BB diz que nova regra ambiental para crédito rural reduz riscos

Publicado em: 09/04/2026

O Banco do Brasil, principal financiador do agronegócio brasileiro, afirmou que a nova regra de monitoramento socioambiental para concessão de crédito rural fortalece a agenda de sustentabilidade do país e reduz riscos nas operações de financiamento.

“Entendemos que a iniciativa aprimora a destinação dos recursos, fortalece a agenda de sustentabilidade e contribui para a redução de riscos na concessão de crédito ao mitigar a exposição a produtores que possam vir a sofrer embargos ou restrições futuras. Sua implementação tende, ainda, a estimular uma postura mais pro-ativa dos produtores no processo de regularização ambiental”, informou o BB, em resposta à reportagem.

Há receios no setor produtivo de que a regra poderá travar o acesso a produtores que cumprem a legislação.

A nova norma, que entrou em vigor no dia 1º de abril, promoveu ajustes no sistema de avaliação de desmatamento ilegal, que passou a considerar a base oficial de dados consolidada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a partir das informações do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“O direcionamento da medida é a mitigação do desmatamento ilegal. Nesse sentido, produtores que comprovem a regularidade da intervenção, mediante a apresentação da documentação prevista no próprio normativo, poderão dar prosseguimento à proposta de crédito”, avaliou o BB.

O Ministério do Meio Ambiente já disponibilizou orientações sobre o tema e ferramentas de consulta ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) a ser considerado nas operações.

Fonte: Canal Rural

BB indica movimentações na diretoria executiva em linha com sua estratégia e política de sucessão

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O Banco do Brasil informou no dia 27 de março, que foi encaminhada ao Conselho de Administração a indicação de movimentações em sua Diretoria Executiva, priorizando a rotação de executivos atualmente em exercício entre diferentes áreas da companhia. As indicações foram realizadas em estrita observância à Política Específica de Indicação e Sucessão e ao programa de formação de dirigentes, conduzido com o apoio de assessoria externa especializada, considerando o processo de aceleração digital do Banco, suas diretrizes estratégicas e de negócios, bem como a experiência, a qualificação e a capacidade técnica de seu corpo executivo.

“Esse movimento reforça o compromisso que firmamos com o mercado e com a sociedade para entregarmos, todos juntos, as nossas projeções financeiras para 2026. Temos o conforto e a segurança de contar no Banco com um programa robusto de formação e capacitação, que nos permite identificar perfis de liderança com alta capacidade de transitar e liderar áreas distintas, potencializando a construção de novas soluções e o crescimento sustentável dos nossos resultados”, destaca a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

“Nosso objetivo é garantir que os melhores talentos estejam posicionados em funções estratégicas aderentes a cada perfil para continuarmos promovendo eficiência, inovação e geração de valor para o BB e seus acionistas,” acrescenta Tarciana.

As movimentações estão sujeitas às aprovações nas esferas de governança competentes. Os indicados, bem como os atuais ocupantes das referidas posições, permanecerão no exercício regular de suas funções até a nova investidura dos dirigentes eleitos. Fatos adicionais considerados importantes serão prontamente divulgados ao mercado.

Abaixo, confira os detalhes das movimentações, em ordem alfabética:

Alan Carlos Guedes de Oliveira
Atua há mais de 25 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Gestão de Riscos e foi indicado para o cargo de Diretor de Crédito.

Bárbara dos Santos Lopes Freitas
Atua há mais de 25 anos no BB, ocupa desde abril de 2023 o cargo de Gerente Geral da Unidade Atendimento e Canais Físicos e Digitais e foi indicada para o cargo de Diretora de Soluções em Meios de Pagamentos e Serviços.

Bárbara Favero dos Santos Bosi
Atua há mais de 25 anos no BB, ocupa desde abril de 2024 o cargo de Gerente Executiva da Diretoria de Finanças e foi indicada para o cargo de Diretora de Finanças.

Bruno Alves do Nascimento
Atua há mais de 26 anos no BB, ocupa desde setembro de 2021 o cargo de Diretor de Tecnologia, Portfolio e IA na BB Seguridade e foi indicado para o cargo de Diretor de Operações.

Carlos Eduardo Guedes Pinto
Atua há mais de 26 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Suprimentos Infraestrutura e Patrimônio e foi indicado para o cargo de Diretor de Empreendedorismo Micro e Pequenas Empresas.

João Vagnes de Moura Silva
Atua há mais de 28 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Finanças e foi indicado para o cargo de Diretor de Gestão de Riscos.

Larissa da Silva Novais Vieira
Atua há mais de 25 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretora de Clientes Varejo PF e foi indicada para o cargo de Diretora de Marketing e Comunicação.

Marcelo Henrique Gomes da Silva
Atua há mais de 25 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Empreendedorismo Micro e Pequenas Empresas e foi indicado para o cargo de Diretor de Clientes Varejo PF.

Neudson Peres de Freitas
Atua há mais 26 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Operações e foi indicado para o cargo de Diretor de Estratégia e Organização.

Paula Sayão Carvalho Araújo
Atua há mais de 25 anos no BB, ocupa desde janeiro de 2021 o cargo de Diretora de Marketing e Comunicação e foi indicada para a área de Canais Físicos e Digitais do BB.

Pedro Bramont
Atua há mais de 17 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Soluções em Meios de Pagamentos e Serviços e foi indicado para o cargo de Diretor de Negócios Digitais.

Rodrigo Costa Vasconcelos
Atua há mais de 23 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretor de Negócios Digitais e foi indicado para o cargo de Diretor de Controladoria.

Rosiane Barbosa Laviola
Atua há 27 anos no BB, no último mandato ocupou o cargo de Diretora de Controladoria e foi indicada para o cargo de Diretora de Suprimentos Infraestrutura e Patrimônio.

Luciano Matarazzo Regno, que estava na Diretoria de Crédito, e Thiago Affonso Borsari, que estava na Diretoria de Estratégia e Organização, permanecerão no Conglomerado BB.

Fonte: Banco do Brasil

BB fortalece empreendedorismo feminino com apoio a 1,3 milhão de empresas lideradas por mulheres

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O Banco do Brasil reconhece o empreendedorismo feminino como um vetor estratégico para o crescimento econômico e a transformação social do país. Atualmente, o BB atende 1,3 milhão de empresas dirigidas por mulheres, o que representa cerca de 41% da base de clientes do varejo Pessoa Jurídica e 36% do saldo da carteira de crédito destinada a pequenos negócios.

Uma das principais alavancas dessa estratégia é o portal Mulheres no Topo, lançado em 2023, que integra crédito, capacitação e soluções de apoio à gestão, com foco em promover inclusão produtiva, autonomia financeira e desenvolvimento sustentável dos negócios liderados por mulheres em todo o país.

Desde o início dessas iniciativas, o Banco do Brasil já liberou mais de R$ 102 bilhões em recursos por meio de linhas de crédito para empresas lideradas por mulheres, reforçando seu compromisso histórico com a democratização do acesso ao crédito e o fortalecimento de micro e pequenas empresas.

De acordo com Gisele Pessoa, head de empréstimos e financiamentos PJ do BB, a diversidade, quando apoiada por tecnologia e inteligência analítica, se traduz em performance negocial. “Ao integrar soluções financeiras, inteligência digital e educação empreendedora, criamos um ambiente em que negócios liderados por mulheres conseguem tomar decisões melhores, crescer de forma sustentável e acessar novas oportunidades”, afirma.

Ela ressalta que a diversidade é central na estratégia corporativa do Banco do Brasil. “Quando ampliamos o acesso de mulheres ao crédito, à capacitação e à tecnologia, estamos fortalecendo empresas e as tornando mais resilientes, mais produtivas e com maior capacidade de crescimento. Os resultados mostram que inclusão bem estruturada gera valor econômico e impacto social ao mesmo tempo”, complementa.

“Com conjunto de soluções disponíveis para as empreendedoras, o Banco do Brasil reafirma seu papel como agente de desenvolvimento, promovendo inclusão financeira inteligente, democratização do acesso à tecnologia e equidade de gênero nos negócios, e contribuindo para o fortalecimento de micro e pequenas empresas lideradas por mulheres em todas as regiões do país”, afirma o diretor de empreendedorismo e MPE do BB, Marcelo Gomes.

Linhas de crédito voltadas para empreendedoras
Entre as principais soluções financeiras disponibilizadas pelo BB para negócios liderados por mulheres, destacam-se:

Giro Mulher Empreendedora
Linha de capital de giro com condições diferenciadas de prazo e carência, destinada a empresas com faturamento anual de até R$ 5 milhões, oferecendo maior flexibilidade financeira para o crescimento dos negócios.

Giro Mãe Empreendedora
Benefício que permite a prorrogação de até quatro parcelas do BB Capital de Giro Digital quando solicitado após o nascimento de um filho, garantindo maior fôlego financeiro em um momento sensível da vida da empreendedora.

FCO Mulher Empreendedora
Linha com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), que oferece condições especiais de prazo, carência e valor financiado para empreendimentos localizados em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Pronampe e Procred 360 Mulheres
Empresas com dirigentes mulheres podem contratar até 50% do faturamento bruto anual, com limite de até R$ 250 mil, de acordo com as regras específicas de cada programa.

As contratações estão sujeitas à política de crédito do Banco do Brasil. Informações detalhadas sobre condições, elegibilidade e orientações estão disponíveis no portal Mulheres no Topo, no site do BB e nas agências do banco.

Educação empreendedora e uso inteligente da tecnologia
Além do crédito, o Banco do Brasil entende que o crescimento sustentável dos negócios liderados por mulheres passa pela educação empreendedora, gestão financeira qualificada e uso estratégico da tecnologia.

Nesse contexto, o Painel PJ se destaca como uma plataforma digital, gratuita e integrada, que oferece uma visão completa e intuitiva da gestão financeira da empresa. Atualmente, 43% das empresas que utilizam o Painel PJ são lideradas por mulheres, evidenciando a aderência da solução a esse público.

De forma complementar, a ARI – Área de Recomendações Inteligentes transforma dados bancários e de mercado em insights práticos, apoiando decisões mais informadas e sustentáveis no dia a dia dos negócios.

O ecossistema do Mulheres no Topo também se conecta à Liga PJ, hub de educação empreendedora e financeira baseado em estratégia de marketing de conteúdo multicanal, com presença em redes sociais, newsletter e plataforma digital. A iniciativa oferece conteúdos gratuitos sobre gestão empresarial, além de temas como empoderamento, organização da rotina, definição de prioridades e redes de apoio.

Para empreendedoras que desejam acessar o mercado internacional, o BB disponibiliza ainda o programa Primeira Exportação – Mulheres no Mundo, voltado à capacitação de negócios liderados por mulheres interessadas em iniciar operações de exportação.

Fonte: Banco do Brasil

BB reforça consultoria e aposta em modelo híbrido para atender cliente

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Brasileiros buscam mais investimentos e crédito, e bancos viram espaço de consultoria financeira, diz Banco do Brasil. Na prática, a mudança aparece no balcão — ou na tela do celular. Enquanto parte dos brasileiros amplia investimentos e busca produtos mais sofisticados, outra recorre ao crédito ou tenta reorganizar as finanças. Esse movimento duplo, que vem ganhando força em 2026, já é percebido no dia a dia do Banco do Brasil (BBAS3), segundo executivas da instituição.

O E-Investidor participou da inauguração de um novo ponto de atendimento do banco em Belém (PA) e conversou com Larissa Novais, diretora de clientes pessoa física, e Barbara Freitas, gerente-geral da unidade de atendimento e canais físicos e digitais.

As duas executivas apontam que enquanto parte da base amplia investimentos e patrimônio, outra parcela busca reorganizar as finanças ou ter mais acesso ao crédito.

Demandas diferentes para perfis diferentes

De acordo com Novais, as necessidades variam bastante conforme o perfil de cliente. No segmento de maior renda, cresce o interesse por diversificação de investimentos e produtos mais sofisticados.

“Quando se olha para o segmento de mais alta renda, o estilo investidor, que é um que a gente está impulsionando bastante agora, observa uma parcela desses clientes buscando mais investimentos, como produtos offshore [ investimentos no exterior, que o BB oferece em contas e investimentos no exterior com BB Américas e BB Portugal]”, afirma.

Já entre clientes do varejo, que representam a base mais abrangente da pirâmide, o movimento recente foi outro. Segundo a executiva, houve aumento na procura por crédito, especialmente após iniciativas voltadas ao financiamento do trabalhador. “Quando implementamos o crédito do trabalhador, por exemplo, houve uma busca maior”, diz.

