Previ conquista selo ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol

Publicado em: 27/09/2024

A Previ conquistou o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, maior reconhecimento às empresas que demonstram o atendimento de critérios de transparência na publicação de seus dados de emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE) no país.

Em 2021 e 2022, a Previ foi reconhecida com o Selo Prata pelos inventários publicados, no modelo completo, em que são abrangidas todas as fontes de emissões relevantes da organização, incluindo emissões diretas (escopo 1), emissões indiretas de energia (escopo 2) e outras emissões indiretas (escopo 3). Para o inventário de 2023, a Previ contou ainda com a verificação externa de uma empresa especializada, garantindo assim a credibilidade das informações apresentadas, o que garantiu a classificação máxima.

Iniciativas para redução de emissões

A conquista do Selo Ouro é fruto de um esforço coletivo, que envolveu diversas áreas da Previ para a geração e gerenciamento das informações necessárias para a elaboração do inventário de emissões, o que permitiu à Entidade compilar e auditar os dados com precisão.

Também é realizado engajamento direto com as empresas investidas pela Previ, além de diálogo contínuo para incentivar a adoção de práticas mais sustentáveis e a implementação de estratégias para redução de emissões de GEE.

Envolvimento com o GHG Protocol

A Previ aderiu ao Programa Brasileiro GHG Protocol como parte de sua estratégia integrada de sustentabilidade. A adesão ao programa segue a recomendação do Comitê de Sustentabilidade da Entidade e está alinhada às diretrizes da Política de Sustentabilidade e Melhores Práticas ASGI e ao Plano Diretor de Sustentabilidade.

A conquista do Selo Ouro traz inúmeros benefícios para a Previ e seus públicos de interesse, reforçando a transparência e confiabilidade das informações divulgadas. Além de fortalecer a reputação e credibilidade da Entidade, o reconhecimento pelo programa brasileiro reafirma o compromisso da Previ com o desenvolvimento sustentável.

Fonte: Previ

Previ diz que fundo foi mencionado erroneamente em acórdão do TCU

Publicado em: 12/09/2024

A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) disse em nota que houve uma menção errada ao fundo em acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU).

Mais cedo, o TCU negou uma representação solicitando que a Corte avaliasse a disputa judicial do grupo J&F, envolvendo em acordo de leniência de R$ 10,3 bilhões. O despacho cita que os valores eventualmente pagos pela iriam para “o BNDES, Caixa Econômica Federal, Funcef, Previ, União e ao FGTS”.

“A Previ esclarece que não possui investimentos em J&F e que é mencionada erroneamente no acórdão do TCU, que nomeia a Entidade como o ‘Fundo de pensão dos trabalhadores da Petrobras’. A Previ é a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil e não tem valores a receber neste acordo de leniência”, disse em nota.

Fonte: UOL

Previ: vem aí a Seleção de Conselheiros 2025

Publicado em:

A Seleção de Conselheiros é um instrumento de governança importante para a Previ, dado que os conselheiros indicados pela entidade exercem papel fundamental na disseminação das melhores práticas ambientais, sociais, de governança e integridade. O objetivo deste processo é fortalecer o ambiente de negócios no longo prazo, gerando melhores retornos financeiros e impactos positivos nas diversas dimensões da sustentabilidade.

Nos processos de seleção, a Previ busca implementar ações para ampliar a diversidade nos órgãos de governança, indo além da variedade de formações e experiências profissionais. A Seleção de Conselheiros 2025 vai seguir reforçando esse compromisso, incentivando a participação de candidatos pertencentes a grupos historicamente sub-representados e contemplando qualificações e trajetórias de carreira diversas na etapa de matching.

Caso tenha interesse em participar da Seleção de Conselheiros 2025, fique atento às notícias no site e nas redes sociais da Previ. O edital do processo será divulgado em breve e haverá mudanças!

Reúna a documentação

É imprescindível que os candidatos providenciem com antecedência os documentos que atestem as informações requisitadas no formulário de inscrição, tais como: comprovante de graduação completa, certificações e experiências profissionais.

Os documentos comprobatórios deverão ser enviados em formato PDF. Para o envio, recomendamos que cada arquivo seja digitalizado em escala de tons de cinza, com resolução de até 100 DPI e tamanho máximo de 1Mb. Para cada grupo de quesitos, o limite total, somando todos os comprovantes, é de 10Mb.

Os candidatos aposentados e da ativa participantes da Previ, associados ao Plano 1 ou ao Previ Futuro, ficam dispensados de enviar os documentos comprobatórios que possam ser consultados no currículo digital do Banco do Brasil ou nos sistemas da Entidade.

Acesso

Os candidatos externos que participaram de seleções anteriores, até o certame de 2023, e tenham interesse em participar da Seleção 2025, receberão, no e-mail cadastrado na Previ, a segunda via do login e senha. O envio será feito até a data de abertura do período de inscrições. Para os demais concorrentes, as orientações para acesso serão dadas na divulgação do edital, que ocorrerá em breve.

Para se informar sobre todos os detalhes da Seleção de Conselheiros 2025 e não perder nenhum prazo, acompanhe as notícias divulgadas nos canais de comunicação da Previ.

Fonte: Previ

O Globo erra números sobre fundos de pensão, revela Previ

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O Jornal O Globo publicou no dia 8/9, uma matéria que pretendia abordar a situação financeira dos fundos de pensão. Adotando a narrativa que já vem sendo utilizada pelo jornal, o texto alega “ingerência política” e “prejuízos” para criticar a gestão dos fundos de pensão de estatais. A matéria apresenta ainda um gráfico que compara fundos de empresas privadas com o de estatais para corroborar sua tese, o que pode induzir o leitor a uma interpretação equivocada. É fundamental esclarecer que os números apresentados na matéria não refletem a realidade financeira do setor de previdência fechada. Vamos aos fatos:

Diferentemente do que foi divulgado na reportagem, o setor de previdência fechada está em equilíbrio. De acordo com dados divulgado em relatórios de duas entidades diferentes – o Mistério da Previdência e a Abrapp – o resultado das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, em 2023, foi superavitário em R$ 14 bilhões.

Esse patamar foi o melhor resultado dos últimos 10 anos, como mostra o gráfico abaixo, que pode ser acessado diretamente no Relatório Gerencial da Previdência Complementar:

De acordo com a matéria do Globo, o déficit do setor seria de R$ 152,03 bilhões, em janeiro de 2024, e de R$ 34,81 bilhões, em abril. Os dados publicados pela Abrapp mostram que o resultado em janeiro foi positivo, de R$ 6,9 bilhões, e em abril foi deficitário em R$ 3,1 bilhões.

Apesar de o jornal ter afirmado na matéria que uma das fontes dos dados era a Previc, a instituição publicou um posicionamento na segunda-feira, 9/9, corrigindo os números que foram divulgados. Outra fonte citada na reportagem é a Abrapp, mas os números publicados pela instituição em seu Consolidado Estatístico também são diferentes.

Além de apresentar dados discrepantes sobre o resultado do setor, a matéria do Globo também trouxe informações imprecisas sobre a situação da Previ em relação à Sete Brasil. A Previ esclareceu, em 17/12/2020, que não teve prejuízos com o investimento, conforme divulgado no Comunicado sobre Sete Brasil, disponível em nosso site.

Em equilíbrio

Mesmo com os impactos e incertezas do cenário econômico enfrentados no primeiro semestre, o Plano 1 da Previ encerrou o mês de julho com desempenho positivo de 0,65% e superávit acumulado em R$ 3,02 bilhões. Veja a matéria Previ tem resultado positivo em julho.

A Previ fechou 2023 com um superávit acumulado de R$ 14,38 bilhões no Plano 1. Na época da divulgação, o presidente da Entidade, João Fukunaga, explicou como o resultado trouxe estabilidade para o plano: “Apesar da grande volatilidade do mercado, nós conseguimos um desempenho excepcional, garantindo um superávit. Importante destacar que esse resultado positivo se mantém na faixa de equilíbrio, proporcionando maior segurança para a Previ e os seus associados”.

Previ quer travar o bom debate

Desde a semana passada, a Previ vem publicando em seu site matérias que pretendem deixar clara a posição da Entidade: a defesa inegociável dos interesses de seus associados e o fortalecimento do setor de previdência complementar fechada. As matérias abordam temas como a marcação a mercado, que traz instabilidade aos fundos de pensão, os impactos da Resolução CMN 4994 e a proibição da compra de imóveis pelos fundos, que restringe a rentabilidade da carteira da Previ.

Reiteramos nosso compromisso com a transparência e a precisão das informações, assim como com a missão da Previ, de garantir o pagamento de benefícios e prover soluções que proporcionem proteção aos associados e seus familiares, de forma integral, segura e sustentável.

Fonte: Previ

Marcação a mercado traz instabilidade para planos de benefícios da Previ

Publicado em: 05/09/2024

Tanto o Plano 1 quanto o Previ Futuro possuem a maior parte dos seus investimentos em Renda Fixa. No Plano 1, o segmento equivale a 61% da carteira, com R$ 141,5 bilhões em investimentos. Já no Previ Futuro, o montante — considerando os perfis de investimentos — equivale a 66% da carteira, com R$ 21,9 bilhões em investimentos.

A maioria dos ativos de renda fixa é de aplicações em títulos públicos federais, as chamadas NTN-B de longo prazo, com vencimentos de até 40 anos, que contribuem para garantir um retorno superior à meta atuarial do Plano 1 e do índice de referência do Previ Futuro – que a entidade precisa atingir para assegurar o pagamento dos benefícios futuros de todos os associados.

Para se ter ideia, apenas em 2024, a Previ investiu cerca de R$ 12 bilhões nesses títulos que foram destinados ao Plano 1, no escopo de um processo chamado de imunização do passivo. O objetivo dessa estratégia é proteger ainda mais os associados do plano, que tem mais de 98% dos integrantes em fase de aposentadoria ou recebimento de pensão.

Porém, existem duas formas de contabilizar esses títulos. É aí que entra o debate. A primeira é a “marcação a mercado”, em que é feita uma atualização diária da precificação dos investimentos em renda fixa, o que aumenta a volatilidade – já que esses ativos sofrem com as variações conjunturais. A segunda forma de contabilizar é a “marcação na curva”, quando não há intenção de negociar os títulos antes do seu vencimento, que é o caso da Previ. Dessa forma, a atualização da inflação e dos juros é contabilizada, mês a mês, até o vencimento, sem volatilidade – uma vez que a rentabilidade é garantida previamente, no investimento.

A publicação da Resolução 29/2018, que foi alterada pela Resolução 37/2020 e, posteriormente, pela 43/2021, todas do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), determina que os planos de benefícios nos modelos Contribuição Variável (CV) — tipo de plano como o do Previ Futuro, que combina contribuição definida durante a acumulação e benefício definido na aposentadoria — devem contabilizar os títulos públicos adquiridos na forma de “marcação a mercado” durante a fase de contribuição definida. Ou seja, por força da legislação, a Previ é obrigada a atualizar diariamente a precificação dos investimentos de renda fixa do Previ Futuro, sofrendo com as variações do mercado, mesmo sabendo que levará esses investimentos até o vencimento.

No caso da Previ, a legislação é prejudicial, porque a Entidade não enfrenta problemas de liquidez, nem de caixa. Por isso, pode manter os títulos NTN-B, de longo prazo, em sua carteira até o vencimento – o que faz todo sentido para uma entidade que mira o longo prazo para realizar o pagamento de aposentadorias e pensões. Portanto, seria mais adequado para o associado que a contabilização desses ativos não fosse totalmente marcada a mercado durante a fase contributiva do Plano. A contabilização dos títulos como “mantidos até o vencimento” evita a exposição ao risco do valor de mercado dos títulos.

A volatilidade da marcação a mercado pode trazer, inclusive, prejuízo no presente para os associados que pretendem se aposentar em períodos de baixa rentabilidade, que ocorre quando as taxas praticadas no mercado ficam maiores quedo que as taxas dos títulos que compõem a carteira do plano.

O CNPC justificou a alteração da norma alegando que assim estaria equalizando as regras de investimentos em renda fixa das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) e dos planos do mercado administrados pelos bancos. Além disso, sugeriu que isso daria “maior transparência aos riscos embutidos nas posições, uma vez que as oscilações de mercado dos preços dos ativos estarão refletidas nas cotas, melhorando assim a comparabilidade entre suas performances”.

Mas não existe equivalência entre os planos de benefícios administrados pelas EFPCs e os planos ofertados dos bancos e seguradoras. Para se ter uma ideia, no primeiro trimestre de 2024, o patrimônio da previdência complementar (aberta e fechada) atingiu R$ 2,79 trilhões. Desse patrimônio, 53% são provenientes de bancos e seguradoras e 47%, das EFPCs. No entanto, dos mais de R$ 95 bilhões em benefícios pagos no período, 95% vieram das EFPCs, contra apenas 5% dos bancos e seguradoras.

Os planos administrados por entidades como a Previ são investimentos de longo prazo que visam garantir a aposentadoria de milhares de pessoas. Têm um custo administrativo mais baixo e não visam lucro, com toda rentabilidade sendo revertida ao mútuo dos próprios associados. Enquanto isso, os planos oferecidos por bancos e seguradoras funcionam mais como um veículo de investimentos do que uma previdência.

A marcação a mercado impõe uma volatilidade indesejada aos planos de previdência complementar fechada, comprometendo a estabilidade e real noção de poupança. Quando a rentabilidade anual do segmento de renda fixa é comparada com a da carteira de títulos mantidos até o vencimento, também se confirma o efeito de maior oscilação de rentabilidade ao segmento a partir de 2021, o que fica evidente no gráfico abaixo:

Não faz sentido a marcar “a mercado” todos os títulos que serão carregados até o vencimento em planos de benefício de entidades fechadas de previdência. Isso traz uma volatilidade desnecessária. A legislação obriga que, quando se vende um título marcado na curva, e¿ preciso reinvestir o recurso. No caso da marcação a mercado, não há essa exigência. Ou seja, enquanto a manutenção dos títulos públicos federais até o vencimento gera previsibilidade e melhor rentabilidade, a marcação a mercado só traz incerteza.

Fonte: Previ

Previ pede o fim da proibição de investimento em imóveis por fundos de pensão

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A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, defendeu o retorno à permissão para que as entidades possam comprar imóveis de forma direta. Dona de uma carteira que possui cerca de R$ 14,3 bilhões em imóveis, a entidade afirma que a restrição reduz a rentabilidade da carteira e, por extensão, de seus beneficiários.

“A Previ considera fundamental uma mudança urgente na legislação para permitir a administração direta de imóveis, o que vem fazendo com competência durante décadas”, diz o fundo em nota divulgada na sexta-feira, 30. “A mudança também é imperativa para impedir custos desnecessários, que significam, na verdade, prejuízo aos nossos participantes.”

Desde 2018, o Conselho Monetário Nacional (CMN) veda a compra direta de imóveis pelos fundos de pensão. A Resolução nº 4.661, de maio de 2018, foi editada pelo CMN após fundos de pensão ligados a estatais serem alvo de uma série de escândalos, além de prejuízos. Foi o caso da Previ, que tinha investimentos nos resorts da Costa do Sauípe que não apresentaram retorno. A medida, além de proibir os fundos de investir diretamente em imóveis, determinou que os fundos de pensão designassem um profissional específico ou formassem um comitê para gerenciamento do risco de investimentos.

A regra foi substituída em 2022 pela Resolução 4.994, que manteve a proibição. O CMN estabeleceu ainda que os estoques existentes de imóveis sejam vendidos ou transferidos para fundos imobiliários até 2030.

A Previ afirma que as duas alternativas são negativas, ao desvalorizar os ativos ou criar custos desnecessários ao fundo.

Os cálculos da Previ

Conforme os cálculos da própria Previ, a venda com prazo máximo, por exemplo, serviria para reduzir o valor dos imóveis; a transferência para fundos imobiliários levaria ao pagamento de cerca de R$ 390 milhões em impostos de transferência, além de despesas de cerca de R$ 64 milhões com taxas de administração todos os anos.

“A estratégia é tão atrativa e rentável que fundos internacionais estão comprando imóveis no Brasil (shoppings centers, galpões de logística, lajes corporativas etc.) para composição de suas carteiras”, diz a Previ. “E isso a legislação vigente não veda. Apenas os fundos de pensão nacionais estão proibidos pela Resolução CMN 4.994 de investir diretamente em imóveis.”

O plano Previ 1 tem cerca de R$ 13,3 bilhões em investimentos em ativos imobiliários, enquanto o Previ Futuro possui cerca de R$ 996 milhões. De acordo com o fundo de pensão, a carteira do Previ 1 teve rentabilidade de 541% nos últimos 13 anos, contra 235% do índice de fundos imobiliários da B3, o Ifix, no mesmo período.

Fonte: Infomoney

Parar tornar mais flexível, regulamento do Previ Família terá mudanças

Publicado em: 29/08/2024

Em 2020, a Previ lançou o Previ Família, um plano criado sob medida para as necessidades da sua família. Afinal, investir em previdência privada é um passo importante para construir um futuro tranquilo ou realizar um sonho. Agora, com o objetivo de tornar o plano mais flexível e alinhado às práticas de mercado, a Previ propôs várias alterações em seu regulamento.

Uma das principais novidades é a redução do tempo necessário para solicitar o Benefício de Renda Mensal, que passa de 15 para apenas 5 anos de filiação, contanto que o participante seja maior de idade. Além disso, para os associados com um saldo acumulado de R$ 320 mil¹ ou mais, a carência de 5 anos fica dispensada, mantendo-se apenas a condição de idade (18 anos).

Analogamente, o participante maior de idade poderá requerer o Benefício Temporário de até 70% do Saldo de Conta quando atingir 5 anos de filiação. A carência também fica dispensada para participantes cujo valor do saldo total seja superior a R$ 128 mil².

Além disso, em atendimento à Resolução 23 da Previc, o novo regulamento traz também a forma de cálculo dos benefícios. E, em conformidade com a Resolução CNPC 50, estabelece alterações relevantes para os institutos do Resgate e da Portabilidade.

Confira os pontos mais relevantes da atualização no regulamento do Previ Família:

O novo regulamento será encaminhado para apreciação da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) após 30 dias desta divulgação de proposta de alteração aos participantes, no site da Previ.

