Banco do Brasil sinaliza avanço nas negociações sobre o custeio da Cassi

Publicado em: 16/07/2026

O Banco do Brasil recebeu de forma positiva a proposta de negociação sobre o custeio da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI), mas ainda não apresentou resposta definitiva ao consenso construído pelas entidades sindicais. A proposta foi consolidada na sexta-feira, 3 de julho, durante reunião na sede da ANABB, em Brasília. Representando a CONTEC, participaram o coordenador da Comissão de Negociação com o Banco do Brasil, Gilberto Vieira, e o diretor de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de Goiás (SEEB-GO), Ivanilson Batista.

Após o debate, as entidades reafirmaram a proposta construída no último mês, que prevê aporte emergencial de R$ 580 milhões para assegurar a continuidade da assistência aos associados e o adiamento da cobrança da primeira parcela do adiantamento do 13º salário para o final de 2027.

O gerente executivo de Gestão de Pessoas da instituição, Fabrizio Bordalo Calixto, afirmou que o Banco recebeu a proposta de forma positiva, mas destacou que ainda precisa avaliar os impactos financeiros e jurídicos das medidas. O representante do Banco também ponderou que a antecipação do 13º salário, de forma isolada, não resolve o desenquadramento do capital regulatório da CASSI e destacou qualquer solução definitiva deverá passar por consulta ao corpo social.

O presidente da CASSI, Cláudio Said, explicou que o comunicado enviado às entidades e ao Banco decorreu do dever de diligência da Diretoria, diante da necessidade de registrar formalmente a situação financeira do Plano de Associados e os riscos da ausência de novos recursos. A preocupação também foi registrada em ata da última reunião do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência.

As entidades sindicais também reforçaram que a recomposição das reservas deve observar a proporção de 70% de participação do Banco e 30% dos associados, conforme possibilita a Resolução CGPAR nº 52/2024. Foi sugerido ainda a celebração de um Memorando de Entendimentos formalizando os compromissos assumidos entre Banco e entidades e estabelecendo os parâmetros para os aportes e para a consulta aos associados.

Ao fim da reunião, o Banco informou que fará a avaliação técnica da proposta e se comprometeu a apresentar manifestação em curto prazo, além de indicar nova data para a continuidade das negociações.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

Perfil das doenças e dos associados está mudando e a Cassi precisa acompanhar

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A nova diretora eleita de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Luciana Bagno, assumiu o cargo no dia 1º de junho junto com os conselheiros deliberativos e fiscais que integraram as “Chapas 2 e 55 Cassi para os Associados”.

Filha de funcionário do Banco do Brasil (que ela acabou de perder dois dias após tomar posse), a mineira Luciana costuma dizer que “nasceu na Cassi”, onde continua até hoje, 23 anos após entrar no banco. Graduada em Psicologia pela PUC-MG, com MBA em Gestão Estratégica, Luciana Bagno foi gerente no Segmento Alta Renda, diretora do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e representante da Fetrafi-MG na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. Ela também foi diretora executiva da Fundação Banco do Brasil e conselheira deliberativa eleita da Previ.

Nesta entrevista, Luciana explica seu ousado plano de gestão, centrado na Atenção Primária à Saúde (APS), com ações planejadas em oito frentes diferentes, que vão desde a expansão da rede de atendimento e da implementação do TeleSaúde e de outras novas tecnologias até programas voltados para a Saúde do Trabalhador e Saúde da Mulher.

“Nossa visão de Atenção Primária é focar mais na saúde, na prevenção, no acompanhamento do paciente, para que ele não precise das outras atenções secundária e terciária. Nosso objetivo é fazer com que a Atenção Primária funcione de fato e que chegue em todos os participantes de norte a sul do país, tanto da ativa quanto do aposentado”, diz a nova diretora eleita.

Confira na entrevista abaixo.

O seu plano de gestão é bastante ambicioso. O que você está pensando em mudar na gestão, o que você vai dar continuidade e o que você está trazendo de novo?

Luciana Bagno – O meu plano de gestão traz sim muitas coisas que vinham sendo realizadas pela diretoria do Fernando Amaral, que já vinha conduzindo coisas bacanas. Eu acho isso importante porque a gente sempre falava na campanha eleitoral que éramos concorrentes, mas que ele é uma pessoa que tem a mesma visão de Cassi que a gente tem, que entende que a Cassi tem sempre que seguir pelo caminho da solidariedade. Então, muitas coisas que estavam lá vamos dar continuidade, como por exemplo a expansão e fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), a expansão das nossas CliniCassi e relocalização. Porque, se estamos falando de Atenção Primária, que é o coração da Cassi e da Diretoria de Saúde, temos que ter boas estruturas para atender o nosso participante. Então isso vai ter continuidade.

Você poderia explicar rapidamente para o associado o que é Atenção Primária à Saúde?

Luciana – Bom você perguntar isso, porque a gente fala e muitas vezes o associado não tem clareza sobre sua importância. Atenção Primária é, como o próprio nome diz, o primeiro atendimento, a primeira porta que o associado vai entrar na Cassi. Isso é muito importante porque, se a gente tem uma Atenção Primária bem feita, que é focada na prevenção, com capilaridade e com a abrangência que a gente precisa, estaremos promovendo a saúde. Hoje a nossa Atenção Primária se dá principalmente pelas CliniCassi, onde o associado e a associada são atendidos pelo seu médico da família, terão acompanhamento contínuo. Nossa visão de Atenção Primária é focar mais na saúde, na prevenção, no acompanhamento desse paciente, para que ele não precise das outras atenções secundária e terciária. Nosso objetivo é fazer com que a Atenção Primária funcione de fato e que chegue em todos os participantes de norte a sul do país, tanto da ativa quanto do aposentado.

O que você pretende agregar na Atenção Primária?

Luciana – Vou procurar na nossa gestão — eu detesto falar “eu” porque não existe “eu” aqui, eu sempre tive essa visão de que a gente é um mandato coletivo, estou aqui sendo um instrumento para poder fazer essas coisas funcionarem — fazer com que a Atenção Primária seja mais proativa. Eu nasci e cresci dentro da Cassi, eu vi essa Atenção Primária sendo estruturada e avançando, e a Cassi sempre foi um grande exemplo, que vem avançando muito ao longo dos anos e a gente tem que valorizar e honrar quem fez essa caminhada. Porém, a gente precisa que essa Atenção Primária chegue a mais pessoas e que ela seja mais efetiva.

E como você pretende tornar a APS mais proativa?

Luciana – Vamos continuar com as ampliações das CliniCassi. E embora a Atenção Primária se dá prioritariamente pelas CliniCassi, ela não pode ser operacionalizada exclusivamente pelas CliniCassi. Primeiro porque tem determinadas localidades em que a gente não vai conseguir ter CliniCassi, principalmente nesse primeiro momento. Temos alguns critérios que estou querendo revisitar, que é a de quantidade de participantes que a gente tem que ter para determinado porte de CliniCassi. Então, além das CliniCassi, queremos levar a Atenção Primária à Saúde também às clínicas parceiras e às “células avançadas”.

O que serão as células avançadas?

Luciana – Muitas vezes, para eu prestar uma Atenção Primária de qualidade não preciso de uma grande estrutura. Então, em localidades onde não há quantidade de vidas suficiente para ter uma CliniCassi, mas eu preciso de bons profissionais para fazer a Atenção Primária, essas células serão estruturas que vão contar com bons profissionais para fazer a Atenção Primária naquela localidade.

E como você pensando o Telesaúde APS?

Luciana – Aí vem o que eu acho que pode ser um grande diferencial. Durante as minhas visitas aos locais de trabalho e às CliniCassi vi que muitas vezes o associado não tem Atenção Primária porque não tem uma CliniCassi naquela localidade ou porque a CliniCassi está muito distante. Ou, muitas vezes — principalmente o colega da ativa — ele não tem tempo. Porque nós somos a sociedade do imediatismo. Eu vou no médico quando eu estou doente, e olhe lá. Eu não vou sair e perder duas horas do meu dia para ir numa CliniCassi para fazer um trabalho de prevenção e acompanhamento. Então o que eu quero? Estabelecer o modelo híbrido. Nas capitais, queremos ter o Telesaúde APS. Uma vez que o associado já está na Cassi, já tem o seu médico de família, o meu companhamento não precisa ser presencial. Porque 90% das vezes esse acompanhamento vai ser uma conversa, saber como está, pedidos de exame, prescrição de remédios. E esse acompanhamento eu consigo fazer pelo Telesaúde. Com isso eu consigo trazer mais gente para essa Atenção Primária e fazer um acompanhamento de fato. Porque esse é o desafio da Cassi: não é cadastrar gente na Atenção Primária, é fazer esse acompanhamento efetivo. Então essa é uma das mudanças que a gente quer trazer para a gestão.

E quais outras políticas que a gestão anterior já vinha desenvolvendo que você vai dar continuidade ou ampliar?

Luciana – As Redes Temáticas. O Amaral já vinha desenvolvendo em parceria com a diretoria do Júnior (Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes). Na gestão anterior, já vinham desenvolvendo a questão das “Redes Referenciadas”. O que é isso? Hoje, o próprio associado, quando entra no app da Cassi, tem a opção de avaliar o prestador. A partir dessas avaliações, essa rede referenciada vem sendo construída, onde eu vou ter bons prestadores a partir da avaliação do próprio usuário e uma avaliação técnica da Cassi. A gente vai dar um passo adiante, que vai ser a criação das “Redes Temáticas”. Elas serão como subprodutos dessa rede referenciada, onde eu pretendo começar com umas três redes temáticas que seriam, a princípio: Saúde do Trabalhador, Oncologia e Saúde da Mulher. São grupos de pessoas que não é aquele paciente que vai ali fazer uma consulta, prescrever um medicamento e acabou. São grupos que precisam de acompanhamento contínuo. Os crônicos também, que talvez seja o nosso maior grupo hoje: diabetes, dislipidemia, pressão alta.

E como vão funcionar as redes temáticas?

Luciana – A partir dessa rede referenciada, queremos ter uma rede temática com prestadores das especialidades (que geralmente não é uma só) e que coordenarão o cuidado desse participante. Faremos um acompanhamento desse paciente crônico e orientar melhor. O paciente oncológico — eu passei por isso recentemente — muitas vezes descobre um câncer e nem sabe para onde vai. Nesse momento, a Cassi vai estar lá para orientar: “Você vai nesse oncologista, nesse mastologista, vai fazer seu exame nesse hospital”, tudo dentro da nossa rede temática. Isso a gente pretende fazer inicialmente para uns três grupos para poder expandir para os demais.

