BB indica movimentações na diretoria executiva em linha com sua estratégia e política de sucessão

Publicado em: 09/04/2026

O Banco do Brasil informou no dia 27 de março, que foi encaminhada ao Conselho de Administração a indicação de movimentações em sua Diretoria Executiva, priorizando a rotação de executivos atualmente em exercício entre diferentes áreas da companhia. As indicações foram realizadas em estrita observância à Política Específica de Indicação e Sucessão e ao programa de formação de dirigentes, conduzido com o apoio de assessoria externa especializada, considerando o processo de aceleração digital do Banco, suas diretrizes estratégicas e de negócios, bem como a experiência, a qualificação e a capacidade técnica de seu corpo executivo.

“Esse movimento reforça o compromisso que firmamos com o mercado e com a sociedade para entregarmos, todos juntos, as nossas projeções financeiras para 2026. Temos o conforto e a segurança de contar no Banco com um programa robusto de formação e capacitação, que nos permite identificar perfis de liderança com alta capacidade de transitar e liderar áreas distintas, potencializando a construção de novas soluções e o crescimento sustentável dos nossos resultados”, destaca a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

“Nosso objetivo é garantir que os melhores talentos estejam posicionados em funções estratégicas aderentes a cada perfil para continuarmos promovendo eficiência, inovação e geração de valor para o BB e seus acionistas,” acrescenta Tarciana.

As movimentações estão sujeitas às aprovações nas esferas de governança competentes. Os indicados, bem como os atuais ocupantes das referidas posições, permanecerão no exercício regular de suas funções até a nova investidura dos dirigentes eleitos. Fatos adicionais considerados importantes serão prontamente divulgados ao mercado.

Abaixo, confira os detalhes das movimentações, em ordem alfabética:

Alan Carlos Guedes de Oliveira
Atua há mais de 25 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Gestão de Riscos e foi indicado para o cargo de Diretor de Crédito.

Bárbara dos Santos Lopes Freitas
Atua há mais de 25 anos no BB, ocupa desde abril de 2023 o cargo de Gerente Geral da Unidade Atendimento e Canais Físicos e Digitais e foi indicada para o cargo de Diretora de Soluções em Meios de Pagamentos e Serviços.

Bárbara Favero dos Santos Bosi
Atua há mais de 25 anos no BB, ocupa desde abril de 2024 o cargo de Gerente Executiva da Diretoria de Finanças e foi indicada para o cargo de Diretora de Finanças.

Bruno Alves do Nascimento
Atua há mais de 26 anos no BB, ocupa desde setembro de 2021 o cargo de Diretor de Tecnologia, Portfolio e IA na BB Seguridade e foi indicado para o cargo de Diretor de Operações.

Carlos Eduardo Guedes Pinto
Atua há mais de 26 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Suprimentos Infraestrutura e Patrimônio e foi indicado para o cargo de Diretor de Empreendedorismo Micro e Pequenas Empresas.

João Vagnes de Moura Silva
Atua há mais de 28 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Finanças e foi indicado para o cargo de Diretor de Gestão de Riscos.

Larissa da Silva Novais Vieira
Atua há mais de 25 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretora de Clientes Varejo PF e foi indicada para o cargo de Diretora de Marketing e Comunicação.

Marcelo Henrique Gomes da Silva
Atua há mais de 25 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Empreendedorismo Micro e Pequenas Empresas e foi indicado para o cargo de Diretor de Clientes Varejo PF.

Neudson Peres de Freitas
Atua há mais 26 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Operações e foi indicado para o cargo de Diretor de Estratégia e Organização.

Paula Sayão Carvalho Araújo
Atua há mais de 25 anos no BB, ocupa desde janeiro de 2021 o cargo de Diretora de Marketing e Comunicação e foi indicada para a área de Canais Físicos e Digitais do BB.

Pedro Bramont
Atua há mais de 17 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Soluções em Meios de Pagamentos e Serviços e foi indicado para o cargo de Diretor de Negócios Digitais.

Rodrigo Costa Vasconcelos
Atua há mais de 23 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Negócios Digitais e foi indicado para o cargo de Diretor de Controladoria.

Rosiane Barbosa Laviola
Atua há 27 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretora de Controladoria e foi indicada para o cargo de Diretora de Suprimentos Infraestrutura e Patrimônio.

Luciano Matarazzo Regno, que estava na Diretoria de Crédito, e Thiago Affonso Borsari, que estava na Diretoria de Estratégia e Organização, permanecerão no Conglomerado BB.

Fonte: Banco do Brasil

BB fortalece empreendedorismo feminino com apoio a 1,3 milhão de empresas lideradas por mulheres

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O Banco do Brasil reconhece o empreendedorismo feminino como um vetor estratégico para o crescimento econômico e a transformação social do país. Atualmente, o BB atende 1,3 milhão de empresas dirigidas por mulheres, o que representa cerca de 41% da base de clientes do varejo Pessoa Jurídica e 36% do saldo da carteira de crédito destinada a pequenos negócios.

Uma das principais alavancas dessa estratégia é o portal Mulheres no Topo, lançado em 2023, que integra crédito, capacitação e soluções de apoio à gestão, com foco em promover inclusão produtiva, autonomia financeira e desenvolvimento sustentável dos negócios liderados por mulheres em todo o país.