Essa diferença ajuda a explicar por que as instituições financeiras têm estruturado estratégias segmentadas. Enquanto investidores buscam orientação para gestão de patrimônio, clientes com menor renda tendem a procurar soluções ligadas a financiamento, reorganização de dívidas ou melhora do fluxo de caixa.

A agência virou espaço de consultoria

Outra mudança observada pelas executivas está na forma como os clientes usam os canais bancários. Operações simples migraram de vez para o digital, enquanto as agências passaram a ter um papel mais consultivo.

Barbara Freitas explica que cada canal hoje cumpre uma função específica na jornada do cliente. “Nos canais digitais, os clientes buscam muito o autosserviço, o atendimento de transações simples do dia a dia, com uma crescente cada vez maior de busca de negócios também no digital”, afirma.

Por outro lado, quando o assunto envolve decisões financeiras mais complexas (como investimentos, crédito estruturado ou planejamento patrimonial), o contato humano continua sendo valorizado.

“Quando falamos de canal presencial, as agências são cada vez mais vocacionadas para o negócio, para assessoria financeira. O cliente utiliza bastante o atendimento digital, mas. quando quer falar de operações mais estruturadas, valoriza muito o humano, o olho no olho”, diz Freitas.

Essa dinâmica ajuda a explicar o avanço de modelos híbridos de atendimento no sistema financeiro, que combinam aplicativos, chat, videochamadas e encontros presenciais.

Atendimento híbrido ganha espaço

Uma das apostas do banco é ampliar o uso de vídeoatendimento e agendamento digital. A proposta é permitir que especialistas atendam clientes de qualquer lugar do País, sem depender da presença física em uma agência.

Segundo Larissa Novais, o modelo ajuda a ampliar o acesso a especialistas, principalmente em temas como investimentos. “Quando a gente oferece um atendimento digital, pensa que um especialista em São Paulo que fala muito bem sobre investimento pode atender um cliente em outras cidades, como Belém. Você consegue atender às expectativas do cliente de forma mais completa mesmo sem ter todos os funcionários presencialmente”, explica.

Freitas acrescenta que o formato também ajuda a levar atendimento qualificado a regiões mais distantes.

“Eu posso ter uma equipe que atende clientes do País inteiro. Além da eficiência, isso traz maximização de negócios e encantamento do cliente”, afirma.

Segundo ela, a adesão dos brasileiros ao modelo tem sido positiva. “O brasileiro adora tecnologia nova. Essa é mais uma solução que está sendo adotada com bastante receptividade”, celebra Freitas.

Digital cresce, mas o relacionamento continua central

Apesar do avanço dos canais digitais e da concorrência com fintechs, as executivas avaliam que o diferencial dos bancos tradicionais continua sendo o relacionamento e a confiança construída com o cliente.

A diretora de clientes lembra que a instituição tem investido em tecnologia e aumentado o acesso digital, inclusive na abertura de contas.

“Só no último ano foram 3,7 milhões de clientes que abriram conta no digital em menos de cinco minutos [por usuário]”, afirma. Segundo Barbara Freitas, o banco já tem 35 milhões de clientes que utilizam canais digitais e chega a registrar cerca de 12 milhões de acessos ao aplicativo em um único dia.

Mesmo assim, ela ressalta que o atendimento humano continua relevante, principalmente em momentos decisivos da vida financeira. “Mesmo o cliente que é 100% digital, quando quer uma consultoria financeira ele busca alguém para apoiar, dar confiança naquele negócio”, diz.

Um retrato do momento financeiro do brasileiro

Na avaliação das executivas, as demandas que chegam aos bancos hoje refletem um momento de maior complexidade nas finanças pessoais. Parte dos brasileiros busca crédito ou reorganização financeira, enquanto outra parcela amplia investimentos e demanda assessoria especializada.

Para Barbara Freitas, esse cenário deve reforçar três tendências ao longo de 2026:

  • Expansão do digital;
  • Crescimento do atendimento assistido;
  • Maior busca por consultoria financeira.

“A questão da consultoria é uma grande tendência. Cada vez mais o cliente investidor quer discutir sua estratégia e receber orientações”, afirma.

O resultado, segundo ela, é uma transformação gradual no papel das instituições financeiras, como o Banco do Brasil, que passam a atuar menos como simples prestadoras de serviços bancários e mais como parceiras na gestão financeira dos clientes.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Sindicato cobra mais funcionários na agência Tiradentes Negreiros, do BB

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O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região realizou mais um protesto por mais funcionários em uma agência do Banco do Brasil. Desta vez, o ato foi na agência Tiradentes Negreiros, na zona leste, e ocorreu nessa terça-feira (7 de abril).

A agência funciona há muito tempo com uma equipe reduzida diante da demanda, o que gera longas filas, muito estresse de clientes e usuários, sobrecarga e adoecimento dos trabalhadores. “Já houve, inclusive, casos de conflitos e ameaças, em que a polícia teve de ser chamada. Ou seja, um caos, que prejudica a população e os trabalhadores”, conta o diretor do Sindicato João Maia, funcionários do Banco do Brasil.

“Muitos clientes dessa agência são idosos e aposentados, com dificuldade de mobilidade, e a agência não tem acessibilidade, o que é outro desrespeito”, acrescenta Maia.

O ato dessa terça e o protesto anterior – realizado em fevereiro, em uma unidade de Guaianases (zona leste) – têm em comum o fato de que a falta de funcionários suficientes para atender a população ocorre em bairros da periferia de São Paulo, onde já existe carência de agências bancárias e a população se vê obrigada a procurar serviços bancários em uma só unidade.

“Isso demonstra o descaso do banco com a população mais pobre. O Banco do Brasil falha em sua função social. O BB continua tratando funcionárias e funcionários com descaso e falta de empatia com a população”, critica Maia.

O dirigente destaca ainda que o Sindicato já cobrou do banco o reforço da equipe. “Já reivindicamos uma melhora do quadro, mas o banco não nos dá resposta e não toma providências para melhorar a situação para clientes e trabalhadores. Vamos continuar acompanhando a situação e cobrando”, diz.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Visa e Banco do Brasil testam compras feitas por agentes de IA

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Em um futuro bem próximo, não serão apenas CEOs que terão secretárias para resolver burocracias do dia a dia, como comprar passagens aéreas, flores para a esposa ou encomendar um terno para um evento especial. Até o próximo ano, é possível que qualquer consumidor tenha a sua própria assistente pessoal de compras, graças à inteligência artificial.

A Visa realizou a primeira transação via agentes de inteligência artificial do Brasil na quarta-feira, 11 de março. O teste foi feito em parceria com o Banco do Brasil, utilizando a plataforma Visa Intelligent Commerce (VIC). A perspectiva é que a tecnologia seja liberada para amplo uso já no segundo semestre.

O chamado “comércio agêntico”, aquele que ocorre quando agentes movidos por IA e não por pessoas conduzem o processo de compra, é o que está por trás do teste realizado pela Visa e pelo Banco do Brasil.

Na prática, o sistema permitiu que um agente de inteligência artificial executasse o pagamento utilizando um cartão BB Visa previamente habilitado, com autenticação, tokenização e controles de segurança apoiados pela infraestrutura global da Visa.

A novidade propõe uma mudança na lógica do e-commerce. Em vez de o consumidor navegar por sites e aplicativos, ele delega parte da jornada de compra a um agente de IA — sejam grandes LLMs, como ChatGPT, ou mesmo bots de lojas — que pode buscar produtos, comparar ofertas e concluir a transação dentro de parâmetros definidos pelo usuário.

“Você pode falar: procure uma passagem do Rio de Janeiro e, se encontrar por menos de R$ 300, pode comprar. O agente monitora e executa quando encontra a condição. É como ter uma secretária digital que faz a pesquisa e executa a compra”, afirma Leandro Garcia, diretor-executivo de produtos da Visa do Brasil, ao NeoFeed.

Além do Banco do Brasil, outros emissores brasileiros também participam dos testes da tecnologia. Se ganhar escala, o impacto pode ir além da experiência do consumidor. Para Garcia, o comércio agêntico também pode mudar a dinâmica de competição no varejo digital.

De acordo com ele, pequenos lojistas, que hoje têm dificuldade de aparecer nas primeiras posições das buscas, podem ganhar mais visibilidade quando a recomendação passa a ser feita por algoritmos. “Em vez de disputar a primeira página do buscador, as empresas vão disputar a preferência dos agentes de IA”, diz Garcia.

A Visa lançou globalmente o Visa Intelligent Commerce no ano passado e já realizou as primeiras transações desse tipo nos Estados Unidos e na Europa. Desde o fim de 2025, a companhia vinha trabalhando para antecipar a chegada da tecnologia ao mercado brasileiro.

Um dos desafios foi adaptar a solução às particularidades do sistema de pagamentos local, que combina diferentes modalidades — como crédito e débito — e exige controles adicionais.

“É um país desafiador. A gente precisa colocar uma lupa maior para garantir que todos os mecanismos de segurança e controle funcionem”, diz Garcia.

Além da infraestrutura de pagamentos, a companhia também desenvolveu um protocolo chamado Trust Agent Protocol, lançado globalmente em novembro, que permite identificar quando uma transação está sendo iniciada por um agente de IA certificado pela Visa. A ideia é dar mais transparência aos comerciantes e reduzir o risco de fraudes.

Outro foco da fase atual de testes é entender o comportamento tanto dos usuários quanto dos próprios agentes de IA. A preocupação é garantir que o sistema opere dentro dos padrões de segurança e evitar erros de interpretação ou decisões indevidas dos algoritmos.

Fonte: Neofeed

Banco do Brasil estuda alívio a produtores rurais por impacto da guerra

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O Banco do Brasil avalia novas medidas de alívio financeiro para produtores rurais afetados pela guerra no Irã, em um movimento que pode pressionar o balanço e reacender a necessidade de venda de ativos ou de um aumento de capital.

Uma das opções em discussão no banco estatal, maior financiador do agronegócio no país, é estender os prazos dos empréstimos, permitindo que os produtores adiem parte dos pagamentos para o fim dos contratos existentes, em vez de suspender as obrigações de forma integral, segundo uma pessoa com conhecimento do assunto que falou com a Bloomberg News.

No ano passado, o Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu evitar um aumento de capital quando a inadimplência em sua carteira de crédito agrícola disparou, forçando a renegociação de R$ 35,5 bilhões em dívidas de produtores afetados por secas, enchentes e outros eventos climáticos adversos.

A pressão sobre o balanço do banco diminuiu no fim do ano, com o aumento das receitas provenientes de crédito consignado privado, mas o risco de um aumento de capital ainda persiste, segundo três pessoas familiarizadas com a situação que falaram com a Bloomberg News.

O banco também avalia a venda de ativos para reforçar o capital, de acordo com três diferentes pessoas familiarizadas com o assunto.

As opções incluem mudanças no modelo de negócios de seguros e um possível IPO da sua unidade de cartões, a Elo.

O Banco do Brasil disse em um comunicado que não há “estudo e nem demanda que envolvam ações específicas para extensão de prazos por conta dos conflitos no Oriente Médio.”

O índice de inadimplência acima de 90 dias do banco subiu para 5,17% ao fim de 2025, ante 3,16% um ano antes, impulsionado principalmente pelas carteiras de agronegócio e cartões de crédito.

A inadimplência no setor rural atingiu 6,09%, com alta de 1,25 ponto percentual apenas no quarto trimestre, levando a maiores provisões.

No início deste ano, o Banco do Brasil solicitou ao Ministério da Fazenda o adiamento de pagamentos ao Tesouro. A instituição pediu para postergar R$ 1,8 bilhão devidos em 2026 e 2027 para 2029.

A CEO, Tarciana Medeiros, afirmou que a medida faz parte de um plano “prudencial” de gestão de capital.
Impacto da guerra

O Banco do Brasil avalia se as interrupções no transporte marítimo global — especialmente os riscos ao fluxo pelo Estreito de Ormuz — podem elevar os custos para exportadores brasileiros de commodities e eventualmente exigir medidas de alívio, segundo uma pessoa a par do assunto.

Executivos monitoram de perto as próximas 12 semanas como uma janela-chave para avaliar se o conflito irá afetar significativamente as rotas globais de comércio. Por ora, as exportações brasileiras seguem ocorrendo, embora o aumento nos preços do diesel já tenha elevado os custos de transporte.

Novas medidas de alívio poderiam ajudar Lula a reduzir tensões com o agronegócio antes das eleições, mas também podem reacender preocupações sobre o uso de bancos públicos para atingir objetivos de política econômica em detrimento da solidez do balanço. Todas as fontes falaram sob condição de anonimato devido à sensibilidade do tema.