Uma das iniciativas que você propõe é a frente “Informação, Educação e Comunicação em Saúde”. Você explicar o que é isso?

Luciana – A gente fala muito de educação previdenciária e financeira, mas temos que falar muito também da educação em saúde. Queremos estruturar um curso na própria Unibb (Universidade Corporativa Banco do Brasil) para fazer essas informações chegarem mais ao nosso associado, principalmente se considerarmos que temos um contingente enorme de pessoas jovens que entraram no banco nos últimos anos e que não têm tanto esse conhecimento do que é a Cassi, o que é trabalhar com Atenção Primária e prevenção. Queremos levar esse conhecimento de uma forma mais didática, gamificada, para que essa informação chegue de fato ao associado.

E quais outras novidades você pretende implantar na Cassi?

Luciana – Minha cabeça fica borbulhando de ideias. Infelizmente na primeira semana de mandato eu perdi meu pai, então minha energia deu aquela baixada, mas aos pouquinhos está voltando. Quero fazer meu mandato para honrar o nome dele também, que sempre gostou tanto da Cassi. Mas uma das ideias que eu tive recentemente: como a gente faz para ter um acompanhamento mais efetivo do nosso associado? Toda a parte de orientação do cuidado passa pela “interoperabilidade”. Durmo e acordo pensando nisso hoje. Que é você conseguir ter o compartilhamento de prontuário e de informações, tudo, óbvio, respeitando a LGPD e com consentimento do associado. Mas é importante que eu tenha as informações desse participante compartilhadas para que eu possa de fato trazer isso para a minha Atenção Primária. Então tudo o que o participante fizer na rede, os médicos que ele consultar, quando ele estiver dentro da nossa rede referenciada, isso vai estar conectado também com as nossas CliniCassi. A própria Telesaúde tem que ter essa interoperabilidade funcionando. E vou dar um spoiler: a gente quer apostar muito também nos dispositivos “wearables”. Muita gente já tem os smartwatches, que medem sono, oxigenação, batimento cardíaco, pressão. Queremos viabilizar esses equipamentos para os nossos associados e, a partir daí, para quem estiver na Atenção Primária. É uma forma de induzir o comportamento de ir para a APS e que a gente possa fazer o monitoramento da saúde dele a partir dos dados fornecidos pelo relógio. É uma forma de a gente qualificar e dar escalabilidade para o acompanhamento dos associados. Isso é um ganho enorme para o associado e para a gente também em termos de prevenção e redução de custos com internações e exames desnecessários.

E quais outros programas, que você está chamando de “frentes” no seu projeto?

Luciana – Exato. Hoje estamos trabalhando com oito frentes. A “Saúde do Trabalhador” é uma questão que vamos dar um foco muito grande. Em que sentido? O nosso exame periódico, por exemplo, é um momento muito valioso para conhecermos o nosso participante e identificar doenças físicas ou mentais sinalizadas naquele questionário. A nossa ideia é conectar o exame periódico com a nossa Atenção Primária. Eu acho que o nosso exame periódico teria que ser feito pelo próprio médico da família. Tudo isso depende das nossas conversas com o banco, pois o periódico está dentro do PCMSO, que é um contrato da Cassi com o Banco do Brasil.

E como funcionaria essa frente “Saúde do Trabalhador”?

Luciana – A ideia é que haja o compartilhamento das informações entre o médico que avaliou e o médico da família. Quero passar essa segurança para o associado: o sigilo é garantido. A gente sabe que muitos associados têm receio de falar de algum problema no exame periódico temendo que vai vazar. Isso não vai ocorrer. O sigilo será com o médico da família para que ele comece o acompanhamento daquele funcionário, orientando se ele precisa de um especialista ou exames.

E também pretendemos fazer um programa de acompanhamento daqueles funcionários que estão afastados há mais de 90 dias. Eu sou psicóloga de formação, e quanto maior o tempo de afastamento, mais difícil é para ele retornar, pelo medo do que vai encontrar, pela fragilidade… A gente quer ajudar nesse retorno para a atividade e com isso evitar inclusive as recidivas, que é um novo afastamento após pouco tempo de retorno. Queremos trazer saúde mental e conforto para o nosso associado.

Outra frente que você está priorizando é a “expansão do uso de dados na gestão populacional”. O que é isso?

Luciana: Dentro da nossa diretoria temos a gerência de saúde, rede de atendimento e risco populacional. A gerência de risco populacional é onde tudo começa. Ela faz os estudos populacionais. É com base nisso que vamos saber onde atuar e que problema sanar. Queremos que esses dados sejam de fato convertidos em ações. Os dados são riquíssimos, estudos muito robustos. Queremos pegar esses dados e transformar em ações efetivas para o cuidado da população. A abrangência da Cassi é muito grande: o problema que tenho no Norte é completamente diferente do Sul. A qualificação desses dados vai me permitir ter uma atuação muito mais efetiva nessas diversas populações.

Sobre a saúde da mulher, tem algo específico planejado?

Luciana – Tem uma frente que não está especificamente no plano de gestão mas vai entrar nas redes temáticas e conversar com a saúde do trabalhador: a “Saúde da Mulher”. Quero que essa seja uma das nossas primeiras redes temáticas. Gostaria de incluir no questionário do periódico questões relativas à saúde da mulher. Temas como vida fértil, gestação, parto humanizado até a menopausa. No banco, nosso público da ativa feminino está muito na faixa dos 35 aos 45 anos, que é quando a mulher começa a sentir os efeitos da perimenopausa. Ninguém fala disso. A queda dos hormônios tem impacto na vida pessoal e profissional (dorme mal, fadiga, oscilações de humor). Queremos trabalhar formas hormonais e não hormonais de dar qualidade de vida para essas mulheres. E incluo aqui as mulheres que passaram pelo câncer, como eu. Hoje as mulheres não estão morrendo de câncer como antigamente, estamos sobrevivendo. Só que sobreviver ao câncer não é a reta final. Começa uma outra fase difícil, muitas vezes com menopausa antecipada pelo tratamento. Toda essa parte do cuidado a gente tem que ter esse olhar. O mundo está mudando, o perfil das doenças e dos nossos associados está mudando, e a Cassi tem que acompanhar.

E gostaria de ressaltar que o plano de fundo de todo esse plano de gestão é o contato constante com os nossos associados. Quero visitar todas as CliniCassi, me reunir com os nossos Conselhos de Usuários (instância que o Amaral já valorizava muito e queremos continuar). E também as nossas “lives” para prestar contas do mandato.

Para concluir, vocês eleitos e as entidades representativas do funcionalismo do BB estão negociando com o banco um plano de sustentabilidade da Cassi. Como você está enxergando isso? Está otimista que se chegará a um acordo?

Luciana – Eu sou otimista de nascimento. E eu gosto de negócio difícil. Já cheguei na Cassi com déficit e negociação. Estou muito otimista que a gente consiga uma solução para sanar esse momento de déficit. Temos que trabalhar com ações de curto e médio prazo. A de curto prazo é conseguir o aporte de recursos que precisamos para dar o respiro e tirar a Cassi da situação de risco de uma direção fiscal da ANS. Mas temos que pensar urgentemente em uma solução mais perene e sustentável. Não dá para ficarmos sentando de dois em dois anos para negociar custeio, aumentando contribuição de um lado e de outro. Isso não é sustentável. O problema a gente já sabe: as contas não fecham. E nem quero que fechem no sentido de “plano de mercado” (onde se o custo sobe, eu reajusto e quem não pode pagar, sai). O nosso modelo de solidariedade é um desafio para a sustentabilidade, mas tem solução. Queremos uma solução de longo prazo para que a gente possa trabalhar nos projetos sem interrupções por crises financeiras.

Fonte: Associados Cassi

Rede CliniCassi vive expansão com a inauguração de novas unidades

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A ClinicaCassi Santos, inaugurada no fim de junho, somou-se às mais de 60 unidades existentes em todo o país, incluindo as localizadas no Jabaquara e na Avenida Paulista, em operação desde 2024 e 2025, respectivamente.

Há ainda a previsão de três novas unidades em São Paulo: na zona norte da capital, em Santo André e em São José do Rio Preto

Nas duas unidades inauguradas na capital paulista houve um aumento considerável no número de atendimentos entre o primeiro semestre de 2025 e o primeiro semestre de 2026. Na Avenida Paulista, o crescimento foi de 12%, e na Jabaquara, 75%.

“Esse crescimento dos números demonstra a confiança dos colegas nessa nova estrutura de atendimento, e sinaliza que a diretoria eleita de saúde, rede de atendimento e risco populacional, liderada por Luciana Bagno, está no caminho certo para atender as demandas dos associados, sempre buscando novas melhorias nessa nova estrutura de atendimento da CliniCassi”, destaca Diego Carvalho, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e vice-presidente do Conselho Fiscal da Cassi.

Ana Beatriz Garbelini, diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo e membro do Conselho Deliberativo da Cassi, enfatiza o compromisso dos novos conselheiros de fazer uma gestão mais inclusiva, representativa e atenta às demandas dos associados. E também o dever do Sindicato de fiscalizar a gestão 2026-2030. “O Sindicato mantém contato constante com os diretores e conselheiros eleitos para cobrar melhorias na rede de atendimento da Cassi”, afirma.
CliniCassi Santos

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, representado por Diego Carvalho, esteve presente na cerimônia de inauguração da CliniCassi Santos, no dia 26 de junho.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Nova CliniCASSI Santos é apresentada a participantes da Baixada

Publicado em: 03/07/2026

As novas instalações da CliniCASSI Santos foram apresentadas, no dia 26 de junho, a participantes da CASSI na Baixada Santista, a lideranças das entidades representativas dos funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil em São Paulo e gestores do BB. Com um número maior de consultórios, sala de sala de espera e recepção mais amplas e confortáveis, o serviço ganhou maior capacidade de atendimento e passou a realizar novos procedimentos, se tornando mais resolutivo.

A proposta é que a CliniCASSI Santos seja a primeira opção de atendimento para os funcionários do Banco do Brasil e seus familiares, pois oferece consulta sem necessidade de agendamento. Também está preparada para ser a referência de cuidado em saúde, com acompanhamento contínuo por uma equipe de profissionais de saúde para garantir qualidade de vida, por meio de hábitos saudáveis, e prevenir doenças evitáveis.

Essa forma de cuidar “é a força da CASSI” e o que diferencia a Instituição em relação aos demais planos de planos de saúde, destacou a diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Luciana Bagno, durante o evento. “A CASSI promove saúde e vai no sentido contrário àquele que vimos a saúde caminhar, infelizmente, no Brasil e no ocidente como um todo, que é foco em doença”, disse Luciana.

