Associados da AGEBB têm benefícios exclusivos em ação de restituição do IR cobrado à maior pelo Economus

Publicado em: 29/05/2026

A Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB) celebrou nesta semana convênio com um escritório de advocacia, que possibilitará aos associados condições diferenciadas quando da impetração de ação, que possibilitará utilizar os valores recolhidos pelo Economus, a título de cobertura de déficits dos planos previdenciários, para serem deduzidos do valor da base de cálculo do imposto de renda.

Assim como recuperar os valores recolhidos à maior ou recebidos a menor para a Receita nos últimos cinco anos, o associado acertará a base de cobrança deste valor nos próximos anos.

Para mais informações, contatar a AGEBB pelo telefone (11) 3104-4441 ou pelo WhatsApp (11) 99420-9219.

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Fonte: AGEBB

Entidades cobram solução estrutural para a Cassi e pressionam BB por maior responsabilidade no custeio

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Os representantes das entidades reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, na manhã da quarta-feira (27 de maio), para analisar a situação econômica e financeira da Cassi antes do encontro com os representantes do Banco do Brasil, realizado no período da tarde.

Durante a reunião, houve consenso entre as entidades de que a Cassi necessita de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026.

As entidades também acordaram uma estratégia conjunta para a negociação com o banco. Inicialmente, seria apresentada a proposta do Banco do Brasil e, caso fosse totalmente insuficiente diante das necessidades da Caixa de Assistência, ela seria recusada imediatamente. Por outro lado, se apresentasse avanços concretos, ainda que parciais, haveria uma interrupção temporária da reunião para análise preliminar da Comissão de Representantes das Entidades. Foi exatamente o que ocorreu.

O Banco do Brasil apresentou uma proposta que contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido. A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados.

Apesar disso, a proposta ainda não apresenta solução adequada para os colegas admitidos após 2018, para os funcionários egressos dos bancos incorporados e fragiliza ainda mais a situação dos associados auto-patrocinados.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, criticou a postura do banco e cobrou maior comprometimento da patrocinadora com a sustentabilidade da Cassi.

“Não é possível que, mais uma vez, o Banco do Brasil tente transferir aos associados o maior peso da solução, enquanto mantém uma participação aquém da responsabilidade que possui como patrocinador. A Cassi é patrimônio dos associados do banco e exige uma resposta à altura da gravidade do momento. O banco precisa assumir seu papel de forma efetiva e apresentar uma proposta que garanta sustentabilidade sem penalizar ainda mais os trabalhadores”, afirmou.

Fernanda também reforçou que uma solução que não contemple os funcionários admitidos após 2018 e os egressos de bancos incorporados não terá respaldo do movimento sindical.

“Não é passível de defesa pelo movimento sindical qualquer proposta que deixe de fora os colegas pós-2018 e os funcionários oriundos dos bancos incorporados. Não aceitaremos uma solução que aprofunde desigualdades dentro da própria Cassi”, completou.

Diante da complexidade do tema e da necessidade de uma avaliação mais aprofundada, a Comissão de Negociação e o Banco acordaram um novo calendário de negociações: uma reunião virtual no dia 29 de maio e uma nova reunião presencial no dia 3 de junho.

A Comissão de Representantes das Entidades também antecipou ao Banco do Brasil a necessidade de análise de um aporte extraordinário e imediato para recompor os déficits acumulados até o momento no Plano de Associados, mantendo-se o compromisso de discutir eventual participação financeira adicional dos associados. As entidades reforçaram, contudo, que qualquer decisão neste sentido deverá ser submetida à aprovação do Corpo Social da Cassi.

Na avaliação das entidades, a proposta apresentada pela patrocinadora sinaliza um caminho que pode contribuir para maior perenidade do custeio da Cassi. No entanto, ainda impõe um peso excessivo aos associados e não assegura o aumento percentual esperado na participação financeira do Banco do Brasil.

As entidades reafirmaram que seguirão negociando com responsabilidade, equilíbrio e firme compromisso com a defesa da Cassi e dos seus associados, mantendo o Corpo Social permanentemente informado sobre os desdobramentos das discussões.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Araraquara e Região

Entidades sindicais entregam ao Economus pautas construídas com participantes durante campanha

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Nesta quarta-feira (27 de maio), na sede do Economus em São Paulo, representantes de sindicatos de bancários realizaram a entrega oficial de ofícios ao instituto com demandas recolhidas junto aos participantes durante a campanha ao conselho do instituto, para a coleta de dados foi fundamental a participação dos conselheiros, Mario Henrique Teixeira Valente e Sylvana Polidoro. A iniciativa reforça a mobilização em defesa de melhorias nos planos de saúde, mais transparência e sustentabilidade para os beneficiários.

Os ofícios foram encaminhados pelas bases sindicais de Sorocaba, Ribeirão Preto, São Paulo, São José dos Campos, Santos e pela Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB). Os documentos reúnem reivindicações e preocupações apresentadas pelos associados sobre temas considerados prioritários para aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa.

Entre as demandas apresentadas, houve destaque para a situação identificada em São José dos Campos, onde participantes relataram dificuldades relacionadas à falta de médicos pediatras credenciados, problema apontado como uma das principais preocupações da base local.

A reunião contou com a presença de dirigentes e conselheiros do Economus. Participaram do encontro Flávio Alexandre Ferreira de Medeiros, diretor de Investimentos; Rodrigo Leite, conselheiro fiscal; Maurício Lopes, diretor de Saúde; Adriana Ferreira, conselheira deliberativa; Lucas Passos de Lima, conselheiro deliberativo; e Kleuvânio Dias de Souza, presidente do instituto.

Lucas Passos de Lima, diretor do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região e eleito para o Conselho Deliberativo com apoio da AGEBB, destacou que “a entrega dos ofícios representa mais um passo na construção coletiva de propostas e no fortalecimento da participação dos associados nas discussões sobre o futuro do Economus”. Segundo ele, entre os principais pontos debatidos estão a defesa da assistência à saúde, a busca por equilíbrio financeiro sem prejuízos aos participantes e a ampliação do diálogo entre gestão e beneficiários.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região

Banco do Brasil esclarece que não há previsão de novo concurso

Publicado em: 28/05/2026

O Banco do Brasil reitera que não há previsão de divulgação de edital para concurso público. Desta forma, quaisquer informações que circulem sobre o tema, incluindo detalhes como número de vagas, datas ou condições de realização, não procedem.

O BB lamenta a divulgação de boatos e algumas notícias falsas que geram desinformação que circula em alguns sites na internet e perfis de redes sociais a respeito do assunto. O Banco ainda alerta que esse tipo de informação pode alimentar golpes, com pessoas má intencionadas gerando falsos links de inscrição, cobrando por boletos inexistentes.

O Banco tem como prática comunicar formalmente toda e qualquer novidade relevante sobre o tema e orienta seus clientes e a sociedade em geral a consultar os canais oficiais do BB para informações sobre a empresa.

Canais oficiais do BB:
www.bb.com.br
Central de Relacionamento BB, 24h por dia: 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades)
SAC: 0800 729 0722

Fonte: Banco do Brasil

BB capta US$ 200 milhões com Natixis em operação destinada a financiar edificações verdes

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O Banco do Brasil e o banco francês Natixis S.A. formalizaram uma operação internacional de captação sustentável no valor de US$ 200 milhões, com prazo de dois anos, estruturada na modalidade Repurchase Agreement (REPO). Denominada “Green Building Repo”, a transação, assinada no último dia 13 de maio em Nova Iorque, evidencia a capacidade do BB de acessar mercados internacionais com estruturas sofisticadas e reforça seu protagonismo na agenda global de finanças sustentáveis.

A operação tem como objetivo financiar e/ou refinanciar projetos de edificações sustentáveis (Green Buildings), em linha com o Framework de Finanças Sustentáveis do Banco do Brasil e com o Programa Eco Invest Brasil. Os recursos serão destinados a empreendimentos com elevado desempenho ambiental, incluindo construções e modernizações com maior eficiência energética e certificações reconhecidas internacionalmente.

Para Francisco Lassalvia, vice-presidente de Atacado do Banco do Brasil, “a Green Building Repo evidencia a consistência da nossa estratégia de funding competitivo, ao aliar diversificação de fontes, acesso qualificado a investidores globais e elevada eficiência na estruturação, em plena sintonia com as tendências mais inovadoras do mercado internacional de finanças sustentáveis”.

A nova captação também reforça a parceria estratégica com o Natixis, instituição global com atuação de destaque em finanças sustentáveis, e consolida o relacionamento entre os bancos na estruturação de soluções financeiras inovadoras alinhadas à agenda climática.

A operação está diretamente conectada à estratégia de sustentabilidade do Banco do Brasil, ao mobilizar capital internacional para projetos que impulsionam a eficiência energética e o desenvolvimento de cidades mais sustentáveis. Ao direcionar recursos para ativos com elevado padrão ambiental, o BB fortalece seu papel como agente de transformação econômica, ampliando a oferta de soluções financeiras sustentáveis e consolidando sua atuação na integração entre desempenho financeiro e geração de impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente.

Além disso, a nova captação se junta às realizadas com o Credit Agricole, em 2025, e à recente emissão do Nature Bond do BB na mobilização de capital externo para o programa Eco Invest Brasil, que busca atrair capital privado externo combinado com recursos internos para financiar a transformação ecológica e o desenvolvimento sustentável do país.

Fonte: Banco do Brasil

BB apresenta Programa de Gestão Climática para municípios

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O Banco do Brasil anunciou no dia 20 de maio o pré-lançamento da Assessoria ASG com foco em Gestão Climática Municipal. A iniciativa é uma parceria entre o BB e a WayCarbon, empresa brasileira de inteligência climática e desenvolvimento de soluções digitais para gestão de emissões, riscos climáticos e sustentabilidade, com apoio da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). A solução está em fase de testes e a previsão é que esteja disponibilizada em junho.

A Assessoria ASG integra inteligência artificial, tecnologia de monitoramento, diagnósticos territoriais e soluções de gestão financeira do BB para apoiar gestores públicos na identificação de vulnerabilidades, na criação de ações de adaptação e na mitigação das mudanças climáticas.

A inciativa prevê apoiar a estruturação de projetos climáticos prioritários em 100 municípios brasileiros de pequeno e médio porte, voltados tanto à redução das emissões de gases de efeito estufa quanto à adaptação aos impactos climáticos. O objetivo é fortalecer a resiliência urbana e preparar projetos aptos à captação de recursos.

A solução será disponibilizada sem custo para os municípios participantes, com base em recursos previstos na Portaria Normativa STN/MF nº 808.

O lançamento ocorre em um contexto de agravamento dos eventos climáticos extremos no país. Relatório do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) indica que 2025 foi o terceiro ano mais quente já registrado, com temperatura média global 1,47°C acima dos níveis pré-industriais. O período é marcado por secas severas, enchentes, ondas de calor e uma série de desastres que impactaram infraestrutura, abastecimento hídrico, agricultura e mobilidade urbana em milhares de municípios brasileiros.

