Prefeitura e Banco do Brasil alinham financiamento de obras para Manaus

Publicado em: 30/05/2018

As linhas de financiamento para obras de infraestrutura a serem executadas pela Prefeitura de Manaus no valor de R$ 100 milhões, foram discutidas pelo prefeito Arthur Virgílio Neto e parte da bancada amazonense, nesta terça-feira, 15/5, com o vice-presidente do Banco do Brasil, José Eduardo Pereira Filho. A operação de crédito está em fase de avaliação pelo credor para que seja liberada.

Além da primeira-dama e presidente do Fundo Manaus Solidária, Elisabeth Valeiko Ribeiro, participaram da reunião, na sede da instituição em Brasília, o senador Omar Aziz, os deputados federais Arthur Bisneto, Pauderney Avelino e Conceição Sampaio.

Durante o encontro, a equipe técnica do Banco do Brasil apresentou os requisitos e informações sobre o status do financiamento que foi pleiteado pela Prefeitura. Segundo o prefeito, as condições estão muito favoráveis para que, muito em breve, Manaus disponha de mais recursos para investimento na infraestrutura urbana.

“Viemos até aqui para reuniões que são muito proveitosas do ponto de vista do andamento dos processos para a liberação dos empréstimos aos agentes governamentais. Estamos cumprindo todos os requisitos para que este dinheiro chegue no momento em que a cidade mais precisa”, afirmou Arthur Virgílio.

O secretário municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef), Lourival Praia, também presente na reunião, esclareceu que o município está respondendo diretamente aos técnicos do Banco do Brasil com a devida celeridade que a liberação deste financiamento exige. “A Prefeitura de Manaus forneceu toda documentação necessária para a avaliação e autorização deste financiamento”, ressaltou.

Ainda na tarde desta terça-feira, em Brasília, o prefeito participa de reunião no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), com pauta também sobre recursos para Manaus.

Fonte: Prefeitura Municipal de Manaus

Concurso BB: bancários exigem novo edital e contratações

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O Banco do Brasil lançou, no primeiro trimestre deste ano, um edital de concurso público para preenchimento de 30 vagas em Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). No entanto, o certame não foi o suficiente para prover a atual demanda do Banco. Acontece que os bancários da instituição realizarão na próxima segunda-feira, 28, um protesto exigindo do banco e do governo a realização de concurso público e contratações para suprir a falta de funcionários em todos os locais de trabalho.

“O Sindicato exige contratações diante deste desmonte promovido pelo governo federal. O banco deveria era melhorar as condições de trabalho dos funcionários, pois lucrou R$ 3 bilhões neste primeiro trimestre, 20% a mais do que o mesmo período do ano passado”, disse o funcionário do BB Davi Basso, diretor da Fetec e conselheiro consultivo da Previ.

De acordo com o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, nos últimos 12 meses, o Banco do Brasil fechou 1.983 postos de trabalho e 270 agências no país, causando inclusive conflitos nesses locais de trabalho entre a população e bancários.

“O Sindicato e os bancários do BB defendem um banco público para a sociedade, com crédito mais barato, tarifas menores e, principalmente, melhores condições de trabalho para os funcionários melhor atenderem a população. É importante a participação dos funcionários do BB no protesto. Precisamos de concursos públicos e contratações para preencher vagas nas agências e departamentos, pois há em todos os locais de trabalho sobrecarga. Vamos mostrar que estamos unidos e prontos para defendermos nossos direitos na Campanha Nacional, que já está começando”, finaliza Davi Basso.

Sobre o cargo de escriturário do concurso 2018

O cargo de Escriturário conta com remuneração inicial de R$ 2.718,73 (Dois mil, setecentos e dezoito reais e setenta e três centavos) e auxílio alimentação/refeição de R$ 1.350,00, totalizando ganhos de R$ 4.068,73. Além disso, haverá possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional; participação nos lucros ou resultados, nos termos da legislação pertinente e acordo sindical vigente; vale-transporte; auxílio-creche; auxílio a filho com deficiência; e previdência privada.

O Escriturário do Banco do Brasil tem as seguintes atribuições: comercialização de produtos e serviços do BANCO DO BRASIL S.A., atendimento ao público, atuação no caixa (quando necessário), contatos com clientes, prestação de informações aos clientes e usuários; redação de correspondências em geral; conferência de relatórios e documentos; controles estatísticos; atualização/manutenção de dados em sistemas operacionais informatizados; execução de outras tarefas inerentes ao conteúdo ocupacional do cargo, compatíveis com as peculiaridades do BANCO DO BRASIL S.A. A jornada de trabalho é de 30 horas semanais.

Último concurso foi divulgado no dia 06 de março

No dia 06 de março, o Banco abriu concurso para preencher 30 vagas no cargo de Escriturário, além de cadastro reserva. A Fundação Cesgranrio, organizadora do certame, aplicou as avaliações no dia 13 de maio em Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) ou São Paulo (SP).

De acordo com o documento publicado, as oportunidades foram para lotação nas cidades de Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). Para concorrer a uma das vagas, o candidato precisou ter certificado de conclusão ou diploma de curso de nível médio expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação, Secretarias ou Conselhos Estaduais de Educação, (MEC), e idade mínima de 18 anos completos na data da contratação.
O concurso do Banco do Brasil BB 2018 contou com quatro etapas, conforme disposto a seguir:

a) 1ª Etapa: Avaliação de Conhecimentos, mediante a aplicação de provas objetivas, de caracteres eliminatório e classificatório, sob a responsabilidade da FUNDAÇÃO CESGRANRIO.
b) 2ª Etapa: Prova de Redação, de caráter eliminatório, sob a responsabilidade da FUNDAÇÃO CESGRANRIO.
c) 3ª Etapa: Aferição da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos(as) pretos(as) ou pardos(as), conforme subitem 4.2 e seus subitens.
d) 4ª Etapa: Procedimentos Admissionais e Perícia Médica, de caráter eliminatório, sob a responsabilidade do BANCO DO BRASIL S.A.

Fonte: Boa Informação

BB deve pagar R$ 4 milhões a sindicato em acordo trabalhista no Piauí

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Em um acordo intermediado pela Justiça do Trabalho nesta quarta-feira (23), o Banco Do Brasil pagará cerca de R$ 4 milhões para 73 funcionários da empresa e para o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiarias no Estado do Piauí (SEEBF-PI).

A decisão foi da juíza Basiliça Alves, titular da 4ª Vara de Teresina. No acordo, ficou acertado que não haverá a execução do crédito trabalhista para os empregados participantes do acordo.

O Banco tem 30 dias, para recolher e repassar cerca de R$ 1,12 milhões referentes às parcelas de FGTS, INSS, imposto de renda, honorários advocatícios de sucumbência além de depositar, na conta do sindicato, cerca de R$ 2,8 milhões crédito principal dos trabalhadores.

O descumprimento do acordo resultará a execução direta do valor remanescente, através do bloqueio online nas contas do Banco do Brasil e/ou com a utilização de outros meios de constrição.

Porém, o processo trabalhista continua em tramitação para os trabalhadores que ingressaram com a mesma ação, mas não aceitaram fazer o acordo.

Fonte: Portal Vi Agora

Mostra do CCBB reúne filmes que raramente entram no circuito comercial

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Pouco conhecidos no Brasil, onde raramente têm lançamentos significativos no circuito comercial, os filmes suíços acabam exibidos apenas em mostras e festivais, como é o caso do 7º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, que acontece de amanhã ao próximo dia 18 no Centro Cultural do Banco do Brasil.

O público poderá assistir a 14 longas e oito curtas nesta seleção vinda de participantes dos dois festivais mais importantes daquele país, Journées de Soleure e Visions du Réel. “Procuramos contemplar todos os gêneros e regiões linguísticas da Suíça (alemã, francesa e italiana), apresentando uma amostra dos filmes mais recentes e de cineastas jovens ao lado de nomes consagrados”, diz Célia Gambini, que faz a curadoria do evento ao lado de Talita Rebizzi.

Na 53ª edição, em janeiro, o festival de Soleure selecionou 159 filmes, número que comprova, segundo Célia, uma produção bastante significativa. “As coproduções também são de grande importância para o cinema suíço, não apenas por facilitar a distribuição para países europeus, por exemplo, mas também porque muitos filmes exploram diferentes territórios. O país também participa como coprodutor minoritário em muitas produções internacionais”, explica, lamentando que, no Brasil, os filmes da Suíça só tenham destaque em festivais internacionais.

Dentre os títulos selecionados para o Panorama, está o premiado “Sobre ovelhas e homens”, de Karim Sayad, que será exibido amanhã, às 19h, com a presença do diretor de 33 anos, que participa de um debate após a sessão. “’Karim tem uma liberdade para empunhar a câmera e encontrar uma escrita própria para suas narrativas cinematográficas ousadas, pouco usuais e fortemente pessoais. Seu filme toca em vários pontos importantes. É um documentário que, por se passar longe da Suíça, mostra como a questão do deslocamento, da diversidade e do olhar para o outro e para o mundo – temas, aliás, que priorizamos nessa edição do Panorama”, diz Célia.

Ela destaca ainda que o diretor, filho de pai argelino e mãe suíça, representa uma jovem geração marcada pela formação acadêmica: “As escolas de cinema na Suíça têm um papel muito importante na formação dos seus realizadores. Vale mencionar que Karim também vem de uma parcela de cineastas de chegou ao país por diferentes razões, mas que mantém fortes laços com sua origem e dá voz a muitos territórios que, de outra forma, talvez ficassem esquecidos”.

Entre os documentários, o evento apresenta também “Hafis & Mara”, sobre um casal inusitado que faz um balanço de suas vidas diante das câmeras, abordando questões profundas das relações humanas. “Não tenho idade (para te amar)”, por sua vez, aborda a imigração italiana naquele país. Já “Eu sou a gentrificação” é um relato pessoal e impactante sobre as mudanças na ocupação urbana na Suíça, São Paulo, Cidade do México e Tibilisi, na Georgia.

