Banco do Brasil libera JCP bilionário; saiba quem tem direito

Publicado em: 27/02/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) confirmou a distribuição de R$ 400.396.500,00 em Juros sobre o Capital Próprio (JCP) referentes ao primeiro trimestre de 2026. A decisão foi aprovada em 12 de fevereiro de 2026 e divulgada por meio de Fato Relevante na última quinta-feira, 19, como parte da remuneração antecipada aos acionistas.

O valor corresponde a R$ 0,07014190105 por ação ordinária (BB ON), seguindo o cronograma já comunicado anteriormente ao mercado em 19 de janeiro de 2026.

Quem recebe o JCP da BBAS3

O pagamento será realizado em 11 de março de 2026, considerando a posição acionária de 2 de março de 2026. As ações serão negociadas “ex” a partir de 3 de março de 2026, ou seja, investidores que comprarem os papéis a partir dessa data não terão direito ao provento.

O crédito será efetuado em conta corrente, poupança-ouro ou por caixa. Acionistas com cadastro desatualizado terão a remuneração retida até que regularizem seus registros em uma das agências do Banco do Brasil. Para a regularização, poderá ser necessária a apresentação de documento de identidade, CPF e comprovante de residência, no caso de pessoa física, ou estatuto/contrato social e prova de representação, no caso de pessoa jurídica.

No caso de ações custodiadas na Central Depositária da B3, os valores serão pagos à entidade depositária, que fará o repasse aos acionistas titulares por meio de seus respectivos agentes de custódia.

Tributação do provento

O Banco do Brasil informou que haverá retenção de imposto de renda na fonte sobre o valor nominal do JCP, conforme a legislação vigente. Acionistas dispensados da tributação deverão comprovar essa condição até 4 de março de 2026 em uma das agências do banco.

Em comunicado ao mercado, o Banco do Brasil reforçou os detalhes da remuneração aprovada para os acionistas da BBAS3, afirmando: “O Banco do Brasil S.A. comunica que aprovou em 12/02/2026 a distribuição de R$ 400.396.500,00 a título de remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), relativos ao primeiro trimestre de 2026.”

Fonte: Suno Notícias

Comissão de Trabalho debate reestruturação das carreiras no BB

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza, nesta segunda-feira (2 de março), audiência pública para debater a reestruturação das carreiras no Banco do Brasil. O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF) e está marcado para as 10 horas, no plenário 12.

Segundo a parlamentar, o objetivo é discutir o processo recente de reestruturação do banco, especialmente os impactos dos chamados “movimentos estruturantes” implementados pela instituição.

Erika Kokay afirma que as medidas têm gerado preocupações quanto à ampliação indevida da jornada de trabalho, à reclassificação de funções técnicas sem a correspondente fidúcia especial e aos descomissionamentos que, além de implicarem redução remuneratória, podem provocar instabilidade funcional, adoecimento e insegurança entre os trabalhadores.

A deputada informa ainda que entidades representativas apontam que a reestruturação envolve movimentação forçada de pessoal, fechamento de unidades e criação de excedentes, configurando um ambiente de forte pressão laboral.

“Embora o banco associe parte dessas iniciativas a estratégias de modernização e aceleração digital, é fundamental que o Parlamento promova um espaço de diálogo transparente para avaliar os efeitos dessas mudanças sobre os bancários, a qualidade do atendimento à população e o papel estratégico do Banco do Brasil no desenvolvimento nacional”, defende.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Banco do Brasil: o que esperar após o balanço e a alta recente da ação

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O Banco do Brasil (BBAS3) é analisado em um ambiente de cautela por parte do mercado. Levantamento da LSEG mostra predominância de recomendações neutras — são 7 de manutenção, contra apenas 2 de compra e 1 de venda — em meio às dúvidas sobre a sustentabilidade dos resultados e a evolução da qualidade dos ativos. Embora o banco tenha reportado lucro líquido ajustado de R$ 5,7 bilhões no 4º trimestre, acima das projeções e com reação positiva de 4,50% das ações no pós-balanço, o ROE de 12,4% ainda está bem abaixo dos 20,8% de um ano antes, mantendo a leitura mais conservadora por parte dos analistas.

Relatórios de JPMorgan, Goldman Sachs e BBI reforçam esse tom ao apontar incertezas ligadas ao ritmo de crescimento do crédito, à pressão sobre margens, ao volume elevado de operações prorrogadas e renegociadas e aos riscos no agronegócio. Enquanto investidores estrangeiros enxergam o papel como descontado e com desafios de natureza cíclica, o investidor local segue mais sensível à necessidade de provisões e à capacidade de o banco sustentar rentabilidade em um ambiente de expansão mais moderada, o que ajuda a explicar a volatilidade recente e a postura mais seletiva com as ações.

Do ponto de vista técnico, porém, o ativo mantém uma estrutura construtiva. O papel fechou a última sessão com alta de 1,53%, aos R$ 25,82, negociando acima das médias móveis, que seguem como suporte, enquanto o IFR (14) em 65,87 se aproxima da sobrecompra sem sinal de reversão.

No gráfico semanal, a valorização de 17,79% em 2026 preserva a formação de topos e fundos ascendentes e o domínio do fluxo comprador, ainda que o movimento mais esticado aumente a probabilidade de correções pontuais ao longo da tendência de alta.

Análise técnica Banco do Brasil (BBAS3)

No curto prazo, observo que a estrutura segue claramente altista, com o ativo sustentado acima das médias de 9 e 21 períodos, que continuam servindo como suporte para os preços. O fechamento em R$ 25,82, com avanço de 1,53%, reforça o movimento de alta.

Para que a tendência de alta ganhe continuidade, o papel precisa superar as resistências em R$ 26,09 e R$ 26,89. Um rompimento consistente dessa faixa, preferencialmente acompanhado por aumento de volume, pode destravar alvos em R$ 27,66 e R$ 28,49, com referência mais longa na máxima histórica em R$ 29,44 e projeções em R$ 29,90 e R$ 31,15. O IFR (14) encontra-se em 65,87, em zona neutra e próximo da sobrecompra.

No campo da correção, o ponto de atenção está na perda da região das médias, com suportes imediatos em R$ 25,20 e R$ 24,30. O rompimento dessa faixa, especialmente com aumento de volume, pode acelerar um movimento corretivo mais amplo em direção a R$ 23,48 e à média de 200 períodos em R$ 22,08, com suportes mais longos em R$ 21,05 e R$ 19,93.

Análise de médio prazo

No gráfico semanal, o Banco do Brasil mantém um movimento de alta neste início de 2026, com valorização acumulada de 17,79% e negociação acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, ambas inclinadas para cima e sustentando o fluxo comprador.

Apesar da estrutura construtiva, destaco que o preço já apresenta afastamento das médias, característica de um movimento mais esticado e que aumenta a probabilidade de uma correção técnica de curto prazo dentro da tendência principal. O IFR (14) em 64,68, próximo da sobrecompra, reforça essa leitura de possível acomodação, ainda sem sinal claro de reversão.

Para continuidade do ciclo altista no médio prazo, será fundamental o rompimento da resistência em R$ 26,89. Caso essa região seja superada com consistência, o ativo pode buscar R$ 28,49 e novamente a máxima histórica em R$ 29,44, com projeções mais longas em R$ 30,45, R$ 34,30, R$ 36,22 e R$ 40,00. Enquanto permanecer acima das médias, o cenário segue construtivo e com predominância compradora.

Por outro lado, uma inflexão mais relevante do fluxo só ganharia força com a perda da região de suporte e das médias em R$ 24,24 e R$ 23,48, o que abriria espaço para correções em direção a R$ 21,05 e R$ 19,93, com alvos mais longos em R$ 18,04 e R$ 17,25.

Fonte: Infomoney

Cofrinho BB ganha espaço na disputa pelo investidor e alcança R$ 1 bi sob gestão

Publicado em: 26/02/2026

Na disputa cada vez mais acirrada pelo investidor iniciante, o Banco do Brasil alcançou R$ 1 bilhão em saldo no Cofrinho BB e avança sobre um território que, nos últimos anos, passou a ser dominado por bancos digitais, como o Nubank. O movimento reforça a estratégia da instituição de disputar espaço na formação da nova geração de investidores, especialmente os mais jovens.

Criado para permitir aplicações a partir de R$ 0,01, com liquidez diária e sem tarifas adicionais, o Cofrinho direciona os recursos para um fundo de renda fixa simples atrelado à Selic. Segundo o banco, mais de 42% dos investidores da ferramenta têm até 25 anos, evidenciando o foco no rejuvenescimento da base e na atração de clientes desde os primeiros aportes.

A comparação com as fintechs dimensiona o desafio. No Nubank, as “Caixinhas” já acumulavam mais de R$ 15 bilhões somente em 2023 e milhões de usuários ativos, consolidando o modelo como porta de entrada para reservas de curto prazo dentro do próprio aplicativo.

Inicialmente lançado para o público de 8 a 17 anos, o Cofrinho foi expandido ao público geral em maio de 2025 e passou a integrar a jornada digital do banco. A funcionalidade inclui pedidos de contribuição via Pix e integração com a ferramenta Minhas Finanças, ampliando o engajamento e criando potenciais fluxos de recursos para dentro do ecossistema do BB.

Ao atingir o primeiro bilhão, o banco sinaliza que quer mais do que volume: busca capturar relacionamento e potencial de conversão futura para produtos de maior margem, em um mercado onde a batalha começa cada vez mais cedo.

“O resultado demonstra a capacidade de escalar uma solução simples, com alto nível de adoção e potencial de conversão para outros produtos do portfólio do Banco”, avalia Mário Perrone, head de Captação e Investimentos do Banco do Brasil.

Fonte: Money Times

BB e entidades ligadas destinam R$ 22 milhões a projetos sociais

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O Banco do Brasil e suas Entidades Ligadas (ELBBs) destinaram R$ 22 milhões a projetos sociais em 2025 por meio do programa Mãos Dadas BB, iniciativa de Investimento Social Privado (ISP) realizada via incentivos fiscais. Ao todo, 31 entidades foram contempladas, com impacto estimado em 81 mil pessoas em 26 municípios.

O programa registrou crescimento de 50% no número de projetos cadastrados em relação a 2024, totalizando 144 inscrições. Desses, 43 foram habilitados. Os números consolidam o fortalecimento da governança do Mãos Dadas BB e ampliam a capilaridade do investimento social do Conglomerado BB.

Criado para estruturar as doações incentivadas do Banco do Brasil, o Mãos Dadas BB direciona parte do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) devido, dentro dos limites legais, para financiar projetos aprovados em mecanismos como o Fundo para Infância e Adolescência (FIA), Fundo do Idoso, Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD).

Desde 2024, o programa passou a operar exclusivamente na modalidade Doações Incentivadas, ampliando a organização e a eficiência do processo.

“A ampliação do programa em 2025 mostra o crescimento da nossa governança em ISP. Mais do que um repasse financeiro, o Mãos Dadas fortalece a estratégia social do BB e permite, com nossa capilaridade, que a atuação chegue à ponta. Assim, reforçamos o compromisso de sermos presentes e relevantes nas comunidades onde atuamos, gerando impacto positivo”, afirma José Alves, gerente-geral de ASG do Banco do Brasil.
Como participar

Podem participar entidades sem fins lucrativos, regularmente constituídas e adimplentes com o Banco do Brasil, que possuam projetos aprovados para captação em um dos mecanismos habilitados (FIA, Fundo da Pessoa Idosa, Pronon ou Pronas/PCD). A inscrição ocorre conforme edital anual, lançado no segundo semestre de cada ano, com envio de projeto e documentação dentro do prazo estabelecido.

Após a seleção, os recursos são destinados via incentivo fiscal, e a entidade executa o projeto com acompanhamento e prestação de contas ao Banco.

Mais informações em bb.com.br/maosdadasbb.

Fonte: ESG Inside

Banco do Brasil e BNDES lançam linhas para modernizar saúde e educação pública

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O Banco do Brasil, em parceria com o BNDES, anuncia o lançamento do BB FIIS Automático, nova linha de financiamento destinada a Estados, Municípios e ao Distrito Federal. O objetivo com a criação é impulsionar a aquisição de máquinas e equipamentos para aprimorar a infraestrutura dos serviços públicos nas áreas de saúde e educação, por meio de recursos do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), criado pela Lei nº 14.947/2024 e regulamentado pelo Decreto nº 12.157/2024.

Com o BB FIIS Automático, os entes públicos poderão acessar até R$ 50 milhões por modalidade de financiamento, que poderá ser contratada diretamente com o Banco do Brasil ou através de outros agentes financeiros credenciados pelo BNDES, por meio do Programa FIIS Automático, nas modalidades FIIS Educação e FIIS Saúde. Para valores superiores, o financiamento pode ser solicitado diretamente com o BNDES. Para obtenção dos recursos, os projetos devem ser habilitados pelo Comitê Gestor do FIIS, conforme edital disponível na plataforma TransfereGov. No BB FIIS Automático, as condições da linha incluem taxa fixa subsidiada a partir de 11,63% ao ano, financiamento de até 100% do valor dos equipamentos, prazo de pagamento de até 10 anos e carência de até 24 meses.

De acordo com José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, “o BB FIIS Automático é um marco estratégico que reforça nosso compromisso em apoiar o setor público e estimular iniciativas que geram valor à sociedade. Ao priorizar a compra de máquinas e equipamentos de fabricantes nacionais, a linha contribui para o fortalecimento da indústria, geração de empregos e desenvolvimento sustentável em todo o território brasileiro”.

Sasseron também reforça que as linhas são rentáveis e com baixa inadimplência. “As operações de crédito ao Setor Público são estruturadas de forma a assegurar retorno adequado sobre os recursos próprios investidos, considerando de maneira integrada o risco do ente público, o prazo das operações, os custos operacionais e a taxa pactuada”, complementa.

“A cooperação entre os bancos públicos é uma diretriz do presidente Lula e a atuação por meio do FIIS é mais um exemplo dessa exitosa parceria, que fortalece o papel do crédito público na retomada do desenvolvimento econômico. Gerido pelo BNDES, o FIIS é um importante instrumento para que estados, municípios, além de redes e entidades privadas, como as santas casas, possam ampliar investimentos em infraestrutura social, apoiando projetos para reforma e construção de escolas e de unidades de saúde e compra de equipamentos, por exemplo”, afirma Maria Fernanda Coelho, diretora de Crédito Digital para MPMEs e Gestão do Fundo do Rio Doce.

O BB FIIS Automático oferece taxas competitivas e acessíveis, facilitando a obtenção de financiamento para investimentos essenciais em saúde e educação. Por utilizar recursos do FIIS, as condições são ainda mais vantajosas, alinhadas à política de retorno do Banco do Brasil, tornando o financiamento atrativo e sustentável para gestores públicos que buscam modernizar seus serviços.

O Banco do Brasil possui equipe especializada disponível para apoiar os gestores públicos em todas as etapas do processo, oferecendo orientação, atendimento personalizado e suporte técnico para facilitar contratação e aquisição dos equipamentos necessários, promovendo maior eficiência e agilidade na resposta às demandas sociais.

Fonte: Banco do Brasil

BB renegocia R$ 35,5 bilhões em dívidas rurais com base na MP 1.314/25

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O Banco do Brasil atingiu a marca de R$ 35,5 bilhões em dívidas rurais renegociadas com base na Medida Provisória 1.314/25, que estabeleceu regras especiais para produtores rurais liquidarem e amortizarem operações de custeio, investimento e CPR. Ao todo, 29 mil operações de crédito foram prorrogadas, beneficiando 21 mil clientes. Do total renegociado, R$ 32,2 bilhões são referentes a operações com recursos livres e R$ 3,3 bilhões com fontes supervisionadas.

“Durante toda a vigência da MP, trabalhamos forte e conduzimos as operações com elevado rigor técnico, avaliando cuidadosamente a capacidade de pagamento dos produtores e a qualidade das garantias envolvidas. Nossa estratégia foi muito clara: apoiar os clientes na recomposição do fluxo de caixa, analisando caso a caso, e assegurando a continuidade da atividade produtiva. Com a renegociação, reafirmamos o papel do Banco do Brasil como parceiro estratégico do agro”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

Em 2025, a carteira agro do Banco do Brasil atingiu o montante de R$ 406,1 bilhões, com crescimento de 2,1% em 12 meses. Até dezembro, o BB desembolsou R$ 103,9 bilhões no âmbito do Plano Safra 2025/26, além de R$ 12,3 bi em linhas para a cadeia de valor. Do total de 281 mil operações contratadas, 73% foram destinadas à agricultura familiar (Pronaf) e médios produtores (Pronamp).

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil pede adiamento de devolução de R$ 4,1 bi ao Tesouro

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O Banco do Brasil (BBAS3) solicitou aos órgãos competentes a repactuação do cronograma de devolução do Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) contratado com o Tesouro Nacional em 2012. Dos R$ 8,1 bilhões originalmente emitidos, ainda restam R$ 4,1 bilhões a serem pagos.

A proposta prevê o diferimento dos pagamentos para duas parcelas de R$ 100 milhões em julho de 2026 e 2027, R$ 1 bilhão em julho de 2028 e R$ 2,9 bilhões em julho de 2029.

Segundo comunicado, a medida faz parte do conjunto de ações prudenciais para reforço de capital do banco, que incluiu a redução do payout para 30% em 2025 e 2026. Se aprovada, a repactuação preservará 8 pontos-base de capital em 2026 e 2027. Até a decisão final, segue válido o cronograma aprovado em 2021.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil esclarece que não há previsão de novo concurso

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O Banco do Brasil reitera que não há previsão de divulgação de edital para concurso. O BB lamenta a divulgação de algumas notícias falsas e a desinformação que circula em alguns sites na internet e perfis de redes sociais a respeito do assunto.

O Banco tem como prática comunicar formalmente toda e qualquer novidade relevante sobre o tema e orienta seus clientes e a sociedade em geral a consultar os canais oficiais do BB para informações sobre a empresa.

Canais oficiais do BB:
www.bb.com.br
Central de Relacionamento BB, 24h por dia: 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades)
SAC: 0800 729 0722

Fonte: Banco do Brasil

BB adota medidas de apoio às vítimas das enchentes em Minas Gerais

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O Conglomerado Banco do Brasil aciona protocolo do Programa Ajuda Humanitária e lança campanha em apoio às pessoas atingidas pelas fortes chuvas na região da Zona da Mata, em Minas Gerais. Inicialmente, o aporte de R$ 200 mil, via Fundação BB, será destinado a instituições sem fins lucrativos locais que serão responsáveis pela aquisição e distribuição de itens, como roupas, alimentos, kits de higiene e de limpeza.

Adicionalmente, para apoiar as comunidades atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, na Zona da Mata, em Minas Gerais, o BB anuncia uma série de medidas que já estão à disposição das famílias e dos munícipios das regiões afetadas. As iniciativas irão atender a mais de 159 mil clientes pessoas físicas e cerca de 9 mil clientes pessoas jurídicas da região.

Confira algumas das principais medidas:

Clientes PF

Os clientes PF contarão com carência de até seis meses para o pagamento da primeira parcela nas operações de renovação ou contratação do BB Crédito Consignado e do BB Crédito Salário. Além disso, será possível repactuar até quatro parcelas de capital e encargos básicos das operações de financiamento imobiliário e de empréstimo com garantia de imóvel, com transferência dessas parcelas para o final do cronograma de pagamento.

