Concessão de crédito para safra no BB cresce 53% e atinge R$ 11 bilhões em julho

Publicado em: 29/07/2022

O Banco do Brasil já contratou R$ 11 bilhões em financiamentos a produtores rurais para a safra 2022/23, iniciada em 1.º de julho, 53% a mais do que em igual período da temporada anterior. Em menos de um mês de vigência da nova safra, o banco efetivou 24,9 mil operações contratadas em 3.007 municípios, segundo dados antecipados pela instituição com exclusividade ao Estadão/Broadcast Agro.

Do total, 43% dos contratos foram feitos para agricultores familiares e de médio porte, por meio do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). O banco prevê fornecer R$ 200 bilhões em financiamentos na safra 2022/23.

“O Banco do Brasil consolida seu protagonismo no agronegócio, ampliando o apoio aos produtores e fomentando o crescimento dos negócios no campo e na cadeia produtiva da agropecuária”, disse Renato Naegele, vice-presidente de agronegócios, empréstimos e financiamentos.

Dado o crescimento expressivo do valor já desembolsado e da forte demanda dos produtores rurais por financiamentos, o Banco do Brasil informou ainda que vai solicitar ao governo o remanejamento dos recursos equalizados, especialmente para operações voltadas aos agricultores de pequeno e médio porte.

Fonte: Estadão

BB vai destinar R$ 200 bilhões para a Safra 2022/2023

Publicado em: 07/07/2022

O Banco do Brasil destinará R$ 200 bilhões para a Safra 2022/23, valor que é 48% superior aos R$ 135 bilhões anunciados na safra anterior. É o maior valor já disponibilizado pelo Banco para o financiamento ao setor. Desse montante, R$ 24,4 bilhões serão destinados à Agricultura Familiar (Pronaf), R$ 21,1 bilhões destinados aos médios produtores (Pronamp), R$ 110,0 bilhões para a Agricultura Empresarial, R$ 24,5 bilhões em títulos agro e giro, além de outros R$ 20 bilhões em negócios com a cadeia de valor do agronegócio.

As taxas do novo Plano Safra foram anunciadas em evento realizado no Palácio do Planalto na última quarta-feira, 29. A Agricultura Familiar contará com juros que variam de 5% e 6% ao ano por meio do Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. Os médios produtores contarão com juros de 8% ao ano no âmbito do Pronamp – Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural. Já para os grandes produtores rurais, as taxas de juros variam entre 12% e 12,5% ao ano.

Safra 2021/22 tem recorde de desembolso

No Plano Safra 2021/22, o Banco do Brasil aplicou R$ 153 bilhões, superando o valor disponibilizado inicialmente de R$ 135 bilhões. O BB reforça o compromisso com a agricultura familiar, com mais de 325 mil operações contratadas para o segmento na última safra, do total de 580 mil. Já são mais de 1,7 milhão de operações ativas com financiamento rural na carteira agro do Banco, sendo 1,2 milhão para os pequenos produtores rurais.

Plataforma Broto

A plataforma Broto, lançada em parceria com a BB Seguros e que acaba de completar dois anos, é um ambiente digital que conecta produtores rurais, prestadores de serviços, revendedores e fornecedores em um único local.

A plataforma leva produtos, serviços, informação e conteúdo aos clientes, além de promover negócios. São mais de 740 mil acessos e R$ 1,6 bilhão em negócios realizados, fomentando e impulsionando o agronegócio brasileiro.

O anúncio oficial do Plano Safra do Banco do Brasil ocorreu nesta terça-feira, 05, às 10h na sede do BB em Brasília (DF). O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do BB no Youtube e contou com a participação do presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, além de autoridades e lideranças do setor.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB já desembolsou mais de R$ 115 bilhões na atual safra 2021/2022

Publicado em: 14/04/2022

A carteira de crédito agro do BB continua em forte crescimento e demonstrando a resiliência do agronegócio nos mais diversos cenários. Desde o início da safra 21/22, o Banco já desembolsou R$ 115 bilhões, que representa um crescimento acima de 50% em relação ao mesmo período da safra passada.

O BB mantém a expectativa positiva para todo o ano de 2022, baseado na forte demanda por crédito ocorrida em 2021, que resultou na elevação de R$ 56,3 bilhões na nossa carteira de crédito ampliada (+29,4%), aliada ao nosso compromisso de fortalecer o agronegócio nacional.

O presidente do BB, Fausto Ribeiro, afirmou nesta quinta-feira, 7, que “a expectativa é ultrapassar R$ 145 bilhões em desembolsos da atual safra para gerar riqueza ao país e levar alimentos para a sociedade brasileira e também apoiar o comércio exterior”.

O guidance de crédito agro para 2022 é crescer entre 10% e 14%.

Tanto o desempenho como a convicção de continuar gerando valor aos produtores são obtidos com atendimento especializado, profissionais dedicados, lançamento de novas soluções digitais, conhecimento técnico e capilaridade nacional.

Fonte: Banco do Brasil

Bancos vão mostrar boa recuperação em 2021; BB e Bradesco são as melhores

Publicado em: 25/03/2021

O setor bancário brasileiro deve apresentar uma boa recuperação em 2021, afirmou o Safra. Os analistas defenderam, em relatório divulgado ontem, que o aumento das taxas de juros pode beneficiar os resultados das empresas no médio prazo, uma vez que elas devem reavaliar seus produtos de empréstimo, aumentar a remuneração de sua própria base de capital e melhorar os resultados financeiros de seguros.

“Esperamos uma boa recuperação dos resultados para 2021com base na redução significativa do custo do crédito, considerando que 2020 foi um ano em que os bancos construíram enormes provisões para perdas com empréstimos e o pico de inadimplência pode não ser tão forte quanto inicialmente esperado”, afirmou a instituição.

Com a temporada de resultados do quarto trimestre de 2020 perto do fim, o Safra atualizou os números do setor. Uma das mudanças foi a recomendação do BTG Pactual (BPAC11), que passou de neutra para compra, bem como o preço-alvo por unit, que subiu de R$ 92 para R$ 111.

O novo rating do banco tem como base o cenário favorável projetado para o mercado de capitais no Brasil.