“Estamos celebrando a vitória da atenção primária à saúde, e é esse o modelo que queremos fortalecer. O Conselho Fiscal tem esse compromisso, para que a CASSI seja cada vez mais próxima e atuante e que a saúde dos nossos participantes seja a nossa prioridade”, enfatizou a presidente do Conselho Fiscal, Sybelle Natalle Braga Chagas.

A presidente do Conselho Deliberativo, Graça Machado, destacou a força e o empenho dos funcionários e aposentados do Banco do Brasil na região de Santos e o comprometimento que demonstram ao usarem a CliniCASSI mesmo antes da relocalização. Ela reforçou ter certeza de que a “CliniCASSI Santos, assim como foi, continuará sendo um grande sucesso”.

Durante a apresentação, o gerente estadual da CASSI em São Paulo, Marcelo Callai, a gerente da CliniCASSI Santos, Marcela Araújo e representante do Conselho de Usuários da CASSI Reginaldo Fonseca, destacaram a importância das melhorias se da ampliação desse serviço para os participantes.

SERVIÇO

  • Consultas sem necessidade de agendamento prévio e/ou com hora marcada
  • Sutura e retirada de pontos
  • Administração de medicamentos
  • drenagem de furúnculos e hematomas
  • inserção e retirada de DIU
  • inserção e retirada de implante anticoncepcional subcutâneo (Implanon)
  • alívio de quadros agudos de dor por liberação miofascial
  • lavagem auditiva

Endereço: Marcílio Dias, 170, Centro Empresarial Santos, bloco I 3º andar
Atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h
Telefone: (13) 2101 – 3810

Fonte: Cassi

BB apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi

Publicado em: 26/06/2026

Na manhã da terça-feira (23 de junho), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada de negociação com o banco sobre a Cassi, realizada no mesmo dia.

Durante o encontro preparatório, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, apresentou um balanço dos debates e deliberações do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, realizado entre os dias 17 e 19 de junho.

Segundo a dirigente, a principal preocupação dos delegados foi a sustentabilidade da Cassi, o que torna central a discussão sobre o modelo de custeio da entidade. Ela ressaltou, no entanto, que a solução para o financiamento da Caixa de Assistência precisa contemplar demandas históricas dos associados. “O debate no congresso deixou claro que a sustentabilidade da Cassi é uma prioridade para o funcionalismo. Mas também é fundamental encontrar soluções para questões pendentes, como o custeio do período pós-laboral dos colegas que ingressaram no banco após 2018 e a garantia de atendimento adequado aos funcionários oriundos dos bancos incorporados”, afirmou Fernanda Lopes.

A coordenadora também destacou a preocupação das entidades com a realização de uma consulta ao corpo social em um momento que coincide com as negociações da Campanha Nacional dos Bancários e da renovação dos acordos coletivos da categoria.

Diante da urgência para recompor as reservas da Cassi, os representantes dos trabalhadores defenderam que o Banco do Brasil realize um adiantamento de recursos, garantindo tempo adicional para a construção de uma solução definitiva para o custeio e para a elaboração de uma proposta de reforma estatutária que contemple temas pendentes, como adequação à Instrução Normativa ANS nº 649, atendimento às exigências da NR-1 e aperfeiçoamentos na governança da entidade.

Proposta do banco é considerada insuficiente

Na rodada de negociação realizada na terça-feira (23) à tarde, Fernanda Lopes lembrou que o banco ainda precisava responder à proposta apresentada pelas entidades em 9 de junho, que previa um aporte extraordinário para recompor as reservas da Cassi.

Durante a reunião, a representação do banco fez um resgate das negociações realizadas desde abril de 2025 e destacou o impacto da diferença entre a inflação médica e a inflação geral sobre as contas da Caixa de Assistência.

Em seguida, o BB apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,3 bilhões, valor considerado necessário para recompor as reservas da Cassi. O montante seria dividido entre banco e associados na proporção de 50,26% para o banco e 49,73% para o funcionalismo, com pagamento diferido em 18 meses.

A proposta foi rejeitada pelas entidades representativas dos funcionários, que reiteraram a defesa de uma divisão mais equilibrada, com participação de 70% do banco e 30% dos associados. “A proposta apresentada pelo banco está muito distante das premissas defendidas pelo funcionalismo. Entendemos a necessidade urgente de recomposição das reservas, mas isso não pode ocorrer transferindo quase metade da responsabilidade para os associados. Seguiremos buscando uma solução que preserve a sustentabilidade da Cassi e respeite a capacidade contributiva dos trabalhadores”, destacou Fernanda Lopes.

Como alternativa, os representantes dos funcionários propuseram que o Banco do Brasil inicie sua contribuição extraordinária já em julho, também parcelada em 18 meses, enquanto a participação dos associados seja discutida posteriormente, após consulta ao corpo social, com pagamento diferido em 12 meses.

As entidades também defenderam a criação imediata de um grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma proposta de reforma estatutária da Cassi, a ser submetida aos associados ao longo de 2027.

Diante do caráter inédito da proposta apresentada pelos trabalhadores, o banco não apresentou resposta durante a reunião. As partes ficaram de agendar uma nova rodada de negociação para a próxima semana.

Fonte: Contraf-CUT

Cassi: nova direção assume compromisso em defesa dos associados

Publicado em: 12/06/2026

Os dirigentes eleitos para a gestão 2026-2030 da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) tomaram posse em 1º de junho, assumindo o compromisso de fortalecer a assistência à saúde dos associados e garantir a sustentabilidade da entidade nos próximos anos.

Para a Diretoria de Saúde, Rede de Atendimento e Risco Populacional, tomou posse Luciana Bagno. Durante o mandato, a dirigente terá como prioridades a ampliação da rede CliniCassi, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos programas de atendimento médico, psicológico e farmacêutico oferecidos aos associados.

Também assumiram seus mandatos os integrantes eleitos para o Conselho Deliberativo. Como titulares, tomaram posse Gilmar José dos Santos e Humberto Fernandes de Oliveira. Como suplentes, assumiram Diusa Alves de Almeida e Loreni de Senger.

A diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e integrante do Conselho Deliberativo no mandato 2024-2028, Ana Beatriz Garbelini, destacou a importância da nova gestão para a defesa dos interesses dos associados.

“A Cassi é um patrimônio dos funcionários do Banco do Brasil e precisa ser administrada com responsabilidade, planejamento e visão estratégica. Nosso compromisso é seguir defendendo os direitos dos associados e contribuir para que a entidade tome decisões assertivas, garantindo atendimento de qualidade, cuidado com a saúde e preservação dos interesses de todos os participantes”, afirmou.

Conselho Fiscal

Também tomaram posse os representantes eleitos para o Conselho Fiscal da Cassi no mandato 2026-2030. Diego Carvalho assumiu como membro titular e Luana Narimatsu como suplente. Também dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Carvalho ressaltou o papel do Conselho Fiscal na governança da entidade.

“Assumo como conselheiro fiscal com o compromisso de zelar pelos princípios da transparência, equidade, sustentabilidade, responsabilidade e integridade. Nosso trabalho será contribuir para uma governança sólida, que ofereça segurança aos associados, evite riscos e fortaleça os mecanismos de controle e acompanhamento da gestão da Cassi”, declarou.

Legado da gestão 2022-2026

A posse da nova direção também marcou o encerramento do mandato 2022-2026, período marcado por importantes desafios relacionados ao financiamento da Cassi e às negociações sobre o custeio da entidade entre os associados e o Banco do Brasil. Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e conselheira com mandato encerrado em 31 de maio de 2026, destacou o trabalho realizado ao longo dos últimos quatro anos.

“Vivemos um período de grandes desafios, especialmente diante das discussões sobre o custeio da Cassi e das restrições financeiras enfrentadas pela entidade. Ainda assim, mantivemos uma atuação vigilante e comprometida com os associados, o que permitiu avanços importantes na rede de atendimento, nos programas de saúde e na qualidade dos serviços prestados. Encerramos este ciclo com a convicção de que contribuímos para fortalecer a Cassi e preparar a entidade para os desafios futuros”, afirmou.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Entidades apresentam proposta para equalização das reservas da Cassi

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As entidades que compõem a Mesa de Negociações de custeio da CASSI reuniram-se no dia 9 de junho com representantes do Banco do Brasil. O encontro deu continuidade à construção conjunta de alternativas para garantir a sustentabilidade e a perenidade do Plano Associados.

Já no início das discussões, a coordenadora da mesa, Fernanda Lopes, apresentou à representação do Banco a necessidade de uma alternativa para equalizar as reservas obrigatórias, de forma a evitar problemas no curto prazo.

A criação de um “memorando de entendimento”, definindo contribuição transitória do Banco e dos associados, traria mais estabilidade às contas da CASSI e permitiria maior debate acerca dos pontos sobre os quais ainda não se formou consenso.

Foram apontados pontos importantes da reforma do estatuto da entidade ainda não ajustados, como a definição do custeio do período pós-laboral dos funcionários que ingressaram no Banco do Brasil após 2018, o direito de filiação ao plano dos trabalhadores egressos dos bancos incorporados e as alterações promovidas pela Instrução Normativa nº 649/2025, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

“Não temos ainda uma proposta clara sobre isso, mas há outra questão importante, que é a necessidade de equalização das reservas da CASSI”, disse o vice-presidente de Relações Funcionais da ANABB e membro da Mesa de Negociações, Marcel Barros.

Marcel destacou, ainda, que as reservas da CASSI têm prazo para se esgotar. “Na Mesa de Negociações de hoje, propusemos uma contribuição transitória e extraordinária, com vigência, no máximo, até o final de 2027 ou até a aprovação do novo estatuto, para estabilizarmos as reservas da CASSI”, explicou Marcel.

Os representantes do Banco se dispuseram a avaliar a proposta de equalização das reservas e trazer um posicionamento na próxima rodada, marcada para o dia 23 de junho.

Fonte: ANABB

Entidades cobram solução estrutural para a Cassi e pressionam BB por maior responsabilidade no custeio

Publicado em: 29/05/2026

Os representantes das entidades reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, na manhã da quarta-feira (27 de maio), para analisar a situação econômica e financeira da Cassi antes do encontro com os representantes do Banco do Brasil, realizado no período da tarde.

Durante a reunião, houve consenso entre as entidades de que a Cassi necessita de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026.

