Urgente! Risco político chegou ao Banco do Brasil

Publicado em: 06/08/2025

No dia 1º de agosto, as ações do Banco do Brasil (BVMF:BBAS3) despencaram mais de 6% em apenas meia hora. E quando um papel com esse nível de robustez sofre uma queda tão pontual e expressiva, vale acender o alerta.

Movimentos assim, especialmente em ativos resilientes, geralmente indicam duas coisas: ou alguém se antecipou a uma informação relevante – e a CVM até já pediu esclarecimentos – ou o mercado está sensível demais a qualquer sinal envolvendo o nome da companhia. E aqui, a meu ver, as duas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo.

Começando pelo lucro: o banco reportou R$ 500 milhões em maio. Parece muito? Em abril foram R$ 1,7 bilhão. Em maio do ano passado, R$ 3,4 bilhões. Ou seja, o lucro evaporou 70% de um mês para o outro, e mais de 85% em 12 meses. E esse dado, sozinho, já justificaria desconforto. Mas não foi só isso.

No mesmo dia 1º, veio a bomba: o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi incluído na lista de sanções da Lei Magnitsky dos EUA, e declarou que simplesmente vai ignorar. Isso levanta uma possibilidade muito mais delicada: e se o Banco do Brasil for usado, institucionalmente, para proteger interesses políticos? O risco é real. E o estrangeiro entendeu rápido. Quem vendeu forte não foram as corretoras locais, mas o JP Morgan.

O comunicado da empresa descartou uso de informação privilegiada e avisou que o banco entra agora em período de silêncio até o resultado do 2T25, que será divulgado dia 14/08, depois do fechamento de mercado. Ou seja: dez dias de total imprevisibilidade, com o mercado nervoso e a imprensa especulando. Para quem está dentro, é hora de respirar fundo. Para quem está de fora, é hora de observar – com lupa.

BBAS3 segue com fundamentos? Sim. PVPA abaixo de 0,6, dividendos ainda atrativos, empresa bicentenária. Mas o risco aumentou, e é por isso que o desconto atual não pode ser lido com olhos ingênuos.

Se você acredita que o Banco do Brasil segue sólido apesar da turbulência, talvez seja hora de montar posição. Aos poucos. Sem concentrar. Com método. Com preço médio. Não com pressa. Não com ganância.

Porque a verdade é uma só: quem compra agora, compra com risco. E risco (ainda mais nesse nível) não combina com amadorismo.

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Fonte: Investing

Banco do Brasil acumula perdas no ano; não há sinal de reversão

Publicado em: 31/07/2025

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) enfrentam um momento delicado do ponto de vista técnico, refletindo a pressão vendedora que se intensificou desde o topo histórico registrado em maio deste ano.

O papel acumula fortes perdas nos últimos meses, tanto no curto quanto no médio prazo, com uma estrutura gráfica que ainda não apresenta sinais consistentes de reversão. O ativo caminha para o terceiro mês consecutivo de queda, enquanto no gráfico diário segue renovando mínimas em 2025. A proximidade de suportes estratégicos, como a média de 200 períodos, eleva a tensão técnica e pode definir os próximos movimentos: ou uma possível reação compradora, ou o aprofundamento do cenário de baixa.

Para entender até onde o preço das ações do Banco do Brasil (BBAS3) pode ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

Análise técnica Banco do Brasil (BBAS3)

No gráfico diário, o papel segue em tendência de baixa e recentemente renovou a mínima do ano ao atingir R$ 19,86, reforçando o enfraquecimento da força compradora. No último pregão, houve uma leve alta de 0,05%, com o papel encerrando cotado a R$ 19,95, mas ainda longe de qualquer sinal de reversão mais consistente.

Atualmente, BBAS3 negocia abaixo das médias móveis de curto prazo, o que indica que o controle permanece com os vendedores. Para que o ativo ensaie uma recuperação no curto prazo, será necessário superar progressivamente as resistências nas regiões de R$ 20,22, R$ 21,02 e R$ 22,54. Caso esse movimento ganhe força, o próximo alvo passa a ser a média de 200 períodos, que se encontra nos R$ 24,88.

Se conseguir superar esse patamar, o papel poderá mirar alvos mais altos em R$ 25,60, R$ 26,95, com extensões para R$ 28,58 e, posteriormente, o topo histórico em R$ 29,57.

Por outro lado, caso a fraqueza persista e o papel perca a região de suporte entre R$ 19,86 e R$ 18,72, haverá espaço para quedas adicionais em direção às faixas de suporte em R$ 17,35, R$ 16,00, e mais abaixo em R$ 15,33 e R$ 14,47.

Análise de médio prazo

No gráfico semanal, o cenário permanece desafiador. Após atingir seu topo histórico em R$ 29,57 no mês de maio, BBAS3 iniciou um movimento descendente que já acumula uma retração significativa. Em julho, o papel recua 9,69%, caminhando para o terceiro mês consecutivo de queda. No acumulado de 2025, a desvalorização já atinge 14,42%.

Atualmente, o ativo opera abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés de baixa. BBAS3 também se aproxima da média de 200 períodos, localizada em R$ 19,77 — ponto técnico crucial. Um rompimento dessa região tende a acelerar o movimento vendedor, com alvos projetados em R$ 17,77. Se essa faixa for rompida, os suportes seguintes ficam em R$ 15,33, R$ 13,20, com alvos mais extremos em R$ 12,30 e R$ 10,38.

A reversão dessa tendência negativa exigirá força compradora consistente. Para isso, o papel precisará, inicialmente, retomar níveis acima das médias móveis de curto prazo. O primeiro obstáculo está na região de R$ 21,00 a R$ 22,54. Caso consiga firmar-se acima desses patamares, a próxima meta será a região de R$ 24,45, seguida por R$ 27,08 e R$ 28,58, até eventualmente retestar o topo histórico em R$ 29,57.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil adia divulgação do balanço do segundo trimestre

Publicado em:

O Banco do Brasil (BBAS3) remarcou para o dia 14 de agosto a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2025.

O balanço será publicado após o fechamento do mercado. Com isso, a teleconferência de apresentação dos resultados será realizada no dia seguinte (15 de agosto), às 9h.

As datas foram informadas nessa sexta-feira (25) e representam um adiamento de 24 horas dos dados. Isso porque a divulgação do balanço do BB estava prevista para ocorrer um dia antes. Ou seja, no dia 13 de agosto, com a teleconferência em 14 de agosto.

O BB não explicou o motivo da mudança. Vale lembrar, contudo, que a expectativa do mercado para este balanço não é positiva.

Devido ao cenário desafiador do agronegócio, o aumento da inadimplência e as provisões crescentes, analistas projetam um mais trimestre difícil para o Banco do Brasil. Diversos bancos e casas de análise, por sinal, cortaram as projeções de lucros e dividendos do BB.

O Safra, por exemplo, acredita que o Banco do Brasil vai reportar um lucro líquido de R$ 4,64 bilhões no segundo trimestre, o que representaria uma queda de 51,1% em relação ao mesmo período de 2024.

Já o Itaú BBA acredita que o BB pode descumprir o seu guidance, que prevê a distribuição de 40% a 45% do lucro líquido de 2025 para os acionistas, sob a forma de dividendos e/ou JCP (Juros sobre o Capital Próprio).

A expectativa é de que a instituição distribua 30% dos resultados deste ano aos acionistas, o que implicaria um DY (Dividend Yield) de 6%.

Os dividendos complementares referentes ao segundo trimestre, por sinal, devem ser anunciados no dia 13 de agosto pelo BB. Ou seja, um dia antes do balanço. O banco, contudo, já antecipou R$ 516,3 milhões em JCP (juros sobre o capital próprio) do trimestre.

Fonte: Investidor 10

BB ultrapassa R$ 2 bi em portabilidade de crédito via Open Finance

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O Banco do Brasil ultrapassou a marca de R$ 2 bilhões em portabilidade de crédito utilizando dados compartilhados por clientes via Open Finance. O resultado reforça o protagonismo do Banco na transformação do sistema financeiro nacional, com foco em transparência e personalização da experiência do cliente.

Os números demonstram o impacto direto da estratégia adotada pelo Banco do Brasil no Open Finance, com 57 mil clientes que realizaram a portabilidade de crédito para o BB. Além disso, 2,1 milhões de clientes pessoas físicas tiveram aumento no limite de crédito, totalizando um incremento de R$ 10 bilhões para empréstimos. Em cartões, 619 mil clientes tiveram ampliação de limite, somando R$ 8 bilhões a mais de limite para uso dos cartões Ourocard. Já na PJ, houve um incremento de R$ 1 bilhão no limite de crédito de 9 mil empresas.

“O Open Finance não é apenas uma inovação tecnológica, mas um movimento transformador para toda a sociedade. Ele amplia o acesso, fortalece a transparência e coloca o cliente no centro das decisões, impulsionando um sistema financeiro mais justo e inclusivo”, afirma Filipe Préve, head de Open Finance do BB.

Segundo o executivo, o Banco do Brasil acreditou e apoiou essa transformação impulsionada pelo Banco Central desde o início. “Os números apresentados pelo Banco materializam nossa colaboração para um ecossistema financeiro mais aberto, ético e que gera valor real para cada cliente”, conclui.

Fonte: Banco do Brasil

CEO do Banco do Brasil: “diversidade não é moda, é economia”

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Há 25 anos, no seu primeiro dia no Banco do Brasil, Tarciana Medeiros ouviu a pergunta: “O que você quer ser dentro do banco?”. “Diretora”, respondeu sem hesitar a paraibana de Campina Grande. Na época, era uma entre quase 100 mil funcionários, mas queria estar entre os 20 principais líderes. “Olhei a próxima função: gerente de relacionamento, uma entre 5 mil. E assim eu fui.” Um degrau de cada vez até se tornar, em 2023, a primeira mulher a presidir o Banco do Brasil em 214 anos. “Passou um filme na cabeça”, lembra a presidenta, como prefere se referir ao cargo, que integra a lista Forbes Mulheres Mais Poderosas do Brasil.