“Diário da minha cabeça” é um dos destaques entre os longas de ficção. “É o mais recente filme de Ursula Meier, cineasta que tem sido aclamada internacionalmente em festivais como o de Berlim e de Cannes. É o retrato de um jovem parricida e suas motivações ao crime, com Fanny Ardant e o talentoso ator Kacey Mottet Klein”, detalha Célia.

“Golias”, de Dominik Locher, é outro título ficcional mencionado pela curadora: “Fala sobre um jovem casal e os desafios de enfrentar a vida adulta, também revelando um excelente diretor e os jovens atores Sven Schelcker e Jasna Bauer”. Célia faz questão de ressaltar que todos os selecionados são imperdíveis. “Tentamos, com eles, retratar a amplitude do cinema suíço contemporâneo para o público brasileiro”, finaliza.

Serviço

7º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo

Centro Cultural Banco do Brasil (R. Primeiro de Março, 66 – Centro – Tel.: 3808-2020). De amanhã a 18/6. R$ 10 e R$ 5. Programação da primeira semana:

Amanhã: “Eu não tenho idade (Para te amar)”, de Olmo Cerri, às 17h, e “Sobre ovelhas e homens”, de Karim Sayad (que participa de debate após a sessão), às 19h.

Quinta: “Eu sou a gentrificação – Confissões de um canalha”, de Thomas Haemmerli, às 17h, e “A fúria de ver”, de Manuel von Stürler, às 19h.

Sexta: “BE’ JAM BE Esse canto nunca terá fim”, de Caroline Parietti e Cyprien Ponson, às 17h, e “Hafis & Mara”, de Mano Khalil, às 19h.

Sábado: Programa curtas, às 15h, e “Golias”, de Dominik Locher, às 17h.

Fonte: Jornal do Brasil

BB e Caixa têm 822 mil clientes aptos a aderir acordo da poupança

Publicado em: 25/05/2018

Caixa e Banco do Brasil calculam que 822 mil clientes poderão aderir ao acordo com os poupadores afetados pelos planos econômicos de 1980 e 1990. A Caixa informou que prevê pagar R$ 1,2 bilhão em indenizações aos poupadores. Já o Banco do Brasil tem R$ 4,53 bilhões provisionados, mas informou não ter previsão de quanto será efetivamente pago, uma vez que as adesões são voluntárias.

Ou seja, os bancos públicos poderão responder por quase a metade do pagamento total de indenizações previsto pelo governo (entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões).

Segundo a Caixa, mais da metade dos poupadores que estão sob o seu guarda-chuva deverão receber menos de R$ 5.000 e, por isso, teriam direito ao pagamento à vista, ou seja, ainda neste ano. Os demais valores serão pagos em até cinco vezes, em parcelas semestrais por dois anos.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), 65% dos poupadores têm a receber menos de R$ 5.000.
No setor privado, o Itaú Unibanco informou que tem 170 mil clientes que poderiam aderir ao acordo. O Santander e o Bradesco não quiseram informar o número de clientes que poderiam aderir ao acordo.

Itaú, Santander e Bradesco já comunicaram que pretendem fazer os pagamentos à vista, mas não informaram quanto isso representa. O Bradesco disse que está estudando a viabilidade de fazer os pagamentos à vista.

O governo espera que os recursos ajudem a impulsionar o consumo em um momento de letargia do crescimento econômico.

Fonte: Folha de S.Paulo

BB pode antecipar pagamento a poupadores indenizados dos planos econômicos

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Depois de Itaú Unibanco e Santander Brasil, o Banco do Brasil também avalia a possibilidade de formas de antecipação do pagamento aos poupadores que têm direito à indenização por conta de perdas com os planos econômicos em uma só parcela. Há, conforme o presidente da instituição, Paulo Caffarelli, um contingente de cerca de 600 mil pessoas que podem receber os valores devidos por meio do banco, cujo número final depende do patamar de adesão ao acordo feito no ano passado.

O BB conta com R$ 4,5 bilhões em provisões para fazer frente ao pagamento aos poupadores. Cálculos feitos pelo JPMorgan, no passado, indicavam que o fator devido à instituição ficaria entre R$ 2,2 bilhões e R$ 3,3 bilhões. Questionado se o banco poderia reverter provisões, Caffarelli afirmou que o colchão pode ser usado para outros fins. “Estamos avaliando. O valor total a ser pago aos poupadores depende do nível de adesões”, disse o executivo.

O Itaú foi o primeiro a anunciar, em março último, que anteciparia o pagamento para correntistas da instituição com crédito em conta desde que eles atendessem aos critérios estabelecidos. Já o Santander Brasil informou na última segunda-feira que fará o mesmo, mas por meio de uma linha de crédito para fazer o pagamento das indenizações à vista, com custo de 1,49% ao mês. O BB ainda não teria bem definido como fará esse movimento, mas descarta a hipótese de uma antecipação via um empréstimo sob os moldes de antecipação do Imposto de Renda ou do 13º salário como o banco espanhol.

Mais cedo, evento em Brasília, no Palácio do Planalto, marcou o lançamento da plataforma que vai viabilizar a adesão dos poupadores ao acordo com os bancos para que seja feita a indenização das perdas ocorridas com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. A expectativa do governo é que o pagamento injete entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões na economia brasileira para um total de 3 milhões de pessoas.

Fechado em dezembro do ano passado entre bancos e representantes de poupadores, o acordo sobre as perdas foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início deste ano. Foi estabelecido que para valores de até R$ 5 mil o poupador receberia em uma única parcela à vista. Já entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, a indenização pode ser feita em uma parcela à vista e duas semestrais. Já acima dos R$ 10 mil, serão pagos uma parcela à vista e quatro semestrais.

Fonte: Diário do Comércio

Falta verba para renegociar dívida de produtor, diz executivo do BB

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Na semana passada, a Câmara dos Deputados propôs aos bancos a criação de uma linha de crédito a produtores endividados. Nesta terça-feira, dia 22, o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Tarcísio Hübner, declarou que faltam recursos para o refinanciamento de dívidas. Ele orientou o produtor a procurar novas modalidades de seguro para não ser pego desprevenido mais adiante.

O Banco do Brasil é o principal responsável pela oferta de crédito agrícola no país. Pela proposta parlamentar, os agricultores teriam prazo de pagamento de 25 anos, com dois de carência para renegociar os valores. A taxa de juros sugeridas é de 4,5% ao ano.

De acordo com Hübner, os bancos não têm capital para abraçar essa solução no prazo previsto. “A não ser que haja uma solução por parte do Tesouro. Está se discutindo que alternativas são viáveis para colocar à disposição de alguns produtores com dificuldade para fazer frente aos seus compromissos”, diz.
O banco deve apresentar uma contraproposta de linha de crédito especial aos produtores endividados, mas ainda não deu detalhes sobre as condições. A expectativa é que a proposta seja apresentada antes da divulgação do Plano Safra 2018/2019.

No entendimento do banco, é mais viável a prevenção aos endividamentos do que a renegociação. O seguro faturamento tem sido divulgado aos produtores como forma de garantia de renda, em caso de sinistro na lavoura, e também para que não percam a capacidade de investimento.

O seguro faturamento está disponível desde 2011 e cobre a renda esperada de determinada atividade. É diferente do seguro agrícola, mais popular, e que protege o custeio firmado junto aos bancos. No último Plano Safra, 62 mil apólices foram contratadas, mas apenas 11 mil eram de seguro faturamento. Nesta terça, o Banco do Brasil falou da modalidade de seguro a produtores rurais. A ideia é aumentar a adesão para diminuir riscos à cadeia produtiva e à instituição financeira.

Consultor em seguros rurais do Banco do Brasil, Luiz Antônio Digiovani afirma que um produtor rural, mesmo usando toda a tecnologia disponível para uma boa safra, pode ter resultados negativos por questões climáticas. Sem estar protegido, nesse caso lhe restaria fazer a renegociação de dívida, enquanto que, com o seguro, receberia indenização pelas perdas. “Com a complementação indenizatória do seguro, o produtor, apesar de ter um ano ruim, vai poder continuar na atividade, usando tecnologia novamente”, diz Digiovani.

Fonte: Canal Rural

Novo gerente do BB de Cajazeiras assume cargo com histórico de sucesso

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A agência do Banco do Brasil de Cajazeiras está de gerente novo. Alan Frankylly, 35 anos, assumiu os comandos prometendo resultados ainda mais positivos para a agência, como aconteceu nos municípios por onde passou.Natural de Pombal, Alan Frankylly é formado em Administração, com MBA em Gestão de Pessoas e Liderança Estratégica. Possui experiência de 15 anos no Banco do Brasil e já trabalhou nas cidades de Princesa Isabel, Tavares, Sousa, Pombal, Esperança, Patos e recentemente São José de Piranhas.

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Nos últimos anos, agências administradas por ele ficaram nas primeiras posições de avaliação pelo Banco do Brasil. “Estou muito satisfeito em gerenciar a agência de Cajazeiras. A expectativa é apoiar o desenvolvimento dos mais de 4.700 clientes atendidos em toda a região”, disse.

Atualmente a agência do Banco do Brasil de Cajazeiras atende 500 clientes pessoas jurídicas e 4.200 pessoas físicas com linhas de créditos e planos de fomento de políticas públicas como o programa Minha Casa Minha Vida, FIES, crédito rural, entre outras.

Fonte: Diário do Sertão

Decisão da Justiça confirma direito à gratificação no BB a funcionários comissionados

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Funcionários do Banco do Brasil, que em novembro de 2017 tinham cargo comissionado há no mínimo dez anos, não poderão perder a gratificação, ainda que tenham sido revertidos aos seus cargos anteriores. A decisão é da 5ª Vara do Trabalho de Macapá (AP) e vale para todo o Brasil. A Justiça reitera que, salvo a existência de justo motivo, tal gratificação já se incorporou à remuneração do bancário.