Clientes PJ

Para os clientes PJ, será disponibilizada o Pula Parcela Emergencial PJ nas principais linhas de capital de giro e para o BB Financiamento PJ, permitindo a prorrogação extraordinária de até seis parcelas. Também estará disponível linha de repactuação de dívidas (Reperfilamento PJ), com prazo de até 60 meses e até seis meses de carência para empresas.

Clientes Agro

Nesta frente, o BB anuncia, como principais medidas:

  • Recursos do crédito rural: alocação emergencial de recursos para linhas de custeio e investimento, incluindo créditos destinados a construção e/ou reforma de moradias rurais por meio do Pronaf.
  • Prorrogação simplificada de operações: alertas de safra por cultura e região reportados por nossos técnicos agrícolas em campo permitirão a simplificação e automação dos processos de prorrogação de operações, apoiando as necessidades dos clientes.
  • Parceiros Agro/Correspondentes Bancários: acionamento dos parceiros do Banco do Brasil que atuam nos municípios afetados para prestar assistência operacional e negocial aos produtores que tiveram perdas.
  • Proagro: priorização no processamento dos comunicados de perdas do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) originados em toda a região afetada, garantindo maior agilidade no atendimento aos produtores.

Meios de Pagamento

Como parte do conjunto de medidas emergenciais, o Banco do Brasil também adotou ações operacionais excepcionais para reduzir os impactos financeiros nas regiões afetadas, com estorno de juros, encargos, IOF e tarifas em faturas e operações de pagamento. As ações incluem flexibilização de prazos e condições para abertura e manutenção de contas, além da ampliação temporária dos limites para transações via Pix. Foram ainda aplicadas exceções sistêmicas para clientes com prejuízos cadastrais decorrentes do evento climático. A comunicação ocorre de forma ativa pelos canais oficiais do Banco.

Seguros

Comunicação ativa, via WhatsApp, aos segurados dos municípios impactados, reforçando o fluxo para acionamento de assistências e abertura de sinistros, bem como os canais disponíveis. A BB Seguros está acompanhando o volume de acionamentos dessas ocorrências, com priorização de análise e atendimento para esses casos. Além disso, no atendimento telefônico, haverá reforço da capacidade de atendimento para as regiões afetadas, além de priorização nos chamados oriundos da Zona da Mata.

Setor Público

O BB está em contato com os entes públicos dos municípios atingidos, com o objetivo de prestar apoio e oferecer operações de crédito, com processo priorizado na esteira de concessão. O BB também tem orientado os gestores públicos da região a solicitarem recursos por meio do Cartão da Defesa Civil. Outra iniciativa é a oferta de solução de pagamento de benefícios, que possibilita o pagamento de auxílio aos afetados.

Doações e apoio humanitário

O conglomerado Banco do Brasil, incluindo a Fundação Banco do Brasil e a Livelo, estão mobilizados a prestar auxílio às pessoas diretamente afetadas pelas enchentes em Minas Gerais. Além dos R$ 200 mil de doação inicial realizada via Fundação BB, os valores arrecadados pelas doações serão destinados a instituições sem fins lucrativos que atuam na região, que serão responsáveis pela aquisição e distribuição de alimentos, kits de higiene e limpeza e outros itens necessários neste momento. Em outra ação, a partir deste dia 26 de fevereiro, todas as AABB (Associações Atléticas Banco do Brasil) de Minas serão utilizadas como pontos oficiais de doações para atingidos pelas chuvas em Juiz de Fora e região. Serão recebidos itens como água mineral, materiais de limpeza, produtos de higiene pessoal, cobertores, travesseiros, toalhas de banho e roupas e calçados em bom estado de conservação, por exemplo.

Ainda sobre a campanha de arrecadação de recursos para ajudar as pessoas da região, cabe destacar que as doações de pontos serão dobradas pela Livelo. Todo o recurso arrecadado será destinado para aquisição e entrega de itens de primeira necessidade às famílias. A sua participação é essencial para ampliar o impacto social positivo e ajudar as comunidades afetadas.

Doe e ajude quem mais precisa

Para valores em dinheiro:
Enchentes Minas Gerais
Banco do Brasil 001
Agência: 1607-1
Conta: 80.000-7
Chave PIX: pix.enchentesmg@fundacaobb.org.br

Para doações via pontos Livelo:
A campanha é válida desde já, até 31 de março de 2026 para doações realizadas para Enchentes MG da Instituição Fundação BB no Catálogo Livelo em: livelo.com.br> Trocar Pontos> Doação > Todos os parceiros.

Fonte: Banco do Brasil

Saiba o número de eleitores e o quórum para as Eleições Previ 2026

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A base de votantes para as Eleições Previ 2026 já foi definida. Ao todo, 195.696 participantes e assistidos estão aptos a votar neste ano. Para que o processo eleitoral seja validado, é necessário atingir um quórum mínimo de 82.939 votos. Esses números são fundamentais para garantir a legitimidade da eleição e a representatividade das decisões que impactam o futuro da Previ.

Com a definição da base de votantes, também fica estabelecido o número mínimo de apoiadores necessário para a inscrição das chapas. Cada chapa deverá apresentar uma relação de apoio com, no mínimo, 978 signatários.

Para que a inscrição das chapas seja considerada válida, é importante observar alguns cuidados no preenchimento da relação de apoio. No verso do documento, junto às assinaturas, deve constar a identificação completa de cada signatário, incluindo nome, matrícula, dependência de localização ou a condição de assistido. Já no anverso, deve constar a relação dos integrantes da chapa, conforme o modelo previsto no Anexo 2 do Edital.

O cronograma das Eleições Previ 2026 passou por uma atualização no dia 11/2. A versão mais recente já está disponível para consulta junto aos demais documentos do processo eleitoral.

O período para inscrição das chapas para as Eleições Previ 2026 foi de 16 a 27 de fevereiro. As chapas devem apresentar candidatos para todos os cargos, inclusive suplentes, e os candidatos devem possuir os pré-requisitos específicos para o cargo postulado, que constam da legislação, conforme Regulamento e Edital das Eleições.

Todas as informações completas e atualizadas sobre as eleições podem ser conferidas aqui no site da Previ, na seção A Previ > Eleições, e também pelo App Previ, na aba Eleições.

Fonte: Previ

Economus atualiza seu planejamento estratégico para os próximos cinco anos

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O Planejamento Estratégico do Economus foi revisado, com auxílio de consultoria especializada, e apresentado à Governança do Instituto nesta semana. O novo ciclo, que prioriza a inovação, automação, personalização do atendimento, maior conexão com participantes e sustentabilidade financeira, já foi aprovado e guiará o Instituto no período 2026-2030.

O planejamento, resultado de diversos estudos e debates com foco na evolução do Economus, é fundamental para alinhar esforços, direcionar recursos de forma inteligente e promover o desenvolvimento sustentável.

O planejamento está estruturado em objetivos estratégicos e desdobrados em iniciativas e indicadores, que serão acompanhados periodicamente pelo Instituto.

O Economus realiza revisões anuais, a fim de identificar necessidades de ajustes ou de criação de novas ações que possibilitem o alcance dos objetivos estratégicos.

Fonte: Economus

ANABB celebra 40 anos de protagonismo e defesa dos funcionários do BB

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A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) completa, nesta sexta-feira (20), quatro décadas de uma trajetória marcada pela defesa técnica, política e jurídica de seus associados. Para celebrar o marco, a entidade realiza um evento comemorativo no Unique Palace, em Brasília, reunindo parlamentares, autoridades ligadas ao Banco do Brasil e lideranças do funcionalismo público.

Uma História de Lutas e Representatividade

Fundada em 20 de fevereiro de 1986 por 74 funcionários pioneiros, em um contexto de transição democrática e instabilidade econômica, a ANABB consolidou-se como a maior entidade representativa de uma única categoria de trabalhadores na América Latina, superando hoje a marca de 100 mil associados.
Ao longo dessas 40 anos, a associação tem sido a voz do funcionalismo em momentos decisivos, como na elaboração da Constituição de 1988, onde garantiu direitos históricos como a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a criação da “Bancada do BB” no Congresso Nacional.

Conquistas Jurídicas e Proteção ao Patrimônio

A atuação da ANABB é reconhecida por ofensivas jurídicas recordes, que resultaram em ressarcimentos bilionários e na proteção de direitos. Entre os destaques da sua trajetória estão:

  • Vitórias Judiciais: Liderança histórica em ações de correção do FGTS, Imposto de Renda e planos econômicos. Um dos marcos recentes foi a recuperação de R$ 120 milhões para 35 mil associados no caso do IR Quilometragem em 2010.
  • Defesa do BB Público: Atuação firme e estratégica contra a privatização do Banco do Brasil em diversas frentes parlamentares e sociais.
  • Previdência e Saúde: Gestão vigilante junto à PREVI e CASSI, garantindo avanços como a criação do BET (Bônus de 20%) em 2010 e a resistência contra a devolução de reservas ao banco, protegendo o patrimônio dos associados.

O evento no Unique Palace não apenas celebra o passado, mas reafirma o compromisso da ANABB em continuar sendo uma autoridade técnica e política na fiscalização do sistema financeiro e na proteção dos direitos dos funcionários ativos, aposentados e pensionistas.

Fonte: Lago Sul

Cassi lança projeto piloto de agendamento de teleconsultas em MT

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A Cassi colocou em operação na quinta-feira, 26 de fevereiro, um projeto piloto com serviço de agendamento online de consultas com especialistas da rede credenciada (Telessaúde Especialidades – Interior), dando mais um passo importante para ampliar o acesso à rede credenciada no interior.