Tarciana foi feirante e professora antes de ser aprovada no concurso do BB, onde construiu sua trajetória até o topo. “Foi natural me destacar pela experiência e pelas habilidades que desenvolvo desde os oito anos. Na feira, se você não conversa com as pessoas, não vende. No banco é a mesma coisa.” Começou em uma agência na Bahia e passou por diferentes estados, do Pará a São Paulo. “Rodar o país me trouxe a bagagem necessária para gerir a empresa hoje.”

À frente de uma organização com mais de 86 mil funcionários, Tarciana, 46 anos, mulher negra, nordestina e lésbica, representa a diversidade que quer ver dentro do banco. “Não é moda, é economia.” O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado recorde de R$ 37,9 bilhões em 2024, crescimento de 6,6% frente a 2023. “Nosso resultado é consequência da forma como trabalhamos nossos valores.”

Quando assumiu a presidência, 22% dos cargos de gestão eram ocupados por mulheres e 24% por pessoas negras. Com programas de aceleração de carreiras, esses números subiram para 27,4% e 29,1%, respectivamente, até o fim de 2024. Tarciana foi reconhecida pela ONU em Nova York como CEO de destaque nas iniciativas Elas Lideram e Raça é Prioridade, que buscam a paridade de gênero e raça na liderança até 2030.

Além da diversidade, o foco é entregar resultados sustentáveis, apoiar empreendedores e ampliar a educação e inclusão financeira. “Minha missão é que o Banco do Brasil seja reconhecido mundialmente pelo papel transformador na economia e na sociedade.”

A agenda da CEO inclui viagens pelo Brasil e pelo mundo, mas, nos finais de semana, ela busca estar com a família em Brasília. “Se tiver evento, eu levo todo mundo.” Tarciana encontra tempo para ler e estudar temas fora da economia. Acaba de reler “A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector, e está estudando neuropsiquiatria e TDAH. “Minha curiosidade me traz uma ampla bagagem, para o trabalho e para a vida”, diz, e lembra que, quando criança, desmontava rádios e televisões da família para entender como funcionavam.

Ser presidente do Banco do Brasil, segundo ela, é diferente de liderar qualquer outro banco brasileiro. “Algumas situações testam nossa capacidade de resistir, mas as minhas características me ajudam. Não é só resiliência, é teimosia mesmo e a necessidade de mudar o status quo.”

Fonte: Contec

BB supera R$ 6 bilhões em contratações no Crédito do Trabalhador

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O Banco do Brasil superou a marca de R$ 6 bilhões de contratações no programa Crédito do Trabalhador. Desde o lançamento, em março, já foram realizadas cerca de 600 mil operações em mais de 5,2 mil (93,5%) municípios brasileiros, com valor médio de R$ 10,1 mil por empréstimo.

Voltado a empregados com carteira assinada, o Crédito do Trabalhador oferece empréstimo com condições mais vantajosas, permitindo a troca de dívidas com juros elevados por parcelas menores e mais acessíveis, o que contribui diretamente para o alívio do orçamento familiar.

“Essa marca demonstra como é possível crescer de forma sustentável na modalidade, como prevíamos no lançamento do Programa, e representa o nosso compromisso para impulsionar a economia brasileira, reduzindo o endividamento das famílias. Seguimos fortes com a estratégia de oferecer empréstimos com condições mais adequadas a milhares de trabalhadores e reafirmamos o nosso protagonismo e liderança no setor”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB

O Banco do Brasil é a primeira instituição financeira do país a superar a marca de R$ 6 bilhões no programa, resultado da combinação entre a experiência do BB em crédito consignado, capacidade tecnológica e excelência na assessoria financeira prestada pelos funcionários da rede de atendimento.

Em julho, o volume de concessões apresenta cerca de 60% de crescimento em relação a junho, demonstrando a evolução do Programa e o compromisso do BB na oferta de condições atrativas aos trabalhadores. Destaca-se, também, a participação e zelo de milhares de empregadores com a execução do Programa, fortalecendo a segurança e sustentabilidade dos negócios.

Com uma plataforma de análise que integra um amplo conjunto de dados e informações de relacionamento com empresas e trabalhadores, o Banco oferece propostas personalizadas, seguras e eficientes, reforçando seu compromisso com uma atuação cada vez mais inclusiva e centrada no cliente.

Fonte: Banco do Brasil

Trabalhadores de bancos incorporados poderão migrar para a Cassi e Previ

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A Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu, no final da tarde desta quarta-feira (30 de julho), com a direção do banco para discutir a integração dos trabalhadores egressos dos bancos incorporados — Banco Nossa Caixa (BNC), Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e Banco do Estado do Piauí (BEP) — aos planos de previdência da Previ e ao plano de saúde da Cassi, ambos utilizados pelos funcionários do BB.

A apresentação de uma proposta até o dia 31 de julho foi um compromisso assumido pelo banco em reunião realizada no dia 5 de fevereiro, quando foi anunciada a criação de um Grupo de Trabalho (GT) voltado exclusivamente à busca de soluções para os impasses enfrentados por esses trabalhadores. A medida atendeu a uma reivindicação histórica do movimento sindical.

Migração para a Previ

Durante o encontro, o BB apresentou a possibilidade de migração dos planos de previdência Previ BEP, Economus e Fusesc para a Previ, mantendo os direitos e características atuais. A proposta prevê a migração de todos os planos para a Previ, com a possibilidade de que em seguida, os funcionários da ativa possam optar pela migração para o Previ Futuro.

A Comissão de Empresa avaliou que a proposta representa um avanço, por permitir ganhos aos trabalhadores, redução de custos para o banco, como copatrocinador, e para as associações, além de contribuir para a otimização da gestão dos recursos previdenciários.

A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, destacou a importância do momento e fez um alerta sobre a necessidade de atenção às mudanças. “É fundamental que os colegas que optem pela migração compreendam bem as regras e as diferenças que entrarão em vigor para que tomem decisões conscientes e seguras.”

Uma das reivindicações centrais do movimento sindical era a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados na parcela 2B da tabela PIP. Até o momento, a única alternativa prevista é que aqueles que migrarem para o Previ Futuro possam pontuar na nova tabela, tornando-se aptos a contribuir para a 2B — a parcela em que o banco contribui na mesma proporção do participante.

No entanto, a efetivação da migração para a Previ dependerá ainda de ajustes técnicos e atuariais, que serão conduzidos com acompanhamento da Comissão de Empresa.

Pós-laboral: luta segue na mesa de custeio da Cassi

No campo da saúde, o banco informou que permitirá a adesão dos funcionários da ativa, oriundos dos bancos incorporados, ao plano da Cassi, após a apresentação da proposta da mesa de custeio da Cassi — espaço onde estão sendo discutidas, entre outras questões, as regras do pós-laboral para novos ingressantes na caixa de assistência.

O estatuto vigente estabelece que os novos participantes do plano de associados só poderão permanecer na Cassi após a aposentadoria como autopatrocinados, ou seja, sem a contribuição do banco.

Antônio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, foi enfático ao defender a responsabilidade do banco. “Nossa luta continuará para que todos os funcionários oriundos de bancos incorporados tenham a possibilidade do pós-laboral com a permanência da contribuição do patrocinador. Além disso, essa também é a luta dos funcionários que ingressaram no banco após 2018.”

Ele reforçou que a inclusão do banco no custeio do pós-laboral é uma demanda legítima, justa e alinhada aos princípios constitucionais da igualdade e da isonomia. “É essencial que o Banco do Brasil trate de forma equitativa todos os seus funcionários, sem discriminação baseada na origem bancária.”

A coordenadora Fernanda Lopes também criticou a exclusão. “Uma proposta que exclui o direito ao pós-laboral não resolve o problema — ao contrário, perpetua a desigualdade e o sentimento de injustiça entre trabalhadores que ajudaram e ajudam diariamente na construção do banco. Seguiremos firmes na luta para que esses colegas tenham o direito de permanecer no plano de saúde da Cassi após a aposentadoria, com a devida participação do banco no custeio, assim como os demais funcionários do BB.”

Luta por isonomia plena continua

A CEBB reafirma que a luta por isonomia plena permanece como uma bandeira central para o conjunto das trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil. “Chamamos todos e todas — sejam oriundos do BB, da Nossa Caixa, do Besc ou do BEP — a se manterem mobilizados e unidos nessa luta. O diálogo e a solidariedade são fundamentais para construirmos um futuro mais justo e equilibrado para toda a categoria”, concluiu Fernanda.

Os representantes dos trabalhadores exigiram e garantiram a instalação de uma mesa de acompanhamento mensal, com participação da Previ e da Cassi, para monitorar a implementação das mudanças e garantir transparência e participação durante todo o processo. O banco concordou com a proposta.

Fonte: Contraf-CUT

Bancários do BB elegem delegados e definem propostas para o congresso estadual

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Funcionários do Banco do Brasil lotados na base de atuação do Sindicato dos Bancários de São Paulo elegeram os delegados para o Congresso Estadual da Fetec-CUT/SP e definiram as propostas para um plano de lutas que será discutido também na etapa estadual, no dia 8 de agosto.

“As pautas aprovadas dialogam com as demandas dos trabalhadores da nossa base e com as pautas gerais do funcionalismo dentro dos eixos defesa do banco público; previdência; e saúde. Agora elas serão encaminhadas e discutidas no congresso da Fetec-CUT/SP, onde serão definidas as propostas dos bancários do estado de São Paulo” explica Leonardo Imbiriba, dirigente do Sindicato e bancário do BB.

