Banco do Brasil supera R$ 300 milhões em crédito de Energia Renovável

Publicado em: 22/05/2022

O Banco do Brasil celebra o desembolso de R$ 300 milhões da linha crédito para energia renovável no mês de maio com uma novidade: a ampliação do prazo máximo de 60 para 96 meses. A linha, que já contribui com a transição para a energia verde em cerca de 11 mil projetos residenciais, agora também englobará a aquisição de imóveis localizados fora da área urbana, como chácaras e sítios.

Com a novidade, os clientes podem contar com prestações menores, adequadas às suas necessidades, o que permite, por exemplo, a substituição do valor da conta de energia pela prestação do financiamento, sem aumento do gasto mensal familiar. A ampliação do prazo faz parte das ações de incentivo a soluções financeiras para aquisição de sistemas de energia renovável e eficiência energética, como forma de auxiliar os clientes na transição para uma economia de baixo carbono.

Pessoas físicas podem financiar até 100% do valor de sistemas fotovoltaicos para geração de energia solar em residências, urbanas e não urbanas, com valores que variam de R$ 5 mil a R$ 100 mil. A operação pode ser contratada pelo aplicativo do banco, mas também continua disponível na rede de agências físicas, para o cliente que preferir o modelo presencial. A carência é de até 180 dias para pagamento da primeira parcela. A aquisição dos materiais e a montagem do projeto devem ocorrer em um dos mais de 3 mil fornecedores conveniados ao BB.

Fonte: Money Report

Funcionários do Banco do Brasil aprovam reivindicações específicas

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No Encontro Estadual dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 14 de maio, durante o 7º Congresso Estadual dos Bancários e das Bancárias, foram aprovadas as reivindicações específicas (veja abaixo) que serão levadas para o debate no 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB). O evento nacional, a ser realizado no dia 9 de junho, de forma híbrida, com a parte presencial em São Paulo, é que definirá a minuta a ser apresentada à direção do Banco do Brasil

Antecedendo o debate das reivindicações específicas, os delegados e delegadas presentes ao congresso discutiram as condições de trabalho nas agências do BB no Espírito Santo. Uma das questões apresentadas foi a pressão para o cumprimento de metas, que continua tirando o sossego e adoecendo os trabalhadores, assim como a carência de trabalhadores nas agências. Os depoimentos não serão identificados para proteger os funcionários.

“O trabalho é cada vez maior, mais complexo, e a gente recebe cada vez menos por isso. Não passamos num concurso para sermos vendedores. Estamos cansados, exaustos e os conflitos estão aparecendo. Tivemos várias agências fechando, número de funcionários sendo reduzido. Se o colega vai para o home office, não pode ser responsabilizado pela superlotação da agência. A corda já estava lá para arrebentar”, afirmou uma bancária.

Os funcionários enfrentam, também, problemas de infraestrutura, como internet que não funciona. Até para realização de cursos relacionados ao trabalho os bancários precisam, muitas vezes, utilizar pacotes de uso privado de internet.

Outro problema levantado foi em relação às Plataformas de Suporte Operacional (PSO), onde os funcionários que exercem a função de caixa têm vários direitos desrespeitados. Dentre as reivindicações desses bancários estão o fim das metas negociais, manutenção da função de caixa, fim do deslocamento de funcionários das PSOs para as salas de autoatendimento, criação de cargos de assistentes nas PSOs, entre outras.

Também houve críticas à gestão do banco, que, por exemplo, não prioriza os pequenos agricultores. “O Pronamp não veio para atender quem precisava, os pequenos não conseguiram pegar o dinheiro. Precisamos de políticas públicas, pois o BB tem a tarefa de executar essas políticas”.

Os funcionários defenderam um projeto de banco que ultrapasse governos, que seja um projeto de Estado, com o Banco do Brasil cumpridor do seu verdadeiro papel social e de fomentador do desenvolvimento do país.
Avaliação da Campanha

O momento seguinte foi a avaliação da Campanha Salarial no BB 2020/2022, aprovada pelos presentes na forma apresentada pelo Sindicato.

Reivindicações aprovadas

  • Solicitar uma liberação de dirigente sindical para cada 250 bancários de base.
  • Excluir da cláusula de “liberação para participação em atividades sindicais” a frase que diz: caberá ao administrador confirmar a autorização, observada a conveniência do serviço.
  • Alterar a cláusula que trata da “movimentação transitória em decorrência de afastamento por licença-saúde”, tornando obrigatória essa transição e exigindo o cumprimento imediato da medida.
  • Sobre a cláusula de faltas abonadas, voltar ao texto anterior do acordo, prevendo que serão cumulativas e conversíveis em espécie. Exclusão dos parágrafos primeiro, segundo e terceiro.
  • Na cláusula sobre caixa-executivo, pedir o pagamento de vantagem em caráter pessoal para portadores de lesão por esforço repetitivo (VCP-Dort-Ler).
  • Incluir cláusula sobre VCP para todos os empregados que trabalham com entrada de dados.
  • Na cláusula de férias, estabelecer que sejam efetivamente definidos os períodos com participação dos funcionários de cada unidade.
  • Incluir cláusula para que sejam viabilizadas melhores condições para visitas a clientes e tentar estabelecer em mesa a diminuição do número de visitas semanais.
  • Resgatar da minuta de reivindicações 2011/2012 a proposta que trata de ascensão profissional.

Delegados ao CNFBB

Foram eleitos para o evento nacional, que vai acontecer de forma híbrida (on-line e presencial), os seguintes delegados e delegadas, entre titulares e suplentes: Bethânia Emerick, Claudia Patrícia Pinheiro, Eliel dos Anjos, Glória Dias, Goretti Barone, Gustavo Luz Raft e Sebastião Ceschim.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

 

BB aumenta lucro mas encolhe número de funcionários e agências

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Acompanhando os resultados estratosféricos do Itaú e Bradesco no primeiro trimestre de 2022, que ficaram acima dos R$ 7 bilhões, o Banco do Brasil fechou os três primeiros meses do ano com lucro de R$ 6,66 bilhões. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o resultado é 57,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Em 2021, no ano em que a covid mais matou no Brasil, o banco já havia obtido lucro de R$ 21 bilhões, superando em 51% o resultado de 2020. Apesar do lucro expressivo de 2021, que se repete nos primeiros três meses do ano, o BB desligou 1.410 funcionários e fechou 108 agências tradicionais nos últimos 12 meses. Com os cortes, o banco fechou o trimestre com 86.466 funcionários e 3.176 agências.

“Esse lucro é uma afronta à sociedade e aos funcionários pela contradição que representa. Ele não traz benefícios à população brasileira e tampouco aos bancários e bancárias do BB. O fechamento de agências só dificulta a vida da população, que perde mais tempo com deslocamentos e nas filas, além de receber um serviço de pior qualidade. O fechamento de postos de trabalho e agências sobrecarrega ainda mais os funcionários, que ficam sujeitos a esse ambiente de precarização. O resultado são funcionários cada vez mais pressionados e adoecidos”, critica a diretora do Sindicato dos Bancários/ES Goretti Barone.

BB mais distante do seu compromisso social

Segundo a dirigente, os resultados mostram que o BB está cada vez mais distante do seu compromisso social, fugindo da sua vocação de interesse público, e mais próximo do perfil de banco privado tradicional, onde a única preocupação é o lucro.

“Não podemos esquecer que o BB é uma empresa pública de economia mista cuja União é ainda a maior acionista. Por isso, o banco não pode simplesmente virar as costas para os seus compromissos sociais. Por exemplo, quando o banco desliga mais de 1.400 funcionários em 12 meses, em plena pandemia, está contribuindo para aumentar a taxa de desemprego. Qual a responsabilidade social de uma empresa pública que corta postos de trabalho num país que tem taxa de desemprego acima de 11%, inflação galopando à taxa de 12%, economia patinando e mais de 20 milhões de miseráveis que não têm o que comer?”, questiona Goretti.

Quando se põe uma lupa sobre os resultados do primeiro trimestre, adverte a dirigente, fica mais fácil de entender quais têm sido as prioridades da direção do banco, que estão longe da sua vocação social. De acordo com o Dieese, que analisou os resultados do banco, houve crescimento nas carteiras de crédito voltadas às grandes empresas (+18,6%) e ao agronegócio (28,2%). Ao mesmo tempo em que encolheram os investimentos em linhas de crédito destinadas ao social, como o Pronamp (-6,5%), que atende a médios agricultores.

Outros resultados

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias no primeiro trimestre de 2022, segundo o Dieese, aumentaram 9,4% em um ano, alcançando R$ 7,52 bilhões. As despesas com pessoal, incluindo o pagamento da PLR, totalizaram R$ 6,04 bilhões, redução de 4,2% na mesma comparação, a despeito das despesas com os programas de desligamentos (PDE –Programa de Desligamento Extraordinário e PAQ –Programa de Adequação de Quadros).

Diante desse cenário, ressalta Goretti, fica evidente que a direção do BB está trabalhando abertamente para facilitar o processo de entrega do banco ao mercado. “É urgente que os trabalhadores bancários e a sociedade em geral resgatem o debate sobre a real função do Banco do Brasil como banco público”, reforça a dirigente.

Ela acrescenta que o BB deve cumprir seu papel de agente fomentador de políticas públicas para atender aos interesses da sociedade brasileira. “Especialmente do segmento que constrói a riqueza deste país, que é a classe trabalhadora”.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

Banco do Brasil abre plataforma de finanças do aplicativo a outros bancos

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O Banco do Brasil (BBAS3) abriu a plataforma de organização de finanças pessoais de seu aplicativo para informações de contas em outros bancos. Com isso, os clientes podem consolidar também os saldos que possuem em outras instituições. Foi mais um passo relacionado ao open banking, o sistema de compartilhamento de dados entre instituições financeiras,

Na primeira fase, quatro ferramentas estão disponíveis. São elas a agenda financeira, com um calendário de compromissos no BB e em outros bancos; o extrato multibanco, que reúne lançamentos e saldos das contas; o perfil de consumo, com gastos e lançamentos separados por categoria; e o planejamento financeiro, que permite criar metas de gastos calculadas a partir do comportamento em contas do BB e de outros bancos.