Caso descumpra a decisão, o BB pagará multa diária de R$ 5.000 por trabalhador que tenha a gratificação suprimida ou reduzida. A decisão judicial registrou, ainda, que o valor da gratificação incorporado corresponde à média da gratificação recebida nos últimos dez anos. Ainda que o banco tenha ingressado com recurso, a aplicação da sentença é imediata.

Mesmo diante das mudanças na lei trabalhista pós-golpe presidêncial de Michel Temer, que acabou com as súmulas, inclusive a 372 que previa o direito à gratificação, houve êxito nessa ação em prol do trabalhador. Apesar da viória, é necessário de ter cautela, pois as decisões ainda são frágeis frente ao que o Judiciário pode decidir no TRT. Muita coisa acaba sendo mais política do que técnica, por isso temos de ser vigilantes e estar permanentemente mobilizados ao lado do Sindicato. Não se pode apenas confiar no Judiciário.

A sentença foi proferida nos autos do processo nº 0001296-75.2017.5.08.0208, em ação proposta pelo Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Amapá. Essa decisão também abrange os caixas do BB de todo Brasil.

Essa ação não se confunde com a Ação Civil Pública que tramita em Brasília, onde uma tutela antecipada garante aos empregados atingidos pela reestruturação iniciada em novembro de 2016, a incorporação da média das comissões/gratificações recebidas por no mínimo dez anos.

Essa ação afirma que o processo de reestruturação não é motivo suficiente para respaldar a não incorporação das comissões ou gratificações dos bancários.

Já na ação que tramita no Amapá, a tese é relativa à reforma trabalhista e seu impacto nos contratos em vigor para aqueles que, na data da entrada em vigor da Lei 13.467/2017, 11 de novembro de 2017, já contavam com pelo menos dez anos de recebimento de gratificações/comissões.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Santos e Região

Dividendo do Banco do Brasil pode superar 40%, avalia Santander

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A equipe de análise de investimentos do Santander esteve reunida com o diretor de relações com investidores do Banco do Brasil (BBAS3) Daniel Maria e reiterou a recomendação de compra dos papéis após o encontro. O preço-alvo de R$ 42 corresponde a um potencial de valorização de aproximadamente 38%.

Segundo os analistas Henrique Navarro e Olavo Arthuzo, o foco atual do BBAS no fortalecimento de capital (CET1 em 9,8% no primeiro trimestre de 2018) permitiu ao banco aumentar o índice de distribuição de dividendos, passando de 25% para cerca de 40% no exercício fiscal de 2018. Este nível, explicam Navarro e Arthuzo, pode ultrapassar os 40% se o banco atingir sua meta de CET1 de 11%.

Fonte: Money Times

Após quatro meses, bancos acertam acordo de R$ 2,6 bi com Odebrecht

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Depois de quatro meses de intensas negociações, bancos e Odebrecht acertaram na segunda-feira, 21, à noite os termos de um acordo para liberar R$ 2,6 bilhões ao grupo. O novo empréstimo será concedido por Bradesco e Itaú, sendo que cada instituição vai conceder 50% do montante em duas parcelas: uma de R$ 1,7 bilhão e outra de R$ 900 milhões, com garantias de ações da Braskem.

O acordo, no entanto, tem pontos pendentes e ainda precisa ser formalizado no comitê de crédito de algumas instituições. Além disso, o grupo negocia uma parcela adicional de R$ 500 milhões.

Quase metade dos R$ 2,6 bilhões – que serão liberados por meio de emissão de debêntures – ficará com a construtora do grupo para pagar uma dívida de R$ 500 milhões vencida em abril e para capital de giro da empreiteira.

Apesar de o novo empréstimo ser concedido por Bradesco e Itaú, o acordo todo envolveu Banco do Brasil, Santander e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – credores da empresa.

Durante as negociações, os cinco bancos divergiram sobre as condições do acordo. O principal entrave era a prioridade no recebimento das garantias (das ações da Braskem) no eventual caso de a empresa quebrar. Bradesco e Itaú queriam ter a preferência das garantias, já que iam liberar recursos novos para o grupo.

O Banco do Brasil, porém, não concordou em abrir mão da prioridade e acabou travando as negociações, o que foi superado pela divisão do empréstimo em duas parcelas. Dessa forma, BB continuou com prioridade nas garantias na primeira tranche do empréstimo.

O acordo, no entanto, vai além da concessão do crédito novo. Nas negociações, o grupo conseguiu alongar cerca de R$ 7 bilhões em dívidas que venceriam nos próximos meses. A medida dá fôlego à empresa, que vive uma grave crise financeira desde que virou o centro da Operação Lava Jato – o maior escândalo de corrupção do País.

Para conseguir acertar o negócio, a Odebrecht teve de comprometer uma parte expressiva da fatia que detém na Braskem. Hoje sua participação na petroquímica equivale a R$ 14,7 bilhões, sendo que quase R$ 12 bilhões foram dados como garantia do negócio. Dos R$ 7 bilhões de dívidas que tiveram os prazos alongados pelo novo acordo, R$ 3 bilhões passaram a ter garantia dos papéis da Braskem.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que, por ora, essa não é uma questão que preocupa os acionistas da empreiteira. Isso porque as ações da Braskem tiveram forte valorização nos últimos meses e têm potencial para novos aumentos. Em 2016, quando fechou a reestruturação da dívida da Agroindustrial, a participação da Odebrecht na petroquímica valia R$ 5 bilhões. Hoje está em R$ 14,7 bilhões e pode subir ainda mais por causa da atual valorização do dólar, segundo fontes ligadas à empresa.

As negociações vinham se arrastando, afirmam fontes próximas às negociações, especialmente por divergências com o BB, que só entrou – de fato – na conversa depois que a Odebrecht deixou de pagar, no fim do mês passado, R$ 500 milhões em títulos vendidos a investidores estrangeiros. Desde o início das negociações, foram muitas idas e vindas. A cada encontro, novas exigências faziam as equipes de reestruturação quebrar a cabeça para acomodar os pedidos das partes no acordo.

Diante dos impasses e do elevado grau de exigências, o processo provocou um racha dentro da Odebrecht. Uma ala da empresa chegou a defender que a melhor saída seria uma recuperação extrajudicial para renegociar a dívida diretamente com os credores. Mas as incertezas e o risco desse tipo de operação fizeram com que os acionistas mantivessem a conversa para o fechamento de um acordo.

No dia 11 de maio, no escritório da Estáter, assessoria que representa os Odebrecht, depois de sete horas de reunião à base de barrinha de cereais, os representantes da empresa e dos bancos chegaram a um grande acordo de renegociação das dívidas.

Os últimos dez dias foram de acomodação das exigências das partes, o que provocou novo embate. As maiores divergências foram acertadas na segunda-feira e alguns bancos têm reunião para assinatura final do contrato marcada para esta terça-feira. Procurados, BB, Bradesco, Itaú e Santander não comentam. BNDES não respondeu o pedido de entrevista.

Após todos pontos pendentes serem sanados e acordo referendado nos comitês dos bancos, a empresa poderá tratar de outras questões que ficaram praticamente paradas durante as negociações. Uma delas se refere ao futuro da Braskem, hoje o principal ativo da Odebrecht em parceria com a Petrobras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Jornal do Brasil

BB é condenado contra trabalhador e relator afirma: #nemvemquenaotem

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O desembargador Dagoberto Nishina Azevedo, do TRT da 15ª região, foi enérgico ao manter condenação do Banco do Brasil por transferir e rebaixar um funcionário acometido de câncer. No acórdão, o desembargador avisa: #nemvemquenaotem.

No julgamento do recurso do BB, foi determinado ainda o envio de cópia dos autos ao MPT para que tome as providências que entender cabíveis, “no sentido de coibir as más práticas” do BB em relação a seus empregados.

O recurso do banco foi interposto contra sentença que julgou parcialmente procedente uma reclamação trabalhista, restabelecendo gratificação de função, mudança de agência, e concedendo indenização por danos morais para o empregado.

O funcionário, originariamente admitido pela Nossa Caixa-Nosso Banco em 1981, integra o BB desde 2009, quando o empregador originário foi incorporado, e atua como gerente-geral desde 1995; no início de 2016 foi diagnosticado com câncer no pâncreas, e desde então se submete a vários exames e tratamentos, estando afastado do trabalho dada a gravidade da doença e suas consequências à sua saúde.

“Sanha maligna”

Para o desembargador Dagoberto Azevedo, a delicada saúde do empregado não comoveu o banco. Ao contrário, o relator considerou o depoimento das testemunhas “estarrecedores”.

“Pelo contrário, avivou sua sanha maligna, aplicou-se um castigo cruel, obrigou-o a pedir transferência para uma agência menor, a de Serrana, numa classificação de quatro níveis era a penúltima, rebaixando sua remuneração.”

O relator considerou que o BB perpetuou “uma fraude” contra um empregado que lhe serviu por 34 anos, “aproveitando-se odiosamente de sua debilidade provocada por um câncer gravíssimo”.

“Ao Banco do Brasil convém alertar: ainda temos Justiça do Trabalho no Brasil! #nemvemquenaotem

A ilicitude do Banco do Brasil esbarrou numa Magistrada de alta estirpe que a fulminou com uma solução há muito solidificada na Justiça do Trabalho.”

A magistrada havia consignado que pelo princípio da estabilidade financeira do trabalhador, é vedado ao empregador suprimir a gratificação de função recebida pelo empregado que tiver ocupado cargo de confiança por mais de 10 anos. Mais adiante, o desembargador anotou:

“A vida não para e está acima da mesquinhez humana! A tentativa de transferência do reclamante com intuito de reduzir custo é nula de pleno direito, a teor do disposto no Artigo 9º, da CLT, em não havendo justificativa plausível para sua transferência meramente punitiva.”

Ainda mais: o relator chamou de “patético” o fecho do arrazoado, que afirmou ter “demonstrado não haver qualquer ilegalidade na conduta do recorrente”

“Como ensinava meu avô: quanto mais se tenta justificar o injustificável, mais o vilão se enrola!

