BB: trabalhadores reforçam cobrança por nova tabela PIP

Publicado em: 19/12/2023

Trabalhadores e trabalhadoras do Banco do Brasil, associados da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), voltam a cobrar mudanças no critério de cálculos da Pontuação Individual do Participante (PIP).

O pedido de mudança é uma reivindicação antiga dos funcionários, porque, desde 1998, quando o plano Previ Futuro foi criado, não houve alteração da metodologia de cálculo, mesmo após várias alterações nos planos de cargos e salários.

Com a alteração, mais trabalhadores teriam a oportunidade de somar mais recursos à aposentadoria, uma vez que a PIP impacta na contribuição adicional, conhecida como 2B, que pode variar de 1% a 10% do salário de participação dos associados do Previ Futuro (à medida que ocorre a evolução na carreira), com o BB contribuindo com o mesmo percentual que o participante.

“Após várias negociações do movimento sindical, finalmente em setembro de 2022, o banco aceitou revisar a metodologia de cálculo. Em outubro deste ano, nos foi apresentado em mesa de negociação a proposta,”, explica a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ao lembrar de referida reunião de outubro.

“Da forma como a PIP se encontra hoje, apenas executivos com altos salários têm conseguido obter 10% na parte 2B. A título de exemplo, eu que tenho 15 anos de carreira no banco só obtive aumento de 2 pontos durante todo esse período”, destaca Fernanda Lopes.

A coordenadora da comissão de empresa reforça que “milhares de associados e associadas vão conseguir aumentar o percentual de contribuição”, com a mudança prevista. “A nossa expectativa é que a nova PIP seja, finalmente, apresentada e implementada ainda neste ano. Isso será uma vitória importante dos trabalhadores, porque será mais uma garantia de aposentadoria segura aos associados e associadas da Previ”, completou.

Entenda

  • A revisão da tabela PIP é uma antiga reivindicação dos trabalhadores, que impacta na contribuição adicional, conhecida como 2B, que pode variar de 1% a 10% do salário de participação dos associados do Previ Futuro, com o BB contribuindo com o mesmo percentual que o participante.
  • A 2B aumenta à medida que o funcionário evolui em sua carreira.
  • Desde que o plano Previ Futuro foi criado, em 1998, não houve alteração da metodologia de cálculo da PIP, mesmo após várias alterações nos planos de cargos e salários.
  • Isso explica por que, até o momento, apenas executivos com altos salários têm conseguido obter 10% na parte 2B.
  • O que o movimento sindical bancário propõe com a revisão é mudar o cenário, para que mais associados da Previ tenham oportunidade de realizar contribuições adicionais superiores e, assim, aumentar as chances de engordar a aposentadoria no futuro.

Fonte: Contraf-CUT

Funcionários e aposentados do BB têm R$ 5 mi para projetos de voluntariado

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O Banco do Brasil e a Fundação BB lançaram uma chamada interna para seleção de projetos do Programa Voluntariado BB – Fundação BB.

Podem participar funcionários do Banco e de suas empresas ligadas, da ativa e aposentados cadastrados no Portal do Voluntariado BB que atuam de forma voluntária na entidade e na iniciativa a ser apoiada.

Os projetos devem ter como objetivo o apoio a iniciativas locais, com foco nos seguintes temas: inclusão social, geração de trabalho e renda, promoção da soberania alimentar e combate ao analfabetismo.

As propostas devem impactar diretamente o público priorizado pela Fundação BB nesta Chamada, que são pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão social e que figurem, ao menos, dentro de um dos seis grupos de afinidade da Diversidade:

Diversidade

  • Raça e Etnia: pessoas negras (pretas ou pardas), povos indígenas e/ou comunidades tradicionais;
  • Gênero: mulheres;
  • LGBTQIAPN+: pessoas da comunidade LGBTQIAPN+;
  • Pessoas com Deficiência (PCD);
  • Neurodivergentes: pessoas com funcionamento diferente do cérebro;
  • Gerações: crianças e jovens até 29 anos/pessoas maiores de 50 anos.

Para mais informações sobre Diversidade, acesse o site e navegue pelos marcadores sociais da diferença.

Inscrições: Portal do Voluntariado BB

Período: 05/12/2023 a 15/01/2024

Propostas: R$ 150 mil a R$ 200 mil de recursos financeiros não reembolsáveis da Fundação BB.

Total do Investimento Social: R$ 5 milhões

Informações por meio do site e Portal do Voluntariado BB.

Para a vice-presidenta Corporativa do BB, Ana Cristina Garcia, a chamada Interna tem o papel de alavancar as ações nos grupos formados por funcionários. “Acreditamos demais na força do nosso voluntariado, que historicamente tem engajado colegas e familiares e realizado um trabalho relevante na pauta ASG, gerando valor para a comunidade e ajudando a construir uma sociedade mais justa e inclusiva”, destaca.

Kleytton Morais, presidente da Fundação BB, ressalta a importância do engajamento dos Voluntários BB. “Esta chamada representa a continuidade das ações da Fundação BB, no reconhecimento e valorização da diversidade. Ela contribui para o potencial transformador dos colegas do BB e na conexão do propósito do Banco com o da Fundação BB de ‘valorizar vidas para transformar realidades’. Acreditamos que juntos construímos um mundo mais justo e inclusivo”.

Fonte: Previ

Com Sebrae, bancos vão lançar linha de crédito a microempreendedores

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Os microempreendedores brasileiros terão acesso a uma nova linha de crédito que supera os R$ 30 bilhões. A informação foi confirmada pelo presidente Nacional do Sebrae, Décio Lima.

A iniciativa é uma parceria do próprio Sebrae com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) e a Agência Pública de Inovação, a Finep.

A expectativa é que o montante seja disponibilizado ainda em dezembro ou no máximo no início do ano que vem, para comemorar os 15 anos do MEI no Brasil, completados no próximo dia 19.

Segundo Lima, os R$ 30 bilhões que serão ofertados representam o somatório de todo o crédito disponibilizado aos microempreendedores nos últimos 28 anos.

Atualmente, o Brasil possui mais de 15 milhões de MEIs em atividade. A modalidade cresceu muito nos últimos 3 anos, principalmente durante a pandemia da Covid-19 que impulsionou o surgimento de novos negócios.

Ainda segundo Décio Lima, o governo federal deverá lançar, em breve, uma nova fase do programa Desenrola Brasil, destinado aos microempreendedores, para ajudar os cerca de 6 mil microempresários que estão negativados no momento.

Fonte: CNN Brasil

Bancos reduzem milhares vagas de trabalho em 2023; resultado é a precarização

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O emprego formal no setor bancário apresentou leve recuperação em outubro, com saldo de 257 postos de trabalho. Resultado de 3.681 admissões e 3.424 demissões. No entanto, apesar desse pequeno avanço, os números acumulados do ano revelam um cenário de descaso com os trabalhadores. São 5,3 mil vagas fechadas de janeiro a outubro, embora os lucros das instituições sigam batendo recordes. Foram R$ 25 bilhões em lucros apenas no terceiro trimestre.

Entre todas as atividades econômicas, somente o comércio e o teleatendimento fecharam mais vagas do que o setor bancário no período mencionado. Os dados revelam tendência mais ampla de redução nos postos de trabalho. Especialmente no acumulado de 12 meses, indo de novembro de 2022 a outubro de 2023, quando os bancos fecharam 5.712 vagas. Considerando apenas os “bancos múltiplos com carteira comercial”, que englobam os principais bancos privados e o Banco do Brasil, o saldo negativo atingiu 5.848 vagas.

“Os bancos tentam justificar a redução de postos de trabalho apresentando dados que mostram o aumento do uso de transações pela internet e nos caixas de autoatendimento. Mas, durante a pandemia, pudemos ver que, apesar de estes tipos de transações terem aumentado, muita gente tem necessidade ou prefere o atendimento presencial humanizado”, afirma o o secretário de Assuntos Socioeconômicos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Walcir Previtale.
Menos empregos, mais lucro para os bancos

No último mês, os fechamentos concentraram-se em cinco estados, com São Paulo liderando com 82% do saldo negativo (-196 vagas). Em contrapartida, o Rio Grande do Sul se destacou positivamente, registrando um aumento de 192 postos de trabalho. “Quando fazemos o recorte de gênero, vemos que, no mês de outubro, o aumento de vagas privilegiou os homens. Entre eles, houve aumento de 396 vagas. Entre as mulheres, houve redução de 140 vagas”, informa em nota a Contraf-CUT.

A análise por faixa etária revela um cenário misto, com um saldo positivo entre as faixas de até 29 anos (1.054 vagas a mais). Além disso, um movimento oposto para as faixas etárias mais elevadas, com o fechamento de 798 vagas.

Quanto à remuneração, os dados indicam redução significativa no salário médio dos bancários admitidos, chegando a R$ 5.564,98, correspondendo a apenas 73,38% do valor recebido pelo demitido, que era de R$ 7.583,32. Este cenário levanta preocupações sobre a estabilidade e a qualidade dos empregos oferecidos no setor bancário.

O resultado destes cortes, explica Previtale, é a precarização do trabalho. “O resultado é que, com a redução de postos de trabalho, somada ao fechamento de agências, os bancários que permanecem empregados ficam sobrecarregados e adoecem, porque têm que cumprir diversas tarefas do dia a dia e, ao mesmo tempo, atingir as metas de vendas de produtos bancários”.

Fonte: Rede Brasil Atual

Previ: fique atento, vem aí a Seleção de Conselheiros 2024

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Se você está interessado em participar da Seleção de Conselheiros 2024, fique atento: o edital do processo será divulgado em breve e haverá mudanças!

A Seleção de Conselheiros é um instrumento de governança importante da Previ. Os conselheiros de administração e fiscais são indicados e eleitos com o apoio institucional da Previ nas Assembleias Gerais Ordinárias das empresas participadas.