A etapa seguinte ao congresso estadual será o Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB), que será realizado mesmo sem que haja Campanha Nacional dos Bancários este ano, já que o acordo coletivo dos funcionários do BB e a Convenção Coletiva de Trabalho são válidos até 31 de agosto de 2026.

“Mesmo assim é muito importante a realização dos encontros em âmbito local, estadual e nacional, a fim de manter a organização dos trabalhadores do BB, bem como para discutir nossas demandas e cobra-las da direção do banco nas mesas específicas de negociação”, destaca Leonardo.

Propostas aprovadas do plano de lutas

Eixo1 Conjuntura e Papel do banco público

1 – Defesa do BB público contra terceirizações e por mais contratações por concurso público;
2 – Ampliação do atendimento à população nas agencias com maior movimento e em regiões carentes e periféricas com ampliação de postos de trabalho e preenchimento dos claros;
3 – Campanha Menos Metas Mais Saúde;
4 – Campanha Queremos Home Office BB.

Eixo 2 Saúde

1 – Cassi para todos;
2 – Inclusão da contribuição patronal para o pós laboral dos ingressantes na Cassi pós 2018;
3 – Aumento da contribuição do patrocinador BB no custeio da Cassi na proporção 70/30 conforme CGPAR 52;
4 – Incluir a cirurgia de afirmação de gênero/redesignação sexual em seu rol de procedimentos da Cassi;
5 – Fortalecimento e ampliação das CliniCassi.

Eixo 3 Previdência

1- Inclusão da nova tabela PIP para os bancos incorporados.

Moções

No mesmo encontro, realizado no sábado 26 de julho, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo, foram aprovadas três moções: a primeira em defesa da soberania nacional em face dos ataques de Donald Trump e da família Bolsonaro contra o país; a segunda em solidariedade a presos políticos no Paquistão; e a terceira em defesa da liberdade sindical na Companhia Águas de Joinville.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Artigo: Começaram a falar mal do BB: então você já sabe o que virá, certo?

Publicado em: 23/07/2025

Vitor Miziara

De maio de 2025 até quase final de julho a ação do Banco do Brasil (BBAS3) caiu mais de 30% – um movimento bem atípico para a ação que reportou um resultado de R$ 7.4 bilhões de lucro líquido no primeiro trimestre deste ano.

Como eu sempre falo, o mercado trabalha com expectativa x realidade – ou seja, não adianta o resultado vir bom, precisa estar acima do que o mercado estava esperando senão tudo já estará no preço. Quando olhamos o resultado do BB por essa ótica, entendemos a queda de mais de 30% acumulado em poucos dias após o balanço – o banco trouxe lucro, mas 20% abaixo da média do mercado. Ainda na linha de expectativa, a pergunta mais feita após o 1T25 do Banco do Brasil foi “quão ruim será o 2º trimestre”?

A parte que eu mais gosto disso é que depois de um resultado pior do que o esperado todo mundo corre pra rever suas projeções com medo de que o movimento continue. Por conta disso, a projeção afundou para o lucro que agora projeta um resultado 50% menor que o mesmo intervalo de 2024 – algo próximo a R$ 4,5bi.

O ponto é que eu falei que o mercado trabalha com expectativa x realidade: se já jogaram a expectativa para baixo, o preço da ação já corrigiu também. Boa parte dos 30% de queda após o resultado tem mais a ver com as projeções e preocupações com a área de crédito para o agro do que uma análise de engenheiro de obra feita do resultado que foi entregue.

Mesmo que o Banco do Brasil apresente esse resultado de R$ 4.5bi isso ainda representa um lucro de 4% versus o valor de mercado ou um resultado de R$ 0,79 por ação, equivalendo a 3,15% de lucro por ação ao preço de hoje perto dos R$ 20.

Exercendo um pouco mais a matemática, se ele mantiver esse resultado por 4 trimestres seria o equivalente a um lucro de 15% sobre o valor de mercado – que poderiam virar dividendos inclusive.

Quando falamos sobre o indicador de Preço/Lucro. que tende a mostrar em quanto tempo você pode receber seu capital investido de volta via lucro, estamos falando em 3 a 4 anos – muito abaixo do mesmo múltiplo do Ibovespa, que tem média de 11 anos.

Esqueça a matemática, meu ponto resumindo é que mesmo com um resultado horrível, 50% abaixo do mesmo período um ano antes e com projeções não tão otimistas, a ação já caiu tanto que mesmo com um resultado ruim ela parece ser interesse se olharmos pela ótica de dividendos ou de “payback” em anos – ou seja, em quanto tempo a empresa lucra por ação o mesmo montante que você pagou por ação.

Sendo assim, vamos comprar? Não… Não estou indicando nada disso. Quero abrir os olhos para mostrar como o mercado às vezes dá oportunidade em decorrência de revisão de projeções e um ou mais resultados que podem ser afetados por um prazo que chega a ser insignificante se você é um investidor de longo prazo.

Para os investidores “buy and hold” são em momentos assim que os aportes começam a ser feitos. Independente do preço da ação depois das compras, o lucro distribuído (dividendos) ajuda a comprar mais ações aumentando a quantidade e consequentemente mais dinheiro via dividendo.
Exercício: ‘o que o mercado está falando da empresa’

Voltando aos múltiplos, indicadores fundamentalistas para analisar uma ação, foram poucas as vezes em que os múltiplos do Banco do Brasil estiveram tão baixos (e baratos) como está agora.

Outro “exercício” que gosto de fazer é pesquisar no Google para ver o que “o mercado está falando da empresa” e basta dois segundos para achar como destaque:

Qual o estrago previsto por ‘bancões’ para o Banco do Brasil (BBAS3) no 2º tri?
BBAS3: quão ruim o 2T será? Mercado piora projeções e vê outro “vilão” além do agro
O que esperar dos dividendos do Banco do Brasil (BBSA3) com o pessimismo do mercado?
Entre outros…

Ai a questão é: se todos já estão pessimistas, será que o pior cenário já não está no preço? Será que mesmo com o cenário ruim para o banco os resultados atuais já não seriam interessantes para quem visa o longo prazo?

Para ajudar a desenhar melhor o cenário e mostrar os múltiplos eu vou fazer uma Live lá na Comunidade do Whatsapp – (clique aqui pra entrar )

Nunca vamos acertar o ponto mais baixo para comprar ou mais alto para vender, mas é sempre no caos e na incerteza que boas oportunidades aparecem e daqui eu te deixo com a pergunta…

Será que já está tudo precificado ou e o dividendo já vale a posição ou o “barato de hoje, caro de amanhã”.

Fonte: Estadão

Tempos de “vacas magras” para os investidores do Banco do Brasil; BofA comenta

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Quem investe no Banco do Brasil (BBAS3) de olho nos dividendos fartos deverá enfrentar tempos de vacas magras em 2025, prevê o Bank of America (BofA).

Ainda sob forte pressão nos resultados, o banco estatal agora corre o risco de depositar ainda menos proventos na conta dos investidores nos próximos trimestres, segundo os analistas.

Na avaliação do BofA, as despesas elevadas do Banco do Brasil com provisões contra calotes deverão pressionar o lucro líquido no segundo trimestre.

Dessa forma, o payout de dividendos pode ser reduzido no segundo trimestre, segundo o BofA.

Vale lembrar que a estatal aprovou em 2025 uma banda de tolerância de payout de proventos aos acionistas, que vai de 40% a 45%. Antes, a política era de 45%.

A projeção dos analistas é que o lucro líquido do BB encerre o trimestre em R$ 5,2 bilhões, uma queda de 29% em relação ao primeiro trimestre e um tombo de 45% frente ao mesmo período de 2025.

Para a rentabilidade, a previsão do BofA é de um retorno sobre o patrimônio líquido de apenas 11,6% — o nível mais baixo de ROE do Banco do Brasil desde 2016.

O Bank of America tem recomendação underperform, equivalente à venda, para as ações do Banco do Brasil (BBAS3), com preço-alvo de R$ 20, o que representa uma leve valorização de 0,7% em relação ao último fechamento.

O que mais esperar do balanço do Banco do Brasil (BBAS3)?

O BofA prevê uma desaceleração no crescimento da carteira de empréstimos do Banco do Brasil (BBAS3), de 12,5% no 1T25 para o limite superior da faixa do guidance, que vai de 5,5% até 9,5%, dado o crédito mais restritivo em todos os segmentos no 2T25.

Os analistas também preveem uma redução na receita com juros no comparativo anual, pressionada pela não capitalização dos empréstimos alocados no Estágio 3.

“O mais importante é que esperamos um aumento significativo nos encargos de provisão, já que o banco deverá provisionar perto de 100% da formação de NPL [inadimplência] no trimestre, contra 70% no 1T25”, projetou o BofA.

Fonte: Seu Dinheiro

BB e BNDES avaliam criar certificadora de crédito de carbono

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O Banco do Brasil (BBAS3) e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) estão conversando sobre a possibilidade de criar uma certificadora de crédito de carbono e de uma bolsa de mercado de carbono, disse Tarciana Medeiros, presidente do BB.

“É importante ter uma certificadora”, afirmou a executiva a jornalistas durante evento do BNDES no Rio de Janeiro, destacando que os dois bancos têm plenas condições de conduzir, disse o MoneyTimes.

“Banco do Brasil e BNDES têm reputação mundial para trabalhar nisso”, reforçou. Medeiros também reafirmou o compromisso do Banco do Brasil no crescimento da carteira de crédito sustentável, afirmando que o banco aumentará o investimento em energias eólica e solar, bem como em biomassa, hidrogênio e crédito de carbono em 2025. “A carteira de renovável deve bater recorde neste ano”, disse.

Fonte: BP money

Solução do BB para PJ gera mais de 60 milhões de recomendações

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Lançada há um ano pelo Banco do Brasil, a ARI – Área de Recomendações Inteligentes, solução que utiliza Inteligência Artificial Generativa para apoiar a gestão de micro e pequenas empresas, já gerou mais de 60 milhões de recomendações personalizadas, beneficiando 2,6 milhões de negócios em todo o país. Os insights personalizados traduzem dados complexos em orientações práticas e acessíveis.