O projeto piloto começou pelo interior do Mato Grosso e será expandido gradualmente para outras regiões do país ao longo do ano. A iniciativa busca melhorar o atendimento em municípios com dificuldade de oferta presencial de especialistas. Com a teleconsulta, participantes dessas localidades poderão acessar profissionais especialistas em outras cidades, inclusive de outros estados, com mais comodidade e resolutividade.

O diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Alberto Junior, deu o informe da implementação do projeto piloto em reunião realizada na sexta-feira 20 de fevereiro com dirigentes das entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil.

“Com essa iniciativa inédita, a Cassi reforça seu compromisso com a inovação e com a melhoria contínua da assistência. O piloto representa um avanço importante na ampliação do acesso à saúde para os participantes em localidades do interior com carência de credenciados”, comemora Alessandro Greco Garcia (o Vovô), conselheiro deliberativo eleito da Cassi.

Como funciona o agendamento

Para marcar a teleconsulta, o associado e seus dependentes devem acessar a área logada no site da Cassi (www.cassi.com.br) e selecionar “Agendar Telessaúde – Especialidades”. Depois deve conferir seus dados, escolher a especialidade e visualizar os prestadores disponíveis por município, estado ou outros estados (nesta ordem). E é só solicitar o agendamento pela plataforma.

A Cassi entra em contato com o prestador para verificar a disponibilidade e obter o aceite. A consulta é confirmada após o aceite.

O participante e o prestador recebem e-mails com o agendamento e a confirmação (data, horário, profissional etc.). Na véspera, o participante recebe uma mensagem para fazer a confirmação até as 20h. Caso não confirme, o agendamento é cancelado automaticamente.
Quem pode ter acesso às teleconsultas

Nesta primeira etapa, podem utilizar o serviço os participantes:

  • Residentes do Mato Grosso e, posteriormente, de cidades do interior de outros estados e capitais da Região Norte.
  • Vinculados aos planos Associados, Família I e II, Essencial, Participativo e Integral.
  • Elegíveis e sem carência.

Fonte: Associados Cassi

Gestores da Geap visitam Cassi em Brasília para troca de experiências

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Na quinta-feira (12 de fevereiro), gestores da Geap foram recebidos em uma visita técnica na sede da Cassi em Brasília. Na pauta, questões comuns às autogestões na área da saúde, como regulação, auditoria, rede credenciada. “Foi uma visita bem operacional, nosso time debateu com os gestores da Cassi as estratégias adotadas, a mudança de modelos, as novas tecnologias, com uma troca de experiências inicial que pode produzir frutos benéficos para as duas autogestões num futuro próximo, como ocorre com a forma solidária de compartilhamento das redes”, ressaltou David Basbaum, diretor Assistencial da Geap.

Estiveram presentes pela Geap, além do diretor Assistencial, os gerentes Diogo Afonso, Janaina Faria Lopes Boueres, Leonardo Carvalho, Felipe Farias e Bárbara Rabelo, que foram recebidos pelo diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Alberto Junior e pelos gerentes Clécio Jung, Rafael Zanon, William Huang, Dilcrécio Akira e Silvia Muto.

O dirigente da Cassi explicou o organograma e a estrutura organizacional atual da operadora e detalhou as áreas estratégicas, suas respectivas atribuições e o modelo de governança adotado e apresentou os projetos e planos de gestão em andamento, com destaque para a melhoria no processo de autorização de procedimentos e o aprimoramento da ferramenta de busca da rede credenciada da Cassi, com a utilização de IA, a implementação de mecanismo de avaliação da rede credenciada pelos participantes, com o objetivo de qualificar a experiência de busca e a possibilidade de busca da rede credenciada por tipo de procedimento.

A rede compartilhada entre a Geap Saúde e a Cassi, por meio de convênio de reciprocidade, completou um ano e hoje já cobre mais de 84 mil vidas (titulares, dependentes e agregados) dos planos nacionais apartamento. No início da parceria, em 1º de dezembro de 2024, a cobertura alcançava os beneficiários do interior das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Com a ampliação, em julho de 2025, o compartilhamento da rede passou a cobriu também o interior das regiões Norte e Sul.

Fonte: GEAP

Candidatos à diretoria da Cassi discutem propostas em debate apoiado pela AGEBB

Publicado em: 12/02/2026

Os três candidatos à Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, Luciana Athaide Brandão Bagno, Fernando Amaral Baptista Filho e Antonio João Furquim Pereira, participaram no último dia 11 de um debate on-line organizado peloConselho de Usuários da Cassi de São Paulo, com apoio da AGEBB. Em pouco mais de duas horas de evento, transmitido pelo YouTube (clique em https://bit.ly/4qkdk1p para assistir), cada um dos candidatos expôs suas ideias e propostas para a entidade.

Cada chapa da diretoria também reúne dois candidatos ao Conselho Deliberativo, com seus respectivos suplentes. As Eleições Economus, que ocorrem entre 13 e 23 de março, ainda vão definir o novo membro do Conselho Fiscal.

A iniciativa teve como objetivo oferecer aos associados um espaço de exposição de propostas e de esclarecimento sobre temas centrais para o futuro da Cassi, contribuindo para um processo eleitoral com mais informações. Além dos candidatos, os representantes dos 27 conselhos de usuários estaduais participaram do evento, que só no primeiro dia teve mais de 1,9 mil visualizações.

O direito de eleger a metade da Diretoria Executiva e os conselhos Deliberativo e Fiscal é uma das grandes conquistas do funcionalismo do Banco do Brasil, uma vez que permite a participação direta dos associados, os verdadeiros donos da Cassi, na gestão e na fiscalização da entidade. Isso garante transparência em todas as instâncias de decisão, mais democracia e defesa dos interesses dos associados na tomada de decisões.

A Cassi é a única entidade de todo o sistema de autogestão em saúde onde os associados conquistaram esse direito.

O debate do dia 11 de fevereiro, que teve como mediador Thiago Eloi Onofre, do Conselho de Usuários de São Paulo, foi transmitido ao vivo pelo YouTube. Não acompanhou? Veja agora mesmo em link https://bit.ly/4qkdk1p.

Fonte: AGEBB

Banco do Brasil lucra R$ 5,7 bilhões no 4T25 e fecha 2025 com R$ 20,7 bilhões

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O Banco do Brasil (BOV:BBAS3) encerrou a temporada de resultados dos grandes bancos da bolsa de valores brasileira com lucro líquido ajustado de R$ 5,7 bilhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), conforme balanço financeiro divulgado na noite de quarta-feira (11 de fevereiro). No acumulado do ano, o lucro somou R$ 20,7 bilhões, dentro do guidance revisado pela instituição ao longo do exercício.

Na comparação anual, o resultado do 4T25 representa queda relevante frente aos R$ 9,59 bilhões registrados no quarto trimestre de 2024. Por outro lado, houve forte avanço de 51% em relação ao terceiro trimestre de 2025, sinalizando uma inflexão operacional após um ano marcado por revisão de projeções e maior pressão no custo de crédito.

A margem financeira bruta do Banco do Brasil totalizou R$ 103,1 bilhões em 2025. Apenas no 4T25, o indicador atingiu R$ 27,8 bilhões, com crescimento de 5,4% na comparação trimestral e de 3,8% na base anual. Segundo a administração, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo crescimento das receitas financeiras, com destaque para as operações de crédito com pessoas físicas, especialmente o Crédito do Trabalhador.

“A performance da Margem Financeira Bruta demonstra a consistência de geração de receitas do BB”, informou o banco em comunicado ao mercado.

A Carteira de Crédito Expandida alcançou R$ 1,3 trilhão em dezembro de 2025, alta de 2,5% frente a dezembro de 2024. O segmento de Pessoa Física foi o principal vetor de crescimento, avançando 7,6% no ano. Linhas como Crédito Não Consignado (+11,8%) e Cartão de Crédito (+19,6%) registraram expansão de dois dígitos — fator relevante para investidores atentos à diversificação do mix de crédito do BBAS3.

O custo de crédito somou R$ 61,9 bilhões em 2025, refletindo aumento do risco, especialmente no setor do agronegócio. No quarto trimestre, o custo ficou em R$ 18 bilhões, estável frente ao trimestre anterior. Já a inadimplência acima de 90 dias encerrou dezembro em 5,17%, alta de 66 pontos-base em relação a setembro de 2025.

Ao longo de 2025, o Banco do Brasil revisou seu guidance de lucro líquido ajustado, inicialmente projetado entre R$ 37 bilhões e R$ 41 bilhões, antes da suspensão em maio. Em agosto, a estimativa foi ajustada para uma faixa inferior e, em novembro, consolidada entre R$ 18 bilhões e R$ 21 bilhões — intervalo efetivamente cumprido, com lucro anual de R$ 20,7 bilhões.

Além do lucro, o banco também entregou crescimento da carteira de crédito de 3,6% (dentro da faixa projetada de 3% a 6%) e receitas de serviços de R$ 34,8 bilhões, dentro da banda estimada de R$ 34,5 bilhões a R$ 36,5 bilhões.

A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, destacou que o banco conseguiu se adaptar ao cenário macroeconômico mais desafiador. “Nosso guidance mostra isso e nossos resultados indicam sinais de inflexão, com lucro de R$ 5,7 bilhões e crescimento de 51,7% na comparação com o trimestre anterior”, afirmou.

As ações do Banco do Brasil (BOV:BBAS3) encerraram quarta-feira (11/02) cotadas a R$ 24,91, estabilidade de 0,00%, segundo dados da bolsa de valores. O papel operou sem variação relevante ao longo do dia, refletindo possível cautela dos investidores diante da queda anual do lucro no 4T25, apesar da melhora sequencial e do cumprimento do guidance.

