Banco do Brasil “trava” negociações salariais e acende alerta no mercado

Publicado em: 07/08/2026

Em meio à Campanha Nacional dos Bancários, a estatal submete cláusulas de reajuste e PLR às definições do setor privado, acendendo sinal de alerta sobre governança, custos operacionais e clima organizacional.

Principais Pontos

Trava na pauta econômica: O Banco do Brasil (BBAS3) travou os debates sobre reajuste salarial, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e benefícios nas mesas específicas com as entidades representativas.

Condicionamento à Fenaban: A direção da estatal condicionou qualquer avanço nos itens de impacto financeiro aos desfechos das negociações de âmbito geral conduzidas pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Supervisão do Governo Federal: Por ser uma sociedade de economia mista, o BB atua sob os limites orçamentários fixados pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

Sinal de alerta na B3: Analistas do mercado financeiro acompanham o encadeamento dos acordos para mensurar a pressão sobre a linha de despesas de pessoal e o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) do banco.

As negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Banco do Brasil entraram em uma fase de travamento tático. Durante as reuniões com a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) e demais representações dos funcionários, a gestão da instituição financeira recusou-se a apresentar propostas econômicas próprias, alinhando sua posição ao ritmo das tratativas da mesa geral promovida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

A postura de aguardar as definições do setor privado para só então deliberar sobre reajustes salariais, abonos e a fórmula da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) gerou forte insatisfação entre os líderes sindicais. As entidades sustentam que o Banco do Brasil, ao registrar resultados financeiros elevados e ganhos contínuos de rentabilidade, possui margem e autonomia suficientes para conduzir uma negociação condizente com suas peculiaridades operacionais.

A dependência das definições da Fenaban, contudo, reflete uma engrenagem burocrática e regulatória mais ampla. Como empresa estatal de capital aberto controlada pela União, o Banco do Brasil opera sob duplo espartilho: de um lado, as exigências de rentabilidade da B3; de outro, os parâmetros normativos estabelecidos pelo Poder Executivo Federal.

As diretrizes estipuladas pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) impõem teto de gastos e rigor na concessão de reajustes à folha de pagamento de empresas públicas e sociedades de economia mista. Esse arcabouço normativo faz com que a diretoria do banco utilize a negociação da Fenaban como um “piso de referência” para evitar desgastes orçamentários com o Fisco e garantir que qualquer concessão esteja resguardada pelos limites do governo central.

Impacto nos custos operacionais e na percepção do mercado financeiro

Para os investidores que acompanham as ações do Banco do Brasil (BBAS3) na bolsa de valores, o desfecho do embate trabalhista é uma variável de peso no modelo de valoração da companhia. A linha de despesas de pessoal representa uma das maiores fatias do custo operacional fixo dos grandes bancos do país.

A manutenção de um rigor tático nas negociações traz implicações diretas sob duas óticas de mercado:

Controle da Eficiência Operacional: A contenção de reajustes descolados da inflação ou de aumentos expressivos em benefícios fixos preserva o índice de eficiência do banco, indicador em que o BB tem mantido patamares altamente competitivos frente aos pares privados.

Risco de Clima e Paralisações: Por outro lado, a protelação prolongada das decisões econômicas eleva o risco de greves ou paralisações pontuais na rede de agências. A eventual degradação no clima organizacional pode afetar o atendimento, a originação de crédito e a eficiência nas metas operacionais de final de ano.

O nó da PLR e a cobrança por valorização do funcionalismo

Um dos pontos de maior atrito na mesa de negociação envolve o regramento da PLR. Enquanto os bancários exigem o aprimoramento da distribuição do lucro líquido proporcional aos resultados expressivos apresentados no balanço, o banco busca manter previsibilidade orçamentária e mitigar sobressaltos na distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas.

A estratégia do Banco do Brasil de amarrar sua proposta econômica ao veredito dos bancos privados visa neutralizar aumentos acima da média do mercado. As entidades sindicais, no entanto, prometem intensificar a mobilização da base, cobrando da administração da estatal o reconhecimento do papel dos trabalhadores nos indicadores de rentabilidade divulgados ao mercado financeiro.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Empresas dos sonhos para jovens: Google, Banco do Brasil, Itaú e Petrobras lideram ranking

Publicado em: 06/08/2026

O Prêmio Empregabilidade Jovem Rede Bandeirantes e CIEE 2026 revelou quais são as empresas em que os jovens brasileiros mais sonham em trabalhar. A pesquisa, realizada pelo Instituto Locomotiva a pedido do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), aponta que Google, Banco do Brasil, Itaú e Petrobras dividem a liderança entre os entrevistados de 14 a 24 anos.

A premiação também reconheceu empresas e instituições que mais criaram oportunidades para jovens por meio de contratos CLT, programas de aprendizagem e estágios durante o primeiro trimestre de 2026, com base em dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Quais são as empresas dos sonhos para os jovens?

Na categoria “Meu Match Perfeito”, que mede a preferência dos jovens sobre onde gostariam de trabalhar, houve empate técnico entre quatro organizações na primeira colocação:

Google;
Banco do Brasil;
Itaú;
Petrobras.

Na segunda colocação, também com empate técnico, aparecem:

Coca-Cola;
Bradesco;
Caixa Econômica Federal;
Sicoob;
Microsoft;
Mercado Livre;
Santander.

Segundo o levantamento, a escolha considera fatores como reputação, oportunidades de crescimento, inovação, estabilidade e identificação dos jovens com as marcas.

Mercado Livre lidera geração de empregos CLT para jovens

Entre as empresas que mais contrataram jovens com carteira assinada (CLT) no primeiro trimestre de 2026, o destaque nacional foi o Mercado Livre.

O ranking é composto por:

Mercado Livre;
AEC Centro de Contatos S/A;
Almaviva;
Vulcabras;
Atento Brasil S/A;
Teleperformance CRM S.A;
Concentrix Brasil;
Hospital Israelita Albert Einstein;
Grendene S.A.;
LAR Cooperativa Agroindustrial.

Destaques por região

Sudeste: Mercado Livre;
Nordeste: AEC Centro de Contatos S/A;
Centro-Oeste: MBRF S.A.;
Sul: Copacol – Cooperativa Agroindustrial Consolata;
Norte: Moto Honda da Amazônia Ltda.

Assaí Atacadista lidera contratação de aprendizes

Na categoria Aprendiz, o destaque nacional ficou com a Sendas Distribuidora S/A (Assaí Atacadista).

As dez primeiras colocadas foram:

Assaí Atacadista;
Arcos Dourados (McDonald’s);
AEC Centro de Contatos S/A;
Seara Alimentos;
MBRF S.A.;
Supermercados BH;
Correios;
Raia Drogasil;
Vale;
SPDM.

Destaques regionais

Sudeste: COMLURB;
Nordeste: Dass Nordeste Calçados;
Centro-Oeste: CAOA Montadora;
Sul: LAR Cooperativa Agroindustrial;
Norte: Vale S.A.

Tribunais lideram oferta de estágios

O levantamento também destacou as instituições que mais abriram vagas de estágio em 2026.

O ranking nacional ficou assim:

Tribunal de Justiça de São Paulo;
Tribunal de Justiça de Minas Gerais;
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro;
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
Itaú Unibanco;
Prefeitura do Recife;
Tribunal de Justiça do Paraná;
Prefeitura de Curitiba;
Defensoria Pública do Estado de São Paulo;
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná.

Destaques por região

Sudeste: Tribunal de Justiça de São Paulo;
Nordeste: Prefeitura do Recife;
Centro-Oeste: INSS;
Sul: Tribunal de Justiça do Paraná;
Norte: Prefeitura de Manaus.
Premiação destaca inclusão produtiva da juventude

Realizado pela Rede Bandeirantes em parceria com o CIEE, o prêmio chegou à quarta edição e, pela primeira vez, contou com participação da Rádio Band.

Durante a cerimônia, representantes das instituições destacaram a importância da inclusão produtiva dos jovens e da geração de oportunidades no mercado de trabalho.

O presidente do Conselho de Administração do CIEE e do Sistema Nacional CIEE, José Augusto Minarelli, ressaltou que oferecer a primeira oportunidade profissional aos jovens contribui para o desenvolvimento social e econômico.

Já o superintendente institucional do CIEE, Rodrigo Dib, afirmou que reconhecer empresas comprometidas com a empregabilidade juvenil fortalece o acesso de milhares de brasileiros ao mercado de trabalho.

O que é o CIEE?

Fundado há 62 anos, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) é considerado a maior organização da América Latina voltada à inclusão produtiva de jovens.

Segundo a instituição, mais de 7 milhões de brasileiros já ingressaram no mercado de trabalho por meio de seus programas de estágio e aprendizagem. Além disso, o CIEE oferece cursos gratuitos de capacitação e desenvolve projetos sociais voltados à formação profissional da juventude.

Fonte: News Rondônia

BB Seguridade: resultado do 2T26, dinâmicas e perspectivas

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Conversamos sobre o resultado do 2T26 da BB Seguridade com Pedro Galdi, analista CNPI do AGF.

Qual a sua avaliação sobre o resultado do 2T26 da BB Seguridade?

O resultado da BB Seguridade veio dentro da expectativa do mercado, que esperava uma pressão por conta do momento do Agro, já que a BB Seguridade atua através do Banco do Brasil. Contudo, o momento ruim do Agro, que está afetando o Banco do Brasil, apareceu na BB Seguridade de uma forma não tão expressiva. Por exemplo, por mais que a receita da Brasilseg, que é a mais representativa, tenha tido uma queda de 6% em relação ao 2T25, passando de R$ 1,3 bilhão para R$ 1,22 bilhão, esse impacto foi minimizado pela venda de seguros para outros segmentos da economia.

Um ponto que não podemos esquecer é que a Selic elevada é um vetor frustrante para a venda de seguros, pois à medida que pessoas e empresas ficam fragilizadas pelo endividamento, elas deixam de comprar serviços como seguros. Dessa forma, além do impacto causado pela crise do Agro, a Selic elevada tem reduzido a demanda por seguros.

Quais são os principais pontos de análise da BB Seguridade?

Entre os principais vetores de receita da BB Seguridade (seguros, R$ 1,2 bilhão; previdência, R$ 253 milhões; capitalização, R$ 50 milhões, e planos odontológicos, R$ 5 milhões), a receita de previdência teve uma queda de 18,8% em relação ao 2T25. Ocorre que isso não se deve à queda nas vendas do produto, mas sim à redução do resultado financeiro gerado pela marcação a mercado dos títulos públicos e ao aumento do IGP-M em ritmo mais acelerado que o IPCA. No entanto, não há nenhuma surpresa nisso, pois esse impacto se anula no decorrer do ano conforme os indicadores se aproximam. Assim, essa queda foi pontual, e não recorrente.

Além da receita direta, a BB Seguridade teve uma receita de R$ 858 milhões com a distribuição de produtos de terceiros através da sua rede. Esse valor teve uma queda de 3% em relação ao 2T25, mas isso não é muita coisa.

Com isso, o lucro líquido no 2T26 ficou em R$ 2,15 bilhões, com uma queda de 4% em relação ao 2T25, quando havia ficado em 2,24 bilhões. Ou seja, apesar do impacto do Agro, a BB Seguridade conseguiu manter o equilíbrio dos seus números devido ao resultado financeiro, que passou de R$ 6,7 milhões no 2T25 para R$ 59,2 milhões no 2T26. O aumento dessa receita se deve à Selic de dois dígitos, que apesar de inibir a venda de seguros, fortalece o resultado financeiro.

Cabe destacar que a linearidade da BB Seguridade está ajudando o Banco do Brasil a não ficar com um resultado pior, pois por mais que o estrutural do banco seja muito bom, ele está sendo obrigado a provisionar um volume muito maior de PDD.

Qual a sua avaliação sobre o comportamento da ação da BB Seguridade?

Em janeiro e fevereiro, nós tínhamos um cenário econômico que apontava para uma inflação decrescente e a queda da Selic, o que geraria uma demanda maior por seguros, mas aí veio a Guerra do Irã, a inflação aumentou e os juros não caíram da forma como se esperava, o que teve impacto direto na venda de seguros.

Ocorre que o mercado passou a entender que as seguradoras performariam bem mesmo com uma Selic de dois dígitos, pois da mesma forma que elas perdem em cima com a receita, elas ganham embaixo com o resultado financeiro, ou seja, esses papeis passaram a ser vistos como defensivos em um cenário de juros altos. Cabe destacar que em conformidade com o Focus, a Selic vai continuar com dois dígitos em 2027 e 2028.

Como o mercado passou a pagar um prêmio pela BB Seguridade e também pela Caixa Seguridade, elas tiveram um rali tão forte que muitas casas passaram a rever suas recomendações. Independente disso, do ponto de vista de potencialidade, eu continuo muito otimista com as ações da BB Seguridade.

Qual a sua avaliação sobre o valor da ação da BB Seguridade?

