Diretor da Cassi se reúne com Fenae para abordar negociações em curso

Publicado em: 16/01/2026

O diretor eleito de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Alberto Alves Júnior, reuniu-se dia 30 de dezembro com o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sérgio Takemoto, com a representante eleita dos empregados da Caixa no Conselho de Administração da empresa, Fabiana Uehara, e com o diretor da Contraf-CUT, Rafael de Castro.

Na reunião o diretor esclareceu o histórico e o estágio atual das negociações envolvendo o compartilhamento da rede credenciada.

“Os estudos técnicos e operacionais sobre a proposta já foram concluídos e aprovados na governança da Cassi, restando apenas o posicionamento final da Caixa para a formalização do acordo”, informou Alberto Júnior na reunião. Após o encontro, o presidente da Fenae anunciou que a entidade vai intensificar a pressão sobre a direção da Caixa para que ela acelere a aprovação do convênio.

Takemoto ressaltou que a iniciativa atende a uma reivindicação histórica dos trabalhadores da Caixa e reforçou a necessidade de transparência e agilidade na tomada de decisão. “Os estudos estão prontos, o convênio foi aprovado na Cassi e agora falta apenas a decisão da Caixa. A demora traz prejuízos concretos à assistência e à satisfação dos participantes”, completou.

Além de unificar e ampliar a rede credenciada, especialmente em regiões do interior do país onde há maior dificuldade de acesso a serviços de saúde, o convênio pode trazer impacto direto no bolso dos funcionários do Banco do Brasil e dos empregados da Caixa. Com uma rede mais ampla e integrada, a expectativa é de racionalização de custos, maior eficiência assistencial e redução de gastos tanto para o plano quanto para os participantes dos dois planos de autogestão em saúde.

O tema vem sendo debatido de forma estruturada entre as entidades. No dia 19 de março de 2025, a Cassi recebeu representantes do Saúde Caixa para uma reunião voltada à discussão de cooperação técnica nos processos de gestão de planos de saúde e ao fortalecimento da rede credenciada, com foco especial no atendimento aos bancários no interior do país. O encontro representou um avanço importante no diálogo entre as duas autogestões.

A reunião foi desdobramento de uma agenda iniciada em 2024, quando as maiores autogestões do Brasil passaram a discutir formas de atuação conjunta para enfrentar os desafios da saúde suplementar. O objetivo dessa articulação é melhorar os serviços prestados aos participantes, otimizar recursos e fortalecer a sustentabilidade dos planos de saúde.

Entre os temas tratados como prioritários estão a ampliação da rede assistencial em municípios menores, o compartilhamento de informações e estudos técnicos, além do acompanhamento das discussões junto ao poder público sobre a regulamentação do setor.

Fonte: Associados Cassi

BB apresenta proposta de antecipação de valores aquém das necessidades da Cassi

Publicado em: 08/01/2026

Representantes das entidades que compõe a comissão de negociação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), realizaram, no dia 10 de dezembro, uma reunião com a direção do BB para discutirem soluções ao fortalecimento financeiro da Cassi.

Para reforçar o caixa e o capital regulatório da entidade de assistência, os trabalhadores solicitaram ao banco o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas, referentes aos 12 meses de 2026, já em janeiro.

Os representantes do BB, entretanto, negaram o pedido dos trabalhadores e apresentaram, como contraproposta, apenas a antecipação de três valores do 13º salário, sem nenhum adiantamento das taxas administrativas, com a alegação de que já seria o suficiente para a construção conjunta de uma proposta futura a ser apresentada e aprovada pelo corpo de associados.

A direção da Cassi, por sua vez, apontou que esses valores cobririam o caixa até julho de 2026, prazo que os representantes das entidades têm receio de não ser suficiente para uma proposta de equalização das contas, que demanda medidas complexas.

A coordenadora da mesa de negociação, Fernanda Lopes, lembrou que o objetivo da negociação entre os representantes dos trabalhadores e do banco é encontrar soluções definitivas para o custeio. “O atendimento do pedido, feito pelas entidades sindicais que representamos, daria tranquilidade durante a continuidade da negociação para construir uma solução perene à Cassi”, pontuou.

“Nossa reivindicação permanece, para que, o mais breve possível, a gente alcance uma solução de valorização e fortalecimento de uma das maiores conquistas do funcionalismo do BB, para eles mesmos e seus familiares, que é um plano de saúde acessível e que tem como pilar a solidariedade, com o custeio compartilhado entre os participantes e o patrocinador, que é o Banco do Brasil”, completou.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Pará

Publicado edital e regulamento do Processo Eleitoral da CASSI 2026

Publicado em: 18/12/2025

O Regulamento Eleitoral e o Edital de Convocação das Eleições CASSI 2026 do processo para a escolha de representantes dos associados nos cargos da Diretoria Executiva e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal já foram publicados e encontram-se disponíveis para consulta.

O processo eleitoral será realizado em conformidade com o Estatuto Social da CASSI e com o Regulamento de Consulta ao Corpo Social da CASSI, contemplando o preenchimento dos seguintes cargos, com mandato no período de 1º de junho de 2026 a 31 de maio de 2030:

  • Conselho Deliberativo: 2 (dois) membros titulares e 2 (dois) membros suplentes.
  • Conselho Fiscal: 1 (um) membro titular e 1 (um) membro suplente.
  • Diretoria Executiva: Diretor de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento.

As inscrições das chapas deverão ser realizadas no período de 6 de janeiro de 2026 a 26 de janeiro de 2026, até às 18h (dezoito horas), observado o horário de Brasília (DF).

Para a coordenação e execução do processo eleitoral, foi constituída uma Comissão Eleitoral, composta por 3 (três) associados titulares e 3 (três) associados suplentes, todos em efetivo exercício na CASSI, designados pela Diretoria Executiva, observadas as disposições previstas no Regulamento de Consulta ao Corpo Social da CASSI.

O edital reúne as orientações gerais, os prazos, os requisitos para candidatura, as etapas do processo eleitoral e demais informações necessárias para os interessados em participar ou acompanhar o processo. Já o Regulamento estabelece os procedimentos a serem observados na realização de consultas aos associados da CASSI para eleição de seus representantes no Conselho Deliberativo, no Conselho Fiscal e na Diretoria Executiva.

Dúvidas sobre o processo eleitoral devem ser encaminhadas exclusivamente para o e-mail: comissaoeleitoral2026@cassi.com.br. A partir de 22 de dezembro de 2025, todas as comunicações serão concentradas no hotsite exclusivo do processo eleitoral: https://hotsites.cassi.com.br/eleicoes2026/index.html

Os documentos estão disponíveis para consulta aqui:

Regulamento

Edital de Convocação

Fonte: Cassi

Funcis incorporados do BB podem aderir à Cassi até 16 de fevereiro de 2026

Publicado em: 12/12/2025

Os funcionários do Banco do Brasil, egressos da Nossa Caixa, que têm o interesse em aderir ao Plano de Associados da Cassi podem fazer a solicitação até 16 de fevereiro de 2026 — aqueles que fizerem nesse período estarão dispensados do cumprimento de carências normalmente exigidas para acesso às coberturas assistenciais do plano.

A informação foi divulgada pela própria Cassi, meio do Portal da Transparência. A medida segue o Estatuto da Cassi e o Regulamento do Plano, oferecendo condições especiais de inscrição por tempo limitado.

O prazo de inscrição, que começou em 18 de novembro, tem validade de 90 dias. Após esse prazo, os novos inscritos passarão a cumprir as carências previstas em regulamento, que variam conforme o tipo de serviço ou procedimento de saúde.

A Cassi esclarece ainda que o benefício da isenção de carência se aplica ao ex-funcionário egresso do Banco Nossa Caixa (BNC) contemplado pela decisão judicial. Caso esse profissional venha a se aposentar, ele terá direito à adesão ao Plano Cassi Associados sem necessidade de cumprir carências, desde que a solicitação seja feita em até 90 dias após o desligamento do Banco do Brasil.

A decisão judicial que ampara essa condição permanece válida enquanto vigente, garantindo ao ex-funcionário aposentado o mesmo tratamento concedido aos demais interessados durante o período excepcional.

A orientação é para que as solicitações sejam realizadas pelos canais oficiais de atendimento, evitando o risco de perda do benefício.

Para outras informações, os associados e potenciais novos inscritos podem consultar o regulamento disponível nos canais da Cassi ou entrar em contato com a central de atendimento.

Fonte: AGEBB com Sindicato dos Bancários de Piracicaba

Cassi: BB apresenta proposta de antecipação de valores aquém das necessidades

Publicado em:

O Sindicato dos Bancários de São Paulo juntamente com representantes das entidades que compõe a comissão de negociação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), realizaram, nesta quarta-feira 10 de dezembro, uma reunião com a direção do BB para discutirem soluções ao fortalecimento financeiro da Cassi.

Para reforçar o caixa e o capital regulatório da entidade de assistência, os trabalhadores solicitaram ao banco o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas, referentes aos 12 meses de 2026, já em janeiro.

A direção do BB, entretanto, negou o pedido dos trabalhadores e apresentou, como contraproposta, apenas a antecipação de três valores do 13º salário, sem nenhum adiantamento das taxas administrativas, com a alegação de que já seria o suficiente para a construção conjunta de uma proposta futura a ser apresentada e aprovada pelo corpo de associados.