As entidades também acordaram uma estratégia conjunta para a negociação com o banco. Inicialmente, seria apresentada a proposta do Banco do Brasil e, caso fosse totalmente insuficiente diante das necessidades da Caixa de Assistência, ela seria recusada imediatamente. Por outro lado, se apresentasse avanços concretos, ainda que parciais, haveria uma interrupção temporária da reunião para análise preliminar da Comissão de Representantes das Entidades. Foi exatamente o que ocorreu.

O Banco do Brasil apresentou uma proposta que contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido. A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados.

Apesar disso, a proposta ainda não apresenta solução adequada para os colegas admitidos após 2018, para os funcionários egressos dos bancos incorporados e fragiliza ainda mais a situação dos associados auto-patrocinados.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, criticou a postura do banco e cobrou maior comprometimento da patrocinadora com a sustentabilidade da Cassi.

“Não é possível que, mais uma vez, o Banco do Brasil tente transferir aos associados o maior peso da solução, enquanto mantém uma participação aquém da responsabilidade que possui como patrocinador. A Cassi é patrimônio dos associados do banco e exige uma resposta à altura da gravidade do momento. O banco precisa assumir seu papel de forma efetiva e apresentar uma proposta que garanta sustentabilidade sem penalizar ainda mais os trabalhadores”, afirmou.

Fernanda também reforçou que uma solução que não contemple os funcionários admitidos após 2018 e os egressos de bancos incorporados não terá respaldo do movimento sindical.

“Não é passível de defesa pelo movimento sindical qualquer proposta que deixe de fora os colegas pós-2018 e os funcionários oriundos dos bancos incorporados. Não aceitaremos uma solução que aprofunde desigualdades dentro da própria Cassi”, completou.

Diante da complexidade do tema e da necessidade de uma avaliação mais aprofundada, a Comissão de Negociação e o Banco acordaram um novo calendário de negociações: uma reunião virtual no dia 29 de maio e uma nova reunião presencial no dia 3 de junho.

A Comissão de Representantes das Entidades também antecipou ao Banco do Brasil a necessidade de análise de um aporte extraordinário e imediato para recompor os déficits acumulados até o momento no Plano de Associados, mantendo-se o compromisso de discutir eventual participação financeira adicional dos associados. As entidades reforçaram, contudo, que qualquer decisão neste sentido deverá ser submetida à aprovação do Corpo Social da Cassi.

Na avaliação das entidades, a proposta apresentada pela patrocinadora sinaliza um caminho que pode contribuir para maior perenidade do custeio da Cassi. No entanto, ainda impõe um peso excessivo aos associados e não assegura o aumento percentual esperado na participação financeira do Banco do Brasil.

As entidades reafirmaram que seguirão negociando com responsabilidade, equilíbrio e firme compromisso com a defesa da Cassi e dos seus associados, mantendo o Corpo Social permanentemente informado sobre os desdobramentos das discussões.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Araraquara e Região

Cassi avança na implementação da metodologia DRG Brasil

Publicado em: 28/05/2026

A Cassi acaba de implementar a metodologia DRG Brasil, sigla em inglês para Grupos de Diagnósticos Relacionados, em mais um passo importante na modernização de sua gestão de saúde. A iniciativa é muito mais do uma ferramenta tecnológica. Representa uma mudança de paradigma na forma como a Cassi acompanha a vida do paciente, combate desperdícios e garante a sustentabilidade do plano a longo prazo.

“A implementação do DRG não é apenas sobre tecnologia, é sobre descomplicar a vida do nosso participante e garantir que cada recurso investido se transforme em saúde de qualidade. Estamos utilizando dados e inteligência para humanizar o atendimento e combater falhas sistêmicas que geram desperdício. Nosso compromisso é com a entrega de valor: um cuidado mais seguro, eficiente e sustentável, que coloca a Cassi na vanguarda da gestão assistencial no Brasil”, destaca Alberto Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com o Cliente.

O que é o DRG e como ele funciona

O DRG é um sistema de classificação de pacientes hospitalares que agrupa casos com características clínicas semelhantes e consumos de recursos comparáveis. Em vez de olhar para eventos isolados, a nova metodologia permite uma visão sistêmica da complexidade de cada paciente, considerando diagnósticos, idade e procedimentos realizados.

Na prática, a metodologia transforma dados brutos em indicadores de valor, permitindo que a Cassi compare a eficiência e os desfechos clínicos entre diferentes hospitais e profissionais.
Os benefícios da nova metodologia

“A partir do segundo semestre deste ano, teremos um novo aparato para gerir as despesas assistenciais por meio de um esforço coletivo que envolve toda a instituição. O DRG será o elo que conecta todas as soluções que estamos desenvolvendo. As equipes de saúde e risco populacional terão papel fundamental tanto na implantação quanto na condução das mudanças assistenciais, contando também com o peso estratégico das áreas de negociação e regulação. A equipe da GEO tem sido o ‘cérebro’ no modelo de implantação dessa solução, com a aplicação de um framework moderno e prático. Estamos muito satisfeitos com o avanço do trabalho”, explica o diretor Alberto Junior.

A adoção do DRG traz ganhos fundamentais para a operação e para o participante:

▪ Combate ao desperdício: estima-se que mais de 50% dos custos assistenciais hospitalares decorrem de falhas de organização ou má qualidade. O DRG atua diretamente na gestão da permanência, evitando que o paciente fique internado além do necessário por falhas de processo.

▪ Segurança do paciente: com o monitoramento em tempo real e a auditoria clínica concorrente, a jornada intra-hospitalar torna-se mais segura, reduzindo o risco de reinternações evitáveis e eventos adversos.

▪ Remuneração por valor: a metodologia permite migrar do modelo tradicional (baseado em volume) para um modelo de entrega de valor, onde parceiros e médicos são reconhecidos pela eficiência e pelos melhores resultados de saúde entregues ao paciente.

▪ Visão 360°: a integração dos dados hospitalares com a atenção primária garante a continuidade do cuidado, fortalecendo o modelo assistencial da CASSI.

A médio e longo prazos o DRG consolidará a Cassi como uma autogestão de referência em eficiência operacional e excelência clínica. Ao otimizar o uso de leitos (especialmente em UTIs e áreas materno-neonatais) e reduzir custos desnecessários, a Instituição assegura recursos para investir no que realmente importa: a saúde e o acolhimento de seus participantes.

Fonte: Associados Cassi

Associados aprovam Relatório 2025 da Cassi com 77,3% dos votos

Publicado em:

Os associados e associadas da Cassi aprovaram o Relatório 2025 da entidade com 77,3% dos votos válidos, seguindo a orientação das entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil e dos dirigentes eleitos da Caixa de Assistência. A votação, iniciada em 14 de maio e encerrada nesta segunda-feira (25), registrou 32.014 votos favoráveis ao documento.

Pelo Estatuto Social da Cassi, o relatório precisava de maioria simples para aprovação. O resultado demonstra que o Corpo Social da entidade, formado por funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil associados à Cassi, reconhece que o documento retrata de forma transparente a realidade enfrentada pela Caixa de Assistência no último ano.

O secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., destacou a ampla participação dos associados e afirmou que a votação representa um importante recado à direção do Banco do Brasil. “Os colegas do banco votaram massivamente pela aprovação do relatório da Cassi, como orientado pela Contraf, demonstrando a seriedade do documento, que relata de forma fiel a situação que passa nossa Caixa de Assistência. Infelizmente, mais uma vez, tivemos uma chuva de fake news que atrapalham o momento. Sabemos que a situação financeira da Cassi é desafiadora e o relatório apontava a realidade. Com essa votação mostramos que estamos mobilizados, provando à direção do BB que merecemos uma proposta justa para a Cassi”, afirmou.

A Cassi destacou que o Relatório 2025 foi amplamente divulgado desde sua publicação, em 31 de março, por meio dos canais oficiais da entidade. A Diretoria Executiva realizou mais de 30 apresentações em cidades com maior concentração de associados, além de reuniões com entidades representativas, aposentados e conselheiros de usuários em todo o país.

Segundo a entidade, a aprovação também representa um voto de confiança dos associados na governança e na transparência da Cassi, modelo considerado uma conquista histórica do funcionalismo do Banco do Brasil, garantindo aos associados participação direta nos processos de decisão e fiscalização da Caixa de Assistência.

Fonte: Contraf_CUT

Cassi apresenta aos associados o relatório 2025

Publicado em: 14/05/2026

A Diretoria da CASSI apresentou aos associados, nesta terça-feira (12 de maio), o Relatório 2025, documento que reúne as principais ações da gestão ao longo do último ano, incluindo demonstrações contábeis e a análise econômico-financeira da Caixa de Assistência. A CASSI atende um total de 954.433 pessoas em todos os seus planos.

O relatório, amplamente detalhado durante a apresentação, está disponível aqui. Os associados podem participar da votação pela aprovação do documento entre 14 a 25 de maio pelo aplicativo da CASSI, pelo site da instituição, terminais de autoatendimento ou pelo SISBB.

O presidente da CASSI, Cláudio Said, fez a abertura da apresentação. O gestor destacou que o resultado de 2025 foi melhor que o de 2024, apesar das perspectivas de mercado; que a gestão continuará investindo em CliniCASSI, pois estas se pagam; e que as reservas livres (valores que a operadora de plano mantém além das reservas obrigatórias exigidas pela Agência Nacional de Saúde), previstas para se esgotarem em 2023, só serão esgotadas em outubro deste ano.

“Mesmo contra a expectativa do mercado, conseguimos resultado melhor que o previsto”, frisou Said.

A presidente do Conselho Deliberativo da CASSI e vice-presidente da ANABB, Graça Machado, destacou a importância de o associado conhecer o Relatório 2025 e votar.

“Todos os anos votamos. O que votamos? Votamos na veracidade das informações. Estamos votando se aquelas informações são fidedignas. Estamos votando no parecer do Conselho Fiscal, no parecer do Conselho Deliberativo. É importante saber como vamos dar nossa aprovação. Eu recomendo a aprovação do relatório. Nós, do Conselho Deliberativo, demos o nosso parecer de que aquelas contas apresentadas estavam fiéis ao que se passou. Como vice-presidente da ANABB, também aprovo o relatório”, disse ela.

O diretor de Administração e Finanças da CASSI, Gustavo Berti, destacou que o resultado consolidado da Caixa de Assistência em 2025 apresenta um déficit acumulado de R$ 425 milhões, bem abaixo do projetado, que era de R$ 1,3 bilhão. “Conseguimos esse resultado apesar da pressão da inflação médica”, apontou.

Berti destacou que reservas da operadora em todos os seus planos eram de R$ 3,358 milhões em 2023 e, ao final de 2025, de R$ 2,802 milhões. No combate a fraudes, a CASSI evitou o gasto de R$ 5,2 milhões em despesas que foram contestadas.

