TRT mantém decisão que garante horas extras aos assessores seniores de TI da Gecap

Publicado em: 29/07/2022

Em ação movida pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e região, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região (São Paulo) manteve decisão que condenou o Banco do Brasil a pagar as 7ª e 8ª horas trabalhadas como horas extras para os bancários que ocupam a função de assessor sênior de tecnologia da informação, na Gecap.

A sentença abrange os bancários lotados na base do Sindicato – que engloba São Paulo e outros 15 municípios da sua região metropolitana –, e trabalham ou trabalharam na Gecap entre novembro de 2006 até a alteração da jornada em 2013. O Banco do Brasil, contudo, ainda pode recorrer da decisão.

O artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) determina que a jornada de trabalho dos bancários deve ser de seis horas continuas nos dias úteis, com exceção das funções de direção, gerência, fiscalização, chefia e equivalentes, ou que desempenhem outros cargos de confiança. Foi com base neste artigo da lei que o TRT manteve a decisão da instância inferior.

Para o relator da decisão, o desembargador Álvaro Alves Nôga, da 17ª Turma do TRT da 2ª Região, “a descaracterização do exercício de cargo de confiança, nos termos do § 2º do art. 224 da CLT, enseja ao empregado bancário a contraprestação da 7ª e 8ª horas diárias, como extras, pelo que a gratificação paga ao empregado em jornada de oito horas remunera a maior responsabilidade da função”.

A sentença também mantém a decisão de que nos cálculos da ação deverá ocorrer reflexos em descanso semanal remunerado, FGTS, férias acrescidas de um terço e 13º salário, assim como em licença-saúde e licença-prêmio.

“A confirmação do tribunal em segunda instância da decisão, já favorável em primeira instância, é mais uma vitória do movimento sindical e dos trabalhadores do Banco do Brasil. Uma vitória que reafirma que a jornada de seis horas dos bancários é inalienável. Independentemente da área onde o trabalhador atua dentro de um banco, seja departamento jurídico, de TI ou de engenharia, ele deve ser considerado bancário. É uma grande vitória dos trabalhadores”, diz Diego Pepe, dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região pelo Banco do Brasil.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Plataforma de Finanças do BB já gerencia R$ 7 bi em saldos consolidados com outros bancos

Publicado em: 22/07/2022

O Banco do Brasil já contabiliza 1 milhão de orçamentos pessoais na plataforma de planejamento financeiro de seu aplicativo, pouco mais de dois meses após a abertura da ferramenta a informações de outros bancos, no âmbito do Open Finance. Segundo informou o banco com exclusividade ao Broadcast, nos orçamentos, já são gerenciados R$ 7 bilhões de recursos, considerando o saldo consolidado da conta do cliente no BB e em outros bancos, cujo compartilhamento já tenha sido autorizado.

O BB ainda informou que, por meio de uma das ferramentas disponíveis na plataforma, o planejamento financeiro, já deu sugestões de economia aos usuários que chegam a R$ 2,5 bilhões, com base em metas de gastos e da análise do comportamento de consumo do cliente.

Carro-chefe para o compartilhamento de dados de outras instituições com o BB, via Open Finance, a plataforma Minhas Finanças existe há quatro anos e, segundo o banco, 3,4 milhões de clientes usam a ferramenta por mês. Desde maio, porém, é possível agregar informações de outros bancos, além do BB, o que possibilita uma análise mais completa da vida financeira.

“Esta novidade que apresentamos promoveu um impacto positivo na gestão financeira dos clientes do BB. Ela possibilita uma análise inteligente do perfil de consumo e desenvolve o autoconhecimento financeiro, em uma nova visão integrada de gastos, no BB e em outros bancos, além de reafirmar nosso protagonismo na entrega de soluções digitais de alto nível, que facilitam a vida do nosso cliente”, afirma o presidente do BB, Fausto Ribeiro.

Além da ferramenta de planejamento financeiro, a plataforma também permite, com os dados disponibilizados via Open Finance, a criação de uma agenda financeira, com um calendário de compromissos no BB e em outros bancos, o extrato multibanco, que reúne lançamentos e saldos das contas, e o perfil de consumo, com gastos e lançamentos separados por categoria.

O banco espera aumentar o engajamento e a frequência dos usuários em suas plataformas digitais, com mais clientes compartilhando informações de outras instituições com o BB. “No último ano, nós conseguimos alcançar 22 milhões de clientes na utilização dos nossos canais digitais, englobando 7 milhões de novos usuários nestas plataformas em apenas um ano – uma evolução de 46,6%”, destaca Ribeiro.

“As soluções digitais permitem que tenhamos a capacidade de oferecer soluções customizadas para cada perfil de cliente, de forma ágil e com comodidade”, completa.

Fonte: Broadcast Estadão

BTG avalia lucro de pelo menos R$ 26 bilhões para Banco do Brasil

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O BTG Pactual avalia que o Banco do Brasil deve entregar um resultado mais próximo de o teto de sua meta (guidance) para 2022, de R$ 26 bilhões, e talvez ainda mais alto, após participar de uma reunião com a diretoria da empresa e investidores locais para uma atualização sobre últimos eventos de sua a gestão, nesta terça-feira (19/7).

Em maio, a instituição financeira reiterou a projeção de lucro líquido ajustado entre R$ 23 bilhões e R$ 26 bilhões no ano de 2022, anunciada em fevereiro, depois de ter lucrado R$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre, e disse que revisaria em um momento oportuno.

“O lucro líquido do segundo trimestre provavelmente será estável ou superior o do primeiro trimestre, o que implica que o lucro líquido de 2022 pode ficar acima das projeções atuais”, disseram os analistas do BTG, em relatório.

O BB também espera um carregamento de ganhos para 2023, o que pode gerar um alto crescimento de um dígito no resultado final e implica em risco de revisão para cima para a tese de investimento do BTG e para o mercado.

“Se o lucro líquido se aproximar do teto do guidance em 2022, a ação seria negociada abaixo do P/L de 4,0 estimado para 2022, apesar de nos últimos dois anos a governança corporativa ter melhorado e sua carteira de crédito ter crescido abaixo de seus pares, garantindo um sólido índice de capital”, explicaram os analistas.

Com isso, o BTG Pactual manteve a sua recomendação de compra para a ação do Banco do Brasil (BBAS3), com preço-alvo de R$ 51,00, e sua indicação como a principal escolha entre os bancos incumbentes.

Fonte: Monitor Mercado

BB lança fundo espelho em parceria com Ibiuna Investimentos

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O Banco do Brasil lançou o fundo BB Espelho Multimercado Ibiuna Hedge STH, fruto da parceria com a gestora Ibiuna Investimentos. O novo produto espelha o fundo Ibiuna Hedge STH FIC FIM, que tem como objetivo capturar ganhos nos ciclos de política monetária por meio de exposição nos mercados de juros, moedas, ações ou commodities. O fundo original, o Ibiuna Hedge STH FIC FIM, é o principal produto com estratégia macro global da casa, possui patrimônio de R$ 14,8 bilhões e apresentou retorno de 254% do CDI nos últimos 12 meses.

Para Eduardo Villela, executivo da área de Captação e Investimentos do BB, a entrada do BB Espelho Ibiuna STH no portfólio reforça o compromisso do banco em oferecer uma assessoria em investimentos completa e isenta, a partir da disponibilização de produtos também de outras casas. “Nossa curadoria de investimentos tem a preocupação de selecionar o que há de melhor no mercado, no sentido de disponibilizar para nossos investidores tudo o que ele precisa na combinação entre um portfólio completo e diversificado, assessoria humana especializada e as melhores soluções digitais”.

Isaac Marcovistz, head de produtos, comunicação e marketing da BB DTVM, ressalta a expertise do time da BB DTVM que acompanha e avalia periodicamente aspectos como consistência e controles pelos gestores atuantes no mercado de fundos brasileiro, para complementar estratégias de investimento disponíveis aos clientes do BB.

Especificamente, falando das soluções para private banking, a estrategista-chefe do banco para este segmento, Janaína Klichowski, comenta que a Ibiúna é uma parceira antiga. “Distribuímos o BB Espelho Ibiúna Hedge Private para nossos clientes desde 2014. O relacionamento duradouro nos permitiu avaliar de perto o crescimento da gestora de recursos e observar quais são as principais qualidades e forças na gestão de fundos em diferentes cenários. Isto reforçou nossa confiança em aumentar a parceria e trazer um novo fundo espelho da Ibiúna para o nosso portfólio, o BB Espelho Ibiúna Hedge STH”.

Fonte: Banco do Brasil

Clientes do BB movimentam R$ 234 bi mensais via Pix entre janeiro e junho

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Responsável por quase um terço das operações realizadas por meio do Pix, o Banco do Brasil registrou movimentação média mensal de R$ 234 bilhões, entre janeiro e junho. Foram 324 milhões de operações por mês, o que leva a um tíquete médio de R$ 722 por operação.

Desde o ano passado, o BB tem sido responsável por cerca de 30% da movimentação financeira realizada pelo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, lançado em novembro de 2020. No primeiro trimestre, por exemplo, fez 27% da movimentação total, e tinha 20,1 milhões de chaves cadastradas.

Segundo o Banco Central, a adoção do Pix continua em forte escalada no País. No quarto trimestre (dado mais recente), houve mais operações com Pix do que com os demais meios de pagamento (excluído dinheiro vivo), entre eles os cartões de crédito e débito. Foram, ao todo, 3,9 bilhões de operações.

Por outro lado, o Pix ainda continua movimentando valores menores do que os “rivais”. Foi R$ 1,9 trilhão em volume, enquanto a campeã, a Transferência Eletrônica Disponível (TED) teve giro de R$ 9,8 trilhões. Especialistas têm apontado que embora seja mais lenta, a TED está consolidada em vários sistemas de gestão empresarial, por exemplo, o que explicar sua resiliência ante o Pix.

No caso do BB, o Pix é visto como uma forma de fidelizar os clientes em suas plataformas digitais. Cerca de 96% das operações de pessoas físicas com o sistema eram feitas por meio do aplicativo no primeiro trimestre. Entre clientes pessoas jurídicas, 79% preferiam o canal de internet direcionado ao atacado.

Transição de modelo

Para os bancos, o Pix tem ajudado a aumentar o engajamento, mas no curto prazo, tira receitas. No ano passado, o sistema reduziu o faturamento das instituições com a gestão de conta corrente, linha atacada também pela concorrência com competidores digitais. No BB, a queda foi de 17,2%.

O banco tem mirado uma mudança na relação com os clientes, para que as transações deem lugar ao relacionamento e à assessoria financeira na geração de receitas. Isso tem fortalecido a arrecadação com a administração de fundos e em linhas como seguros e previdência privada. O resultado é que a receita com serviços, em que todas essas linhas são computadas, tem crescido.

Os bancos são autorizados pelo BC a cobrar clientes pessoas jurídicas pelo uso do Pix. No BB, a cobrança é feita para micro e pequenas empresas, exceto nos casos de microempreendedores individuais e empreendedores individuais, e em alguns tipos de operação – Pix entre contas do banco, por exemplo, não é cobrado. Há ainda pacotes de serviços que incluem transações via Pix.

Fonte: Broadcast Estadão

Sindicato mobiliza bancários do Banco do Brasil para Campanha Nacional 2022

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Começaram na sexta-feira 15 de julho as negociações específicas para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho do Banco do Brasil, no contexto da Campanha Nacional dos Bancários 2022 (campanha salarial). O tema da negociação desta sexta-feira 15 será “Igualdade de Oportunidades”, que abrange o combate à discriminação, salários iguais para trabalho de igual função, independentemente de condição física, raça, cor, gênero, idade e orientação sexual.

Para informar e mobilizar os bancários a respeito da Campanha Nacional, dirigentes sindicais percorreram, durante toda a semana do dia 11, agências e centros administrativos a fim de dialogar com os colegas sobre as reivindicações deste ano. Veja abaixo as principais.

  • Aumento para 100% do percentual de participação de todos os funcionários em home-office de todos os departamentos e unidades que trabalham em prédios no BB, e com maior participação em mais de 50% da jornada semanal em teletrabalho, com ajuda de custo e fornecimento de equipamentos e acompanhamento do SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho);
  • Cassi e Previ para todos – Assegurar o direito de migração para Cassi e para Previ de todos os funcionários do BB egressos de bancos incorporados e/ou afiliados a outros planos de saúde e previdência;
  • Valorização dos Atendentes das CRBB’s com VR (salário) compatível com as metas de negócios, e efetuar a devida reposição de profissionais nas CRBB’s, através de concurso externo, ou estimulando o processo seletivo interno no BB;
  • Pelo fim das metas abusivas no PSO – exigir regulação/moderação das metas para os caixas, em função dos riscos envolvidos no acúmulo de funções para além do manuseio de numerário e atendimento de clientes em suas transações, e assegurar o devido treinamento para as funções;
  • Rever o plano de cargos e funções nas unidades negociais – Estabelecer o retorno do programa de remuneração junto às gerências médias – módulos Básico e Avançado -, ou criação de um novo modelo semelhante em que os funcionários que atinjam quantidade mínima de Certificações Internas ou Externa passem automaticamente a receber maior remuneração sobre as verbas salariais, sem limite de quantidade de funcionários.

“Ao tempo em que pedimos ao BB que dedique seus devidos esforços em atender as justas reivindicações dos funcionários, também conclamamos aos trabalhadores e trabalhadoras que acompanhem as mesas de negociações, para que conversem com os colegas a respeito das pautas, no sentido de criar movimento de debates e mobilizações para melhoria das condições de trabalho, renda e emprego no Banco do Brasil”, diz Getúlio Maciel, dirigente sindical e representante da CEBB pela Fetec-SP.

Calendário de negociações

Igualdade de oportunidades – 15 de julho
Emprego e terceirização – 27 de julho
Cláusulas Sociais – 29 de julho
Segurança Bancária – 2 de agosto
Teletrabalho – 4 de agosto
Saúde e Condições de Trabalho – 9 de agosto
Cláusulas Econômicas – 15 de agosto
Representação – 17 de agosto

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Sindicato protesta contra assédio moral no Banco do Brasil de Avaré

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O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região realizou nesta quarta-feira (20 de julho), um protesto na agência do Banco do Brasil de Avaré, contra os constantes casos de assédio moral na unidade, que levaram ao adoecimento de ao menos seis trabalhadores. Além dos afastamentos, há casos de pedidos de transferência e descomissionamentos, após tamanha pressão e constrangimentos sofridos.

Denúncias revelam que os funcionários que não aceitam fazer o que o gerente geral ordena, por conta de não estar nas normas do banco, são discriminados e sofrem agressões verbais – testemunhadas por clientes da agência e vigilantes -, exposições em grupo de WhatsApp e perseguição. Em contrapartida, aqueles que aceitam, são promovidos, sem qualquer critério justo.

Um dos casos que provoca estarrecimento é de um bancário que sofreu assédio no grupo de WhatsApp da agência, após ser alvo de “piada” referente ao tamanho de seu órgão genital. O mesmo trabalhador também recebeu em seu celular particular uma ligação do gerente geral, o obrigando a alcançar sua meta individual.

Em outro caso, o gerente geral chegou a entregar um termo de alcance de metas para uma assistente assinar e se comprometer a cumpri-las. Houve também cobrança exagerada e ameaçadora na forma da reposição das horas negativas impostas pela pandemia.

Mais uma denúncia que causa revolta é a de uma gerente que estava afastada por licença maternidade e teve sua carteira de clientes alterada. Por conta da atitude, a trabalhadora adoeceu e recentemente foi “convidada” a aceitar um cargo menor, sendo ameaçada de descomissionamento caso não concordasse.

O Sindicato já denunciou todos os abusos para a diretoria do BB e está apoiando as vítimas. A entidade relembra que a Convenção Coletiva da categoria proíbe a cobrança de metas por WhatsApp em telefones particulares.

Combate

Infelizmente, a prática de assédio moral é institucionalizada nos bancos. Como exemplo, há os casos de assédio moral e sexual praticados pelo ex-presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, e por outros gestores da instituição.

Para lutar contra essa situação, a Frente Nacional de Oposição Bancária (FNOB), a qual o Sindicato é ligado, reivindica na campanha salarial deste ano o fim do assédio moral e sexual nos bancos, e medidas efetivas de combate a esses abusos.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Bauru e Região

 

Banco do Brasil destina R$ 24,4 bilhões à agricultura familiar

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O Banco do Brasil anunciou a destinação de R$ 200 bilhões para o Plano Safra 2022/2023. Do total de recursos, R$ 24,4 bilhões (o que equivale a 12,2% do montante) serão destinados à agricultura familiar, por meio do Pronaf. Também estão previstas linhas de crédito para médios produtores, por meio do Pronamp (R$ 21,1 bilhões), além de R$ 110 bilhões para a agricultura empresarial, R$ 20 bilhões para a indústria agropecuária e R$ 24,5 bilhões para títulos de crédito do agronegócio e capital de giro.

Os recursos reservados pelo BB para o financiamento da produção das pequenas propriedades são essenciais para garantir a alimentação das famílias brasileiras. Afinal, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 70% dos alimentos consumidos no país são provenientes da agricultura familiar. Entre tais produtos, destacam-se a mandioca, o feijão, leite, batata e milho, além de suínos e aves.

A produção da pequena propriedade agrícola é tão importante para combater a fome no mundo que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) criou o Programa Década da Agricultura Familiar – 2019-2028. A iniciativa busca estimular o desenvolvimento sustentável e aumentar a segurança alimentar.

Estudos apontam para a existência de 4,4 milhões a 5 milhões de propriedades rurais familiares no Brasil. Elas respondem por aproximadamente 70% dos empregos no setor rural, o que equivale a 10 milhões de pessoas – excluídos desse número os núcleos familiares envolvidos diretamente com os empreendimentos.

OPERAÇÕES CONTRATADAS

As linhas de crédito oferecidas aos empreendimentos da agricultura familiar por meio do Pronaf contam com juros entre 5% e 6% ao ano, enquanto as linhas do Pronamp, para médios produtores, oferecem juros de 8% ao ano.

