BB registra lucro de R$ 9,3 bi no trimestre e abertura de mais de 1,6mil postos em 12 meses

Publicado em: 15/05/2024

O Banco do Brasil teve lucro de R$ 9,30 bilhões nos primeiros três meses de 2024, com um crescimento de 8,8% em relação ao primeiro trimestre de 2023. Por outro lado, representa queda de 1,5% em relação ao trimestre imediatamente anterior, ou seja, de outubro a dezembro de 2023, quando o lucro ficou em R$ 9,44 bilhões.

O relatório mostrou que houve a criação de 1.610 postos de trabalho em 12 meses, com um total de 87.067 funcionários no fim do 1° trimestre de 2024. Além disso, também houve aumento no número de estagiários do banco, chegando a 463 no final do trimestre, com aumento de 44,2% em relação a março de 2023. No mesmo período, o número de agências tradicionais se manteve igual (total de 3.172), mas houve abertura de 18 agências digitais e especializadas.

Segundo Pesquisa do Emprego Bancário (PEB) referente ao primeiro bimestre de 2024, elaborada pelo Dieese com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), os bancos fecharam 4.171 postos de trabalho, em um ano, em todo o Brasil. “Isso mostra a importância dos bancos públicos, para o setor, ao ver que o BB manteve o número de agências formais e aumentou o número de empregados, com perspectiva de abertura de novos concursos públicos”, destaca a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.

“Nós, inclusive, estamos acompanhando e cobrando de perto o aumento do quadro, porque os lucros do BB são o resultado da atuação das funcionárias e funcionários. E, apesar do aumento de contratações, houve um aumento expressivo no volume de clientes e aqui entramos em outra cobrança do movimento sindical: reformulação do plano de metas e cargos, para não haver cobrança excessiva e que leve ao adoecimento dos empregados”, completou.

Além disso, a concessão de crédito cresceu 10,2% em 12 meses e 6,1% no trimestre, totalizando R$ 1,14 trilhão, em março de 2024. O Agronegócio, que representa um terço de toda a carteira da instituição, foi o que mais cresceu: 15,5%, em um ano, totalizando R$ 372,51 bilhões.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

Banco do Brasil disponibiliza R$ 3,5 bi em crédito para reconstrução do RS

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O Banco do Brasil vai colocar R$ 3,5 bilhões em limites de crédito à disposição das prefeituras de cidades do Rio Grande do Sul, para apoiar a reconstrução do Estado após as enchentes das últimas duas semanas. Os recursos serão concedidos através do Programa Eficiência Municipal, e o prazo de pagamento será de até 12 anos.

O banco estenderá a carência para o pagamento a até dois anos, e cobrará taxas reduzidas. As análises para os pedidos de crédito serão feitas caso a caso e terão prioridade.

O BB também enviou ao Estado duas unidades de agências modulares itinerantes, as chamadas BB Móvel, que são utilizadas para dar atendimento em localidades atingidas por desastres. Além disso, a cidade de Severiano de Almeida, a 400 quilômetros da capital Porto Alegre, abriga uma das Carretas Agro do banco, que também está prestando atendimento neste momento.

Até aqui, 49 agências do BB no Estado estão fechadas por efeitos das enchentes, sendo que 14 ainda estão alagadas. O banco tem direcionado os clientes para o atendimento através do aplicativo ou das centrais telefônicas.

Na terça-feira, a presidente do banco, Tarciana Medeiros, afirmou em nota ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) que o banco está empenhado com a reconstrução do Estado do Rio Grande do Sul, que vive a maior catástrofe climática de sua história. A executiva cancelou sua ida à Brazil Week, em Nova York, devido aos acontecimentos.

“Continuamos acompanhando de perto a situação e estamos empenhados para que o Rio Grande do Sul possa começar a se reconstruir o quanto antes, com o apoio da sociedade brasileira e internacional”, afirma a presidente do BB.

O banco havia anunciado uma série de medidas de postergação de prazos aos clientes, tanto pessoas físicas quanto pessoas jurídicas. Além disso, o banco iniciou uma campanha de arrecadação de doações que já ultrapassou os R$ 60 milhões.

Fonte: UOL

Lucro do Banco do Brasil soma R$ 9,3 bilhões no 1º trimestre e fica acima das projeções

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O Banco do Brasil (BB) registrou lucro líquido ajustado de R$ 9,3 bilhões no primeiro trimestre de 2024, alta de 8,8% em relação a igual período de 2023. O resultado ficou acima da projeção dos analistas ouvidos pelo Valor, de R$ 9,132 bilhões.

O lucro contábil foi de R$ 8,8 bilhões ,no primeiro trimestre, com avanço de 7% em 12 meses.

A margem financeira bruta totalizou R$ 25,7 bilhões no primeiro trimestre, alta de 21,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2023. A receita financeira com operações de crédito teve aumento anual de 9,1%, alcançando R$ 46,3 bilhões

As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 8,3 bilhões no primeiro trimestre, alta de 2,6% na comparação com mesmo período do ano passado. As despesas administrativas totalizaram R$ 8,9 bilhões, aumento de 4,9% na mesma base de comparação.

Segundo o BB , a queda no trimestre é explicada pela sazonalidade, enquanto o crescimento anual foi influenciado, principalmente, pelo desempenho positivo nas linhas de comissão de seguros, previdência e capitalização (+11,5%), administração de fundos (+5,8%) e consórcios (+20,3%).

Crédito

A carteira de crédito ampliada do Banco do Brasil atingiu R$ 1,1 trilhão em março, um avanço de 10,2% em 12 meses. A carteira de pessoa física atingiu R$ 317,4 bilhões, alta de 5,8% na comparação anual.

Em pessoas jurídicas, somou R$ 393,5 bilhões, com alta de 8,5%, em igual base de comparação. Em agro, atingiu R$ 372,5 bilhões, aumento de 15,5%, ante o primeiro trimestre de 2023.

A inadimplência terminou março a 2,90%, de 2,92% em dezembro e 2,62% em março do ano anterior. As provisões para crédito de liquidação duvidosa (PCLD) ampliada, compostas pela despesa de PCLD líquida da recuperação de crédito, descontos concedidos e imparidade, totalizaram R$ 8,5 bilhões. Na comparação anual, houve aumento de 45,9%.

Fonte: Valor Investe

Banco do Brasil anuncia medidas de apoio para clientes do RS

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O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou no dia 7 de maio novas medidas de apoio aos clientes do Rio Grande do Sul. As medidas incluem prorrogação de parcelas e de saldos de faturas de cartão, bem como a isenção ou o estorno de tarifas. Em doações, o banco já destinou mais de R$ 5 milhões para a aquisição de bens de primeira necessidade, e segue arrecadando doações.

O banco permitirá que clientes pessoas jurídicas das regiões afetadas pelas fortes chuvas das últimas semanas tenham três parcelas prorrogadas, de modo extraordinário, para determinadas linhas de renegociação. A extensão de prazo pode chegar a seis parcelas para linhas de capital de giro e de financiamento.

O BB também concederá isenção ou estorno de tarifas cobradas na prestação de determinados serviços para estes clientes.

Outra medida é a prorrogação do saldo devedor de faturas não pagas dos cartões Ourocard, que será transportado para o mês seguinte sem encargos. Além disso, o banco suspenderá ações de cobrança e de negativação de clientes que estejam nos municípios afetados pelas enchentes. Essas medidas se somam a outras, anunciadas pelo banco público no domingo (5).

O BB afirma que 25 agências do banco foram alagadas na região. Nas próximas semanas, serão instaladas unidades temporárias de atendimento nos municípios em que a retomada do atendimento presencial não for possível nas unidades tradicionais.

O banco tem arrecadado doações através de unidades fora do País. No Japão, por exemplo, anunciou que fará a devolução de tarifas das remessas feitas para agências no Rio Grande do Sul até o dia 31 deste mês. O Japão tem uma grande comunidade de brasileiros.

Fonte: E-Investidor

BB lucra R$ 9,3 bi no 1º tri; sindicato cobra contratações e valorização

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O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 9,3 bilhões no 1º trimestre de 2024, crescimento de 8,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o retorno sobre o patrimônio líquido (RPSL), ajustado anualizado, aumentou 0,7 pontos percentuais (p.p) em doze meses, chegando a 21,7%.

“O lucro do Banco do Brasil, construído dia após dia por seus trabalhadores, mostra que uma empresa pública pode ser altamente lucrativa e muito eficiente. O retorno sobre o patrimônio líquido, de 21,7%, foi muito acima do projetado pelo mercado. Um número excepcional”, avalia o dirigente do Sindicato e bancário do Banco do Brasil Diego Pereira.

Emprego

Ao final do primeiro trimestre, o Banco do Brasil contava com 87.067 funcionários, com abertura de 1.610 postos de trabalho em 12 meses. Destes, 847 foram abertos nos três primeiros meses de 2024.

“A abertura de postos de trabalho é um bom sinal. Porém, ainda é muito abaixo da necessidade do banco. Nas agências, escritórios e departamentos, os funcionários seguem sobrecarregados, exaustos com metas que não param de subir. Portanto, o BB precisa seguir contratando mais”, pontua Diego Pereira.

Somente com o que arrecada com prestação de serviços e tarifas bancárias, uma receita secundária, o Banco do Brasil cobre em 123,92% o total de suas despesas com pessoal, incluindo a PLR.

Valorização

De acordo com o dirigente do Sindicato, o resultado do Banco do Brasil prova que o banco possui todas as condições para valorizar e atender reivindicações históricas dos bancários.