O presidente da Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade (APABB), participou da apresentação e falou da importância da CASSI para a entidade que ele preside. “Desde 1987, quando a APABB foi criada, contamos como apoio da CASSI”, destacou.

Também participou da reunião Luciana Bagno, diretora eleita de Risco Populacional da CASSI, que destacou seu compromisso em realizar uma gestão transparente à frente da Caixa de Assistência.

Fonte: ANABB

Congresso do BB debate os desafios da sustentabilidade da Cassi

Publicado em: 07/05/2026

No congresso do BB, a palestrante Cris Garbinatto, Conselheira Deliberativa da CASSI e Diretora da FETRAFI RS, apresentou a atual situação da Cassi destacando o histórico de evolução do modelo de custeio do plano de associados desde a sua criação até os dias de hoje e ressaltou os desafios que estão colocados para esse momento, ressaltando a importância de debater e apresentar uma proposta bem definida de custeio da Cassi na mesa de negociação da Campanha Salarial desse ano.

“É fundamental que a gente apresente uma proposta muito bem definida de custeio pra Cassi que garanta a sustentabilidade do nosso plano, sem dividir a categoria, pois cada vez que a gente se divide, quem ganha é o banco”, ressaltou Cris Garbinatto.

Cris também destacou os riscos que estão colocados para essa negociação junto ao Banco do Brasil considerando os atrasos na discussão sobre o custeio. “Quando eu vou discutir custeio com as provisões obrigatórias praticamente zeradas, eu vou precisar debater a antecipação de uma receita pra gerar um caixa pro nosso plano, eu vou precisar discutir um custeio precisando ainda mais de recurso porque eu tenho que recolocar as reservas, tenho que ter dinheiro para antecipação do 13° e eu tenho que começar a constituir outras reservas. Então a gente atrasar a discussão de custeio é um tiro no nosso próprio pé, esse atraso definitivamente não é bom pra nós”, afirmou Cris.

A Conselheira da Cassi finalizou sua análise reforçando que buscar o paradigma 70/30 é fundamental para resolver a questão do custeio da Cassi e apresentou um novo passo que será igualmente importante nessa discussão que é a indexação do custeio à receita do banco. “Temos que lutar para conquistar o 70/30 certamente, esse é um paradigma que temos que defender, mas precisamos de uma proposta maior. Por isso estamos dialogando sobre a necessidade de mudança no modelo de custeio da Cassi. A proposta precisa ser mais a longo prazo, pra que a gente não tenha que ficar rediscutindo o custeio com o banco a todo tempo, porque cada vez que a gente rediscute, o banco estica a corda até que a gente abra mão de alguma coisa, foi assim todas as vezes que tivemos que debater”, avalia Cris.

“Hoje nós temos todas as receitas da Cassi atreladas à folha de pagamento e quando percebemos isso vimos que é necessária uma mudança de paradigma. Continuar nossa parte na folha de pagamento é excelente, as nossas receitas são a nossa folha de pagamento, nós trabalhamos para aumentar nossas receitas, mas a folha de pagamento para o banco é uma despesa, portanto o banco trabalha para diminuir a folha. Por isso começamos a debater a possibilidade de fazer um modelo híbrido, com indexação à receita do banco, ou seja, estamos debatendo e fazendo as contas para indexar um percentual do custeio sobre a receita operacional do banco que só cresce, e esse crescimento é muito maior que a inflação. Tendo como indicador a receita operacional, a contribuição do banco seria sempre mais alta e os aumentos para os funcionários seriam sempre menores. Pois a única coisa que cresce na mesma proporção que o custo médico é a receita dos bancos”, explicou Cris.

Ao final do debate, os participantes avaliaram a possibilidade de agendar novas reuniões para debater e elaborar uma proposta para contribuir com os debates sobre a sustentabilidade da Cassi na Campanha Salarial.

No segundo momento do congresso foi a vez de debater sobre eixos da Campanha Salarial 2026. Diversas foram as propostas enviadas pelos delegados sindicais como sugestões para o debate nos grupos de organização sindical e também pelos bancários e bancárias nas agências, além das propostas que surgiram durante os diálogos no Congresso.

Também foi acolhida e aprovada a pauta específica construída pelo grupo dos caixas.

Após debater, elaborar e aprovar o documento de reivindicações que será levado para a Conferência Interestadual, foi realizada a eleição dos delegados e delegadas para o Congresso Nacional dos Funcionários e Funcionárias do BB (CNFBB), que acontecerá em SP.

Reinvindicações da Conferência Estadual Banco do Brasil 2026

  • Renovação automática do ACT mesmo após o prazo limite, no caso de atraso das negociações
    PLR linear (mesmo valor para todos os(as) funcionários(as)), sem bônus para executivos, incorporando o PDG, com contribuição Previ e Cassi (nas mesmas regras das contribuições salariais)
  • Reversão do Performa, com retorno da remuneração avançada para cargos comissionados
    Incorporação automática da comissão, quando completados 10 anos de ocupação na função
  • Pausas no trabalho, no mesmo formato dos operadores de telemarketing, para os funcionários(as) da rede varejo
  • Valorização da cesta alimentação (índice do reajuste +5%)
  • Auxílio creche garantido até completar 14 anos de idade
  • Valor do auxílio creche baseado no valor da mensalidade escolar
  • Limitar a persistência das vagas recorrentes a 3 meses em cada unidade
  • Remoções e promoções independentes da existência das vagas recorrentes
  • Separa funções gratificadas de funções de confiança
  • Banco de horas seguindo a mesma proporção das horas extras pagas
  • Gratificação de caixa garantida a todos que abrem caixas, independente da função exercida
  • Possibilidade de conversão dos abonos assiduidade
  • Redistribuição das metas das carteiras com gerente de férias, no caso da impossibilidade de substituição em todo o período
  • Substituição em cadeia em casos de ausências
  • Cesta alimentação garantida durante todo o período de afastamento licença-saúde
  • Ajuda de custo proporcional para todos os funcionários(as) em home office, independente da frequência
  • Unidades afetadas por programas pilotos com metas reduzidas, e modo equivalente a agências em implantação. Adesão voluntária e com retorno garantido a função anterior
  • Régua do acompanhamento da produção linear, limitada a 100% para todos os indicadores
  • Autonomia para uso da verba de café mesmo para unidades em regime de condomínio
  • Liberação dos dirigentes (delegados e diretores de base) para as atividades sindicais a partir da autorização da Diretoria de Pessoas (Dipes), sem necessidade de aprovação dos gestores das unidades
  • Liberação de pelo menos um(a) bancário(a) de cada unidade, para um dia por ano, para participar da Conferência Estadual dos Bancários do BB
  • Redução de jornada e prioridade de home office para pais e mães com filhos pequenos
  • Jornada de 6 horas para todas as funcionárias, sem redução do salário e sem prejuízo para suas carreiras

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

Participantes em Porto Alegre ganham CliniCassi mais moderna e confortável

Publicado em: 23/04/2026

Participantes da capital gaúcha ganharam, na segunda-feira, 20 de abril, uma nova CliniCASSI, mais moderna, confortável e ampla, que reúne as equipes das CliniCASSI Porto Alegre Norte e Sul em novo endereço: Rua Gomes Jardim, 301, térreo, Edifício Medplex.

A estrutura, no novo padrão dos serviços próprios da CASSI, amplia a capacidade de atendimento na região metropolitana e, em breve, ganhará novos serviços, como coleta de exames laboratoriais.

O espaço foi projetado para oferecer mais conforto e qualidade no atendimento. Além do aumento no número de consultórios, os ambientes são mais amplos. As salas de procedimentos garantem mais privacidade e são adequadas para medicação, curativos e observação.

Outro avanço importante está na acessibilidade: o novo endereço permite, por exemplo, o transporte de pacientes em maca, o que não era possível nas estruturas anteriores devido às limitações dos elevadores.

Há ainda outros diferenciais, como consultório adaptado para pessoas com mobilidade reduzida, sala preparada para atendimento de pessoas neurodivergentes (com iluminação e revestimentos específicos), brinquedoteca, além de recepção e sala de espera mais confortáveis.

Localizada em uma região estratégica, com alta concentração de participantes CASSI, a nova CliniCASSI Porto Alegre oferece fácil acesso por transporte coletivo, ponto para embarque e desembarque de passageiros, acesso para ambulâncias e estacionamento nas proximidades.

Novo endereço: Rua Gomes Jardim, nº 301 – Térreo – Ed. Medplex
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Telefone: (51) 2139-8000
Desde 23 de abril, a CASSI RS também passa a funcionar em novo endereço: Av. Princesa Isabel, nº 636 – 8º andar – Ed. DOC Santana
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Telefone: (51) 2104-0133

Fonte: Cassi

Conheça as principais ações e resultados da Cassi no último ano

Publicado em: 09/04/2026

A CASSI divulga o Relatório 2025, com as principais ações da gestão, demonstrações contábeis e análise econômico-financeira da Instituição no período. O documento (acesse aqui) está disponível em hotsite de fácil navegação, pelo computador e pelo celular, e conta com uma versão PDF, que possibilita a impressão.

A publicação permite dar amplo conhecimento sobre as iniciativas de cuidado em saúde e gestão, o cenário e os principais resultados da Caixa de Assistência aos funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil associados à CASSI, que serão chamados a se manifestar sobre o documento, em votação agendada para maio. A aprovação dos resultados do exercício anterior, pelos associados, está prevista no Estatuto Social da instituição.

Desde o dia 8 de abril, a Diretoria Executiva da CASSI iniciou uma série de apresentações aos associados, para detalhar o Relatório 2025, abrindo também espaço para perguntas. A primeira, no Edifício Sede do Banco do Brasil, em Brasília, terá transmissão ao vivo pelo Youtube – inscreva-se e ative o sininho para receber lembrete.

O calendário completo das apresentações nos estados será divulgado em breve. Acompanhe as informações sobre o Relatório 2025 aqui no site, no app CASSI e siga @cassi.saude nas redes sociais para ficar por dentro das novidades sobre o plano.

Fonte: Cassi

Chapas 2 e 55 vencem as Eleições Cassi 2026

Publicado em: 26/03/2026

Com 25.643 votos, a chapa 2 foi a vencedora das Eleições CASSI 2026 para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo. A chapa 55 ganhou a eleição para o Conselho Fiscal com 23.777 votos.

Foram registrados 4.187 votos em branco e 6.377 votos nulos na eleição para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo, e 4.007 votos em branco e 6.333 votos nulos na eleição para o Conselho Fiscal.