Os clientes podem consolidar as informações a partir dos dados de outras contas que aceitaram compartilhar com o BB no âmbito do open banking. O banco afirma que a plataforma, chamada Minhas Finanças, é o carro-chefe para o compartilhamento dos dados pelos clientes.

“Ela possibilita uma análise inteligente do perfil de consumo e desenvolve o autoconhecimento financeiro, em uma nova visão integrada de gastos, no BB e em outros bancos, além de reafirmar nosso protagonismo na entrega de soluções digitais de alto nível, que facilitam a vida do nosso cliente”, diz em nota Pedro Bramont, diretor de negócios digitais do Banco do Brasil.

“A solução aumenta nossa relevância no sistema financeiro aberto, fortalece a confiança na marca Banco do Brasil e pode elevar o número de consentimentos para o compartilhamento de dados realizados pelos nossos clientes”, complementa Rafael Cavalcanti, gerente executivo de experiências digitais do banco.

Os bancos têm buscado adotar soluções, no âmbito do open banking, para manter o engajamento dos clientes em um ambiente em que virtualmente todos os grandes bancos poderão ter acesso aos mesmos dados. Em um exemplo, Banco do Brasil e Itaú (ITUB4) foram habilitados pelo Banco Central a atuar como iniciador de pagamentos, uma autorização ainda restrita a poucas instituições – apenas os dois e o BTG Pactual (BPAC11)estão autorizados, entre os grandes bancos.

Fonte: Suno Research

BB vislumbra ser líder em rentabilidade e analistas reforçam visão positiva

Publicado em: 13/05/2022

A expectativa de grande parte dos analistas de mercado era de que o Banco do Brasil (BBAS3) fosse o destaque positivo da temporada de resultados entre os bancos de grande capitalização. Contudo, mais do que isso, o banco estatal conseguiu superar ainda mais as projeções já otimistas do mercado, com muitas casas, como a XP e o Itaú BBA reforçando a preferência para a ação dentro do setor após o balanço divulgado na véspera. Com isso, mesmo em um dia a princípio de aversão ao risco no mercado, as ações abriram em alta, mantendo-se no positivo durante toda a sessão. Os ativos fecharam com alta de 2,54%, a R$ 35,16.

O lucro líquido ajustado foi um recorde de R$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), um desempenho 34,6% superior ao reportado no mesmo período de 2021. Na comparação com o quarto trimestre de 2021 (4T21), o aumento do lucro foi de 11,5%. O consenso do mercado era de um lucro de R$ 5,34 bilhões, segundo os analistas consultados pela Refinitiv; ou seja, o dado efetivo superou em cerca de 24% as projeções.

A surpresa positiva pode ser explicada principalmente por menores provisões na comparação com o quarto trimestre, enquanto subiu menos do que os pares na comparação anual. Diferente de rivais privados, o BB elevou a despesa com provisão para perdas esperadas com inadimplência de maneira muito menos intensa: a alta foi de 9,3% no comparativo anual, para R$ 2,758 bilhões.

As provisões citadas foram parcialmente compensadas pela menor margem com clientes, uma vez que os custos de captação continuaram pressionados pela alta da Selic, destaca o Bradesco BBI em relatório de análise.

O retorno sobre o patrimônio líquido ajustado (ROE) do trimestre, por sua vez, subiu 3,1 pontos percentuais, para 17,3%, com tendências positivas.Em teleconferência com o mercado sobre os resultados na manhã desta quinta-feira, Ricardo Forni, CFO do BB, afirmou que o BB caminha para uma rentabilidade próxima à dos bancos privados, e que o banco reafirma sua estratégia atual. Olhando para 2023, diz que a ambição é superar a rentabilidade dos bancos privados, mantendo a estratégia, continuando, por exemplo, protagonista no agronegócio, sem medidas de alavancagem.

O BB viu a sua carteira de crédito ampliada crescer 16,4% em 12 meses, para R$ 883,5 bilhões no fim de março, com destaque para empresas e para o já citado agronegócio. A previsão do banco para 2022 é de alta de 8% a 12%. Enquanto isso, avaliam os analistas do BBI, as tarifas e opex – despesas operacionais – ficaram dentro do esperado.

“Destacamos também que o banco apresentou uma leve deterioração da taxa de inadimplência (NPL), mas bem abaixo de seus pares, refletindo a menor exposição ao crédito pessoa física, que se deteriorou no trimestre, enquanto o NPL corporativo melhorou e o NPL agronegócio permaneceu estável”, avaliam os analistas. O índice de inadimplência acima dos 90 dias foi de 1,89%, ante 1,95% um ano antes e de 1,75% no 4T21.

Como resultado, o índice de cobertura (que representa a proporção que a provisão para risco de crédito é capaz de cobrir os créditos inadimplentes) diminuiu, mas permaneceu bem acima de seus pares. O índice saiu de 325% em dezembro de 2021 para 297% em março de 2022.

Conforme destaca o Bradesco BBI, os números mostraram tendências positivas, uma vez que refletem a carteira defensiva do banco. “Além disso, como o banco possui um dos maiores índices de cobertura do segmento, conseguiu garantir menores despesas de provisão no trimestre. De fato, embora sua receita tenha permanecido pressionado por taxas de juros mais altas, acreditamos que isso já era amplamente esperado pelo mercado”, apontam os analistas.

Eles destacam ainda que esses resultados anualizados do 1T22 ficaram no topo do guidance/orientação de lucro líquido (R$ 23 bilhões-26 bilhões), enquanto as tarifas ficaram acima da faixa de 4,0-8,0% e o opex está no ponto médio (4,0-8,0%).

Revisões para cima

Os analistas do Credit Suisse ressaltaram possíveis revisões para cima nas estimativas para a companhia após o resultado. “Acreditamos que há possibilidade de revisão de alta do consenso sobre os lucros para 2022, de R$ 23,6 bilhões, atualmente no limite inferior do guidance da empresa de R$ 23-26 bilhões e da nossa própria projeção de R$ 24,2 bilhões”, avaliam os analistas.

O Credit reiterou a recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) com preço-alvo de R$ 45, um potencial de alta de 31% frente o fechamento da véspera, avaliando que a ação continua sendo uma das principais escolhas do banco no setor, em conjunto com o Itaú (ITUB4). “Vemos o Banco do Brasil com a maior assimetria de valuation dentro do setor no Brasil, especialmente considerando o forte impulso dos lucros”, avaliam.

Os analistas da XP ressaltam o lucro de R$ 6,6 bilhões acima do esperado e também apontam que, se conduzido um exercício anualizando os dados do trimestre, é possível perceber que os números “estão rodando acima do guidance”. Assim, eles também enxergam chance de revisão para cima nas expectativas contidas no consenso do mercado.

No trimestre, pondera, a margem financeira atingiu R$ 15,3 bilhões, alta de 5,6% frente ao 1T21 e abaixo da projeção para o ano. “Esta performance pode ser atribuída, principalmente, ao maior custo de captação e ao prazo necessário para o repasse destas maiores taxas de juros à operações de crédito”, apontam os analistas do banco suíço.

O destaque positivo foi o crescimento na carteira de crédito, indicando que a demanda permanece forte e deve permitir a recuperação da Margem Financeira Líquida (NII) através do repasse dos maiores custos de captação para os novos empréstimos.

Na teleconferência com o mercado, Forni, CFO do BB, afirmou que o banco acredita que será capaz de alcançar “a ponta alta do guidance” em 2022.

Os analistas da XP reiteraram BBAS3 como a top pick do setor. A recomendação é de compra com preço-alvo de R$ 52, um potencial de alta de 52% em relação ao fechamento da véspera.

O Itaú BBA também reforçou a preferência pela ação no setor bancário. Os analistas apontam que a margem financeira líquida teve alta, apesar das pressões, a receita de serviços foi modesta, mas ainda em linha com as expectativas, enquanto as despesas totais caíram no trimestre.

“Negociando a múltiplos atrativos, o BB deve apresentar o maior crescimento de lucros e a melhor qualidade de crédito entre os grandes bancos sob nossa cobertura. Por isso, continua sendo a nossa preferência no setor”, apontam os analistas. O BBA possui recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) para os ativos BBAS3, com preço-alvo de R$ 44, upside de 28% frente o fechamento da véspera.

O Morgan Stanley reforçou que houve crescimento sólido de crédito e tarifas, menor custo de risco e gestão eficaz de custos. Já com relação ao também visto pelos pares no setor, o índice de inadimplência do banco subiu na base trimestral, mas caiu na comparação anual e permanece bem abaixo dos níveis pré-Covid, destacou o banco.

Durante a teleconferência, Forni, CFO do BB, disse haver sinais de aumento da inadimplência, e que o banco olha os dados do primeiro trimestre com cautela. No segundo trimestre, o banco poderá ter mais convicção para realizar ajustes sobre as provisões para o final do ano.

Nos próximos trimestres, já vislumbra que as provisões devem crescer, com aumento da carteira por conta do acréscimo de risco. Ele disse que, embora o banco tenha uma visão positiva quanto a reservas líquidas, as provisões devem voltar a níveis mais próximos aos anteriores da pandemia.

Após os resultados, os analistas do Morgan reiteraram a recomendação overweight (exposição acima da média do mercado) para a ação BBAS3, com preço-alvo de R$ 57, ou potencial de valorização de 66,2% frente o fechamento da véspera, destacando também uma visão geral otimista sobre os bancos de grande capitalização do Brasil.

Assim, os resultados do BB mais positivos do que o esperado fizeram com que muitos analistas confirmassem as projeções positivas para o banco estatal. Uma das exceções, contudo, é o Bradesco BBI, que segue com recomendação neutra para a ação BBAS3, com preço-alvo de R$ 40, ou potencial de alta de 17% em relação ao último fechamento.

Fonte: Infomoney

PSO volta a atormentar funcionários do Banco do Brasil

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Os funcionários do Banco do Brasil voltam a reclamar da Plataforma de Suporte Operacional (PSO), setor que agrega os caixas e a área de tesouraria das agências. As PSOs funcionam nas cidades com cinco ou mais agências. “Os funcionários das PSOs representam uma parcela significativa dos funcionários do BB e têm demandado os sindicatos com suas sugestões, críticas e questionamentos quanto à condição de trabalho diária”, afirmou João Fukunaga, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

“Os caixas estão recebendo como meta acabarem com eles mesmos. Eles precisam reduzir cada vez mais o número de autenticações, para isso são orientados a ficarem nas salas de autoatendimento convencendo os clientes e usuários a não utilizarem seus serviços”, relatou Fukunaga.