“O ritmo de crescimento do lucro e ativos totais do BB, dobrando de tamanho a cada quatro anos, indica que é totalmente possível valorizar todas as carreiras na empresa e atender reivindicações históricas como, por exemplo, Cassi para todos. O banco aumentou a remuneração do acionista de 40% para 45%, na distribuição de dividendos e JCP (juros sobre o capital próprio). Ou seja, o resultado do sobre-esforço está na conta dos acionistas, mas não está na conta dos trabalhadores. Queremos e merecemos valorização”, conclui Diego Pereira.

Outros números

A carteira de crédito ampliada do BB cresceu 10,2% em 12 meses e 6,1% no trimestre, totalizando R$ 1,14 trilhão. A carteira Pessoa Física aumentou 5,8% em 12 meses, totalizando R$ 317,40 bilhões. Já a carteira Pessoa Jurídica registrou crescimento de 8,5% em relação a março de 2023, totalizando R$ 393,50 bilhões.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB Asset estreia em real estate com captação de R$ 1 bi em fundo imobiliário

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A BB Asset Management, gestora de recursos do Banco do Brasil com R$ 1,6 trilhão em ativos sob gestão, concluiu a oferta pública do fundo de investimento imobiliário (FII) BB Premium Malls, negociado na bolsa com o ticker BBIG11, que marca a entrada da gestora em real estate.

O total demandado pelo mercado de R$ 1 bilhão foi superior à oferta inicial de R$ 800 milhões. Com isso, foi feito exercício do lote adicional no volume de R$ 191 milhões. O total da captação do fundo ficou em R$ 991 milhões. A coordenação da oferta foi dos bancos UBS BB (líder) e Itaú BBA.

O fundo terá gestão e administração da BB Asset e conta com a consultoria imobiliária da Iguatemi, uma das maiores companhias full service no setor de shopping center no País.

O fundo buscará entregar aos cotistas resultados financeiros originados em um portfólio de shopping centers e acompanhará o plano de expansão da Iguatemi no setor imobiliário premium, um mercado que historicamente demonstra uma importante resiliência.

Os resultados esperados para os cotistas serão gerados por meio da distribuição mensal de dividendos, isentos de IR, e da valorização dos imóveis a serem investidos na carteira.

O fundo estará disponível aos investidores a partir de 3 de maio, com cotas iniciais de R$ 10 cada. O primeiro fundo imobiliário da BB Asset foi lançado em dezembro de 2020, o BBFO11, um fundo de fundos (FoF) de papel.

A alta demanda pelo fundo de real estate mostra o momento aquecido do mercado de fundos imobiliários. Nesta semana, a TRX levantou R$ 509 milhões para o seu fundo e na semana anterior a VBI Real Estate levantou quase R$ 220 milhões.

Fonte: Neofeed

Clientes do BB podem acessar descontos do Desenrola Pequenos Negócios

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O Desenrola Pequenos Negócios, voltado para a regularização de dívidas bancárias de MEI, Micro e Pequenas Empresas com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões, começa nesta segunda-feira, 13. Clientes do BB tem acesso a condições especiais para renegociação de dívidas como parte de uma iniciativa do governo federal, que conta com o apoio da Febraban, do Banco do Brasil e de outras instituições financeiras e entidades de proteção ao crédito.

A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, destaca que o Desenrola Brasil já foi um sucesso. “Em 2023, como parte do Desenrola BB, o Banco já havia oferecido condições especiais para clientes MPE, resultando em mais de R$ 7 bilhões renegociados pelo Conglomerado para mais de 80 mil pequenas empresas”, lembra. “Agora, o Desenrola Pequenos Negócios traz o potencial de ampliar ainda mais os benefícios da renegociação de dívidas de pequenos negócios, o que garante a manutenção e a geração de trabalho e renda em diversas regiões do país, movimentando a economia”, acredita.

Para atender às necessidades dos clientes e reforçar a atuação do Banco no novo Programa, o BB oferta condições negociais mais favoráveis, como desconto de até 20% nas taxas de juros com prazo de até 120 meses e de até 96% para liquidação à vista de operações inadimplentes, para os clientes pessoa jurídica que se enquadrarem nas regras do Programa.

Os clientes podem utilizar o App BB, o Internet Banking nos endereços www.bb.com.br/renegocie (pessoas físicas) ou www.bb.com.br/renegociepj (pessoas jurídicas), a Central de Relacionamento pelos números. 4004 0001 (Capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões), o WhatsApp enviando uma #renegociepj para o número 61 4004 0001 e também a rede de agências.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil aposta em linguagem lúdica para falar de investimentos

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Em sua nova campanha, lançada nessa segunda-feira, 13 de maio, o Banco do Brasil produziu uma série de filmes digitais focado em investimentos para o público jovem.

Utilizando personagens lúdicos e estética despretensiosa, os filmes concentram-se na audiência das plataformas digitais, como o Tik Tok, Instagram, Facebook e Linkedin.

Produzidos pela Malala Filmes, três filmes já foram apresentados, trazendo personagens como uma Sereia, um Cientista e um Homem Multitarefa abordando a descomplicação e a democratização do acesso à investimentos no Brasil.

Fonte: Making Off

BB lança programa para incentivar a participação no mercado internacional de empresas lideradas por mulheres

Publicado em: 03/05/2024

O Banco do Brasil está lançando o Programa Primeira Exportação Edição Mulheres no Mundo, para incentivar o crescimento das micro e pequenas empresas (MPEs) lideradas por mulheres no mercado internacional. O Programa prioriza 5 mil empresas do segmento MPE com mulheres na liderança – sócias ou dirigentes – e alto potencial para exportação.

As medidas de incentivo a essas empresas contemplam um conjunto de iniciativas gratuitas, como capacitação e assessoria personalizada, durante o ano de 2024. O Programa Primeira Exportação Mulheres no Mundo tem por objetivo reforçar o compromisso social do Banco no fomento ao empreendedorismo feminino e ao comércio exterior brasileiro, incrementar a maturidade internacional dessas clientes e ampliar a quantidade de novas empresas lideradas por mulheres exportando produtos brasileiros.

Para participar, a empresa deve ser correntista do BB e ter mulheres na sua composição societária ou em sua diretoria. De acordo com um estudo realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) de 2023, no Brasil, a parcela de empresas exportadoras e importadoras de propriedade majoritariamente feminina é muito menor do que a de homens. Apenas 14% e 13%, respectivamente, desses empreendimentos possuem preponderância feminina em seus quadros societários.

“Apoiar a inserção de empresas lideradas por mulheres no mercado internacional significa ampliar a produtividade e as possibilidades de geração de receitas, melhorar a qualidade dos produtos, diversificar riscos, e ainda aprimorar a gestão e governança dos negócios dessas empreendedoras”, explica Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB”.

Conforme a diretora de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Ana Paula Repezza, a parceria entre a Agência e o Banco do Brasil é estratégica para que mais mulheres atuem no comércio exterior. “Em 2023, a ApexBrasil lançou o programa Mulheres e Negócios Internacionais com resultados expressivos. Em 2024, com a parceria com o Banco do Brasil, teremos maior capilaridade e expertise para sensibilizar e capacitar mais mulheres para ganhar o mercado internacional”.

Programa Primeira Exportação

O Programa Primeira Exportação foi lançado no ano passado, pelo BB, em parceria com a ApexBrasil, para apoiar o crescimento das micro e pequenas empresas rumo ao mercado internacional. De lá para cá, o programa já capacitou 1300 micro e pequenas empresas e prestou assessoria que viabilizou exportações que já alcançaram 49 países.

Capacitação

O BB desenvolveu uma jornada digital de aprendizagem distribuída em módulos que contemplam temas do mercado internacional, como benefícios e vantagens da exportação, logística e competitividade, habilitação para operar no comércio exterior, análise e segmentação de mercados e produtos Comex que o BB oferece para viabilizar a primeira exportação. Além desta jornada digital, as clientes terão acesso a toda a grade de capacitações em Negócios Internacionais que o Banco do Brasil já oferece ao mercado e a seus clientes, além de curso específico da ApexBrasil para Mulheres além das fronteiras, que integra o Programa Mulheres e Negócios Internacionais, iniciativa da agência para igualdade de gênero.

Consultoria personalizada

Às empresas inscritas, o Banco do Brasil oferecerá consultoria personalizada por meio de seus especialistas em Comércio Exterior para identificarem as necessidades individuais de cada cliente e apoiarem na construção de um plano de exportação customizado.

Inscrições gratuitas

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: www.bb.com.br/primeiraexportacaomulheres

Fonte: Banco do Brasil

CEBB quer fim das distorções que prejudicam encarreiramento e remuneração

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A CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil) se reuniu com representantes do Banco do Brasil, no dia 24 de abril, para exigir resoluções às distorções provocadas no encarreiramento dos trabalhadores desde 2020, por conta do Performa, e que levou ainda ao acúmulo de funções.

A reunião foi solicitada por conta da repercussão negativa do pedido de aumento salarial para o Conselho Diretor do Banco, aprovado pelo Conselho de Administração.

“Nós destacamos que, desde 2020, as distorções provocadas pelo Performa, que trouxe perdas significativas salariais no processo de encarreiramento de todos os demais funcionários, não foram solucionadas. Também pedimos celeridade para que o banco resolva a situação dos caixas, supervisores de atendimentos e gerentes de serviço”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

Para o representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, Getúlio Maciel, é preciso avançar em diversas demandas dos trabalhadores apresentadas ao banco “Além das pendências referentes as questões sobre renda e encarreiramento, é necessário avançar sobre questões sobre metas abusivas, combate ao assédio, especificidades dos diversos grupos de funções dentro da empresa e a situação dos egressos de bancos incorporados em relação à Previ e Cassi. Nada nesse sentido avançou até agora, e o funcionalismo foi surpreendido com o pedido de “aumento” da alta administração do Banco”, destacou.
Pautas do movimento sindical

Recentemente, em um encontro com cerca de dois mil gerentes, a presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, apresentou uma série de medidas aos funcionários e que são pautas do movimento sindical, levadas às mesas de negociação desde antes da atual gestão. Entre essas medidas estão a revisão de funções, cargos e salários, resolução de questões de previdência de incorporados e revisão do teto da PLR.

