Cassi alterará percentuais de coparticipação do Plano de Associados em 2019

Publicado em: 13/12/2018

A Cassi adotará novos percentuais de coparticipação sobre os procedimentos e eventos realizados pelos participantes do Plano de Associados a partir do dia 1º de janeiro de 2019.

A medida, que aumenta os percentuais atuais de coparticipação do plano até que haja a implantação de medidas para solucionar o desequilíbrio econômico-financeiro da Cassi, foi aprovada pelo Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência, em reunião realizada no dia 23 de novembro.

Pela decisão, a coparticipação devida pelos associados passará de 30% para 40% em consultas (em pronto-socorro ou com hora marcada), em sessões de psicoterapia, acupuntura e visitas domiciliares.

Já para os serviços auxiliares de diagnose e terapia, tais como fisioterapia, RPG, fonoaudiologia, terapia ocupacional, que não envolvam internação hospitalar, a coparticipação passará de 10% para 20%, limitada a participação mensal do participante a 1/24 da base de cálculo da contribuição devida à Cassi, como já é hoje.

A coparticipação é um mecanismo financeiro de regulação do uso dos planos de saúde, autorizado pela ANS (Resolução CONSU nº 08/98) e já previsto no Estatuto da Cassi e no Regulamento do Plano de Associados – RPA, que não se confunde e não tem a mesma natureza das contribuições que são devidas ao plano pelos participantes.

A coparticipação corresponde à participação financeira de responsabilidade do beneficiário do plano, paga à operadora, referente a uma parte do custo total do procedimento de saúde realizado.

Para fazer a mudança, o Conselho Deliberativo aprovou a inclusão dos artigos 25-A e 26-A no Regulamento do Plano de Associados – RPA, com base na competência que lhe é atribuída pelo artigo 37, inciso V do Estatuto da Cassi.

O incremento nos percentuais de coparticipação é parte das ações emergenciais para garantir a continuidade do atendimento aos associados, até que ações e medidas de sustentabilidade econômico-financeira da Cassi, de efeitos no longo prazo, sejam aprovadas e implantadas.

O aumento na coparticipação não resolve, de maneira imediata, a questão do equilíbrio financeiro do Plano de Associados e da Cassi. Mas, é necessária para colaborar na reversão do atual quadro da Cassi, pois diminui as despesas assistenciais mensais do plano.

Fonte Cassi

Escriturários do BB podem ocupar para cargo de nível superior

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O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou pedido do Banco do Brasil para manter as designações de escriturários para cargos de nível superior, que haviam sido anuladas pelo Tribunal Regional do Trabalho do Distrito Federal e Tocantins (TRT-10) a pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT)

A determinação do TRT-10 desconsiderou decisão anterior do ministro do STF Gilmar Mendes que suspendeu todos os casos relacionados a concurso público, já que está em discussão no Judiciário a competência para decidir sobre admissão e seleção de pessoal para ocupação de emprego público: se da justiça comum ou da justiça especializada.

O advogado José Alberto Couto Maciel, da Advocacia Maciel, que representou o Banco do Brasil no caso, ressalta que “os empregados que ocupam cargo de nível superior não sofrerão qualquer efeito de sentença ou tutela antecipada para perderem os cargos, e os cargos comissionados podem ser preenchidos na forma com que sempre vinha sendo feito”.

Fonte: Correio Braziliense

BB faz acordo de R$ 98 milhões por ano para alugar imóveis da Previ

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O Banco do Brasil firmou um contrato de R$ 98,651 milhões por ano para a locação de imóveis de propriedade da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do banco.

Segundo o BB, a escolha do fornecedor deve-se ao fato de os imóveis locados atenderem às necessidades de instalação e localização.

“O banco realizou a prospecção de imóveis locados atenderem às necessidades de instalação e localização. “O banco realizou a prospecção de imóveis considerando aspectos técnicos, tais como: características do imóvel, localização e valor da locação, sendo este último apurado por meio de laudo emitido e/ou validado por área técnica do banco”, diz a instituição.

Fonte: Valor Econômico

Equipe de transição do Bolsonaro descobre rombo gigantesco no banco do Brasil

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A equipe de transição de bolsonaro descobriu afiliados políticos em cargos de bancos federais, como Banco do Brasil, com salários que chegam a mais de R$ 61 mil, gerando somente no Banco do Brasil um rombo mensal de quase 29 milhões.

“Nos governos do PT, o Banco do Brasil passou por uma ampliação de sua estrutura de comando. Além de nove vice-presidentes (salário de R$ 61,5 mil cada) e 27 diretores (R$ 47,7 mil), a instituição criou 11 cargos de gerente-geral (R$ 47,7 mil) – a ampliação de diretorias para abrigar funcionários sintonizados com os partidos de sustentação do governo exigiria uma complexa mudança estatutária. As remunerações estão acima do teto do funcionalismo público de R$ 33,7 mil.

Os cargos de gerente-geral e diretor podem indicar, em média, quatro gerentes executivos, função com salário de R$ 36,3 mil. O gerente executivo indica em média quatro gerentes de soluções, com remuneração de R$ 24 mil cada. Todos os cargos descritos recebem ainda, a cada seis meses, entre dois e três salários por Participação nos Lucros e Resultados, o PLR. Assim, a folha mensal de pagamento de salário dos 1.048 ocupantes de cargos executivos do banco tem um gasto total de R$ 28, 9 milhões”.

Fonte: Coluna Extra

Governo do RN desconta R$ 82 milhões dos salários dos funcionários e não repassa ao BB

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O governador do Rio Grande do Norte Robinson Faria deixou de repassar ao Banco do Brasil pelo menos R$ 82 milhões retirados dos salários dos servidores entre julho e setembro deste ano.

O desconto é feito todos os meses pelo Estado no contracheque dos funcionários que têm empréstimos consignados para serem transferidos ao banco, mas a partir de julho os envios não foram realizados com os valores completos.

Para receber o dinheiro devido, o Banco do Brasil processa o Estado pedindo o bloqueio imediato de R$ 82.934.210,05. Mais da metade dos descontos não repassados – R$ 56.715.130,27 – foram feitos na aposentadoria dos servidores inativos. A responsabilidade da transferência é do Instituto de Previdência (Ipern). O restante – R$ 26.219.079,78 – foi feito no vencimento dos servidores ativos, sob a responsabilidade da Secretaria de Planejamento e Finanças (Seplan).

Durante os dois primeiros quadrimestres deste ano, o valor dos descontos de créditos consignados atingiram os R$ 1,03 bilhão, segundo o relatório de gestão fiscal do Governo de janeiro a agosto. Depois de ter sido notificado sobre a ação, o Estado pagou uma parte da dívida durante o mês de novembro.