Para o próximo pregão, o mercado tende a avaliar com mais profundidade a qualidade do lucro, o comportamento da inadimplência e a sustentabilidade da margem financeira em 2026.

O Banco do Brasil S.A. (BOV:BBAS3) é uma das maiores instituições financeiras do país, com forte atuação em crédito rural, agronegócio, varejo bancário, serviços financeiros e mercado de capitais. Concorrente direto de Itaú Unibanco (BOV:ITUB4), Bradesco (BOV:BBDC4) e Santander Brasil (BOV:SANB11), o BB é listado na bolsa de valores brasileira e figura entre as empresas com maior capitalização de mercado da B3.

Para investidores que acompanham ações BBAS3 hoje, dividendos, resultado trimestral e perspectivas para investir em bancos na B3, o desempenho de 2025 reforça um cenário de transição, com sinais de recuperação operacional, mas ainda sob pressão de crédito.

Fonte: Advanced Financial Network

“Bancões” fecham 2,3 mil agências em 2025; Bradesco lidera o ranking

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Os três maiores bancos privados do Brasil — Itaú Unibanco, Bradesco e Santander — fecharam mais de 2,3 mil agências e postos de atendimento durante o ano passado, de acordo com dados divulgados pelas próprias instituições financeiras em seus balanços corporativos.

Nesta semana, Itaú, Bradesco e Santander anunciaram os resultados financeiros referentes ao quarto trimestre de 2025. Entre os principais “bancões” do país, o único que ainda não divulgou o balanço é o Banco do Brasil.

O líder no ranking de fechamento de agências no ano passado é o Bradesco, que terminou 2025 com 1.356 unidades a menos — o que correspondeu a uma redução de 28,2% em relação a 2024. O banco fechou o ano com 3.450 agências em todo o país.

Em seguida, aparece o Santander, que encerrou 579 unidades (-25,6%) e terminou 2025 com 1.685 agências. O Itaú vem na sequência, com o fechamento de 399 pontos (-13,6%), ficando com 2.529 unidades. Ao todo, os três “bancões” fecharam 2.334 agências no ano passado.
O que dizem os bancos

Ao comentar os resultados financeiros do banco, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou que a companhia teve de realizar um ajuste do “footprint”. A “redução do footprint”, na linguagem do mercado financeiro, significa a eliminação de pontos de atendimento físico.

“A gente continua investindo em uma transformação para criar um funcionamento melhor. Fazendo ajuste do ‘footprint’, ganhando capacidade de competir mais e de reduzir o custo de serviço no varejo digital”, disse Noronha.

O CEO do Santander, Mario Leão, diz que a diminuição do número de agências e pontos de atendimento do banco é um fenômeno observado há alguns anos e atinge todo o mercado. “Os clientes estão indo menos em lojas e estamos respondendo, tendo menos lojas, mas melhores lojas”, explicou.

Para o CEO do Itaú, Milton Maluhy Filho, não se trata apenas “de um processo de migração de plataforma”. “É um processo de oferta de ‘full bank digital’ para esses clientes. Quando olhamos para 2025, finalizamos a migração dos clientes para o superapp, dentro da estratégia de ‘one Itaú’. Foram 15 milhões de clientes migrados”, destacou.

Despesas aumentam

Mesmo com o fechamento de milhares de agências, as despesas dos maiores bancos do país continuaram pressionadas em 2025.

O Bradesco reportou um aumento de 8,5% nos gastos operacionais totais, para R$ 64,350 bilhões – resultado influenciado, principalmente, por gastos com pessoal (+9,7%).

No Itaú, o crescimento das despesas foi de 7,5% no ano passado, atingindo R$ 66,762 bilhões. Apenas no setor de tecnologia, considerando pessoal e infraestrutura, a alta foi de 18,2%.

“O aumento das despesas de pessoal, que impacta as despesas comercial e administrativa, transacionais e tecnologia, ocorreu devido aos efeitos da negociação do acordo coletivo de trabalho, além de maiores despesas com participação nos resultados”, afirmou o banco no balanço.

O Santander, por fim, registrou o menor crescimento das despesas em 2025, com leve alta de 0,8%, para R$ 26,041 bilhões. “Na comparação anual, no quarto trimestre houve queda de 2%, refletindo principalmente a otimização do ‘footprint’ e força de trabalho, parcialmente compensada por maiores gastos com o acordo coletivo 2025 e com investimentos em tecnologia. As despesas com expansão dos negócios e tecnologia aumentaram 4,1%, enquanto as despesas recorrentes recuaram 5,1% no ano”, afirmou o banco.

Lucros dos “bancões”

O Bradesco registrou um lucro líquido recorrente de R$ 6,5 bilhões no período entre outubro e dezembro do ano passado. O resultado representou um crescimento de 20,6% em relação ao quarto trimestre de 2024.

O Santander, por sua vez, teve um lucro líquido gerencial de R$ 4,086 bilhões. Foi o melhor resultado trimestral dos últimos quatro anos, com um crescimento de 6% em relação ao quarto trimestre do ano anterior.

O Itaú registrou um lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões no período. O desempenho do banco entre outubro e dezembro do ano passado representou um crescimento de 13,2% em relação ao mesmo período de 2024.

O resultado veio em linha com as estimativas dos analistas do mercado. De acordo com a média das projeções reunidas pela Reuters, o lucro do Itaú ficaria exatamente em R$ 12,3 bilhões.

Fonte: Metrópoles

BB anuncia distribuição de R$ 1,23 bi em juros sobre capital próprio

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O Banco do Brasil (BBAS3) comunicou a aprovação na última terça-feira (10 de fevereiro) da distribuição de cerca de R$ 1,23 bilhão a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP), relativo ao quarto trimestre de 2025.

O valor corresponde a R$ 0,21630429188 por ação, com o valor atualizado até esta quarta-feira (11) de R$ 0,21978938776.

Os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (31 de dezembro de 2025) até a data do pagamento (05 de março 2026) e terão como base a posição acionária de 23 de fevereiro 2026. Assim, as ações serão negociadas sem direito ao provento a partir de 24 de fevereiro.

Além do imposto de renda incidente sobre a atualização, haverá retenção de imposto de renda na fonte sobre o valor nominal de acordo com a legislação vigente.

Adicionalmente, o BB informou que R$ 261,63 milhões foram pagos, em 12 de dezembro 2025, a título de remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de JCP, relativo ao quarto trimestre de 2025, conforme Fato Relevante de 19 de novembro.

Fonte: Infomoney

André Machado é o novo presidente da Fundação Banco do Brasil

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O Banco do Brasil indicou no dia 6 de fevereiro, André Castelo Branco Machado, funcionário de carreira do BB, como novo presidente da Fundação Banco do Brasil. O processo de elegibilidade tramitará agora na Fundação BB, como padrão de governança do conglomerado BB.

André Castelo Branco Machado tomou posse em 2004 na agência de Paranaguá, no Paraná. É formado em história pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com mestrado em tecnologia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Também possui MBA em gestão de projetos pela USP/Esalq. Ao longo de sua trajetória no conglomerado BB, chegou a ser vice-presidente da Fenabb (Federação Nacional das Associações Atléticas Banco do Brasil), onde atuou no comitê gestor do programa AABB Comunidade, programa educacional da própria Fundação BB, que oferece complemento escolar para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos em situação de vulnerabilidade social e econômica em mais de 200 municípios em todo o Brasil.

André também atuou no assessoramento da vice-presidência de negócios de governo e sustentabilidade empresarial do BB e, mais recentemente, estava ocupando o cargo de gerente executivo na unidade de governança corporativa e relações institucionais do Banco do Brasil.

A Fundação Banco do Brasil foi fundada em 1985 e é uma instituição que faz parte do conglomerado Banco do Brasil e que atua junto terceiro setor em projetos sociais voltados ao desenvolvimento sustentável, inclusão socioprodutiva e reaplicação de tecnologia social nas áreas de educação, meio ambiente, geração de renda, esporte e cultura, saúde e bem-estar, ajuda Humanitária e voluntariado. Para isso, trabalha como articuladora de parcerias e impulsiona projetos sociais voltados à geração de emprego e renda, acesso à água potável, agroecologia, fortalecimento comunitário e promoção da diversidade em projetos em todas as regiões do país.

A instituição tem foco na redução das desigualdades e na valorização de pessoas e territórios, investe em soluções inovadoras e sustentáveis que ampliam o impacto socioambiental causado nas comunidades, e entende que as Tecnologias Sociais apresentam caminhos e soluções viáveis para a superação dos desafios e desigualdades sociais, sem renunciar à relação sustentável com a natureza e melhoram a qualidade de vida em comunidades de todo o país.

Fonte: Banco do Brasil

BB libera R$ 950 milhões de empréstimo para obras ao governo de MS

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O empréstimo de R$ 950 milhões do Banco do Brasil ao Governo de Mato Grosso do Sul foi assinado no dia 5 de fevereiro e publicado no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (9).

Destinado à segunda fase do programa MS Ativo do governador Eduardo Riedel (PP), o empréstimo deverá ser pago em 216 meses, com juros de 1,6% ao ano.

O pedido de empréstimo passou pela Alems (Assembleia Legislativa) em regime de urgência no ano passado.

Contudo, o valor será destinado para rodovias, estradas, municípios e escolas.

De acordo com a publicação de hoje, o empréstimo é sob a forma de financiamento concedido pelo Banco do Brasil, com finalidade única e exclusiva de financiar as despesas de capital.

Assinaram o financiamento: Sebastião Vanderlan Borges Soares e Eduardo Riedel.