Desde o início dessas iniciativas, o Banco do Brasil já liberou mais de R$ 102 bilhões em recursos por meio de linhas de crédito para empresas lideradas por mulheres, reforçando seu compromisso histórico com a democratização do acesso ao crédito e o fortalecimento de micro e pequenas empresas.

De acordo com Gisele Pessoa, head de empréstimos e financiamentos PJ do BB, a diversidade, quando apoiada por tecnologia e inteligência analítica, se traduz em performance negocial. “Ao integrar soluções financeiras, inteligência digital e educação empreendedora, criamos um ambiente em que negócios liderados por mulheres conseguem tomar decisões melhores, crescer de forma sustentável e acessar novas oportunidades”, afirma.

Ela ressalta que a diversidade é central na estratégia corporativa do Banco do Brasil. “Quando ampliamos o acesso de mulheres ao crédito, à capacitação e à tecnologia, estamos fortalecendo empresas e as tornando mais resilientes, mais produtivas e com maior capacidade de crescimento. Os resultados mostram que inclusão bem estruturada gera valor econômico e impacto social ao mesmo tempo”, complementa.

“Com conjunto de soluções disponíveis para as empreendedoras, o Banco do Brasil reafirma seu papel como agente de desenvolvimento, promovendo inclusão financeira inteligente, democratização do acesso à tecnologia e equidade de gênero nos negócios, e contribuindo para o fortalecimento de micro e pequenas empresas lideradas por mulheres em todas as regiões do país”, afirma o diretor de empreendedorismo e MPE do BB, Marcelo Gomes.

Linhas de crédito voltadas para empreendedoras
Entre as principais soluções financeiras disponibilizadas pelo BB para negócios liderados por mulheres, destacam-se:

Giro Mulher Empreendedora
Linha de capital de giro com condições diferenciadas de prazo e carência, destinada a empresas com faturamento anual de até R$ 5 milhões, oferecendo maior flexibilidade financeira para o crescimento dos negócios.

Giro Mãe Empreendedora
Benefício que permite a prorrogação de até quatro parcelas do BB Capital de Giro Digital quando solicitado após o nascimento de um filho, garantindo maior fôlego financeiro em um momento sensível da vida da empreendedora.

FCO Mulher Empreendedora
Linha com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), que oferece condições especiais de prazo, carência e valor financiado para empreendimentos localizados em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Pronampe e Procred 360 Mulheres
Empresas com dirigentes mulheres podem contratar até 50% do faturamento bruto anual, com limite de até R$ 250 mil, de acordo com as regras específicas de cada programa.

As contratações estão sujeitas à política de crédito do Banco do Brasil. Informações detalhadas sobre condições, elegibilidade e orientações estão disponíveis no portal Mulheres no Topo, no site do BB e nas agências do banco.

Educação empreendedora e uso inteligente da tecnologia
Além do crédito, o Banco do Brasil entende que o crescimento sustentável dos negócios liderados por mulheres passa pela educação empreendedora, gestão financeira qualificada e uso estratégico da tecnologia.

Nesse contexto, o Painel PJ se destaca como uma plataforma digital, gratuita e integrada, que oferece uma visão completa e intuitiva da gestão financeira da empresa. Atualmente, 43% das empresas que utilizam o Painel PJ são lideradas por mulheres, evidenciando a aderência da solução a esse público.

De forma complementar, a ARI – Área de Recomendações Inteligentes transforma dados bancários e de mercado em insights práticos, apoiando decisões mais informadas e sustentáveis no dia a dia dos negócios.

O ecossistema do Mulheres no Topo também se conecta à Liga PJ, hub de educação empreendedora e financeira baseado em estratégia de marketing de conteúdo multicanal, com presença em redes sociais, newsletter e plataforma digital. A iniciativa oferece conteúdos gratuitos sobre gestão empresarial, além de temas como empoderamento, organização da rotina, definição de prioridades e redes de apoio.

Para empreendedoras que desejam acessar o mercado internacional, o BB disponibiliza ainda o programa Primeira Exportação – Mulheres no Mundo, voltado à capacitação de negócios liderados por mulheres interessadas em iniciar operações de exportação.

Fonte: Banco do Brasil

BB reforça consultoria e aposta em modelo híbrido para atender cliente

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Brasileiros buscam mais investimentos e crédito, e bancos viram espaço de consultoria financeira, diz Banco do Brasil. Na prática, a mudança aparece no balcão — ou na tela do celular. Enquanto parte dos brasileiros amplia investimentos e busca produtos mais sofisticados, outra recorre ao crédito ou tenta reorganizar as finanças. Esse movimento duplo, que vem ganhando força em 2026, já é percebido no dia a dia do Banco do Brasil (BBAS3), segundo executivas da instituição.

O E-Investidor participou da inauguração de um novo ponto de atendimento do banco em Belém (PA) e conversou com Larissa Novais, diretora de clientes pessoa física, e Barbara Freitas, gerente-geral da unidade de atendimento e canais físicos e digitais.

As duas executivas apontam que enquanto parte da base amplia investimentos e patrimônio, outra parcela busca reorganizar as finanças ou ter mais acesso ao crédito.

Demandas diferentes para perfis diferentes

De acordo com Novais, as necessidades variam bastante conforme o perfil de cliente. No segmento de maior renda, cresce o interesse por diversificação de investimentos e produtos mais sofisticados.

