Lucas Lima e Rodrigo Leite vencem as eleições para os conselhos do Economus

Publicado em: 07/05/2026

Terminou nesta quinta-feira, 7 de maio, a votação das eleições do Economus, Instituto de Seguridade Social dos funcionários oriundos da Nossa Caixa. Os participantes escolheram seus representantes para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade em processo realizado de forma eletrônica desde o último dia 16 de abril.

As candidaturas apoiadas pela AGEBB e outras entidades, como o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, saíram vitoriosas no pleito. Para o Conselho Deliberativo, Lucas Passos de Lima foi eleito com 3.597 votos, o equivalente a 50,12% dos votos. Já Rodrigo Franco Leite conquistou uma vaga no Conselho Fiscal com 3.701 votos, alcançando 51,57% da votação.

Ao todo, 7.177 participantes exerceram o direito de voto entre os 18.374 eleitores aptos, índice de participação de 39,06%. Confira o resultado detalhado.

Conheça os eleitos

Lucas Lima ingressou no Banco Nossa Caixa em 2008 e acumula experiência no varejo do Banco do Brasil, onde atuou em diferentes funções, como caixa, gerente de serviço, supervisor de atendimento, gerente de relacionamento e gerente geral. Atualmente, é diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários de Piracicaba, além de suplente da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e conselheiro fiscal suplente do Economus. Lima é graduado em Cibersegurança, com pós-graduação em Gestão Estratégica de Negócios, e possui certificação CPA-20.

Já Rodrigo Leite entrou no Banco Nossa Caixa em 2001 e possui trajetória ligada à representação sindical e à governança de entidades. É diretor executivo da FETEC/SP, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e atual conselheiro deliberativo do Economus. Formado em Administração, possui MBA em Controladoria e Finanças, pós-graduação em Economia do Trabalho (Unicamp) e certificação CPA-20.

Entre as principais propostas defendidas pelos candidatos estão a garantia da incorporação de ativos e aposentados à Cassi e à Previ, o acesso às unidades CliniCassi, o fim do voto de minerva no Conselho Deliberativo, a ampliação da mobilização das entidades representativas e a extensão do plano de saúde para filhos até 24 anos.

Fonte: AGEBB com Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região


Acionistas do BB aprovam aumento de capital de R$ 150 bi em meio à pressão no agro

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Os acionistas do Banco do Brasil aprovaram um plano para aumentar o capital autorizado do banco para R$ 150 bilhões, em um momento em que o crescimento da inadimplência pesa sobre o lucro.

O banco não pretende emitir ações para levantar capital neste momento, mas considera que aumentar o limite é uma medida prudente diante do aumento do custo de crédito, de acordo com uma pessoa familiarizada com o tema que falou à Bloomberg News.

O banco já tomou algumas medidas para aumentar os índices de capital, como reduzir a fatia do lucro que distribui aos acionistas, e vê uma capitalização como um último recurso, disse a pessoa, que pediu para não ser identificada discutindo informações privadas.

O capital social do Banco do Brasil está em R$ 120 bilhões, o que consome todo o limite anterior. O banco discutiu a necessidade de um aumento de capital no ano passado diante da pressão da alta da inadimplência e de resultados mais fracos, de acordo com outra pessoa a par do tema.

No entanto, antes de decidir pelo movimento, o BB apertou condições de crédito, o que incluiu uma redução na concessão de crédito rural. O movimento ajudou a estabilizar o desempenho e melhorar os resultados do banco, reduzindo a urgência de uma potencial injeção de capital.

Uma expansão do crédito consignado para trabalhadores do setor privado também ajudou na melhoria dos resultados. O Banco do Brasil é líder no consignado para servidores públicos e quer atingir uma fatia de pelo menos 20% no consignado para o setor privado.

Embora um aumento de capital não seja mais visto como iminente, continua sob o radar e é discutido com frequência em reuniões internas, de acordo com a pessoa.

O BB disse em um comunicado enviado por e-mail que a decisão dos acionistas é uma das medidas prudenciais que o banco adota para resguardar seu capital.

