BB renegociou R$ 1,8 bilhão de dívidas de produtores rurais do RS

Publicado em: 12/12/2025

O Banco do Brasil (BB) renegociou R$ 1,8 bilhão em dívidas de produtores rurais no Rio Grande do Sul, informou a instituição financeira em nota. As renegociações ocorrem pelas condições da Medida Provisória 1.314/25, com regras especiais para produtores rurais liquidarem e amortizarem operações de custeio, investimento e Cédulas de Produto Rural (CPRs).

Do montante, R$ 672 milhões são referentes a operações com recursos livres e R$ 1,2 bilhão em operações com fontes controladas.

Produtores com perdas mínimas de 30% em duas ou mais safras a partir de 2020, com fluxo de caixa comprometido e que estejam localizados nos municípios elegíveis podem acessar os financiamentos com recursos operados pelo BNDES, prazo de pagamento de até nove anos.

De acordo com o banco, mais de 30 mil produtores rurais do Rio Grande do Sul estão aptos a regularizar suas dívidas com base nas condições da MP.

“Há produtores que se enquadram na MP e ainda não nos procuraram”, disse o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Gilson Bittencourt, em nota. “Sabemos que cada um deles vive uma combinação diferente de fatores, como preço, clima, juros e prorrogações anteriores. Por isso é importante nos procurar para ajustar parcelas e dar fôlego imediato ao fluxo de caixa”, acrescenta.

Fonte: Infomoney

BB e Mapa vão ao Paraná destravar as renegociações de dívidas rurais

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O Banco do Brasil e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iniciaram, nesta quarta-feira, 10, e segue durante essa quinta-feira, 11, mais uma rodada de reuniões para destravar a renegociação de dívidas rurais prevista na MP 1.314/2025.

Depois do Rio Grande do Sul, agora, os gestores vão ouvir o setor produtivo no Paraná. A largada aconteceu no fim da tarde desta quarta, na sede da Federação da Agricultura do Estado (Faep). Nesta quinta-feira, os encontros agendados na Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), na Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares (Fetaep) e no Sindicato e Organização das Cooperativas (Ocepar) são também para discutir alternativas que ampliem o acesso aos recursos subsidiados.

Conforme a última atualização do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apenas R$ 4,1 bilhões dos R$ 12 bilhões disponíveis foram utilizados após mais de 50 dias de operação. Desse montante, cerca de R$ 670 milhões foram negociados no Banco do Brasil, pouco mais de 10% do total reservado pelo governo à instituição — que é o maior operador rural de crédito do País.

Até esta quarta-feira, o BNDES aprovou R$ 60,6 milhões no Paraná em operações realizadas no âmbito da MP. Já o Banco do Brasil liberou R$ 41 milhões em operações com equalização e outros R$ 1,1 bilhão em linhas de crédito livre.

Regras muito restritivas, aponta FAEP

Assim como no Rio Grande do Sul, as entidades do Paraná apontam que os critérios definidos após a publicação da MP dificultam o acesso às renegociações. Segundo Jefrey Albers, gerente do Departamento Técnico e Econômico do Sistema Faep, a exigência de decretos de emergência pelos municípios e a metodologia de cálculo das perdas reduziram drasticamente o número de produtores enquadrados.

“Essas regras acabaram sendo muito restritivas. Muitos municípios não decretaram emergência no período da perda, e o índice de produtividade utilizado prejudicou ainda mais o enquadramento. O resultado é que muito poucos produtores estão conseguindo acessar esses 12 bilhões”, afirmou.

Albers também ressalta que, quando o produtor não consegue enquadramento na linha subsidiada, acaba migrando para o crédito mais caro. “Se o banco usa recurso próprio com juros livres, o custo maior pode potencializar ainda mais o endividamento. Ao invés de resolver o problema, piora”, destacou.

Flexibilização

A Faep solicitou às entidades ligadas ao Conselho Monetário Nacional a flexibilização imediata dos critérios. A proposta é que um laudo técnico individual, emitido por engenheiro agrônomo ou assistência técnica especializada, substitua a necessidade de decreto municipal de emergência. “Se o produtor comprovar a perda, não faz sentido exigir que todo o município tenha sido afetado”, afirmou.

Outro entrave é o ponto de corte de adimplência até junho de 2024, que excluiu agricultores já pressionados por dívidas acumuladas.” Infelizmente, os produtores do Paraná vêm acumulando perdas de vários anos e esse ano já não está boa a condição de safra também. Então, a colheita da primeira safra de soja e milho provavelmente já vai indicar alguma perda”, explicou.

Para ele, o setor deve discutir soluções mais amplas, como um programa de renegociação de longo prazo, semelhante às securitizações dos anos 1998 e 2000. “Há passivos no sistema financeiro, nas trades e nas revendas. A gente tem que considerar o mercado como um todo e a gente está numa rota de colisão, de inadimplência geral”, disse.

O dirigente afasta a expectativa de anistia. “O produtor financia com o compromisso de pagar. O que se busca são condições melhores, com taxas compatíveis e prazos longos para que as próximas safras gerem caixa”, afirmou.

Além da repactuação, a Faep planeja colocar na mesa também questões ligadas ao Seguro Rural, considerado peça-chave para mitigar novas perdas e evitar o agravamento da crise. “É outro braço importante. Precisamos de soluções combinadas para evitar que a situação piore”, afirmou Albers.

Fonte: Agro Estadão

BB defende criação de mecanismos para garantir ‘colchão de liquidez’ no agro

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Escalado para acelerar medidas de contenção e evitar uma crise com o salto da inadimplência na carteira de crédito rural do Banco do Brasil, o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, Gilson Bittencourt, vê espaço para o setor agropecuário assimilar aprendizados no contexto de maior dificuldade financeira vivida por parcela dos produtores nos últimos anos e promover uma reorganização mais concreta para enfrentar percalços futuros sem tanta vulnerabilidade.

Ele defende que o setor agropecuário, em conjunto com o governo federal, o parlamento e o sistema financeiro, tente criar mecanismos que garantam um “colchão de liquidez” fomentado pelos rendimentos dos “anos de bonança” para suportar as crises cíclicas enfrentadas no campo, com clima mais extremo e sobressaltos nos preços das commodities, quando a gangorra se inverter.

“De tempos em tempos, uma parte dos produtores sofre, seja por problema climático, seja por problema de preços. Temos o desafio de criar algum colchão de liquidez para que os anos bons possam ajudar em anos ruins”, afirmou em conversa com jornalistas.

A medida – uma espécie de educação financeira setorial – pode ajudar a “equilibrar” o fluxo de caixa dos produtores, completou Bittencourt. “O setor empresarial urbano tem isso um pouco mais estruturado do que o rural”, citou. Ele não indicou qual seria o mecanismo para criar essa liquidez.

Bittencourt é crítico das escolhas feitas por parte dos produtores brasileiros nesses anos de bonança. Ele aponta que parcela majoritária das dívidas que afetam carteiras e balanços de várias instituições financeiras, não só do BB, é fruto de alavancagem acelerada, abertura de áreas, arrendamentos caros e compras de máquinas e equipamentos a preços inflacionados – decisões tomadas no afã do boom das commodities, dos preços recordes dos produtos agrícolas na pandemia e da Selic baixa – e não de adversidades climáticas.

O cálculo, nesse caso, foi feito considerando que os preços iriam se manter em patamares elevados “para sempre” e que os juros não subiriam na velocidade apurada desde então.

“O setor rural tem uma característica muito forte de que quando há um ano bom, todo o ganho vai para uma outra caixa, que pode ser mais terra, pode ser bens imóveis, etc. No outro ano, você tem um ano ruim, parece que aquele ano bom morreu e o ano ruim tem que ser tratado como uma especificidade. É um desafio que temos como um um país agrícola”, disse.

O problema é ainda maior para quem é arrendatário. “O custo do crédito do arrendamento está pesando no fluxo de caixa dos produtores. A inadimplência verificada em produtor arrendatário é quase o dobro da inadimplência verificada no produtor que é proprietário da área”, citou.

Recentemente, o Banco Central afirmou que produtores arrendatários que financiam 100% do seu custo operacional ficarão no vermelho nesta safra.

Impacto da inadimplência

A inadimplência do setor não é generalizada, destacou Bittencourt, mas afeta grandes produtores de regiões importantes, como o Centro-Oeste e o Matopiba (confluência dos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o que é significativo em termos de valores para as instituições financeiras.

“É uma situação muito localizada, em determinados setores, em determinados perfis de produtores e não é uma situação generalizada do agro. Logicamente, como pega produtores de maior porte, o impacto econômico passa a ser maior”, afirmou.

Nem a massificação do atual Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) seria capaz de evitar essa situação, apostou ele. “São situações que têm a ver com o fluxo de caixa. No geral, os preços não caíram tanto abaixo do que o seguro cobriria”, apontou.

“Quanto mais seguro, seja de preço ou climático, melhor para o produtor e para as instituições que financiam, mas ele não é a solução de todos os problemas”, completou.

Do lado das instituições financeiras, ele vê espaço para mudanças no tratamento dados nas prorrogações de dívidas, com apuração mais acurada do real impacto de uma frustração de safra ou de preço no fluxo de caixa do produtor. A ideia é dosar o tamanho dessa prorrogação para que uma medida de ajuda não piore o endividamento.

Segundo ele, perdas parciais têm sido tratadas com alongamento total das prestações. Assim, há injeção de liquidez em momento de renda menor no campo. No entanto, se houver nova quebra na safra seguinte, a situação fica mais apertada, com o custeio atual e a parcela do anterior a serem pagas pelo produtor descapitalizado. “Se dividir 100% de um custeio em três parcelas, no ano seguinte o produtor terá que pagar um custeio mais um terço, vai virar uma bola de neve”, disse.

A conjuntura da safra 2025/26 mostra um cenário de estabilidade de produção e de preços, disse Bittencourt, com recuos no desembolso de crédito a juros livres e pé no freio dos investimentos.

Fonte: Globo Rural

BB: sindicato protesta contra assédio e ameaças na Área de Consórcio do Cenop

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Diante das inúmeras denúncias de bancários do BB recebidas por meio do Canal de Denúncias do Sindicato, dirigentes sindicais estiveram no Cenop (3901 – Negócios PF – Área de Consórcio), na última segunda 8, para cobrar esclarecimentos e dialogar com os bancários sobre os relatos de assédio moral e ameaças na área.

De acordo com as denúncias, dias de home office dos trabalhadores estariam sendo cortados caso não atinjam as metas. Além disso, os trabalhadores relatam também práticas de assédio moral por parte de gestores, com ameaças de “pedidos de informação”.