A ferramenta está disponível no Painel PJ (web), BB Digital PJ e app BB PJ, com curadoria humana para garantir segurança e relevância das mensagens. Apenas no segundo trimestre de 2025, a ARI registrou 23 mil acessos únicos pelo canal mobile. Já o NPS do Painel PJ atingiu 83,66, um dos maiores da categoria.

“A ARI representa um avanço importante na forma como usamos inteligência artificial para apoiar quem empreende no Brasil. Ao oferecer recomendações personalizadas com base no perfil financeiro, conseguimos entregar valor real para as micro e pequenas empresas. É uma solução que une tecnologia, proximidade e inteligência para fortalecer a gestão dos negócios”, avalia Luciana Carvalho, executiva de estratégia de clientes e inovação do BB.

Com a ARI, o BB foi pioneiro no uso de GenAI em canais voltados diretamente ao cliente. A solução oferece insights personalizados com base no perfil financeiro, fluxo de caixa e comportamento de mercado das empresas, abordando temas como finanças, crédito, marketing e estratégia.

“Este é um exemplo claro de como a IA pode ser aplicada de forma prática, segura e transformadora para resolver desafios reais enfrentados por milhões de pequenos negócios no Brasil”, afirma Diego Quadros, executivo de IA e Analytics do BB.

Além do uso externo, a ARI foi expandida para apoiar funcionários da rede de atendimento PJ por meio de uma IA generativa conversacional no Microsoft Teams. A nova aplicação foca em produtos de crédito, resultado de escuta ativa com a rede de agências.

Reconhecimento internacional

Em apenas um ano, a ARI rendeu três premiações internacionais para o Banco do Brasil. A inovação rendeu ao BB os prêmios Model Bank Award 2025 (Celent), Global Finance – The Innovators (América Latina) e AI in Finance Awards nas categorias Enhanced Customer Experience e Personalized Financial Advice.

Com a ARI, o Banco do Brasil reafirma seu compromisso com a inovação responsável, centrada no cliente e com impacto direto na produtividade e autonomia do empreendedor brasileiro.

Fonte: Banco do Brasil

BB anuncia novo vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar

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O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira, 22 de julho, a indicação de Gilson Alceu Bittencourt como novo vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, em substituição a Luiz Gustavo Braz Lage (Liguta), que continuará exercendo suas funções até a investidura do indicado.

A mudança mantém a estratégia de busca por eficiência, inovação e geração de valor. Maior parceiro do agronegócio e da agricultura familiar, o Banco do Brasil é líder nos financiamentos para a agricultura familiar e empresarial e destinará R$ 230 bilhões para o financiamento da Safra 2025/26.

“A indicação segue nosso foco em alinhar perfis de liderança às exigências de cada negócio em que atuamos, ressaltando em especial o atual cenário e os desafios que temos para manter e ampliar o protagonismo do BB no agro. Gilson Bittencourt tem larga experiencia e ampla contribuição para o desenvolvimento do agronegócio e a agricultura familiar do país, atributos fundamentais para a geração de resultados para o Banco do Brasil”, destaca Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil. “Trata-se de uma nova fase do trabalho de evolução no segmento, iniciado e liderado pelo Liguta há pouco mais de dois anos”, complementa.

Gilson Bittencourt é agrônomo formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), especialista em Análise de Políticas Públicas pela Universidade do Texas/EUA, e Mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atualmente é Subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais do Ministério da Fazenda, e membro do Conselho de Administração da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e do Conselho de Administração da Livelo.

Ele foi Secretário de Agricultura Familiar no Ministério do Desenvolvimento Agrário, Secretário Adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Secretário de Planejamento e Investimentos Estratégico do Ministério do Planejamento e Secretário Adjunto da Secretaria-Executiva da Casa Civil da Presidência da República. Trabalhou no Departamento de Estudos Sócio-Econômicos Rurais (DESER) com Política Agrícola e foi professor e consultor em crédito rural para Instituições Financeiras. Foi membro do Comitê de Auditoria da BrasilPrev, da BB Seguridade e da Embrapa, além de membro do Conselho Fiscal da BrasilCap e da Caixa Econômica Federal.

O processo de elegibilidade encontra-se em trâmite nas instâncias competentes de governança para posterior eleição pelo Conselho de Administração.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil terá a pior rentabilidade em quase uma década no 2T25, prevê Goldman Sachs

Publicado em: 18/07/2025

Após a decepção nos primeiros meses de 2025, as expectativas para o balanço do Banco do Brasil (BBAS3) no segundo trimestre não são das mais animadoras. Os analistas preveem mais uma temporada de resultados fracos, com lucros e rentabilidade pressionados, além de uma expansão da inadimplência e aumento nas provisões.

Na avaliação do Goldman Sachs, o BB deve registrar o menor nível de retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) dos últimos nove anos.

A expectativa é que o ROE caia para 11% entre abril e junho, um desempenho bem distante dos 16,2% registrados no primeiro trimestre e dos 21,6% vistos no mesmo período de 2024.

Mais uma vez, a pressão sobre a rentabilidade deve vir principalmente do agronegócio. Analistas apontam que o aumento das provisões rurais deve pesar significativamente nos lucros do Banco do Brasil.

“O Banco do Brasil enfrenta a maior incerteza em relação à qualidade dos ativos de seu portfólio rural e às potenciais implicações no custo do risco”, afirmaram os analistas.

Banco do Brasil: o que esperar do balanço do 2T25?

Com a inadimplência em alta, os analistas preveem que as provisões subam 37% em relação ao trimestre anterior e quase 80% em relação ao ano passado.

Diante desse cenário, o Goldman Sachs espera que o banco apresente um lucro líquido de R$ 5 bilhões no segundo trimestre, uma queda expressiva de 32% frente ao trimestre anterior e de quase 50% em relação ao segundo trimestre de 2024.

Apesar da pressão na lucratividade, a margem financeira deve apresentar alguma melhora em relação ao trimestre anterior, devido ao impacto menor nos custos de captação em comparação com o 1T25.

Além disso, o Goldman Sachs prevê uma recuperação sazonal nas tarifas do banco, enquanto as despesas devem crescer em linha com as tarifas e a inflação.

Os analistas acreditam que a grande expectativa recai sobre o possível anúncio de novos guidances (projeções) e faixas de distribuição de dividendos, que podem ser os principais catalisadores para as ações do Banco do Brasil.

O que fazer com as ações BBAS3?

Apesar das perspectivas pouco animadoras, o Goldman Sachs possui recomendação neutra para as ações do Banco do Brasil (BBAS3).

Os analistas fixaram um preço-alvo de R$ 23 para os próximos 12 meses, o que implica uma alta potencial de 10% em relação ao fechamento anterior.

No entanto, os analistas ainda veem espaço para desvalorização das ações BBAS3, já que os papéis estão sendo negociados a 5 vezes o preço/lucro estimado para 2025, enquanto o Goldman Sachs acredita que deveriam ser negociados a um múltiplo de 4 vezes.

Fonte: Seu Dinheiro

Carteira sustentável do BB registrou recorde de R$ 400 bilhões em 2024, diz presidente

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A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou nesta quarta-feira (9) que a carteira sustentável da instituição, que prioriza projetos e negócios com responsabilidade socioambiental, atingiu R$ 400 bilhões em 2024.

O valor é recorde desde 2017, quando o BB estabeleceu a meta de transformar 30% da carteira em crédito sustentável até 2030. “Hoje estamos em torno de 28%. Vamos conseguir alcançar sem dúvida nenhuma”, afirmou a jornalistas após participar de um evento sobre transição energética no BNDES, no Rio.

Os projetos voltados especificamente para energias renováveis somaram cerca de R$ 114 bilhões no ano passado em projetos de eólica, solar, hidrogênio, biodigestores, recuperação de áreas degradadas e tratamento de biomassa, entre outros.

Segundo Tarciana, a carteira sustentável cresceu mais de 300% nos últimos dois anos. “E em 2025, a gente continua recorde porque não tem como retroceder a carteira”, afirmou.

A presidente do Banco do Brasil também disse ter conversado com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, sobre o “embrião” de uma certificadora de crédito de carbono no país.

“O BNDES e o Banco do Brasil têm plenas condições de se tornar uma certificadora. As duas instituições têm reputação mundial para trabalharem nisso juntos”, afirmou aos repórteres.

Antes, na apresentação, Medeiros afirmou que a intenção do BB é criar uma “mesa robusta” para intermediação dessas operações e que a instituição almeja ter em um futuro “muito próximo” a certificadora nacional de crédito de carbono e uma bolsa de negociação.

A presidente do Banco do Brasil também disse que a instituição pode vir a ser responsável pela criação da bolsa de carbono.

“Nós já estamos trabalhando com intermediação financeira com créditos de carbono. Fizemos os primeiros testes no ano passado e estamos refinando os mecanismos financeiros para avançar nesse sentido”, explicou.

Questionada sobre como o banco tem driblado as taxas de juros, definidas em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), Medeiros disse que a instituição trabalha com projetos de longo prazo e de forma consciente.

“Eu diria que a gente não dribla [os juros]. A gente trabalha com [eles].” E completou: “A gente tem um equilíbrio interessante entre concessão de crédito e responsabilidade para essa concessão.”

A presidente também negou que a alta da taxa básica de juros, a Selic, afete os resultados da instituição.

“Sempre se pensa que uma taxa de juros elevada beneficia bancos. Na verdade, uma taxa de juros elevada nesse momento faz com que a gente tenha mais cautela e preste mais atenção.”