A ofensa impingida foi gravíssima, expôs uma administração ruinosa do Banco do Brasil, tratamento vil e total desprezo pela condição humana de seus empregados, caso tenha se esquecido, seu maior patrimônio.”

Oportunidade perdida

Na análise do recurso do BB, o desembargador entendeu que a indenização por dano moral – fixada em 1º grau em R$ 350 mil – foi “arbitrada modicamente”.

Na sentença, a juíza do Trabalho Arilda Cristiane Silva de Paula Calixto afirmou que, para dar ao ofensor a “oportunidade de ao menos minimizar a ofensa”, se o BB pagasse o dano e cumprisse espontaneamente a condenação, no prazo de 30 dias a contar do julgamento, o valor da indenização seria reduzido para 2/3 do valor inicial.

Mas, conforme Dagoberto Nishina Azevedo, “o Banco do Brasil desprezou a oportunidade de se redimir e não cumpriu a decisão, devendo arcar com o valor integral da condenação, talvez uma lição eficiente para repensar seus métodos de tratamento do seu pessoal e não reincidir na mesma vileza, ou talvez deixe a desonrosa 2ª colocação no rol das empresas mais acionadas na Justiça do Trabalho”.

O recurso do BB foi provido apenas para decotar da condenação os honorários advocatícios. A 4ª câmara (2ª turma) do Tribunal acompanhou o voto do relator à unanimidade.

Execução imediata

Em tempo: em decisão do último dia 21, a juíza Arilda Cristiane, diante do julgamento do recurso do BB pelo TRT, acolheu o pedido de liberação dos valores para o reclamante, afirmando:

“O atual entendimento do STF é pela execução imediata e completa da condenação imposta, após decisão de segundo grau, ainda que pendentes de julgamentos recursos da partes.

Se um ex-presidente da República pode ser tolhido de sua liberdade sem o trânsito em julgado após a decisão de segundo grau, cujo direito à liberdade só se perde em face do direito à vida, ainda que possa existir alguma controvérsia, no particular, não pode esta Justiça do trabalho quedar-se inerte e assistir a luta incansável deste Reclamante por sua VIDA, eis que diagnosticado com avançado câncer de pâncreas e deixar que não tenha o ressarcimento ainda em vida, daquilo que lhe foi conferido por julgado já mantido em segunda instância.”

A advogada Silvana Aparecida Calegari Caminoto patrocina a causa pelo trabalhador.

Processo: 0010501-16.2017.5.15.0150

Veja a íntegra do acórdão.

Fonte: Portal Migalhas

Banco do Brasil lança serviço de compra de euros por smartphone

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Quase quatro meses depois de lançar o serviço de compra de dólares por aplicativos, o Banco do Brasil expandiu a ferramenta para o cliente adquirir euros. Pioneiro no país, o serviço vale para transações de até US$ 3 mil por operação, limitada a US$ 10 mil por mês, limites que serão convertidos em euros pela cotação do dia.

A opção está disponível no aplicativo do banco desde segunda-feira (21). O cliente compra pela cotação do dia e tem até dois dias úteis para retirar a moeda estrangeira no guichê de uma das agências do Banco do Brasil que operam câmbio no país, sem passar pelo atendimento.

O próprio aplicativo avisa qual o posto de atendimento mais próximo onde pode ser feito o saque. O cliente pode ativar o GPS para o aplicativo exibir as agências que operam câmbio num raio de cinco quilômetros ou fazer a busca por estado e cidade.

A retirada se dará pela taxa de câmbio garantida no dia da transação no aplicativo. Caso o cliente não esteja satisfeito com a cotação do momento, pode definir uma taxa que esteja disposto a pagar e um período de espera. Caso o euro atinja a cotação pretendida nesse intervalo, o banco envia uma mensagem ao aplicativo perguntando se o cliente quer confirmar a operação.

A opção de compra de dólares pelo celular estará disponível na área logada do aplicativo, na opção “Viagens/Moeda Estrangeira”. Ao clicar nesse campo, aparecerá o item “Monitorar Taxa de Câmbio”, no qual o cliente define a taxa que gostaria de pagar e o intervalo de espera.

Dólar

De acordo com o Banco do Brasil, US$ 2,7 milhões foram comprados por meio de smartphones desde o lançamento do serviço, no início de fevereiro. O banco registrou uma média de 28 operações diárias do tipo.

No caso do dólar, o dinheiro pode ser retirado tanto no guichê das agências que operam câmbio como em um dos 95 caixas eletrônicos com saques na moeda norte-americana espalhados em 18 estados e no Distrito Federal.

Fonte: Agência Brasil

Acordo entre BB e Abraciclo viabiliza financiamento de motos para setor agrícola

Publicado em: 24/05/2018

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo – e a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário – Sead, vinculada à Casa Civil da Presidência da República, assinaram novo acordo de cooperação técnica para viabilizar o cadastramento de produtos do setor de Duas Rodas nas operações de financiamento do programa Pronaf Mais Alimentos, destinado aos agricultores familiares.

Na prática esse acordo significa que a partir de agora os fabricantes de motocicletas associados da Abraciclo poderão comercializar motocicletas, quadriciclos, motores de popa e produtos de força (motores estacionários), de fabricação nacional, com condições especiais de financiamento para as famílias cadastradas no Pronaf Mais Alimentos.

Atualmente, o Pronaf oferece linhas especiais de financiamento com prazos de até 120 meses (10 anos), carências de até 36 meses (3 anos) e taxa de juros que variam entre 2,5% e 5,5% ao ano, condições muito melhores que os poucos financiamentos existentes para quem quer comprar uma moto, principalmente as pequenas. As linhas são operacionalizadas pelo Banco do Brasil, como agente financeiro do programa.

Os produtos fabricados pelo setor de duas rodas que mais são utilizados na área rural são as motos (trail e street) de pequena cilindrada e os quadriciclos, que são utilizados para todos os tipos de serviços, desde simples deslocamentos de trabalhadores, uso administrativo e até no uso diretamente no plantio e nas colheitas das diversas safras ao longo do ano.

Segundo Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, a moto, que já está presente no ambiente rural, abre um enorme leque de possibilidade de novas vendas com esse acordo pela grande demanda que se tem de mobilidade também na área rural. “O Pronaf Mais Alimentos conta com cerca de 4 milhões de famílias agrícolas cadastradas”, ilustrou. “Esta iniciativa possibilita aos agricultores o acesso a produtos mais modernos, de tecnologia avançada, melhor desempenho e, ainda, com a garantia das fabricantes”, defendeu Fermanian.

Fonte: Moto Online

Banco do Brasil reduz taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas

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O Banco do Brasil anunciou na quinta-feira, 17, nova redução das taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas, o que reflete as seguidas reduções da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária desde o final de 2016. O BB também antecipou parte dos reflexos previstos após a implementação das ações de autorregulação do sistema financeiro para o cheque especial.

Para o presidente do BB, Paulo Caffarelli, mesmo com a Selic estável, anunciamos hoje nova redução de taxas, o que estimula a concorrência saudável no sistema bancário e resulta em melhores condições para a contratação de crédito para os nossos clientes.

O destaque da redução nos juros para pessoas físicas fica com o cheque especial, que será reduzido em até 0,6 ponto percentual ao mês, com taxas a partir de 1,99% ao mês, de acordo com o perfil de relacionamento dos clientes com o Banco. As taxas entram em vigor a partir da próxima segunda-feira, 21.

Para empresas, redução chega a 1,5 ponto percentual ao mês

Os clientes pessoas jurídicas do BB agora poderão ter taxas até 1,5 ponto percentual menor, ao mês, em diversas linhas, de acordo com o relacionamento comercial mantido com o BB e com o faturamento da empresa.

O Banco do Brasil reviu critérios de enquadramento possibilitando que mais clientes que concentram seus negócios no BB tenham acesso às taxas mais baixas. Os benefícios desta medida já podem ser percebidos pelos clientes do BB.

Outra redução de taxa para pessoas jurídicas ocorreu na linha Giro Empresa, com taxa mínima saindo de 1,72% para 1,48% ao mês, já em vigor desde o dia 17.

Reduções recentes também para veículos, imobiliário e crédito pessoal

Nos últimos 30 dias, o BB já havia anunciado cortes nas taxas de juros em outras linhas de crédito para pessoas físicas.

* Crédito veículo – sofreu ajustes que variaram entre 0,09 e 0,25 ponto percentual ao mês, a depender do prazo, tipo de veículo e percentual de entrada. A taxa mínima agora parte de 0,93% ao mês.

* Crédito imobiliário – ajustes entre 0,15 e 0,8 ponto percentual ao ano na linha de carteira hipotecária, a depender do perfil de relacionamento. Taxas a partir de 8,99% ao ano para as linhas do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

* Crédito não consignado – com redução entre 0,34 e 1,25 ponto percentual ao mês, a depender do prazo e perfil de relacionamento do cliente. Taxas partem de 2,81% ao mês.

Fonte: Investimentos e Notícias

Grupo Segurador BB oferece produtos customizados para entidades

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Os seguros de vida são um dos benefícios corporativos mais oferecidos pelas grandes empresas e um dos mais valorizados pelos colaboradores. Entre as de menor porte, é geralmente exigido nas convenções coletivas de trabalho. Para atender às necessidades das diferentes categoriais profissionais, a Mapfre Seguros, do Grupo Segurador BB e Mapfre, oferece amplo portfólio de produtos customizados para entidades de classe, sindicatos e empresas associadas.

Chamado Pró-Trabalho, o produto traz planos desenhados de acordo com a necessidade da convenção coletiva de trabalho de cada empresa, atendendo as principais categorias de classe com tal exigência, como Construção Civil, Hotéis, Bares e Restaurantes, Condomínios, Postos de Gasolina e Comércio.

O processo de contratação é simplificado e os recursos financeiros são liberados rapidamente no valor do capital contratado, em caso de morte natural ou morte acidental do titular do seguro, incluindo a cobertura de decessos (prestação dos serviços funerários ou reembolso dos gastos com o funeral) e auxílio-alimentação à família na falta do titular.

Para o segurado, o produto inclui coberturas e serviços inovadores no mercado, pagos em vida, como a cesta natalidade (com entrega de kit de higiene para o bebê, cesta de alimentos para a mãe e crédito no valor de R$ 523,00 em cartão alimentação, como bônus, no caso do nascimento de um filho do titular do seguro), Orientação Psicológica e Nutricional, além de uma cobertura para a acessibilidade física, que em caso de Invalidez Permanente por Acidente, auxilia o segurado a realizar em sua casa os ajustes necessários à sua mobilidade.

Para as empresas, o produto contempla a cobertura de Reembolso das Despesas com Rescisão Trabalhista, em caso de falecimento do colaborador, cobertura muito demandada pelas Convenções Coletivas. Outras vantagens do seguro são as facilidades de contratação, uma vez que o custo do seguro é parametrizado, sem necessidade de envio de base de vidas para cotação, sem limite de idade, e com agilidade na indenização, paga rapidamente após a entrega de todos os documentos.

Seguro de vida

“O papel social dos seguros de vida é muito importante. Estamos sempre atentos às novas demandas de trabalhadores, o que justifica um seguro especificamente desenhado para atender às suas necessidades. Com isso, a Mapfre Seguros traz ao mercado um produto de grande alcance, com coberturas atraentes e processos simplificados que atenderão a conveniência de todos os interessados: sindicatos, empresas e corretores de seguros”, explica Enrique de la Torre, diretor geral de Vida do Grupo Segurador BB e Mapfre.

O Pró-Trabalho está disponível para comercialização em todo o território nacional por meio da rede de corretores afiliados à Mapfre.

Fonte: Portal SEGS

BB e Fundação BB participam de projeto que formará orquestras de músicos

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Uma iniciativa do maestro João Carlos Martins levou o Banco do Brasil e a Fundação Banco do Brasil, em parceria com a Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho, a criar o projeto Orquestrando o Brasil, para apoiar, capacitar e dar visibilidade a orquestras, bandas e conjuntos musicais de todo país.

Lançado nesta quinta-feira (17) em São Paulo, o projeto prevê a capacitação de novos regentes e a criação de uma plataforma digital para distribuir conteúdos e cursos e conectar músicos e grupos.

O Orquestrando o Brasil é uma expansão do projeto Orquestrando São Paulo, criado em 2017, também pelo maestro João Carlos Martins, com a finalidade de potencializar o trabalho dos grupos musicais e capacitar regentes do interior paulista, predominantemente em cidades com menos de 50 mil habitantes.

“Começamos em São Paulo, mas o nosso sonho é o sonho de Villa-Lobos [Heitor Villa-Lobos, compositor brasileiro], fechar o Brasil em forma de um coração através da música, com a frase dele que dizia: ‘Não é um público inculto que vai julgar as artes, mas sim as artes é que vão definir a cultura de um povo’. Vamos mostrar a importância que o maestro tem ao fazer uma transformação social através da música”, disse João Carlos Martins.

Nesta expansão do projeto, o público será formado por músicos, amadores e voluntários, e o investimento social será de R$ 1,6 milhão. Serão priorizados os atendimentos a grupos musicais de municípios de baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), que usam a música como ferramenta de transformação social e promoção da cultura local nas comunidades com vulnerabilidade social.

“Esse valor investido é para trabalhar com as pessoas que vão acompanhar o projeto, para promover o trabalho de identificação dos grupos musicais e também dos eventos que ocorrerão ao longo dos próximos 18 meses”, afirmou o presidente da Fundação Banco do Brasil (Fundação BB), Asclepius Soares.

Segundo o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, a ampliação do projeto tem uma importância maior do que o valor investido. “Mais importante que o valor investido é a capilaridade do projeto e a capacidade de mobilização, que será muito efetiva.”

Caffarelli ressaltou que o banco é parceiro da cultura brasileira. “Investimos mais de R$ 100 milhões por ano para manter nossos centros culturais, que propagam e fazem a inclusão cultural. Nossa força com esse projeto, junto com a Fundação BB e o maestro João Varlos Martins, é o que me faz garantir que é um movimento que veio para ficar”, enfatizou.

De acordo com a Fundação BB, a primeira parte será o levantamento e cadastro de grupos musicais com potencial para o projeto (500 grupos de comunidades carentes no Brasil). A segunda etapa prevê o desenvolvimento da Plataforma Digital. Entre os grupos cadastrados no portal, serão selecionados 50, que receberão consultoria customizada.Nulheres e jovens regentes terão prioridade nos cursos de formação.

“São públicos priorizados pelo ODS5 [Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5: Alcançar a Igualdade de Gênero e Empoderar Todas as Mulheres e Meninas], e seguimos isso. Sempre priorizamos em nossos projetos a equidade de gênero e focamos na inclusão social”, detalhou Asclepius Soares.

Vitrine musical

Em levantamento feito pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), foram detectadas quase 3 mil bandas em todo o Brasil. O Orquestrando o Brasil servirá de vitrine para tais grupos, por meio de uma plataforma digital elaborada pela Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho com apoio da multinacional Ernest Young. A ferramenta vai promover e disseminar conteúdos e capacitações para regentes e músicos, além de proporcionar a constituição de redes para troca de experiências e intercâmbio.

“Através da música, vamos chegar a lugares aonde ninguém vai. Então, vamos unificar esses esforços, grandes músicos vão fazer treinamentos e orientar os músicos do interior, que terão acesso aos grandes nomes da música. O portal vai permitir ampliar e capacitar essas bandas. E também haverá formação técnica para maestros e líderes”, acrescentou o representante da Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho, José Roberto Walker.

Segundo a Fundação BB, a expectativa é que a ferramenta contribua para transformar os participantes em agentes mobilizadores da cultura musical em diversas localidades. Mais de 5 mil pessoas serão atendidas, entre jovens alunos, músicos e maestros.

Asclepius Soares informou que o projeto prevê capacitação de 600 regentes. “A Fundação Eliazar vai identificar cidades e grupos musicais e, por meio do portal, as orquestras serão capacitadas.” Ele adiantou que, com de seis meses de projeto, haverá uma apresentação com as orquestras e o maestro João Carlos Martins.

Fonte: Agência Brasil

Banco do Brasil vai reduzir juros de algumas modalidades de crédito

Publicado em: 17/05/2018

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou que, independentemente da decisão de quarta-feira, 16, do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic em 6,50% ao ano, a instituição vai reduzir juros de algumas modalidades de crédito.

A queda das taxas ocorrerá, segundo ele, no cheque especial e na linha de capital de giro voltada às empresas. “Independente da mudança de ontem (por parte do Banco Central), nós estamos anunciando uma redução de juros em algumas linhas de crédito, principalmente, no cheque especial”, disse Caffarelli, durante conversa com jornalistas, nesta tarde quinta-feira, 17.

Segundo o executivo, a decisão do BC não pode ser encarada como uma surpresa porque não significa que a cada Copom tem de se fazer uma redução de juros. “O Banco Central foi extremamente diligente tendo em vista o momento”, acrescentou.

A manutenção dos juros, conforme o presidente do BB, não ameaça de forma alguma a recuperação do crédito no País. Ele reafirmou que há uma retomada do crescimento, mas que não ocorrerá na velocidade que o banco gostaria.

“É uma retomada do crescimento (do crédito) com base em uma crise absolutamente grande, mas não tenho dúvida de que vamos continuar nesse processo de retomada”, destacou Caffarelli, explicando que, neste momento, há uma série de efeitos externos que estão afetando o País.

Sobre dados divulgados recentemente e que motivaram a revisão das projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o presidente do BB disse que, se a economia não vai crescer 3% este ano, vai se expandir 2,5%. Dentro de um cenário de retomada da atividade, segundo ele, esse é um número “absolutamente forte”. “E mostra uma tendência para o futuro de continuarmos com esse crescimento”, acrescentou o executivo.

Caffarelli ressaltou que a demanda por crédito tem crescido no País e que mediante a retomada economia a tendência é que a procura por empréstimos fique ainda mais forte.

De acordo com ele, os números mostram que os desembolsos de crédito tanto para pessoa física quanto jurídica estão crescendo. Disse ainda que a redução de juros que os bancos têm promovido não é sinônimo de que o crédito está retomando de forma mais fraca que o esperado, mas um ajuste em relação à queda da Selic e também a volta dos bancos para o crédito.

Sobre a possibilidade de as negociações da Odebrecht com os bancos para a obtenção de um crédito novo “ter um final feliz”, Caffarelli disse que não comenta casos específicos.

O presidente do BB participou nesta quinta de evento do lançamento do projeto Orquestrando o Brasil. Com investimento de R$ 1,6 milhão, o foco da iniciativa é formar novas orquestras e criar uma rede de músicos em todo o País e conta com o apoio do Banco do Brasil, a Fundação BB, em parceria com a entidade Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho e o maestro João Carlos Martins. O projeto deve agregar, inclusive, as cerca de 5 mil agências do banco.

Fonte: Exame.com

Banco do Brasil espera bater recordes de financiamentos na AgroBrasília 2018

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Em 2017, o Banco do Brasil acolheu cerca de 240 milhões de propostas de financiamentos, durante a AgroBrasília. Este ano, a expectativa é de, no mínimo, dobrar este número. A declaração é do vice-presidente do Banco do Brasil, Walter Malieni Júnior, ao participar da solenidade de abertura da 11ª edição da feira internacional dos Cerrados, dia 15 de maio.

“Estamos com uma equipe de 40 pessoas na feira para visitar todos os estandes. Esse número mostra a importância que damos à Agrobrasília. Somos apoiadores, patrocinadores tradicionais desta feira, onde, a cada ano, acolhemos pelos menos 30% a mais de propostas. Esta é uma região bastante pulverizada, diversificada em termos de atividades, o que nos oferece oportunidades para fazer negócios com o pequeno, o médio e o grande produtor. Convidamos todos a visitar o nosso estande”, finaliza o vice-presidente de gestão financeira e relações com investidores do BB.