“Quando se olha para o segmento de mais alta renda, o estilo investidor, que é um que a gente está impulsionando bastante agora, observa uma parcela desses clientes buscando mais investimentos, como produtos offshore [ investimentos no exterior, que o BB oferece em contas e investimentos no exterior com BB Américas e BB Portugal]”, afirma.

Já entre clientes do varejo, que representam a base mais abrangente da pirâmide, o movimento recente foi outro. Segundo a executiva, houve aumento na procura por crédito, especialmente após iniciativas voltadas ao financiamento do trabalhador. “Quando implementamos o crédito do trabalhador, por exemplo, houve uma busca maior”, diz.

Essa diferença ajuda a explicar por que as instituições financeiras têm estruturado estratégias segmentadas. Enquanto investidores buscam orientação para gestão de patrimônio, clientes com menor renda tendem a procurar soluções ligadas a financiamento, reorganização de dívidas ou melhora do fluxo de caixa.

A agência virou espaço de consultoria

Outra mudança observada pelas executivas está na forma como os clientes usam os canais bancários. Operações simples migraram de vez para o digital, enquanto as agências passaram a ter um papel mais consultivo.

Barbara Freitas explica que cada canal hoje cumpre uma função específica na jornada do cliente. “Nos canais digitais, os clientes buscam muito o autosserviço, o atendimento de transações simples do dia a dia, com uma crescente cada vez maior de busca de negócios também no digital”, afirma.

Por outro lado, quando o assunto envolve decisões financeiras mais complexas (como investimentos, crédito estruturado ou planejamento patrimonial), o contato humano continua sendo valorizado.

“Quando falamos de canal presencial, as agências são cada vez mais vocacionadas para o negócio, para assessoria financeira. O cliente utiliza bastante o atendimento digital, mas. quando quer falar de operações mais estruturadas, valoriza muito o humano, o olho no olho”, diz Freitas.

Essa dinâmica ajuda a explicar o avanço de modelos híbridos de atendimento no sistema financeiro, que combinam aplicativos, chat, videochamadas e encontros presenciais.

Atendimento híbrido ganha espaço

Uma das apostas do banco é ampliar o uso de vídeoatendimento e agendamento digital. A proposta é permitir que especialistas atendam clientes de qualquer lugar do País, sem depender da presença física em uma agência.

Segundo Larissa Novais, o modelo ajuda a ampliar o acesso a especialistas, principalmente em temas como investimentos. “Quando a gente oferece um atendimento digital, pensa que um especialista em São Paulo que fala muito bem sobre investimento pode atender um cliente em outras cidades, como Belém. Você consegue atender às expectativas do cliente de forma mais completa mesmo sem ter todos os funcionários presencialmente”, explica.

Freitas acrescenta que o formato também ajuda a levar atendimento qualificado a regiões mais distantes.

“Eu posso ter uma equipe que atende clientes do País inteiro. Além da eficiência, isso traz maximização de negócios e encantamento do cliente”, afirma.

Segundo ela, a adesão dos brasileiros ao modelo tem sido positiva. “O brasileiro adora tecnologia nova. Essa é mais uma solução que está sendo adotada com bastante receptividade”, celebra Freitas.

Digital cresce, mas o relacionamento continua central

Apesar do avanço dos canais digitais e da concorrência com fintechs, as executivas avaliam que o diferencial dos bancos tradicionais continua sendo o relacionamento e a confiança construída com o cliente.

A diretora de clientes lembra que a instituição tem investido em tecnologia e aumentado o acesso digital, inclusive na abertura de contas.

“Só no último ano foram 3,7 milhões de clientes que abriram conta no digital em menos de cinco minutos [por usuário]”, afirma. Segundo Barbara Freitas, o banco já tem 35 milhões de clientes que utilizam canais digitais e chega a registrar cerca de 12 milhões de acessos ao aplicativo em um único dia.

Mesmo assim, ela ressalta que o atendimento humano continua relevante, principalmente em momentos decisivos da vida financeira. “Mesmo o cliente que é 100% digital, quando quer uma consultoria financeira ele busca alguém para apoiar, dar confiança naquele negócio”, diz.

Um retrato do momento financeiro do brasileiro

Na avaliação das executivas, as demandas que chegam aos bancos hoje refletem um momento de maior complexidade nas finanças pessoais. Parte dos brasileiros busca crédito ou reorganização financeira, enquanto outra parcela amplia investimentos e demanda assessoria especializada.

Para Barbara Freitas, esse cenário deve reforçar três tendências ao longo de 2026:

  • Expansão do digital;
  • Crescimento do atendimento assistido;
  • Maior busca por consultoria financeira.

“A questão da consultoria é uma grande tendência. Cada vez mais o cliente investidor quer discutir sua estratégia e receber orientações”, afirma.

O resultado, segundo ela, é uma transformação gradual no papel das instituições financeiras, como o Banco do Brasil, que passam a atuar menos como simples prestadoras de serviços bancários e mais como parceiras na gestão financeira dos clientes.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Sindicato cobra mais funcionários na agência Tiradentes Negreiros, do BB

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O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região realizou mais um protesto por mais funcionários em uma agência do Banco do Brasil. Desta vez, o ato foi na agência Tiradentes Negreiros, na zona leste, e ocorreu nessa terça-feira (7 de abril).

A agência funciona há muito tempo com uma equipe reduzida diante da demanda, o que gera longas filas, muito estresse de clientes e usuários, sobrecarga e adoecimento dos trabalhadores. “Já houve, inclusive, casos de conflitos e ameaças, em que a polícia teve de ser chamada. Ou seja, um caos, que prejudica a população e os trabalhadores”, conta o diretor do Sindicato João Maia, funcionários do Banco do Brasil.