Com o resultado, foram eleitos os seguintes candidatos:

Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento 
Luciana Bagno

Conselho Deliberativo
Titular: Humberto Fernandes
Suplente: Loreni de Senger
Titular: Gilmar Santos
Suplente: Diusa Almeida

Conselho Fiscal
Titular: Diego Carvaho
Suplente: Luana Narimatsu da Silva

Todos os eleitos tomam posse no dia 1º de junho de 2026 e têm à frente um mandato de quatro anos de duração.

Para acessar o hotsite das Eleições, clique aqui.

Fonte: Cassi

Eleições Cassi 2026: votação para diretoria e conselhos vai até 23 de março

Publicado em: 12/03/2026

As eleições para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil – Cassi começaram no dia 13 e terminam em 23 de março. Nesse período, os associados escolherão a diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, e os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal.

As eleições da Cassi são um momento decisivo para o futuro da Caixa de Assistência. O momento de decidir qual Cassi querem os associados. As Eleições Cassi 2026 são fundamentais para fortalecer uma gestão comprometida com os associados, com a sustentabilidade do plano e com a ampliação da rede de atendimento.

É essencial que todas e todos participem e defendam uma Cassi preocupada com o que mais importa: a saúde e a vida de seus associados.

Três chapas concorrem nas eleições deste ano. Conheça as propostas de cada um dos candidatos à diretoria.

Chapas 2 – CASSI PARA OS ASSOCIADOS

Queremos uma CASSI que olhe a saúde da mulher por inteiro. Na adolescência, na vida adulta, com prevenção, olhar a saúde mental, os ciclos de cansaço e sobrecarga. Inclui gravidez, parto e puerpério. Também o climatério e menopausa, com acolhimento, informação e tratamento.

Vamos construir um cuidado integrado. Uma CASSI que oriente a jornada. CliniCASSI e telessaúde com acompanhamento contínuo, rede referenciada de bons profissionais e, dentro dela, redes temáticas que entendam a saúde da mulher.

Vamos fortalecer e tornar efetivo o programa de saúde da mulher, com orientação e integração com a rede, para que cada associada saiba onde buscar ajuda, seguir o tratamento e ser acompanhada ao longo do tempo.

Representatividade é uma necessidade prática. Ninguém conhece melhor os detalhes da jornada do que quem a vive. Nada de nós sem nós.

Chapa 4 – CASSI SOLIDÁRIA

A CASSI pertence aos funcionários do Banco do Brasil e alicerça sua existência no princípio da Solidariedade. O trabalho para garantir que esse princípio não seja flexibilizado depende do trabalho de cada associado. É nesse contexto que registramos a importância dos Conselhos de Usuários estaduais. Esses Conselhos contam, a nível nacional, com mais de mil usuários voluntários, que têm a tarefa de identificar oportunidades e problemas a serem aproveitadas ou superados, de forma a que todos tenham seu cuidado garantido em todas as fases de suas vidas. Participe e fortaleça os Conselhos de Usuários. Vote Chapa Cassi Solidária!

Chapa 6 – CASSI É VIDA

A CASSI precisa tornar mais efetivo o seu processo de autorizações. Regras claras reduzem filas, evitam retrabalho e dão respostas mais rápidas ao associado. A comunicação também precisa ser transparente e equilibrada. Quando o associado entende os critérios e recebe explicações adequadas, evitam-se conflitos, insegurança e até judicialização. O objetivo é reduzir burocracias e garantir decisões técnicas e seguras.

Também é importante revisar os contratos com prestadores, como clínicas de exames e hospitais. Negociações responsáveis, alinhadas à realidade de cada região, evitam distorções de preços e fortalecem a rede credenciada. Eficiência não é restringir acesso. É organizar melhor o sistema para garantir cuidado com qualidade e equilíbrio financeiro.

Fonte: Cassi

Eleições Cassi 2026: votação está aberta entre os dias 13 e 26 de março

Publicado em: 06/03/2026

As eleições para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil – Cassi serão entre os dias 13 e 23 de março. Nesse período, os associados escolherão a diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, e os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal. O mandato dos eleitos abrangerá de 1º de junho de 2026 a 31 de maio de 2030. Saiba quem são os integrantes de ambas as chapas.

Segundo o regulamento das eleições 2026, a votação e a apuração dos votos serão realizadas exclusivamente por processo eletrônico. Para isso, deverão ser utilizados os sistemas informatizados do Banco do Brasil e da Cassi.

Mais informações sobre o processo eleitoral estão disponíveis no hotsite Eleições 2026, e dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: comissaoeleitoral2026@cassi.com.br.

Defesa da Cassi e dos associados

O direito de eleger a metade da Diretoria Executiva e os conselhos Deliberativo e Fiscal é uma das grandes conquistas do funcionalismo do Banco do Brasil, uma vez que permite a participação direta dos associados, os verdadeiros donos da Cassi, na gestão e na fiscalização da entidade. Isso garante transparência em todas as instâncias de decisão, mais democracia e defesa dos interesses dos associados na tomada de decisões. A Cassi é a única entidade de todo o sistema de autogestão em saúde onde os associados conquistaram esse direito.

As eleições da Cassi são um momento decisivo para o futuro da Caixa de Assistência. Segundo a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, é o momento de decidir qual Cassi querem os associados. “As Eleições Cassi 2026 são fundamentais para fortalecer uma gestão comprometida com os associados, com a sustentabilidade do plano e com a ampliação da rede de atendimento.”

Os três candidatos à Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, Luciana Athaide Brandão Bagno, Fernando Amaral Baptista Filho e Antonio João Furquim Pereira, participaram no dia 11 de fevereiro de um debate on-line organizado pelo Conselho de Usuários da Cassi de São Paulo, com apoio da AGEBB. Em pouco mais de duas horas de evento, transmitido pelo YouTube (clique em https://bit.ly/4qkdk1p para assistir), cada um dos candidatos expôs suas ideias e propostas para a entidade.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região com AGEBB

Cassi lança projeto piloto de agendamento de teleconsultas em MT

Publicado em: 26/02/2026

A Cassi colocou em operação na quinta-feira, 26 de fevereiro, um projeto piloto com serviço de agendamento online de consultas com especialistas da rede credenciada (Telessaúde Especialidades – Interior), dando mais um passo importante para ampliar o acesso à rede credenciada no interior.

O projeto piloto começou pelo interior do Mato Grosso e será expandido gradualmente para outras regiões do país ao longo do ano. A iniciativa busca melhorar o atendimento em municípios com dificuldade de oferta presencial de especialistas. Com a teleconsulta, participantes dessas localidades poderão acessar profissionais especialistas em outras cidades, inclusive de outros estados, com mais comodidade e resolutividade.

O diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Alberto Junior, deu o informe da implementação do projeto piloto em reunião realizada na sexta-feira 20 de fevereiro com dirigentes das entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil.

“Com essa iniciativa inédita, a Cassi reforça seu compromisso com a inovação e com a melhoria contínua da assistência. O piloto representa um avanço importante na ampliação do acesso à saúde para os participantes em localidades do interior com carência de credenciados”, comemora Alessandro Greco Garcia (o Vovô), conselheiro deliberativo eleito da Cassi.

Como funciona o agendamento

Para marcar a teleconsulta, o associado e seus dependentes devem acessar a área logada no site da Cassi (www.cassi.com.br) e selecionar “Agendar Telessaúde – Especialidades”. Depois deve conferir seus dados, escolher a especialidade e visualizar os prestadores disponíveis por município, estado ou outros estados (nesta ordem). E é só solicitar o agendamento pela plataforma.

A Cassi entra em contato com o prestador para verificar a disponibilidade e obter o aceite. A consulta é confirmada após o aceite.

O participante e o prestador recebem e-mails com o agendamento e a confirmação (data, horário, profissional etc.). Na véspera, o participante recebe uma mensagem para fazer a confirmação até as 20h. Caso não confirme, o agendamento é cancelado automaticamente.
Quem pode ter acesso às teleconsultas

Nesta primeira etapa, podem utilizar o serviço os participantes:

  • Residentes do Mato Grosso e, posteriormente, de cidades do interior de outros estados e capitais da Região Norte.
  • Vinculados aos planos Associados, Família I e II, Essencial, Participativo e Integral.
  • Elegíveis e sem carência.

Fonte: Associados Cassi

Gestores da Geap visitam Cassi em Brasília para troca de experiências

Publicado em:

Na quinta-feira (12 de fevereiro), gestores da Geap foram recebidos em uma visita técnica na sede da Cassi em Brasília. Na pauta, questões comuns às autogestões na área da saúde, como regulação, auditoria, rede credenciada. “Foi uma visita bem operacional, nosso time debateu com os gestores da Cassi as estratégias adotadas, a mudança de modelos, as novas tecnologias, com uma troca de experiências inicial que pode produzir frutos benéficos para as duas autogestões num futuro próximo, como ocorre com a forma solidária de compartilhamento das redes”, ressaltou David Basbaum, diretor Assistencial da Geap.

Estiveram presentes pela Geap, além do diretor Assistencial, os gerentes Diogo Afonso, Janaina Faria Lopes Boueres, Leonardo Carvalho, Felipe Farias e Bárbara Rabelo, que foram recebidos pelo diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Alberto Junior e pelos gerentes Clécio Jung, Rafael Zanon, William Huang, Dilcrécio Akira e Silvia Muto.

O dirigente da Cassi explicou o organograma e a estrutura organizacional atual da operadora e detalhou as áreas estratégicas, suas respectivas atribuições e o modelo de governança adotado e apresentou os projetos e planos de gestão em andamento, com destaque para a melhoria no processo de autorização de procedimentos e o aprimoramento da ferramenta de busca da rede credenciada da Cassi, com a utilização de IA, a implementação de mecanismo de avaliação da rede credenciada pelos participantes, com o objetivo de qualificar a experiência de busca e a possibilidade de busca da rede credenciada por tipo de procedimento.

A rede compartilhada entre a Geap Saúde e a Cassi, por meio de convênio de reciprocidade, completou um ano e hoje já cobre mais de 84 mil vidas (titulares, dependentes e agregados) dos planos nacionais apartamento. No início da parceria, em 1º de dezembro de 2024, a cobertura alcançava os beneficiários do interior das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Com a ampliação, em julho de 2025, o compartilhamento da rede passou a cobriu também o interior das regiões Norte e Sul.