“Esta é uma situação absurda. O teletrabalho não pode ser utilizado como moeda de troca para o alcance das metas. Não pode ser mais um fator de pressão para os trabalhadores, que já está em patamar extremamente abusivo no Banco do Brasil. Tampouco é admissível o assédio moral, com ameaças de ´pedidos de informação´ condicionadas as métricas de produtividade”, enfatiza o dirigente do Sindicato e bancário do BB Leonardo Imbiriba.

“Cobramos da área que cesse de imediato qualquer prática que atrele o modelo híbrido de trabalho ao cumprimento de metas e o fim do assédio moral, das ameaças, para o mesmo fim”, acrescenta.

Durante o ato desta quarta 8, os dirigentes do Sindicato foram informados pela gerência geral da área que foram realizadas conversas com os gestores para que readequassem suas práticas. Ficou acertado que será agendada nova reunião entre dirigentes do Sindicato e a gerência geral.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Cassi: BB apresenta proposta de antecipação de valores aquém das necessidades

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O Sindicato dos Bancários de São Paulo juntamente com representantes das entidades que compõe a comissão de negociação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), realizaram, nesta quarta-feira 10 de dezembro, uma reunião com a direção do BB para discutirem soluções ao fortalecimento financeiro da Cassi.

Para reforçar o caixa e o capital regulatório da entidade de assistência, os trabalhadores solicitaram ao banco o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas, referentes aos 12 meses de 2026, já em janeiro.

A direção do BB, entretanto, negou o pedido dos trabalhadores e apresentou, como contraproposta, apenas a antecipação de três valores do 13º salário, sem nenhum adiantamento das taxas administrativas, com a alegação de que já seria o suficiente para a construção conjunta de uma proposta futura a ser apresentada e aprovada pelo corpo de associados.

A direção da Cassi, por sua vez, apontou que esses valores cobririam o caixa até julho de 2026, prazo que os representantes das entidades têm receio de não ser suficiente para uma proposta de equalização das contas, que demanda medidas complexas.

A dirigente sindical e coordenadora da mesa de negociação, Fernanda Lopes, lembrou que o objetivo da negociação entre os representantes dos trabalhadores e do banco é encontrar soluções definitivas para o custeio. “O atendimento do pedido, feito pelas entidades sindicais que representamos, daria tranquilidade durante a continuidade da negociação para construir uma solução perene à Cassi”, pontuou.

“Nossa reivindicação permanece, para que, o mais breve possível, a gente alcance uma solução de valoração e fortalecimento de uma das maiores conquistas do funcionalismo do BB para eles mesmos e seus familiares, que é um plano de saúde acessível e que tem como pilar a solidariedade, com o custeio compartilhado entre os participantes e o patrocinador, que é o Banco do Brasil”, completou.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Cassi sedia encontro regional de autogestões na Paraíba

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A CASSI sediou o encontro regional promovido pela Unidas em João Pessoa (PB), com representantes de 18 filiadas à associação nacional das autogestões. Conduzido pelo presidente da Unidas, Mário Jorge, o evento serviu para a contextualização as associadas em relação ao cenário atual da saúde suplementar, caracterizado por custos assistenciais elevados, envelhecimento acelerado da carteira e pelo aumento das doenças crônicas. Para fazer frente aos desafios, ele reforçou a necessidade de fortalecer a gestão baseada em dados, ampliar a eficiência operacional e aprimorar a jornada assistencial dos beneficiários.

Mário Jorge destacou ainda as possibilidades introduzidas pela revisão da Resolução Normativa 137, aprovada em outubro, que criou oportunidades de ampliação da cooperação entre operadoras. Dentre essas possibilidades estão:

  • Uso do plano de saúde fora da área de abrangência, permitida para até 10% dos beneficiários, não apenas por motivo de trabalho, mas também em casos de aposentadoria, estudo ou saúde.
  • Compartilhamento de rede assistencial com outras operadoras, incluindo as comerciais, desde que haja controle da regulação assistencial e auditoria independente.
  • Ampliação do grupo familiar: permitida a inclusão também de parentes por afinidade até o 4º grau, como bisnetos e cunhados. Antes só permitia adesão de parentes até o 2º grau por afinidade e até o 4º grau por consanguinidade.

“Nenhuma autogestão evolui sozinha. Quando compartilhamos experiências, integramos estratégias e atuamos de forma coordenada, ampliamos nossa capacidade de proteger vidas e de garantir um sistema mais eficiente para todos”. A programação combinou visitas técnicas também a outras filiadas com diferentes perfis no segmento de autogestão na Paraíba.

Fonte: Cassi

Bancos voam na bolsa em 2025 — mas 2026 não será igual para todos, aponta JPMorgan

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Os bancos terminam 2025 com fôlego capaz de fazer inveja a qualquer setor. Com exceção do Banco do Brasil (BBAS3), todos subiram pelo menos 30%. O Bradesco (BBDC4) disparou 60%, enquanto o Itaú (ITUB4) acumula alta de 50%.

É verdade que a base de comparação ajuda: os papéis começaram o ano nas mínimas. Mas os bons resultados, somados ao forte fluxo de estrangeiros que impulsionou a bolsa, criaram um ambiente favorável para o disparo das ações.

Contar apenas com o macro, porém, pode ser um problema. As instituições também precisam fazer sua parte para conquistar a confiança dos investidores.

Em relatório, o JPMorgan detalhou o que cada banco está preparando para encarar 2026. Confira:

Itaú: corte de gastos no radar

No Itaú, um dos favoritos dos investidores e com gestão constantemente elogiada, o corte de custos segue como prioridade.

A instituição pretende fechar entre 350 e 400 agências até o fim do ano e reduzir o ritmo de crescimento das despesas em 2026.

Até aqui, o varejo tem sido o principal motor, com avanços nos empréstimos consignados do INSS, que se recuperam após um período desafiador nos primeiros nove meses de 2025.

Os consignados para pessoas físicas e os financiamentos imobiliários também registraram bons números.

‘A qualidade dos ativos permanece estável, apesar do cenário macroeconômico desafiador’, destaca o JPMorgan.

Bradesco: três frentes para 2026

Em fase distinta do Itaú, a gestão do Bradesco compartilhou três pilares para 2026:

  • a instituição segue observando melhorias operacionais, com perspectiva positiva para receitas;
    a administração acelera o plano de transformação, o que pode gerar custos mais elevados no curto prazo;
  • a mensagem segue focada em evolução gradual, em vez de ganhos rápidos de rentabilidade, embora exista potencial de crescimento com o avanço dos índices de eficiência.

Segundo o JPMorgan, o crescimento do crédito pode desacelerar em 2026. Ainda assim, o banco permanece otimista.

A expectativa é que as receitas e a margem financeira (NIM) se mantenham estáveis — ou até cresçam — à medida que o Bradesco busca captar mais passivos e melhorar o custo de financiamento.

‘No lado das despesas operacionais, o foco será em investimentos estratégicos e de longo prazo, reconhecendo que as eficiências estão amadurecendo a partir da otimização atual dos canais.’

Banco do Brasil: agro continua pesando

No Banco do Brasil, após um ano de ajuste, o clima segue pessimista. O vilão continua sendo o agronegócio, que deve pressionar novamente em 2026.

A instituição já negociou R$ 13 bilhões em empréstimos sob a MP 1314, e espera que o valor chegue a R$ 20–25 bilhões.

‘A administração enfatizou que não prevê reversão de provisões neste momento, e a data-chave a acompanhar é abril, quando os empréstimos do plano de safra começam a ser pagos’, diz o relatório.

Além do agro, houve deterioração nas carteiras de cartões de crédito vinculadas a produtores rurais. Os desafios no segmento de pequenas e médias empresas também persistem.

‘Para 2026, o banco espera crescimento de empréstimos na faixa de um dígito médio, impulsionado principalmente por pessoas físicas.’

Santander: imposto vira o grande vilão

Para o Santander Brasil, o principal desafio para 2026 é a possível alíquota de imposto mais alta, normalizando-se após níveis artificiais de 2025.

A subsidiária do banco espanhol também vê espaço para melhora nas despesas no próximo ano, ‘refletindo a otimização das agências realizada nos anos anteriores’.

Embora a mensagem sobre a qualidade dos ativos seja majoritariamente positiva, ainda pode haver agravamento em alguns casos corporativos, considerando a Selic ainda elevada.

Fonte: Money Times

Em 10 anos, uso de aplicativo de bancos passa de 15% para 90% entre os pequenos negócios

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Cada vez mais o empreendedor brasileiro usa o celular para gerir a própria empresa. Segundo a pesquisa “Hábitos Financeiros dos Pequenos Negócios”, do Sebrae, 90% dos pequenos negócios acessam o aplicativo do banco no celular pessoal. Há 10 anos, esse número era de apenas 15%.

O uso do internet banking entre os pequenos empreendedores passou de 33%, em 2015, para 61%, em 2025. Já os canais presenciais, como caixas de banco e correspondentes bancários (como lotéricas), apresentam baixa utilização, evidenciando o progressivo desuso desse tipo de atendimento.

No levantamento de 2025, apenas 21% vão ao caixa do banco e 28% aos correspondentes bancários. Dez anos atrás, esse percentual era de 58% e 55%, respectivamente, consolidando uma tendência de digitalização do relacionamento bancário.

O Nordeste tem mais empreendedores que usam correspondentes bancários, cerca de 37%, acima da média nacional de 28%. Já o internet banking tem adesão maior no Sudeste (67%) e no Sul (59%), mas menor no Nordeste (53%).

Segundo a pesquisa, homens ainda recorrem mais ao atendimento físico, enquanto as mulheres estão mais digitalizadas. Quanto maior a idade do empreendedor, maior é a dependência de canais físicos.

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, a digitalização dos pequenos negócios ajuda na adoção de novas tecnologias. “A maioria deles tem acesso a notebooks e praticamente 100% possuem celular com internet, com banda larga, inclusive. O acesso a esses equipamentos permite buscar serviços na internet, na rede, inclusive serviços bancários pelo celular”, analisa.

“O empreendedor brasileiro tem se digitalizado por meio de equipamentos, internet e inteligência artificial, embora ainda haja um espaço bom para avançarmos por meio de ferramentas e serviços mais sofisticados”, completa Décio.

Fonte: Agência Sebrae

Thiago Eloi Onofre é eleito representante pós-98 nos GATs da ANABB com apoio da AGEBB

Publicado em: 04/12/2025

A AGEBB comemora a eleição de Thiago Eloi Onofre como representante dos funcionários admitidos após 1998 nos Grupos de Assessoramento Temáticos (GATs) da Anabb.

A vitória confirma o reconhecimento da trajetória e do perfil conciliador do candidato, que recebeu apoio oficial da AGEBB durante o processo eleitoral.