A direção da Cassi, por sua vez, apontou que esses valores cobririam o caixa até julho de 2026, prazo que os representantes das entidades têm receio de não ser suficiente para uma proposta de equalização das contas, que demanda medidas complexas.

A dirigente sindical e coordenadora da mesa de negociação, Fernanda Lopes, lembrou que o objetivo da negociação entre os representantes dos trabalhadores e do banco é encontrar soluções definitivas para o custeio. “O atendimento do pedido, feito pelas entidades sindicais que representamos, daria tranquilidade durante a continuidade da negociação para construir uma solução perene à Cassi”, pontuou.

“Nossa reivindicação permanece, para que, o mais breve possível, a gente alcance uma solução de valoração e fortalecimento de uma das maiores conquistas do funcionalismo do BB para eles mesmos e seus familiares, que é um plano de saúde acessível e que tem como pilar a solidariedade, com o custeio compartilhado entre os participantes e o patrocinador, que é o Banco do Brasil”, completou.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Cassi sedia encontro regional de autogestões na Paraíba

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A CASSI sediou o encontro regional promovido pela Unidas em João Pessoa (PB), com representantes de 18 filiadas à associação nacional das autogestões. Conduzido pelo presidente da Unidas, Mário Jorge, o evento serviu para a contextualização as associadas em relação ao cenário atual da saúde suplementar, caracterizado por custos assistenciais elevados, envelhecimento acelerado da carteira e pelo aumento das doenças crônicas. Para fazer frente aos desafios, ele reforçou a necessidade de fortalecer a gestão baseada em dados, ampliar a eficiência operacional e aprimorar a jornada assistencial dos beneficiários.

Mário Jorge destacou ainda as possibilidades introduzidas pela revisão da Resolução Normativa 137, aprovada em outubro, que criou oportunidades de ampliação da cooperação entre operadoras. Dentre essas possibilidades estão:

  • Uso do plano de saúde fora da área de abrangência, permitida para até 10% dos beneficiários, não apenas por motivo de trabalho, mas também em casos de aposentadoria, estudo ou saúde.
  • Compartilhamento de rede assistencial com outras operadoras, incluindo as comerciais, desde que haja controle da regulação assistencial e auditoria independente.
  • Ampliação do grupo familiar: permitida a inclusão também de parentes por afinidade até o 4º grau, como bisnetos e cunhados. Antes só permitia adesão de parentes até o 2º grau por afinidade e até o 4º grau por consanguinidade.

“Nenhuma autogestão evolui sozinha. Quando compartilhamos experiências, integramos estratégias e atuamos de forma coordenada, ampliamos nossa capacidade de proteger vidas e de garantir um sistema mais eficiente para todos”. A programação combinou visitas técnicas também a outras filiadas com diferentes perfis no segmento de autogestão na Paraíba.

Fonte: Cassi

Sindicato cobra avanços e pede medidas emergenciais para garantir fôlego financeiro à Cassi

Publicado em: 04/12/2025

No dia 27 de novembro, os representantes do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e das entidades que compõem a comissão de negociação da Cassi reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, assessorados por profissionais da Caixa de Assistência, para preparar a reunião agendada com o Banco do Brasil para o período da tarde.

Diante do longo tempo decorrido desde o início das negociações e da necessidade de garantir segurança financeira para que a Cassi honre seus compromissos com os prestadores, as entidades definiram solicitar ao banco o adiantamento de 10 anos do 13º salário, medida que reforçaria o caixa da instituição. Para fortalecer o capital regulatório, também será solicitado que o banco antecipe o valor das despesas administrativas referentes a 12 meses.

No período da tarde, foi instalada a mesa de negociação. No entanto, os negociadores do BB não apresentaram qualquer proposta ou novidade relacionada ao custeio da Cassi, alegando que os resultados apresentados e a conjuntura enfrentada no momento dificultam a formulação de alternativas.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, reforçou o compromisso da representação dos funcionários em construir uma solução perene e sustentável para o custeio da Cassi. “Diante das justificativas apresentadas pelo banco, reiteramos a reivindicação do adiantamento de 10 valores do 13º salário e da antecipação da taxa administrativa referente ao ano de 2026 já para janeiro, como forma de ampliar a margem financeira da entidade”, informou.

Fernanda lembrou ainda que o objetivo central é viabilizar uma proposta responsável para o funcionalismo, e que, portanto, as conversações precisam ser mantidas, com foco na busca de uma solução efetiva.

Segundo Antônio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, o banco ainda não apresentou uma proposta que caminhe no sentido de fortalecer a sustentabilidade e o modelo de custeio solidário para a Cassi.

“Para o movimento sindical, o banco é responsável pelo custeio da nossa caixa de assistência e deve honrar também com o compromisso firmado com os trabalhadores oriundos dos bancos incorporados. À medida que o tempo passa, o déficit só piora e temos que discutir medidas urgentes que preservem nossa caixa de assistência. Seguimos na luta por um modelo de custeio que garanta qualidade de vida com um custo acessível para os funcionários”, conclui Netto.

Os negociadores do banco concordaram com a continuidade das discussões e se comprometeram a encaminhar as solicitações às instâncias decisórias, retornando com a maior brevidade possível com uma resposta.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil anuncia mudanças nas regras de adesão à Cassi

Publicado em:

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI) divulgou, novas orientações destinadas aos interessados em aderir ao Plano de Associados. A medida segue o Estatuto da CASSI e o Regulamento do Plano, oferecendo condições especiais de inscrição por tempo limitado.

De acordo com o comunicado, todos os interessados que solicitarem a inscrição na CASSI no prazo de até 90 dias, contados a parti de 18 de novembro de até 16 de fevereiro de 2026 — estarão dispensados do cumprimento dos períodos de carência normalmente exigidos para acesso às coberturas assistenciais do plano.

Após esse prazo, os novos inscritos passarão a cumprir as carências previstas em regulamento, que variam conforme o tipo de serviço ou procedimento de saúde.

A CASSI esclarece ainda que o benefício da isenção de carência também se aplica ao ex-funcionário egresso do Banco Nossa Caixa (BNC) contemplado pela decisão judicial vigente. Caso esse profissional venha a se aposentar, ele terá direito à adesão ao Plano Cassi Associados sem necessidade de cumprir carências, desde que a solicitação seja feita em até 90 dias após o desligamento do Banco do Brasil.

A decisão judicial que ampara essa condição permanece válida enquanto vigente, garantindo ao ex-funcionário aposentado o mesmo tratamento concedido aos demais interessados durante o período excepcional.

Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e região, Lucas Passos de Lima, “É muito importante que todos os colegas fiquem atentos a essa oportunidade anunciada pela CASSI. Por isso, reforço: é essencial respeitar os prazos. Para evitar qualquer contratempo, orientamos que todas as solicitações sejam feitas pelos canais oficiais de atendimento da CASSI, além disso, o SindBan está à disposição para esclarecimento de dúvidas e todo suporte que os bancários e bancárias precisem neste momento”, declara.

A CASSI reforça que os interessados devem observar rigorosamente os prazos estabelecidos para garantir o direito à isenção de carência. A instituição orienta que as solicitações sejam realizadas pelos canais oficiais de atendimento, evitando o risco de perda do benefício.

Para outras informações, os associados e potenciais novos inscritos podem consultar o regulamento disponível nos canais da CASSI ou entrar em contato com a central de atendimento.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Piracicaba

Conquista dos trabalhadores, nova CliniCassi na Paulista será inaugurada neste ano

Publicado em: 27/11/2025

Na manhã do dia 19 de novembro, a futura CliniCassi Avenida Paulista recebeu a visita do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Os dirigentes sindicais Diego Carvalho e Ana Beatriz Garbelini participaram de uma visita técnica realizada pelos membros do Conselho de Usuários de São Paulo.

A nova clínica tem estruturas modernas e oferecerá atendimento em diferentes especialidades médicas. De acordo com a Cassi, a inauguração deve ocorrer ainda em 2025.

“A nova CliniCassi em plena Avenida Paulista é uma vitória das reivindicações dos funcionários do Banco do Brasil e da ação do Sindicato cobrando e negociando com a direção da Cassi instalações mais modernas, de fácil localização, para atender cada vez melhor os participantes da Cassi”, afirmou a dirigente Ana Beatriz Garbelini, que também é Conselheira Deliberativa da Cassi.

“Com uma ampla quantidade de procedimentos prestados ao participante, nos mesmos moldes da CliniCassi Jabaquara, essa será uma excelente opção de primeiro atendimento sem a necessidade de recorrer a hospitais”, completou Ana Beatriz.

Diego Carvalho avaliou positivamente a nova estrutura e os atendimentos disponibilizados. O dirigente é membro do Conselho de Usuários da Cassi São Paulo e ressaltou a praticidade que a clínica trará.

“A amplitude dos serviços encontrados na CliniCassi Avenida Paulista vem ao encontro das melhores práticas, como a Estratégia de Saúde da Família (ESF) e a Atenção Primária à Saúde (APS), com acompanhamento médico de perto e especialidades que evitem a ida a hospitais, reduzindo custos ao mesmo tempo em que atende melhor os participantes da Cassi”, pontuou.

Benefícios para os participantes

A nova CliniCassi está localizada na Avenida Paulista, próximo ao metrô Brigadeiro. O horário de atendimento será de segunda a sexta, das 8h às 18h.