Nesse momento, as ações da BB Seguridade estão sendo negociadas pouco acima de R$ 41,50. Para que o investidor possa ser remunerado a 6%, o nosso preço teto projetivo indica R$ 67,37, mas a média das projeções dos analistas indica R$ 37,66. Como a cotação atual bateu o preço justo de muitos analistas, muitos deles passaram a recomendar a venda do papel, o que acabou pressionando a ação.

Qual a sua avaliação sobre os proventos pagos pela BB Seguridade?

A BB Seguridade possui um dos melhores dividendos entre as principais pagadoras de dividendos do mercado. Para este ano, a companhia possui um dividendo por ação projetivo de R$ 4,04. Diga-se de passagem, esse é um belo dividendo. Por exemplo, um investidor que possui mil ações vai receber R$ 4 mil em dividendos. Em termos de dividend yield, isso dá 9,78%, um dos retornos mais altos do mercado. Veja que mesmo depois da alta da ação, a BB Seguridade está pagando quase 10% de dividend yield.

Como você está vendo as perspectivas da BB Seguridade?

Com a Selic a dois dígitos, a tesouraria aproveitando esse momento e o comercial se esforçando para buscar outros segmentos da economia, já que a crise do Agro não vai passar tão rápido, eu vejo a continuidade do atual quadro da BB Seguridade.

Fonte: Monitor Mercantil

BB não apresenta respostas às reivindicações dos trabalhadores

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir, nesta quarta-feira (5), com o Banco do Brasil, em mais uma rodada de negociações da Campanha Nacional por aumento na remuneração e melhores condições de trabalho.

Os trabalhadores iniciaram a rodada reforçando as principais reivindicações:

  • Cassi: que o banco apresente um plano de custeio, com o aumento da responsabilidade da empresa na sustentabilidade da caixa de assistência.
  • Metas: revisão da gestão por metas, em vista do aumento de reclamações, em todo o país, de trabalhadores com dificuldades de alcaçarem as metas impostas, a ponto de sofrerem prejuízos na remuneração (PLR).
  • Isonomia: igualdade de acesso e atendimento à Cassi e Previ para os funcionários egressos (que ingressaram no banco em razão da incorporação de outras instituições).
  • Previ: novas melhorias na Tabela PIP, para contemplar mais trabalhadores com a valorização da previdência complementar.
  • PCS/PCR: aperfeiçoamento do Programa de Cargos e Salários (também chamado de Programa de Carreira e Remuneração), com foco na revisão de critérios de progressão, valorização do mérito, reajuste de adicionais de função e atualização dos vencimentos do funcionalismo.
    Poucos e sobrecarregados

Os dirigentes sindicais também reforçaram a reivindicação pela abertura de concursos públicos para suprir a falta de funcionários em várias localidades do país. “Filas de atendimento, colegas sobrecarregados de funções e metas, casos de agências fechadas por falta de funcionários para atender clientes. Todos esses foram pontos que colocamos na mesa e que o banco só irá solucionar com a contratação de novos bancários e bancárias por concursos públicos”, cobrou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

Os representantes dos trabalhadores registraram que as avaliações ruins de agências com déficit de funcionários acabam recaindo sobre os trabalhadores que, por sua vez, são penalizados financeiramente pelo não atingimento de metas. “Novamente incorremos, neste ponto, à questão de estresse e impactos negativos à saúde física e mental”, completou a dirigente.

O movimento sindical criticou ainda a contratação, por parte do BB, de correspondentes bancários. Isso porque, além de uma forma de terceirização de serviços, a disponibilidade do acesso à carteira de clientes do BB aos correspondentes fragiliza a segurança de dados.

Defesa do BB como banco público

A CEBB também criticou o afastamento do BB de seu papel como banco público. “O Banco do Brasil tem aplicado os juros mais altos no crédito consignado público. Então, além de isso ferir o princípio do papel social do BB, como exigir dos funcionários que batam metas de venda de crédito, oferecendo os juros mais altos?”, questionou Fernanda Lopes.

Devolutivas dos negociadores do BB

Cassi – O banco reconheceu a urgência sobre a questão financeira da caixa de assistência. Declarou que para se alcançar uma “solução definitiva e estruturante” precisará de mais tempo.

Egressos – Sobre a Cassi, não apresentaram avanços, reafirmando que ainda estão na fase de estudos de um modelo de custeio para fraquear o acesso de todos os egressos ao plano de saúde.

Em relação à previdência, também não apresentaram avanços, mas se comprometeram a retomar as mesas específicas, quando irão apresentar propostas de estudos que já desenvolveram para cobrir os egressos.

Metas – O banco se comprometeu a chamar uma mesa específica para apresentar um programa novo, chamado REVISA, onde as unidades teriam a oportunidade de pedir uma revisão, após o recebimento de indicadores.

Cláusulas econômicas e melhores condições de trabalho

Em seguida, os negociadores do BB fizeram uma apresentação na tentativa de provar que existe crescimento de carreira no banco, criticando, também, os pedidos de reajustes de verbas da minuta de reivindicações da categoria.

O movimento sindical rebateu. “A minuta de reivindicações é uma construção democrática e coletiva e que envolve funcionários do país inteiro. O anseio das bases é que o banco traga como respostas propostas de reajustes que valorizam a categoria”, explicou Fernanda Lopes.

Os trabalhadores também exigiram que o banco revise o PCS e o piso. “Na composição do salário hoje, no BB, existe uma verba complementar de função que impede que a remuneração efetiva aumente. Então, conforme o funcionário avança na pontuação de mérito ou na carreira de antiguidade, a verba complementar é reduzida, não trazendo aumento real no salário. E esse formato, simplesmente, transformou o que deveria ser piso em teto”, pontuou o representante da Contraf-CUT na CEBB, Gustavo Tabatinga Jr.

Próxima mesa

Os representantes dos trabalhadores e do BB voltarão a se reunir no dia 14 de agosto. “A data-base se aproxima, então a nossa expectativa é que o banco traga finalmente, no próximo encontro, propostas concretas às nossas reivindicações e que reflitam a responsabilidade da empresa para com a valorização dos funcionários e funcionárias”, concluiu Fernanda Lopes.

Fonte: Contraf_CUT

BB e Pagaleve lançam nova experiencia de crédito para e-commerce

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O Banco do Brasil, em parceria com a fintech Pagaleve, líder em soluções de parcelamento via Pix, lança uma nova experiência de crédito para o e-commerce que integra pagamento e financiamento diretamente na tela de pagamento das lojas virtuais. A novidade nasce da conexão entre o Banco e a startup investida pelo BB Ventures, em mais uma iniciativa alinhada à estratégia de inovação aberta da instituição para gerar valor para os clientes.

A solução vem para transformar a experiência de crédito no ambiente online, combinando conveniência, inovação e uma jornada de contratação mais simples e intuitiva. No momento da compra, ao selecionar a forma de pagamento “Parcelamento via Pix” da Pagaleve, o cliente passa a visualizar de forma simples e integrada as condições de parcelamento disponíveis. E para clientes do Banco do Brasil, são ofertadas opções de financiamento em até 60 vezes, ampliando a capacidade de compra da pessoa física em categorias de maior valor agregado.

A oferta é feita por meio da integração da Pagaleve com o BB Pay, que permite a identificação automática do cliente via API, em tempo real, e o acesso personalizado ao crédito do Banco.

A integração gera valor para as lojas parceiras da Pagaleve ao viabilizar aumento de conversão e impulsionar vendas de tickets mais altos, especialmente em segmentos nos quais o prazo estendido é decisivo para a conclusão da compra. Para o Banco, representa a expansão da distribuição do crédito, de forma sustentável, em ambientes digitais de grande escala. O modelo conecta, em um único fluxo, meios de pagamento, crédito e experiência digital com resposta imediata.

“Estamos avançando na integração entre crédito e meios de pagamento, levando ao cliente uma experiência mais simples, transparente e eficiente no momento da compra. Essa parceria amplia o acesso ao crédito de forma responsável e fortalece a presença do Banco do Brasil no e-commerce digital”, afirma Viviane Silva, executiva de financiamentos do BB.

Disponível em lojas dos segmentos de vestuário, eletroeletrônicos, informática, móveis, eventos, joias, perfumaria, entre outros, a nova solução conjunta reforça o posicionamento do Banco do Brasil na evolução do crédito digital e amplia o alcance comercial da rede da Pagaleve. Para fortalecer a visibilidade da iniciativa e ampliar o engajamento com o público, o Banco do Brasil destaca, no site www.bb.com.br/bbrealiza, algumas lojas parceiras já integradas. Em breve, mais lojas parceiras estarão disponíveis.

Confira como usar o crédito BB em lojas parceiras via Pagaleve

  1. Consulte lojas disponíveis: Acesse o site do BB Crédito Realiza para descobrir as lojas parceiras (www.bb.com.br/bbrealiza, aba “Pagaleve”).
  2. Acesse o site da loja parceira: No site da loja parceira, escolha seus produtos. No momento de finalizar o carrinho de compra, selecione Pagaleve como meio de pagamento.

3.Simule a opção de crédito BB: Na plataforma da Pagaleve, clientes Banco do Brasil visualizam opções de financiamento em até 60 parcelas. Clique em “Simular sem compromisso” para ser direcionado ao App BB.

  1. Confirme a contratação no App BB: Faça login com segurança no aplicativo, selecione Financiar com o BB, confira as condições do crédito e conclua a contratação.
  2. Finalize a compra: Após a confirmação no App BB, você retorna automaticamente à loja. O pagamento é confirmado, a compra é concluída e o lojista segue com o envio do produto.

“O Banco do Brasil já é nosso parceiro há alguns anos, mas agora conseguimos fortalecer ainda mais essa parceria. A iniciativa entre Banco do Brasil e Pagaleve representa mais um avanço importante na oferta de crédito no momento da compra, conectando de forma simples e inteligente o cliente ao financiamento. Um dos desafios de um banco é conseguir oferecer crédito para seu correntista no momento da compra e é exatamente onde nós estamos. Poder proporcionar para o consumidor a possibilidade de utilizar uma linha de crédito que ele já tem disponível em seu banco é uma forma inovadora de conceder crédito, até porque de vez em quando o consumidor sequer sabe disso”, afirma Eduardo Zucareli, responsável pelas áreas Comercial e Operações da Pagaleve.

A Pagaleve é uma startup de meios de pagamento especializada em Parcelamento via Pix. Fundada em 2021, a fintech brasileira atua com soluções de parcelamento no modelo Buy Now, Pay Later e já tem parceria com mais de 10 mil varejistas, oferecendo a possibilidade de milhões de brasileiros parcelarem suas compras via Pix sem juros, além de contar também com parcelamentos mensais e mais longos com foco em ampliar conversão do varejista e aumentar acesso ao consumo.

Fundada em 2021, a Pagaleve é uma fintech brasileira especializada em meios de pagamentos, com soluções focadas em Parcelamento via Pix. A empresa conta com solução de parcelamento com análise de risco instantânea, “transação a transação”, que garante segurança para o lojista e maior acesso ao crédito ao consumidor. Com um modelo de negócios que recebeu o aporte de investidores estratégicos como Banco do Brasil, OIF Ventures, Sun Hung Kai & Co, Endeavor Catalyst, Salesforce Ventures e Founder Collective, a Pagaleve atende grandes nomes do varejo nacional e internacional como SHEIN, Cobasi, Hering, Farm, Reserva, consolidando-se como uma das infraestruturas de pagamento mais eficientes do ecossistema digital brasileiro.

Fonte: Banco do Brasil

BB iniciou contratações da linha Move Brasil – Entregadores e Motoapp

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O Banco do Brasil iniciou no dia 27 de julho a contratação de financiamentos de motocicletas, motonetas, ciclomotores e bicicletas elétricas novas, contribuindo para a renovação da frota, a redução dos custos operacionais e o aumento da produtividade, no âmbito do Move Brasil – Entregadores e Motoapp.

A linha de crédito contempla motociclistas e ciclistas que atuam em plataformas de transporte ou entrega há pelo menos 6 meses e que tenham realizado, no mínimo, 100 corridas ou entregas; mototaxistas, motofretistas e outros profissionais com contratos celetistas (CLT) que tenham carteira assinada há, pelo menos, 6 meses na mesma empresa.

É possível financiar 100% dos veículos de duas rodas, com prazo de pagamento de até 48 meses, incluída a carência de 2 meses. As taxas de juros são de 0,90% ao mês para mulheres; e 0,97% ao mês para homens.

A simulação e a contratação do financiamento podem ser realizadas nas agências e no app do BB, propiciando orientação, assessoria financeira, conveniência e comodidade aos clientes.

A solicitação inicial de cadastramento e verificação dos critérios de enquadramento dos profissionais interessados na linha do Move Brasil é realizada na plataforma oficial do programa (gov.br/movebrasil). Em até 5 dias úteis após o cadastro na plataforma, o participante é informado se atende ou não aos requisitos de elegibilidade.

Empresas – Financiamentos para Infraestrutura Sustentável

Além das condições de empréstimos destinadas aos motociclistas, o BB iniciou ainda a contratação no âmbito do Move Brasil Infraestrutura de Recarga. Nessa modalidade, os financiamentos são voltados para empresas que prestam serviços de carregamento de energia, locação de baterias, troca de baterias ou operação de infraestrutura de micromobilidade elétrica.