Segundo o presidente da AGEBB, Adriano Domingos, o resultado reforça a importância de ter representantes comprometidos com as demandas dos associados: “Thiago possui um perfil conciliador e propositivo, exatamente o que entendemos como essencial para um representante nos GATs da Anabb. Sua eleição é motivo de orgulho para todos nós”.

Perfil e trajetória de Thiago Eloi Onofre

Thiago Eloi Onofre é funcionário do Banco do Brasil com sólida carreira e reconhecido pelo engajamento em pautas relevantes para os admitidos pós-98.

Formado em Administração e com MBA em Recursos Humanos, atua como coordenador voluntário do Conselho de Usuários da Cassi em São Paulo e é diretor Financeiro do Satélite.

Sua trajetória demonstra liderança, versatilidade e dedicação às causas coletivas.

Importância da eleição

A eleição dos representantes pós-98 para os GATs da Anabb fortalece a representatividade desse grupo dentro da associação, ampliando o espaço para construção de políticas e propostas que atendam às suas demandas.

A posse dos eleitos, em 1º de dezembro, marca um avanço significativo na consolidação da participação dos funcionários admitidos após 1998.

Compromisso da AGEBB

A AGEBB reafirma seu compromisso em apoiar iniciativas que valorizem os gestores e demais funcionários do Banco do Brasil.

A eleição de Thiago Eloi Onofre é vista como uma conquista coletiva, que amplia o diálogo e fortalece a defesa dos interesses dos associados.

Fonte: AGEBB

Sindicato cobra avanços e pede medidas emergenciais para garantir fôlego financeiro à Cassi

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No dia 27 de novembro, os representantes do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e das entidades que compõem a comissão de negociação da Cassi reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, assessorados por profissionais da Caixa de Assistência, para preparar a reunião agendada com o Banco do Brasil para o período da tarde.

Diante do longo tempo decorrido desde o início das negociações e da necessidade de garantir segurança financeira para que a Cassi honre seus compromissos com os prestadores, as entidades definiram solicitar ao banco o adiantamento de 10 anos do 13º salário, medida que reforçaria o caixa da instituição. Para fortalecer o capital regulatório, também será solicitado que o banco antecipe o valor das despesas administrativas referentes a 12 meses.

No período da tarde, foi instalada a mesa de negociação. No entanto, os negociadores do BB não apresentaram qualquer proposta ou novidade relacionada ao custeio da Cassi, alegando que os resultados apresentados e a conjuntura enfrentada no momento dificultam a formulação de alternativas.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, reforçou o compromisso da representação dos funcionários em construir uma solução perene e sustentável para o custeio da Cassi. “Diante das justificativas apresentadas pelo banco, reiteramos a reivindicação do adiantamento de 10 valores do 13º salário e da antecipação da taxa administrativa referente ao ano de 2026 já para janeiro, como forma de ampliar a margem financeira da entidade”, informou.

Fernanda lembrou ainda que o objetivo central é viabilizar uma proposta responsável para o funcionalismo, e que, portanto, as conversações precisam ser mantidas, com foco na busca de uma solução efetiva.

Segundo Antônio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, o banco ainda não apresentou uma proposta que caminhe no sentido de fortalecer a sustentabilidade e o modelo de custeio solidário para a Cassi.

“Para o movimento sindical, o banco é responsável pelo custeio da nossa caixa de assistência e deve honrar também com o compromisso firmado com os trabalhadores oriundos dos bancos incorporados. À medida que o tempo passa, o déficit só piora e temos que discutir medidas urgentes que preservem nossa caixa de assistência. Seguimos na luta por um modelo de custeio que garanta qualidade de vida com um custo acessível para os funcionários”, conclui Netto.

Os negociadores do banco concordaram com a continuidade das discussões e se comprometeram a encaminhar as solicitações às instâncias decisórias, retornando com a maior brevidade possível com uma resposta.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Câmara debate precarização das condições de trabalho no BB

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realizou, no dia 1º de dezembro, audiência pública para tratar da precarização das condições de trabalho no Banco do Brasil. A reunião, presidida pela deputada Érika Kokay (PT-DF), destacou a importância da discussão sobre o tema, em face das condições enfrentadas pelo corpo funcional do BB, que vem sofrendo permanente assédio promovido pela política de gestão do banco, que vai na contramão do que o governo federal tem desenvolvido em relação às relações de trabalho e ao desenvolvimento do Brasil.

A primeira expositora foi a professora da Universidade de Brasília Ana Magnólia Mendes, que apresentou resultados de pesquisas realizadas pelo Departamento de Psicologia Social e do Trabalho da UnB. Ela analisou os dados qualitativos e quantitativos da pesquisa, os quais mostram que há uma gestão que se impõe pelo medo. “O medo é o que vai aparecer em todas as pesquisas a nível nacional, regional e local”, destacou.

Magnolia denunciou que está em curso o desmonte da gestão de pessoal dentro do BB, como resultado do uso de tecnologia a partir da Inteligência Artificial, que tem por objetivo eliminar as pessoas em seus postos de trabalho.

“O medo da exclusão e de perder comissionamentos tem provocado grandes riscos psicossociais, levando a uma degradação do ambiente de trabalho”, disse a pesquisadora da UnB. Para a professora, há a imposição de uma política de gestão pela direção do BB que incentiva conflitos e desconfianças no local de trabalho, denominada por ela de modelo “tecno-feudal”.

PESQUISA – O presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Eduardo Araújo, lembrou que a postura da direção do BB não é de ataque apenas aos funcionários, mas também ao Brasil. A legislação obriga a direção do BB a prestar contas semestrais à Câmara dos Deputados, mas isso não tem sido feito, desrespeitando o Parlamento. A estratégia do banco tem sido favorecer os acionistas, não os interesses da instituição.

“Será que os acionistas, aqueles que têm compromisso com a empresa pública, sabem que a busca do lucro está semeando pavor, sangue e sofrimento entre a categoria?”, questionou. “Os funcionários têm sido tratados com ódio”, denunciou Araújo.

Ele lembrou que os bancários que deveriam ter contato com a clientela estão sendo substituídos por “robôs” ou terceirizados (via correspondentes bancários), com a direção causando enormes transtornos para a categoria. Com a imposição do aumento de jornada para 8 horas a partir de 5 de janeiro, esperam-se novos descomissionamentos e momentos difíceis, como aconteceu em 1995.

Araújo apresentou o resultado de pesquisa realizada pelo Sindicato com os 1.660 funcionários do BB, mostrando que a imensa maioria dos bancários não vê compromisso com a instituição ou com a categoria por parte da direção do banco. A maioria dos entrevistados com mais de 11 anos na instituição entende que a atual gestão está na direção errada e não está comprometida com o banco.

Os dados mostram que a imensa maioria da categoria enfrenta ataques, refletidos na pesquisa. O Sindicato fez inúmeras denúncias no MPT contra o assédio moral imposto aos trabalhadores pela direção do banco. “Os causadores de assédio moral, mesmo depois da condenação e de darem prejuízo ao banco, são promovidos”, denunciou o presidente do Sindicato.

PAPEL ESTRATÉGICO – Rodrigo Lopes Britto, presidente da Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro-Norte (Fetec-CUT/CN), alertou que o BB, por ser uma instituição pública, deve prezar pelo serviço público.

“O Banco do Brasil tem tido, historicamente, papel fundamental no desenvolvimento da economia brasileira, especialmente em momentos críticos, como o ocorrido durante a crise em 2008, atuando fortemente para que a crise mundial não atingisse o País, exercendo um papel estratégico para manter um equilíbrio no sistema financeiro”.

O presidente da Fetec-CUT/CN disse que, em menos de 45 dias após o golpe em 2016, com o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, o BB deu uma guinada em sua estratégia corporativa, abandonou sua função social, deixou de apoiar a parcela da população excluída do sistema financeiro, abandonou seu papel público e se tornou um banco de mercado com espírito público.

“Logo após essa mudança, vieram profundos ataques à categoria, com a Lei 13.429/2017 (Liberalização das Terceirizações e Contratos Temporários) e a reforma trabalhista (Lei 13.467/2017), que trouxeram os grandes problemas que enfrentamos”, afirmou Britto.

E completou: “A partir daquele momento, iniciou-se uma gestão no banco que privilegiou a competição (mascarada de meritocracia), atacando o trabalho colaborativo e impondo uma aberração chamada de “Performa”, com quatro faixas de remuneração para a mesma função”. Essa política de gestão levou a uma redução de pessoal, com grande precarização do trabalho. “O adoecimento tem levado a mortes de funcionários, com enfartos, AVCs e tentativas de suicídio”, denunciou.

Jeferson Meira, dirigente da Contraf-CUT, reafirmou a denúncia sobre os ataques que os trabalhadores do BB têm enfrentado da atual gestão, que se deterioraram completamente de 2016 a 2022. “Havia a expectativa de que haveria diálogo a partir de 2023, mas isso não ocorreu. Os problemas têm se acentuado desde o início da atual gestão”.

UMA ÚNICA VOZ – Vários dirigentes sindicais dos bancários de Brasília e de Mato Grosso do Sul relataram as dificuldades enfrentadas no dia a dia do banco. Os deputados Reimont (PT-RJ) e Bohn Gass (PT-RS) ressaltaram a importância da defesa da categoria bancária e do Banco do Brasil.

A audiência encaminhou a realização de uma reunião da Frente Parlamentar em Defesa dos Bancos Públicos para tratar da questão específica que a categoria enfrenta no BB. A deputada Erika Kokay propôs formar uma comissão de parlamentares e ir à presidência do BB para debater as questões apresentadas na audiência, que mostraram a grave situação enfrentada pela categoria.

Também foi sugerida a realização de uma reunião com a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho) e a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho para debater o adoecimento e o sofrimento impostos à categoria bancária no Banco do Brasil.

Fonte: Associação Nacional das Magistradas e Magistrados da Justiça do Trabalho

Banco do Brasil repactuou R$ 13,5 bilhões com recurso livre

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O Banco do Brasil já aprovou R$ 13,5 bilhões em renegociações de dívidas rurais com recursos livres no âmbito da Medida Provisória 1.314/2025. Outros R$ 4,8 bilhões estão em análise, totalizando R$ 18,3 bilhões. O apetite continua baixo na linha com recursos públicos. Até agora, foram aprovados R$ 1,2 bilhão dos R$ 4,3 bilhões de saldo que o BB tem para operar. Outros R$ 522 milhões estão em análise.

Com a flexibilização que o Conselho Monetário Nacional (CMN) deu aos bancos para que eles cumpram a exigibilidade de aplicação de recursos direcionados das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) por meio das renegociações, o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Gilson Bittencourt, espera alcançar os R$ 24 bilhões em operações a juros livres para repactuar as dívidas nas próximas semanas.