O Banco do Brasil há muito atua como um instrumento-chave do governo para financiar o vasto setor agrícola brasileiro, que responde por quase um quarto do Produto Interno Bruto (PIB).

Esse papel é especialmente relevante para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que historicamente enfrenta dificuldades para conquistar apoio do agronegócio e agora encara uma disputa eleitoral apertada contra o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O banco também enfrenta um ambiente operacional mais desafiador. Uma regra do Banco Central implementada no ano passado exige que os bancos constituam provisões antecipadas para perdas esperadas e deixem de reconhecer juros sobre créditos inadimplentes.

Embora o Banco do Brasil tradicionalmente seja mais conservador que seus pares, registrando provisões mais elevadas, essa postura foi relaxada mais recentemente na tentativa de sustentar a rentabilidade. A mudança regulatória agravou uma tendência mais ampla de aumento da inadimplência.

Fonte: Bloomberg Línea

BB lança Selo de Reconhecimento FGO e mira qualidade do crédito garantido

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O Banco do Brasil lançou no dia 1º de abril, durante a 11ª edição do Fórum do Desenvolvimento, o Selo de Reconhecimento FGO, um novo instrumento voltado a elevar o padrão de qualidade do crédito garantido no país. O lançamento ocorre na Arena do Banco do Brasil, em Brasília.

A iniciativa institui um modelo estruturado de avaliação, incentivo e padronização da atuação dos agentes financeiros que operam com o Fundo de Garantia de Operações (FGO).

Na prática, o selo introduz critérios objetivos para mensurar a qualidade das operações realizadas com garantia, induzindo melhoria contínua na atuação das instituições financeiras e fortalecendo a eficiência das políticas públicas associadas ao crédito. A certificação será concedida anualmente aos agentes que se destacarem na operacionalização do FGO, com base em indicadores que avaliam desempenho, qualidade das informações e aderência às diretrizes do programa.

A metodologia de avaliação está estruturada em quatro eixos principais: excelência operacional, compliance e governança, gestão de carteira e impacto em políticas públicas. Entre os critérios analisados estão a qualidade e a tempestividade no envio de dados, a conformidade com normas e auditorias, a capacidade de recuperação de operações e o alcance do crédito a públicos prioritários, como mulheres empreendedoras.

A apresentação da iniciativa integra a programação do Fórum do Desenvolvimento, encontro que reúne autoridades, especialistas e representantes do setor público e privado para discutir caminhos para o financiamento do desenvolvimento no país.

Fonte: Banco do Brasil

O que dizem os bancos líderes em ações movidas por clientes

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Procurados, bancos que lideram índice de ações judiciais movidas por clientes apresentaram explicações e, em alguns casos, questionaram a metodologia do estudo elaborado pela Faculdade de Direito da USP Ribeirão Preto.

Alguns atribuíram o volume de ações a fatores como a chamada “litigância abusiva” e a ausência de tentativa prévia de solução extrajudicial.

Agibank
“O Agibank esclarece que os processos judiciais mencionados representam cerca de 2% de sua base de clientes, patamar alinhado aos padrões de mercado e em trajetória de queda nos últimos trimestres.

A instituição acessou as mesmas bases utilizadas no estudo e identificou divergências relevantes em relação às informações apresentadas na reportagem.

Adicionalmente, cabe destacar que a metodologia adotada tende a penalizar instituições de menor porte, o que pode distorcer a análise comparativa entre os participantes do setor.”

Daycoval
“O Daycoval não possui visibilidade completa sobre os critérios metodológicos adotados no estudo quanto ao índice de litigância do sistema financeiro, incluindo a base considerada para o cálculo, e irá analisá-los após sua apresentação. O banco atua e monitora seus indicadores com base nos canais regulatórios, reputacionais e de defesa do consumidor, como BACEN, Susep, CVM e Procon, todos eles com sinalizações positivas. Esses dados são divulgados regularmente em seu relatório de ouvidoria, disponível no site www.daycoval.com.br.”

BMG
“O banco Bmg acompanha a litigiosidade no setor e destaca a importância de analisar não apenas o volume de ações, mas seu mérito e desfecho. Em 2025, alcançou êxito superior a 74%, refletindo atuação eficiente na resolução de conflitos. Também identifica práticas de litigância predatória que distorcem indicadores. Cerca de 70% dos clientes recorrem diretamente ao Judiciário sem usar canais de atendimento, reforçando a necessidade de análises mais amplas. A instituição informa, ainda, que investe na prevenção de conflitos e na resolução administrativa para reduzir a judicialização e garantir respostas ágeis, mantendo diálogo aberto e permanente com os órgãos de defesa do consumidor e com seus canais oficiais de atendimento à disposição.”

BTG Pactual/Pan
“O Pan [incorporado pelo BTG] investe continuamente em soluções para o aperfeiçoamento de suas operações e apoia as ações dedicadas à redução do alto volume de processos que chega ao Poder Judiciário, como as iniciativas para o combate à litigância fraudulenta e as dedicadas à solução consensual de conflitos, a exemplo do Programa Amigos da Justiça do TJSP, do qual o Banco participa.”

Safra
Não respondeu até o momento de publicação.

Mercantil do Brasil
“O Banco Mercantil informa que adota políticas e normas em total conformidade com as legislações vigentes do Banco Central do Brasil e do Código de Defesa do Consumidor. Para o Mercantil, mitigar quaisquer tipos de reclamações e manter uma relação de transparência com seus clientes são prioridades. O Banco reitera seu compromisso com a melhoria contínua e se mantém à disposição dos clientes e órgãos de defesa do consumidor em seus canais oficiais.

Bradesco
Afirmou que não irá comentar.

Votorantim
“Em atenção à publicação que mencionou o banco BV como um dos dez maiores litigantes do país, cumpre esclarecer que a informação não corresponde à realidade desta instituição financeira.

Segundo dados oficiais do Banco Central do Brasil, o Banco BV ocupa a 34ª posição no ranking secundário de reclamações, com uma carteira de aproximadamente 9 milhões de clientes.

Para que o BV apresentasse um índice de litigância de 783 ações por 100 mil clientes, seria necessária a entrada de cerca de 70 mil novas ações por mês. Tal cenário não reflete a realidade vivenciada pelo Banco.

O banco BV reafirma seu compromisso com a transparência, o respeito aos seus clientes e a observância das normas regulatórias, reiterando que os números apresentados não guardam relação com a realidade da instituição.”

Banco do Brasil
“O Banco do Brasil mantém compromisso permanente com o relacionamento próximo e a excelência no atendimento aos seus clientes, além de adotar uma política consistente de estímulo à solução consensual de conflitos e à desjudicialização das relações, inclusive por meio de convênios com os principais Tribunais do País, como o STJ e o TST.

Em um contexto de elevada judicialização e de crescimento da litigância abusiva, que impacta especialmente as instituições financeiras, o BB apoia medidas que reforçam a racionalidade do sistema e o incentivo à tentativa prévia de solução extrajudicial, contribuindo para maior eficiência do Judiciário e relações de consumo mais equilibradas.”

Santander
“O Santander entende que o alto volume de ações judiciais está relacionado a três fatores principais. Um deles é a advocacia predatória, ou seja, a utilização contumaz e massiva do sistema judiciário para propor processos temerários ou fraudulentos.

Outro é a ausência de tentativas de conciliação ou mediação, antes do acionamento da Justiça. E o terceiro ponto é a concessão indiscriminada e pouco criteriosa dos benefícios da justiça gratuita, sem a devida comprovação documental da situação de pobreza ou de vulnerabilidade do litigante.”

Banpará
Não respondeu até o momento de publicação.

PicPay
Afirmou que não irá comentar.

Pine
“O Banco Pine informa que não teve acesso à íntegra do conteúdo nem ao relatório analítico do estudo denominado “Índice de Litigância do Sistema Financeiro: Instrumento para Identificação e Controle das Condutas dos Bancos”. Entretanto, esclarece que adota as melhores práticas de mercado e está aderente à legislação e às regulamentações vigentes.

Esclarece ainda que o alto volume de ações também está relacionado à ‘litigância abusiva’, em razão das elevadas taxas de êxito no julgamento das ações pelos bancos. Por fim, destaca que o Banco Pine atua permanentemente para mitigar o ingresso de ações cíveis e reduzir os litígios judiciais.”

C6
“Nossa posição no ranking reflete um modelo de atendimento ao cliente que prioriza a resolução dos casos nos nossos canais internos, com uso de tecnologia e eficiência operacional, o que reduz a judicialização. De qualquer forma, vale destacar que uma parcela relevante do nosso estoque de ações judiciais corresponde a litigância abusiva, um desafio de todo o mercado.”

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Kleuvânio Dias de Souza toma posse como novo presidente do Economus

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Desde o último dia 1º de abril, o Economus tem como presidente Kleuvânio Dias de Souza. O executivo teve a indicação homologada pelo Conselho Deliberativo do Instituto e já tomou posse do cargo.

Funcionário de carreira do Banco do Brasil, Kleuvânio ingressou na instituição na década de 1990 e construiu trajetória sólida, com atuação como gestor responsável por negociações com entes públicos, Gerente de Soluções e Gerente Geral de Unidade Estratégica, além de Diretor Executivo do BB Banco de Investimentos (BB-BI). Antes de assumir a presidência do Economus, exercia atividades na Unidade Estratégica de Cobrança e Recuperação de Créditos no BB.

“Estou convicto de que encontrarei uma equipe capacitada e comprometida em entregar o melhor ao participante, venho com o intuito de ajudar nesse trabalho, contribuindo para a evolução do Instituto”, ressalta Kleuvânio.

Graduado em administração de empresas e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos; Planejamento e Gestão Estratégica; Gestão de Negócios Inovadores; Ciência de Dados e Inteligência Artificial; e Direito Imobiliário. Também possui curso de Conselheiro de Administração pelo IBGC.

Eleições Economus 2026

Entre os dias 16 de abril e 7 de maio, o Economus tem as Eleições 2026 para definir seus novos membros do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal. A votação poderá ser feita exclusivamente em ambiente eletrônico, por meio de link, no qual o eleitor registrará seus votos nos candidatos habilitados. Nestas eleições serão escolhidos um representante para o Conselho Deliberativo e um para o Conselho Fiscal, mais os respectivos suplentes.

O Conselho Deliberativo é o órgão de decisão e orientação superior do Economus, responsável pelas principais decisões que impactam o presente e o futuro dos Participantes e Assistidos. Estabelece as diretrizes e normas gerais para organização e administração, bem como para os planos de benefícios e saúde. É composto por 6 (seis) membros titulares e 6 (seis) membros suplentes, nomeados, paritariamente, entre os participantes dos planos previdenciários (por meio de eleição direta) e representantes do Patrocinador, Banco do Brasil.

O Conselho Fiscal é o órgão de controle interno do Economus, responsável por zelar pela gestão econômico-financeira e o cumprimento das regras de governança. Emite pareceres sobre o balanço, aponta deficiências, avalia adequação de hipóteses atuariais e execução orçamentária, entre outras atribuições. É integrado por, no máximo, 4 (quatro) membros titulares e 4 (quatro) membros suplentes, escolhidos, paritariamente, entre os participantes dos planos previdenciários (por meio de eleição direta) e representantes do Patrocinador, Banco do Brasil.

Confira abaixo a relação final de candidatos habilitados para o Processo Eleitoral – 2026:

Conselho Deliberativo
Edson Soares de Siqueira
Fábio Riberi Punsuvo
Lucas Passos de Lima

Conselho Fiscal
Américo Antonio Cosentino
Rodrigo Franco Leite

Fonte: Economus

Previ publica seu Relatório Anual 2025 para associados e stakeholders

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A Previ mais uma vez antecipou em um mês o prazo legal e publicou o Relatório Anual de Informações de 2025. Voltado aos associados e demais públicos de relacionamento, o Relatório aborda aspectos mais gerais do funcionamento da Entidade, como sua estrutura de governança e modelo de negócios, passando pelos direcionadores estratégicos e a gestão de investimentos e riscos, até chegar nos resultados e destaques de 2025 de todos os planos geridos pela Previ.

Na sequência, está a seção dedicada aos públicos impactados por esses resultados, que inclui as iniciativas ligadas aos associados, colaboradores e demais partes interessadas. Com foco em transparência, o Relatório Anual da Previ integra as informações financeiras com os aspectos ambientais, sociais, de governança e integridade (ASGI), incluindo um anexo de indicadores de sustentabilidade reportados de acordo com metodologias internacionalmente reconhecidas.