“Os desafios climáticos já impactam diretamente a vida das cidades e exigem planejamento, inteligência territorial e capacidade de resposta. O Banco do Brasil quer apoiar os municípios nessa transição, conectando tecnologia, informação e soluções financeiras para fortalecer o desenvolvimento sustentável local”, destaca José Alves, head de Sustentabilidade do Banco do Brasil.

“O desafio climático no Brasil deixou de ser apenas ambiental. Hoje ele é também fiscal, econômico e de infraestrutura. O grande diferencial deste programa é transformar dados climáticos em capacidade de investimento. Estamos ajudando cidades brasileiras a sair do diagnóstico e avançar para a estruturação de projetos concretos, financiáveis e alinhados à realidade local. Esse é um movimento pioneiro no país e coloca o Banco do Brasil em uma posição muito estratégica dentro da agenda climática nacional”, afirma Felipe Bittencourt, diretor-presidente da WayCarbon.

“A agenda climática passou a exigir dos municípios capacidade técnica, planejamento e acesso a soluções estruturadas. A Portaria 808 representa um avanço importante ao incentivar mecanismos de apoio técnico e fortalecimento institucional para que estados e municípios possam se preparar melhor para os desafios climáticos e fiscais dos próximos anos”, avalia David Athayde, secretário adjunto da STN.

Com a iniciativa, o Banco do Brasil consolida e reforça seu posicionamento como principal parceiro financeiro da transição climática nos territórios brasileiros, conectando ciência, tecnologia e financiamento para apoiar cidades mais resilientes, competitivas e preparadas para o futuro.

Fonte: Banco do Brasil

BB lidera captação de R$ 1,5 bilhão no 4° leilão do Programa Eco Invest

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O Banco do Brasil foi destaque no quarto leilão do Programa Eco Invest Brasil ao assegurar a liderança dos recursos ofertados, totalizando R$ 1,5 bilhão. Com foco em projetos de sociobioeconomia, turismo sustentável e infraestrutura na Amazônia Legal, a iniciativa reforça o compromisso do Banco com o desenvolvimento sustentável e a promoção de novas dinâmicas econômicas na região.

Nesta quarta etapa, o Banco estruturou a captação com alavancagem de mais de quatro vezes, viabilizando R$ 6,4 bilhões em investimentos. Com esse resultado, o BB se consolida como principal instituição no leilão, liderando a mobilização de recursos para projetos estratégicos na Amazônia Legal.

“O resultado obtido pelo Banco do Brasil no quarto leilão do Eco Invest reafirma nossa capacidade de estruturar soluções financeiras robustas para apoiar a transição sustentável do país. Ao direcionar recursos a projetos com potencial transformador na Amazônia Legal, o Banco reforça seu papel como indutor do desenvolvimento regional, da inovação e da economia de baixo carbono”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do BB.

Mesmo antes da liberação integral dos recursos, o Banco já se posiciona como protagonista na estruturação de operações alinhadas às diretrizes do Tesouro Nacional, voltadas à mobilização de capital catalítico e à atração de investimentos privados. O desempenho evidencia o papel estratégico do Banco do Brasil no financiamento de iniciativas inovadoras e sustentáveis, com impacto direto na transição para uma economia de baixo carbono.

Atuação do BB no Eco Invest

O histórico de participação do Banco do Brasil no Programa Eco Invest também reforça esse protagonismo. Na primeira fase, voltada a projetos de transição energética, economia circular e infraestrutura verde, o Banco captou R$ 800 milhões, viabilizando uma oferta total de R$ 4,8 bilhões ao mercado, com alavancagem de seis vezes. Os recursos já foram integralmente contratados, beneficiando 31 empresas.

Na segunda etapa, dedicada à recuperação de áreas degradadas, o Banco captou R$ 4,2 bilhões e estruturou uma oferta de R$ 6,8 bilhões, e já possui pré-análise positiva para projetos que cobrem a maior parte dos recursos disponíveis. Já na terceira fase, foram captados R`$ 1 bilhão, com potencial de investimento de até R$ 3 bilhões em participações (equity) em empresas ligadas aos eixos de transição energética, economia circular e infraestrutura.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil desembolsa R$ 18,2 bilhões no Crédito do Trabalhador

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O Banco do Brasil atingiu a marca de R$ 18,2 bilhões em desembolso no Crédito do Trabalhador para mais de 1,2 milhão de trabalhadores em pouco mais de um ano em que a solução passou a ser oferecida. Dessa forma, o BB se consolida como protagonista na oferta de crédito consignado ao trabalhador do setor privado e reforça seu compromisso com a inclusão financeira e o fortalecimento da economia.

Desde o lançamento do programa, em março do ano passado, o BB vem ampliando de forma consistente o acesso ao crédito com condições mais vantajosas, permitindo que milhares de trabalhadores substituam dívidas com juros elevados por parcelas mais adequadas ao seu orçamento. A atuação do Banco combina escala, capilaridade e proximidade, alcançando trabalhadores em praticamente todo o território nacional. Além dos trabalhadores, a atuação do Banco também se apoia na parceria com os empregadores, que desempenham papel fundamental na execução do programa, contribuindo para a segurança, a governança e a sustentabilidade das operações. As operações com mais de 1,2 milhão de trabalhadores vinculados a 203,7 mil empresas empregadoras foram realizadas em 98,8% dos municípios brasileiros.

A evolução do Crédito do Trabalhador ao longo do último ano reflete a expertise histórica do Banco do Brasil em crédito consignado, aliada à sua capacidade tecnológica e à excelência da assessoria financeira prestada pelos funcionários da rede de atendimento. Esses fatores têm permitido uma jornada de contratação cada vez mais simples, segura e personalizada, respeitando o perfil e a realidade financeira de cada cliente.

Com o Crédito do Trabalhador, o Banco do Brasil reforça seu papel como principal agente financeiro do país, ampliando o acesso ao crédito responsável, fortalecendo o relacionamento com clientes e empregadores e promovendo uma atuação cada vez mais centrada nas pessoas.

Fonte: Banco do Brasil

Encontro estadual dos funcionários do BB em SP será no dia 6 de junho

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O Encontro Estadual dos Funcionários e Funcionárias do Banco do Brasil 2026 será realizado no dia 6 de junho (sábado), a partir das 9h. A atividade será em formato híbrido, com participação presencial no Auditório Azul do Sindicato dos Bancários de São Paulo (Rua São Bento, 413, Sé) e transmissão online por meio deste link.

O encontro terá como um dos principais objetivos a definição da delegação que representará a base paulista no Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil.

Trabalhadores e dirigentes sindicais de toda a base da Fetec-CUT/SP debaterão os desafios atuais do funcionalismo do BB, condições de trabalho, defesa dos direitos e construção das pautas nacionais da categoria.

Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), destaca a importância do encontro estadual para o 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, quando serão debatidos com funcionários de todo o país as prioridades para a renovação da minuta que será encaminhada à direção do banco.

“É um ano muito importante em que serão debatidas pautas colocadas pelo funcionalismo, principalmente a redução das metas que têm causado muitos adoecimentos, melhor qualidade de vida no trabalho e o teletrabalho. É um momento importante no caminho para uma campanha salarial vitoriosa”, afirma.

Unir forças

Segundo Antonio Netto, dirigente Sindicato dos Bancários de São Paulo e representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, o encontro será fundamental para fortalecer a unidade e construir propostas para a campanha nacional.

“Nosso encontro tem a finalidade de unir a força de toda a base dos funcionários do Banco do Brasil da FETEC-SP e dos sindicatos, para que o debate sobre a situação em que nos encontramos sirva de subsídio para encaminharmos as melhores propostas ao Congresso Nacional dos Funcionários do BB. Por isso, a participação de todas e todos é essencial”, destaca o dirigente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Na Bahia, avança acordo do intervalo intrajornada do BB

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Depois de anos de disputa judicial e intensas negociações, o Banco do Brasil aprovou a proposta apresentada pelo Sindicato dos Bancários da Bahia para o pagamento do processo referente ao intervalo intrajornada de 1 hora. A ação beneficia cerca de 3.200 funcionários e representa uma importante vitória.

Inicialmente, o banco apresentou uma proposta considerada muito abaixo do esperado. O Sindicato recusou os termos e construiu uma contraproposta que garantisse justiça. O novo formato foi aceito pelo BB, mas dependia da aprovação do Conselho de Administração.

A confirmação oficial só ocorreu em audiência, intermediada pela Cejusc (Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos) na quinta-feira, quando o banco apresentou formalmente a aprovação do acordo, além das planilhas individuais com os respectivos valores destinados a cada beneficiário.

Agora, o Departamento Jurídico do Sindicato realiza a conferência detalhada dos cálculos para garantir que todos os valores estejam rigorosamente de acordo com o que foi negociado entre as partes. Caso não haja divergências, será realizada assembleia na quinta-feira.

Se aprovado pelos beneficiários, a expectativa é de que a homologação judicial aconteça já na audiência marcada para sexta-feira. Para o diretor Jurídico do Sindicato, Fábio Ledo, a construção do acordo demonstra a importância da persistência e da atuação sindical comprometida com os trabalhadores. “Esse resultado é fruto de muita responsabilidade e firmeza nas negociações. O Sindicato não aceitou uma proposta insuficiente e seguiu negociando até alcançar um patamar mais digno e justo”.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia

Sindicato no TO conquista vitória judicial em ação de 7ª e 8ª horas contra o BB

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O Sindicato dos Bancários do Tocantins obteve mais uma vitória na Justiça do Trabalho em ação contra o Banco do Brasil relacionada ao pagamento da 7ª e 8ª hora de bancária submetida indevidamente à jornada de 8 horas diárias.

A decisão, proferida pela Vara do Trabalho, reconheceu o direito da trabalhadora ao recebimento da 7ª e 8ª hora extra referente ao período de 26 de março de 2016 a 23 janeiro de 2017. A condenação também inclui reflexos sobre férias vencidas e proporcionais acrescidas de 1/3 constitucional, 13º salários, repousos semanais remunerados, incluindo sábados, domingos e feriados previstos nas Convenções Coletivas da categoria, FGTS, abono pecuniário, incidência na PREVI e gratificação semestral.

Além disso, a Justiça condenou o banco ao pagamento de honorários advocatícios sucumbenciais no percentual de 10% sobre os pedidos acolhidos na ação. A bancária também teve deferidos os benefícios da Justiça Gratuita.

O Banco ainda pode recorrer ao Tribunal Regional do Trabalho, mas as chances de reverter a decisão são mínimas.

Fonte: Contec

BB celebra 54 anos em Portugal e aborda as oportunidades do acordo Mercosul-UE

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O Banco do Brasil realizou no dia 20 de maio, em comemoração aos 54 anos de presença contínua em Portugal, o evento “Brasil-Portugal: Oportunidades de Negócios no Contexto do Acordo Mercosul-União Europeia”. O encontro reuniu empresários, investidores e instituições de referência do mercado português e brasileiro para debater o impacto do acordo comercial mais significativo das últimas décadas e o papel do BB nessa nova realidade.

O evento, organizado pelo Banco do Brasil AG em parceria com a Embaixada do Brasil em Lisboa, contou com a presença do embaixador Raimundo Carreiro e do chairman do Banco do Brasil AG e head de Negócios Internacionais do Banco do Brasil SA, Juliano Marcatto. O programa incluiu ainda palestras do chefe do Setor Econômico da Embaixada do Brasil, Bruno Simões, do economista-chefe da IM Gestão de Ativos, Luís Andrade, e do economista-chefe do Banco do Brasil SA, Marcelo Rebelo Lopes, com encerramento numa sessão de perguntas e respostas com os participantes.