Rita Mota, diretora do Sindicato dos Bancários do Município do Rio de Janeiro, revela que a loucura não acaba por aí. “O Conexão continua completamente desconexo da realidade: esteira digital, resgate de DJO, arquivo zero, suprimento de numerário, compensação até as 9h30, ambiência, abertura de chamados, e, obviamente, as vendas, são algumas das muitas atribuições dos GEMODs. No caso da esteira digital, que é a conferência de documentos de contas abertas pela internet, exige-se como meta 25 contas por funcionário, sim, meta de abertura de contas pela internet”, criticou.

Para ela, a irresponsabilidade com a saúde física e mental dos funcionários é tanta que “não é raro esbarrarmos com Gerentes de Módulo correndo de uma agência para outra quando um deles está de férias, ou seja, um dos delírios no PSO é a onipresença de seus funcionários.”

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil tem balanço sólido e acima das expectativas, diz Bank of America

Publicado em: 12/05/2022

O Banco do Brasil (SA:BBAS3) (BB) manteve o seu balanço sólido no primeiro trimestre, segundo o Bank of America (NYSE:BAC) (BofA), que considerou como significativa a melhora nos resultados do ROE, que subiu 3,1 pontos percentuais, para 17,3%, com tendências positivas. Às 13h48, as ações do BB subiam 1,95%, a R$ 34,96.

O lucro líquido recorrente do BB cresceu 35% em relação ao do 1T21 e ficou acima das expectativas do BofA. O banco americano atribui esse aumento aos ganhos comerciais mais fortes do que o esperado e aos custos de risco menores, que compensaram o NII mais fraco com o crescimento dos clientes.

O NI recorrente no 1T22 anualizado ficou em R$ 26,4 bilhões, acima do guidance de R$ 23-26 bilhões. Porém, o BofA espera que os encargos de provisão aumentem ao longo dos próximos trimestres e que o NII acelere auxiliado por melhores spreads, convergindo o lucro líquido para o guidance.

O crescimento do crédito desacelerou para 13% na comparação anual, sendo que a carteira de agro subiu 24%, a de pessoas físicas, 15%, a de PMEs, 14% e a de grandes empresas, 5%. De acordo com o BofA, o destaque no segmento de consumo foi o cartão de crédito, acelerando o crescimento para 54% sobre o 1T21, enquanto o crédito consignado e pessoal desaceleraram para 12% e 33%, respectivamente.

Sobre a qualidade dos ativos, NPL deteriorou para 1,9% e ainda permanece bem abaixo dos níveis pré-pandemia. As provisões ficaram 22% abaixo das estimativas do BofA, com uma variação positiva de 9% no ano, levando a uma redução do índice de cobertura de 325% para 297%, ainda o maior entre a concorrência no país.

O BofA acredita que o BB possui um valuation atrativo de 4,0x P/E para 22E e por isso, recomenda a compra das ações, com preço-alvo de R$ 50.

Fonte: BR Investing

BB tem lucro líquido ajustado recorde de R$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre de 2022

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O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado trimestral recorde de R$ 6,6 bilhões, um crescimento anual de 34,6% e 11,5% maior que o 4T21. O RSPL do trimestre anualizado alcançou 17,6%.

O resultado do período é explicado pelo crescimento do crédito, com performance positiva em todos os segmentos, pelo crescimento da margem financeira bruta e pelo bom desempenho das receitas de prestação de serviços.

As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 7,5 bilhões no trimestre, crescimento de 9,4% em relação ao 1T21. Influenciado pelo desempenho comercial nos segmentos de administração de fundos (+16,7%), de seguros, previdência e capitalização (+15,2%), de consórcios (+41,8%) e nas operações de crédito (+28,3%).

A margem financeira bruta cresceu 5,6% no ano, mesmo com o impacto da elevação da Taxa Selic sobre os custos de captação no trimestre, refletindo o bom desempenho da carteira de crédito e o forte resultado de tesouraria.

As despesas com provisões de crédito apresentaram redução de 27,2% em relação ao trimestre anterior.

Destaque para as despesas administrativas que cresceram 6% em um ano, abaixo da inflação do período, reflexo da disciplina na gestão de custos. O índice de eficiência acumulado em 12 meses melhorou e encerrou o período em 34,7%.

O Índice de Basileia atingiu 17,69%, sendo 12,71% de capital principal.

Carteira de Crédito

A Carteira de Crédito Ampliada atingiu R$ 883,5 bilhões em março/22, com evolução de 16,4% na comparação com março/21 e 1,0% na comparação com dezembro/21, resultado da proximidade com os clientes e do atendimento especializado e de qualidade em todos os segmentos.

A carteira Pessoa Física cresceu 14,9% frente a março/21, destaque para a performance positiva do crédito consignado (+12,1%), do cartão de crédito (+54,1%) e do empréstimo pessoal (+33,0%). No trimestre, a carteira cresceu 1,2%.

A carteira de crédito para Empresas encerrou o mês de março com saldo de R$ 267,9 bilhões, crescimento anual de 17%, com destaque para o crescimento das operações de TVM privados e garantias (+7,2%), recebíveis (+7,7%) e MPME (+14%). No trimestre, a evolução foi de 1,0%, com destaque para o crescimento na carteira de crédito para grandes empresas (+4,5%).

O Agronegócio segue apresentando performance positiva, alinhado ao crescimento do setor, e refletindo o apoio do BB ao segmento. Em março/22, a carteira atingiu R$ 255 bilhões, crescimento de 28,2% na comparação com março/21, com destaque para o custeio agropecuário (+47,8%) e para as linhas de investimento agropecuário, (+68,7%). Vale ressaltar o crescimento de 153,9% em títulos do agronegócio, Cédula de Produtor Rural (CPR) e Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA). No trimestre, a carteira cresceu 2,6%.

Qualidade da carteira: O índice de inadimplência INAD+90d mostrou crescimento frente a dezembro/21, atingindo 1,89% em março/22, dentro do esperado, e permanecendo inferior ao registrado pelo SFN. O índice de cobertura saiu de 325,0% em dezembro/21 para 297,0% em março/22%.

Além do banking

Com uma plataforma de canais integrada, que traz uma experiência única e fluida para o cliente, o BB está presente em 97% dos municípios brasileiros com 56,7 mil pontos de atendimento. Além disso, são mais de 24 milhões de clientes ativos nos canais digitais, 3,3 milhões a mais em um ano. No último trimestre, 9,7 milhões de usuários foram atendidos por WhatsApp (+188,1%).

Lançada em novembro/2021, a Loja BB garante uma audiência qualificada e geração de novos negócios para as empresas que se conectam conosco e, para o cliente pessoa física, traz comodidade, experiência, simplicidade e benefícios tangíveis, como o cashback. Ampliada em abr/22, agora conta com 12 e-commerces, 17 marcas de gift cards, recargas de celular para as principais operadoras do Brasil, além de várias oportunidades de benefícios e descontos. Nesse trimestre, foram R$ 230 milhões comercializados em produtos não bancários para três milhões de clientes.

No âmbito do open finance, o BB foi o primeiro banco habilitado para atuar como iniciador de pagamentos. O Minhas Finanças Multibanco é a solução integrada ao open finance que permite ao usuário a visualização de seus dados bancários do BB e de outras instituições financeiras de forma organizada e unificada.

Negócios Sustentáveis

A sustentabilidade está incorporada na estratégia do BB, que tem por premissa a integração da geração de valor econômico à transparência, à governança corporativa e à responsabilidade socioambiental. A carteira de crédito negócios sustentáveis atingiu em março/22, R$ 289 bilhões, formada por linhas de crédito com elevada adicionalidade ambiental e social. Nesse trimestre, foram R$ 9,2 bilhão em ofertas de investimento ASG, crescimento expressivo em relação a mar/21.

Além disso, somos o primeiro banco a oferecer um amplo atendimento em libras, tanto em canais presenciais quanto remotos.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil pagará R$ 1,9 bilhão em proventos aos acionistas até 31 de maio

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O Banco do Brasil (BBAS3) aprovou o pagamento de R$ 1,9 bilhão em proventos relativos ao primeiro trimestre de 2022, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (11). Desse valor, R$ 443 milhões são em forma de dividendos e R$ 1,4 bilhão em juros sobre o capital próprio.

O valor por ação em dividendos será de R$ 0,15534705486 e em JCPs R$ 0,51772406601. Os proventos serão pagos em 31 de maio de 2022. A partir de 24 de maio, a ação passará a ser negociada ex-proventos.

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre de 2022, de acordo com os dados divulgados pela companhia nesta quarta-feira (11).

O resultado representa um crescimento de 11,5% em relação aos números do trimestre anterior e um salto de mais de 34,6% sobre um ano antes.

O número veio maior do que esperado pelo consenso de mercado da Bloomberg, que apontava para lucro de R$ 5,3 bilhões.

Fonte: Money Times

 

Wiz fecha parceria com BB Corretora em seguros de grandes riscos

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A gestora de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros Wiz anunciou nesta terça-feira um acordo com a BB Corretora, da BB Seguridade, para oferecimento de seguros de grandes riscos a clientes institucionais do Banco do Brasil.

O negócio foi acertado pela Wiz Corporate, subsidiária da Wiz.

“A parceria prevê comercialização, em regime de co-corretagem, entre Wiz Corporate e BB Corretora, dos produtos operados pela seguradora Mapfre tendo como foco os clientes pessoas jurídicas do segmento atacado do Banco do Brasil”, disse a Wiz em comunicado ao mercado.

A Wiz afirmou que o acordo está alinhado à visão de crescimento da companhia no contexto de ampliação e diversificação das unidades de negócios e “expertise das empresas do conglomerado”.

Fonte: Forbes

 

 

BB lança soluções de crédito para leilão e retenção de matrizes

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O Banco do Brasil lançou dois novos produtos, no início deste mês de maio, para auxiliar o produtor na comercialização da safra: a CPR Aquisição de Bovinos (Leilão) e a CPR Retenção de Matrizes.