O banco afirmou ainda que não há necessidade de medidas adicionais e que não há qualquer debate sobre aumento de capital, e que as projeções financeiras divulgadas ao mercado apontam para um reforço gradual dos níveis de capital.

A inadimplência no crédito agro bateu recordes no começo deste ano, de acordo com dados do Banco Central. O BB responde por mais de 50% deste mercado.

Os produtores rurais brasileiros tomaram dívidas nos últimos cinco anos diante de um boom nos preços das commodities após a pandemia da Covid 19. Quando os preços caíram, muitos deles se viram com dívidas mais caras em meio a um ciclo de alta de juros no Brasil.

Parte do impacto nos resultados do Banco do Brasil veio da aceleração dos pedidos de recuperação judicial no setor. O BB respondeu com um endurecimento de regras no crédito, pedindo mais garantias.

O banco espera que os resultados se mantenham sob pressão no curto prazo porque empréstimos mais antigos, que têm maior risco, ainda são a maior parte dos volumes em aberto. Mas o BB disse que operações mais novas já mostram resultados mais positivos em termos de pagamento.

“A carteira que foi concedida com base nas alienações fiduciárias teve resultados bem mais significativos em relação à adimplência nos primeiros dias de abril”, disse o vice-presidente de agronegócios do banco, Gilson Bittencourt, em um evento para investidores na semana passada.

Segundo ele, essas operações mais novas representam apenas 20% do que o banco está recebendo este ano em algumas linhas.

O Banco do Brasil deve divulgar os resultados do primeiro trimestre em meados de maio.

Na média, analistas consultados pela Bloomberg estimam que o banco mostrará um lucro líquido ajustado de R$ 3,52 bilhões neste ano, uma queda de 52% em relação ao mesmo período do ano passado. A estimativa do mercado caiu mais de 18% nas últimas quatro semanas.

Fonte: Bloomberg Línea

Com R$ 2,2 bilhões, BB Seguridade tem lucro 11% maior no 1º trimestre

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A BB Seguridade (BBSE3) teve lucro líquido ajustado de R$2,2 bilhões no primeiro trimestre, alta de 11,2% sobre o desempenho obtido um ano antes, impulsionado em parte por melhora em resultado financeiro do grupo.

Analistas, em média esperavam lucro líquido de R$2,2 bilhões para a BB Seguridade, segundo dados da LSEG.

Em termos consolidados, a empresa teve resultado positivo de R$2,14 bilhões nos três primeiros meses do ano, ante R$1,96 bilhão um ano antes.

A companhia, braço de seguros e previdência do Banco do Brasil, teve um resultado financeiro de R$507 milhões de janeiro ao final de março, correspondendo a 22,8% do lucro líquido e saltando 58,5% na comparação anual.

Segundo a empresa, a melhora no resultado financeiro ocorreu pela alta da taxa média Selic no período e redução do custo do passivo da Brasilprev, que foi favorecido pela deflação do IGP-M.

A BB Seguridade afirmou no balanço que os prêmios emitidos pela Brasilseg no primeiro trimestre ficaram dentro das estimativas para o ano e reservas de previdência PGBL e VGBLda Brasilprev variaram em linha com os intervalos das estimativas do grupo para 2026.

A Brasilseg apurou queda de 2,3% nos prêmios emitidos ante uma previsão para o ano de queda de 3% a alta de 2%. A sinistralidade foi de 23,9%, queda de 2,2 pontos percentuais sobre o primeiro trimestre do ano passado.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil anuncia investimento de R$ 5,4 milhões na Agrorobótica

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O BB Ventures, programa de Corporate Venture Capital do Banco do Brasil, anuncia o investimento de R$ 5,4 milhões na Agrorobótica, agtech brasileira que desenvolve soluções de inteligência agronômica e tecnologias voltadas ao mercado de carbono no solo.

A operação marca a entrada da Agrorobótica no portfólio do Fundo BB Impacto I, gerido pela Vox Capital e reforça a estratégia do Banco do Brasil de apoiar empresas inovadoras que contribuem para o aumento da eficiência no campo, a sustentabilidade do agronegócio e a inserção do Brasil em cadeias globais de valor associadas à nova economia de baixo carbono.