Fonte: Valor Econômico

Acordo entre Banco do Brasil e BID destina US$ 250 milhões para bioeconomia e infraestrutura sustentável na Amazônia

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O Banco do Brasil fechou um acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para destinar US$ 250 milhões para apoiar o Programa BB Amazônia, uma iniciativa voltada à promoção de negócios da bioeconomia e à expansão da infraestrutura sustentável dessas cadeias na Amazônia Legal brasileira.

O pacote inclui um empréstimo de US$ 175 milhões do BID e outro de US$ 75 milhões do Fundo Verde para o Clima (GCF na sigla em inglês). O programa ampliará o acesso ao crédito para pequenos empreendimentos locais ao longo das cadeias de valor da bioeconomia, assim como projetos de infraestrutura sustentável focados em energia renovável e conectividade digital.

Espera-se que até 11,7 mil micro, pequenas e médias empresas, produtores, empreendedores, agricultores familiares, cooperativas e empreendimentos comunitários se beneficiem com o programa. Esta estratégia de captação de recursos com instituições e organismos multilaterais realizada pelo Banco do Brasil faz parte dos Eixos Priorizados da COP30 em proporcionar “Financiamento Climático para Países em Desenvolvimento”.

“O acordo busca reduzir barreiras históricas de financiamento enfrentadas por micro, pequenas e médias empresas, cooperativas produtivas, agricultores familiares, negócios liderados por mulheres e populações tradicionais. Ao investir em modelos de negócios sustentáveis e compatíveis com a floresta, o BB Amazônia contribuirá diretamente para a conservação e restauração do bioma amazônico, geração de renda e fortalecimento das cadeias de valor locais”, destaca José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial no Banco do Brasil.

“Espera-se que o programa aumente a capacidade de investimento dos beneficiários ao aliviar restrições de crédito. Dado o papel central desses negócios na bioeconomia, o programa contribuirá para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal brasileira”, completa Sasseron.

Entre os resultados esperados, estão: o aumento do acesso ao crédito para o desenvolvimento produtivo de empreendimentos, a expansão da capacidade de geração de energia renovável distribuída entre diferentes comunidades e a melhoria da conectividade digital em regiões da Amazônia com baixa cobertura. Assim, o programa contribuirá diretamente para as metas brasileiras de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

O programa também prevê alocação específica de recursos para empreendimentos liderados por mulheres e apoiará o desenvolvimento de um plano de ação para ampliar o acesso ao crédito por populações tradicionais, promovendo a inclusão financeira de grupos historicamente marginalizados.

Além do empréstimo, o pacote de financiamento inclui uma subvenção de US$8,8 milhões do BID-GCF para apoiar a implementação de um mecanismo de cobertura de perdas que permitirá ao BB ampliar o crédito para empreendimentos com maior risco.

O programa aproveitará a ampla presença do BB na região amazônica, especialmente por meio do Hub de Bioeconomia que coordena a oferta de serviços financeiros e assistência técnica aos empreendimentos. O Hub conta atualmente com apoio de uma Cooperação Técnica BID-GCF em execução e será fundamental para o sucesso do programa.

A operação reforça a parceria estratégica entre o Banco do Brasil e o BID no apoio a soluções que conciliam desenvolvimento e conservação na Amazônia Legal.

“A Amazônia é a floresta, a fauna, e também as pessoas. O BID e o BB compartilham essa visão, que motiva parcerias como esta. Ao empoderar comunidades locais, não só contribuímos para a conservação e restauração ambiental, mas também melhoramos a vida de quem vive no e do bioma”, afirma Annette Killmer, chefe da Representação do BID no Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

BB e Abu Dhabi Investment Group: acordo mobiliza investimentos no Brasil

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Para participar do BRICS, a presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, e o CEO do Abu Dhabi Investment Group (ADIG), H.E. Zayed Bin Rashid Bin Aweidha, estão no Rio de Janeiro e tiveram um encontro, para assinar um memorando de entendimentos. Os bancos assumem o compromisso de trazer investimentos para o Brasil, para projetos com externalidades socioambientais, infraestrutura, segurança alimentar e energia renovável.

“A parceria entre o Banco do Brasil e o Abu Dhabi Investment Group representa um marco importante na estratégia de ampliar ainda mais os investimentos sustentáveis para o país. Estamos unindo forças para atrair investimentos estratégicos que impulsionarão a transição verde, com geração de emprego, renda e inclusão social”, destaca Tarciana Medeiros.

“Os recursos serão mobilizados por meio do nosso framework de finanças sustentáveis, o que garante transparência, rastreabilidade e alinhamento com os mais altos padrões internacionais. Essa estrutura nos permite direcionar capital para projetos com forte impacto socioambiental, como energias renováveis, bioeconomia, agricultura de baixo carbono, segurança alimentar e infraestrutura resiliente”, completa Tarciana.

Com essa iniciativa, o Banco do Brasil reforça seu papel como protagonista da transição verde e como elo entre o capital global e os ativos sustentáveis brasileiros.

O vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, Francisco Lassalvia, e o vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial, José Ricardo Sasseron, além de Dr. Cheikh Abderrahmane Mohamed El Hacen, Representante do Fundo ADIG para América do Sul, também participaram do encontro.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil deverá ter mudança em postos-chave nos próximos dias

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Estão em curso algumas mudanças em postos-chave do Banco do Brasil, segundo fontes ligadas à instituição. Nos próximos dias, Gustavo Pacheco deve substituir o economista Denísio Liberato na presidência da BB Asset Management, maior gestora de recursos do Brasil. Denísio está no comando do BB Asset desde junho de 2023 e tinha o apoio de líderes do Centrão do Senado.

Já o comando do Brasilcap deverá ficar sob a responsabilidade de Antônio Carlos Macedo Teixeira Filho. Segundo fontes ligadas à instituição, a nomeação dele deve ser encaminhada nos próximos dias pela cúpula do BB para substituir Antônio Gustavo do Vale.

Em janeiro deste ano, em meio à expectativa de reforma ministerial que acabou sequer ocorrendo, cargos estratégicos do BB voltaram a ser cobiçados por integrantes do Centrão. À época a iniciativa visava à reciprocidade de tratamento nas indicações políticas, já que a Câmara é responsável pelas indicações na Caixa Econômica Federal. Lula, no entanto, mostrou resistência a trocar o comando do BB.

No último mês, poucas mudanças foram efetivadas com o fim dos mandatos dos vice-presidentes. Segundo fato relevante divulgado pelo próprio BB, somente Eduardo Cesar Pasa, diretor de contadoria, e Lucinéia Possar, diretora jurídica, não tiveram seus mandatos renovados em virtude do limite de reconduções consecutivas ao cargo na diretoria executiva.

Foram indicados Alexandre Bocchetti Nunes para o cargo de diretor jurídico e Pedro Henrique Duarte Oliveira para o cargo de diretor de contadoria do BB.

Fonte: Jota Info

Mudanças no Banco do Brasil geram atritos na cúpula da instituição

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Nos últimos meses, diretores e até vice-presidentes tiveram atribuições substituídas ou alteradas, gerando desconforto entre funcionários e executivos do banco.

Integrantes da cúpula do Banco do Brasil levaram recentemente ao Planalto um alerta sobre estranhas e silenciosas mudanças ocorridas na estrutura do banco, adotadas, segundo essas fontes, para atender a pressões políticas do centrão e blindar áreas que já estão sob investigação na instituição.

Essas mudanças, segundo fontes do banco, ocorrem sem a devida divulgação interna e a partir de fatos relevantes ao mercado.

O BB está no centro de uma disputa política que envolve a falta de apoio político a Lula no Congresso e o desejo de caciques do Parlamento de voltarem a operar no banco por meio de apadrinhados.

Nos últimos meses, diretores e até vice-presidentes tiveram atribuições substituídas ou alteradas, gerando desconforto entre funcionários e executivos do banco.

Um exemplo é a área de cobrança e recuperação de créditos inadimplentes, que respondia à Vice-Presidência de Riscos e Controles e passou a ter suas atividades fatiadas entre a área de Atacado e a área de Varejo. “Tal movimentação atípica destoa das melhores práticas de mercado, uma vez que em nenhum grande banco que concede o crédito tem gestão direta sob a área de cobrança”, diz uma fonte do banco.

Já a área de negócios digitais também sofreu alterações estruturais, pois teve sua subordinação transferida da área de tecnologia para a Vice-Presidência de Agronegócios, em uma movimentação considerada inusitada até mesmo por funcionários da alta gestão.

“As mudanças na estrutura têm sido acompanhadas de uma redução significativa de autonomia e de equipes, especialmente na área de cobrança, que neste momento é alvo de uma investigação interna apurando possíveis desvios de condutas”, segue a mesma fonte.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

Funcionários do BB rejeitam proposta que aumenta contribuição à Cassi

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A Comissão de Negociação das Entidades Representativas dos Funcionários do Banco do Brasil se reuniu na manhã do dia 11 de julho, na sede da ANABB, para alinhar estratégias e preparar a participação na rodada de negociação com a direção do banco, ocorrida no período da tarde, com foco na sustentabilidade da Cassi.

Durante a reunião com o Banco do Brasil, os representantes da instituição apresentaram uma proposta que altera significativamente a forma de custeio do plano de saúde. O BB indicou a necessidade de manter a proporção de contribuição entre banco e funcionários próxima dos atuais 52% e 48%, propondo um novo patamar de 53% para o banco e 47% para os associados. No entanto, para alcançar esse equilíbrio, sugeriu aumentar a contribuição mensal dos funcionários de 4% para 5,5%.

Além disso, o banco propôs elevar o percentual de contribuição sobre o primeiro dependente para 3%, tanto para funcionários da ativa quanto para aposentados. Atualmente, os da ativa contribuem com 1% e os aposentados com 2%. Outra mudança apresentada foi o fim dos limites por grupo familiar e por dependente.