No Plano Safra 2021/22, o Banco do Brasil aplicou R$ 153 bilhões – superando o valor previsto inicialmente de R$ 135 bilhões. No último ano, do total de 580 mil operações contratadas, mais de 325 mil foram de empreendimentos da agricultura familiar. Os pequenos produtores rurais representam hoje 1,2 milhão de operações ativas de um total de 1,7 milhão de financiamentos na carteira agrícola do Banco.

Esses números mostram a importância do Banco do Brasil para o financiamento das atividades da agricultura familiar. Representam também a importância da pequena propriedade rural para a alimentação dos brasileiros e para a economia nacional. São bons motivos para se comemorar o Dia Internacional da Agricultura Familiar, no próximo dia 25 de julho.

CARRETA AGRO

O Banco do Brasil também está lançando o Carreta Agro, descrito pelo presidente da empresa, Fausto Ribeiro, em recente entrevista ao Correio Braziliense, como um produto direcionado a melhorar a qualidade da lavoura. A iniciativa é voltada principalmente aos pequenos produtores e vai se utilizar dos mais de 600 agrônomos já integrados ao quadro de funcionários do Banco, que prestarão uma espécie de assessoria itinerante aos produtores. Conforme Ribeiro, o atendimento incluirá orientações sobre o melhor período para plantar e para colher, métodos de plantio e controle de pragas e doenças.

Fonte: Agência ANABB

 

Prefeitura de Manaus e BB alinham projetos de infraestrutura e turismo esportivo

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O prefeito de Manaus, David Almeida, se reuniu nesta terça-feira, 19/7, com membros do Banco do Brasil para tratar sobre o avanço dos projetos que serão realizados por meio do convênio de R$ 400 milhões firmado com a instituição. Entre os investimentos, estão a implantação de um circuito de vôlei de praia e um de corrida na capital.

A iniciativa, de acordo com o prefeito David Almeida, é de suma importância para que a gestão municipal possa dar sequência aos projetos de modernização da cidade e melhorar a qualidade de vida dos manauenses.

“Com esse recurso, teremos como seguir adiante com os nossos projetos de modernização da cidade de Manaus. São R$ 400 milhões que serão empregados em melhorias na mobilidade urbana e infraestrutura. Com isso, vislumbramos um futuro muito bom para a nossa cidade. A população pode ter certeza de que Manaus vai virar um canteiro de obras, que visa melhorar a qualidade de vida de todos os moradores”, enfatizou Almeida.

Além disso, foi entregue um troféu ao prefeito para marcar a operação contratada com o Banco do Brasil para investimentos em Manaus. O superintendente comercial da instituição, Diogo Prim, destacou que a operação está certificada e faz parte da carteira sustentável do Banco do Brasil.

“Entregamos ao prefeito essa lembrança para marcar essa operação, isso demonstra um compromisso do município de Manaus com a sustentabilidade também dentro das suas ações”, concluiu Diogo.

David Almeida já havia anunciado a intenção da prefeitura em realizar a construção de viadutos e passagens de níveis pela cidade. Além disso, estão previstas construções de praças, a continuação de revitalizações asfálticas das ruas da capital e a recuperação de espaços públicos municipais.

Fonte: Prefeitura Municipal de Manaus

Banco do Brasil deverá ter o maior salto no lucro entre bancos no 2º trimestre

Publicado em: 15/07/2022

O Banco do Brasil (BBAS3) deverá ver o seu lucro saltar 16% no segundo trimestre ante mesmo período do ano passado, prevê a Ativa Investimentos em relatório enviado a clientes. Enquanto isso, os analistas Sergio Berruezo e Pedro Dietrich preveem alta de 14,9% para o Bradesco (BBDC4) e 15,2% para o Itaú (ITUB4). O Santander (SANB11) deverá ter lucro reduzido em 8%.

Mas isso é suficiente para sustentar a compra em Banco do Brasil? Segundo a Ativa, não. A corretora reiterou sua recomendação neutra.

De acordo com a dupla, em decorrência da maior agressividade, haverá um aumento significativo do custo de crédito, que vinha sendo bem menor que seus concorrentes.

Eles ainda projetam crescimento “robusto” de 15,5% no trimestre na margem financeira bruta, impulsionando um aumento do produto bancário de 12%.

Outros bancos

Nesse momento, os analistas da Ativa preferem Itaú e Bradesco. De acordo com os analistas, o Itaú deverá ter crescimento de 3,6% no produto bancário, em função de alta de 5,1% na receita com serviços e de 7,7% nas Receitas com seguros, previdência e capitalização.

“Também esperamos aumento de 4,5% no custo de crédito e 2,6% em demais despesas operacionais”, coloca.

No caso do Bradesco, Berruezo e Dietrich esperam que nesse segundo trimestre, resultado será muito semelhante ao primeiro trimestre, com expansão de 3,% na margem financeira gerencial, que por sua vez, levará para um crescimento de 2,1% do produto bancário.

“Do lado negativo, devemos ver piora mais significativa no custo de crédito, na casa de 6,8%. Além disso, acreditamos que o banco conseguirá manter as despesas operacionais controladas, aumentando 1,1% em relação ao 1T22, trimestre que surpreendeu ao abaixar essas despesas em 9%”, coloca.

Por fim, a Ativa diz que o Santander terá um segundo trimestre bem pior que os demais, com o custo de crédito aumentando consideravelmente nos últimos trimestres.

“Para o segundo trimestre, continuamos projetando uma piora no custo de crédito, subindo 1,6%. Para o Produto bancário, devemos ver crescimento de 5,1%, impulsionado pelo crescimento da margem financeira bruta, crescendo 5,2%”, argumenta.

Fonte: Money Times

 

Justiça concede liminar que garante adesão à Cassi para usuário do Economus/Novo Feas

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Esta semana, o juiz do trabalho titular, Sandro Valerio Bodo, acatou de forma parcial um pedido de bancário de Bauru e condenou o Banco do Brasil, o Economus e a Cassi, obrigando que ele e seus dependentes sejam incluídos no Plano de Saúde da Cassi. Tudo nas mesmas condições que o benefício é oferecido aos demais funcionários do BB.

Na ação, o bancário reclamava da falta de igualdade no tratamento entre os empregados aposentados do BB em relação aos que foram incorporados após a aquisição da Nossa Caixa pelo banco. Ele também apontava que os recorrentes aumentos do valor do Novo Feas estavam inviabilizando o pagamento das mensalidades.

Na sentença, que ainda possui caráter liminar, a justiça declara que “o parágrafo 7º do artigo 1º da Lei 13.286/2008, que autorizou a compra do Banco Nossa Caixa S.A. pelo Banco do Brasil S. A., dispõe expressamente que esta última instituição financeira deve estender sua política de gestão de pessoas aos funcionários egressos do banco incorporado”.

Agora, o BB tem a obrigação de cumprir a medida judicial em até 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 200 por dia, em favor do bancário.

O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região acredita que esta decisão é justa e pode ser utilizada como referência em diversos outros processos ajuizados pela entidade, uma vez que, o Economus se mostra cada dia mais inviável, colocando a saúde de centenas de aposentados em risco.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de Bauru e Região

Bancos serão investigados em casos de golpe da portabilidade salarial

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A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça, solicitou esclarecimentos ao Banco do Brasil, Banco de Brasília, Itaú e o sistema de pagamentos PagSeguro sobre medidas de segurança contra o “golpe da portabilidade salarial”.

Os casos chegaram ao conhecimento do órgão por meio de notícias na imprensa. As vítimas relatam que, quando pedem informações aos bancos sobre o dinheiro não recebido, são informadas que a transferência foi feita por meio de portabilidade solicitada pelos próprios clientes.

O que a Senacon quer que as instituições financeiras expliquem é se são adotadas medidas para evitar que os pedidos de portabilidade sejam feitos com o uso de dados obtidos ilegalmente.

Os bancos terão que informar se comunicam o consumidor sobre a portabilidade solicitada, como é feita a comunicação e se a confirmação do pedido é feita a partir da tomada de conhecimento do pedido pelos clientes.

Os bancos e a PagSeguro têm dez dias para prestar os esclarecimentos. Caso as instituições financeiras sejam condenadas em um eventual processo administrativo, estão sujeitas a pagamento de multa no valor de até R$ 13 milhões, reparação dos danos e suspensão das atividades.

Fonte: Valor Investe

Com menor inadimplência entre bancões, BB tem sido injustiçado pelo mercado?

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Quem analisa os balanços do Banco do Brasil pode facilmente chegar à conclusão de que a instituição bancária mais antiga do país é uma bela empresa para ter na carteira de ações em tempos de crise.

Explica-se: a maior parte do crédito concedido pelo banco vai parar no bolso de clientes de baixo risco, que dificilmente vão dar um calote na instituição.

Entre eles, destacam-se dois grupos:

– os produtores rurais, que representam 30% da carteira de crédito do BB e fazem parte de um dos setores mais pujantes e resilientes da economia brasileira.

– os servidores públicos, que contam com empregos estáveis e têm uma renda “garantida” para recorrer ao crédito consignado, que equivale a três quartos do crédito concedido pelo banco aos consumidores.