Para o vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do Banco do Brasil, Gilson Bittencourt, o investimento está alinhado ao papel histórico do Banco no setor. “O BB é o principal parceiro do agronegócio e investir em soluções como as desenvolvidas pela Agrorobótica reforça nosso compromisso com a inovação, a competitividade do produtor rural e a modernização do campo brasileiro, combinando produtividade, tecnologia e sustentabilidade”, afirma o executivo.

Fundada em 2015 e incubada na Embrapa Instrumentação, a Agrorobótica desenvolve tecnologias que integram agricultura de precisão, gestão da fertilidade do solo e mensuração de carbono, ampliando as oportunidades econômicas para o produtor rural e fortalecendo práticas alinhadas à transição sustentável do agro.

Com o investimento, o BB Ventures amplia sua presença no ecossistema de inovação com o olhar em negócios sustentáveis, fortalecendo conexões entre startups, unidades de negócio do Banco do Brasil e parceiros estratégicos, com foco em soluções que gerem valor econômico e impacto positivo de longo prazo.

O BB Ventures

O BB Ventures é o programa de Corporate Venture Capital do Banco do Brasil. Criado em 2020, conta hoje com R$ 500 milhões de capital comprometido. Em sua tese, o Programa busca soluções nas verticais agtechs, govtechs, fintechs e estreia a vertical de ASG com o aporte em Agrorobótica. O portfólio conta com cinco Fundos de Investimento em Participações e 51 startups investidas com estágios que vão desde o late seed até Serie B e aderência a tese.

Para saber mais, acesse bb.com.br/startups.

BB tem novo gerente geral de cobrança e reestruturação de ativos

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O Banco do Brasil tem novo gerente geral para a Unidade de Cobrança e Reestruturação de ativos. Daniel Regis Filho foi nomeado para a função em substituição a Kleuvanio Dias de Souza , que se tornou presidente da Economus.

Daniel Regis Filho está no BB há 18 anos. Nesse período, ocupou funções de Gerente Executivo na Diretoria de Negócios Digitais, na BB Seguros e atualmente estava na Diretoria de Empréstimos e Financiamentos onde atuava como responsável pela estratégia de produtos e negócios em crédito para pessoas físicas.

É mestre em Engenharia pela Universidade do Estado de Santa Catarina, possui MBA Executivo pelo IBMEC, formação executiva pelo Insper e graduações em Geografia e Marketing, além de formação complementar internacional pela Bridgewater State University e de possuir certificado pelo IBGC.

Fonte: Banco do Brasil

Postagens alegam que BBB confirmou concurso para 2026, mas é mentira

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Diversos perfis em redes sociais têm divulgado que o Banco do Brasil confirmou um novo concurso para o ano de 2026. Essa informação, porém, já foi desmentida pela própria instituição financeira em fevereiro deste ano.

Grande parte das contas que publicam a alegação é focada na venda de cursos preparatórios para concursos – ou seja, a desinformação é movida por interesse monetário. Análise feita pelo Estadão Verifica também identificou milhares de postagens patrocinadas na Biblioteca de Anúncios da Meta, que direcionam usuários do Facebook e do Instagram a sites fraudulentos de matrícula.

Anúncios alegam que o Banco do Brasil já teria confirmado o concurso e que o edital seria divulgado “em breve”. Veja abaixo um exemplo.

Em fevereiro deste ano, o BB informou que não há previsão de divulgação de edital para concurso. O banco classificou como “notícia falsa” e “desinformação” alegações semelhantes que circulavam naquela época.

Veículos de imprensa, como a Rádio Itatiaia e o portal R7, informaram que a instituição retomou o processo de escolha da banca organizadora. Apesar disso, não há previsão oficial para a divulgação do edital.

O último concurso do BB foi divulgado no final de 2022, com as provas realizadas em 2023. Naquele ano, a organizadora foi a Fundação Cesgranrio. Segundo a instituição financeira, a seleção externa admitiu, nos últimos três anos, mais de 5 mil funcionários.

O Banco do Brasil ressaltou que divulga formalmente por seus canais de comunicação todas as notícias sobre concursos. São nesses canais oficiais que os interessados podem obter informações confiáveis sobre o assunto.