A proposta foi rejeitada em mesa pela Comissão de Negociação dos Funcionários. Segundo Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão, houve consenso entre todas as entidades representadas sobre o caráter excessivamente oneroso da proposta. “O reajuste proposto impactaria severamente o orçamento das famílias dos associados. Por isso, não há condições de aceitá-lo nos termos apresentados”, afirmou.

A Comissão também pontuou que é necessário encontrar alternativas que não se baseiem exclusivamente em percentuais sobre a remuneração dos trabalhadores, uma vez que os salários não acompanham a escalada da inflação médica.

Os representantes do banco se comprometeram a estudar outras possibilidades e uma nova rodada de negociação foi agendada para o dia 13 de agosto.

Fonte: Contraf-CUT

BB lança 4ª temporada da campanha de segurança para evitar golpes

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Evitar golpes segue sendo o maior desafio quando se fala de segurança bancária. Por isso, o Banco do Brasil estreou, no dia 13 de julho durante o intervalo do Fantástico, nova fase da campanha de segurança.

Em comunicação assinada pela Lew’Lara\TBWA, as peças possuem objetivo de conscientizar a população para que fiquem alertas e sempre desconfiem de possíveis golpes digitais, na tentativa de reduzir o número de vítimas.

Sob o conceito “Quem desconfia, evita golpes. Na dúvida, procure o BB”, a ideia da iniciativa é inverter o ciclo em que muitos agem antes de pensar e acabam sendo vítimas de golpes. Agora, a mensagem é direta e afirmativa: “DESCONFIAR”, pois cada segundo de atenção conta para evitar prejuízos.

A nova comunicação do Banco estreia em um momento em que a busca por prevenção cresceu, mas os golpes continuam atingindo muitos brasileiros. Por isso, o BB reforça suas orientações de segurança e consolida-se como um aliado que informa, educa e protege. O objetivo é fazer com que desconfiar se torne um hábito imediato, simples e eficaz. A dúvida virou o maior aliado na prevenção.

“Com esta nova fase da campanha, reforçamos nosso compromisso em proteger nossos clientes e a sociedade. Ao incentivar a desconfiança como reflexo imediato diante de situações suspeitas, queremos transformar a atenção em um hábito cotidiano. O Banco do Brasil segue como aliado na prevenção a golpes, promovendo informação, educação e segurança”, comenta Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do Banco do Brasil.

A principal peça da campanha, filme veiculado na mídia massiva, traz novamente o sinal semafórico como personagem, sendo um símbolo de alerta que todo mundo conhece e que tem a cor do BB. A ideia é reforçar que o Banco do Brasil é um aliado nesse processo de proteger os clientes, com papel ativo na conscientização da sociedade sobre fraudes, promovendo uma cultura de cuidadosa prevenção.

A comunicação dá continuidade à estratégia adotada anteriormente, também assinada pela Lew’Lara\TBWA, de informar sobre práticas de golpe e ensinam o público a identificar indícios.

Na nova fase, a campanha ganha reforço de novos conteúdos em TV, digital e por meio de ativações nas redes sociais, conta ainda com formato especial para TikTok, com creators produzindo conteúdo que informam sobre práticas de golpe e ensinam o público a identificar, se defender e denunciar.

Fonte: Banco do Brasil

BB aprimora experiência de compras com novas funcionalidades no “BB, Sou Eu!”

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O Banco do Brasil anuncia novas funcionalidades na solução “BB, Sou Eu!”, que propiciam o autoatendimento para confirmação de compras no cartão de crédito recusadas por regras de segurança. A partir de agora, além das notificações/pushs encaminhadas, os clientes terão o Aviso de Compras e a Linha do Tempo de Compras Recusadas disponíveis no Menu Cartões a fim de ampliar a autonomia nas transações.

Com o Aviso de Compras, o cliente pode informar previamente, pelo App BB, o valor exato ou aproximado da compra que pretende realizar. Isso permite que o sistema reconheça a operação como legítima, reduzindo recusas indevidas.

Já a Linha do Tempo permite visualizar e interagir com compras recusadas nas últimas 24 horas. Caso a transação seja reconhecida, basta o cliente realizar uma nova transação. Se não for reconhecida, o sistema realiza o bloqueio preventivo do cartão e solicita automaticamente a segunda via.

“O desenvolvimento dessas soluções passa por importantes pilares que contribuem para uma jornada de compras cada vez mais segura e cômoda para nossos clientes. Ao integrar segurança e praticidade na confirmação de transações dentro de um ambiente protegido, como o App BB, contribuímos para a autonomia dos usuários e fortalecemos a experiência deles, com foco na inovação, eficiência e proteção”, comenta o diretor de Soluções em Meios de Pagamento e Serviços do Banco do Brasil, Pedro Bramont.

A solução “BB, Sou Eu!”, inédita no mercado, oferece diversos benefícios aos clientes do Banco do Brasil, como o monitoramento constante das transações e notificações imediatas em caso de suspeita de fraude; a confirmação de compras recusadas com apenas um toque no celular; e a resolução rápida das demais situações de recusa.

Para acessar o “BB, Sou Eu”, basta seguir o menu Cartões > Avisar ou Confirmar Compra dentro do App BB. O Banco do Brasil recomenda ativar a opção “Receber Notificações” no App em meu “Perfil” > “Configuração Gerais”, garantindo uma forma mais segura de interação entre o Banco e o cliente.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil anuncia R$ 230 bilhões para o Plano Safra 2025/26

Publicado em: 04/07/2025

O Banco do Brasil anunciou no dia 3 de julho, que destinará R$ 230 bilhões para o financiamento da safra 2025/26. O valor representa um crescimento de 2% em relação ao desembolsado na safra anterior e consolida o BB como o maior parceiro do agronegócio e da agricultura familiar.

Serão destinados R$ 54 bilhões para pequenos e médios produtores. E para a agricultura empresarial, abrangendo grandes produtores, cooperativas e agroindústria, estão destacados R$ 106 bilhões de recursos.

Quanto às finalidades, sob a ótica do crédito rural, o volume será distribuído nas modalidades de custeio (R$ 97 bilhões), investimento (R$ 44 bilhões), comercialização e industrialização (R$ 19 bilhões).

Somam-se ainda outros R$ 70 bilhões a serem direcionados para títulos, como CPRs, e negócios da cadeia de valor do agro.

Na safra 2024/25, o Banco do Brasil desembolsou R$ 225 bilhões, valor em linha com o observado no ciclo anterior, abrangendo 600 mil operações e mais de 200 atividades agropecuárias financiadas, fazendo o crédito chegar a mais de 5,1 mil municípios, contribuindo para fomentar a economia e o desenvolvimento social e ambiental do país.

“O Banco manteve a liderança nos financiamentos para a agricultura familiar e empresarial, registrando crescimento em todos os programas do plano safra do Governo Federal e executando o melhor desempenho entre as instituições financeiras, tendo distribuído 100% dos R$ 63 bilhões recebidos de recursos equalizáveis, incluídos os volumes remanejados”, destaca Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

“O Banco do Brasil tem orgulho de atuar lado a lado dos produtores rurais, das cooperativas e da agroindústria, oferecendo, para além do crédito, soluções financeiras completas, assessoria especializada e capacitação para apoiar a cadeia de valor do agro, levando mais modernização, inovação e sustentabilidade para o campo. O BB reforça sua atuação para tornar o agro cada vez mais resiliente, competitivo e relevante para o Brasil, e reafirma seu compromisso de parceria com os clientes e o campo”, complementa o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage.

Fonte: Banco do Brasil

BB adere ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial da CGU

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O Banco do Brasil oficializou a adesão ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, iniciativa promovida pela Controladoria-Geral da União (CGU) que visa fortalecer a cultura de integridade, ética e responsabilidade nas práticas empresariais brasileiras.

Para estimular a prática de integridade dentro das empresas, a ação é norteada por uma série de diretrizes, como o mapeamento periódico de riscos e a implementação de políticas aplicáveis na atividade empresarial; vedação de prática de atos de corrupção e fraudes; contribuição para a preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável; respeito aos direitos humanos e a diversidade, além da promoção de políticas de inclusão e garantia de transparência, de forma clara, objetiva e acessível das informações sobre atividades, estrutura de governança e políticas de integridade.

O diretor de Controles Internos e Compliance do Banco do Brasil, Rafael Giovanella, destaca que a integridade sempre foi um valor essencial para o BB e que “a adesão ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial reforça esse compromisso e amplia a visibilidade de um trabalho que já realizamos com seriedade. Em uma sociedade que exige cada vez mais a ética, a responsabilidade e a transparência, fortalecer práticas de integridade é essencial, é o que sustenta a confiança da sociedade nas instituições”, comenta.

Marcelo Pontes Vianna, Secretário de Integridade Privada da CGU, ressaltou a essência do Pacto: “O Pacto Brasil pela Integridade Empresarial veio com o objetivo de permitir que empresas de todos os portes ou setores de atuação façam um autodiagnóstico de suas medidas de integridade e tenham os instrumentos e ferramentas necessários para aprimorar os pontos em que ainda não atingiram um alto grau de maturidade”.

No BB, as práticas de integridade fazem parte da cultura organizacional e são implementadas por meio de políticas e procedimentos voltados à ética, conformidade, transparência, direitos humanos, diversidade, inclusão e sustentabilidade. Entre as ações adotadas estão treinamentos periódicos para colaboradores, auditorias internas e externas, e a disponibilização de canal de denúncias seguro e confidencial. Essas iniciativas visam fortalecer a confiança da sociedade nas instituições financeiras, apoiadas pelo compromisso do BB com o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial.

Fonte: Banco do Brasil

Caixa e BB simulam venda ‘tokenizada’ de imóvel financiado no Drex

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O grupo de testes do projeto piloto do Drex que conta com Caixa e Banco do Brasil (BB) conseguiu realizar uma venda de imóvel tokenizado. Além de fazer a entrega e o pagamento na mesma rede, a operação ainda contou com a complexidade de lidar com créditos de instituições financeiras diferentes.

