Banco do Brasil pagará R$ 1,9 bilhão em proventos aos acionistas até 31 de maio

Publicado em: 12/05/2022

O Banco do Brasil (BBAS3) aprovou o pagamento de R$ 1,9 bilhão em proventos relativos ao primeiro trimestre de 2022, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (11). Desse valor, R$ 443 milhões são em forma de dividendos e R$ 1,4 bilhão em juros sobre o capital próprio.

O valor por ação em dividendos será de R$ 0,15534705486 e em JCPs R$ 0,51772406601. Os proventos serão pagos em 31 de maio de 2022. A partir de 24 de maio, a ação passará a ser negociada ex-proventos.

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre de 2022, de acordo com os dados divulgados pela companhia nesta quarta-feira (11).

O resultado representa um crescimento de 11,5% em relação aos números do trimestre anterior e um salto de mais de 34,6% sobre um ano antes.

O número veio maior do que esperado pelo consenso de mercado da Bloomberg, que apontava para lucro de R$ 5,3 bilhões.

Fonte: Money Times

 

Acionistas do Banco do Brasil felizes com o retorno total de 106%

Publicado em: 29/08/2021

Os acionistas podem estar preocupados em ver um arquivo Banco do Brasil SA (BVMF: BBAS3) O preço das ações de (BVMF: BBAS3) caiu 10% no mês passado. Pelo lado positivo, o preço das ações subiu na última meia década. No entanto, não estamos muito impressionados com o fato de o preço das ações ter subido apenas 65%, abaixo do retorno do mercado de 144%.

Confira nossa última análise do Banco do Brasil

Embora os mercados sejam um mecanismo poderoso de precificação, os preços das ações refletem o sentimento do investidor, não apenas o desempenho do negócio principal. Uma maneira de examinar como o sentimento do mercado mudou ao longo do tempo é observar a interação entre o preço das ações de uma empresa e o lucro por ação (EPS).

Ao longo de meia década, o Banco do Brasil conseguiu aumentar o lucro por ação em 4,5% ao ano. Esse crescimento do EPS é mais lento do que o crescimento do preço das ações de 11% ao ano, no mesmo período. Isso indica que os participantes do mercado dão mais importância à empresa atualmente. Isso não é necessariamente surpreendente, dado o recorde de crescimento dos lucros em cinco anos.

O gráfico abaixo mostra como o EPS mudou ao longo do tempo (valores exatos revelados clicando na imagem).
BOVESPA: Crescimento de Dividendos BBAS3 em 11 de julho de 2021

Isso é incrível Sem custos O relatório interativo sobre ganhos, receitas e fluxo de caixa do Banco do Brasil é um ótimo lugar para começar, se você quiser investigar mais a fundo ações.

E os dividendos?

Além de medir o retorno do preço das ações, os investidores também devem considerar o retorno total para o acionista (TSR). Enquanto o retorno do preço das ações reflete apenas a mudança no preço das ações, o TSR inclui o valor dos dividendos (presumindo que sejam reinvestidos) e o benefício de qualquer aumento de capital descontado ou incidental. Portanto, para empresas que pagam dividendos generosos, o TSR costuma ser muito maior do que o retorno do preço das ações. Ressaltamos que, para o Banco do Brasil, o TSR dos últimos cinco anos foi de 106%, valor melhor do que o referido retorno do preço da ação.

Fonte: Bem Mais Brasília

 

Banco do Brasil pagará R$ 970 milhões em proventos a acionistas

Publicado em: 07/05/2021

O Banco do Brasil (BBSA3) aprovou o pagamento de R$ 970 milhões em proventos, sendo dividendos e juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (6).

Segundo o comunicado, o valor por ação em dividendos será de R$ 0,07433470709 e R$ 0,34011137994 em JCPs complementares, a serem pagos em 28 de maio de 2021.

A partir de 24 de maio as ações passarão a ser negociadas “ex-proventos”.

O Banco do Brasil divulgou nesta quinta-feira lucro líquido acima do esperado, apoiado por menores provisões para perdas com inadimplência.

O lucro líquido recorrente subiu para 4,9 bilhões de reais, alta de 44,7% sobre um ano antes e acima da média de estimativas do mercado, de 4,04 bilhões de reais, segundo dados da Refinitiv.

Fonte: Money Times

Interferência do governo no comando de estatais abala avaliação de governança das empresas

Publicado em: 12/03/2021

A troca no comando da Petrobrás, anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro em fevereiro, e o impasse em relação à permanência do presidente do Banco do Brasil, que colocou o cargo à disposição, provocaram estragos nas duas empresas. Pela forma como essas coisas se deram, investidores se afastaram, as ações perderam valor e os acionistas tiveram perdas significativas.