Fonte: Grupo Cultivar

Dividendo maior mostra nova fase do Banco do Brasil, avaliam analistas

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Apesar de o resultado do Banco do Brasil (SA:BBAS3) no primeiro trimestre não ter sido bem recebido pelo mercado, com as ações caindo em torno de 3%, o aumento do nível de dividendos pagos aos acionistas surpreendeu os analistas e mostrou que o banco público deixou para trás uma fase desconfortável de seus índices de capital.

O percentual em 2018 subiu de um intervalo entre 25% e 30% para 30% a 40%, disse a empresa. O fato, aponta o BTG Pactual (SA:BPAC11), “é especialmente bem-vindo após o excelente trabalho que o banco vem fazendo para melhorar seus índices de capital”, apontam os analistas Eduardo Rosman e Thiago Kapulskis. A recomendação de compra foi reiterada, com preço-alvo de R$ 39.

Para o Credit Suisse, a mudança “transmite uma mensagem forte em relação ao conforto com sua posição de capital”. Os analistas Marcelo Telles, Lucas Lopes, Alonso Garcia e Otavio Tanganelli reafirmaram a sua recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 50. Segundo o banco, as ações estão baratas considerando o potencial de aumentar a lucratividade.

Fonte: Investing.com

BB espera bom resultado no crédito, a despeito de ano atípico com eleições

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O ano atípico de eleições presidenciais no Brasil não deve fazer com que o Banco do Brasil fique fora das suas projeções de desempenho para crédito.

De acordo com o presidente da instituição, Paulo Caffarelli, o BB trabalha com um cenário de “bom resultado” na oferta de recursos, ficando dentro do intervalo de projeção já divulgado, que aponta para alta de 1% a 4% para a carteira de crédito ampliada orgânica interna da instituição.

“Estamos mais preocupados com rentabilidade do que com market share. Nossa safra (de crédito) tem se mostrado a melhor com relação a adimplemento. O BB vai continuar perseguindo oferta de crédito com qualidade, responsável e com adimplemento”, afirmou ele, em coletiva de imprensa, realizada nesta quinta-feira, 10.

O crescimento do crédito, conforme o executivo, depende, contudo, da velocidade da retomada da economia brasileira, passada a “pior crise” que o País teve e diante de uma “ressaca do consumo”.

“Acreditamos que o crédito vai aumentar dentro da velocidade de retomada do crescimento econômico”, acrescentou Caffarelli, ressaltando que os números do banco indicam aumento da oferta de recursos.

Ele disse ainda que o próximo presidente da República terá como lição de casa as reformas fiscal e da previdência.
Crédito corporativo e agro

Sobre o crédito corporativo, o presidente do BB disse que a queda é natural, uma vez que essa carteira foi ajustada. Lembrou ainda que há uma “migração significativa” do segmento corporate para mercados de capitais, que tem taxas “mais atrativas”.

Caffarelli mencionou ainda a aprovação do texto-base do projeto do novo cadastro positivo. De acordo com ele, o País necessitava há tempos dessa medida, que vai contribuir para o barateamento do custo do crédito e também para o crescimento dos spreads.

Em relação ao ataque dos bancos privados no setor do agronegócio, do qual o BB é líder em crédito, com 59% de participação, o executivo disse que o banco nunca foi atuante no segmento e que não considera perder market share neste setor.

“Não estamos parados. Pelo contrário”, afirmou ele, acrescentando que a concorrência de mais players em agronegócios é bem-vinda.


Janelas de mercado

O vice-presidente de Relações com Investidores do Banco do Brasil, Bernardo Rothe, afirmou que a instituição financeira segue acompanhando o mercado para eventuais recompras de bônus no exterior. Segundo ele, o banco pode recomprar papéis já emitidos com cumpom entre 9,00% e 9,5%, ou seja, mais caros.

“Não há nenhuma decisão tomada se vamos fazer novas recompras. Estamos acompanhando o mercado para eventuais janelas de oportunidade”, disse Rothe, a jornalistas, após coletiva de imprensa sobre resultados trimestrais do BB.

No mês passado, o banco realizou operação de recompra de US$ 600 milhões de bônus perpétuos, remunerados à taxa de 8,5% ao ano, e de US$ 100 milhões, remunerados à taxa de 9,25% ao ano.

Fonte: Exame.com

Presidente do BB diz que banco está aberto a negociar com clientes

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O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou que a instituição segue aberta a negociar com clientes, mas não está disposta a abrir mão de “práticas bancárias” em renegociação de dívidas. “Cada caso é um caso. Acreditamos que a boa prática bancária vai nos levar a um bom resultado de negociação com nossos devedores. Sempre estaremos abertos a achar o melhor caminho com nossos clientes”, disse ele, em coletiva de imprensa, na manhã desta quinta-feira, 10.

As afirmações do presidente do BB ocorrem em meio às negociações da Odebrecht para a obtenção de um novo empréstimo para honrar seus compromissos financeiros. Itaú Unibanco e Bradesco teriam aceitado liberar mais de R$ 2 bilhões em uma tentativa de reforçar as posições em possuem em garantias – neste caso, as ações da Braskem – em outros empréstimos, conforme fontes. No entanto, exigiram senioridade nos papéis, que está nas mãos do próprio Banco do Brasil, Santander e BNDES, para liberar os novos recursos.

Fonte: Exame.com

BB tem novo gerente para o agronegócio no Rio Grande do Sul

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Desde ontem Anderson Quevedo do Nascimento é o gerente responsável pela condução do Mercado Agronegócio do Banco do Brasil (BB) no Rio Grande do Sul. Natural de São Borja, onde iniciou sua carreira, Nascimento é graduado em Contabilidade com especialização em Gestão Empresarial e MBA Executivo Internacional.

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Funcionário do BB há 18 anos, ele foi gerente-geral em Itaqui, Alegrete e Santo Ângelo antes de se fixar em Porto Alegre, onde gerenciou agências voltadas ao atendimento para pessoas físicas e jurídicas. O novo gerente substitui João Paulo Comerlato, que após nove anos foi conduzido ao cargo de superintendente regional de Pelotas, onde comandará uma rede de 43 agências de varejo distribuídas na Região Sul e Centro-Sul do Estado.

A carteira ampliada de agronegócio do BB atingiu R$ 184,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, aumento de 2,6% ante R$ 180,1 do mesmo período do ano passado. O banco mantém-se, historicamente, como o principal agente financeiro do agronegócio no País, contribuindo de forma expressiva para o suprimento da demanda de crédito do segmento.

Conforme dados do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o BB detém em março de 2018, 59% de participação nos financiamentos destinados ao setor. No Rio Grande do Sul, o BB acompanha esse percentual de financiamentos ao agronegócio. O Estado representa 13,1% da carteira agro do BB, sendo uma das principais carteiras agro do País.

Fonte: Jornal do Commércio

Banco do Brasil ajuda a concentrar a renda no campo

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Desde as capitanias hereditárias, a terra foi o principal meio de produção e de acumulação de riqueza no Brasil, nas culturas de cana de açúcar e café, e na mineração do ouro. Quase tudo com mão de obra negra, escrava, sem acesso à terra, como os imigrantes europeus que, enquanto a escravidão era extinta por etapas vieram com as famílias para cultivar o café nas ricas terras roxas do planalto paulista e do Paraná em regime de terça ou parceria. A falta de acesso ao meio de produção da época (e depois à educação) ajuda a explicar a posição da população negra na base sócio-econômica.

O Brasil foi o penúltimo país a abolir a escravidão e 130 anos após o fim desta chaga a terra continua a ser fator de acumulação de riqueza e de concentração de renda, estimulada pela política oficial de crédito. Quem quiser comprovar, basta pesquisar o balanço trimestral do Banco do Brasil, divulgado esta semana. O BB é o banco do agronegócios, fornecendo. 59% do crédito para o setor, como caudatário de recursos especiais do Tesouro Nacional – o famoso Plano Safra citado no julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma.

No primeiro trimestre de 2018, as operações de crédito rural somavam R$ 161,888 bilhões, aumento de 6,3% sobre igual período de 2017. No período, enquanto a inflação acumulou 2,68%, as operações com pessoas jurídicas encolheram 7,3% e os empréstimos a pessoas físicas cresceram 2,8%, a fatia da agropecuária avançou de 24% para 25,9% do total emprestado pelo BB.

Seria ótimo se as operações tivessem ajudado a produzir a maior safra da história e a derrubar os preços dos alimentos e a inflação abaixo de 3%. Isso foi na safra 2016/17 (nas lavouras de soja, milho, feijão, arroz, trigo, algodão, a safra é plantada no segundo semestre e colhida no ano seguinte). A safra de 2017/18 será pouco menor que a do ano anterior.

Mas, na soja, algumas consultorias, como a Céleres, estimam produção ainda maior, de 117,8 milhões. A continuar a expansão da área plantada e da produtividade, na próxima safra o Brasil poderia superar, pela primeira vez, os Estados Unidos como maior produtor mundial do grão. O Brasil já exporta mais que os EUA, que tem grande consumo interno (com 326 milhões de habitantes contra 208 milhões do Brasil, segundo as projeções do IBGE.

Crédito para quem tem mais terras

A divisão dos créditos à agropecuária pelo Banco do Brasil no primeiro trimestre de 2018 é surpreendente. O setor que mais recebeu créditos (21,9% do total) foi a bovinocultura (14,3% para a pecuária de carne e 7,6% para a produção de leite). No primeiro caso, em grandes áreas de terras que exploram áreas onde as florestas foram derrubadas (Centro-Oeste e Sul da Amazônia). Em seguida, vêm os financiamentos a compra de máquinas e implementos agrícolas (sobretudo colheitadeiras de soja, milho e algodão), além de silos para armazenagem da safra, tratores e equipamentos de ordenha. A soja recebe 11% dos créditos, seguido do milho (plantado na mesma área após a colheita da soja). Ou seja mais da metade do crédito (54,4%) vai para grandes latifundiários que dão as terras como garantia dos créditos.

A concentração bancária contribui para agravar a concentração de renda no campo. Apesar da supersafra e dos juros baixos, a inadimplência do setor chegou a R$ 1,096 bilhão em março de 2018. Um aumento de 80,85% em 12 meses. Para variar, o setor espeta mais um calote na virada de governo.

Fonte: Jornal do Brasil

BB suspende fechamento de agência em cidade pernambucana de Amaraji

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No ano que o Banco do Brasil subiu 20% em lucro e atingiu R$ 3 bilhões neste ano segundo o site infomoney, moradores de diversas cidades sofrem com a espera de resposta sobre a abertura ou não de diversas agências, que segundo a entidade, depende de aprovação para orçar e licitar os serviços para reabertura das agências e pontos de atendimento.

Esta semana, após a divulgação da reportagem exclusiva de que o Banco do Brasil, agência Amaraji iria por esses dias retirar móveis e máquinas ainda dentro do prédio desde a explosão em dezembro de 2017. A assessoria de imprensa do órgão emitiu uma nota informando sobre os fatos e confirma que não fechará a agência no município.

Indagada sobre a fala do vereador Elnatan Barros, se retiraria ou não os móveis e máquinas da agência, a assessoria informou:

“Os eventos de sinistro ocasionam prejuízos à integridade física e emocional dos nossos clientes, funcionários e prestadores de serviços, além dos valores subtraídos e dos investimentos necessários para recomposição das agências e imóveis de terceiros eventualmente danificados.

A recomposição estrutural de agências e postos de atendimento que foram totalmente danificadas é um processo oneroso e sujeito à legislação específica voltada para empresas estatais (Lei 8.666/1993).

Assim, o BB precisa cumprir requisitos legais para licitação da contratação de projetos arquitetônicos e de engenharia (estrutura, eletricidade, etc), para realização de obras e aquisição de bens e equipamentos. Além disso, há de se considerar o prazo necessário para a realização das respectivas obras de recomposição.

Fonte: Amaraji Notícia

MP investiga prática abusiva pelo Banco do Brasil em Campo Maior, no Piauí

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O Ministério Público do Estado do Piauí, por meio do Procon, abriu procedimento administrativo para investigar denúncia de prática abusiva pela agência do Banco do Brasil em Campo Maior. A portaria nº 001/2018 foi assinada pelo promotor de Justiça Maurício Gomes de Souza, no dia 30 de abril deste ano.

Segundo o promotor, chegou ao conhecimento que o Banco do Brasil estaria impondo situação vexatória aos consumidores de seus serviços bancários, fazendo-os esperar em fila para atendimento por tempo desarrazoado, imputando-lhes espera vexatória para a regular prestação do serviço contratado.

Consta ainda que a Lei Municipal n° 011/2013 fixa como limite temporal máximo para qualquer consumidor bancário aguardar em fila por atendimento 20 minutos em dias normais e 30 minutos em dias que sejam anteriores ou imediatamente posteriores a feriados, não se incluindo como feriados os finais de semana (sábado e domingo).
“O Banco do Brasil, por sua agência em Campo Maior, ao maximizar lucros com a redução de funcionários a quantitativo que importa em espera em fila por parte dos consumidores, por mais de 30 mínimos, disponibiliza a prestação de serviços bancários por meio inadequado ao consumo, notadamente havendo norma que impõe o limite temporal máximo de espera em fila bancária em Campo Maior/PI”, diz trecho da portaria.

O membro do MP determinou a notificação do diretor do Banco do Brasil para cessar a prática do ato lesivo ao consumidor, sob pena de crime de desobediência, devendo: Disponibilizar pessoal para atendimento na agência em Campo Maior em quantitativo que nenhum consumidor aguarde por atendimento em fila por mais de 20 minutos em dias normais e 30 minutos em dias que sejam anteriores ou imediatamente posteriores a feriados, não se incluindo como feriados os finais de semana (sábado e domingo).

Outro lado

A assessoria de comunicação da superintedência do Banco do Brasil no Piauí informou que o problema já está sendo resolvido: “O gerente da agência já fez um plano de readequação de atendimento, porque a agência no primeiro momento, recebeu um impacto grande, por exemplo de Castelo do Piauí, porque lá praticamente nenhum banco tá funcionando com dinheiro por conta das ocorrências criminosas que aconteceram lá, então a população vai para o lugar mais próximo, e isso, de certa forma, sobrecarregou a agência durante um bom tempo e ainda acontece, então com base nisso o banco vem desenhando um novo plano, uma reformatação de atendimento, inclusive, com plano que envolve a comunidade, comércio, sobre questão de uso de cartões, etc”, explicou. “Um novo plano de atendimento foi estabelecido e está sendo implementado, inclusive, tem agenda para ir ao Procon e mostrar qual vai ser a sistemática do atendimento”, finalizou.

Fonte: Portal GP1

Cade pede explicação sobre estratégia do BB, Bradesco e Cielo em maquininhas

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) solicitou, no final do mês passado, explicações para Bradesco e Cielo sobre a estratégia conjunta em serviços de adquirência, popularmente chamado de setor de “maquininhas”. O órgão antitruste quer saber, conforme documento obtido pelo Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado), mais detalhes da operacionalização dessa estratégia, condições de comercialização, dentre outros pontos.

O questionamento por parte do Cade ocorre após a Coluna do Broadcast ter antecipado, no dia 23 de abril, que a Cielo se aliou aos seus sócios, Bradesco e Banco do Brasil, para ofertar máquinas de cartões (POS, na sigla em inglês) em parceria, ou seja, co-branded.

A estratégia, porém, inclui mais parceiros tanto bancos como empresas e foi inspirada numa atuação similar que a adquirente tem com a BR Distribuidora em postos de combustíveis, conforme executivos da credenciadora.

O próximo player a iniciar a parceria é a Caixa Econômica Federal. Na prática, a máquina segue sendo da Cielo e recebe apenas uma nova roupagem com a marca do parceiro uma vez que a oferta de terminais em conjunto com os seus sócios já existia.

Na quinta-feira, 11, o presidente do BB, Paulo Caffarelli, afirmou que a meta do banco é ofertar ao menos 120 mil máquinas da Cielo este ano. Já o Bradesco comercializou cerca de 14 mil terminais até o momento e mira ultrapassar a marca de 100 mil neste ano.

O contra-ataque da Cielo com sócios e parceiros é uma resposta à concorrência que tem aumentado no setor de adquirência com a chegada de novos players. Além disso, os bancos, miram, principalmente, as pequenas e médias empresas clientes que têm recorrido a outros players do mercado para ter o serviço de credenciamento. Foi esse mesmo racional que motivou o Safra a investir em sua própria rede de maquininhas, aproveitando o potencial da sua clientela e que estava à disposição do mercado.

Detalhes

Além da atuação em parceria de Bradesco e Cielo no credenciamento de lojistas para captura de transações com cartões, o Cade, que no documento pede para que ambos “detalhem” a iniciativa diversas vezes, questiona ainda quem será o responsável pela a oferta de máquinas, público alvo e também as condições de comercialização.

O órgão também quer entender se as maquininhas serão ofertadas conjuntamente com outros produtos e serviços bancários e se as condições de acesso aos mesmos também serão diferenciadas.

Em relação à manutenção do domicílio bancário, conhecida como “trava” e que nada mais é do que a conta indicada pelo estabelecimento para receber os créditos das vendas feitas com cartões, o Cade questiona se há vinculação com a oferta de POS por parte de Bradesco e Cielo. Pede ainda explicações sobre as condições e ainda um exemplo de um contrato de como isso será feito.

Procurada, a Cielo informa que a iniciativa de máquinas co-branded com Bradesco é reflexo de uma prática já existente na companhia, que busca associar a força de marcas parceiras à marca da Cielo. “Não há nenhuma alteração no modelo operacional da Cielo com os lojistas – a Cielo segue sendo responsável pela prestação de serviço junto ao lojista”, acrescento a adquirente, em nota ao Broadcast.

O Bradesco não comentou.

Fonte: Exame.com

Nova ofensiva de bancos rivais da Caixa reduz juros do crédito imobiliário

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A disputa pelo mercado de crédito imobiliário está cada vez mais acirrada e quem ganha com isso são os consumidores, que conseguem taxa de juros mais atraentes. Depois de a Caixa Econômica Federal anunciar redução de juros em meados de abril, outras instituições financeiras concorrentes também diminuíram seus porcentuais.

Na Caixa, as taxas mínimas caíram para 9% ao ano, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Mesmo com a redução, o banco estatal segue com o maior custo do mercado ao lado do Itaú Unibanco, que também tem taxas a partir de 9% ao ano.

Dentro da nova ofensiva das instituições neste segmento, o Bradesco tem hoje a menor taxa para financiamento imobiliário. Pelo SFH, os juros partem de 8,85% ao ano. O Santander, por sua vez, tem linhas a partir de 8,99% ao ano assim como no Banco do Brasil, cobra a mesma taxa.

Vale destacar que os custos variam de acordo com o perfil do cliente e relacionamento com a instituição.

Juro não é tudo

O professor de finanças e sócio da MelhorTaxa, Rafael Sasso, alerta que, apesar de importante, a taxa de juros não deve ser o único ponto considerado pelo mutuário ao escolher o seu financiamento imobiliário. “O consumidor tem que ficar atento porque, mesmo com juros aparentemente baixos, o CET (Custo Efetivo Total) pode ser alto, porque há outros custos embutidos que podem elevar muito o valor do financiamento”, alerta.

