BB apoia MMA a neutralizar emissões de gases de efeito estufa da COP15

Publicado em: 26/03/2026

O Banco do Brasil será responsável pela neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), que acontece de 23 a 29 de março de 2026, em Campo Grande (MS). A iniciativa reforça o compromisso da instituição com a agenda climática e com o apoio a eventos internacionais estratégicos para a conservação do meio ambiente e da biodiversidade.

O evento, liderado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), reúne cerca de 2 mil participantes de diversos países, entre representantes de governos, organismos internacionais, comunidade científica e sociedade civil, para debater medidas globais de proteção às espécies migratórias e seus habitats.

A neutralização das emissões da COP15 é resultado de negociação institucional entre o Banco do Brasil e o MMA, como forma de apoiar a realização da conferência e fortalecer práticas alinhadas à sustentabilidade e o combate às mudanças climáticas. A pegada de emissões do evento é estimada entre 2,5 mil toneladas e 3 mil toneladas. O número final é aferido a partir da quantidade exata de participantes, ao final do evento, além de cruzar dados sobre a distância percorrida por eles da origem ao local do evento e sobre o meio de transporte utilizado, consumo de energia, entre outros fatores.

A compensação será realizada por meio de créditos de carbono autorizados no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Os créditos fazem parte do portfólio de negócios do Banco do Brasil e são gerados por projeto de energia solar, assegurando a neutralização integral da pegada de carbono do evento.

“As espécies migratórias são fortemente impactadas pela crise climática, que prejudica suas rotas de deslocamento e habitats. O principal objetivo da COP15 é a proteção desses animais fundamentais para o equilíbrio ecológico de nosso planeta. Por isso, neutralizar o contingente de emissões gerado durante a conferência é medida prioritária para o Governo do Brasil, comprometido com o enfrentamento à mudança do clima em todas as suas frentes”, destaca o secretário-executivo do MMA e presidente da COP15, João Paulo Capobianco.

Para José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, a parceria com o MMA reforça o papel estratégico da atuação do Banco do Brasil em reduzir a pegada de carbono em todas as frentes. “Nós apoiamos diversos projetos ligados ao mercado de carbono que possuem ativos ambientais com qualidade e integridade, além de assessorar clientes na elaboração de inventários de emissões, em planos de descarbonização e estratégias de compensação. O BB também opera mesa de créditos de carbono própria, lançada durante a COP30, que já realiza operações tanto com créditos próprios quanto de terceiros, inclusive para a neutralização de eventos corporativos como este”.

Atualmente, o Banco do Brasil apoia o desenvolvimento de diversas metodologias de geração de créditos de carbono, como agricultura de baixo carbono (ALM), preservação florestal (REDD+), Reflorestamento (ARR), Biogás e Energia Renovável, entre outros. Os projetos apoiados reduzem cerca de 3,6 milhões de toneladas de GEE por ano. Além disso, o BB atingiu 1,4 milhão de hectares preservados e/ou reflorestados por meio de projetos de carbono de REDD+ e ARR. O objetivo é alcançar 2 milhões de hectares até 2030, conforme divulgado nos Compromissos BB 2030 para um Mundo mais Sustentável.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil atinge 100% de compensação de gases gerados por energia elétrica

Publicado em: 24/06/2021


Com produção própria e aquisição de certificados no mercado, o Banco do Brasil (BB) alcançou 100% de compensação das emissões de gases de efeito estufa oriundos do consumo de energia elétrica das dependências. Ao longo do ano passado, foram consumidos um total de 532,8 mil MWh. Com a operação, o BB neutraliza a emissão de 33 toneladas de gás carbônico, o que equivale ao consumo de energia de uma cidade de 222 mil residências em um ano ou ao reflorestamento relativo ao plantio de 75.336 árvores.

Para compensar sustentavelmente o volume de 532,8 mil MWh, o BB adquiriu, por meio de licitação, em contratação inédita na Administração Pública, 523,9 mil I-REC (International Renewable Energy Certificate) da Distribuidora Digital de Energia Matrix, cujos certificados são provenientes do complexo eólico Serra da Babilônia (BA) e Baixa do Feijão (RN). O montante se une aos 8,9 mil RECs decorrentes da geração de energia da usina solar inaugurada em março do ano passado em Porteirinha (MG).

O I-REC é uma plataforma internacional de transações que permite aos consumidores adquirirem o certificado de uma energia de fonte renovável rastreada para compensar as emissões pelo consumo de energia elétrica.

A ação integra um dos 10 compromissos sustentáveis assumidos pelo BB, especificamente o ‘Fomento à Energia Renovável’ que prevê, além da compensação de 100% das emissões de gases de efeito estufa oriundos do consumo de energia elétrica, chegar a 90% de energia renovável até 2024.
Energia renovável

Para 2021, as duas usinas fotovoltaicas do BB em funcionamento, a de Porteirinha (MG) e a de São Domingos do Araguaia (PA), inaugurada em outubro de 2020, gerarão 16 mil I-RECs.

Ainda neste ano, o BB tem prevista a inauguração de mais quatro usinas: na Bahia, no Ceará, em Goiás e no Distrito Federal, além de outras quatro em 2022, a serem licitadas, gerando mais energia e compensando o consumo de um número maior de dependências.

Quando concluídas, as seis unidades entregues até 2021 fornecerão 32 GWh de energia por ano, total semelhante ao consumo de 13,3 mil residências. Com essas medidas, o BB deixará de emitir cerca de 1,6 mil toneladas anuais de dióxido de carbono, o que equivale ao plantio de aproximadamente 4,5 mil árvores.

Fonte: Governo do Brasil