Mais do que isso, o temor de interferências ainda mais profundas nas estatais de capital aberto provocou uma grande incerteza quanto ao cumprimento das boas práticas de governança corporativa – um dos itens de uma sigla que tem capturado a atenção dos investidores: ESG.

O termo ESG refere-se a ativos que, além de aspectos financeiros, consideram os impactos ambientais, sociais e de governança de uma empresa. O conceito foi criado como uma métrica para avaliar o desempenho das companhias.

As estatais listadas na Bolsa são sociedades de economia mista – a União, que é acionista majoritária, é a controladora. Por isso, o governo tem alguns direitos, como indicar nomes para o comando das empresas. No entanto, as regras de governança dizem que a indicação deve ser considerada e votada pelo conselho de administração, que é o agente responsável por escolher a diretoria executiva.

A interferência do governo no comando das empresas não viola uma regra específica de governança. O problema é a desconfiança gerada no mercado em relação ao motivo da interferência. “O problema que se discute muito é o motivo da mudança. A preocupação no caso das empresas estatais de economia mista é: seria realmente uma mudança de comando relacionada a um problema de desempenho ou é uma intervenção por questões políticas?”, questiona Maurício Colombari, sócio da PwC Brasil.

No caso da Petrobrás, Bolsonaro decidiu trocar o presidente Roberto Castello Branco pelo general da reserva Joaquim Silva e Luna, por conta de discordâncias quanto à política de reajuste dos combustíveis. Como o conselho apoiava Castello Branco, nada menos que 5 dos 11 conselheiros pediram para deixar o cargo.

No Banco do Brasil, Bolsonaro se irritou com um anúncio de fechamento de agências e corte de pessoal, via programa de demissão voluntária, feito em janeiro. Ameaçou demitir o presidente do banco, André Brandão, mas acabou dissuadido. Mesmo assim, a pressão sobre o banco continuou, e Brandão colocou o cargo à disposição. Quatro conselheiros se manifestaram publicamente contra a troca de comando.

O funcionamento das companhias de capital aberto é regido pela Lei das S/A e por normas da B3, dependendo do nível de governança corporativa em que elas estão listadas. Esses dispositivos estabelecem requisitos que devem ser levados em consideração no processo de nomeação do presidente da companhia. No caso das empresas de economia mista, é preciso também obedecer à Lei das Estatais, que estabelece outros requisitos a serem cumpridos.

Segundo Alexandre Pierantoni, diretor da Duff & Phelps no Brasil, em termos de governança corporativa, é muito importante que o apontamento de nomes para cargos pelo governo cumpram os requisitos da lei. “É preciso avaliar se a indicação está seguindo os critérios ou não. Quando há uma comunicação clara, efetiva, qualificada, você traz menos ruído para o ambiente”, diz.

“Infelizmente, não foi o que a gente teve na questão da Petrobrás, e aí você assusta o mercado. Nesse caso específico, o que incomodou muito foi a forma de fazer, e a comunicação disso” acrescenta Pierantoni. “É importante que haja um alinhamento entre o governo e o próprio conselho de administração da empresa, mesmo que formado na maior parte por indicados do governo, pois isso tende a beneficiar a empresa, a sociedade e os investidores.”

Esse alinhamento entre as partes interessadas (stakeholders, no jargão do mercado) das empresas de capital aberto é um ponto importante quando o assunto é governança corporativa. “A estrutura de governança tem o objetivo de alinhar os interesses dos acionistas e de outros stakeholders, a fim de maximizar o valor econômico da empresa”, explica Kieran McManus, também sócio da PwC Brasil. “Decisões que não agregam valor para a empresa ou que não buscam alinhar interesses dos investidores podem ser vistos como não sendo boas práticas de governança corporativa”, diz.

McManus destaca que uma das áreas mais importantes da governança é a definição do propósito da empresa e que, com mudanças bruscas de comando, os investidores ficam em dúvida se a empresa continuará seguindo o mesmo rumo. “Se a empresa já definiu seu plano, já está indo nesse caminho e há uma troca de comando, o receio do mercado é se haverá alguma alteração desse caminho que a empresa está seguindo”, comenta.

Estatais e governança

Segundo a professora Claudia Yoshinaga, coordenadora do Centro de Estudos em Finanças da FGV-EAESP, a desconfiança do investidor em relação a empresas de economia mista sempre existiu, justamente pelo fato de o governo ser o acionista majoritário. “Ter o governo como acionista principal de uma empresa sempre vai trazer o risco de existir alguma interferência política mais forte”, diz.

Claudia afirma que as interferências no comando da Petrobrás e do Banco do Brasil são vistas como péssimas pelo mercado, porque, “se já havia alguma desconfiança de que o governo como acionista poderia ser problema, aparentemente isso está se confirmando”.