“O mercado de capitais brasileiro parece apresentar forte recuperação apoiada por um ambiente de taxas de juros muito baixas. Acreditamos que o BTG pode capturar esse efeito positivo no mercado de capitais”, explicou o Safra.

Além disso, a empresa possui um portfólio diversificado que vai desde vendas e negociação até gerenciamento de patrimônio, criando possibilidades para explorar oportunidades de venda cruzada.

No caso do Banrisul (BRSR6), a recomendação foi rebaixada de compra para neutra e o novo preço-alvo ficou em R$ 19 (de R$ 22). Para a tese de investimento da companhia, o Safra considerou um custo de capital mais alto e um ROE (retorno sobre o patrimônio) de longo prazo mais baixo.

Apesar de aumentar a confiança no BTG, o Safra manteve Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) como preferências no setor. Ambas as companhias têm recomendação de compra e preços-alvo de, respectivamente, R$ 36 e R$ 50.

“Em nossa opinião, além de ambos os nomes terem bom potencial de alta, eles ainda estão negociando a múltiplos atraentes (Bradesco está negociando a 9 vezes P/L [preço sobre lucro] projetado para 2021, enquanto Banco do Brasil está a 5 vezes)”, destacou a instituição.

As perspectivas para Itaú Unibanco (ITUB4) e Santander (SANB11) continuam positivas. O Safra também possui recomendação de compra para os dois bancos: o Itaú porque a ação está sendo negociada a múltiplos baixos após a cisão parcial com a XP e o Santander devido à expectativa de ROE mais forte para 2021, além da cisão da Getnet. Os preços-alvo indicados são de R$ 38 e R$ 53, respectivamente.

Fonte: Money Times

 

BB disponibiliza R$ 16 bi para custeio antecipado de safra

Publicado em: 25/02/2021

O Banco do Brasil anunciou no dia 23 de fevereiro a disponibilização de R$ 16 bilhões em crédito a produtores rurais, para a compra antecipada de insumos, por meio do custeio antecipado da safra 2021/2022. De acordo com o banco, o crédito tem como foco o financiamento das lavouras de soja, milho, algodão, café, arroz e cana-de-açúcar. “A linha permitirá aos clientes avaliar o melhor momento para a aquisição dos insumos, levando em consideração as condições de preço e mercado”, informa o Banco do Brasil.

No âmbito do Pronamp, que é destinada ao médio produtor, a taxa cobrada será de 5% ao ano, com prazo de até 14 meses e teto de R$ 1,5 milhão. Já para o custeio agropecuário, a taxa cobrada é de 6% ao ano, também pelo prazo de até 14 meses. Nesse caso, o teto é de R$ 3 milhões. “Trata-se de um conjunto de linhas de crédito que colocamos à disposição, para que o produtor rural tenha mais liberdade para atuar em sua atividade produtiva”, disse o vice-presidente de Agronegócios e Governo do BB, João Rabelo, ao anunciar os números.

Segundo o banco, a compra antecipada de insumos permite aos produtores “melhores condições negociais, maior segurança quanto ao recebimento dos insumos no período adequado e possibilidade de melhores retornos econômicos à atividade”.

No ano passado, o banco verificou elevações nos custos de produção de até 19% entre os meses de disponibilização do crédito antecipado (fevereiro) e de concentração do plantio (outubro). “Dessa forma, quem teve a oportunidade de adquirir antecipadamente seus insumos aproveitou o melhor momento de compra”, justifica o banco que disponibilizou, nas últimas três safras, R$ 27 bilhões no custeio antecipado.
Previsibilidade ao produtor

De acordo com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, o crédito traz previsibilidade ao produtor. “O anúncio do pré-custeio vai deixar os produtores rurais mais animados para começarem seu planejamento”, afirmou, durante a abertura do evento online de anúncio da linha de financiamento.

Segundo Tereza Cristina, os indicadores do setor, que tem apresentado recordes seguidos, mostram o “elevado nível de confiança que o rural tem na atividade”.

“Com isso traz também uma demanda crescente por crédito rural. As contratações nessa safra, até janeiro, foram de R$ 135,4 bilhões, e de R$ 72,7 bilhões para custeio. Essa análise de crédito era um pedido de toda classe produtora”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

 

BB volta a disponibilizar, na safra 2020/21, R$ 103 bi em crédito rural

Publicado em: 03/07/2020

O Banco do Brasil vai disponibilizar R$ 103 bilhões em crédito rural na safra 2020/21, que tem início hoje. O valor é igual ao ofertado na temporada 2019/20.

O presidente da instituição, Rubem Novaes, destacou o papel do setor agropecuário para a retomada da economia brasileira, prejudicada pela crise causada pelo novo coronavírus. Ele afirmou que a clientela de produtores é o “maior ativo” do banco. Na safra 2019/20, o BB efetivamente liberou R$ 92,5 bilhões em crédito rural — “o maior
desembolso da história do banco”, afirmou Novaes.

O executivo também destacou a atuação da instituição em meio à pandemia. No primeiro semestre de 2020, as liberações aumentaram 12% em relação ao mesmo período de 2019. Segundo ele, a carteira de agronegócio do banco atingiu R$ 186,2 bilhões. A fatia da instituição no crédito para o agronegócio atualmente é de 55%, segundo ele.

Rubem Novaes destacou a ampliação das contratações digitais no crédito rural. Segundo ele, na safra 2019/20 foram liberados R$ 4,3 bilhões por meio da emissão de Cédula do Produto Rural (CPR), 80% disso por meio do aplicativo do BB. O custeio digital alcançou 1,5 mil operações e R$ 460 milhões.

Fonte: Portal Beef Point

Sem feiras agropecuárias, BB antecipa ao produtor linhas da próxima safra

Publicado em: 26/03/2020

A disseminação do coronavírus no Brasil e as duras medidas adotadas para minimizar seu avanço – população em quarentena, adiamento de eventos, fechamento de estabelecimentos comerciais etc – está levando o Banco do Brasil a acelerar a adoção de medidas de estímulo à contratação de crédito por produtores rurais. Ao Broadcast Agro, o vice-presidente de Agronegócios e de Governo do BB, João Rabelo, contou que o banco começa a usar um sistema que permite a oferta customizada de recursos aos agricultores e que disponibiliza, nesta segunda-feira, 23, linhas que seriam apresentadas na Tecnoshow Comigo, prevista para o período de 30 de março a 3 de abril em Rio Verde (GO), adiada por causa da pandemia.