O foco será em atendimento primário. Entretanto, se necessário, o usuário também poderá contar com cardiologista, pediatra, psiquiatra, clínico geral e médico do trabalho. Além disso, a clínica oferecerá:

  • Acompanhamento pré-natal
  • Atendimento de quadros agudos, como síndromes gripais e gastroenterites
  • Atendimento de Saúde Ocupacional (Exames periódicos, de retorno ao trabalho, demissional e admissional)
  • Inserção e remoção de Implanon
  • Avaliação cardiológica pré-operatória
  • Avaliação multidimensional da pessoa idosa
  • Coleta para Papanicolau
  • Inserção e remoção de DIU
  • Lavagem de ouvido e remoção de cerume
  • Eletrocardiograma
  • Curativos
  • Administração de medicamentos
  • Pequenos procedimentos cirúrgicos/dermatológicos
  • Incisão e drenagem de abcessos
  • Avaliação do pé diabético

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Funcionários BB de todo o país visitam a sede da Cassi em Brasília

Publicado em: 06/11/2025

A presença de 110 funcionários do Banco do Brasil, de todas as regiões do Brasil, movimentou a Sede da CASSI nesta quarta-feira. Eles estavam em Brasília para o 4º Fórum de Diversidade, Equidade, Inclusão e Experiência do Funcionário (DE&I e Ex) do BB, que iniciou dia 27 de outubro e teve o último dia dedicado à CASSI. Na visita, o grupo assistiu a apresentações sobre as estratégias atuais para garantir assistência à saúde de qualidade e as inovações do plano que refletem na melhoria dos serviços.

O presidente, Claudio Said, mostrou a visão gerencial do plano que, cuidando de 922 mil vidas, tem o menor ticket médio per capita (soma das contribuições pessoal e patronal por pessoa), R$ 839 em relação a outros planos de autogestão com abrangência nacional, como os planos dos funcionários da Caixa, do Itaú e da Petrobrás, e o menor custo, R$ 880, em relação aos planos de mercado similares.

A composição da rede credenciada, que é a com maior capilaridade do país, com 28 mil prestadores e reforço de 1,1 mil novos credenciamentos só neste ano, os investimentos ampliação e modernização das CliniCASSI também foram destacados na apresentação. Os funcionários BB ainda conheceram formas de aplicação de inteligência artificial para conferir maior agilidade nas autorizações e segurança aos participantes e à própria CASSI. E ainda viram resultados dos investimentos no estudo populacional, não apenas para conhecer melhor as necessidades de saúde dos participantes, mas também para identificar antecipadamente risco do desenvolvimento de doenças crônicas evitáveis, para oferecer ações que evitem ou reduzam agravos.

“O cuidado começa com você, com cada participante, que é o principal agente promotor de saúde. E existimos para dar suporte a esse cuidado”, disse Said, acrescentando que a ampliação dos serviços nas CliniCASSI que favorecem as ações de prevenção.

Fonte: Cassi

Cassi se reúne com Unidas e entidades dos funcionários BB

Publicado em: 23/10/2025

O presidente da CASSI, Claudio Said, conselheiros deliberativos e lideranças de entidades representativas dos funcionários e aposentados do Banco do Brasil se reuniram na sede da Unidas Autogestão em Saúde, em São Paulo, nesta semana. Dentre os temas, a revisão da regulamentação das operadoras de autogestão, que está em fase de consulta pública, os critérios da cobertura extra-Rol estabelecida pelo STF e impactos da reforma tributária para os planos.

A importância do envolvimento das entidades que representam os associados nos debates sobre esses temas e em conjunto com suas respectivas autogestões foi destacada pelo presidente da Unidas, Mário Jorge, reforçando o papel da instituição como articuladora do setor.

A reunião técnica contou ainda com a participação da Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil (AAFBB), da Associações de Funcionários Aposentados do Banco do Brasil (AFABB), da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) e da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB) e entre os encaminhamentos foi acordada a manutenção de uma agenda técnica permanente.

Fonte: Cassi

Cassi faz acordo sobre cobrança de contribuições em reclamatórias trabalhistas

Publicado em: 02/10/2025

A CASSI e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) firmaram no dia 30 de setembro um acordo para encerrar a ação civil pública que questionava a forma de recolhimento de contribuições pessoais devidas à Caixa de Assistência, referentes a verbas remuneratórias recebidas em reclamatórias e acordos trabalhistas, judiciais e extrajudiciais.

Em primeira instância, a Justiça reconheceu a legitimidade da cobrança pela CASSI, mas determinou regras para assegurar transparência, como a apresentação detalhada do cálculo do valor devido a cada associado, a exclusão de juros de mora e a proibição de cancelamento ou suspensão de planos de saúde em razão da inadimplência, até que o associado tivesse oportunidade de contestar os valores ou aderir às formas de pagamento.

As partes recorreram, mas optaram por construir uma proposta conciliatória e encerrar o processo. “Chegamos a um ponto de equilíbrio, entendendo que a possibilidade de cobrança é inquestionável e a questão da prescrição foi superada, mas, de forma correta, a Contraf se preocupava com a capacidade de pagamento pelos associados”, explicou o diretor executivo de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Fernando Amaral.

Para o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga, manter o canal de diálogo aberto com a diretoria executiva da CASSI foi fundamental para o entendimento e acordo. “É muito importante este tipo de negociação, pois afasta uma possível decisão judicial. A solução negociada sempre é melhor do que uma imposição da Justiça. E o canal aberto de negociação com a CASSI foi importante para a gente colocar nosso ponto de vista e conseguir pactuar uma nova proposta que observa o limite de comprometimento da renda e dá aos colegas uma nova oportunidade de realizar o pagamento das contribuições”, afirmou.

Para o presidente da CASSI, Cláudio Said, “esse momento representa a essência do funcionalismo do Banco do Brasil e do setor bancário como um todo: a unidade e a convivência colaborativa entre as entidades. CASSI e Contraf compartilham o mesmo propósito e lutam a mesma luta.”

O acordo estabelece condições específicas para a regularização das contribuições devidas. A proposta foi apresentada e já homologada pela Justiça. A CASSI divulgará e disponibilizará as condições pactuadas nos próximos dias. Os canais de atendimento permanecem à disposição dos associados com o 0800 exclusivo para o tema: 0800 729 0085.

Fonte: Cassi

Cassi apresenta modelo de cuidado a parlamentares com história no BB

Publicado em:

A CASSI recebeu no dia 24 de setembro, a visita de deputados federais com forte relação com o maior plano de autogestão do país, Reimont Luiz Otoni (PT-RJ) e Tadeu Veneri (PT-PR). Na apresentação aos parlamentares, o presidente da CASSI, Claudio Said, destacou a abrangência do plano, disponível para 922 mil pessoas, somando 575 mil participantes diretos e os beneficiários de outras 30 operadoras de autogestão atendidos por meio de convênios de reciprocidade.

Said mostrou a estrutura de atendimento, com 28 mil credenciados – a maior rede do país -, Telessaúde 24 horas e 63 serviços próprios que estão sendo ampliados e recebendo melhorias para levar a atenção primária à saúde a 100% dos participantes. “Investimos onde importa e nosso propósito é inegociável: promover a saúde do participante em todas as fases da sua vida. Não há outra finalidade que não seja essa”, reforçou Said. O resultado dos investimentos em estudos populacionais recentes também foi apresentado aos parlamentares, como recurso que tem permitido identificar, por meio de inteligência artificial, as doenças recorrentes e a predisposição de adoecimento futuro nos participantes. Essas pessoas passam a ser acompanhadas para evitar o desenvolvimento ou agravamento das doenças, explicou.

“A CASSI não é somente um patrimônio dos funcionários e aposentados do Banco do Brasil, mas da sociedade. Dá um aporte de grande estabilidade e confiança para os trabalhadores e, diferentemente dos planos que visam lucro, ela visa o bem dos funcionários e por isso é extremamente necessária”, disse o deputado paranaense, Tadeu Veneri, aposentado do BB e que contou com a CASSI para cuidar da sua saúde e dos quatro filhos, nascidos todos com a cobertura do plano. “A CASSI foi a principal referência para mim e para a minha família, sempre espaço de acolhimento, que nos deu a segurança de ter atendimento quando precisávamos. E segue sendo a melhor âncora para os trabalhadores do Banco do Brasil, uma certeza de que terão assistência médica quando necessário.”

O deputado Reimont, também aposentado do BB e associado à CASSI, destacou a importância da Instituição para o país como promotora de saúde. “A grandiosidade dessa empresa está na perspectiva da prevenção com que atua, pois esse é o caminho”, disse. Ele também falou da necessidade de aumentar a sensibilização do parlamento para a realidade das autogestões. “A autogestão é solução para a saúde e confirmamos, nessa apresentação, a competência da gestão deste que é um plano de vida, mais do que um plano de saúde.”

A presidente do Conselho Deliberativo da CASSI, Graça Machado, defendeu a valorização da Instituição também pelo seu modelo solidário. “A CASSI é um plano de saúde solidário. É uma gestão participativa. É uma gestão de empregados e patrocinador, compartilhada, que precisa ser defendida por quem defende a democracia. Nosso plano de saúde é, sem dúvida, o melhor plano de saúde do Brasil”

Participaram do encontro os diretores da CASSI, Alberto Júnior, Fernando Amaral e Hugo Pena Brandão, André Machado, gerente executivo de Relações Institucionais do Banco do Brasil. A Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e dos Beneficiários da Saúde Suplementar (Anapar) também foi convidada e esteve representada por Marcel Barros, presidente da associação. Após a apresentação, na Sede da CASSI, os visitantes conheceram a CliniCASSI Brasília, referência para atendimento dos participantes na Capital Federal.