O limite é de até R$ 70 milhões por empresa, com prazo de pagamento de até 48 meses, incluída a carência de 2 meses, e taxa de juros de 0,98% ao mês. Os principais itens financiáveis passíveis de enquadramento contemplam estações de recarga; equipamentos para troca de baterias; sistemas de locação de baterias e capital de giro associado, de acordo com as especificações estabelecidas na regulamentação.

A relação completa dos bens financiáveis está disponível na lista de bens financiáveis do Move Brasil.

“Ao disponibilizar soluções de financiamento em condições competitivas e adequadas, inclusive considerando o uso de fundos garantidores, o Banco do Brasil reafirma o compromisso com o desenvolvimento sustentável, a inclusão produtiva e a ampliação do acesso ao crédito. Ao apoiar trabalhadores, empreendedores e empresas que integram a cadeia de mobilidade e logística urbana, o BB contribui para a geração de renda, a adoção de tecnologias mais eficientes e o fortalecimento de um ecossistema de mobilidade urbana sustentável em todo o País”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

Move Máquinas Agrícolas: BB inicia contratações com recursos da Finep

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Produtores rurais de todo o país já podem procurar o Banco do Brasil para financiar máquinas, equipamentos e implementos agrícolas inovadores de fabricação nacional por meio da linha Aquisição Inovadora – Programa Move Máquinas Agrícolas. Podem ser financiados até 100% do valor do bem, com limite de até R$ 30 milhões por beneficiário e prazo de pagamento de até 60 meses.

Anunciada durante a Agrishow, a iniciativa busca ampliar o acesso a tecnologias nacionais que contribuam para a modernização da produção agropecuária, o aumento da produtividade e a sustentabilidade no campo. O programa conta com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e os financiamentos contam com encargos de 7,12% a.a + TR, IOF zero, prazo de até 60 meses e pagamento em parcelas semestrais ou anuais.

“O Banco do Brasil quer ser o principal operador da linha de crédito, colocando sua capilaridade, expertise em crédito rural e proximidade com o produtor a serviço da inovação no campo. Essa iniciativa amplia o acesso a tecnologias nacionais e fortalece a competitividade, a produtividade e a sustentabilidade do agro”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

A linha permanecerá aberta durante a vigência da MP 1.374/26.

Fonte: Banco do Brasil

Gerente do BB lança livro sobre autonomia financeira das mulheres

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A gerente de relacionamento do Banco do Brasil, Patrícia Marins, lançou no dia 31 de julho, na Livraria Circulares, na 714/715 Norte, o livro Entre contas, talentos e sobrevivência – Transforme sua relação com o dinheiro e conquiste a liberdade financeira que você merece.

Para falar sobre o lançamento do livro e outros assuntos, a vice-presidente de Comunicação da ANABB, Sybelle Chagas, recebeu, no dia 30 de julho, as colegas do Banco do Brasil que sã lideranças dos grupos auto organizados: Adê Mire Ribeiro, da Dipes; a autora do livro Patrícia Marins, e Kelly Quirino, assessora da CRM Digital.

Patrícia Marins é formada em Matemática, especialista em finanças descoloniais, idealizadora da comunidade Mulheres Pretas nas Finanças e do podcast Preta Financeira. Sua página no Instagram, Finanças para Mulheres Pretas, reúne 31,3 mil seguidores. No Banco do Brasil, Patrícia exerce uma liderança fundamental no movimento BB Black Power.

“Ver esse livro encontrando tantas pessoas me fortalece e reafirma que vale a pena seguir construindo caminhos por meio da pesquisa, da educação e da transformação”, destacou Patrícia.

A ideia de ajudar mulheres pretas a crescerem financeiramente surgiu durante a pandemia, quando Patrícia participou de grupos de doações, ajudando pessoas, inclusive com apoio financeiro. O trabalho no Banco do Brasil também contribuiu para que a bancária encontrasse um caminho para auxiliar pessoas negras a prosperarem financeiramente.

“No banco, eu via o sorriso no rosto dos clientes negros ao cruzarem a porta e me encontrarem. Essa identificação é poderosa. Levei essa experiência para fora e percebi que mulheres negras com rendas altas sofrem com sentimento de culpa e de não pertencimento. Muitas vezes, o consumo de bens de luxo é uma tentativa de parecer igual para ser aceita. O meu trabalho é mostrar que o pertencimento vem da autonomia financeira, e não apenas da posse de um objeto”, explicou.

Ao longo das páginas do livro, Patrícia Marins compartilha experiências reais, reflexões sobre comportamento financeiro, histórias de mulheres negras e caminhos possíveis para construir a prosperidade sem abrir mão da própria identidade. Com uma escrita acessível, direta e humana, a obra conecta educação financeira, autoestima, ancestralidade e consciência social.

Fonte: ANABB

BB da Avenida da Integração em Petrolina encerra serviço de caixas eletrônicos

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As atividades da bateria de caixas da agência do Banco do Brasil, localizada na Avenida da Integração, em Petrolina, serão encerradas a partir do dia 18 de agosto, de acordo com informações do Sindicato dos Bancários de Petrolina e região. O encerramento das atividades de autoatendimento presencial do banco é visto como prejudicial pelo sindicato, que tem realizado protestos contrários à decisão do banco.

Em entrevista ao link Nossa Voz, o presidente do sindicato, Augusto Ribeiro, afirmou que a decisão pode prejudicar trabalhadores e clientes, especialmente aqueles que dependem dos serviços presenciais.

“Isso prejudica, sobremaneira, a clientela na questão do atendimento bancário diretamente na bateria. Fora isso, ainda tem a diminuição da das comissões, os cargos e também o próprio emprego. É diminuído o espaço para nossa categoria”, afirmou o presidente.

Ainda de acordo com Ribeiro, o fechamento dos caixas eletrônicos direciona os clientes ao uso de aplicativos o que, para ele, torna o atendimento inacessível para muitas pessoas.

“Cada vez mais prejudicando o atendimento, jogando todo mundo para aplicativos. Nem todo mundo sabe mexer com aplicativo. Até eu mesmo não sei mexer com aplicativo e joga toda essa população e clientes bancários para uma situação de dificuldade cada vez maior”.

Augusto Ribeiro destacou que essa também uma realidade em bancos privados de Petrolina, como Itaú e Bradesco que, segundo ele, recentemente, também encerraram seus serviços de caixa eletrônico de autoatendimento.

“Isso já está acontecendo aqui dentro da nossa cidade, com o Banco Itaú, com o Banco Bradesco. Então, o Itaú vizinho à prefeitura, já é uma agência de negócio, já não tem também bateria e também não tem caixas. Aqui no Bradesco da Souza Filho a gente chama a agência 1122, ela também é uma agência de negócio. Ela tinha três caixas e uma tesoura, uma tesouraria. Hoje não tem nem tesouraria nem caixa. Então, cada vez mais, prejudicando um bom atendimento, dificultando o relacionamento banco-cliente, os usuários e clientes bancários”, informou.

O presidente do sindicato elencou uma série de caixas eletrônicos de outros bancos, os chamados pubs, que teve o atendimento encerrado em Petrolina.

“Na Justiça Federal tinha um pub da Caixa Econômica já fechou. Na GRE tinha um pub do Bradesco fechou. No 5º BPM tinha um pub do Bradesco também fechou. Só trazendo constrangimento e diminuindo o atendimento ao público de de forma presencial”, disse.

Encerramento de serviços também é realidade em outros municípios

O presidente do Sindicato dos Bancários de Petrolina e região também ressaltou sobre o encerramento de serviços de caixas eletrônicos de autoatendimento em municípios vizinhos como Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e Afrânio. Segundo ele, a situação tem gerado um movimento maior de busca por serviços na agência central de Petrolina.

“Para vocês terem uma ideia, a agência Santa Maria, a agência Lagoa Grande, essas duas agências fecharam. A agência de Afrânio. Todos esses clientes dessas agências estão centralizados aqui na Dom Vital com um atendimento de um caixa só, um caixa para todo mundo. Então, no final e começo de mês, nós temos o pagamento de aposentados e pensionistas e traz uma dificuldade para atender esse público que dá dinheiro ao banco”, disse.

Sindicato busca negociação

Augusto Ribeiro informou que o Sindicato dos Bancários tem discutido o cenário em mesas de negociação da categoria, considerando que a situação recai, diretamente, sobre a manutenção de empregos nas agências.

“A gente está em mesa negociando exatamente a manutenção do emprego. A gente está com dificuldade. A gente quer que o cliente seja bem atendido. E aí quando a gente diminui um caixa, diminui uma uma bateria ou uma agência deixa de atender, há uma demanda reprimida para ser atendido em outra agência e aí sobrecarrega os colegas da outra unidade”, explicou.

Segundo ele, a negociação do sindicato ocorre em âmbito nacional junto à Federação Bancária do Brasil (Febraban), cobrando de todos os bancos a manutenção das agências. Além disso, Augusto Ribeiro destacou sobre a realização de manifestações.

“A gente fez no dia 28 uma manifestação nacional, reclamando é esse fechamento de unidades, esse fechamento de baterias de caixa, essa reestruturação que os bancos estão fazendo, notadamente, nos bancos federais que prejudica sobremaneira a nossa categoria”, afirmou.

O que diz o Banco do Brasil

Em nota enviada ao blog Nossa Voz, o Banco do Brasil disse que a Agência do Banco do Brasil está passando por um “processo de Centralização de Caixa, que prevê a desativação do atendimento presencial de caixa”.

O Banco informou que o atendimento negocial e a Sala de Autoatendimento (SAA) permanecem com operação normal, com terminais de autoatendimento disponíveis e orientou que os clientes que necessitarem de atendimento presencial de caixa devem se dirigir à agência 0963, localizada no centro de Petrolina. “Além desta, os clientes podem encontrar atendimento nas agências 0069, Juazeiro, ou 5749, Rio São Francisco, que também ficam na região”, disse a nota.

Na nota, o Banco do Brasil informou ainda que, de forma alternativa, os clientes também contam com atendimento via App, Internet Banking, Correspondentes Bancários e Central de Relacionamento pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades).

A redação do blog Nossa Voz também entrou em contato a Tecban, responsável pela gestão de caixas eletrônicos/bancos 24Horas e aguarda retorno.

Fonte: Blog Nossa Voz

BB anuncia redução de 90% no tempo das operações de câmbio com uso de IA

Publicado em: 30/07/2026

O Banco do Brasil (BB) anunciou que conseguiu reduzir em 90% o tempo médio para contratação de operações de câmbio por grandes empresas com o uso de agente autônomo de Inteligência Artificial (IA).

“A atividades que antes demandavam cerca de 40 minutos passaram a ser concluídas em aproximadamente quatro minutos”, ressalta o BB em comunicado à imprensa. Esse tipo de operação exige a análise de vários documentos e, por isso, levava mais tempo.

O Agente Autônomo de Câmbio do BB foi desenvolvido na plataforma Microsoft Foundry. A ferramenta automatiza a leitura, interpretação e consolidação dos documentos enviados pelos clientes, reunindo as informações necessárias para a formalização das transações.

Nas operações de câmbio do BB, a validação final continua sob responsabilidade das equipes especializadas do banco. “A iniciativa representa um avanço relevante na aplicação de inteligência artificial em processos financeiros complexos e altamente regulados”, ressalta o comunicado.

Com a evolução do agente de IA, o Banco do Brasil poderá ampliar o horário para recebimento de solicitações de operações de câmbio.

“A solução faz parte da estratégia do Banco de ampliar o uso de tecnologias avançadas em processos de negócio”, afirma o gerente geral da Unidade Inteligência Artificial e Analítica do Banco do Brasil, Rafael Rovani, na nota. Com a operação bem sucedida no câmbio, há a possibilidade também do uso de agentes de IA em outras atividades de retaguarda, especialmente aquelas que envolvem elevado volume de informações, processos complexos e requisitos rigorosos de conformidade, ressalta o executivo.
Ranking de IA

Bancos brasileiros lideram o primeiro ranking das instituições financeiras mais maduras na aplicação da Inteligência Artificial na América Latina, conforme índice compilado pela plataforma Evident. Nubank, Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil ocupam, respectivamente, as quatro primeiras posições da lista.

O Brasil é sede de sete das 20 instituições avaliadas pelo levantamento. O BTG Pactual aparece na sétima colocação, enquanto a Caixa Econômica Federal vem em 12º lugar e o Banco Safra, em 17º.

Segundo a pesquisa, o Nubank se destaca por ter uma das maiores concentrações de profissionais especializados em IA. Mais de 5% da força de trabalho da fintech atua em funções relacionadas a essa tecnologia, cerca de três vezes acima da média dos demais bancos da região.

Na segunda posição, o Itaú tem o maior número absoluto de profissionais de IA entre os bancos avaliados. Também mobiliza investimentos em governança e mecanismos de controles voltados ao uso responsável da IA, ainda conforme o estudo.