O ano de 2025 trouxe importantes conquistas para a Previ, que não se limitam ao superávit de R$ 12,5 bilhões e à rentabilidade acima do índice de referência nos perfis de investimento. O avanço da estratégia de imunização do passivo fortaleceu o equilíbrio de longo prazo do Plano 1. A implementação da nova tabela PIP e a conclusão do projeto Cotas proporcionaram aprimoramentos importantes ao Previ Futuro. O regulamento do Previ Família foi atualizado, trazendo ainda mais flexibilidade ao plano. Por sua vez, inovações no relacionamento com os associados permitiram ampliar o acesso a serviços importantes, como a assessoria previdenciária, e unificar os serviços disponibilizados no site e no aplicativo.

O Relatório Anual traz os detalhes desses e de outros pontos de destaque de 2025. Para acessar o documento, clique aqui, ou acesse o site da Previ pelo menu Transparência >> Prestação de Contas >> Relatórios Anuais >> Relatório 2025.

A consolidação do resultado da Previ é publicada uma vez ao ano, por meio do Relatório Anual. Por lei, as Entidades Fechadas de Previdência Complementar são obrigadas a divulgar seus balanços anuais até o dia 30 de abril do ano subsequente ao ano de referência. A exemplo de 2024 e 2025, a Previ manteve a publicação, em 2026, bem antes do prazo exigido pela legislação.

Fonte: Previ

Conheça as principais ações e resultados da Cassi no último ano

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A CASSI divulga o Relatório 2025, com as principais ações da gestão, demonstrações contábeis e análise econômico-financeira da Instituição no período. O documento (acesse aqui) está disponível em hotsite de fácil navegação, pelo computador e pelo celular, e conta com uma versão PDF, que possibilita a impressão.

A publicação permite dar amplo conhecimento sobre as iniciativas de cuidado em saúde e gestão, o cenário e os principais resultados da Caixa de Assistência aos funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil associados à CASSI, que serão chamados a se manifestar sobre o documento, em votação agendada para maio. A aprovação dos resultados do exercício anterior, pelos associados, está prevista no Estatuto Social da instituição.

Desde o dia 8 de abril, a Diretoria Executiva da CASSI iniciou uma série de apresentações aos associados, para detalhar o Relatório 2025, abrindo também espaço para perguntas. A primeira, no Edifício Sede do Banco do Brasil, em Brasília, terá transmissão ao vivo pelo Youtube – inscreva-se e ative o sininho para receber lembrete.

O calendário completo das apresentações nos estados será divulgado em breve. Acompanhe as informações sobre o Relatório 2025 aqui no site, no app CASSI e siga @cassi.saude nas redes sociais para ficar por dentro das novidades sobre o plano.

Fonte: Cassi

AGEBB apoia Chapa 1 nas Eleições Previ 2026

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Entre os dias 13 e 27 de abril serão realizadas as Eleições Previ 2026 para a escolha de representantes dos participantes e assistidos dos Planos de Benefícios administrados pela Previ na diretoria executiva e nos conselhos Deliberativo, Fiscal e consultivos dos Planos de Benefícios 1 e Previ Futuro. Duas chapas concorrem em 2026: Chapa 1 – Somos Previ pelo associado e a Chapa 2 – Previ para os associados. O mandato para os membros eleitos será de 1º de junho de 2026 a 2 de junho de 2030.

A AGEBB apoia a Chapa 1 (veja aqui o programa de trabalho), onde o diretor jurídico da associação, Luiz Gustavo Sunhiga, participa como candidato a diretor de Administração. A chapa ainda tem Arnaldo José Vollet (Diretoria de Planejamento), Carmem Sylvia Borges Tibério, Francisco Reinoldo Schwarz (Conselho Deliberativo), Emerson Luis Zanin, Rizele Santana Norberto Marques Sereno (Conselho Fiscal), Rubens da Fonseca Marques Monteiro, Marta Maria Coutinho Carneiro de Saboya, José Luiz Barbosa, Marinei Sabadin Balbinot (Conselho Consultivo – Plano de Benefícios 1), Fabiane Campos Vale Jerke, Marcela Bosa, Tarciso Madeira e Waleska Magaldi Collares (Conselho Consultivo – Previ Futuro).

Conheça aqui o breve histórico e a carreira de um dos integrantes da Chapa 1.

Poderão votar todos os participantes e assistidos maiores de 18 anos inscritos nos planos de benefícios da Previ até o dia 31 de janeiro deste ano. Os participantes vinculados a Planos Instituídos terão direito a voto desde que atendam a, pelo menos, uma das seguintes condições: tenham realizado, no mínimo, 12 contribuições ordinárias mensais ao plano, ou que tenham cumprido carência mínima de 12 meses de vinculação ao plano e sejam elegíveis ou estejam em gozo de benefício de renda mensal.  

Os participantes, funcionários e estatutários do Banco do Brasil, em atividade na instituição, cedidos ou adidos, podem votar pelo site da Previ, App Previ, terminais de autoatendimento (TAA) do Banco do Brasil e terminais SiSBB. Os aposentados, pensionistas e funcionários em afastamentos regulamentares e demais participantes só não poderão utilizar o SiSBB.

O processo de votação será realizado para preenchimento dos seguintes cargos:

  • Conselho Deliberativo: um membro titular e um membro suplente
  • Conselho Fiscal: um membro titular e um membro suplente;
  • Diretoria Executiva: diretor(a) de Administração e diretor(a) de Planejamento;
  • Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1: dois membros titulares e dois membros suplentes;
  • Conselho Consultivo do Plano de Benefícios Previ Futuro: dois membros titulares e dois membros suplentes.

Na Previ, a Diretoria Executiva e os Conselhos Deliberativo, Fiscal e consultivos têm metade de seus integrantes indicados pelo Banco do Brasil, enquanto a outra metade é eleita pelos participantes. Esse modelo de paridade é um dos pilares da governança da Entidade, reconhecidamente uma das melhores no segmento previdência fechada.

Nas Eleições Previ de 2024 foram contabilizados 54.512 votos (51,77% do total de votantes). Foram computados ainda 4.847 votos em branco e 7.268 nulos. O número total de eleitores votantes foi de 105.306, contra 91.198 abstenções. 

Fonte: AGEBB

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Eleições Previ 2026: conheça os números das chapas inscritas

Eleições Previ 2026: conheça os números das chapas inscritas

Publicado em: 27/03/2026

De 13 a 27 de abril serão realizadas as Eleições Previ 2026 para a escolha de representantes dos participantes e assistidos dos Planos de Benefícios administrados pela Previ na Diretoria Executiva e nos Conselhos Deliberativo, Fiscal e Consultivos dos Planos de Benefícios 1 e Previ Futuro, na forma do Estatuto da Previ e do Regulamento Eleitoral.

A composição, em igual número, de representantes eleitos pelos associados e de indicados pelo patrocinador Banco do Brasil, em todos os colegiados da Previ, é parte do modelo de governança da Entidade. Poderão votar todos os participantes e assistidos maiores de 18 anos inscritos nos planos de benefícios da Previ até o dia 31 de janeiro de 2026.

A Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições regulamentares, conforme estabelecido no artigo 9° do Regulamento Eleitoral, divulga aos participantes e assistidos as composições e os números de ordem atribuídos a cada uma das chapas homologadas. O número de ordem foi atribuído por sorteio, realizado nesta segunda-feira, 23 de março, com a presença dos observadores das chapas inscritas.

Conforme cronograma Eleitoral, as chapas concorrentes têm até o dia 27 de março para apresentar os respectivos programas e currículos para divulgação em Boletim Especial.

Veja os números das chapas homologadas e os seus integrantes.

CHAPA 1 – SOMOS PREVI – PELO ASSOCIADO

Conselho Deliberativo
Titular: Carmem Sylvia Borges Tibério
Suplente: Francisco Reinoldo Schwarz

Conselho Fiscal
Titular: Emerson Luis Zanin
Suplente: Rizele Santana Norberto Marques Sereno

Diretoria
Diretoria de Administração: Luiz Gustavo Sunhiga
Diretoria de Planejamento: Arnaldo José Vollet

Conselho Consultivo – Plano de Benefícios 1
Titular: Rubens da Fonseca Marques Monteiro
Suplente: Marta Maria Coutinho Carneiro de Saboya

Titular: José Luiz Barbosa
Suplente: Marinei Sabadin Balbinot

Conselho Consultivo – Previ Futuro
Titular: Fabiane Campos Vale Jerke
Suplente: Marcela Bosa

Titular: Tarciso Madeira
Suplente: Waleska Magaldi Collares

CHAPA 2 – PREVI PARA OS ASSOCIADOS

Conselho Deliberativo
Titular: Carlos Alberto Guimarães de Sousa
Suplente: Fátima Suzana Marsaro

Conselho Fiscal
Titular: Carlos Eduardo Bezerra Marques
Suplente: Waldyr Peixoto Filho

Diretoria
Diretoria de Administração: Alencar Rodrigues Ferreira Junior
Diretoria de Planejamento: Lissane Pereira Holanda

Conselho Consultivo – Plano de Benefícios 1
Titular: Edson Branco da Cruz Filho
Suplente: Nadja Maria Santana da Silva

Titular: Haroldo do Rosário Vieira
Suplente: Ivanilson Batista Luz

Conselho Consultivo – Previ Futuro
Titular: Karla Roberta Revert Mota
Suplente: Laurito Porto de Lira Filho

Titular: Samuel Bastos Macedo
Suplente: Leonardo Imbiriba Diniz

Você pode conferir as informações completas e atualizadas sobre o processo eleitoral no site da Previ, na seção A Previ > Eleições e pelo App Previ, na aba Eleições.

Fonte: Previ

Brasil perde 37% das agências bancárias em dez anos; 638 cidades ficaram sem banco

Publicado em: 26/03/2026

O número de agências bancárias caiu 37% em dez anos no Brasil, indo para pouco mais de 14 mil, em meio ao avanço da tecnologia para realizar transações e à decisão dos bancos de cortar custos, muitas vezes deixando uma parcela da população sem atendimento.

Desde 2015, 638 municípios ficaram sem agência bancária, o que desassistiu 6,9 milhões de pessoas, segundo cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), com base em dados do Banco Central. São 2.649 municípios sem agências, o equivalente a 48% do total, ante 36% dez anos atrás. Em termos populacionais, isso afeta 9% dos brasileiros (19,7 milhões) atualmente, ante 3,4% na década passada.

O fechamento se intensificou com a pandemia e o lançamento do Pix, e quase 6.000 agências tradicionais foram encerradas. Enquanto isso, os bancos investiram mais no atendimento remoto de gerentes e na criação de agências-conceito, com serviços como consultoria de investimentos.

“Funcionários são desligados e a população é impactada. Sabemos que a tendência é digital, mas até chegar ao ponto de todas as pessoas serem digitais, é preciso dar condições de atendimento a quem não tem afinidade”, diz Edilson Julian, presidente do Sindicato dos Bancários de Marília e Região, no interior de São Paulo.

O sindicalista diz que, no início de cada mês, há filas antes da abertura das agências da região. Marília, que chegou a ter 50 unidades, hoje conta com 20. A entidade cita o exemplo da rural Oscar Bressane (SP), com 2.470 habitantes, que ficou sem ponto de atendimento físico e seus moradores precisam viajar cerca de 40 km até Marília para encontrar um banco.

“Os bancos estão ganhando cada vez mais dinheiro e deixando a população desassistida. Não é como se eles estivessem em dificuldade financeira” afirma Julian.

No Ceará, o fechamento está acelerado. Foram encerrados 117 locais desde 2022, aponta o Sindicato dos Bancários do estado. Só em 2025 foram 62.

De acordo com o presidente do sindicato, José Eduardo Rodrigues, há moradores que, além da falta de aptidão digital, carecem de um pacote de dados de internet que dê conta das transações pelo aplicativo.

“As economias locais sucumbem com a inexistência de um posto de atendimento bancário”, diz.

Para Tiago Couto, sócio-diretor da Peers Consulting + Technology, o fechamento de agências não é simplesmente uma redução de gastos dos bancos em tempos de juros e inadimplência em alta e competição com fintechs, cuja operação é mais rentável.

DIGITALIZAÇÃO

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), as instituições estão adequando suas estruturas à nova realidade do mercado, em que os canais digitais são preferidos pelo novo perfil do consumidor. “Atualmente, praticamente todas as operações bancárias podem ser feitas de forma eletrônica”, diz a entidade.

Na direção contrária estão os Estados Unidos, cujos maiores bancos seguem em expansão física dada a falta de tração das transações digitais. Em fevereiro, o JPMorgan Chase anunciou planos para abrir mais de 160 agências em mais de 30 estados, além de reformar outras 600 unidades neste ano. O objetivo é ir a novos mercados, “incluindo comunidades rurais e de baixa a moderada renda”.