A professora cita ainda a “golden share”, mecanismo que dá ao governo poder de veto mesmo quando ele deixa de ser um acionista controlador, se tornando um acionista minoritário. “É um mecanismo bastante comum nas empresas públicas e que, do ponto de vista de mercado, é tido como um negócio ruim. Porque viola um princípio básico de governança, que é a equidade, ou seja, garantir que todos os acionistas tenham os mesmos poderes. A ‘golden share’ é vista de maneira negativa pelo mercado, porque cria diferenças entre tipos de acionistas”, diz.

De modo geral, se não há equidade e alinhamento entre os acionistas, isso afeta a imagem da empresa, gerando desconfiança no mercado quanto ao cumprimento das práticas de governança corporativa. “Obviamente uma interferência como a que existiu na Petrobrás e em empresas de economia mista que têm ações negociadas no mercado, gera um ruído. O investidor se sente menos seguro quanto à previsibilidade da operação, a questões referentes à governança corporativa, e isso acaba por, no momento imediato, afastar o investidor, principalmente o estrangeiro”, diz Alexandre Pierantoni, da Duff & Phelps.

No curto prazo, há volatilidade dos preços e receio de maiores interferências, como o congelamento de preços, por exemplo, no caso da Petrobrás. Isso pode comprometer a rentabilidade da empresa. “Ela acaba tendo uma deterioração do seu preço no mercado internacional e uma deterioração das condições em que ela pode captar mais recursos”, afirma Pierantoni.

Apesar da possibilidade de haver a recuperação das empresas no médio prazo, uma possível consequência de longo prazo é que os investidores decidam não investir mais em empresas estatais. “Se isso começar a ficar um problema sério de governança, isso pode virar uma regra para o investidor: não investir em empresas públicas brasileiras”, afirma Claudia. Ela destaca que o mercado de capitais brasileiro ainda depende muito de investidores estrangeiros. “E começar a ser mal visto lá fora pode ser um problema.”

Fonte: Estadão

Banco do Brasil pagará R$ 415,7 milhões a seus acionistas

Publicado em: 04/03/2021

O Banco do Brasil pagará aos acionistas R$ 0,14571426020 por ação na forma de juros sobre o capital próprio (JCP), perfazendo o montante de R$ 415,7 milhões, referentes ao primeiro trimestre de 2021.

Os JCP serão pagos no dia 31 de março e terá como base a posição acionária do dia 11 deste mês, sendo as transferências a partir do dia 12.

Fonte: Monitor Mercado

 

 

BB revisa para 40% percentual do lucro de 2021 a ser distribuído a acionistas

Publicado em: 29/01/2021

O conselho de administração do Banco do Brasil aprovou a revisão de sua política de remuneração aos acionistas e estabeleceu o percentual de 40% do lucro líquido a ser distribuído referente ao exercício de 2021 via dividendos e/ou juros sobre o capital próprio (JCP).

O percentual representa um aumento frente ao payout de 35,29% aprovado para o exercício de 2020, conforme fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira (25).

A divulgação do balanço do quarto trimestre da instituição está programada para o próximo dia 11 de fevereiro. De janeiro a setembro, o BB registrou lucro líquido ajustado de R$ 10,2 bilhões, o que representa uma queda de 23% em relação ao mesmo período de 2019.

No auge da crise do coronavírus, o Banco Central limitou o chamado payout, ou seja, o percentual do resultado distribuído aos acionistas dos bancos para 25% ou o mínimo definido no estatuto, mas flexibilizou a norma no fim do ano passado.

“O valor do payout definido pelo Conselho de Administração considerou os balizadores constantes na Política, em especial, o resultado do Banco, sua condição financeira, a necessidade de caixa, o Plano de Capital e suas metas e respectivas projeções, a Declaração de Apetite e Tolerância a Riscos, perspectivas dos mercados de atuação presentes e potenciais, oportunidades de investimento existentes e a manutenção e expansão da capacidade operacional”, informou a nota assinada por Carlos José da Costa André, Vice-Presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores.

Fonte: CNN Brasil com Money Times e Seu Dinheiro

 

 

BB limita pagamento de dividendo a 25% do lucro líquido aos acionistas

Publicado em: 08/04/2020

O Banco do Brasil comunicou ontem que vai cumprir a resolução 4.797 do Conselho Monetário Nacional (CMN) e pagará dividendos de 25% do lucro líquido ajustado aos acionistas em 2020. O BB destaca que “o cumprimento da resolução CMN nº 4.797/20 não implica a redução ou suspensão dos juros dos instrumentos de dívida subordinados de emissão do BB e elegíveis a capital nível 1.”

O Magazine Luiza decidiu realizar uma emissão de debêntures simples no valor de R$ 800 milhões. A empresa emitiu 800 mil debêntures, cada a um valor de R$ 1 mil. A diretoria da empresa do varejo contratará uma ou mais instituições financeiras para distribuir os papéis no mercado. Já o Banco do Nordeste informou ontem um aumento de capital, no valor de R$ 1,75 bilhão, através da incorporação de lucros. O banco estatal realizou ontem assembleia em Fortaleza (CE).