Esses conselheiros representam um dos canais de engajamento da Previ para disseminar as melhores práticas Ambientais, Sociais, de Governança e Integridade. O objetivo é fortalecer o ambiente de negócios no longo prazo, gerando melhores retornos financeiros e impactos positivos nas diversas dimensões da sustentabilidade.

Nos processos de seleção, a Previ busca implementar ações para ampliar a diversidade nos órgãos de governança. A Seleção de Conselheiros 2024 vai reforçar isso, contemplando além das formações e experiências profissionais diversas.

É imprescindível que os candidatos preparem previamente os documentos comprobatórios das informações requisitadas no formulário de inscrição, tais como: títulos acadêmicos, idiomas, certificações e experiência profissional (prioritariamente, aquelas exercidas nos últimos cinco anos).

Os documentos comprobatórios deverão ser enviados em formato PDF. Recomendamos que cada arquivo seja digitalizado em escala de tons de cinza, com resolução de até 100 dpi´s. O tamanho máximo do arquivo é de 1Mb.

O edital e o cronograma do processo serão divulgados em breve. Fique atento às notícias divulgadas nos canais de comunicação da Previ para não perder os prazos!

Fonte: Previ

STF decide favoravelmente à Previ no caso da isonomia entre homens e mulheres

Publicado em: 15/12/2023

O Ministro Luis Roberto Barroso, atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), votou a favor da Previ em julgamento encerrado em 24/11/2023, que analisa a isonomia entre o pagamento de benefícios para homens e mulheres por entidades de previdência privada. Confira na íntegra o voto aqui.

De acordo com o voto do Ministro, a Previ possui um regulamento em que “são definidos critérios idênticos para pessoas de ambos os sexos”. O voto do Ministro destacou a distinção existente entre os regulamentos da Previ e o da outra entidade condenada anteriormente, a Funcef, que originou o Tema RG 452/STF. O Tema estabelece que “É inconstitucional, por violação ao princípio da isonomia, cláusula de contrato de previdência complementar que, ao prever regras distintas entre homens e mulheres para cálculo e concessão de complementação de aposentadoria, estabelece valor inferior do benefício para as mulheres, tendo em conta o seu menor tempo de contribuição.”

A Superintendência Nacional de Previdência Complementar, a Previc, também se manifestou, destacando a diferença entre os regulamentos da Previ e da Funcef, opinando pelo acolhimento do recurso da Previ.

Isonomia na concessão de benefícios

Na Previ não há distinção de tratamento no cálculo e na concessão de benefícios entre homens e mulheres. Os regulamentos dos planos de benefícios administrados pela Previ sempre previram a aplicação da proporcionalidade pelo tempo de filiação do participante, não havendo qualquer diferenciação entre os sexos masculino e feminino.

No Plano 1, por exemplo, tanto as associadas quanto os associados devem atingir 30 anos de filiação para a aquisição da complementação integral de aposentadoria (benefício pleno). Se o pedido da concessão do benefício for feito antes disso, independente do sexo ou do tempo de vinculação ao INSS, será aplicada a proporcionalidade. Na Previ, as mulheres não recebem valor inferior aos homens.

Possíveis despesas

Nos termos do voto, ao contrário do que vem sendo divulgado por alguns escritórios e associações que buscam apenas captar clientes, não há decisão do STF no sentido de que as mulheres têm o direito de se aposentar cinco anos antes dos homens na previdência complementar (isonomia material). Assim, há o risco das participantes que ingressarem com ação serem condenadas nos ônus da sucumbência, e terem que arcar com as despesas processuais e honorários advocatícios.

É totalmente equivocada – e sem fundamentação legal e regulamentar – a aplicação na Previ do entendimento para um caso específico de outra entidade de previdência complementar, que possui regulamento completamente diverso. Abordagens com falsas promessas devem ser criteriosamente analisadas para que sejam evitadas dívidas como as geradas nos casos envolvendo cesta alimentação.

Quando o participante ouvir a expressão “causa ganha, líquida e certa”, precisa primeiro refletir se esse não é um “canto de sereia”. Supostos especialistas convencem muitas pessoas de boa-fé a entrarem com processos judiciais pedindo revisão dos valores de seu benefício com base em alegações diversas. Em muitos casos, o valor do benefício pode até diminuir, ao invés de aumentar.

Fonte: Previ

Comissão aprova dedução do IR da contribuição adicional para fundo de pensão

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 8821/17, do deputado Sergio Souza (MDB-PR), que permite a dedução, da base de cálculo do Imposto de Renda, das contribuições adicionais que os participantes de fundos de pensão são obrigados a fazer para cobrir déficits das entidades de previdência.

O texto recebeu parecer pela constitucionalidade do relator, deputado Ricardo Silva (PSD-SP). A proposta foi analisada em caráter conclusivo e já pode seguir para o Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara.

Atualmente, as contribuições mensais feitas pelos participantes ao plano podem ser deduzidas da base de cálculo do IR até o limite de 12% da renda bruta anual, e desde que o cliente também contribua para a Previdência Social (INSS ou regime próprio).

Por exemplo, se uma pessoa tem uma renda bruta anual tributável de R$ 100 mil, ela pode reduzir essa base para até R$ 88 mil. Com a base menor, o imposto a pagar cai. O limite de 12% é determinado pela Lei 9.532/97.

Porém, no caso de contribuições adicionais para cobrir déficits dos fundos de pensão, elas não podem ser deduzidas da base tributável. É isso que a proposta busca mudar. “É um projeto fruto de muito debate e de muita espera por tantas pessoas que sofrem por uma injustiça praticada há anos”, afirmou Ricardo Silva.

O autor, Sergio Souza, lembrou que o projeto é desdobramento de uma CPI que investigou os fundos de pensão. “Eu quero agradecer a todos aqueles pensionistas do Banco do Brasil, da Caixa Econômica, da Petrobras, dos Correios, que foram os fundos de pensão investigados pela CPI dos Fundos de Pensão, da qual eu fui relator na época, e que gerou esse projeto que já tem seis anos de tramitação”, disse.

Fonte: Agência Câmara

Banco do Brasil conquista prêmio por equilíbrio de gênero no CA

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Com um Conselho de Administração formado por 50% de mulheres, o BB recebeu o prêmio 30% Club Brazil Award, concedido pela 30%+Club, uma iniciativa global voltada aos países com as 20 maiores economias do mundo (G20). O objetivo é promover ao menos 30% de mulheres para os Conselhos de Administração das cem maiores companhias listadas na B3 até 2026.

A primeira edição do prêmio reconhece as empresas que apoiam e acreditam na força da diversidade das lideranças e que promovem ações para o equilíbrio de gênero, acelerando o crescimento de lideranças femininas.

“Conscientes do impacto que as decisões do Banco promovem, adotamos a sustentabilidade e a diversidade como fortes norteadores de nossa atuação. Tomamos medidas concretas neste sentido e pretendemos incentivar, com estas medidas de equidade e inclusão, nosso público de relacionamento a adotar práticas semelhantes, para construirmos juntos um futuro melhor”, ressalta o vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial, José Ricardo Sasseron, que representou o BB na cerimônia de premiação.

Embora o percentual de mulheres entre líderes do Banco seja de 25%, conquistas recentes indicam para um maior equilíbrio na Empresa. Além de ser presidido por uma mulher de forma inédita, eleita uma das mulheres mais poderosas do mundo, o BB também tem pela primeira vez três mulheres em cargos de vice-presidente.

Segundo o índice de diversidade da B3, entre as empresas de capital aberto no país, o BB é uma das que mais possui presença feminina em postos de liderança e pela primeira vez na história de 215 anos, o Banco do Brasil, tem um Conselho de Administração e um Conselho Diretor com maior diversidade de gênero, raça e orientação sexual.

O 30% Club Brazil Award é uma iniciativa do Capítulo Brasil, lançado em 2023 com a finalidade de reconhecer as companhias do Index IBrX 100 que atingiram, neste ano, 30% ou mais de mulheres em seus Conselhos de Administração. São elegíveis ao Prêmio as companhias que fazem parte do índice IBrX100 da B3.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil pretende desdobrar as ações ordinárias; entenda

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O Conselho de Administração do Banco do Brasil (BBAS3) encaminhará à deliberação da Assembleia Geral de Acionistas a proposta de desdobramento (split) de 100% das ações BBAS3.

Caso aprovada, a operação resultará na atribuição de uma nova ação para cada papel já emitido, informou a instituição na manhã desta sexta-feira (8) em fato relevante.

O desdobramento visa ampliar a quantidade de ações sem modificar o patrimônio do Banco do Brasil e a participação percentual dos acionistas, sendo efetivado após aprovação pela Assembleia Geral de Acionistas.

A medida busca democratizar o acesso às ações do banco, especialmente para investidores pessoa física, em resposta ao expressivo crescimento no valor das ações do BB neste ano, em torno de 50%, como destacado pelo vice-presidente de gestão financeira e relações com investidores do Banco do Brasil, Geovanne Tobias, em comunicado à imprensa.

Por volta das 11h45 a ação BBAS3 reportava queda de 0,037%, cotada a R$ 53,85. O papel sobe 53,73 nos últimos doze meses.

O BTG Pactual (BPAC11), que tem recomendação de compra com preço-alvo em R$ 66 para BBAS3, afirma que o recente desempenho abaixo do esperado do banco em comparação com seus pares privados criou uma oportunidade para os investidores aumentarem suas posições.

Em 8 de novembro, o BB divulgou resultados do terceiro trimestre, que, apesar do lucro um pouco abaixo do esperado, levou as ações a caírem 4% no dia seguinte. A receita líquida foi novamente um destaque positivo, com a margem financeira, a receita de prestação de serviços e seguros superando as expectativas, gerando um efeito positivo para os resultados do próximo ano.

No terceiro trimestre de 2023 o BB informou lucro líquido ajustado de R$ 8,785 bilhões, representando um aumento de 4,5% em comparação com o mesmo período de 2022.

Quanto ao retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL ou ROE, na sigla em inglês), este atingiu 21,3% entre julho e agosto de 2023, apresentando uma redução de 0,6 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2022.

O crescimento da carteira de crédito foi acompanhado por um aumento na inadimplência e nas provisões para lidar com possíveis inadimplências.

A taxa de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) alcançou 2,81% no terceiro trimestre, registrando um aumento de 0,47 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior.

Na comparação com o trimestre anterior, houve um leve aumento de 0,8 ponto.

Fonte: Estadão

BB contrata R$ 19,1 bi em operações com Estados e municípios

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O Banco do Brasil comemora mais um recorde, desta vez em operações de crédito com estados e municípios. Até novembro de 2023, já foram contratados R$ 19,1 bi em 354 operações, de norte a sul, de leste a oeste do Brasil, abrangendo 24 Estados e o Distrito Federal. Esse montante é superior aos R$ 17,1 bilhões contratados nos últimos 4 anos. A maior parte das operações (93%) conta com aval da União, o que possibilita o acesso a taxas de juros mais reduzidas, ampliando o acesso de estados e municípios ao crédito. As externalidades positivas do ASG abrangem 92,7% da carteira o que equivale a R$ 53,5 bi.
Dos R$ 19,1 bilhões, R$ 16,2 bilhões foram contratados em eixos de atuação do novo PAC.

Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil, explica que essas operações para estados e municípios são voltadas para obras de eficiência energética, energia renovável, infraestrutura viária, inclusive mobilidade urbana, além de financiamento a obras nas áreas de saúde e educação por exemplo. “Estamos ajudando a fazer o país crescer. Todo esse volume contratado mostra que atuamos com boas práticas bancárias em operações que geram empregos e que levam cidadania para os quatro cantos do Brasil. São operações de crédito que desempenham um papel fundamental para impulsionar os setores produtivos e potencializar a implementação de políticas públicas”, afirma.

“Esses recursos abrem oportunidades para o crescimento econômico, estimulando um ambiente de desenvolvimento e a inclusão social.”, destaca o vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial, José Ricardo Sasseron.

O BB é importante parceiro do Setor Público: temos atendimento especializado a 100% dos municípios do Brasil, somos o principal banco de 16 estados e 17 capitais e pagamos os salários de mais da metade dos servidores federais, estaduais e municipais. Além disso somos o principal repassador de recursos federais, sendo que em 2023 foram mais de R$ 295 bilhões nas áreas de saúde, educação e cultura.

Fonte: Banco do Brasil

BB fecha acordo com o ministério para fomentar bioeconomia no país

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O Banco do Brasil e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) assinaram um protocolo de intenções neste domingo, 10 de dezembro, em Dubai, durante as reuniões da COP 28, em que se comprometem a investir em soluções para o fomento e promoção da bioeconomia brasileira, com destaque para a produção na região amazônica. A partir do protocolo, o BB, com apoio do MMA, concentrará esforços em disponibilizar novas soluções de financiamento e apoio financeiro para as cadeias produtivas, para a bioeconomia e resiliência climática, especialmente considerando os desafios da Amazônia, para adoção de ações conjuntas, incluindo captações e parcerias nacionais e internacionais.

O acordo de cooperação tem duração inicial prevista de dois anos, com possibilidade de prorrogação, e prevê, dentre outras ações, o compartilhamento de experiências relacionadas à bioeconomia amazônica, a promoção de eventos como visitas técnicas e rodadas de atração de investimentos para a região e, também, incentivar o intercâmbio de especialistas, com o objetivo de facilitar a assistência técnica e a troca de informação e de conhecimento sobre o tema.

A parceria com o Ministério do Meio Ambiente também prevê captação de doações e recursos não reembolsáveis para desenvolvimento socioambiental na região.

Para José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, “a atuação integral do BB na cadeia da bioeconomia na região amazônica, aliado ao potencial de incremento a partir dos novos acordos gerados, revertem-se em geração de emprego, renda e uso sustentável dos recursos naturais através do fomento às cadeias de produtos amazônicos e manejo sustentável da floresta”. Por sua vez, Carina Pimenta, secretária de Bioeconomia do MMA, comenta que “são audaciosos, os planos que o Banco do Brasil tem traçado em torno de apoiar a bioeconomia, juntando parceiros que entendem o processo de desenvolvimento. A experiência toda com o financiamento na Amazônia diz que precisamos construir essas bases e trabalhar juntos, e o Banco tem essa capilaridade incrível e uma capacidade fantástica de poder chegar nesses empreendimentos que estão nas diferentes regiões da Amazônia.”

Atualmente o Banco do Brasil aplica mais R$ 52 bilhões em projetos com adicionalidades sociais e ambientais na região amazônica, sendo cerca de R$ 2 bilhões de reais em projetos de Bioeconomia de produtos extraídos da floresta, como por exemplo, açaí, castanha-do-pará, cacau, palmito, dentre outros.

Como forma de impulsionar a aplicação de recursos e desenvolvimento na região, o Banco do Brasil firmou em setembro, em Nova York, protocolo de intenções com o BID e o Banco Mundial para captação de funding de até US$ 1,4 bilhão de dólares, para aplicação em projetos de bioeconomia com foco no bioma Amazônia.

Fonte: Banco do Brasil

BB propõe linha para cumprir metas sustentáveis para o setor público

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O Banco do Brasil formalizou protocolo de intenções com destaque para linha de crédito voltada a estados e municípios com alternativa de redução de taxas à medida que o ente atingir metas de sustentabilidade. Trata-se do modelo conhecido como Empréstimo Vinculado à Sustentabilidade (da sigla em inglês Sustainability-Linked Loan – SLL). Nesse caso, os juros são reduzidos de acordo com o atingimento de indicadores-chave de desempenho de sustentabilidade (em inglês, Key Performance Indicators – KPI).

A solução é inovadora e foi apresentada nesta semana, por representantes do BB, durante a na 28ª edição da Conferência das Partes (COP), em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Protocolo de intenções firmado durante a COP 28

O primeiro estado brasileiro a manifestar interesse nesse modelo de financiamento foi o Pará, para captação dos recursos da ordem de R$ 350 milhões. O investimento será aplicado na preservação dos rios paraenses e na redução do desmatamento por meio do programa Pró-Rios (Política Estadual de Conservação de Rios do estado), que também é a primeira iniciativa nesses moldes no Brasil.

O financiamento pode servir de modelo para incentivar a implementação de indicadores de desempenho ambientais na região amazônica. Além disso, reforça as ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas a partir do nexo floresta-água – com implicações para a agenda global de clima e biodiversidade.

Para o vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial, José Ricardo Sasseron, que representa o Banco do Brasil na COP 28, “a participação ativa do BB na Conferência é mais uma das diversas iniciativas do Banco do Brasil rumo à transição para uma economia mais verde, inclusiva, sustentável e de baixo carbono. Ações como essa, levam ao reconhecimento internacional do BB como um dos bancos mais sustentáveis do mundo, com atuação marcante no Crédito Sustentável, Investimento Responsável, Gestão ASG e Climática, Diversidade e Impactos Positivos na Cadeia de Valor”.

O governador do estado do Pará, Hélder Barbalho destacou: “Ao lançar essa iniciativa, o Pará é mais uma vez pioneiro no país e inova tanto ao aplicar o SLL no setor público, quanto ao implementar uma política específica de preservação de rios, no que é considerado, após a redução do desmatamento, o novo capítulo da pauta ambiental. Por isso estamos felizes de celebrar esse acordo com o Banco do Brasil, que demonstrou interesse nessa parceria”.

O Banco do Brasil e a Sustentabilidade

Em outubro, o BB criou a Unidade ASG que concentra a atuação da instituição no tema ambiental, social, governança e diversidade, além do desenvolvimento de novos negócios ASG.

O BB está presente na COP 28, onde participa dos principais painéis do Pacto Global da ONU. Além disso, contribui na convecção nos seguintes eventos: painel da Coalizão Verde, aliança de Bancos de Desenvolvimento da Região Amazônica e se destaca no encontro com empresas especializadas em Crédito de Carbono, juntamente com outras instituições financeiras brasileiras e estrangeiras.

Fonte: Banco do Brasil

BB e Natura fecham parceria em prol da bioeconomia na Amazônia

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O Banco do Brasil e a Natura assinaram, nesta semana, protocolo de intenções para promoção do desenvolvimento da cadeia produtiva da companhia na região amazônica. A ação conjunta visa apoiar cooperativas e produtores de matérias-primas e insumos utilizados na fabricação dos produtos da empresa. A expectativa é de que toda cadeia de valor da Natura seja contemplada, sendo inicialmente três comunidades fornecedoras do Pará. As cooperativas também serão incluídas na esteira de avaliação de implantação de projetos para originação de créditos de carbono. A parceria é celebrada durante participação do BB na 28ª edição da Conferência das Partes (COP), em Dubai, nos Emirados Árabes.

A diretora de sustentabilidade de Natura &Co América Latina, Angela Pinhati, destaca que conexão entre a conservação da biodiversidade e a valorização de comunidades tradicionais da Pan Amazônia é fator fundamental para o caminho de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. “A Amazônia está no centro das discussões da COP28, logo, ter a conferência como palco desse anúncio é muito significativo. A parceria com o BB reflete nosso compromisso com a sustentabilidade e apoio às comunidades locais, que são uma parte fundamental do nosso negócio”, reforça.

Desenvolvido no âmbito do Programa de Bioeconomia na Amazônia Legal do BB, o protocolo visa inicialmente apoiar cooperativas e produtores, podendo estender-se às consultoras da Natura. A parceria com o banco busca iniciar com um aporte de R$ 3 milhões em crédito para cooperativas no Pará, podendo ser ampliada para outras 41 cooperativas fornecedoras de insumos amazônico para a Natura.

Os recursos podem ser provenientes de parcerias anunciadas durante a Assembleia Geral da ONU, tais como Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e da Coalizão Verde, da qual o BB se tornou signatário. As cooperativas serão avaliadas para projetos de créditos de carbono, enquanto a Fundação Banco do Brasil (FBB) considera aplicar tecnologias sociais nos projetos.

A Natura trabalha há mais de 20 anos com a bioeconomia da sociobiodiversidade na Amazônia, desde o lançamento da linha Ekos, mas foi a partir de 2011, com a estruturação do Programa Natura Amazônia (PAM), que a região se consolidou como um vetor de inovação, negócios sustentáveis e referência para a promoção de desenvolvimento local para a companhia. Nesse momento, a empresa brasileira de cosmético fortaleceu e ampliou o modelo de relacionamento com as comunidades agroextrativistas. Hoje, mais de 10 mil famílias integram as comunidades agroextrativistas amazônicas que se relacionam com a empresa.

Já o Banco do Brasil participa de diversas agendas na COP 28 com o intuito de fortalecer o seu posicionamento em sustentabilidade e no enfrentamento às questões climáticas. A comitiva do Banco conta com a presença do vice-presidente de Governo e Sustentabilidade, José Ricardo Sasseron, e do gerente geral da Unidade ASG, Gabriel Santamaria, além de especialistas no tema.

Esse protocolo de intenções mostra que o BB atua para além da geração de valor financeiro, mas também em toda a cadeia de valor das empresas, gerando negócios ao mesmo tempo rentáveis e sustentáveis. “A sustentabilidade está na razão de ser do Banco do Brasil, na nossa essência. Estamos em um momento em que nossas ações e compromissos para um mundo mais sustentável, conectados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, convidam todos os stakeholders a assumirem responsabilidades diante das mudanças climáticas e seus efeitos na vida das pessoas e comunidades.”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente do BB, que participa da conferência.

Gabriel Santamaria, gerente geral da Unidade ASG, que também está em Dubai, complementa que “o BB quer ser protagonista na construção de um mundo mais verde e inclusivo e ser reconhecido por suas práticas e negócios sustentáveis no sistema financeiro. Fomentar a agenda ASG gera retorno para empresa ao mesmo tempo que traz impacto socioambiental positivo para sociedade e meio ambiente, reduzindo os efeitos das mudanças climáticas”.

Entre os eventos previstos na COP 28 com a participação do BB, o painel da Coalizão Verde, aliança de Bancos de Desenvolvimento da Região Amazônica, também se destaca como encontro com empresas especializadas em Crédito de Carbono, outras instituições financeiras brasileiras e estrangeiras, como o Banco ABC e o Banco de Desenvolvimento alemão KFW e uma reunião bilateral com o Fundo Francês de Desenvolvimento (AFD).

Fonte: Banco do Brasil

Em um mês, BB repactua mais de R$ 1,3 bi em dívidas do FIES

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Nos primeiros trinta dias de renegociação das dívidas do FIES, o Banco do Brasil repactuou R$ 1,347 bilhão em todo o país. Ao todo, foram mais de 26 mil renegociações, além de cerca de 106,5 mil simulações realizadas.

Para isso, o BB disponibilizou tanto o seu App BB Mobile, como sua rede de agências para a renegociação. “A facilidade de negociação, aliada à conveniência do App BB, permitiram que 90% dessas renegociações fossem efetuadas pelo próprio mutuário, sem precisar se deslocar para uma agência, por exemplo. É uma atuação do BB que alia a destreza digital com esse programa de renegociação para trazer maior dignidade financeira aos brasileiros, a exemplo do que estamos fazendo também com o Desenrola”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

As normas de renegociação, publicadas no Diário Oficial da União no dia 7 de novembro, preveem que os débitos em atraso têm até 100% do desconto em juros e multas e, no caso de liquidação integral do contrato, o desconto chega a 99% do valor consolidado na dívida.

Para mais informações sobre a renegociação do FIES, acesse https://www.bb.com.br/fies.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil promove debate sobre inclusão de PcDs

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O Banco do Brasil realizou, nesta quinta-feira, 14 de dezembro, a sexta edição do Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão, desta vez voltado ao tema pessoas com deficiência (PcDs). Em Curitiba, um grupo formado por conselheiros externos voluntários, com diferentes deficiências ou envolvimento com a causa, e por representantes da alta administração do BB, debaterá perspectivas sobre a temática. Espera-se que o debate contribua para melhor compreensão do Banco sobre as peculiaridades das PcDs, suas necessidades e desafios, a fim de ampliar e fortalecer as ações corporativas voltadas a diminuir as barreiras para inclusão dessas pessoas na Instituição e na sociedade.

“Precisamos conhecer a realidade. E isso passa por um debate franco sobre as questões que afetam diretamente a vida das Pessoas com Deficiência. Pois, quando compreendemos as barreiras sociais que estão impostas, temos a certeza do quanto ainda é necessário evoluirmos em acessibilidade. E não estou falando apenas enquanto Banco, mas sim de toda uma sociedade que precisa se reposicionar”, afirma Ana Cristina Rosa Garcia, vice-presidente Corporativa do Banco do Brasil.

Diversidade no centro da estratégia e em debate consistente

A proposta dos encontros mensais do Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão é unir a experiência do Banco do Brasil a olhares externos, para evoluções positivas dos marcadores sociais da diferença nas dimensões da diversidade.

O primeiro encontro, realizado em Brasília (DF), abordou questões relacionadas à causa LGBTQIAPN+. No segundo, em Belém (PA), o debate foi sobre equidade de gênero. O terceiro aconteceu em São Paulo (SP) e pautou o tema neurodivergentes – pessoas que convivem com transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), transtorno do espectro autista (TEA), transtorno afetivo bipolar, altas habilidades, entre outros. O quarto encontro, que ocorreu no Rio de Janeiro (RJ), abordou as diferentes gerações que convivem atualmente no mercado de trabalho. O quinto conselho discutiu questões de Raça e Etnia, na cidade de Salvador (BA).

A partir de 2024, o Conselho promoverá encontros bimestrais, que tornarão a discutir os temas já trabalhados e servirão para que o BB demonstre como e o quanto tem avançado em cada um dos seis marcadores sociais da diversidade, atuais focos da estratégica de inclusão da Empresa.

O Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão integra o Programa de Diversidade instituído pelo BB em março de 2023. Além do Conselho, o Programa conta com o Comitê Estratégico de Pessoas, Equidade e Diversidade, fórum deliberativo interno multidisciplinar que concretiza iniciativas em prol da diversidade e de avanços quanto à temática em processos internos e ações mercadológicas.

Nesta edição, o Conselho Consultivo conta com a participação de:

Convidados externos

Armando Nembri
Professor acadêmico e palestrante. Pós-Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia – UFRJ e Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia – UFRJ. Mestrado em Avaliação de Sistemas, Programas e Instituições – Fundação CESGRANRIO e em Ciências Pedagógicas – SPBA/RJ. Membro Permanente do Comitê de Acessibilidade e Inclusão – COMAI, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro/TJRJ e da Escola Nacional de Saúde Pública – ENSP, da FIOCRUZ. 1º surdo doutor do Rio de Janeiro. 1º surdo pós-doutor masculino do Brasil. Condecorado com a Medalha de Mérito pelo trabalho realizado em prol da Educação Inclusiva no Brasil.

Deives Picáz
Palestrante e criador de conteúdo nas redes sociais, aborda temas como inclusão e diversidade. Em 2023, foi um dos dezesseis Speakers do TEDx Unisinos, falando sobre a falta de oportunidade para pessoas com deficiência no meio acadêmico e corporativo. Atualmente ocupa uma das nove cadeiras de conselheiro do Pacto Global da ONU no Brasil.

Sérgio Faria
Graduado em Administração Centro Universitário FEI. Possui especializações em Gestão de Projetos, pela Universidade de São Paulo (USP), e em Comércio Exterior, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Exerceu funções na área de Tecnologia, como programador, analista de negócios, coordenador de projetos e atualmente é executivo responsável por parceria com universidades. É executivo da Accenture.

Verônica Hipólito
Atleta paralímpica, fundadora do Time Naurú. Graduanda em ciências econômicas e políticas públicas pela UFABC. Campeã mundial nos 200 metros rasos, 7 vezes medalhista nos Jogos Parapan-americanos – sendo 3 ouros e 4 pratas. É vice-campeã paralímpica nos 100 metros rasos e medalha de bronze nos 400 metros. Recordista das Américas em todas as provas de velocidade e uma das 8 mulheres mais rápidas de todos os tempos.

Thelma Alves Oliveira
Coordenadora de Projetos e Assessora especial da Diretoria do Hospital Pequeno Príncipe. Graduada em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná (1975) e em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná. Possui especialização em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (1997). Tem experiência na área de gestão de políticas públicas, com ênfase em garantia dos direitos de crianças adolescentes e jovens.

Representantes do BB

Ana Cristina Garcia
Vice-presidente Corporativa. Foi funcionária de carreira do Banco do Brasil por 27 anos, tendo se aposentado em 2021. É graduada em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em Administração de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De 2019 a 2021 foi Diretora de Administração e Finanças da Cassi. No BB, de 2012 a 2019, atuou como Gerente Executiva na Diretoria de Gestão de Pessoas nas áreas de Ascensão Profissional, Ética, Disciplina e Ouvidoria, tendo sido coordenadora do Programa Pró-equidade de gênero por cinco anos e participado de diversas ações e discussões sobre o tema no Brasil e no Exterior. O trabalho realizado de Pró-equidade de gênero e raça foi premiado no Brasil e reconhecido pela ONU Mulheres.

Carla Nesi
Vice-presidente de Negócios de Varejo. Funcionária de carreira do Banco do Brasil por 30 anos, tendo ingressado na empresa em 1992. É graduada em Ciências Econômicas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e possui MBA em Marketing pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. No BB respondeu pela estratégia de clientes varejo da Companhia, contemplando CRM, segmentação e modelos de relacionamento para os segmentos Pessoa Física e Micro e Pequenas Empresas, além do desenvolvimento, implementação e gerenciamento de produtos, parcerias no segmento de fidelidade e estratégias comerciais junto a esse mercado. Atuou como gestora de canais físicos, rede própria e parceiras, e digitais. Em2017 foi nomeada Diretora de Clientes Pessoa Física, com posterior criação da unidade de MPE vinculada, atuando nesta área até sua aposentadoria em 2022. Também atua há 5 anos como membro de Conselho de Administração de empresas ligadas do BB, no segmento de meios de pagamento – Elo Serviços, fidelidade – Livelo e consórcios – BB Consórcios.

Luiz Gustavo Braz Lage
Vice-Presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar. Foi funcionário de carreira do Banco do Brasil por 36 anos (de 1981 a 2017). É graduado em Ciências Contábeis e Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e possui MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC e MBA em Negócios Internacionais pela FIPECAFI/USP. Possui Educação Executiva – AMP-Advanced Management Program pela IESE – Business School. Desde 2021 exerce a posição de Diretor da Cooperforte. No período 2009 a 2017, foi Diretor Comercial da Brasilveículos Cia de Seguros e, no Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, foi Diretor e Diretor Geral de Riscos, Atuária, Controles Internos, Governança e Legal. Antes disso, no período 2004 a 2009, exerceu o cargo de Diretor de Crédito do BB.

Fonte: Banco do Brasil

BB anuncia novas iniciativas para igualdade racial e adesão a GT com ministérios

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O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira, 12 de dezembro, uma série de iniciativas ligadas à promoção da igualdade racial e ao combate ao racismo. Os anúncios estão relacionados a um grupo de trabalho criado pelo Ministério das Relações Institucionais, e coordenado pelo Ministério da Igualdade Racial.

A presidente do banco, Tarciana Medeiros, anunciou durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (Conselhão) que o banco participará do GT, além de informar novas ações tomadas pelo banco, que no último mês anunciou uma série de iniciativas voltadas à igualdade racial.

O BB aderiu ao Pacto Nacional pela Inclusão Produtiva das Juventudes, em parceria com o Ministério do Trabalho, a Unicef e a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Também conversa com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para aderir ano que vem ao Programa Novos Caminhos, que trata da profissionalização de adolescentes, inclusive pretos e pardos, que completam 18 anos em instituições de acolhimento.

Além disso, em conjunto com a pasta da Igualdade Racial, o BB criará um portal com conteúdo de letramento racial voltado a todo o funcionalismo público. Medeiros anunciou ainda um concurso cultural para os funcionários, para renomear agências em homenagem a histórias locais das populações negra e originária.

“Entendemos que essas e outras iniciativas devem ser uma construção conjunta, sob a orquestração daquele que é o principal responsável pela formulação de políticas públicas: o governo federal”, disse Medeiros em discurso durante a reunião do Conselhão.

De acordo com ela, a equipe do banco está à disposição para troca de ideias com os demais participantes do GT sobre igualdade racial. “Sabemos que o banco tem um papel social importantíssimo, não apenas fornecendo apoio financeiro, mas também ao dar oportunidade a grupos que historicamente estão à margem da inclusão. Reafirmo a vocês que a pauta diversidade, equidade e inclusão tem sido acelerada, de uma forma muito responsável no BB.”

Fonte: Broadcast

BB Previdência e BB Asset promovem encontro para discutir planos com patrocinadoras

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BB Previdência e BB Asset Management, empresas que integram o Conglomerado Banco do Brasil, realizaram, na última quarta-feira (6 de dezembro), um encontro com as Patrocinadoras de planos de previdência com sede em Brasília para analisar as perspectivas e oportunidades no cenário financeiro de 2024.

Eder Faria, Diretor-Presidente da BB Previdência, deu as boas vindas aos convidados destacando a importância da parceria com a BB Asset: “Em um cenário de desafios constantes, contar com a BB Asset é essencial para a segurança dos nossos planos de previdência e o futuro financeiro dos nossos participantes”, afirmou.

O Economista-chefe da BB Asset, José Maurício Pimentel, apresentou uma análise sobre como a conjuntura geopolítica mundial, as questões climáticas, o processo de desglobalização e aspectos fiscais impactarão a economia global e brasileira e fundamentarão as projeções para 2024.

A BB Asset é a gestora dos fundos de investimentos da BB Previdência, alinhando suas ações às diretrizes e políticas da Entidade para desenvolver soluções de investimento adequadas aos planos de previdência.

“Esses encontros são importantes para discutir e avaliar as perspectivas e oportunidades de investimentos. Nesse contexto, a BB Previdência tem a oportunidade de alinhar os objetivos específicos em relação aos investimentos dos participantes, considerando fatores que impactam nas metas de retorno”, afirmou Edson Chini, Diretor de Investimentos da BB Previdência, que aproveitou a oportunidade para colocar a equipe de investimentos da Entidade à disposição para encontros personalizados com as Patrocinadoras.

Além dos gestores da BB Previdência, participaram do encontro pela BB Asset os gestores Flávio Murashima e Bruno Larrubia, e os gerentes da BB Previdência.

A BB Previdência tem como um de seus compromissos, oferecer opções de investimento de qualidade e que atendam às necessidades específicas de nossos participantes, buscando maximizar retornos e minimizar riscos, contando com a experiência da BB Asset para administrar e gerir os fundos investidos em nossa Entidade.

Fonte: BB Previdência

Economus Futuro tem novo reajuste para dezembro, janeiro e fevereiro

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O Economus, instituto de seguridade social dos funcionários da extinta Nossa Caixa, reajustou em 14,76% o plano Economus Futuro. O aumento é válido para dezembro, janeiro e fevereiro.

Com a mudança, os beneficiários que, por exemplo, tem 59 anos de idade ou mais, pagarão R$ 2.485,16 de mensalidade nesse período (veja abaixo os valores de mensalidade de acordo com cada faixa etária).

De acordo com a direção do Economus, os estudos técnicos demonstraram que houve crescimento das despesas, em decorrência da quantidade de internações de longa permanência. Por isso, o reajuste trimestral foi necessário. “A manutenção do equilíbrio financeiro do plano é uma prioridade que visa assegurar a sustentabilidade e a garantia de atendimento com qualidade. As revisões trimestrais do valor da cota propiciam condições de ajustes ao longo do tempo, observando o comportamento das despesas, da movimentação de beneficiários e da reserva de capital sob risco”.

Ainda segundo o instituto, comparado ao último estudo, o Economus Futuro apresentou diminuição de 6,2% no número de pessoas inscritas, totalizando 1.175 em setembro de 2023. Esse número representa 24,8% da quantidade prevista à época do lançamento.

Para o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região, essa diminuição no número de pessoas inscritas comprova, mais uma vez, que o Economus Futuro se tornou insustentável para muitos aposentados. É inadmissível que, justamente quando a renda dessas pessoas diminui por conta da aposentadoria e quando elas mais precisam do plano de saúde, as mensalidades aumentem abusivamente. Um plano de saúde que acumula reajuste de 72% ao ano é impagável!

A entidade exige que a direção do Banco do Brasil apresente uma solução definitiva para essa situação dos oriundos.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Bauru e Região

Contribuição adicional ao PrevMais do Economus: veja as vantagens

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Aproveite o mês de dezembro para realizar uma contribuição adicional e aumentar o saldo acumulado do PrevMais. Quanto maior o seu saldo, mais tranquilidade financeira você terá no futuro.

O valor da contribuição adicional é destinado ao seu Montante Financeiro Individual (MFI), ou seja, no momento de requerer a aposentadoria, esse valor adicional contribuirá para maximizar o benefício que você receberá.

Outro detalhe importante é que isso possibilita um aumento no valor da restituição do Imposto de Renda já em 2024, pois o participante pode abater da base de cálculo do IR até 12% da renda bruta anual tributável, utilizando a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda pelo modelo completo, desde que a contribuição seja realizada até o dia 28/12/2023.

Vale lembrar que o valor da contribuição não poderá ser inferior a 2% do seu salário bruto.

Veja abaixo mais informações:

As contribuições devem ser recolhidas exclusivamente por boleto, que deverá ser gerado até o dia 26/12/2023, e o pagamento realizado até 28/12/2023.

Como contribuir: Basta acessar o autoatendimento e escolher a opção “Previdência”. No menu à esquerda, clique em PrevMais e, em seguida, “Opções do Meu Plano”. Escolha “Contribuição Adicional”.

O boleto será gerado e ficará disponível no canto inferior esquerdo da tela. Basta clicar para abrir.

Atenção: Para registro do boleto na instituição financeira, a emissão deve ocorrer com no mínimo dois dias úteis de antecedência ao da data de intenção de pagamento.

Fonte: Economus

BB: Justiça garante função de caixa e mantém pagamento para a função

Publicado em: 07/12/2023

A Justiça manteve a decisão de uma tutela antecipada (liminar) concedida aos trabalhadores do Banco do Brasil, que impede a empresa de extinguir a função de caixa, garante o pagamento de gratificação e a incorporação desta aos salários para os profissionais que têm mais de dez anos na função, até a data da reforma trabalhista.

Vigente desde 2021, a tutela antecipada foi solicitada na Justiça pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), para impedir a decisão unilateral da empresa de extinguir a função de caixa.

“O mérito foi julgado procedente, em favor dos trabalhadores, nesta ação que inclui ainda pedido de manutenção do pagamento da função de caixa e a incorporação desta gratificação para os que já a recebiam por dez anos ou mais, considerando a data da reforma trabalhista de 2017”, ressalta a assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados.

“O Sindicato sempre busca a solução de problemas e demandas dos trabalhadores pela via negocial, mas quando a direção do banco se nega a negociar, partimos para a via judicial. A sentença busca proteger a remuneração dos caixas e deve ser comemorada, mas é preciso manter a mobilização, já que o banco recorrerá da decisão e vamos precisar da categoria unida para seguirmos na defesa dos direitos”, enfatiza Felipe Garcez, secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de São Paulo e bancário do Banco do Brasil.

No início de 2021, o BB anunciou uma nova reestruturação, com fechamento de agências, redução de postos de trabalho e extinção da função de caixa, assim como o fim da gratificação para os escriturários que cumprem essa função.

Na época, o movimento sindical procurou negociar a situação com o banco. “Quando todas as tentativas de diálogo foram esgotadas com a direção do BB daquela época, procuramos a mediação do Ministério Público do Trabalho e, por fim, a Justiça”, lembrou a funcionária do BB e coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.

Em fevereiro de 2021, o juiz Antonio Umberto de Souza Junior, da 6ª Vara da Justiça do Trabalho de Brasília, atendeu o pedido de liminar da Contraf-CUT. O BB chegou a entrar com mandado de segurança e recursos subsequentes, mas o Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou o pedido da empresa.

Neste ano, uma audiência de conciliação foi realizada no dia 10 de novembro, mas como o BB apresentou proposta insuficiente que protegesse os trabalhadores, não houve acordo.

Na recente decisão, que aprecia o mérito do pedido, a juíza substituta da 16ª Vara do Trabalho de Brasília/DF, Audrey Choucair Vaz, considerou não ser “razoável que o empregador, servindo-se da força de trabalho dos empregados em cargo de confiança por mais de 10 (dez) anos, possa simplesmente, por ato unilateral e imotivado, retirar parte significativa da remuneração de tais empregados”, completando que o ato “constituiria arbitrariedade, além de extremo apego à liberdade empresarial, em detrimento excessivo da dignidade e segurança do trabalhador. Daí a necessidade de aplicação dos princípios da razoabilidade e proporcionalidade”.

Renata Cabral explicou que essa decisão não pode ser considerada como definitiva, porque o banco conta prazo para apresentar recurso. “Há pequenos ajustes na decisão, que também serão objeto de impugnação pela Contraf-CUT. A boa notícia é que, a sentença de mérito manteve os termos da tutela antecipada e protege os caixas e os coloca numa posição menos vulnerável nesse momento”, complementa a advogada.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil é premiado no “Bank of the Year 2023”

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Nesta semana, em Londres, o Banco do Brasil foi premiado no “Bank of the Year 2023” como o melhor banco do Brasil neste ano. A cerimônia de premiação contou com a presença de mais de 350 presidentes de bancos, CEOs, CFOs e outros gestores seniores de mais de 120 países.

Em vigor desde o ano 2000, o evento é organizado pelo Financial Times e é considerado o “Oscar da Indústria Financeira”. A premiação evidencia a capacidade em apresentar um forte desempenho financeiro e, ao mesmo tempo, transformar desafios em oportunidades, em um ambiente de negócios concorrido e em constante evolução.

Marco Geovanne Tobias da Silva, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores do BB, esteve no evento representando o Banco e conta sobre o significado da premiação: “este prêmio demonstra o reconhecimento do mercado em nossa capacidade de construir soluções que aprimoram ainda mais o relacionamento com nosso cliente e isso é um importante impulsionador para continuar entregando resultados sustentáveis”. Como reflexo da confiança e da percepção positiva do mercado, Geovanne ressalta que, apenas neste ano, as ações do Banco do Brasil valorizaram 71,5%. “Hoje, 86% dos analistas que fazem a cobertura do BB recomendam “compra” das nossas ações a um preço alvo médio de R$ 64,92,  o que significa um potencial de elevação de 19,6%”, afirma.

O destaque do BB se deu por informações relacionadas ao crescimento e desempenho da empresa, além de três casos de sucesso envolvendo os temas de iniciativa estratégica, tecnologia e produtos e serviços.

Carla Nesi, vice-presidente de negócios de varejo do BB, comemora: “Este prêmio evidencia para o mundo todo que estamos na vanguarda desse mercado tão concorrido. Todos os casos que fundamentaram essa conquista estão diretamente ligados ao nosso propósito de ser próximos e relevantes na vida das pessoas em todos os momentos, e buscam melhorar a experiência de nossos clientes seja por uma jornada mais fluida e contínua, apoio à gestão ou estímulo ao engajamento com nossa marca.”

Os casos vitoriosos apresentados pelo BB são esses:

  • Iniciativa estratégica: – CRM e CCaaS – Inovação na estratégia de relacionamento com o cliente

A integração das soluções de CRM e CCaaS possibilitará o atendimento omnichannel e a visão 360º do cliente, apresentando aos funcionários o histórico das interações e a próxima melhor ação e melhor oferta de forma customizada.

O BB adquiriu duas soluções de ponta para apoiar o relacionamento com o cliente e a orquestração de atendimento remoto de voz e texto (CRM – Customer Relationship Management e CCaaS – Contact Center as a Service, respectivamente), ambas em nuvem e integráveis. Com esta aquisição, o BB se tornará uma das poucas empresas no mundo a associar as esteiras de atendimento, relacionamento e marketing em uma única plataforma.

  • Tecnologia: PAINEL PJ – Plataforma de Gestão Financeira para as micro e pequenas empresas

Uma plataforma on-line multisserviços que unifica e apresenta, em uma visão Open Finance, todas as informações de pagamentos e recebimentos das micro e pequenas empresas, como boletos, Pix, transferências e cartões, inclusive com a conciliação das vendas de qualquer maquininha de cartão do mercado, proporcionando ainda mais uma visão financeira objetiva do fluxo de caixa das empresas. Além disso, por meio do uso intensivo de analytics, o Business Coach, assistente financeiro do Painel PJ, entrega recomendações preditivas baseadas nos negócios dos clientes, com alertas de textos inteligentes e insights customizados, apoiando a gestão e a tomada de decisão dos empresários.

Lançado em julho de 2022, o Painel PJ já apoia na gestão de R$ 125 bilhões de faturamento anual de cerca de 49 mil empresas.

  • Produtos e Serviços: MINHAS MISSÕES – Estratégia de atração e engajamento de clientes

O Minhas Missões é um diferencial de mercado que apoia o cliente em sua jornada financeira por meio de gamificação, onde quanto mais ele se relaciona com o Banco, mais benefícios ele ganha. Está disponível no App BB desde abril de 2023 para jovens de 18 a 25 anos.

Entre agosto e novembro de 2023, a solução já apresenta:

Mais de 54 mil clientes
53,2% dos clientes concluiu algum dos 3 níveis do game
24,7% resgataram recompensas
Volume de gastos no cartão de crédito: R$ 57,2 milhões
Volume de investimentos: R$ 51,4 milhões, 34% superior ao mesmo período de 2022.

A jornada funciona assim: cada cliente tem um cardápio de missões com atividades relacionadas ao seu perfil, como gastos no cartão, investimentos, criação de um objetivo de vida e categorização de lançamentos no Minhas Finanças. Ao cumprir essas missões, os clientes atingem níveis e desbloqueiam recompensas como Ingressos de Cinema, Uber ou IFood (App BB > Meus Benefícios > Minhas Missões).

“Em um cenário em que bancos se transformam em empresas de TI que prestam serviços financeiros, quem continua fazendo a diferença são as pessoas. Por isso, entendo que esse prêmio é resultado de contarmos com uma das tecnologias mais avançadas do mundo e com os melhores funcionários do mercado. É gratificante fazer parte desta história”, finaliza Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios Digitais e Tecnologia do BB.

Fonte: Banco do Brasil

Estatuto Social do Economus: alteração será encaminhada ao órgão regulador

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No mês de novembro/23, a Governança do Instituto aprovou a proposta de alteração do Estatuto Social, que será encaminhada para análise do Órgão Regulador das Entidades Fechadas de Previdência Complementar.

As alterações buscaram atender orientações do próprio Órgão Regulador, em relação a proposta enviada anteriormente.

Publicaremos a versão final do documento em nossos canais de comunicação assim que o processo de aprovação for concluído.

Para apreciação dos nossos participantes e beneficiários, a proposta, na íntegra, está disponível para consulta em nosso portal na internet.

Para visualizar, vá em “autoatendimento” e selecione a opção “participantes”. Realize o login e acesse “prestação de contas”, na aba lateral à esquerda (menu Institucional). Em seguida, clique em “Proposta de Alteração – Regulamentos e Estatuto” e “Proposta de Alteração – Estatuto Social”.

Fonte: Economus

Presidenta do BB é única brasileira na lista de 100 mulheres mais poderosas do mundo

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A presidenta do BB, Tarciana Medeiros, ocupa o 24º lugar na lista das 100 mulheres mais poderosas da Forbes. Na lista, constam nomes como a de personalidades influentes como Beyoncé e Oprah. Tarciana é a primeira brasileira a ocupar o ranking. De acordo com a Forbes, a presidenta se destacou pela sua atuação na Assembleia das Nações Unidas, e também ganhou destaque por liderar uma das empresas brasileiras da Forbes Global 2000, lista das empresas de maior capital ativo do mundo.

Tarciana Medeiros divide a lista com Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia e da União Europeia, A presidente do Banco Central Europeu Christine Lagarde e a vice-presidente do Estados Unidos, Kamala Harris. Os critérios para a lista da Forbes são métricas fundamentadas em dinheiro, mídia, impacto e esferas de influência. Sua presença nessa seleta lista ressalta sua influência e liderança exercida globalmente.

Tarciana é a primeira mulher negra a presidir o BB. Em seu perfil no Linkedin, ela comemorou o reconhecimento: “Ele vem das entregas de todos os colegas do BB, que levam proximidade e relevância para a vida das pessoas em todos os momentos. De volta ao dia da minha posse, gente: eu não sou apenas a representante do meu time. Sou o seu espelho. Vamos nos orgulhar juntos! É o meu nome na lista, mas foi o trabalho de todos nós que me colocou ali”, escreveu. Além disso, ela ainda comentou que o reconhecimento é simbólico, mas que é importante. “Fala de representatividades, inspira outras mulheres, e mostra que nós podemos e queremos ocupar todos os topos, sejam eles quais forem. Mas ninguém entra em uma lista de uma revista de negócios sem resultados consistentes. E isso demonstra que a abertura à diversidade, às diferentes formas de pensar e construir soluções, tem garantido retorno aos nossos acionistas e um banco cada vez mais próximo da sociedade.”

Confira a lista da Forbes aqui.

Fonte: Banco do Brasil

BB desembolsa R$ 90,2 bi em crédito para MPE nos 11 primeiros meses de 2023

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O Banco do Brasil desembolsou R$ 90,2 bilhões em crédito para mais de 270 mil micro e pequenas empresas ao longo dos 11 primeiros meses de 2023. A cifra representa um aumento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2022, se excluído o efeito extraordinário provocado pelo Pronampe.

Esse montante inclui o crédito para as cerca de 103 mil mulheres empreendedoras. Impulsionado pela plataforma Mulheres do Topo, hub de parceiros, benefícios e conteúdos lançado em março deste ano, de janeiro a novembro o Banco do Brasil desembolsou R$ 31,6 bilhões para esse público – número 7,5% maior do que nos 11 primeiros meses do ano passado.

“A atuação do BB junto as micro, pequenas e médias empresas tem se destacado não apenas diante do saldo de operações, com em assessoria técnica, com atendimento especializado em todo o país. Trata-se de um importante apoio junto às empresas lideradas por mulheres, reforçando compromissos do BB, firmados junto ao Pacto Global da ONU”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB, ao destacar que o Banco se tornou embaixador de três movimentos do Pacto Global da ONU no Brasil, com compromisso público e metas concretas para promoção da equidade de gênero, de raça e pelo trabalho decente e crescimento econômico, dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“Ao apoiar as MPE, o BB está próximo do setor que mais gera emprego no país, o que significa conciliar nossa atuação comercial e social, promovendo inclusive a equidade racial, com atuações relevantes, entre as quais o projeto Mulheres no Topo e a Liga PJ já trazem importantes resultados. A nossa estimativa é que o desembolso feito pelo BB ajudou a preservar ao menos cerca de 1,4 milhão de empregos”, complementa.

Mulheres no topo – espaço promovido pelo BB para fomento do empreendedorismo feminino onde são efetuadas ações direcionadas para o público feminino. A Estratégia está baseada em quatro pilares de atuação: Soluções Financeiras, Saúde e Segurança, Educação Empreendedora e Eventos e Ações. Por exemplo, em julho de 2023, foram disponibilizadas ações voltadas para a mulher negra em comemoração ao Dia da mulher negra, latino-americana e caribenha. A ação já alcançou cerca de 1,05 milhão de mulheres negras, reforçando o apoio ao empreendedorismo pelo BB.

Liga PJ – o Banco do Brasil também disponibiliza e mantem o portal “Liga PJ”, uma plataforma criada para auxiliar na criação, condução e expansão de negócios, com espaço dedicado ao empreendedorismo feminino com diversos conteúdos de capacitação. O BB ainda disponibiliza de jornada de capacitação online no formato game voltado para meninas/mulheres negras com conteúdo sobre tecnologia, empoderamento, negócios, com espaço para troca de ideias e experiências entre as participantes.

A plataforma, que apoia o micro e pequeno empreendedor na gestão financeira de seu negócio, apoiando na gestão de R$ 125 bilhões de faturamento anual de cerca de 49 mil empresas. Além das informações já disponíveis sobre o fluxo de caixa das empresas, neste ano foram incluídas duas novas funcionalidades: a conciliadora de vendas por cartão (visão de recebimento de todas as maquininhas) e o assistente financeiro que utiliza a inteligência analítica para as recomendações às empresas.

A solução fortalece o protagonismo do BB no ecossistema das micro e pequenas empresas, tornando o Banco ainda mais relevante para o cliente. O BB é pioneiro nessa iniciativa, endereçando inicialmente duas das dores mais relevantes dos nossos clientes PJ: gestão e crescimento do negócio.

O BB pensa no que é importante para a as micro e pequenas empresas e procura soluções para quem está começando, quer gerir ou mesmo ampliar o seu negócio.

Fonte: Banco do Brasil

BB Consórcios comemora 20 anos com lucro recorde de R$ 1 bi em 10 meses

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No mês em que comemora 20 anos, a BB Consórcios – subsidiária integral do Banco do Brasil – divulga lucro líquido de R$ 1 bilhão nos dez primeiros meses de 2023. O resultado recorde é 28,8% superior ao apresentado no mesmo período do ano passado. Com destaque para o volume de crédito disponibilizado, que aumentou 37,5% comparado ao mesmo período de 2022. A administradora também alcançou a marca de R$ 2,09 bilhões em Receita de Prestação de Serviços (RPS), representando crescimento de 28,6%.

Até outubro, a administradora contava com 1,85 milhão de participantes ativos, 10,3% superior ao mesmo período de 2022. Nos dez primeiros meses deste ano, foram registradas 312,9 mil contemplações de bens das diversas modalidades comercializadas pela BB Consórcios, um aumento de 21,7% sobre os meses de janeiro a outubro do ano anterior. Esses números consolidam o BB na 1ª colocação entre as administradoras de consórcios ligadas a instituições financeiras.

Outro destaque é o aumento de negócios realizados por meio de canais digitais, que evoluíram 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse resultado reflete o papel do BB como acelerador da transformação digital. Para Marcel Kitamura, presidente da BB Consórcios, a segurança e a agilidade no autoatendimento são fatores que contribuem para o indicador. “Nossos clientes, correntistas BB ou não, contam com uma ampla rede de canais para contratação, trazendo uma experiência de compra cada vez mais positiva. Ampliamos as funcionalidades do consórcio no aplicativo BB, priorizando a agilidade, a segurança e a comodidade no autoatendimento”, comenta.

Relacionamento com Clientes

A BB Consórcios ocupa atualmente a 26ª colocação no Ranking de Reclamações de Administradoras de Consórcio do Banco Central, a melhor colocação em relação aos seus principais concorrentes. A empresa foi reconhecida no Prêmio Best Performance, no último mês de novembro, na categoria Excelência em Atração, Fidelização e Retenção de Clientes. A qualidade do atendimento também levou a BB Consórcios a ser certificada no Experience Awards, como uma das empresas de melhor NPS no seu segmento.

BB Sustentável

A BB Consórcios mantém grupos que permitem a aquisição de bens voltados para a eficiência no uso de recursos naturais e baixa emissão de carbono, como veículos híbridos e elétricos, além de sistemas de eficiência energética e reuso de água, tais como placas fotovoltaicas. É o caso dos Grupos Verdes, que expressaram um crescimento de 100%, comparado ao mesmo período do ano passado, reforçando o compromisso do BB em apoiar seus clientes na transição para uma economia mais verde e inclusiva.

Além dos veículos elétricos e sistemas fotovoltaicos (painéis solares, inversores, controladores de carga e etc), entre os bens passíveis de aquisição com esses grupos, podemos citar os sistemas para a geração de energia eólica, equipamentos para captação e reuso de água, biodigestores, equipamentos para reciclagem, entre outros.

Fonte: Banco do Brasil

BB desembolsa R$ 100 bilhões na safra 23/24, recorde histórico

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O Banco do Brasil (BBAS3), parceiro histórico do agronegócio e da agricultura familiar do país, atingiu a marca de R$ 100 bilhões em desembolso na safra 2023/2024.

O valor é recorde para os primeiros meses de um ano safra e supera em 8% o disponibilizado no mesmo período da safra anterior.

Além disso, de janeiro até hoje, o BB liberou R$ 175 bilhões em crédito rural – mais de 11% em relação ao mesmo período de 2022.

Para a presidente do BB, Tarciana Medeiros, “alcançarmos essa marca em tempo recorde é fruto do compromisso do Banco do Brasil com toda a cadeia produtiva do agronegócio, desde os pequenos agricultores, passando pelas cooperativas, até as grandes empresas agroindustriais, e reforça nosso protagonismo no agronegócio e agricultura familiar, fomentando o crédito e assegurando que os recursos cheguem de forma rápida, no momento certo do plantio e da colheita”.

“Nosso atendimento e relacionamento especializado e próximo aos clientes é o diferencial que nos torna únicos no segmento do agronegócio. Seguimos desenvolvendo soluções para fazer o agronegócio e a agricultura familiar cada vez mais sustentável e cada vez mais forte”, acrescenta Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

Plano Safra 2023/2024 e o Banco do Brasil

Neste Plano Safra, já foram contratadas mais de 307 mil operações que alcançaram 4.901 municípios em todas as regiões do país.

Destaque para os financiamentos destinados aos agricultores familiares (Pronaf) e aos médios produtores (Pronamp) que, somados, representam 63% do total das operações. O desembolso para essas linhas atingiu R$ 22 bilhões na atual safra e R$ 34 bilhões desde janeiro.

Na atual safra, estão sendo também implementadas ações no âmbito dos Circuitos de Treinamento e de Negócios Agro, que envolvem capacitação (treinamentos, assistência técnica, disseminação de boas práticas e tecnologias) durante as feiras agropecuárias, seminários e dias de campo, que alcançaram mais de 10 mil produtores e produtoras rurais de pequeno porte.

Além disso, tais iniciativas levam bons negócios para o campo e movimentação da economia de cada município, contando com as cinco carretas agro (agências móveis) que já percorreram, em 2023, 170 mil quilômetros em centenas de cidades do país.

Fonte: Money Times

BB quer acordo para encerrar briga que derrubou dividendos de fundo imobiliário

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O imbróglio judicial entre o Banco do Brasil (BBAS3) e o fundo imobiliário BB Progressivo (BBFI11) já dura mais de três anos, mas pode terminar ainda em 2023. Segundo o FII, o banco enviou uma proposta de acordo para encerrar a disputa — que começou com uma divergência sobre renovação de aluguel — fora dos tribunais.

De acordo com um fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na última terça-feira (28), o BB ofereceu até R$ 50 milhões para quitar todas e quaisquer obrigações com o fundo e encerrar cinco processos em andamento.

O primeiro deles foi aberto pelo próprio banco em 2020, quando ainda ocupava o imóvel CARJ, um centro administrativo no Rio de Janeiro que está no portfólio do BBFI11.

O contrato original entre as partes, que envolve nove blocos do edifício, foi firmado em 2015 e encerrou-se em outubro de 2020. Cinco meses antes, o banco ajuizou uma ação com o objetivo de renovar o aluguel de apenas dois blocos do conjunto. Já o fundo defendeu a renovação nos termos originais.

O processo ainda tramita na Justiça, mas o BBFI11 sofre os efeitos negativos em suas finanças desde 2021, quando o Banco do Brasil alegou que, em seu entendimento, o índice de reajuste daquele ano não seria devido e passou a pagar um valor menor que o previsto.

O FII obteve um parecever favorável sobre o tema na Justiça e considera a instituição financeira inadimplente, cobrando o valor total devido. No entanto, o BB decidiu em março deste ano que não iria mais esperar o fim da tramitação do processo e desocupou 100% do ativo.

O Banco do Brasil refutou, em nota enviada ao Seu Dinheiro na época, a informação de que exista inadimplência, “já que há um debate judicial em curso sobre o caso, inclusive com a realização da entrega das chaves em juízo”.

“Cabe destacar que a saída do CARJ se trata de decisão administrativa rotineira na gestão imobiliária, que buscou saídas amigáveis ao longo de todo o processo, mas que culminou na necessidade de entrega judicial do imóvel, sem qualquer inadimplência por parte do banco”, disse o BB.

Já BBFI11 destacou que a saída do banco representa um impacto de 55% em suas receitas e derruba de 60,9% para 14% a taxa de ocupação do portfólio, composto por dois empreendimentos. Os dividendos também sofrem com o impasse, que reduz a distribuição em R$ 28,24 por cota.

O outro imóvel que compõe seu portfólio, um prédio em Brasília, também está parcialmente locado para o Banco do Brasil, com contrato válido até janeiro de 2025.

Fundo imobiliário recebeu propostas para vender imóvel

Vale destacar que o acordo proposto pelo Banco do Brasil não é a única alternativa do fundo imobiliário: o BBFI11 também recebeu das propostas para vender o CARJ.

A primeira oferta veio da Cury no final de setembro e é de R$ 50 milhões, divididos em 12 parcelas iguais de R$ 4,16 milhões. No mês seguinte, a Sod Capital ofereceu R$ 55 milhões pelo imóvel a serem pagos em 18 parcelas mensais de pouco mais de R$ 3 milhões.

A cifra é 10% superior ao valor apresentado originalmente pela construtora. Mas a Cury melhorou sua oferta depois, subindo o valor total para R$ 65 milhões.

A Sod condiciona a realização do negócio à viabilidade do desenvolvimento de um empreendimento imobiliario no local. Já a Cury exige a inexistência de qualquer impedimento jurídico e ambiental que inviabilize a transação.

Além disso, o FII também foi procurado pela PaulOOctavio Investimentos Imobiliários para vender o outro edifício do portfólio — que ainda é ocupado pelo Banco do Brasil — por R$ 80 milhões.

A briga entre o FII e o BB, aliás, foi mencionada na proposta e é uma das apostas da PaulOOctavio para concretizar a venda.

“Cabe ressaltar que o contrato de locação hoje em vigencia com o BB, expira em 08/01/2025 e acreditamos ser muito difícil a renovação, haja visto a demanda judicial que está em curso”, diz o documento encaminhado ao fundo.

A decisão final sobre qual alternativa será escolhida será dos pouco mais de 7,7 mil cotistas do FII, que devem responder uma consulta formal sobre o tema até 13 de dezembro.

Fonte: Seu Dinheiro

MPF abre consulta pública sobre participação do BB na escravidão

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O Ministério Público Federal (MPF) abriu consulta pública para que pessoas, entidades e movimentos sociais possam se manifestar sobre inquérito que apura a responsabilidade do Banco do Brasil (BB) na escravidão no país. A ideia é que a população possa apresentar formas de reparação a serem adotadas pela instituição financeira.

As propostas podem ser enviadas pelos próximos 60 dias pelo e-mail prrj-prdc@mpf.mp.br ou diretamente pelo protocolo do MPF.

O MPF abriu inquérito em setembro deste ano para investigar o papel do banco estatal no tráfico de pessoas escravizadas durante o século XIX, a pedido de um grupo de professores universitários.

Em novembro, o banco publicou um comunicado com pedido de perdão ao povo negro pelo seu passado.

“Direta ou indiretamente, toda a sociedade brasileira deveria pedir desculpas ao povo negro por algum tipo de participação naquele momento triste da história. Neste contexto, o Banco do Brasil de hoje pede perdão ao povo negro pelas suas versões predecessoras e trabalha intensamente para enfrentar o racismo estrutural no país”, informa o banco, em seu pedido de perdão.

No mesmo comunicado, o banco anunciou uma série de ações afirmativas adotadas para valorizar servidores negros, financiar instituições do movimento de mulheres negras, fomentar a diversidade na mão de obra de seus fornecedores e apoiar eventos da cultura negra, entre outros.

O MPF considera o pedido de perdão do banco algo histórico por ter quebrado o silêncio de sua própria história. No entanto, segundo os procuradores da República que atuam no inquérito, nem o pedido de perdão nem as medidas anunciadas pelo banco são suficientes.

O MPF sugere, por exemplo, que o banco crie uma plataforma de pesquisas sobre o tema, financie iniciativas de histórias públicas e material didático de ampla divulgação, além de fazer um tratamento adequado de sua história oficial.

Os procuradores consideram positivo o fato de o banco ser presidido, pela primeira vez, por uma mulher negra, Tarciana Medeiros, mas destaca que a maioria do quadro de lideranças do banco ainda é formada por pessoas brancas. Por isso, segundo o MPF, é importante que o banco adote processos internos que lidem com essa situação.

Além disso, o MPF considera ser importante haver uma discussão com a sociedade brasileira sobre um plano de reparação, por isso decidiu pela abertura da consulta pública.

O MPF também deu um prazo de 20 dias para que o BB apresente respostas para questões ainda não respondidas no inquérito, como a existência de pesquisas financiadas pelo banco que detalhem e aprofundem a discussão sobre a sua própria história. Os procuradores também marcaram, para o próximo dia 11, uma reunião com a direção executiva do banco, em Brasília.

Por meio de nota, o BB informou que já tinha confirmado sua participação na reunião com o MPF, no dia 11. “O BB já vem debatendo com entidades públicas e privadas e movimentos negros, em especial por intermédio do Ministério da Igualdade Racial, e implementando um amplo conjunto de medidas concretas pela igualdade racial, de gênero e em prol da diversidade. A relação completa das iniciativas da empresa pode ser encontrada em página do BB. Em sua carta aberta aos movimentos negros, o BB também reafirmou seu compromisso com o combate ao racismo e a prioridade que o assunto assume na organização”, diz a nota do banco.

Fonte: Agência Brasil

‘Pedido de perdão não é suficiente’, diz MPF sobre papel do BB na escravidão

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No inquérito que apura a responsabilidade e participação do Banco do Brasil na escravidão, o Ministério Público Federal (MPF) afirmou que o pedido de desculpas do BB é histórico, mas não é suficiente.

“Se, por um lado, é inadmissível que convivamos com o apagamento e o silêncio ante essa tragédia histórica, mostra-se fundamental, por outro, que não nos limitemos a um mero pedido de desculpas, por melhores que sejam as intenções”, destaca o despacho.

O documento da última sexta-feira 1º é assinado pelos procuradores regionais dos direitos do cidadão Julio José Araujo Junior, Jaime Mitropoulos e Aline Mancino da Luz Caixeta.

“O pedido de desculpas já foi realizado, com ótima recepção de toda a sociedade brasileira. Mas não pode ser a única medida”, completa.

A afirmação dos procuradores acontece após a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, pedir perdão ao povo negro pela atuação da entidade durante a escravidão.

Em comunicado apresentado durante audiência pública para tratar do tema, o banco também divulgou um conjunto de medidas com o objetivo de promover a igualdade e a inclusão étnico-racial e combater o racismo estrutural no país.

O MPF solicitou ainda a manifestação do Banco do Brasil, no prazo de 20 dias, acerca de questões que ainda não foram esclarecidas, como a existência de pesquisas financiadas pelo banco que detalhem e aprofundem a discussão sobre a sua própria história.

O despacho determinou também o agendamento de reunião com a direção executiva do banco.

Relembre o inquérito

Em novembro, o MPF instaurou um inquérito civil que apura a responsabilidade da instituição financeira na escravidão. Um estudo, elaborado por 14 pesquisadores de universidades brasileiras e americanas mostra que o banco apoiou o comércio de negros escravizados.

Os pesquisadores apontam que havia “vínculos diretos entre traficantes e o capital diretamente investido em ações do Banco do Brasil”.

Além disso, acrescenta que “a instituição também se favoreceu da dinâmica de circulação de crédito lastreada na propriedade escrava que imperou ao longo de toda a primeira metade do século XIX”.

Fonte: Carta Capital

Novo Feas: cálculo da contribuição em dezembro/2023

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Conforme previsto no Regulamento do plano, no mês dezembro a contribuição do Novo Feas tem valor diferente dos demais meses, pois o cálculo considera também o valor do 13º salário.

Essa regra foi estabelecida com o intuito de diluir a contribuição anual dos beneficiários numa maior quantidade de parcelas (13 em vez de 12), amenizando o impacto no valor das contribuições mensais dos beneficiários.

Ratificamos ainda que eventuais valores de coparticipação não são considerados neste cálculo.

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo Fale Conosco!

Fonte: Economus