Para consultar todas as alterações propostas, acesse o Autoatendimento Previ Família, Menu “Meu plano” > Proposta de Alteração do Regulamento, onde estão disponíveis em ambiente de acesso restrito o Inteiro Teor e o Quadro Comparativo.

Fonte: Previ

Associados precisam ficar alertas com fake news sobre Previ

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A reunião ocorrida na semana passada no Palácio do Planalto, amplificada pelo noticiário da imprensa, tem gerado manifestações e movimentos políticos de pessoas ativistas de má-fé divulgando fake news. Muitos associados, em razão disso, têm relatado insegurança e medo com os rumos da Previ.

Para restabelecer a tranquilidade dos associados e de seus familiares, e que possam continuar usufruindo dos benefícios da Previ sem maiores preocupações, queremos fazer os seguintes esclarecimentos:

  1. A Previ tem uma governança madura e sólida, composta de forma paritária por representantes do Banco do Brasil e eleitos pelos associados. Todos os dirigentes precisam ter, pelo menos, 10 anos de filiação a um dos nossos planos de benefícios, o que evita a presença de oportunistas de plantão na gestão da nossa Entidade.
  2. Além dessa governança, temos também uma estrutura organizacional segregada, composta 100% por associados ao Plano 1 ou ao Previ Futuro, com processos de tomada de decisão colegiados, sem decisões monocráticas, e com tramitação tanto nas diretorias dos indicados pelo banco quanto dos eleitos pelos associados.
  3. Assim, governança e estrutura organizacional segregada, somadas, blindam a Previ de interferências externas, seja do mercado privado, seja do poder público.
  4. Esses alicerces já foram inúmeras vezes testados ao longo dos últimos anos e provaram com sucesso que, na Previ, sempre prevalecem as decisões técnicas e a atuação em defesa do associado. O que, inclusive, foi reconhecido por parlamentares em duas CPIs.
  5. Também é sempre importante lembrar que na Previ nunca executamos planos de equacionamento e o Plano 1, mesmo em uma conjuntura desafiadora, permanece em equilíbrio e com superávit superior a R$ 3 bilhões de reais.
  6. Receber propostas de investimentos da iniciativa privada ou do poder público é algo natural, pois somos o maior investidor institucional do país e temos necessidade de investir no curto, no médio e, sobretudo, no longo prazo, para atendermos aos nossos compromissos com quase 200 mil associados.
  7. Da mesma forma, é natural também dialogarmos com agentes do mercado e também com o poder público, seja o Executivo ou o Parlamento. Isso faz parte do nosso trabalho.
  8. Outra frente importantíssima de atuação junto ao poder público é a defesa das nossas posições em relação ao ambiente regulatório para o fortalecimento do sistema fechado de previdência complementar. São exemplos recentes dessa nossa atuação a aprovação neste ano da Lei 14.803, que permitiu a opção pelo regime de tributação ao final do período de acumulação da poupança previdenciária, e a recente vitória na votação do PLP 68/2024 na Câmara dos Deputados, quando conquistamos a aprovação pelos deputados da isenção de pagamento dos novos impostos sobre serviços e consumo, desonerando os associados na acumulação de sua poupança previdenciária.
  9. A reunião que ocorreu entre os presidentes dos quatro fundos de pensão com patrocínio estatal e o presidente da República e seu ministro teve como pauta exatamente essa linha da nossa atuação institucional.
  10. O que foi publicado pela mídia e a sequência de reações políticas de jornalistas e alguns associados, como se estivesse ocorrido algo ilegal, não passam de ilações, fake news e oportunismo político da pior qualidade e que merecem o nosso repúdio pelo desserviço que prestam às pessoas que confiam na gestão de longo prazo de seus recursos.

Portanto, é preciso deixar bem claro para os nossos associados e associadas que nessa reunião:

  • Não foi apresentada qualquer proposta de investimento em PAC ou em qualquer outro projeto.
  • Não houve qualquer pedido de flexibilização das nossas políticas de investimentos ou qualquer outro documento da nossa Entidade.
  • Foram debatidos assuntos fundamentais para o setor de previdência, e que precisam ser tratados e encaminhados no governo e no Parlamento, para fortalecer a previdência complementar dos trabalhadores. Entre eles estão o retorno da permissão para que os fundos de pensão possam voltar a investir diretamente em imóveis, sem ter que pagar taxa de administração ao mercado para gerir algo que temos expertise para fazer, e o fim da obrigatoriedade de marcação de títulos públicos a mercado, quando a Previ tem capacidade de caixa e interesse de carregá-lo até o vencimento, porque essa prática traz volatilidade e prejuízo aos associados dos planos de contribuição variável, como é o caso do Previ Futuro.

Tudo o mais que está sendo explorado em redes sociais não passa de fantasia e tentativa de manipular opiniões.

Hoje, a previdência complementar representa apenas 12% do PIB do Brasil, enquanto em países desenvolvidos ela chega a representar mais do que 100% do Produto Interno, garantindo benefícios previdenciários dignos e dotando o país de origem de uma fundamental capacidade de investimentos.

Nós, diretores e conselheiros eleitos da Previ, queremos ver isso se tornar uma realidade também no Brasil. E, por isso, seguiremos em nossa militância previdenciária em defesa dos legítimos interesses dos associados e associadas, combatendo com firmeza e serenidade as mentiras e os detratores do nosso sistema. (Diretores e conselheiros eleitos da Previ)

Fonte: Associados da Previ

ANABB vai ao Congresso para mobilização de diretores regionais em defesa da Cassi e Previ

Publicado em: 25/08/2024

No dia 13 de agosto, a ANABB esteve no Congresso Nacional com mais de 50 diretores regionais para promover uma mobilização “a altura” do que merecem Cassi e Previ diante das discussões da Reforma Tributária

O encontro entre as lideranças da Associação de todo o Brasil, juntamente com a nossa Diretoria Executiva, e os deputados Pompeo de Mattos (PDT-RS) e Tadeu Veneri (PT-PR) foi mais um exemplo da força do funcionalismo do Banco do Brasil em defesa de suas Caixas de Assistência e Previdência. A Diretoria Executiva da ANABB foi representada pelo presidente Augusto Carvalho e os vice-presidentes Nilton Brunelli e Graça Machado.

A mobilização dos diretores regionais da ANABB aconteceu em um momento importante da tramitação do Projeto de Lei Complementar nº 108 na Câmara dos Deputados, que assim como o PLP 68/2024, forma o conjunto de textos que regulamentam a Reforma Tributária.

Enquanto o PLP 68/2024 seguiu para tramitação no Senado, o PLP 108/2024 permanece em apreciação na Câmara dos Deputados, com votação prevista para o segundo semestre. A intervenção de hoje do deputado Pompeo pode resultar no acolhimento de emenda que beneficia os associados sem onerar Cassi e Previ.

No caso do PLP 68/2024, antes da aprovação de emenda defendida pela ANABB, estava estabelecido tributação das entidades fechadas de previdência complementar, entre as quais Previ e ANABBPrev, e das entidades de autogestão em saúde, caso da Cassi. Essa situação iria onerar o custo dos planos, causando prejuízos financeiros aos associados. A articulação realizada junto aos parlamentares garantiu às Caixas de Previdência e de Assistência a manutenção da isenção tributária.

No bate-papo entre os deputados e as lideranças da ANABB, os diretores regionais se colocaram à disposição dos parlamentares para intensificar as ações e atuar juntos em seus estados em defesa da Cassi e da Previ.

Fonte: ANABB

TCU decide que indicação de presidente da Previ obedeceu às regras

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O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (21) que a indicação do presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), João Luiz Fukunaga, obedeceu às regras da instituição.

“A despeito do comprovado açodamento das medidas relacionadas à indicação e nomeação do atual Presidente da Previ, Sr. João Luiz Fukunaga, não foi possível comprovar que os requisitos exigidos para a nomeação não tenham sido minimamente respeitados”, declarou o relator do processo, ministro Walton Alencar.

O TCU arquivou o processo, mas determinou que a área técnica faça um “levantamento” junto ao Banco do Brasil, Previ e Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

Os ministros querem, entre outros pontos, verificar “a existência de possíveis influências políticas ou de outros fatores externos que possam comprometer a objetividade e a tecnicidade das decisões de investimento da Previ”.

Segundo Alencar, há “alegações de desmonte da estrutura de controle existente antes da gestão atual”.

A Previ é o fundo previdenciário dos aposentados e pensionistas do Banco do Brasil. É maior fundo de pensão da América Latina, administrando mais de R$ 270 bilhões.

Formado em História, Fukunaga é concursado do Banco do Brasil como escriturário desde 2008. Ele atuou como dirigente sindical no Sindicato dos Bancários de São Paulo.

O presidente da Previ assumiu o cargo em fevereiro de 2023, três depois de sua indicação pelo Banco do Brasil.

Na ocasião, a Previ afirmou que a habilitação do dirigente foi aprovada pela Previc depois de analisar seu currículo.

Em março do mesmo ano, a Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB) enviou uma representação ao Banco do Brasil cobrando explicações sobre os critérios para a nomeação de Fukunaga.

A entidade questionava sua experiência para exercer o cargo. Segundo norma da Previc, para dirigir o fundo, é preciso:

comprovar experiência de, no mínimo, três anos nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização, de atuária, de previdência ou de auditoria;

possuir certificado emitido por instituição certificadora reconhecida pela Previc.

Fonte: G1

Previ resiste à turbulência e oscilações no 1º semestre

Publicado em: 09/08/2024

O Plano 1 encerrou o mês de junho com rentabilidade positiva de 0,39% e patrimônio de R$ 229,4 bilhões em investimentos. No semestre, o resultado é uma leve retração de 0,14%. Ancorado no resultado de 2023, que garantiu um colchão de segurança importantíssimo, o plano segue em equilíbrio, com superávit acumulado de 3,04 bilhões. Já o Previ Futuro registrou queda de 0,02% em junho, fechando o período com uma carteira de ativos R$ 32,8 bilhões.

O resultado demonstra que a estratégia de investimentos da Previ é capaz de lidar com as oscilações e volatilidade do mercado financeiro proporcionando segurança aos participantes. No Plano 1, a maior parte dos associados já está aposentada ou recebendo pensão. Em planos com esse grau de maturidade, o equilíbrio e a resiliência da carteira são ainda mais importantes.

O segmento de Renda Variável do Plano 1 apresentou valorização de 0,39% no mês de junho. O desempenho inferior ao índice Ibovespa, que subiu 1,48%, foi puxado pela carteira de Participações, impactada com a retração das ações da Vale e da Neoenergia. Esses ativos, como os demais da carteira, tendem a se recuperar rapidamente com a melhora do cenário econômico, como já demonstraram em outras ocasiões. Atualmente, esse segmento equivale a 28,62% do total de investimentos do plano.

Apesar do nervosismo do mercado, a Renda Fixa valorizou 0,36% no mês. Os títulos públicos mantidos até o vencimento, com rentabilidade de 0,79% no período, contribuíram para esse resultado. Esse tipo de ativo, de baixa volatilidade, responde por 78% da alocação desse segmento. Seguindo a estratégia de imunização do passivo, a Renda Fixa corresponde a cerca de 62% dos investimentos do Plano 1.

Entre os demais segmentos da carteira, destacamos o de Investimento no Exterior. Com recursos aplicados superiores a R$ 1,4 bilhão, essa classe apresentou crescimento de 9,4% no mês e acumula rentabilidade de 21,2% no ano, beneficiada, principalmente, pela valorização do dólar.

Previ Futuro

Em junho, o segmento de Renda Variável do Previ Futuro apresentou rentabilidade positiva de 2,17%, superando o Ibovespa. No primeiro semestre, o desempenho é negativo em 7,9%, muito ao próximo do índice da B3, que registra queda de 7,6%.

A Renda Fixa, por outro lado, registrou desvalorização de 1,02%. O resultado foi afetado, principalmente, pelo aumento do prêmio de risco das NTN-Bs, provocado pela desconfiança dos investidores em relação ao cumprimento das metas do arcabouço fiscal.

Entre os perfis de investimento, o Ciclo de Vida 2060 registrou a melhor rentabilidade em junho, com 0,95% de valorização, seguido pelos perfis Agressivo, com 0,91%, e Ciclo de Vida 2050, com 0,75% de alta. No semestre, o perfil Conservador apresentou o melhor desempenho, com ganhos de 0,35%.

Conjuntura e mercado financeiro

Os desdobramentos das eleições ao redor do mundo impactaram o cenário global no mês de junho. No Parlamento Europeu, os grupos políticos de centro mantiveram a maioria, mas houve avanço da extrema direita. Na França, esse cenário motivou a dissolução da Assembleia Nacional e a convocação de novas eleições pelo Presidente Emmanuel Macron, com vitória da coalização de esquerda no segundo turno.

Nos EUA, a corrida eleitoral vinha sendo marcada pelas críticas à capacidade de governar do presidente Joe Biden. Após o mau desempenho no debate contra Donald Trump, os questionamentos do partido e do eleitorado democrata aumentaram. A pressão culminou com a desistência de Biden à reeleição. As oscilações e expectativas causadas pela campanha presidencial, principalmente a incerteza sobre as políticas que serão adotadas na economia americana, afetam o cenário macroeconômico e os investimentos mundo afora.

No cenário doméstico, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, manter a Selic em 10,5%. Essa decisão adiou, para 2025, a projeção para a retomada do ciclo de corte de juros. A ata do Copom demonstra preocupação com as expectativas de inflação para o ano que vem, em torno de 3,9%, acima da meta de 3%.

O mercado financeiro foi impactado pela conjuntura global de juros elevados e pelas incertezas domésticas. O Ibovespa oscilou bastante e chegou a operar abaixo dos 120 mil pontos, mas terminou o mês com valorização de cerca de 1,5%. A percepção dos investidores de uma piora nas contas do governo levou ao aumento do prêmio de risco do mercado, isso provocou mais uma desvalorização do real frente ao dólar. A moeda americana encerrou o mês cotada a R$ 5,56, maior patamar desde 2021.

Expectativa

O cenário para o próximo semestre deve ser impactado, principalmente, pela corrida presidencial e pelo monitoramento da atividade econômica nos Estados Unidos. Com a incerteza sobre o início do corte de juros da economia americana ainda em 2024, o mercado deve atuar diariamente na precificação dos investimentos. A Previ segue atenta à conjuntura, a possíveis ameaças ao equilíbrio dos planos e às oportunidades de alocação visando o longo prazo.

Fonte: Previ

Previ reduz participação de renda variável na carteira e busca rota sustentável

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Em meio aos questionamentos do mercado sobre a validade de a Previ ser uma certificadora de investimentos ambientais, sociais e de governança corporativa e integridade (ASGI), o maior fundo de pensão do Brasil, com cerca de R$ 250 bilhões sob gestão, avança nessa agenda com a chegada de uma nova liderança.

Marcio Antonio Chiumento foi indicado pelo Banco do Brasil, patrocinador do fundo de pensão, para ser o novo diretor de participações e substituir Fernando Melgarejo, que está deixando a entidade para ser diretor financeiro e de relacionamento com investidores da Petrobras.

“Vemos que há grande interesse do setor em seguir ASGI, mas nem todos têm a estrutura que a Previ tem e o histórico. Entendemos que temos o dever de contribuir”, afirma Chiumento ao NeoFeed, em sua primeira entrevista no novo cargo.

Desde que o NeoFeed contou com exclusividade que um dos grandes projetos da fundação era a criação de um selo ASGI para as empresas com a Previc, houve questionamentos sobre a validade de a fundação passar a ser uma certificadora e um modelo para os demais fundos de pensão.

Em razão disso, a fundação está aparando as arestas para lançá-lo. A Previ estaria repensando se apenas o seu modelo interno seria o parâmetro de certificação ou seria necessário agregar um olhar mais abrangente para o mercado. Mas o objetivo é que essas questões sejam resolvidas para lançar o selo até o fim deste ano.

A estratégia de foco de investimento ASGI ocorre em paralelo à redução da renda variável no portfólio, principalmente no plano 1 (o principal), que está em processo de compra de títulos públicos para imunizar a carteira e honrar o R$ 1,4 bilhão por mês em pagamentos de pensões. Segundo dados da fundação, hoje a exposição à renda variável está em 30%, três pontos percentuais a menos na comparação à carteira do fim de 2023.

Na quarta-feira, 7 de agosto, o presidente da Previ, João Fukunaga afirmou na abertura da 2ª edição do Seminário de Investimentos, Governança e Aspectos Jurídicos da Previdência Complementar, o SIGA, um evento realizado por Previ, Fapes, Funcef, Petros, Postalis e Valia com o apoio de Abrapp, Anapar, Livelo e Previc, que a fundação alocou cerca de R$ 11 bilhões em NTN-Bs a uma taxa média de IPCA+5,9% nesse primeiro semestre aproveitando oportunidades de desinvestimento em renda variável.

O foco dos desinvestimentos estão nos papéis considerados menos rentáveis e também menos alinhados aos critérios ASGI. No entanto, é preciso priorizar os melhores momentos de saída para extrair o retorno dos investimentos. Segundo a fundação, ao longo do ano foram capturadas essas oportunidades e outras estão sendo avaliadas.

Institucionalmente, a Previ deu um incentivo neste ano para cumprir essa agenda. Foi adicionado às metas corporativas dos funcionários a melhoria do rating médio ponderado do portfólio.

“Já tínhamos essa premissa como direcionador no planejamento estratégico, mas ao colocar como meta individual dos executivos nós simplesmente estamos fazendo o que pedimos para as empresas fazerem, para criar incentivos de alinhamento”, diz Chiumento, que estava à frente da Unidade Estratégia Governo (UEG) do Banco do Brasil desde abril de 2023, uma área que conta com aproximadamente R$ 1 trilhão sob administração. Ele também é presidente do conselho de administração da BB Previdência.

Mas a batalha da fundação é por dados corretos e acessíveis para analisar da melhor forma os indicadores. Segundo a entidade, a transparência dos dados tem sido um critério essencial na análise das empresas, com faltas nesse sentido sendo mais punidas que a falta de evolução dos dados da companhia.

A Previ tem advogado aos reguladores e autorreguladores que é necessário que haja um padrão na divulgação de informações. Para isso, está contribuindo com a CVM para a regulação que prevê a padronização do report ASG.

A fundação é costumeiramente questionada por empresas relevantes no portfólio estarem em setores considerados mais nocivos ao meio ambiente, como Vale, Petrobras e Vibra. A fundação responde que algumas posições são históricas e que há acima de tudo um dever fiduciário em entregar a melhor rentabilidade para os participantes.

Mas que diversas dessas empresas têm trazido uma renovação de suas fontes de receita em prol de negócios mais sustentáveis no futuro. E se há alguma “tese de investimento” perseguida pela fundação é a transição energética.

A distribuidora de combustível Vibra, do qual a Previ saltou de 3% de participação para 7%, é um case de virada de chave do portfólio, com a compra da empresa de energia Comerc e da EZVolt, startup de eletromobilidade que integra seu portfólio de projetos em energias renováveis.

Como também são a empresa de maquinário Tupy, que está entrando em projetos de biobetano, e a Neoenergia, que vem ampliando o portfólio em energias renováveis.

Fonte: Neofeed

Eleitos da Previ participam do SIGA para discutir futuro dos investimentos

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Os diretores eleitos da Previ participaram da 2ª edição do Seminário de Investimentos, Governança e Aspectos Jurídicos da Previdência Complementar (SIGA), entre os dias 6 e 9 de agosto, no Rio de Janeiro. Este ano o evento debateu caminhos para o futuro do investimento institucional brasileiro, incluindo práticas ESG no mercado de investimento, com representantes do setor público, do privado e das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPSs).

Realizado pelos principais fundos de pensão do país, o SIGA já faz parte do calendário do mercado financeiro. Este ano conta com a participação de autoridades como os ministros de Relações Instituições e da Previdência Social, Alexandre Padilha e Carlos Lupi, além do presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Pedro Nascimento, de parlamentares como os deputados federais Reginaldo Lopes (PT/MG) e Erika Hilton (PSOL/SP) e da jornalista Natuza Nery.

Além da Previ, o SIGA é organizado pela Petros, Funcef, Postalis, Fapes (fundo de pensão do BNDES) e pela Valia. O apoio institucional é da Anapar (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e dos Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão), da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), Livelo e da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar).

Márcio de Souza, diretor de Administração da Previ, coordenou o painel sobre As principais mudanças introduzidas pela Reforma Tributária aprovada pela Câmara dos Deputados, Paula Goto, diretora eleita de Planejamento, coordenará o painel Políticas de diversidade, equidade e inclusão. O diretor eleito de Seguridade, Wagner Nascimento, falou no painel Relacionamento e aproximação para gerar confiança numa relação de longo prazo. O presidente da Anapar, Marcel Barros, foi palestrante no painel Integridade e Melhores Práticas. E o diretor de Investimentos da Previ, Cláudio Gonçalves, participou do painel Dólar e juros: o futuro repete o passado?

Fonte: Associados Previ

Inauguração de CliniCassi na Previ atende reivindicação dos associados

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A Previ e a Cassi uniram forças para disponibilizar uma CliniCassi na sede da Previ, no Rio de Janeiro. A sala de atendimento foi inaugurada na última quarta-feira, 31, em uma solenidade que contou com a presença das diretorias das duas entidades. A nova unidade, uma extensão da CliniCassi Copacabana, está destinada ao atendimento dos funcionários cedidos e seus dependentes, funcionando das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, lembrou que a abertura de unidades da Cassi nas dependências de maior concentração de funcionários do BB é uma antiga reivindicação do movimento sindical. “Por isso estivemos presentes e parabenizando as direções da Cassi e Previ pelo avanço. Os que defendem a Cassi entendem a importância de aproximar e aprofundar cada vez mais o cuidado integral com a saúde das funcionárias e dos funcionários”, afirmou.

Expansão da parceria

A nova parceria visa também levar o atendimento da Previ para dentro das CliniCassi. O presidente da Previ, João Fukunaga, ressaltou a importância desta sinergia: “Essa parceria vem pra gente ampliar horizontes, mudar nossa mentalidade e olhar a saúde laboral e a aposentadoria como coisas complementares. Uma não faz sentido sem a outra. Por isso, esperamos que, em breve, possamos ampliar essa parceria e oferecer atendimento previdenciário nas CliniCassi de todo o país”, explicou.

Na semana anterior, durante a mesa de negociação, o Banco do Brasil afirmou que os prédios da Cassi estão à disposição para que a parceria ocorra com a Previ. “Iremos cobrar que a estratégia seja ampliada. É salutar que os associados da Cassi e seus familiares tenham acompanhamento constante e através de médicos da família”, declarou Fernanda Lopes.

Na mesma data, foram entregues as pautas referentes à Previ e a Previdência à diretoria da Previ.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

Parceria leva Cassi a instalar sala de atendimento na sede da Previ

Publicado em: 05/08/2024

A Previ instalou uma sala de atendimento da Cassi em sua sede no Rio de Janeiro, dando início a uma parceria há muito tempo acalentada pelos associados, que prevê também levar o atendimento da Previ dentro das Clinicassi.

“Hoje, 31 de julho de 2024, é um dia histórico. Estamos inaugurando uma sala de atendimento da Cassi aqui na Previ, para olhar para os associados de uma maneira mais próxima. É uma parceria da Previ com a Cassi, que a gente pretende que também se estenda para ter a Previ também nas Clinicassi. São ações das diretorias da Previ e da Cassi trabalhando juntas em favor dos associados”, comemora Márcio de Souza, diretor eleito de Administração.

A aproximação e o estabelecimento de parcerias entre a Cassi e a Previ são reivindicações antigas dos funcionários do Banco do Brasil. Confirma mensagem de Márcio de Souza no vídeo abaixo.

Além de Márcio, participaram da inauguração a diretora eleita de Planejamento, Paula Goto, o presidente João Fukunaga, o presidente da Cassi.

Além de Márcio, participaram ainda da inauguração a diretora eleita de Planejamento, Paula Goto, e o presidente João Fukunaga. A Cassi foi representada pelo presidente Cláudio Said, pelo diretor eleito de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Alberto Alves Júnior, e pela gerente geral da Cassi no RJ, Andrea Borb, e equipe. Estiveram ainda presentes todos os integrantes da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, coordenado por Fernanda Lopes, e o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga.

Fonte: Associados Previ

Faleceu a conselheira eleita da Previ Dani Bittencourt

Publicado em: 28/07/2024

Faleceu na segunda-feira, 22 de julho, Daniele Bittencourt Azevedo Perich, conselheira consultiva do Previ Futuro. Dani entrou no Banco do Brasil em 2007, foi secretária-geral da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (Fetec-CUT/PR). Em 3/6 deste ano, Dani tomou posse como conselheira consultiva eleita do Previ Futuro.

O velório aconteceu no dia 23 de julho, na Capela da Luz, na Dona Honorina Valente, em Curitiba.

Daniele deixa dois filhos, Rafael e Alexandre, duas netas, Valentina e Maria Flor, seu pai, Orlando, sua mãe, Cecilia, e muita tristeza por sua partida tão precoce. O falecimento de Dani representa uma grande perda para as famílias Banco do Brasil e Previ.

Fonte: Previ

Novo diretor de Participações é indicado pelo Banco do Brasil

Publicado em: 18/07/2024

Marcio Antonio Chiumento foi indicado pelo Banco do Brasil para ser o novo diretor de Participações da Previ. Marcio substituirá Fernando Melgarejo, que está deixando a Entidade para ser Diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobrás.

Conforme determina o art. 32, inciso I, do Estatuto da Previ, Marcio Chiumento foi nomeado pelo Conselho Deliberativo em 16/07/2024. No entanto, para tomar posse, ainda será necessária habilitação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC).

Antes de ser indicado para assumir a Diretoria de Participações da Previ, Marcio estava à frente da Unidade Estratégia Governo (UEG) do Banco do Brasil desde abril de 2023. O dirigente, que tomou posse no BB em 2000, também exerceu o cargo de Ouvidor e de gerente executivo da Diretoria de Canais. Marcio é bacharel em Direito e em Turismo e tem MBA em Negócios Financeiros e mestrado em Administração.

Fonte: Previ

Previ disponibiliza curso sobre previdência na UniBB

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Você conhece os principais conceitos, os modelos de Entidades e a legislação aplicável ao sistema previdenciário? Para ampliar o conhecimento sobre o tema, a Previ disponibilizou na Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB) o curso “O que é Previdência?”. O conteúdo está disponível na seção de Cursos Abertos da UniBB e pode ser acessado por todos os associados da Entidade e pela comunidade em geral.

O curso aborda conceitos fundamentais de Previdência Social e Complementar. Entre os principais tópicos, destacam-se:

  • A importância da previdência na seguridade social.
  • A estrutura da Previdência Social no Brasil.
  • Diferenças entre entidades abertas e fechadas de previdência.
  • A legislação que regulamenta o setor previdenciário.

Como acessar?

Ficou interessado? Abra o site da UniBB, clique na opção “Cursos Abertos”, procure pelo curso e clique em Acessar.

O conteúdo é gratuito e uma excelente oportunidade para enriquecer seus conhecimentos sobre Previdência e compreender melhor este importante pilar da seguridade social.

Visite o site da UniBB e acesse hoje mesmo!

Fonte: Previ

Articulação da Previ com outras entidades mantém direito de fundos

Publicado em: 12/07/2024

Em uma conquista importante para 10 milhões de trabalhadores, a Previ, em articulação conjunta com Abrapp, Anapar, entidades representativas dos participantes como a Anabb e outros fundos de pensão, garantiu a isenção dos tributos IBS e CBS para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) na regulamentação da Reforma Tributária. O relatório final, aprovado ontem pela Câmara dos Deputados, atendeu às reivindicações do sistema.

A atuação da Previ foi destacada, com a participação do presidente João Fukunaga e do diretor de Administração Márcio de Souza, que estiveram pessoalmente envolvidos na articulação no Congresso Nacional e junto ao governo. A mobilização, que incluiu intensa agenda com parlamentares e técnicos do Ministério da Fazenda, buscava esclarecer a natureza jurídica das EFPCs, que são sociedades civis sem fins lucrativos, e proteger os recursos dos participantes.

Márcio de Souza afirma que “com a nossa mobilização e com a força das trabalhadoras e trabalhadores, conquistamos uma vitória muito importante. Os deputados reconheceram que fundos de pensão e entidades de autogestão em saúde não devem ser tributados e nos incluíram como isentos no projeto”. Para o diretor, a conquista fortalece o sistema fechado de previdência complementar.

Caso a incidência dos novos impostos IBS e CBS sobre as entidades fechadas fosse mantida, poderia haver desequilíbrios significativos na gestão dos planos e nos benefícios pagos aos participantes.

A luta, no entanto, não terminou. O projeto ainda será discutido e votado também no Senado, e a Previ segue determinada a garantir que as emendas sejam mantidas, para proteger efetivamente os recursos dos associados, que visam a formação de poupança para a garantia de uma aposentadoria digna.

Fonte: Previ

ANABB conclama associados em defesa da Cassi e da Previ

Publicado em: 11/07/2024

A ANABB conclama seus associados, no país inteiro, a somarem esforços nas ações em defesa da Cassi e da Previ contra os Projetos de Lei Complementar (PLPs) 68/2024 e 108/2024, que regulamentam a reforma tributária aprovada no ano passado. Ao tributarem ambas as entidades, os projetos trazem impacto financeiro e oneram custos, atingindo os associados.

Para defender nossas entidades da séria ameaça financeira trazida pelos projetos e salvaguardar os interesses do conjunto de associados, a ANABB orienta os colegas a procurarem os deputados federais e senadores dos respectivos estados, manifestando posição contrária à tributação dessas instituições.

Em seu conjunto, os PLPs 68 e 108 incluem as entidades de autogestão em saúde, como é o caso da nossa Cassi, entre as empresas do setor que visam ao lucro, sujeitando-as à tributação, além de darem às entidades fechadas de previdência complementar, casos da Previ e da ANABBPrev, o mesmo tratamento tributário concedido às instituições financeiras.

A ANABB está realizando articulações junto aos parlamentares e ao governo, para apresentação de emendas com o intuito de excluir as entidades de autogestão e os fundos de previdência complementar, da tributação.

Com o empenho de nossos associados para a realização de contato com deputados e senadores, nossa força na defesa será muito maior. Nessa comunicação com os parlamentares, é importante enfatizar que nossas entidades Cassi e Previ não objetivam o lucro e, assim sendo, não podem ter o mesmo tratamento tributário dado a uma companhia privada.

Uma reunião de líderes nesta terça-feira (9) definirá a pauta de votações no Congresso Nacional antes do recesso parlamentar da próxima semana. Os referidos PLPs 68 e 108 poderão ser votados pelo Congresso entre a quarta e a quinta-feira (10 e 11). Portanto, nosso tempo é escasso.

Participe das ações da ANABB em defesa da Cassi e da Previ. Converse com os parlamentares da sua região. Divulgue essa informação aos colegas. Participe das enquetes contra os PLPs 68 e 108. Vamos juntos defender nossas entidades, a saúde de nossos familiares e o futuro de nossas famílias!

Fonte: ANABB

Confira o resultado da Seleção de Conselheiros 2024 da Previ

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O final da temporada de Assembleias Ordinárias no mês de abril marca o encerramento de mais um processo de seleção e indicação de conselheiros. Apresentamos, a seguir, os principais números do certame.

A Previ formalizou, neste ano, 75 indicações aos cargos de conselheiro de administração e/ou fiscal nas empresas em que investe, obtendo êxito com a eleição em 70 (93,33%) assentos para os quais imputou concorrência.

A Seleção de Conselheiros 2024 contou com um total de 519 candidatos inscritos, dos quais 258 (49,71%) comprovaram todos os critérios mínimos e se classificaram no processo.
Perfil dos Candidatos Classificados

Mais da metade dos candidatos classificados no certame são associados à Previ (55,81%) e destes a grande maioria pertence ao público de aposentados (74,31%).

Com relação ao órgão pretendido, identificamos que a preferência era por vagas em Conselhos de Administração: 63,95% dos candidatos classificados registraram esta opção.

Com relação à formação acadêmica dos candidatos, observou-se que a grande maioria (88,76%) possui graduação completa em 5 grandes áreas: Administração, Contabilidade, Direito, Economia e Engenharia.

Com relação ao quesito “Pós-Graduação”, apenas 9,69% dos candidatos classificados sinalizaram não possuir nenhuma pós-graduação. Todos os demais comprovaram possuir pelo menos uma pós-graduação e uma parcela significativa apresentou comprovação de mestrado (30,62%).

Dos candidatos classificados, 44,57% comprovaram possuir ao menos duas certificações, dentre as aceitas no certame.

Quanto à faixa etária dos candidatos, identificamos uma concentração relevante na faixa entre 50 e 64 anos: 64,73% dos classificados se encontra nessa faixa etária. A idade média dos candidatos ficou em 56,9 anos.

Estratégia de Diversidade

Conforme divulgado em edital, para a Seleção 2024 implementamos uma estratégia de diversidade cujo objetivo era atingir o patamar de 40% dos candidatos classificados pertencentes a pelo menos um grupo historicamente sub-representado (mulheres, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e pessoas não brancas). O objetivo foi alcançado sem a necessidade de acionamento do mecanismo previsto em edital e 41,09% dos candidatos classificados eram sub-representados.

Do total de candidatos classificados, 21,32% eram mulheres, 3,88% eram LGBTQIAPN+, 1,55% eram pessoas com deficiência e 19,77% se autodeclararam pretos, pardos ou amarelos (nenhum candidato se autodeclarou indígena). A soma dos percentuais dos grupos é superior ao percentual de candidatos classificados sub-representados (41,09%) porque um mesmo candidato pode pertencer a mais de um grupo sub-representado (exemplo: mulheres negras ou pessoas LGBTQIAPN+ com deficiência).

O percentual de mulheres indicadas em 2024 foi o maior da série histórica, demonstrando o acerto das ações afirmativas voltadas para este grupo ao longo dos últimos anos.

Antes da Seleção 2024, o preenchimento do campo raça era opcional e muitos candidatos deixavam em branco, sendo classificados como não declarados. A partir da Seleção 2024, o preenchimento passou a ser obrigatório, mantendo a possibilidade de sinalizar a opção “não declarada”.

O sucesso da estratégia de diversidade pôde ser observado na etapa de indicação: 65,22% das indicações realizadas foram de candidatos pertencentes aos grupos sub-representados. Esta etapa também buscou contemplar membros com formação e experiências profissionais distintas, contribuindo para uma maior diversidade em todos os aspectos.

Como foi a participação da Previ nas Assembleias?

A Previ participou em 31 Assembleias Gerais Ordinárias durante a temporada de 2024 e formalizou 75 indicações, das quais 19 foram para assentos em Conselhos de Administração (25,33%) e 56 para assentos em Conselho Fiscal (74,67%). A expressiva maioria das indicações (69,33%) foi realizada na qualidade de acionista minoritário.

Perfil dos Candidatos Indicados

Seguem alguns gráficos que demonstram o perfil dos candidatos indicados na comparação com a base de candidatos inscritos e classificados no processo de seleção 2024:

Para a Previ, a Seleção de Conselheiros possui papel fundamental no atingimento dos objetivos estratégicos da Entidade por meio da construção de colegiados eficazes, diversos e comprometidos com os aspectos ASGI.

A relação completa de conselheiros eleitos com o apoio institucional da Previ está atualizada no site Previ > Investimentos da Previ > Governança de Investimentos > Conselheiros.

Fonte: Previ

Petrobras demite diretores e traz executivo da Previ para área financeira

Publicado em: 21/06/2024

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, indicou nesta sexta-feira (14 de junhho) três nomes para compor sua diretoria. Nesse processo, dois membros da diretoria anterior serão demitidos. Um terceiro havia pedido para sair junto com o ex-presidente Jean Paul Prates.

Entre os nomes indicados por Magda há duas mulheres: Renata Baruzzi foi escolhida para a diretoria de Engenharia, Tecnologia e Inovação e Sylvia dos Anjos, para a diretoria de Exploração e Produção, dona da maior fatia do orçamento da estatal. Ambas são empregadas da empresa.

Os cargos eram ocupados por Carlos Travassos e Joelson Mendes, nomeados por Prates e que já esperavam não prosseguir com Magda.

O terceiro nome indicado pela presidente da Petrobras é Fernando Melgarejo, que foi escolhido para a diretoria Financeira e de Relações com Investidores, já vaga desde a saída de Sergio Caetano Leite, homem de confiança de Prates.

Melgarejo é funcionário do Banco do Brasil. Atualmente, ocupa a diretoria de Participações da Previ, fundação que administra os planos de previdência privada do banco.

Em nota, a Petrobras informou que “as indicações serão submetidas aos procedimentos internos de governança corporativa, incluindo as respectivas análises de conformidade e integridade necessárias ao processo sucessório da companhia”.

Fonte: Portal MSN

Dirigentes e conselheiros da Previ tomam posse em cerimônia no Rio de Janeiro

Publicado em: 13/06/2024

Na segunda-feira, dia 3 de junho, aconteceu o evento de posse dos novos representantes da Previ. A cerimônia marcou o início do mandato nos Conselhos Deliberativo, Fiscal, Consultivo do Plano 1, Consultivo Previ Futuro e Diretoria Executiva. Na Diretoria de Seguridade, tomou posse Wagner Nascimento de Sousa, reeleito em abril; Fernando Sabbi Melgarejo, na Diretoria de Participações; e Claudio Antônio Gonçalves, na de Investimentos, ambos reconduzidos pelo BB.

A solenidade foi realizada na sede da Previ, no Rio de Janeiro, e contou com a presença de membros da diretoria executiva, conselheiros, funcionários e representantes de entidades. Durante a cerimônia, os novos empossados foram apresentados e falaram sobre suas responsabilidades e os desafios que enfrentarão nos próximos anos. O objetivo principal é garantir a continuidade de uma boa governança e a busca por melhores resultados para os participantes dos planos geridos pela Previ.

Wagner Nascimento destacou a importância do voto e da pluralidade na gestão da Previ. “Agradeço aos associados e às associadas que participaram dessas eleições e exerceram sua voz neste processo democrático nas urnas. Tivemos a recondução de diretores indicados pelo banco e novos membros eleitos para nosso colegiado. O período de campanha e as trocas foram fundamentais para falarmos do trabalho que tem sido feito na Previ, que tem foco total no associado e na melhor gestão do nosso futuro”, ressaltou.

A governança é um dos principais pilares da credibilidade da Previ. O processo de renovação dos órgãos colegiados da entidade se repete a cada dois anos. Metade dos membros da Diretoria Executiva e dos Conselhos é eleita pelos participantes. A outra metade é indicada pelo patrocinador, o Banco do Brasil. Esse modelo de paridade torna a Previ ainda mais fortalecida, preparada para os desafios.

Para Claudio Gonçalves, essa governança robusta e o senso de dono e de pertencimento são fundamentais. “Na Previ a gestão, administração e planejamento são feitos por funcionários do próprio BB e isso explica em boa parte o nosso sucesso e solidez ao longo dos anos. Os associados cuidam do seu próprio patrimônio e isso faz toda a diferença”.

Fonte: Previ

Alvo de questionamentos, presidente da Previ ganha vaga em conselho

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Enfrentando questionamentos na Justiça sobre sua competência para presidir a Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, João Fukunaga ganhou um assento no conselho de administração do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

Ele conseguiu a vaga justamente por causa da Previ. O fundo de pensão faz parte da Invepar (Investimentos e Participações em Infraestrutura SA), gestora que ganhou a concessão do aeroporto. O dirigente terá mandato no posto até agosto de 2026.

O conselho do Aeroporto Internacional de Guarulhos, o maior do Brasil em pousos e decolagens, é formado por nove membros eleitos e destituíveis pela assembleia geral.

Em seu site, a Previ afirma que os critérios para seleção de conselheiros das empresas “parametrizam os principais aspectos” que o fundo “entende ser relevantes para identificação dos candidatos com experiências e conhecimentos diversificados”.

“Os critérios de seleção de conselheiros parametrizam os principais aspectos que a Previ entende ser relevantes para identificação dos candidatos com experiências e conhecimentos diversificados para indicação às vagas em Conselhos de Administração e/ou Fiscal de suas empresas participadas”, diz o site do fundo de pensão do Banco do Brasil.

Questionamentos na Justiça

Fukunaga chegou a ser afastado duas vezes do comando da Previ pela Justiça nos últimos meses, após não conseguir comprovar sua competência para ocupar o cargo. O último afastamento foi suspenso em fevereiro de 2024 pelo TRF-1.

Na ocasião, o desembargador Rafael Paulo Soares Pinto decidiu que Fukunaga deve manter a posição de presidente da Previ até que seu caso seja julgado em definitivo. O pedido de afastamento partiu do deputado estadual paulista Leo Siqueira (Novo).

O atual presidente do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil é formado em história pela PUC-SP. Ele nunca trabalhou no ramo aeroporturário. Além do aeroporto de Guarulhos, ele integra o conselho da Vale.

Fonte: Metrópoles

Mesmo impactada por turbulências, Previ se mantém em equilíbrio no 1ª tri

Publicado em: 02/06/2024

A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, divulgou os resultados dos seus planos, no primeiro trimestre do ano. O Plano 1, maior e mais maduro da entidade, encerrou o período com queda de 1,02%, levando a um negativo de R$ 8,37 bilhões. O segundo principal plano da entidade, o Previ Futuro, teve queda de 0,03%.

Em termos de recursos acumulados, o Plano 1 encerrou o primeiro trimestre do ano com superávit acumulado de R$ 6,12 bilhões e um total de investimentos de R$ 232,04 bilhões. O Previ Futuro, por sua vez, terminou o período com patrimônio de R$ 32,63 bilhões.

Os recuos das ações da Vale, seja por causa da redução de 26% nos preços do minério de ferro, ou pelos noticiários sobre suspensão de licenças, passivos ambientais e sucessão do CEO, foram os principais responsáveis pelo resultado rebaixado no Plano 1.

“Por outro lado, o plano foi protegido por causa da nossa estratégia de imunização da carteira, com a concentração da maior parte de ativos em renda fixa”, explicou a diretora de Planejamento Paula Goto. “Esse tipo de ação está dentro da política de investimentos da Previ, pensada para mitigar, ao máximo, o risco de desequilíbrio dos planos, e que busca a melhor relação retorno/risco na escolha de ativos”, completou.

O Previ Futuro, por sua vez, apresentou rentabilidade negativa de 0,03% em razão do desempenho menor das NTN-Bs (títulos públicos do Tesouro Direto mais conhecido como Tesouro IPCA+ com juros semestrais) e que representam 61% da carteira de ativos do plano. Ainda assim, no Previ Futuro, a entidade teve rentabilidade melhor em relação aos planos de outros fundos semelhantes, nos períodos analisados de 12, 36 e 60 meses.

Em nota, a Previ ressaltou ainda os impactos do Ibovespa sobre a carteira de renda variável dos planos, ao lembrar que o índice de referência da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) teve, entre janeiro e março, o pior desempenho entre os pares globais, com queda de 4,53% no acumulado do período. A principal razão para este resultado do Ibovespa foi externa: a inflação persistente nos Estados Unidos e a decisão, daquele país, de deixar para depois a redução da taxa básica de juros.

“As políticas de investimentos são os instrumentos que nos permitem navegar numa direção segura, mesmo no meio de um mar revolto”, destacou Paula Goto. “Por isso, mesmo diante de incertezas em momentos como esses, os resultados da Previ são melhores. Ainda que atingida por situações conjunturais, ao olhar toda a trajetória dos planos, seguimos em equilíbrio, porque nosso foco é a sustentabilidade para que os planos se mantenham perenes”, concluiu.

Patrimônio dos trabalhadores

“É muito importante entender e acompanhar os resultados da Previ, porque estamos falando de patrimônio nosso, acumulado durante a vida de trabalho e para garantir um futuro seguro para nós e nossos familiares”, avaliou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes.

Ela também ressaltou o papel da Previ para a economia do país, ao lembrar que a entidade, atualmente, paga por mês R$ 1,35 bilhão em benefícios para mais de 100 mil famílias, além de gerenciar R$ 272 bilhões em recursos dos cerca de 200 mil associados e associadas. “A Previ não colabora apenas para o país a partir do pagamento de benefícios que são injetados mensamente no mercado, mas também quando incentiva setores a partir de investimentos na economia real”, completou.

Fonte: Sindicato dos Bancários do ABC

Banco do Brasil indica membros para órgãos de gestão da Previ

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Como acontece a cada dois anos, a renovação de parte dos dirigentes da Previ tem indicação do patrocinador Banco do Brasil. De acordo com o previsto no Estatuto vigente, o BB indicou o diretor de Participações e o diretor de Investimentos para nomeação pelo Conselho Deliberativo, um membro titular e respectivo suplente para o Conselho Deliberativo, um membro titular e respectivo suplente para o Conselho Fiscal e dois membros titulares e respectivos suplentes para cada Conselho Consultivo.