Petrobras (PETR3;PETR4)
A Petrobras divulgou relatório de produção do primeiro trimestre em 27 de abril e o relatório de desempenho financeiro em 14 de maio, após o fechamento dos mercados, segundo comunicado. Em 15 de maio, serão realizadas duas webcasts para comentar os resultados, às 10h em português e às 11h30 em inglês.

Já a Superintendência do Cade aprovou acordo entre Petrobras e Eagle: a estatal anunciou a venda de quatro campos na Bacia Tucano para a Eagle por US$ 3,01 milhões.

A companhia ainda informou que seu Conselho de Administração aprovou a criação de um Programa de Aposentadoria Incentivada (PAI), novo programa de desligamento voltado aos empregados aposentáveis com vigência até 31 de dezembro de 2023.

Banco do Nordeste (BNBR3)
O Banco do Nordeste, que atua nos nove Estados da região Nordeste, decidiu ontem em assembleia aumentar o capital social, através da incorporação da reserva de lucros. Segundo o banco estatal, o capital social foi aumentado em R$ 1,75 bilhão, passando de R$ 3,80 bilhões para R$ 5,56 bilhões.

Klabin (KLBN11)
O Bradesco BBI elevou a recomendação para as ações da Klabin, de neutra para desempenho acima da média (outperform). O BBI destacou a “sólida flexibilidade operacional” da Klabin no mercado de papel e celulose, levando em conta o cenário atual, que é de queda na demanda ao redor do mundo por causa da pandemia, mas com projeções de recuperação dos preços no quarto trimestre de 2020. Neste contexto, avalia o BBI, o papel da Klabin “oferece uma boa proteção no lado da baixa e sólido upside”.

Segundo o BBI, a Klabin consegue mudar rapidamente a sua produção para atender diferentes setores dos mercados doméstico e internacional. “A Klabin tem a habilidade de mudar rapidamente a produção de papel, de caixas para sacolas de papelão, papel corrugado, embalagens, conforme a demanda do mercado doméstico e também do externo por esses produtos”, avalia o BBI. O banco escolheu a ação como sua “top pick” de papel e celulose na América Latina, mas manteve o preço-alvo da ação em R$ 21,00 para 2020.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil aprova remuneração de R$ 1,24 bilhão aos acionistas

Publicado em: 19/02/2020


O Conselho Diretor do Banco do Brasil (BBAS3) aprovou a distribuição de R$ 1,242 bilhão em juros sobre o capital próprio (JCP) para seus acionistas. Isso corresponde a R$ 0,43577376318 por ação do banco. Os proventos serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório do segundo semestre de 2019.

Para ter direito ao benefício, o investidor deve ter ações do Banco do Brasil em carteira no fechamento do pregão do dia 21 de fevereiro, que é a chamada “data-com”. A partir da sessão seguinte, dia 24 de fevereiro, os papéis do BB serão negociados “ex-dividendos”, ou seja, sem direito ao recebimento dos proventos.

O pagamento dos JCP será realizado no dia 5 de março deste ano.

Vale lembrar que ao contrário dos dividendos os juros sobre o capital próprio sofrem a incidência de uma alíquota de 15% de Imposto de Renda descontados no ato do pagamento.

Como aproveitar

O primeiro passo é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Lembre-se que quanto menores os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade, portanto dê preferência para corretoras que não cobram taxa pela corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

Fonte: Infomoney

BB e Itaú aprovam pagamento de juros sobre capital próprio aos acionistas

Publicado em: 04/12/2019


O Banco do Brasil (BBAS3) e o Itaú Unibanco (ITUB4) aprovaram a distribuição de pagamento de juros sobre capital próprio.

O Banco do Brasil aprovou a distribuição de R$ 502,3 milhões em JCP relativos ao quarto trimestre de 2019, a R$ 0,17617400289 por ação. Os JCPs serão pagos em 30 de dezembro tendo como base a posição acionária de 11 de dezembro.

Assim, para receber esse provento, o acionista deve manter o papel em sua carteira até o fechamento do pregão do próximo dia 11, o que corresponde à ‘data com’ dos direitos, enquanto que no dia 12 as ações serão negociadas “ex-juros”, ou seja, quem investir a partir desta data não poderá receber tais proventos.

Já o Itaú Unibanco aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio no valor de R$ 0,037560 por ação.

O montante será pago até 30 de abril de 2020 com base na posição acionária do dia 12 de dezembro. Após retenção de IR na fonte, o valor, em juros líquidos, será de de R$ 0,031926 por ação.

Como aproveitar?

Para ter direito aos proventos, é preciso comprar os papéis e segurá-los em sua carteira de investimentos até a ‘data-com’, ou seja, o último dia para estar apto a receber o pagamento.