Fonte: Terra

Banco do Brasil realiza 1,8 mil renegociações no primeiro dia do Desenrola

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Nesta quarta-feira, 6 de maio, primeiro dia de renegociações pelo Novo Desenrola, o Banco do Brasil realizou 1.807 renegociações com clientes que atendem às condições do Programa do Governo Federal. As operações somam cerca de R$ 3 milhões.

A instituição oferece ainda condições especiais de renegociação para clientes com outros perfis, que firmaram 10,1 mil novos acordos no mesmo dia; o montante total chega a R$ 94,8 milhões. Com o anúncio do Programa e a maior interesse pelos clientes, o BB notou um aumento significativo na procura durante esta semana. Para se ter uma ideia, a quantidade de renegociações, considerando todos os públicos, saltou 87% na comparação com o início da semana passada.

O BB oferece a seus clientes a possibilidade de renegociar dívidas diretamente pelo WhatsApp oficial do BB (61 4004-0001), com descontos que podem chegar a 90%, além de condições facilitadas de pagamento.

A partir do contato pelo WhatsApp, com uso da senha pessoal, a renegociação pode ser concluída ali mesmo, de forma ágil. E os clientes ainda contam com atendimento especializado realizado por atendentes da Central de Relacionamento BB, garantindo suporte humano durante todo o processo de negociação, de forma simples, segura e digital, aos clientes que precisarem de consultoria específica. O BB oferece ainda o acesso às negociações por outros canais, como o aplicativo da instituição, Internet Banking, pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 729 0001 (demais localidades) e ainda na rede de agências.

O Banco do Brasil incentiva hábitos financeiros mais saudáveis e reafirma seu papel como agente de desenvolvimento econômico e social, oferecendo soluções responsáveis que apoiam a regularização de dívidas, a recuperação do equilíbrio financeiro e o planejamento do futuro com mais segurança.

Cuidados contra fraudes

O Banco do Brasil reforça que qualquer contato para renegociação de dívidas deve ser feito pelos canais oficiais do BB, com destaque para o WhatsApp oficial (61) 4004-0001. O Banco não solicita senhas, códigos de acesso, dados completos de cartões ou pagamentos antecipados por meio de mensagens, ligações ou redes sociais. Os clientes devem desconsiderar qualquer abordagem realizada por números diferentes, perfis não verificados ou mensagens com links suspeitos. Em caso de dúvida, a orientação é encerrar o contato e procurar diretamente os canais oficiais do Banco do Brasil, garantindo uma negociação segura, confiável e protegida contra tentativas de fraude.

Fonte: Banco do Brasil

BB, em parceria com Aprova, impulsiona a digitização na gestão pública

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O Banco do Brasil, em parceria com a govtech Aprova, apresenta os primeiros resultados da implantação da solução BB Governo Digital, plataforma integrada para gestão e automação de processos do setor público que centraliza análises, autorizações, assinaturas e cobranças em um único ambiente digital, com elevado padrão de segurança, conformidade jurídica e governança. A solução visa apoiar gestores públicos na tomada de decisão e no controle dos fluxos administrativos.

Um dos municípios participantes do piloto é Ipatinga (MG), que já passou a operar com um sistema 100% digital de gestão pública. Processos que antes dependiam da circulação física de documentos entre secretarias passaram a tramitar de forma totalmente digital na plataforma, que oferece automação, inteligência artificial, rastreabilidade completa, padronização de fluxos e análise em tempo real.

Os resultados mostram que, além de melhorar a eficiência dos serviços públicos, a plataforma também auxilia na conservação ambiental:

  • 700 mil páginas não impressas mensalmente;
  • Redução de 42 toneladas de papel utilizadas por ano;
  • Redução de custos operacionais e de insumos;
  • Alinhamento à agenda de sustentabilidade e ESG;
  • Redução do prazo de processamento dos documentos de 5 a 20 dias para poucas horas e, em alguns casos, poucos minutos.

A população de Ipatinga também passou a se beneficiar da digitalização de documentos. Os cidadãos passaram, por meio da plataforma, a abrir e a acompanhar protocolos sobre serviços públicos de forma on-line, pelo celular ou computador, acompanhando todas as etapas do processo sem filas ou deslocamentos.