O sistema analisa a base de clientes rurais e levanta quais equipamentos cada produtor tem, para poder oferecer financiamentos para maquinário novo com as mesmas condições previstas para as feiras agrícolas. “Isso é novo. Seria usado na próxima safra, mas com o adiamento das feiras agrícolas, estamos antecipando o uso dessa solução”, contou Rabelo.

Uma das novidades que o Banco do Brasil apresentaria nas feiras e será disponibilizada a produtores nesta segunda-feira é um montante alocado dentro da linha Investe Agro, destinado ao financiamento de pequenos silos e estruturas de estocagem, com taxa de 8,5% ao ano para amortização em até cinco anos e de 9% ao ano para o prazo de oito anos. Inicialmente o BB ofertará R$ 1 bilhão para a linha, mas, segundo Rabelo, será possível aumentar o volume se houver demanda.

Ainda dentro do Investe Agro, o BB libera nesta segunda-feira recursos para financiar a compra de sistemas de irrigação e de energia fotovoltaica. “A ideia é financiar pequenas estruturas de células fotovoltaicas, que trarão redução do uso de energia nos aviários, por exemplo. A conta de luz pode cair de R$ 800 para R$ 150”, disse Rabelo.

Outra linha de crédito nova que o BB passa a disponibilizar agora se destina ao financiamento da estocagem da produção. Serão R$ 5 bilhões, que poderão ser tomados por produtores com taxa de juros a partir de 7,4% até 11% ao ano, dependendo do perfil de crédito do cliente, com prazo de 12 meses.

Rabelo lembrou que o Banco do Brasil continua ofertando recursos para o pré custeio da safra 2020/21. No dia 20 de fevereiro, o banco anunciou a liberação de R$ 15 bilhões à aquisição de insumos para as culturas da soja, milho, algodão, café, arroz e cana-de-açúcar. Do montante, R$ 5 bilhões são recursos do próprio banco (com taxas de juros de mercado), de acordo com Rabelo.

Fronteiras. Questionado se o avanço do coronavírus no Brasil pode comprometer a demanda por estas e outras linhas de financiamento, o vice-presidente de Agronegócios do BB disse que, a princípio, não trabalha com a perspectiva de queda na procura. “Nossa grande preocupação é sobre a possibilidade de fechamento de fronteiras dos Estados. Se isso acontecesse seria ruim, porque no Brasil se produz em um Estado e se exporta em outro, se beneficia em outro”, disse. À parte este fator, ele lembra que a safra 2019/20 “caminha muito bem”, com exceção do Rio Grande do Sul, que registrou quebra. “Continuamos com expectativa de safra recorde”, acrescentou.

Do lado da demanda por alimentos, ele não observou, até o momento, sinais de arrefecimento dentro ou fora do País. “No caso da soja, mesmo com todos os problemas que aconteceram na China, a demanda aumentou; não percebemos redução nas exportações. Internamente, até agora não percebemos queda no consumo de alimentos.” Os investimentos de modo geral podem cair, considera ele, tendo em vista que o cenário de incerteza pode levar os produtores a adiarem a decisão de compra de maquinário. “Pode haver uma redução, sim, em investimentos, mas já estávamos percebendo uma menor procura por máquinas agrícolas quando o coronavírus apareceu na China”, ponderou.

Concessionárias de máquinas. Assim como o Bradesco, o Banco do Brasil vinha ampliando convênios com concessionárias de máquinas agrícolas para que pudessem solicitar diretamente nas lojas financiamento para os produtores rurais. A integração do sistema do BB com as concessionárias começou no ano passado e foi intensificada nas últimas semanas, como forma de compensar o adiamento das feiras e os negócios que deixarão de ser fechados nos eventos.

Na sexta-feira, contudo, após a entrevista com Rabelo, o presidente da Associação dos Distribuidores John Deere do Brasil (Assodeere), José Augusto Araújo, alertou que a paralisação de estabelecimentos comerciais em todo o País, atendendo a decretos estaduais e municipais com o objetivo de conter a proliferação do coronavírus, obrigará as concessionárias a fecharem suas portas. Para garantir ao menos os serviços de pós-vendas, a Assodeere e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) estão enviando ofícios aos municípios solicitando autorização para que funcionários trabalhem em esquema de plantão, respeitando o distanciamento social. A ideia é que eles possam atender remotamente o agricultor e entregar peças necessárias, garantindo a colheita.

A resposta das autoridades tem sido positiva, segundo Araújo, mas as vendas de novas máquinas deve ser prejudicada pelo fechamento das lojas. Procurado, o Banco do Brasil não respondeu a tempo sobre as consequências para as operações do banco.

Fonte: Portal Terra

Banco do Brasil libera R$ 15 bilhões para pré-custeio da safra de 2020/21

Publicado em: 26/02/2020

O Banco do Brasil liberou R$ 15 bilhões para o pré-custeio da safra agrícola de 2020/2021, conforme divulgado nesta quinta-feira (20/02). A quantia é 47% maior do que o valor da safra de 2019/2020, que era de pouco mais de R$ 10 bilhões. Os recursos destinam-se para que os produtores rurais — que sejam clientes da instituição — possam financiar as lavouras de todas as culturas, sobretudo de soja, milho, algodão, café, arroz e cana de açúcar.

De acordo com o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, com a liberação dos recursos, os produtores terão melhores condições para financiar suas atividades, estimulando a economia do país. “O BB é hoje responsável por 55,4% de todo o crédito destinado ao setor”, frisou, ao afirmar que os financiamentos oferecidos pelo banco ao setor rural alcançam 97% dos municípios brasileiros.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, defendeu o pré-custeio da safra. “Essa antecipação, esse custeio, possibilita que o produtor possa fazer as contas e que tenha maior lucratividade no final da sua safra, do seu plantio, da sua atividade, podendo se programar, comprando e transportando na hora certa. Todos os bancos que financiam o agronegócio brasileiro deveriam seguir esse exemplo”, declarou

Tereza Cristina garantiu que será implementado no programa cerca de R$ 1 bilhão, maior valor para subsídio desde sua criação. “Gostaríamos de R$ 1,5 bilhão ou até um pouco mais, estamos discutindo com o Ministério da Economia, e conto com a sensibilidade do ministro Paulo Guedes. É uma política que a economia vê com bons olhos, pelo que representa a agricultura e pelos resultados positivos”, acrescentou.