O Bradesco, por sua vez, tem fortalecido capacidades tecnológicas internas e ampliado o uso de IA por meio de iniciativas como a plataforma Bridge e os assistentes BIA, ressalta a publicação. Iniciativas de análise de análise de crédito apoiadas por IA já contribuíram com mais de R$ 1 bilhão em receita adicional para o banco, segundo o relatório.

Já o Banco do Brasil, em quarto, tinha mais de 2 mil soluções de IA em produção até o primeiro trimestre, incluindo modelos de machine learning, IA generativa e agentes autonômos.

Fonte: Mercado & Consumo

Banco do Brasil adota open source e moderniza 43 mil caixas eletrônicos

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O Banco do Brasil concluiu a modernização tecnológica de mais de 43 mil caixas eletrônicos distribuídos pelo país, em um projeto que padronizou uma das maiores infraestruturas bancárias do mundo e permitiu acelerar em até cinco vezes a entrega de novas aplicações, além de reduzir em até 74% o tempo de desenvolvimento de software. A iniciativa foi implementada com soluções da SUSE e reforça um movimento crescente do setor financeiro em direção à automação, ao código aberto e à maior eficiência operacional.

A transformação ocorre em um momento em que instituições financeiras precisam conciliar a evolução acelerada dos serviços digitais com a operação de uma infraestrutura física que continua essencial para milhões de brasileiros. Com aproximadamente 88 milhões de clientes no Brasil e no exterior, o Banco do Brasil buscava ampliar a agilidade, a padronização e a segurança de um ambiente responsável por suportar serviços financeiros críticos em larga escala, incluindo plataformas como o PIX.

Antes da modernização, a instituição operava em um ambiente composto por diferentes sistemas operacionais, o que aumentava a complexidade de gerenciamento, dificultava a evolução das aplicações e ampliava o esforço das equipes de tecnologia. A adoção do SUSE Linux Enterprise Server e do SUSE Linux Enterprise Desktop criou uma base única para o desenvolvimento e a operação dos sistemas críticos, simplificando processos, aumentando a produtividade e reduzindo falhas durante o desenvolvimento de aplicações.

Como parte da modernização, o banco também implementou um processo automatizado de implantação de software utilizando o SUSE Open Build Service (OBS), reduzindo etapas manuais e garantindo maior padronização na distribuição das aplicações para toda a rede de caixas eletrônicos.

“Com as soluções da SUSE, conseguimos criar um pipeline automatizado de deployment. Os desenvolvedores do BB não enfrentam mais o que é conhecido como ‘dependency hell’. Eles simplesmente enviam seu código, e o OBS automaticamente o empacota para deployment”, explica Berthonio de Medeiros Lucena, gerente de TI do Banco do Brasil.

Além dos ganhos de produtividade, a modernização tornou possível evoluir continuamente os softwares instalados em equipamentos com ciclos de vida superiores a uma década, prolongando o uso dos caixas eletrônicos sem a necessidade de substituições frequentes de hardware.

Ao utilizar o SUSE Open Build Service e o SUSE Linux para desenvolver e manter o software dos equipamentos, o Banco do Brasil também fortaleceu a segurança da cadeia de fornecimento de software de sua infraestrutura de ATMs. A padronização garante um ambiente mais seguro, verificável e consistente para a operação de milhares de dispositivos distribuídos por todo o país.

O projeto acompanha uma tendência crescente no setor financeiro de adoção de tecnologias de código aberto para ampliar a soberania digital, reduzir a dependência de fornecedores, aumentar a flexibilidade operacional e acelerar a entrega de novas capacidades em ambientes considerados críticos para o funcionamento das instituições.

“Projetos como o do Banco do Brasil demonstram como é possível modernizar infraestruturas críticas em larga escala sem interromper as operações. Ao longo desse processo, padronização e automação tornam-se essenciais para acelerar o desenvolvimento e garantir a segurança dos serviços”, afirma Marcos Lacerda, presidente da SUSE América Latina.

Fonte: Convergência Digital

Funcionários do BB cobram avanços em inclusão, igualdade e apoio a trabalhadores endividados

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As negociações da pauta de diversidade específica dos funcionários do Banco do Brasil tiveram início no dia 17 de julho, em São Paulo, com o debate sobre os direitos das pessoas com deficiência (PcDs), um dos primeiros temas abordados na mesa entre a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco.

As propostas apresentadas pelas entidades buscam ampliar a acessibilidade, promover a inclusão e garantir igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho.

Para a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, a negociação é uma oportunidade de consolidar avanços nas políticas de diversidade do banco.

“A construção de um ambiente de trabalho verdadeiramente inclusivo passa pelo reconhecimento das diferentes realidades vividas pelos funcionários e pela implementação de medidas concretas que garantam igualdade de oportunidades, respeito e dignidade para todas as pessoas”, destacou.

Entre as reivindicações apresentadas está a cumulatividade dos benefícios destinados às pessoas com deficiência com o auxílio-creche/babá, a concessão de licença de até 15 dias por ano para acompanhamento de dependentes com deficiência, sem limite de idade, em consultas e tratamentos médico-odontológicos, a realização de um Censo da Pessoa com Deficiência no Banco do Brasil para identificar esse público e suas necessidades, a ampliação das possibilidades de teletrabalho para PcDs que necessitem dessa modalidade e que haja o acompanhamento para garantir a adaptação dos trabalhadores. Outra reivindicação é o abono das horas necessárias para tratamentos, terapias, consultas médicas.

No caso das mulheres, a proposta é incentivar a participação feminina na área de Tecnologia, segmento que vem crescendo no Banco do Brasil, mas que ainda conta com baixa representatividade. A iniciativa busca ampliar as oportunidades de acesso e desenvolvimento profissional, criando um ambiente mais acolhedor e estimulando que mais mulheres ocupem esses espaços.

A pauta também contempla a ampliação da proteção às mulheres em situação de violência doméstica, com a garantia de afastamento de até seis meses, sem necessidade de encaminhamento ao INSS e com preservação do cargo no retorno ao trabalho.

Os dirigentes também pediram que mulheres vítimas de violência que estejam afastadas do trabalho e tenham garantia de permanência no cargo por, pelo menos, um ano.

Outro ponto defendido pelas entidades é a criação de licença parental para cada pessoa de referência da criança ou do adolescente, limitada a duas pessoas, sem prejuízo do emprego ou da remuneração, garantindo condições para o exercício da parentalidade. Também foi reivindicada a equiparação da união estável ao casamento para fins de concessão dos benefícios previstos no acordo coletivo.

O banco recebeu de forma positiva as reivindicações apresentadas pelas entidades e informou que avaliará as propostas antes de apresentar uma resposta. A direção também afirmou que trabalha com a meta de alcançar a paridade de gênero nos cargos de liderança até 2030. Segundo os dados apresentados na mesa, as mulheres já representam 50% do Conselho de Administração, 44% do Conselho Diretor e 25% da Diretoria Executiva. Além disso, o banco destacou que vem promovendo programas de desenvolvimento para ampliar a participação feminina em áreas estratégicas, como Tecnologia.

Endividamento

Outro tema apresentado pela representação dos funcionários foi a criação de uma alternativa efetiva para a renegociação de dívidas dos empregados junto ao Banco do Brasil. A proposta prevê uma linha de crédito específica destinada a funcionários com dívidas, em atrasos ou não, cujas prestações mensais ultrapassem 30% do salário bruto.

As entidades defendem que a linha tenha condições semelhantes às praticadas na primeira faixa do programa Minha Casa, Minha Vida, com juros em torno de 4,5% ao ano, além de carência de 90 a 120 dias para o início do pagamento, podendo ser reduzida mediante solicitação do trabalhador. A proposta também prevê a possibilidade de abatimento do valor total da dívida, quando necessário, para adequar a renegociação à capacidade de pagamento do funcionário, permitindo que ele regularize sua situação financeira sem comprometer sua renda.

A direção do banco informou que também está preocupada com a situação de endividamento dos funcionários e afirmou que estuda alternativas para enfrentar o problema.

Monitoramento

Outro tema levado à mesa foi a melhoria das condições de trabalho, com destaque para a revisão dos mecanismos de monitoramento da produtividade. As entidades reivindicaram a extinção do controle individual do tempo de atendimento e dos atuais instrumentos de acompanhamento individual da produtividade.

Segundo a representação dos funcionários, os processos de monitoramento têm consumido tempo excessivo dos trabalhadores e, muitas vezes, não refletem a realidade das atividades desempenhadas. Além disso, os critérios utilizados deixam de considerar diversas tarefas realizadas no dia a dia, comprometendo a efetividade das avaliações.

Por isso, as entidades defenderam a participação dos funcionários na construção e no aperfeiçoamento dessas ferramentas, de forma a desenvolver indicadores mais justos, transparentes e compatíveis com a realidade do trabalho, sem que o monitoramento se torne um obstáculo ao desempenho das atividades.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Entidades cobram do BB melhores condições de trabalho e o fim do assédio moral

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) participou, nesta quinta-feira (23 de julho), em Brasília, de mais uma mesa de negociação com a direção do banco. Nesta rodada, foram debatidas as reivindicações dos trabalhadores por melhores condições de saúde e de trabalho, com destaque para os principais problemas enfrentados pelos funcionários, como as constantes queixas de caixas e demais empregados da Plataforma de Suporte Operacional (PSO) e o adoecimento geral da categoria provocado pelas metas abusivas.

Crescimento do assédio

Os dirigentes sindicais denunciaram o crescimento do assédio moral no Banco do Brasil. O diretor executivo de Bancos Públicos do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, membro da CEBB e representante da base da Federa-RJ, Alexandre Batista, avaliou a reunião.

“O adoecimento da categoria e a necessidade de um cuidado maior com a saúde do funcionalismo foram o tema central desta rodada. É impossível tratar desse assunto sem abordar fatores diretamente ligados ao adoecimento, como a competição interna imposta pelos programas em vigor e as metas abusivas. Além de inadequadas, essas metas aumentam a pressão, a sensação de impotência e a baixa autoestima dos trabalhadores. Mesmo quando já não são atingidas, acabam sendo elevadas novamente pelo banco”, criticou, lembrando que esse cenário tem levado a um aumento no número de bancários que dependem de medicamentos controlados e sofrem, principalmente, com doenças relacionadas à saúde mental.

Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB lembra que o problema foi apontado pela categoria num levantamento com bancários do Banco do Brasil. “Em uma consulta realizada com os bancários do BB, mais de 40% informaram depender de medicamentos controlados. Esse adoecimento está diretamente relacionado às condições de trabalho. O banco tenta atribuir esses índices a uma realidade geral da população, mas os números entre os funcionários são muito superiores”, ressaltou Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB.

Categoria lidera afastamentos

Dados oficiais mostram que a categoria bancária está entre as mais afetadas por afastamentos relacionados à saúde mental, especialmente entre gerentes e escriturários, em razão da cobrança excessiva por metas, que tem provocado transtornos psicológicos. Mais da metade dos afastamentos na categoria decorre de problemas mentais e comportamentais.

Alexandre Batista criticou o modelo de cobrança adotado pelo banco. “Essas metas sequer consideram períodos de férias e licenças médicas”.

O dirigente também defendeu que o BB apresente soluções para os empregados que precisam se afastar do trabalho para realizar exames ou acompanhar familiares em tratamento de saúde.

Novo concurso e mais contratações

Os representantes dos funcionários também reivindicaram a realização de um novo concurso público e a contratação de mais empregados, principalmente para reforçar o atendimento nas agências. Segundo a representação sindical, a medida é fundamental para melhorar o atendimento à população, em especial aos idosos, que ainda enfrentam dificuldades no uso das plataformas digitais, e para solucionar a sobrecarga de trabalho.

Solução para a Cassi

Embora exista uma mesa específica para discutir os problemas da Cassi, o tema também esteve presente na negociação.

“O custeio da Cassi e a solução para os funcionários que ainda têm tratamento diferenciado no acesso ao plano também foram destaques nesta rodada. Esperamos avançar na luta por melhores condições de saúde e de trabalho nas próximas negociações”, afirmou Alexandre Batista. Segundo o dirigente, com a necessária alteração do estatuto da Cassi, em novas bases, o banco sinalizou a possibilidade de garantir que os empregados oriundos de bancos incorporados pelo BB tenham os mesmos direitos dos demais participantes do plano de saúde.

Fernanda Lopes também reforçou a necessidade de uma solução definitiva para a Caixa de Assistência. “O banco precisa assumir sua responsabilidade. Reforçamos na mesa a necessidade de uma solução definitiva para a Cassi e, neste momento, de um aporte financeiro capaz de cobrir o déficit previsto para este ano.”

A coordenadora da CEBB cobrou o fim da sobrecarga de trabalho, com a definição de metas compatíveis com a realidade e os limites humanos. Segundo ela, o aumento das despesas da Cassi está diretamente relacionado ao adoecimento dos trabalhadores, provocado pela política de metas do banco, e ao achatamento salarial decorrente das sucessivas reestruturações.

“Hoje, quando a maioria não consegue atingir os objetivos, o banco altera indicadores para viabilizar o cumprimento das metas. O correto seria estabelecer metas alcançáveis desde o início, permitindo que os trabalhadores exerçam suas atividades com tranquilidade.”