“Muitos clientes dessa agência são idosos e aposentados, com dificuldade de mobilidade, e a agência não tem acessibilidade, o que é outro desrespeito”, acrescenta Maia.

O ato dessa terça e o protesto anterior – realizado em fevereiro, em uma unidade de Guaianases (zona leste) – têm em comum o fato de que a falta de funcionários suficientes para atender a população ocorre em bairros da periferia de São Paulo, onde já existe carência de agências bancárias e a população se vê obrigada a procurar serviços bancários em uma só unidade.

“Isso demonstra o descaso do banco com a população mais pobre. O Banco do Brasil falha em sua função social. O BB continua tratando funcionárias e funcionários com descaso e falta de empatia com a população”, critica Maia.

O dirigente destaca ainda que o Sindicato já cobrou do banco o reforço da equipe. “Já reivindicamos uma melhora do quadro, mas o banco não nos dá resposta e não toma providências para melhorar a situação para clientes e trabalhadores. Vamos continuar acompanhando a situação e cobrando”, diz.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Visa e Banco do Brasil testam compras feitas por agentes de IA

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Em um futuro bem próximo, não serão apenas CEOs que terão secretárias para resolver burocracias do dia a dia, como comprar passagens aéreas, flores para a esposa ou encomendar um terno para um evento especial. Até o próximo ano, é possível que qualquer consumidor tenha a sua própria assistente pessoal de compras, graças à inteligência artificial.

A Visa realizou a primeira transação via agentes de inteligência artificial do Brasil na quarta-feira, 11 de março. O teste foi feito em parceria com o Banco do Brasil, utilizando a plataforma Visa Intelligent Commerce (VIC). A perspectiva é que a tecnologia seja liberada para amplo uso já no segundo semestre.

O chamado “comércio agêntico”, aquele que ocorre quando agentes movidos por IA e não por pessoas conduzem o processo de compra, é o que está por trás do teste realizado pela Visa e pelo Banco do Brasil.

Na prática, o sistema permitiu que um agente de inteligência artificial executasse o pagamento utilizando um cartão BB Visa previamente habilitado, com autenticação, tokenização e controles de segurança apoiados pela infraestrutura global da Visa.

A novidade propõe uma mudança na lógica do e-commerce. Em vez de o consumidor navegar por sites e aplicativos, ele delega parte da jornada de compra a um agente de IA — sejam grandes LLMs, como ChatGPT, ou mesmo bots de lojas — que pode buscar produtos, comparar ofertas e concluir a transação dentro de parâmetros definidos pelo usuário.

“Você pode falar: procure uma passagem do Rio de Janeiro e, se encontrar por menos de R$ 300, pode comprar. O agente monitora e executa quando encontra a condição. É como ter uma secretária digital que faz a pesquisa e executa a compra”, afirma Leandro Garcia, diretor-executivo de produtos da Visa do Brasil, ao NeoFeed.

Além do Banco do Brasil, outros emissores brasileiros também participam dos testes da tecnologia. Se ganhar escala, o impacto pode ir além da experiência do consumidor. Para Garcia, o comércio agêntico também pode mudar a dinâmica de competição no varejo digital.

De acordo com ele, pequenos lojistas, que hoje têm dificuldade de aparecer nas primeiras posições das buscas, podem ganhar mais visibilidade quando a recomendação passa a ser feita por algoritmos. “Em vez de disputar a primeira página do buscador, as empresas vão disputar a preferência dos agentes de IA”, diz Garcia.

A Visa lançou globalmente o Visa Intelligent Commerce no ano passado e já realizou as primeiras transações desse tipo nos Estados Unidos e na Europa. Desde o fim de 2025, a companhia vinha trabalhando para antecipar a chegada da tecnologia ao mercado brasileiro.

Um dos desafios foi adaptar a solução às particularidades do sistema de pagamentos local, que combina diferentes modalidades — como crédito e débito — e exige controles adicionais.

“É um país desafiador. A gente precisa colocar uma lupa maior para garantir que todos os mecanismos de segurança e controle funcionem”, diz Garcia.

Além da infraestrutura de pagamentos, a companhia também desenvolveu um protocolo chamado Trust Agent Protocol, lançado globalmente em novembro, que permite identificar quando uma transação está sendo iniciada por um agente de IA certificado pela Visa. A ideia é dar mais transparência aos comerciantes e reduzir o risco de fraudes.

Outro foco da fase atual de testes é entender o comportamento tanto dos usuários quanto dos próprios agentes de IA. A preocupação é garantir que o sistema opere dentro dos padrões de segurança e evitar erros de interpretação ou decisões indevidas dos algoritmos.

Fonte: Neofeed

Banco do Brasil estuda alívio a produtores rurais por impacto da guerra

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O Banco do Brasil avalia novas medidas de alívio financeiro para produtores rurais afetados pela guerra no Irã, em um movimento que pode pressionar o balanço e reacender a necessidade de venda de ativos ou de um aumento de capital.

Uma das opções em discussão no banco estatal, maior financiador do agronegócio no país, é estender os prazos dos empréstimos, permitindo que os produtores adiem parte dos pagamentos para o fim dos contratos existentes, em vez de suspender as obrigações de forma integral, segundo uma pessoa com conhecimento do assunto que falou com a Bloomberg News.