Fonte: Mídiamax

BB Seguridade vai distribuir R$ 5 bilhões em dividendos após lucro recorde

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A BB Seguridade (BBSE3) anunciou a distribuição de R$ 4,95 bilhões em dividendos aos acionistas, referentes ao lucro líquido apurado no segundo semestre de 2025, acrescido do saldo de proventos prescritos de exercícios anteriores. Com isso, a companhia fecha o ano com uma remuneração total de R$ 8,72 bilhões — somando o que já havia sido pago no primeiro semestre.

Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento. Considerando a atualização até 9 de fevereiro de 2026, o dividendo sobe para R$ 2,58819548318 por ação.

O pagamento está marcado para 2 de março de 2026.

Terá direito a receber quem estiver com as ações na carteira no dia 12 de fevereiro de 2026. A partir de 13 de fevereiro, os papéis passam a ser negociados “ex-direitos”.

Então, o investidor pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito aos proventos.

A empresa informou que haverá retenção de imposto de renda apenas sobre a parte da correção pela Selic, conforme a legislação. Investidores isentos precisam comprovar essa condição até 13 de fevereiro em uma agência do Banco do Brasil.

Balanço da BB Seguridade

O anúncio dos dividendos vem na esteira da divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025. A BB Seguridade anunciou que registrou no ano passado um lucro líquido gerencial recorrente de R$ 9,1 bilhões, uma alta de 11,4% em relação a 2024 — o maior de sua história.

Apenas no quarto trimestre, o lucro foi de R$ 2,3 bilhões, crescimento de 5,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O resultado operacional combinado das empresas do grupo somou R$ 7 bilhões em 2025, com avanço anual de 2,1%. Segundo a companhia, a sinistralidade de seguros ficou no menor patamar da história.

Já o resultado financeiro das empresas do grupo cresceu 61,3% em relação a 2024, impulsionado pelo aumento do saldo médio de ativos e pela redução do custo do passivo em previdência.

Essa forte geração de caixa permitiu a distribuição de R$ 8,7 bilhões em dividendos no ano, um crescimento de 5,4% no volume destinado à remuneração dos acionistas, o equivalente a cerca de 96% do lucro.

“Em 2025, tivemos um resultado maravilhoso na última linha, mesmo em um ambiente que, ao longo do ano, se mostrou mais desafiador para o desempenho comercial. Com um resultado financeiro robusto, destinamos valores expressivos para remuneração aos nossos acionistas via dividendos”, diz Delano Valentim de Andrade, presidente da BB Seguridade.

“Em 2026, seguiremos trabalhando incansavelmente para oferecer a melhor experiência aos nossos clientes, com uma gestão cada vez mais integrada, que os coloque no centro das nossas decisões. Com isso, buscaremos habilitar ganhos de eficiência que expandam nossa capacidade de geração de valor e construção de resultados cada vez mais sustentáveis”, completa.

Fonte: Seu Dinheiro

Eleições Economus 2026: período para candidaturas vai chegando ao fim

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Está aberto o período de inscrições de candidaturas para as eleições 2026 do Economus. Até o dia 20.02.2026, os candidatos devem fazer a sua inscrição e enviar os documentos necessários.

De acordo com o Regulamento Eleitoral do Instituto, os Participantes Ativos, Assistidos, em Benefício Proporcional Diferido – BPD, Autopatrocinados ou Saldados de plano previdenciário gerido pelo Economus poderão se candidatar para os Conselhos Deliberativo ou Fiscal.

Neste ano, serão eleitos um representante para o Conselho Deliberativo, um para o Conselho Fiscal e seus respectivos suplentes.

Para se candidatar é necessário preencher o requerimento de inscrição do Conselho Deliberativo ou do Conselho Fiscal, conforme links abaixo. Após o preenchimento, o requerimento deve ser enviado como anexo ao endereço de e-mail comissaoeleitoral@economus.com.br

Conselho Deliberativo

Os interessados para candidatura ao Conselho Deliberativo devem utilizar o formulário Requerimento de Inscrição do Conselho Deliberativo.

Conselho Fiscal

Os interessados para candidatura ao Conselho Fiscal devem utilizar o formulário Requerimento de Inscrição do Conselho Fiscal

Confira todos os requisitos e comprovações exigidos para efetivar a candidatura no Regulamento Eleitoral.

Hotsite Economus Eleições 2026

Fique por dentro de tudo o que acontece no Processo Eleitoral do Economus na página exclusiva das eleições. Clique aqui a acesse!

Fonte: Economus

Economus lança em parceria com a empresa Atrys o Programa Vida+

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No Economus acreditamos que cuidar da saúde é um gesto contínuo de atenção e proteção.

Por isso, criamos o Programa Vida+, um programa que oferecerá linhas de cuidados com foco na assistência médica proativa, incluindo acompanhamento personalizado e humanizado aos beneficiários que necessitam de mais apoio no cuidado com a saúde.

A primeira linha de cuidado teve início essa semana. Batizada de Vida+ Crônicos, ela é operada em parceria com a empresa Atrys e tem foco nos beneficiários com doenças crônicas como Diabetes, Hipertensão, doenças cardiovasculares, renais ou respiratórias.

Quem é a empresa parceira do Economus no Vida+?

A Atrys é uma empresa de saúde global, presente em 8 países, especializada em soluções tecnológicas para gestão de saúde através da análise de dados e IA exclusiva. Saiba mais em https://www.atrys.com.br/

Fonte: Economus

Lucro dos três grandes bancos privados do país sobe 16% em 2025

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Os três grandes bancos privados do país -Itaú, Bradesco e Santander tiveram um lucro acumulado de R$ 87,1 bilhões no acumulado de 2025.

O resultado cresceu 16,4% em relação ao ano anterior, quando somou R$ 76,8 bilhões, mesmo diante dos juros altos e da pressão na inadimplência.

Itaú lidera

Como era de se esperar, o Itaú entregou a maior parte desse resultado, ao registrar mais um lucro recorde.

O maior banco do país lucrou R$ 46,8 bilhões em 2025. Isto é, um resultado superior ao do Bradesco e do Santander juntos.

O Itaú ainda manteve a liderança no quesito rentabilidade, ao entregar um ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Anualizado) de 23,4%.

Bradesco cresce

Porém, foi o Bradesco que reportou as maiores taxas de crescimento dos três bancões, mostrando que o processo de recuperação seguiu avançando em 2025.

O Bradesco lucrou R$ 24,6 bilhões em 2025, ou seja, 26,1% a mais que em 2024. Além disso, melhorou a sua rentabilidade de forma significativa, levando o ROE de 11,7% para 14,8%.

Os resultados vieram ligeiramente acima do esperado pelo mercado. Contudo, as ações caem nesta sexta-feira (6) porque os analistas acreditam que o banco foi cauteloso demais no seu guidance para 2026.

Santander fica dentro do esperado

Já o Santander cresceu em um ritmo mais lento e deixou o mercado preocupado em relação à qualidade dos seus ativos.

O lucro do Santander subiu 12,6% em relação a 2024, chegando a R$ 15,6 bilhões. Já a rentabilidade ficou praticamente estável, em 17,6%.

Crédito

Com os juros e a inadimplência elevada, os bancos brasileiros adotaram uma postura mais cautelosa em relação à concessão de crédito em 2025.

Ainda assim, a carteira de crédito seguiu em crescimento, puxada pelos segmentos considerados menos arriscados pelos bancos. A inadimplência, no entanto, ainda está sob pressão.

Dos três grandes bancos privados, apenas o Itaú conseguiu reduzir a taxa de inadimplência acima de 90 dias ao longo de 2025, de 2,0% para 1,9%.

Já a do Santander teve um aumento de 0,5 ponto percentual, saltando de 3,2% para 3,7%. Mesmo assim, o Bradesco ainda apresenta a maior taxa do setor: 4,1%, contra os 4,0% de 2024.

Ao apresentar os dados, o Bradesco garantiu que a inadimplência está sob controle e creditou o resultado à “resiliência” do indicador referente à carteira de pessoas físicas.

Diante desse cenário, no entanto, os bancos continuaram ampliando as provisões para perdas esperadas e o Bradesco foi o que mais precisou reforçar esse tipo de despesa.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Bancos digitais explodem e deixam gigantes, como Banco do Brasil, em alerta

Publicado em: 05/02/2026

O Nubank encerrou 2025 com um marco histórico: a conquista de 11,2 milhões de novos clientes, movimento que levou o banco digital a se tornar o segundo maior banco do Brasil em número de clientes, segundo dados do Banco Central (BC). O avanço consolidou o protagonismo das instituições digitais no sistema financeiro nacional e redefiniu o equilíbrio de forças com os bancos tradicionais.

O crescimento do “roxinho” não ocorreu de forma isolada. Dados oficiais do BC mostram que os bancos digitais lideraram a captação de novos clientes em 2025, refletindo uma mudança estrutural no comportamento do consumidor brasileiro, que busca serviços financeiros mais ágeis, baratos e acessíveis via celular.

Bancos digitais lideram a captação de clientes em 2025

Além do Nubank, outras fintechs e plataformas digitais registraram expansão acelerada no último ano, ampliando significativamente sua base de usuários.

O Mercado Pago, braço financeiro do Mercado Livre (MELI34), ficou em segundo lugar entre os que mais cresceram, com 8,7 milhões de novos clientes. Na sequência, aparecem Inter (INBR32), PicPay e 99Pay, todos com mais de 4 milhões de novos usuários em 2025.

Outro destaque foi o Agibank, que adicionou 3,5 milhões de clientes e anunciou, no início de 2026, a intenção de abrir capital nos Estados Unidos — sinal de amadurecimento do modelo digital brasileiro no mercado internacional.