Situação no PSO

A representação dos trabalhadores denunciou à direção do Banco do Brasil os graves problemas enfrentados pelos empregados da Plataforma de Suporte Operacional (PSO). Segundo o movimento sindical, gerentes de serviço acumulam atividades administrativas e negociais, enquanto escriturários executam tarefas como abastecimento dos terminais de autoatendimento (TAA) e gestão de numerário, caracterizando desvio e acúmulo de funções.

Os representantes dos funcionários reivindicaram que todos os trabalhadores que exerçam atividades de caixa sejam nomeados para o cargo de assistente. Também cobraram a garantia de tempo para capacitação dos empregados do PSO, que vêm absorvendo novas atribuições sem receber treinamento adequado.

A próxima rodada de negociação será no dia 31 de julho, para tratar de questões sobre a remuneração dos funcionários.

CONTEC pressiona Banco do Brasil por solução para reivindicações antigas

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A CONTEC voltou a cobrar do Banco do Brasil respostas para reivindicações antigas dos trabalhadores durante nova rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026, realizada nesta quinta-feira (23 de julho). A reunião tratou de saúde, segurança, ambiente de trabalho e direitos dos empregados oriundos de instituições incorporadas pelo banco. Também foram debatidas medidas de proteção aos trabalhadores afastados, igualdade de direitos e melhorias nos mecanismos de acompanhamento e defesa das vítimas de assédio moral e sexual.

Apesar da apresentação de demandas objetivas, parte dos pontos permanece sem solução. O secretário-geral da CONTEC, David Zaia, criticou a demora dos bancos em responder às reivindicações da categoria.

O calendário de negociações inclui reuniões com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Fenaban. Mesmo com o ritmo intenso das mesas, as instituições ainda não apresentaram respostas concretas para problemas que afetam diariamente os trabalhadores, como metas abusivas, pressão constante e condições inadequadas de trabalho. No caso do Banco do Brasil, a CONTEC cobrou atenção especial aos funcionários de instituições adquiridas pelo banco que ainda não possuem os mesmos direitos dos demais empregados.

“Os bancos precisam melhorar as condições de trabalho e dar mais atenção aos trabalhadores. Para avançarmos e termos força na negociação, é importante mobilizar e mostrar a insatisfação com essa situação”, disse Zaia.

O coordenador da Comissão de Negociação com o Banco do Brasil, Gilberto Vieira, destacou que algumas das reivindicações relacionadas aos bancos incorporados estão pendentes desde 2008 e 2009.

“São pedidos antigos, que foram renovados porque não foram atendidos até hoje. Temos a expectativa de que, neste ano, o banco resolva alguma coisa”, completou.

Entre os avanços sinalizados pelo Banco do Brasil está o fornecimento de informações de assiduidade aos dirigentes sindicais. Segundo Vieira, o acesso permitirá que as entidades tenham melhores condições de orientar os trabalhadores representados. A comissão também conseguiu incluir na rodada quatro cláusulas que estavam fora da discussão inicial. Duas delas tratam especificamente da previdência e da assistência médica dos empregados de instituições incorporadas. Vieira ressaltou que as reivindicações encaminhadas pelos trabalhadores são analisadas pela comissão antes de serem levadas à mesa de negociação.

“A gente recebe os pedidos e as solicitações, procura responder aos e-mails e às mensagens e aproveita tudo o que pode ser incorporado. Os empregados do Banco do Brasil podem contar com a gente na mesa de negociação”, concluiu.

A CONTEC aguarda agora uma devolutiva do Banco do Brasil e reforça que a mobilização da categoria será fundamental para pressionar por respostas e avanços concretos.

Fonte: Contec

Bancários cobram Banco do Brasil mais recursos para Cassi, e a GEAP?

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Representantes das entidades dos servidores do Banco do Brasil e integrantes da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) receberam um comunicado da Diretoria da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil) alertando, em caráter urgente, para a necessidade de uma solução para manter as contas da Caixa de Assistência em conformidade com as exigências financeiras e regulatórias.

As entidades representativas e a CEBB se reuniram para alinhar estratégias da negociação com o banco e, diante do cenário, chegaram a um consenso de que seria necessário reforçar ao Banco do Brasil a importância de um aporte emergencial de R$ 580 milhões, para garantir os recursos imediatos e preservar o atendimento aos associados. Eles também defenderam o adiamento da cobrança da primeira parcela do adiantamento do 13º salário para o fim de 2027.

Uma Mesa de Negociação foi instalada entre as entidades e o Banco do Brasil. O negociador do BB afirmou que a instituição vê de forma positiva a proposta de aporte, mas ponderou que a antecipação do 13º salário não seria suficiente para solucionar o problema de desenquadramento do capital regulatório da Cassi.

Para o Presidente da Cassi, Claudio Said, o comunicado tem o objetivo de informar aos patrocinadores da entidade, Banco do Brasil e associados sobre a situação financeira e as possíveis consequências caso não haja ingresso de novos recursos no Plano de Associados, além de alertar para a gravidade do momento.

Na Mesa de Negociação, a dirigente das entidades, Fernanda Lopes, defendeu que “a recomposição das reservas siga a proporção de 70% de participação do banco e 30% dos associados, conforme previsto na legislação vigente”.

O negociador do BB acolheu positivamente a proposta, mas afirmou que a instituição precisa de tempo para avaliar seus impactos.

Para o diretor do Sindicato dos Bancários e funcionário do Banco do Brasil, Matheus Fraiha, a Cassi é “uma conquista histórica do funcionalismo e, como participamos das negociações, defendemos que as decisões avancem com responsabilidade e agilidade. O Banco do Brasil precisa assumir seu compromisso em garantir atendimento de qualidade aos associados e a sustentabilidade da nossa Caixa de Assistência”, destacou o diretor.

GEAP Saúde também enfrenta crise

Assim como a Cassi, uma das maiores operadoras de plano de saúde na modalidade autogestão, a GEAP Saúde também atravessa graves problemas financeiros e em breve necessitará de aportes financeiros para sobreviver.

Enquanto a direção da Cassi trata o assunto de forma transparente, informando tanto a patrocinadora Banco do Brasil como as entidades representativas dos funcionários do BB, na GEAP Autogestão em Saúde o assunto da crise é ignorado. Tanto pelo CONAD como pela Direção da operadora.

Recentemente em matéria publicada na Folha de São Paulo, foi tornado público aquilo que os beneficiários da GEAP vêm sentindo na pele: rede que não funciona, negativa ou demora excessiva na autorização de procedimentos, dívida com a rede de prestadores, etc.

A política de crescimento sem sustentabilidade que a operadora adotou desde o início da atual gestão, com o aval dos Conselheiros do CONAD, sejam eles eleitos ou do governo, empurraram a operadora para a maior crise da história.

Para tentar solucionar o problema de descredenciamento de prestadores por falta de pagamento e utilização de glosas como instrumento de fazer caixa, a GEAP optou por uma série de artifícios para solucionar a crise, dentre elas as parcerias generalizadas com outras operadoras, como Cassi, Hapvida, Unimed Nacional e Amil.

Todas essas operadoras estão entre as que tem o maior número de reclamações na ANS, além de também estarem enfrentando problemas financeiros. Esse é o famoso e conhecido “abraço de afogados”!

A Associação A GEAP É NOSSA tem reiterado que os beneficiários não podem mais arcar com o ônus de gestões que arruínam a operadora e, depois, deixam a conta para eles pagarem.

Em caso de intervenção da ANS, caberá à maior “patrocinadora” da operadora, a UNIÃO – detentora da Presidência do CONAD e do voto de minerva – realizar os aportes necessários para o equilíbrio das contas, não os beneficiários.

Fonte: Geap é Nossa

MP para renegociar dívidas rurais é positiva para setor produtivo, diz BB

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O Banco do Brasil (BB) avalia a Medida Provisória (MP) 1.376/2026 para a renegociação das dívidas rurais como “positiva para o setor produtivo”. A medida, editada pelo governo federal na última quarta-feira (15), autoriza a criação de linhas especiais de crédito para liquidação ou amortização de dívidas rurais de produtores e cooperativas afetados por eventos climáticos adversos ou problemas de comercialização.

Em nota, o BB afirmou que a MP prevê mecanismos para “apoiar a recuperação da capacidade produtiva e a regularização financeira do setor agropecuário”. A expectativa do governo é de que a medida alcance R$ 100 bilhões em dívidas a serem renegociadas.

O banco destacou que produtores rurais com operações inadimplentes e operações prorrogadas em situação de adimplência poderão adequar e reorganizar seus fluxos de caixa em novas operações de crédito rural com taxas de juros entre 5% e 12% ao ano e prazos de pagamento de até dez anos, com dois anos de carência, dependendo do porte do produtor e do percentual de perdas.

“Essas condições permitem que a maioria dos produtores impactados readequem seus compromissos e se mantenham na atividade produtiva, gerando receitas e fomentando o setor”, destacou o BB, em nota.

O BB lembrou que a operacionalização da medida depende de regulamentação complementar pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e de ato do Ministério da Fazenda que estabelecerá as condições de equalização dos encargos financeiros.

“O Banco do Brasil, reforçando seu protagonismo e parceria junto ao setor, segue acompanhando a regulamentação da matéria e já trabalha internamente para que os sistemas de contratação estejam prontos para operar assim que ocorrer a publicação da Resolução do CMN e da portaria de equalização do Ministério da Fazenda, nos próximos dias”, afirmou o BB, em nota.

Fonte: UOL

BB simplifica abertura de contas para candidatos nas Eleições 2026

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Com o início da preparação para as Eleições 2026, o Banco do Brasil ampliou as funcionalidades da Conta Eleitoral Digital BB, solução que permite aos candidatos abrirem contas destinadas à movimentação financeira de campanha de forma totalmente digital.

A principal novidade é a integração com os sistemas da Justiça Eleitoral para validação automática das informações e do Requerimento de Abertura de Conta (RAC), reduzindo etapas e tornando o processo mais ágil e simples para candidatos aos cargos federais e estaduais que disputarão o pleito deste ano.

Pelo aplicativo BB, é possível abrir até cinco contas eleitorais sem necessidade de comparecimento à agência, utilizando apenas documento de identificação e validação biométrica facial. A iniciativa busca oferecer mais autonomia, praticidade e segurança aos candidatos e suas equipes.

Lançada em 2024, a Conta Eleitoral Digital BB teve ampla adesão já em seu primeiro ciclo eleitoral, quando mais da metade das contas eleitorais passou a ser aberta pelos canais digitais do Banco.

“A Conta Eleitoral Digital BB reforça o compromisso do Banco do Brasil em oferecer soluções cada vez mais simples, seguras e acessíveis para o setor público e para os participantes do processo eleitoral. Ao permitir a abertura de contas pelo celular, com validação integrada à Justiça Eleitoral, ampliamos a autonomia dos candidatos, reduzimos etapas operacionais e contribuímos para uma jornada mais eficiente, transparente e alinhada às exigências da legislação eleitoral”, afirma Euler Mathias, diretor de Governo do Banco do Brasil.

A conta eleitoral é obrigatória para a movimentação dos recursos de campanha e contribui para a transparência e rastreabilidade financeira exigidas pela legislação eleitoral.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil supera R$ 650 milhões em negócios no Move Brasil

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O Banco do Brasil alcançou a marca de R$ 650,9 milhões em negócios no Move Brasil Táxis e Aplicativos, iniciativa que amplia o acesso ao crédito para motoristas profissionais e estimula a renovação da frota utilizada no transporte individual de passageiros.

Desde o lançamento, já foram mais de 6 mil motoristas com propostas aprovadas em 778 municípios de todas as regiões do país, com valor médio de R$ 108,1 mil por empréstimo.

Do total de negócios, 53% das propostas foram originadas nos canais digitais e 47% diretamente na rede de agências, combinando uma atuação fígital que integra conveniência, comodidade, relacionamento, atendimento personalizado e assessoria financeira.

A iniciativa contribui para ampliar a participação feminina no setor. Com condições diferenciadas para mulheres, já foram beneficiadas 392 motoristas, com R$ 41,4 milhões em propostas de financiamentos, fortalecendo o empreendedorismo feminino, promovendo inclusão produtiva e diversidade.

“Os resultados refletem a evolução contínua do portfólio de soluções de crédito do Banco do Brasil, impulsionada por avanços e melhorias em processos, jornadas, inteligência analítica, modelos de oferta e análise de crédito”, afirma a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

A atuação também reforça a estratégia do BB de fomentar novas oportunidades na carteira de crédito pessoa física, expandindo negócios no segmento de financiamento de veículos e contribuindo para a geração sustentável de resultados diretos e indiretos nesse mercado.

“Ao combinar crédito, inovação, mobilidade urbana e sustentabilidade, o Banco do Brasil reforça o seu compromisso com o desenvolvimento de soluções que geram impacto positivo para os clientes, contribuem para a renovação da frota e apoiam a modernização e a melhoria dos serviços de transporte prestados à população”, acrescenta Tarciana.