Segundo a relatora do processo na Procuradoria-Geral do Estado, Eloísa Guerreiro, a quantia foi de R$ 26.890.442,00. O restante está sendo negociado entre o procurador-adjunto do Estado João Carlos Coque, o secretário estadual de planejamento Gustavo Nogueira e os advogados do Banco do Brasil.

Fonte: Tribuna do Norte

BB terá 30 licitações em 21 dias

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CLÁUDIO HUMBERTO
O Banco do Brasil tem atualmente 30 processos de licitação abertos e pendentes, na fase de “acolhimento de propostas”. Todas os certames devem ser finalizados até o fim deste ano. Mais de uma concorrência pública por dia, algumas milionárias. Na terça (4), denúncia do site Diário do Poder em poucas horas provocou a suspensão de suspeita licitação de R$118 milhões para “agências de marketing promocional”.

INSISTÊNCIA NO ESQUEMA
Fontes do BB garantem que o esquema suspeitíssimo para escolher agências “promo” não morreu. “Foi suspensa só até baixar a poeira”.

CULPA DE TEMER
O governo federal não apita mais em empresas públicas como o Banco do Brasil, desde a vigência da “lei das estatais”, criada por Temer.

QUE ACIONISTA
Além de perder autoridade e mesmo sendo acionista majoritário, o governo federal tem suas demandas ignoradas por estatais como o BB.

DIFERENTES TIPOS
As licitações do BB são variadas. De serviços de limpeza a telefonia. Mas todas marcadas para ocorrer em 2018. Para o BB “é normal”.

Fonte: Jornal da mídia

BB Seguridade anunciou um presente aos acionistas: R$ 2,7 bilhões em dividendos

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A BB Seguridade, empresa que detém as participações do Banco do Brasil em seguros, anunciou um presente e tanto aos acionistas: o pagamento de R$ 2,7 bilhões em dividendos extraordinários.

Esse valor representa R$ 1,352 por ação da companhia, e ainda é isento de imposto de renda.

O anúncio vem em boa hora, já que a BB Seguridade ficou bem para trás no rali das seguradoras na bolsa neste ano.

O desempenho da companhia neste ano decepcionou os analistas. De janeiro a setembro, o lucro da BB Seguridade foi de R$ 2,709 bilhões, uma queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto as ações da empresa do BB acumulam alta de apenas 4% neste ano, a resseguradora IRB Brasil, por exemplo, mais que dobrou de valor. Eu te conto em detalhes o que aconteceu com as ações do setor de seguros nesta reportagem.

Não por acaso, logo depois do anúncio dos dividendos os papéis da BB Seguridade subiam mais de 1% hoje pela manhã, em um dia de queda expressiva da bolsa.

A empresa vai pagar os dividendos no dia 2 de janeiro. Mas para ter direito aos dividendos, você precisa ter ações da BB Seguridade no dia 11 de dezembro.

Fonte: Seu dinheiro

Convênio entre prefeitura e Banco do Brasil garante investimentos na zona rural

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O prefeito Leonaldo Paranhos, o vice-prefeito Jorge Lange, os secretários de Finanças, Renato Segalla e Ney Haveroth, da Agricultura, estiveram reunidos na segunda-feira (10) com o superintendente do Banco do Brasil, Marcelo Palhano e o superintendente regional da instituição, Everton Luis Kapfenberg.

Na pauta do encontro, a assinatura do maior convênio do Banco com um município do interior do Estado para melhorias nas estradas rurais. A operação de crédito no valor de R$ 12 milhões, “é a contrapartida do dinheiro que nós conseguimos da Itaipu, através do deputado Evandro Roman, e tem a nossa contrapartida, porque jamais poderíamos colocar em risco este recurso. Por isso buscamos esta parceria com o Banco do Brasil para dar esta musculatura nas licitações que nós vamos fazer”, disse Paranhos.

De acordo com o secretário de Finanças, Renato Segalla, “este convênio com o Banco do Brasil visa à recuperação, readequação e pavimentação com pedras irregulares das estradas do Município, para uma obra de R$ 26 milhões, que neste processo de licitação contempla a melhoria de cerca de 200 quilômetros de estradas rurais”.

Para Ney Haveroth, quem ganha com isso são os agricultores que durante anos sofreram com a falta de investimentos no campo. Marcelo Palhano, superintendente do Banco do Brasil declarou que “a cidade de Cascavel é uma cidade exemplo não só para o Paraná mas para o Brasil, devido à seriedade da administração, que não mede esforços para oferecer sempre o melhor para a população. Este é um convênio de eficiência, que busca dar apoio financeiro ao Município, por meio de um financiamento com um prazo alongado para melhoria das estradas rurais. Neste caso de Cascavel, é um apoio a uma linha de crédito do Banco para as prefeituras, e este é maior convênio neste sentido firmado pelo banco com uma prefeitura do interior”.

Fonte: O Paraná

BB e Secretaria de Desenvolvimento Social de Altinho firmam parceria de crédito

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Na última quinta-feira dia, 06 de dezembro de 2018, a Secretaria de Desenvolvimento Social firmou parceria com a empresa Movera, vinculada ao Banco do Brasil. Durante a visita, o Coordenador da Movera, Ítalo Santos e o Secretário Elenildo Arraes, juntamente com do Diretor de Empreendedorismo e Qualificação, Eliel Sobral, discorreram sobre projetos e políticas de empreendedorismo que podem ser implantados no município de Altinho.

O Microcrédito Produtivo Orientado visa atender à população de baixa renda e pequenos empreendedores com o objetivo de incentivar o crescimento e o fortalecimento dos negócios, gerando emprego e renda.

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O valor do empréstimo vai de R$ 500,00 até R$ 15 mil, com taxas de abertura de crédito e de juros anuais mais baixas que as praticadas no mercado atual, oferecendo orientações prévias e acompanhamento adequado aos tomadores. O Empréstimo pode ser em grupo solidário, composto por até 7 pessoas, onde as mesmas firmam união voluntária e espontânea para obtenção de crédito, assumindo a responsabilidade conjunta no pagamento das prestações, ou pode ser individual. São até 12 meses para quitação do empréstimo.

A Movera é uma empresa inovadora na oferta de Microcrédito Produtivo Orientado. O objetivo é ouvir o desejo do cliente, entender o negócio, seu potencial de crescimento, oferecer o microcrédito e a orientação financeira. É destinado a Empreendedores Informais, Microempreendedores Individuais e Pequenas Empresas.

Fonte: Prefeitura de Altinho

Apae Jataizinho e Fundação BB inauguram sala de informática

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A Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Jataizinho (Região Metropolitana de Londrina) inaugurará nesta sexta-feira (7), às 9h, na sede da entidade, uma sala de informática cujos equipamentos foram adquiridos por meio de convênio com a Fundação Banco do Brasil.