Condições
As operações do pré-custeio 2020/2021 podem ser contratadas com recursos controlados, sob taxas a partir de 6% ao ano e, alternativamente, com recursos não controlados (LCA), com taxas a partir de 6,1% ao ano. Com o crédito, os produtores rurais podem comprar insumos antecipadamente, como sementes, fertilizantes e defensivos, além de terem a oportunidade de negociar a preços mais baixos junto a fornecedores.

O custeio da pré-safra destina-se à produtores rurais de médio ou grande porte, em geral monocultores. Desse modo, o crédito não atinge o agricultor pequeno ou familiar. O vice-presidente de Agronegócio e Governo do BB, João Rabelo, explicou que os menores não participam pois, geralmente, plantam culturas diversificadas e sem um calendário específico de antecipação de compras.

O crédito para o pré-custeio da safra para médio agricultor ocorre por meio do Programa Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais (Pronamp), com juros a partir de 6% ao ano. O limite dos empréstimos é de R$ 1,5 milhão. Para os grandes agricultores, a taxa de juros aumenta para 8% ao ano e o teto dos empréstimos também, subindo para R$ 3 milhões. Em ambos os tamanhos de negócio, o tipo de lavoura decide o prazo para o pagamento, que varia de 12 a 14 meses.

A contratação do crédito pode ser feita pela internet ou presencialmente, conforme a preferência do cliente. Para tanto, foi feita uma análise de risco prévia relativa a 750 mil clientes, cujo crédito encontra-se pré-aprovado, segundo o banco.

Fonte: Correio Braziliense

Fundo responsável por agências do BB deve ser comprado, diz Safra

Publicado em: 24/01/2020


Os fundos imobiliários se apresentam como alternativa ao investimento tradicional em renda fixa diante da relação de risco e retorno diminuta. Dentro deste universo, o Safra listou recomendação de compra para o fundo imobiliário BB Progressivo (BBPO11).

O fundo imobiliário é responsável por gerenciar agências bancárias do Banco do Brasil (BBAS3), além do edifício sede do banco em Brasília.

2022

O portfólio é composto por aproximadamente 92,3% de imóveis e 7,7% em ativos financeiros.

Os contratos são 100% atípicos. Neste tipo de acordo, caso haja rescisão antecipada, o inquilino se compromete a pagar todos os aluguéis remanescentes.

Por fim, o vencimento de 100% dos contratos será em novembro de 2022.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil está mais rentável e ação tem potencial, diz Banco Safra

Publicado em: 18/09/2019


O Banco Safra reiterou a recomendação de compra para as ações do Banco do Brasil (BBAS3) após revisar as suas projeções para 2020, aponta um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (11).

“Continuamos confiantes na recuperação bem-sucedida dos bancos e na melhoria dos níveis de lucratividade, o que deve permitir que o banco continue entregando expansão de ROAE (Retorno Médio sobre a Ação) nos próximos anos e bom crescimento de lucros”, apontam os analistas Luis F. Azevedo e Silvio Dória.

Após colocar na conta os resultados do segundo trimestre de 2019 e novas premissas macroeconômicas, o novo preço-alvo sugerido para o final do ano que vem é de R$ 62 (de R$ 63,50).

“Ressaltamos também que a avaliação do Banco do Brasil ainda possui um grande desconto em relação aos demais bancos listados (privados), embora a diferença de rentabilidade esteja diminuindo”, apontam.

Segundo Azevedo e Dória, a estatal tem melhorado os níveis de resultados e rentabilidade, que vêm ocorrendo desde 2017, como resultado de uma estratégia focada na rentabilidade, em vez de uma com foco em ganhar participação de mercado.

Fonte: Money Times

Mercado vê maior atuação de bancos comerciais no financiamento da safra

Publicado em: 01/05/2019


O mercado acredita que os bancos comerciais podem ganhar participação no financiamento agrícola na próxima safra, preenchendo a possível lacuna deixada pelas instituições públicas. O movimento deve ocorrer em meio ao discurso de aperto dos subsídios do governo federal.“O Banco do Brasil vem reduzindo sua relevância no setor e as linhas do BNDES secaram. A mudança na taxa básica de juros torna o financiamento privado mais acessível”, declarou o diretor de agronegócios do Santander Brasil, Carlos Aguiar, nesta segunda-feira (29).

O executivo conta que a carteira de crédito rural do banco cresceu 30% ao ano, em média, nos últimos quatro anos, e a meta é atingir R$ 21 bilhões em 2019. “O crédito rural acabou em outubro do ano passado, por uma questão de falta de recursos. Abrimos uma carteira livre e nunca tivemos tanta procura. O setor segue pujante.”

Aguiar explicou que o Banco do Brasil reduziu sua participação de 65% para 61% no setor em 2018. “Com mais bancos privados, aumenta a competição e, consequentemente, se reduz o spread bancário”, avalia o executivo.

O Santander anunciou a criação de uma linha de crédito para compra de máquinas e equipamentos com prazo de pagamento de até sete anos. “Há dinheiro para o longo prazo no Brasil. Nunca tivemos taxas de juros em um nível tão baixo como 9% anuais para sete anos. É uma solução para um período sem a presença do BNDES”, disse o executivo.

A ideia é oferecer condições diferenciadas, como parcelamento semestral ou anual. “Dessa forma, as parcelas casam com a safra e com o fluxo de caixa do produtor, o que diminui o risco de inadimplência’, disse Aguiar.