Primeiro, é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Lembre-se que quanto menor os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade. Hoje, corretoras como a Clear oferecem taxa zero para corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

Fonte: Infomoney

BB Seguridade propõe redução de capital com restituição a acionistas

Publicado em: 26/09/2019


A BB Seguridade informou nesta quarta-feira que seu conselho de administração aprovou proposta para redução de 2,7 bilhões de reais do capital social da empresa de seguros e previdência do Banco do Brasil, com parte do valor sendo restituído a acionistas.

Segundo a companhia, os acionistas receberão 1,35 real por ação da BB Seguridade se o plano de redução de capital, sem cancelamento de ações, for aprovado, “a título de restituição de parte do valor de suas ações”.”O movimento proposto é resultado do comprometimento da companhia com a gestão eficiente do seu capital”, afirmou a BB Seguridade em comunicado ao mercado.

Em comunicado separado, o BB, que detém dois terços do capital da BB Seguridade, afirmou que a operação deve lhe render a título de restituição cerca de 1,8 bilhão de reais.”O montante não impactará o resultado do BB. Entretanto, elevará em aproximadamente 26 pontos base o índice de capital principal”, afirmou o BB.

Fonte: Jornal DCI

Banco do Brasil fará remuneração de R$ 1,23 bilhão aos acionistas

Publicado em: 14/08/2019


O Conselho de Administração do Banco do Brasil (BBAS3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio complementar de R$ 0,44141315124 por ação, atualizado para R$ 0,44453410609 até 8 de agosto, destacou a estatal em comunicado. A remuneração total aos acionistas será de R$ 1,23 bilhão e terá como base a posição acionária de 21 de agosto, sendo as ações negociadas “ex-direito” a partir de 22 de agosto.

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Assim, para receber esse provento, o acionista deve manter o papel em sua carteira até o fechamento do pregão do próximo dia 21, o que corresponde à ‘data com’ dos direitos, enquanto que no dia 22 as ações serão negociadas “ex-juros”, ou seja, quem investir a partir desta data não poderá receber tais proventos.

O valor do JCP será atualizado pela Selic da data do balanço (30 de junho) até a data do pagamento (30 de agosto). O banco destacou ainda que R$ 476,64 milhões foram pagos em 28 de junho a título de remuneração aos acionistas sob a forma de JCP.

Nesta manhã, o BB informou ter registrado um lucro líquido ajustado de R$ 4,432 bilhões no segundo trimestre de 2019, um valor 36,8% acima ao registrado em igual período de 2018.
O resultado foi influenciado pelos aumentos da margem financeira bruta e das rendas de tarifas além do controle de custos, que desempenharam abaixo da inflação, destacou a instituição financeira.

Fonte: Infomoney

BB vai pagar R$ 476 milhões em distribuição de lucro a acionistas

Publicado em: 13/06/2019


O Banco do Brasil vai pagar uma remuneração de R$ 476,6 milhões a acionistas referentes a juros sobre capital próprio (JCP), reportou a Exame na segunda-feira (03). A instituição obteve um lucro acima do esperado no primeiro trimestre do ano, de R$ 4,2 bilhões.

De acordo com o site, a base para o cálculo dos valores são as posições das ações de cada acionista no dia 11 de junho. Segundo o banco, eles vão receber o pagamento no dia 28 de junho com valor corresponde a R$ 0,17 por ação.

Conforme analistas da Mirae Asset, mesmo considerando que o novo governo não tem a intenção de privatizar o Banco do Brasil, há um plano de alienar ativos em sua estrutura para torná-lo mais competitivo no setor, diz a reportagem.

Distribuição de lucro

A distribuição de lucro, neste caso, juros sobre capital próprio, é uma execução financeira paga a acionistas de empresas de capital aberto, que são aquelas listadas em bolsa.

Essa distribuição de valores está prevista na Lei das Sociedades Anônimas. Ela diz que companhias listadas na bolsa de valores oficial do Brasil (B3) devem pagar pelo menos 25% de seu lucro líquido em remuneração aos detentores de suas ações.

Imposto de Renda será retido

No entanto, mesmo que o pagamento seja executado como dividendo, no caso do JCP, existe a cobrança de 15% de Imposto de Renda.

Porém, quando os acionistas receberem suas partes, o valor já chegou líquido, ou seja, a parte do Leão é retida na fonte pela Receita Federal do Brasil antes da realização dos depósitos.

Banco do Brasil e lucro

Os R$ 4,2 bilhões de lucro no 1º trimestre deste ano é cerca de 40% de crescimento na comparação com mesmo período do ano passado, publicou a Veja no início de maio.

De acordo com a reportagem, o Banco do Brasil disse que o resultado é o maior da sua história e foi influenciado pelo crescimento na carteira de crédito.