No ano passado, o Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu evitar um aumento de capital quando a inadimplência em sua carteira de crédito agrícola disparou, forçando a renegociação de R$ 35,5 bilhões em dívidas de produtores afetados por secas, enchentes e outros eventos climáticos adversos.

A pressão sobre o balanço do banco diminuiu no fim do ano, com o aumento das receitas provenientes de crédito consignado privado, mas o risco de um aumento de capital ainda persiste, segundo três pessoas familiarizadas com a situação que falaram com a Bloomberg News.

O banco também avalia a venda de ativos para reforçar o capital, de acordo com três diferentes pessoas familiarizadas com o assunto.

As opções incluem mudanças no modelo de negócios de seguros e um possível IPO da sua unidade de cartões, a Elo.

O Banco do Brasil disse em um comunicado que não há “estudo e nem demanda que envolvam ações específicas para extensão de prazos por conta dos conflitos no Oriente Médio.”

O índice de inadimplência acima de 90 dias do banco subiu para 5,17% ao fim de 2025, ante 3,16% um ano antes, impulsionado principalmente pelas carteiras de agronegócio e cartões de crédito.

A inadimplência no setor rural atingiu 6,09%, com alta de 1,25 ponto percentual apenas no quarto trimestre, levando a maiores provisões.

No início deste ano, o Banco do Brasil solicitou ao Ministério da Fazenda o adiamento de pagamentos ao Tesouro. A instituição pediu para postergar R$ 1,8 bilhão devidos em 2026 e 2027 para 2029.

A CEO, Tarciana Medeiros, afirmou que a medida faz parte de um plano “prudencial” de gestão de capital.
Impacto da guerra

O Banco do Brasil avalia se as interrupções no transporte marítimo global — especialmente os riscos ao fluxo pelo Estreito de Ormuz — podem elevar os custos para exportadores brasileiros de commodities e eventualmente exigir medidas de alívio, segundo uma pessoa a par do assunto.

Executivos monitoram de perto as próximas 12 semanas como uma janela-chave para avaliar se o conflito irá afetar significativamente as rotas globais de comércio. Por ora, as exportações brasileiras seguem ocorrendo, embora o aumento nos preços do diesel já tenha elevado os custos de transporte.

Novas medidas de alívio poderiam ajudar Lula a reduzir tensões com o agronegócio antes das eleições, mas também podem reacender preocupações sobre o uso de bancos públicos para atingir objetivos de política econômica em detrimento da solidez do balanço. Todas as fontes falaram sob condição de anonimato devido à sensibilidade do tema.

O Banco do Brasil há muito atua como um instrumento-chave do governo para financiar o vasto setor agrícola brasileiro, que responde por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB).

Esse papel é especialmente relevante para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que historicamente enfrenta dificuldades para conquistar apoio do agronegócio e agora encara uma disputa eleitoral apertada contra o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O banco também enfrenta um ambiente operacional mais desafiador. Uma regra do Banco Central implementada no ano passado exige que os bancos constituam provisões antecipadas para perdas esperadas e deixem de reconhecer juros sobre créditos inadimplentes.

Embora o Banco do Brasil tradicionalmente seja mais conservador que seus pares, registrando provisões mais elevadas, essa postura foi relaxada mais recentemente na tentativa de sustentar a rentabilidade. A mudança regulatória agravou uma tendência mais ampla de aumento da inadimplência.

Fonte: Bloomberg Línea

BB lança Selo de Reconhecimento FGO e mira qualidade do crédito garantido

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O Banco do Brasil lançou no dia 1º de abril, durante a 11ª edição do Fórum do Desenvolvimento, o Selo de Reconhecimento FGO, um novo instrumento voltado a elevar o padrão de qualidade do crédito garantido no país. O lançamento ocorre na Arena do Banco do Brasil, em Brasília.

A iniciativa institui um modelo estruturado de avaliação, incentivo e padronização da atuação dos agentes financeiros que operam com o Fundo de Garantia de Operações (FGO).

Na prática, o selo introduz critérios objetivos para mensurar a qualidade das operações realizadas com garantia, induzindo melhoria contínua na atuação das instituições financeiras e fortalecendo a eficiência das políticas públicas associadas ao crédito. A certificação será concedida anualmente aos agentes que se destacarem na operacionalização do FGO, com base em indicadores que avaliam desempenho, qualidade das informações e aderência às diretrizes do programa.

A metodologia de avaliação está estruturada em quatro eixos principais: excelência operacional, compliance e governança, gestão de carteira e impacto em políticas públicas. Entre os critérios analisados estão a qualidade e a tempestividade no envio de dados, a conformidade com normas e auditorias, a capacidade de recuperação de operações e o alcance do crédito a públicos prioritários, como mulheres empreendedoras.

A apresentação da iniciativa integra a programação do Fórum do Desenvolvimento, encontro que reúne autoridades, especialistas e representantes do setor público e privado para discutir caminhos para o financiamento do desenvolvimento no país.

Fonte: Banco do Brasil

O que dizem os bancos líderes em ações movidas por clientes

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Procurados, bancos que lideram índice de ações judiciais movidas por clientes apresentaram explicações e, em alguns casos, questionaram a metodologia do estudo elaborado pela Faculdade de Direito da USP Ribeirão Preto.