Fonte: Cassi

Previ inaugura piloto de atendimento por vídeo na CliniCassi, em Brasília

Publicado em: 11/09/2025

A Previ lançou, no dia 28 de agosto, um projeto para estar mais próxima de seus associados. Alinhada ao direcionador estratégico “Fortalecer o senso de pertencimento, proximidade e espírito associativo”, a Entidade inaugurou um posto de atendimento por vídeo dentro da CliniCassi, em Brasília. A iniciativa é um projeto-piloto, que busca ampliar os canais de relacionamento com os associados, garantindo um atendimento acolhedor, humano e eficiente, independentemente da distância.

Os associados agora podem contar com um espaço exclusivo na CliniCassi Brasília para serem atendidos de forma personalizada por um funcionário da Previ. O ambiente garante privacidade. A experiência de atendimento por vídeo é semelhante à de uma visita presencial: basta entrar na sala de atendimento, acessar o computador disponível e conversar com um atendente da Previ.

“Conseguimos juntar o calor do presencial com a facilidade do digital, em ambiente seguro para troca de informações dos nossos beneficiários”, diz a diretora de Planejamento da Previ, Paula Goto.

A CliniCassi Brasília foi escolhida como ponto de partida porque a unidade possui instalações modernas, está em uma região central da cidade e registra alta demanda de atendimento de associados, especialmente aposentados e pensionistas. Se os resultados forem positivos, a iniciativa poderá ser expandida, futuramente, para outras unidades. “Começamos pela Sede, em Brasília, que é algo simbólico, e pretendemos levar essa experiência para outras cidades como aprofundamento da sinergia entre as duas instituições e da transformação digital da Previ”, reforça a diretora.

No início das atividades, o local recebeu a visita da Diretoria da Cassi, dos representantes da Previ e da Anabb.

Fonte: Previ

Cassi: lideranças e BB voltam às negociações para custeio do Plano Associados

Publicado em:

No dia 28 de agosto, as entidades representativas do funcionalismo (Contraf, Contec, Anabb, Afabb e FAABB) e membros da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), assessoradas pelos eleitos da Cassi, se reuniram na sede da Anabb em preparação para a rodada de negociação a ser realizada no mesmo dia com o BB para tratar do custeio da Cassi.

Os membros da Comissão de Negociação concluíram que deve ser buscada a paridade contributiva de 70% para o patrocinador e 30% para os associados, conforme preconiza a Resolução CGPAR 52 e que deve ser enfatizado a manutenção da solidariedade no custeio, uma vez que a tese apresentada pelo banco na rodada anterior tratou de uma tabela por faixas etárias.

No período da tarde foi instalada mesa de negociação com as representações do banco e do funcionalismo.

Os negociadores do banco insistiram num “modelo híbrido” que considera manter os atuais percentuais de contribuição sobre a remuneração mais uma parcela vinculada à uma tabela de despesas assistenciais do plano associados disposta por faixas etárias.

A representação dos funcionários argumentou que o banco pode utilizar o formato que desejar para definir seu montante de até 70% do custeio, mas os associados não aceitam quebrar a solidariedade do plano de custeio. Considerando o valor que será destinado ao corpo social, definimos a forma de rateio mantendo as premissas da solidariedade.

pós esclarecimentos quanto aos números apresentados e debates sobre a proposta e possíveis desdobramentos, a comissão de negociação das entidades solicitou um tempo para avaliar a proposta e desenvolver uma contraproposta.

Tão logo esse estudo esteja pronto, a comissão voltará a se reunir e nova rodada de negociações será agendada.

Fonte: Contraf-CUT

Cassi: Justiça diz ser legal cobrança de contribuições sobre reclamatórias trabalhistas

Publicado em: 28/08/2025

No dia 19 de agosto, o juiz da 16ª Vara do Trabalho de Manaus julgou improcedente o pedido do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários no Estado do Amazonas, que buscava a suspensão da cobrança das contribuições devidas por funcionários e ex-funcionários decorrentes de processos trabalhistas, acordos judiciais/extrajudiciais (CCV e CCP).

Na decisão, a justiça se manifestou pela “legitimidade da cobrança das contribuições pessoais sobre verbas remuneratórias recebidas em ações trabalhistas e acordos extrajudiciais”.

O magistrado acrescentou ainda que “não se mostra razoável afastar a responsabilidade dos associados pelo pagamento das contribuições pessoais, sob pena de comprometer o equilíbrio financeiro da CASSI e violar o princípio do mutualismo que rege os planos de saúde de autogestão”. Afirmou ainda que o pagamento constitui “obrigação contratual assumida pelos associados perante a CASSI”, uma vez que está prevista no Estatuto Social da Instituição.

Responsabilidade pela contribuição pessoal

“A contribuição pessoal à CASSI não é um encargo do empregador transferido ao empregado, mas uma obrigação própria do associado, prevista no Estatuto e Regulamento da entidade, que compõe o custeio do plano de saúde de autogestão”, registra o juiz.

Transparência

A decisão esclarece que a CASSI demonstrou ter disponibilizado “informações claras e acessíveis sobre as cobranças, por meio de seu site oficial, canais de atendimento exclusivos e comunicados individualizados”, permitindo que os associados compreendessem seus direitos e obrigações em relação à cobrança.

A adesão ao pagamento por parte de 23 mil associados, que corresponde a aproximadamente 60% dos alcançados pela cobrança de contribuições, segundo o juiz, “indica que as informações foram suficientemente claras e as condições oferecidas razoáveis”. Em dados atualizados, o número de adesões ao pagamento ultrapassa 24,5 mil.

A decisão do juiz da 16ª Vara do Trabalho de Manaus fortalece a segurança jurídica da CASSI, valida a política de regularização adotada e contribui diretamente para a sustentabilidade financeira do plano, garantindo a continuidade da assistência à saúde dos associados. A CASSI reafirma seu compromisso com a ética, a transparência e a responsabilidade na gestão dos recursos do Plano de Associados.

Vencimento

O prazo para adesão ao pagamento das contribuições pessoais, com as condições facilidades oferecidas pela CASSI, encerrou-se em 31 de julho. Entretanto, na Plataforma Digital da CASSI, os associados poderão regularizar suas contribuições pendentes, mais já com a incidência de multa e juros decorrentes do atraso no pagamento, conforme previsto no Estatuto Social e no Regulamento do Plano de Associados (RPA).

Fonte: Cassi

BB e entidades mantêm diálogo para soluções sustentáveis da Cassi

Publicado em: 21/08/2025

A quinta mesa de negociação entre o Banco do Brasil, as entidades representativas dos funcionários e aposentados e a diretoria da CASSI foi realizada na sexta-feira, 15. O encontro manteve o foco na construção conjunta de alternativas que assegurem a perenidade do Plano de Associados da CASSI, reafirmando o compromisso das partes com o diálogo aberto, responsável e transparente.

O encontro foi marcado pela continuidade do diálogo construtivo e pelo compromisso mútuo de buscar soluções que considerem tanto a sustentabilidade financeira quanto a qualidade assistencial do Plano. Representantes das entidades destacaram a importância de avaliar detalhadamente os cenários apresentados, considerando os reflexos de longo prazo para os associados.

Análise técnica e responsabilidade coletiva

A mesa reforçou a necessidade de uma análise técnica criteriosa, que considere não apenas os aspectos financeiros imediatos, mas também a sustentabilidade do modelo de autogestão nos médio e longo prazos.

Durante os debates, foram debatidas alternativas para a construção de um modelo de custeio mais sustentável. Além disso foram reafirmados os princípios da corresponsabilidade e do uso consciente do Plano, elementos fundamentais para a manutenção de uma assistência abrangente e acessível. A CASSI continua investindo em atenção primária, com mais de 680 mil atendimentos nas CliniCASSI em 2024, e mantém em andamento uma análise de modelos de custeio pelo time técnico da instituição, buscando as melhores formas de aprimorar a gestão e sustentabilidade do Plano.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes,destacou que o modelo precisa preservar a justiça e a solidariedade. “Defendemos a construção de um modelo que garanta sustentabilidade para a Cassi, mas não aceitaremos soluções que quebrem o princípio da solidariedade ou que onerem excessivamente os trabalhadores. A proporção 70%/30% entre Banco e funcionários é essencial para manter o equilíbrio e assegurar o acesso à saúde de qualidade. Também exigimos que haja cobertura para os egressos dos bancos incorporados e uma solução definitiva para os admitidos após 2018, que hoje estão sem perspectiva de assistência no pós-laboral”, afirmou.

Os representantes dos funcionários reforçaram que a solução para garantir o atendimento aos egressos não pode recair sobre o plano associados, bem como insistiram na necessidade de avançar na inclusão dos admitidos a partir de 2018, que atualmente não têm cobertura de saúde no período pós-laboral.

Compromisso com a transparência

O Banco do Brasil reafirmou seu compromisso com a saúde dos funcionários e com a construção de uma solução viável e transparente. Da mesma forma, as entidades representativas demonstraram abertura ao diálogo e disposição para trabalhar conjuntamente na busca pela melhor alternativa para todos os envolvidos.