Fonte: Portal do Bitcoin

Acionistas discutem mudanças de nomes para conselho da Vale

Publicado em: 10/03/2019


A necessidade de a Vale repensar a sua forma futura de atuação passa, diretamente, pelo conselho de administração da companhia, instância em que estão representados os sócios controladores e no qual há também conselheiros independentes, além de um representante dos trabalhadores. Cabe ao conselho, formado por 12 integrantes, definir as diretrizes e as políticas de negócios da mineradora. Com a mudança de governo, em janeiro, já se previa como “natural” que houvesse alterações no conselho da Vale. A tragédia de Brumadinho, em 25 de janeiro, levou à discussão sobre a abrangência dessas mudanças a curto prazo.

A Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Vale está marcada para 30 de abril. Um mês antes, no fim de março, a companhia terá que divulgar o manual da assembleia com os nomes indicados ao conselho. Os integrantes do conselho têm mandatos vencendo na AGO de abril de 2019. Mas não está claro neste momento se poderá haver uma troca mais ampla ou se as mudanças serão pontuais. “Começou uma voz mais forte [no conselho] de não mudar tanto agora”, disse uma fonte ligada aos acionistas.

Os controladores da Vale – os fundos de pensão estatais, liderados por Previ (Banco do Brasil); BNDES, Bradespar e Mitsui – já tinham uma análise das competências dos integrantes do conselho de administração antes mesmo de Brumadinho. Havia o entendimento que o conselho é formado por muitas pessoas com perfil financeiro, e se avaliou pela necessidade de ter profissionais com perfis mais plurais, incluindo pessoas da área de sustentabilidade e de risco, além de executivos que já tenham exercido o papel de CEOs em outras companhias. A essa análise se soma avaliação segundo a qual o conselho precisa de pessoas ligadas diretamente à mineração.

Há, portanto, um reconhecimento de que o conselho da Vale deveria expressar maior diversidade, embora haja comitês temáticos formados por especialistas. Há, no entanto, quem tenha outra visão: “Se fosse assim precisaríamos de um conselho com umas 25 pessoas para suprir todas as especialidades que a Vale tem”, disse uma fonte.

Em 2017, a Vale migrou para o Novo Mercado, e incorporou dois conselheiros independentes: Sandra Guerra e Isabella Saboya. Sandra e Isabella são especialistas em governança corporativa, mas não tinham experiência prévia em mineração. Não está claro se elas devem tentar a reeleição na AGO de abril. O que parece certo é que haverá troca de dois nomes indicados pela Previ.

Gueitiro Genso, ex-presidente da fundação e atual presidente do conselho da Vale, e Dan Conrado, também indicado pela Previ, devem ser substituídos pelo atual presidente da fundação, José Maurício Coelho, e pelo presidente do conselho deliberativo da Previ, Marcio Hamilton Ferreira. A Previ tem três vagas no conselho, sendo que o terceiro integrante, Marcel Juviniano Barros, deve ser reconduzido para outro mandato.

Outro nome que deixará o conselho da Vale é Eduardo Guardia, ex-ministro da Fazenda de Michel Temer, que foi contratado pelo BTG Pactual. No caso do BNDES, a BNDESPar, braço de participações acionárias do banco, o representante é Ney Brito, especialista em riscos financeiros. Brito entrou no lugar de Eduardo Bartolomeo, agora indicado presidente interino da Vale e que na época representava o banco no conselho. Também não está claro se Brito permanecerá no conselho da Vale.

Uma fonte próxima dos acionistas disse que a decisão que for tomada por um controlador da Vale vai afetar as decisões dos demais. Embora não tenha mais controle de direito desde a migração para Novo Mercado, a empresa ainda tem controle de fato, pois existe um acordo de acionistas em vigor. A Bradespar, braço de participações do Bradesco, também deve trocar a conselheirar Denise Pavarina, que se aposentou na instituição. A tendência, portanto, é que a Bradespar indique um novo nome. Os japoneses da Mitsui também podem trocar um de seus dois conselheiros. Existe ainda um representante dos trabalhadores no conselho da Vale, Lucio Azevedo.

Fonte: Valor

Banco do Brasil pagará remuneração complementar de R$ 1,63 bilhão aos acionistas

Publicado em: 20/02/2019


O Conselho de Administração do Banco do Brasil (BBAS3) aprovou a distribuição de JCP (juros sobre capital próprio) complementar no valor de R$ 1.630.972.721,96, sendo R$ 0,58551597122 por ação. Esse valor corresponde a um dividend yield (valor do provento dividido pelo preço da ação) de 1,112%. O montante será atualizado, pela taxa Selic, da data do balanço (31 de dezembro) até a data do pagamento, em 7 de março.