A demora para o início das operações, no fim de outubro, atrasou também uma melhora mais rápida no quadro de inadimplência do BB. “Em outubro, ainda vai ter uma inadimplência elevada. Ainda não fechamos os dados de novembro, mas a expectativa é que haja estabilidade no crescimento, talvez tenha alta, mas em um patamar menor. Já em dezembro, a expectativa é que consigamos ter um arrefecimento desses números”, afirmou o executivo.

Nesta semana, Bittencourt e representantes dos ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Agrário vão ao Rio Grande do Sul para se reunir com associações de produtores para tentar entender os entraves no acesso aos recursos e os motivos de a demanda não estar dentro das expectativas iniciais. Representantes do banco também irão ao Paraná posteriormente. O executivo acredita que os recursos começarão a fluir em breve. O prazo para adesão é fevereiro de 2026.

Segundo Bittencourt, 40% das operações a juros livres têm sido contratadas a taxas pós-fixadas, medida que aposta na queda da taxa Selic a partir do ano que vem, entendimento incentivado pelo banco. “Tudo indica que haverá uma redução da Selic a partir do primeiro semestre do ano que vem, o que tende a seguir ocorrendo nos próximos anos. Quem optar pela taxa pós-fixada tem uma vantagem que o ganho efetivo da redução da Selic vai ser repassada para o produtor”, afirmou.

Ele admitiu que a taxa livre fixa para a renegociação, atualmente, é alta, em torno de 18% a 20% ao ano. “Mesmo que a Selic tenha alguns soluços nos próximos nove anos, eu diria que a probabilidade de a média da Selic ficar abaixo dos 15% é muito maior do que igual ou acima dos 15%”, afirmou. “Para nós é super positivo, porque levamos ao produtor esse ganho e, ao mesmo tempo, ele tem uma melhor capacidade de pagamento futura”, completou. O prazo máximo da linha de renegociação é de nove anos, com um de carência para pagamento dos juros.

Fonte: Globo Rural

BB lança fundo de R$ 400 milhões voltado a projetos de minerais críticos

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O Banco do Brasil lançou um fundo que pretende captar R$ 400 milhões para investir em empresas e projetos de minerais críticos no país.

O “BB Ore Régia Minerais Críticos” foi estruturado como um FIP (Fundo de Investimento em Participações) com estratégia de private equity e mira participações minoritárias em mineradoras com ativos de alto potencial de valorização.

O fundo abriu, na última segunda-feira (1º), o período de coleta de intenções de investimento, etapa em que os interessados informam quanto pretendem aplicar antes da alocação final das cotas.

A oferta é restrita e destinada exclusivamente a investidores qualificados, categoria definida pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para quem possui maior experiência e capacidade financeira, como instituições, gestores profissionais e pessoas físicas com mais de R$ 1 milhão em investimentos.

O fundo seguirá a lógica tradicional do private equity, modelo em que a gestora entra como sócia de empresas e trabalha ativamente para destravar projetos que não saem do papel por falta de capital, estrutura ou capacidade técnica.

Nesse modelo, o investimento entra em fases iniciais e intermediárias, onde estão os maiores gargalos do setor mineral, como estudos geológicos, licenciamento, engenharia, compra de equipamentos e preparação para produção.

O fundo tem como objetivo entregar IPCA + 25% ao ano.

A estratégia prevê uma divisão equilibrada dos recursos entre diferentes tipos de minerais.

A maior fatia, entre 25% e 50%, será direcionada a minerais críticos, como nióbio, terras raras, cobalto e lítio, usados em tecnologias avançadas e cadeias de energia limpa.

Os projetos ligados à produção de fertilizantes, como potássio e fosfato, receberão entre 10% e 25% do capital.

A mesma faixa, de 10% a 25%, será destinada a metais básicos como cobre e níquel, fundamentais para infraestrutura elétrica, indústria e eletrificação.

A gestão é dividida entre a Régia Capital, plataforma formada por BB Asset e JGP para investimentos sustentáveis, e a Ore Investments, primeira gestora independente do Brasil focada exclusivamente em mineração.

O lançamento ocorre em um momento de demanda internacional crescente e de pressão geopolítica para diversificar fornecedores fora da China desses insumos.

Fonte: CNN Brasil

Banco do Brasil usa tecnologia para antecipar risco e evitar calotes no agro

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O Banco do Brasil fechou o terceiro trimestre com inadimplência recorde de 5,34% na carteira de agronegócio e o índice ainda não mostrou sinais de alívio até novembro. A informação é do vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do banco, Gilson Bittencourt, que demonstrou preocupação com o cenário, especialmente com o crescimento dos casos de recuperação judicial.
Até setembro, o banco registrou R$ 6,6 bilhões em operações em recuperação judicial — menos de 2% do total da carteira do agronegócio, R$ 398 bilhões. Mesmo representando uma fatia pequena da inadimplência total da instituição, as recuperações judiciais (RJ) de produtores rurais têm efeito “significativo” sobre as provisões de caixa e o resultado do banco, avaliou Bittencourt.

Pelo menos 83 mil produtores estão recebendo comunicações do Banco do Brasil para verificar interesse na renegociação prevista pela Medida Provisória 1.314/2025. Porém, segundo Bittencourt, há clientes que entraram em recuperação judicial e agora tentam sair para aderir às linhas da MP.

O vice-presidente lembrou que, após a declaração de RJ, qualquer decisão passa pela Justiça. “Eu não posso me relacionar com ele como se ele não tivesse toda a sua operação passando por um interventor indicado pela justiça e com todas as responsabilidades envolvidas”, afirmou Bittencourt.
Monitoramento ativo

Para aumentar o monitoramento destes casos, o Banco do Brasil criou uma matriz de concessão de empréstimos que divide os produtores pelos critérios de risco, conforme a situação e histórico de cada um. “Então, aquela parte dos produtores que a gente observou uma normalidade desses anos, a gente segue operando nas mesmas condições. Conforme o produtor, você pode ter uma gradação, uma exigência de garantia, alguma coisa além do que a gente vinha fazendo nessa nova concessão agora”, explicou o diretor de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Alberto Martinhago.

Os gestores também afirmaram que o BB reforçou o acompanhamento de risco com tecnologia e busca ativa. Entre os novos mecanismo adotados pelo banco está o acompanhamento de fatores como clima e desenvolvimento de lavouras (em tempo real) para verificar sinais de dificuldades que possam interferir nos pagamentos.

A partir de 30 dias antes do vencimento das operações, há uma regra automática de contato com o produtor para avaliar a necessidade de ajuste ou renegociação. “Antes se esperava a operação ficar inadimplente 1, 2, 3 dias para conversar com o cliente. Agora é antes de vencer”, afirmou Bittencourt.

O BB também ampliou o uso de inteligência de dados para identificar municípios e setores em que atrasos começam a se concentrar. “Se já tem histórico naquele município, três, quatro produtores já deixaram de pagar, eu já vou até o 5º, 6º e 7º e pergunto: ‘está tudo certo?’”, explicou.
Maturação da lei de recuperação judicial

O diretor de Agronegócios e Agricultura Familiar, Alberto Martinhago, afirmou ainda que as recuperações judiciais vêm sendo tema de debate com lideranças rurais, agentes do sistema financeiro e autoridades públicas. Para ele, o mecanismo tem função legítima, mas pode gerar distorções.

Martinhago afirmou que o uso indiscriminado da ferramenta afeta a avaliação de risco e encarece o crédito. “Isso vai criando um mecanismo de mitigação e não é bom para o setor”, disse. Segundo ele, o banco tem discutido o tema com instituições, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para alinhar interpretações e impactos.

Para o diretor, há preocupação tanto no meio jurídico quanto político sobre os riscos do “mau uso” da recuperação judicial no campo. “A discussão é válida, é necessária, para garantir que o mecanismo cumpra a finalidade dele e não prejudique o setor”, afirmou.

Para Gilson Bittencourt, o instituto da recuperação judicial ainda passa por uma fase de amadurecimento. “Ainda temos muitas interpretações que são muito individualizadas, tomadas por um juiz, de um tribunal aqui ou acolá”, disse.

Ele lembrou que a RJ rural ganhou espaço recentemente e que muitos produtores têm dúvidas sobre seus efeitos. Porém, a aparente solução pode levar a cenários piores, inclusive à falência. “Muitas vezes se divulga que recuperação judicial é salvação para não se pagar a conta. Só que depende do processo (…). Pode ser muito mais danosa do que uma solução negociada”, afirmou.

Fonte: Agro Estadão

BB espera arrefecimento da inadimplência do agronegócio ainda neste ano

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Após a inadimplência do agronegócio atingir o recorde de 5,34% do total da carteira de crédito do setor ao fim do terceiro trimestre deste ano, o Banco do Brasil espera começar a ver redução do indicador de atrasos em pagamentos de operações ainda neste ano. “A expectativa é de que a partir de dezembro, com as renegociações de crédito rural, consigamos ter um arrefecimento nesses números. O fato de ter demorado mais tempo que esperado para iniciar o processo de operação tardou um pouco nessa perspectiva”, disse o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do banco, Gilson Bittencourt, em conversa com jornalistas.

Em outubro, o indicador, que mensura atrasos superiores a 90 dias, ficou similar ao verificado ao fim de setembro, em virtude de as renegociações terem iniciado efetivamente somente no fim daquele mês, observou Bittencourt. “Em outubro, estávamos vivenciando a inadimplência que ocorreu em setembro. Portanto, ainda teremos uma inadimplência elevada em outubro. Em novembro, números ainda não fechados, a expectativa é de que haja estabilidade no crescimento, talvez em patamar menor de crescimento”, explicou o vice-presidente.

A inadimplência da carteira de agronegócio pressionou o desempenho do banco nos últimos trimestres, levando à queda expressiva nos resultados. “Parte da inadimplência vai para a provisão (de ativos problemáticos), sobre a qual há um processo posterior de recuperação de crédito, mas neste momento ela impacta diretamente o balanço do banco”, resumiu o executivo.

Em entrevistas recentes, a presidente do banco, Tarciana Medeiros, observou que o aumento da inadimplência do agronegócio levou a trimestres mais “estressados” e anteviu uma melhora a partir do quarto trimestre deste ano com inflexão da inadimplência a partir do primeiro trimestre de 2026. “De forma geral, o que foi apresentado no terceiro trimestre se mantém na mesma linha, pode ser um pouco mais para cá, um pouco mais para lá, mas em linha com o que foi divulgado”, apontou Bittencourt.