O investimento da FBB no projeto Apae Digital totalizou R$ 72 mil, e dotou a entidade de uma sala de informática com o objetivo de incluir digital e socialmente as pessoas atendidas pela entidade.

A sala conta com sete microcomputadores adaptados, com softwares e periféricos individualizados, compatíveis às necessidades dos usuários, duas mesas de atividades digitais, lousa digital e projetor multimídia.

O investimento compreendeu também a infraestrutura de redes lógica e elétrica, ar condicionado e mobiliário. São 72 beneficiados, sendo 23 jovens e 28 mulheres.

Fonte: Folha de Londrina

Reabertura do BB em Macambira ocorrerá em julho de 2019

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A reabertura da agência do Banco do Brasil (BB) do município de Macambira está prevista para julho de 2019, de acordo com a assessoria de comunicação do órgão. A filial foi fechada após explosões causadas por bandidos, em setembro de 2017.

A previsão anterior era de que até o fim deste ano, a agência estivesse em funcionamento. Porém, de acordo com o BB, os danos causados pela explosão não permitiram a execução do prazo estipulado pelo banco.

Atendimento aos clientes

Até que a agência seja reaberta no município, os clientes do BB podem utilizar a Lotérica e os Correspondentes Mais BB (em estabelecimentos comerciais credenciados com a marca do xxx, como farmácias, supermercados, etc). Nelas, de acordo com o banco, é possível realizar saques nas contas corrente e poupança pessoa física, saque benefício INSS (Correspondente Mais BB), consultar extratos e saldos, e realizar pagamentos de títulos e convênios com código de barras, sem custos adicionais.

Oito acusados pelo crime

As investigações sobre a explosão foram realizadas pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) da Polícia Civil. Com apoio da Divisão de Inteligência (Dipol) e do 11º Batalhão de Polícia Militar, oito homens foram presos acusados de participarem do ação criminosa.

Fonte: Infonet

BB e Caixa não estão no radar das privatizações, diz Bolsonaro

Publicado em: 06/12/2018

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (29) que a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil não estão no radar das privatizações do próximo governo. “Qualquer privatização tem que ser responsável. Não é jogar pra cima e ficar livre. Algumas privatizações ocorrerão. Outras estratégicas, não. Banco do Brasil e Caixa não estão no nosso radar”, afirmou.

O presidente eleito informou ainda que pretende propor uma outra Reforma da Previdência no próximo ano e avaliou que a proposta apresentada pelo governo atual é muito agressiva com o trabalhador.

Bolsonaro chegou a cogitar a aprovação de alguma alteração nas regras da aposentadoria ainda em 2018, porém avaliou que será difícil, já que vários parlamentares não foram reeleitos e o Congresso está dividido neste momento. Desta forma, o governo eleito decidiu deixar a reforma para 2019. Conforme o presidente eleito, o novo texto deve ser enviado ao Legislativo no início do mandato.

As declarações ocorreram após solenidade de diplomação do Curso de Aperfeiçoamento de oficiais, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO). O evento na Vila Militar, no Rio de Janeiro, reuniu militares e familiares. Foram diplomados 420 capitães da linha bélica, 15 oficiais das chamadas Nações Amigas, seis oficiais fuzileiros navais e 29 oficiais médicos.

O curso é realizado em dois anos por oficiais do Exército que se formaram na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ), e tenham atingido o posto de capitão. Oficiais médicos também realizam uma pequena fase presencial na EsAO. O próprio Jair Bolsonaro já realizou esse curso quando estava na ativa do Exército e disse que as recordações o emocionam.

Fonte: Agência Brasil

Braço do BB para gestão de recursos será privatizado, diz jornalista

Publicado em: 05/12/2018

O jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, divulgou neste fim de semana que a BB DTVM, a maior gestora de fundos de investimentos do Brasil, será privatizada em 2019. “Esta, ao menos, é uma das certezas da equipe econômica de Paulo Guedes”, destacou o jornalista.

A notícia não chega a ser uma novidade, já que rumores sobre a privatização do braço do Banco do Brasil (BBAS3) para gestão de recursos já foram divulgados semanas atrás.

No dia 21 de novembro, o Valor Econômico informou que o Banco do Brasil discutiu com a gigante gestora de recursos americana BlackRock, que administra US$ 6,3 trilhões em ativos, a possibilidade de um negócio envolvendo a BB DTVM.

A BB Gestão de Recursos – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. é uma empresa especialista na gestão de recursos de terceiros e na administração dos fundos de investimento dos clientes do Banco do Brasil, distribuídos na maior rede de atendimento bancário do país.

A empresa iniciou suas atividades em 1986.

A BB DTVM é líder da indústria nacional de fundos de investimento e carteiras administradas, com patrimônio superior a R$ 900 bilhões, conforme ranking da ANBIMA.

Fonte: Finance News

Maior fundo de pensão do país, Previ ganha 5,3% em outubro e 18% no ano

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A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, o maior do país, apresentou em seu plano principal, o Plano 1, que tem R$ 181,4 bilhões de patrimônio, um ganho de 5,31% em outubro, elevando para R$ 14,48 bilhões o retorno acumulado no ano. A maior parte do ganho do mês veio das aplicações em renda variável, com 9,01% de rentabilidade, puxada especialmente pelas ações. Na renda fixa, o ganho também foi alto, 2,35%, impulsionado pela queda dos juros, que valorizou os papéis do Tesouro corrigidos pela inflação.

A rentabilidade de janeiro até outubro do Plano 1 foi de 17,96% e a do segundo fundo, o Previ Futuro, que tem patrimônio de R$ 14 bilhões, foi de 11,84%. Ambas estão acima da meta atuarial, que é de 7,84%. Em outubro, o Plano Futuro teve rentabilidade de 5,42%. No total, são 200 mil participantes nos dois planos.

Descontando as perdas do fim do exercício de 2017, o resultado do Plano 1 é de R$ 10,190 bilhões, informa a Previ.

Em setembro, o Plano 1 voltou ao equilíbrio, após quase três anos. Nos primeiros nove meses do ano, o maior fundo de pensão do país teve um resultado positivo de R$ 6,611 bilhões. Somado ao resultado do fim do exercício de 2017, o fundo acumula um saldo de R$ 2,316, voltando ao campo positivo. O Plano 1, o maior da fundação, é de benefício definido, ou seja, garante para o funcionário um valor determinado, e está mais perto da fase de desembolso.