O JCP terá como base a posição acionária de 21 de fevereiro e o valor a ser pago será acrescentado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao segundo semestre do ano passado. O crédito aos acionistas será será por meio de conta corrente, poupança-ouro ou por caixa. Aos acionistas com ações custodiadas na CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), os valores serão pagos à entidade, que os repassará aos acionistas titulares, por meio de seus respectivos agentes de custódia.

Como aproveitar?

Para ter direito aos proventos, é preciso comprar os papéis e segurá-los em sua carteira de investimentos até a ‘data-com’, ou seja, o último dia para estar apto a receber o pagamento – no caso, dia 21. A data “ex” é o dia 22 de fevereiro.

Primeiro, é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Lembre-se que quanto menor os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade. Hoje, corretoras como a Clear oferecem taxa zero para corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

Lucro maior

O Banco do Brasil, que encerrou nesta quinta a temporada de balanços dos grandes bancos de capital aberto no País, teve lucro líquido ajustado de R$ 3,845 bilhões no quarto trimestre do ano passado, cifra 20,6% maior que no mesmo período de 2017. Ante os três meses anteriores, de R$ 3,402 bilhões, foi 13% superior.

O lucro ajustado superou a maior estimativa dos analistas, segundo pesquisa Bloomberg, com projeções que variavam entre R$ 3,54 bilhões e R$ 3,83 bilhões, com uma mediana de R$ 3,69 bilhões. O resultado trimestral do BB, de acordo com a instituição, reflete a queda nos gastos com calotes, as chamadas PDDs (provisões para devedores duvidosos), e crescimento de receitas com prestação de serviços e tarifas.

Em todo o ano de 2018, o lucro líquido ajustado do BB foi de R$ 13,513 bilhões, incremento de 22,2% na comparação com 2017, quando o resultado alcançou R$ 11,060 bilhões.

A carteira de crédito ampliada do BB fechou dezembro em R$ 697,324 bilhões em dezembro, aumento de 1,8% em um ano e de 1% em relação a setembro. O crescimento foi puxado, principalmente, pela pessoa física, com altas de 5% e 2,7%, respectivamente. Em contrapartida, os empréstimos para empresas se reduziram em 4,6% no quarto trimestre ante um ano antes e apresentaram leve alta de 0,6% na comparação com o quarto trimestre.

O BB fechou dezembro com R$ 1,417 trilhão em ativos totais, cifra 3,5% maior ante um ano, mas 3,7% inferior em relação aos três meses antes. Seu patrimônio líquido foi a R$ 102,253 bilhões no quarto trimestre, alta de 3,6% e retração de 1,5%, respectivamente.

O retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) no quesito mercado do BB foi a 16,3% no quarto trimestre ante 14,3% no terceiro e 14,5% em um ano. No exercício de 2018, o indicador foi a 13,9% ante 12,3% de 2017. No conceito acionista, a rentabilidade do BB atingiu 17,8% ao final de dezembro contra 15,7% ao término de setembro e 16,0% em um ano. Em 2018, ficou em 15,1% ante 13,6% no exercício de 2017.

O lucro líquido do BB, considerando eventos extraordinários, foi a R$ 3,803 bilhões no quarto trimestre, aumento de 22,3% em relação ao mesmo período de 2017, de R$ 3,108 bilhões. No comparativo trimestral, quando ficou em R$ 3,175 bilhões, cresceu 19,8%. No ano de 2018, somou R$ 12,862 bilhões, elevação de 16,8% sobre 2017, quando atingiu R$ 11,011 bilhões.

“O Banco do Brasil reportou um trimestre forte, com lucro crescendo 13% sequencialmente e 21% na base anual, principalmente por uma melhora da qualidade de crédito que atingiu níveis bastante saudáveis. Mais importante que isso, o banco deu o guidance para 2019, sendo o destaque positivo uma melhora bem forte de provisões (queda de 9% no ponto médio), o que pode levar o mercado a rever projeções de lucro para cima no ano”, afirmam os analistas do Credit Suisse.

Fonte: Infomoney

BB Seguridade anunciou um presente aos acionistas: R$ 2,7 bilhões em dividendos

Publicado em: 13/12/2018


A BB Seguridade, empresa que detém as participações do Banco do Brasil em seguros, anunciou um presente e tanto aos acionistas: o pagamento de R$ 2,7 bilhões em dividendos extraordinários.

Esse valor representa R$ 1,352 por ação da companhia, e ainda é isento de imposto de renda.

O anúncio vem em boa hora, já que a BB Seguridade ficou bem para trás no rali das seguradoras na bolsa neste ano.

O desempenho da companhia neste ano decepcionou os analistas. De janeiro a setembro, o lucro da BB Seguridade foi de R$ 2,709 bilhões, uma queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto as ações da empresa do BB acumulam alta de apenas 4% neste ano, a resseguradora IRB Brasil, por exemplo, mais que dobrou de valor. Eu te conto em detalhes o que aconteceu com as ações do setor de seguros nesta reportagem.