Bittencourt destacou que o aumento da inadimplência nos financiamentos relacionados ao setor agropecuário se espelha na maior parte das instituições financeiras e reflete a conjuntura atual do agronegócio. “O banco é mais um ator, um ator importante nesse cenário. O agro tem um peso na carteira do banco maior do que o agro tem na carteira de outros bancos”, pontuou. A carteira de agronegócio do BB somou R$ 398 bilhões ao fim de setembro, dados mais recentes, o que representa um terço da carteira total de crédito do banco. De acordo com o executivo, atualmente o atraso nos pagamentos de parcelas de crédito rural é concentrado, sobretudo, em operações de taxas livres – aquelas sem taxas subsidiadas pelo Tesouro.

Para Bittencourt, a disparada na inadimplência do setor está atrelada a uma conjuntura de fatores que pesaram com maior intensidade sobre determinadas cadeias e perfis de produtores. “Não é uma situação generalizada do agro. Logicamente, como atinge produtores de maior porte, o impacto econômico passa a ser maior”, observou. O executivo cita seis elementos que ajudam a explicar o atual panorama do setor e afetam os produtores individualmente ou de forma conjunta. Um deles é o aumento da alavancagem dos produtores entre 2020 e 2023, impulsionados por um ciclo de preços remuneradores de commodities e taxas atrativas de juros. Com a queda dos preços dos produtos agrícolas nestes dois últimos anos, produtores tiveram a capacidade de pagamento dos compromissos anteriores comprometida, observou Bittencourt.

Outro fator foram os eventos climáticos extremos que afetaram lavouras no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, o que demandou a necessidade de prorrogações de dívidas pelos produtores rurais. “Seja pela enchente, seja pela seca, temos produtores pagando uma ou duas dessas parcelas prorrogadas somada a uma Selic mais alta nesse período, com taxas livres ficando em média de 18% a 20% hoje”, observou Bittencourt. O arrendamento com custos elevados acordados pelos produtores durante o período de maior rentabilidade nos anos de 2020 a 2023 também pesa no fluxo de caixa dos produtores, segundo o executivo. “A inadimplência verificada em produtores arrendatários é quase o dobro da inadimplência verificada em produtores que possuem a terra”, disse.

Um sexto elemento mencionado por Bittencourt para explicar o crescimento da inadimplência no agronegócio é o investimento por produtores em atividades fora do setor, o que diminuiu a disponibilidade de recursos próprio e fez com que eles demandassem mais crédito privado a custos maiores. “Quando são somados todos esses fatores se verifica que o problema central que vivemos hoje não é um problema de rentabilidade, porque a rentabilidade na maior parte das atividades agropecuárias está próxima dos níveis históricos bem como os preços estão próximos do patamar histórico”, afirmou Bittencourt. “A conta é mais apertada porque neste momento ele tem de pagar muitos compromissos e maiores do que a sua capacidade.”.

Na análise do executivo, há produtores com combinação de dois, três a quatro desses fatores, o que reduz a capacidade de pagamento das dívidas e a liquidez. “O restante da nossa carteira, a grande maioria dela, está super bem. Portanto, não é uma situação que afetou igualmente todos os produtores de todas as atividades, mas teve um peso num banco, como o Banco do Brasil, que um terço da sua carteira é do agronegócio”, ponderou. A entrada em vigor da resolução 4.966/2021 do Banco Central sobre a provisão de ativos problemáticos integra ainda essa equação para disparada da inadimplência no BB.

Além de buscar renegociar as dívidas dos produtores inadimplentes, o BB, segundo o vice-presidente, vem monitorando financiamento a financiamento. “Isso vai desde um olhar mais apurado sobre cada financiamento, sobre a fluidez dos setores e sobre regiões com perdas recorrentes na produção que podem gerar um endividamento maior, ao aperfeiçoamento no modelo de análise de risco até a exigência de garantias mais robustas”, pontuou. Em outra frente, o banco faz uma busca ativa de clientes ainda adimplentes, mas com sinalizações de que podem apresentar dificuldades de pagamento dos financiamentos para se antecipar a um eventual atraso no pagamento.

Fonte: Invest Talk BB

App do BB conta com novas funcionalidades integradas do BB Americas

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O Banco do Brasil anuncipu na sexta-feira, 28 de novembro, novas funcionalidades que ampliam a experiência de clientes com conta no BB Americas Bank. A partir de agora, além dos serviços já disponíveis, os usuários podem acompanhar dentro do aplicativo o cartão de crédito emitido nos Estados Unidos e visualizar suas aplicações financeiras em dólar, como Money Market, Savings e Certificates of Deposit (CD).

A atualização reforça o movimento do Banco de transformar o App BB em um hub completo para quem transita entre Brasil e Estados Unidos, reunindo em um único ambiente informações sobre operações em real e dólar, investimentos, cartões de débito e crédito, remessas internacionais e contato para relacionamento com o gerente.

Com as novas funcionalidades, o cliente passa a ver, em português, o limite, a fatura, os lançamentos e o status do cartão de crédito do BB Americas, além de poder realizar o pagamento da fatura com restituição imediata do limite. Esse é um diferencial do cartão de crédito do BB Americas já que, em outros bancos, a recomposição do limite pode demorar até três dias após o pagamento da fatura.

Embora os saldos e extratos das aplicações financeiras feitas nos EUA já estivessem disponíveis, agora os clientes podem fazer novas aplicações em contas CD e Money Market, equivalentes ao CDB e contas com rendimentos diários no Brasil, respectivamente, tudo com a mesma fluidez do uso cotidiano do App BB.

“Integrar o cartão de crédito e as aplicações financeiras do BB Americas ao App BB é mais um movimento para acompanhar a vida dos nossos clientes, que cada vez mais circulam, estudam, trabalham e fazem negócios dentro e fora do país. A ideia é simplificar essa experiência, dar mais autonomia e garantir que a gestão das finanças em dólar aconteça com a mesma naturalidade do dia a dia no Brasil”, afirma Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil.

A jornada de abertura da Conta Gold Global, destinada a não residentes nos EUA, segue totalmente digital, permitindo a criação de conta individual ou conjunta com inclusão de beneficiários. A abertura ocorre em até sete minutos após o envio da documentação. Desde o lançamento, em junho de 2024, mais de 50 mil solicitações foram registradas, com satisfação média de 85%.

Para Mario Fujii, CEO do BB Americas Bank, a integração é parte de um plano contínuo de evolução tecnológica. “Novos ciclos de entregas devem ocorrer ao longo de 2026, com foco em automação, fluidez e na ampliação dos serviços que poderão ser acessados diretamente pelo App BB”, acrescenta.

A Conta Global permanece como porta de entrada para clientes que desejam movimentar recursos em dólar com segurança, oferecendo transferências sem custo via BB Remessa, saques gratuitos em mais de 40 mil caixas nos EUA, proteção FDIC de até US$ 250 mil, cartão Visa compatível com carteiras digitais, cartão de crédito em dólar sem taxa internacional, Zelle para transferências instantâneas e acesso a financiamento imobiliário, credito pessoal e para compra de veículos no mercado americano, sujeitos à análise.

Sobre o BB Americas Bank

O BB Americas Bank é um banco americano, subsidiária integral do Banco do Brasil S.A., sediado na Flórida, e conecta brasileiros e residentes nos EUA a soluções financeiras seguras, digitais e acessíveis, com atendimento em português, inglês e espanhol. Atualmente com seis agências na Flórida, o Banco investe continuamente na integração dos canais físicos e digitais, na automação e na experiência do usuário, promovendo jornadas simplificadas entre Brasil–EUA para clientes de Varejo, de Alta Renda e Private Banking.

Fonte: Banco do Brasil

Sindicato en PE orienta funcionários sobre incorporação de comissão para os caixas

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Ao longo de 2025, o Sindicato dos Bancários de Pernambuco, diante do processo de reestruturação e do Plano de Funções, Expansão e Movimentações anunciados pelo Banco do Brasil em janeiro de 2025, que impactou os funcionários na função de caixa, realizou um levantamento junto à base para identificar e mediar as situações nas quais os bancários não tenham conseguido a incorporação de função ou não tenham sido priorizados na concorrência às vagas de Assistente de Negócio.

A partir dos dados fornecidos por mais de 65 bancários interessados, que foram atendidos pelas dirigentes sindicais, Andreza Camila e Diana Ribeiro, foi realizado pela entidade a análise do período de comissões exercidas. Foram cinco meses de trabalho, incluindo a realização dos cálculos de tempo de comissão, levando em consideração a decisão em segunda instância do processo impetrado pela Contraf-CUT no TRT da 10ª Região em Brasília e a cláusula 12ª do Acordo de Trabalho do Banco do Brasil firmado na Convenção Coletiva 2024-2026, conforme parecer jurídico abaixo.

Com a documentação comprobatória do tempo de função desses trabalhadores, o Sindicato encaminhou um ofício com pedido administrativo à GEPES Especializada do Banco do Brasil, em Brasília, requerendo a incorporação da função para 11 bancários que atendiam aos critérios exigidos: em 11/01/2021 exerciam função de Caixa Executivo ou Caixa Substituto, e que até 11/11/2017 (Reforma Trabalhista) possuíam pelo menos 10 anos no somatório de todas das Funções Gratificadas exercidas, incluindo Caixa Executivo e Caixa Substituto. Do grupo trabalhado, dois bancários tiveram seus pedidos atendidos e para os demais o Banco do Brasil decidiu manter a negativa de reconhecimento de incorporação.

Agora, diante da recente negativa administrativa do banco, a assessoria jurídica do Sindicato orienta: “todos aqueles que possuam, no mínimo 10 anos de FUNÇÃO (frise-se que não há a exigência que seja exclusivamente na função de caixa-executivo) em 11/11/2017, possuem tal direito. Tem que ser ressaltado, ainda, que essa contagem não se dá apenas entre 11/11/2007 e 11/11/2017, os períodos anteriores também são contados, e, há ainda possibilidade de serem períodos intermitentes, desde que o somatório seja de 10 anos na referida data. A assessoria está à disposição para buscar os direitos daqueles que se encontrem nessa situação”, afirma parecer do Escritório Galindo Falcão & Gomes Advogados Associados. Considerando que o tema é de “natureza personalíssima”, a entidade não ingressou com ações coletivas. Mas, desde janeiro de 2025, colocou a Secretaria de Assuntos Jurídicos à disposição para ações individuais.

O suplente da Secretaria de Bancos Públicos e membro do coletivo de dirigentes sindicais do Banco do Brasil, Jorge Ferreira, ressalta: “estamos acompanhando todo esse processo de reestruturação e movimentações, desde que foi anunciado pelo Banco do Brasil. Entendemos que os impactos causados são muitos e precisam de cuidados e de orientações que possam ajudá-los para um melhor entendimento das suas situações. Reforçamos, portanto, a importância dos funcionários do interior e capital envolvidos procurarem se informar juridicamente junto ao nosso Sindicato.”