A diretoria da CASSI manteve sua equipe técnica à disposição para apoiar as análises necessárias e fornecer todas as informações solicitadas pelas partes, garantindo que as decisões sejam baseadas em dados confiáveis e projeções consistentes.

Transparência e acesso às informações

Acompanhar as negociações e se informar por fontes oficiais é fundamental. A CASSI mantém um compromisso com a transparência e atualizações constantes. Para isso, é importante que os funcionários acompanhem os canais da CASSI, que trazem informações relevantes sobre prevenção, cobertura, serviços e atualizações da mesa de negociação.

Participaram da mesa funcionários do BB – Dipes e UPE, além de representantes da CASSI e as entidades representativas dos funcionários: AAFBB, ANABB, FAABB, Contec e Contraf. As negociações seguem e a próxima mesa está agendada para o dia 28 de agosto. Novas atualizações serão divulgadas aqui no site bem como nos portais das entidades. Acompanhe os canais oficiais e participe desse momento decisivo para o futuro da nossa assistência à saúde.

A próxima rodada de negociações foi agendada para o dia 28 de agosto, às 14h30.

Fonte: Cassi com Contraf-CUT

Funcionários do BB rejeitam proposta que aumenta contribuição à Cassi

Publicado em: 18/07/2025

A Comissão de Negociação das Entidades Representativas dos Funcionários do Banco do Brasil se reuniu na manhã do dia 11 de julho, na sede da ANABB, para alinhar estratégias e preparar a participação na rodada de negociação com a direção do banco, ocorrida no período da tarde, com foco na sustentabilidade da Cassi.

Durante a reunião com o Banco do Brasil, os representantes da instituição apresentaram uma proposta que altera significativamente a forma de custeio do plano de saúde. O BB indicou a necessidade de manter a proporção de contribuição entre banco e funcionários próxima dos atuais 52% e 48%, propondo um novo patamar de 53% para o banco e 47% para os associados. No entanto, para alcançar esse equilíbrio, sugeriu aumentar a contribuição mensal dos funcionários de 4% para 5,5%.

Além disso, o banco propôs elevar o percentual de contribuição sobre o primeiro dependente para 3%, tanto para funcionários da ativa quanto para aposentados. Atualmente, os da ativa contribuem com 1% e os aposentados com 2%. Outra mudança apresentada foi o fim dos limites por grupo familiar e por dependente.

A proposta foi rejeitada em mesa pela Comissão de Negociação dos Funcionários. Segundo Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão, houve consenso entre todas as entidades representadas sobre o caráter excessivamente oneroso da proposta. “O reajuste proposto impactaria severamente o orçamento das famílias dos associados. Por isso, não há condições de aceitá-lo nos termos apresentados”, afirmou.

A Comissão também pontuou que é necessário encontrar alternativas que não se baseiem exclusivamente em percentuais sobre a remuneração dos trabalhadores, uma vez que os salários não acompanham a escalada da inflação médica.

Os representantes do banco se comprometeram a estudar outras possibilidades e uma nova rodada de negociação foi agendada para o dia 13 de agosto.

Fonte: Contraf-CUT

Em votação histórica, associados da Cassi aprovam o Relatório 2024

Publicado em: 30/05/2025

Na votação com maior participação de votantes dos últimos cinco anos, o Relatório 2024 foi aprovado na segunda-feira, 26 de maio, com 80,5% dos votos válidos favoráveis.

Dos 70.030 votantes, dos quais 49.395 válidos (excluídos brancos e nulos) 39.773 responderam “SIM”, afirmando que o documento traduz a realidade da caixa de Assistência no último ano, no que diz respeito à atuação financeira e às ações de gestão.

Veja na tabela a seguir mais detalhes sobre a votação, iniciada dia 15 de maio.


OPÇÕES DE VOTO
SIM
39.773 votos
NÃO 9.622 votos
BRANCOS 9.527 votos
NULOS 11.108 votos
TOTAL 70.030 votos

TRANSPARÊNCIA

Nos meses de abril e maio, os diretores da CASSI fizeram 12 apresentações presenciais nas capitais com maior concentração de associados, para detalhar os resultados e esclarecer dúvidas. Duas transmissões online – no início e final da jornada de apresentações, abertas a todo corpo social, e reuniões com entidades representativas dos funcionários e aposentados do BB e lideranças dos Conselhos de Usuários da CASSI completaram a programação. Com isso, a CASSI busca favorecer o acesso dos associados aos dados da Instituição e gerar transparência sobre a gestão dos recursos e permite o acompanhamento da situação econômico-financeira.

O documento foi amplamente divulgado aos associados por email, whatsapp aplicativo e site CASSI, além de compartilhamento nas redes sociais da Instituição e por meio das entidades representativas dos associados. Acesse aqui.

O relatório anual da CASSI é um instrumento de prestação de contas ao corpo social, previsto no Estatuto da Caixa de Assistência, e enviado à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), regulador das operadoras de saúde. Antes da divulgação, as informações são analisadas pelos Conselhos Deliberativo e Fiscal da CASSI, compostos por representantes dos associados e do Banco do Brasil, e por autor independente. O documento só é publicado mediante parecer favorável dessas instâncias, atestando que os dados correspondem à realidade da Instituição.

Ao longo do ano, os resultados podem ser acompanhados mensalmente por meio do Visão CASSI, uma publicação com dados econômico-financeiros, relatórios de gestão que incluem dos da população e uso dos serviços, e ainda uma análise gerencia que explica o cenário do período.

Fonte: Cassi

Justiça acata parcialmente ação da Contraf-CUT contra Cassi sobre contribuições

Publicado em: 22/05/2025

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) obteve decisão parcialmente favorável em ação civil pública movida contra a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A ação teve como objetivo suspender e estabelecer regras para as cobranças feitas pela Cassi aos associados, referentes a valores recebidos em ações trabalhistas e acordos firmados nas Comissões de Conciliação Voluntária (CCV) ou de Conciliação Prévia (CCP), entre julho de 2010 e setembro de 2023.

A sentença, proferida pela Justiça do Trabalho, rejeitou as preliminares apresentadas pela Cassi e julgou parcialmente procedentes os pedidos da Contraf-CUT. A decisão estabelece que a cobrança das contribuições é legítima apenas sobre verbas de natureza estritamente salarial, mas impõe uma série de condições que devem ser respeitadas antes da cobrança. Entre os principais pontos da decisão, destacam-se:

A) Proibição da cobrança de juros de mora e de correção monetária retroativa;
B) Obrigatoriedade de apresentação, pela Cassi, de memória de cálculo detalhada, individualizada e com antecedência, contendo:
I) Identificação do processo ou acordo que originou a verba;
II) Data do recebimento
III) Discriminação das verbas recebidas (salariais ou indenizatórias);
IV) Base de cálculo;
V) Percentual aplicado;
VI) Valor histórico da contribuição devida;
C) Proibição de cancelamento ou suspensão dos planos de saúde dos associados ou de seus dependentes em razão do não pagamento dessas contribuições, até que todas as exigências acima sejam cumpridas;
D) Garantia do direito ao contraditório, assegurando aos associados a possibilidade de contestar os valores cobrados e de optar por formas de pagamento ou parcelamento adequadas às novas regras.

A ação foi motivada pelas cobranças iniciadas pela Cassi de forma automática, sem negociação prévia, sobre valores que o Banco do Brasil, à época, não repassou nem descontou corretamente dos trabalhadores.

Para o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., a decisão representa um reconhecimento, ainda que parcial, da responsabilidade da Cassi e do banco nessa situação. “A Contraf-CUT obteve essa importante vitória na Justiça, reconhecendo, ainda que parcialmente, a nossa tese de que o bancário e a bancária não podem ser responsabilizados pela omissão dolosa do Banco do Brasil e da Cassi na retenção dos valores de contribuição. Ganhamos na primeira instância, mas não temos nada a comemorar. Essa situação deveria ter sido resolvida em mesa de negociação. Infelizmente, a Cassi preferiu não escutar a representação dos funcionários pela Contraf-CUT, que clamava por uma solução negociada”, afirmou Tabatinga.

Fonte: Contraf-CUT

Associados da Cassi votam Relatório Anual de 2024 até o dia 26

Publicado em: 15/05/2025

Os associados da Cassi têm até o dia 26 de maio para votar no Relatório Anual de 2024, documento que apresenta os resultados econômico-financeiros e as principais ações da governança da Caixa de Assistência no último ano. A votação poderá ser realizada por meio do App Cassi, do site da entidade, nos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil e no SISBB — este último, exclusivo para associados da ativa. Dúvidas sobre o conteúdo podem ser encaminhadas para o e-mail relatorioanual@cassi.com.br.

Entre os destaques do documento está o aumento de 32,5% no número de consultas realizadas nas CliniCASSI em 2024. De acordo com a diretoria da Cassi, o crescimento é resultado direto das melhorias promovidas na rede própria da Caixa de Assistência, como a ampliação, reformulação e relocalização de seis unidades, além da ampliação da oferta de especialidades médicas e do número de procedimentos realizados. A expectativa é de que oito novas CliniCASSI sejam entregues aos associados em 2025.