Fonte: GEAP

Candidatos à diretoria da Cassi discutem propostas em debate apoiado pela AGEBB

Publicado em: 12/02/2026

Os três candidatos à Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, Luciana Athaide Brandão Bagno, Fernando Amaral Baptista Filho e Antonio João Furquim Pereira, participaram no último dia 11 de um debate on-line organizado peloConselho de Usuários da Cassi de São Paulo, com apoio da AGEBB. Em pouco mais de duas horas de evento, transmitido pelo YouTube (clique em https://bit.ly/4qkdk1p para assistir), cada um dos candidatos expôs suas ideias e propostas para a entidade.

Cada chapa da diretoria também reúne dois candidatos ao Conselho Deliberativo, com seus respectivos suplentes. As Eleições Economus, que ocorrem entre 13 e 23 de março, ainda vão definir o novo membro do Conselho Fiscal.

A iniciativa teve como objetivo oferecer aos associados um espaço de exposição de propostas e de esclarecimento sobre temas centrais para o futuro da Cassi, contribuindo para um processo eleitoral com mais informações. Além dos candidatos, os representantes dos 27 conselhos de usuários estaduais participaram do evento, que só no primeiro dia teve mais de 1,9 mil visualizações.

O direito de eleger a metade da Diretoria Executiva e os conselhos Deliberativo e Fiscal é uma das grandes conquistas do funcionalismo do Banco do Brasil, uma vez que permite a participação direta dos associados, os verdadeiros donos da Cassi, na gestão e na fiscalização da entidade. Isso garante transparência em todas as instâncias de decisão, mais democracia e defesa dos interesses dos associados na tomada de decisões.

A Cassi é a única entidade de todo o sistema de autogestão em saúde onde os associados conquistaram esse direito.

O debate do dia 11 de fevereiro, que teve como mediador Thiago Eloi Onofre, do Conselho de Usuários de São Paulo, foi transmitido ao vivo pelo YouTube. Não acompanhou? Veja agora mesmo em link https://bit.ly/4qkdk1p.

Fonte: AGEBB

Três chapas se inscreveram para disputar as eleições Cassi 2026, em março

Publicado em: 05/02/2026

Três chapas se inscreveram para disputar a eleição que escolherá o futuro diretor de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi e parte do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal. O prazo para inscrição das chapas terminou às 18h desta segunda-feira 26 e a eleição será realizada entre os dias 13 e 23 de março. O mandato dos eleitos vai de 1º de junho de 2026 a 31 de maio de 2030.

O direito de eleger a metade da Diretoria Executiva e os conselhos Deliberativo e Fiscal é uma das grandes conquistas do funcionalismo do Banco do Brasil, uma vez que permite a participação direta dos associados, os verdadeiros donos da Cassi, na gestão e na fiscalização da entidade. Isso garante transparência em todas as instâncias de decisão, mais democracia e defesa dos interesses dos associados na tomada de decisões.

A Cassi é a única entidade de todo o sistema de autogestão em saúde onde os associados conquistaram esse direito.

A divulgação das chapas aptas à homologação ocorrerá até o dia 28 de janeiro, após a análise dos documentos apresentados e saneamento de eventuais irregularidades. A partir da divulgação das chapas aptas à homologação, ficará aberto o prazo para apresentação de pedido de impugnação de chapa e/ou candidato, conforme Cronograma das Eleições Cassi 2026.

Confira a composição das três chapas inscritas:

▪ Para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo

▪ Para o Conselho Fiscal

Fonte: Associados Cassi

CASSI amplia rede no interior do país em parceria com Unimed

Publicado em:

A CASSI firmou parceria inédita com a Unimed Nacional para ampliar a oferta de rede em cerca de 340 municípios do interior dos 26 estados. Desde o dia 2 de fevereiro, aproximadamente 20 mil participantes CASSI passaram a contar com profissionais e serviços de saúde locais da rede Unimed.

Esta iniciativa se soma às ações de expansão rede de prestadores CASSI iniciada no último ano e que resultou na ampliação de aproximadamente 5 mil especialidades, por meio de mais de 1,8 mil credenciamentos. “Como reforço, para complementar a rede em algumas praças com dificuldade de credenciamento, optamos por contratar a Unimed”, diz o diretor de Planos de saúde e Relacionamento com Clientes, Alberto Júnior. A opção pela cooperativa de médicos está relacionada à maior disponibilidade de rede nos municípios onde o credenciamento não foi possível, explica.

Para enxergar onde havia maior carência de rede e que tipo de especialidade ou serviços eram necessários, a CASSI levou em conta os pedidos de garantia de atendimento abertos pelos participantes nos últimos anos. “Foi o próprio usuário que sinalizou o que era necessário. Se havia muitas garantias de atendimento de endocrinologista em determinada região, por exemplo, fomos atrás desse profissional”, explicou o diretor, que aposta na “percepção de melhora da qualidade assistencial pelos participantes já neste ano”, como reflexo dessa parceria e de outras iniciativas previstas para 2026.

Segundo o diretor, está em andamento também uma parceria semelhante com o Saúde Caixa, dos funcionários da Caixa Federal, para mais um reforço da rede CASSI também em cidades menores. E há ainda outra solução, prevista para ser lançada em março, que levará especialidades também para locais onde há dificuldade de credenciamento. “Nosso foco é ampliar as possibilidades de atendimento aos nossos participantes no interior, pois sabemos das dificuldades nesses locais, embora a CASSI tenha uma das maiores redes do país”, completa.

Acesso à Unimed

Os beneficiados pelo convênio com a Unimed serão contatados diretamente pela CASSI, por email, com as orientações para acessar os serviços. Eles receberão carteirinha Unimed específica, válida para a sua região de abrangência, e contarão ainda com acesso a um aplicativo e a uma central telefônica específicos para suporte e orientações. O convênio é exclusivo para participantes que moram nas cidades abrangidas pela parceria e a cobertura permanece a mesma oferecida pela CASSI.

Fonte: Cassi

Debate on-line, apoiado pela AGEBB, reúne candidatos à diretoria e conselhos da Cassi

Publicado em: 29/01/2026

Os candidatos à Diretoria e aos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Cassi participam, no dia 11 de fevereiro de 2026, a partir das 16h, de um debate transmitido pelo YouTube.

O encontro é uma iniciativa do Conselho de Usuários da Cassi de São Paulo, sob a coordenação do Thiago Eloi Onofre, com apoio da AGEBB.

As três chapas inscritas no pleito já confirmaram presença, e dois candidatos à Diretoria confirmaram a participação direta no debate.

A iniciativa busca oferecer aos associados um espaço de exposição de propostas e de esclarecimento sobre temas centrais para o futuro da Cassi, contribuindo para um processo eleitoral com mais informações.

Representatividade ampliada

Além dos candidatos, os representantes dos 27 conselhos de usuários estaduais confirmaram a participação no evento.

A participação dos conselhos amplia o alcance do evento e reforça a diversidade de perspectivas sobre os desafios da gestão da saúde dos funcionários do Banco do Brasil.

Transmissão e acesso

O debate será transmitido ao vivo pelo YouTube. Para assisti-lo, basta acessar o link: https://bit.ly/4qkdk1p

Saiba quem são os candidatos aos cargos de diretor e conselheiro da Cassi: https://bit.ly/45Yi2e3

A votação ocorrerá entre os dias 13 e 23 de março de 2026, e os eleitos terão mandatos de 1º/6/2026 a 31/5/2030.

Fonte: AGEBB

Família Cassi cresceu: familiares de funcionários e aposentados ganham novos planos

Publicado em: 22/01/2026

A CASSI lançou dois novos planos de saúde para familiares de funcionários e aposentados do Banco do Brasil: o CASSI Família Integral e o CASSI Família Participativo.

Ambos oferecem a mesma cobertura dos planos mais completos da CASSI e acesso a toda a rede credenciada, com quase 30 mil prestadores em todo Brasil. A principal diferença está no valor da mensalidade, que é até 25%* menor do que a do plano CASSI Família II em todas as faixas etárias.

Dessa forma, a CASSI possibilita:

  • A adesão de novos familiares que desejam ter a mesma assistência à saúde de qualidade oferecida aos funcionários e aposentados do BB.
  • O acesso a um plano com cobertura nacional, para aqueles que atualmente possuem planos regionais, com valores mais atraentes.

Os dois planos possuem a mesma cobertura assistencial. A diferença está na cobrança de coparticipação e franquia para internação:

O CASSI Família Integral não tem coparticipação, por isso a mensalidade é maior. Já no Família Participativo é cobrada 30% de coparticipação em consultas, exames e terapias seriadas, exceto os realizados em pacientes internados, e há um valor máximo por procedimento.

Detalhes da coparticipação no Família Participativo: é cobrado um percentual de 30% sobre o valor pago pela CASSI aos credenciados (que é inferior ao atendimento particular.

Clique aqui para conhecer e comparar os novos planos.

A simulação de valores e a solicitação de adesão são simples e podem ser feitas no link acima ou diretamente pela Central 0800 729 0083, exclusiva para os novos planos.

  • Para o Plano CASSI Família Participativo comparado ao CASSI Família II com o reajuste de 2025.
    ** Esse percentual corresponde ao plano CASSI Família II com o reajuste de 2025.

Fonte: Cassi

Diretor da Cassi se reúne com Fenae para abordar negociações em curso

Publicado em: 16/01/2026

O diretor eleito de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Alberto Alves Júnior, reuniu-se dia 30 de dezembro com o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sérgio Takemoto, com a representante eleita dos empregados da Caixa no Conselho de Administração da empresa, Fabiana Uehara, e com o diretor da Contraf-CUT, Rafael de Castro.

Na reunião o diretor esclareceu o histórico e o estágio atual das negociações envolvendo o compartilhamento da rede credenciada.

“Os estudos técnicos e operacionais sobre a proposta já foram concluídos e aprovados na governança da Cassi, restando apenas o posicionamento final da Caixa para a formalização do acordo”, informou Alberto Júnior na reunião. Após o encontro, o presidente da Fenae anunciou que a entidade vai intensificar a pressão sobre a direção da Caixa para que ela acelere a aprovação do convênio.

Takemoto ressaltou que a iniciativa atende a uma reivindicação histórica dos trabalhadores da Caixa e reforçou a necessidade de transparência e agilidade na tomada de decisão. “Os estudos estão prontos, o convênio foi aprovado na Cassi e agora falta apenas a decisão da Caixa. A demora traz prejuízos concretos à assistência e à satisfação dos participantes”, completou.

Além de unificar e ampliar a rede credenciada, especialmente em regiões do interior do país onde há maior dificuldade de acesso a serviços de saúde, o convênio pode trazer impacto direto no bolso dos funcionários do Banco do Brasil e dos empregados da Caixa. Com uma rede mais ampla e integrada, a expectativa é de racionalização de custos, maior eficiência assistencial e redução de gastos tanto para o plano quanto para os participantes dos dois planos de autogestão em saúde.