O encontro contou com a participação de cerca 50 representantes de empresas e instituições que atuam no fluxo comercial entre Brasil e Portugal, incluindo os setores de alimentos, óleo e gás, aviação, engenharia, infraestrutura, hotelaria e comércio.

Para Raimundo Carreiro, “o Banco do Brasil, hoje, não é apenas uma das mais antigas instituições financeiras do país, mas também um ator central na articulação entre o Brasil e os mercados internacionais. Sua presença em Portugal simboliza, de forma muito concreta, a profundidade das relações entre as nossas economias e a maturidade do sistema financeiro brasileiro. No contexto da consolidação do Acordo de Parceria entre o Mercosul e a União Europeia, a abertura de uma nova etapa de aproximação entre as duas regiões torna essa presença ainda mais relevante. Trata-se de um marco com potencial para intensificar os fluxos econômicos e ampliar a demanda por instrumentos financeiros cada vez mais sofisticados”.

“Celebrar a trajetória do Banco do Brasil em Portugal neste momento de maior aproximação entre Mercosul e União Europeia reforça a relevância estratégica da nossa presença no país. Portugal tem uma posição singular na relação entre o Brasil e a Europa, seja pelo vínculo histórico e cultural, seja pela capacidade de conectar empresas, investidores e pessoas que mantêm projetos nos dois lados do Atlântico. Para o BB, fortalecer essa atuação é seguir acompanhando a internacionalização dos nossos clientes com confiança, proximidade e visão de futuro”, afirma Juliano Marcatto.

“O acordo Mercosul-UE não cria negócios por decreto, cria oportunidades. O nosso papel é ajudar as empresas a transformar essas condições em operações concretas: câmbio, financiamento, cartas de crédito, acesso a capital. O Banco do Brasil está presente em Portugal há 54 anos. Conhecemos os dois mercados, falamos a mesma língua e temos a estrutura para conectar empresas brasileiras e portuguesas numa das janelas de oportunidade mais relevantes das últimas décadas”, conclui Karen Machado, head da operação do Banco do Brasil em Portugal.

Um acordo histórico

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, assinado em janeiro de 2026 após 26 anos de negociações, entrou em vigor de forma provisória no último dia 1º de maio. A zona de livre comércio criada reúne 31 países, O Acordo de Parceria integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo. Juntos, Mercosul e UE reúnem cerca de 718 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente US$ 22,4 trilhões de dólares. No âmbito do acordo, a UE eliminará progressivamente tarifas sobre 95% dos produtos do Mercosul num prazo de 12 anos. Considerando que a UE é o segundo principal parceiro comercial do Brasil, com corrente de comércio de bens, em 2025, de aproximadamente US$ 100 bilhões, este é um marco de extrema relevância.

Para Portugal, as perspectivas são igualmente relevantes. Setores como máquinas e equipamentos, componentes para a indústria de automóveis, farmacêutica, metalomecânica e de materiais de construção encontram no acordo um estímulo direto à competitividade no mercado sul-americano.

O BB em Portugal

Com presença em mais de 20 países e operação em Lisboa há 54 anos, o Banco do Brasil disponibiliza para empresas que operam no fluxo comercial Brasil-Portugal e Brasil-Europa um conjunto integrado de soluções:

Financiamento ao comércio exterior: Cartas de crédito, garantias internacionais e linhas de crédito para exportadores e importadores, com conhecimento profundo das exigências regulatórias dos dois mercados.

Câmbio e remessas internacionais: Operações de câmbio para pagamentos e recebimentos internacionais

Private Banking para brasileiros em Portugal: Atendimento personalizado a clientes de alta renda e investidores brasileiros estabelecidos em Portugal, com soluções de gestão e diversificação patrimonial em ambiente europeu.

O Banco do Brasil opera atualmente em Lisboa por meio de sua subsidiária integral BB AG com foco em comércio exterior, clientes corporativos e segmento Private.

Fonte: Banco do Brasil

BB lança edital de até R$ 225 mi para apoiar comunidades na Bacia do Rio Doce

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O Banco do Brasil, por meio da Fundação BB e em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, lançou o Edital Rio Doce Participativo e Comunitário, que destina até R$ 225 milhões do Fundo de Participação Social vinculado ao Fundo Rio Doce para apoiar projetos comunitários voltados ao desenvolvimento socioeconômico de comunidades da Bacia do Rio Doce e do Litoral Norte capixaba. A iniciativa prevê inscrições abertas para projetos que receberão valores entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, além de cerca de R$ 15 milhões para ativação territorial e inclusão produtiva, priorizando geração de renda, fortalecimento de modos de vida locais e desenvolvimento sustentável.

O projeto beneficia diretamente 49 municípios em Minas Gerais e no Espírito Santo. Podem se inscrever organizações da sociedade civil, cooperativas, coletivos formalizados e organizações representativas de povos e comunidades tradicionais sem fins lucrativos. Coletivos informais podem participar desde que com vínculo com instituição parceira com CNPJ formal. O projeto é uma parceria entre o conglomerado Banco do Brasil, via Fundação BB, e a Secretaria Geral da Presidência da República.

Para o vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, a iniciativa reafirma o papel do BB como instituição próxima das pessoas e comprometida com o desenvolvimento sustentável do país. “O Banco do Brasil nasce e cresce junto com o Brasil. Queremos ser um banco cada vez mais próximo, relevante e presente na vida da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento social, econômico e ambiental dos territórios onde atuamos”, afirma.

Os recursos serão direcionados a projetos coletivos, com atenção especial a mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais e jovens, priorizando iniciativas que fortaleçam a autonomia, a organização comunitária e a redução de desigualdades.

A Fundação BB será responsável pela seleção, contratação, acompanhamento e monitoramento dos projetos sociais apoiados. Os aportes por iniciativa poderão variar entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, alcançando centenas ou milhares de projetos comunitários, conforme as propostas apresentadas. A estratégia inclui ações de capacitação, fortalecimento institucional e acompanhamento contínuo, assegurando transparência, controle social e impacto mensurável.

Segundo o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, a Fundação BB atua para transformar recursos em cidadania concreta. “Essa iniciativa permite que as próprias comunidades sejam protagonistas da reconstrução de seus territórios, com acesso a apoio técnico, investimento social estruturado e mecanismos de participação que fortalecem a autonomia, a geração de renda e a dignidade das pessoas atingidas”, afirma.

Cidade recebe novo Hub de Sociobieoconomia

Como parte desse esforço, o Banco do Brasil também lança na região a nova unidade do Hub de Sociobioeconomia, ampliando sua atuação no fomento a iniciativas sustentáveis e no apoio às cadeias produtivas da bioeconomia. A iniciativa visa ampliar o acesso ao crédito, a serviços financeiros e a oportunidades de mercado voltadas à sociobioeconomia e ao desenvolvimento territorial sustentável na região.

A inauguração do Hub está alinhada à estratégia de atuação em sustentabilidade do Banco do Brasil e vai auxiliar a fortalecer as capacidades produtivas locais, além de conectar agricultores familiares, povos originários e comunidades tradicionais, entre outros públicos, a terem mais acesso a políticas públicas.

O lançamento foi celebrado com a realização de um Fórum de Ativação de Crédito, evento que o BB vem realizando desde o início de 2025 para promover ações de educação financeira, regularização fundiária, assistência técnica e estruturação de projetos voltadas aos públicos envolvidos.

A unidade de Governador Valadares se junta às de Belém (PA), Ilhéus (BA), Manaus (AM) e Cuiabá (MT), regiões que vêm se beneficiando da mobilização territorial promovida pelos Hubs, por meio de ações de fomento à bioeconomia e cadeias produtivas sustentáveis, além de promover iniciativas produtivas, formação de empreendedores comunitários, assistências técnicas e mutirões territoriais em municípios de difícil acesso.

Com essa atuação, o Conglomerado BB, por meio do Banco do Brasil e da Fundação BB, reforça seu compromisso com a sustentabilidade, a cidadania e a reconstrução de territórios afetados por eventuais questões socioambientais, contribuindo para a construção de soluções estruturantes baseadas no diálogo, na participação social e na valorização das pessoas.

GRANDES NÚMEROS

Investimento social previsto:

  • Até R$ 225 milhões para seleção, contratação e acompanhamento de projetos comunitários;

Apoio direto a projetos locais:

  • Aportes entre R$ 50 mil e R$ 400 mil por projeto;

Ativação territorial e inclusão produtiva:

  • Cerca de R$ 15 milhões destinados a ações de sociobioeconomia e fortalecimento de cadeias produtivas locais;

Abrangência territorial:

  • 49 municípios da Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais e no Espírito Santo;

Foco prioritário:

  • Geração de trabalho e renda;
  • Fortalecimento de economias locais;
  • Participação social e controle comunitário;
  • Atenção especial a mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais e jovens.

Fonte: Banco do Brasil

Cassi avança na implementação da metodologia DRG Brasil

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A Cassi acaba de implementar a metodologia DRG Brasil, sigla em inglês para Grupos de Diagnósticos Relacionados, em mais um passo importante na modernização de sua gestão de saúde. A iniciativa é muito mais do uma ferramenta tecnológica. Representa uma mudança de paradigma na forma como a Cassi acompanha a vida do paciente, combate desperdícios e garante a sustentabilidade do plano a longo prazo.

“A implementação do DRG não é apenas sobre tecnologia, é sobre descomplicar a vida do nosso participante e garantir que cada recurso investido se transforme em saúde de qualidade. Estamos utilizando dados e inteligência para humanizar o atendimento e combater falhas sistêmicas que geram desperdício. Nosso compromisso é com a entrega de valor: um cuidado mais seguro, eficiente e sustentável, que coloca a Cassi na vanguarda da gestão assistencial no Brasil”, destaca Alberto Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com o Cliente.

O que é o DRG e como ele funciona

O DRG é um sistema de classificação de pacientes hospitalares que agrupa casos com características clínicas semelhantes e consumos de recursos comparáveis. Em vez de olhar para eventos isolados, a nova metodologia permite uma visão sistêmica da complexidade de cada paciente, considerando diagnósticos, idade e procedimentos realizados.

Na prática, a metodologia transforma dados brutos em indicadores de valor, permitindo que a Cassi compare a eficiência e os desfechos clínicos entre diferentes hospitais e profissionais.
Os benefícios da nova metodologia

“A partir do segundo semestre deste ano, teremos um novo aparato para gerir as despesas assistenciais por meio de um esforço coletivo que envolve toda a instituição. O DRG será o elo que conecta todas as soluções que estamos desenvolvendo. As equipes de saúde e risco populacional terão papel fundamental tanto na implantação quanto na condução das mudanças assistenciais, contando também com o peso estratégico das áreas de negociação e regulação. A equipe da GEO tem sido o ‘cérebro’ no modelo de implantação dessa solução, com a aplicação de um framework moderno e prático. Estamos muito satisfeitos com o avanço do trabalho”, explica o diretor Alberto Junior.

A adoção do DRG traz ganhos fundamentais para a operação e para o participante:

▪ Combate ao desperdício: estima-se que mais de 50% dos custos assistenciais hospitalares decorrem de falhas de organização ou má qualidade. O DRG atua diretamente na gestão da permanência, evitando que o paciente fique internado além do necessário por falhas de processo.

▪ Segurança do paciente: com o monitoramento em tempo real e a auditoria clínica concorrente, a jornada intra-hospitalar torna-se mais segura, reduzindo o risco de reinternações evitáveis e eventos adversos.

▪ Remuneração por valor: a metodologia permite migrar do modelo tradicional (baseado em volume) para um modelo de entrega de valor, onde parceiros e médicos são reconhecidos pela eficiência e pelos melhores resultados de saúde entregues ao paciente.

▪ Visão 360°: a integração dos dados hospitalares com a atenção primária garante a continuidade do cuidado, fortalecendo o modelo assistencial da CASSI.

A médio e longo prazos o DRG consolidará a Cassi como uma autogestão de referência em eficiência operacional e excelência clínica. Ao otimizar o uso de leitos (especialmente em UTIs e áreas materno-neonatais) e reduzir custos desnecessários, a Instituição assegura recursos para investir no que realmente importa: a saúde e o acolhimento de seus participantes.

Fonte: Associados Cassi

Seleção de Conselheiros 2026 da Previ é concluída

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A Previ concluiu recentemente a Seleção de Conselheiros 2026, um processo seletivo criterioso que consolida o compromisso com a diversidade e qualificação técnica, resultando na indicação de 31 candidatos para 34 assentos em conselhos de administração ou fiscal. Essa diferença se justifica pela previsão, estabelecida em normativos internos, de acúmulo de funções por conselheiros em empresas classificadas como Sociedades de Propósito Específico (SPEs) ou em ativos estratégicos.

O banco de candidatos contou com 432 inscritos, sendo 42% pertencentes a segmentos sub-representados. Desses, 368 comprovaram os critérios mínimos obrigatórios estabelecidos no edital e avançaram para as etapas seguintes.

Entre os 368 classificados, 40% pertencem a um dos quatro grupos com baixa representação definidos pela Previ:

Não classificados

34 candidatos não atenderam aos critérios mínimos obrigatórios e não foram classificados, sendo:

  • 88% não comprovaram o critério mínimo obrigatório de Experiência Profissional;
  • 33% não atenderam aos critérios de Certificação;
  • 11% não comprovaram a Formação Acadêmica – Graduação.

Além disso, em alguns casos, houve a ausência simultânea da comprovação de mais de um critério mínimo obrigatório.

Estratégia de Diversidade

Conforme divulgado em edital, a estratégia de diversidade tem por objetivo atingir 40% de representatividade de segmentos sub-representados na etapa de matching. Esse objetivo foi superado: 58% dos candidatos indicados se autodeclararam pertencentes a esses grupos, percentual superior ao verificado entre os inscritos (42%) e os classificados (40%).

Temporada de assembleias

Em 2026, a Previ participou de 17 assembleias ordinárias e realizou indicações em 14 delas. Mesmo na condição de acionista minoritária em 97% dos casos, obteve êxito em 82% do total de assentos pleiteados, evidenciando a efetividade de sua estratégia de indicação e articulação com demais acionistas.

Governança e sustentabilidade

A seleção, indicação e eleição de conselheiros, nas assembleias gerais ordinárias das empresas, com o apoio institucional da Previ, é um instrumento relevante de governança corporativa. Essa atuação visa fomentar e engajar as companhias em ações e processos alinhados às melhores práticas ASGI, fortalecendo o ambiente de negócios no longo prazo, gerando melhores retornos financeiros e impactos positivos nas diversas dimensões da sustentabilidade.

A relação completa de conselheiros eleitos com o apoio da Previ e com mandatos vigentes pode ser consultada no site Previ na aba investimentos da previ/governança de investimentos/conselheiros.

Fonte: Previ

Associados aprovam Relatório 2025 da Cassi com 77,3% dos votos

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Os associados e associadas da Cassi aprovaram o Relatório 2025 da entidade com 77,3% dos votos válidos, seguindo a orientação das entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil e dos dirigentes eleitos da Caixa de Assistência. A votação, iniciada em 14 de maio e encerrada nesta segunda-feira (25), registrou 32.014 votos favoráveis ao documento.

Pelo Estatuto Social da Cassi, o relatório precisava de maioria simples para aprovação. O resultado demonstra que o Corpo Social da entidade, formado por funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil associados à Cassi, reconhece que o documento retrata de forma transparente a realidade enfrentada pela Caixa de Assistência no último ano.

O secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., destacou a ampla participação dos associados e afirmou que a votação representa um importante recado à direção do Banco do Brasil. “Os colegas do banco votaram massivamente pela aprovação do relatório da Cassi, como orientado pela Contraf, demonstrando a seriedade do documento, que relata de forma fiel a situação que passa nossa Caixa de Assistência. Infelizmente, mais uma vez, tivemos uma chuva de fake news que atrapalham o momento. Sabemos que a situação financeira da Cassi é desafiadora e o relatório apontava a realidade. Com essa votação mostramos que estamos mobilizados, provando à direção do BB que merecemos uma proposta justa para a Cassi”, afirmou.

A Cassi destacou que o Relatório 2025 foi amplamente divulgado desde sua publicação, em 31 de março, por meio dos canais oficiais da entidade. A Diretoria Executiva realizou mais de 30 apresentações em cidades com maior concentração de associados, além de reuniões com entidades representativas, aposentados e conselheiros de usuários em todo o país.

Segundo a entidade, a aprovação também representa um voto de confiança dos associados na governança e na transparência da Cassi, modelo considerado uma conquista histórica do funcionalismo do Banco do Brasil, garantindo aos associados participação direta nos processos de decisão e fiscalização da Caixa de Assistência.

Fonte: Contraf_CUT

Economus conquista selo da 7º Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça

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Na segunda-feira, 25 de maio, o Economus recebeu o selo da 7ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. O reconhecimento foi concedido pelo Governo Federal em evento realizado em Brasília (DF).

Essa foi a 7ª edição do programa, que tem como objetivo reconhecer práticas e iniciativas que promovam a igualdade de oportunidades dentro das organizações. Desde a adesão, em junho de 2024, o Economus realizou uma série de ações internas e externas fomentando a importância de uma sociedade e mercado de trabalho mais justos. Muitas dessas iniciativas podem ser visualizadas no hotsite exclusivo para o tema.

O presidente do Economus, Kleuvânio Dias de Souza, recebeu a homenagem em nome do Instituto. Ele destacou a importância da conquista do selo pela segunda edição consecutiva do programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. “Esse reconhecimento é resultado do engajamento e esforço da nossa equipe e demonstra que estamos no caminho certo em nosso compromisso com a causa”, exalta.

Além do Economus, outras 74 entidades receberam o selo nessa edição. Essa conquista reforça o comprometimento do Instituto em todos os assuntos relativos à justiça em relação à igualdade de oportunidades.

Clique aqui e veja as entidades contempladas com o selo.

Fonte: Economus

Com menos agências, idosos se reinventam no mundo dos aplicativos

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Durante décadas, eles aprenderam a preencher cheques, enfrentar filas de banco e guardar comprovantes em pastas. Agora, aos 60, 70 e até 80 anos, precisaram trocar o talão pelo Pix, o gerente pelo aplicativo e o balcão pelo WhatsApp — numa das mudanças tecnológicas mais rápidas e profundas já enfrentadas por uma geração.

A revolução digital que transformou o sistema bancário brasileiro obrigou milhões de brasileiros da geração que cresceu no mundo analógico a fazer uma migração acelerada para celulares, aplicativos e autenticações virtuais, além de acompanhar um cotidiano em que até ligar a televisão exige senha, conexão e atualização.

A adaptação tem sido bem-sucedida. Levantamento da Serasa aponta que quase 80% dos idosos já utilizam aplicativos bancários, enquanto estudos sobre mobile banking indicam que o celular se tornou parte da rotina financeira dessa geração.

Impulsionados pelo fechamento de agências, pela popularização do Pix e pela ajuda de filhos e netos, passaram de espectadores da revolução digital a usuários ativos dela — ainda que convivendo com dificuldades, insegurança e medo de golpes.

Apoio dos filhos ajuda na transição para aplicativos

A trajetória de Paulo Godoy, de 79 anos, ajuda a ilustrar essa mudança. A familiaridade com computadores começou cedo, ainda nos anos 1990, quando o filho entrou para a faculdade de Ciência da Computação. “Eu viajava muito e trazia periféricos, CPU, HD. Meu filho montava computadores em casa e fui acompanhando toda aquela transformação”, lembra.

A adaptação, porém, não aconteceu sem sustos. A digitalização, que ele classifica como “avassaladora”, impõe muitos desafios à terceira idade. “Antigamente você ligava a televisão e mudava o canal rodando o seletor”, lembra Godoy. “Hoje tem aplicativo, receptor, internet, sincroniza com celular. Desconfigura alguma coisa e vira uma loucura.”

Para ele, a palavra-chave nessa transição é paciência. “É como reaprender a ler. Uma coisa que meu filho faz em cinco minutos, eu levo umas duas horas.” Mesmo assim, ele faz praticamente toda a vida financeira pelo celular. Paga boletos, acompanha investimentos e opera renda fixa e ações pelo aplicativo do banco.

O Pix, diz, mudou completamente sua rotina. “Foi uma salvação. Antigamente você recebia cheque, tinha compensação, cheque sem fundo. Hoje resolve tudo na hora.” A relação com os bancos também mudou. O gerente, que antes centralizava as decisões financeiras, perdeu espaço para os aplicativos e para o acesso direto à informação.

“Gerente de investimento é bom para o gerente, não para você”, afirma, rindo. “No aplicativo você consegue comparar, olhar melhor, pesquisar. Se a pessoa não tiver informação, dança bonitinho.”
Golpes bancários são a principal preocupação dos idosos

O mesmo aconteceu com Eurides de Oliveira, de 83 anos, servidor federal aposentado. Assim como Paulo, ele afirma ter conseguido atravessar a revolução digital graças ao apoio dos filhos — um deles ligado à computação e outro ao design gráfico e às ferramentas de inteligência artificial. “Isso ajudou muito”, diz.

Hoje, Oliveira vê muita praticidade no celular: Pix, transações bancárias, pagamentos e conversas no WhatsApp fazem parte da rotina. Com as novas ferramentas, já não depende de atendimento presencial para resolver a maior parte das tarefas financeiras.

Ainda assim, preserva uma relação afetiva com o banco, construída muito antes da era dos aplicativos. Cliente do Banco do Brasil há décadas, mantém amizade até hoje com o mesmo gerente que o atende há mais de 30 anos.

A conexão pessoal sobreviveu à digitalização acelerada do sistema bancário. Redes sociais, porém, ficaram de fora da rotina. “Não me acostumei”, resume.

A maior preocupação dele são os golpes digitais. “Hoje em dia está tudo muito bem feito. Tem que prestar atenção em tudo”, afirma. “Se desconfio de algo, nem clico.”