As novas soluções de crédito estão em sintonia com a missão da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), de promover o aumento sustentável da produção de carne e de leite através do registro genealógico, melhoramento genético e promoção das raças zebuínas. Além disso, o Banco atuará disponibilizando atendimento especializado, assessoria de qualidade e disseminando soluções cada vez mais modernas e aderentes às demandas dos clientes.

A CPR Leilão possibilita ao produtor adquirir animais bovinos, como touros, bezerras, novilhas, vacas e prenhez, de forma fácil, rápida e segura, diretamente pelo celular, conforme as condições abaixo:

Garantia: penhor de semoventes
Prazo: até 36 meses
Pagamento: mensal, semestral ou anual
Carência: até 12 meses

Com a CPR Retenção, que também pode ser contratada pelo celular, é possível fazer a manutenção do plantel de matrizes bovinas, de forma a garantir a produção. A contratação da Cédula se dá sob as condições:

Prazo:  até 5 anos
Pagamento: mensal, semestral ou anual
Carência: até 2 anos

Maior parceiro do Agro

O BB reforça o seu papel de maior parceiro do agronegócio brasileiro. O volume desembolsado pelo Banco entre os meses de junho de 2021 e março de 2022 superou R$ 120,5 bilhões, apresentando um crescimento de mais de 46% em relação ao mesmo período anterior.

Sustentabilidade

O BB com a sua carteira de negócios sustentáveis de R$291,4bilhões (4T21) está cada vez mais alinhado com as boas práticas que conciliam crescimento com equilíbrio sócio-ambiental. Incentivamos a agropecuária sustentável, estimulamos a utilização de energias renováveis, criando soluções que potencializam a eficiência energética, agregando valor e aumentando os ganhos financeiros.

Linhas de Crédito para o agro

Além das novidades citadas, o BB oferece linhas de crédito e soluções financeiras para todos os clientes produtores rurais, pequenos, médios, grandes, mega e agroindústrias. São linhas para custear, financiar a industrialização, investir em armazenagem e comercializar a produção agropecuária.

Com o objetivo de proteger os produtores rurais e sua produção, o BB oferece opções de proteção agropecuária, tais como: Opções Agro BB, Seguro Agrícola, Seguro Agrícola Faturamento, Seguro Vida Agricultura Familiar, Ouro Vida Produtor Rural, Penhor Rural, Proagro, dentre outras.

Fonte: Banco do Brasil

 

Clientes BB podem contratar opções agro diretamente pelo aplicativo

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Clientes do Banco do Brasil já podem contratar opções agro diretamente pelo aplicativo do BB. O processo, que era realizado exclusivamente por funcionários, foi simplificado e automatizado para conferir maior autonomia e agilidade aos produtores rurais. Até então, só era permitido aos usuários simular o valor das contratações via mobile.

O vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Naegele, destaca a importância de mais uma entrega inovadora que possibilitará o atendimento das demandas de forma imediata, com praticidade, segurança e eficiência. “A iniciativa reforça o compromisso do Banco em melhorar e ampliar o uso de opções de derivativos com linguagem simples e direta, por parte dos clientes, sobretudo os nossos produtores rurais”.

O mercado de opções é uma modalidade de investimento que garante ao investidor o direito, por um período determinado, de comprar ou vender um ativo por um valor pré-determinado em uma data específica no futuro. Ou seja, o produtor rural ao adquirir uma opção, ele compra o direito de comprar ou vender seu produto a um preço pré-determinado em um momento futuro. Assim ele tem maior previsibilidade e segurança em seu custo ou receita.

As Opções Agro BB oferecem proteção contra oscilações de preço na negociação das culturas/commodities, como forma de levar aos clientes previsibilidade de receita na comercialização da safra e estabilidade de renda, aprimorando o processo de tomada de decisão. Para o Banco, o produto contribui para a melhora da qualidade da carteira de crédito, como um robusto instrumento de hedge diante das variações de mercado.

Para o produtor rural Donizete Pafer, de Itapetininga (SP), que contratou o produto na fase piloto, diretamente de sua fazenda, a ferramenta é revolucionária para o agronegócio brasileiro. “Levou apenas um minuto para fazer tudo pelo aplicativo, desde escolher a melhor opção, de acordo com o custo-benefício, até finalizar a operação. Foi tudo muito simples e fácil. Eu vejo nessa ferramenta uma revolução”, completa.

Como contratar

Na “palma da mão”, a solução pode ser acessada a qualquer momento e em qualquer lugar, com poucos cliques pelo APP, no menu Agro (Simulador/Contratação de Opções Agro). Ao escolher a commodity, são apresentados todos os vencimentos e strikes (preço garantido) disponíveis para que o cliente escolha a opção mais adequada à sua necessidade. Ao final, basta confirmar a operação com a senha de segurança, de seis dígitos.

A novidade foi lançada em evento para clientes durante a 27° edição da feira agropecuária Agrishow, em Ribeirão Preto (SP).

Fonte: Banco do Brasil

Encontro Estadual do BB no Rio de Janeiro abre campanha nacional 2022

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O Encontro Estadual no Rio de Janeiro é o pontapé inicial para definição das reivindicações específicas dos funcionários do BB na Campanha Nacional dos Bancários. Por isso a participação todos e todas é tão importante, neste caso a quantidade e qualidade estão fortemente ligados.

Este é o ano no qual serão renovadas todas as cláusulas de nosso acordo coletivo. Pela nova legislação tudo o que temos em nosso atual acordo deve ser renovado até 31 de agosto, caso isso não aconteça até esta data, todas as cláusulas perdem a validade.

Os debates do Encontro Estadual serão encaminhados para o 33º Congresso de Funcionários do BB que será realizado nos dias 8, 9 e 10 de junho, na cidade de São Paulo, em formato híbrido, parte presencial e parte através de plataforma de videoconferência. Dia 08 a noite será a abertura, dia 09 Congresso do BB e dia 10 Encontro de Mulheres e Juventude e Encontro de Saúde.

A Federação, FEDERA-RJ, terá direito a 20 delegados para o Congresso Nacional, sendo 10 presenciais e 10 virtuais. Os debates e seminários serão transmitidos via live, possibilitando a participação de um maior número de bancários.

Encontro Estadual de funcionários do BB – FEDERA-RJ – 14/05/2022 – das 9h às 17h

O encontro será de forma híbrida: presencial no auditório do Sindicato de Bancários do Rio de Janeiro e virtual pelo link que será enviado aos inscritos

Para participar será preciso se inscrever pelo link https://pt.surveymonkey.com/r/ConferenciaEstadual. Encaminhe suas sugestões e propostas pelo link a seguir: https://pt.surveymonkey.com/r/EncontroBB

Programação:

• 9h – Abertura – Com a participação de Fernando Amaral, diretor eleito da Cassi e Marcio de Souza, diretor eleito da Previ.
• Debate das propostas para os encontros de Mulheres e Juventude e de Saúde do BB.
• 12 h – Almoço
• 13 h – Campanha Salarial e Organização –Mesa Contraf –João Fukunaga , Coordenador da Comissão de empresa do BB, Rita Mota, representante do RJ na Comissão de Empresa e Marcos Alvarenga, Diretor de Bancos Públicos da FEDERA RJ.
• Debates e deliberação das propostas a serem encaminhadas ao Congresso Nacional do BB.
• Eleição dos delegados ao 33º Congresso de Funcionários do BB.

Fonte: Sindicato dos Funcionários de Estabelecimentos Bancários do Rio de Janeiro

3,4 milhões de pessoas podem renegociar dívidas com BB e Bradesco

Publicado em: 06/05/2022

A Serasa Experian está oferecendo uma campanha para limpar os nomes de 3,4 milhões de pessoas em todo o País. Essa soma representa R$ 7 bilhões em dívidas ao Banco do Brasil e Bradesco. Por este motivo, a Serasa fechou um acordo com as maiores recuperadoras de crédito do Brasil, a Ipanema e a Ativo.

O Bradesco é responsável pelo valor de R$ 3 bilhões, que será administrado pela Ipanema, que tem a pretensão de recuperar os débitos de 2,4 milhões de clientes do banco. Já a Ativo se responsabilizará pela cobrança de dívidas de R$ 4 bilhões da carteira do Banco do Brasil, adquirida por 1 milhão de usuários.

Segundo Matheus Moura, gerente-executivo de Marketing da Serasa, a campanha já está funcionando e quem desejar negociar suas dívidas pode fazê-la pelo site ou pelo aplicativo da Serasa.

O gerente-executivo informou que um dos pontos positivos é que a campanha para a renegociação das dívidas será inclusive para as pessoas que se encontrem com parcelas em atraso e que não estejam com o nome negativado.

Fonte: Seu Crédito Digital

Broto do BB movimenta R$ 1,5 bilhão em 22 meses com plataforma digital

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O Broto, plataforma do Banco do Brasil e da BB Seguros desenvolvida pela WEBJUMP para atender produtores rurais de todo o Brasil, apresentou resultados expressivos em relação ao seu desempenho, na edição deste ano da Agrishow, em Ribeirão Preto. Com 22 meses de operação, o ecossistema, cujo marketplace é uma das principais soluções e que permite financiamentos com o Banco do Brasil, já movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão.

Desde que foi lançada, a plataforma já recebeu mais de 670 mil visitas, por cerca de 500 mil usuários. Eles tiveram acesso aos mais de 2 mil produtos cadastrados pelos mais de 400 parceiros. Os números reforçam a eficiência da plataforma, que se tornou um verdadeiro hub digital, eficiente e seguro, no qual o produtor rural encontra tudo de que precisa, tendo grande impacto na transformação digital do agro.

A WEBJUMP, empresa de tecnologia especializada na construção de lojas virtuais seguras, desenvolveu, como parte desse ecossistema digital, um e-commerce completo, que une fornecedores e produtores rurais interessados em negociar, amparados pelas linhas de crédito ofertadas pelo Banco do Brasil. Assim, quem vende pode expor o seu produto, e quem compra encontra facilidades de negociação.

“É um modelo de negócio inovador. O Broto não tem produtos disponíveis. Ele age como um intermediário. Nosso desafio foi criar uma plataforma funcional, segura e que fosse algo simples para o produtor. Foi um grande desafio, mas temos a expertise necessária. A WEBJUMP tem todas as certificações da Adobe e da Magento e trabalhamos com foco na experiência do usuário. Os números apresentados mostram que tivemos grande êxito neste trabalho”, afirma Erick Melo, Chief Commercial Officer (CCO) da WEBJUMP.