A dirigente Andreza Camila, que participou dos cálculos de tempo de comissão relata que vários funcionários têm perfeita condição de terem seus pedidos de incorporação atendidos não apenas pelo tempo de caixa, mas seguindo também os critérios da Súmula 372 do Tribunal Superior do Trabalho, que não existe data inicial, apenas final, e que são contabilizadas todas as comissões e substituições de gerentes e tesouraria exercidas, pois são oriundas da necessidade do serviço.

Relembre o caso – Ainda em 2021, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro – Contraf-CUT ingressou na Justiça e conseguiu uma liminar contra o banco que, na época, fez uma reestruturação e retirava o direito à gratificação dos caixas executivos. Então, por meio de tutela antecipada, os trabalhadores foram protegidos contra a decisão unilateral do BB de eliminar a função de caixa. O banco recorreu e, mais tarde, quando o processo chegou no TRT10, em julho de 2024, o tribunal cassou a liminar. A Contraf-CUT, mais uma vez, entrou com embargos de declaração, insistindo na liminar, e, no dia 4 de setembro de 2024, o TRT10 aceitou o pedido do movimento sindical.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Pernambuco

Banco do Brasil anuncia mudanças nas regras de adesão à Cassi

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A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI) divulgou, novas orientações destinadas aos interessados em aderir ao Plano de Associados. A medida segue o Estatuto da CASSI e o Regulamento do Plano, oferecendo condições especiais de inscrição por tempo limitado.

De acordo com o comunicado, todos os interessados que solicitarem a inscrição na CASSI no prazo de até 90 dias, contados a parti de 18 de novembro de até 16 de fevereiro de 2026 — estarão dispensados do cumprimento dos períodos de carência normalmente exigidos para acesso às coberturas assistenciais do plano.

Após esse prazo, os novos inscritos passarão a cumprir as carências previstas em regulamento, que variam conforme o tipo de serviço ou procedimento de saúde.

A CASSI esclarece ainda que o benefício da isenção de carência também se aplica ao ex-funcionário egresso do Banco Nossa Caixa (BNC) contemplado pela decisão judicial vigente. Caso esse profissional venha a se aposentar, ele terá direito à adesão ao Plano Cassi Associados sem necessidade de cumprir carências, desde que a solicitação seja feita em até 90 dias após o desligamento do Banco do Brasil.

A decisão judicial que ampara essa condição permanece válida enquanto vigente, garantindo ao ex-funcionário aposentado o mesmo tratamento concedido aos demais interessados durante o período excepcional.

Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e região, Lucas Passos de Lima, “É muito importante que todos os colegas fiquem atentos a essa oportunidade anunciada pela CASSI. Por isso, reforço: é essencial respeitar os prazos. Para evitar qualquer contratempo, orientamos que todas as solicitações sejam feitas pelos canais oficiais de atendimento da CASSI, além disso, o SindBan está à disposição para esclarecimento de dúvidas e todo suporte que os bancários e bancárias precisem neste momento”, declara.

A CASSI reforça que os interessados devem observar rigorosamente os prazos estabelecidos para garantir o direito à isenção de carência. A instituição orienta que as solicitações sejam realizadas pelos canais oficiais de atendimento, evitando o risco de perda do benefício.

Para outras informações, os associados e potenciais novos inscritos podem consultar o regulamento disponível nos canais da CASSI ou entrar em contato com a central de atendimento.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Piracicaba

Conheça o executivo Márcio Chiumento, novo presidente da Previ

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O sindicalista João Fukunaga deixou o comando da Previ nesta sexta-feira (17). O fundo é o maior da América Latina, responsável pela gestão de mais de R$ 200 bilhões. Fukunaga passou por desgastes após prejuízos no principal plano, que encerrou o ano de 2024 com déficit de R$ 17,6 bilhões.

O Banco do Brasil indicou o funcionário de carreira Márcio Chiumento para assumir o lugar de Fukunaga, e o Conselho Deliberativo da Previ já iniciou os trâmites para a posse do novo presidente.

Chiumento é funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 2000. É graduado em Direito, mestre em Gestão e Inovação e possui MBA em Negócios Financeiros pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O novo presidente já ocupou diversos cargos na instituição, entre eles o de head de Clientes, Estratégia e Produtos do segmento Setor Público, Ouvidor-Geral do BB, gerente executivo na Diretoria de Atendimento e Canais, gerente de Administração na Superintendência de Varejo, além de ter atuado como administrador de agências e consultor de investimentos nos segmentos Private e Alta Renda.

Atualmente, integra o Conselho de Administração da Neoenergia e é vice-presidente do Conselho de Administração da Tupy.

Fonte: MSN

Economus Futuro: valores de contribuição mantidos para dezembro

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Os valores de contribuição mensal permanecem praticamente inalterados nos últimos 18 meses, devido ao equilíbrio econômico-financeiro do plano.

Durante o mês de dezembro, serão realizados estudos técnicos para definição do reajuste nos valores de contribuição que serão praticados de janeiro a março de 2026.

O plano foi criado como alternativa para a manutenção da assistência à saúde aos aposentados, tendo como prioridade a qualidade dos serviços e a preservação do equilíbrio financeiro. O plano é coletivo por adesão, com formação de preço pós-estabelecida, individual e por faixa etária, com revisão trimestral do valor da cota que forma a tabela de contribuições.

O Economus reforça o compromisso com a eficiência na gestão e a busca por soluções que assegurem a sustentabilidade da cobertura assistencial de qualidade aos beneficiários.

Fonte: Economus

“O mercado mudou e o BB está se adaptando a ele”, avalia o JPMorgan

Publicado em: 27/11/2025

O JPMorgan recebeu a presidente do Banco do Brasil (BBAS3), Tarciana Medeiros, e a Diretora de RI, Janaina Storti, tendo o agronegócio como o foco principal do encontro.

Estes foram os principais pontos abordados: (1) a administração espera que os créditos não produtivos de 90 dias atinjam o pico no 4º trimestre de 2025, apresentando inicialmente alguma estabilização e passando por uma curva de inflexão ao longo de 2026; (2) o banco possui R$ 12 bilhões em empréstimos renegociados em processo sob a MP 1.314 (que autoriza a utilização de até R$ 12 bilhões de recursos do Tesouro para a liquidação ou amortização de dívidas rurais), que serão reclassificados como ativos produtivos, embora as reservas para perdas com empréstimos não devam ser revertidas em um primeiro momento; (3) o Banco do Brasil está evoluindo sua abordagem aos clientes do agronegócio, oferecendo serviços de consultoria abrangentes e mantendo um relacionamento próximo com os produtores rurais em todas as etapas do ciclo produtivo.

Em relação aos empréstimos para folha de pagamento de pessoas físicas: (1) o Banco do Brasil apresenta índices de inadimplência saudáveis, em linha com os empréstimos para folha de pagamento do setor público; (2) a administração busca atingir sua participação justa de mercado de aproximadamente 20% nesse produto; e (3) espera-se que os empréstimos para folha de pagamento de pessoas físicas sejam o principal motor de crescimento da carteira de varejo em 2026.

Ao olhar para as prioridades, o banco estatal destaca que 2025 foi um ano de ajustes e está trabalhando arduamente para aprimorar todos os processos de crédito a fim de retomar o crescimento em 2026.

Em uma visão geral, o setor do agronegócio passou por mudanças. “Diversos desafios surgiram nos últimos anos: mudanças regulatórias, eventos climáticos, margens mais apertadas, entre outros. Apesar desses desafios, o Banco do Brasil pretende continuar sendo o banco líder no agronegócio, mas com maior seletividade com base em sua matriz de risco interna”, ressalta o JPMorgan.

Além disso, o Banco do Brasil alterou algumas garantias e também está mudando a forma como atende os clientes nesse segmento, construindo um relacionamento mais próximo com os produtores rurais e acompanhando-os desde o pré-plantio até a pós-colheita. Isso envolve o fornecimento de suporte contínuo e abrangente, incluindo serviços de assessoria jurídica, e a manutenção de um monitoramento rigoroso, agora que as provisões são feitas com base em perdas esperadas, em vez de perdas incorridas.

A gestão do banco espera que os créditos não produtivos de 90 dias se estabilizem no 4º trimestre de 2025 e melhorem ao longo de 2026. Notavelmente, mais de 70% dos clientes inadimplentes nunca haviam entrado em default antes. A deterioração está concentrada em culturas e regiões específicas e não é um problema generalizado, sinaliza. Ela ainda vê esse como um setor em crescimento nos próximos anos (o agronegócio tem crescido acima do PIB brasileiro).

Fonte: Infomoney

Comissão debate precarização das condições de trabalho no Banco do Brasil

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta segunda-feira (1º de dezembro) sobre a precarização das condições de trabalho no Banco do Brasil. O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF) e está marcado para as 10 horas, no plenário 12.

O objetivo é discutir os impactos das reestruturações internas, do fechamento de agências, da redução do número de funcionários e do aumento das metas sobre a saúde dos trabalhadores e sobre a qualidade do atendimento prestado à população.

Erika Kokay aponta que relatos recorrentes indicam o aumento de casos de adoecimento psíquico entre os empregados da instituição, como quadros de estresse crônico, ansiedade, depressão e síndrome de burnout.

“Esses problemas decorrem, em grande parte, da sobrecarga de trabalho, da insegurança frente às constantes mudanças organizacionais e de práticas de gestão que, muitas vezes, desconsideram os limites humanos e o bem-estar do corpo funcional”, diz.

A deputada acrescenta que, paralelamente, observa-se o comprometimento da qualidade do serviço oferecido aos clientes, especialmente nas regiões mais afastadas ou com menor cobertura bancária.

“O fechamento de unidades e a redução do número de funcionários geram filas, demora no atendimento e dificultam o acesso da população aos serviços bancários essenciais, contrariando o papel social e estratégico que o Banco do Brasil historicamente desempenha no país”, ressalta Erika Kokay.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

BB expande o BB Ventures, seu programa de Corporate Venture Capital

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O Banco do Brasil avança em sua jornada de inovação com o fortalecimento do BB Ventures, programa de Corporate Venture Capital (CVC) lançado em 2020. A expansão contempla a ampliação do seu escopo de atuação ao incorporar as temáticas bioeconomia, ASG (Ambiental, Social e Governança) e DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), apoiando empreendedores e cadeias produtivas em todas as regiões do Brasil. Para sustentar essa nova fase, o BB Ventures passará a contar com um capital de até R$ 500 milhões a partir de 2026.

São R$ 300 milhões adicionais ao que já estava previsto para o programa de CVC do Banco. “A expansão do programa reforça o compromisso do Banco em se manter como protagonista no ecossistema de inovação e startups, ampliando nossa capacidade de capturar oportunidades e gerar valor por meio de soluções inovadoras, sempre alinhadas à nossa estratégia de negócios, às transformações do mercado e às demandas apresentadas por nossos clientes”, comenta Rodrigo Vasconcelos, diretor de negócios digitais do BB.

Novas soluções de impacto para clientes e sociedade

Em 2025, o BB Ventures lançou novas soluções decorrentes do investimento em startups parcerias. A primeira delas é o BB Expenses, co-criação com a startup Payfy, uma plataforma de gestão de despesas que incorpora inteligência artificial na automatização e otimização de todo o fluxo de controle de gastos corporativos com cartões BB, promovendo maior controle, transparência e eficiência operacional. O BB Expenses é integrável com inúmeras ferramentas de ERP e está disponível para todos os clientes pessoas jurídicas e governo do Banco.

No agronegócio, as iniciativas desenvolvidas em conjunto com as agtechs do portfólio apoiam os produtores rurais na gestão de suas atividades, na redução de custos e no aumento da produtividade, ao mesmo tempo em que fortalecem práticas sustentáveis em toda a cadeia e contribuem para a mitigação de riscos. Exemplos disso são as soluções de georreferenciamento remoto, IA na concessão e gestão do crédito, bioinsumos, gestão e rastreabilidade de rebanhos, produção e propriedades.

Essas soluções reforçam a vocação do Banco em apoiar empresas, produtores rurais e governos, ampliando a digitalização, a transparência e a eficiência na gestão empresarial e pública, além de abrir espaço para uma cadeia agro mais produtiva e sustentável. Além do ganho financeiro direto com novas fontes de receitas, o BB complementa a proposta de valor e gera impacto positivo real aos seus clientes.

O BB Ventures

O BB Ventures vem se consolidando como uma alavanca estratégica para impulsionar negócios inovadores, promover sinergias com clientes e startups e gerar novas oportunidades de atuação. É a principal ferramenta de inovação aberta do banco, com investimentos prioritários em fintechs, agtechs e govtechs em estágios Seed e Série A e que possuem soluções com fit estratégico e potencial de integração com os modelos de negócios do BB.

Desde sua criação, o BB Ventures já avaliou mais de mil startups e possui 51 empresas investidas no portfólio atual, distribuídas em cinco Fundos de Investimento em Participações (FIPs). Entre eles, três multicotistas, geridos por SP Ventures, Astella e Indicator Capital, e dois exclusivos do Conglomerado BB, sob gestão da MSW Capital e Vox Capital.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil realiza captação de 50 milhões com KfW

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O Banco do Brasil anuncia uma nova etapa em sua estratégia de sustentabilidade com a captação de €50 milhões junto à República Federal da Alemanha por meio do Banco do Desenvolvimento alemão KfW. Os recursos serão destinados ao financiamento do projeto “Fomento de Cadeias Produtivas Sustentáveis de Bioeconomia”. A operação inclui ainda uma doação de €4,5 milhões do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da Alemanha (BMZ) para contragarantia e assistência técnica, reforçando o compromisso das instituições com o desenvolvimento sustentável e a inclusão socioeconômica.

O projeto tem como foco ampliar o acesso ao crédito para pequenos produtores, comunidades tradicionais e agricultores familiares, especialmente na região Amazônica. A meta é beneficiar mais de 4.500 famílias, sendo pelo menos 600 mulheres, e promover investimentos em 50 mil hectares de áreas voltadas à bioeconomia.

Segundo José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Corporativa do BB, “A parceria entre o Banco do Brasil e o KfW representa um marco fundamental na promoção de cadeias produtivas sustentáveis da bioeconomia, especialmente na Amazônia. Iniciativas multilaterais como esta são essenciais para ampliar o acesso ao crédito, fortalecer comunidades tradicionais e acelerar a transição para uma economia verde, justa e inclusiva. Ao unir esforços com instituições internacionais, reafirmamos nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, a mitigação climática e o impacto positivo na vida de milhares de famílias brasileiras.”

A iniciativa está alinhada à Estratégia de Bioeconomia do BB, que visa integrar desenvolvimento econômico com conservação ambiental e mitigação climática. O BB reforça, com essa operação, seu papel como agente relevante na transição para uma economia verde, justa e inclusiva, consolidando sua posição como o banco mais sustentável do mundo pelo sexto ano, segundo a publicação canadense Global 100.

A parceria com o KfW é uma continuação da parceria entre Brasil e Alemanha para o fomento do desenvolvimento sustentável da região amazônica, que iniciou com uma primeira captação no volume de 80 milhões de EUR em 2023 e também fortalece a atuação do BB em iniciativas multilaterais e regionais, como a Coalizão Verde liderada pelo BID, e contribui para o avanço das metas ASG da instituição, que incluem atingir R$5 bilhões em bioeconomia até 2030 e impactar 1 milhão de pessoas por meio de ações sustentáveis.

O Banco do Brasil, considerado o Banco Mais Sustentável do Mundo, é líder em financiamento sustentável no país, com uma carteira robusta de crédito voltada para projetos de energia renovável, agricultura de baixo carbono, habitação social e iniciativas de impacto socioambiental. O BB integra os principais índices de sustentabilidade e mantém metas ambiciosas para ampliar o crédito sustentável, contribuindo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e para a construção de um futuro mais verde e inclusivo.

Fonte: Banco do Brasil

BB apresenta solução que reduz em 80% o desperdício na alimentação escolar

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Uma solução tecnológica desenvolvida pelo Banco do Brasil em parceria com a startup Lemobs, capaz de reduzir em até 80% o desperdício de alimentos na merenda escolar, foi o destaque do painel “Sementes do Amanhã”, realizado na COP30. A plataforma BB Alimentação Escolar foi apresentada como uma ferramenta de alto impacto para a gestão pública, gerando economia, sustentabilidade e melhora nutricional para os alunos.

A tecnologia utiliza inteligência artificial para integrar e otimizar todas as etapas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), desde o planejamento de cardápios e gestão de estoques até as compras de insumos da agricultura familiar. O sistema foi aprovado em projetos-piloto com resultados expressivos: em Rio Brilhante (MS), a iniciativa alcançou uma economia projetada de 2 toneladas de comida ao ano, o que equivale a 25 mil refeições preservadas e 10 toneladas de emissões de carbono evitadas. Em Valparaíso (GO), o sistema reduziu em 90% o tempo para processar dados nutricionais dos alunos.

“O Banco do Brasil atende os 5.570 municípios com muita proximidade e entende as necessidades dos gestores públicos. Essa iniciativa demonstra a vocação do BB para solucionar problemas e fazer a diferença na vida das pessoas”, afirmou Euler Mathias, diretor de Negócios e Governo do Banco do Brasil. “Temos a capilaridade para levar essa inovação a todo o país, transformando a gestão da alimentação escolar.”

O sucesso da ferramenta nos projetos-piloto conquistou a cidade anfitriã da COP30. Belém já iniciou a implementação em cinco escolas da rede municipal. Patrick Tranjan, secretário de Educação do município, ressaltou que a iniciativa se soma a outras ações de sustentabilidade na rede de ensino. “Políticas de sustentabilidade só geram legado quando estão integradas à educação”, afirmou.

Sérgio Rodrigues, CEO da Lemobs, reforçou o propósito da parceria. “Nosso objetivo é colocar a tecnologia a serviço da população. A parceria com o BB escala esse impacto e nos permite atuar onde a inovação faz a diferença real: na saúde e no futuro das nossas crianças”, explicou.

Fonte: Banco do Brasil

Na COP 30, BB se torna o primeiro grande banco a lançar mesa de créditos de carbono

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O Banco do Brasil anunciou durante a COP 30 o lançamento de sua mesa de comercialização de créditos de carbono. Com a iniciativa, a instituição se tornou o primeiro grande banco brasileiro a permitir que empresas com metas de emissão adquiram créditos de carbono de projetos que preservam florestas ou utilizam energia limpa.

Atualmente, o Banco do Brasil já conta com mais de 30 projetos em desenvolvimento, com capacidade de gerar até 3 milhões de créditos de carbono por ano. Na prática, isso representa o impulso a um mercado de economia verde com potencial bilionário, a monetização da floresta em pé e a viabilização financeira da transição para uma economia de baixo carbono — transformando compromissos ambientais em ativos econômicos reais.

De acordo com José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, “a mesa de carbono vai facilitar a negociação de créditos para compensação. Nossa vantagem é atuar de ponta a ponta: participamos da originação de projetos de alta integridade, como os de preservação que geram créditos, e conectamos essa oferta diretamente à demanda de nossos clientes, garantindo segurança e eficiência no processo.”

Com a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), o lançamento se apresentou como uma resposta do setor financeiro à nova legislação climática brasileira, que estabelece um mercado regulado. A expectativa é que mais de 5 mil grupos econômicos precisem gerenciar seus inventários de emissões. A iniciativa do BB nasce para atender a essa demanda, não apenas negociando créditos, mas também originando novos projetos de descarbonização.

Uma atuação cuja maturidade é decisiva, como pontua Francisco Augusto Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado. “Nossa atuação com a mesa de carbono é análoga ao que já fazemos. De um lado, temos desde o pequeno produtor rural, que possui uma área de preservação mas não tem escala para acessar este mercado sozinho, até grandes projetos. Do outro, a grande corporação que precisa compensar suas emissões. Nossa missão é ser essa ponte. Vamos originar, intermediar e monetizar esses ativos, unindo quem gera o crédito a quem precisa dele, com a segurança e a capilaridade que o Banco do Brasil oferece.”

A plataforma lançada será alimentada por um portfólio de iniciativas de conservação do próprio banco, que já contribuiu para a preservação de 850 mil hectares de floresta nativa e mantém a meta ambiciosa de alcançar 2 milhões de hectares até 2030, além de recuperar 1,5 milhão de hectares de áreas degradadas.

O modelo de negócios da mesa de carbono atuará em três frentes estratégicas:

  • Originação de projetos: estruturação de iniciativas sustentáveis com clientes de todos os portes.
  • Comercialização de créditos: intermediação e monetização de ativos ambientais no mercado.
  • Assessoria para descarbonização: apoio técnico a empresas em sua jornada de transição ecológica.

A comercialização de créditos de carbono é vista como uma ferramenta essencial para reduzir emissões, atrair investimentos em tecnologias limpas e ajudar o Brasil a cumprir suas metas climáticas, fortalecendo a economia local e gerando novos empregos verdes.

Fonte: Banco do Brasil

BB e Amazon: parceria vai ampliar o acesso a produtos feitos na Amazônia e Pantanal

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O Banco do Brasil e a Amazon anunciam o lançamento do Shopping BB Sustentabilidade, uma parceria para ampliar o acesso a produtos de pequenas e médias empresas da Amazônia e Pantanal, impulsionando a sociobioeconomia brasileira. A iniciativa conecta consumidores às cadeias produtivas da floresta, contribuindo para incremento de renda nas comunidades locais.