Em 2024, foram indicados os seguintes representantes do patrocinador:

Diretoria Executiva

Cláudio Antônio Gonçalves – Diretor de Investimentos

Fernando Sabbi Melgarejo – Diretor de Participações

Conselho Deliberativo

Rosiane Barbosa Laviola – Titular

Sandro Jacobsen Grando – Suplente

Conselho Fiscal

Karine Etchepare Wernz – Titular

Geraldo Morete Junior – Suplente

Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1

Alexandre Bocchetti Nunes – Titular

Leandro de Carvalho Vieira – Titular

Alexandre Teofanes Pissolatto – Suplente

Sérgio Gonçalves Freire – Suplente

Conselho Consultivo do Plano de Benefícios Previ Futuro

Bruno Monteiro Martins – Titular

Marcelo Gusmao Arnosti – Titular

Antônio Germano dos Santos Júnior – Suplente

Denísio Augusto Liberato Delfino – Suplente

Flavio Alexandre Ferreira de Medeiros – Suplente (Indicado para cargo vago – mandato 2022/2026)

Declaração de Propósitos

Em atendimento ao disposto no artigo 23 da resolução nº 23 da Previc, publicamos a declaração de propósitos dos novos indicados aos cargos de conselheiros Deliberativo e Fiscal. Conforme determina a resolução, as declarações ficarão publicadas por 10 dias para eventuais objeções por parte do público. Para os indicados cujos mandatos foram renovados, não é necessária a publicação da declaração, já que foram habilitados pela Previc em seu mandato anterior.

Fonte: Previ

Previ disponibiliza crédito especial para participantes do RS

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A partir de 22/5, os associados adimplentes dos Planos 1 e Previ Futuro, residentes no Rio Grande do Sul, podem contratar o montante de até três salários brutos (Folha de pagamento de maio de 2024), limitado a R$ 50 mil, acima do teto atual do Empréstimo Simples (ES): R$ 200 mil para o Previ Futuro e R$ 280 mil para o Plano 1.

A medida foi aprovada pela Diretoria Executiva da Previ como forma de atenuar os impactos decorrentes das enchentes que atingiram o estado nas últimas semanas.

O valor máximo de concessão para os participantes da ativa não poderá superar o saldo da reserva individual de poupança líquida. E o valor da prestação para todos os associados não poderá superar a margem consignável definida pela Legislação.

Aos associados com a margem comprometida, será permitido alongar o prazo para adequação da margem, limitado a 240 meses ou a idade definida na regra do ES, o que for menor.

É importante destacar que as concessões acima de 120 meses ocorrerão por meio da renovação de todas as operações vigentes e impedirão novas contratações. E a renovação ficará disponível somente quando for possível enquadrar o saldo devedor ao prazo máximo de 120 meses definido na regra do ES.

No período entre 22 e 31/5, os associados poderão manifestar a intenção de adesão. Para isso, basta fazer a solicitação, pelo e-mail cadastrado na Previ, para o endereço eletrônico esespecial@previ.com.br. Orientamos que o e-mail com a manifestação expressa do seu interesse venha acompanhado do seu contracheque.

A análise das solicitações será feita por ordem de chegada na Previ e a contratação das propostas aprovadas ocorrerá no mês de junho.

Suspensão da prestação

Outra medida aprovada pela Diretoria Executiva da Previ para residentes no Rio Grande do Sul, é a suspensão da cobrança das prestações do ES nas contratações e renovações realizadas até 27/5, com crédito realizado até 31/5.

A suspensão das prestações poderá ser solicitada até 31/5. A interrupção da cobrança é única, portanto, a solicitação vai ser aplicada a todos os empréstimos vigentes nas modalidades ES Rotativo e ES Finimob, pelo período de dois meses, ou seja, nos meses de junho e julho.

Passo a Passo para a suspensão

Para fazer sua solicitação, acesse o Autoatendimento do site, selecione a opção Empréstimo Simples > Meus Empréstimos e imediatamente será disponibilizada a tela de opção. Para solicitar, basta clicar no botão “Suspender Cobrança”. Caso escolha manter o pagamento das prestações, clique na opção “Não tenho interesse”, para ser direcionado à tela inicial do ES.

Quem optar pela suspensão, mas depois mudar de ideia, tem até 31/5 para reativar a cobrança das prestações de junho e julho. O procedimento é similar: acesse o Autoatendimento, escolha a opção Empréstimo Simples > Meus Empréstimos e clique no botão “Reativar Cobrança”.

Além da tela inicial, também é possível verificar se a solicitação foi realizada na opção Meu Perfil > Meus Protocolos. Para consultar as informações, orientamos anotar o número do protocolo gerado na solicitação de suspensão.

A possibilidade de contratar as operações deve ser avaliada com cautela e responsabilidade, tendo em mente a sua capacidade de pagamento, evitando armadilhas e tomando decisões conscientes em relação ao consumo e ao uso do crédito.

Fonte: Previ

Política de Investimentos da Previ veda investimentos em FIPs

Publicado em: 15/05/2024

Um post publicado no Blog da Abrapp em 6 de maio, sobre o evento PrevInfra, que teve a presença do diretor de Participações Fernando Melgarejo, afirmou incorretamente que todos os executivos que participaram do painel “Rumo ao futuro” estavam prontos para voltar a investir em FIPs, os Fundos de Investimentos em Participação. A Previ esclarece que investir por meio de FIPs continua vedado na Política de Investimentos.

“A Previ entende que o investimento por meio de FIPs é inadequado com esse arcabouço regulatório. Defendemos um debate amplo com os órgãos reguladores para criar um ambiente definido e seguro de investimentos.”, explicou Melgarejo. No evento, o diretor falou sobre a importância de existir segurança jurídica para os investimentos por meio de FIPs, e também mencionou os critérios utilizados nas decisões de investimentos da Previ. São levados em conta a rentabilidade esperada, a liquidez para o cumprimento das obrigações previdenciárias, a sustentabilidade dos investimentos, além dos aspectos jurídicos. A Abrapp efetuou a correção na publicação realizada.

A Previ investe de forma responsável, seguindo os critérios Ambientais, Sociais, de Governança e Integridade. Essa é uma forma de ter sustentabilidade nos planos e cumprir a missão de “Garantir o pagamento de benefícios e prover soluções que proporcionem proteção aos associados e seus familiares, de forma integral, segura e sustentável”.

Fonte: Previ

Chapa 1 “Previ Para os Associados” vence as Eleições Previ

Publicado em: 02/05/2024

Com 54.512 votos (51,77% do total de votantes), a chapa 1 “Previ Para os Associados” ganha eleições para o mandato 03/06/2024 a 31/05/ 2028. Também foram computados 4.847 votos em branco e 7.268 nulos. O número total de eleitores votantes foi de 105.306, contra 91.198 abstenções.

Total de votos computados nas Eleições Previ 2024:

Chapa 1: Previ Para os Associados 54.512 – 51,77%
Chapa 2: Somos Previ 38.679- 36,73%
Brancos 4.847 – 4,60%
Nulos 7.268 – 6,90%
Total 105.306 – 100%

A votação ocorreu entre os dias 12 e 26 de abril, havendo sido eleitos o Diretor de Seguridade, além de dois Conselheiros Deliberativos titulares e dois suplentes, um Conselheiro Fiscal titular e um suplente, bem como dois Conselheiros Consultivos titulares (um do Plano 1 e um do Previ Futuro) e dois suplentes.

COMPOSIÇÃO DA CHAPA VENCEDORA
Diretoria de Seguridade
Wagner Nascimento

Conselho Deliberativo
Nilton Brunelli – Titular
José Eduardo Marinho – Titular
Fábio Ledo – Suplente
Rene Nunes – Suplente

Conselho Fiscal
Rafael Leite – Titular
Priscila Aguirres – Suplente

Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1
Claudio Zucco – Titular
Fernanda Carísio – Suplente

Conselho Consultivo do Plano de Benefícios Previ Futuro
Juliana Carminato – Titular
Daniele Bittencourt – Suplente

Fonte: Previ

Teto de benefícios protege a Previ se BB aumentar salários de executivos

Publicado em: 25/04/2024

O teto de benefícios que vigora no Plano 1 da Previ foi aprovado na Diretoria em 2019, tramitou pelo Banco do Brasil e pelos órgãos de controle e passou a valer em 2021. Com essa regra no regulamento, as reservas garantidoras estão protegidas de eventuais mudanças bruscas no modelo de remuneração do banco, como a que estará em discussão na próxima AGO (Assembleia Geral Ordinária).

Na Assembleia, acionistas do BB com direito a voto decidirão sobre o aumento de salários dos executivos do banco. Qualquer que seja a decisão, a Previ está blindada graças à previsão regulamentar do teto de benefícios.

Antes, em 2010 e 2016, a proposta tramitou pela governança da Previ, mas sem sucesso. Durante anos, os representantes eleitos, que apoiam a “Chapa 1- Previ para os Associados” defenderam esta bandeira, mas enfrentavam a má vontade do BB e de grupos que desejavam manter o risco no plano para atacar a gestão dos eleitos.

O assunto da criação de um teto de benefícios ganhou relevância para os associados quando, em 2008, por determinação do Banco Central, as empresas financeiras precisaram alterar a forma de remuneração de seus executivos. No caso do Banco do Brasil, eles deixaram de ter o Plano de Cargos e Salários (PCS) como referência salarial e passaram a ter um “pacote de valores” que é aprovado, anualmente, na assembleia dos acionistas.

A implantação de um teto de benefícios mitiga o risco de alterações na remuneração, trazendo previsibilidade e estabilidade para o Plano 1. Já o Previ Futuro não sofre esse risco, pois os benefícios serão calculados a partir da reserva de poupança que os associados acumularem ao longo de sua vida laboral.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte