parte do jogo. Não tem o que fazer”, diz a fonte.

A Caixa vem crescendo o volume de negócios em cartões desde 2019, quando acrescentou cerca de R$ 30 bilhões à base. Neste ano, também teve o impulso extra do pagamento do auxílio emergencial durante a pandemia, quando abriu mais de 100 milhões de contas em seu ‘banco digital’ – que também quer levar à bolsa. Com a emissão de milhões de cartões de débito da Elo para que os beneficiários acessassem os recursos, somente no débito, o salto no volume financeiro foi de mais de R$ 65 bilhões no acumulado até setembro ante um ano, para R$ 181,5 bilhões. Como consequência, sua fatia na bandeira também deve aumentar.

A Elo soma hoje mais de 180 milhões de cartões emitidos por mais de 30 emissores, o que lhe dá uma fatia de 15% do mercado brasileiro, que tem Mastercard na liderança, seguida pela Visa. Em um ano, o crescimento é visível. Em novembro de 2019, a base de cartões da Elo era de 130 milhões, com mais de 20 emissores.

Além disso, a Caixa sempre defendeu o IPO da Elo e tem puxado o coro desde o início do ano, quando o Bradesco ainda não era favorável à ideia. O movimento casa com a agenda de desinvestimentos da atual gestão – e também do governo. Desde que assumiu a presidência da Caixa, Pedro Guimarães seguiu à risca a cartilha do ministro da Economia, Paulo Guedes, de desinflar os bancos públicos. Há ainda sua presença frequente ao lado do presidente da República, Jair Bolsonaro, cujos olhos apontam para 2022.

Do lado do Bradesco, o sinal enviado, relata uma fonte, é de que o banco é “absolutamente favorável” ao IPO da Elo. A instituição não tem um histórico de venda de ativos, mas tem demonstrado “boa vontade”, conforme fontes, em avaliar a listagem do negócio, considerando a revolução no setor de meios de pagamentos com um cenário mais desafiador para os grandes bancos no Brasil.

Vale lembrar que o recém-chegado Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, ameaça o cartão de débito no médio prazo. A modalidade tem peso relevante na base da bandeira Elo, embora esse dado não seja público. Nesse sentido, quanto antes for feita a oferta, melhor seria a precificação do ativo. “Os sócios poderiam aproveitar esse momento e evitar um receio maior com o Pix, eventualmente”, sugere um analista do setor, que prefere não ter seu nome revelado.

Na outra ponta, o Banco do Brasil acaba de trocar de presidência, e pesa a perda de dinheiro com o IPO da Elo por conta do rebalanceamento das participações acionárias, afirmam fontes. Egresso do HSBC, André Brandão substituiu o economista Rubem Novaes há menos de três meses. Desde então, tem tomado pé da situação. Fontes próximas ao banco dizem que o executivo é favorável ao mercado de capitais, dada sua carreira construída em banco de atacado. Justificam que Brandão, há menos de três meses no posto, quer antes entender melhor o racional do negócio.

Desde que chegou, Brandão transportou seu estilo discreto à agenda de desinvestimentos do banco. É uma postura oposta à do seu antecessor, o economista Rubem Novaes, totalmente favorável à venda de ativos e que defendia a privatização do BB com frequência. Brandão vê sentido na agenda liberal do seu chefe, Paulo Guedes, mas defende o momento certo para uma melhor assertividade no preço, além de uma análise dos ativos que são essenciais para o dia a dia do banco.

Os vários ‘elos’ do mundo de cartões – muitos deles em sociedade com o Bradesco – são um dos principais desafios da gestão de Brandão. “André [Brandão] está super tracionado nos desinvestimentos. Ele só não gosta de falar muito a respeito para fora”, relata uma fonte, na condição de anonimato.

Com a falta de entendimento entre os sócios, um eventual IPO da Elo, antes previsto para o início de 2021, em meados de fevereiro, pode atrasar, conta uma outra fonte próxima às conversas. Na mesa, também se discute onde listar o ativo. Ainda não se sabe o palco escolhido será a B3, no Brasil, ou os Estados Unidos. No radar, estariam tanto a Nasdaq, de ações de tecnologia, ou a Nyse, onde estão listadas as rivais Visa e Mastercard.

A ideia dos sócios da Elo é a de abrir seu capital e futuramente fazer novas ofertas subsequentes, chamadas de follow on no jargão do mercado. Com o ativo precificado na bolsa, é mais fácil, na visão daqueles favoráveis ao movimento, vendê-lo a um investidor estratégico. Essa ideia foi aventada no passado, tendo Visa e Mastercard como possíveis compradores, mas não prosperou.

Procurada, a Elo esclarece que esse é um tema dos seus acionistas e não comentará o assunto. Os sócios Bradesco, Caixa e BB não se pronunciaram a respeito.

Fonte: Broadcast Estadão

Banco do Brasil emite 10 milhões de cartões Ourocard com NFC

Publicado em: 22/10/2020

O ano de 2020 foi responsável por um boom no uso da tecnologia de pagamento por aproximação no Brasil. Para se ter uma ideia do tamanho desse aumento, segundo dados da Visa, entre março e junho, o crescimento das transações por aproximação Visa foi superior a 30%. Os motivos para esse crescimento são a conveniência, a higiene em tempos de pandemia, possibilidade de uso no transporte público em algumas cidades, mas principalmente ao aumento da emissão. Por isso, o Banco do Brasil comemora o marco de ser o primeiro banco a emitir mais de 10 milhões de cartões Visa com esta tecnologia no Brasil.

A penetração das transações por aproximação no total de transações do Ourocard Visa cresceu 81% somente nos últimos seis meses. Com aceitação em mais de 80% dos terminais de pagamentos em todo o Brasil, segundo dados da Visa, esse tipo de pagamento começou a ganhar escala com os celulares e os “pays”, mas hoje, os pagamentos realizados com os cartões já são a maioria.

“O BB sempre acreditou no pagamento por aproximação. Dez milhões é só o começo. Acreditamos que a tecnologia tem potencial de crescimento e testemunhamos isso, com cada vez mais pessoas preferindo esse tipo de transação que oferece uma experiência mais prática e fluida, principalmente nas compras do dia a dia”, avalia Edson Costa, diretor de meios de pagamento do Banco do Brasil.

Em 2019, o Banco do Brasil fechou uma parceria fundamental para o crescimento do pagamento por aproximação. Junto com a Visa e o MetrôRio, participou da implementação do pagamento por aproximação nas 41 estações do metrô da cidade do Rio de Janeiro. A utilização desse tipo de pagamento já foi estendido para outros meios de transporte do Rio, como trens, barcas e ônibus, bem como em outras cidades do país.

Os clientes do BB com Ourocard Visa efetuam todo tipo de compra com uso do NFC. A maior concentração está nos segmentos de supermercados, alimentação, drogarias e postos de gasolina. Os clientes que mais utilizam a tecnologia estão nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e o Distrito Federal. Sob o aspecto etário, os clientes que mais usam o Ourocard Visa com NFC têm entre 30 e 49 anos de idade.

“Aqui na Visa, temos monitorado esse crescimento do pagamento por aproximação recorrentemente e entendemos que a participação protagonista do Banco do Brasil tem sido fundamental para a popularização da tecnologia. Quanto mais pessoas tiverem acesso à inovação, mais transações veremos, dado que os benefícios da tecnologia ficam evidentes logo no primeiro uso”, conta Percival Jatobá, vice-presidente de soluções e inovação da Visa do Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil simplifica contratação de cartões para empresas

Publicado em: 15/10/2020

A partir de agora, pequenas e médias empresas, clientes do Banco do Brasil, podem transformar seu cartão de débito em cartão de crédito pelo app BB, sem a necessidade de trocar o plástico. O cliente define o limite no aplicativo, faz a ativação do cartão e já pode fazer suas compras ou pagamentos logo em seguida.

O objetivo da nova funcionalidade é permitir que os cerca de 200 mil clientes que têm cartão de débito e margem de crédito no BB possam contratar um cartão de crédito de maneira simples e rápida, sem necessidade de deslocamento. “É uma solução que casa bem com o contexto que estamos vivendo. O uso do cartão de crédito permite que as empresas possam ter um fôlego maior para pagar compras, contas e fornecedores, por exemplo, aliviando a gestão de caixa. E, agora, nossos clientes podem ter acesso a essa solução sem sair do escritório, na palma da mão”, afirma Edson Costa, diretor de meios de pagamento.

A solução está disponível para clientes com cartões Ourocard Empresarial e Empreendedor.

Os clientes com Ourocard Empresarial contam com vantagens como financiamento de contas de água, luz, telefone, tributos e boletos bancários em até 24 parcelas, com taxa de juros diferenciada; e conversão de compras e pagamentos em pontos no programa de relacionamento Ponto pra sua Empresa e até 40 dias para o pagamento da fatura.

Já os clientes do Ourocard Empreendor contam com a comodidade de um cartão de crédito sem anuidade, desde que acumulem compras de, no mínimo, R$ 100 por mês.

Fonte: Banco do Brasil

BB discute com Bradesco divisão de ativos em cartões, diz presidente

Publicado em: 07/08/2020

O Banco do Brasil (BBAS3) está conversando com o Bradesco (BBDC4) sobre uma potencial divisão dos ativos do setor de cartões que ambos mantêm em conjunto, disse o presidente-executivo Rubem Novaes a jornalistas nesta quinta-feira. As ações da Cielo (CIEL3), um dos ativos controlados pelos bancos conjuntamente, aceleraram os ganhos após a declaração e subiam cerca de 10% no início desta tarde.

Além da Cielo, os BB e Bradesco são sócios na bandeira de cartões Elo, na empresa de benefícios a funcionários Alelo, no programa de fidelidade Livelo, na empresa de pagamento automático de pedágios Veloe e na emissora de cartões Digio.

Novaes, em teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre, disse que o BB contratou uma empresa de consultoria para ajudar nas negociações, mas acrescentou que os sócios enfrentaram desafios na avaliação das empresas de pagamentos.

O executivo, que já anunciou que planeja deixar o cargo, se recusou a divulgar como os ativos poderiam ser divididos. André Brandão, chefe de bancos e mercados globais das Américas no HSBC, foi escolhido pelo governo para substituí-lo, disse uma fonte à Reuters na semana passada.

Fonte: Money Times

Os nós que o BB precisa desatar se quiser vender os negócios de cartões

Publicado em: 13/02/2020

Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil (BBAS3), nunca escondeu que gostaria de ver a instituição privatizada. Como isso não é possível, por razões políticas, estuda, desde que assumiu o cargo, outras maneiras de ventilar o negócio. Uma das ideias frequentemente discutidas é a da reestruturação das operações de cartões, que, segundo o Valor, voltou à pauta do banco recentemente. A avaliação de parte do setor, porém, é que a probabilidade de esse negócio vingar ainda neste ano é muito pequena.

“Essa história não é nova, mas tem uma complexidade grande”, disse ao InfoMoney Carlos Daltozo, head de renda variável da Eleven que trabalhou por 20 anos no BB Investimentos. Na opinião do analista, toda a estrutura de parcerias neste segmento dificulta uma estrutura passível de venda, e o maior nó a ser desatado antes de qualquer ação nessa linha é a Cateno, parceria do banco com a Cielo em processamento de transações.

A exposição do BB em cartões acontece em algumas frentes: a administradora de cartões; parcerias com o Bradesco na Cielo, na Alelo e na bandeira Elo, em que a Caixa também tem participação; e outra sociedade, com a Cielo, na processadora de cartões Cateno. A maioria dos negócios, portanto, não depende só da estatal.

“[O BB] vai vender o que? Só o negócio de emissão? Concentrar tudo em um único business? Como ficam as parcerias em adquirência, na bandeira, no negócio de benefícios e na emissão?”, questiona Daltozo. “Eu não vejo como costurar uma empresa que seria vendável”, avalia.

Ele vê a abertura de capital da EloPar, holding que controla a Elo Serviços, como o mais viável dos cenários, “mas precisaria convencer o Bradesco [que tem 50,01% de participação] a vender também”.

Além de um IPO, outro rumor de mercado, segundo uma fonte do setor, trata da possível intenção do Bradesco em comprar a fatia do BB na Cielo, onde os dois bancos são sócios. Mas a estrutura atual da Cateno inviabiliza esse acordo, já que significaria acesso, pelo Bradesco, a dados relevantes da operação do BB através do processamento dos cartões do banco.

Para a Cielo, aliás, o mercado avalia que uma eventual compra da fatia do BB na Cateno poderia fazer sentido, já que suas receitas dependem cada vez mais do negócio de processamento, conforme os números do último balanço. A ação da Cielo (CIEL3) dispara perto de 5% nesta terça-feira (12) na esteira das especulações.
Bom negócio?

Além da complexidade, se desfazer dessas operações não seria necessariamente positivo para o BB, na visão de analistas.

“Desinvestir na emissão de cartões pode colocar a operação inteira de varejo em risco”, escreveram analistas do Bradesco BBI em relatório. “Claramente, Claramente, esta opção está sobre a mesa porque a privatização do Banco do Brasil não parece ser uma opção do ponto de vista político”.

Daltozo lembra que as verticais de cartões geram receita significativa em serviços para o banco. “[Vender] é abrir mão de uma receita importante para tentar antecipar uma parte desse fluxo de recursos”, argumenta. “Depende da intenção do banco, mas no longo prazo a conta de fazer essas vendas chega, já que abre-se mão de uma receita cada vez mais relevante dentro do universo bancário, ainda mais com spreads reduzidos”.

Fonte: Infomoney

BB oferece dois acessos gratuitos a salas VIP aos cartões Visa Infinite

Publicado em: 21/03/2019

A partir de agora quem tem os cartões Visa Infinite do Banco do Brasil passa a contar com dois acessos gratuitos por ano a salas VIP através do LoungeKey. O benefício já está valendo.

O LoungeKey é um programa que oferece acesso mais de 1.000 salas VIP, bem como 760 ofertas exclusivas em alimentação, compras e spas em aeroportos no mundo todo, através de cartões de crédito elegíveis.

Como vai funcionar o acesso para o Visa Infinite do Banco do Brasil?

Basta apresentar o cartão Visa Infinite na sala VIP. O atendente irá passar a tarja magnética/chip do cartão no leitor para validar a qualificação de acesso ao LoungeKey. Para funcionar o cartão deve estar ativo, com limite disponível e habilitado para uso no exterior.

Atenção neste passo: apesar de contar com duas visitas gratuitas, será agendado o pagamento da taxa de visitação, de US$ 27. O lançamento do pagamento será informado ao portador do cartão por SMS ou notificação no aplicativo do Banco do Brasil. No entanto, a cobrança será isentada e não será lançada na fatura.

Validade da oferta

No site do Banco do Brasil consta que o benefício é válido até 31/12/2019, ou seja, somente este ano. Porém isso é comum a outros cartões e deriva do contrato que cada emissor faz com o LoungeKey. Nada impede que o contrato seja renovado sucessivas vezes.

Outros cartões que possuem o acesso gratuito ao LoungeKey

No Brasil os cartões que dão acesso ilimitado sem custo são o Porto Seguro Visa Infinite e Mastercard Black, Santander Unlimited Mastercard Black, Sicredi Mastercard Black, Itaú Personnalité Multiplus Visa Infinite, Safra Mastercard Black e Visa Infinite (o acesso começará a ser cobrado a partir de abril de 2019), Unicred Mastercard Black e Visa Infinite e Banco Inter Mastercard Black.

Os cartões Bradesco Aeternum Visa Infinite; Santander AAdvantage Mastercard Black; Caixa Mastercard Black ou Visa Infinite e agora o Banco do Brasil Visa Infinite oferecem, respectivamente, 6, 4 e 2 acessos gratuitos por ano ao LoungeKey. Já a bandeira Elo Nanquim oferece 2 acessos por passagem internacional comprada com o cartão de crédito, além de acessos ilimitados à sala Advantage no Aeroporto de Congonhas nos voos domésticos.

Fonte: Melhores Destinos

BB aglutina suas participações da Cielo na BB Elo

Publicado em: 23/01/2019

O Banco do Brasil cindiu a participação que detinha na empresa de meios de pagamentos Cielo por meio do Banco de Investimento e a transferiu para a BB Elo Cartões.

A operação, aprovada ontem (18) pelo conselho de administração do BB, visa a centralizar as participações em empresas de meios de pagamento sob uma única holding, para alinhar a estratégia e simplificar a organização societária, afirmou o BB em comunicado.

Fonte: Forbes

Conselho de Defesa Econômica multa BB, Bradesco e Cielo em R$ 33,8 milhões

Publicado em: 30/10/2018

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, nesta quarta-feira, três Termos de Compromisso de Cessação (TCCs) com a Cielo e seus controladores, Banco do Brasil e Bradesco. As empresas foram multadas em R$ 33,8 milhões, valor que terá de ser pago em até 30 dias. Os bancos são investigados por discriminarem lojistas que não usam as maquininhas da Cielo.

A medida mostra que o Cade tem feito intervenções no mercado de cartões para assegurar a concorrência, que se acirrou com a entrada cada vez maior no mercado de empresas menores que fornecem esse tipo de equipamento.

— O acordo permitirá um ambiente de maior liberdade de negociações entre clientes, credenciadoras e bancos — disse o presidente do Cade, Alexandre Barreto, acrescentando que, com os TCCs, a investigação será suspensa.

Este é o segundo acordo que o Cade firma com instituições financeiras para coibir abusos nesse segmento. Há cerca de dois meses, o colegiado homologou um TCC com o Itaú e a Redecard. A multa para as duas empresas foi de R$ 21 milhões.

Fonte: Jornal O Globo

Plano de aposentadoria do BB já recebeu 7,7 mil adesões

Publicado em: 09/12/2016

O programa de incentivo à aposentadoria do Banco do Brasil recebeu, até a noite de quinta-feira, 1º, 7.760 adesões, segundo o presidente da estatal, Paulo Rogério Caffarelli. A expectativa do banco é de que o programa, que termina em 9 de dezembro, alcance de 9 mil a 10 mil adesões.

Segundo Caffarelli, o banco não considera fazer outro programa de aposentadoria além do atual. O executivo disse ainda, em reunião com analistas e investidores, que também não está no radar do BB um programa de demissão voluntária.

Ele disse ainda que as duas últimas nomeações para a vice-presidência do BB foram técnicas. Recentemente, entraram para a alta cúpula da instituição Carlos Hamilton, ex-Fazenda e ex-BC, e Tarcísio Hübner, que antes era diretor de distribuição do banco. “A lei das estatais é bastante criteriosa. O BB vem trabalhando com a manutenção de um quadro de pessoas ligadas à atividade financeira e conhecedores dos ramos que vão atuar”, concluiu Caffarelli.

Aporte do governo. Caffarrelli voltou a afirmar que a instituição não conta com aporte do governo federal e que não venderá ativos core (relacionados à atividade principal do banco), como a área de cartões e de administração de ativos de terceiros, para alcançar as regras de Basileia III. “Não vamos fazer IPO da área de cartões nem de administração de recursos de terceiros. O volume que vendemos da BB Seguridade hoje nos faz falta”, destacou ele, em reunião com analistas e investidores, nesta manhã.

A decisão de não vender ativos core está relacionada, segundo Caffarelli, ao fato de gerarem fluxo futuro para a instituição. Ressaltou ainda que o BB pode se desfazer de negócios que não são core. Não detalhou, porém, nenhum desinvestimento previsto.

De acordo com o presidente do BB, o nível de capital principal de 9,5%, exigido a partir de janeiro de 2019 em meio às regras de Basileia III, será alcançado apenas com a estrutura orgânica do banco. Acrescentou ainda que a instituição trabalha para alcançar o indicador antes mesmo do prazo exigido.

Caffarelli disse que a reestruturação que o banco anunciou na sua rede física e o programa de aposentadoria não visavam evitar um aporte do governo, mas também melhorar a estrutura de capital do banco. Segundo ele, outras ações, como a redução de despesas e de dividendos, estão sendo tomadas. Conforme o executivo, no caso do pay-out, o patamar de 40%, reduzido para 25%, será retomado num futuro, quando o banco se recuperar.

Mencionou também a carteira de crédito no exterior, de R$ 51,5 bilhões, que poderá ser reduzida neste contexto. “A nossa prioridade é capital. O volume de recursos que temos no exterior pode ajudar a melhorar nosso capital. Lá fora, teremos recursos para atender empresas brasileiras clientes”, afirmou Caffarelli, acrescentando que o BB tinha operações que não faziam muito sentido do ponto de vista de rentabilidade e, em alguns casos, junto a empresas que não eram nem clientes do banco.

O presidente do BB ressaltou ainda que o foco é resultado e não market share. Como resultado, acrescentou, a carteira de crédito do banco se reduziu e a instituição, assim como os pares privados, está sendo mais seletiva para emprestar.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,plano-de-aposentadoria-do-bb-ja-recebeu-7-7-mil-adesoes,10000092158