Alguns atribuíram o volume de ações a fatores como a chamada “litigância abusiva” e a ausência de tentativa prévia de solução extrajudicial.

Agibank
“O Agibank esclarece que os processos judiciais mencionados representam cerca de 2% de sua base de clientes, patamar alinhado aos padrões de mercado e em trajetória de queda nos últimos trimestres.

A instituição acessou as mesmas bases utilizadas no estudo e identificou divergências relevantes em relação às informações apresentadas na reportagem.

Adicionalmente, cabe destacar que a metodologia adotada tende a penalizar instituições de menor porte, o que pode distorcer a análise comparativa entre os participantes do setor.”

Daycoval
“O Daycoval não possui visibilidade completa sobre os critérios metodológicos adotados no estudo quanto ao índice de litigância do sistema financeiro, incluindo a base considerada para o cálculo, e irá analisá-los após sua apresentação. O banco atua e monitora seus indicadores com base nos canais regulatórios, reputacionais e de defesa do consumidor, como BACEN, Susep, CVM e Procon, todos eles com sinalizações positivas. Esses dados são divulgados regularmente em seu relatório de ouvidoria, disponível no site www.daycoval.com.br.”

BMG
“O banco Bmg acompanha a litigiosidade no setor e destaca a importância de analisar não apenas o volume de ações, mas seu mérito e desfecho. Em 2025, alcançou êxito superior a 74%, refletindo atuação eficiente na resolução de conflitos. Também identifica práticas de litigância predatória que distorcem indicadores. Cerca de 70% dos clientes recorrem diretamente ao Judiciário sem usar canais de atendimento, reforçando a necessidade de análises mais amplas. A instituição informa, ainda, que investe na prevenção de conflitos e na resolução administrativa para reduzir a judicialização e garantir respostas ágeis, mantendo diálogo aberto e permanente com os órgãos de defesa do consumidor e com seus canais oficiais de atendimento à disposição.”

BTG Pactual/Pan
“O Pan [incorporado pelo BTG] investe continuamente em soluções para o aperfeiçoamento de suas operações e apoia as ações dedicadas à redução do alto volume de processos que chega ao Poder Judiciário, como as iniciativas para o combate à litigância fraudulenta e as dedicadas à solução consensual de conflitos, a exemplo do Programa Amigos da Justiça do TJSP, do qual o Banco participa.”

Safra
Não respondeu até o momento de publicação.

Mercantil do Brasil
“O Banco Mercantil informa que adota políticas e normas em total conformidade com as legislações vigentes do Banco Central do Brasil e do Código de Defesa do Consumidor. Para o Mercantil, mitigar quaisquer tipos de reclamações e manter uma relação de transparência com seus clientes são prioridades. O Banco reitera seu compromisso com a melhoria contínua e se mantém à disposição dos clientes e órgãos de defesa do consumidor em seus canais oficiais.

Bradesco
Afirmou que não irá comentar.

Votorantim
“Em atenção à publicação que mencionou o banco BV como um dos dez maiores litigantes do país, cumpre esclarecer que a informação não corresponde à realidade desta instituição financeira.

Segundo dados oficiais do Banco Central do Brasil, o Banco BV ocupa a 34ª posição no ranking secundário de reclamações, com uma carteira de aproximadamente 9 milhões de clientes.

Para que o BV apresentasse um índice de litigância de 783 ações por 100 mil clientes, seria necessária a entrada de cerca de 70 mil novas ações por mês. Tal cenário não reflete a realidade vivenciada pelo Banco.

O banco BV reafirma seu compromisso com a transparência, o respeito aos seus clientes e a observância das normas regulatórias, reiterando que os números apresentados não guardam relação com a realidade da instituição.”

Banco do Brasil
“O Banco do Brasil mantém compromisso permanente com o relacionamento próximo e a excelência no atendimento aos seus clientes, além de adotar uma política consistente de estímulo à solução consensual de conflitos e à desjudicialização das relações, inclusive por meio de convênios com os principais Tribunais do País, como o STJ e o TST.

Em um contexto de elevada judicialização e de crescimento da litigância abusiva, que impacta especialmente as instituições financeiras, o BB apoia medidas que reforçam a racionalidade do sistema e o incentivo à tentativa prévia de solução extrajudicial, contribuindo para maior eficiência do Judiciário e relações de consumo mais equilibradas.”

Santander
“O Santander entende que o alto volume de ações judiciais está relacionado a três fatores principais. Um deles é a advocacia predatória, ou seja, a utilização contumaz e massiva do sistema judiciário para propor processos temerários ou fraudulentos.

Outro é a ausência de tentativas de conciliação ou mediação, antes do acionamento da Justiça. E o terceiro ponto é a concessão indiscriminada e pouco criteriosa dos benefícios da justiça gratuita, sem a devida comprovação documental da situação de pobreza ou de vulnerabilidade do litigante.”

Banpará
Não respondeu até o momento de publicação.

PicPay
Afirmou que não irá comentar.

Pine
“O Banco Pine informa que não teve acesso à íntegra do conteúdo nem ao relatório analítico do estudo denominado “Índice de Litigância do Sistema Financeiro: Instrumento para Identificação e Controle das Condutas dos Bancos”. Entretanto, esclarece que adota as melhores práticas de mercado e está aderente à legislação e às regulamentações vigentes.

Esclarece ainda que o alto volume de ações também está relacionado à ‘litigância abusiva’, em razão das elevadas taxas de êxito no julgamento das ações pelos bancos. Por fim, destaca que o Banco Pine atua permanentemente para mitigar o ingresso de ações cíveis e reduzir os litígios judiciais.”

C6
“Nossa posição no ranking reflete um modelo de atendimento ao cliente que prioriza a resolução dos casos nos nossos canais internos, com uso de tecnologia e eficiência operacional, o que reduz a judicialização. De qualquer forma, vale destacar que uma parcela relevante do nosso estoque de ações judiciais corresponde a litigância abusiva, um desafio de todo o mercado.”

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Kleuvânio Dias de Souza toma posse como novo presidente do Economus

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Desde o último dia 1º de abril, o Economus tem como presidente Kleuvânio Dias de Souza. O executivo teve a indicação homologada pelo Conselho Deliberativo do Instituto e já tomou posse do cargo.

Funcionário de carreira do Banco do Brasil, Kleuvânio ingressou na instituição na década de 1990 e construiu trajetória sólida, com atuação como gestor responsável por negociações com entes públicos, Gerente de Soluções e Gerente Geral de Unidade Estratégica, além de Diretor Executivo do BB Banco de Investimentos (BB-BI). Antes de assumir a presidência do Economus, exercia atividades na Unidade Estratégica de Cobrança e Recuperação de Créditos no BB.

“Estou convicto de que encontrarei uma equipe capacitada e comprometida em entregar o melhor ao participante, venho com o intuito de ajudar nesse trabalho, contribuindo para a evolução do Instituto”, ressalta Kleuvânio.

Graduado em administração de empresas e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos; Planejamento e Gestão Estratégica; Gestão de Negócios Inovadores; Ciência de Dados e Inteligência Artificial; e Direito Imobiliário. Também possui curso de Conselheiro de Administração pelo IBGC.

Eleições Economus 2026

Entre os dias 16 de abril e 7 de maio, o Economus tem as Eleições 2026 para definir seus novos membros do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal. A votação poderá ser feita exclusivamente em ambiente eletrônico, por meio de link, no qual o eleitor registrará seus votos nos candidatos habilitados. Nestas eleições serão escolhidos um representante para o Conselho Deliberativo e um para o Conselho Fiscal, mais os respectivos suplentes.

O Conselho Deliberativo é o órgão de decisão e orientação superior do Economus, responsável pelas principais decisões que impactam o presente e o futuro dos Participantes e Assistidos. Estabelece as diretrizes e normas gerais para organização e administração, bem como para os planos de benefícios e saúde. É composto por 6 (seis) membros titulares e 6 (seis) membros suplentes, nomeados, paritariamente, entre os participantes dos planos previdenciários (por meio de eleição direta) e representantes do Patrocinador, Banco do Brasil.

O Conselho Fiscal é o órgão de controle interno do Economus, responsável por zelar pela gestão econômico-financeira e o cumprimento das regras de governança. Emite pareceres sobre o balanço, aponta deficiências, avalia adequação de hipóteses atuariais e execução orçamentária, entre outras atribuições. É integrado por, no máximo, 4 (quatro) membros titulares e 4 (quatro) membros suplentes, escolhidos, paritariamente, entre os participantes dos planos previdenciários (por meio de eleição direta) e representantes do Patrocinador, Banco do Brasil.

Confira abaixo a relação final de candidatos habilitados para o Processo Eleitoral – 2026:

Conselho Deliberativo
Edson Soares de Siqueira
Fábio Riberi Punsuvo
Lucas Passos de Lima

Conselho Fiscal
Américo Antonio Cosentino
Rodrigo Franco Leite

Fonte: Economus

Previ publica seu Relatório Anual 2025 para associados e stakeholders

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A Previ mais uma vez antecipou em um mês o prazo legal e publicou o Relatório Anual de Informações de 2025. Voltado aos associados e demais públicos de relacionamento, o Relatório aborda aspectos mais gerais do funcionamento da Entidade, como sua estrutura de governança e modelo de negócios, passando pelos direcionadores estratégicos e a gestão de investimentos e riscos, até chegar nos resultados e destaques de 2025 de todos os planos geridos pela Previ.

Na sequência, está a seção dedicada aos públicos impactados por esses resultados, que inclui as iniciativas ligadas aos associados, colaboradores e demais partes interessadas. Com foco em transparência, o Relatório Anual da Previ integra as informações financeiras com os aspectos ambientais, sociais, de governança e integridade (ASGI), incluindo um anexo de indicadores de sustentabilidade reportados de acordo com metodologias internacionalmente reconhecidas.

O ano de 2025 trouxe importantes conquistas para a Previ, que não se limitam ao superávit de R$ 12,5 bilhões e à rentabilidade acima do índice de referência nos perfis de investimento. O avanço da estratégia de imunização do passivo fortaleceu o equilíbrio de longo prazo do Plano 1. A implementação da nova tabela PIP e a conclusão do projeto Cotas proporcionaram aprimoramentos importantes ao Previ Futuro. O regulamento do Previ Família foi atualizado, trazendo ainda mais flexibilidade ao plano. Por sua vez, inovações no relacionamento com os associados permitiram ampliar o acesso a serviços importantes, como a assessoria previdenciária, e unificar os serviços disponibilizados no site e no aplicativo.

O Relatório Anual traz os detalhes desses e de outros pontos de destaque de 2025. Para acessar o documento, clique aqui, ou acesse o site da Previ pelo menu Transparência >> Prestação de Contas >> Relatórios Anuais >> Relatório 2025.