Não por acaso, o BB é, entre os maiores bancos listados na Bolsa (ao lado de Itaú, Bradesco e Santander), o que tem a menor taxa de inadimplência.
No balanço mais recente, referente ao primeiro trimestre, só 1,89% da carteira de crédito do banco contava com atrasos no pagamento superiores a 90 dias, enquanto a média do mercado, de acordo com dados do Banco Central, é de 2,50%.

Para o setor bancário em geral, o ano de 2022 tem sido de preocupação. Com a inflação corroendo a renda das pessoas e os juros mais altos, espera-se que os calotes aumentem – o que já tem sido percebido com mais clareza desde o início do ano.

O BB, então, com uma carteira de crédito mais “protegida”, seria uma opção interessante para o investidor que está em busca de segurança.

Seria. Não fosse por um detalhe: 2022 é também ano de eleição. E o BB, como se sabe, é um banco público, que tem o governo federal como controlador e, a qualquer momento, pode ser alvo de interferências movidas por questões políticas.

É por isso que a ação do BB tem sido negociada na Bolsa com um desconto maior em comparação aos três grandes bancos. Se o risco é alto, o ativo vai se tornando barato.

Existem diferentes maneiras de comparar os preços de ações do mesmo setor para tentar identificar quais estão baratas ou caras. São os chamados múltiplos.

Entre os especialistas entrevistados pela Agência TradeMap, múltiplo preferido para falar de Banco do Brasil é o que divide o preço da ação pelo valor patrimonial — conhecido pela sigla P/VPA.

O valor patrimonial é basicamente o patrimônio líquido da empresa dividido pelo número de ações existentes. Assim, chega-se ao que seria o valor justo de cada ação.

Se, na prática, a ação estiver sendo negociada a um valor menor, é um indício de que está barata. Se estiver cotada a um valor maior, pode estar cara. Mas claro: não se trata de uma verdade absoluta. É apenas um ponto de partida para fazer uma avaliação.

Por esse parâmetro, o BB é o único que está sendo negociado a um preço inferior.

Com base nos dados de patrimônio do banco apresentados no balanço do primeiro trimestre, a ação do BB está sendo cotada a 62% do valor patrimonial, de acordo com números disponíveis na plataforma do TradeMap.

Já as ações dos dois maiores bancos privados – Bradesco e Itaú Unibanco – estão, em tese, caras. O primeiro é negociado a um preço 7% acima do valor patrimonial, enquanto o segundo está com uma cotação 27% superior.

O Santander é o único que está praticamente “empatado”, com um preço para a ação que representa 98% do valor patrimonial.

Para os especialistas, o preço mais baixo para o BB é explicado pelo risco político ligado às eleições.

“As perspectivas para o negócio do BB são boas e até melhores do que para demais bancos e há uma melhora no ambiente competitivo, com um cenário mais difícil para as fintechs, mas o desconto na ação incorpora um receio com a governança”, afirma o analista Pedro Gonzaga, sócio da Mantaro Capital, à Agência TradeMap.

Segundo ele, há um temor de que, no próximo governo, haja algum tipo de “desmonte” em relação ao que tem sido feito no banco, com possíveis mudanças na Lei das Estatais, legislação que garante uma maior “blindagem” para as empresas públicas em relação a eventuais interferências políticas.

Se houver uma mudança de governo, com o retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao poder, por exemplo, o mercado teme que a política de crédito do banco seja alterada e os bons resultados de hoje se percam.

Vale ressaltar, porém, que o risco político em torno do BB não está relacionado apenas uma possível mudança de governo.

Mesmo o governo atual, que tem uma equipe econômica com viés mais liberal, tem apresentado comportamentos de ingerência política nas estatais, como nos casos recentes de troca de comando da Petrobras e inclusive no próprio BB.

Em 2021, um plano de fechamento de agências do banco em alguns municípios gerou desgaste político entre parlamentares e o presidente Jair Bolsonaro, que resultou na saída do então presidente da instituição financeira, André Brandão.

“André Brandão era um executivo que estava tentando implementar um caminho para a eficiência, com redução de agências, mas isso foi travado. Uma empresa pública fica refém desse tipo de coisa”, afirma Guilherme Tiglia, sócio e analista da Nord Research, também em entrevista à Agência TradeMap.

Além disso, a própria Lei das Estatais, aprovada no governo de Michel Temer, foi colocada em discussão no Congresso após os episódios envolvendo os reajustes de preços na Petrobras, para uma possível revisão, mas depois não avançou. “Sempre ficamos com o pé atrás em relação às estatais, principalmente depois dos episódios com a Petrobras”, diz o sócio da Nord.

Tanto Gozaga, da Mantaro, quanto Tiglia, da Nord, tinham investimentos em BB há pouco tempo, mas decidiram zerar a posição justamente por causa do risco político.

“A empresa oferece um prêmio magro em comparação ao risco associado à estatal”, avalia o sócio da Mantaro Capital. “E o BB não é o banco mais eficiente. O Itaú tem um ROE (retorno sobre capital) mais elevado e é um player de mais qualidade”, compara o sócio da Nord.

Mas não se trata de uma visão unânime. Os analistas do BTG Pactual, por exemplo, acreditam que a ação do BB está “inquestionavelmente barata” e recomendam a compra do papel.

Em relatório publicado em maio, o BTG revisou o preço-alvo da ação do BB para R$ 51, de R$ 46. Na terça-feira (12), a ação fechou negociada a R$ 33.

Para o BTG, a situação atual do BB é “muito melhor em relação às ‘crises’ anteriores”, inclusive a de 2015, durante o governo de Dilma Rousseff. A análise do BTG é que o banco estatal cresceu menos que seus pares nos últimos cinco anos, seu capital principal é maior e sua carteira de crédito tem menor perfil de risco, com mais participação de crédito ao agronegócio em vez de crédito ao consumidor sem garantia.

Em 2015, porém, o Banco do Brasil estava mais exposto a empréstimos corporativos, principalmente algumas empresas de construção civil que foram apanhadas pela operação Lava Jato. “Como o BB estava muito exposto a esse setor e tinha garantias piores que outros credores, as provisões aceleraram e pressionaram os resultados”, explica o BTG.

A recomendação de compra do BTG é acompanhada pela maioria do mercado. Das 14 casas consultadas pela Refinitiv e apresentadas na plataforma do TradeMap, 13 recomendam a compra do papel e apenas uma tem uma visão neutra em relação à ação.

As estimativas de preço-alvo apontam para uma mediana de R$ 47, valorização potencial de 42,81% em relação ao patamar atual.

Fonte: Trademap

Pequeno produtor rural terá mais suporte, diz presidente do BB

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O presidente do Banco do Brasil (BB), Fausto Ribeiro, disse hoje (12) que a instituição pretende levar não somente crédito, mas conhecimento ao interior do país. “O grande produtor rural tem todas as ferramentas tecnológicas à sua disposição, inclusive um agrônomo residente, enquanto o pequeno produtor precisa realmente de um pouco mais de suporte”.

Em entrevista ao programa Repórter Nacional, transmitido pela Rádio Nacional e pela TV Brasil, Ribeiro lembrou que o banco vai destinar R$ 200 bilhões ao Plano Safra 2022/2023 – valor 48% superior aos R$ 135 bilhões anunciados na safra anterior. A proposta, segundo ele, é ofertar suporte financeiro “para que o pequeno produtor possa produzir mais e melhor, gerando emprego e renda”.

Outra iniciativa citada pelo presidente do BB é o lançamento das chamadas Carretas Agro. Ao todo, cinco carretas percorrem atualmente o país ofertando crédito e também conhecimento, por meio de parcerias com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Plataforma Broto

Ribeiro comentou ainda sobre a Plataforma Broto, ambiente digital que tem como tarefa conectar produtores rurais, prestadores de serviço, revendedores e fornecedores. De acordo com o banco, são mais de 740 mil acessos e R$ 1,6 bilhão em negócios realizados.

“Quando falamos no agronegócio brasileiro, estamos falando em um grande ecossistema. Vendedores de adubos, fertilizantes, ração de animal, máquinas e equipamentos agrícolas. A ideia é tentar colocar em uma única plataforma um hub de soluções para o agronegócio brasileiro”, destacou.

Fonte: Agência Brasil

NDB e BB lançam parceria de R$ 1 bi para infraestrutura sustentável no agro

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O presidente do New Development Bank (NDB), Marcos Troyjo, e o presidente do Banco do Brasil (BB), Fausto Ribeiro, formalizaram parceria de US$ 200 milhões (mais de R$ 1 bilhão) destinados ao investimento em construção de armazéns, energias renováveis e sistemas de irrigação. Um protocolo de intenções com vistas ao financiamento havia sido assinado pelo BB e o NDB há um ano, no lançamento do Plano Safra 2021/22.

“Celebramos hoje acordo para ofertar R$ 1 bilhão para armazenagem e infraestrutura verde. Essa parceria com NDB representa o início de um ciclo virtuoso de investimentos externos”, disse Ribeiro durante evento oficial do Banco do Brasil de anúncio de seu Plano Safra 2022/23.