Os produtos estarão disponíveis no marketplace do app BB, em um espaço dedicado à promoção de marcas parceiras, soluções financeiras e iniciativas que estimulam a transformação econômica com responsabilidade socioambiental. Além do aplicativo BB, os produtos também poderão ser adquiridos pela amazon.com.br , reforçando o compromisso conjunto de gerar impacto positivo, tornando o valor econômico gerado por empreendedores dos biomas brasileiros visível e acessível

O vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, José Ricardo Sasseron, comenta que a parceria amplia a capacidade de gerar valor para quem produz na sociobiodiversidade e acelera a integração entre finanças sustentáveis, desenvolvimento territorial e consumo consciente. “O BB já possuiu uma forte atuação na promoção da sociobioeconomia, e este é mais um passo para que ela se torne um vetor de transformação social. Ao conectar produtores da Amazônia e do Pantanal a novos mercados, ampliamos renda, fortalecemos cadeias produtivas e aproximamos as pessoas de um consumo cada vez mais responsável”.

Para a Amazon, a ação reforça o compromisso da empresa com os seus clientes e com o meio ambiente. A empresa acredita que soluções como essa se tornam um motor econômico que ajuda a fortalecer comunidades. “Investir em pequenas e médias empresas é investir no futuro do Brasil. Elas são verdadeiras catalisadoras de transformação social e econômica, gerando empregos locais, impulsionando a inovação, cultura e fortalecendo comunidades”, conforme destaca Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil.

A iniciativa abre novos mercados para produtores locais, ampliando visibilidade, escala e competitividade para empreendedores, cooperativas e comunidades que vivem da sociobiodiversidade amazônica e de outros biomas brasileiros. Com tecnologia, alcance e o serviço de marketplace o que antes era restrito a circuitos regionais poderá chegar a mais consumidores, criando pontes reais entre quem produz com impacto socioambiental positivo e quem deseja consumir com propósito.

Fonte: ESG Inside

BB e JBIC vão financiar projetos sustentáveis e impulsionar a transição energética

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O Banco do Brasil e o Banco Japonês para Cooperação Internacional (JBIC) assinaram um Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) com o objetivo de desenvolver uma linha de crédito voltada a projetos de mitigação das mudanças climáticas, com foco nos setores de biocombustíveis e transmissão de energia. A iniciativa busca impulsionar investimentos que contribuam para reduzir emissões de gases de efeito estufa, ampliar o uso de energias limpas e fortalecer a segurança energética global.

A parceria foi formalizada no âmbito da participação do BB na 30ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), realizada no Brasil, e marca um passo importante na expansão de mecanismos financeiros sustentáveis entre os dois países.

“Temos orgulho de formalizar esta parceria com o JBIC, que reflete nosso compromisso compartilhado com o avanço da mitigação das mudanças climáticas e do desenvolvimento sustentável. Por meio desta iniciativa, buscamos acelerar investimentos que não apenas reduzam as emissões de gases de efeito estufa, mas que também fortaleçam a segurança energética e fomentem o crescimento econômico. Esta colaboração reforça o papel do Banco do Brasil no financiamento de energias renováveis, na promoção de soluções inovadoras para um futuro de baixo carbono, em linha com a liderança do Brasil em energias renováveis e os esforços globais rumo à neutralidade de carbono”, afirma Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB.

A cooperação com o JBIC combina a experiência do Banco do Brasil em crédito sustentável e agronegócio com a expertise japonesa em tecnologia e eficiência energética, promovendo novos mecanismos de financiamento e inovação no campo da energia limpa, que contribuam para a mitigação das mudanças climáticas e uso sustentável de recursos, como produção de biocombustíveis e matérias-primas, linhas de transmissão, transição e eficiência energética.

A iniciativa reforça o papel do BB como agente global de desenvolvimento sustentável e consolida a parceria histórica entre Brasil e Japão em investimentos de longo prazo.

Presença consolidada no Japão

Presente no Japão há mais de 50 anos, o Banco do Brasil mantém e fortalece sua atuação no país por meio das agências localizadas em Tóquio, Nagoia e Hamamatsu, que oferecem atendimento completo a indivíduos e empresas, com soluções bancárias, de câmbio e investimentos voltadas a brasileiros e diversas outras nacionalidades residentes no Japão — incluindo trabalhadores, profissionais em mobilidade internacional, estudantes, famílias e clientes com perfil de investimento e alta renda e empreendedores.

Com atuação conectada à dinâmica dos mercados da Ásia-Pacífico, o BB Tóquio é um ponto estratégico de articulação regional, apoiando empresas brasileiras e japonesas em operações de comércio exterior, trade finance e investimentos e contribui para o fortalecimento das relações econômicas bilaterais e para a geração de valor em escala global.

Sobre o Banco do Brasil

O Banco do Brasil, considerado o banco mais sustentável do mundo, é líder em financiamento sustentável no país, com uma carteira robusta de crédito voltada para projetos de energia renovável, agricultura de baixo carbono, habitação social e iniciativas de impacto socioambiental. O BB integra os principais índices de sustentabilidade e mantém metas ambiciosas para ampliar o crédito sustentável, contribuindo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e para a construção de um futuro mais verde e inclusivo.

Sobre o JBIC

O JBIC é uma instituição financeira baseada em políticas e de propriedade integral do governo japonês, cuja missão é contribuir para o desenvolvimento saudável do Japão, bem como da economia e sociedade internacional.

Fonte: Banco do Brasil

BB capta US$ 100 milhões com Crédit Agricole CIB para operações sustentáveis

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O Banco do Brasil e o banco francês Crédit Agricole (CACIB) formalizam uma nova operação internacional de captação sustentável no valor de US$ 100 milhões, estruturada na modalidade REPO (Repurchase Agreement). A assinatura acontece no âmbito da participação do BB na COP30, em Belém (PA), e reforça o protagonismo do Banco no financiamento sustentável global. Trata-se de um avanço de outra captação internacional com esse mesmo parceiro, também no montante de US$ 100 milhões, ocorrida em setembro deste ano, cuja finalidade também teve como intuito impulsionar projetos elegíveis do Programa Eco Invest Brasil.

A operação anunciada no dia 19 de novembro, visa mitigar a crise climática com recursos que serão estruturados em três pilares: projetos de alto impacto ambiental, conforme as iniciativas do primeiro leilão do Eco Invest, que visam acelerar a descarbonização e fomentar soluções inovadoras em sustentabilidade; garantia gerada a partir de títulos públicos sustentáveis emitidos pelo governo brasileiro; e, pela primeira vez, vinculados a meta do BB de reduzir a emissões de GEE financiadas do seu portfólio de crédito.

Nos últimos dois anos, o Banco do Brasil somou R$ 45 bilhões (cerca de US$ 8,5 bilhões) em captações externas, com foco em operações sustentáveis e na diversificação do funding. “Essa estratégia, baseada no cumprimento de metas de sustentabilidade, reforça o compromisso do Banco em promover práticas responsáveis e gerar valor para clientes, investidores e para a sociedade. Somos uma empresa com atuação na construção e no desenvolvimento do país e assumimos um papel relevante ao estimular, com nosso exemplo, o apoio e financiamento, que as grandes companhias brasileiras também avancem em direção a um futuro sustentável”, afirma Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB.

A operação está alinhada à Agenda 30 BB, que prevê R$ 500 bilhões em crédito sustentável até 2030, sendo R$ 200 bilhões destinados à agricultura sustentável e R$ 30 bilhões a energias renováveis. Esta é a primeira operação do Banco do Brasil que vincula o benefício financeiro ao cumprimento de uma meta climática, calculada com base em metodologias reconhecidas internacionalmente, como o padrão da Partnership for Carbon Accounting Financials (PCAF), e em processos de coleta e monitoramento de dados.

Ao assumir um compromisso de Escopo 3, que considera as emissões indiretas das atividades financiadas, o BB incorpora critérios ambientais ao modelo de financiamento e amplia o escopo na gestão climática.

Sobre Crédit Agricole CIB

O Crédit Agricole CIB é a parte de banco de investimento do Grupo Crédit Agricole, o 10º maior grupo bancário do mundo por ativos totais em 2024 (The Banker, julho de 2025). O Banco está comprometido em apoiar seus clientes na transição para uma economia de baixo carbono e em alinhar suas próprias atividades rumo ao net zero. Em linha com suas ambições, o Crédit Agricole CIB é pioneiro e líder global em finanças sustentáveis (cofundador dos Princípios do Equador, coautor dos Princípios de Green Bonds e Princípios de Sustainability-Linked Bonds).

Fonte: Banco do Brasil

BB lança cartão premium em mercado que movimentou R$ 1,5 tri em seis meses

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No dia 17 de novembro o Banco do Brasil apresenta Altus Liv, um novo cartão premium, voltado para um grupo seleto de clientes com perfil investidor e alto poder de consumo. Feito em metal e com um design que combina elegância e tecnologia, o novo cartão inaugura uma categoria inédita de exclusividade no BB. Nesta primeira fase de lançamento, será entregue apenas a clientes convidados, reforçando seu caráter diferenciado. Os clientes estão entre público que conta com investimentos acima de R$ 1 milhão, gastos médios acima de R$ 20 mil nos últimos seis meses ou renda mínima de R$ 30 mil.

Desenvolvido com base em um amplo estudo sobre comportamento de consumo e o mercado de alta renda, o cartão BB Visa Altus Liv chega no momento em que o uso de cartões de crédito ganha ainda mais protagonismo no país. Segundo o mais recente relatório da Abecs divulgado em agosto, os pagamentos com cartão de crédito no Brasil cresceram 14,4% no primeiro semestre de 2025, movimentando cerca de R$ 1,5 trilhão.

“O Banco do Brasil está sempre atento ao que acontece no mundo e às transformações no comportamento dos consumidores, criando soluções que unem inovação, tecnologia e propósito. O Altus Liv é o reflexo desse olhar, um produto que traduz a experiência única de ser cliente BB”, afirma Pedro Bramont, diretor de Meios de Pagamentos e Serviços bancários do Banco do Brasil.

Diferente de cartões do mesmo segmento que oferecem apenas cashback convertido em pontos ou mantido como saldo em conta, o cartão Altus Liv permite usar o valor do cashback como investimento, por exemplo.

“O Altus Liv é a tradução do que significa viver com autenticidade, um cartão que acompanha o cliente no seu próprio ritmo, representando sofisticação, pertencimento e liberdade. Esse lançamento reforça a presença do Banco do Brasil como uma marca que entende o seu tempo e as aspirações dos seus clientes”, completa Pedro Bramont.

Fonte: Banco do Brasil