No caso, foi simulada uma situação em que um cliente hipotético da Caixa adquire um imóvel de um vendedor cujo financiamento estava no BB. A partir daí, foi feita a transferência da alienação do imóvel para a Caixa, quitado o financiamento, repassados os valores ao vendedor e o saldo remanescente foi financiado para o comprador em sua carteira na Caixa. Em todos os passos, a transmissão da escritura foi feita de forma digital na rede descentralizada sobre a qual o Drex está sendo construído.

Fora Caixa e BB, o consórcio de cooperativas SFCoop (composto por Ailos, Cresol, Sicoob, Sicredi e Unicred), a Elo e o Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR) também participaram dos testes deste caso de uso.

Gabriel Queiroz, gerente de Inovação da Elo, explica que cada ente validador, tanto instituições financeiras quanto o ONR, tinham “nós” (computadores responsáveis pela validação, transmissão ou armazenamento de dados em uma blockchain) na rede e todos os documentos e processos foram tokenizados, inclusive a certidão do imóvel. “Simulamos para que cada cliente tivesse uma carteira nessas instituições e fizemos tudo do início ao fim para ver como ocorreria e o que teríamos de ganho”, avalia. “É um fluxo bastante promissor em ganhos de eficiência.”

Agora, os testes vão focar na introdução de uma ferramenta de privacidade para que transações deste tipo possam ocorrer sem que haja visibilidade de qualquer um fora os agentes que participam da operação e o Banco Central (BC). A solução de privacidade adotada para esse caso de uso é a Harpo, desenvolvida pelo SFCoop.

Os consórcios da iniciativa privada que participam do Drex devem entregar neste mês os resultados dos seus testes. Tudo será então condensado em um relatório que o BC divulgará posteriormente. O Drex está em sua segunda fase, na qual ocorrem testes de casos de uso em que o sistema financeiro brasileiro possa ganhar eficiência com o uso de blockchain e ativos tokenizados.

Durante evento em São Paulo, Rogério Lucca, secretário-executivo do BC, disse que o Drex terá uma terceira fase, focada em soluções de tokenização de garantias para que os bancos possam aumentar o acesso a crédito de seus clientes e reduzir os spreads.

Em nota enviada ao Valor, o SFCoop disse que apesar dos testes terem ocorrido em ambiente controlado, os resultados apontam para a viabilidade de transações concretas quando a rede Drex for aberta para operações com ativos reais. “Os primeiros experimentos indicam ganhos potenciais de eficiência e redução de custos, mesmo sem alterações regulatórias que poderiam permitir inovações mais disruptiva”, disse o consórcio de cooperativas.

Já o BB disse que entende que o futuro do mercado imobiliário será impactado pela tokenização. “Tivemos diversas propostas de desenhos durante a execução do caso de uso ‘transações imobiliárias’, no ecossistema do Drex. A integração entre as instituições participantes e o ONR, representante dos cartórios, contribuiu para o amadurecimento do protótipo produzido na segunda fase do piloto”, apontou o banco.

O BB afirmou ainda que o desenvolvimento se mostrou promissor quanto ao uso do Drex nesse mercado, uma vez que o fluxo desenhado se valeu tanto das características da blockchain – como transferência de informações, documentos e valores – bem como atendeu ao regramento e às normativas atuais.

Fonte: Valor Econômico

Previspa firma parceria com o BB e amplia opções para os segurados

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O Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de São Pedro da Aldeia (Previspa) acaba de anunciar uma grande novidade para seus segurados: a formalização de convênio com o Banco do Brasil, ampliando ainda mais as possibilidades de escolha na hora de contratar empréstimos consignados com taxas competitivas.

A nova parceria vem somar às que já existem com o Banco Santander e a Caixa Econômica Federal, oferecendo agora mais uma alternativa para comparar, escolher e aproveitar as melhores condições disponíveis no mercado.

Com mais instituições financeiras conveniadas, os segurados do Previspa ganham em liberdade de escolha, melhores taxas e mais vantagens para o bolso, fortalecendo a transparência e o compromisso da autarquia com o bem-estar financeiro dos servidores municipais aposentados e pensionistas.

Essa iniciativa reforça o papel do Previspa em buscar constantemente parcerias que agreguem valor aos seus beneficiários, promovendo mais concorrência e benefícios reais para todos.

Fonte: Previspa

BB assina acordo de US$ 700 milhões para impulsionar exportações e energia limpa

Publicado em: 27/06/2025

O Banco do Brasil firmou em Londres acordo de até US$ 700 milhões com garantia da MIGA (Multilateral Investment Guarantee Agency), braço do Banco Mundial responsável por incentivar investimentos, com a finalidade de apoiar micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) exportadoras e projetos sustentáveis no Brasil. A operação foi estruturada por meio do programa Trade Finance Guarantee (TFG) da MIGA, que tem como objetivo promover o comércio internacional. O programa oferece garantias contra risco de inadimplência, permitindo que instituições financeiras globais concedam crédito ao Banco do Brasil com menor risco e custo reduzido.

A agência do Banco Mundial compromete-se com uma exposição de até US$ 700 milhões ao longo de três anos, com prazos de até um ano para cada desembolso. O primeiro desembolso no programa será imediato de US$ 350 milhões, com participação de instituições como o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) e HSBC Bank . Com garantia de até 95% fornecida pela MIGA, a transação recebe classificação de risco muito baixa (AAA), possibilitando ao BB ampliar a oferta de linhas de crédito em moeda estrangeira além de diversificar suas fontes de captação de recursos no mercado.

“A atuação internacional do Banco do Brasil está cada vez mais alinhada às grandes agendas globais. Essa captação reforça a presença estratégica do Banco junto a agências multilaterais, bancos globais e parceiros, com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável e ampliar a competitividade das empresas brasileiras no exterior. Estamos ampliando o acesso ao crédito para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) e viabilizando projetos voltados ao comércio exterior e à energia limpa — iniciativas fundamentais para o crescimento inclusivo e para a transição energética do país”, afirma Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil.

“Temos o prazer de estabelecer uma parceria com o Banco do Brasil neste programa transformador de Trade Finance Guarantee,” disse Hiroshi Matano, vice-presidentes executivo da MIGA. “Ao expandir o acesso através do programa, estamos apoiando a transição de energia limpa do Brasil e ajudando a desbloquear o potencial das MPMEs para participação dessas empresas no comércio global. Esta colaboração reflete nosso compromisso com o crescimento econômico inclusivo e com a abordagem de desafios globais através de soluções financeiras inovadoras”, completou o executivo.

Os recursos obtidos serão destinados ao financiamento de operações de comércio exterior, à produção sustentável e a projetos de energia renovável, incluindo a aquisição de equipamentos e insumos como biocombustíveis, sistemas de energia solar, eólica e de biomassa, incluindo, mas não se limitando ao setor agrícola.

A iniciativa reforça o papel do Banco do Brasil como agente de desenvolvimento, ao apoiar um segmento responsável por 99% dos empreendimentos no país e fortalecer o comércio exterior brasileiro. Ao mesmo tempo, contribui para o enfrentamento das mudanças climáticas, ao fomentar práticas e modelos de negócios mais sustentáveis.

Fonte: Banco do Brasil

Até os gringos estão com medo de investir no Banco do Brasil

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Após o susto com os números do Banco do Brasil no primeiro trimestre de 2025, até os investidores estrangeiros agora encontram-se com um pé atrás em relação às ações BBAS3.

Um relatório do BTG Pactual revela que, após um roadshow nos Estados Unidos, o sentimento dos gringos em relação ao banco piorou substancialmente.

A principal razão? A grande decepção com os lucros e a contínua deterioração da carteira de crédito agrícola.

Os analistas destacam que surgiram várias perguntas entre os estrangeiros após a divulgação dos resultados fracos do 1T25.

“Haverá mais queda a partir daqui?”, “As ações do BB podem se tornar um bom trade para as eleições de 2026?”, “Os resultados vão se recuperar no próximo ano?” e, claro, “Os dividendos serão cortados?”, foram as principais questões que refletiram o clima de incerteza sobre o futuro do BB.

Se não no Banco do Brasil (BBAS3), em quais ações de bancos brasileiros os investidores nos EUA estão de olho?

Segundo o BTG, a América Latina ainda é vista pelos investidores dos EUA como uma região vencedora no cenário global, e o Brasil continua sendo o principal foco dos clientes estrangeiros.

Mas, com os valuations já esticados após o recente rali das ações dos bancões na B3 — com exceção do Banco do Brasil —, o otimismo dos estrangeiros começa a vacilar.

No caso do Itaú (ITUB4), por exemplo, a grande dúvida gira em torno de onde e como o banco poderia desbloquear mais valor daqui para frente, especialmente considerando que suas ações já estão negociadas a 2 vezes o valor patrimonial (P/BV).

“Todos estão muito satisfeitos com o desempenho operacional e o preço das ações do ‘long Itaú’ consensual. No entanto, quase todos expressaram alguma preocupação sobre o valuation pós-rali. De onde virá mais alfa?”, destacaram os analistas.

Eles destacam que o Itaú tem como objetivo migrar 100% da sua infraestrutura para a nuvem até 2028, o que pode reduzir a relação custo/receita da área de varejo.

Apesar de acreditarem que os investidores ainda não estão colocando isso na conta, a confiança no Itaú permanece alta, com muitos, inclusive no Brasil, dando ao banco o benefício da dúvida e mantendo-o como uma posição central na exposição ao Brasil.

O Bradesco (BBDC4) é outro que tem conquistado a atenção dos investidores nos EUA. O banco viu uma demanda crescente por suas ações, com alguns clientes mais otimistas devido ao bom desempenho no primeiro trimestre e ao valuation mais atrativo.