O Broto nasceu como uma experiência de transformação digital, que já há alguns anos é exigida pelo agro, porém pouco praticada. É fato que produtores fazem uso da tecnologia em toda sua cadeia produtiva, mas existe um elo que ainda não estava preparado para fazer uso de todo potencial tecnológico disponível, principalmente referente à web e e-commerce.

“Nós identificamos os problemas que o produtor enfrenta e apresentamos uma solução viável. Criamos uma plataforma aberta, diferenciada, que atende a todas as fases da cadeia do produtor. No Broto, eles podem fazer consultas, simulações de financiamento e fechar negócio diretamente com os vendedores, adquirindo de maquinário a insumos para o dia a dia. Estamos muito satisfeitos com os resultados, o que nos impulsiona a buscar novas formas de desenvolvimento e melhorias do serviço prestado”, afirma Carlos Augusto Demantova, gerente-executivo de Negócios do Broto.

Nesse sentido, o Broto reserva novos processos de desenvolvimento da plataforma. A ideia é criar um aplicativo móvel, converter o marketplace de vitrine para um e-commerce transacional, aplicar inteligência analítica para apoiar a tomada de decisão do produtor, melhorar e expandir o relacionamento com os fornecedores e criar um programa de relacionamento do Broto.

“Em tecnologia, o desenvolvimento é contínuo e as demandas sempre vão surgindo. Hoje temos uma plataforma funcional, que apresenta excelentes resultados. Mas seguimos com o desenvolvimento, atendendo as demandas que surgirem. Sempre é um desafio, mas acreditamos no potencial do Broto em se tornar um dos maiores e-commerces do agro no mundo”, finaliza Erick Melo.

Além do Broto, a WEBJUMP, empresa que proporciona transformação digital para negócios enterprise, possui em seu portfólio diversos outros cases de sucesso, como Nestlé, Havan, Elgin e Obramax.

Fonte: E-Commerce Brasil

 

BB tem tutorial para emissão do comprovante de resgate de depósito judicial

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Visando maior praticidade e celeridade nos processos, o Banco do Brasil, por meio do convênio firmado com a OAB-MT, disponibilizou um tutorial para emissão o comprovante de resgate de depósito judicial de forma rápida e gratuita por meio do site do Banco do brasil (www.bb.com.br).

A OAB-MT e o Banco do Brasil mantem convênio desde 2020 para agilizar o pagamento de precatórios, alvarás judiciais e Requisições de Pequeno Valor (RPVs). Para mais informações sobre o convênio, CLIQUE AQUI.

Ou clique aqui para ter acesso ao tutorial para a emissão do comprovante.

Fonte: OAB do Mato Grosso

Banco do Brasil recebe homenagem pelos 80 anos de instalação em Santa Cruz

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Foi realizada nesta segunda-feira (2), uma sessão solene em homenagem aos 80 anos de instalação do Banco do Brasil em Santa cruz do Sul. A proposta do Legislativo partiu do vereador e líder do Governo, Henrique Hermany (PP).

Além da entrega de uma placa para a gerência, ainda foi realizada uma homenagem ao funcionário aposentado Nelson Tech e Rui Barbosa Pacheco do Canto, bem como a prefeita Helen Hermany, ex-funcionária aposentada como funcionária do BB. Também receberam uma homenagem do gerente geral do BB, Adércio Luís Arenhardt, os alunos Yasmin Escobar dos Santos, da EMEF Normélio Boettcher, vencedora do concurso de desenho; Alexia da Silva Taborda, da EMEF Guilherme Hildebrandt, 2ª colocada no concurso de desenho e Aline da Cruz, da EMEF Normélio Boettcher, vencedora do concurso de redação.

O Banco do Brasil é um patrimônio nacional que marcou seus 80 anos de serviços prestados e de atuação junto à comunidade de Santa Cruz do Sul. A reunião também integra oficialmente a programação das comemorações dos 80 anos do Banco do Brasil, encerra uma semana marcada pela emoção, pelo reconhecimento, pela festa, amizade, reencontros, mas acima de tudo: olhos no futuro.

Henrique Hermany destacou que a primeira agência do Banco do Brasil em Santa Cruz do Sul foi a agência de número 180 no Brasil, inaugurada no dia 25 de abril de 1942, instalada inicialmente na rua Ramiro Barcelos, onde funcionava o Banco Industrial e Comercial do Sul. Contava com apenas três funcionários: o gerente Teófilo Ávila de Araújo, o subgerente Ortti Purper e Waldir Andrade de Freitas. Em 1947, a agência foi transferida para a rua Marechal Floriano, endereço que permaneceu até 1962, quando migrou para a Rua Borges de Medeiros, esquina com a Tenente Coronel Brito, onde até poucos dias estavam sediadas as secretarias de Fazenda e Administração.

Em 1970, João Gouvêa foi nomeado gerente e, nove anos depois, o banco adquiriu o imóvel da rua Marechal Deodoro, local que abriga a atual sede da agência 180 do Banco do Brasil. “Era não apenas o início de uma nova trajetória em Santa Cruz, na sede em que hoje funcionam 3 agências – Centro (0180-5), Empresas (micro, pequenas e médias) e Corporate Banking (com atuação em grandes empresas), mas também uma data muito especial”, observou.

A inauguração ocorreu em 28 de setembro de 1979, dia do aniversário de Santa Cruz do Sul. Hoje em dia já são mais de 5 mil agências do Banco do Brasil, capilarizadas Brasil afora e no exterior. “Indispensável referir e reafirmar a importância do Banco do Brasil que foi e é, em grande medida, parte fundamental da história, da evolução e do desenvolvimento econômico-social de Santa Cruz do Sul, destacadamente apoiando o agronegócio, de forma a possibilitar financiamentos que fomentam, além da cultura do tabaco outras tantas do setor primário”, salientou Henrique.

Protagonista

O Banco do Brasil, através dos seus colaboradores da agência de Santa Cruz do Sul, foi protagonista na década de 90, em diversas ações humanitárias, destacando o trabalho através do Comitê de Combate à Fome e a Miséria. “Numa passagem marcante e que consta referido no livro Orgulho Centenário (registro histórico que homenageou os 100 anos do nosso glorioso Galo), novamente se destaca o trabalho do gerente João Ambros Gouvêa, que foi grande colaborador e é benemérito do Futebol Clube Santa Cruz. O envolvimento e presença do então gerente do Banco do Brasil no Futebol Clube Santa Cruz foi muito importante nas décadas de 1960 e 1970, pois, ciente das dificuldades financeiras, foi responsável por um tipo de ação entre amigos, na época conhecida como livro-ouro, para arrecadar fundos, acompanhando ainda a construção do pavilhão social e a criação da então Associação Santa Cruz, que uniu, por alguns anos, Galos e Periquitos”.

Ainda no campo do esporte, a Escolinha da AABB, da qual Henrique fez parte aos seis anos. “Pelos relatos da minha mãe, um grande atleta, goleador. Lembro bem da marajó QI 3737, que com os bancos virados levava mais crianças que uma kombi, veículo tão estimado pela prefeita Helena, que também era a Madrinha da Escolinha, a qual ajudou a fundar”.

Esses momentos marcaram época de muitos filhos de funcionários do Banco do Brasil sede da nossa querida Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB), que também era espaço de acampamento de férias, recreação e tantas outras atividades, como mais recentemente sediou inclusive etapa nacional de Jogos de Integração do BB. A Sede da AABB hoje recebe centenas de crianças, oriundas dos bairros mais vulneráveis de Santa Cruz, que através do Projeto AABB Comunidade, vivenciam lições diárias para o desenvolvimento desses jovens, numa ação em parceria com poder público municipal.

Fonte: Expansão

 

Ematerce participa de reunião com Superintendência do BB em Fortaleza

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O presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ematerce), Antônio Rodrigues de Amorim, o diretor-técnico, Itamar Lemos Marques, os assessores de Crédito Rural, do Centro Gerencial, em Fortaleza-CE, Manoel Elderi e José William participaram, na terça-feira (3/5/2022), de importante reunião com o superintendente do Banco do Brasil, em Fortaleza, Allan Trancoso, o gerente de Negócios Rodrigo Neri, além dos assessores Clécio e Eduardo.

Dentre as decisões tomadas, ficaram definidos a melhoria e o estreitamento da parceria para as ações de crédito rural. Na oportunidade, ficou acertada uma capacitação, destinada aos técnicos da empresa, a respeito do Portal do Banco do Brasil, a ser realizada, em 7 de junho de 2022, no Centro de Treinamento da Ematerce, ou seja, na Fazenda Normal, localizada no Distrito Uruquê, município de Quixeramobim-CE. No decorrer da reunião, foram abordados outros temas, como o Crédito Fundiário, o Projeto São José, Cadeias Produtivas, afora outros assuntos.

De acordo com o diretor-técnico da Ematerce, Itamar Lemos, no final do encontro, os representantes das duas instituições mostraram-se satisfeitos pelos resultados alcançados e com as perspectivas de trabalho, de forma conjunta, dentro de um horizonte bem próximo.

Fonte: Ematerce

Associação Rondoniense de Municípios fechada acordo com Banco do Brasil

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O Prefeito de Urupá e presidente da Associação Rondoniense dos Municípios – AROM, Célio Lang, acompanhado do Prefeito de Nova Mamoré e Secretário Geral da AROM, Marcélio Brasileiro e funcionários do Banco do Brasil (BB) assinaram, na quarta-feira (27/04), um protocolo de intenção entre a AROM e a instituição financeira.

O superintendente comercial do setor público, Sandro Jacobsen Grando informou que vai haver uma parceria entre o BB e os municípios rondonienses, nos serviços do setor público. “Aqui em Brasília, na marcha dos prefeitos, o prefeito Célio Lang, juntamente com o prefeito Márcélio Brasileiro, assinaram esse protocolo que vai melhorar muito a relação da nossa instituição financeira com os nossos parceiros e colegas prefeitos”, comentou.

Para o Prefeito Célio Lang o BB já é um grande parceiro de várias prefeituras, e que agora também está se propondo a ser um grande parceiro dos municípios de todo do estado de Rondônia. “Como presidente da AROM, fico muito feliz. Cria-se um ambiente até melhor para que os prefeitos possam vir a capital, inclusive o Banco disponibilizará um ambiente pra que eles possam fazer reuniões, isso é muito importante”, enfatizou.