Bancos que mais conquistaram clientes no Brasil em 2025

Segundo dados do Banco Central, o ranking de crescimento em número de clientes ficou assim:

  • Nubank (ROXO34): 11,247 milhões
  • Mercado Pago: 8,713 milhões
  • Inter (INBR32): 6,834 milhões
  • PicPay: 6,758 milhões
  • 99Pay: 4,219 milhões
  • Banco do Brasil (BBAS3): 3,908 milhões
  • Caixa Econômica Federal: 3,890 milhões
  • Agibank: 3,527 milhões
  • Stone (STOC31): 3,165 milhões
  • C6 Bank: 1,923 milhão
  • Santander (SANB11): 1,836 milhão
  • Itaú (ITUB4): 1,818 milhão
  • BRB (BSLI4): 1,455 milhão
  • Bradesco (BBDC4): 1,363 milhão
  • PagSeguro (PAGS34): 1,173 milhão

Os números evidenciam que, embora os bancos tradicionais ainda concentrem grandes bases históricas, o ritmo de crescimento está claramente do lado dos digitais.

O que os brasileiros buscam ao escolher um banco

Uma pesquisa da Akamai Technologies ajuda a explicar por que os bancos digitais têm avançado mais rapidamente. O levantamento mostra que a satisfação dos brasileiros com os bancos vem caindo desde 2020, mas essa queda é menos intensa entre usuários de instituições digitais.

A principal razão está nos atributos valorizados pelo consumidor moderno, cada vez mais conectado e exigente.

Principais critérios na escolha de um banco

De acordo com a pesquisa, os brasileiros priorizam:

Velocidade para resolver necessidades: 29,2%
Segurança de dados: 28,3%
Taxas menores: 27,6%
Menos burocracia: 27,5%

Esses fatores estão diretamente associados ao modelo digital, que elimina agências físicas, reduz custos operacionais e oferece atendimento e transações quase instantâneas pelo aplicativo.

Uso combinado de bancos tradicionais e digitais

O estudo também revela que o sistema financeiro brasileiro vive uma fase de transição:

  • 56,6% dos entrevistados mantêm contas em bancos tradicionais e digitais
  • 22,6% utilizam apenas bancos digitais
  • 20,8% permanecem exclusivamente em bancos tradicionais

O dado mostra que, embora os bancões ainda tenham relevância, a dependência exclusiva dessas instituições vem diminuindo ano após ano.

Bancos tradicionais crescem menos — com exceção dos públicos

Em contraste com os digitais, os bancos privados tradicionais tiveram um crescimento bem mais moderado em 2025. O Bradesco (BBDC4), por exemplo, encerrou o ano com cerca de 1,3 milhão de novos clientes, desempenho que contribuiu para a perda do posto de segundo maior banco do país para o Nubank.

Santander (SANB11) e Itaú (ITUB4) também cresceram, mas em ritmo semelhante, com aproximadamente 1,8 milhão de novos clientes cada.

Banco do Brasil e Caixa se destacam entre os bancões

O grande diferencial entre os bancos tradicionais veio das instituições públicas. Banco do Brasil (BBAS3) e Caixa Econômica Federal conquistaram cerca de 3,9 milhões de novos clientes cada, superando com folga os concorrentes privados.

O desempenho do Banco do Brasil chama atenção especialmente por ter ocorrido em um ano desafiador, marcado pelo aumento da inadimplência no agronegócio e pela elevação das provisões. Mesmo assim, o BB manteve forte apelo junto à população, sustentado por sua presença nacional, programas de crédito rural, benefícios sociais e relacionamento histórico com milhões de brasileiros.

Apesar de ter caído no ranking das empresas mais valiosas da B3 e entre as marcas globais, o Banco do Brasil manteve o posto de quinto maior banco do país em número de clientes em 2025.

Quem são hoje os maiores bancos do Brasil em número de clientes

Com o avanço acelerado das fintechs, o ranking dos maiores bancos do Brasil passou a mesclar instituições tradicionais e digitais. Segundo dados do Banco Central, o “top 10” atual inclui:

  • Caixa Econômica Federal
  • Nubank
  • Banco do Brasil
  • Itaú
  • Bradesco
  • Santander
  • Mercado Pago
  • Inter
  • PicPay
  • C6 Bank

A presença de plataformas como Mercado Pago e PicPay entre os maiores do país reforça que o modelo bancário digital deixou de ser alternativo e passou a ser central no sistema financeiro brasileiro.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Artigo: Previ realiza Programa de Mentoria Liderança Feminina, por Paula Goto

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Paula Goto*

Como sua organização tem promovido o desenvolvimento de lideranças femininas?

Que ações têm fortalecido o protagonismo das mulheres nos espaços de decisão?

A Previ realizou a segunda sessão do Programa de Mentoria Liderança Feminina, com o tema “Jornada de Autoconhecimento”, tendo como nossa convidada especial a líder inspiradora Cristiane Albuquerque. Primeira Superintendente Estadual Negra da história do BB, ela foi nomeada na gestão de Tarciana Medeiros. Superintendente Nordeste II, ela é responsável pelos estados de Alagoas e Sergipe.

Com uma história potente, Cristiane compartilhou sua trajetória de vida e carreira, emocionando as participantes da roda de conversa e inspirando com seu exemplo de coragem, autenticidade e resiliência. Com seu sorriso contagiante, ela nos lembra da importância da leveza e do cuidado – conosco e com nossas equipes – para construirmos resultados sólidos e sustentáveis.

Um ponto marcante da sua fala foi o reforço de que resiliência é resistência, não resignação.

E ainda, que ocupar espaços historicamente masculinizados exige repertório, presença e posicionamento. É isso que molda e fortalece as mulheres para a liderança, junto com ações intencionais de inclusão e letramento da diversidade nas empresas. Destacou os compromissos do Banco do Brasil, sob a liderança e vocalidade da presidenta Tarciana Medeiros, com a Agenda 30 e iniciativas estruturantes como Salário Digno, Raça é Prioridade e Mulheres na Liderança.

Tive a honra de participar da abertura ao lado da presidenta em exercício da Previ, Adriana Chagastelles, do diretor de Administração Márcio de Souza, da coordenadora do Comitê de Equidade Cris Toledo, da gerente de Pessoas e Cultura Jaqueline Medeiros e de Natalia K., idealizadora deste Programa de Mentoria.

Eu e o diretor Wagner Nascimento acompanhamos a Cristiane em um PreviTour, no qual ela, associada do Plano 1, pôde conhecer áreas, pessoas e projetos que dão vida à missão previdenciária da Previ e ampliam nosso propósito de cuidar do futuro das pessoas e gerar e maximizar valor para os associados e associadas.

Agradecemos a visita da Superintendente Cristiane e seguimos à disposição para levar cada vez mais educação previdenciária aos estados, aos Enlids e a todos os encontros que conectam e engajam funcionários e funcionárias do BB na construção de sua riqueza previdenciária.

*É Diretora de Planejamento da Previ

Fonte: Blog Abrapp

“Pensar na felicidade dos funcionários é melhorar as condições de trabalho”, defende Sindicato em cobrança ao BB

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Mais de um mês após reunião com a superintendência estadual do Banco do Brasil, realizada em 18 de dezembro, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região segue sem atendimento às demandas apresentadas sobre condições de trabalho. O encontro tratou de temas centrais para a categoria, como a ampliação do TRI (Regime de Trabalho Remoto), a inclusão de gerentes de serviços no modelo híbrido e o futuro de escritórios localizados no Cenesp.

Na reunião, o Sindicato defendeu a ampliação do TRI para todos os escritórios do banco, garantindo a combinação entre trabalho remoto e presencial. Outra reivindicação foi a inclusão dos gerentes de serviços no regime, conforme previsto inicialmente no plano piloto, com ao menos um dia de home office. Também foi cobrada uma definição sobre a situação de dois escritórios do Cenesp, com questionamentos diretos sobre a possibilidade de saída do complexo e, em caso positivo, para onde esses trabalhadores seriam transferidos.

Apesar da relevância dos temas e do impacto direto na vida dos funcionários, até o momento, a única resposta veio com redução dos dias de trabalho remoto em dois locais na base do sindicato. Para a dirigente sindical Juliana Carminato, a postura demonstra desrespeito com os trabalhadores e com a representação sindical.

“Entendemos que há um desrespeito com os trabalhadores e com o movimento sindical, visto que, após a nossa reunião, a resposta veio na redução de dois dias para um dia de home office nos Escritórios Exclusivos Barueri e Moema. Aguardamos uma resposta no sentido de que os trabalhadores que estejam na mesma função tenham os mesmos direitos e que as demandas anteriormente solicitadas sejam atendidas”, afirma Juliana.

“Houve ampliação do TRI em várias outras cidades semana passada, menos na região metropolitana de São Paulo, que é a região com maior tempo de deslocamento do país. Embora seja positiva a ampliação do modelo de trabalho remoto, reduzi-lo justamente na região que tem uma das piores condições de mobilidade urbana da América Latina é um contrassenso”, completa a dirigente.

Questão de saúde

Antonio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), lembra que a categoria bancária está entre as mais adoecidas em função do trabalho. Segundo ele, o deslocamento diário até o local de trabalho é um dos principais fatores de agravamento da saúde e de insatisfação profissional.

“O trabalho remoto não é um privilégio, é um modelo de trabalho que se torna cada vez mais requisitado em cidades onde os trabalhadores perdem muito tempo para se deslocar no dia a dia. Quem pensa na felicidade de seus funcionários, deveria refletir melhor sobre suas condições de trabalho”, cobra o dirigente.

“No momento em que a sociedade brasileira discute a redução de jornada de trabalho sem redução de salários, com o projeto de fim da escala 6×1, nada mais razoável do que pensar na redução do tempo de deslocamento do trabalhador nos casos em que a tecnologia e a atividade desempenhada permitem. Mitigar o tempo perdido no trânsito e o estresse diário pode contribuir para um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal, algo fundamental para uma categoria que adoece cada vez mais”, defende Netto.