Já no Brasil, com o Pix, ir ao banco pode parecer obsoleto. Porém, muitas transações e contratações ainda são feitas presencialmente. Em 2024, 27% dos pagamentos de contas, 14% das contratações de investimento e 5% das transações foram feitos por canais físicos, aponta levantamento da Deloitte em parceria com a Febraban.

Todo mês, Célia Moura, 60, leva seu pai de 89 anos ao banco para sacar a aposentadoria. “Ele prefere gastar em dinheiro porque não tem cartão de crédito, não tem Pix, nada dessas coisas de celular, internet, computador. É só na agência física.”

Há ainda serviços cujo volume aumentou nas agências em relação ao ano anterior. A contratação de crédito subiu 11%, indo a 45 milhões de operações, e a de seguros teve alta de 6%, para 55,5 milhões.

Segundo a Deloitte, a procura pelo atendimento presencial se deve à complexidade de alguns produtos, o que reforça o papel consultivo das agências. “Para muitos clientes, a possibilidade de esclarecer dúvidas, obter orientações claras e estabelecer uma relação mais próxima com um especialista permanece como algo essencial.”

Outro fator é o medo de golpes e fraudes, especialmente envolvendo altos valores, e a dificuldade com a tecnologia.

“Não sei lidar muito bem com aplicativos, internet. Na agência, retiro dinheiro no caixa, pago algum boleto que não posso deixar em débito automático e faço a prova de vida da pensão que recebo”, diz Débora Bordoni, 80. A professora aposentada conta que resolve muitas pendências via WhatsApp, conversando com sua gerente.

Apesar disso, a maior parte das operações migra para os canais digitais. Em 2024, 75% das transações bancárias foram via celular.

Essa demanda pelo aplicativo e fuga das agências levaram os bancos a aumentar o investimento em tecnologia e acelerar o fechamento dos postos físicos. Somando aluguel, segurança, funcionários e manutenção, a maioria das agências não se paga.

“Transportar dinheiro custa uma fortuna. Tínhamos receita com conta-corrente e anuidade de cartão [de crédito], que hoje caiu. Na hora de fazer todo esse processo, você deixa de pagar a conta. Por isso que tem de afunilar no digital, não tem alternativa. E tem tecnologia para isso”, disse Marcelo Noronha, CEO do Bradesco, à Folha em fevereiro. Segundo Noronha, é difícil uma agência ser rentável em cidades abaixo de 20 mil habitantes.

“É inegável que o fechamento de agências é um dos componentes mais interessantes para a redução de custo dos bancos. Não é algo que deve desacelerar, mas é preciso ter cuidado na velocidade para não desatender”, diz Eduardo Carlier, codiretor da Azimut Brasil, gestora de patrimônio, que avalia ativos, como ações de bancos, para investimento.

Para Rosângela Vieira, economista do Dieese que atua no Sindicato dos Bancários de São Paulo, a política de fechamento de agências afeta sobretudo a população idosa e periférica, “ao ampliar dificuldades de acesso ao crédito e potencialmente aumentar a exposição a golpes e fraudes em ambientes digitais”.

Os bancos têm preferido abrir pontos de atendimento mais especializados, para atrair a parcela da população que tem investimentos e faz negócios rentáveis.

“Mais do que gestão de custo, é uma mudança que reflete o hábito dos consumidores. Grandes bancos já estão na transformação digital há um tempo e têm agência mais como ambiente de construção de negócios e menos de transação, com pagamento de conta e saque. Fechar agência não é necessariamente a alavanca para competir com banco digital, e sim ter a jornada centralizada no cliente”, afirma Tiago Couto.

IMÓVEIS FICAM VAZIOS

O mercado imobiliário é impactado, pois geralmente são imóveis comerciais grandes, de baixa demanda. Fechados por meses e até anos, podem ser alvos de vandalismo e invasões.

“São agências com mais de 1.000 metros quadrados desativadas, especialmente de bancos privados, no centro histórico. Dificilmente há empresas que ocupam espaços tão grandes”, afirma Adriano Leocadio, secretário de Finanças e Gestão de Santos, um dos municípios que mais perdeu postos em 2025, com 14 fechamentos.

Agora, são 80 agências e postos de atendimentos em Santos, que tem a maior concentração de idosos entre as grandes cidades. “Há reclamação por parte considerável dos idosos, mas eles estão se adequando a essa nova realidade”, diz Leocadio.

Em São José do Rio Preto (SP), que perdeu 11 agências no ano passado, a prefeitura trabalha em um plano de revitalização do centro, com isenção de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) para proprietários que reformarem e derem destinação a imóveis fechados ou abandonados.

“No geral, somando as duas principais avenidas da área central da cidade, temos mais de cem imóveis fechados, entre agências bancárias e comércios em geral”, afirma Mario Welber, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de São José do Rio Preto.

BANCOS INVESTEM EM AGÊNCIA-CONCEITO, E CAIXA NÃO TEM REDUÇÃO

BRADESCO
Muitos gerentes de agências que fecham são realocados e recapacitados para seguir atendendo clientes, mas de forma remota. O Bradesco investe para transformar pontos estratégicos em unidades do Principal, nova linha voltada à alta renda, com atendimento semelhante ao de uma butique de investimentos. Esse cliente paga anuidade no cartão de crédito e taxas sobre investimentos.

SANTANDER
No Santander, há dois anos, alguns funcionários que atendem pequenas empresas foram deslocados para ir atrás dos clientes, o que, segundo o banco, tem gerado melhores resultados e mais receita.

“Essa turma não tem mesinha e cadeirinha na agência. Essa turma tem um laptop, um iPad e fica o dia inteiro fazendo visita. Com isso, eu tenho o banco que sai do banco e está na rua, na casa do cliente, que tem uma potência muito maior”, disse Mario Leão, CEO do Santander, ao comentar o balanço do banco de 2025.

Dos grandes bancos, a instituição é a que tem menos presença física: 17 das agências mantidas são WorkCafé, coworking misturado com escritório de investimento, em que clientes e não clientes podem trabalhar e aproveitar a cafeteria.

BANCO DO BRASIL
O Banco do Brasil tem estratégia semelhante com o .BB (Ponto BB). Em 2024, transformou a agência Marco Zero do Recife (PE). Com robô como recepcionista, tablets, atendentes presenciais e online, caixas eletrônicos, loja e área para palestras e eventos, o local perdeu a cara de agência. O BB é a instituição com mais agências físicas (3.955) e recentemente inaugurou um segundo Ponto BB em Belém (PA).

“Só em 2025 foram 504 obras, melhorando a ambiência e o conforto da rede de agências naquelas praças em que o cliente ainda vai muito ao banco”, disse Tarciana Medeiros, CEO do BB, ao comentar o resultado da instituição.

ITAÚ UNIBANCO
O Itaú Unibanco inaugurou neste ano o Espaço Uniclass, voltado a clientes do varejo, na avenida Paulista, em São Paulo. Aberto ao público em geral, há atendimento especializado e orientação financeira, espaço para eventos, loja com produtos Itaú, Stanley e Decolar, além de um café da Biscoitê.

Diferente das agências tradicionais, que funcionam das 10h às 16h, os serviços bancários da unidade vão até 19h. Já a loja também funciona aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h.

“O varejo bancário está passando por uma grande transformação, em que as pessoas buscam por mais simplificação, autonomia digital e orientação qualificada com apoio humano para decisões complexas”, afirma Beatriz Couto, diretora do Itaú Uniclass.

CAIXA
A Caixa Econômica Federal teve a menor redução dentre os grandes bancos. Desde 2019, a rede de atendimento caiu 5%. Com programas governamentais para a baixa renda e financiamento imobiliário, o banco não fala em reduzir a presença física.

A instituição diz investir no digital e em modelos de atendimento especializado. Para este ano, o foco é estruturar a Plataforma Empresas, unidades para pessoas jurídicas. “A Caixa atua continuamente na otimização da rede de atendimento, tendo como foco adequar a estrutura à demanda dos clientes, assegurando atendimento presencial onde é essencial, mantendo a capilaridade em todas as regiões do país.”

Fonte: Folha de S.Paulo

Banco do Brasil passa a aceitar todas as formas de recebimento do Prevmais na Cassi

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Uma ótima notícia para os egressos da Nossa Caixa: o Banco do Brasil passa a aceitar todas as formas de recebimento do Prevmais, plano do Economus, previdência complementar dos funcionários da Nossa Caixa.

Assim, as formas do Prevmais aceitas agora são: Vitalício, Percentual, Prazo determinado e também os que não possuem previdência complementar (autopatrocínio). Para os colegas sem previdência complementar (autopatrocinio), a contribuição passa a ser calculada com base na média salarial dos últimos 6 meses da ativa, além do pagamento da parte patronal, num total de 8,5% (sem dependente), permitindo finalmente que esse grupo também possa aderir ao plano.

“Essa medida representa uma vitória na nossa luta por Cassi e Previ para todos. Essa era uma notícia aguardada por muitos colegas aposentados. Seguiremos atentos e empenhados em buscar isonomia dos direitos dos incorporados, da ativa e dos aposentados”, ressalta Adriana Ferreira, diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e representante eleita do Conselho Deliberativo do Economus.

“É uma decisão importante e reflete toda a mobilização e luta do movimento sindical bancário para que os colegas egressos de bancos incorporados pelo BB tenham tratamento isonômico em relação aos demais”, acrescenta Antonio Netto, diretor do Sindicato e representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

O dirigente destaca que, apesar dessa vitória, a luta continuará firme. “É importante lembrar que muitos colegas ainda continuam sem acesso ao plano, e que seguimos na mesa de negociação lutando para que todos os funcionários do BB tenham os mesmo direitos. Portanto, vencemos uma batalha e não a guerra. Vamos continuar pressionando o banco por isonomia e Cassi e Previ para todos”, ressalta.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Chapas 2 e 55 vencem as Eleições Cassi 2026

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Com 25.643 votos, a chapa 2 foi a vencedora das Eleições CASSI 2026 para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo. A chapa 55 ganhou a eleição para o Conselho Fiscal com 23.777 votos.

Foram registrados 4.187 votos em branco e 6.377 votos nulos na eleição para a Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento e Conselho Deliberativo, e 4.007 votos em branco e 6.333 votos nulos na eleição para o Conselho Fiscal.

Com o resultado, foram eleitos os seguintes candidatos:

Diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento 
Luciana Bagno

Conselho Deliberativo
Titular: Humberto Fernandes
Suplente: Loreni de Senger
Titular: Gilmar Santos
Suplente: Diusa Almeida

Conselho Fiscal
Titular: Diego Carvaho
Suplente: Luana Narimatsu da Silva

Todos os eleitos tomam posse no dia 1º de junho de 2026 e têm à frente um mandato de quatro anos de duração.

Para acessar o hotsite das Eleições, clique aqui.

Fonte: Cassi

Tesouro e BB avançam em testes e Tesouro Reserva deve ser lançado em abril

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O Tesouro Reserva, novo título do Tesouro Direto que deve concorrer com a poupança, já começou a ser oferecido a alguns clientes do Banco do Brasil em fase de testes, e seu lançamento para toda a clientela deve ocorrer em abril, informou hoje o BB. “Os últimos ajustes estão sendo concluídos com um grupo restrito de clientes”, disse o banco em nota. “A previsão é que esta nova modalidade esteja disponível para todos os correntistas ao longo do mês de abril”, acrescentou.

Segundo o banco, a compra do Tesouro Reserva será realizada mediante pagamento via Pix e a venda via crédito na conta do cliente no BB, “tudo realizado no app Investimentos BB, na opção Tesouro Direto”.

A expectativa inicial era que o lançamento ocorresse ainda em março. No balanço do Tesouro Direto de fevereiro, divulgado nesta terça-feira (24), o Tesouro informou que começou no mês passado a venda do novo título, com um total simbólico de R$ 100 mil vendidos.

O Tesouro Reserva vai permitir aplicações a partir de R$ 1,00 e resgates em qualquer horário e dia da semana, sem marcação a mercado e corrigido pela taxa Selic. O título vai funcionar quase como uma conta remunerada e deve concorrer com a caderneta de poupança, com as caixinhas e cofrinhos dos bancos, com fundos DI e com o próprio Tesouro Selic.

Segundo Mário Perrone, head de Captação e Investimentos do BB, os testes estão sendo feitos em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional e a B3. “O BB está disponibilizando em seu app de investimentos a negociação do novo título Tesouro Reserva”, diz. Ele destaca que será um investimento simples, com horário de movimentação estendido e valores baixos de entrada que possibilitam a inclusão de milhares de brasileiros no mercado financeiro e que ampliam o acesso para quem deseja formar uma reserva de emergência ou diversificar seus investimentos.