No agronegócio brasileiro, o Santander estima 5,9% de market share e, entre os bancos privados que atuam no setor, cerca de 20%.O executivo da cooperativa Sicredi, Manfred Dasenbrock, avalia que as mudanças sinalizadas pela equipe de Jair Bolsonaro acerca de uma redução da participação do governo no financiamento rural deve atingir mais grandes produtores e a agroindústria. “Para o nosso público, que é o produtor familiar, as políticas tendem a se manter”, assinala.

A cooperativa irá ofertar cerca de R$ 550 milhões em financiamento na Agrishow, maior feira do setor na América Latina, que acontece nesta semana. Em 2018, foram R$ 100 milhões. Em relação aos recursos para a safra 2019/20, a Sicredi aguarda a definição do próximo Plano Safra, que será divulgado em 12 de junho.

Dasenbrock acredita que, em função da inflação sob controle e juros baixos, além da expectativa de reformas e maior estabilidade cambial, o ano será positivo. “Nossa perspectiva é que nosso patrimônio líquido cresça de 15% a 20% em 2019”, pontua.Na safra 2018/19, o sistema Sicredi registrou avanço de 42% nos limites operacionais em relação a igual período anterior, junto ao BNDES, totalizando R$ 4,3 bilhões.

Recursos extras

Durante a cerimônia de abertura da Agrishow, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, anunciou que R$ 500 milhões extras serão liberados para o programa de modernização da frota, o Moderfrota. Desta forma, o programa irá totalizar mais de R$ 8 bilhões.A ministra admitiu que o valor, válido até junho, é pouco. Aguiar vê da mesma forma. “Em minha opinião, essa quantia não dura até o fim da tarde de hoje”, diz o executivo.

Ainda durante o evento, Bolsonaro pediu, em tom de brincadeira, para que o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, reduzisse os juros para o fomento ao crédito rural. “Apelo, Rubem [Novaes], para seu coração e patriotismo, que esses juros caiam um pouco mais”, afirmou.

A “brincadeira” impactou as ações do banco, que chegaram a recuar 1,8% nesta segunda-feira, mas se recuperaram ao longo do dia.Atualmente, o Banco do Brasil encontra-se em período de silêncio, em função da proximidade da divulgação do próximo balanço financeiro. Bolsonaro ainda declarou que a instituição terá R$ 1 bilhão em recursos para financiamento durante a feira, que termina na próxima sexta-feira.

Fonte: Jornal DCI

Desembolso do BB para safra 2018/19 cresce 20% entre julho e outubro, diz VP

Publicado em: 22/11/2018


Os desembolsos do Banco do Brasil em crédito para a safra 2018/19 cresceram 20 por centro entre julho e outubro deste ano na comparação com igual período de 2017, em meio a um “cenário positivo de produção e preço”, disse nesta terça-feira o vice-presidente de Agronegócios da instituição, Tarcísio Hübner.

“A demanda por recursos está forte. Temos visto um desembolso significativo”, afirmou ele no intervalo de evento do setor em São Paulo, destacando que mesmo adversidades como tabelamento de fretes e tensões comerciais no exterior não têm reduzido o ânimo dos agricultores.

Líder em crédito rural no país, o Banco do Brasil está oferecendo neste ano cerca de 103 bilhões de reais em linhas de custeio e investimento de safra, disse o executivo.

Segundo Hübner, o apetite dos produtores está forte por recursos voltados à tecnologia e ampliação de áreas, principalmente de soja.

Maior exportador global da oleaginosa, o Brasil está plantando um recorde de mais de 36 milhões de hectares com a commodity neste ano, conforme dados do governo.

A semeadura avançada, já praticamente encerrada em Mato Grosso, o maior produtor nacional, melhora o cenário para a segunda safra, a safrinha, colhida em meados do próximo ano e composta principalmente por milho, avaliou Hübner.

O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil comentou ainda que a demanda também está aquecida pelo Moderfrota, financiamento para aquisição de tratores, colheitadeiras, plantadeiras, dentre outros equipamentos. Ele não descartou uma eventual falta de recursos dessa linha até o fim do Plano Safra 2018/19, em 30 de junho de 2019.

Fonte: Terra

Banco do Brasil vê queda pequena dos juros em 2018/19

Publicado em: 04/05/2018


O Banco do Brasil já dá como certa mais uma redução, porém “pequena”, das taxas de juros dos financiamentos ao agronegócio no próximo Plano Safra (2018/19), que está em gestação no governo e deverá ser lançado em junho, para entrar em vigor em 1o de julho.

“O mercado já precificou que deverá haver uma ligeira alta da Selic [taxa básica de juros, hoje em 6,5% ao ano] no ano que vem. Assim, nossa percepção é que a redução das taxas de juros do crédito rural [no Plano Safra 2018/19] será pequena, em torno de 1 a 2 pontos percentuais”, afirmou ao Valor o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hubner.

Se confirmado o cenário, a taxa em operações de custeio agropecuário com juros controlados, as mais realizadas pelos produtores rurais, cairia, na melhor das hipóteses, também para 6,5% ao ano – atualmente os juros nessa frente são de 8,5%. E ficaria em até 5,5% no caso de linhas de investimento como as do Programa de Construção de Armazéns (PCA) ou o Moderfrota (máquinas agrícolas).

A “banda” de redução de juros do Plano Safra prevista pelo BB não agrada ao setor de agronegócios. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e outras importantes entidades que representam produtores do país defendem uma queda de pelo menos 3 pontos percentuais.

O BB sabe, no entanto, que o Ministério da Fazenda e o Banco Central não chegarão tão longe, como já indicaram as primeiras negociações no governo em torno do próximo Plano Safra. O argumento da equipe econômica é que o teto dos gastos públicos e o orçamento federal apertado impõem limites a qualquer expansão de subsídios.

“Com a Selic no baixo patamar em que está, não faz sentido o governo ter uma despesa elevada com a equalização dos juros do crédito rural. É um desafio para a gente, mas o mercado vai se ajustando, e o BB vem se preparando para isso”, afirma Hubner.

“Produtores já vêm usando cada vez mais recursos próprios ou fazendo mais trocas de insumos [barter] para se financiar, e isso tem acontecido em uma velocidade maior”, observa o executivo.

Mas a instituição ainda tem vantagens para operar com juros controlados. Analistas lembram que o BB é historicamente beneficiado pois a fonte de recursos que o Tesouro Nacional de fato equaliza é a poupança rural, na qual 90% das captações são feitas pelo banco.