O prefeito de Nova Mamoré, Marcélio Brasileiro, destacou a importância da parceria firmada e do protocolo de intenções entre a AROM e o Banco do Brasil. “Vamos ter mais um local para facilitar os trabalhos dos prefeitos e gestores municipais e um bom acolhimento quando estamos em agenda na Capital, cumprindo tarefas para atender nossas cidades”, comentou.

O gerente geral de unidade de negócio setor público do Banco do Brasil, Luiz Cláudio, disse ser uma grande honra e um grande orgulho a parceria, não só com a AROM, mas com todos os municípios rondonienses. “O Banco do Brasil tem uma presença importante no estado do Rondônia e para nós, como um vetor, que colabora com o desenvolvimento local, essa parceria nos traz muita alegria e muito propósito, então, vida longa ao estado de Rondônia e felicidades, que todos possam usar bastante as nossas instalações”, concluiu Luiz Cláudio.

ROM informa que a Sala do Cliente está localizada na sede do Escritório Setor Público do Banco do Brasil, na Avenida Farquar, 3235, 2° Andar, Panair, Porto Velho-RO.

O espaço disponibiliza de mesa de trabalho, mesa para reuniões, espaço para 08 pessoas sentadas e demais equipamentos necessários para o desenvolvimento de atividades temporárias dos visitantes. Com o agendamento prévio, o município associado poderá utilizar, sem ônus, esse espaço de excelência do cliente BB.

Fonte: Rondônia Dinâmica

 

Presidente da Caixa desafia BB: “seremos os maiores em crédito rural até 2024”

Publicado em: 01/05/2022

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, voltou a desafiar o Banco do Brasil, líder no mercado de crédito agrícola no país, e disse que quando a instituição for “mais ou menos” vai assumir a ponta do ranking.

Durante a abertura da 27ª edição da Agrishow, Guimarães repetiu que a Caixa será o maior banco do agronegócio até dezembro de 2024. Ele disse que o banco tem as menores taxas do crédito rural, de 9,5% ao ano.

“Aqui ouvimos várias críticas em relação à Caixa. Ótimo, estou aqui para aprender. Hoje, nós somos só muito ruins. O dia que a Caixa for mais ou menos nós vamos ser o maior banco do agronegócio”, afirmou.

De julho até meados de abril, o BB já desembolsou mais de R$ 119 bilhões em crédito rural por meio de linhas e títulos do agronegócio. No sistema de informações do Banco Central consta a liberação de R$ 14,2 bilhões pela Caixa até março de 2022 pelos programas do Plano Safra.

Fonte: Valor Investe

Economia barra reajuste de até 40% para comando do Banco do Brasil

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O Ministério da Economia barrou na última quinta-feira, na assembleia do Banco do Brasil, proposta do comando da instituição para reajustes nos salários do seu presidente, vice-presidente e diretores.

Durante as últimas semanas, o comando do BB, principalmente por meio de seu vice-presidente corporativo, Ênio Mathias, fez gestões fortes junto à área econômica para que os vencimentos do seu presidente, Fausto Ribeiro, fossem reajustados em 40%, para R$ 96,9 mil, e dos demais cargos em cerca de 20%, para R$ 80,8 mil no caso dos vice-presidentes e R$ 67,3 mil nos diretores.

O argumento é que essas funções não têm correção salarial desde 2016 e que, especialmente no caso dos diretores, já está ocorrendo situações em que gerentes-gerais contratados pela CLT e sem o mesmo grau de responsabilidade estariam ganhando mais do que os diretores. Esses gerentes têm tido reajustes por meio das negociações sindicais.

Apesar de esse último argumento ser considerado razoável do ponto de vista da gestão, o ministro Paulo Guedes e a área responsável pelas estatais se mantiveram irredutíveis na decisão de não autorizar que a proposta avançasse. A leitura é que a medida seria ainda mais inoportuna em um contexto no qual o governo se vê em meio a um forte embate com os servidores públicos para conter as pressões por reajustes salariais. O governo topa dar 5% de reajuste para os funcionários dos três poderes, mas a medida não agrada as categorias.

Apesar da derrota na assembleia realizada na última quinta-feira, a direção do BB estuda a possibilidade de fazer nova proposta mais à frente, segundo apurou o JOTA. Procurada, a instituição não se manifestou oficialmente sobre o assunto.

Outras estatais também estavam tentando reajustes, mas também sem sucesso com a equipe econômica.

Fonte: Jota

Banco do Brasil prevê R$ 2 bilhões em pedidos de crédito durante Agrishow

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O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil (BBAS3), Renato Naegele, afirma que a expectativa do banco é de receber pedidos de crédito que somem um volume de R$ 2 bilhões durante a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do Brasil, que está em seu terceiro dia nesta quarta (27). Na última edição presencial do evento, em 2019, o banco contabilizou R$ 1,2 bilhão em pedidos de crédito.

De acordo com o VP do Banco do Brasil, apesar da alta dos custos de produção e da escalada da Selic nos últimos meses – hoje em 11,75% ao ano -, a demanda por crédito rural continua forte.

Naegele destaca que o setor vem de cerca de quatro safras com altas margens de lucros. No ciclo 2021/22, apesar de os custos terem subido, a guerra na Ucrânia elevou os preços das commodities.

Em 23 de março, o Banco do Brasil começou a aceitar pedidos de crédito para a próxima safra, que começa em julho. Segundo o executivo, até o momento a procura pelos recursos ainda pelo agro não está maior do que há um ano.

No entanto, ele pondera que o ritmo normalmente começa a acelerar a partir de junho.

“Lançamos em março para o produtor ter mais uma opção de crédito, até porque tem a suspensão das linhas com equalização”, explica, referindo-se ao congelamento nos bancos, desde o início de fevereiro, de novos pedidos para diversas linhas do Plano Safra, com taxas subsidiadas, por falta de recursos.
Banco do Brasil tem ‘reserva polpuda’

No Banco do Brasil, cerca de R$ 3,5 bilhões estão congelados no momento, mas os recursos já estão comprometidos para os produtores, de acordo com Naegele. “Isso é dinheiro para médio e grande produtor, do Pronamp (programa focado nos médios) e para investimentos. Deixamos os produtores apresentarem suas propostas, acolhemos, mas não estão aprovadas por uma questão de sistema. Só posso aprovar quando o Tesouro der autorização”, disse o executivo.

Desempenho de BBAS3 na bolsa

As ações BBAS3 sobem 0,56% no intradia desta quarta-feira (27), a R$ 34,11. No acumulado de 2022, as ações do Banco do Brasil sobem cerca de 18,3%.

Se considerarmos a janela dos últimos 12 meses, são 14% de alta, ao passo que nos últimos 6 meses foram 17% de valorização nas ações ordinárias do Banco do Brasil.

Fonte: Suno Research

Gerente do BB pode exercer cargo de professor de Ciências na rede pública

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A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu a validade da acumulação dos cargos de técnico bancário do Banco do Brasil S.A. com o de professor da rede pública de ensino de Teresina (PI) e rejeitou exame de recurso do banco contra decisão que tornara nula a notificação para que o empregado escolhesse um dos cargos. Conforme o colegiado, o cargo de bancário está enquadrado na exceção constitucional que permite acumulação de um cargo técnico e outro de professor.

Contratado pelo Banco do Brasil em 1987 para cargo administrativo de nível básico, o empregado relatou, na ação trabalhista, que exerce a função de gerente de relacionamento há vários anos, com jornada diária de oito horas. Paralelamente, desde 1985, é professor de Ciências da rede pública, vinculado à Secretaria Estadual da Educação do Estado do Piauí, em regime de 20 horas semanais noturnas.

Em 2011, o banco comunicou-lhe que teria de optar pelo cargo de bancário ou pelo de professor, levando-o a ajuizar a reclamação trabalhista. Entre outros aspectos, ele argumentou que fora contratado, nos dois casos, antes da Constituição Federal de 1988 e que havia acumulado os cargos por mais de 25 anos sem que o banco se pronunciasse sobre a possível incompatibilidade.

Direito

O juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região (PI) reconheceram o direito ao exercício dos dois cargos, por entender que a situação está entre as hipóteses autorizadas pela Constituição da República, que admite a acumulação de um cargo de professor com outro técnico ou científico, desde que haja compatibilidade de horários (artigo 37, inciso XVI, alínea “b”).

Proibição

Ao recorrer ao TST, o Banco do Brasil sustentou que o cargo exercido pelo trabalhador é de escriturário, com serviços em sua maioria burocráticos, não se caracterizando como cargo técnico.

O relator do recurso de revista, ministro Renato de Lacerda Paiva, assinalou que, de acordo com o TRT, há compatibilidade de horários. Em relação ao outro requisito, lembrou que prevalece, no TST, o entendimento de que o cargo de técnico bancário, embora exija apenas a conclusão de ensino médio para ingresso nos quadros da empresa pública, requer conhecimento específico capaz de justificar seu enquadramento no permissivo de acumulação de cargos públicos.

A decisão foi unânime.

Fonte: Direito Real

 

BB é autorizado pela Câmara a instalar agência na Prefeitura de Uberaba

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A cessão de área pública para que o Banco do Brasil opere dentro da Prefeitura de Uberaba foi aprovada pela Câmara na última segunda-feira (25). O local que anteriormente era utilizado pela Caixa Econômica Federal e foi transferido para a outra instituição bancária, que em dezembro de 2021 se tornou a prestadora de operações bancárias da administração direta e indireta do município. Veja mais abaixo.

De acordo com o Legislativo, o projeto de lei para a cessão foi votado em regime de urgência. O espaço servirá para que o Banco do Brasil ofereça acesso rápido a produtos e serviços bancários.

No dia 23 de dezembro de 2021, a Prefeitura de Uberaba, por meio da Secretaria de Administração (SAD) e a Secretaria de Fazenda (Sefaz), assinou contrato com o Banco do Brasil (BB), para que instituição financeira centralizasse todas as operações bancárias do Município, tanto da administração direta quanto da indireta.

Á época, o secretário de Administração, Beethoven de Oliveira disse que a validade do contrato é de cinco anos, e que o banco faria um pagamento de R$ 22.200.00,00 pela folha de pagamento da administração direta e indireta, incluindo aposentados e pensionistas. A cessão do espaço no Centro Administrativo para atender aos servidores na abertura das contas, oferecimento de produtos e outros serviços já estava prevista.