Porta de entrada

O Tesouro Reserva é uma das iniciativas bastante positivas do Tesouro, afirma Mayara Rodrigues, analista de Renda Fixa da XP Investimentos. “O Tesouro já tem o Renda Mais, o Educa Mais e o Reserva vai ser bem importante porque o Tesouro Direto é o primeiro contato com o investimento além da poupança”, diz.

Segundo ela, o Tesouro Direto vem buscando criar aplicações de acordo com os objetivos do investidor e o Reserva deve ser uma porta de entrada que vai se comparar com o CDB diário, com rentabilidade muito parecida com Tesouro Selic, mas com maior flexibilidade. “Ele terá benefícios além do que já existia no próprio Tesouro Direto”, diz. Ela lembra, porém, que para um portfólio mais completo será interessante fazer uma diversificação com outros investimentos.

Mayara lembra que o investidor brasileiro ainda é muto focado em poupança e o novo título vai ter um papel importante em termos de educação financeira para a população. “O próprio Tesouro fazendo esse marketing é importante porque, historicamente, a poupança, que costuma ser a reserva financeira de grande parte da população, rende abaixo de praticamente qualquer outro título do mercado”, lembra.

Alguns títulos, como as LCAs e LCIs, hoje têm prazos mínimos de três meses, o que limita sua liquidez, lembra Mayara, mas olhando além desses prazos, a poupança deixa muito a desejar em termos de rentabilidade, compara.

Para ela, dado esse passo inicial de educação financeira e informação para a população, será preciso pensar na diversificação de ativos. E o Tesouro tem um papel importante na educação e na democratização dos investimentos. “O investidor compra o Tesouro Reserva e depois olha outro título e isso reforça a educação financeira”, diz Mayara.

“É uma excelente porta de entrada, mas investidor tem de se educar para não cair em armadilhas, mesmo no Tesouro Direto”, alerta. Para isso, ele precisa entender a diferença entre os diversos títulos oferecidos, seus prazos, os impactos da marcação a mercado e a oscilação de preços. “O Tesouro Direto é uma excelente porta de entrada, mas o investidor precisa continuar nessa agenda de educação financeira”, acrescenta.

Vantagens e alertas

Na comparação entre os investimentos, Mayara diz que o Tesouro Reserva vai ter vantagens sobre seu similar, o Tesouro Selic, com um valor mínimo de aplicação menor e resgates mais flexíveis.

Já em relação ao CDB diário, seu rendimento deve ser muito similar, mas pode haver um complicador que é a facilidade do investimento, mesmo com a possibilidade de uso do PIX nas movimentações. “O Tesouro Reserva vai ser em outra plataforma, do Tesouro Direto, que é diferente de um CDB que já está integrado na conta do cliente”, diz.

O mesmo vale para outros tipos de aplicação oferecidos pelos bancos e fintechs, como as caixinhas e cofrinhos, também conectados com a conta corrente.

Mas, em relação à poupança, o Tesouro Reserva deve ser mais competitivo e pode haver migração das cadernetas para o novo título. “Já estamos observando isso, a poupança vem perdendo depósitos enquanto crescem as aplicações em CDBs, títulos bancários e no Tesouro Direto”, diz.

Isso pode ser intensificado com Tesouro Reserva e todo o esforço do governo em marketing e incentivo para o novo título. “O Tesouro Reserva vai concorrer diretamente com a poupança, mas nos outros investimentos a facilidade de uso vai ser fator chave para o sucesso”, conclui.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil inaugura primeira agência modular no Mato Grosso

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O Banco do Brasil inaugurou esta semana, em Cotriguaçu (MT), a sua primeira agência modular. Construída a partir de módulos industriais pré-fabricados, o novo formato permite uma rápida instalação de agência, em cerca de dois meses, e se adapta a diferentes realidades, tanto para reforço de atendimento, na otimização de presença ou até em situações de calamidade e emergência.

Internamente, não há diferença em relação a uma agência comum. As modulares possuem ambiência padrão BB, climatização, banheiros, área de atendimento negocial e sala de autoatendimento, além de estarem plenamente adaptadas às normas técnicas de acessibilidade e segurança. A instalação é rápida porque não há necessidade de realizar grandes obras de engenharia, fundações profundas ou intervenções no solo. Além disso, os módulos podem ser transportados e reinstalados em outros locais a qualquer tempo, gerando otimização de recursos.

Cotriguaçu, com cerca de 11 mil habitantes e foco no agronegócio, foi escolhida para receber o novo modelo de agência. O imóvel onde a agência funcionava vinha enfrentando limitações de espaço para atendimento, que era incompatível com as necessidades locais dos clientes, funcionários e o potencial do município. A nova estrutura garante melhor ambiência, acessibilidade e condições operacionais para fortalecer o relacionamento com a comunidade local. O BB já avalia a expansão do modelo para outras cidades.

“A agência modular representa uma solução estratégica que combina agilidade, eficiência, sustentabilidade e proximidade com o cliente. O BB está preparado para expandir esse modelo, sempre que houver necessidade ou oportunidade, disponibilizando de forma rápida o atendimento presencial à população”, afirma Bárbara Freitas, head de atendimento e canais do BB.

Fonte: Banco do Brasil

Conglomerado BB vai implantar Pontos de Apoio a entregadores de aplicativos

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Nesta terça-feira, 24 de março, o Banco do Brasil, via Fundação BB, firmou parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR) para a implantação de Pontos de Apoio destinados a entregadores e entregadoras de aplicativos. A iniciativa é voltada à ampliação das condições de dignidade, saúde, segurança, inclusão produtiva e bem-estar desses trabalhadores em todas as regiões do país.

O acordo prevê a criação de espaços físicos padronizados, com infraestrutura essencial para apoiar o trabalho de entrega urbana e fortalecer o desenvolvimento social e econômico nos territórios. Cada unidade destes pontos de apoio vai contemplar infraestrutura sanitária, áreas de descanso, pontos de hidratação e recarga elétrica. O cenário de expansão nacional prevê a expectativa de implementar cerca de 100 pontos destes, com investimento estimado de R$ 24 milhões.

“Esses pontos de apoio representam umas das demandas mais frequentes dos entregadores e motoristas. Muitas vezes os trabalhadores não têm um local para parar, ir ao banheiro, carregar o celular, por exemplo. Os pontos de apoio terão impacto real e concreto no dia a dia desses profissionais”, diz o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.

A iniciativa parte do reconhecimento de que grande parte dos entregadores atua sem acesso garantido a banheiros, água potável, áreas de descanso e pontos de recarga elétrica, o que impacta diretamente a saúde física e mental, além de aumentar a exposição a riscos operacionais. O projeto incorpora recortes de equidade e cidadania, considerando vulnerabilidades específicas enfrentadas por mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e pela população negra, majoritária no setor e, em grande parte, residente em periferias urbanas.

Para a presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, a iniciativa reforça o papel do conglomerado BB como agente de inclusão. “O Banco do Brasil tem um compromisso histórico com o desenvolvimento do país e com a geração de emprego e renda de forma sustentável. Apoiar iniciativas que promovem condições dignas de trabalho, em todas as regiões do Brasil, é parte essencial da nossa atuação como conglomerado financeiro comprometido com a melhoria das condições sociais e econômicas dos territórios onde estamos presentes”, afirma.

Na fase inicial, o projeto será implementado por meio de um piloto, com recomendação técnica da Fundação BB para a instalação de até 20 Pontos de Apoio, permitindo a calibração do modelo de gestão, operação e monitoramento antes de uma eventual expansão nacional. Cada unidade contará, obrigatoriamente, com banheiros adequados — incluindo estrutura para higiene menstrual —, água potável gratuita, área de descanso protegida, estações de recarga de celulares, mobiliário interno e externo, além de iluminação e ambiente seguro. As medidas estão detalhadas dentro do relatório do grupo de trabalho técnico interministerial sobre os entregadores de aplicativo.

Segundo o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, o acordo anunciado tem caráter estruturante. “Ao implantar os Pontos de Apoio, a Fundação BB assume um compromisso concreto com a promoção da cidadania e com a redução de vulnerabilidades no trabalho de entregadoras e entregadores por aplicativos. Trata-se de uma iniciativa de grande impacto social, que amplia o acesso a direitos básicos, fortalece a inclusão e contribui para a construção de políticas públicas permanentes voltadas a esses trabalhadores”, destaca.

A governança do projeto prevê coordenação nacional da SGPR, com diretrizes, acompanhamento e monitoramento sob responsabilidade da Fundação Banco do Brasil. Durante o piloto, A execução e gestão cotidiana ficará sob responsabilidade de Organizações da Sociedade Civil.

A duração do Acordo de Cooperação está prevista inicialmente para 24 meses. Com essa iniciativa, o Banco do Brasil, via Fundação BB, reafirma seu compromisso com projetos estruturantes de impacto social, que contribuem para a promoção da cidadania, da inclusão produtiva e do desenvolvimento econômico sustentável no Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

BB economiza R$ 76 milhões com expansão do uso de energia renovável

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As iniciativas de modernização e eficiência energética adotadas pelo Banco do Brasil resultaram em avanços significativos na gestão do consumo de energia, com impactos financeiros e ambientais relevantes. As medidas implementadas proporcionaram uma redução de 16,21% nas despesas com energia, o que representa uma economia de R$ 76 milhões em 2025. Além disso, houve uma redução de 6% no consumo energético, equivalente de 33,62 gigawatts-hora.

De acordo com o diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio do BB, Carlos Eduardo Guedes Pinto, as ações reforçam o compromisso com a sustentabilidade, eficiência operacional e responsabilidade ambiental, ao mesmo tempo em que contribuem para a otimização de recursos e a redução da pegada de carbono. “A combinação entre Mercado Livre de Energia e geração distribuída consolida uma estratégia energética mais resiliente, alinhada às melhores práticas de gestão e à transição para uma matriz cada vez mais limpa e renovável, fortalecendo a segurança energética e a gestão dos custos da instituição”, afirma.

Atualmente, diversas unidades de negócios do BB operam no Mercado Livre de Energia, após a migração de mais 635 prédios para esse modelo, que permite maior previsibilidade de custos e contratação de energia de fontes renováveis. Recentemente, o modelo de geração distribuída passou por expansão: 27 usinas de energia renovável do Banco já estão em operação em 19 estados em todas as regiões do país, após a entrada de quatro novas em 2025, ampliando o fornecimento de energia limpa para cerca de 1.700 unidades atendidas no último ano.

Fonte: Banco do Brasil

BB apoia MMA a neutralizar emissões de gases de efeito estufa da COP15

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O Banco do Brasil será responsável pela neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), que acontece de 23 a 29 de março de 2026, em Campo Grande (MS). A iniciativa reforça o compromisso da instituição com a agenda climática e com o apoio a eventos internacionais estratégicos para a conservação do meio ambiente e da biodiversidade.

O evento, liderado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), reúne cerca de 2 mil participantes de diversos países, entre representantes de governos, organismos internacionais, comunidade científica e sociedade civil, para debater medidas globais de proteção às espécies migratórias e seus habitats.

A neutralização das emissões da COP15 é resultado de negociação institucional entre o Banco do Brasil e o MMA, como forma de apoiar a realização da conferência e fortalecer práticas alinhadas à sustentabilidade e o combate às mudanças climáticas. A pegada de emissões do evento é estimada entre 2,5 mil toneladas e 3 mil toneladas. O número final é aferido a partir da quantidade exata de participantes, ao final do evento, além de cruzar dados sobre a distância percorrida por eles da origem ao local do evento e sobre o meio de transporte utilizado, consumo de energia, entre outros fatores.

A compensação será realizada por meio de créditos de carbono autorizados no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Os créditos fazem parte do portfólio de negócios do Banco do Brasil e são gerados por projeto de energia solar, assegurando a neutralização integral da pegada de carbono do evento.

“As espécies migratórias são fortemente impactadas pela crise climática, que prejudica suas rotas de deslocamento e habitats. O principal objetivo da COP15 é a proteção desses animais fundamentais para o equilíbrio ecológico de nosso planeta. Por isso, neutralizar o contingente de emissões gerado durante a conferência é medida prioritária para o Governo do Brasil, comprometido com o enfrentamento à mudança do clima em todas as suas frentes”, destaca o secretário-executivo do MMA e presidente da COP15, João Paulo Capobianco.

Para José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, a parceria com o MMA reforça o papel estratégico da atuação do Banco do Brasil em reduzir a pegada de carbono em todas as frentes. “Nós apoiamos diversos projetos ligados ao mercado de carbono que possuem ativos ambientais com qualidade e integridade, além de assessorar clientes na elaboração de inventários de emissões, em planos de descarbonização e estratégias de compensação. O BB também opera mesa de créditos de carbono própria, lançada durante a COP30, que já realiza operações tanto com créditos próprios quanto de terceiros, inclusive para a neutralização de eventos corporativos como este”.