O projeto rendeu à cidade a Medalha Pan-Americana da Inovação, na Expo BH Cidades Inteligentes (Fórum Pan-americano da Inovação), evento realizado em 8 de abril, com projeção desse reconhecimento para a etapa Global, a ser realizada no mês de maio, em Boston.

Em Formiga (MG), a plataforma foi responsável pela economia de R$ 18 mil mensais para os cofres públicos e liberação de 125 horas de trabalho (que chegará a 300h/mês). Já em Uberaba (MG), os números projetam economia anual na ordem de R$ 3,5 milhões e 28 toneladas de papel fora de circulação.

A experiência em Minas Gerais mostra que a solução BB Governo Digital tem potencial para ser replicada em municípios de diferentes portes, aproveitando a capilaridade e a atuação histórica do Banco do Brasil com os entes públicos.

“Ao apoiar a transformação digital de processos administrativos, o Banco do Brasil reafirma seu compromisso com a inovação responsável, contribuindo para uma gestão pública mais eficiente, transparente e alinhada às necessidades do cidadão. A solução BB Governo Digital fortalece a atuação do BB como indutor de modernização do estado brasileiro, colocando a tecnologia a serviço da boa governança e da entrega de valor público”, afirma Michele Azevedo Alencar, gerente geral de estratégia de Governo do Banco do Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

BB inaugura sala vip em Cumbica de olho no público de alta renda

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O Banco do Brasil inaugurou seu espaço VIP no Aeroporto de Guarulhos (Cumbica), seguindo os passos dos bancos privados, como Bradesco, Nubank e C6, que abriram suas próprias salas, em uma acirrada disputa pelos clientes de mais alta renda.

No BB, a sala terá funcionamento 24 horas, sete dias por semana e é voltada a clientes que têm “cartões premium” do banco, de acordo com comunicado à imprensa. “A iniciativa reforça o posicionamento da marca no relacionamento com o público de alta renda.”

O espaço VIP do banco recebeu o nome de “Casa BB”, tem capacidade para atender até 320 pessoas simultaneamente e fica no terminal 3, de embarques internacionais, onde estão a maioria dessas salas.

“O Banco do Brasil avança estrategicamente na corrida dos cartões premium ao reforçar sua proposta de valor baseada em diferenciação, experiências exclusivas e relacionamento”, comenta o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores do BB, Geovanne Tobias, na nota à imprensa.

Além do BB, o Itaú está para inaugurar uma sala VIP própria em Guarulhos. Nos últimos meses, tem havido uma corrida dos bancos por espaços no aeroporto, que é o maior da América Latina, e por onde passaram mais de 47 milhões de passageiros em 2025, recorde histórico.

O Nubank inaugurou no começo de 2025 sua sala VIP para clientes de alta renda do segmento Ultravioleta, enquanto o C6 abriu um espaço para os clientes do segmento Carbon, também para os mais endinheirados. O BTG foi além e construiu seu próprio terminal em Guarulhos. Já o Bradesco tem feito salas VIPs não só em Guarulhos, mas em vários aeroportos, como em Congonhas, não só para voos internacionais, mas para passageiros domésticos também.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Banco deve suspender encargos controvertidos em contratos de crédito rural

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Produtora rural obteve, na Justiça, a suspensão imediata da exigibilidade de encargos controvertidos em contratos de crédito rural firmados com o Banco do Brasil.

A decisão é da juíza de Direito Lília Maria de Souza, da 22ª vara Cível de Goiânia/GO, que concedeu tutela de urgência e determinou, ainda, que a instituição financeira se abstenha de negativar o nome da autora. Caso a inscrição já tenha ocorrido, o banco deverá providenciar a exclusão no prazo de 10 dias, sob pena de multa diária.

Entenda o caso

A produtora rural ajuizou ação revisional alegando manter longa relação contratual com o banco, envolvendo diversas operações de crédito rural.

Segundo sustentou, houve cobrança reiterada de encargos ilegais, como juros acima do limite de 12% ao ano, juros moratórios superiores ao permitido, além de venda casada de seguros e operações de refinanciamento sucessivas (“mata-mata”).

Diante do agravamento da situação financeira e da negativação da conta bancária, a cliente reiterou o pedido de tutela de urgência para suspender as cobranças e impedir novas restrições de crédito.

Suspensão

Ao analisar o pedido, a juíza entendeu estarem presentes os requisitos do art. 300 do CPC.

Quanto à probabilidade do direito, destacou que a autora apresentou documentação robusta, incluindo contratos e laudo técnico que indicam possíveis ilegalidades, como a cobrança de juros acima do limite legal em operações de crédito rural.

A magistrada também mencionou entendimento consolidado do STJ no sentido de que, na ausência de fixação pelo Conselho Monetário Nacional, os juros nessas operações devem respeitar o teto de 12% ao ano, além da possibilidade de revisão de contratos renegociados ou quitados.

Quanto ao perigo de dano, a juíza ressaltou que a negativação já efetivada e a continuidade das cobranças configuram prejuízo concreto e de difícil reparação, com impacto na reputação econômica e na capacidade financeira da autora.

Assim com base nesses fundamentos, determinou:

  • a suspensão da exigibilidade dos encargos que excedam os limites legais, incluindo juros e tarifas questionadas;
  • a proibição de negativação do nome da autora;
  • a exclusão de eventual inscrição em cadastros restritivos no prazo de 10 dias;
  • multa diária de R$ 500, limitada inicialmente a 30 dias em caso de descumprimento.

Para o advogado que atua no caso, Leandro Marmo, especialista em Direito do Agronegócio da banca João Domingos Advogados, a liminar “é um marco na defesa do produtor rural contra o sufocamento financeiro imposto por instituições bancárias. O reconhecimento pela Justiça de que os juros no crédito rural devem se limitar a 12% ao ano freia imediatamente essas cobranças milionárias abusivas, garantindo a continuidade da produção no campo”.

Fonte: Migalhas

Em nova campanha, BB reforça que a força do agro vem da nossa gente

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Está no ar a mais nova campanha de comunicação do Banco do Brasil, com foco no agro. Assinada pela Lola\TBWA, a iniciativa reforça o papel do BB como o principal parceiro dos pequenos, médios e grandes produtores, reafirmando o compromisso histórico da Instituição com a cadeia de valor do agro e o desenvolvimento do país.

Sob o conceito “a força do agro vem da nossa gente”, a campanha traduz o entendimento de que o agro é movido por pessoas, desde o produtor que acredita na colheita e investe em cada safra, até os parceiros especializados do BB que orientam, aconselham e estão presentes no dia a dia do campo.

“O Banco do Brasil é parceiro histórico do agro e a nossa estratégia de comunicação busca reforçar esse nosso protagonismo”, afirma Paula Sayão, diretora de Marketing e Comunicação do BB. “Ao valorizar os produtores na campanha, reforçamos a confiança, relevância da nossa marca e identificação com o BB”, acrescenta.

O planejamento de mídia contempla várias frentes do agro, como o patrocínio ao programa Viver Sertanejo, da TV Globo, presença nas principais feiras de agronegócios em todo o país, além de ações relacionadas à divulgação do Plano Safra e outras iniciativas ao longo do ano.

Clique aqui e confira o filme.

Fonte: Banco do Brasil

Bancária será indenização após 24 anos em atividades de digitação

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A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho reduziu de R$ 250 mil para R$ 80 mil o valor da indenização a ser paga pelo Banco do Brasil S.A. a uma bancária que desenvolveu doença ocupacional por ter executado continuamente, durante 24 anos, atividades de digitação. A decisão tomou por base precedentes do TST em casos semelhantes envolvendo Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT).

A bancária trabalhou de 1993 a 2019 na agência do Banco do Brasil de Teixeira de Freitas (BA). Com dor nos punhos e ombros, ela foi diagnosticada em junho de 2000 com LER/DORT. As sequelas diminuíram sua capacidade de trabalho e a incapacitaram para as tarefas que desempenhava.
Banco não concedia paradas periódicas nem ginástica laboral

O juízo de primeiro grau reconheceu o direito da bancária à indenização, destacando que o banco não garantia a interrupção periódica da jornada nem oferecia ginástica laboral e mobiliário adequado. Apesar de material que alertava para riscos ergonômicos, a bancária não podia interromper seu trabalho por conta própria. A reparação foi fixada em R$ 250 mil, e a condenação foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região.

No recurso ao TST, o Banco do Brasil pediu a redução desse valor, argumentando que a incapacidade da bancária é parcial e reversível e que ela não esgotou todas as formas de tratamento especializado para a enfermidade.

Casos semelhantes tiveram valores menores

O relator, ministro Augusto César, destacou que, de acordo com o quadro factual descrito pelo TRT, que não pode ser objeto de revisão no TST, o valor atribuído à indenização era elevado em relação a casos semelhantes. Ele citou como exemplo precedentes em que foram arbitrados valores de R$ 50 mil, R$ 70 mil e R$ 80 mil.

A decisão foi unânime.

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho

Congresso do BB debate os desafios da sustentabilidade da Cassi

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No congresso do BB, a palestrante Cris Garbinatto, Conselheira Deliberativa da CASSI e Diretora da FETRAFI RS, apresentou a atual situação da Cassi destacando o histórico de evolução do modelo de custeio do plano de associados desde a sua criação até os dias de hoje e ressaltou os desafios que estão colocados para esse momento, ressaltando a importância de debater e apresentar uma proposta bem definida de custeio da Cassi na mesa de negociação da Campanha Salarial desse ano.

“É fundamental que a gente apresente uma proposta muito bem definida de custeio pra Cassi que garanta a sustentabilidade do nosso plano, sem dividir a categoria, pois cada vez que a gente se divide, quem ganha é o banco”, ressaltou Cris Garbinatto.

Cris também destacou os riscos que estão colocados para essa negociação junto ao Banco do Brasil considerando os atrasos na discussão sobre o custeio. “Quando eu vou discutir custeio com as provisões obrigatórias praticamente zeradas, eu vou precisar debater a antecipação de uma receita pra gerar um caixa pro nosso plano, eu vou precisar discutir um custeio precisando ainda mais de recurso porque eu tenho que recolocar as reservas, tenho que ter dinheiro para antecipação do 13° e eu tenho que começar a constituir outras reservas. Então a gente atrasar a discussão de custeio é um tiro no nosso próprio pé, esse atraso definitivamente não é bom pra nós”, afirmou Cris.

A Conselheira da Cassi finalizou sua análise reforçando que buscar o paradigma 70/30 é fundamental para resolver a questão do custeio da Cassi e apresentou um novo passo que será igualmente importante nessa discussão que é a indexação do custeio à receita do banco. “Temos que lutar para conquistar o 70/30 certamente, esse é um paradigma que temos que defender, mas precisamos de uma proposta maior. Por isso estamos dialogando sobre a necessidade de mudança no modelo de custeio da Cassi. A proposta precisa ser mais a longo prazo, pra que a gente não tenha que ficar rediscutindo o custeio com o banco a todo tempo, porque cada vez que a gente rediscute, o banco estica a corda até que a gente abra mão de alguma coisa, foi assim todas as vezes que tivemos que debater”, avalia Cris.

“Hoje nós temos todas as receitas da Cassi atreladas à folha de pagamento e quando percebemos isso vimos que é necessária uma mudança de paradigma. Continuar nossa parte na folha de pagamento é excelente, as nossas receitas são a nossa folha de pagamento, nós trabalhamos para aumentar nossas receitas, mas a folha de pagamento para o banco é uma despesa, portanto o banco trabalha para diminuir a folha. Por isso começamos a debater a possibilidade de fazer um modelo híbrido, com indexação à receita do banco, ou seja, estamos debatendo e fazendo as contas para indexar um percentual do custeio sobre a receita operacional do banco que só cresce, e esse crescimento é muito maior que a inflação. Tendo como indicador a receita operacional, a contribuição do banco seria sempre mais alta e os aumentos para os funcionários seriam sempre menores. Pois a única coisa que cresce na mesma proporção que o custo médico é a receita dos bancos”, explicou Cris.