O financiamento de imóveis com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) despencou nos últimos quatro anos. Depois de atingir de 81 bilhões de reais de crédito para a aquisição de imóveis em 2014, o setor viu a liberação de financiamentos cair para 34 bilhões de reais no ano passado, reflexo da crise financeira que levou ao aumento do desemprego, mas também da alta taxa de juros cobrada nos parcelamentos. Pelo menos no que diz respeito aos juros, aos poucos as instituições financeiras estão reduzindo as taxas cobradas.

Fonte: Veja

Pouca eficácia de estatais alimenta discurso eleitoral a favor das privatizações

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O Brasil tem 146 empresas estatais em funcionamento, que movimentam R$ 1,4 trilhão ao ano. Na lista, há gigantes como a Petrobras, Eletrobras e Banco do Brasil, e empresas desconhecidas e com pouca transparência, como Ebserh, EPL e Amazul. Os resultados da Operação Lava Jato e a crise econômica criaram ambiente favorável à privatização e o tema está ganhando corpo no debate eleitoral – Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Alvaro Dias (Podemos), Rodrigo Maia (DEM), Henrique Meirelles (MDB), Flávio Rocha (PRB) e João Amoêdo (Novo) defendem abertamente algum nível de privatizações . Uma análise desse universo mostra que a maioria dos serviços estatais poderiam ser prestados pela iniciativa privada.

Apenas quatro entre as 18 estatais dependentes de recursos do Orçamento atuam em áreas que podem ser consideradas estratégicas ou de segurança nacional, como defesa e pesquisa nuclear. Outras 14 estão em áreas onde já existe a atuação de empresas privadas no Brasil, como serviços de saúde, pesquisa e gestão de projetos (de energia, agricultura ou recursos hídricos), e transportes. São áreas de interesse dos investidores e empresas que atuam nesses ramos.

Em 2017, R$ 20,2 bilhões de recursos que deixam de ir para programas em áreas básicas e não geram receitas (como saúde e educação) para alimentar as estatais dependentes.

“O grau de dependência dos recursos do governo federal é de modo geral bastante elevado. Esse é um aspecto que chama atenção, pois a organização de certas atividades de interesse público na forma empresarial sugere certa capacidade de geração própria de recursos”, avalia a Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, em relatório especial sobre a atividade estatal dependente no Brasil.

A necessidade de recursos do governo não é exclusividade de estatais dependentes. Em 2017, outras 11 empresas tiveram aportes de dinheiro público aprovados, que chegaram a R$ 3,3 bilhões. A maior parte desses aportes foi para a Infraero, que administra aeroportos, uma área de grande interesse do capital privado e que pode ser rentável. A empresa recebeu R$ 3 bilhões.

E o buraco é ainda maior. Mais de 20 empresas (dependentes e não-dependentes) são ralos de dinheiro público e têm patrimônio líquido negativo. Juntas, essas empresas registraram quase R$ 33 bilhões em perdas, que no futuro terão de ser cobertas pelo governo, por capitalização ou por empréstimos.

E o atendimento aos mais pobres?

Se não atuam em áreas de defesa ou segurança nacional, por que manter as estatais, principalmente aquelas que não geram lucros? A falta de atratividade à iniciativa privada em alguns setores é apontada por defensores da presença estatal como a razão para se manter sob responsabilidade do estado parte dos serviços.

Um desses casos seria a Embrapa, empresa de pesquisa e desenvolvimento na área agrícola. O trabalho da empresa auxilia o agricultor familiar e produtores de menor porte. Dependente do governo, ela recebeu R$ 3,2 bilhões em 2017 do Tesouro. Sua atuação em pesquisa mostra resultados e é importante para o setor, como a produção e comercialização de 1.200 toneladas de sementes básicas em 2016. A empresa afirma que para cada R$ 1 investido, foram R$ 11 que retornaram à sociedade brasileira.

Mas sua área de atuação tem interesse financeiro privado e a estatal conta com grande participação de parceiros ou co-financiadores. De um orçamento de ações que somaram R$ 937 milhões, R$ 564 milhões vieram de “outras fontes”, segundo informativo da entidade de março de 2017. Além disso, os gastos com pessoal dispararam na Embrapa e mais que dobraram desde 2008, chegando a R$ 2,8 bilhão em 2017, descolando de outros custos da empresa, que se mantiveram estáveis.

O governo tem meios de exigir, cobrar e custear uma gama de serviços que não sejam rentáveis para as empresas e precisam ser prestados. A regulação do setor de energia e telecomunicações já trouxe algumas respostas. Ao conceder à iniciativa privada uma outorga de distribuição de energia elétrica, o governo faz exigências e impõe metas que devem ser cumpridas pelas empresas privadas.

É o caso da Universalização Elétrica, custeada parcialmente pelo governo federal pelo programa Luz para Todos. O governo repassa os valores pelas empresas e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) define o prazo para que as empresas levem energia às regiões mais remotas de sua área de atuação.

Este ano, cinco empresas terão de cumprir as metas de levar instalação elétrica a toda a zona rural sob sua concessão, nos estados do Amazonas, Acre, Alagoas, Piauí e Rondônia. O não cumprimento das metas pode acarretar em multas e punições, que em última instância podem levar à perda da concessão.

As empresas distribuidoras de eletricidade também têm compromissos em atender a novos clientes em sua área de atuação. A resolução 414, da Aneel, estabelece regras para pedidos de novos clientes em locais que não tenham ligação.

Outra iniciativa do setor elétrico que pode servir de exemplo para garantia a prestação de serviços com caráter social, que não tenham interesse da iniciativa privada, é a Tarifa Social, no qual o conjunto de consumidores paga em sua conta de luz para que a população de baixa renda tenha descontos nas suas tarifas. Em fevereiro de 2018, foram gastos R$ 197 milhões com essa compensação, para todo o Brasil.

Em algumas distribuidoras, a fatia de consumidores beneficiados pela Tarifa Social chega a ser mais de um terço da população total atendida pela empresa. Esse é o caso da CEMAR (Maranhão), empresa que foi privatizada em 2006 e adquirida pelo grupo Equatorial Energia.

Sem formas de mensurar prestação de serviço ao cidadão

Mensurar a contrapartida que a atuação da maioria das estatais gera ao cidadão brasileiro é algo quase impossível. Faltam informações sobre a gestão da empresa, contas e metas, bem como gestão de risco adequada e canais de denúncia em 16% das estatais avaliadas pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), do Ministério do Planejamento.

Segundo o Indicador de Governança (IG-SEST), apenas oito entre 48 estatais federais de controle direto da União avaliadas (todas as dependentes estão incluídas) têm o melhor nível de governança previsto (Nível 1), incluindo Eletrobras, Petrobras e Banco do Brasil. Quatro empresas se enquadram no Nível 2. Mas a grande maioria das empresas não atendem aos requisitos mínimos de governança.

Fonte: Gazeta do Povo

Estatais melhoraram governança em 70%, defende Ministério do Planejamento

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As empresas estatais melhoraram em 70% o desempenho de suas notas no Indicador de Governança (IG-Sest) do Ministério do Planejamento. A pontuação saiu de 4,08 em novembro, quando ocorreu a primeira divulgação do índice, para 6,93 pontos em maio. Os resultados foram divulgados na manhã desta sexta-feira (11/5) pela pasta.

O relatório analisa o desempenho de três temáticas das empresas. Na categoria gestão, controle e auditoria, a nota saiu de 5,8 pontos para 7,2 pontos. A nota de transparência das informações saiu de 3,2 para 5,9 pontos. Na última análise, a pontuação de conselhos, comitês e diretorias saiu de 1,9 para 7,9 pontos.

De acordo com o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, a divulgação de cada ciclo ocorrerá a cada seis meses. “Das 47 empresas avaliadas, 41 divulgam regularmente uma relação dos membros de sua alta direção. São práticas de transparência que estão bem além do que é feito por empresas privadas”, defendeu. “Parabenizo as estatais pelo engajamento em atender o índice de governança e também por terem evoluído 70% em seis meses”, completou.

Níveis

Entre as empresas que estão no nível mais alta de governança (nível 1), estão o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Caixa Econômica Federal, a DataPrev, a Eletrobras, a Infraero, o Serpro e a Petrobras. Do outro lado da lista, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) está no menor nível (nível 4).

Fernando Antônio Ribeiro Soares, secretário de coordenação e governança das empresas estatais, alegou que, no caso das empresas com avaliação baixa, “intervenção é demasiado forte”, mas o Planejamento está contactando e perguntando sobre os resultados de forma mais intensiva. Colnago disse ainda que o próximo passo é convocar membros independentes da sociedade para “auxiliar na construção do índice de melhoria das nossas estatais”.

De acordo com Ribeiro Soares, há espaço para melhorar ainda mais e é isso que a pasta vai buscar. “Nós sabemos, porém, que o resultado já mostrou uma grande atuação da secretaria (de governança) e das estatais”, analisou.

O secretário apontou ainda que, para o próximo ciclo, será necessária a comprovação de treinamentos realizados com os funcionários, nomeação de membros independentes no CA, exigência de atas de reuniões do comitê de auditoria e divulgação de forma detalhada e individual da remuneração dos administradores e conselheiros fiscais.

Melhora

Depois do primeiro ciclo, em novembro, a nota de 10 empresas estatais subiram quatro pontos. São eles a Infraero, a ECT, a Codeba, a Casemg, a CBTU, a Ceitec, a Conab, a CPRM, a EPE e a HCPA.

Para melhora da nota de gestão, controle e auditoria, todas as empresas passaram a elaborar o Plano Anual de Auditoria Interna (Paint) e o Relatório de Atividades de Auditoria Interna (Raint). “Houve efetivamente uma melhoria das empresas com o amadurecimento da Lei das Estatais”, disse Colnago.

Ribeiro Soares revelou que a avaliação trata da transparência das empresas e apontou que é uma mudança cultural que demanda tempo. “Mas o importante é que nós estamos fazendo isso e está dando resultados. Nós esperando que essa maior governança se traduza em melhores resultados para a sociedade. E, nesse sentido, nós já estamos vendo melhor nos resultados financeiros das companhias”, disse.

Fonte: Correio Braziliense