Os dados reforçam a gravidade do cenário. Informações do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab) mostram que, embora a categoria bancária represente apenas 0,8% do emprego formal no país, foi responsável por 2,18% dos 168,7 mil afastamentos acidentários (B91) registrados em 2024. No mesmo ano, os bancos múltiplos com carteira comercial ocuparam a primeira posição entre os afastamentos acidentários por saúde mental, com 1.946 registros, e a quinta posição entre os afastamentos previdenciários, somando 8.345 ocorrências.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Como o Banco do Brasil vai estragar a festa bilionária do lucro dos bancões em 2025

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Os quatro maiores bancos brasileiros em atacado e varejo (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander) devem lucrar juntos 101,6 bilhões de reais em 2025, queda de 9,56% em relação ao lucro de 112,34 bilhões de reais. As informações foram levantadas por VEJA nesta sexta-feira, 30, com base em relatórios da Ágora Investimentos, BTG Pactual, Genial Investimentos, Itaú BBA e XP Investimentos.

A queda no lucro das empresas reflete o desempenho do Banco do Brasil, que, segundo as estimativas mais conservadoras, deve lucrar 18,84 bilhões de reais em 2025, baixa de 50,27% em relação ao lucro líquido de 37,89 bilhões de reais em 2024. O BB será o único entre os quatro líderes do setor a registrar queda no lucro.

O BB vem passando por uma situação complicada em meio à inadimplência do agronegócio e à piora dos calotes nas carteiras de pessoas jurídicas. Para o quarto trimestre, analistas consultados pela reportagem esperam a continuidade da inadimplência. A equipe da XP Investimentos lembra que, apesar dos fortes desembolsos vinculados à MP 1.314, o impacto deverá ser limitado no quarto trimestre de 2025. Isso porque a medida entrou em vigor apenas no final de outubro de 2025, e o quarto trimestre normalmente apresenta um cronograma de vencimentos mais leve.

A corretora também destaca que a carteira de crédito para empresas deverá continuar enfrentando pressão devido ao ambiente de altas taxas de juros e aos efeitos persistentes do setor agrícola. Desse modo, estima que as Provisões para Devedores Duvidosos (PDD), recursos destinados a cobrir os calotes dos clientes, devem permanecer elevadas, em cerca de 62 bilhões de reais no acumulado de 2025.

A Ágora Investimentos afirma que essas provisões devem refletir uma inadimplência de 4,9% do BB no quarto trimestre de 2025, alta de 3,3 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado, mas estabilidade na comparação com o terceiro trimestre de 2025.

“Esperamos um crescimento da receita de 3,5% em relação ao trimestre anterior, com a expansão da carteira de empréstimos e das margens no período, enquanto prevemos a estabilização das despesas com provisões”, diz Renato Chanes, que assina o relatório da Ágora.

O Itaú BBA é mais pessimista em relação ao BB e prevê uma piora generalizada em suas carteiras na comparação anual, mas uma estabilização frente ao terceiro trimestre de 2025. Assim, o banco estatal deve seguir pressionado em relação a 2024, mas apresentar certa estabilização na margem trimestral.

Itaú será joia da coroa entre os bancos

O Itaú deve manter sua liderança entre os quatro grandes bancos no quarto trimestre de 2025 e no acumulado do ano. As estimativas apontam um lucro entre 12,17 bilhões de reais (XP Investimentos) e 12,28 bilhões de reais (Genial Investimentos) no período. Os números representam altas entre 11,8% e 12,86%.

Para o acumulado de 2025, com base na estimativa mais conservadora, a instituição financeira pode lucrar 42,68 bilhões de reais, avanço de 4% em relação ao resultado de 41,04 bilhões de reais registrado em 2024. Para a Genial Investimentos, a casa mais otimista, o banco deve apresentar mais um trimestre sólido, beneficiado pela sazonalidade positiva do período.

“O resultado será reflexo da manutenção de uma qualidade de ativos benigna, apesar de pressão pontual no segmento de atacado sobre o custo de crédito. No varejo, o custo permanece controlado, refletindo um mix mais defensivo, com maior participação de linhas com garantia e consignado”, argumentam Eduardo Nishio e Ygor Bastos, que assinam o relatório da Genial.

Os especialistas também atribuem o bom desempenho do Itaú à sua elevada participação no segmento de alta renda, considerado mais resiliente, o que mantém a inadimplência da companhia sob controle. A Genial estima que a inadimplência do banco deve encerrar o quarto trimestre de 2025 em 2,28%, queda de 0,17 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado. Diante disso, os analistas reforçam que o banco, gerido por Milton Maluhy Filho, deverá apresentar o melhor balanço entre os tradicionais.

Bradesco dará novo passo para recuperação

O Bradesco deve apresentar mais uma melhora em seus resultados. A companhia tende a elevar sua rentabilidade para um patamar equivalente ao seu custo de capital. Os analistas calculam que o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE, na sigla em inglês) deve atingir 15%, mesmo percentual da Selic, que baliza a remuneração dos Certificados de Depósito Bancário (CDBs).

Em termos práticos, o banco terá a rentabilidade dos empréstimos no mesmo nível do custo de captação. O número pode parecer modesto, mas vale lembrar que o Bradesco chegou a registrar rentabilidade inferior a 10% no auge da crise, o que evidencia a melhora promovida pela gestão de Marcelo Noronha desde que assumiu, no fim de 2023 e início de 2024.

Para o lucro, os analistas estimam ganhos entre 6,39 bilhões de reais e 6,44 bilhões de reais, altas entre 18,3% e 19,25% em relação ao quarto trimestre de 2024. Para a XP Investimentos, o quarto trimestre reforça a percepção de que o banco está ligeiramente adiantado em seu cronograma de reestruturação. “Isso permite ao Bradesco usar parte dessa reserva para proteger o balanço e acelerar os investimentos previstos no plano”, afirmam Bernardo Guttmann e Matheus Guimarães.

Santander ficará estagnado

O Santander será o primeiro a divulgar o balanço, que deve ser morno e sem grandes novidades. Esses resultados estagnados fazem parte da estratégia da instituição de adotar uma postura cautelosa em um ano de juros elevados e inflação que chegou a ultrapassar o teto da meta, embora o indicador tenha ficado abaixo do limite no acumulado do ano.

Para o quarto trimestre de 2025, os analistas esperam uma rentabilidade próxima de 17%, mesmo patamar observado no terceiro trimestre de 2025 e no quarto trimestre de 2024. Segundo a Ágora Investimentos, a receita de Tesouraria deve permanecer pressionada, movimento que tende a ser parcialmente compensado pela expansão da margem com clientes e por um crescimento anual de 3% na carteira de crédito.

“Além disso, as tarifas e despesas operacionais deverão ser sazonalmente mais altas, o que deve impactar o lucro líquido”, afirma Renato Chanes. A estimativa é que o Santander registre lucro entre 4,04 bilhões de reais e 4,15 bilhões de reais, crescimento de 5% a 7,79% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em suma, os grandes bancos devem apresentar crescimento no lucro e avanços em algumas linhas do balanço. A única exceção será o Banco do Brasil, que seguirá pressionado, mesmo após anunciar, no balanço do terceiro trimestre, que passará a priorizar a concessão de crédito à pessoa física, uma vez que a inadimplência do agronegócio e das empresas deve continuar elevada.

Fonte: Veja

Banco do Brasil tem novos gestores nas unidades ASG e Estratégia Governo

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O Banco do Brasil anuncia mudanças na liderança das unidades ASG e de Estratégia Governo. José Alves assume a gerência geral da Unidade ASG após atuar como executivo na área. Alves liderou a Ação Estratégica COP30 no BB. Já na Unidade Estratégia Governo (UEG), a nova gerente-geral é Michele Alencar, que dá continuidade às iniciativas da área, onde já exercia a função de executiva.

José Alves possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (USP), MBA em Comércio Exterior pela Universidade Paulista (Unip), em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), e aperfeiçoamento em Setor Público pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC). Em 27 anos de empresa, Alves atuou nos segmentos varejo, atacado e setor público, dedicado à estratégia de negócios com governos estaduais e municipais.

Michele Alencar é graduada em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), com MBA em Governança de Tecnologia da Informação pela Fundação Instituto de Administração (FIA), MBA em Controladoria e Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC) e especialização em Tecnologia, Inovação e Inteligência pelo Instituto César. No BB desde 2003, atuou nos segmentos varejo e governo, bem como na Diretoria de Controles Internos, com ênfase em governança, estratégia e inovação.

A Unidade ASG é responsável por planejar novos negócios e projetos ASG e ações de Sustentabilidade Empresarial do Banco, de Diversidade, Equidade e Inclusão, relacionadas aos programas sociais, ambientais, climáticos e de investimento social privado, com foco em Direitos Humanos e de gestão do risco social, ambiental e climático em 1ª linha de defesa. Ainda, coordena a Agenda de Sustentabilidade do Banco, atualizando a Agenda 30 BB, o principal instrumento indutor de práticas e negócios ASG da instituição, e apoia as áreas na definição de ações e indicadores que mensuram a performance sustentável do Banco do Brasil.

A Unidade Estratégia Governo (UEG) é responsável pelo desenvolvimento de soluções e estratégias voltadas ao Mercado Setor Público. Atua na gestão de clientes, produtos e canais, com a formulação, coordenação e integração das iniciativas que asseguram inovação e satisfação dos clientes. Também é responsável pela prospecção, estruturação de soluções e gestão de fundos e programas governamentais, promovendo resultados sustentáveis para o Banco.

Fonte: Banco do Brasil