O tema vem sendo debatido de forma estruturada entre as entidades. No dia 19 de março de 2025, a Cassi recebeu representantes do Saúde Caixa para uma reunião voltada à discussão de cooperação técnica nos processos de gestão de planos de saúde e ao fortalecimento da rede credenciada, com foco especial no atendimento aos bancários no interior do país. O encontro representou um avanço importante no diálogo entre as duas autogestões.

A reunião foi desdobramento de uma agenda iniciada em 2024, quando as maiores autogestões do Brasil passaram a discutir formas de atuação conjunta para enfrentar os desafios da saúde suplementar. O objetivo dessa articulação é melhorar os serviços prestados aos participantes, otimizar recursos e fortalecer a sustentabilidade dos planos de saúde.

Entre os temas tratados como prioritários estão a ampliação da rede assistencial em municípios menores, o compartilhamento de informações e estudos técnicos, além do acompanhamento das discussões junto ao poder público sobre a regulamentação do setor.

Fonte: Associados Cassi

BB apresenta proposta de antecipação de valores aquém das necessidades da Cassi

Publicado em: 08/01/2026

Representantes das entidades que compõe a comissão de negociação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), realizaram, no dia 10 de dezembro, uma reunião com a direção do BB para discutirem soluções ao fortalecimento financeiro da Cassi.

Para reforçar o caixa e o capital regulatório da entidade de assistência, os trabalhadores solicitaram ao banco o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas, referentes aos 12 meses de 2026, já em janeiro.

Os representantes do BB, entretanto, negaram o pedido dos trabalhadores e apresentaram, como contraproposta, apenas a antecipação de três valores do 13º salário, sem nenhum adiantamento das taxas administrativas, com a alegação de que já seria o suficiente para a construção conjunta de uma proposta futura a ser apresentada e aprovada pelo corpo de associados.

A direção da Cassi, por sua vez, apontou que esses valores cobririam o caixa até julho de 2026, prazo que os representantes das entidades têm receio de não ser suficiente para uma proposta de equalização das contas, que demanda medidas complexas.

A coordenadora da mesa de negociação, Fernanda Lopes, lembrou que o objetivo da negociação entre os representantes dos trabalhadores e do banco é encontrar soluções definitivas para o custeio. “O atendimento do pedido, feito pelas entidades sindicais que representamos, daria tranquilidade durante a continuidade da negociação para construir uma solução perene à Cassi”, pontuou.

“Nossa reivindicação permanece, para que, o mais breve possível, a gente alcance uma solução de valorização e fortalecimento de uma das maiores conquistas do funcionalismo do BB, para eles mesmos e seus familiares, que é um plano de saúde acessível e que tem como pilar a solidariedade, com o custeio compartilhado entre os participantes e o patrocinador, que é o Banco do Brasil”, completou.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Pará

Publicado edital e regulamento do Processo Eleitoral da CASSI 2026

Publicado em: 18/12/2025

O Regulamento Eleitoral e o Edital de Convocação das Eleições CASSI 2026 do processo para a escolha de representantes dos associados nos cargos da Diretoria Executiva e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal já foram publicados e encontram-se disponíveis para consulta.

O processo eleitoral será realizado em conformidade com o Estatuto Social da CASSI e com o Regulamento de Consulta ao Corpo Social da CASSI, contemplando o preenchimento dos seguintes cargos, com mandato no período de 1º de junho de 2026 a 31 de maio de 2030:

  • Conselho Deliberativo: 2 (dois) membros titulares e 2 (dois) membros suplentes.
  • Conselho Fiscal: 1 (um) membro titular e 1 (um) membro suplente.
  • Diretoria Executiva: Diretor de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento.

As inscrições das chapas deverão ser realizadas no período de 6 de janeiro de 2026 a 26 de janeiro de 2026, até às 18h (dezoito horas), observado o horário de Brasília (DF).

Para a coordenação e execução do processo eleitoral, foi constituída uma Comissão Eleitoral, composta por 3 (três) associados titulares e 3 (três) associados suplentes, todos em efetivo exercício na CASSI, designados pela Diretoria Executiva, observadas as disposições previstas no Regulamento de Consulta ao Corpo Social da CASSI.

O edital reúne as orientações gerais, os prazos, os requisitos para candidatura, as etapas do processo eleitoral e demais informações necessárias para os interessados em participar ou acompanhar o processo. Já o Regulamento estabelece os procedimentos a serem observados na realização de consultas aos associados da CASSI para eleição de seus representantes no Conselho Deliberativo, no Conselho Fiscal e na Diretoria Executiva.

Dúvidas sobre o processo eleitoral devem ser encaminhadas exclusivamente para o e-mail: comissaoeleitoral2026@cassi.com.br. A partir de 22 de dezembro de 2025, todas as comunicações serão concentradas no hotsite exclusivo do processo eleitoral: https://hotsites.cassi.com.br/eleicoes2026/index.html

Os documentos estão disponíveis para consulta aqui:

Regulamento

Edital de Convocação

Fonte: Cassi

Funcis incorporados do BB podem aderir à Cassi até 16 de fevereiro de 2026

Publicado em: 12/12/2025

Os funcionários do Banco do Brasil, egressos da Nossa Caixa, que têm o interesse em aderir ao Plano de Associados da Cassi podem fazer a solicitação até 16 de fevereiro de 2026 — aqueles que fizerem nesse período estarão dispensados do cumprimento de carências normalmente exigidas para acesso às coberturas assistenciais do plano.

A informação foi divulgada pela própria Cassi, meio do Portal da Transparência. A medida segue o Estatuto da Cassi e o Regulamento do Plano, oferecendo condições especiais de inscrição por tempo limitado.

O prazo de inscrição, que começou em 18 de novembro, tem validade de 90 dias. Após esse prazo, os novos inscritos passarão a cumprir as carências previstas em regulamento, que variam conforme o tipo de serviço ou procedimento de saúde.

A Cassi esclarece ainda que o benefício da isenção de carência se aplica ao ex-funcionário egresso do Banco Nossa Caixa (BNC) contemplado pela decisão judicial. Caso esse profissional venha a se aposentar, ele terá direito à adesão ao Plano Cassi Associados sem necessidade de cumprir carências, desde que a solicitação seja feita em até 90 dias após o desligamento do Banco do Brasil.

A decisão judicial que ampara essa condição permanece válida enquanto vigente, garantindo ao ex-funcionário aposentado o mesmo tratamento concedido aos demais interessados durante o período excepcional.

A orientação é para que as solicitações sejam realizadas pelos canais oficiais de atendimento, evitando o risco de perda do benefício.

Para outras informações, os associados e potenciais novos inscritos podem consultar o regulamento disponível nos canais da Cassi ou entrar em contato com a central de atendimento.

Fonte: AGEBB com Sindicato dos Bancários de Piracicaba

Cassi: BB apresenta proposta de antecipação de valores aquém das necessidades

Publicado em:

O Sindicato dos Bancários de São Paulo juntamente com representantes das entidades que compõe a comissão de negociação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), realizaram, nesta quarta-feira 10 de dezembro, uma reunião com a direção do BB para discutirem soluções ao fortalecimento financeiro da Cassi.

Para reforçar o caixa e o capital regulatório da entidade de assistência, os trabalhadores solicitaram ao banco o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas, referentes aos 12 meses de 2026, já em janeiro.

A direção do BB, entretanto, negou o pedido dos trabalhadores e apresentou, como contraproposta, apenas a antecipação de três valores do 13º salário, sem nenhum adiantamento das taxas administrativas, com a alegação de que já seria o suficiente para a construção conjunta de uma proposta futura a ser apresentada e aprovada pelo corpo de associados.

A direção da Cassi, por sua vez, apontou que esses valores cobririam o caixa até julho de 2026, prazo que os representantes das entidades têm receio de não ser suficiente para uma proposta de equalização das contas, que demanda medidas complexas.

A dirigente sindical e coordenadora da mesa de negociação, Fernanda Lopes, lembrou que o objetivo da negociação entre os representantes dos trabalhadores e do banco é encontrar soluções definitivas para o custeio. “O atendimento do pedido, feito pelas entidades sindicais que representamos, daria tranquilidade durante a continuidade da negociação para construir uma solução perene à Cassi”, pontuou.

“Nossa reivindicação permanece, para que, o mais breve possível, a gente alcance uma solução de valoração e fortalecimento de uma das maiores conquistas do funcionalismo do BB para eles mesmos e seus familiares, que é um plano de saúde acessível e que tem como pilar a solidariedade, com o custeio compartilhado entre os participantes e o patrocinador, que é o Banco do Brasil”, completou.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Cassi sedia encontro regional de autogestões na Paraíba

Publicado em:

A CASSI sediou o encontro regional promovido pela Unidas em João Pessoa (PB), com representantes de 18 filiadas à associação nacional das autogestões. Conduzido pelo presidente da Unidas, Mário Jorge, o evento serviu para a contextualização as associadas em relação ao cenário atual da saúde suplementar, caracterizado por custos assistenciais elevados, envelhecimento acelerado da carteira e pelo aumento das doenças crônicas. Para fazer frente aos desafios, ele reforçou a necessidade de fortalecer a gestão baseada em dados, ampliar a eficiência operacional e aprimorar a jornada assistencial dos beneficiários.

Mário Jorge destacou ainda as possibilidades introduzidas pela revisão da Resolução Normativa 137, aprovada em outubro, que criou oportunidades de ampliação da cooperação entre operadoras. Dentre essas possibilidades estão:

  • Uso do plano de saúde fora da área de abrangência, permitida para até 10% dos beneficiários, não apenas por motivo de trabalho, mas também em casos de aposentadoria, estudo ou saúde.
  • Compartilhamento de rede assistencial com outras operadoras, incluindo as comerciais, desde que haja controle da regulação assistencial e auditoria independente.
  • Ampliação do grupo familiar: permitida a inclusão também de parentes por afinidade até o 4º grau, como bisnetos e cunhados. Antes só permitia adesão de parentes até o 2º grau por afinidade e até o 4º grau por consanguinidade.

“Nenhuma autogestão evolui sozinha. Quando compartilhamos experiências, integramos estratégias e atuamos de forma coordenada, ampliamos nossa capacidade de proteger vidas e de garantir um sistema mais eficiente para todos”. A programação combinou visitas técnicas também a outras filiadas com diferentes perfis no segmento de autogestão na Paraíba.

Fonte: Cassi