Outro avanço importante apresentado no relatório foi o aprimoramento da avaliação do risco populacional, que passou a utilizar tecnologia e evidências científicas para identificar associados e familiares com alto risco de desenvolver doenças crônicas. A iniciativa permite que a Cassi atue de forma preventiva, com ações mais direcionadas e eficientes, monitoradas pelas equipes das CliniCASSI.

Essa abordagem tem como foco doenças como diabetes, colesterol alto, hipertensão, câncer e enfermidades cardiovasculares. O objetivo é melhorar a qualidade de vida das pessoas e, ao mesmo tempo, controlar despesas, evitando internações e tratamentos mais complexos e onerosos no futuro.

A Contraf-CUT orienta os colegas do Banco do Brasil a participarem do processo e votarem pela aprovação do Relatório Anual de 2024. “O Relatório Anual de 2024 apresenta com transparência os resultados e avanços importantes da Cassi. Por isso, a Contraf-CUT orienta os colegas do Banco do Brasil a votar pela aprovação do documento, que reflete a real situação da entidade e os esforços feitos para melhorar o atendimento aos associados”, afirma o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr..

Fonte: Contraf-CUT

Terceira mesa sobre custeio da Cassi reforça premissas das entidades

Publicado em:

A terceira rodada de negociações sobre o custeio da Cassi foi realizada no dia 13 de maio. A discussão, que envolve representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil, não avançou como o esperado devido à ausência de dados por parte do banco, que alegou restrições por conta do período de silêncio do mercado.

Durante a manhã, as entidades representativas se reuniram na sede da Anabb, onde analisaram números, indicadores e simulações de propostas com apoio de dirigentes eleitos da Cassi e atuários que prestam assessoria à diretoria da entidade. O objetivo foi aprofundar a análise técnica para qualificar a atuação na mesa de negociação.

Já no período da tarde, na sede do BB, foi instalada formalmente a mesa de negociações. No entanto, os representantes do banco informaram que, em função da alteração na data de divulgação dos resultados trimestrais e da obrigação de cumprir o período de silêncio, não poderiam apresentar dados ou informações que pudessem “influenciar o mercado”.

Apesar do impasse, os dirigentes da Cassi aproveitaram o momento para apresentar informações sobre a gestão da Caixa de Assistência. De acordo com os dados divulgados, as reservas livres estão garantidas até junho de 2026, uma vez que o aumento das provisões técnicas não afeta esse montante. A diretoria também reafirmou o compromisso com o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco em atendimento e ampliação do quadro de profissionais.

Outro ponto destacado foi a incorporação de ferramentas de inteligência artificial para dar mais agilidade à autorização de procedimentos e para melhorar a detecção de fraudes e irregularidades.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Fernanda Lopes, destacou que a negociação precisa manter o foco na sustentabilidade e no equilíbrio do plano. “É fundamental manter os estudos com base na premissa do modelo de custeio 70/30, conforme estabelecido na resolução CGPAR 52. Também defendemos que o banco assuma sua responsabilidade no custeio dos associados oriundos de bancos incorporados, que estão na Cassi por decisão judicial. Não é justo que o custo desse grupo recaia sobre os demais participantes”, afirmou Fernanda Lopes.

Apesar de não ter sido definida uma nova data para continuidade das negociações, as partes sinalizaram a intenção de retomar o diálogo o mais breve possível.

Fonte: Contraf-CUT

BB e entidades avançam na construção de soluções sustentáveis para a Cassi

Publicado em: 25/04/2025

A segunda mesa de negociação entre o Banco do Brasil, as entidades representativas dos funcionários e aposentados foi realizada no dia 22 de abril. O encontro, acompanhado pela Diretoria da CASSI e áreas técnicas da Instituição, dá continuidade à construção conjunta de alternativas que assegurem a perenidade do plano CASSI Associados, reforçando o compromisso das partes com o diálogo aberto, transparente e responsável.

Fabrizio Calixto, executivo da Dipes, abriu o encontro ressaltando o comprometimento de todos os presentes em trabalharem juntos para garantir a perenidade da Caixa de Assistência. Ele reafirmou a importância da comunicação clara com os associados em cada etapa da negociação e ressaltou que o fortalecimento da autogestão exige corresponsabilidade e o engajamento ativo de todos os beneficiários.

Durante a reunião, foram apresentados e debatidos cenários e alternativas com o objetivo de subsidiar a análise técnica das áreas envolvidas. A proposta é aprofundar os estudos a partir das possibilidades colocadas à mesa, considerando os impactos no curto, médio e longo prazos. O foco está na construção conjunta da melhor solução possível para garantir a sustentabilidade da CASSI, sem precipitações, com responsabilidade e compromisso com a solidez do Plano.

Os representantes das entidades reconheceram o ambiente favorável para a construção de uma solução duradoura e equilibrada para o CASSI Associados. Destacaram a abertura do Banco do Brasil ao diálogo e à escuta ativa das propostas apresentadas pelas entidades representativas dos funcionários, o que fortalece a confiança mútua na busca por um modelo sustentável. Ressaltaram ainda que a construção coletiva exige esforço das partes e visão de longo prazo, para que o plano deixe de enfrentar ajustes em ciclos curtos e passe a operar com mais previsibilidade e estabilidade, sempre respeitando a necessidade de ampla aprovação do corpo social.

Responsabilidade coletiva e uso consciente

A CASSI é um plano coletivo, logo, é fundamental que todos compreendam a importância de pensarmos no futuro da instituição e na sustentabilidade do modelo. Essa corresponsabilidade é o que torna possível manter uma assistência abrangente, eficiente e acessível a longo prazo.

A sustentabilidade da CASSI passa também pelo uso consciente do plano. Isso significa utilizar os serviços de forma equilibrada, com foco na prevenção e no cuidado com a própria saúde. O Relatório 2024 mostra que a atenção primária tem sido uma das principais apostas da instituição para garantir um cuidado mais próximo e evitar complicações futuras.

Com mais de 680 mil atendimentos nas CliniCASSI em 2024 e investimentos em telessaúde, a CASSI evita sobrecarga nos serviços de urgência e melhora a qualidade de vida dos associados. A ampliação da assistência baseada em dados e o uso de inteligência artificial para gestão de riscos também são medidas estruturantes adotadas para promover eficiência e antecipar problemas de saúde.

A força da prevenção

A prevenção é um dos pilares da sustentabilidade do plano. Cuidar da saúde no dia a dia, realizar exames de rotina, manter o acompanhamento de condições crônicas e adotar hábitos saudáveis contribui para a qualidade de vida de cada um e para a sustentabilidade coletiva.

Transparência e acesso às informações

Acompanhar as negociações e se informar por fontes oficiais é fundamental. A Cassi mantém um compromisso com a transparência e atualizações constantes. Para isso, é importante que os funcionários acompanhem a página da Cassi na intranet e nas redes sociais. Além das notícias publicadas na AGN, os canais da Cassi trazem informações relevantes sobre prevenção, cobertura, serviços e atualizações da mesa de negociação.

Participaram da mesa funcionários do BB – Dipes e UPE, além de representantes da Cassi e outras entidades, como AAFBB, ANABB, FAABB, Contec e Contraf. As negociações seguem nas próximas semanas e novas atualizações serão divulgadas aqui na AGN, bem como nos portais das entidades. Acompanhe os canais oficiais e participe desse momento decisivo para o futuro da nossa assistência à saúde. A próxima mesa será realizada no dia 13 de maio.

“A disposição do Banco em negociar a CASSI está muito clara. A disposição dos negociadores de ouvir o movimento organizado dos trabalhadores e de trabalhar com essas ideias, com as ideias que foram propostas para conseguir uma via alternativa pata viabilizar a CASSI. E o banco, para a nossa alegria, está entendendo que esse é um bem muito precioso para os funcionários. E a gente sai dessa negociação com esperança que na próxima mesa a gente consiga avançar bastante”, disse Valmir Camilo, presidente da ANABB.

“Eu vejo, desta vez, o Banco muito mais flexível. Creio que houve uma mudança de visão do Banco do Brasil com relação à CASSI, está entendendo que é melhor para o próprio Banco, até economicamente, manter uma CASSI saudável e forte. Isso nos dá muita esperança de uma negociação que vai, pelo menos, dar uma perenidade maior para o plano. Estamos vivendo com negociações muito breves, em dois, três anos. Nós precisamos ter um pouquinho mais de perenidade no modelo de custeio e tenho muita confiança na atual gestão do Banco do Brasil e da Cassi nesse sentido de um modelo sustentável por mais tempo. Penso que há também muito de esforço das entidades de construir uma solução que agrade o patrocinador e nós, associados”, afirmou Isa Musa, presidente da Federação das Associações dos Aposentados do BB.

“A nossa ideia é manter essa negociação com o Banco, a gente sabe que discussão de custeio é muito difícil, demanda uma série de entidades que representam o funcionalismo, Então, é difícil chegar num acordo, precisa de uma aprovação alta do corpo social para mudar isso. Mas é uma questão que a gente tem que lidar, se está apresentando um déficit, a gente precisa solucionar. O Banco se mostrou bem aberto a ouvir nossas propostas, a gente entende que está andando bem e, principalmente, a gente começou a debater com mais tranquilidade antes de chegar num cenário muito ruim então a gente tem uma tranquilidade para fazer esse debate”, destacou Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de empresas da Contraf-CUT.