O receio não é exagero. Pesquisa da Silverguard apontou que idosos registram os maiores prejuízos médios em golpes digitais no Brasil, com perdas superiores a R$ 4,8 mil por vítima.

Especialistas afirmam que pessoas mais velhas se tornaram alvo preferencial de criminosos por já terem acumulado patrimônio. Também costumam demonstrar maior confiança em contatos telefônicos e mensagens, sobretudo com o avanço da inteligência artificial e das fraudes que simulam vozes, rostos e conversas reais.

Aprender para não ficar para trás

Para Waldemar Santos Guimarães, engenheiro de recursos hídricos aposentado, a adaptação digital foi quase uma continuação natural da vida profissional. Aos 81 anos, ele diz não se sentir velho — e atribui parte disso à disposição para continuar aprendendo.

Depois de trabalhar durante anos com projetos e capacitação técnica, ele vê semelhanças entre a revolução digital atual e outras transformações tecnológicas que acompanhou ao longo da carreira.

Hoje, usa Pix regularmente e quase não frequenta mais agências bancárias. Apesar disso, ainda valoriza o contato presencial com os gerentes. “Às vezes vou lá conversar, entender alguma operação.”

Para Guimarães, a tecnologia trouxe praticidade, mas não eliminou completamente a necessidade de relações humanas — especialmente para uma geração acostumada ao atendimento “olho no olho”.

Nesse sentido, faz ressalvas à mudança do próprio conceito de trabalho promovida pela digitalização. “Hoje muita gente trabalha de casa, mas o espírito de equipe continua importante”, afirma.

Em comum, as histórias traduzem a percepção de que resistir à tecnologia deixou de ser uma opção. A geração criada entre cheques, carnês e cadernetas bancárias acabou obrigada a aprender, em poucas décadas, a viver em um mundo de QR Code, biometria facial e autenticação por aplicativo — e, apesar das dificuldades, conseguiu fazer a travessia. “Quem não se atualiza e não evolui fica para trás”, resume o aposentado.

Fonte: Gazeta do Povo

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA AGEBB

Publicado em: 27/05/2026

Prezado(a) Associado(a):

O presidente da AGEBB – Associação dos Gerentes do Banco do Brasil, Senhor Adriano Domingos, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e atendendo ao que determina o artigo 14 e seus parágrafos, 15 e 17 do Estatuto Social, convoca a todos(as) os(as) associados(as) regulares com suas obrigações na associação, para a Assembleia Geral Ordinária, que se realizará no dia 27 de Junho de 2026 (sábado) nas dependências do Vivendas Hotel Rio Claro- Avenida 1, 1030- Centro- Rio Claro- SP, às 09:00 horas em primeira convocação, com quórum estatutário ou às 09:30 horas em segunda convocação com o número de associados presentes.

Pauta:

I – Prestação e Aprovação das contas do Ano 2025

II- Assuntos Diversos 

São Paulo, 27 de maio de 2026

Adriano Domingos

Presidente

Lucro do BB cai 53,5% no 1º tri com impacto agro e banco faz nova revisão de guidance

Publicado em: 14/05/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,43 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 53,5% na comparação anual e baixa de 40,2% frente ao último trimestre, em um resultado ainda fortemente impactado pela turbulência no agronegócio.

Apesar da queda, o resultado ficou em linha com as estimativas de analistas compiladas pela Bloomberg, que estimavam um saldo de R$ 3,46 bilhões na última linha do balanço.

Em nota, a CEO Tarciana Medeiros reconheceu um ambiente mais desafiador para o crédito este ano, “com maior pressão especialmente na carteira de agronegócios”.

“Entre as medidas para enfrentar o ciclo de agravamento da inadimplência do agronegócio, ampliamos e evoluímos no uso de garantias por alienação fiduciária e revisamos as esteiras de cobranças. Nos primeiros meses de 2026, já dobramos o número de judicializações realizadas durante todo o ano passado. Isso reflete o nosso direcionamento de buscar a recuperação dos nossos ativos”, afirmou a CEO.

O banco estatal é líder no crédito ao agronegócio e tem um terço de sua carteira destinada ao setor. Os efeitos do endividamento e de uma alta no volume de recuperações judiciais no segmento vem impactando os negócios do BB desde o terceiro trimestre de 2024, com efeito mais pronunciado ao longo do último ano, marcado por duas revisões de projeções diante da piora dos números.

Junto com o resultado, o banco divulgou na noite desta quarta-feira (13) uma nova revisão de guidance – a terceira desde o início da crise e a primeira de 2026.

Foram revisadas as projeções para custo do crédito, margem financeira bruta e lucro líquido ajustado, a partir da reavaliação do cenário, “em especial a continuidade da dinâmica agravada do risco no agronegócio, das incertezas decorrentes do contexto geopolítico e seus reflexos nos indicadores macroeconômicos”, afirmou o banco em nota.

O BB agora projeta lucro líquido ajustado entre R$ 18 bilhões e R$ 22 bilhões, abaixo do piso da faixa anterior, que ia de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões.

O custo de crédito passou para o intervalo entre R$ 65 bilhões e R$ 70 bilhões, vindo de uma faixa entre R$ 53 bilhões e R$ 58 bilhões. Já a margem financeira bruta, que ficaria entre 4% e 7%, subiu para o intervalo entre 7% e 11%.

BB no 1º tri

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE), principal indicador de rentabilidade do banco, caiu para 7,3% dos 16,7% registrados no mesmo período do ano passado. Na comparação trimestral, a queda foi de 5,1 pontos percentuais.

A margem financeira alcançou R$ 27,42 bilhões, ganho de 14,8% na comparação anual e leve queda de 1,3% em três meses.

A carteira de crédito expandida somou R$ 1,306 trilhão no período, alta de 2,2% em 12 meses e de 0,7% frente ao terceiro trimestre.

Em inadimplência, o índice de atrasos acima de 90 dias avançou de 3,63% em março do ano passado para 5,05% no fechamento do primeiro trimestre de 2026. Na comparação trimestral, o indicador teve leve queda de 0,12 ponto percentual.

Fonte: Bloomberg Línea

Banco do Brasil aposta em pessoa física para melhorar rentabilidade, com agro ainda pressionado

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O Banco do Brasil aposta no crédito à pessoa física para melhorar a rentabilidade, principalmente nos segmentos de alta renda e no crédito consignado, enquanto ainda enxerga um cenário pressionado para a carteira do agronegócio.

“Nossa estratégia de crescimento em pessoa física é a melhor forma que temos para melhorar a rentabilidade do banco, fazer mais retorno. O cuidado que temos que ter aqui é focar naquelas operações de risco/retorno mais ajustado”, afirmou o vice-presidente de gestão financeira do BB, Geovanne Tobias, em teleconferência com analistas nesta quinta-feira, 14 de maio, após divulgação do balanço na véspera, com queda de mais de 50% no lucro e recuo do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) para 7,3%.

Ele destacou que o crédito consignado privado é um vetor de forte crescimento, enquanto em cartão de crédito apontou que o foco deve ficar na alta renda. “Nós reduzimos muito o apetite (no segmento de cartões) para as pessoas físicas de menor renda, em que o risco está muito mais agravado”, afirmou, ponderando, contudo, que o Novo Desenrola traz expectativa de melhora na adimplência.

No primeiro trimestre, a carteira de crédito expandida pessoa física cresceu 1,4% no trimestre e 7,7% em 12 meses, para R$361,8 bilhões, enquanto a inadimplência acima de 90 dias ficou em 6,82%, de 5,10% um ano antes e 6,56% em dezembro de 2025.

Tal aposta vem mesmo com a visão de cenário para as pessoas físicas, em função do endividamento das famílias, mais desafiador, com perspectiva de uma piora na inadimplência no segmento.

De acordo com o vice-presidente de controles internos e gestão de risco do BB, Felipe Prince, esse cenário mais desafiador está principalmente no cheque especial, no cartão de crédito, no crédito não consignado. “Nós estamos atuando para que essas linhas sejam canalizadas aos nossos clientes de mais alto valor, onde ele tem mais resiliência para enfrentar esse ciclo e naturalmente maior capacidade de pagamento para avançar com essas linhas”, afirmou a jornalistas também nesta quinta-feira.

“Por outro lado, nós estamos muito tracionados no crédito consignado,… temos quase 25% do crédito consignado público, estamos fortemente tracionados para poder continuar liderando essa linha e, paralelamente, muito forte na atuação do ‘Crédito ao Trabalhador…uma linha que nos traz um retorno ajustado ao risco bastante favorável”, acrescentou.

Ainda assim, de acordo com Prince, dado o cenário macro mais desafiador e o efeito de contaminação dos clientes produtores rurais, que também são clientes nas linhas de pessoa física, os modelos indicam uma piora no desempenho da carteira de pessoa física, principalmente puxada pelo segmento de cartões — que, no primeiro trimestre, registrou um índice de inadimplência de 7,12%. Mas ele reforçou que o portfólio está adequadamente provisionado, buscando antecipar ao risco que o banco enxerga à frente.

“Nós nos antecipamos, fizemos o reforço perto de R$2 bilhões para essa carteira especificamente”, acrescentou Tobias.

AGRO

Para a carteira de crédito rural, porém, a perspectiva é de que continue pressionada, com alguma melhora em índices de inadimplência esperada somente a partir do segundo semestre.

De acordo com os executivos do banco, a pontualização em abril, quando os vencimentos começam a se materializar de uma forma mais forte, veio aquém do alvo que o banco tinha. Trata-se de um indicador do banco usado para medir a porcentagem de clientes e operações de crédito rural que estão com os pagamentos em dia.

Eles ressaltaram que isso não significa necessariamente que irá refletir na inadimplência, uma vez que o pagamento pode ocorrer nos dias seguintes. “Mas ela indica um comportamento do cliente”, ressaltou Prince, acrescentando que essa percepção foi um dos principais motes para a revisão para cima na previsão do banco para custo do crédito no ano.

O vice-presidente de agronegócio e agricultura familiar, Gilson Bittencourt, destacou que no mês de abril cerca de um quarto da carteira de agro era concedida a partir da nova matriz de resiliência que o BB começou a operar a partir de julho do ano passado. Assim, durante os próximos meses, o BB ainda tem um peso importante dos créditos concedidos antes desse novo formato.

“Somente a partir de setembro vamos ter um percentual superior a 50% dos vencimentos no mês já com a nova metodologia… Ainda vamos ver durante os próximos meses algum nível de inadimplência, porque estamos olhando ainda para uma carteira passada. A nossa expectativa é que essa adimplência vá melhorando ao longo dos próximos meses”, citou, não descartando efeitos ainda em 2027, mas com esses financiamentos cada vez com um peso menor sobre o total de vencimentos à frente.

“Isso nos dá uma esperança muito grande de que a adimplência volte aos patamares históricos”, afirmou, ressaltando que a produção agropecuária do Brasil continua forte e que o problema está centralizado mais em algumas atividades e principalmente por programas de fluxo de pagamento, mas não por receita que a atividade tem gerado.

De acordo com Prince, o risco de crédito total do banco deve cair um pouco no segundo trimestre, mas o risco de crédito do agro cresce.

De acordo com Bittencourt, o BB busca manter uma carteira de crédito rural na casa de R$405 bilhões, R$410 bilhões.

CAPITAL

Os executivos do banco destacaram que o BB mantém a perspectiva de capital ao redor de 11% durante 2026, incluindo efeitos regulatórios, apoiado pela MP 1.314 e pela geração orgânica de capital, compensando o crescimento dos ativos ponderados pelo risco (RWA). “A melhor estimativa que temos é que rodaremos entre 11% e 11,5% até o final do ano”, afirmou Prince. No primeiro trimestre, o índice de capital principal do banco ficou em 11,59%.

Em relação a discussões dentro do banco envolvendo monetização de ativos do conglomerado do BB, Tobias disse na teleconferência com analistas que o foco deste ano é crescer negócios e o crescer negócios não está limitado ao banking, mas também a todo esse “nosso sistema solar”.

“Eu falei da seguridade, falei da nossa asset, falei do nosso consórcio, tem todo o nosso negócio de meios de pagamento. De fato, quando estávamos olhando lá atrás, eventualmente possíveis medidas para estabilizar o nosso nível de capital, temos, sem dúvida alguma, inúmeras possibilidades para destravar valor. Mas, no momento, não vislumbramos isso, muito pelo contrário, porque elas são peças fundamentais para nos ajudar a passar por esse ciclo mais agravado de crédito”, afirmou o executivo.

“Nós não temos no curto prazo nenhuma expectativa de olhar essas empresas como um potencial de destravamento de valor, desacoplando-as desse sistema solar. Nós precisamos delas sim na órbita do nosso conglomerado. A nossa estratégia é uma estratégia de conglomerado porque ela retroalimenta a geração de negócios e ajuda na principalidade dos nossos clientes.”

Na entrevista a jornalistas, Tobias também citou que o ROE do primeiro trimestre ficou aquém daquilo que BB pode entregar e é muito fruto desse agravamento do risco, principalmente na carteira rural, mas também um pouco, agora, da posição prudencial do banco na carteira de pessoas físicas. Citando o guidance para 2026, ele destacou que embute uma perspectiva de melhoria da rentabilidade, “provavelmente entregando ROE entre 9 a 11%”.

Os executivos do BB reiteraram o payout de 30%, enquanto descartaram a possibilidade de dividendos extraordinários. “Está totalmente descartada essa possibilidade”, afirmou Tobias.

Na bolsa paulista, as ações chegaram a cair quase 5% no pior momento, mas reverteram as perdas e avançavam 1,4% por volta de 14h10, enquanto o Ibovespa tinha alta de 1,3%.

Fonte: Notícias Agrícolas

BB defende avanço em consignado e alta renda para recuperar rentabilidade

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O Banco do Brasil (BBAS3) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) em 7,3% – sua rentabilidade mais baixa em uma década, acima apenas dos 6,5% apurados no segundo trimestre de 2016.

Para sair das mínimas e buscar a retomada do indicador, o BB pretende avançar no crédito pelas linhas de maior spread enquanto o agronegócio – principal fonte da pressão para o balanço – ainda não se normaliza.

“Seguimos tracionados na pessoa física como uma estratégia para equilibrar o portfólio do banco, principalmente em momentos onde as outras carteiras, como a do agro, não performam tão bem”, afirmou o CFO Geovanne Tobias, a jornalistas nesta quinta-feira (14).

“[Assim] entregamos rapidamente uma volta a uma rentabilidade em patamares mais elevados”, disse.

A expectativa do banco é alcançar um ROE entre 9% e 11% ao final de 2026 – ainda abaixo do patamar de 20% conquistado antes da crise do agro, mas já em trajetória de retorno aos dois dígitos.

A queda da rentabilidade no trimestre acompanhou a pressão do agro sobre o custo de crédito do banco, que avançou 85,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a R$ 18,9 bilhões no trimestre.

O saldo foi reflexo do aumento de provisões na carteira rural e da inadimplência persistentemente acima do que o banco havia projetado.

Em que áreas o BB pretende crescer

O crescimento em pessoa física está concentrado em dois eixos. O primeiro é o crédito consignado, no qual o BB já detém quase 25% do mercado público e mira 20% do privado. E o segundo envolve cartões e produtos para alta renda, público mais resiliente diante do ciclo econômico mais desafiador.

Os executivos destacaram a evolução do crédito ao trabalhador, linha de consignado privado para quem tem carteira assinada, para projetar a velocidade da expansão.

O Banco do Brasil saiu de 100 mil clientes atendidos no segmento no início de 2025 para 1,2 milhão este ano, com R$ 18 bilhões desembolsados.

Tobias reforçou ainda que o BB não pretende repetir o modelo de crescimento acelerado e indiscriminado do pós-pandemia, quando a expansão do crédito gerou ondas posteriores de inadimplência em todo o setor bancário. O CFO disse que vão evitar o chamado crescimento em ‘mar aberto’, buscando clientes não-correntistas.

Ainda na pessoa física, o banco enfrenta outro desafio: a “contaminação” dos portfólios por conta do agronegócio.

Produtores rurais que mantêm outras operações no banco, como cartão de crédito e crédito pessoal, passaram a atrasar também nessas linhas quando o fluxo de caixa apertou.

O BB identificou esse movimento e, de forma preventiva, reforçou as provisões sobre esse portfólio antes de os atrasos materializarem a inadimplência acima de 90 dias.

A inadimplência de pessoas físicas encerrou março em 6,82%, ante 5,10% um ano antes. O banco projeta que o segundo trimestre será o período de maior pressão nesse segmento, com concentração nas linhas de cartão de crédito e crédito pessoal.

A partir do terceiro trimestre, a expectativa é de normalização progressiva. O movimento pode ser acelerado, segundo Tobias, a depender dos frutos do novo programa Desenrola do Governo Federal, que deve estimular as renegociações e alongamento de dívidas entre os clientes mais apertados.

Nova revisão de guidance

Enquanto o crescimento não estabiliza os números do BB, o banco voltou a revisar suas projeções. O novo guidance de lucro líquido ajustado para 2026 passou para o intervalo de R$ 18 bilhões a R$ 22 bilhões — abaixo do piso da faixa anterior, que ia de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões. Na prática, o teto do novo intervalo é igual ao piso do antigo.

O custo de crédito também foi revisado para cima, para R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões, vindo de uma faixa entre R$ 53 bilhões e R$ 58 bilhões.

A revisão no guidance já contempla também o desafio do BB em pontualização (indicador de pagamento em dia) no setor agro. Embora não seja ainda um indicador de inadimplência, a pontualização sinaliza um estresse no comportamento do setor.

Também inclui a mudança no cenário macroeconômico diante da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio. “Não gostaríamos de estar revisando esse guidance agora, mas o mundo em que montamos o guidance anterior é completamente diferente do que temos hoje”, afirmou Tobias.

Para os próximos meses, a expectativa é que o agro ainda pressione os resultados, já que boa parte dos vencimentos deste ano ainda pertence ao portfólio originado antes da adoção de novas medidas de recuperação de crédito – iniciativa que veio a partir de julho de 2025. Apenas a partir de setembro mais de 50% dos vencimentos mensais serão de operações mais recentes, com critérios mais rigorosos de concessão.

Fonte: Bloomberg Línea

Banco do Brasil fecha a torneira: dividendos extras estão “totalmente descartados” em 2026, diz diretor

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Em meio à piora do cenário de crédito na largada de 2026, a diretoria do Banco do Brasil (BBAS3) decidiu antecipar a mensagem mais sensível para o investidor: não haverá espaço para dividendos extraordinários neste ano.

“Está totalmente descartado”, afirmou o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Geovanne Tobias, durante coletiva com jornalistas nesta quinta-feira (14 de maio).

A sinalização veio direto da diretoria durante a conferência de resultados do primeiro trimestre, em um momento em que o banco já lida com pressão crescente sobre a qualidade dos ativos, especialmente no agronegócio.

Além disso, a decisão também ocorre na esteira de uma revisão nas projeções (guidance) do BB para 2026, motivada por uma deterioração no cenário de crédito e um aumento nos riscos previstos.

Mais do que buscar acelerar a remuneração ao acionista nos próximos meses, a prioridade do Banco do Brasil agora é preservar capital e atravessar um ciclo de maior pressão com mais cautela.

O peso do agronegócio nos resultados do Banco do Brasil

Segundo o vice-presidente de agronegócio, Gilson Bittencourt, o fluxo de pagamentos do setor de agronegócio em abril veio pior do que o esperado — um sinal relevante em um momento em que o mercado já monitora de perto a qualidade do crédito rural.

Embora a produção e produtividade brasileiras continuem em níveis recordes, o banco enfrenta problemas pontuais de liquidez em algumas atividades específicas, o que tem afetado a pontualidade dos pagamentos, segundo a administração do BB.

Esse descompasso entre produção forte e caixa mais apertado ajuda a explicar por que a inadimplência segue pressionada, mesmo em um setor que, historicamente, funciona como pilar da carteira do banco.

Além disso, o cenário climático adiciona mais uma camada de incerteza. Os efeitos do El Niño continuam no radar, com impactos distintos entre regiões e dificuldade maior de previsibilidade para os próximos meses.

Diante desse ambiente mais instável, o banco já começou a ajustar suas engrenagens internas.

O vice-presidente de controles internos e gestão de risco, Felipe Prince, destacou que o BB revisou suas estimativas de perda esperada — movimento que se traduziu em reforço de provisões e revisão do custo de crédito projetado para o ano.

Quando o agro transborda para a pessoa física

A deterioração do fluxo de caixa no agronegócio já começa a transbordar para outra ponta da carteira do Banco do Brasil: a pessoa física.

Como muitos produtores concentram seu relacionamento financeiro no Banco do Brasil, o aperto no campo acaba contaminando outras linhas de crédito dos mesmos clientes — elevando o risco também fora do segmento rural.

Para lidar com esse cenário, o BB vem acelerando a implementação de uma nova metodologia de concessão de crédito. O objetivo é elevar o nível de exigência, priorizar garantias mais robustas e tornar a originação mais seletiva.

Por enquanto, cerca de 25% da carteira agro já está enquadrada nesse novo modelo. A expectativa é que, até setembro, mais de 50% dos vencimentos mensais passem a seguir essas diretrizes.

A aposta da administração é que esse ajuste comece a aparecer de forma mais clara nos indicadores de inadimplência ao longo do segundo semestre, ainda que de maneira gradual.
O contra-ataque do Banco do Brasil no crédito

Enquanto recalibra o risco em algumas frentes de crédito, o banco também busca reequilibrar o portfólio por outro caminho: aumentando a exposição a linhas consideradas mais previsíveis e rentáveis.

O principal destaque é o crédito consignado privado. Em menos de um ano, o Banco do Brasil já desembolsou cerca de R$ 18 bilhões nessa modalidade, alcançando 1,2 milhão de clientes.

O objetivo do BB é atingir cerca de 20% de participação de mercado, patamar similar ao que já detém no consignado do setor público.

A estratégia é ganhar tração em produtos com garantias mais sólidas e spreads mais atrativos, compensando a menor performance de carteiras mais sensíveis ao ciclo econômico.

“A gente segue tracionado na pessoa física… para equilibrar o portfólio do banco, principalmente em momentos em que outras carteiras, como a do agro, não performam tão bem”, afirmou Prince.

Fonte: Seu Dinheiro

BB anuncia mais R$ 465 milhões em JCP após balanço fraco do 1T26

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A noite dos acionistas do Banco do Brasil (BBAS3) trouxe sinais mistos nesta quarta-feira (13 de maio). O balanço do 1T26 deixou um gosto amargo, com tombo no lucro, rentabilidade sob pressão e um guidance (projeção) mais fraco para 2026. Ainda assim, o BB não quis deixar os acionistas saírem de mãos vazias.

Em meio ao resultado mais pressionado, o BB anunciou o pagamento de R$ 465,7 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP).

Os proventos complementares correspondem a cerca de R$ 0,08157 por ação BBAS3. Os JCP estão sujeitos à mordida do Leão, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte.

Vale lembrar que a nova distribuição se soma aos R$ 400 milhões já antecipados aos acionistas em meados de março, reforçando a estratégia do banco de manter uma remuneração consistente mesmo diante de um ciclo difícil para lucro e rentabilidade.

Para ter direito à remuneração, é necessário possuir ações do Banco do Brasil até o fim do pregão do dia 1º de junho.

A partir do dia seguinte, os papéis passam a ser negociados “ex-direitos” e tendem a sofrer ajustes na cotação.

Ou seja, o investidor pode optar por adquirir ações do BB até a data de corte e ter direito aos dividendos, ou esperar pelo dia 02 de junho e comprar os papéis por um preço inferior, mas sem poder receber os JCP.

Já o pagamento deve cair na conta dos acionistas em 11 de junho. O Banco do Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido recorrente de R$ 3,43 bilhões, tombo de 53,5% em relação ao mesmo período de 2025 e de 40,2% frente ao trimestre passado.

Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 7,3%, dentro das expectativas do mercado. A cifra representa uma queda de 9,4 pontos percentuais (p.p) na comparação anual e de 5,1 p.p frente ao trimestre anterior.

Fonte: Seu Dinheiro

Banco do Brasil joga a toalha para dividendos extraordinários

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A piora do cenário fez o Banco do Brasil (BBAS3) descartar completamente o pagamento de dividendos extraordinários, disse o CFO do banco, Giovanne Tobias em coletiva com jornalistas. A possibilidade foi levantada no terceiro trimestre de 2025.

Na ocasião, Tobias havia afirmado que só teria clareza desse pagamento ao final de 2026. Porém, a situação, hoje, é pior que o esperado. Na noite da última quarta-feira, o banco divulgou lucro de R$ 3,4 bilhões, queda de 52%. Mais do que isso, cortou o guidance (projeções) para ano.

A principal mudança diz respeito ao lucro. Se antes o banco projetava lucrar de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões, agora tem como meta o lucro de R$ 18 a R$ 22 bilhões. Ou seja, o teto virou piso.

O custo de capital disparou: saiu da faixa de R$ 53 bi a R$ 58 bi para R$ 65 bi a R$ 70 bi. Por outro lado, a margem financeira subiu de 4% a 8% para 7% a 11%.

Entre analistas, a previsão era de que o BB teria um primeiro trimestre tão fraco que corria o risco de não conseguir atingir seu guidance (projeções), o que, de fato, aconteceu.

Para o analista da Levante, Flavio Conte, supondo um lucro líquido de R$ 18 bi em 2026 e um payout de 30%, o banco distribuiria R$ 5,4 bi, equivalente a R$ 0,9422, a ser pago durante 2026. O dividend yield seria de 4,5% em relação a cotação de fechamento de R$ 20,76.

Banco do Brasil: foco na pessoa física

Uma das apostas do Banco do Brasil para mudar o jogo é para melhorar a rentabilidade, principalmente nos segmentos de alta renda e no crédito consignado. Apesar disso, o agro ainda continua pressionado.

“Nossa estratégia de crescimento em pessoa física é a melhor forma que temos para melhorar a rentabilidade do banco, fazer mais retorno. O cuidado que temos que ter aqui é focar naquelas operações de risco/retorno mais ajustado”, afirmou o vice-presidente de gestão financeira do BB.

Ele destacou que o crédito consignado privado é um vetor de forte crescimento, enquanto em cartão de crédito apontou que o foco deve ficar na alta renda.

“Nós reduzimos muito o apetite (no segmento de cartões) para as pessoas físicas de menor renda, onde o risco está muito mais agravado”, afirmou, ponderando, contudo, que o Novo Desenrola traz expectativa de melhora na adimplência.

Segundo o banco, o cenário para pessoas físicas está mais desafiador, principalmente em função do elevado endividamento das famílias.

Esse contexto impacta especialmente os portfólios não garantidos, como cheque especial, cartão de crédito — que representa uma carteira relevante para o banco — e o crédito pessoal não consignado.

Por outro lado, o BB aposta forte no crédito consignado, o que inclui o privado e público. Atualmente, o banco é líder nesse segmento, com quase 25% de participação.

“Estamos fortemente empenhados em manter essa liderança e, paralelamente, avançamos de forma bastante relevante no crédito ao trabalhador”.

Até o momento, o banco já desembolsou cerca de R$ 18 bilhões na nova modalide, beneficiando aproximadamente 1,2 milhão de clientes e trabalhadores. “Trata-se de uma linha que oferece um retorno ajustado ao risco bastante favorável”.

Agro ainda ruim

O vice-presidente de agronegócio, Gilson Bittencourt, destacou que o abril continua um mês ruim para a inadimplência do segmento, o que pode sinalizar um segundo trimestre ainda fraco.

Desde o ano passado, porém, o BB adota medidas para diminuir esses calotes, como maior seletividade e o uso de garantias para os empréstimos: um quarto da carteira já é composto por créditos concedidos a partir da nova matriz de residência, que começou a ser operado em julho do ano passado.

“Nossa expectativa é que a adimplência melhore gradualmente ao longo dos próximos meses”.

Ainda há algum impacto daqui para frente? Para ele, certamente, até porque, explica, existem operações de investimento contratadas há um, dois ou até três anos, que continuarão afetando os resultados.

“No entanto, esses contratos terão um peso cada vez menor sobre o total de vencimentos futuros”.

Fonte: Money Times

BB amplia ‘BB, Sou Eu!’ para clientes PJ e fortalece segurança com cartão

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O Banco do Brasil anunciou na sexta-feira, 8 de maio, a ampliação do BB, Sou Eu!, solução de autenticação que agora passa a atender também transações com cartões de clientes Pessoa Jurídica (PJ) no App BB. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com inovação, segurança e melhoria contínua da experiência dos clientes.

Com a expansão, as empresas passam a contar com um processo mais ágil e eficiente para validação de transações. Sempre que uma operação apresentar indício de risco, o cliente é notificado em tempo real e pode confirmar, de forma simples no próprio aplicativo, se reconhece a compra, reduzindo novas recusas indevidas e garantindo maior fluidez no uso do cartão.

Para utilizar a solução, o cliente PJ precisa apenas ter o App BB instalado, chave J e senha de acesso ao App BB, o que possibilita uma jornada totalmente digital e prática. “A funcionalidade traz para o público PJ a mesma experiência já consolidada junto aos clientes PF, com interações rápidas e autonomia na tomada de decisão. A expansão fortalece a estratégia do Banco do Brasil de oferecer soluções digitais integradas, alinhadas às tendências do mercado financeiro e às necessidades dos clientes”, afirma Bárbara Freitas, diretora de Soluções em Meios de Pagamento do BB.

Sobre o ‘BB, Sou Eu!’

O ‘BB, Sou Eu!’ é uma solução de autenticação que informa o cliente, em tempo real, sobre situações de suspeita de fraude. Lançada em julho de 2025 para clientes PF, a solução permite, de forma simples e ágil, confirmar a autenticidade de uma compra, contribuindo para uma experiência de pagamento mais segura e sem interrupções.

Com a ampliação para clientes Pessoa Jurídica (PJ), a solução se torna ainda mais completa, oferecendo uma jornada 100% digital, simples, rápida e intuitiva, com mais autonomia e controle sobre as transações.

A iniciativa consolida o BB, Sou Eu! como uma ferramenta estratégica na evolução da experiência do cliente, combinando segurança, praticidade e inovação para pessoas físicas e jurídicas.

Fonte: Banco do Brasil

BB, Secretaria do Tesouro e B3 lançam Tesouro Reserva com operação 24h

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No dia 11 de maio, a Secretaria do Tesouro Nacional, a B3 e o Banco do Brasil lançaram oficialmente o Tesouro Reserva, novo título do Programa Tesouro Direto. O produto terá rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic) e poderá ser negociado em qualquer hora, todos os dias da semana, ou seja, 24×7.

Ao contrário do Tesouro Selic, o Tesouro Reserva não terá marcação a mercado, eliminando o risco de oscilações no valor do investimento em momentos de maior volatilidade do mercado financeiro. O título inicialmente ficará disponível para a base de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil, instituição financeira parceira neste projeto. Outras instituições estão em fase de testes e devem ofertar o papel em breve.

O Tesouro Reserva foi criado para quem quer montar uma reserva de emergência de forma simples e segura. Alinhado ao objetivo do Tesouro Direto, o novo título visa atrair pessoas para iniciar a jornada de investimentos, fomentando a educação financeira de milhões de brasileiros, assim como outras iniciativas da Secretaria do Tesouro Nacional em parceria com a B3, a bolsa do Brasil, como a OLITEF (Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira).

“O Tesouro Reserva nasce para atender uma demanda concreta da população: a necessidade de guardar dinheiro com segurança, simplicidade e acesso imediato. Com a operação 24 horas por dia, sete dias por semana, eliminamos barreiras de horário e aproximamos o investimento público da rotina das pessoas. É um título pensado para quem quer começar a investir, formar uma reserva de emergência e ter previsibilidade, sem sustos no momento do resgate”, explica Daniel Leal, secretário do Tesouro Nacional.

O Tesouro Reserva tem rendimento a partir do primeiro dia útil após a aplicação. O valor mínimo para começar a investir é de R$ 1, com limite de até R$ 500 mil por investidor ao mês, sem restrição para resgates.

A B3 é responsável pela infraestrutura que viabiliza a operação dos títulos do Tesouro. Para o diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da bolsa, Felipe Paiva, o novo produto cumpre um papel importante na democratização do mercado financeiro do país.

“Temos estudado formatos distintos para promover em escala a atração e formação de novos investidores digitais no Brasil. Com o Tesouro Reserva, a pessoa pode aplicar valores a partir de R$ 1, acompanhar o rendimento e resgatar quando quiser, 24×7. Tudo feito de forma simples. Isso reforça uma questão importante de finanças comportamentais: quando a pessoa detém um investimento, aumenta seu interesse na jornada de educação financeira”, afirma.

O Banco do Brasil é um parceiro histórico do Tesouro Direto, desde o lançamento do programa, em 2002. Na avaliação de Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, “ser a primeira instituição a distribuir o novo título reforça nossa expertise e vanguarda, tanto em tecnologia quanto em investimentos. Fomentar a cultura de investimentos e a educação financeira é uma forma poderosa de apoiar o desenvolvimento da economia do nosso país e promover a autonomia dos cidadãos”.

Os investimentos e resgates do Tesouro Reserva são realizados por meio do app Investimentos BB, utilizando transação via Pix, o que simplifica o processo.

Tributação

O Tesouro Reserva segue as mesmas regras dos demais títulos do Tesouro Direto. Há incidência de Imposto de Renda (IR) apenas sobre os rendimentos, no momento do resgate ou do vencimento, com alíquotas regressivas: quanto mais tempo o investimento permanecer aplicado, menor o imposto.

Para aplicações resgatadas em até 30 dias, pode haver cobrança de IOF, que é também regressiva e zerada após esse período. A cobrança dos impostos é automática, feita pela instituição financeira, sem necessidade de qualquer pagamento adicional por parte do investidor.

Fonte: Banco do Brasil

BB Asset lança fundo de crédito privado com foco em sustentabilidade

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A BB Asset Management, líder da indústria de fundos do país, anunciou no dia 11 de maio o lançamento do BB Renda Fixa Crédito Privado ASG IS. O fundo visa investir em empresas comprometidas com boas práticas relacionadas aos temas Ambiental, Social e de Governança Corporativa (ASG), buscando retornos no médio e longo prazo.

Os recursos serão alocados em ativos de crédito privado criteriosamente selecionados, aliados a uma estratégia de engajamento junto às empresas investidas. Para atingir seu objetivo de investimento sustentável, o fundo investe em emissores que apresentem práticas consolidadas de sustentabilidade ou que atuem em setores que contribuam para a descarbonização da economia e/ou para o desenvolvimento da infraestrutura nacional.

Para Fabricio Reis, diretor comercial da BB Asset, como incumbente na indústria de fundos, a gestora tem o compromisso de liderar pelo exemplo e inovar continuamente. “Para priorizar emissores comprometidos com boas práticas ambientais, sociais e de governança, o BB Renda Fixa Crédito Privado ASG IS adota uma metodologia própria de avaliação ASG, que combina análises qualitativas e quantitativas. A partir de um framework interno, é obtido Rating ASG capaz de medir o desempenho e a maturidade das empresas em critérios como governança, ética, meio ambiente e questões sociais”.

O público-alvo abrange os investidores institucionais em um momento em que a Resolução PREVIC nº26, estabelece que as EFPCs devem julgar os aspectos relacionados à sustentabilidade econômica, ambiental, social e de governança de seus investimentos, disponibilizando dessa forma investimentos com aspectos sustentáveis para um público que necessita endereçar a temática.

O lançamento do BB Renda Fixa Crédito Privado ASG IS reforça o alinhamento da BB Asset à Agenda 30 do Banco do Brasil, que estabelece metas claras para impulsionar o desenvolvimento sustentável. Entre os compromissos assumidos está o objetivo de alcançar R$ 30 bilhões em investimentos sustentáveis até 2030, consolidando o papel da instituição como protagonista na integração de critérios ASG e na promoção de uma economia mais verde, inclusiva e responsável.

Confira as informações básicas do fundo:
Tícket de entrada: R$ 0,01
Classe Anbima: Renda Fixa Duração Livre Grau de Investimento
Tributação: longo prazo
Rentabilidade Alvo: CDI + 0,3%
Aplicação: D+0
Resgate: D+10/D+11
Taxa global de administração: 0,60% a.a.
Taxa de performance: 20% sobre o excesso do CDI
Público-alvo: PF, PJ, RPPS, EFPC e Seguradoras.

Sobre a BB Asset

A BB Asset é a gestora de fundos de investimento líder do Brasil, com patrimônio líquido de R$ 1,88 trilhão e um market share de 17,82%, conforme ranking Anbima de março de 2026. Seus produtos são distribuídos pelo Banco do Brasil, e nas principais plataformas de investimento. Sua excelência em gestão é atestada por duas renomadas agências de rating: Fitch e Moody´s.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil reforça sua participação no Desenrola Rural

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Agricultores familiares já podem regularizar seus débitos no Banco do Brasil por meio do Desenrola Rural. Anunciada na última semana, a nova etapa do programa amplia as possibilidades de renegociação e liquidação de débitos até 20 de dezembro de 2026, com oferta de descontos, prazos estendidos para pagamento e outras medidas de apoio financeiro aos produtores rurais.

Criado em 2025, o Desenrola Rural já beneficiou mais de 500 mil agricultores familiares. Segundo o Governo Federal, mais de R$ 23 bilhões em dívidas foram renegociados e a expectativa é que a nova fase do programa alcance mais 800 mil produtores, superando 1,3 milhão de beneficiados.

A iniciativa também contribui para fortalecer as atividades e cadeias produtivas, garantindo segurança alimentar e a geração de emprego e renda no campo. Considerando a importância da medida, o Banco do Brasil, principal parceiro da agricultura familiar, está participando ativamente do programa, reforçando seu compromisso histórico com o desenvolvimento dos produtores.

Condições diferenciadas

Os produtores que fazem parte do público-alvo do programa terão acesso a condições especiais para quitação ou renegociação de dívidas:

  1. Condições diferenciadas para liquidação ou renegociação de dívidas junto ao Banco do Brasil, observada a Políticas de Crédito e Cobrança do BB;
  2. Descontos de até 80% para liquidação ou renegociação de operações com risco integral do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), observados os saldos devedores das operações na data de liquidação;
  3. Descontos de até 70% para liquidação ou renegociação de débitos inscritos na Dívida Ativa da União (DAU);
  4. Crédito Instalação do Programa Nacional de Reforma Agrária – Incra (PNRA).

No Banco do Brasil, os clientes que possuam dívidas financeiras contabilizadas em prejuízo ou em atraso há mais de 180 dias, em operações contratadas com recursos e com risco integral do BB, deverão procurar os canais de atendimento do BB. Além da rede de agências, os produtores podem utilizar o app BB e o Internet Banking (www.bb.com.br/renegocie). Pelo WhatsApp BB, basta enviar uma mensagem com #renegocie para o número 61 4004 0001. Também é possível entrar em contato com a Central de Relacionamento pelos números 4004 0001 (Capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões).

Clientes que possuam operações de Pronaf contratadas entre 1º/1/2012 e 31/12/2022 com recursos e risco integral do FCO, cujas parcelas tenham sido contabilizadas em prejuízo pelo Fundo até 05/05/2026 (data de publicação do Decreto nº 12.956), também poderão procurar o BB para liquidar ou renegociar as parcelas com descontos de até 80%, observados o somatório dos saldos devedores na data de liquidação.

Os agricultores familiares com dívidas inscritas na DAU deverão realizar a renegociação de seus débitos diretamente com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), por meio da plataforma Regularize. Já para as dívidas de Crédito Instalação do PNRA, os beneficiários deverão procurar diretamente o Incra para quitação dos débitos com desconto.

Acesso ao crédito

Além da regularização de dívidas, o Desenrola Rural tem como objetivo impulsionar a concessão de novos financiamentos nas linhas Pronaf A, A/C e B com recursos do Tesouro Nacional ou Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), abrangendo os clientes com dívidas enquadráveis no Desenrola Rural ou aqueles que não possuam dívidas elegíveis, mas estejam inscritos nos cadastros privados de crédito, desde que o somatório dessas dívidas não ultrapasse R$ 20 mil.

Fonte: Banco do Brasil

BB oferece condições especiais para renegociação no Desenrola FIES

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O Banco do Brasil já disponibiliza as condições do Desenrola FIES, iniciativa do Governo Federal voltada à renegociação de dívidas de estudantes e egressos do ensino superior.

Com descontos que podem chegar a até 99% do valor total da dívida, o programa busca apoiar a recuperação financeira dos beneficiários e contribuir para a continuidade ou retomada de seus projetos educacionais e profissionais.

O Desenrola FIES permite a renegociação de contratos a partir de 13 de maio, beneficiando potencialmente mais de 808 mil estudantes com operações ativas no Banco do Brasil.

Para o vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, a iniciativa reforça o papel da instituição no apoio às políticas públicas de educação. “O Banco do Brasil tem um compromisso histórico com a educação e com o desenvolvimento do País. Ao viabilizar o Desenrola Fies, contribuímos diretamente para que milhares de estudantes regularizem sua situação financeira e possam retomar seus projetos de vida, com mais segurança e dignidade”.

Condições de renegociação

As condições se aplicam a financiamentos contratados até o segundo semestre de 2017 e que se encontravam em fase de amortização em 4 de maio de 2026.

Entre os principais benefícios estão:

Estudantes adimplentes

  • desconto de 12% sobre o valor total da dívida (incluindo o principal), para pagamento à vista.

Estudantes inadimplentes

  • débitos vencidos e não pagos até 90 dias em 4 de maio de 2026: desconto de 12% sobre o valor total da dívida (inclusive principal), para pagamento à vista;
  • débitos vencidos e não pagos entre 91 e 360 dias em 4 de maio de 2026: desconto de 100% sobre encargos (juros e multas) e de 12% sobre o valor principal para pagamento à vista; ou parcelamento em até 150 parcelas mensais e sucessivas, com desconto de 100% dos juros e multas, mantidas as demais condições do contrato;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias em 4 de maio de 2026 que estejam inscritos no CadÚnico: desconto de 92% sobre o valor total da dívida (inclusive principal), por meio da liquidação integral do saldo devedor, podendo ser parcelado em até 15 meses;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 5 anos em 4 de maio de 2026 que estejam inscritos no CadÚnico: desconto de 99% sobre o valor total da dívida (inclusive principal), por meio da liquidação integral do saldo devedor, podendo ser parcelado em até 15 meses;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias, em 4 de maio de 2026, que não se enquadrem na hipótese prevista nos dois itens anteriores: desconto de 77% sobre o valor total da dívida (inclusive principal), por meio da liquidação integral do saldo devedor, podendo ser parcelado em até 15 meses.

Acesso e canais de contratação

A renegociação pode ser realizada de forma simples e segura pelo App BB (Soluções de Dívidas > Central de Renegociações > FIES), ou alternativamente, se o estudante não tiver acesso ao App, em uma agência do Banco do Brasil. Os estudantes terão até 31 de dezembro de 2026 para aderir às condições especiais.

A atuação do Banco do Brasil no Desenrola FIES reafirma seu compromisso com a execução de políticas públicas de educação e com a ampliação de oportunidades para a população brasileira, contribuindo para a redução do endividamento e para a promoção do desenvolvimento social e econômico. Confira mais informações sobre o Novo Desenrola em bb.com.br/desenrola e sobre o FIES em bb.com.br/desenrolafies.

Cuidados contra fraudes

O BB reforça que qualquer contato para renegociação de dívidas deve ser feito pelos canais oficiais, com destaque para o WhatsApp oficial (61) 4004-0001. O Banco não solicita senhas, códigos de acesso, dados completos de cartões ou pagamentos antecipados por meio de mensagens, ligações ou redes sociais. Os clientes devem desconsiderar qualquer abordagem realizada por números diferentes, perfis não verificados ou mensagens com links suspeitos. Em caso de dúvida, a orientação é encerrar o contato e procurar diretamente os canais oficiais do Banco do Brasil, garantindo uma negociação segura, confiável e protegida.

Fonte: Banco do Brasil