A consolidação do resultado da Previ é publicada uma vez ao ano, por meio do Relatório Anual. Por lei, as Entidades Fechadas de Previdência Complementar são obrigadas a divulgar seus balanços anuais até o dia 30 de abril do ano subsequente ao ano de referência. A exemplo de 2024 e 2025, a Previ manteve a publicação, em 2026, bem antes do prazo exigido pela legislação.

Fonte: Previ

Conheça as principais ações e resultados da Cassi no último ano

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A CASSI divulga o Relatório 2025, com as principais ações da gestão, demonstrações contábeis e análise econômico-financeira da Instituição no período. O documento (acesse aqui) está disponível em hotsite de fácil navegação, pelo computador e pelo celular, e conta com uma versão PDF, que possibilita a impressão.

A publicação permite dar amplo conhecimento sobre as iniciativas de cuidado em saúde e gestão, o cenário e os principais resultados da Caixa de Assistência aos funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil associados à CASSI, que serão chamados a se manifestar sobre o documento, em votação agendada para maio. A aprovação dos resultados do exercício anterior, pelos associados, está prevista no Estatuto Social da instituição.

Desde o dia 8 de abril, a Diretoria Executiva da CASSI iniciou uma série de apresentações aos associados, para detalhar o Relatório 2025, abrindo também espaço para perguntas. A primeira, no Edifício Sede do Banco do Brasil, em Brasília, terá transmissão ao vivo pelo Youtube – inscreva-se e ative o sininho para receber lembrete.

O calendário completo das apresentações nos estados será divulgado em breve. Acompanhe as informações sobre o Relatório 2025 aqui no site, no app CASSI e siga @cassi.saude nas redes sociais para ficar por dentro das novidades sobre o plano.

Fonte: Cassi

AGEBB apoia Chapa 1 nas Eleições Previ 2026

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Entre os dias 13 e 27 de abril serão realizadas as Eleições Previ 2026 para a escolha de representantes dos participantes e assistidos dos Planos de Benefícios administrados pela Previ na diretoria executiva e nos conselhos Deliberativo, Fiscal e consultivos dos Planos de Benefícios 1 e Previ Futuro. Duas chapas concorrem em 2026: Chapa 1 – Somos Previ pelo associado e a Chapa 2 – Previ para os associados. O mandato para os membros eleitos será de 1º de junho de 2026 a 2 de junho de 2030.

A AGEBB apoia a Chapa 1 (veja aqui o programa de trabalho), onde o diretor jurídico da associação, Luiz Gustavo Sunhiga, participa como candidato a diretor de Administração. A chapa ainda tem Arnaldo José Vollet (Diretoria de Planejamento), Carmem Sylvia Borges Tibério, Francisco Reinoldo Schwarz (Conselho Deliberativo), Emerson Luis Zanin, Rizele Santana Norberto Marques Sereno (Conselho Fiscal), Rubens da Fonseca Marques Monteiro, Marta Maria Coutinho Carneiro de Saboya, José Luiz Barbosa, Marinei Sabadin Balbinot (Conselho Consultivo – Plano de Benefícios 1), Fabiane Campos Vale Jerke, Marcela Bosa, Tarciso Madeira e Waleska Magaldi Collares (Conselho Consultivo – Previ Futuro).

Conheça aqui o breve histórico e a carreira de um dos integrantes da Chapa 1.

Poderão votar todos os participantes e assistidos maiores de 18 anos inscritos nos planos de benefícios da Previ até o dia 31 de janeiro deste ano. Os participantes vinculados a Planos Instituídos terão direito a voto desde que atendam a, pelo menos, uma das seguintes condições: tenham realizado, no mínimo, 12 contribuições ordinárias mensais ao plano, ou que tenham cumprido carência mínima de 12 meses de vinculação ao plano e sejam elegíveis ou estejam em gozo de benefício de renda mensal.  

Os participantes, funcionários e estatutários do Banco do Brasil, em atividade na instituição, cedidos ou adidos, podem votar pelo site da Previ, App Previ, terminais de autoatendimento (TAA) do Banco do Brasil e terminais SiSBB. Os aposentados, pensionistas e funcionários em afastamentos regulamentares e demais participantes só não poderão utilizar o SiSBB.

O processo de votação será realizado para preenchimento dos seguintes cargos:

  • Conselho Deliberativo: um membro titular e um membro suplente
  • Conselho Fiscal: um membro titular e um membro suplente;
  • Diretoria Executiva: diretor(a) de Administração e diretor(a) de Planejamento;
  • Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1: dois membros titulares e dois membros suplentes;
  • Conselho Consultivo do Plano de Benefícios Previ Futuro: dois membros titulares e dois membros suplentes.

Na Previ, a Diretoria Executiva e os Conselhos Deliberativo, Fiscal e consultivos têm metade de seus integrantes indicados pelo Banco do Brasil, enquanto a outra metade é eleita pelos participantes. Esse modelo de paridade é um dos pilares da governança da Entidade, reconhecidamente uma das melhores no segmento previdência fechada.

Nas Eleições Previ de 2024 foram contabilizados 54.512 votos (51,77% do total de votantes). Foram computados ainda 4.847 votos em branco e 7.268 nulos. O número total de eleitores votantes foi de 105.306, contra 91.198 abstenções. 

Fonte: AGEBB

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