Atualmente, o Banco do Brasil apoia o desenvolvimento de diversas metodologias de geração de créditos de carbono, como agricultura de baixo carbono (ALM), preservação florestal (REDD+), Reflorestamento (ARR), Biogás e Energia Renovável, entre outros. Os projetos apoiados reduzem cerca de 3,6 milhões de toneladas de GEE por ano. Além disso, o BB atingiu 1,4 milhão de hectares preservados e/ou reflorestados por meio de projetos de carbono de REDD+ e ARR. O objetivo é alcançar 2 milhões de hectares até 2030, conforme divulgado nos Compromissos BB 2030 para um Mundo mais Sustentável.

Fonte: Banco do Brasil

BB Móvel chega a Ubá para atender vítimas atingidas pela enchente na região

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Os clientes do Banco do Brasil no município de Ubá e região, em Minas Gerais, passam a contar a partir desta semana com atendimento presencial no BB Móvel, instalado na rodoviária de Ubá. A unidade temporária foi acionada para assegurar a continuidade dos serviços bancários e o suporte necessário aos clientes locais.

O BB Móvel é um posto compacto de atendimento temporário, utilizado pelo Banco do Brasil em situações emergenciais, como interdições de agências, eventos climáticos extremos ou outras ocorrências que impactem o atendimento tradicional. A estrutura é formada por um módulo metálico, com três posições de atendimento negocial e um terminal de autoatendimento, oferecendo agilidade e conveniência aos clientes.

“Com a instalação do BB Móvel, os clientes da região poderão realizar atendimentos essenciais, orientações negociais e operações básicas, reforçando o compromisso do Banco do Brasil com a população e a manutenção do atendimento mesmo em cenários adversos”, afirma Bárbara Lopes, head de atendimento e canais do BB.

O modelo do BB Móvel permite rápida implementação e é ativado em curto prazo, garantindo resposta eficiente às necessidades da comunidade e a continuidade dos serviços bancários. A iniciativa integra a estratégia do BB de combinar soluções presenciais e digitais para atender clientes em todo o país.

Fonte: Banco do Brasil

TJMT e BB firmam cooperação para ampliar conciliação e renegociação de dívidas

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Com o objetivo de ampliar a conciliação e a mediação de conflitos em todo o estado, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), firmou o Termo de Cooperação Técnica nº 2/2026 com o Banco do Brasil S.A.. A iniciativa busca reduzir a judicialização de conflitos entre a instituição bancária e seus clientes, incentivar acordos e ampliar o acesso da população à justiça.

O acordo prevê a realização de mutirões temáticos de conciliação e mediação, tanto em processos já em andamento, quanto em demandas pré-processuais, abrangendo conflitos de natureza cível, empresarial e consumerista. Entre os principais objetivos estão a renegociação de dívidas, a prevenção de litígios e a promoção de soluções consensuais mais rápidas e eficazes.

De acordo com o presidente do Nupemec, desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, a parceria tem caráter amplo e deve impactar diferentes áreas. “É um acordo que contempla várias finalidades, como direito do consumidor, recuperações judiciais no agronegócio e contratos bancários. A partir dele, teremos mutirões em diversas frentes, incluindo demandas do agro, relações de consumo e parcerias agrícolas, com alcance em todo o estado”, destacou.

O magistrado também ressaltou a relevância da iniciativa em Mato Grosso, onde o agronegócio possui forte presença econômica. Segundo ele, a expectativa é de que a parceria estimule outras instituições financeiras a adotarem medidas semelhantes, ampliando o uso de soluções consensuais.

Pelo lado do Banco do Brasil, o gerente jurídico regional, Marcelo Guimarães Marotta, enfatizou que a cooperação fortalece a atuação conjunta com o Judiciário na resolução de conflitos.

“Essa iniciativa contribui para a redução da litigiosidade e para a pacificação social. Temos muitas demandas, especialmente nos Juizados Especiais e também no agronegócio, envolvendo renegociação de dívidas e recuperação judicial. O banco já possui estrutura para negociação e, com essa parceria, poderemos ampliar as soluções consensuais também no âmbito judicial”, afirmou.

Como funcionará na prática

O termo estabelece que o Banco do Brasil deverá identificar previamente os casos com potencial de acordo e encaminhá-los aos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs). A instituição também se compromete a enviar representantes com autonomia para negociação durante as audiências, o que deve aumentar as chances de resolução rápida dos conflitos.

Já o Nupemec ficará responsável por organizar os mutirões, indicar os Cejuscs competentes e garantir a estrutura necessária para a realização das sessões de mediação e conciliação, sejam elas presenciais ou virtuais.

Benefícios para a população

A parceria tem como foco oferecer soluções mais rápidas, reduzir custos e evitar o prolongamento de processos judiciais. Além disso, busca facilitar a renegociação de dívidas, especialmente em contextos de crise financeira, contribuindo para a recuperação econômica de pessoas físicas, empresas e produtores rurais.

Outro ponto previsto é o incentivo à cultura do diálogo, com ações de conscientização sobre os benefícios da conciliação, além da capacitação contínua de mediadores judiciais.

O Termo de Cooperação tem vigência por prazo indeterminado e abrange todo o estado de Mato Grosso.

Fonte: Tribunal de Justiça do Mato Grosso

Banco do Brasil anuncia novo gerente geral da Tesouraria Global

Publicado em: 20/03/2026

O Banco do Brasil anunciou a indicação de Tiago Cruz Alexandre para o cargo de gerente geral da Unidade de Tesouraria Global, sediada no Brasil. O executivo assume a posição com a missão de fortalecer a atuação estratégica da Tesouraria em um ambiente de mercado cada vez mais dinâmico, ampliando a sofisticação das operações, a disciplina financeira e a geração de valor para o conglomerado BB. A atuação da área tem foco crescente em soluções que tornem a Tesouraria cada vez mais próxima e relevante na vida dos clientes do Banco do Brasil.

De acordo com o vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, Francisco Lassalvia, a nomeação reforça a estratégia do Banco do Brasil de alinhar perfis de liderança altamente qualificados às áreas essenciais do negócio. “No caso da Tesouraria Global, a expectativa é evoluir continuamente seu papel institucional, aproximando-se ainda mais das áreas de negócio e dos clientes do BB, contribuindo para soluções financeiras mais eficientes, inovadoras e alinhadas às necessidades reais do mercado, fortalecendo o protagonismo do Banco do Brasil no cenário financeiro global”, destaca o vice-presidente, que lidera o setor.

O novo gerente da Tesouraria Global do BB, Tiago Cruz Alexandre, diz que a atuação coordenada das equipes de diversos setores do Banco é um elemento central para ampliar a geração de valor e consolidar a presença do Banco do Brasil no mercado financeiro internacional. “Assumo a liderança da Unidade de Tesouraria Global com o compromisso de fortalecer seu papel institucional e aprofundar a integração com as demais áreas do Banco do Brasil. Nosso foco será a evolução contínua da gestão de riscos, capital e liquidez, além do desenvolvimento de soluções financeiras cada vez mais eficientes, competitivas e alinhadas à estratégia do Banco”, complementa.

Com 17 anos de trajetória no Banco do Brasil, Tiago Cruz já atuou em posições estratégicas no Brasil e no exterior. Antes de assumir a Tesouraria Global do BB, ele estava baseado em Londres, onde atuou como Diretor da BB Securities Limited. Também exerceu funções como head da mesa de renda fixa externa na Diretoria de Finanças, gerente de soluções na Unidade de Captações e Investimentos do BB e também já atuou como gerente de Negócios Digitais do BB na Califórnia, acumulando experiência em mercados globais, gestão de riscos, investimentos, derivativos e estratégia de negócios.

Tiago Cruz é graduado em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), possui MBA em Finanças pelo Ibmec e Mestrado em Finanças Internacionais (MSc) pela University of Reading, no Reino Unido, além de formação no Programa de Executivos de Stanford, nos Estados Unidos. Seu perfil técnico é complementado por um conjunto de competências que inclui gestão de riscos, investment banking, investimentos, derivativos e estratégia empresarial.

Fonte: Banco do Brasil

BB aumenta investimentos em capacitação e certificação profissional

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A transformação tecnológica e regulatória no sistema financeiro tem ampliado a demanda por profissionais mais qualificados no setor bancário. O Banco do Brasil vem fortalecendo sua estratégia de desenvolvimento de pessoas e ampliando de forma consistente os investimentos em capacitação e certificação profissional de seus funcionários. Só no último ano, 97,74% dos funcionários do BB participaram de programas de treinamento e desenvolvimento, nas modalidades autoinstrucional, presencial e on-line ao vivo.

Ao longo do ano, foram registradas mais de 3 milhões de horas de capacitação, com uma média de 149,73 horas de treinamento por funcionário, reforçando o compromisso do Banco com a aprendizagem contínua entre os principais eixos de capacitação, destacam-se tecnologia, inteligência artificial e metodologias ágeis, além de temas como prevenção a fraudes, segurança nos negócios e compliance, agronegócio, governança e gestão ASG e também sobre gestão e liderança feminina.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a procura por certificações e capacitações para o setor bancário, voltadas aos profissionais do setor financeiro e interessados de outras áreas, cresceu 25% em 2025, alcançando no ano o maior volume já registrado na série histórica. Desde 2020, o crescimento foi de 34,4%, segundo a Febraban Educação, escola de negócios e finanças da Febraban, especialmente em áreas específicas, como ouvidoria, suitability, agro, mercado financeiro, cooperativas, controles internos e prevenção a fraudes.

O gerente executivo de gestão da cultura e de pessoas do BB, Rodrigo Quintiliano, destaca o foco em escala de capacitações, além da atuação para fortalecimento da cultura organizacional da empresa para impactar positivamente nos negócios.

“A transformação tecnológica e regulatória do sistema financeiro exige profissionais cada vez mais preparados. No Banco do Brasil, investir de forma contínua na capacitação e na certificação dos nossos funcionários é uma decisão estratégica, que garante a qualidade do atendimento, a solidez do negócio e a nossa capacidade de gerar valor sustentável para a sociedade”, diz Quintiliano.

“Além das formações internas, o Banco do Brasil incentiva seus profissionais a obterem certificações reconhecidas pelo mercado, tanto obrigatórias quanto voltadas à diferenciação profissional. Em 2025, o BB alcançou a marca de mais de 45 mil funcionários da rede de atendimento BB com certificações regulatórias, como as de investimentos da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)”.

Fonte: Monitor Mercantil

BB reforça consultoria e agências para disputar investidores com fintechs: “cliente quer contato humano”

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Com novas agências, atendimento consultivo e foco em clientes de alta renda, BB busca ampliar relacionamento financeiro e ganhar espaço no mercado de investimentos.

A estratégia do Banco do Brasil (BBAS3) quer reforçar a proximidade com o cliente em um momento em que bancos digitais e corretoras independentes ampliam a disputa por investidores envolve combinar tecnologia, atendimento especializado e presença física em um modelo híbrido – que mistura canais digitais e presenciais – para fortalecer o relacionamento financeiro e ampliar o espaço no mercado de investimentos.

No dia 5 de março, o E-Investidor acompanhou, em Belém (PA), a inauguração de um novo Ponto BB e da primeira Casa Estilo do País, iniciativa focada no público de alta renda, em empresas e no agronegócio. Durante o evento, executivas do banco afirmaram que uma das prioridades para 2026 é tornar o atendimento ao investidor mais próximo e acolhedor, oferecendo consultoria financeira mais estruturada e integrada entre diferentes segmentos de clientes.

Segundo Larissa Novais, diretora de clientes pessoa física do banco, a estratégia parte da constatação de que o perfil do consumidor mudou e hoje ele combina autonomia digital com busca por orientação especializada.

Barbara Freitas, gerente-geral da unidade de atendimento, explica que “nos canais digitais os clientes buscam muito o autosserviço e as transações do dia a dia”. “Já no canal presencial, como as agências, vemos um movimento cada vez maior voltado para negócios e assessoria financeira. Quando o cliente quer falar de operações mais estruturadas, ele valoriza muito o contato humano”, afirma.

Estratégia usa agências como centros de consultoria

A mudança no comportamento do investidor também ajuda a explicar a reformulação das agências bancárias. Em vez de espaços focados apenas em operações bancárias, o banco quer transformar esses pontos físicos em centros de relacionamento e orientação financeira. Nesse contexto, surgem os chamados Pontos BB, que combinam atendimento bancário com parcerias comerciais e experiências para clientes.