Além do financiamento, os clientes contam com a assessoria especializada do Banco do Brasil e acesso a um amplo ecossistema de soluções financeiras, seguros e serviços voltados à proteção patrimonial e ao fortalecimento da atividade profissional.

A simulação e a contratação do financiamento podem ser realizadas nas agências e app do BB, de forma simples e ágil.

A linha de crédito Move Brasil oferece condições diferenciadas, com financiamento de veículos, incluindo modelos elétricos, híbridos, flex ou a etanol, no valor de até R$ 150 mil, com prazo de pagamento de até 72 meses, incluída carência de até 6 meses, e taxas de juros de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens.

Parceria Banco do Brasil e Uber

No conjunto de soluções e benefícios adicionais às condições do Move Brasil, ressalta-se a parceria estabelecida entre o Banco do Brasil e a Uber, que contempla a possibilidade de concessão de um cashback de até 3,5 parcelas ao longo do contrato, de acordo com o valor, prazo e pontualidade do financiamento, valorizando o relacionamento com os motoristas.

Atuação Estratégica – Banco do Brasil e Banco Votorantim

Em outra frente de negócios voltada à expansão do financiamento de veículos, destaca-se a parceria estratégica do BB com o Banco Votorantim, que fortalece a troca de experiências, incorporação de conhecimentos, desenvolvimento de soluções e a adoção das melhores práticas de mercado. Essa parceria se concretiza no projeto conjunto de financiamento de veículos zero quilômetro desenvolvido ao longo dos últimos dois anos, no qual as instituições já realizaram aproximadamente R$ 1,1 bilhão em operações de financiamento de veículos no período, consolidando uma atuação integrada e sinérgica na geração de resultados para o conglomerado.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil negociou mais de R$ 16,5 bilhões no âmbito do Desenrola

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Desde o início de maio, o BB já renegociou R$ 16,5 bilhão em dívidas de seus clientes. O valor considera as quatro frentes do Novo Desenrola Brasil, além de renegociações realizadas com clientes do BB que não fazem parte do programa.

“Nossa atuação negocial une eficiência operacional à gestão responsável do crédito, reforçando o compromisso do Banco do Brasil com a inclusão e a sustentabilidade financeira”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB. “Ao aliar a agilidade dos canais digitais com o suporte qualificado do atendimento dos nossos funcionários, temos proporcionado aos nossos clientes a oportunidade de reorganizar seus orçamentos de forma ágil e segura. É assim que fortalecemos um relacionamento de longo prazo: combinando educação financeira e gerando valor seja para pessoas físicas, pessoas jurídicas e para os produtores rurais”, complementa Tarciana.

Especificamente no Desenrola Famílias, foram realizadas operações com 392 mil clientes pessoas físicas, totalizando R$ 3,3 bilhões em dívidas renegociadas. Para demais clientes pessoas físicas, não contidos no âmbito do programa, foram realizadas operações com mais 562 mil clientes, que renegociaram R$ 6,1 bilhões.

No âmbito do Desenrola Pessoa Jurídica, R$ 4,3 Bilhões desembolsados no âmbito do Pronampe e do Procred para 34 mil empresas atendidas desde maio.

No Desenrola FIES, já foram R$ 2,65 bilhões de dívidas renegociadas de 49 mil clientes.

No Desenrola Rural, desde o início das operações já foram realizadas operações na ordem de R$ 149,7 milhões para 8,9 mil clientes. Cabe destacar que o BB emitiu comunicado ao mercado no dia 22 de julho sobre a MP 1376/2026, que trata sobre a renegociação de dívidas rurais aos clientes afetados por eventos climáticos extremos ou por redução dos preços de comercialização. A íntegra deste comunicado pode ser acessada neste link.

O BB oferece a seus clientes a possibilidade de renegociar dívidas diretamente pelo WhatsApp oficial do BB (61 4004-0001), com descontos que podem chegar a 90%, além de condições facilitadas de pagamento.

A partir do contato pelo WhatsApp, com uso da senha pessoal, a renegociação pode ser concluída ali mesmo, de forma ágil. E os clientes ainda contam com atendimento especializado realizado por atendentes da Central de Relacionamento BB, garantindo suporte humano durante todo o processo de negociação, de forma simples, segura e digital, aos clientes que precisarem de consultoria específica. O BB oferece ainda o acesso às negociações por outros canais, como o aplicativo da instituição, Internet Banking, pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 729 0001 (demais localidades) e ainda na rede de agências.

O Banco do Brasil incentiva hábitos financeiros mais saudáveis e reafirma seu papel como agente de desenvolvimento econômico e social, oferecendo soluções responsáveis que apoiam a regularização de dívidas, a recuperação do equilíbrio financeiro e o planejamento do futuro com mais segurança.

Fonte: Banco do Brasil

Fórum Powershoring apresenta compromissos para industrialização verde do Nordeste

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O Banco do Brasil, o Instituto Clima e Sociedade (iCS) e Consórcio do Nordeste apresentam hoje, 29, a Carta Compromisso com investimentos para região e lançam os Grupos de Trabalho do Fórum Powershoring para o Nordeste. A iniciativa tem meta de atração de R$ 77 bilhões em investimentos industriais de baixo carbono no Nordeste até 2030, redução de emissões da ordem de 20 MtCO2e na cadeia produtiva criada após quatro anos dos investimentos, além de ser uma plataforma permanente de diálogo e coordenação.

A Carta Compromisso consolida os princípios, diretrizes e objetivos que orientarão a atuação conjunta dos participantes. Também serão apresentados os grupos de trabalho que vão desenvolver iniciativas voltadas ao aprimoramento do ambiente de investimentos, ao fortalecimento de setores estratégicos e à promoção de condições favoráveis para a neoindustrialização verde.

Concebido pelas três instituições e lançado em 2025, em Fortaleza (CE), o Fórum é uma plataforma permanente de articulação e cooperação entre governos, setor privado, instituições financeiras, academia e parceiros internacionais que apoia a expansão da industrialização verde na região, contribuindo para o desenvolvimento sustentável dos estados.

O evento marca o início da agenda de implementação, fase operacional que estrutura ações coordenadas com o objetivo de acelerar a industrialização sustentável da região. Para transformar essa estratégia em execução, o Fórum tem uma governança conduzida por um comitê gestor e na qual grupos de trabalho lideram as iniciativas que tornam os objetivos estratégicos uma realidade. Cada um dos GTs fica responsável por produzir conhecimento e liderar iniciativas estratégicas para fazer diagnósticos e solucionar gargalos nas frentes de infraestrutura, logística e financiamento para atividades de baixo carbono.

O powershoring, conceito que se refere à atração de investimentos produtivos para regiões capazes de oferecer energia renovável, confiável e competitiva, vem se consolidando como uma das principais oportunidades para promover uma nova etapa do desenvolvimento econômico sustentável.

Fonte: Banco do Brasil

Aposentados: como usar a antecipação do 13º a favor do seu bolso

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O meio do ano é o momento ideal para fazer uma pausa estratégica, olhar para as finanças e ajustar a rota para os próximos meses. Para quem já construiu uma história de muito trabalho e costuma ser o porto seguro da família, manter as contas no azul é o segredo para curtir o dia a dia com a tranquilidade merecida.

Se você está em busca de uma alternativa inteligente para dar aquele respiro no bolso, a antecipação do 13º pode ser uma excelente aliada. Continue lendo para descobrir como usar esse recurso com segurança, organizar o orçamento no meio do ano e garantir um segundo semestre mais sossegado.

Por que o meio do ano aperta o orçamento do aposentado

Os meses de junho e julho costumam trazer demandas bem particulares. Muitas vezes, é a soma daquelas despesas acumuladas do primeiro semestre com necessidades que surgem de repente. Pode ser um reparo na casa, uma atenção extra à saúde para a chegada dos dias mais frios ou até mesmo o desejo de apoiar um novo passo seu, dos filhos ou dos netos.

Não dá para evitar que imprevistos aconteçam, mas é possível encará-los de frente. Ter uma visão clara do que está pesando no bolso é o melhor jeito de colocar o planejamento financeiro da aposentadoria em prática, mantendo a engrenagem familiar rodando e até mesmo se antecipando para os meses que virão.

O que é a antecipação do 13º e quem pode pedir

Pense na antecipação do 13º como uma ponte para acessar um dinheiro que já é seu usando uma linha de crédito com juros mais baixos sem parcelas mensais.O banco libera apenas o valor referente ao seu 13º do INSS, meses antes da data oficial de pagamento estipulada.

E quem pode pedir? O serviço é liberado para aposentados e pensionistas do INSS que já recebem o benefício diretamente na conta do Banco do Brasil, no caso de quem quer solicitar pelo BB. A ideia é facilitar ao máximo o acesso para quem já tem essa parceria no dia a dia.

A parte mais tranquila de todo esse processo é o pagamento. Você não precisa se preocupar em gerar boletos ou anotar datas de vencimento na agenda. A quitação acontece de forma automática, no dia em que o seu décimo terceiro salário for finalmente depositado na conta, com transparência e sem burocracia.

Quando antecipar o 13º vale a pena para o seu bolso

Ter um recurso extra à disposição é ótimo, mas usar ele com estratégia é melhor ainda. Saber quando vale a pena antecipar o décimo terceiro é o grande segredo para transformar esse dinheiro em um aliado. Por isso, pensamos em algumas situações em que ele faz toda a diferença. Veja a seguir.

Trocar uma dívida cara por juros menores: se o rotativo do cartão ou o limite da conta saíram do controle, esta é a hora de agir. Como a antecipação tem taxas bem mais amigáveis, ela se torna uma solução inteligente para quem busca sair do cheque especial e quitar dívidas caras de uma vez por todas.

Cuidar da casa e da saúde com tranquilidade: surgiu um pequeno reparo não planejado em casa ou a necessidade de cobrir exames médicos? Esse fôlego resolve a questão rapidamente, garantindo o seu bem-estar sem desequilibrar as contas do mês.

Apoiar os sonhos de quem você ama: ajudar os filhos ou netos em um projeto importante da família é sempre uma alegria. Com o adiantamento, você consegue dar esse suporte de forma planejada, mantendo a sua própria segurança financeira intacta.

Cuidados antes de contratar a antecipação

Mesmo sendo um recurso acessível e prático, vale lembrar que a operação não tem os mesmos juros do consignado. Por isso, a regra de ouro da educação financeira é dar esse passo com bastante clareza e consciência. Antes de confirmar o pedido, avalie com cautela se esse desconto não fará falta na sua rotina nos meses seguintes. Considere o impacto dessa decisão no período em que o 13º viria como um grande auxílio, como final e começo de ano, com as festividades, presentes, viagens, IPVA, entre outros.

A ideia é usar o adiantamento como um caminho inteligente para resolver as questões de hoje, protegendo a sua reserva financeira e garantindo que o futuro continue no azul e sem apertos.

Como simular e pedir a antecipação pelo aplicativo

Fazer isso sem sair de casa é muito simples e seguro. Pelo App BB, você consegue simular o valor, entender exatamente as condições e pedir a sua antecipação em poucos cliques.

Basta acessar o aplicativo, ir em Menu > Empréstimo > Contratar empréstimo > Simular e contratar e seguir o passo a passo na tela.

É tudo muito intuitivo e rápido. Além disso, o recurso cai na conta pronto para ajudar a colocar as ideias em prática.

E para facilitar ainda mais o acompanhamento do seu orçamento depois que o dinheiro entrar, você pode contar com a ferramenta Minhas Finanças, também disponível no App BB, que ajuda a categorizar os gastos e ter uma visão completa do seu mês.

Quem quer continuar cuidando do seu bem-estar financeiro sabe que a organização é sempre o melhor caminho para uma rotina mais leve. Aproveite que você já está ajustando as velas para navegar no segundo semestre e confira outras matérias que preparamos para apoiar a sua jornada.

Fonte: Blog BB

BB: nova MP do agro traz alívio no curto prazo, mas não elimina desafios

Publicado em: 16/07/2026

Após anos de dificuldades provocadas por quebras de safra, eventos climáticos extremos, queda nos preços de algumas commodities e juros elevados, o agronegócio brasileiro passou a representar uma preocupação crescente para o sistema financeiro, especialmente para o Banco do Brasil (BBAS3), instituição com a maior exposição ao setor no país. O aumento da inadimplência entre produtores rurais e as incertezas em torno de um programa de renegociação de dívidas pressionaram as perspectivas para a qualidade dos ativos do banco nos últimos trimestres.

Nesse contexto, o governo anunciou na quarta-feira (15) uma nova medida provisória (MP) para viabilizar a renegociação de dívidas do agronegócio, após meses de impasse político em torno do Projeto de Lei (PL) 5.122/2023, aprovado pelo Senado.

Na avaliação do JPMorgan, a nova versão é mais restritiva do ponto de vista fiscal e mais sustentável do que a proposta original, ao reduzir o volume potencial de renegociações e elevar as taxas de juros cobradas dos produtores.

Banco do Brasil: MP tem efeito positivo no curto prazo

Para o Banco do Brasil, a medida tende a ter um efeito positivo no curto prazo. Segundo o banco americano, o programa deve aliviar a situação financeira de produtores rurais, aumentar as chances de recuperação de créditos e reduzir parte das preocupações relacionadas ao risco moral criado pela expectativa de sucessivas renegociações.

Além disso, a MP pode destravar os desembolsos do Plano Safra, importante motor de crescimento da carteira agrícola do BB. A suspensão, por 30 dias, dos pagamentos de parcelas com vencimento em julho também deve dar fôlego aos produtores e ampliar o acesso às novas linhas de crédito.

Cenário segue desafiador

Apesar do alívio imediato, o JPMorgan destaca que a medida não resolve os problemas estruturais de qualidade dos ativos do setor agrícola. O banco continua esperando um cenário desafiador para o Banco do Brasil nos próximos trimestres, uma vez que a expectativa pela criação do programa pode ter incentivado produtores a postergar pagamentos no segundo trimestre, pressionando a inadimplência e as despesas com provisões.

No primeiro trimestre de 2026, o BB registrou cerca de R$ 19 bilhões em provisões. Caso esse ritmo seja mantido ao longo do ano, o custo anualizado poderia se aproximar de R$ 80 bilhões, acima do guidance atual de R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões.

O JPMorgan também ressalta que a suspensão temporária dos pagamentos pode reduzir a entrada de caixa no curto prazo e postergar o reconhecimento de inadimplência para o terceiro trimestre. Além disso, o forte crescimento esperado da carteira rural, impulsionado pelo Plano Safra e pela menor amortização dos financiamentos renegociados, pode aumentar as necessidades de capital e financiamento do Banco do Brasil.

Por fim, o banco segue atento aos efeitos indiretos da crise no campo sobre outras linhas de crédito, como empréstimos a pessoas físicas e cartões, já que muitos produtores rurais também são clientes do Banco do Brasil nesses segmentos. Assim, embora a nova MP represente um alívio relevante para o BB no curto prazo, os desafios relacionados à qualidade dos ativos e à rentabilidade do banco ainda devem permanecer no radar dos investidores.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil sinaliza avanço nas negociações sobre o custeio da Cassi

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O Banco do Brasil recebeu de forma positiva a proposta de negociação sobre o custeio da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI), mas ainda não apresentou resposta definitiva ao consenso construído pelas entidades sindicais. A proposta foi consolidada na sexta-feira, 3 de julho, durante reunião na sede da ANABB, em Brasília. Representando a CONTEC, participaram o coordenador da Comissão de Negociação com o Banco do Brasil, Gilberto Vieira, e o diretor de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de Goiás (SEEB-GO), Ivanilson Batista.

Após o debate, as entidades reafirmaram a proposta construída no último mês, que prevê aporte emergencial de R$ 580 milhões para assegurar a continuidade da assistência aos associados e o adiamento da cobrança da primeira parcela do adiantamento do 13º salário para o final de 2027.

O gerente executivo de Gestão de Pessoas da instituição, Fabrizio Bordalo Calixto, afirmou que o Banco recebeu a proposta de forma positiva, mas destacou que ainda precisa avaliar os impactos financeiros e jurídicos das medidas. O representante do Banco também ponderou que a antecipação do 13º salário, de forma isolada, não resolve o desenquadramento do capital regulatório da CASSI e destacou qualquer solução definitiva deverá passar por consulta ao corpo social.

O presidente da CASSI, Cláudio Said, explicou que o comunicado enviado às entidades e ao Banco decorreu do dever de diligência da Diretoria, diante da necessidade de registrar formalmente a situação financeira do Plano de Associados e os riscos da ausência de novos recursos. A preocupação também foi registrada em ata da última reunião do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência.

As entidades sindicais também reforçaram que a recomposição das reservas deve observar a proporção de 70% de participação do Banco e 30% dos associados, conforme possibilita a Resolução CGPAR nº 52/2024. Foi sugerido ainda a celebração de um Memorando de Entendimentos formalizando os compromissos assumidos entre Banco e entidades e estabelecendo os parâmetros para os aportes e para a consulta aos associados.

Ao fim da reunião, o Banco informou que fará a avaliação técnica da proposta e se comprometeu a apresentar manifestação em curto prazo, além de indicar nova data para a continuidade das negociações.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

BB coloca agentes de IA ao lado de gerentes para melhorar o atendimento a seus 88 milhões de clientes

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Durante muito tempo, inteligência artificial nos bancos significou modelos capazes de calcular risco de crédito, detectar fraudes ou responder perguntas simples em um chatbot. Agora, uma nova geração de sistemas começa a assumir um papel diferente: atuar como um colega de trabalho dos funcionários.

É exatamente esse movimento que o Banco do Brasil iniciou nos últimos meses. Em parceria com a Salesforce, a instituição passou a colocar agentes de inteligência artificial ao lado dos gerentes de relacionamento para ajudá-los a entender melhor cada cliente antes mesmo do início da conversa.

Hoje, cerca de 12 mil funcionários já utilizam esses agentes, número que deve chegar a 36 mil até o fim do ano. A aposta faz parte da estratégia do banco para escalar um atendimento mais personalizado para seus mais de 88 milhões de clientes, sem substituir o contato humano.

“Nossa premissa é transformar o nosso humano em um superfuncionário. Queremos eliminar os fardos operacionais e trazer informações relevantes para que ele ajude o cliente em uma transação ou em uma decisão financeira”, afirma Analaura Morais, head de CRM do Banco do Brasil.

Ganhos em satisfação e conversão

O agente mais avançado do banco recebeu o nome de “Resume Aí”. Sua função é reunir, em poucos segundos, informações que antes estavam espalhadas por centenas de sistemas internos.

O Banco do Brasil possui mais de 900 sistemas legados. Antes de iniciar um atendimento, um gerente precisava consultar diferentes plataformas para entender o relacionamento daquele cliente com a instituição. Agora, o agente faz esse trabalho automaticamente.

Ele reúne transações recentes, conversas realizadas em diferentes canais, perfil financeiro, histórico de relacionamento e até análises de sentimento das últimas interações. Com base nesse conjunto de informações, produz um resumo executivo e recomenda qual deve ser a melhor abordagem naquele atendimento.

“O agente consegue integrar qualquer canal. Se o cliente falou no chat, no WhatsApp ou fez alguma transação, ele reúne tudo em um único espaço. Com um clique, o funcionário recebe um briefing completo sobre aquele cliente, além das melhores recomendações para aquele momento”, explica Morais.

Além de reconstruir rapidamente o histórico do relacionamento, o sistema indica em que estágio o cliente se encontra – se o foco deve ser fidelização, aquisição de novos produtos ou ampliação dos negócios – e sugere os próximos passos ao gerente.

Segundo o Banco do Brasil, os primeiros resultados apareceram rapidamente. Nas unidades que já utilizam o “Resume Aí”, o banco registrou aumento de cinco pontos no NPS (Net Promoter Score, pesquisa para avaliar a satisfação do cliente), crescimento de aproximadamente 30% na conversão de leads e expansão do relacionamento comercial com os clientes.

A implantação também chamou atenção pela velocidade. Da concepção até o início da operação passaram menos de dois meses. Hoje, a tecnologia está presente nas agências digitais e em cerca de 200 agências físicas que participam dos testes da nova plataforma.

IA também ajuda na concessão de crédito

Outro agente em desenvolvimento atua durante as negociações de crédito. Enquanto o gerente conversa com o cliente, a IA acompanha a negociação e sugere, em tempo real, quais produtos fazem mais sentido para aquele perfil, quais taxas podem ser oferecidas e alerta quando determinada solução não é adequada ou não atende aos critérios regulatórios.

“A ideia é que ele seja esse grande cérebro que apoia o funcionário. Ele padroniza processos, aumenta a segurança e ajuda a recomendar a melhor solução sem que o gerente precise consultar diversos sistemas durante a conversa”, diz Morais.

Apesar da expansão dos agentes, tanto o Banco do Brasil quanto a Salesforce insistem que o objetivo não é substituir funcionários, mas aumentar sua capacidade de atendimento.

“Temos 125 mil funcionários e 88 milhões de clientes. A IA entra como um conector entre um humano e outro humano. Ela vem para complementar e potencializar as relações, não para substituir colaboradores”, afirma Morais.

Para Rodrigo Bessa, country manager da Salesforce Brasil, esse tipo de implementação representa uma nova etapa da evolução da inteligência artificial nas empresas.

“Depois da IA preditiva e da IA generativa, entramos oficialmente na era da IA agêntica. O agente já funciona como um colega de trabalho capaz de ampliar a capacidade das pessoas. O grande desafio agora é preparar os profissionais para trabalharem ao lado dessas inteligências”, afirma.

Fonte: Época Negócios

BB leva pesquisas em IA para dentro da UnB e reforça tendência no setor

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O Banco do Brasil (BB) e a Universidade de Brasília (UnB) vão desenvolver pesquisas conjuntas em dados e Inteligência Artificial (IA). O acordo de cooperação técnico-científica acompanha um movimento cada vez mais frequente no sistema financeiro, no qual bancos se aproximam de universidades para transformar pesquisas acadêmicas em soluções voltadas a desafios do negócio. O anúncio foi feito pelas instituições na quarta-feira (7 de julho).

A parceria prevê o desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de programas de capacitação. Os trabalhos devem envolver áreas como IA, analítica, experiência do usuário e segurança digital.

Segundo as instituições, as pesquisas deverão resultar em aplicações para o Banco do Brasil. Além disso, a cooperação prevê estudos de interesse da instituição, do mercado financeiro e da sociedade.

O acordo também prevê a atuação conjunta de equipes do banco e da universidade em iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e capacitação, aproximando a academia do setor financeiro.

Mas o movimento não é isolado. No ano passado, o Itaú lançou o Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi), voltado ao desenvolvimento de pesquisas em parceria com universidades brasileiras e internacionais. À época, o banco afirmou que a iniciativa busca transformar a produção científica em aplicações práticas, com foco em IA.

Além disso, o ICTi reúne projetos em machine learning, computação quântica, engenharia de software e ciência de dados. Nesse sentido, o modelo prevê pesquisadores, bolsistas de mestrado e doutorado trabalhando diretamente em desafios tecnológicos do setor financeiro.

Antes disso, em 2024, outros grandes bancos tradicionais também reforçaram essa aproximação com a academia. O Bradesco, por meio do ecossistema de inovação Inovabra, ampliou o acordo com o InovaUSP e diferentes laboratórios da universidade. Com isso, a parceria passou a desenvolver pesquisas em IA generativa, computação quântica, cibersegurança, otimização de investimentos e defesa contra ataques a modelos de IA.

Já a Caixa Econômica Federal, no mesmo período, anunciou sua associação ao Parque Científico e Tecnológico da UnB. Assim, passou a integrar uma estrutura voltada ao desenvolvimento de soluções digitais e tecnológicas.

Fonte: FInsiders

BB anuncia fim de cartão e envia alerta para clientes com contas a pagar

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O Banco do Brasil confirmou o encerramento do Cartão Ame e emitiu um aviso aos clientes por e-mail e pelo aplicativo da instituição.

A descontinuição do produto, prevista para ocorrer em até 30 dias, não interrompe a cobrança de compras parceladas nem de valores ainda em aberto, que continuarão sendo enviados até a quitação total.

A medida atinge exclusivamente o Cartão Ame emitido pelo Banco do Brasil com bandeira Mastercard, sem impacto sobre os demais cartões oferecidos pela instituição.

Conforme comunicado do Banco do Brasil, mesmo após o fim do cartão, clientes que ainda possuem despesas pendentes não deixarão de receber as cobranças.

A instituição informou que “se ainda houver compras parceladas ou valores pendentes no seu Cartão Ame, as faturas continuarão sendo enviadas pelos canais que você já utiliza, até a quitação total”.

A medida ocorre quase dois anos depois do encerramento da carteira digital Ame. Na ocasião, a Americanas informou que concentraria seus esforços em um novo programa de fidelidade, deixando de oferecer a conta de pagamento e os demais serviços financeiros vinculados à marca.

Agora, o processo avança com o encerramento definitivo do cartão de crédito emitido em parceria com o Banco do Brasil.

Quem ainda utiliza o Cartão Ame deve acompanhar os comunicados enviados pelo aplicativo e pelo e-mail cadastrado para verificar prazos e informações sobre o encerramento do produto.

Enquanto houver parcelas ou débitos pendentes, o envio das faturas continuará normalmente, garantindo que os compromissos financeiros possam ser quitados mesmo após a desativação do cartão.

Fonte: ND Mais

Banco do Brasil pode enfrentar nova pressão no segundo semestre, diz BTG Pactual

Publicado em: 03/07/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) deve enfrentar mais um trimestre desafiador diante da piora no comportamento de pagamento de produtores rurais, segundo avaliação do BTG Pactual. Para o banco, a expectativa de aprovação, no Congresso Nacional, de um programa de renegociação de dívidas do agronegócio pode estar levando parte dos tomadores de crédito a adiar o pagamento de financiamentos, aumentando a pressão sobre a qualidade da carteira rural.

A análise foi elaborada após reportagem do jornal Valor Econômico informar que produtores rurais têm postergado pagamentos na expectativa de que suas operações sejam incluídas em um eventual programa de renegociação. Executivos de grandes bancos e cooperativas relataram ao jornal que os índices de inadimplência apresentaram deterioração em maio e junho, contrariando o padrão sazonal normalmente observado para o período.

Na avaliação do BTG Pactual, esse movimento está alinhado com as conversas recentes mantidas pela instituição com participantes do mercado. O banco afirma que o debate em torno de novas medidas de renegociação pode estar criando um ambiente de “risco moral”, no qual produtores optam racionalmente por atrasar pagamentos enquanto aguardam possíveis condições mais favoráveis para regularizar suas dívidas.

Segundo o relatório, a implementação do Desenrola 2.0 e as discussões sobre programas de renegociação para contratos ainda adimplentes reforçaram essa dinâmica, elevando as incertezas sobre o comportamento dos clientes do crédito rural.

Calendário amplia riscos

O BTG destaca que o calendário de vencimentos da carteira rural do Banco do Brasil aumenta a sensibilidade dos resultados do segundo trimestre. Conforme dados apresentados pela própria instituição durante o Investor Day, o banco possui R$ 155,6 bilhões em operações com produtores rurais vencendo ao longo de 2026.

Desse total, R$ 44,2 bilhões — o equivalente a 28,4% dos vencimentos do ano — concentram-se justamente no segundo trimestre. As linhas de financiamento de custeio agrícola representam 56% dos vencimentos de abril, 60% dos de maio e 63% dos de junho, enquanto quase 60% de todos os vencimentos anuais estão concentrados entre abril e setembro.

Na visão do BTG, essa concentração, combinada com os relatos de enfraquecimento da disciplina de pagamentos, tende a manter elevada a pressão sobre a capacidade de cobrança do banco e sobre o custo do risco nos resultados do segundo trimestre.

Desafios persistem

A avaliação ocorre após um primeiro trimestre já considerado difícil para o Banco do Brasil. Na ocasião, a instituição reportou um ROE (Return on Equity) de 7,3% e revisou suas projeções para 2026, citando a deterioração da qualidade da carteira de crédito voltada ao agronegócio.

Para o BTG Pactual, os próximos resultados deverão continuar refletindo os desafios enfrentados pelo segmento rural. Embora o lançamento do Plano Safra 2026/2027 possa trazer maior previsibilidade ao setor, a instituição acredita que a discussão sobre renegociação de dívidas continuará sendo um fator relevante para o comportamento dos produtores e para o desempenho financeiro do Banco do Brasil nos próximos meses.

Fonte: Eu Quero Investir

BB celebra 30 anos de Pronaf com mais de 2,5 milhões de agricultores atendidos

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O Banco do Brasil comemora nesta semana 30 anos ao lado de quem acorda cedo, dedica-se com esforço próprio e mantém viva a produção de alimentos no Brasil: os agricultores familiares. No Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), principal política pública de crédito voltada a produtores rurais que compõem unidades familiares, incluindo agricultores, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores e extrativistas e suas cooperativas, esse compromisso se traduz em apoio para gerar renda, ampliar oportunidades, fortalecer a inclusão produtiva e estimular o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais.

Nessas três décadas, o Banco do Brasil se consolidou como o principal parceiro financeiro da agricultura familiar, apoiando produtores, cooperativas e empreendimentos rurais em atividades agropecuárias e não agropecuárias. Desde o início do programa, o BB já desembolsou R$ 500 bilhões em operações de crédito no âmbito do Pronaf, um impulso que chegou a aproximadamente 2,5 milhões de famílias em todas as regiões do país. Somente na safra atual, foram liberados R$ 23 bilhões para produtores do Pronaf, contribuindo para transformar a realidade dos produtores familiares. Esses recursos têm possibilitado tirar planos do papel, investir no cuidado com a terra e garantir mais segurança para a continuidade da produção.

A presença do BB no Pronaf fortalece, na prática, a base produtiva do agronegócio brasileiro ao apoiar pequenos produtores responsáveis por grande parte do alimento que chega diariamente à mesa da população. São famílias que, em sua maioria, utilizam a própria mão de obra, mantêm uma produção diversificada e constroem, dia após dia, um vínculo profundo com o desenvolvimento das suas comunidades, prosperando sem perder suas raízes.

“A agricultura familiar é estratégica para a segurança alimentar do país. É ela que coloca comida na mesa do brasileiro. Apoiar esses produtores, com crédito acessível, orientação técnica e soluções pensadas para a realidade do campo é mais do que uma prioridade: é um compromisso que renovamos todos os dias e que mantemos há 30 anos com o desenvolvimento do Brasil”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil.

Saiba mais sobre as principais linhas do Pronaf operadas pelo BB

O Pronaf é estruturado em diferentes linhas de crédito, desenvolvidas para atender às diversas realidades da agricultura familiar, respeitando o perfil produtivo, a renda e o estágio de desenvolvimento dos produtores rurais:

  • Pronaf Custeio
    Destinado ao financiamento das despesas normais das atividades agropecuárias e não agropecuárias, como preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheita, criação de animais e atividades de base agroecológica. Atende agricultores familiares com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) válido, respeitando os limites de renda e enquadramento definidos pelo programa.
  • Pronaf Investimento
    Voltado à implantação, ampliação ou modernização da estrutura produtiva das propriedades rurais familiares. Financia, entre outros itens, máquinas, equipamentos, benfeitorias, sistemas de irrigação, armazenagem, conectividade no campo e práticas sustentáveis, contribuindo para o aumento da produtividade e da renda no meio rural.
  • Pronaf Mais Alimentos
    Linha de investimento destinada à modernização da produção da agricultura familiar, com foco no fortalecimento da capacidade produtiva, melhoria da infraestrutura rural e ampliação da competitividade dos empreendimentos familiares.
  • Pronaf Agroindústria
    Apoia o beneficiamento, processamento e comercialização da produção da agricultura familiar, incluindo a implantação, ampliação ou modernização de agroindústrias familiares e cooperativas, agregando valor à produção e fortalecendo a economia local.
  • Pronaf Mulher e Pronaf Jovem
    Linhas específicas voltadas à ampliação do acesso ao crédito por mulheres e jovens agricultores familiares, incentivando a sucessão rural, a autonomia produtiva e a permanência das novas gerações no campo.
  • Pronaf Floresta, Agroecologia e Bioeconomia
    Direcionadas a projetos sustentáveis, sistemas agroflorestais, produção agroecológica, recuperação ambiental, uso racional dos recursos naturais e atividades alinhadas à conservação ambiental e à sociobiodiversidade.
  • Pronaf Grupo B e Programas Especiais
    Focados em agricultores familiares de menor renda, incluindo indígenas, quilombolas e povos tradicionais, com condições diferenciadas, incentivo à inclusão produtiva e apoio à geração de renda, inclusive por meio do microcrédito produtivo orientado.

Para acessar o Pronaf, o agricultor deve ter CAF válido, atender aos critérios de renda, área e predominância de mão de obra familiar. A contratação exige documentação pessoal, comprovação do imóvel e apresentação de proposta ou projeto técnico. O pedido é analisado pelo banco quanto à capacidade de pagamento e regularidade. Após aprovação, o contrato é formalizado e os recursos liberados. A aplicação segue o projeto, com acompanhamento e fiscalização conforme normas.

Além do crédito, o Banco do Brasil atua de forma integrada no apoio à agricultura familiar, oferecendo assistência técnica, incentivo à modernização produtiva, inclusão financeira e estímulo à sustentabilidade econômica, social e ambiental das propriedades rurais. O Pronaf também possibilita o acesso dos produtores a outras políticas públicas voltadas ao fortalecimento do campo, ampliando oportunidades e renda no meio rural.

Ao celebrar os 30 anos do Pronaf, o BB reafirma seu compromisso histórico com a agricultura familiar e com a construção de um modelo de desenvolvimento que valoriza o produtor rural, gera empregos, promove inclusão e garante alimentos de qualidade para a população brasileira.

Fonte: Banco do Brasil

BB autoriza missão internacional no Peru para tratar de finanças sustentáveis

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O Banco do Brasil, por meio de sua vice-presidência, autorizou o afastamento do país do especialista Jorge Andre Gildi dos Santos para uma missão oficial em Lima, no Peru. O objetivo da viagem, que ocorre entre os dias 30 de junho e 5 de julho de 2026, é representar a instituição financeira na Quinta Reunião do Comitê Técnico da Coalizão Verde de Bancos Públicos de Desenvolvimento. A medida foi oficializada por meio de um despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A autorização, assinada pelo vice-presidente do banco, Jose Ricardo Sasseron, fundamenta-se na necessidade de representação institucional em fóruns internacionais de alta relevância para a agenda de sustentabilidade. O especialista Jorge Andre Gildi dos Santos atua na área de ASG – sigla para Ambiental, Social e Governança –, setor que tem ganhado protagonismo crescente nas estratégias de investimento e concessão de crédito do governo federal e de suas autarquias. A viagem será realizada com ônus para o banco, o que inclui o custeio de passagens e diárias para o período de trânsito e permanência no exterior.

Foco em desenvolvimento e parcerias internacionais

Além da participação na Coalizão Verde, a agenda em solo peruano prevê reuniões paralelas com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e outras instituições financeiras (IFs) parceiras. Esses encontros visam estreitar laços de cooperação técnica e financeira para projetos que conciliem o crescimento econômico com a preservação ambiental, especialmente em biomas sensíveis como a Amazônia, que integra tanto o território brasileiro quanto o peruano.

A Coalizão Verde de Bancos Públicos de Desenvolvimento é uma iniciativa que reúne diversas instituições da América Latina e do Caribe com o intuito de harmonizar práticas bancárias e promover o financiamento de soluções baseadas na natureza. O comitê técnico, do qual o Banco do Brasil faz parte, é responsável por definir as métricas e os critérios de aplicação de recursos que devem impulsionar a economia de baixo carbono na região.

Base legal e governança

O afastamento foi concedido com base no Decreto nº 1.387, de 7 de fevereiro de 1995, que disciplina a viagem ao exterior de servidores públicos e empregados de empresas públicas. A decisão também observa diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Fazenda, por meio de portarias publicadas em 2016 e 2023, além de resoluções internas da presidência da instituição.

Segundo apurou O TEMPO, a participação do banco nesses eventos reforça o posicionamento da instituição como líder em finanças sustentáveis no mercado brasileiro. A governança do Banco do Brasil tem buscado alinhar suas operações aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris e de outros tratados climáticos.

Os custos operacionais da missão são justificados pelo caráter estratégico dos diálogos com o BID, que é um dos principais parceiros do país no financiamento de infraestrutura sustentável. Ao final do período em Lima, o especialista deverá apresentar relatórios técnicos sobre os avanços nas negociações e as diretrizes estabelecidas pelo comitê técnico da coalizão.

A movimentação de técnicos e especialistas do escalão do governo federal para agendas internacionais integra o esforço de retomada do protagonismo brasileiro na diplomacia ambiental e financeira. A expectativa é que os resultados da reunião no Peru possam se desdobrar em novas linhas de crédito para empresas e produtores brasileiros que adotem práticas regenerativas e sustentáveis em suas cadeias produtivas.

Fonte: O Tempo

Banco do Brasil lança Validador de Comprovantes no portal BB

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O Banco do Brasil lançou o Validador de Comprovantes BB, uma solução digital que permite a qualquer pessoa, cliente ou não do Banco, validar a autenticidade de comprovantes de transações financeiras emitidos pela instituição. A ferramenta amplia a segurança, a transparência e a confiabilidade nas operações, além de responder a uma demanda recorrente por maior segurança e confiabilidade na conferência de pagamentos, transferências e outras transações.

Disponível na página inicial do portal BB (bb.com.br), o Validador pode ser acessado por dispositivos móveis e desktops. A funcionalidade permite conferir informações como valor e data da transação, desde que o comprovante contenha a informação “Autenticação SISBB”. Estão contemplados pela solução comprovantes de Pix, boletos, convênios, transferências da conta corrente e TED. Por dispensar a necessidade de login e consulta ao extrato, o validador facilita o dia a dia de pessoas físicas e jurídicas.

A iniciativa contribui para a prevenção de fraudes e golpes financeiros, aumenta a credibilidade dos comprovantes emitidos pelo Banco do Brasil e fortalece a confiança nas transações digitais.

Para Dione Cordioli, executiva de conta, serviços e Pix do Banco, o Validador de Comprovantes BB é uma resposta concreta à insegurança na conferência de transações financeiras, um problema que afeta pessoas e negócios no dia a dia.

“Ao permitir a validação oficial de comprovantes de forma simples e acessível, o Banco do Brasil protege relações comerciais e fortalece a confiança no ambiente digital. Essa entrega combina tecnologia, transparência e foco nas pessoas, ao facilitar decisões e reduzir riscos sem criar barreiras para o usuário”, afirma a executiva. “Com o Validador, o BB reafirma seu papel de liderança na construção de um ecossistema financeiro mais seguro, confiável e orientado à experiência do cliente”, finaliza.

Fonte: Banco do Brasil