Fonte: Cassi

Buscando fortalecer a Cassi, sindicato inicia negociações com o BB

Publicado em: 04/04/2025

No dia 2 de abril, foi instalada a mesa de negociação para discutir a perenidade e sustentabilidade da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A iniciativa representa um passo fundamental para garantir a solidez do plano de saúde dos associados, considerado um patrimônio do funcionalismo.

A abertura da rodada de negociação contou com a presença da vice-presidente Corporativa do Banco do Brasil, Ana Cristina, acompanhada por diretores e gerentes das áreas envolvidas no tema. Também participaram dirigentes da Cassi, incluindo o presidente Cláudio Said, que apresentou a situação atual da entidade e suas perspectivas futuras.

Said destacou a visão plurianual para os resultados financeiros e reforçou a decisão da gestão de manter o projeto de atenção primária à saúde, apesar da projeção de déficit. Além disso, abordou a recomposição da rede de atendimento, o volume de consultas na CliniCASSI, a redução de atendimentos em pronto-socorro e internações, bem como os avanços no uso de inteligência artificial para a gestão de autorizações e no gerenciamento de risco da população assistida.

O Sindicato dos Bancários, juntamente com os demais representantes dos funcionários, ressaltou a necessidade de buscar soluções sustentáveis para a Cassi, destacando a importância de um modelo viável a longo prazo. Foi enfatizado ainda que o momento e o ambiente são favoráveis a um processo negocial que leve a uma solução conjunta e perene. Como a Cassi é uma entidade de autogestão e uma construção coletiva, a participação ativa dos associados será essencial para seu fortalecimento. O engajamento do funcionalismo nos debates e nas decisões será determinante para garantir transparência e encaminhamentos que atendam aos interesses de todos.

Otimismo

Antonio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec/CUT-SP na Comissão Executiva dos Empregados do Banco do Brasil (CEBB), relembrou as dificuldades passadas e manifestou confiança para os próximos encontros.

“Na última ocasião em que negociamos o custeio da Cassi, passamos por uma conjuntura extremamente difícil, com um governo que atacava os direitos dos associados com a resolução CGPAR 23, com a direção fiscal da ANS e com uma diretoria da Cassi, em grande parte, muito distante das prerrogativas das entidades representativas”, recorda o dirigente.

“Hoje, mesmo sabendo que temos um desafio enorme pela frente, estamos confiantes para encontrarmos soluções que possam garantir que a Cassi continue cuidando das vidas de seus associados com qualidade e sustentabilidade”, projeta Netto.

Responsabilidade compartilhada

A coordenadora da mesa de negociação e da Comissão de Empresa do Banco do Brasil, Fernanda Lopes, reforçou a responsabilidade compartilhada entre funcionários e BB para garantir a sustentabilidade da Cassi.

“Nosso interesse é garantir que a Cassi, fundada por nós funcionários, continue sendo o melhor plano de saúde, inclusive considerando os resultados financeiros. É responsabilidade de todos os participantes cuidar para que a Cassi seja perene e atenda os funcionários da ativa, aposentados e seus dependentes da melhor maneira. Não é só uma responsabilidade dos funcionários, mas também da empresa. A consulta passa pelo corpo funcional, então é preciso que todos entendam o momento que a Cassi está vivendo”, afirma Fernanda.

Durante as discussões, foi lembrado que existe uma mesa específica para tratar do direito de os funcionários egressos de bancos incorporados terem acesso à Cassi. O Banco do Brasil firmou um compromisso em acordo coletivo para apresentar uma proposta sobre o tema até julho de 2025.
Próxima reunião

A próxima rodada de negociações está prevista para o dia 22 de abril. O Sindicato manterá os funcionários atualizados através de seus canais oficiais, reforçando a importância de obter informações de fontes confiáveis e evitar desinformação e a propagação de notícias falsas.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Cassi: sindicato defende solução negocial para incorporados

Publicado em: 20/03/2025

Em razão da liminar determinando que os aposentados egressos do Banco Nossa Caixa e seus dependentes tenham direito à cobertura da Cassi, o Banco do Brasil, como patrocinador da caixa de assistência, divulgou recentemente um comunicado com orientações.

No texto, o banco deixa claro que seguirá o regulamento da Cassi alterado em 2018. O instrumento atualizado determina que os funcionários que ingressaram no BB após 2018, quando se aposentarem, poderão permanecer no plano somente se arcarem com a parte que cabia ao banco.

O regulamento anterior a 2018 determinava que o banco permanecia o patrocinador mesmo na aposentaria, nas mesmas condições dos funcionários da ativa. O movimento sindical defende a premissa de que o banco deve participar do custeio da assistência de saúde dos trabalhadores, incorporados ou não, mesmo após a aposentadoria.

“Por esta razão, o Sindicato dos Bancários de São Paulo segue defendendo e valorizando a negociação coletiva a fim de avançar na reivindicação histórica que é garantir Cassi e Previ para todos os funcionários e aposentados do Banco do Brasil. Queremos a equiparação de direitos para os egressos do Banco Nossa Caixa, e só vamos conseguir essa reivindicação histórica na mesa de negociação”, destaca Adriana Ferreira, diretora do Sindicato e bancária do Banco do Brasil.
Judicialização gera incertezas

Na última Campanha Nacional dos Bancários, o banco se comprometeu a resolver as questões relacionadas à saúde e previdência dos funcionários dos bancos incorporados até 31 de julho de 2025. Reuniões bipartites trimestrais serão realizadas para discutir o tema.

“As decisões judiciais relacionadas a este tema, mesmo quando favoráveis aos associados, ainda geram muitas dúvidas e incertezas. Por exemplo, caso a decisão seja cassada em alguma instância superior, os trabalhadores poderiam regressar ao plano do qual migraram?”, questiona Antonio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil.

“Por esses e outros motivos empenhamos nossas forças na organização sindical e na mesa de negociação para uma solução que contemple os anseios dos trabalhadores. Entendemos que esse caminho permite uma solução mais adequada e que leve em consideração questões que não podem ser melhor apreciadas pela judicialização”, reforça o dirigente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Decisões judiciais são favoráveis à Cassi

Publicado em:

A justiça indeferiu dez liminares relacionadas a ações civis públicas que questionam ou pedem a suspensão da cobrança, pela CASSI, das contribuições pessoais sobre verbas remuneratórias pagas pelo Banco do Brasil em demandas trabalhistas ou acordo extrajudiciais. As ações foram ajuizadas nos últimos meses por 10 sindicatos regionais e ou locais e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT).

Veja uma das manifestações dos magistrados:

“Não se verifica, de imediato, ilicitude nas cobranças de contribuições pessoais efetuadas pela CASSI sobre as verbas remuneratórias reconhecidas em demandas trabalhistas movidas em desfavor do Banco, de caráter individual ou coletivo, além de acordos judiciais e extrajudiciais, uma vez que são amparadas pelos artigos 37 e 39 do Regulamento (ID f238126) e pelo artigo 18 do Estatuto (ID 61b487d).”

A manifestação se refere ao Regulamento do Plano de Associados e ao Estatuto Social da CASSI, que preveem a incidência de contribuições sobre todas as verbas remuneratórias pagas pelo BB. Isso reforça a convicção de que tais cobranças são regulares, sendo fundamentais para a sustentabilidade econômica do Plano de Associados.

No dia 14 de março, foi indeferido o processamento da décima primeira ação, por entender pela ilegitimidade do sindicato.

A CASSI reafirma o seu compromisso de diálogo com os associados e a flexibilização das condições de pagamento, a fim de permitir uma negociação justa, com vistas à sustentabilidade do plano.

Fonte: Cassi

BB atende movimento sindical e instala GT sobre demandas de incorporados

Publicado em: 19/02/2025

Em reunião com a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), no dia 5 de fevereiro, o banco anunciou a criação de Grupo de Trabalho (GT) totalmente voltado para os impasses sobre a integração dos funcionários de bancos incorporados aos planos de previdência da Previ e de assistência médica da Cassi. Com a medida, o BB atende a uma reivindicação do movimento sindical. Os representantes do banco também reafirmaram a intenção de apresentar, até o dia 31 de julho, uma solução definitiva sobre o assunto.

Entre 2008 e 2009, o BB incorporou o Banco Nossa Caixa (BNC), o Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e o Banco do Estado do Piauí (BEP). No processo de integração, os empregos foram mantidos, mas, até hoje, os egressos dessas empresas não tiveram acesso aos mesmos benefícios da Cassi e Previ.

“Há pelo menos 17 anos o movimento sindical bancário luta por isonomia, ou seja, tratamento igual para todos os colegas”, ressaltou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. “Nossa expectativa sobre as propostas que o BB se compromete a apresentar no dia 31 de julho é muito grande. Mas essas propostas não podem ser construídas sem a participação dos trabalhadores que, há tantos anos, lutam para a solução dessas pendências e conhecem as especificidades das várias condições dos egressos. Somente com esse diálogo vamos conseguir construir uma solução definitiva e sustentável para o processo de integração e migração”, completou.

Antônio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, ponderou que, como responsável direto pelas incorporações, o BB também tem a responsabilidade sobre o custeio das transições de planos. “Nós, do movimento sindical, temos durante todo o tempo desse debate reforçado alguns princípios e o primeiro deles é que todos os colegas tenham acesso aos mesmos planos de previdência e saúde, entendendo que os benefícios devem ser concedidos de forma igualitária, mas garantindo a sustentabilidade e zelo da Cassi e Previ”, observou.

A diretora do Sindicato e funcionária do BB Adriana Ferreira reforça: “Cassi e Previ para todos é uma bandeira de luta antiga do movimento sindical. Esse é um anseio dos colegas dos bancos incorporados, em especial dos trabalhadores do BNC aqui em são Paulo. A gente aguarda com muita expectativa que agora venha a solução tão esperada por esses trabalhadores. Queremos que, após quase 17 anos de espera, finalmente se alcance a isonomia no funcionalismo do Banco do Brasil.”

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Contraf-CUT solicita à Justiça suspensão de cobrança da Cassi

Publicado em: 23/01/2025

Suspensão imediata das cobranças da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) feitas aos funcionários do Banco do Brasil associados à entidade. Este o principal objetivo da ação judicial movida pela Contraf-CUT. As cobranças são referentes a valores recebidos em ações trabalhistas e acordos firmados em Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) ou Comissão de Conciliação Prévia (CCP) entre julho de 2010 e setembro de 2023.

Na época, o Banco do Brasil deixou de recolher sua parte e também não descontou dos funcionários os valores devidos à Cassi, apesar dos alertas do movimento sindical sobre a obrigatoriedade desse recolhimento. Agora, a Cassi está cobrando dos associados esses valores, gerando grande preocupação entre os trabalhadores.

Saiba mais – O secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., explicou: “Após tentativas de negociação com a Cassi sem sucesso e diante da ameaça de cobrança automática e da possibilidade de tornar os associados inadimplentes, não nos restou outra alternativa. Acionamos judicialmente a Cassi para buscar o que sempre pedimos: a suspensão dessas cobranças.”

A Contraf-CUT continua orientando os bancários a não aderirem a qualquer proposta da Cassi enquanto o processo judicial estiver em andamento. Para quem já efetuou a adesão, a recomendação é procurar a Cassi para cancelá-la. “Agora, esperamos que a Justiça suspenda essa cobrança imediatamente”, completou Tabatinga.

Sindicato envia ofício – Além disso, a confederação e também o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, enviaram ofícios ao BB solicitando a não realização dos descontos automáticos para os bancários que não aderiram às propostas da Cassi, especialmente para aqueles que estão sendo cobrados diretamente via débito em conta. “Não sabemos qual marco legal a Cassi adotou para realizar tais débitos. Por isso, comunicamos ao banco a necessidade de não realizar débito automático sem a expressa autorização das bancárias e dos bancários”, afirmou Tabatinga.

Em outro ofício, a entidade solicitou a abertura imediata de uma mesa de negociação com a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB para buscar uma solução para as cobranças. “Os funcionários do BB não podem ser responsabilizados pela omissão dolosa do banco”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

Acordo da Previ – Após anos de negociações, a Previ e Banco do Brasil chegaram a um acordo sobre a recomposição da reserva matemática do Plano 1 em razão de acréscimos nos benefícios decorrentes de ações judiciais movidas pelos associados contra o banco ou contra a Previ. Com o acordo, o BB se compromete a recompor a reserva matemática do Plano 1 no mesmo montante a ser realizado pelos beneficiados das ações transitadas em julgado e para eventuais ações futuras cujas sentenças se tornem definitivas. A informação foi publicada no site do fundo de previdência complementar.

Fernanda Carisio, membro do conselho consultivo do plano 1 da Previ, destaca a importância desse acordo. “A transparência e a clareza da informação para cada um dos envolvidos no processo é essencial. É importante compreender que todo e qualquer benefício que o associado recebe da Previ resulta da correta contribuição do patrocinador, o BB e do associado”, afirmou.

A Previ cobrará a recomposição da reserva matemática junto aos associados que tiveram revisão de benefício, excluindo o Grupo Pré-67, cuja recomposição da reserva matemática será feita integralmente pelo Banco do Brasil. Os benefícios deste grupamento já são pagos exclusivamente pelo BB, na forma prevista pelo Acordo de 1997.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários do Rio de Janeiro e Região

Cassi tem novas regras para cobrança das contribuições de reclamações trabalhistas

Publicado em: 19/01/2025

A Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) se reuniu no último dia 10 de janeiro com a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), ao lado de outras entidades representativas dos associados. O encontro teve como objetivo a apresentação das novas regras para a cobrança das contribuições referentes a ações trabalhistas.

Durante a apresentação, foram discutidos os encaminhamentos da reunião anterior, cujas propostas da Cassi aguardavam aprovação do Conselho Deliberativo. Após a exposição, foi aberto espaço para questionamentos, permitindo que as entidades esclarecessem dúvidas e apresentassem suas posições.

A Cassi informou que o Banco do Brasil ainda não respondeu sobre a possibilidade de os associados utilizarem o Programa de Assistência Social (PAS) para quitar os débitos. A expectativa é de que uma definição ocorra nos próximos dias.

Quando questionada sobre as consequências para os associados que se recusarem a efetuar o pagamento, a Cassi esclareceu que ainda não há uma decisão tomada. Ressaltou, no entanto, que busca uma solução negociada por considerar o valor devido essencial para manter a qualidade dos serviços prestados.

Parâmetros para Cobrança das Contribuições

Público-alvo: Associados titulares de planos ativos ou cancelados
Período de apuração: Julho de 2010 a setembro de 2023
Valor mínimo de cobrança: R$ 20,00
Atualização monetária: Índice INPC
Isenção de encargos: Até o vencimento da fatura
Cobrança à vista: Automática para valores até R$ 150,00
Demais valores: Conforme manifestação do associado

Tabela de Desconto Regressivo:

10% de desconto para pagamento à vista até 31/01/2025 (manifestação até 28/01/2025)
9,5% de desconto para pagamento à vista até 28/02/2025 (manifestação até 20/02/2025)
9% de desconto para pagamento à vista até 31/03/2025 (manifestação até 20/03/2025)
8,5% de desconto para pagamento à vista até 30/04/2025 (manifestação até 20/04/2025)

Opções de Parcelamento:

Até 12 vezes, sem juros
Valores iguais ou superiores a R$ 300,00: parcelamento em até 72 vezes, com parcela mínima de R$ 150,00
Valores entre R$ 150,01 e R$ 299,99: parcelamento em até 2 vezes

Forma de Cobrança:

Planos ativos: Débito em conta corrente
Planos cancelados: Boleto bancário

Associados que já aderiram ao pagamento poderão migrar para as novas condições a partir de 20/01/2025, por meio da Plataforma Digital de Cobrança. A Cassi enviará comunicações por e-mail e via WhatsApp.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Maringá e Região

Cyntia Ramos de Lima, ouvidora da Previ, assume Gerência Executiva da Cassi

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Cyntia Ramos, ouvidora da Previ, tomou posse, no dia 13 de janeiro, como Gerente Executiva da Secretaria Executiva da Cassi. “Estou muito feliz com a perspectiva de assumir novos desafios e de poder expandir meu trabalho para outra Caixa muito importante para todos nós, funcionários e ex-funcionários do Banco do Brasil. Aproveitei toda a jornada da minha carreira com entusiasmo e vontade de aprender. Os últimos desafios foram sensacionais de serem vividos. Ser a Ouvidora da nossa Previ e participante do Programa de identificação de talentos negros do nosso conglomerado foram oportunidades sem igual. Continuo com olhar inaugural para a vida e para todas as possibilidades que ela oferece; sigo querendo melhorar processos e fazer a diferença na vida das pessoas. Ser a primeira nomeada do Programa Raça é Prioridade é, para mim, motivo de orgulho. Dentro de mim, só há gratidão por todas essas oportunidades”, disse Cyntia.

Rafael Vieira de Matos, gerente executivo da Secex, fez parte da caminhada de Cyntia e compartilha sua alegria. “É um momento importante para a Cyntia, por seus méritos, história, trajetória e trabalho. É também um momento importante para a Previ. Pude participar como seu mentor no Programa Raça é Prioridade do banco e trabalhar com ela pela vinculação da Ouvidoria à Secex, que por sua vez está ligada ao Conselho Deliberativo da Previ. Foi uma experiência muito positiva e posso dizer que mais aprendi do que ensinei nesse processo. A nossa Entidade é um espaço de excelência em formação de talentos dentro do conglomerado do BB. Além disso, poder participar de um programa de ascensão no BB com chances de se movimentar na carreira para qualquer entidade ligada ao banco é uma possibilidade incrível para cada funcionário que reforça a aproximação entre o BB e a Previ. Desejo que a Cyntia continue com a mesma energia e dedicação à sua carreira. Todos temos a ganhar com isso.”

Cyntia é mestre em Análise do Discurso pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro -UERJ, com MBA em Gestão de Processos, Inovação Corporativa e Gestão de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável, além de pós-graduação em Língua Portuguesa. É certificada em Gestão de Mudanças (Human Change Management Institute – HUCMI), em investimentos (CPA-20) e em Ouvidoria pela Associação Brasileira de Ouvidores – ABO.

Ingressou no Banco do Brasil em 2006 e dedicou 16 anos da carreira à Previ, onde passou pelas Diretorias de Seguridade, Planejamento e Administração. Recentemente estava vinculada ao Conselho Deliberativo. Tem experiência significativa na coordenação de projetos estruturantes e na temática de melhoria contínua de processos.

Fonte: Previ