“As parcerias ajudam a oferecer uma experiência mais completa para o cliente e transformam a agência em um ponto de encontro”, afirma Freitas. “ Além disso, quando você compartilha o espaço físico com parceiros, consegue uma gestão mais eficiente daquele ponto”, complementa.

Segundo ela, em algumas localidades o modelo já permite dividir custos operacionais com empresas parceiras. “Dependendo da parceria, até 25% do custo do imóvel pode ser compartilhado”, diz. O sistema é chamado de “win-win” (ganha-ganha) pelas executivas, melhora a experiência do cliente e traz mais fluxo para a agência e ainda aumenta a eficiência.

O banco já testa esse modelo em algumas unidades. Um dos pilotos citados por Bárbara Freitas envolve uma parceria com a Cacau Show em uma agência na região da Faria Lima, na Capital paulista.

Integração entre pessoa física e empresas

Outra frente da estratégia envolve integrar melhor o atendimento de clientes pessoa física (PF) e pessoa jurídica (PJ), algo que o banco considera como potencial relevante de geração de negócios. Segundo Novais, muitos clientes já mantêm relacionamento com o BB nos dois perfis, mas a instituição vê espaço para ampliar essa conexão dentro das agências.

Testes realizados pelo banco indicam que essa abordagem pode aumentar significativamente o potencial de receita. Em um piloto realizado com dirigentes que possuem contas como PF e PJ, o banco observou um aumento expressivo no desempenho comercial.

“Observamos um incremento de margem de 70% na pessoa jurídica quando há integração no atendimento e no relacionamento. Isso mostra que existe um espaço grande para crescer nessa frente”, afirma Novais.

Competição com fintechs e plataformas digitais

A estratégia também responde a um ambiente de competição crescente no sistema financeiro, marcado pela expansão de fintechs e plataformas digitais de investimento. “A gente costuma dizer que somos uma fintech de mais de 200 anos. Apesar da nossa longevidade, inovamos todos os dias”, explica a diretora de clientes.

Hoje, segundo a executiva, o banco já possui uma base significativa de clientes digitais. Apenas no último ano, cerca de 3,7 milhões de contas foram abertas digitalmente e em menos de 5 minutos por cliente.

Freitas acrescenta que o app do BB já concentra grande parte da interação com os correntistas. “Temos 35 milhões de clientes que usam canais digitais e chagamos a ter 12 milhões acessando o aplicativo do banco em um único dia”, diz.

Para ela, o diferencial competitivo está justamente na combinação entre tecnologia e relacionamento humano. “Mesmo o cliente que é 100% digital, quando precisa tomar uma decisão importante de investimento, muitas vezes quer conversar com alguém e ter orientação”, afirma.

A corrida do BB pela “principalidade” na alta renda

No centro do Banco do Brasil está um indicador acompanhado de perto chamado “principalidade“. Basicamente, é utilizado internamente para medir o grau de relacionamento financeiro que um cliente mantém com o banco. Segundo Larissa Novais, diretora de clientes pessoa física da instituição, o indicador reflete quando o cliente concentra no banco a maior parte do seu fluxo financeiro, como recebimento de salário, movimentação de conta, crédito e investimentos.

“A principalidade é um indicador que a gente sempre quer crescer”, afirma a diretora.

Na prática, quanto maior a principalidade, maior também tende a ser a rentabilidade do relacionamento. Isso ocorre porque o banco passa a concentrar diferentes produtos financeiros do mesmo cliente – como investimentos, cartões, crédito e seguros – aumentando a recorrência de receitas.

Uma das frentes para impulsionar esse indicador está no segmento de alta renda, considerado estratégico para a expansão da base de investidores. Entre as iniciativas está o lançamento da Casa Estilo, um espaço dedicado a clientes de maior patrimônio e investidores, além de novos produtos voltados a esse segmento.

“Na estratégia para alta renda acabamos de lançar um cartão premium (o Altus Liv, lançado no final de 2025) e já cresceu mais de 33% na quantidade de clientes com esse produto, que têm um faturamento muito maior. No total, o faturamento dessa frente cresceu mais de 20%”, afirma a executiva.

O banco também criou um novo subsegmento voltado a investidores com patrimônio mais elevado. Chamado de High Estilo, o modelo é direcionado a clientes com pelo menos R$ 1 milhão em investimentos, oferecendo atendimento personalizado. “Hoje já temos 185 mil clientes nesse novo modelo de relacionamento”, afirma Novais.

O banco pretende ampliar em cerca de 25% o número de clientes do segmento Estilo até 2029, com a expansão iniciada em 2025.

“Já crescemos cerca de 6% na base Estilo em 2025 e a estratégia continua para os próximos anos”, diz a diretora.

Crédito do trabalhador puxa varejo do Banco do Brasil

Ao mesmo tempo, o banco busca ampliar o relacionamento com clientes de outros perfis, incluindo o público de varejo. Uma das apostas nessa frente é o chamado crédito do trabalhador, que ganhou força nos últimos anos e deve continuar sendo expandido com apoio de modelos analíticos.

Segundo Novais, o banco vem utilizando cruzamento de dados entre empresas e clientes para aumentar a precisão da concessão de crédito. O BB está tornando o processo mais cauteloso utilizando inteligência de dados aplicada à análise de crédito. Basicamente, o sistema cruza informações de diferentes fontes para entender o perfil financeiro do cliente, seu histórico de relacionamento com o banco e seu comportamento ao longo do tempo.

Na prática, os modelos analisam dados como movimentação financeira, histórico de crédito, pontualidade nos pagamentos, nível de endividamento, renda, relacionamento com o BB e variáveis econômicas mais amplas. Esses dados são tratados por modelos estatísticos e de inteligência artificial que identificam padrões, riscos e oportunidades, ajudando o BB a avaliar a capacidade de pagamento e a oferecer condições mais adequadas a cada cliente.

“Isso permite ampliar o público com segurança e crescer também nesse segmento”, explica.

Lembrando que: o BB confirmou que toda a análise é realizada conforme a legislação vigente e não substitui a governança e nem as políticas de crédito.

Outro grupo considerado estratégico para elevar a principalidade contém os chamados proventistas, clientes que recebem salário pelo banco. Atualmente, cerca de 11,3 milhões de clientes se enquadram nessa categoria. “Esses clientes, em geral, já têm muita principalidade conosco, porque o fluxo financeiro deles está no banco. Então também é nossa estratégia ampliar cada vez mais o relacionamento com esses clientes e trazer mais proventistas para a nossa base”, explica Larissa Novais.

A estratégia do Banco do Brasil (BBAS3) é que essa combinação entre tecnologia, consultoria e presença física mais estruturada ajude a fortalecer o relacionamento com investidores e a disputar espaço em um mercado cada vez mais concorrido. (Estadão)

Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

BB viabiliza doação de 20 milhões de euros de banco alemão para ampliar inclusão socioeconômica no país

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O Banco do Brasil formalizou, nesta semana, uma parceria internacional que viabiliza a doação de 20 milhões de euros do banco de desenvolvimento alemão KfW para fortalecer ações de inclusão socioeconômica no Brasil. Os recursos serão destinados ao programa FGO Acredita no Primeiro Passo, que faz parte do Fundo de Garantia de Operações (FGO), administrado pelo BB, ampliando o acesso ao crédito para empreendedores em situação de vulnerabilidade social.

“Como administrador do Fundo de Garantia de Operações (FGO), o Banco do Brasil assegura que esses recursos internacionais serão aplicados com forte rigor técnico e governança, ampliando a capacidade do fundo de mitigar riscos e viabilizar crédito para empreendedores do Cadastro Único, incluindo a destinação de uma parcela dos recursos exclusivamente para mulheres empreendedoras. Trata-se de um instrumento financeiro estruturante para promover inclusão socioeconômica com sustentabilidade”, destaca Michele Azevedo Alencar, gerente geral da Unidade de Estratégia Governo do BB.

A iniciativa está inserida no Programa Acredita no Primeiro Passo, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), e tem como foco facilitar o financiamento de pessoas inscritas no Cadastro Único que desejam iniciar ou ampliar pequenos negócios. O FGO Acredita no Primeiro Passo estabelece que, no mínimo, 50% das operações garantidas serão direcionadas a mulheres empreendedoras. Na prática, os recursos reforçam o fundo garantidor, reduzindo o risco das operações de crédito para os bancos e ampliando as chances de aprovação de financiamentos, em condições mais favoráveis, para famílias de baixa renda.

A doação, que será disponibilizada em até cinco tranches (parcelas), foi formalizada por meio de contrato de contribuição financeira entre o KfW e o FGO, administrado pelo Banco do Brasil. Um segundo acordo estabelece diretrizes de governança e de implementação das ações, assegurando a correta aplicação dos recursos e a efetividade da política pública.

KfW: é o banco de desenvolvimento da Alemanha e atua no financiamento de projetos sociais, econômicos e ambientais, com foco em proteção climática, infraestrutura e apoio a pequenas empresas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável em diversos países.

Fonte: Banco do Brasil

BB diz ao TCU que não tem estudos ou discussões sobre federalizar BRB

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O Banco do Brasil afirmou ao Tribunal de Contas da União (TCU), em documento produzido nesta semana, que não tem estudos ou discussões, concluídos ou em andamento, sobre a possibilidade de ‘federalizar’ o Banco de Brasília (BRB).

Segundo o ofício enviado ao órgão na quarta-feira (11), o banco não tem estudos, notas técnicas, grupos de trabalho, deliberações internas ou outro ato preparatório relacionados a qualquer intenção de assumir o controle do BRB.

O texto é uma resposta ao pedido do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, que abriu prazo de 15 dias para que bancos públicos federais e o Ministério da Fazenda indicassem se chegaram a cogitar ou analisar uma possibilidade de “federalização” do Banco de Brasília (BRB).

O prazo ainda está em aberto e, até a publicação desta reportagem, outros órgãos ainda não tinham respondido.

Entenda

O BRB tenta recompor e melhorar a qualidade de seu patrimônio, abalado por uma série de transações malsucedidas com o Banco Master – cujas irregularidades foram reveladas pela operação Compliance Zero da Polícia Federal, em novembro de 2025.

Em meio a essas tentativas, começaram a circular rumores de que instituições federais poderiam comprar o BRB para salvar as operações do banco – o que, na prática, tiraria o governo do Distrito Federal da posição de acionista controlador da entidade.

A decisão atende a um pedido do subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Furtado. As informações deverão ser prestadas pela Caixa, pelo Banco do Brasil, pelo BNDES e pelo Ministério da Fazenda.

Bruno Dantas determinou que, se o tema estiver sendo estudado pelo governo, os órgãos terão de enviar os “documentos mínimos” que deem um panorama geral das discussões.

No despacho, Bruno Dantas reconhece que Furtado não juntou ao processo nenhum ato administrativo da União que, de fato, indique a intenção do governo federal de assumir o controle do BRB.

Em entrevista no dia 25 de fevereiro, no entanto, o secretário do Tesouro e presidente do Conselho de Administração da Caixa, Rogério Ceron, afirmou em entrevista que o banco acompanha a situação do BRB como uma eventual “oportunidade de negócio”.

Ao pedir informações aos órgãos, Bruno Dantas afirmou que a medida se justifica pela “materialidade potencial elevada, considerada a ordem de grandeza dos valores” envolvidos no tema; e pelo “risco de efeitos relevantes sobre o patrimônio público federal”.

“Ademais, em operações envolvendo reestruturação bancária, aquisição de ativos, participação societária ou soluções de capitalização, é comum que a formação da decisão se dê de forma célere e por etapas, com atos preparatórios e registros de governança que antecedem a formalização final, muitas vezes sob sigilo e condicionados a janelas de mercado”, prossegue o ministro.

Quais informações o TCU pediu?

O despacho de Bruno Dantas pede informações diferentes para cada um dos órgãos acionados. Veja:

Banco do Brasil e Caixa: estudos, notas técnicas, grupos de trabalho, deliberações internas ou outro ato preparatório (análise de aquisição, participação societária, operação de crédito, modelagem de solução ou absorção/federalização);

BNDES: pleitos/consultas/demandas, formais ou registradas, relativas à estruturação de garantias, modelagens ou linhas de financiamento associadas ao saneamento financeiro do BRB;

Ministério da Fazenda (incluindo Tesouro Nacional, no que couber): iniciativas, grupos de trabalho, notas técnicas, despachos ou tratativas sobre alternativas relacionadas ao BRB, inclusive eventual estimativa preliminar de impacto fiscal para a União/Tesouro Nacional em cenário de assunção de responsabilidades.

Fonte: G1