“Essas são uma série de demandas dos trabalhadores, levadas para as mesas de negociação. O banco sempre afirmou que as medidas para soluções estavam em estudo, mas é importante que os representantes dos trabalhadores acompanhem o andamento, inclusive pela valorização da mesa de negociação”, destacou Fernanda Lopes.

Por fim, os membros da CEBB exigiram do banco uma resposta rápida para as pautas discutidas na reunião de 24 de abril, tendo em vista a proximidade do congresso dos funcionários, que acontece no início de junho e irá definir a minuta de reivindicações para o acordo coletivo específico com o BB, que será renovado neste ano.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

União concede reajuste parcial à diretoria do Banco do Brasil

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Por orientação da União, a assembleia geral ordinária (AGO) do Banco do Brasil (BBAS3) concedeu reajuste apenas parcial aos membros da diretoria do banco. A remuneração fixa da presidente, dos vice-presidentes e dos diretores para o período entre abril deste ano e março do ano que vem recebeu aumento de 4,62%, em linha com a inflação.

O montante global que o BB poderá destinar à remuneração dos administradores será de R$ 76,2 milhões, mais de 19% abaixo do que o banco havia proposto, de R$ 94,5 milhões. O total fixado seguiu orientação do acionista controlador, o governo, de acordo com ata da assembleia publicada pelo banco.

A remuneração da diretoria do BB está abaixo da média praticada pelos bancos privados de porte similar. No ano passado, o banco foi autorizado a desembolsar R$ 73,7 milhões, enquanto o Itaú Unibanco recebeu aval para fazer pagamentos de R$ 495 milhões; o Bradesco, de até R$ 732,3 milhões; e o Santander Brasil, de até R$ 517,5 milhões.

Nos últimos anos, o BB tem solicitado reajustes nos salários de membros da diretoria sob a argumentação de que a remuneração dos diretores está muito próxima dos gerentes de unidades estratégicas, cargos mais altos entre os funcionários celetistas do banco, apesar de os diretores estatutários acumularem responsabilidades maiores.

A proximidade se dá pelo fato de que entre 2016 e 2022, a remuneração da diretoria do banco não foi reajustada. Os pedidos do banco têm sido rejeitados pela União, que concede reajustes menores que os solicitados ao longo desse período. Essa discrepância tem feito com que executivos deixem o banco rumo à iniciativa privada.

Os montantes que os bancos e as empresas de capital aberto são autorizados a destinar aos executivos de alto escalão não necessariamente são desembolsados em sua totalidade. Boa parte das remunerações é variável, e só é paga mediante o cumprimento de metas de desempenho.

Fonte: E-Investidor

Banco do Brasil: entenda o ‘alívio’ dos impactos negativos do agro

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Em relatório recente, a XP destacou que o Banco do Brasil (BBAS3) tem uma parcela significativa da sua carteira de crédito vinculada ao agronegócio e, ao mesmo tempo, aumentou a preocupação dos investidores com relação à dinâmica do setor.

A visão da casa é que, de modo geral, embora as preocupações sejam justificáveis, o Banco do Brasil está relativamente bem protegido.

Segundo a XP, isso se dá graças ao “tamanho, à diversificação e à qualidade de sua carteira de agronegócios”.

“Com um portfólio diversificado, tanto em termos de culturas quanto geográficos, o risco de uma piora esperada na situação de crédito dos produtores de grãos não é relevante e pode se traduzir em uma oportunidade para o Banco do Brasil”, diz a casa.

“Em nossa opinião, as margens estão retornando aos níveis históricos, de modo que os agricultores devem retomar os investimentos assim que os estoques atuais forem vendidos e a perspectiva de demanda melhorar”, completa.

Com isso, a recomendação da casa para as ações do Banco do Brasil segue de compra, com preço-alvo de R$ 36,50. Os papéis BBAS3 negociam a cerca de R$ 27 atualmente.

Segundo a XP, o complexo de grãos brasileiro é o subsetor que mais preocupa, principalmente nas cadeias de suprimento de soja e milho.

“Nos últimos dois anos, as margens agrícolas foram reduzidas, refletindo principalmente a queda nos preços da soja e do milho, custos mais altos de insumos e frete e estratégias erráticas de venda dos agricultores em uma grande parte dos produtores brasileiros”, observa a casa.

“A tendência de queda nas margens, aliada à falta de prudência financeira de alguns produtores rurais – destacada por investimentos excessivos em maquinário, terras, insumos e outros – contribuiu para um aumento acentuado dos processos de Recuperação Judicial (RJ), especialmente em Mato Grosso, o estado com a maior produção do Brasil e o mais afetado pelas adversidades climáticas”, completa.

Fonte: Suno

BB estima R$ 3 bilhões em propostas na Agrishow 2024

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O Banco do Brasil espera acolher R$ 3 bilhões em propostas durante a 29ª edição da Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina que acontece anualmente em Ribeirão Preto (SP). A estimativa é a maior já registrada pelo BB para uma feira agro.

O BB apoia a Agrishow desde a primeira edição, realizada em maio de 1994. Para a edição deste ano, o Banco vem realizando ações negociais há cerca de um mês, com a organização de 320 eventos pré-feira que contaram com a participação de produtores e de empresas locais.

Ao todo, cerca de 100 funcionários do Banco do Brasil estarão mobilizados para atuar no atendimento aos clientes ou junto dos estandes das revendas. Além disso, o BB contará com um amplo estande próprio, com salas de reunião, auditório, lounge, café e espaço para ativações promocionais.

“Estamos muito confiantes em gerar bons negócios em mais uma edição da Agrishow. Somos o maior parceiro do agronegócio brasileiro e, ao marcar presença há 30 anos na maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, mostramos que sempre estivemos e sempre estaremos fazendo negócios ao lado do pequeno, do médio e do grande produtor. O Banco do Brasil segue comprometido em oferecer soluções financeiras para impulsionar o crescimento do agronegócio e da agricultura familiar, impulsionando a economia brasileira”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

“Com o empenho do nosso time, vamos estar presentes em todos os momentos junto aos produtores e produtoras rurais durante a Agrishow. Além disso, preparamos uma programação especial em nosso estande para compartilhar conhecimento e inovação. Abordaremos temas como educação financeira, cenários sobre a cana-de-açúcar e outras culturas, opções de crédito para os negócios internacionais, pecuária de precisão e rastreabilidade de carne”, acrescenta Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar.

Confira os destaques do Banco do Brasil para a Agrishow 2024:

Mulheres no Topo
Assim como nas outras feiras agro, o BB organizará um evento, com a participação da Liderança Feminina do Banco, para apresentar as principais soluções visando o empreendedorismo feminino.

Plataforma Broto
Durante a Agrishow, os consultores do Broto (plataforma digital agro do Banco do Brasil) promoverão as vantagens e comodidades oferecidas tanto aos produtores rurais quanto às empresas participantes, com o objetivo de impulsionar os negócios. Além disso, as empresas parceiras do Broto vão oferecer condições especiais durante o evento para produtos e serviços disponíveis na plataforma. O processo de envio de solicitações de financiamento rural será simplificado e digital, feito pelos produtores por meio do Simulador de Financiamento, e pelos parceiros da cadeia agropecuária por meio do Formulário Simplificado de Registro de Intenção de Negócios. Além disso, o Broto oferece a opção de pagamento de compras por meio da Cédula de Produto Rural (CPR). Para mais informações, visite broto.com.br e acompanhe o Broto nas mídias sociais.

BB Seguros
A BB Seguros e Ourocard Visa seguem com a promoção Colheita de Prêmios que realizará um sorteio de veículo Rampage 0km para os clientes que formalizarem propostas de contratação de seguros, conforme regulamento da promoção.

Loja Fundação BB
Ao longo dos cinco dias de evento, os visitantes poderão, dentre os diversos produtos disponíveis, adquirir também produtos de parceiros já apoiados em outros projetos junto a Fundação Banco do Brasil. As doações poderão ser realizadas via Pix e os recursos arrecadados serão destinados para projetos desenvolvidos no âmbito do Programa Carbono Neutro.

Rolê que Rende
Sucesso na Tecnoshow, o Banco do Brasil, em parceria com a BB Asset, realizará nova edição do evento. A iniciativa reforça a importância da gestão financeira consciente entre os jovens e universitários e está alinhado ao direcionador estratégico de conquistar e fidelizar novas gerações de clientes.

BB Consórcios e Sala VIP
Sucesso de atratividade nas demais feiras agropecuárias realizadas este ano, A BB Consórcios levará também para a Agrishow o robô que interage com o público da feira, destacando as condições diferenciadas do consórcio para os visitantes da feira e divulgando as soluções de atendimento virtual disponíveis nos canais BB.

Além disso, durante o período da feira, os consorciados do Banco do Brasil terão acesso exclusivo a Sala Vip no Aeroporto de Ribeirão Preto.

Também, durante o evento, estarão abertos grupos com condições especiais.

Fonte: Banco do Brasil

BB anuncia ações de apoio aos atingidos pelas chuvas no RS

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O Banco do Brasil anuncia nesta quinta-feira, 2, ações de apoio às pessoas e aos municípios atingidos pelas fortes chuvas no Rio Grande do Sul. As medidas envolvem a doação de R$ 400 mil, por meio da Fundação BB, flexibilizações em diversos produtos e serviços do BB, como crédito, operações do agronegócio e seguros, além de uma campanha nacional para arrecadação de recursos.

Os clientes PF contam com carência de até seis meses para pagamento da primeira parcela na contratação do BB Crédito Consignado ou do BB Crédito Salário. As micro e pequenas empresas atingidas terão acesso à crédito com linhas governamentais e próprias, além de condições diferenciadas. Além disso, será mantido o amparo ao crédito para pessoas físicas e jurídicas, produtores rurais e municípios.

Também será possível renegociar dívidas utilizando taxas diferenciadas, com até 180 dias de carência e 120 meses para pagamento. As empresas dos municípios gaúchos atingidos também contarão com linhas de repactuação, com prazos de 30, 36 ou 48 meses, nas operações convencionais, ou até 72 meses, para as contratações via Pronampe. Já as operações de financiamento imobiliário e empréstimo com garantia de imóvel poderão ter até quatro parcelas de capital e encargos básicos repactuadas e transferidas para o final do cronograma.

Os produtores rurais dos municípios afetados também terão as operações prorrogadas, de acordo com a necessidade e manutenção dos encargos originais, havendo medidas simplificadoras, focadas principalmente nos financiamentos da agricultura familiar, que dispensam até mesmo a apresentação de laudos individuais. Além disso, haverá uma esteira diferenciada para o acionamento dos seguros/Proagro.

Ainda na área de seguridade, a esteira de assistências e de sinistros foi reforçada e priorizada. Nos seguros Residencial e Empresarial, foram ampliados os valores dos serviços de limpeza, cobertura de telhados e desentupimento previstos nas apólices. A BB Seguros também enviou reguladores e peritos para as regiões atingidas, com possibilidade de realizar a vistoria presencial ou de forma remota.

O Banco do Brasil também estornará a tarifa de emissão de segunda via dos cartões e dará tratamento diferenciado para encargos e saldo devedor dos clientes das regiões afetadas.

“Acompanhamos com muito zelo a situação das pessoas que foram afetadas por essa tragédia, e expressamos toda nossa solidariedade”, afirma Tarciana Medeiros. “O Banco do Brasil, como não poderia deixar de ser, está mais uma vez comprometido em oferecer apoio. Estamos mobilizando recursos necessários para prestar assistência imediata e contínua, e permaneceremos próximos durante todo o tempo, com uma série de ações negociais e de apoio social”.

“Ao anunciar essas ações, o Banco do Brasil se faz presente mais uma vez para fornecer o suporte necessário e expressar solidariedade a todos os atingidos pelas chuvas”, acrescenta José Ricardo Sasseron, vice-presidente de negócios governo e sustentabilidade empresarial do Banco do Brasil.

Doações

O Banco do Brasil também disponibilizou uma conta para o recebimento de doações:

Banco do Brasil – 001
Agência 1607-1
Conta 51.000-9
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As doações voluntárias serão revertidas em alimentos, kits de higiene e limpeza, entre outros, conforme necessidades da população impactada, e as entregas serão realizadas por parceiros da Fundação BB organizados na região.

Fonte: Banco do Brasil

BB e ApexBrasil firmam parceria para facilitar acesso a soluções na Plataforma Brasil Exportação

Publicado em: 25/04/2024

O Banco do Brasil e a ApexBrasil realizam parceria que amplia o portfólio de serviços disponíveis na Plataforma Brasil Exportação, principalmente para soluções de câmbio, crédito e financiamento para exportação, voltados para micro, pequenas e médias empresas brasileiras que desejam exportar seus produtos. A presidenta do BB Tarciana Medeiros e o presidente da ApexBrasil Jorge Viana formalizaram o acordo na última sexta, na sede do BB, em Brasília.

Lançada em novembro de 2023, a plataforma, operada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), já reúne mais de 600 serviços de comércio exterior. Neste mês de abril, o espaço ultrapassou 39 mil acessos únicos, provenientes de 122 países diferentes.

Para Tarciana Medeiros, presidenta do BB, a iniciativa auxilia empresários e empresárias a expandirem seus negócios. “Acreditamos que há um grande espaço para o ingresso de micro e pequenos empreendedores brasileiros na atividade exportadora. Trabalhamos para democratizar o conhecimento e os processos para acesso desse público a novos mercados, potencializando o crescimento da economia em todas as regiões do país”.

Segundo Jorge Viana presidente da ApexBrasil, “a participação do BB na Plataforma Brasil Exportação, por meio dos seus serviços de estímulo ao comércio exterior, é um passo fundamental para o fomento ao desenvolvimento sustentável e crescimento econômico do país, favorecendo a inclusão de pequenas e médias empresas na jornada da internacionalização. É mais uma frente de cooperação estratégica entre o BB e a ApexBrasil”.

A partir da adesão, o BB tem a oportunidade de divulgar as soluções de seu portfólio na plataforma, como as linhas ACC/ACE, o Programa de Financiamento às Exportações (PROEX), o BB Crédito Exportação, o Câmbio Exportação, a Consultoria e os Treinamentos em Negócios Internacionais, além de serviços/produtos da Rede Externa, tais como conta corrente no exterior, time deposit, garantias internacionais, forfait e desconto/confirmação de Carta de Crédito.

Sobre a Plataforma Brasil Exportação

A Plataforma é uma comunidade digital que reúne todos os serviços de apoio ao comércio exterior em apenas um lugar. Fruto da cooperação entre os governos brasileiro e britânico, a plataforma foi idealizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e tem como parceiros o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fonte: Banco do Brasil

BB fecha acordos de cooperação técnica com ICS e com Ministério do Meio Ambiente

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O Banco do Brasil anunciou, na semana passada, no evento “Impulsionando a Sociobioeconomia da Amazônia”, promovido em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (ICS), no Mangal das Garças, em Belém, uma série de acordos e iniciativas negociais com foco no fomento da bioeconomia, com potencial de impacto para mais de 2 milhões de pessoas. 

“Nossos compromissos em sustentabilidade passam por questões relevantes em gestão ASG (Ambiental, Social e Governança). Nossa atuação com crédito e investimentos se coloca, neste aspecto, de forma robusta. Estes acordos são exemplos que concretizam nossos compromissos públicos, com metas concretas, para uma atuação cada vez mais sustentável”, afirma a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

As questões ASG são parte inerente a todo relacionamento que o Banco do Brasil mantém com seus públicos. “Somos o banco com uma das maiores carteiras de negócios sustentáveis do País. Queremos chegar a R$ 500 bilhões de saldo nesta frente”, destaca Tarciana, sobre as metas do BB em sustentabilidade.

A intenção dos acordos é ampliar a atuação de agentes de crédito nas comunidades localizadas na região, desenvolvendo soluções de fomento e de crédito, levando em consideração a perspectiva integrada da cadeia de valor, não se limitando aos produtos e processos de crédito já conhecidos. Confira os destaques dos acordos de cooperação técnica firmados:

Banco do Brasil fecha acordo com o Instituto Clima e Sociedade (ICS)
Visando impulsionar a sociobioeconomia na região amazônica, esta parceria do BB e do ICS busca fomentar a produção sustentável de pequenos agricultores, extrativistas, cooperativas e outros agentes da região amazônica, impulsionando a economia da região e preparando esses clientes para o crédito e linhas de financiamento para bioeconomia.

Para Thais Ferraz, diretora de programas do ICS, “buscar alianças como essa, feita com o Banco do Brasil, representa a união de esforços para desenvolver a sociobioeconomia na região amazônica. Essa parceria com o BB é muito relevante, pois o banco tem capilaridade e relevância suficiente para disponibilizar crédito onde mais se precisa, além de ter um alinhamento com as políticas públicas”.

Banco e MMA esperam, com este acordo, ampliar o acesso ao crédito na região
Aumentar a educação financeira e a bancarização dos clientes é um dos objetivos do acordo do Banco do Brasil com o Ministério do Meio Ambiente. A parceria firmada em Belém nesta semana vai fortalecer as cadeias da bioeconomia e da sociobiodiversidade com oferta de novos serviços financeiros, além de proporcionar ampliação do sistema de assistência técnica integrada ao planejamento financeiro e de crédito. O acordo também prevê o incentivo à inovação tecnológica e a melhoria dos serviços ecossistêmicos mantidos nos territórios de manejo da bioeconomia e da sociobioeconomia.

ASG no BB: compromissos públicos com metas concretas
Além desses acordos, o BB também anunciou novo Hub Financeiro para impulsionar a sociobioeconomia na região amazônica, além de formalizar operação de US$ 250 milhões com o BID para aplicação em financiamentos sustentáveis na região. Acesse www.bb.com.br/imprensa e saiba mais. E clique em www.bb.com.br/sustentabilidade e confira todas as ações do BB nas frentes ASG.

Fonte: Banco do Brasil

Trabalhadores cobram reunião com BB para debater salários e metas

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A notícia divulgada pelo portal Uol de que “BB quer aumentar salário da Presidente para R$ 117 mil; 57% de reajuste”, repercutiu negativamente entre as trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil.

“Nós solicitamos uma reunião, nesta quarta-feira (24), para que o banco apresente respostas aos nossos pedidos sobre Plano de Cargos e Remuneração e os Planos de Funções”, destacou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.

A representante da CEBB pontuou que foram surpreendidos, pela imprensa, sobre a ampliação de salários nos altos cargos. “Ainda que tenhamos grande processo de negociação com o banco, em nenhum momento essa pauta nos foi apresentada. O que nós, trabalhadoras e trabalhadores do BB, queremos saber são as respostas da empresa sobre nossas reivindicações, como o fim de cobrança excessiva de metas, fim do Performa, programa que impactou muito nos salários e impossibilitou o encarreiramento”, completou.

Os trabalhadores também pedem soluções para as carreiras dos caixas, supervisores de atendimento e gerentes de serviços, entre outras pautas que estão pendentes por parte do banco. “Lembramos que a categoria realizará, em junho, um congresso de funcionários, onde todas essas pautas serão debatidas”, observou Fernanda Lopes.

Nos últimos anos, o BB vem batendo uma série de recordes históricos de lucro. E, o valor alcançado no final de 2023, foi um dos argumentos apontados para o pedido de reajuste para a Assembleia Geral de Acionistas, que atingiria não apenas a presidência do BB, mas todo o Conselho Diretor do Banco.

“O movimento sindical bancário entende que basear-se no lucro não é sustentável, até mesmo porque o papel de um banco público, como sempre defendemos, não é pagar dividendos, mas ter um papel estratégico no desenvolvimento do país, e isso passa pela oferta de crédito mais barato para as famílias e empresas, com a manutenção de taxas e tarifas menores para o público”, concluiu Fernanda Lopes.

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil: “temor da interferência política foge da razoabilidade”

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O Banco do Brasil (BBAS3) busca convencer os analistas de que a companhia não possui risco político e que a ação representa uma grande oportunidade de dividendos para o investidor. A verdade é que parte do mercado já parece convencida, isso porque o papel do BB sobe 75,5% desde 16 de janeiro de 2023, dia da posse de Tarciana Medeiros, CEO do banco.

Em entrevista exclusiva ao E-Investidor, o CFO do Banco do Brasil, Marco Geovanne Tobias, defende que as chances de interferência na empresa são nulas. Segundo ele, a companhia tem uma boa governança corporativa para dar voz aos acionistas minoritários. Ele usa o aumento do pagamento de 40% para 45% do lucro em dividendos, aprovado em fevereiro deste ano, como exemplo.

“Depois que o Banco Central mudou a regulamentação do risco operacional, nós fizemos uma proposta para o Conselho de Administração para aumentar o payout e a medida foi aprovada. A demanda veio especificamente do minoritário. Isso significa que houve interferência política do minoritário sobre o Banco do Brasil? Não”, afirma.

Ele argumenta ainda que todo acionista, seja ele controlador ou minoritário, tem o direito de manifestar sua visão, mas que a governança corporativa deve ser sólida para garantir que a vontade de um acionista não prejudique os interesses da companhia.

Tobias diz ainda que a ação está muito barata em relação aos pares, o que torna o papel atrativo para o investidor. “O mercado não está precificando o Banco do Brasil considerando essa potência de geração de resultados. Esse temor, a chamada interferência política vinda do acionista controlador, tomou uma dimensão que foge de qualquer razoabilidade”, afirma.

Veja os principais trechos da entrevista:

E-Investidor – No começo do ano, o BB divulgou estimativa de lucro entre R$ 37 bilhões e R$ 40 bilhões com um payout de dividendos de 45% do lucro. No entanto, as projeções do mercado para a taxa Selic subiram. O acionista pode esperar uma fatia maior de dividendos?

Marco Geovanne Tobias – Não observamos nada que justifique rediscutir as projeções que divulgamos para o mercado. Nós já tínhamos previsto essa redução paulatina da Selic dentro do nosso orçamento como um corte não tão agressivo, mas é importante ter em mente que uma Selic alta favorece os bancos também.

Além disso, os resultados de tesouraria, que é a margem financeira, acabam sendo preservados no ambiente de taxa de juros mais alta. Ou seja, se a redução de juros demorar mais que o esperado, isso não prejudica os bancos. Claro que é necessário a retomada do crescimento da economia com um ambiente de juros mais baixos. Entretanto, nós entendemos que esse é um processo que depende do Banco Central. Estamos em perfeitas condições de entregar para o mercado aquilo que nos comprometemos.

A Petrobras vive uma crise com a possível saída do CEO, Jean Paul Prates. Para o mercado, o sinal é de que nenhuma estatal está livre de interferências políticas. O investidor deve se preocupar?

Interferência pode acontecer em qualquer tipo de empresa, seja pública ou privada. Por isso, criaram a governança corporativa que funciona como um antídoto para evitar interferências, seja no caso de uma empresa privada feita pela família dos controladores ou pelo governo. No caso do Banco do Brasil, o presidente é nomeado pelo governo, que pode mudar a cada quatro anos. No entanto, isso não significa que esta nomeação tem um intuito de fazer uma interferência política dentro da organização. Essa escolha tem que passar por uma série de processos legais da governança corporativa, ela tem que seguir as leis das estatais e o estatuto da empresa.

Aqui no Banco do Brasil tivemos um exemplo de uma negociação sobre dividendos. Os acionistas minoritários começaram a cobrar que deveríamos pagar mais proventos. Eu respondi que não, pois preciso desse recurso para reforçar o caixa e a base de capital. Eu não vou distribuir um dividendo só porque o minoritário quer.

Essa cobrança do acionista minoritário foi decisiva para o aumento da distribuição de dividendos?

Nós temos uma política de capital que é aprovada no conselho de administração no horizonte de cinco anos. Uma vez aprovada, executamos. O investidor minoritário começou a cobrar e fomos avaliar se fazia sentido pagar. Pouco tempo depois, o Banco Central mudou a regulamentação do risco operacional e abriu um grau de liberdade para remunerar melhor o acionista. Em seguida, nós fizemos uma proposta para o Conselho de Administração para aumentarmos o porcentual de 40% para 45% do lucro para ser pago em dividendos. Os controladores e os minoritários aprovaram esse aumento de pagamento de dividendos. Todavia, a demanda veio especificamente do minoritário. Isso significa que houve interferência política do minoritário sobre o Banco do Brasil? Não.

O acionista, seja ele controlador ou minoritário, tem o direito de manifestar sua visão, sua vontade e desejo. A questão toda é de que forma esta visão e esse desejo é interpretada e eventualmente pode ser atendida dentro da empresa. Para isso, os organismos de governança devem estar sólidos e funcionando muito bem para garantir sempre que a decisão tomada atenda o melhor interesse da companhia.

Por que a ação do Banco do Brasil é atrativa para o investidor?

Quando você compara o Banco do Brasil com seus pares aqui no Brasil, ele é o melhor. Nós temos uma rede de distribuição no País inteiro e estamos expostos aos negócios em todos os setores e em todas as regiões. Se você acredita que o Brasil vai bem, o Banco do Brasil vai estar de alguma maneira capturando essa melhoria econômica do País. Só que o mercado não está precificando com base nessa potência de geração de resultados.

O temor da chamada interferência política, vinda do acionista controlador, tomou uma dimensão que foge de qualquer razoabilidade. Quando você olha os nossos múltiplos negociados e compara com os pares privados, você chega a pensar que tem alguma coisa errada. O Banco do Brasil é negociado hoje a um múltiplo Preço sobre Lucro (P/L) de 4,7 vezes, ou seja, eu vou demorar 4,7 anos para receber de volta, na forma de lucro, o dinheiro que apliquei comprando a ação. Ou seja, a nossa ação está descontada e atrativa para o investidor.

Fonte: E-Investidor

BB está entre maiores investidores institucionais do ETF de bitcoin da BlackRock

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O Banco do Brasil está entre os principais investidores institucionais do fundo negociado em bolsa (ETF, na sigla em inglês) de bitcoin lançado pela BlackRock. A lista com os maiores investidores do produto foi divulgada nesta semana por Eric Balchunas, analista de ETFs da Bloomberg, em uma publicação no X, antigo Twitter.

Pelos dados, o Banco do Brasil ocupa atualmente a oitava posição na lista de maiores investidores institucionais, com US$ 1,59 milhão (mais de R$ 8 milhões, na cotação atual) em cotas do fundo adquiridas nos últimos meses. Já o banco BTG Pactual está na 18ª posição, com um aporte total de US$ 275 mil.

Balchunas destacou na publicação que, até o momento, há aproximadamente 30 investidores institucionais que relataram oficialmente terem investido no ETF de bitcoin da BlackRock, uma cifra que equivale a 0,2% do total de cotistas do fundo. Segundo o analista, a maior parte desse grupo de investidores é de “fundos ou consultores”.

Em um comentário à postagem, Balchunas disse que isso não signfica que 99% dos cotistas do fundo da BlackRock sejam varejistas, pois alguns investidores institucionais podem não ter declarado ainda as suas participações. No entanto, disse Balchunas, “sim, isso também significa que há muitos investidores do varejo [investidos no IBIT].”

Balchunas disse também que “essa é apenas a ponta do iceberg” dos aportes institucionais, antevendo um crescimento significativo nos aportes desta classe de investidores no futuro. Ele citou como exemplo o ETF de futuros de bitcoin da ProShares, o primeiro fundo com exposição a criptomoedas lançado nos Estados Unidos e que tem atualmente 42% das suas cotas em posse de investidores institucionais.

O maior cotista institucional desse fundo é a Brookstone Capital, uma plataforma de gerenciamento de ativos que oferece suporte a consultores financeiros independentes. A empresa também relatou recentemente possuir US$ 6,22 milhões em cotas do ETF de bitcoin da BlackRock.

Os investimentos do Banco do Brasil no ETF estão sendo realizados pelo BB Multimercado Criptoativos Full, um fundo lançado pela instituição em fevereiro de 2022 e que investe 100% dos recursos captados em ETFs e fundos de criptoativos negociados em diversos países.

Fonte: Exame

Bradesco e BB têm caminho livre para fechar capital da Cielo

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Por uma diferença aproximada de 100 milhões de ações de pouco mais de 1,1 bilhão de papéis em livre circulação, os acionistas da Cielo rejeitaram o novo laudo de avaliação do preço da ação para o fechamento de capital (OPA) da empresa de adquirência.

Ao rejeitar o novo laudo de avaliação do preço da OPA, elaborado pelo J.Safra, os minoritários não ficam sabendo se a proposta seria maior ou menor. Com isso, fica valendo a última proposta feita pelos controladores Bradesco e Banco do Brasil: R$ 5,60 com o acréscimo do CDI na liquidação da operação. A primeira proposta dos havia sido de R$ 5,35 (somado o pagamento de juros sobre capital próprio de R$ 0,15) por ação.

O segundo laudo foi rejeitado pela maioria dos minoritários. Absolute, AZ Quest, Clave, Encore, Vinland e XP, que detêm aproximadamente 7% do capital da Cielo e pouco menos de 20% das ações em livre circulação, já tinham se acertado com os controladores.

O NeoFeed apurou que nos últimos 20 dias houve uma movimentação intensa entre os que eram a favor e os que eram contra o novo laudo para conquistar votos.

Nesta votação, muitos investidores se abstiveram e preferiram doar a ação via aluguel. Isso reforçou o grupo de minoritários que conseguiu votar, também, com a posição das ações alugadas contra o novo laudo.

“Existe muita tesouraria e fundos macro fazendo arbitragem com o papel da Cielo, mas eles não estavam habilitados para a votação e doaram as ações para que outros players pudessem votar”, disse uma fonte ao NeoFeed.

Entre as assets com posição importante na Cielo, a Ibiuna se absteve da votação. A gestora, ao lado de Mantaro e do investidor Luiz Barsi Filho, formam um grupo com menos de 4% do capital da empresa de adquirência.

A maioria dos votos a favor do novo laudo (posição que foi derrotada) vieram de fundos estrangeiros. Quem estava encabeçando esse movimento era a Norges Bank Investment Management, que faz a gestão do fundo de pensão da Noruega e que detém US$ 1,6 trilhão sob gestão.

A partir da rejeição desse segundo laudo, a OPA da Cielo precisa ser aprovada em assembleia e o leilão, marcado. A expectativa é que esse processo demore de três meses a cinco meses para ser concluído.

Com valor de mercado de R$ 15,2 bilhões, a ação da Cielo encerrou o pregão de terça-feira, 23 de abril, cotada a R$ 5,59. No ano, o papel acumula valorização de 23,1%.

Fonte: Neofeed

Banco do Brasil participa do Programa Acredita

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Nesta segunda-feira, 22 de abril, o Governo Federal lançou o Programa Acredita, conjunto de iniciativas que pretende reestruturar o mercado de crédito no país. O programa é composto de quatro pilares fundamentais: um programa de microcrédito destinado aos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e outro (Procred 360) que foca no apoio a Microempreendedores Individuais (MEIs), Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, incluindo a renegociação de dívidas vinculadas ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O terceiro pilar visa estimular a criação de um mercado secundário para o crédito imobiliário, melhorando a liquidez e o acesso ao financiamento no setor. O último eixo institui o Eco Invest Brasil, que garante proteção cambial para incentivar investimentos em projetos verdes ambientalmente sustentáveis.

“No Programa lançado hoje, o papel do BB vai muito além de operador financeiro. Conhecemos a fundo as necessidades dos nossos clientes e usamos essa expertise para atuar, junto aos Ministérios, para formatar as bases, regras e parâmetros das operações. Participamos da modelagem, de forma conjunta, no desenvolvimento e melhorias das soluções que estão sendo anunciadas”, ressalta Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

O Programa Acredita vai facilitar o crédito aos microempreendedores, especialmente aos MEIs, ao lançar o Procred360, uma linha específica para empresas com faturamento anual até 360 mil reais e que contará com a garantia do FGO, que é administrado pelo BB. Outra frente fundamental é o Desenrola Brasil, que já devolveu dignidade financeira a mais de 12 milhões de brasileiros e agora vai fazer a diferença para os empreendedores que estão enfrentando dificuldades. “Observando as boas práticas de mercado, o conglomerado Banco do Brasil renegociou 28 bilhões de reais, desde o lançamento do Programa Desenrola, na visão ampliada para os clientes do Banco, para além dos beneficiados pelo Programa. E é toda essa expertise que vamos continuar disponibilizando e ampliar às nossas MPEs que precisam desenrolar”, completou Tarciana, em cerimônia de lançamento do programa.

O BB possui cerca de 3 milhões de clientes micro e pequenos empreendedores. No ano passado, o Banco cresceu na concessão de crédito, em volume e abrangência. A carteira de crédito para MPEs superou a marca de 103 bilhões de reais, um crescimento de mais de 20%, se comparado a 2022. Isso tudo dentro do guidance estabelecido e mantendo os índices de inadimplência entre os menores patamares do mercado.

“Foram aproximadamente 4 milhões de empregos mantidos pelas 800 mil micros, pequenas e médias empresas que possuem crédito no BB. 97 bilhões de reais liberados para 282 mil MPEs beneficiadas, sendo mais de 100 mil delas dirigidas por mulheres. Isso traz significado ao nosso trabalho, nos enche de orgulho e reforça, todos os dias, nossa energia para contribuir ainda mais para o acesso da população ao crédito e para o desenvolvimento econômico e social em todo o país”, finaliza Tarciana.

Fonte: Banco do Brasil

Evolução da tecnologia cada vez mais deve focar nos clientes, diz presidente do BB

Publicado em: 18/04/2024

A maior competitividade nos serviços bancários vista na ultima década no Brasil não gerou muros entre as instituições, mas sim pontes para a complementariedade de tecnologia para atender a um país com necessidades diversas. Essa é uma das avaliações feitas durante o Web Summit Rio, evento global de inovação que acontece na capital fluminense.

Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, vê que o papel dos bancos tradicionais no cenário de inovação brasileira é de complementaridade e de presença, assim como é o papel de todas as instituições.

“O BB adota a posição de entregar soluções que dialoguem com as necessidades daquele município. Estamos em 93% das cidades e, depois da pandemia, fomos entendendo que precisávamos de soluções que colocassem o banco dentro do Whatsapp. Mas também precisávamos entregar o físico na mesma medida que o cliente precisa”, pontuou.

Glauber Mota, executivo à frente da fintech Revolut no Brasil, concorda que o trabalho das instituições incumbentes e dos novos bancos digitais é de promover a inclusão financeira tanto para quem não tem acesso à internet quanto para quem busca mais rapidez e menores custos em suas transações.

Na visão dos painelistas do evento, a principalidade (ou seja, a instituição financeira priorizada pelo cliente) é construída e se mantém com a agilidade e capacidade da instituição de resolver as demandas do cliente.

Por isso, na visão de Mota, as instituições focadas no digital ainda têm o desafio de escalar soluções que estejam em um só lugar para uso do cliente.

“Com a evolução do banking, a questão que se coloca é, cada vez mais, como o cliente consegue resolver os problemas e cada vez menos de onde ele faz isso. Hoje, na média, são necessários cinco aplicativos para transacionar todas as demandas. Então não se trata só de agilidade, mas de se pensar uma maneira diferente de implementação unificada de estratégias”.

De olho nas experiências mais eficientes dos usuários, o Banco do Brasil diz ter ampliado os investimentos em inteligência artificial e inteligência analítica embarcada nos serviços. Além disso, no mês passado, o BB lançou sua primeira agência “fisical”, que leva para agência de rua todas as soluções digitais.

“A necessidade básica que todo cliente tem é pagar, receber e guardar dinheiro. Na medida que o relacionamento evolui, a necessidade de soluções complexas surge. Inovação que não é focada nas pessoas e não é construída por olhares diversos não compete para agregar peso na briga pela principalidade. Por isso, também, é importante haver diversidade de olhares na construção dos produtos e serviços”, defendeu.

Fonte: Valor Investe

“Nossa principal fortaleza é a rede física”, diz presidente do Banco do Brasil

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A rede física de agências, presente em 93% dos municípios brasileiros, é uma das principais vantagens competitivas do Banco do Brasil, afirmou a sua presidente, Tarciana Medeiros, durante apresentação no Web Summit Rio, nesta terça-feira, 16, no Rio de Janeiro.

“Em um país com dimensões continentais, estar presente nas diversas comunidades e entregando soluções que conversam com a realidade de cada município é um papel importante que bancos tradicionais exercem”, comentou a executiva. “Houve um processo rápido de digitalização dos bancos depois da pandemia. Mas conforme o tempo passou, entendemos que nossa principal fortaleza é a rede física”, acrescentou.

Isso não quer dizer que o Banco do Brasil abra mão das plataformas digitais. A empresa tem hoje 30 milhões de usuários ativos diários em seus canais digitais. “Temos um banco dentro do WhatsApp e um dos aplicativos bancários mais bem avaliados nas lojas de apps. Entendemos que precisamos entregar o físico e o digital na medida exata. Temos que entregar um banco para cada cliente”, disse Medeiros.

Vale destacar que recentemente o Banco do Brasil lançou sua primeira agência “phygital”, chamada Ponto BB Online, localizada no Recife, em Pernambuco. Sua proposta é levar para o físico o que o banco tem de melhor no digital, como Livelo, Shopping BB etc.

Hoje o Banco do Brasil tem 82 milhões de clientes, dos quais cerca de 15 milhões vieram ao longo dos últimos três anos.

Fonte: Invest Talk

Banco do Brasil deve lucrar R$ 9,4 bilhões, mas Safra mantém cautela

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Em relatório sobre a expectativa para os resultados dos bancos no primeiro trimestre de 2024, especialistas do Safra destacaram que o Banco do Brasil (BBAS3) deve mostrar “números positivos, mas as partes móveis podem voltar a ocupar o centro das atenções”.

“Esperamos outro resultado positivo, embora novamente com alguns impactos na formação de capital no trimestre. Esperamos que o Banco do Brasil registre lucro estável no trimestre, em R$ 9,44 bilhões (ROE de 22,1%), com o Banco Patagonia novamente representando 6% do NII ou 11% do lucro líquido, o que deve impactar diretamente o crescimento do valor contábil devido aos impactos cambiais”, diz a casa.

Ainda assim, o Safra destaca que o banco tem conseguido apresentar resultados sólidos.

Dessa forma, a expectativa é de que os resultados do BBAS3 fiquem no ponto médio do guidance.

A casa tem recomendação neutra para as ações do Banco do Brasil, ao passo que recomenda compra para Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) do mesmo setor.

Sobre o Itaú, o Safra destaca que a “consistência deve prevalecer” e que o banco deve seguir mostrando uma dinâmica positiva de lucros, sem qualquer alteração nas tendências recentes.

“Espera-se que o total de empréstimos aumente sequencialmente (+0,8% em termos trimestrais), enquanto o NII deverá diminuir ligeiramente devido à sazonalidade desfavorável no primeiro trimestre, apesar de um desempenho ainda bom numa base anual”, observa a casa.

Já sobre o Bradesco, que tem realizado uma série de mudanças internas, o Safra aponta que a dinâmica de lucros e perdas ainda está sob pressão e a qualidade dos ativos deve ser o ponto focal.

“Como se espera que a linha de base dos lucros de 2024 fique próxima de R$ 18,5 bilhões (no ponto médio do guidance), o primeiro trimestre não deve trazer surpresas, com resultados próximos a R$ 4 bilhões (ROE de 9,8%), +37% no trimestre e -queda de 8% na base anual”, observa.

“As receitas provavelmente serão pressionadas devido a spreads mais baixos, uma base de comparação ainda difícil e uma queda de 2% em empréstimos em termos homólogos, enquanto os custos deverão atingir um nível mais elevado após a implementação do novo plano estratégico, completa.

Apesar disso, a avaliação é de que ainda assim, a qualidade dos ativos poderá desencadear reações positivas no Bradesco, pois poderá indicar uma pressão menor ou maior sobre as provisões no futuro.

“Nossa opinião é que existe uma boa assimetria positiva, considerando a redução de risco observada nos últimos trimestres”, conclui.

Fonte: Suno

Operação bancária do BB é subavaliada pelo mercado, diz BofA

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Os números do Banco do Brasil (BB) apontam que a operação bancária do conglomerado é avaliada com um excessivo desconto pelo mercado, avalia o Bank of America. De acordo com o banco, as ações do BB (BBAS3) embutem, ao preço de tela, uma avaliação de 0,7 vez o valor patrimonial, contra um múltiplo de 1,1 vez que, na visão da casa, seria justo dados os retornos recentes.

“Acreditamos que estes patamares de múltiplo são excessivamente descontados considerando a dinâmica positiva do negócio, que apresentou um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) em média de 17,2% nos últimos dois anos”, afirma em relatório o analista Mario Pierry.

O indicador apontado por ele considera apenas a operação bancária principal do BB, ou seja, exclui a adquirência, que o banco opera através da Cielo, o braço de seguros, abarcado pela BB Seguridade, e o Patagonia, banco que o BB controla na Argentina. Sob este mesmo parâmetro, Pierry calcula que o custo de capital do banco roda próximo dos 16,6%, ou seja, o BB tem rentabilidade superior ao custo de captação.

O analista fez cálculos sobre o valor do banco utilizando a chamada soma das partes, ou seja, separando o resultado de acordo com cada área de atuação. As contas apontaram que a operação bancária é avaliada em R$ 112 bilhões pelo mercado (o conglomerado vale R$ 165,6 bilhões na Bolsa), ante um ROE de 16,5% em 2023 e de 17,9% em 2022.

Na visão do BofA, o desconto é explicado pelos temores do mercado de interferência política, algo que a administração do BB tem dito que não tem ocorrido. A casa menciona o programa “Bom pra Todos”, criado durante o primeiro governo de Dilma Rousseff (2011-2014), e que fez o BB baixar os juros, mas que derrubou os resultados do banco pelos anos seguintes.

“De todo modo, (atualmente) o BB tem uma forte estrutura para protegê-lo de interferência, e o governo controla ‘somente’ 50% das ações, contra 100% da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”, afirma o relatório.

O BofA estima que o lucro do BB crescerá 7% neste ano, para R$ 38,1 bilhões. Para tanto, o negócio bancário terá de crescer 20% em 2024, dado que a estimativa inclui uma queda de 60% nos resultados do Patagonia, e também crescimentos de apenas um dígito nos lucros da Cielo e da BB Seguridade.

O BofA mantém recomendação de compra para os papéis do BB (BBAS3), com preço-alvo de R$ 69, potencial de alta de 19,5% em relação ao último fechamento.

Fonte: e_Investidor

BB e BTG aparecem entre os 30 maiores detentores de ETF de Bitcoin

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Em nota publicada nesta terça-feira (16 de abril), Eric Balchunas, especialista em ETFS da Bloomberg, divulgou os 30 maiores detentores do ETF de Bitcoin da BlackRock, o IBIT. Para surpresa de muitos, Banco do Brasil e BTG Pactual aparecem na lista.

Balchunas aponta que essas 30 instituições são responsáveis por apenas 0,2% do IBIT. Ou seja, nem todas as instituições relataram seus investimentos até o momento, o que pode mudar a tabela no futuro. De qualquer forma, ele destaca que há muitos investidores de varejo no mercado.

“Uma análise atualizada dos detentores de IBIT mostra que há cerca de 30 deles até agora (principalmente fundos e consultores), representando 0,2% das ações emitidas, o que significa que isso é apenas a pontinha do iceberg”, comentou Balchunas.

Seguindo, o analista nota que há muitas instituições ‘testando à água’, ou seja, realizando pequenos aportes quando comparado ao montante total administrado por elas. No caso do BB, sua participação seria de US$ 1,59 milhão (R$ 8,36 milhões) e no caso do BTG de apenas 272 mil dólares (R$ 1,43 milhão).

Na lista também aparecem os bancos VP Bank, de Liechtenstein, e o Old National Bancorp, dos EUA, além de diversos fundos de investimento.

Segundo os dados mais recentes, o ETF da BlackRock já detém 270.055 bitcoins (R$ 89 bilhões), sendo o segundo maior do mercado atrás apenas do GBTC da Grayscale (299.212 BTC).
Por que o Banco do Brasil está comprando Bitcoin?

Em comunicado de 2022, o Banco do Brasil anunciou a criação de um fundo de criptomoedas para investidores qualificados. Portanto, as compras no IBIT podem representar uma crescente demanda do mercado por Bitcoin.

“O mercado de cripto ainda é novidade para muitos investidores, mesmo entre os qualificados, por sua especificidade, além da alta volatilidade. Mas, ao mesmo tempo, é nesse cenário que podem surgir oportunidades para aqueles que topam assumir um pouco mais de risco em parte do seu portfólio”, disse Eduardo Villela, gerente executivo de Captação e Investimentos do BB, nesta antiga publicação.

De qualquer forma, vale lembrar que existem ETFs de Bitcoin no Brasil, como HASH11, BITH11 e QBTC11, que poderiam servir como ponte para o BB.

Já a aparição do BTG Pactual entre os maiores detentores do ETF de Bitcoin da BlackRock não causa nenhum espanto. Afinal, o banco já possuí exposição ao mercado de criptomoedas há anos. Além disso, também possui a sua própria corretora de Bitcoin, a Mynt.

Por fim, a tendência é global. Afinal, o maior banco estatal da Alemanha revelou nesta segunda-feira (15) que estará oferecendo serviços de compra e custódia de Bitcoin aos seus clientes nos próximos meses. O mesmo acontece nos EUA à medida que a demanda pela criptomoeda só aumenta.

Fonte: Live Coins

Banco do Brasil amplia recursos para pessoas com deficiências

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Pessoas clientes do Banco do Brasil autodeclaradas como cegos ou com deficiência visual já podem solicitar o cartão do banco com informações impressas em braile, o sistema de leitura e escrita das pessoas com deficiência visual, parcial ou total. A inovação busca oferecer uma experiência bancária mais autônoma e inclusiva e é o primeiro cartão do tipo do Brasil.

Além disso, o banco também disponibiliza a autodeclaração de pessoa com deficiência diretamente no App para que cliente tenha atendimento específico de acordo com a sua necessidade.

A diferença do novo cartão para os que eram emitidos até então é que agora as informações como o número, CVV (código de segurança de 3 dígitos impresso no verso dos cartões de crédito), data de validade e bandeira são em braile.

Ao fazer a solicitação, o cliente recebe um kit com o cartão, folder contendo esclarecimentos sobre o cartão e sua forma de desbloqueio e um porta-cartão com os dados completos, ambos escritos em braile e em caracteres ampliados, para atender aos clientes com baixa visão.

Assim, os usuários podem ter melhor acesso a todas as informações essenciais para compras em ambiente online, por exemplo.

O kit braile já era oferecido desde 2009, e continha porta-cartão impresso em braile com informações do cartão, contrato em CD e outros elementos. A nova versão que passa a ser oferecida a partir de agora tem como base estudos de mercado em que pessoas com deficiência visual relataram sentir falta do número do cartão impresso no próprio.

Quanto custa para pedir o cartão em braile

Todos os cartões emitidos para clientes que tenham se autodeclarado PCD visuais, no app BB ou em uma agência, já serão nesse novo modelo. Em caso de novas contratações de cartão ou renovações de cartões vencidos, não há custo adicional.

Para solicitação de segunda via, o custo será o mesmo de um cartão comum: R$ 10,80, conforme a tabela de tarifas do banco.

Extrato em braile

Além do novo cartão, o Banco do Brasil também oferece aos seus clientes com deficiência visual a possibilidade de solicitar, para a sua residência, o envio do Extrato Unificado, totalmente impresso em braile e caracteres ampliados com informações de conta corrente, investimentos e previdência.

A contratação do serviço pode ser realizada em qualquer agência do Banco do Brasil, sem custo adicional.

Atendimento especializado nas agências

O BB disponibiliza a autodeclaração de pessoa com deficiência diretamente no aplicativo do banco. Ao se autodeclarar, cliente terá atendimento específico de acordo com a sua necessidade nas agências e em todos os canais do banco.

É possível se autodeclarar deficiente visual, auditivo, físico-motor ou intelectual, ou então com transtorno do espectro autista.

Nas agências, ao retirar a senha de atendimento, o cliente que se autodeclarou com deficiência auditiva, por exemplo, é direcionado automaticamente para o atendimento em Libras. Já o atendimento remoto, realizado pela Central de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBB), está disponível pelo telefone 0800 729 0088 e 4004.0001, opção 2 > 1 > 6, todos os dias, 24h, aos clientes PcD.

Além disso, no app, no portal bb.com.br e no WhatsApp do BB (61 4004.0001), o atendimento em Libras é realizado a partir de uma chamada de vídeo com um intérprete.

Fonte: Valor Investe

Estratégia Swing Trade do BB Investimentos rende mais de 33%

Publicado em: 11/04/2024

A estratégia Swing Trade do BB Investimentos (BB-BI) completa um ano. Durante o período, as 68 operações sugeridas alcançaram rentabilidade de 33,1%. No mesmo período, o Ibovespa teve retorno de 24,6%. A rentabilidade agregada da metodologia leva em consideração diferentes prazos de vigência e é expressa pela técnica de matemática financeira conhecida como Taxa Interna de Retorno (TIR).

As operações de Swing Trade visam rastrear tendências, portanto, os ativos são mantidos por um ou mais dias, diferente do Day Trade, cujas operações são encerradas no mesmo dia. A técnica, da maneira como foi desenvolvida pelo BB-BI, busca otimizar ganhos e diminuir o impacto de eventuais perdas. Outro ponto de destaque nesses primeiros 12 meses foi justamente a média de ganho em operações positivas, que chegou a 10,6%, cerca de três vezes mais que a média de perdas em operações negativas, que foi de –3,8%.

Rafael Reis, analista do BB-BI responsável pela construção do sistema de recomendações, explica que a técnica prioriza três principais pilares: agilidade, simplicidade e rentabilidade. “As sugestões são publicadas de forma ágil pela manhã, antes da abertura do mercado, tendo como parâmetro o preço de abertura do ativo na B3. Já a simplicidade se manifesta pela seleção do indicador técnico adotado: o cruzamento de médias móveis, um dos mais clássicos da análise técnica. Por fim, a rentabilidade, que é nosso principal objetivo. Podemos dizer que já tivemos diversas operações com retorno de mais de 20% e algumas com mais de 30%”, destaca.

Mesmo com a rentabilidade considerada positiva, o BB-BI segue realizando estudos e testes para identificar possíveis ajustes, que devem incluir majoritariamente um ajuste fino na definição das médias. “Temos o compromisso de levar aos clientes investidores do Banco do Brasil produtos cada vez mais seguros e rentáveis. Nesse primeiro ano, a estratégia se provou objetiva, com possibilidade de maiores ganhos no caso do desenvolvimento de verdadeiras tendências, mas seguimos trabalhando para o aprimoramento contínuo do nosso portfólio de serviços”, reforça o diretor-presidente do BB Investimentos, Geraldo Morete Júnior.

Os investidores podem acompanhar as oportunidades pelo app BB, na área Investimentos – Renda Variável – Estratégia Radar, ou pelo site Investalk.com.br. Além disso, podem solicitar inclusão na lista de transmissão do BB-BI por meio do endereço analises@bb.com.br.

Research do BB Investimentos

A equipe de analistas do BB-BI elabora relatórios detalhados sobre empresas negociadas na bolsa, além de análises setoriais, carteiras de ações temáticas, de fundos imobiliários e do mercado de renda fixa, com fatos relevantes para orientar investidores em suas estratégias de investimentos. É possível acompanhar relatórios e análises dos principais setores da economia, como agronegócio, bancos e serviços financeiros, imobiliário, indústria, petróleo e gás, transportes, utilities, varejo e shoppings, entre outros, pelo site Investalk.com.br.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil amplia em 80% crédito para grandes empresas no 1T24

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Do início do ano até a primeira semana de abril, o Banco do Brasil (BBAS3) já concedeu R$ 42 bilhões em crédito para grandes empresas, com faturamento de no mínimo R$ 1,3 bilhão. O volume, considerando o 1T24, é 80% maior na base anual, disse João Fruet, diretor do Corporate Investment Bank (CIB) do banco, à coluna do Broadcast/Estadão.

À publicação, o executivo observa que, ao contrário de 2023, em que o agronegócio puxou a atividade macroeconômica, em 2024, mais setores mostram melhor desempenho, como o industrial, imobiliário e o de serviços. “Isso aponta para reversão do quadro mais adverso de juro alto e custo da dívida, que inibe a confiança dos empresários nos investimentos”, disse Fruet.

Com a projeção do BB de Selic a 9,25% no fim de 2024, ele acredita que as empresas darão vazão aos investimentos até aqui represados, acelerando o ritmo no segundo semestre.

Disse também que a maior parte das companhias em sua carteira – Fruet possui 1,4 mil grandes empresas, várias com capital aberto em bolsa – está bem posicionada para “tirar da gaveta” investimentos, já que desde 2022, vêm alongando dívidas, aproveitando o acesso que têm ao mercado financeiro bancário e de capitais.

Para o diretor do Corporate Investment Bank (CIB) do Banco do Brasil, Fruet acredita que “pior já passou” do ponto de vista de riscos à sustentabilidade financeira e operacional das companhias, dado o ambiente adverso trazido pela pandemia de Covid-19, juro de dois dígitos e do evento Americanas (AMER3) no início de 2023, que travou o mercado de captações e de crédito bancário.

Fruet também acredita que o varejo está em uma via de recuperação, à medida em que a direção do juro é de queda e que o consumo tradicionalmente aumenta no segundo semestre. No entanto, prevê que a velocidade de consolidação desse caminho ao varejo estará relacionada a uma eventual aceleração de queda do juro no Brasil em 2025, como reflexo de uma aguardada política monetária mais frouxa nos EUA.

Agronegócio não é preocupação, diz executivo do Banco do Brasil

O setor de agronegócio não é visto pela área de grandes empresas do Banco do Brasil (BBAS3) com preocupação, já que os grupos empresariais são muito sólidos e costumam conviver com ciclos de mudanças de preços das commodities e de produção. “Há uma ‘arritmia’ [nos preços], mas não, estruturalmente, um risco”, afirma Fruet.

Para 2024, o BB projeta um aumento de 20% nas ofertas de títulos de crédito privado e ações ao mercado.

Além disso, Fruet, do Banco do Brasil, vê empresas ligadas ao agronegócio e ao setor imobiliário aproveitando a forte queda no custo de captação com certificados de recebíveis do agronegócio (CRA) e imobiliário (CRI) para levantar recursos com esses papéis.

Fonte: Suno

Banco do Brasil vai desdobrar ações agora em abril

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O Banco do Brasil (BBAS3) confirmou que vai realizar em 15 de abril o desdobramento (“split”) de 100% de suas ações negociadas na bolsa de valores.

Essa operação já era prevista desde dezembro do ano passado, foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) em 2 de fevereiro deste ano e agora recebeu o aval do Banco Central (BC)

Em suma, conforme a instituição financeira em fato relevante, cada investidor vai receber uma nova ação do banco. Isso sem alterar o patrimônio do BB e a participação percentual dos acionistas.

“Com a efetivação do split, o capital social do banco passará a ser dividido em 5.730.834.040 (cinco bilhões, setecentos e trinta milhões, oitocentos e trinta e quatro mil e quarenta) ações ordinárias representadas na forma escritural e sem valor nominal”, aponta o BB.

“A data-base para a efetivação do split das ações será em 15 de abril de 2024. A partir do dia 16 de abril de 2024, as ações do BB passarão a ser negociadas refletindo o desdobramento (ex-split)”, acrescenta a instituição.

Entre as razões para o desdobramento das ações do Banco do Brasil está o aumento de liquidez
na bolsa. Ou seja, com mais papéis em circulação, os preços tendem a ficar mais acessíveis.

Do mesmo modo, o banco espera aumentar sua base de acionista com a operação.

Nesta segunda-feira (8), uma semana antes do “split”, as ações do BB eram negociadas acima de R$ 58,00.

O movimento vem em um momento positivo para os papéis da instituição pública. Em 2024, eles avançam mais de 5%, enquanto o Ibovespa, índice de referência da bolsa cai acima de 4%.

Simultaneamente, essa diferença fica ainda mais evidente levando em conta o acumulado nos últimos 12 meses: salto de quase 60% contra alta perto de 30%.

Fonte: Inteligência Financeira