Conforme a Prefeitura, uma novidade no contrato é que o contribuinte passou a ter opção diferente para pagamento de tributos municipais. O Banco do Brasil também ofereceu uma forma de pagamento via PIX, com o produto chamado “PIX Arrecadação” – uma nova modalidade que será ofertada ao contribuinte para pagar todos os tipos de tributos municipais.

Fonte: G1

Brasilprev, do Banco do Brasil, lança curso virtual sobre previdência privada

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Desde a semana passada, os interessados em aprender sobre previdência privada têm acesso a uma plataforma de ensino 100% gratuita. A Brasilprev, braço de previdência complementar aberta do Banco do Brasil (BBAS3), lançou a plataforma FuturEd, que fornece cursos sobre o tema em vídeos e em podcast.

O primeiro curso em vídeo, sobre previdência privada e planejamento financeiro, é ministrado pelo professor Carlos Heitor Campani, do Instituto Coppead de Administração, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Organizado em três módulos, o curso tem dezenove aulas, que somam 159 minutos de duração.

Entre as principais lições dos três módulos estão as diferenças de investimentos nos planos PGBL e VGBL, como eles são tributados e os cuidados necessários na hora de fazer o Imposto de Renda.

O aluno também recebe orientações para começar hoje mesmo a planejar suas finanças de um jeito simples e descomplicado, com aulas sobre os principais tipos de investimento em renda fixa e em renda variável.

Em relação ao podcast, o primeiro episódio tem 50 minutos. Também narrado pelo professor Carlos Heitor Campani, ele apresenta um resumo do curso em vídeo. Segundo a Brasilprev, a ideia é que o podcast estimule o interesse do aluno sobre previdência privada, de forma a atraí-lo para esses cursos em vídeo.

Com 28 anos de atuação, a Brasilprev tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group, instituição financeira norte-americana.

Líder do mercado de previdência privada aberta (em que qualquer um pode contribuir sem estar vinculado a um fundo de pensão), a companhia tem mais de R$ 322 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes.

Fonte: Space Money

 

Ex-ministro da Fazenda defende privatização do BB; quais são as chances?

Publicado em: 24/04/2022

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles defendeu nesta terça-feira (19) a privatização do Banco do Brasil (BBAS3). A Eletrobras (ELET3) também foi mencionada, chamada de parte das “grandes estrelas” em poder do governo federal.

“Não faz sentido o governo federal ter duas grandes instituições financeiras”, disse o ex-ministro se referindo ao Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal.

Meirelles, que deixou o cargo de secretário de Fazenda do Estado de São Paulo neste mês, tem a intenção de concorrer a algum cargo nas eleições. Para ele, privatizar o BB seria mais fácil por se tratar de uma instituição que tem grande quantidade de ações espalhadas pelo mercado.

Segundo o ex-ministro, num cenário em que o Banco do Brasil fosse privatizado, as atividades da Caixa Econômica Federal seriam direcionadas à ações sociais.

Por fim, ele defendeu que a discussão de desestatização da financeira deve acontecer no início do próximo mandato presidencial, já que um governo eleito com a força popular sempre reúne condições de discutir programas consistentes de reformas e privatizações com o Congresso no primeiro ano de governo.

Quais são as chances de privatizar o Banco do Brasil?

Privatizar uma empresa estatal não é tão fácil quanto se fala. A exemplo disso, temos a Eletrobras (ELET3) que teve a desestatização aprovada pelo Congresso em junho de 2021, mas ainda aguarda julgamento do Tribunal de Contas da União (TCU) — previsto para esta quarta-feira (20) — para aprovar a privatização.

De fato, a privatização do Banco do Brasil (BBAS3) sempre esteve no radar do Ministério da Economia, chefiado por Paulo Guedes, assim como a Petrobras (PETR4).

“Um plano para os próximos dez anos é continuar com as privatizações. Petrobras, Banco do Brasil, todo mundo entrando na fila, sendo vendido e sendo transformado em dividendos sociais”, declarou Paulo Guedes, em setembro do ano passado.

O ex-governador de São Paulo e atual pré-candidato à Presidência pelo PSDB, João Doria, também já afirmou que, caso eleito, deve privatizar o Banco do Brasil (BBAS3). O assunto já foi discutido com Meirelles, afirmou o ex-ministro e ex-presidente do Banco Central durante o governo Lula.

Por fim, Meirelles disse não ver nos dois candidatos que lideram as intenções de votos (ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro) disposição clara para reformas.

Fonte: Seu Dinheiro

 

Banco do Brasil celebra fechamento de parceria com Agtech Garage

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O BB firmou parceria com o AgTech Garage, um dos principais hubs de inovação do agronegócio no mundo. Agora, o Banco do Brasil, maior parceiro do agronegócio brasileiro, passa a ser membro da comunidade “Ecossystem Partner”, integrada por corporações, startups e produtores que atuam no Parque Tecnológico de Piracicaba (SP). A cidade, conhecida como “AgTech Valley”, concentra atores importantes do ecossistema de inovação no setor agrícola.

A conexão no Agtech Garage, amplia e fortalece as iniciativas digitais do Banco do Brasil no ecossistema do agronegócio, promovendo a inovação aberta e estimulando novas parcerias com startups para o desenvolvimento de produtos e serviços para o setor agropecuário”.

A parceria reforça também o recém-lançado programa de inovação aberta, experimentação e novas tecnologias do Banco do Brasil, o Lentes BB, trazendo a aplicação de tecnologias digitais emergentes em novos modelos de negócio, melhores experiências e ganhos de eficiência.

“Estamos muito animados com a parceria com o Banco do Brasil. Sabemos da sua relevância para ao agro brasileiro. Estamos percebendo um alto nível de engajamento e um direcionamento estratégico muito forte voltado para a inovação aberta. Com certeza, vem para somar e construir excelentes iniciativas junto com o AgTech Garage”. José Tomé, CEO e co-founder do AgTech Garage.

Para o Vice-Presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Renato Naegele, “O ambiente de inovação aberta do Agtech Garage possibilita a conexão direta com a evolução tecnológica do agro, impulsionando a estratégia digital do Banco do Brasil na promoção de soluções inovadoras para apoiar a gestão e o crescimento dos produtores rurais. Buscamos que o Agro Digital do BB ofereça as melhores soluções de mercado aos nossos clientes, criando um ecossistema de inovação, gestão, conhecimento e assessoria.”

Lentes BB

O programa de inovação aberta do Banco do Brasil foi lançado no início deste mês de março. O programa será executado por meio de laboratórios, físicos ou virtuais, que irão unir empreendedorismo, capacitação e tecnologia, sempre com apoio de parceiros (startups, universidades e outras corporações) especialistas nos temas e tecnologias abordadas.

A jornada foi iniciada com um laboratório focado em blockchain, com objetivo de identificar, validar e criar protótipos que possam se beneficiar da tecnologia. Depois de blockchain e agronegócios, o Lentes BB irá ampliar sua atuação para outros temas relevantes como 5G, IoT e inteligência artificial.

Inovação

O BB possui um programa estratégico de investimento em startups no qual o agro é um dos pilares da tese de investimento. Em 2020, desenvolveu a solução Mappiá, que auxilia o produtor rural na captura de coordenadas e perímetro de área para facilitar o processo de financiamento. A iniciativa foi reconhecida pelo o prêmio CNN Notáveis 2022, na categoria Agronegócios e Alimentos pela sua atuação inovadora.

Broto

O Broto é uma plataforma digital voltada para apoiar os produtores rurais a expandirem os seus negócios, integrando os agentes do agronegócio e oferecendo informações, capacitação e soluções de negócios, consultoria técnica e financeira. Desde o seu lançamento, em julho de 2020, já foram realizados quase R$ 1,5 bilhão em financiamentos rurais na plataforma.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil apoia agronegócio aplicando IA a imagens de satélite

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O Banco do Brasil é um dos principais agentes financeiros que impulsionam o agronegócio do País. Na safra de 2020/2021, por exemplo, a instituição foi responsável por mais de 560 mil operações de crédito no setor, ou o equivalente a R$ 117,5 bilhões contratados. Diante desses números, o banco enfrenta um sério desafio de monitoramento dos contratos.

Em todas as operações de financiamento estão previstas, em contrato, visitas de técnicos agrícolas às lavouras para validação das informações de produção. A grande quantidade de lavouras financiadas pela instituição – além da limitação humana para realização da fiscalização –, no entanto, levava o banco a realizar visitas presenciais por amostragem. O resultado disso é que a média de operações de custeio fiscalizadas por safra era de apenas 17%.

Para enfrentar este desafio, surgiu o projeto ‘Mappiá’, aposta do Banco do Brasil no mapeamento de lavouras via satélite e no emprego de inteligência artificial para digitalizar seu processo de fiscalização. Liderado por Rodrigo Mulinari, CIO do banco, o projeto foi reconhecido no Prêmio Executivo de TI do Ano 2022, organizado pela IT Mídia, na categoria ‘Novos modelos de negócios – Faturamento acima de R$ 5 bilhões’.

“Com o projeto nós conseguimos pegar praticamente o Brasil inteiro. Consigo ter uma escala maior, com custo menor, mais acurácia e melhor eficiência”, contou o executivo em entrevista ao IT Forum. “A visita física é sempre uma fotografia, o técnico não pode ir muitas vezes durante o plantio. [Com o Mappiá] eu posso ver se hora em hora, saber exatamente como está agora. Se deu um temporal, aconteceu uma geada. Eu tenho um filme da plantação”.

O Mappiá foi concebido na segunda metade de 2020 e, desde seu início, aplicou metodologias ágeis e UX para a elaboração da solução. Seu objetivo é a utilização de visão computacional, georreferenciamento e sensoriamento remoto para buscar lavouras financiadas pelo Banco do Brasil em imagens de satélites. A partir das imagens, a instituição é capaz de verificar se a área total contratada foi plantada e se as plantações correspondem à cultura contratada.

Construção

Por conta da complexidade e escopo da iniciativa, o banco buscou referências no mundo acadêmico e construiu novas soluções internamente, evoluindo a arquitetura, infraestrutura, recursos de Big Data, e os processos de negócio para integração de ambiente legado e distribuído. Um dos seus maiores desafios, conta Mulinari, foi desenvolver as competências para processamento dessas imagens dentro das equipes do banco.

“O primeiro desafio é a coleta da informação em si. Nós tivemos que cruzar satélites. Temos informações de mais de um satélite, temos áreas escuras, regiões que pegam nuvens durante muito tempo. Temos que coletar mais de um satélite em tempos diferentes”, explicou. “O segundo são os próprios modelos que temos que criar. Saber qual lavoura o cliente plantou, qual estágio ela está. Para isso são vários modelos de inteligência artificial, usando machine learning visão computacional, e técnicas bem avançadas para conseguir chegar ao resultado”.

O esforço já traz resultados positivos. Com a solução, hoje já é possível emitir alertas, caso encontradas irregularidades, para 99,84% das lavouras de soja financiadas e 94% das lavouras de milho. Isso representa um aumento em 454% das operações de soja monitoradas e 515% das operações de milho monitoradas, considerando dados da safra anterior, diz o Banco do Brasil.

Também já é possível utilizar a solução para auxiliar o direcionamento dos fiscais a campo, com potencial de melhoria operacional, melhor alocação de recursos e além de redução dos riscos de crédito e imagem para a instituição. Além disso, o projeto Mappiá também se tornou um novo ponto de informações públicas para produtores, que pode ser acessado por qualquer um – até não clientes do banco – para a tomada de decisão no planejamento de sua produção.

“Do ponto de vista do usuário final, a gente conseguiu distribuir essa informação de maneira gratuita de maneira assertiva e confiável. A gente percebe uma grande quantidade de acessos cada vez maior, o cliente vê valor naquilo”, pontuou o CIO do Banco do Brasil. “Nosso objetivo de democratizar a informação, a gente atingiu.”

Fonte: IT Fórum

 

BB oferece atendimento em libras a clientes com deficiência auditiva

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Os clientes do Banco do Brasil com deficiência auditiva ou de fala passam a ter atendimento na Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos serviços presenciais e remotos. A novidade vale para as agências, a Central de Relacionamento, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e a Ouvidoria.

Intérpretes em uma central especializada ajudarão os clientes por meio de chamadas de vídeo, tanto no atendimento físico nas agências como no remoto.

Para fornecer o atendimento às pessoas com deficiência auditiva e de fala, o Banco do Brasil firmou parceria com o Icom, plataforma de referência%u202Fno mercado em tradução para pessoas surdas. A plataforma fornece comunicação%u202F em%u202F Libras, leitura labial ou texto a qualquer hora e em qualquer dia, para todas as pessoas que precisem de acessibilidade.

Como funciona

O oferecimento da tradução simultânea ocorre por meio de chamada de vídeos com uma empresa especializada. Nas agências, a chamada é iniciada pelo funcionário do Banco do Brasil. No aplicativo ou no site da instituição financeira, o cliente pode iniciar uma chamada de vídeo com um intérprete, que, por meio de uma linha exclusiva com o BB, traduz o atendimento da Central de Relacionamento BB, SAC e Ouvidoria.

Segundo o Banco do Brasil, a%u202Finiciativa está alinhada aos dez Compromissos em Sustentabilidade assumidos pela instituição em 2021. O banco tem metas a serem implementadas até 2030 de negócios sustentáveis, investimento responsável e em gestão ambiental, social e de governança.

A instituição também treina os funcionários para melhorarem o atendimento a pessoas com qualquer tipo de deficiência. Segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há cerca de 10 milhões de pessoas com deficiência auditiva ou de fala no Brasil. Desse total, quase 3 milhões são totalmente surdas e não têm fluência em português, usando a Libras como principal idioma de comunicação.

Fonte: Diário de Pernambuco

BB inova em ação que conecta mundo dos games com automobilismo real

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O conglomerado Banco do Brasil anuncia, nesta sexta-feira, 22 de abril, a parceria com os Fittipaldi Brothers, Enzo e Pietro. Trata-se de uma ação que conecta o automobilismo virtual, a partir de uma estratégia de redes sociais do Banco do Brasil com o público jovem. A ação de engajamento contratada pelo Banco trará os irmãos pilotos que também são influenciadores digitais em redes como a Twitch, Instagram, YouTube e Twitter.

O cenário mundial de games e eSports vem crescendo em ritmo acelerado ao longo dos últimos anos e o panorama nacional desse mercado vem acompanhando essa tendência. O Brasil é hoje o terceiro país com maior número de gamers no mundo, com 72% de sua população, ficando atrás apenas dos EUA e da China. No Brasil, o BB é pioneiro no segmento ao participar e desenvolver, desde 2018, projetos que permitam a aproximação e o relacionamento com o público gamer, que inclui jovens, universitários, e nativos digitais.

Fittipaldi Brothers é, no Twitch, o maior canal de corridas do Brasil e o segundo maior do mundo. Além disso, os irmãos também contam, em seus perfis individuais nas redes, com diversos seguidores, que os acompanham em competições nas pistas e nos games. Cabe destacar que, em 2021, Enzo Fittipaldi conquistou o título do campeonato virtual da Fórmula 1. O piloto, ex-integrante da academia da Ferrari e representante da equipe americana Haas no torneio virtual, levou o título na última etapa do campeonato do ano passado, disputada no circuito virtual de Interlagos. Ele e Pietro também conquistaram o título mundial da F1 virtual para a equipe Haas, com 85 pontos na temporada, contra 62 da Ferrari, a segunda colocada.

Entre outros projetos desenvolvidos pelo Banco, destaca-se o Squad BB, que vem sendo realizado desde 2020 e tem como objetivo adaptar a comunicação do BB à linguagem e formatos de conteúdo que façam sentido para o segmento, prevendo a participação de influenciadores em ações promocionais e publicitárias. Os influenciadores que compõem o Squad BB são produtores de conteúdo reconhecidos no segmento nacionalmente, com trajetórias relevantes no universo de games e esportes eletrônicos. Todos estão na plataforma Tamo Junto Nesse Game https://tmjnessegame.com.br/ e contribuem para ampliar a divulgação da marca e de produtos e serviços do Banco, tanto por meio de seus perfis pessoais como pelos perfis do BB.

Atualmente, o Squad conta com integrantes que atuam e se comunicam com públicos que acompanham as modalidades de eSports: FPS (First Person Shooter), MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) e Battle Royale. Além dessas modalidades, os games de simuladores também possuem grande penetração nesse mercado, com destaque para os simuladores de automobilismo.

Os Fittipaldi Brothers, Enzo e Pietro Fittipaldi, além de contarem com fãs nas categorias de automobilismo Fórmula 2 e Fórmula 1, respectivamente, mantêm uma legião de seguidores conhecida como Fittiforce. Essa base de apoiadores e torcedores já emplacou sua hashtag nos Top 10 Twitter Trending Topics tanto do Brasil quanto da Europa.

O projeto reforça o posicionamento como banco digital e inovador, além de promover o rejuvenescimento da marca e da base de clientes e contribuir como suporte às ações de publicidade e promoção, atuando no resultado negocial do Banco. A expectativa é também ampliar o relacionamento com públicos de interesse estratégico, proporcionar experiências diferenciadas de marca e gerar visibilidade e retorno de imagem.

Conglomerado BB acelera nas pistas

A ação com os jovens pilotos e streamers se estende à Fórmula 2, nesta temporada de 2022, com Enzo Fittipaldi que competirá pela equipe Charouz Racing System, e aos treinos do piloto na Fórmula 3. Os investimentos pelas empresas do conglomerado BB Seguros e pela Gestora de Fundos de Investimento do Banco do Brasil, na ordem de R$ 7 milhões, contarão com abatimento fiscal de acordo com a Lei de Incentivo ao Esporte.

O contrato também prevê, como contrapartida de visibilidade da marca do conglomerado BB, espaço no macacão de Pietro Fittipaldi, que é piloto de testes da Haas F1 Team. Para ele, será uma volta ao cockpit da Haas depois que ele disputou dois GPs no final de 2020, substituindo Romain Grosjean, que sofreu um acidente no GP do Bahrein daquele ano. Os pilotos brasileiros são muito bem avaliados pelos retornos técnicos em suas categorias e são jovens promessas para o automobilismo brasileiro.

“Para mim, é uma honra defender as cores do meu país junto da marca Banco do Brasil na Fórmula 2. Vou buscar todas as oportunidades para conseguir pódios e talvez vitórias tanto nas pistas virtuais, como no circuito da Fórmula 2 com os velozes carros reais”, diz Enzo. Pietro também valoriza a parceria: “estou muito feliz em poder demonstrar minha pilotagem nos testes da F1 e provar o meu valor para buscar espaço entre os titulares do circuito no futuro. Ao mesmo tempo, a ação do Banco mostra também que cada vez mais o mundo digital anda junto com o mundo físico. Fomos campeões mundiais no ano passado e estou muito feliz em estar com o BB também nos ambientes digitais”, reforça o piloto.

BB: mais de 30 anos de apoio ao esporte brasileiro

O Banco do Brasil entrou de vez para a história do esporte brasileiro em 1991, quando se tornou parceiro do vôlei brasileiro. Atualmente, patrocina as seleções de vôlei femininas e masculinas, adultas e de base, o vôlei de praia, o iatista Robert Scheidt, além de contar com o Circuito BB de Corridas de Rua. Recentemente, o BB passou a ser também patrocinador do canoísta, campeão olímpico, Isaquias Queiroz.

BB: pioneiro do segmento financeiro brasileiro nos eSports

O BB começou a apoiar o segmento de jogos eletrônicos em 2018. Desde então, patrocina eventos como o “Brasil Game Show” (BGS) e o “CBCS – Campeonato Brasileiro de Counter-Strike”, apresenta campeonatos, como VALORANT Ultimate Ignition Séries, e, neste ano, promoveu a troca de experiências entre gamers e amantes dos eSports com a “Game Talks BB”, criou o “BB Game Series Etapa Universitária”, primeiro torneio de propriedade da instituição e realizou o Stream Battle BB, concurso caça-talentos do Banco que selecionou seis novos influenciadores para o Squad BB. Por meio do eSports, o BB diversifica suas estratégias de transformação digital e rejuvenescimento da base de clientes.

Fonte: Banco do Brasil