Ao final do debate, os participantes avaliaram a possibilidade de agendar novas reuniões para debater e elaborar uma proposta para contribuir com os debates sobre a sustentabilidade da Cassi na Campanha Salarial.

No segundo momento do congresso foi a vez de debater sobre eixos da Campanha Salarial 2026. Diversas foram as propostas enviadas pelos delegados sindicais como sugestões para o debate nos grupos de organização sindical e também pelos bancários e bancárias nas agências, além das propostas que surgiram durante os diálogos no Congresso.

Também foi acolhida e aprovada a pauta específica construída pelo grupo dos caixas.

Após debater, elaborar e aprovar o documento de reivindicações que será levado para a Conferência Interestadual, foi realizada a eleição dos delegados e delegadas para o Congresso Nacional dos Funcionários e Funcionárias do BB (CNFBB), que acontecerá em SP.

Reinvindicações da Conferência Estadual Banco do Brasil 2026

  • Renovação automática do ACT mesmo após o prazo limite, no caso de atraso das negociações
    PLR linear (mesmo valor para todos os(as) funcionários(as)), sem bônus para executivos, incorporando o PDG, com contribuição Previ e Cassi (nas mesmas regras das contribuições salariais)
  • Reversão do Performa, com retorno da remuneração avançada para cargos comissionados
    Incorporação automática da comissão, quando completados 10 anos de ocupação na função
  • Pausas no trabalho, no mesmo formato dos operadores de telemarketing, para os funcionários(as) da rede varejo
  • Valorização da cesta alimentação (índice do reajuste +5%)
  • Auxílio creche garantido até completar 14 anos de idade
  • Valor do auxílio creche baseado no valor da mensalidade escolar
  • Limitar a persistência das vagas recorrentes a 3 meses em cada unidade
  • Remoções e promoções independentes da existência das vagas recorrentes
  • Separa funções gratificadas de funções de confiança
  • Banco de horas seguindo a mesma proporção das horas extras pagas
  • Gratificação de caixa garantida a todos que abrem caixas, independente da função exercida
  • Possibilidade de conversão dos abonos assiduidade
  • Redistribuição das metas das carteiras com gerente de férias, no caso da impossibilidade de substituição em todo o período
  • Substituição em cadeia em casos de ausências
  • Cesta alimentação garantida durante todo o período de afastamento licença-saúde
  • Ajuda de custo proporcional para todos os funcionários(as) em home office, independente da frequência
  • Unidades afetadas por programas pilotos com metas reduzidas, e modo equivalente a agências em implantação. Adesão voluntária e com retorno garantido a função anterior
  • Régua do acompanhamento da produção linear, limitada a 100% para todos os indicadores
  • Autonomia para uso da verba de café mesmo para unidades em regime de condomínio
  • Liberação dos dirigentes (delegados e diretores de base) para as atividades sindicais a partir da autorização da Diretoria de Pessoas (Dipes), sem necessidade de aprovação dos gestores das unidades
  • Liberação de pelo menos um(a) bancário(a) de cada unidade, para um dia por ano, para participar da Conferência Estadual dos Bancários do BB
  • Redução de jornada e prioridade de home office para pais e mães com filhos pequenos
  • Jornada de 6 horas para todas as funcionárias, sem redução do salário e sem prejuízo para suas carreiras

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

Perfil PrevMais do Economus: novo período de alteração

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Os participantes do PrevMais ativos, autopatrocinados ou em Benefício Proporcional Diferido (BPD) têm até o dia 15 de maio para solicitar alteração em seu perfil de investimento, para entrada em vigor a partir de junho. O próximo período para solicitação de alteração será aberto em setembro.

O Economus disponibiliza dados e informações importantes para auxiliar o participante nesse momento. O Teste de Perfil de Investidor oferece acesso à autoavaliação para definir qual perfil é mais aderente a você.

As características de cada perfil de investimento estão disponíveis na cartilha completa, que descreve as características. Já o desempenho dos perfis de investimento* apresenta os resultados obtidos nos últimos meses em cada um.

É importante destacar que, caso a opção de investimento não esteja alinhada ao seu perfil, será apresentada uma declaração de manifestação de ciência dos riscos que serão assumidos no perfil escolhido.

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Fonte: Economus