Isso não impediu, porém, que na safra 2016/17 o Banco do Brasil perdesse participação nos desembolsos de crédito rural de forma expressiva. Naquela temporada, o BB viu seus próprios desembolsos a produtores e agroindústrias diminuírem quase 20%, ao mesmo tempo em que bancos privados ganharam terreno.

Nesta temporada 2017/18, a instituição está recuperando o terreno perdido, mas muito em função de contar com a maior carteira de poupança rural do país. O montante total de financiamentos agrícolas liberado pelo BB aumentou 15% nos nove primeiros meses da safra e alcançou R$ 64 bilhões.

Mas, de acordo com Hubner, o banco também se estruturou para ampliar as operações com juros livres, quando os recursos empregados nos financiamentos — Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), por exemplo — não contam com subsídios públicos e as operações costumam ter taxas de juros mais elevadas que a Selic.

Nesse casos, o banco vem conseguindo realizar operações com taxas de juros entre 7,5% e 8,5% ao ano, a depender da classificação de risco do produto – ou seja, em alguns casos os juros livres podem ser até menores que os controlados. A maior parte desses empréstimos é tomada por grandes produtores e agroindústrias, justamente os clientes que costumam estar no centro das atenções de bancos privados como Bradesco, Itaú e Santander.

Do início do atual ano-safra 2017/18, em julho do ano passado, até 11 de abril, houve forte expansão nos desembolsos de crédito rural com recursos livres – o incremento foi de 151% em relação a igual período do ciclo anterior, para R$ 8,6 bilhões.

Somando-se operações de juros controlados e livres, o BB vem mantendo sua histórica liderança no segmento de crédito rural. Para o crescimento de 15% do montante total já liberado pelo banco em 2017/18, destacam-se os incrementos de 25,8% dos financiamentos para investimentos, que somaram R$ 13 bilhões, e de 80% nas operações de comercialização, que atingiram R$ 9 bilhões.

Fonte: Beef Point

Crédito: Banco do Brasil deve liberar R$ 12 bi em fevereiro

Publicado em: 18/01/2018


Segundo executivo do banco, montante será destinado ao pré-custeio da safra 2018/2019.

O Banco do Brasil (BB), líder na oferta de crédito rural no Brasil com cerca de 66% do total, vai liberar em meados de fevereiro cerca de R$ 12 bilhões para pré-custeio da safra 2018/2019, disse ao Broadcast Agro, o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hubner. “Nossa expectativa é oferecer um valor um pouco acima do anunciado no ano passado, que foi de R$ 12 bilhões. Estamos nos organizando para isso”, informou Hubner.

Caso haja maior demanda, o banco considerará “eventualmente liberar mais do que o anunciado”, segundo Hubner. Ele admite a possibilidade porque as margens de lucro dos produtores estão apertadas e eles tendem a buscar mais as linhas de pré-custeio para adquirir os insumos. O que determinará o apetite pelos recursos, no entanto, será o andamento da colheita, na avaliação do executivo.

“Os trabalhos começaram em alguns lugares, mas se intensificam a partir do meio de fevereiro. Dependendo da produtividade no campo, o produtor aproveitará oportunidades no mercado para adquirir insumos neste período de frete de retorno mais barato”, explicou Hubner, referindo-se aos preços mais baixos pagos pelo transporte de insumos agrícolas dos portos aos centros produtores nesta época, aproveitando os caminhões que levaram a soja para os portos.

Ele destacou que, se o clima contribuir para o desenvolvimento das lavouras, o Brasil colherá sua segunda maior safra de grãos – prevista pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 227,9 milhões de toneladas, atrás da do ano passado, que foi recorde, com 237,7 milhões de t. “A previsão é de que o agronegócio será alavancado e haverá necessidade de recursos, de diversas fontes”. O valor liberado para pré-custeio, acrescentou Hubner, deve ser o maior já liberado pelo BB.

A escolha da data de anúncio está atrelada à redução do prazo de amortização do débito de pré-custeio de 18 para 14 meses, que vigora desde 1º de julho do ano passado. “Quem contratar os recursos em fevereiro terá de pagar até, no máximo, em abril do ano que vem”, reforça Hubner. Em abril, boa parte da colheita de soja costuma estar concluída no país, dando condições aos produtores rurais para quitar dívidas. O prazo menor não deve desestimular a tomada de recursos, na avaliação do executivo do BB. “No momento em que os agricultores negociarem sua safra, pagarão a dívida de pré-custeio e já poderão contratar outras linhas.”

O montante pode vir a ser tomado ainda com o intuito de comprar parte dos insumos para a safrinha deste ano. As indústrias de defensivos e fertilizantes vêm reportando atraso nas vendas para a cultura, decorrente da decisão dos agricultores de postergar a comercialização dos grãos na expectativa de que os preços no mercado interno subam. Hubner relatou ser natural também que parte do pré-custeio seja tomado para complementar a aquisição de insumos para a segunda safra de trigo, o giro da pecuária e lavouras de cana-de-açúcar. “Os ciclos não são mais tão definidos e a demanda por recursos tem sido diluída ao longo do ano”, argumentou.

Carteira – Hubner não informou, entretanto, qual é a meta do BB para sua carteira de crédito rural em 2018, mas disse acreditar “muito no crescimento da oferta de crédito de modo geral”. “O Caffarelli (Paulo Caffarelli, presidente do BB) falou recentemente dessa maior demanda por crédito por todos os setores.”

Hubner espera maior demanda, ao longo do ano, por recursos para investimentos em armazenagem, irrigação, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), instalações para produção de energia solar e, principalmente, máquinas e implementos agrícolas.

 

Fonte: Portal BDO

Banco do Brasil prorroga o custeio da safra 2016/2017 de arroz

Publicado em: 29/09/2017


O Banco do Brasil prorrogou os pagamentos do custeio do arroz da safra 2016/2017. Os produtores vão ter a opção de dividir o valor total em três parcelas, que devem ser pagas em novembro, dezembro e janeiro. Segundo o presidente da Federação das Associações dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul, Henrique Dornelles, a produção da safra passada foi maior que o esperado e isso pressionou os preços pagos pela saca.

Fonte: Canal Rural

BB anuncia queda nos juros para financiamento da próxima safra

Publicado em: 27/07/2017


O Plano Safra 2017/2018 foi apresentado pelo gerente da agência de Jales do Banco do Brasil, Marcelo de Freitas Silva para um grupo de convidados na sede da AABB. Ele destacou que este ano o banco tem mais de R$ 103 bilhões de recursos para investir na agricultura e pecuária, sendo que a novidade é a redução nas taxas de juros.

Para a agricultura familiar o juro continua na casa de 2,5% ao ano para algumas culturas, sendo que o normal é 5,5%, mas para o médio agricultor caiu de 8,5% para 7,5% tanto para custeio quanto para investimento e para os grandes caiu de 9,5% para 8,5%.

No caso da agricultura familiar, uma novidade é a aquisição de bezerros que pode ser feita para recria e engorda com prazo de pagamento para dois anos direto.

O Inovagro – Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária teve uma queda maior no juro anual que foi reduzido de 8,5% para 6,5%. Para o ABC – Agricultura de Baixo Carbono, o juro também caiu, passando de 9% para 8%.

A queda nos juros, ao contrário dos anos anteriores que vinha aumentando, já era esperada pelos agricultores e pecuaristas que aguardavam essa redução para incrementarem sua produção, como afirmou o gerente.

O Banco do Brasil informa que dos R$ 103 bilhões, R$ 11,5 bilhões serão destinados para as empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões em crédito rural aos produtores e cooperativas. Do montante, R$ 72,1 bilhões serão direcionados para operações de custeio e comercialização e R$ 19,4 bilhões para créditos de investimento agropecuário.

Fonte: Jornal de Jales

Banco do Brasil anuncia R$ 103 bilhões para a safra 2017 e 2018

Publicado em: 13/07/2017


O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira (11) R$ 103 bilhões para o Plano Safra 2017/2018. Desse total, R$ 11,5 bilhões serão destinados para as empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões serão emprestados a produtores e cooperativas.
Segundo informou o Banco do Brasil, o montante que financiará a produção agrícola terá uma redução de 1 ponto percentual nas taxas de juros das linhas de custeio, investimentos e comercialização da agricultura empresarial.
O Banco do Brasil também destinará parte dos recursos para o financiamento da agricultura familiar: R$ 14,6 bilhões serão destinados ao programa com taxa de juros que variam de 2,5% a 5,5% ao ano.
O anúncio foi feito em uma cerimônia com a presença do presidente Michel Temer e dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e da Agricultura, Blairo Maggi.
Durante o evento, o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou que o valor que o banco destinou para a próxima safra é 30% maior do que o da safra 2016/2017, quando o Banco do Brasil liberou R$ 72 bilhões para o financiamento da produção agrícola.
Segundo informou o Banco do Brasil, o recurso que financiará a produção agrícola terá uma redução de 1 ponto percentual nas taxas de juros das linhas de custeio, investimentos e comercialização da agricultura empresarial.
O Banco do Brasil também destinará parte dos recursos para o financiamento da agricultura familiar. R$ 14,6 bilhões serão destinados ao programa com taxa de juros que variam de 2,5% a 5,5% ao ano.
A linha de financiamento do Banco do Brasil já está disponível para os agricultores desde o dia 3 de julho, início da safra 2017/2018.
Durante seu discurso, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ampliou a previsão da safra de 2017/2018 de 230 milhões de toneladas para 237 milhões de toneladas.
Maggi usou seu discurso para elogiar o governo de Michel Temer. “Quero agradecer o presidente Michel Temer pela liberdade que ele tem dado a mim e ao Ministério da Agricultura para fazer a agricultura andar”, disse. E ao final do discurso, Maggi pediu palmas para o presidente Michel Temer.
Fonte: Portal G1

BNDES assina acordo com bancos para compartilhar garantias

Publicado em: 29/06/2017


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fechou acordo com os principais bancos públicos e privados do país para compartilhamento de garantias nos financiamentos de projetos de infraestrutura. Entre os bancos estão a Caixa Econômica Federal (Caixa), o Banco do Brasil, o Itaú, o Santander, o Safra, entre outros.Segundo o BNDES, o modelo acordado é inédito nos contratos firmados pela instituição. A expectativa é que o acordo permitirá reduzir custos nas operações de longo prazo. O acordo prevê que os bancos que oferecerem fianças equivalentes a, pelo menos, 40% do total do financiamento, terão direito a compartilhar garantias com o BNDES.

O novo modelo já vai vigorar para empréstimos que forem concedidos aos grupos vencedores dos leilões de aeroportos de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis, realizados em março, e os de rodovias paulistas. Valerá ainda para os chamados empréstimos sindicalizados, os concedidos por um sindicato de bancos.

O BNDES informou que a instituição financeira que tiver participação relevante no projeto, individualmente, correspondente a um mínimo de 20%, também terá acesso às garantias.

Na avaliação do diretor das áreas de Crédito, Financeira e Internacional do BNDES, Claudio Coutinho, “o compartilhamento de garantias proporcionará a melhor alocação de riscos dos projetos de infraestrutura, aumentando a previsibilidade para os fiadores, potencialmente reduzindo custos”. Segundo ele, as regras valerão, em especial, para a etapa de maior risco, que antecede a conclusão das obras de um projeto.

Fonte: Jornal do Brasil

BB recebe mais de R$ 50 milhões em propostas para próxima safra

Publicado em: 08/02/2017


Em 15 dias, o Banco do Brasil recebeu mais de mil propostas, com potencial de R$ 548 milhões em negócios; desses, R$ 59 milhões foram de produtores de Mato Grosso. O Banco anunciou no final do mês passado, que poderá liberar até R$ 3 bilhões para o pré-custeio da safra 17/18 no Estado. Se o montante se confirmar, o valor corresponderá a um aumento de 114% em relação aos recursos liberados no ano passado, para o pré-custeio do atual ciclo.

De acordo com entidades que representam os produtores, como Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), tomando os recursos nesses primeiros dias após a liberação dos recursos, o agricultor conta com a possibilidade de antecipar a aquisição de insumos e se livra do pico de compras.

Como aponta o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a antecipação é favorável, pois a movimentação de compras para nova safra já é observada pelo Estado. De acordo com os dados do órgão, o custo total da safra 17-18, até o final de janeiro, estava estimado em R$ 3.564,81/ha, valor 3,3% inferior ao da safra 16-17.

Fonte: MT Agora

Banco disponibiliza R$ 750 milhões para apoio à comercialização de trigo

Publicado em: 06/01/2017


O Banco do Brasil disponibiliza R$ 750 milhões para financiamentos de aquisição e estocagem de trigo, para atender produtores rurais, cooperativas e agroindústrias que beneficiam ou industrializam o produto. Os recursos estarão disponíveis até o final do Plano Safra.

A medida contribui para o escoamento da safra, permitindo aos produtores rurais melhores condições para o planejamento da venda da produção e apoiando o processo de compra pelas agroindústrias, com reflexos positivos no preço de mercado e nos estoques.

Estão disponíveis financiamentos com taxas controladas do crédito rural, de 9,5% a.a. para os produtores rurais e cooperativas enquadrados na linha FEPM (Financiamento para Estocagem de Produtos Agropecuários) e de 11,25% a.a. para as agroindústrias beneficiárias da linha FGPP (Financiamento para Garantia de Preço ao Produtor).

O teto de financiamento com recursos controlados no ano agrícola é de até R$ 4,5 milhões por produtor. No caso de agroindústrias é de 50% da capacidade anual de beneficiamento e industrialização da empresa, limitado a R$ 40 milhões, quando se tratar de unidades de beneficiamento e industrialização não vinculadas a cooperativas de produtores rurais.

A oferta de recursos reafirma o compromisso do Banco do Brasil em apoiar a cadeia produtiva do trigo e o agronegócio brasileiro, contribuindo para o fortalecimento dos produtores e a dinamização do mercado.

Os recursos estão disponíveis nas agências do BB. Caso ocorra necessidade de suplementação de recursos, o BB alocará valores adicionais para atender a demanda de crédito.

Fonte: Banco do Brasil

Crescem os desembolsos de crédito rural na safra 2016/2017

Publicado em: 26/12/2016


Os desembolsos totais de crédito rural parecem ter finalmente engatado uma marcha de recuperação mais consolidada nesta safra 2016/17, que teve início em julho. Em novembro, cresceram 9,4% em relação ao mesmo mês do ano passado e alcançaram R$ 15.1 bilhões, conforme dados do Banco Central. O salto embutiu um importante impulso nos financiamentos tomados com juros livres, que aumentaram 42% na comparação, para R$ 2 bilhões. Essa tem sido uma opção mais recorrente de médios e grandes produtores e, apesar de mais cara, envolve recursos próprios captados pelos bancos e não incluem subsídios públicos.

Quem mais opera com taxas livres são os bancos privados, que também seguiram ampliando suas carteiras de crédito rural em novembro. Concederam R$ 4.7 bilhões no mês – 46,8% mais que em novembro de 2015. E os financiamentos a juros livres foram puxados pelas Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), que irrigaram o setor com R$ 1.3 bilhão, mais que o dobro que em novembro de 2015.

As LCAs são títulos financeiros isentos de imposto de renda, cujas captações são destinadas a operações de crédito rural geralmente a taxas livres. Na atual temporada (2016/17), o governo resolveu estimulá-las ainda mais, criando uma modalidade de crédito com base nessas letras, que conta com taxas controladas de 12,75% ao ano. Somente para essa “novidade” já houve demanda de R$ 901.2 milhões em novembro.

No caso dos bancos públicos – nos quais se insere o Banco do Brasil, líder no segmento crédito rural no país -, os desembolsos alcançaram R$ 8.5 bilhões no mês passado, com queda de 2%. Só o BB amargou retração de 8%, para R$ 7 bilhões nos desembolsos em suas linhas. Mas, em contrapartida, havia comemorado boa demanda por crédito para o pré-custeio da safra no primeiro semestre deste ano, o que reduziu e distribuiu melhor a demanda por custeio no segmento agropecuário no início do ciclo atual.

A queda nas contratações junto aos bancos públicos em novembro é um reflexo claro desse melhor equilíbrio. Mas, de maneira geral, as contratações de crédito rural para custeio, incluindo todos os bancos, registraram crescimento da ordem de 1%, para R$ 8.6 bilhões. “Esse movimento do agronegócio pegando mais recursos livres é o que vai prevalecer na nova política agrícola. Já é a silhueta dos próximos Planos Safra do governo”, avalia o consultor Ademiro Vian, ex-diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Se, no geral, houve melhora nas contratações de financiamentos rurais em novembro, no acumulado dos primeiros cinco meses do ciclo 2016/17 (julho a novembro), o volume de crédito liberado ainda apresentou queda de 6,5% em relação ao mesmo período da temporada passada, para R$ 68.2 bilhões. Mas, mesmo assim, o volume de desembolsos com recursos a juros livres registrou aumento de 68% para R$ 10.6 bilhões.

Fonte: http://www.valor.com.br/agro/4811377/crescem-os-desembolsos-de-credito-rural

Taxa em bancos cai para 6,51%, segundo Procon

Publicado em: 02/12/2016


As taxas de empréstimo pessoal  atingiram 6,51% ao mês em novembro, ante 7,05% registrados em outubro. Os dados são de uma pesquisa da Fundação Procon-SP com o Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander.

Já em relação à taxa média do cheque especial, não houve alteração em nenhuma instituição pesquisada.

A cobrança ficou em 13,56% ao mês.

De acordo com o levantamento, o Santander tem a maior taxa para empréstimo pessoal (8,49% ao mês), seguido do Bradesco (6,67%), Itaú (6,43%), Safra (5,9%), Branco do Brasil (5,85%) e Caixa (5,7%).

No cheque especial, o Santader também tem a maior taxa (15,49%), seguido do Bradesco e Caixa (ambos com 13,55%), Itaú (13,14%), Banco do Brasil (13,04%) e Safra (12,60%). /Agência Brasil

Fonte: DCI