R$ 90 bilhões em renda variável

A Previ é um dos maiores investidores em ações do país, com R$ 34 bilhões do Plano 1 investidos na bolsa e mais R$ 56 bilhões em participações. No total, são R$ 90 bilhões investidos em renda variável e R$ 73 bilhões em renda fixa. No Plano 1, as decisões de investimentos são tomadas pela direção do fundo. Já no Plano Futuro, o participante pode escolher onde aplicar, se em renda fixa ou variável.

O cenário político-econômico desafiador dos últimos meses provocou fortes oscilações no mercado financeiro e repercutiu nos planos de benefícios, informou a Previ em nota. Mas, com ativos sólidos, fortes e resilientes, os investimentos da Previ em boas companhias voltam a rentabilizar ao menor sinal de recuperação da economia, como os números já comprovaram diversas vezes. O histórico de rentabilidade do Plano 1 de 2005 até 2017 é de 305%, acima da meta atuarial no mesmo período, que foi de 262%, e mais do que o dobro do Ibovespa, que foi de 128%.

“Em mais de um século de história, a Previ nunca deixou de pagar benefícios ou precisou cobrar contribuições extraordinárias dos seus participantes”, diz José Maurício Pereira Coelho, presidente da entidade. “Nossa governança nos protege. Temos normas, processos e controles internos robustos, que ultrapassam os requisitos e exigências da legislação”, acrescenta.
Revisão da Tábua de Mortalidade

A Previ informou que, no fim do exercício de 2018, será realizada a troca da Tábua de Mortalidade dos planos de benefícios. A revisão do instrumento já foi aprovada pelo Conselho Deliberativo da Previ.

Para um fundo de pensão, é fundamental acompanhar a evolução da expectativa de vida dos associados, diz a fundação. Com base nos estudos sobre a longevidade dos participantes, o atuário determina qual Tábua de Mortalidade é mais adequada àquela população e, em posse desses dados e de outras informações, define o valor de recursos necessários para pagar aposentadorias e pensões no futuro.

A revisão da Tábua de Mortalidade acarreta um aumento do compromisso financeiro dos planos, porque é consequência de uma longevidade cada vez maior dos participantes, e proporciona mais segurança para todos os associados, diz a Previ.

Um aumento da longevidade pode exigir dos participantes mais contribuições para garantir os pagamentos futuros por mais tempo.

Fonte: ADFVN

BB Seguridade: Antônio Maurano renuncia ao cargo de presidente

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A BB Seguridade Participações divulgou nota na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de demissão de Antônio Maurício Maurano. Ele renunciou aos cargos de diretor-presidente e de membro do Conselho de Administração, com efeito a partir de hoje, 28 de novembro de 2018. Werner Romera Süffert, atual diretor de Gestão Corporativa e Relações com Investidores, vai acumular interinamente a função.

Süffert, 45 anos, é funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 1993, tendo atuado como Gerente Geral da agência de Paris, Gerente Executivo nas áreas de cartões, novos negócios de varejo e marketing além de ter exercido a função de gestor nas áreas de finanças, gestão de riscos, distribuição e logística. Ingressou na BB Seguridade em 2013 como Gerente Executivo de Finanças, Controladoria e Relações com Investidores, função esta que exerceu até fevereiro de 2014 quando assumiu a posição de Diretor de Gestão Corporativa e Relações com Investidores. É graduado em Administração de Empresas pela Universidade de Brasília – UnB, possui MBA em Negócios Internacionais pela FIPE-USP e Mestrado em Administração pelo COPPEAD- UFRJ.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Paulo Ricci entrega pedido de aposentadoria no BB; interino assume

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O diretor-presidente da gestora de recursos do Banco do Brasil, a BB DTVM, Paulo Roberto Lopes Ricci, entregou seu pedido de aposentadoria hoje, conforme antecipou na semana passada a Coluna do Broadcast. Com 34 anos de casa, o executivo estava apto a se aposentar a partir de dezembro e teria aproveitado a mudança de comando do banco, que acontecerá em 2019, para deixar a instituição.

Em seu lugar, assume Carlos André, que está na diretoria da BB DTVM desde a gestão de Carlos Takahashi, o Cacá, e também é vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Neste período, a asset absorveu a área de gestão de fundos da Nossa Caixa, ampliou a plataforma de arquitetura aberta para o Private Banking e se aliou a players internacionais para lançar fundos de investimentos offshore para fundações.

Ricci é o segundo executivo da gestão atual do BB que recorreu à aposentadoria. Antes dele, o presidente da BB Seguridade, que concentra as operações de seguros do banco, Antônio Maurício Maurano, também decidiu entregar o crachá. Esse movimento é visto como natural no BB uma vez que executivos aptos a se aposentar veem na troca de comando do banco uma janela de oportunidade para dar tal passo. Procurado, o BB não comentou.

Fonte: Estadão

Justiça do Trabalho rejeita duas horas extras a advogado do BB

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A 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas negou provimento ao recurso apresentado pelo advogado do Banco do Brasil que pretendia receber a sétima e oitava horas trabalhadas como extras, alegando se enquadrar na jornada de seis horas dos bancários. Para o relator, juiz convocado Hélder Vasconcelos Guimarães, o advogado empregado de banco que exerce atribuições inerentes à advocacia deve observar a regulamentação de jornada específica de sua categoria, prevista na Lei 8.906/94.

Segundo ação, o trabalhador ingressou no banco como aprendiz e, na década de 1980, passou a ser escriturário. Em 1º de junho de 1999, passou ao cargo de advogado pleno, tendo assinado termo de dedicação exclusiva, pelo qual cumpriria jornada de oito horas diárias e 40 semanais, com recebimento de gratificação de função. Ele argumentou que, pelas funções que exercia, não poderia ser considerado cargo de confiança ou advogado, pois grande parte de seu tempo era destinada a atividades típicas de escriturário.

O empregado alegou que, sempre que havia alteração de cargo, era obrigado a assinar termo de opção e exclusividade, e que não houve anotação do regime de dedicação exclusiva na carteira, sendo que a alteração contratual da jornada de 6h para 8h seria lesiva, violando o artigo 468 da CLT.

Ao analisar o caso, o relator não enxergou irregularidade praticada pelo banco e observou que o depoimento do empregado revelou que as atividades eram típicas da advocacia. Isso porque ele afirmou que fazia peticionamento em processos judiciais e administrativos, realizava audiências e ainda inseria dados referentes a processos no banco de dados da instituição.

O magistrado explicou que o exercício da advocacia é regulado por estatuto profissional próprio, a Lei nº 8.906/1994, enquadrando-se no conceito de categoria diferenciada, estabelecido pelo artigo 511, parágrafo 3º, da CLT. O artigo 20 prevê que a jornada de trabalho do advogado empregado não poderá exceder quatro horas diárias e a de 20 horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva, justificando o caso em questão. O relator considerou que não há provas de que o advogado tenha sido coagido a assinar o termo de exclusividade e, portanto, não houve violação ao Estatuto da Advocacia ou alteração contratual lesiva, nos moldes do artigo 468 da CLT.

Fonte: JM Online

Gerente do BB é morto durante fuga de assaltantes no interior do RS

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Foi confirmada, por volta das 16h30 da tarde desta segunda-feira (3), a morte de um dos funcionários do Banco do Brasil assaltado em Ibiraiaras-RS. O roubo ocorreu por volta das 14h, quando os ladrões obrigaram clientes e funcionários a formarem um cordão humano em frente aos estabelecimentos bancários.

De acordo com o Hospital Municipal São José, a vítima já chegou em “estado grave, provavelmente situação de parada cardiorrespiratória”. “Foi investido o possível e necessário, mas a vítima não resistiu e faleceu”, afirmou o hospital em nota.

Conforme a Brigada Militar, a vítima é o gerente do banco, Rodrigo Mocelin da Silva, 37 anos. Ele foi baleado durante um confronto entre os bandidos e a polícia. O tiroteio ocorreu durante a fuga dos criminosos.

O coronel Ricardo Cardoso, comandante do CRPO-Serra (Comando Regional de Policiamento Ostensivo da Serra) afirmou que um dos bandidos foi preso e outro quatro estão escondidos em um matagal.

Seis bandidos foram mortos em confronto com a polícia
Pistolas, fuzis, explosivos e coletes a prova de balas foram apreendidos. Parte do dinheiro roubado das agências também foi recuperado.

Outros tiroteios foram registrados após a saída dos ladrões de Ibiraiaras. Guarnições do policiamento ostensivo e do GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) prosseguiram a busca pelos assaltantes.

Fonte: Federação dos Bancários do Estado do Paraná

Agência do BB na cidade gaúcha de Livramento chega aos 100 anos

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No dia 02 de dezembro de 1918 Livramento recebia a agência do Banco do Brasil. E neste ano de 2018 a agência celebra seu aniversário de 100 anos.

A agência em Livramento foi a 35° a ser criada no país e é a 4ª agência mais antiga do Brasil. Segundo o gerente da agência, Ricardo Nunes Schlosser, isto demonstrou o interesse pela cidade e o poder econômico que a cidade já possuia. Na criação da agência eram apenas três funcionários e começou na Rua dos Andradas, depois a agência ocupou o prédio que hoje é a Casa de Cultura de Livramento. Apenas em 1975 o Banco do Brasil passou a ocupar o seu atual endereço na Rua dos Andradas.

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A agência já teve 128 pessoas trabalhando, hoje são 35 funcionários e mais as equipes de limpeza e segurança que são terceirizadas. A Carteira de crédito do Banco do Brasil em Livramento está em 425 milhões de reais, sendo que 65% desse total é voltado para o crédito do agronegócio. Ricardo frisou que isso é muito importante e traz muito orgulho para a agência. O Banco do Brasil chegou a ter duas agências ainda na cidade vizinha, Rivera e destaca que este é um aspecto importante da história do banco em Livramento. A atual sede possui dois pavimentos com uma área de 2.005 metros quadrados.

Falando sobre evolução, Ricardo comentou que com o advento da internet as agências sofreram redução do seu quadro de funcionários, todavia, este processo é importante para a evolução dos negócios também. O aplicativo BB é atualmente o mais baixado nos celulares.

A agência de Livramento possui no momento 25 mil contas abertas e aproximadamente 30 mil usuários. Sobre a AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) Livramento tem hoje 450 sócios, o que mostra a importância desta associação na cidade nos seus mais de 60 anos de atividade.

Em 2018 foram muitas atividades e celebrações alusivas ao aniversário da agência e para o mês de dezembro, no dia 04, às 18h a Câmara de Vereadores fará uma Sessão Solene alusiva aos 100 anos. A sessão acontece pela manhã. Já no dia 05 de dezembro, às 18h na própria agência, acontecerá uma celebração alusiva a este centenário. Ricardo Schlosser lembrou que é uma comemoração onde todos os clientes do banco são convidados. Quem visita a agência pode conferir uma exposição sobre o centenário com livros e máquinas que fazem parte de sua história.

Fonte: Grupo A Plateia

BB faz doação de computadores usados para Instituição Capaz

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Na última quinta-feira (29), a Instituição Capaz recebeu a visita do Gerente da agência de Adamantina do Banco do Brasil, Tiago Cerazi Bruazatti, que conferiu de perto a doação de 20 computadores realizada pelo Banco do Brasil e também as instalações do curso de Hardware, ao qual a doação foi direcionada. O curso de Hardware é oferecido pela Capaz para os jovens atendidos pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e atende atualmente 26 jovens com idades entre 14 a 17 jovens.

A Instituição Capaz de Adamantina agradece imensamente ao Banco do Brasil, em especial ao gerente de agência de Adamantina, Tiago Cerazi Bruzatti, e aos membros da superintendência regional do BB Gabriel de Carvalho (assessor de pessoas jurídicas) e Rodnei Muller (superintendente Regional) por acreditarem em nosso trabalho e contribuírem com o desenvolvimento social, ético e moral de nossos jovens.

Fonte: Portal Sigamais

BB pagará JCP aos seus acionistas no próximo dia 28

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O Conselho Diretor do Banco do Brasil, reunido em 26/11/2018, aprovou o valor de R$ 350.059.500,00 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), relativos ao quarto trimestre de 2018.

Os Juros sobre o Capital Próprio (JCP) por ação, será de R$ 0,12567066595.

Esse valor será imputado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao 2º semestre de 2018, nos termos do artigo 48 do Estatuto Social do Banco do Brasil S.A. e do parágrafo 7º do artigo 9º da Lei 9.249/95.

Os JCP serão pagos em 28/12/2018 e terão como base a posição acionária de 11/12/2018, sendo as transferências de ações a partir de 12/12/2018 efetuadas “ex” JCP.

O crédito será por conta corrente, poupança-ouro ou por caixa. Os acionistas cujos cadastros estejam desatualizados terão suas remunerações retidas até a efetiva regularização de seus registros em uma das agências do Banco do Brasil. A regularização cadastral poderá ser efetuada mediante a apresentação de documento de identidade, CPF e comprovante de residência, se pessoa física, ou estatuto/contrato social e prova de representação, se pessoa jurídica.

Aos acionistas com ações custodiadas na CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia, os valores serão pagos àquela entidade, que os repassará aos acionistas titulares, por meio de seus respectivos agentes de custódia.

Haverá retenção de imposto de renda na fonte sobre o valor nominal de acordo com a legislação vigente. Os acionistas dispensados da referida tributação deverão comprovar esta condição até 14/12/2018, em uma das agências do Banco do Brasil.

Fonte: Investimentos e Notícias

Contraf-CUT e BB renovam acordo de Comissão de Conciliação Voluntária

Publicado em: 30/11/2018

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) assinou na quarta-feira 28 a renovação do acordo de Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) com o Banco do Brasil. Isto permite aos funcionários do BB, principalmente os que estão em cargos que podem ser de jornada de seis horas, como assistentes e assessores, fazerem acordos extrajudiciais sobre questões das relações de trabalho.

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A presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, lembra que a renovação do acordo era uma demanda dos funcionários. “Dá mais tempo e possibilidade para aquelas pessoas que ainda não aderiram aos cargos de seis horas. A renovação também acaba com boatos e especulações sobre a não renovação”, disse.

Segundo Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, “o acordo assinado pela Contraf-CUT, que mantém os parâmetros do anterior, é o que se chama de ‘acordo guarda-chuva’”, pois “propicia aos sindicatos a adesão e a instalação da CCV em cada localidade”.

Com a assinatura, os acordos de CCV poderão ser feitos até dezembro de 2020.

Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região

Carlos Hamilton deve assumir vice-presidência do Banco do Brasil

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Indicado para integrar o governo Jair Bolsonaro, o economista e engenheiro Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo deve ocupar o cargo de vice-presidente do Banco do Brasil. Nesta quarta-feira (28/11), o futuro presidente do BB, Rubem Novaes, disse ao Metrópoles que a escolha é “bem provável”.

Desde o início da semana, Carlos Hamilton tem transitado pelo Centro Cultural Banco do Brasil e em agendas externas com Novaes. Fontes ligadas ao BB confirmam que Hamilton é o nome favorito para o cargo.

Novaes não indicou, porém, qual vice-presidência Carlos Hamilton poderia assumir, se a de Tecnologia; Gestão Financeira e Relações com o Investidor; Distribuição e Varejo; Gestão de Pessoas, Suprimentos e Operações ou Governo

Hamilton foi diretor de política econômica do Banco Central. Ocupou também o posto de secretário de política econômica do ministério da Fazenda. Foi ainda vice-presidente de Serviços, Infraestrutura e Operações do BB.

Fonte: Metrópoles

Eleições Caref 2019: inscrições abertas até 4 de dezembro

Publicado em: 29/11/2018

Os funcionários da ativa do BB podem se inscrever até o dia 4 de dezembro para participar das eleições para Conselheiro de Administração Representante dos Funcionários (Caref) do Banco do Brasil. O eleito terá mandato no período de 2019/2021.

O período de inscrição dos candidatos vai até às 23h59min do dia 4/12/2018, horário de Brasília, no sistema eletrônico de inscrição/votação disponibilizado pelo Banco do Brasil, através do SISBB, obedecidas as regras específicas de requisitos de elegibilidade, procedimentos de inscrição e habilitação de candidatos, estabelecidas no Regulamento Eleitoral.

O Caref é o representante dos funcionários no Conselho de Administração do BB. Entre suas atribuições está a fiscalização da execução da política geral de negócios e serviços do Banco. O Conselho de Administração é composto de 8 membros, sendo 5 indicados pelo governo, 2 pelos acionistas minoritários e mais um eleito pelos funcionários. O Caref participa de todas as decisões, exceto daquelas que dizem respeito à remuneração e benefício dos funcionários.

O período de votação vai ocorrer entre a 0h do dia 02 de janeiro de 2019 às 23h59min do dia 08 de janeiro de 2019, em primeiro turno, e entre a 0h do dia 25 de janeiro de 2019 às 23h59min do dia 31 de janeiro de 2019, em segundo turno, horário de Brasília, caso necessário.

Confira edital de convocação

Fonte: Portal ANABB

Repasse de R$ 7,5 bilhões da Previ ao BB leva aposentados à Justiça

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Aposentados do Banco do Brasil estão recorrendo à Justiça para questionar acordo assinado em 2010 com o fundo de pensão Previ, que transferiu à instituição financeira metade dos R$ 15 bilhões em ganhos acumulados por um plano de aposentadoria. Eles dizem que a divisão dos lucros —R$ 7,5 bilhões feriu a lei e pedem ressarcimento dos recursos.

Banco do Brasil e Previ contestam, mas a primeira decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) sobre o assunto foi em favor de um participante do fundo. Cristina Stamato, uma das advogadas envolvidas no caso, diz que há hoje uma centena de ações pedindo o ressarcimento, em um universo de cerca de 85 mil participantes que podem recorrer à Justiça.

A disputa envolve o fundo mais antigo da Previ, chamado Plano 1, que tem atualmente 113.378 participantes —entre aposentados, pensionistas e trabalhadores ainda na ativa— e registrou seguidos superávits entre 2005 e 2012.

Segundo a legislação, após o terceiro ano consecutivo no azul, o ganho deve ser dividido entre os participantes. Primeiro, com suspensão temporária dos pagamentos, e, depois, com aumento nos benefícios.

No fim de 2010, a fundação anunciou acordo com sindicatos e associações de aposentados para a distribuição da sobra acumulada entre 2007 e 2009. Aposentados e pensionistas ganharam o benefício entre 2011 e 2014. Para os funcionários da ativa, foi criado um fundo para garantir o pagamento após a aposentadoria.

Nas ações, os participantes acusam Previ e BB de manobra para aprovar o acordo e questionam a legalidade de resolução de 2008 do extinto Conselho de Gestão de Previdência Complementar que autorizou o repasse a patrocinadores dos fundos de superávits acumulados de planos de aposentadoria.

Em 2017, o MPF (Ministério Público Federal) derrubou a resolução na Justiça, alegando que tem “grave ilegalidade”. A decisão é usada pelos participantes que foram à Justiça como argumento para reverter a divisão dos lucros.

Na época, a proposta foi aprovada por mais de 80% dos funcionários do banco, mas os autores das ações dizem que a comunicação sobre os termos do acordo foi “parca, obscura e rápida”.

Eles alegam que a proposta aprovada pela administração da Previ foi apresentada aos participantes do fundo em dezembro de 2010, quando esses foram convocados para a votação. “Nessa revista nada foi claramente falado sobre valores e muito menos que o Banco do Brasil, o patrocinador, também se beneficiaria da reversão da reserva especial em quantia igual à dos participantes e assistidos”, dizem os escritórios de advocacia Stamato Saboya e Bastos Advogados Associados e Mauro Abdon Advocacia e Consultoria.

Embora réu nas ações, o BB não quis comentar o tema, direcionando as perguntas à Previ.

Em nota, a fundação afirmou que o acordo de 2010 respeitou a legislação vigente na época.

“A destinação dos superávits da Previ seguiu a resolução 26/2008 do Conselho de Gestão da Previdência Complementar”, disse a fundação, acrescentando que recursos transferidos ao BB vêm sendo usados para quitar compromissos com a própria Previ.

Maior fundo de pensão do Brasil, a Previ é vista pelo mercado como exemplo de gestão e até o momento não foi atingida por denúncias que varreram o segmento de previdência complementar de estatais por irregularidades durante os governos petistas.

Participantes dizem, porém, que a fundação foi alvo de pressão política para beneficiar o banco. Em 2009, por exemplo, com a apropriação de R$ 3 bilhões da Previ, o BB teve lucro recorde de R$ 10,1 bilhões.

DADOS

– R$ 15 bi foram os ganhos acumulados por um plano de aposentadoria da Previ entre 2007 e 2009. No fim de 2010, a fundação anunciou acordo com sindicatos e associações de aposentados para a distribuição da sobra;

– 113.378 participantes —entre aposentados, pensionistas e trabalhadores ainda na ativa— estão na disputa judicial no mais antigo fundo da Previ, o chamado Plano 1;

– R$ 3 bi da Previ foram repassados ao Banco do Brasil em 2009 e ajudaram a instituição financeira a atingir o lucro recorde de R$ 10,1 bilhões.

Fonte: Bem Paraná

Novo presidente do BB começou mal, afirma ex-ministro Maílson da Nóbrega

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Rubem Novaes, o novo presidente do Banco do Brasil, é um economista com várias passagens pelo governo federal, inclusive como diretor do BNDES. Tem excelente trajetória acadêmica, que culminou com o doutorado na Universidade de Chicago.

Novaes tem credenciais para bem exercer o novo cargo, mas começou mal. A exemplo do que tem ocorrido na atual transição, ele parece ter falado antes de pensar. Prometeu, seguindo orientação do próximo superministro da Economia, que iria enxugar o BB e privatizar partes de sua estrutura. Estaria na lista a área de cartões de crédito.

Trata-se de uma medida sem sentido. A área de cartões de crédito do BB é uma das mais lucrativas da instituição. O banco é o maior emissor desse produto, êxito que está intimamente associado à sua imagem. Nada disso aconteceria sem o balcão do banco, isto é, a sua capacidade de venda. Privatizar isoladamente essa área tem tudo para diminuir o seu valor.

O BB criou muitas áreas de negócios depois que perdeu a “conta de movimento” em 1986, pela qual era suprido automaticamente de recursos e a custo baixo pelo Banco Central. O BB se preparou para ser viável no mercado financeiro e foi para tanto autorizado pelo governo a atuar em todas as áreas do sistema financeiro.

Daí a modernização de sua estrutura, a redução de pessoal e de agências e a criação das áreas de previdência privada, seguros, capitalização, gestão de recursos e outras. Foram essas áreas que permitiram ao BB tornar-se razoavelmente competitivo. É assim que ele atua em atividades menos rentáveis ou onerosas, como as do crédito rural e da prestação de serviços ao governo.

Ao mesmo tempo, a conglomeração do BB foi a consequência lógica da construção de sua capacidade de concorrer com os bancos privados de rede, que dispõem das mesmas áreas. A privatização dos negócios rentáveis reduzirá mais do que proporcionalmente o valor de mercado do banco. A soma de suas partes produz um valor maior do que o todo. O BB perderá rentabilidade e competitividade.

Em algum momento, quando a sociedade se convencer de que a privatização integral do BB é o meio de fortalecê-lo ainda mais, como ocorreu nos casos da Vale, da Embraer e de outras empresas estatais, terá chegado a hora de transferir o seu controle para o setor privado. Antes disso, adotar o plano de Novaes é contribuir para a perda de valor da instituição, em detrimento do Tesouro e dos acionistas minoritários.

A rigor, se levado adiante o plano, com suas negativas consequências, caberia acusar o governo de abuso do controlador. Como se sabe, ao controlador cumpre agir para agregar valor à empresa, nunca para diminuí-lo.

Espera-se que Novaes, ao se familiarizar com as atividades do banco e com as responsabilidades do Tesouro, possa meditar melhor sobre sua ideia.

Fonte: Blog do economista Maílson da Nóbrega

BB está no ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil, segundo Interbrand

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A consultoria Interbrand divulgou na última quinta-feira (22) o ranking das marcas brasileiras mais valiosas em 2018, que continua sendo liderado por marcas do setor financeiro e de cervejas. As cinco primeiras continuam sendo Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil, como nas últimas seis edições do ranking. Nesta edição, uma nova marca entrou para o ranking na 23ª posição: o Assaí, avaliado em R$ 459 milhões.

Das 25 marcas do ranking, 15 tiveram variação positiva em relação ao ano anterior, sendo que quatro cresceram dois dígitos positivos em seu valor de marca: Magazine Luiza, com 50%, crescimento mais expressivo desde 2013; CVC, com 21%; Porto Seguro, com 12%; e Localiza, com 10%. Por outro lado, nove empresas perderam valor: Banco do Brasil, Antarctica, Vivo, Cielo, Ipiranga, BTG Pactual, Havaianas, Bohemia, Totvs e Fleury.

No total, o ranking soma R$ 120 bilhões em portfólio, valor 2,7% maior que em 2017. As cinco primeiras ficaram ainda mais poderosas frente às demais e passaram, nesse ano, a representar 75,8% desse total, ante 75,3% no ano passado.

As marcas vencedoras deste ano entendem a realidade do consumidor e adaptam sua oferta em um momento de restrição econômica, ditam o ritmo de suas categorias e se descolam dos concorrentes diretos. Respondem à altura a níveis cada vez mais exigentes de consumo e são capazes de viver em múltiplas plataformas”, comentou André Matias, diretor de Estratégia e Avaliação de Marcas da Interbrand São Paulo, sobre o ranking deste ano.

Para montar o ranking, o Interbrand considera somente empresas de origem nacional e que tenham informações financeiras públicas – não necessariamente que tenham capital aberto. É aplicada uma metodologia exclusiva de brand valuation em cima desses dados, analisando e inter-relacionando performance financeira, percepção e influência das marcas junto aos consumidores. Foram entrevistadas mais de mil pessoas a respeito de 100 marcas diferentes.

Confira, a seguir, o ranking completo e a variação no valor de cada empresa:

Ranking

Fonte: Infomoney

Indicados para BB, Caixa e Petrobrás podem acelerar privatizações e afetar investimentos

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Os nomes dos indicados pelo novo governo para assumir a Petrobrás (Roberto Castello Branco), o Banco do Brasil (Rubem de Freitas Novaes) e a Caixa Econômica Federal (Pedro Guimarães) reforçam a ideia de que a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro deve vender, se não todas, a maioria das empresas públicas brasileiras, inclusive, as lucrativas, sem se preocupar com as consequências que isso acarretará ao desenvolvimento do país.

Em artigo publicado em maio deste ano no Jornal Valor, Castello Branco defendeu um “amplo programa de privatização, com inclusão obrigatória de Petrobras, Eletrobras, BB, Caixa, Basa, BNB, Correios, Infraero, Casa da Moeda, CBTU e Companhias Docas”.

“O novo governo disporá de oportunidade histórica para transformar a economia brasileira, implementando reformas que substituam a presença do Estado por uma iniciativa privada vibrante e capaz de liderar uma longa fase de prosperidade”, declarou o economista, formado pela Escola de Economia da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, celeiro dos ultraliberais, os chamados “Chicago Boys”. A ideologia de Estado Mínimo difundida pela Escola embasou a política econômica de governos conservadores e liberais das décadas de 80, como Margaret Thatcher, na Inglaterra, Ronald Reagan, nos Estados Unidos, além da ditadura de Augusto Pinochet, no Chile.

Em julho, em novo artigo, agora na Folha de São Paulo, Castello Branco reafirmou “a urgente necessidade de privatizar não só a Petrobras, mas outras estatais”. Ao comentar a política de preços dos derivados, ele afirmou: “No caso do diesel, embora seguindo o mercado global, é o comitê de uma única empresa, uma estatal dona de 99% do refino, quem anuncia os preços. Essa é mais uma razão para privatizar a Petrobras. Precisamos de várias empresas privadas competindo nos mercados de combustíveis”.

Para o coordenador da FUP, José Maria Rangel, é provável que Castello Branco entregue a estatal ao setor privado em fatias.“Da escola [econômica] que ele vem, que é a Escola de Chicago, eles alimentam esse processo de um Estado cada vez menor. Isso dialoga diretamente com a política do novo governo – que é, inclusive, criar uma Secretaria de Privatizações. A expectativa é de entregar a empresa, entregar o pré-sal, de tornar a Petrobras uma mera exportadora de óleo cru”, lamenta.

Ele se contrapõe à opinião de Castello Branco de que a Petrobrás deve privatizar suas refinarias. “O que ele quer dizer é que o que tem que valer aqui dentro é o livre mercado. No livre mercado, vamos expor o povo brasileiro ao que estamos assistindo hoje: gasolina a R$ 5,00 e botijão de gás a R$ 80,00. O brasileiro vai pagar o preço dos derivados de acordo com o mercado internacional, de acordo com a variação cambial. Quem tem petróleo tem poder, e o Brasil está entregando, de maneira acelerada e vergonhosa, seu petróleo para o capital internacional”, afirma José Maria Rangel.

Desmonte dos bancos públicos
Os indicados para o Banco do Brasil e a CEF também são especialistas em privatização e ligados ao mercado financeiro. No caso de Pedro Guimarães, que deverá assumir a presidência da Caixa existe, ainda, a questão ética de conflito de interesses. Como sócio e diretor do Banco Brasil Plural, principal credor no processo de recuperação judicial da empresa Ecovix, na qual CEF e BB também são credores, ele não poderia ocupar qualquer cargo de gestão na Caixa ou no Banco do Brasil.

Além disso, ele é suspeito de envolvimento na supervalorização artificial registrada pelo FIP Florestal, fundo do qual a empresa Brasil Plural é gestora. A operação causou prejuízos à Funcef e à Petros e está sendo investigada pela Polícia Federal e Ministério Público Federal no âmbito da Operação Greenfield, como denunciou em nota a Associação Nacional dos Auditores Internos da Caixa Econômica Federal (Audicaixa).

“Se Guimarães de fato se tornar o presidente da Caixa é fácil prever que os processos de privatizações serão acelerados no banco. Seu perfil se enquadra justamente nessa linha, e não se faz menção a nenhuma experiência dele em gestão pública. Isso derruba de vez a ilusão que alguns colegas ainda tinham de que a Caixa não estaria na lista das empresas a privatizar”, diz a representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, Rita Serrano.

Para Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), as indicações para as presidências do BB e da CEF no governo Bolsonaro vão aprofundar o desmonte iniciado por Temer, prejudicar a população com desemprego, aumento de juros e serviços precários.

“Atualmente os trabalhadores e trabalhadoras já estão sobrecarregados após tantas demissões com os Planos de Demissões Voluntárias (PDV), que reduziram o quadro funcional dessas instituições. E com a privatização, muitas agências em cidades pequenas poderão ser fechadas, o que é totalmente contrário à política de um banco público – o de estar onde não há interesse de instituições financeiras privadas que só pensam no lucro”, afirma.

[Com informações da CUT e do Brasil de Fato]

Fonte: Federação Única dos Petroleiros

Ex-diretor do BB pode integrar equipe econômica de futuro governo

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O economista Carlos Hamilton Araújo, ex-diretor do Banco Central, deve ser agregado ao grupo de transição do futuro governo e pode vir a ocupar novamente um cargo na área econômica, disse nessa terça-feira o futuro presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes.

Hamilton, que até julho ocupava a vice-presidência de serviços, infraestrutura e operações do Banco do Brasil, esteve nesta terça no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o gabinete de transição, segundo ele mesmo “para um café”. Ele negou que estivesse cotado para algum cargo e saiu acompanhado de Novaes.

Para o futuro presidente do BB, Hamilton seria “uma aquisicação importante para o grupo de transição”.

“Foi uma primeira conversa hoje, acho que ele vai se incorporar à equipe de transição”, disse Novaes. Perguntado se Hamilton poderia vir a ocupar um cargo no BB, o futuro presidente do banco disse que “pode até ser”. “Certamente a intenção nossa é trazê-lo para o grupo”, disse Novaes.

Fonte: Portal R7

Nada muda na Cielo, apontam executivos do Banco do Brasil

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A equipe de análise do Itaú BBA esteve na reunião anual com analistas e investidores do Banco do Brasil (BBAS3), realizada na quarta-feira (21), e ouviu dos executivos do banco as ideias sobre as iniciativas de transformação digitais e discutiram os principais pontos, como perspectiva de lucro para 2019, transformação de agências e a estratégia deles para a Cielo (CIEL3).

“A expectativa dos executivos é de um aumento de taxas para 2019 acima de inflação, enquanto esperam que o custo de risco deve continuar melhorando. Do lado da transformação digital, o aplicativo do banco foi responsável por 59% das transações totais em setembro de 2018. Por enquanto, os executivos deverão manter as estratégias vigentes para Cielo”, aponta o relatório.

A ação da empresa é a pior do Ibovespa no ano, com queda de 60%. Os analistas continuaram com a recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$48 para o fim de 2019.

Fonte: Money Times