Troyjo comentou que de 2015 a 2019 o banco aprovou somente R$ 3 bilhões em empréstimos para projetos no Brasil. Desde 2019, contudo, o montante aprovado chega a R$ 27 bilhões, incluindo essa parceria que celebramos hoje. O NDB é apenas um bebê, temos tão somente sete anos, mas com realizações importantes. É uma honra concretizar esse sonho com o maior banco do Brasil e da América Latina”, disse Troyjo.

Fonte: O Livre

Loja BB amplia oferta de cashback no aplicativo

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O Banco do Brasil anuncia a ampliação da oferta de serviços não financeiros no aplicativo. A partir desta semana, 15 novas empresas entram no portfólio da Loja BB. Os correntistas do Banco agora também poderão comprar na Amaro, Anacapri, Camicado, C&A, Época Cosméticos, Eudora, FutFanatics, Mr. Cat, Nike, Posthaus, Renner, Telhanorte, Tricae, Vivara e Wine e ainda receber cashback, creditado em conta corrente.

Além das 27 lojas à disposição no marketplace, os clientes do Banco também contam com 18 conteúdos de gift cards e recarga para celulares de quatro diferentes operadoras.

Para o BB, o marketplace é visto como uma fonte de atração de novos clientes, fidelização e gerador de novas receitas. No primeiro semestre de 2022, foram movimentados aproximadamente R$ 440 milhões com a venda de produtos e serviços não financeiros na Loja BB. O aplicativo conta com um acesso médio de 8 milhões de clientes únicos por dia.

A estratégia de oferta de produtos e serviços não financeiros teve início no final de 2020, com a disponibilização dos gift cards, vouchers de empresas parceiras que podem ser comprados para uso pessoal ou para presentear amigos e parentes.

Atualmente, são mais de 140 gifts cards de 18 diferentes marcas, que incluem serviços de transporte individual, games, delivery, streaming, lojas de aplicativos, lojas de esportes, jogos educacionais e soluções empresariais.

Clientes ativos nas plataformas digitais

Atualmente, o Banco do Brasil possui mais de 26 milhões de clientes ativos nas plataformas digitais. As transações realizadas nesses canais vêm registrando crescimento ano após ano e representam 92,7% das operações realizadas pelos clientes.

Melhor app do mercado

A avaliação média do aplicativo do BB é uma das mais altas do mercado, com 4,7 na Apple Store e 4,6 no Google Play (a nota máxima possível é 5). O investimento do BB nas soluções digitais vai muito além da construção de canais remotos para interação com o cliente. Trata-se de levar o Banco onde ele estiver, de forma ágil. As soluções digitais permitem que o Banco do Brasil alcance um atendimento personalizado para o perfil de cada cliente, oferecendo soluções inovadoras e mais conveniência.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil conecta diariamente 600 mil itens de TI

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O Banco do Brasil precisa conectar diariamente 600 mil itens de TI para fazer a sua operação rodar, revelou o gerente executivo da área de infraestrutura, Jayran Nascimento, ao participar do Tech Fórum Brasil, realizado pela Network Eventos, em parceria com o portal Convergência Digital, no dia 7 de julho.

Nascimento adiantou que apenas no ambiente das agências e dos escritórios, o BB soma 5500 agências, 94 mil usuários, 110 mil estações de trabalho, 6850 servidores e 11 mil links de comunicação. “Posso dizer que o 5G não é só responsabilidade das operadoras ou da Anatel. Ela é de todo muito que produz no Brasil, entre eles, nós do mercado financeiro”, pontuou Nascimento.

Com o 5G, o Banco do Brasil está fazendo testes em um projeto batizado de Lentes BB, que conta com 86 projetos em avaliação. Além do 5G, a instituição também testa- em produção – edge computing, Metaverso e Internet das Coisas. Um dos pontos chaves para o uso do 5G é a busca pela hiper personalização do atendimento do cliente e a segurança das agências, adicionou Jayran Nascimento.

Ele conta ainda que o Banco do Brasil pode vir a ser parceiro dos pequenos prestadores de serviços de Internet. “Temos 5500 agências, muitas delas, em áreas não atendidas pela cobertura tradicional. Por que não entregar o serviço para um produtor rural?”, indagou o executivo.

Nascimento também falou sobre as carretas agro – são três até o momento – que levam conhecimento e acesso ao crédito para o agronegócio em áreas não atendidas convencionalmente por agências. As carretas estão conectadas com o 4G, mas, com o 5G avançando, a tecnologia também poderá ser usada. O gerente do BB lembra que onde há sombra para o 4G, a instituição financeira está testando também os satélites de baixa órbita.

Fonte: Convergência Digital

Justiça Federal condena ex-gerente geral do BB por fraude no Pronaf

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O ex-gerente geral do Banco do Brasil de Canguaretama Dimitri Sinedino foi condenado a 6 anos e 8 meses de reclusão por fraude em financiamentos do Programa Nacional da Agricultura Familiar. Além disso, ele pagará R$ 96.136, em dias-multa.

Segundo a Justiça Federal, de acordo coma denúncia, o réu foi responsável por abrir contas em nome de terceiros, a partir da quais efetuou várias operações de crédito do PRONAF, tendo, posteriormente, movimentado os valores dessas contas sem autorização dos titulares.

A sentença foi proferida pelo Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte. Ele observou que a própria auditoria interna instaurada pelo Banco do Brasil apontou que o ex-gerente esteve envolvido em todas as fases de operacionalização dos financiamentos, obtendo vantagens financeiras ilícitas oriundos do programa federal. Além disso, foi observado o cadastramento de 49 mutuários para o PRONAF, a partir de um único aparelho celular.

“Restou evidente que o denunciado Dimitri Sinedino, na qualidade de ex-gerente do Banco do Brasil, tanto executou meios para se beneficiar de forma mediata dos recursos do PRONAF, como ainda se utilizou de outrem, como instrumento, para conseguir praticar a conduta ilícita”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes. Ele destacou ainda na sentença que nas mensagens obtidas a partir da quebra de sigilo, “resta claro que o ex-gerente do Banco do Brasil, o acusado Dimitri Sinedino, tanto assumiu os atos delituosos, como também ensinou aos funcionários a maneira de como daria para perpetuar a ação fraudulenta”.

O magistrado absolveu duas pessoas que foram denunciadas pelo Ministério Público Federal.

Fonte: Potiguar Notícias

 

Funcionários do BB entregam pauta de reivindicações da Previ

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A Comissão Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) entregou nesta terça-feira (12/07) a pauta específica de reivindicações à direção da Previ, como parte das negociações da Campanha Nacional 2022.

O documento foi elaborado coletivamente e aprovado durante o 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado em junho. “Essa representatividade que a minuta de reivindicações carrega é totalmente condizente com um dos pontos que colocamos em todas as mesas de negociações, e não foi diferente na mesa de hoje, que é a defesa da Previ como entidade fechada de previdência complementar, gerida pelos associados”, explica o coordenador da CEBB João Fukunaga.

O eleito diretor de Seguridade da Previ, Wagner Nascimento, avaliou como “positiva” a reunião com a CEBB, destacando que o papel dos dirigentes da entidade é continuar agindo de forma a representar os interesses dos associados e associadas. “Nós recebemos a minuta tendo em mente essa responsabilidade”, completou.

Além da defesa da Previ como entidade fechada e gerida pelos associados e associadas, também foram destaques na reunião:

• O fim do voto de minerva e volta da consulta ao corpo social, como era na Previ antes da intervenção imposta no governo FHC, no início dos anos 2000;

• No Previ Futuro: revisão do critério da Pontuação Individual do Participante (PIP), criação de um plano específico para contribuição paritária sobre o PLR, revisão do valor do benefício mínimo e redução da Tabela Previ para melhorar o benefício de risco;

• No Plano 1: discutir a destinação de superávit via aumento e melhoria de benefícios, debater a recomposição das reservas matemáticas, considerando os cálculos oriundos de reclamatórios trabalhistas;

• Intensificar a divulgação do Previ Família;

• Avançar para nova redução da taxa de carregamento;

• Continuar aplicando taxas mais baixas no empréstimo simples e no financiamento imobiliário;

• Conceder aos funcionários dos bancos incorporados, BESC e Economus, os mesmos benefícios do Previ Futuro.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região

 

Banco do Brasil é condenado por não promover bancário a gerente no Paraná

Publicado em: 07/07/2022

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Banco do Brasil S.A. a pagar R$ 70 mil de indenização a um bancário de Marechal Cândido Rondon (PR) por não tê-lo promovido ao cargo de gerente durante o contrato de trabalho, embora tenha promovido outros empregados, em idêntica situação. Para o colegiado, a conduta foi discriminatória.

O bancário disse, na ação trabalhista, que havia trabalhado por 32 anos para o banco, chegando a exercer função comissionada por mais de 10 anos, mas a comissão foi retirada em 1993. Na tentativa de “alavancar a carreira”, disse que participou, no início de 1997, de concurso interno de gestores para novos gerentes, mas, mesmo tendo sido classificado e cumprido todas as etapas previstas, o banco “não fez sua parte”.

Aposentado em abril de 2012, o bancário sustentou que, desde a retirada da comissão, viu colegas na mesma situação serem renomeados para novas funções. “Funcionários que não tinham participado do concurso também eram chamados para substituir o gerente”, afirmou. Nessa época, sem conseguir ascender profissionalmente, com perda salarial e falta de reajustes salariais, disse que passou a ter problemas de saúde, tendo de recorrer a tratamentos médicos e remédios controlados.

Juiz classista

Em contestação, o Banco do Brasil disse que o bancário havia perdido a comissão porque decidira atuar, em 1994, como juiz classista na Justiça do Trabalho e, ao término do mandato, assumira a sua função originária (escriturário). Segundo o banco, os demais empregados que participaram do programa Novos Gestores já exerciam comissões de nível médio e, por isso, tinham preferência para a função de gerente. A acusação de conduta discriminatória foi rechaçada com o argumento de que o comissionamento de qualquer gerente é decisão administrativa do banco.

Ao julgar o caso, o juízo da Vara do Trabalho de Marechal Cândido de Rondon entendeu que a participação no programa Novos Gestores não garantia a nomeação para gerência. Segundo a sentença, a promoção é ato inerente ao poder diretivo do empregador.

Justificativa razoável

Já para o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), o empregado fora preterido sem qualquer justificativa razoável. Com a conclusão de que a conduta fora discriminatória, o banco foi condenar a pagar indenização de R$ 70 mil. O tribunal observou que os demais empregados que participaram e foram selecionados pelo programa foram promovidos e que, de acordo com as regras, se houvesse vagas, todos os aprovados em igualdade de condições deveriam assumi-las.

O voto do relator do recurso de revista do banco, ministro Agra Belmonte, foi pela aplicação da Súmula 126 do TST, que proíbe o reexame de fatos e provas em instância extraordinária, diante do quadro descrito pelo TRT. O ministro lembrou que, no âmbito da relação de trabalho, sempre que o empregador promover tratamento diferenciado entre empregados, sem motivo justificável ou razoável, fica caracterizada a conduta discriminatória.

Ainda de acordo com o relator, o poder diretivo do empregador encontra limites na dignidade da pessoa humana e nos direitos da personalidade do empregado, circunstância que desautoriza a prática de discriminação injustificada.(RR/CF)

Processo: Ag-ARR-277-87.2014.5.09.0668

Fonte: Portal Jusdecisum

BB vai destinar R$ 200 bilhões para a Safra 2022/2023

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O Banco do Brasil destinará R$ 200 bilhões para a Safra 2022/23, valor que é 48% superior aos R$ 135 bilhões anunciados na safra anterior. É o maior valor já disponibilizado pelo Banco para o financiamento ao setor. Desse montante, R$ 24,4 bilhões serão destinados à Agricultura Familiar (Pronaf), R$ 21,1 bilhões destinados aos médios produtores (Pronamp), R$ 110,0 bilhões para a Agricultura Empresarial, R$ 24,5 bilhões em títulos agro e giro, além de outros R$ 20 bilhões em negócios com a cadeia de valor do agronegócio.

As taxas do novo Plano Safra foram anunciadas em evento realizado no Palácio do Planalto na última quarta-feira, 29. A Agricultura Familiar contará com juros que variam de 5% e 6% ao ano por meio do Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. Os médios produtores contarão com juros de 8% ao ano no âmbito do Pronamp – Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural. Já para os grandes produtores rurais, as taxas de juros variam entre 12% e 12,5% ao ano.

Safra 2021/22 tem recorde de desembolso

No Plano Safra 2021/22, o Banco do Brasil aplicou R$ 153 bilhões, superando o valor disponibilizado inicialmente de R$ 135 bilhões. O BB reforça o compromisso com a agricultura familiar, com mais de 325 mil operações contratadas para o segmento na última safra, do total de 580 mil. Já são mais de 1,7 milhão de operações ativas com financiamento rural na carteira agro do Banco, sendo 1,2 milhão para os pequenos produtores rurais.

Plataforma Broto

A plataforma Broto, lançada em parceria com a BB Seguros e que acaba de completar dois anos, é um ambiente digital que conecta produtores rurais, prestadores de serviços, revendedores e fornecedores em um único local.

A plataforma leva produtos, serviços, informação e conteúdo aos clientes, além de promover negócios. São mais de 740 mil acessos e R$ 1,6 bilhão em negócios realizados, fomentando e impulsionando o agronegócio brasileiro.

O anúncio oficial do Plano Safra do Banco do Brasil ocorreu nesta terça-feira, 05, às 10h na sede do BB em Brasília (DF). O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do BB no Youtube e contou com a participação do presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, além de autoridades e lideranças do setor.

Fonte: Banco do Brasil

 

Julio Vezzaro é o novo gerente geral de Private Bank do BB

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Julio Cesar Vezzaro é o novo gerente geral da Unidade Private Bank do Banco do Brasil. Ele substitui Renato Proença, que se aposentou. “É uma grande honra liderar o segmento Private do BB, que possui uma rede formada por profissionais altamente qualificados e dedicados à oferta de assessoria especializada e soluções exclusivas aos clientes que fazem parte desse público seleto. Agradeço ao presidente Fausto, ao vice-presidente Pecego e aos membros do Conselho Diretor do Banco por toda a confiança”, relatou Vezzaro em sua posse nesse dia 6 em comunicação com funcionários.

A atuação geral do BB está organizada nos seguintes mercados: Varejo Pessoa Física, Varejo Pessoa Jurídica, Atacado Pessoa Jurídica, Setor Público e Private. Atualmente, o BB Private conta com 760 profissionais que atuam em 29 escritórios e 57 plataformas do segmento – presentes em 80 municípios das cinco regiões do País – além de uma Superintendência de Private Bank e da UPB. A rede de atendimento, formada por gerentes certificados e assistentes especializados, dedica-se a oferta de assessoria financeira qualificada aos investidores com mais de três milhões em recursos internalizados no Banco e aos megaprodutores com pelo menos 10 milhões em RBA (renda bruta agropecuária anual).

O cliente Private possui perfil exigente e crítico na gestão do seu patrimônio, prezando pelo sigilo e pela discrição no relacionamento bancário, que geralmente não se restringe a uma única instituição financeira. O segmento valoriza a parceria, a proximidade e a agilidade nos negócios, bem como a assessoria especializada para preservação e rentabilização do seu portfólio. Os diferenciais do relacionamento do BB vão além da entrega da proposta de valor aos clientes. Também se baseiam em soluções pensadas de forma específica e particular para cada um deles, por meio de conhecimento pessoal dos próprios bankers, CRM – Customer Relationship Management, análises de comportamento de consumo, Pesquisa de Satisfação e NPS e Conselho de Clientes.

Para acompanhar a evolução do mercado Agro, o BB Private criou no ano passado a Gerência de Inteligência ao Megaprodutor, responsável por oferecer ampliação de soluções em derivativos, acompanhamento de cenários e desenvolvimento de operações estruturadas no mercado de capitais. Internamente, o time de inteligência desenvolve as lives temáticas “Fórum Megaprodutor” e já planeja ampliação desse projeto para clientes.

Cabe destacar que no ano passado o BB ganhou o “Global Private Banking Awards” como melhor banco do mundo na categoria Educação e Formação de Private Banker pelo segundo ano consecutivo. O BB Private também foi reconhecido como instituição altamente recomendada para gestão de fortuna e patrimônio de Mulheres – Investidoras e Megaprodutoras rurais. Já em 2022, o BB Private também ganhou pelo segundo ano consecutivo o PWM Wealth Tech Awards como a Melhor Instituição da América Latina na Gestão de Portfólios Digitais. Também neste ano, o The Global Economics Awards elegeu o BB como o melhor Wealth Management do Brasil.

Expansão Wealth Management

Em 2021, o BB Private realizou a expansão do Escritório Wealth Management, para permitir melhor atuação junto aos principais clientes do segmento Investidor e Megaprodutor. O objetivo é disseminar ainda mais o conhecimento em Wealth Management, para a realização de negócios customizados e de maior grau de sofisticação, tanto na questão de investimento como no âmbito do crédito. Essa estrutura oferece ao grupo familiar soluções e produtos com alcance global, possibilidade de expansão e flexibilidade para adaptar-se às necessidades de diferentes grupos de investidores e megaprodutores, independentemente da localidade onde se encontra, respeitando a legislação tributária do país onde o investidor se encontra. A iniciativa já contribuiu para a evolução de negócios em fundos exclusivos (aproximadamente R$ 7,3 bilhões de dezembro de 2020 a dezembro de 2021 – dados mais recentemente divulgados, no relatório anual do BB).

Legado e Sucessão

Para reforçar o propósito do BB de ir muito além da prestação de assessoria financeira e de atuar como ser parceiro de vida dos nossos clientes, o BB Private possui o programa Generations, uma academia de sucessores que tem como principal objetivo agregar valor em todas as fases das famílias por nós assessoradas. O programa tem contribuído para a formação e desenvolvimento de novos líderes em temas como sucessão familiar, gestão patrimonial, inovação, transformação digital, comportamento humano, sustentabilidade e legado. O BB foca na expansão da Academia de Sucessores e realiza novas edições baseadas na troca de experiências, com a promoção de reflexões de forma imersiva sobre o futuro, propósito individual e responsabilidade dos nossos clientes como cidadãos do mundo.
Julio Vezzaro

Graduado em ciências econômicas pela Universidade Federal do Paraná, Julio possui especialização em gestão de instituições financeiras, MBA em Private Bank, mestrado em economia e aperfeiçoamento em wealth management. Também possui certificação CFP® e fez parte do programa de formação de executivos do Banco do Brasil. Funcionário do BB há 21 anos, Julio atuou nas redes Varejo, Estilo e Private. Antes de assumir a UPB, exerceu a função de diretor executivo na BB DTVM, onde foi responsável pelas áreas comercial, de produtos on/offshore e de comunicação e marketing.

Fonte: Banco do Brasil

 

“Não há discussões no BB para retirada de patrocínio”, diz vice-presidente

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No dia que antecedeu a audiência pública na Câmara dos Deputados para debater a Resolução CNPC 53, o presidente da ANABB, Augusto Carvalho, e a vice-presidente, Lissane Holanda, reuniram-se com o vice-presidente corporativo do Banco do Brasil, Ênio Ferreira.

Os dirigentes da Associação e o representante do Banco conversaram sobre diversos assuntos, entre eles os possíveis impactos causados por uma eventual retirada de patrocínio, e apresentaram as preocupações, atualmente refletidas no corpo funcional.

“O interesse da ANABB com essa reunião é saber como o Banco, que é patrocinador da Previ, está tratando o normativo, cuja vigência está prevista para 2 de outubro”, destacou Augusto Carvalho.

De acordo com o executivo do Banco, a retirada de patrocínio do Banco do Brasil não tem sido alvo de debates internos. “Não há discussão em andamento sobre a retirada de patrocínio pelo BB”, afirmou Ênio.

Nos últimos dias, a ANABB, no papel de entidade representativa dos funcionários do Banco do Brasil, vem atuando contra a Resolução CNPC 53 em diversas instâncias. A audiência realizada no dia 30 de junho mostrou que o tema provoca preocupações entre os trabalhadores participantes de diversos fundos de pensão.

O objetivo da ANABB com esse trabalho é esclarecer e atuar contra os pontos da Resolução 53 que trazem polêmicas sobre o futuro e a sustentabilidade da previdência complementar.

Fonte: Agência ANABB

 

BB apresenta plataforma exclusiva para segmento MPE em nova campanha

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Já imaginou ter acesso gratuito a uma plataforma que organiza as finanças de sua empresa de maneira eficiente, oferecendo soluções e os produtos adequados para seu negócio? E abrir uma conta digital PJ (Pessoa Jurídica) com facilidade e sem burocracias? Pra tudo que você imaginar, o Banco do Brasil está pronto para ajudar. Esse é o mote que permeia a nova campanha da instituição para o segmento MPE (Micro e Pequenas Empresas), voltada para abertura de Conta Digital PJ.

No ar a partir desta segunda-feira, 4, a nova campanha apresenta a ferramenta exclusiva do Banco do Brasil para ajudar os empreendedores a gerirem melhor o seu negócio: o Painel PJ. Ao abrir uma Conta Digital PJ, por exemplo, o cliente pode ter acesso à plataforma, criada para auxiliar os empresários na organização de suas finanças.

Carlos Motta, vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, informa que “a solução fortalece a participação do BB no ecossistema MPE, ampliando nossa presença em importantes cadeias de valor e tornando o Banco mais relevante para o cliente. O Painel PJ consolida, em um único local, informações importantes para a gestão das empresas, agregando oportunidades de negócio para o Banco bem como valor para os empresários. O objetivo do BB é estar sempre presente nessa dinâmica de criação mútua de valor.”

“Parceria, simplicidade e facilidade são os três pilares que permeiam nossa nova campanha com foco na abertura de Conta Digital PJ e na apresentação de um serviço exclusivo para nossos clientes, que é o Painel PJ. Oferecemos tecnologia para reforçar nosso conceito de que o BB oferece tudo que se possa imaginar para ajudar a alcançar grandes conquistas para nossos clientes empresários”, completa Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do Banco do Brasil.

Dividida em três fases, a campanha conta com um momento de awareness da marca, com o principal objetivo de apresentar as melhores formas de aquisição de uma conta digital. Para todos os clientes com conta PJ, o Banco do Brasil oferece gratuitamente a plataforma de multisserviços, que funciona como uma espécie de dashboard, onde o empresário irá ganhar tempo ao cuidar do seu negócio. O hotsite é: bb.com.br/painelpj.

Em um segundo momento, a comunicação será voltada para materiais que mostrem o diferencial da nova ferramenta Painel PJ. Já na terceira fase, o objetivo será o de performance. Com criação e estratégia assinadas pela WMcCann, a campanha segue com o conceito dos “Amigos Imaginários”, já presentes em campanhas anteriores da marca, oferecendo as soluções e os produtos adequados para os momentos de vida dos empreendedores e MPEs. Com leveza e humor, os materiais mostram, na prática, que o BB entende as necessidades de seus clientes e possui as formas necessárias para ajudar a realizar planos ou organizar as finanças das empresas.

“A nossa estratégia para a nova campanha voltada para micro e pequenas empresas é reforçar como o Banco do Brasil é o melhor parceiro para os negócios, seja ele qual for. De forma inédita, o BB passa a oferecer uma plataforma digital que auxilia nas finanças e ainda apresenta como a marca tem soluções para tudo que os clientes imaginam”, finaliza Patricia Andrade, VP executiva e diretora-geral da WMcCann Brasília.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil firma parceria com Dotz e dá prêmios aos clientes

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O Banco do Brasil, em parceria com o Dotz, lançou a promoção “Desejo Ourocard”, que dá prêmios aos clientes selecionados que atingirem as metas mensais de gastos até o final deste ano.

São contemplados pela promoção os clientes que possuam cartões Ourocard Visa e Elo, selecionados por requisitos exclusivos do Banco do Brasil. Portanto, para se cadastrar na promoção “Desejo Ourocard”, basta acessar o site.
Como funciona a promoção do Banco do Brasil?

A promoção do Banco do Brasil começou no dia 1 de junho e os clientes têm até 31 de dezembro para bater as metas mensais. Assim, o período de resgate dos prêmios será de 10 de julho a 31 de janeiro de 2023. Porém, a participação em uma etapa não assegura a participação em qualquer outra fase.

Dessa forma, serão disponibilizadas 9 opções de prêmios, dependendo do cumprimento das metas. Os desafios serão estabelecidos de forma individual para cada cliente, segundo critérios determinados pelo Banco do Brasil.

Os gastos nos cartões adicionais dos cartões de crédito participantes serão considerados para as compras do cliente titular da conta do cartão em questão.

Contudo, não serão considerados na promoção:

Anuidade;
Encargos;
Proteção Ouro;
Tarifas;
Transações contestadas; e
Pagamentos de convênios (ex.: água, luz e telefone).

Etapas da promoção

A promoção é dividida em 7 fases, pois considera cada mês do ano, já que o prazo é de junho a dezembro de 2022.

Depois de efetuar o cadastro na promoção, o cliente receberá três metas em cada etapa, ou três lâmpadas. Dessa forma, quando cumprir cada uma, irá ganhar o prêmio correspondente.

Os desafios não são cumulativos, ou seja, caso o cliente tenha cumprido o desafio Ouro, ele irá receber somente o prêmio máximo. Como por exemplo, para a modalidade Bronze, é necessário acumular R$ 750,00 no crédito. Já para Prata, R$ 800,00 no crédito, mais um desafio a escolha do cliente.

E na modalidade Ouro o cliente do Banco do Brasil deverá juntar R$ 850,00 no crédito e cumprir mais dois desafio a sua escolha.

Geralmente, os prêmios são básicos, como vouchers como Americanas, iFood e Uber, entre outros. Na promoção anterior, os prêmios foram vales de R$ 75,00, R$ 90,00 e R$ 100,00, respectivamente.

Fonte: Seu Crédito Digital

BB faz evento para jovens, com foco em esporte, sustentabilidade e inovação

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O Banco do Brasil promoveu no sábado, 2 de julho, o #POVBB, um evento planejado para ampliar a conexão com o público jovem, reforçando os quatro territórios da marca BB: esporte, cultura, tecnologia e sustentabilidade.

Já na entrada, o público foi recepcionado por um holograma de alta tecnologia do presidente do BB, Fausto Ribeiro. A programação contou com apresentação do skatista multicampeão e mais novo patrocinado pela marca, Bob Burnquist, em uma pista montada no salão principal da casa, além da participação virtual de Rayssa Leal e dos irmãos Fittipaldi.

Durante o evento, os convidados tiveram a oportunidade de interagir com outros integrantes do SquadBB, como os influenciadores Gabriel Pimpimenta e Ithuriana, por exemplo, ou experimentar o simulador de surf e pegar onda junto com as surfistas Tati West e Silvana Lima.

“O POVBB marca o lançamento de toda uma estratégia do BB focada no público jovem, composta por uma série de ações promocionais. O objetivo principal é promover uma experiência conectada ao comportamento do público jovem, inovando num novo formato de iniciativas e na experiência com nossa marca”, ressalta Fausto Ribeiro, presidente do Banco do Brasil. Ele destaca ainda que se trata uma excelente oportunidade de capturar as percepções e anseios deste público em relação ao BB.

O evento foi realizado na Casa das Caldeiras, em São Paulo, um patrimônio histórico construído na década de 20, com cenografia e espaços instagramáveis, que vão engajar o público de forma interativa e criativa.

As atrações musicais estiveram a cargo da JetLag Music, dupla de DJs brasileiros de música eletrônica, e apresentações de Break. O local contará com diversos pontos de energia, com tomadas e entradas USB para recarga de equipamentos eletrônicos. O espaço também reserva uma galeria de arte com obras idealizadas pelo artista brasileiro Revolue, além de lounge sustentável, espaço feito com materiais sustentáveis.

O BB quer se aproximar de novos públicos, conhecer esta geração mergulhando no seu mundo cultural, esportivo, tecnológico, inovador e sustentável para entender seu Ponto de Vista, o seu olhar sobre as coisas, o mundo e os negócios. Para o vice-presidente de Negócios de Varejo, Carlos Motta “ O evento está inserido nos pilares estratégicos do BB de sustentabilidade, perenidade e de propiciar a melhor experiência ao cliente, buscando atuar junto a novos nichos de mercado.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil entrega 960 moradias em João Pessoa, na Paraíba

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Na sexta-feira, 24 de junho, o Banco do Brasil entregou as chaves do Residencial Canaã, um empreendimento em João Pessoa (PB) que faz parte do programa Casa Verde Amarela, do governo federal. Com 960 apartamentos, o complexo de edifícios é destinado a famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil.

A contratação do Residencial Canaã ocorreu no âmbito do programa de habitação de interesse social, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). O BB atua em empreendimentos do tipo enquanto agente financeiro mandatário do fundo e também no acompanhamento das obras, desde os estudos de viabilidade técnica até a entrega das chaves. Desde 2012, já foram contratadas mais de 147 mil unidades habitacionais, com apoio do BB e recursos do FAR.

Com as entregas dessas unidades do Residencial Canaã, o BB totaliza mais de 124 mil unidades entregues para o público com renda até R$ 1,8 mil. Nas demais faixas do programa, voltadas para famílias com renda mensal bruta de até R$ 5 mil, já foram contratadas outras 284 mil unidades habitacionais.

Os apartamentos do Residencial Canaã possuem sala, cozinha, 2 quartos, banheiro e área de serviço em 43,71 m². Das 960 unidades, 30 foram entregues com adaptações para pessoas com deficiência, contribuindo para a inclusão dos futuros moradores. Outro aspecto importante dessa ação dentro do escopo do espírito público do BB foi o desenvolvimento econômico da comunidade. Desde o início da construção, em janeiro de 2019, o Residencial Canaã colaborou para expansão da atividade comercial e desenvolvimento da região, trazendo benefícios para toda a população da cidade.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB e agência francesa liberam 100 mi de euros para energia renovável

Publicado em: 04/07/2022

Os desenvolvedores de energia renovável ganharão um incentivo para terem acesso a recursos. O Banco do Brasil (BB) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram, nesta semana, um contrato para viabilizar a liberação de 100 milhões de euros em financiamentos para projetos no setor.

Segundo o Banco do Brasil, a parceria ajuda no cumprimento de metas da Agenda 2030, plano de ação global com 17 objetivos de desenvolvimento sustentável e 169 metas de erradicação da pobreza.

O acordo permitirá que o BB expanda a oferta de empréstimo para projetos de energia renovável para as pessoas físicas e para as pessoas jurídicas na categoria varejo pelos próximos dez anos. A AFD também destinou 300 mil euros para financiar projetos de cooperação técnica.

O Banco do Brasil calcula que os 100 milhões de euros, que equivalem a R$ 555 milhões no câmbio atual, gere 3,1 mil empregos. Esse investimento, informa a instituição financeira, evitará a emissão de cerca de 113 mil toneladas de gás carbônico por ano.

Atualmente, o BB aplica cerca de R$ 300 bilhões em projetos de sustentabilidade ambiental e social. Em relação ao setor de energia renovável, o banco destina cerca de R$ 10 bilhões para essa finalidade e tem como meta emprestar R$ 15 bilhões até 2025.

Ampliação

A instituição pretende ampliar as parcerias com a AFD nos próximos anos. Em maio, durante o congresso Mercado Global de Carbono, o BB e a AFD firmaram um memorando de entendimentos que prevê novas oportunidades de financiamentos a estados e municípios.

As linhas de crédito para os governos locais se concentrarão em projetos de infraestrutura de saneamento, incluindo o tratamento de esgoto e resíduos sólidos, energia renovável e eficiência energética, transporte limpo, mobilidade urbana, transição da infraestrutura para cidades inteligentes e adaptação a mudanças climáticas, saúde e educação.

Fonte: Agência Brasil

BB e BB Mapfre criam empresa para gerir negócios da plataforma digital Broto

Publicado em: 01/07/2022

O Banco do Brasil assinou um memorando de entendimentos (MoU) com a BB Mapfre Participações, sociedade coligada indireta por meio da BB Seguridade Participações, para criar uma companhia a ser denominada Broto S.A. Conforme o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a nova empresa conduzirá os negócios da plataforma digital Broto.

“A Plataforma Broto atua na cadeia produtiva do agronegócio, sendo, atualmente, desenvolvida pela Brasilseg Companhia de Seguros, uma subsidiária integral da BB Mapfre”, diz o comunicado.

A plataforma digital oferece máquinas, implementos, equipamentos de energia, irrigação e armazenagem, serviços, insumos e tecnologias voltadas à agricultura de precisão. Também fornece acesso ao crédito do BB e às proteções da BB Seguros.

Segundo o BB, o capital social da Broto será representado por ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN). O BB deterá 100% das ações PN e a BB Mapfre ficará com 100% das ON.

“O MoU prevê que o Banco do Brasil e a BB Mapfre (e/ou a Brasilseg), em conjunto com a BB Corretora, celebrarão com a Broto, cada qual, um acordo operacional que regule os termos e condições da oferta dos produtos nas atuais e futuras plataformas e canais da Plataforma Broto”, afirma.

“Considerando a reconhecida expertise do BB, que possui estreito relacionamento com os diversos elos da cadeia produtiva do agronegócio, está prevista no MoU a possibilidade de transferência de participação da BB Mapfre ao BB, de acordo com condições e prazos a serem definidos em acordo de acionistas e tendo por base os valores aportados tanto pela BB Mapfre como pela Brasilseg na Plataforma Broto até a constituição da nova empresa.”

Ainda segundo o BB, a constituição da Broto está sujeita à discussão e formalização de documentos definitivos, dentre os quais acordo de acionistas e os acordos operacionais, às aprovações nas respectivas governanças das empresas envolvidas, além da obtenção das autorizações regulatórias e governamentais.

Fonte: Valor Investe

Banco do Brasil desembolsa R$ 2,5 milhões em crédito pelo WhatsApp

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Já foram contratados mais de R$ 2,5 milhões em crédito pessoal pelo WhatsApp, com uma jornada de contratação inteiramente dentro da conversa com o assistente virtual do Banco do Brasil. Além disso, mais de 75% dessas contratações foram realizadas por clientes que não haviam contratado crédito com o BB.

O Banco do Brasil é o primeiro a ofertar esta solução, que foi ampliada para todo o público a partir do dia 2 de junho. Com a ampliação de produtos e serviços no WhatsApp, agora os clientes do Banco do Brasil podem contratar empréstimo pessoal diretamente pelo mensageiro. Para simular, verificar as condições (como data de vencimento, valor das parcelas, data de contratação) e contratar a operação, basta ao cliente iniciar uma conversa com o número 61 4004-0001.

A solução não é exclusiva para novos contratos. Clientes que já possuem empréstimo contratado também podem acompanhar o extrato das suas operações pelo WhatsApp. Até o final deste ano, a oferta de produtos de crédito pessoal será ampliada, contemplando crédito consignado, crédito antecipação de restituição de IR, crédito 13º salário e crédito veículo.

A oferta de crédito atende a uma demanda dos clientes. São mais de 23 milhões de atendimentos nos últimos 90 dias em assistentes virtuais do Banco, que tem sido referência no ecossistema nacional de assistentes financeiros, com bots acolhedores de transações, que realizam negócios e apoiam clientes em todos os seus momentos de vida.

Além de contratar empréstimo, no WhatsApp do Banco do Brasil também é possível fazer consultas de saldo, extrato e faturas de cartão de crédito, transferências, pagamentos, Pix, renegociação de dívidas e uma série de outros serviços. A oferta de crédito via WhatsApp é mais uma inovação do BB por esse canal.

O Banco foi pioneiro em diversas soluções como renegociação de dívidas sem interação humana, jornada completa do Pix e envio do informe de rendimentos. Entre outras inovações, o BB também foi o primeiro a entender mensagens de voz, oferecer assistente virtual especializado em PJ, serviços de INSS e o primeiro a oferecer a jornada de cobrança bancária no WhatsApp.

Fonte: Banco do Brasil