Não por acaso, logo depois do anúncio dos dividendos os papéis da BB Seguridade subiam mais de 1% hoje pela manhã, em um dia de queda expressiva da bolsa.

A empresa vai pagar os dividendos no dia 2 de janeiro. Mas para ter direito aos dividendos, você precisa ter ações da BB Seguridade no dia 11 de dezembro.

Fonte: Seu dinheiro

BB pagará JCP aos seus acionistas no próximo dia 28

Publicado em: 05/12/2018


O Conselho Diretor do Banco do Brasil, reunido em 26/11/2018, aprovou o valor de R$ 350.059.500,00 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), relativos ao quarto trimestre de 2018.

Os Juros sobre o Capital Próprio (JCP) por ação, será de R$ 0,12567066595.

Esse valor será imputado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao 2º semestre de 2018, nos termos do artigo 48 do Estatuto Social do Banco do Brasil S.A. e do parágrafo 7º do artigo 9º da Lei 9.249/95.

Os JCP serão pagos em 28/12/2018 e terão como base a posição acionária de 11/12/2018, sendo as transferências de ações a partir de 12/12/2018 efetuadas “ex” JCP.

O crédito será por conta corrente, poupança-ouro ou por caixa. Os acionistas cujos cadastros estejam desatualizados terão suas remunerações retidas até a efetiva regularização de seus registros em uma das agências do Banco do Brasil. A regularização cadastral poderá ser efetuada mediante a apresentação de documento de identidade, CPF e comprovante de residência, se pessoa física, ou estatuto/contrato social e prova de representação, se pessoa jurídica.

Aos acionistas com ações custodiadas na CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia, os valores serão pagos àquela entidade, que os repassará aos acionistas titulares, por meio de seus respectivos agentes de custódia.

Haverá retenção de imposto de renda na fonte sobre o valor nominal de acordo com a legislação vigente. Os acionistas dispensados da referida tributação deverão comprovar esta condição até 14/12/2018, em uma das agências do Banco do Brasil.

Fonte: Investimentos e Notícias

Acionistas da Neoenergia aprovam aumento de capital de quase R$ 1 bilhão

Publicado em: 28/03/2018


Os acionistas da Neoenergia aprovaram em assembleia geral extraordinária nesta segunda-feira (26) um aumento de capital da companhia no valor de R$ 999,99 milhões, segundo ata do encontro divulgada pela elétrica, que tem negócios em geração, transmissão, distribuição e comercialização de eletricidade no Brasil.

A empresa é controlada pela espanhola Iberdrola , que subscreveu R$ 524,45 milhões em ações na operação, que envolveu um preço de emissão para os papéis de R$ 16,77.

O Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, subscreveu R$ 382 milhões em ações, enquanto o acionista BB Fundo de Investimento subscreveu R$ 93,45 milhões em papéis.

“Tendo em vista a subscrição integral por todos os acionistas… a deliberação de aumento de capital ora adotada não modifica em nada os percentuais de participação atualmente detidos pelos acionistas no capital social da companhia”, afirmou a Neoenergia na ata.

A operação de aumento de capital aprovada na assembleia vem após a Neoenergia pedir em dezembro o cancelamento de um pedido de registro para a realização de uma oferta pública primária e secundária de ações (IPO, na sigla em inglês) em meio à falta de demanda de investidores pelos papéis ao valor pretendido pela companhia.

Fonte: G1

Divulgada lista dos bancos que melhor remuneram seus acionistas no mundo; BB é o 17º

Publicado em: 11/01/2018


O Santander lidera a lista dos bancos que melhor remuneram seus acionistas. No ano passado, as ações preferenciais do banco apresentaram o maior dividend yield, de 8,68%. Esta taxa indica quanto o acionista ganhou com dividendos e juros sobre capital próprio sobre o valor do papel.

O banco aparece ainda em outras posições entre os 20 bancos analisados. As units do Santander tiveram dividend yield de 5,64%. E as ações ordinárias, de 4,10%, fazendo com que o banco ocupe a 4ª e a 14ª colocação, respectivamente.

Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela Economatica, provedora de informações financeiras, que analisou bancos com ativo total acima de 100 bilhões de dólares.

A lista cita ainda também bancos brasileiros, como Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil. O primeiro ocupa a posição de 11º na lista, com dividend yield de 4,43%. O Bradesco aparece na seguida, na 12ª posição, com indicador de 4,26%.

Já o BB teve dividend yield de 3,37% das ações preferenciais, ficando em 17ª posição.

Em geral, o Brasil tem oito ações na lista, enquanto os Estados Unidos têm 3, a Espanha e o Japão têm duas e a Australia e Holanda, uma cada um. Confira a lista completa abaixo.

Tabela BB

Fonte: Exame.com