No entanto, o BTG Pactual avalia que ainda há muito ceticismo entre os investidores sobre uma recuperação estrutural do Bradesco, com muitas dúvidas sobre o nível de rentabilidade sustentável (ROE) que o banco pode entregar, especialmente em comparação com o Itaú.

Por sua vez, o interesse pelas ações do Santander Brasil (SANB11) foi mais moderado, com o principal tópico de discussão sendo a possibilidade de fechamento de capital (OPA) da instituição na B3.

Outras ações no radar dos gringos

Quando o assunto é Nubank (ROXO34), os investidores têm sentimentos mistos.

Na avaliação do BTG, boa parte dos investidores ainda teme que o Nubank tenha atingido o pico de crescimento — e não se atentou às sinalizações do banco digital de reaceleração, como o aumento nos limites de crédito, como um sinal claro de retomada na concessão de crédito.

“Com o primeiro trimestre agora para trás, estamos muito mais convencidos de que uma reaceleração do Nu já está em andamento”, afirmou o BTG.

Além disso, mesmo aqueles que perceberam esse cenário mostram-se reticentes em relação ao Nubank. O BTG revela que as preocupações giram em torno da possível deterioração da qualidade dos ativos, um reflexo da desaceleração da economia e do tom mais cauteloso dos bancos incumbentes.

Mas o radar dos investidores americanos para fintechs não está restrito apenas ao Nubank.

Outras ações financeiras também acenderam os olhos dos gringos, que agora olham com mais interesse para teses de “financial deepening”.

Com os juros no Brasil aparentemente no pico, as apostas se voltam para ações de bancos de investimentos, corretoras e empresas de pagamento, como o BTG Pactual (BPAC11), XP (XPBR31), B3 (B3SA3).

“A XP é claramente o nome preferido para aproveitar o ciclo de afrouxamento e as próximas eleições no Brasil. Também vimos um interesse crescente nos EUA, onde a B3 tem sido historicamente o player usual para jogar o ciclo. No entanto, muitos destacaram o BTG Pactual como a opção ‘premium’ preferida”, explicam os analistas.

O entusiasmo não se limita a essas ações. Após os fortes resultados e o recente rali nos papéis, Stone e PagSeguro também voltaram a atrair interesse.

Otimismo com a América Latina

Segundo o BTG, o otimismo dos investidores estrangeiros com o Brasil e a América Latina parece fundamentado por uma tríade de fatores:

Enfraquecimento do dólar;
Mudança eleitoral em direção a políticos mais favoráveis ao mercado; e
Distância geográfica da América Latina em relação às guerras e conflitos geopolíticas.

De acordo com o BTG, no Brasil, o foco dos gringos agora está no desenvolvimento do cenário fiscal e nas movimentações políticas em torno das eleições de 2026.

“O que tentamos transmitir foi uma mensagem de otimismo cauteloso. Estamos encontrando mais dificuldades para identificar boas valorizações após o rali recente. Dito isso, acreditamos que é melhor manter posições em nomes de alta qualidade e boa liquidez, ao invés de seguir atrás de histórias de investimentos mais arriscadas e menos líquidas”, finalizou o banco.

Fonte: Seu Dinheiro

Banco do Brasil: Goldman reduz estimativas com pressões no crédito rural

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A ação do Banco do Brasil (BVMF:BBAS3) está com uma queda acumulada de 27% desde que o balanço do primeiro trimestre de 2025 foi divulgado, em 15 de maio após o fechamento do mercado. Os investidores olham com preocupação a evolução da inadimplência no crédito rural, que subiu da mínima de 0,5% no quarto trimestre de 2022 para 3% nos três primeiros meses deste ano.

A expectativa é de continuidade da deterioração do NPL (non-performing loan), com aumento significativo das provisões nos próximos trimestres após ficarem abaixo dos NPLs registrados até aqui. Esta é a avaliação do Goldman Sachs (NYSE:GS) em relatório divulgado a clientes no dia 22 de junho.

O banco americano revisou as estimativas do retorno sobre patrimônio (ROE), receita e lucro líquidos do Banco do Brasil para os três próximos anos, seguindo a revisão do mercado sobre a lucratividade do banco estatal. “Esperamos que o ROE atinja o fundo no 2T25 em 11,9% e, em seguida, melhore gradualmente, uma vez que a deterioração nos NPLs rurais deve ser principalmente cíclica”, escreveram os analistas Tito Labarta, Tiago Binsfeld e Lindsey Shema.

A estimativa do Goldman é de que o ROE do Banco do Brasil atinja 13,5% em 2025, 16,4% em 2026 e 17,3% em 2027. Todas as projeções de ROE do Banco do Brasil pelo Goldman estão abaixo do consenso da Bloomberg, com exceção de 2027. “Nossas estimativas estão agora 15% abaixo do consenso da Bloomberg em 2025, 3% em 2026, mas 1% acima em 2027”, dizem os analistas do banco americano.

Já as projeções de receitas líquidas do Banco do Brasil foram reduzidas em 22% para 2025, 12% em 2026 e 4% em 2027, sob a expectativa de deterioração da qualidade do crédito rural. “Aumentamos o custo do risco em 70 pontos-base para 4,4% em 2025, 50 pontos-base para 3,9% em 2026 e 30 pontos-base para 3,5% em 2027”, estima o banco americano para o Banco do Brasil.

Já o lucro líquido estimado para 2025 foi reduzido para R$ 25,6 bilhões, 31% abaixo do piso inferior da orientação anterior do Banco do Brasil de R$ 37-41 bilhões. A orientação do banco estatal está sob revisão neste momento. “Esperamos que o banco adote uma postura relativamente mais cautelosa, o que deve desacelerar o crescimento dos empréstimos”, apontam os analistas.

A queda da projeção do lucro líquido do Banco do Brasil pelo Goldman significa uma previsão de pagamento menor de provento, com um payout projetado de 30% para 2025. A estimativa do Goldman está abaixo do guidance de 40-45% do Banco do Brasil. “A menor lucratividade do banco e um índice CET1 adequado, mas modesto, de 11% poderiam forçar a gestão e o conselho a se concentrar na preservação de capital para o crescimento futuro”, diz o banco americano.

O novo cenário levou os analistas do Goldman a reduzirem o preço-alvo das ações do Banco do Brasil para R$ 23, ainda com um potencial de valorização de 8%. A recomendação é “Neutra”.

Na avaliação do banco americano, os papéis do Banco do Brasil são negociados a 4,8x o preço-lucro (P/L) estimado para 2025 e 0,6x P/VPA. “É um desconto historicamente maior em relação a seus pares privados”, completam os analistas do Goldman.

Fonte: Investing

Sema, BB e Banco do Nordeste assinam acordo de cooperação técnica

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A secretária do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Sema), Vilma Freire, a superintendente estadual do Banco do Brasil S.A., Priscila Requejo, e a do Banco do Nordeste, Eliane Libanio Brasil de Matos, assinaram acordo de cooperação técnica. O termo firmado nesta terça-feira (24 de junho), no auditório da sede da Superintendência do Banco do Brasil, em Fortaleza, estabelece condições de cooperação entre as partes, com o objetivo de ampliar e fortalecer o Plano Estadual para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (Plano ABC+CE) com vistas ao desenvolvimento sustentável.

Vilma Freire destacou que o Plano ABC+CE é um esforço local que alinha-se ao coletivo mundial na perspectiva de mitigar os efeitos danosos do fenômeno climático e adaptar a agricultura cearense às novas condições do clima e aos acordos internacionais. “A presente assinatura firma uma parceria que, entre outras coisas, visa facilitar o acesso ao crédito por parte dos produtores, para a implementação de tecnologias e sistemas sustentáveis e ou de baixa emissão de carbono, conforme previsto no Plano ABC”, disse.

O Professor Gabriel Nutto Nóbrega, pesquisador do Programa Cientista Chefe Meio Ambiente Sema/Funcap e coordenador técnico do ABC+, fez uma breve apresentação sobre o plano. Ele afirmou que o mesmo se destaca nacionalmente como o único vinculado a uma secretaria do Meio Ambiente. “Traz pautas importantíssimas para integração meio ambiente, agricultura e mudança do clima”, explicou. “É uma estratégia que promove a recuperação da capacidade produtiva das áreas degradadas, reduzindo a necessidade de expansão de pastagens sobre florestas e aumentando o carbono no solo e na biomassa”, completou.

De acordo com a superintendente do Banco do Nordeste, Eliane Brasil, o BNB já incorpora a questão da sustentabilidade e investe em projetos que geram benefícios ambientais e sociais. “Nossos analistas estão sensibilizados com o ABC+ , nossa linha de crédito verde vai possibilitar para o agricultor, mais acesso aos recursos financeiros. Portanto, já estamos prontos para apoiar e financiar o plano, uma oportunidade real de agregação de valor”, declarou.

Para Priscila Requejo, do Banco do Brasil, mais do que a formalização e assinatura de um contrato, o compromisso representa mais um passo decisivo para o desenvolvimento sustentável, não só do Ceará, mas do País como um todo. “Reafirmo o nosso compromisso de trazer a maior fatia de recursos para a agricultura sustentável”, disse. O BB já disponibiliza financiamento para produtores rurais , pessoas físicas ou jurídicas, e suas cooperativas que aderiram ao Plano ABC, para aquisição de sementes e mudas para a formação de pastagens e florestas.

O ABC+ Ceará (ABC+CE) é um Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, com metas estabelecidas até 2030, visa aumentar a eficiência e resiliência dos sistemas produtivos cearenses frente às mudanças do clima a partir de uma gestão integrada da paisagem e da proteção do bioma caatinga e dos ecossistemas associados. Autoridades, empresários do agronegócio, servidores públicos, técnicos da Sema, do BB e BNB, agricultoras e agricultores cooperados, compareceram ao ato solene.

Fonte: Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima