Lucro dos quatro maiores bancos supera ‘peso Americanas’ e deve chegar a R$ 26 bi

Publicado em: 02/02/2024

O lucro dos quatro maiores bancos listados do País deve apresentar um crescimento anual de 30,1% nos números consolidados do quarto trimestre de 2023, para R$ 26 bilhões, de acordo com a média das estimativas das casas de análise consultadas pelo Broadcast. O expressivo resultado reflete a comparação com a temporada mais afetada pela crise da Americanas, mas também a gradual melhoria da qualidade do crédito. Os balanços dos grandes bancos começam a sair em 31 de janeiro.

A Americanas entrou em recuperação judicial no primeiro trimestre do ano passado, mas Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander Brasil contabilizaram provisões contra o possível calote da empresa já nos balanços do quarto trimestre de 2022. À exceção do Santander, os outros três têm provisões equivalentes a todo o crédito que precisam receber da rede de varejo, que fechou um acordo com credores no final do ano passado.

Sem o peso do fator Americanas, os resultados devem continuar a refletir a diferença de compasso entre Itaú e Banco do Brasil, de um lado, e Bradesco e Santander Brasil, de outro. Entretanto, todos os quatro bancos devem mostrar algum sinal de melhora, seja nos índices de inadimplência, seja na concessão de crédito.

Índice de inadimplência deve melhorar
“No último trimestre, vimos os primeiros sinais de uma inflexão nos índices de inadimplência, com uma relativa estabilidade no indicador acima de 90 dias e melhoria nos indicadores antecedentes – com base nos dados do Banco Central, esperamos que essa tendência continue, principalmente para o segmento de varejo”, afirmou o analista Yuri Fernandes, do JPMorgan, em relatório.

Na visão da XP Investimentos, Itaú e BB, que mostraram inadimplência mais controlada ao longo dos últimos dois anos, devem crescer mais, com índices de atraso praticamente estáveis. Bradesco e Santander devem manter o conservadorismo, com menor custo de crédito.

Olho no Bradesco
As atenções devem ser divididas entre os números dos balanços e anúncios para além deles. O principal deve vir da Cidade de Deus. “Embora o quarto trimestre do Bradesco deva ser um ‘não-evento’, este provavelmente é o resultado mais esperado da temporada, considerando a expectativa de anúncio de um novo plano estratégico por Noronha”, escreveu Daniel Vaz, analista do Safra.

Marcelo Noronha, que era o vice-presidente responsável pelo varejo do Bradesco, assumiu o banco em novembro passado, sucedendo a Octavio de Lazari Junior. O mercado acredita que ele revelará planos para a reformulação do banco, em especial no atendimento aos clientes de baixa renda.

O segmento é o “coração” do Bradesco, mas viu a rentabilidade despencar nos últimos anos com a alta da inadimplência e a competição com bancos digitais, que abocanharam boa parte dos clientes. “O banco pretende voltar a crescer no segmento de baixa renda, mas para isso, terá que diminuir muito o custo de servir, o custo de aquisição e melhorar a inadimplência”, afirmou Eduardo Nishio, da Genial.

Mercado espera mais dividendos do Itaú

No Itaú, a expectativa é pelo anúncio de um muito aguardado aumento nos dividendos, diante do excesso de capital que o banco tem mantido e de novas regras contábeis mais brandas que o esperado. Hoje, o maior banco da América Latina distribui aos acionistas 25% do resultado, e sinalizou que deve aumentar essa distribuição, via dividendos ou instrumentos como a recompra de ações.

Outro foco estará nas projeções dos bancos para 2024, os chamados “guidances”. Do grupo, Itaú, BB e Bradesco divulgam projeções formais para indicadores como carteira de crédito, despesas operacionais e margens. O Santander não as fornece, mas costuma dar sinalizações informais sobre o que esperar.

Mario Pierry, analista do Bank of America (BofA), acredita que BB, Itaú e Bradesco devem divulgar projeções similares para o aumento das margens em relação a 2023, entre 8% e 10%. A composição deve ser diferente: no Bradesco, a tesouraria deve ser mais positiva, enquanto Itaú e BB devem ganhar em margem com clientes graças a um crescimento mais forte das carteiras.

Nas provisões, a expectativa do BofA é que o Bradesco sinalize um crescimento ainda alto, dado que o índice de cobertura do balanço está abaixo da média histórica. No Itaú, há espaço para um custo de crédito menor, enquanto o BB, segundo Pierry, tende a elevar provisões este ano.

Fonte: Estadão

BB anuncia investimento na Traive, empresa de tecnologia para produtos financeiros no agro

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O BB anuncia investimento na startup Traive, empresa de tecnologia que conecta a esteira de crédito agrícola ao mercado de capitais, por meio de Inteligência Artificial proprietária. Por intermédio de seu Programa de Corporate Venture Capital (CVC), o aporte foi efetuado pelo Fundo BB Impacto ASG – gerido pela Vox Capital. A rodada, no valor de 20 milhões de dólares, também conta com a participação dos investidores atuais.

A chegada da Traive ao portfólio do CVC permite ampliar e complementar a oferta de crédito rural para os clientes. As soluções de automação e inteligência de risco de crédito criadas pela Traive têm o potencial de gerar ainda mais impactos positivos para o setor.

Para Rodrigo Vasconcelos, diretor de negócios digitais do Banco do Brasil, o investimento na Traive contribuirá para o posicionamento do Banco em acelerar o processo de transformação digital, com produtos e serviços que apoiam toda a cadeia do setor agrícola, complementa e amplia as soluções de crédito, no aumento da disponibilidade de financiamento ou no fomento das práticas ambientais. “A plataforma desenvolvida pela Traive conta com uso intensivo de inteligência artificial e analytics, unindo a jornada do crédito agro com o mercado de capitais. O aporte na empresa, mais uma ação de inovação aberta do BB e objetiva gerar eficiência e impactos positivos no processo de concessão de crédito agro e na atividade produtiva dos nossos clientes do setor”, comenta.

Fundada em 2017, a Traive surgiu com a proposta de agregar agilidade, governança e inteligência à esteira de crédito rural. A pioneira tecnologia criada pela startup possui uma Inteligência Artificial treinada para examinar mais de 2,5 mil pontos de dados, e fornecer informações atualizadas e precisas em tempo recorde, concentrando todo o processo de crédito agrícola e venda de recebíveis em uma única plataforma.

Os modelos inéditos de análise de crédito da Traive foram comparados aos usados atualmente pelo sistema financeiro global e se mostraram mais precisos para a formulação de scores de risco. As metodologias passaram pelo crivo de uma banca técnica da prestigiada Association for Computing Machinery (ACM).

“Sempre acreditamos na importância de trabalhar com líderes de mercado para impulsionar a cadeia do agronegócio brasileiro, pois identificamos a necessidade do setor em ter acesso a uma melhor avaliação de risco de crédito. A parceria iniciada com o Banco do Brasil nos mostra mais uma vez que estamos na direção certa, enquanto nos projeta a criar soluções cada vez mais inovadoras”, afirma Fabricio Pezente, cofundador e CEO da Traive.

O BB Impacto ASG, fundo de Corporate Venture Capital do Banco do Brasil sob gestão da VOX Capital, tem como objetivo investir e impulsionar startups de base tecnológica que geram impacto positivo para a sociedade e para o meio ambiente, priorizando empresas nos estágios Seed e Série A. “O investimento na Traive e a aproximação com o Banco do Brasil criam uma relação ganha-ganha para a cadeia agrícola, reduzindo assimetrias e assim beneficiando o produtor rural. A solução da Traive gera maior inteligência de dados e transparência para a tomada de decisão na concessão de crédito, criando mecanismos para potencializar os resultados financeiros e o impacto socioambiental positivo no campo”, avalia Marcos Olmos, sócio e gestor da VOX.

Sobre a Traive: Com sede nos EUA e operação no Brasil, a Traive é uma empresa de tecnologia para produtos financeiros no agronegócio, que conecta a cadeia de suprimentos agrícolas com o mercado de capitais. Por meio de sua inteligência artificial proprietária e chancelada pela comunidade científica internacional, ajuda indústrias, revendedores, cooperativas e produtores rurais a acessar os recursos que precisam para prosperar.

Sobre a VOX Capital: Fundada em 2009, a VOX Capital é a primeira e principal gestora de investimentos de impacto do Brasil. A empresa desenvolve soluções financeiras atrativas, em que o fluxo de dinheiro gera abundância, equidade e transformações socioambientais positivas. Além disso, ela atua para democratizar o acesso a investimentos de impacto a todo tipo de investidor – do profissional ao varejo. Desde sua fundação, a VOX Capital já captou mais de R$ 1 bilhão.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil: ‘aposta’ em dividendos do banco cresce na XP

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A XP aumentou a fatia de participação para as ações do Banco do Brasil (BBAS3) em sua carteira de dividendos, aumentando a exposição da 5% para 10% do portfólio aos papeis.

O rebalanceamento da Carteira Top Dividendos XP reduziu o peso da companhia de energia Engie (EGIE3) de 15% para 10%, contrapondo com a elevação de BBAS3 para 10%. O preço-alvo para os papeis de Banco do Brasil foram mantidos a R$ 61,00.

Sobre as perspectivas para os acionistas de BBAS3, os analistas da XP inferem que permanecem “esperando resultados robustos no 4T23, um sólido guidance e a manutenção de um alto dividend yield por parte da companhia.”

Em janeiro, a carteira de dividendos da XP teve um retorno de -3,3%, acompanhando a queda do Índice Ibovespa, de -4,8%.

Banco do Brasil (BBAS3) e Itaú Unibanco (ITUB4) na carteira de dividendos

No setor financeiro, ITUB4 e BBAS3 representam a parcela bancária na carteira da Research. Em fevereiro, a exposição do portfólio ficou dividida da seguinte maneira:

Auren (AURE3): 10%;
Banco do Brasil (BBAS3): 10%;
Copasa (CSMG3): 10%;
Copel (CPLE6): 10%;
Engie Brasil (EGIE3): 10%;
Itaú Unibanco (ITUB4): 15%;
Petrobras (PETR4): 5%;
Taesa (TAEE11): 10%;
Tim (TIMS3): 10%;
Vale (VALE3): 10%.

O Banco do Brasil (BBAS3) é a nova adição do Itaú BBA à sua carteira de dividendos, segundo relatório da casa no último dia 25 de janeiro.

Ao informar sobre a alteração em sua Carteira Dividendos no início do ano, o Itaú BBA apontou que BBAS3 deve mostrar “resultados de curto prazo mais robustos do que os da B3, ao mesmo tempo em que o nível de dividendos pagos também deve ser consideravelmente superior.”

Segundo os analistas do BBA, o dividend yield (DY) projetado para empresa que representa a bolsa de valores no Brasil é de 6%, contra os 12% esperados do Banco do Brasil e “um valuation ainda descontado”.

Fonte: Terra

BNDES aplica R$ 37 milhões em fundo da BB Asset voltado à diversidade

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A BNDESPar, braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), aplicou R$ 37 milhões no fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) BB ETF iDiversa, da BB Asset, que replica o índice da B3 que reúne empresas que adotam boas práticas em diversidade de raça e de gênero. O investimento total do BNDES no fundo pode chegar a R$ 100 milhões.

Segundo a diretora de Mercado de Capitais e Finanças Sustentáveis do banco de fomento, Natália Dias, os aportes vão espelhar a captação que o ETF obtiver junto ao mercado, e o BNDES terá um teto de 50% de participação no fundo. Até aqui, a distribuição foi na rede do Banco do Brasil, e os recursos vieram de pequenos investidores. Com o investimento do BNDES, o patrimônio líquido chegou a R$ 70,4 milhões.

Sob a gestão do presidente Aloizio Mercadante, o BNDES tem retomado a posição de investidor no mercado de capitais. Neste processo, Dias afirma que a BNDESPar quer se tornar “verde, sustentável e inovadora”, e que deve levar essas pautas aos conselhos das empresas em que investe. O maior investimento da carteira, hoje, é na Petrobras, em que a BNDESPar detém 7,9% do capital. O segundo ativo mais valioso é a fatia de 20,8% na JBS.

Gestora quer avançar em ETFs
A BB Asset também deve buscar esse papel, ao mesmo tempo em que avança em ETFs. Com oito produtos, a gestora é a quinta maior do País no segmento, com R$ 1,9 bilhão em patrimônio gerido. “A BB Asset, por ser a maior gestora brasileira, tem de ocupar esse espaço. Vamos buscar sermos líderes”, diz o CEO da gestora, Denísio Liberato.

O mercado de ETFs no Brasil abocanha 0,5% da indústria de fundos, contra 22% nos Estados Unidos. Liberato acredita que é possível ganhar espaço com o impulso de grandes investidores, em especial os estrangeiros, que estão mais acostumados a aplicar em fundos de índice.

Fonte: Estadão

Sociedade do BB e da Cielo já fatura mais de R$ 4 bi por ano

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A Cateno, joint venture do Banco do Brasil e da Cielo, rompeu a marca de R$ 4 bilhões em faturamento anual. A empresa foi criada em 2015 com o objetivo de levar inovações tecnológicas ao BB.

A sociedade é responsável por administrar os cartões Ourocard, emitidos pelo banco estatal. Além disso, a companhia atua na área de segurança cibernética, com tecnologias antifraude e de gestão de dados dos clientes.

Em entrevista à CNN, o CEO da Cateno, Henrique Fernando Lucas, destacou as perspectivas da empresa para 2024. “Para este ano, é muito claro para toda a companhia e para os acionistas que nós precisamos trabalhar na experiência do nosso cliente”, afirmou Lucas.

“Então, precisamos fazer com que os nossos usuários tenham uma boa experiência quando estão utilizando o nosso meio de pagamento. Nosso foco é trabalhar 100% focado na melhoria da experiência do cliente”, disse o CEO.

Lucas afirmou ainda que a empresa tem se destacado pelo fator inovação.

“A Cateno é inovadora porque ela consegue aportar no banco uma tecnologia que traz velocidade na tomada de decisão e inovação dos pagamentos instantâneos. Temos uma rede bancária muito forte e com um atendimento presencial físico humanizado”, concluiu.

Resultados em 2023

Até o momento, a empresa divulgou apenas os resultados financeiros equivalentes ao terceiro trimestre de 2023.

O faturamento foi de R$ 3 bilhões e o lucro líquido de R$ 956 milhões, representando um aumento de 33,7% em comparação com o mesmo período de 2022. Segundo a empresa, o desempenho foi impulsionado pela melhoria na gestão e pelo crescimento da base de clientes.

O faturamento total de de 2023 será divulgado no dia 5 de fevereiro. Porém, o CEO da Cateno prevê algo entre R$ 4 bilhões e R$ 4,5 bilhões.

Fonte: CNN Brasil

Banco do Brasil reduz juros de linhas de crédito após corte da Selic

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O Banco do Brasil voltou a reduzir os juros cobrados em várias linhas de crédito, tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas, após o Copom reduzir a taxa Selic em 0,5 ponto porcentual, para 11,25% ao ano nessa noite. No banco, as novas taxas passam a valer na segunda-feira, 5.

Segundo o BB, os juros podem ficar até 0,04 ponto porcentual mais baixos com os cortes, a depender da linha de crédito. Em pessoas físicas, cairão os juros de crédito consignado para o setor público, salário, renovação e cartão de crédito. Em pessoas jurídicas, as reduções acontecerão em especial nas linhas de recebíveis e de financiamento.

“Ao diminuir as taxas de juros, o BB dá a sua contribuição para o desenvolvimento do País”, diz em nota a presidente do BB, Tarciana Medeiros. “Acreditamos que a medida irá incentivar investimentos, estimular o consumo e criar um ambiente propício para o crescimento da economia, com a geração de mais empregos e renda.”

No ano passado, o BB fez reduções nos juros de algumas linhas a partir dos cortes feitos na Selic pelo Copom.

Fonte: Correio Braziliense

Banco do Brasil encerra financiamento a indústria de armas

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O Banco do Brasil (BBAS3) enviou um comunicado a empresas de defesa para informar que, a partir de agora, não vai usar mais capital próprio para fazer negócios com elas. Cabe ao governo federal destinar recursos para, por exemplo, garantir exportações, apurou o repórter Julio Wiziack, com Diego Félix, para a coluna Painel S.A., do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com a apuração, com a nova política, a instituição financeira se junta aos demais bancos privados que, por razões de governança, não fazem negócios com empresas que produzem artigos destinados a guerras, como armas, equipamentos ou veículos.

A notícia desagradou o governo federal e José Múcio Monteiro, ministro da Defesa, disse que já se reuniu com a presidente do BB, Tarciana Medeiros, que, por sua vez, prometeu avaliar uma possível ampliação do Proex (Programa de Financiamento às Exportações) para ajudar o setor, que, atualmente, responde por 4% do Produto Interno Bruto (PIB).

Os contratos em curso serão honrados, mas a instituição determinou que não haja contratos novos.

A situação implica as empresas Mac Jec, CBC, dona da Taurus (TASA4), Mectron e Avibrás, informa o veículo.

Fonte: Space Money

BB libera R$ 4,8 bi em crédito imobiliário para pessoas físicas em 2023

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O Banco do Brasil desembolsou R$ 4,8 bilhões em crédito imobiliário para pessoas físicas no ano passado, volume cerca de 30% maior que o de 2022. O banco público é o quinto maior do segmento no País.

O BB opera linhas com recursos da poupança e também com orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no chamado pró-cotista. Nos dois casos o cliente pode utilizar o saldo que possui no fundo para dar entrada, mas, no pró-cotista, tem de ter carteira assinada há pelo menos três anos.

No pró-cotista, as taxas do BB partem de 9% ao ano mais taxa referencial. Nas operações com recursos da poupança, o banco pratica taxas a partir de 9,74% ao ano, mais taxa referencial.

Fonte: Correio do Povo

Instituições participam do 12º Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social

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A etapa de inscrição para participar da 12ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social chegou ao fim esta semana. Ao todo, foram inscritas 1.012 iniciativas provenientes de todas as unidades da federação e do Distrito Federal. Esse foi o segundo maior número de inscrições desde a instituição do prêmio, em 2001. Neste ano, destaca-se a participação dos estados de São Paulo, com 189 inscrições e do Rio de Janeiro e Minas Gerais, com 99 cada, e de dois estados que não participaram da última edição: Mato Grosso do Sul e Acre, com 13 e 2 inscrições, respectivamente.

“Alcançar um número expressivo de inscrições como o desta edição do prêmio, indica que estamos no caminho correto na busca de soluções que sejam efetivas e reaplicáveis, e que podem propiciar desenvolvimento social em escala, aliando saber popular, organização social e conhecimento técnico-científico”, explica Kleytton Morais, presidente da Fundação BB.

A próxima etapa será certificar iniciativas já aplicadas e em atividade, que se constituam em efetivas soluções para questões nos temas de alimentação, educação, energia, geração de renda, habitação, meio ambiente, recursos hídricos e saúde. Essa certificação será efetuada por comissão composta por técnicos da Fundação BB, conforme os critérios apresentados no regulamento. As iniciativas reconhecidas como Tecnologia Social comporão o Portal Transforma! (https://transforma.fbb.org.br/) – a maior e mais abrangente base de dados de tecnologias sociais do país.

Realizada a cada dois anos, a premiação, que é considerada uma das mais importantes do Terceiro Setor, já recebeu mais de 9284 inscrições, elegeu 73 vencedoras e possibilitou o aporte de R$ 16,4 milhões em prêmios.

Atuam como parceiros desta edição do prêmio a BB Asset; a Vale; o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania; o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Ministério da Igualdade Racial; a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco); Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO); Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Sobre a Fundação Banco do Brasil

Há quase quatro décadas, em 1985, o Banco do Brasil instituiu sua Fundação para contribuir com a transformação social dos brasileiros e com o desenvolvimento sustentável do país. É a principal instituição gestora dos projetos socioambientais apoiados por meio do Investimento Social Privado – ISP do BB e de parceiros. Nos últimos 10 anos, foram investidos R$ 2,6 bilhões em 10 mil iniciativas que impactaram positivamente a vida de 6,6 milhões de pessoas. Os eixos de atuação são: Tecnologia Social (eixo transversal), Educação para o Futuro, Meio ambiente e Renda, Saúde e Bem-estar, Ajuda Humanitária e Voluntariado.

Fonte: Banco do Brasil

BB estima R$ 1,7 bi em propostas no Show Rural Coopavel

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O Banco do Brasil está pronto para a 36ª edição do Show Rural Coopavel, uma das principais feiras agropecuárias do país e que será realizada a partir da próxima segunda (5) em Cascavel (PR), prevendo um público de quase 400 mil pessoas. Maior parceiro do agronegócio brasileiro, o BB esteve presente em todas as edições, fomentando e impulsionando o crescimento da produção agropecuária. A expectativa do Banco do Brasil é acolher R$ 1,7 bilhão em propostas – valor 13,3% superior ao registrado em 2023.

A equipe do BB estará no destacado e moderno estande da Show Rural Coopavel, estruturado para receber os clientes e demais visitantes, contendo salas de reunião, auditório e outros atrativos, como a distribuição de brindes.

As ações negociais do Banco do Brasil tiveram início no começo de janeiro, com a realização de 63 eventos pré-feira que mobilizaram os produtores rurais e empresas da região. Vários munícipios do Paraná também receberam a visita das Carretas Agro – agências móveis que percorrerão até o fim do ano mais de 250 mil km em todas as unidades da federação levando bons negócios para os produtores e movimentando a economia de cada município.

“Estamos dando início ao circuito das grandes feiras de 2024, oferecendo mais uma vez o apoio à toda cadeia produtiva do agronegócio, desde os agricultores familiares até as cooperativas e agroindústrias. Dispomos de soluções para cada tipo de atividade, inclusive para a logística de distribuição dos produtos”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil. “Com a presença na Coopavel, o BB apresenta não apenas a experiência bancária especializada no campo, que já é tradicionalmente reconhecida, mas também avança cada vez mais em aliar essa nossa experiência à tecnologia de ponta”, complementa.

Confira os destaques do BB para o Show Rural Coopavel:

Sustentabilidade
Como antecipado na última semana, o Banco do Brasil irá formalizar o lançamento do Programa Pecuária do Futuro, idealizado em parceria com as empresas iRancho, Traive e MyCarbon e que visa promover um modelo de negócio sustentável que contribua para modernização da pecuária de corte e o aumento da produtividade, por meio de oferta de crédito rural para a recuperação de pastagens, soluções de gestão, rastreabilidade e bonificação ambiental.

Plataforma Broto
Durante o Show Rural Coopavel, os consultores do Broto (plataforma digital agro do Banco do Brasil) divulgarão as facilidades e benefícios para os produtores rurais e para as empresas participantes, visando a promoção de negócios. Além disso, as empresas parceiras do Broto oferecerão, durante o evento, condições diferenciadas de negócios para produtos e serviços ofertados na plataforma. O envio de intenções de financiamento de investimento rural será realizado pelo produtor de maneira simples e digital, via Simulador de Financiamento, e pelo parceiro da esteira agro via Formulário Simplificado de Registro de Intenção de Negócios. Além disso, está disponível no Broto o pagamento de compras por meio de Cédula de Produto Rural (CPR). Para saber mais, acesse broto.com.br e siga o Broto nas redes sociais.

BB Seguros
A BB Seguros e Ourocard Visa lançarão promoção para futuro sorteio de veículo RAMPAGE 0 Km para os clientes que formalizarem propostas de contratação de seguros, conforme regulamento da promoção, que terá o sorteio até o mês de setembro.

Loja Fundação BB
Quem estiver no Show Rural Coopavel poderá trocar pontos Livelo por produtos exclusivos na Loja Fundação BB – Livelo. Além disso, todos os pontos doados vão virar dinheiro e serão doados pela Fundação BB para um projeto socioambiental local.

Pavilhão da Agricultura Familiar
Por meio de ação inédita, o Banco do Brasil estará apoiando o Pavilhão que contempla espaço para pequenos produtores rurais da região exporem e comercializarem seus produtos nas barracas disponibilizadas pelo BB, que também estará divulgando as diversas linhas de crédito e demais soluções para os clientes. Segundo o Vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, Luiz Gustavo Braz Lage, “tal iniciativa será referência para a participação do Banco nas demais feiras agropecuárias do país, reforçando seu compromisso com o agro, ao fomentar e promover os negócios da agricultura familiar, de cunho relevante para a segurança alimentar e nutricional do país”.

Fonte: Banco do Brasil

Eleições Economus: candidaturas vão até o dia 16 de fevereiro

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Chegamos na metade do período dedicado ao recebimento de candidaturas para o pleito deste ano, que elegerá dois representantes ao Conselho Deliberativo, um para o Conselho Fiscal e seus respectivos suplentes.

Portanto, se você tem interesse em concorrer a uma dessas vagas, acesse agora mesmo a página das eleições, clique na aba “Como se candidatar” e veja todos os detalhes!

O prazo para inscrição se encerra dia 16 de fevereiro.

Fonte: Economus

Membros da Diretoria da Previ se reúnem com representantes da AAFBB

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Na última segunda-feira, dia 29 de janeiro, o presidente da Previ, João Fukunaga, acompanhado pelo diretor de Investimentos, Cláudio Gonçalves e pelo diretor de Participações, Fernando Melgarejo, visitou a sede social da Associação dos Aposentados e Funcionários do Banco do Brasil (AAFBB).

Os dirigentes da Previ se reuniram com a presidente da associação, Loreni de Senger, com o presidente do Conselho Fiscal, Ari Sarmento e com os vice-presidentes, José Paulo Aguiar, Nelson Luiz de Oliveira, José Mauro Cordeiro e Luiz Eduardo Maciel.

Para João Fukunaga, o encontro representou uma oportunidade de se aproximar ainda mais da associação. “Entendemos que as associações de aposentados são um elo importante entre Previ e seus participantes. Por isso, estar aqui, dialogando com representantes da AAFBB, é uma oportunidade de ouvir e conhecer melhor os anseios dos nossos associados, que são a razão de ser da Previ e o centro da nossa estratégia”, afirmou.

Durante a reunião, as duas entidades puderam pensar e alinhar ações e estratégias para melhor atender e se relacionar com seus associados.

Fundada em 24 de outubro de 1951, a AAFBB é uma instituição civil, de âmbito nacional, sem fins lucrativos e de assistência social. Seu objetivo é promover a convivência dos tempos de trabalho por meio da promoção de eventos e da prestação de assistência ao seu quadro social e defender direitos e interesses coletivos de funcionários da ativa, aposentados e pensionistas do Banco do Brasil.

Fonte: Previ

IRB: João Rabelo Júnior, ex-BB, será diretor de Novos Negócios

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O IRB (IRBR3) trouxe para o cargo de diretor de Novos Negócios João Rabelo Júnior, que terá como base o escritório que a resseguradora acaba de abrir em Brasília. Um dos objetivos do executivo será aproximar a companhia das esferas públicas.

Rabelo havia sido conselheiro do IRB, e retorna ao ressegurador para um posto na diretoria executiva. Ele já foi vice-presidente de Agronegócios e Governo do Banco do Brasil (BBAS3), e é formado em administração de empresas pela Universidade de Brasília (UnB).

“Dado o enorme gap de proteção do Brasil, é importante interagir tecnicamente com o setor público e levar o conhecimento e a experiência em precificação e gestão de riscos do IRBRe”, disse ele em nota.

Gap de proteção é a diferença entre o capital perdido por empresas e pessoas em eventos que causam prejuízos e a cobertura desse capital por seguros.

Segundo Rabelo, o escritório brasiliense do IRB terá o objetivo de facilitar interações técnicas entre o IRB e as esferas federal, estadual e municipal. Embora atue em todo o País, a resseguradora tem sede no Rio de Janeiro.

Fonte: Suno

Como a Geração Z está moldando o futuro dos bancos

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Os bancos vêm enfrentando a (difícil) missão de estar à frente dos desejos das novas gerações. À frente, não pelo comando, mas pela agilidade. A velocidade da geração Z assusta e define o seu consumo.

Estes jovens, de 6 a 25 anos, não sabem o que é ser somente analógico, afinal, segundo dados da Nielsen, 99% dos pessoas pertencentes a este grupo possuem smartphone e 94% fazem uso do serviço de streaming.

Se a decisão de compra passa por esta forma de pertencimento, o seu gerenciamento financeiro não seria diferente.

São os que mais utilizam canais digitais para acompanhar seus investimentos, cerca de 40%, de acordo com o Raio X do Investidor Brasileiro, criado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em parceria com o Datafolha.

Para os Millenials, adultos de 26 a 40 anos, o percentual de uso fica em 32% e para a Geração X, de 41 e 60 anos, 22%.

Por isso, as instituições financeiras, das mais tradicionais às mais modernas, vêm criando iniciativas que favoreçam a tomada de decisão desta nova mandante no consumo, como aplicativos, blogs e ações em redes sociais.

“Sem dúvida alguma, para atender a esse público, precisamos ter uma experiência 100% digital, focada em atender as expectativas do cliente sem nenhum tipo de fricção que envolva meios tradicionais como ir a uma agência ou ter que falar com um atendente”, afirma Valter Bicudo, CX Senior Manager de um banco tradicional.

Mas engana-se quem acredita que esta geração não está preocupada, pelo contrário, a solidez das marcas e a aposta em iniciativas verdes estão entre as prioridades. Segundo dados da Oliver Wyman, 75% da geração Z está disposta a pagar mais por produtos e serviços sustentáveis.

“Como cliente, o banco que escolhi concentrar os meus investimentos já se adequou a essa nova realidade do mundo digital, somado a maturidade e variedade dos produtos que são oferecidos e a segurança contra fraudes e golpes (segurança essa que não vejo em outros bancos digitais)”, diz Victor Bizzarri, analista de tecnologia e operações.

Outras duas grandes características desta geração são o imediatismo e a agilidade.

Por isso, o que eles mais buscam são mensagens diretas, painéis dados e soluções integradas. Muitos bancos vêm investindo em aplicativos, sofisticando o uso de IA, sem comprometer a segurança de dados.

“Precisamos ter um app cada vez mais completo, com jornadas bem resolvidas e que transforme atividades simples – como pagar uma conta ou enviar um Pix – em tarefas fáceis e seguras”, garante Bicudo. Afirmação também validada pela pesquisa Anbima e Datafolha, que indica que 54% da geração Z tem o aplicativo bancário como principal canal.

Por que importa?

A geração Z já mudou a quantidade de produtos e serviços ofertados e, daqui pra frente, deve mudar ainda mais. A poupança ainda vem sendo procurada por 14% dos jovens pertencentes a este grupo, mas a tendência é que novas aplicações ganhem força, principalmente, com a ascensão dos jogos digitais e do marketing de influência.

Já existem jovens investindo em criptomoedas e produtos de recompensa digital e as instituições financeiras estão de olho nestas movimentações. Assim, você precisa criar estratégias que vão ao encontro da geração que virou consumidora.

Fonte: Start SE

Procuradoria vai investigar se grandes bancos cerceiam concorrentes menores

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O subprocurador-geral da República, Luiz Augusto Lima, determinou nesta quinta-feira (31) a abertura de um procedimento administrativo para apurar se os grandes bancos brasileiros têm atrapalhado a operação de concorrentes menores em meio a uma briga sobre o parcelamento sem juros no cartão de crédito.

O que aconteceu

A PGR (Procuradoria-Geral da República) decidiu investigar a Febraban – associação que reúne os grandes bancos – e seus membros por práticas anticoncorrenciais após receber uma queixa de competidores. A Abranet (Associação Brasileira de Internet), que representa empresas de pagamentos como PagSeguro, Stone, PicPay e Mercado Pago, reclamou que a Febraban está caluniando seus membros ao acusá-los de cometer ilegalidades no parcelamento de compras no cartão de crédito.

Os grandes bancos têm pressionado o governo e os reguladores do sistema financeiro a limitar o parcelamento de compras no cartão. A Febraban vem dizendo que o elevado número de parcelas sem juros faz crescer a inadimplência. Além disso, acusa as empresas de pagamento de oferecer um “parcelado pirata”: falar para o consumidor que a compra parcelada no cartão não tem juros mas cobrar os juros de uma maneira disfarçada.

A Abranet diz que a acusação vem da falta de habilidade dos grandes bancos em lidar com a concorrência crescente. Afirma que o serviço que a Febraban chama de “parcelado pirata” é uma “ferramenta tecnológica que permite ao vendedor calcular os valores a receber por suas vendas, de acordo com os diferentes meios de pagamento utilizados, os prazos de pagamento e os custos transacionais envolvidos”. Diz, ainda, que a acusação já foi rechaçada como falsa pelo Congresso Nacional, pelo governo federal, pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) e pela Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor).

A Febraban tem atacado injustamente produtos ofertados por nossos associados, entre eles o Parcelamento Sem Juros no cartão de crédito, por uma razão muito simples: os bancões não sabem como enfrentar a concorrência das novas empresas de tecnologia que passaram a disputar mercado com eles nos últimos anos.

Abranet, em nota

Ao aceitar investigar a reclamação, a PGR disse que considerou “a relevância e a gravidade do tema”. Para o subprocurador Lima, os fatos citados pela Abranet “configuram fatos que atentam contra a ordem econômica e direito do consumidor”.

Fonte: UOL

Três chapas estão inscritas para as Eleições Cassi 2024

Publicado em: 28/01/2024

Em cumprimento ao artigo 8º, inciso VI, do Regulamento de Consulta ao Corpo Social da CASSI, divulgamos o nome e a composição das chapas inscritas, em ordem de recebimento dos requerimentos. Foram três chapas para Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e Conselho Deliberativo e três para o Conselho Fiscal.

Todas as informações sobre o processo eleitoral estão disponíveis no hotsite. Confira abaixo a composição das chapas.

A Comissão Eleitoral da CASSI realizou no dia 25 de janeiro, às 16 horas, no auditório da Sede, em Brasília (DF), o sorteio dos números das chapas que cada uma delas terá nos canais de votação e no material de divulgação das Eleições CASSI 2024.

As chapas terão as seguintes numerações, que serão utilizadas para a apresentação nos canais de votação e materiais de divulgação em ordem crescente.

As chapas terão as seguintes numerações:

Eleição para Diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e membros do Conselho Deliberativo:

Chapa 02 – SOMOS CASSI
Chapa 04 – Em Defesa da Cassi Solidária
Chapa 06 – CASSI PARA OS ASSOCIADOS

Eleição para membros do Conselho Fiscal:

Chapa 33 – CASSI PARA OS ASSOCIADOS
Chapa 55 – SOMOS CASSI
Chapa 77 – Em defesa da Cassi Solidária

Fonte: Cassi

Repasses de contribuições sobre demandas trabalhistas serão feitos pelo BB à Cassi

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O Banco do Brasil (BB) e a Caixa de Assistência dos Funcionários do BB (Cassi) concluíram os entendimentos a respeito dos repasses das contribuições patronais sobre verbas salariais ou remuneratórias, pagas em demandas trabalhistas movidas contra a entidade. O valor que a Cassi receberá é de R$ 337,7 milhões, correspondente ao período de 13 anos, desde 2010, quando o banco interrompeu o envio dos recursos. A partir de agora, o pagamento também será regularizado.

O presidente da Cassi, Claudio Said, explica que “o BB reconheceu a questão e se dispôs a resolvê-la, numa iniciativa que é uma vitória institucional, tanto da Cassi como do banco, que teve a sensibilidade de eliminar essa pendência de modo permanente”. Claudio ressalta que “é importante lembrar que se trata de uma solução do passado e para o futuro também, pois, a partir de agora, sempre que o BB pagar uma ação, também fará o recolhimento da contribuição para a Cassi automaticamente”.

Para a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) e Conselheira Fiscal da Cassi, Fernanda Lopes, “essa é uma vitória do movimento, que lutou pela retomada dos repasses e atuou junto ao banco durante as negociações para resolver esse problema, que já se arrastava há 13 anos”.

Para o integrante do Conselho Administrativo da Cassi, Alberto Alves Junior, “é muito importante que os recursos referentes a essas contribuições estejam entrando neste momento, pois possibilita um maior equilíbrio financeiro para o Plano de Associados”. O conselheiro também lembra que “são valores recuperados, que deveriam ter sido recolhidos ao longo dos anos, mas que somente agora foram reconhecidos pelo BB, que definiu o repasse”.

Processo detalhado

O BB, como patrocinador, faz uma contribuição ao Plano Associados da Cassi de 4,5% da folha de cada beneficiário, que participa com mais 4%. Esses percentuais também incidem sobre verbas salariais e remuneratórias pagas ao funcionário em cumprimento a decisões judiciais ou definidos em conciliação entre as partes – as chamadas “reclamatórias trabalhistas”.

Os repasses referentes a esses pagamentos é que foram suspensos pelo banco em 2010 e serão feitos agora. O montante de R$ 337,7 milhões é a somatória todos os casos do período, atualizados individualmente com base no índice da taxa básica de juros brasileira, a Selic.

Claudio Said ressalta que “houve uma apuração, com levantamento detalhado de processo a processo e cálculos realizados tecnicamente por uma comissão com representantes do banco e da Cassi. Foi um trabalho muito consistente”.

Fernanda Lopes também observa que, “visto que essa é a contribuição patronal, a Cassi ainda vai buscar a pessoal, ou seja, do funcionário, inclusive com a colaboração do BB”. A coordenadora afirma que “nessa fase, o movimento sindical também estará presente, acompanhando e contribuindo, afinal a sustentabilidade da Cassi é do interesse de de todas e todos os funcionários e funcionárias do BB”.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Regulador de fundos de pensão deve discutir adesão automática em fevereiro

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O Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) deve discutir em fevereiro a chamada adesão automática aos fundos de pensão, segundo fontes consultadas pelo Broadcast reservadamente. Se aprovada, a regra criará um sistema de “opt out”, ou seja, em que os beneficiários teriam de pedir para deixar de contribuir com os fundos.

Pela norma que será discutida, ao entrar em uma empresa, o trabalhador seria automaticamente inserido entre os participantes do fundo de pensão patrocinado por ela, e teria 90 dias para manifestar o desejo de não contribuir com o fundo. Se não se manifestar, continua contribuindo, com fatia igual à da empresa patrocinadora.

Atualmente, existe a adesão convencional, em que o funcionário de uma empresa decide se vai ou não aderir ao fundo de previdência patrocinado por ela. A regra que será discutida pelo CNPC, órgão máximo de regulação do setor, manteria essa modalidade, em paralelo à automática.

Colegiado é presidido pelo ministro da Previdência

O assunto deve ser discutido na próxima reunião do CNPC, marcada para 07 de fevereiro. O colegiado é presidido pelo ministro da Previdência, Carlos Lupi, e tem como membros representantes da pasta, da Fazenda, da Casa Civil, da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e de entidades que representam fundos e beneficiários. Procurado, o Ministério da Previdência não retornou até o fechamento desta nota.

A adesão automática é um dos principais pleitos dos fundos de pensão, formalmente conhecidos como entidades de previdência complementar fechada. Na visão do setor, o formato estimula o crescimento dos fundos, que nos últimos anos têm buscado alternativas à redução do número de funcionários das principais patrocinadoras e às mudanças no mundo do trabalho, com a menor formalização dos brasileiros.

Este mecanismo é adotado por fundos de pensão de entes federativos, como a Funpresp, o fundo dos servidores do governo federal. Por lá, quando foi implementado, fez com que as taxas de adesão saíssem de 8% para quase 90% dos potenciais beneficiários, segundo fontes.

Setor prevê que número de contribuintes deve crescer

O presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), Jarbas de Biagi, estima que a adesão a fundos que não têm a regra automática fique entre 50% e 60%. “[Nos fundos que adotam a adesão automática] chega a 90% o número de pessoas que ficam no plano”, diz ele.

Em setembro do ano passado, os fundos de pensão tinham R$ 1,2 trilhão em ativos, de acordo com a Abrapp. O crescimento do setor tem sido insuficiente para manter sua participação no Produto Interno Bruto (PIB): em setembro, era de 11,8%. Em 2019, chegou a 13,6%. Os maiores fundos são a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil; a Petros, da Petrobras; e a Funcef, da Caixa Econômica Federal.

Fonte: Estadão

Banco do Brasil pode perder sequência de ganhos no 4T23, vê XP

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O Banco do Brasil (BBAS3) entrou para lista dos bancos queridinhos entre analistas e investidores após entregar resultados que rivalizaram com o Itaú (ITUB4) e bateram em Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11).

Porém, para o quarto trimestre, analistas já vislumbram uma desaceleração da linha. A última vez que o BB viu o seu lucro cair foi em 2020, ano da pandemia da Covid. Segundo cálculos da XP Investimentos, o BB lucrará R$ 8,8 bilhões no quarto trimestre, queda de 2%.

Apesar disso, a corretora continua otimista e não vê nesse recuo um sinal de alerta. De acordo com os analistas, o banco terá um trimestre de crescimento robusto na carteira de crédito, provavelmente em linha com o ponto médio do seu guidance (8% – 12%), mais uma vez impulsionado principalmente pelo crédito rural.

“Esperamos que seu NII (margem líquida) salte 11% quando comparado ao ano passado e praticamente estável no trimestre, principalmente devido a receitas de tesouraria mais fracas. No que diz respeito à inadimplência, prevemos um ligeiro aumento (+10bps para 2,9%), que continua a ser a mais baixa entre os seus pares e reflete o perfil defensivo da sua carteira”, coloca.

A recomendação da XP é de compra, com preço-alvo de R$ 61.

Fonte: Money Times

BB Asset e JGP: parceria para impulsionar investimentos sustentáveis

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Em um movimento significativo para o mercado financeiro, a BB Asset, líder da indústria de fundos de investimento no Brasil, e a JGP, uma das mais tradicionais gestoras de ativos independentes, anunciam parceria estratégica focada na estruturação e gestão de fundos sustentáveis. O objetivo é ampliar a oferta desses produtos para investidores nacionais e estrangeiros, desempenhando importante papel no ecossistema de financiamento de projetos e empresas comprometidos com práticas ESG. O acordo comercial entre a BB Asset e a JGP se dá por meio de instrumento de dívida conversível em ações para a criação de uma nova gestora focada em fundos integrados e sustentáveis.

A parceria estratégica nasce combinando a capacidade ímpar de distribuição, liderança de mercado e representatividade internacional do Conglomerado Banco do Brasil com a experiência de estruturação e gestão de produtos complexos de finanças sustentáveis da JGP. As duas instituições acreditam que a parceria terá impacto significativo no setor de investimentos brasileiro, aumentando a captação no segmento ESG, uma vez que já nasce com algumas estratégias consolidadas, como mandatos ativos de crédito, ações ESG e fundos dedicados ao financiamento de soluções baseadas em natureza.

Denísio Liberato, CEO da BB Asset, destaca que, “a BB Asset tem o compromisso declarado de ser um hub de investimento ASG. Diante da urgente necessidade de descarbonização dos portfólios e, tendo o Brasil todas as condições para se tornar um protagonista nesse cenário como ofertante natural de ativos para a transição ecológica, a união com a JGP representa um passo significativo. Estamos unindo forças para estabelecer um novo padrão em investimentos responsáveis.”

“Essa parceria impulsionará a Agenda 2030 do Banco do Brasil, cuja meta é superar R$ 20 bilhões em fundos de investimentos sustentáveis até 2030. Temos captado recursos ao redor do mundo para impulsionar projetos sustentáveis, diversos e inclusivos. E é nesse sentido que esta parceria fomenta o desenvolvimento social, econômico e ambiental em diversas regiões do país”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB. “Nossa gestão tem compromissos públicos e metas concretas em sustentabilidade.

Neste mês, fomos mais uma vez reconhecidos como o único banco brasileiro na lista das 100 corporações mais sustentáveis do mundo, sendo a instituição financeira mais bem posicionada em escala global. Ser considerado o Banco mais sustentável do mundo pela quinta vez nos enche de orgulho e nos incentiva a sempre inovar nessa frente. Recentemente, lançamos o ETF IDiversa (DVER 11) para investidores que desejam investir em empresas mais diversas. Agora, esta nova parceria agrega ainda mais em nossa atuação que tem colocado o ASG de forma estratégica e transversal em toda a empresa”, complementa.

Alexandre Muller explica que “A nova parceria será posicionada para a criação de produtos financeiros considerando o grande potencial que o Brasil dispõe para se consolidar como uma referência internacional em investimentos alinhados a objetivos sustentáveis. Fatores como a enorme biodiversidade, amplas regiões inseridas em economias verdes, empresas pioneiras em energia renovável e um sofisticado mercado de capitais deixam o nosso país em condição privilegiada para ocupar papel de destaque na agenda ASG”.

André Jakurski comenta que “O mundo vem passando por grandes transformações e o ESG é uma frente de oportunidades de negócios inovadores ainda pouco explorados no mundo. A megadiversidade brasileira dá condições ao nosso país de ser muito relevante na transição para uma economia de baixo carbono e de encurtar a distância para as sociedades mais igualitárias e justas. Mas para que isso aconteça, o mercado financeiro local precisa fornecer as inovações financeiras, financiamentos e engajamento ativo necessários. Uma parceria estratégica entre JGP e BB Asset, com foco em sustentabilidade, tem um potencial extraordinário de oferecer produtos que combinem retornos financeiros diferenciados e geração de impacto, em escala e com riscos controlados”.

A parceria estratégica firmada entre a BB Asset e a JGP marca o compromisso dessas duas tradicionais marcas do mercado brasileiro de capitais na construção de soluções financeiras compatíveis com o tamanho e a complexidade do desafio de tornar o Brasil um protagonista na arena global de finanças sustentáveis.Estima-se que a transição da economia global para padrões compatíveis com o Acordo de Paris demandará entre 5 e 7 trilhões de dólares por ano até 2050, um volume de investimentos que dependerá de um papel ativo do setor financeiro

Agenda 30 BB

A Agenda 30 BB é o plano de sustentabilidade do Banco do Brasil composto por 47 ações e 100 indicadores. Esta agenda reflete o compromisso do banco em ser relevante na vida das pessoas, promovendo uma economia mais justa, inclusiva e de baixo carbono. O BB revisou os Compromissos BB 2030 para um Mundo mais Sustentável, com 12 compromissos voltados para auxiliar clientes na transição para um portfólio mais sustentável, contribuir para investimentos em companhias com impactos socioambientais positivos, e promover as melhores práticas ASG. Classificado como o banco mais sustentável do planeta pelo ranking Global 100 de 2023, o BB tem sido pioneiro em ações sociais, ambientais e climáticas. Para saber mais acesse: bb.com.br/sustentabilidade

Sobre a BB Asset

A gestora de fundos do Banco do Brasil tem demonstrado um compromisso contínuo com a integração de práticas ESG em sua operação. Desde 2010 é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), iniciativa dos investidores em parceria com a Iniciativa Financeira do Programa da ONU para o Meio-Ambiente (UNEP FI) e o Pacto Global da ONU. O CEO da BB Asset, Denísio Liberato, desde janeiro de 2023 faz parte do colegiado máximo do PRI, sendo o único latino-americano com assento no Conselho Global. A gestora é também signatária do Código Brasileiro do Stewardship (CBS), desde 2016, dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (Women´s Empowerment Principles – WEPs), desde 2018, detentora do selo WOB (Women on Board), em 2022, e mais recentemente, em 2023, signatária do compromisso Investidores pelo Clima – IPC. A BB Asset, conhecida por sua liderança de mercado há mais de 30 anos, com mais de 1200 fundos geridos pela casa e mais de cinco milhões de investidores que escolheram as estratégias desenvolvidas pelo time da BB Asset. Sua excelência em gestão é atestada por duas renomadas agências de rating – Fitch Rating e Moody’s.

Sobre a JGP

A JGP, uma das maiores e mais longevas gestoras independentes do Brasil, com mais de R$ 35 bi sob gestão, com vasta experiência em investimentos no Brasil e no exterior. A asset conta com uma equipe experiente e multidisciplinar que faz a gestão de uma grade completa de fundos: multimercado, fundos de ações, fundos de crédito privado, fundos imobiliários e fundos de previdência. . Nos últimos três anos, a gestora esteve na vanguarda do anúncio de compromissos internacionais no Brasil, como o Net Zero Asset Managers Initiative e Financial Sector Deforestation Action, assim como na inovação de produtos financeiros para blended finance, bioeconomia, agricultura regenerativa e transição energética.

A empresa foi fundada em 1998 por um grupo de profissionais que trabalha junto desde o início dos anos 90 e gere atualmente R$ 35 bilhões. Desde 2019, a JGP adota Política de Investimento Responsável para todos os fundos sob gestão, que leva em consideração o impacto que as empresas investidas causam ou poderão causar à sociedade e ao meio ambiente, e tem aumentado a sua participação no engajamento ativo e na originação e estruturação de ativos que combinam bom retorno e alto impacto.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil é considerada a marca mais forte do país

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O BB foi considerado a empresa de marca mais forte do Brasil, também ranqueada como uma das três marcas brasileiras mais valiosas do mundo. Esse é o resultado de um levantamento desenvolvido pela empresa Brand Finance, líder mundial de avaliação de marcas, que destacou as 500 mais fortes e mais valiosas do planeta. O ranking foi anunciado na quarta-feira (17) no Fórum Econômico de Davos, na Suíça.

De acordo com o relatório da Brand Finance, a marca Banco do Brasil cresceu 11% entre 2023 e 2024, alcançando o valor de US$ 5,5 bilhões. O crescimento decorre da força da marca, com pontuação de 79.1 e rating AA+. Pela consultoria, para avaliar o valor de marca, considera-se o benefício econômico que se obteria com o licenciamento da empresa em mercado aberto.

Já a força da marca consiste na eficácia do desempenho com parâmetros imensuráveis em comparação à concorrência. “Quando tomei posse, há um ano, afirmei que a missão que eu estava assumindo era extremamente relevante e desafiadora. Ao mesmo tempo, sempre acreditei na capacidade de todos os funcionários e funcionárias do Banco para a condução da nossa estratégia corporativa com total zelo, atuando para que o Banco seja relevante em todos os momentos nas necessidades dos nossos clientes”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB. Ela destaca que a gestão do BB tem compromissos públicos e metas concretas para levar desenvolvimento social, econômico e ambiental para as diversas regiões do país.

“Atuamos com protagonismo em 2023 nos diversos mercados no Brasil e no mundo. E seguiremos sendo parceiros dos nossos diversos públicos de relacionamento para maximizarem suas conquistas. Por isso, esse reconhecimento como marca mais forte do Brasil e uma das mais fortes da América Latina, além de uma das mais valiosas do mundo, é motivo de muito orgulho e incentivo para nós, já que é mais um indicativo de que estamos no caminho correto”, considera Tarciana Medeiros.

O mais sustentável do planeta Ressalta-se, ainda, que, pela quinta vez, o BB é considerado o banco mais sustentável do planeta no ranking das 100 Empresas Globais Mais Sustentáveis do Mundo – Global 100. Neste ano, pela primeira vez, o Banco do Brasil também se destaca como uma das 10 organizações protagonistas da lista, ocupando a sexta posição dentre todas as empresas listadas.

Na classificação geral, é a oitava vez em que a atuação estratégica do Banco do Brasil – que tem a sustentabilidade/ASG como um de seus principais valores – leva a Empresa a um dos rankings mais valorizados e transparentes do mundo nesse tema. O reconhecimento vem da Corporate Knights, líder mundial em pesquisa em economia sustentável, que avalia rigorosamente a performance em sustentabilidade corporativa de quase 7 mil empresas de capital aberto com receitas brutas superiores a US$ 1 bilhão.

A avaliação considera 25 indicadores econômicos, ambientais e sociais relacionados, por exemplo, a receitas e investimentos sustentáveis, promoção da descarbonização, diversidade racial e de gênero. O resultado da edição 2024 foi anunciado ontem, 17, no Fórum Econômico Mundial, em Davos – Suíça.

Fonte: Banco do Brasil

BB estrutura programa para acelerar a recuperação de pastagens

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O Banco do Brasil formalizará acordo de cooperação com parceiros de inovação iRancho, Traive e MyCarbon (subsidiária da Minerva Foods focada em desenvolvimento e comercialização de créditos de carbono) para promover um modelo de negócio viável e sustentável que permite a modernização da pecuária de corte e o aumento da lucratividade. No modelo de negócio, testado em um projeto piloto em Araguaína (TO) em outubro de 2023, além de ofertar o crédito rural para a recuperação de pastagens, foram apresentadas soluções de gestão, rastreabilidade e crédito de carbono que, se utilizadas de forma integrada, trarão benefícios para toda a cadeia produtiva. A parceria também inclui o compromisso do BB de destinar crédito para o financiamento desses pacotes tecnológicos.

A iniciativa está alinhada com o Decreto 11.815/2023, que cria o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD), cuja finalidade é promover e coordenar políticas públicas destinadas à conversão de pastagens degradadas em sistemas de produção agropecuários e florestais sustentáveis.

Levantamento do Banco do Brasil revela que cerca de 101 milhões de hectares de pastagens no Brasil possuem níveis de degradação que variam de moderado a severo, resultando em perdas substanciais de produtividade. Apenas no período de 1º de julho a 10 de novembro, durante a safra 2023/24, foram alocados R$ 507 milhões para a recuperação de cerca de 111 mil hectares.

Para o diretor de Agronegócios e Agricultura Familiar, Jayme Pinto Júnior, “o PNCPD tornará a pecuária brasileira ainda mais produtiva e sustentável, fato que reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no mercado mundial e atraí investidores”.

O anúncio oficial será feito durante o 36º Show Rural Coopavel. A cerimônia contará com a apresentação detalhada do programa e será acompanhada por palestras técnicas de relevância. “A pecuária brasileira está prestes a dar um salto significativo em direção a um futuro ainda mais sustentável”, acrescenta Jayme.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil lançará nova ‘família Ourocard’ no primeiro trimestre

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O Banco do Brasil deve reformular, no primeiro trimestre deste ano, a grade dos cartões de crédito Ourocard. Terceiro maior emissor do País em volume de transações, o BB vai simplificar as opções, que hoje são mais de 20, oferecendo aos clientes três grandes “grupos” de cartão. Ao mesmo tempo, vai reforçar os benefícios e revisar as parcerias de emissão com outras marcas.

O foco é manter o crescimento do negócio sem escalar os riscos, e o relançamento da “família Ourocard” é o primeiro passo: na visão do BB, com uma oferta mais simples, será possível turbinar benefícios aos clientes de forma mais ampla, e continuar a atender aos que buscam um cartão para fazer compras, sem pontos, mas também sem anuidade.

“Vamos ter nosso cartão de entrada, um cartão que começa a ter alguns benefícios, e os cartões premium, basicamente três categorias”, afirma ao Estadão/Broadcast o diretor de soluções em Meios de Pagamentos e Serviços do BB, Pedro Bramont. “A partir disso, com essa simplificação, começamos a aumentar as pitadas de inovação.”

Em paralelo, virá um esforço para colocar o Ourocard na carteira (física ou digital) de clientes do BB que não usam o cartão do banco; depois, virão os cônjuges, filhos e dependentes dos clientes, via cartões adicionais; por fim, aqueles que não têm conta no BB, via parceiros. Em setembro passado, o BB tinha 11,7 milhões de cartões de crédito ativos.

A reformulação já começou. No ano passado, o banco detectou que muitos clientes de cartões não reuniam pontos o suficiente para trocar por produtos ou serviços. Isso os torna mais propensos a buscar a concorrência, que tem reforçado as prateleiras com foco em pontos, dinheiro de volta (cashback), ou cartões sem estes benefícios, mas com anuidade grátis.

O primeiro passo foi explicar em uma campanha que o Ourocard tem vários tipos de benefício, e que o cliente pode ir de um a outro a qualquer momento. Segundo Bramont, 50% dos clientes que mudaram para o cashback não usavam os pontos anteriormente. O banco oferece uma terceira opção: o cashback que é investido em um fundo de renda fixa, o chamado investback.

Religando as turbinas

Entre 2021 e 2022, os bancos aceleraram a concessão de cartões para clientes de fora, o chamado mar aberto, em uma reação ao crescimento de nomes como o Nubank. Com a alta dos juros e da inflação em 2022, porém, a estratégia se traduziu em aumento da inadimplência. O BB foi mais conservador.

“Para o cliente ter acesso a crédito, precisamos conhecer a renda e a situação financeira dele no mercado”, diz Bramont. “A partir disso, deferimos o limite, e à medida que o cliente utiliza o cartão e paga as faturas, aumentamos.”

A maior parte dos cortes de limite por outros bancos foi nos canais externos, o que inclui parcerias com varejistas e empresas aéreas. Neste campo, o BB emite cartões da Smiles, programa de fidelidade da Gol, e da varejista online de eletrônicos Kabum, entre outros.

A revisão da oferta pode incluir novas parcerias. Segundo Bramont, o conglomerado mira segmentos como os de viagens, mobilidade, esportes e games — todos com público fiel e que busca benefícios ao fazer compras. O religamento das turbinas da emissão de cartões via parcerias deve acontecer no terceiro trimestre.

Concorrência

O movimento do BB vem em um momento de inflexão no mercado. Os grandes bancos têm perdido espaço quando se considera o volume de transações, mas os rivais digitais também têm feito uma revisão forte de estratégia após o salto que tiveram, reduzindo limites ou buscando espaço nos segmentos de alta renda, em que o consumo é maior, e a inadimplência é mais baixa.

O BB é o terceiro maior emissor do País, atrás do Itaú Unibanco e do Bradesco. Os três perderam mercado no último ano, mas a queda do banco público foi menor. “Não temos como meta ganhar posição, até porque conseguiríamos fazer isso trazendo risco para a carteira, e todo mundo pagaria a conta”, diz o diretor.

Na visão dele, os bancos tradicionais têm uma vantagem no contexto atual, em especial na alta renda: conseguem oferecer limites maiores com mais facilidade que as fintechs. Quanto maior o limite concedido, mais capital a regulação exige que os emissores separem para fazer frente ao risco.

Em diferentes estratos de renda, os cartões são uma forma de alavancar a fidelidade ao banco. Exatamente por isso, o primeiro esforço do BB será com os clientes que estão na base, mas usam cartões da concorrência. “Nosso foco é trazer a principalidade, porque quanto mais o cliente traz, mais o compreendemos, e mais agressivos conseguimos ser na concessão de limite e em benefícios.”

Fonte: Estadão

BB: diretor de agronegócios e agricultura familiar renuncia ao cargo

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Em comunicado ao mercado na quarta-feira (24 de janeiro), o Banco do Brasil (BBAS3) informou que Jayme Pinto Junior renunciou ao cargo de diretor de agronegócios e agricultura familiar do banco.

Ainda no texto, o Banco do Brasil afirma que Everton Luís Kapfenberger, funcionário de carreira da instituição há 24 anos, foi indicado para ocupar o cargo em questão. Atualmente, Kapfenberger conduz os negócios de Varejo BB no interior de São Paulo (desde outubro de 2021).

“O processo de elegibilidade encontra-se em trâmite nas instâncias competentes de governança para posterior deliberação pelo conselho de administração”, disse o Banco do Brasil.

Fonte: UOL

BB renegocia R$ 2 bilhões em dívidas do Fies, em 38 mil operações

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O Banco do Brasil (BB) renegociou R$ 2 bilhões em dívidas do Fies, o programa de financiamento estudantil para o ensino superior do governo federal, desde o início das repactuações, em novembro do ano passado. Segundo o banco público, foram mais de 38 mil operações no período, além de cerca de 133 mil simulações por parte dos estudantes.

As renegociações podem ser feitas através do aplicativo do banco para dispositivos móveis, e também da rede de agências do BB. As regras da renegociação preveem desconto de até 100% nos juros, e de até 99% no caso de pagamento do saldo devido à vista. Além do BB, a Caixa Econômica Federal também participa do programa de renegociação.

“A facilidade de negociação, aliada à conveniência do App BB, permitiram que 90% dessas renegociações fossem efetuadas pelo próprio mutuário, sem precisar se deslocar para uma agência, por exemplo”, diz em nota a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros. “É uma atuação do BB que alia a destreza digital com esse programa de renegociação para trazer maior dignidade financeira aos brasileiros, a exemplo do que estamos fazendo também com o Desenrola.”

Fonte: UOL

BB Seguridade elege novo diretor-presidente; André Haui assume

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O conselho de administração da BB Seguridade (BBSE3) elegeu André Gustavo Borba Assumpção Haui como novo diretor-presidente da companhia, conforme divulgado nesta sexta-feira (26 de janeiro).

O novo diretor-presidente da BB Seguridade tomará posse em 20 de fevereiro de 2024, para completar o mandato 2023-2025.

Além do cargo de diretor-presidente, André Haui também passa a fazer parte do conselho de administração da companhia, de modo a completar o mesmo mandato de 2023-2025, até que uma nova assembleia geral de acionistas seja realizada.

A chegada de André Haui ao cargo acontece após a companhia divulgar, em 26 de dezembro de 2023, que Ullisses Christian Silva Assis apresentou uma carta de renúncia aos cargos de diretor-presidente e de integrante do conselho de administração da BB Seguridade.

O conselho de administração havia indicado Rafael Augusto Sperendio, diretor de finanças, RI e gestão das participações, para atuar no cargo de maneira interina.

Desde então, para substituir Ullisses Assis, o acionista controlador da companhia havia indicado André Haui para completar os mandatos 2023-2025, conforme deliberado na reunião do conselho de administração realizada ontem (26).

O BB Seguridade destacou em seu comunicado de dezembro que André Haui é um funcionário de carreira, contando com 23 anos de trabalho no Banco do Brasil (BBAS3).

Até então, Haui era o CEO e Diretor Estatutário do Banco do Brasil Securities LLC nos EUA, já tendo atuado como corresponsável pelo Banco do Brasil em Miami.

O diretor-presidente eleito do BB Seguridade também já foi assessor especial no gabinete do ministro e na secretaria executiva do Ministério da Fazenda, atuando na agenda de mercado de capitais e sistema financeiro.

Ações da BB Seguridade

As ações da BB Seguridade encerraram o pregão desta sexta-feira (26) próximas à estabilidade, com leve variação de -0,03%, cotadas a R$ 33,73.

Na semana, os papéis da BB Seguridade registraram perdas de 2,37% na Bolsa de Valores, acumulando um desempenho positivo de 0,24% em janeiro. No ano de 2023, a cotação inicial era de R$ 30,40, e a final foi de R$ 33,65, resultando em uma valorização anual de 10,69%.

Fonte: Suno

Previ deve priorizar minorias nas próximas indicações para conselhos

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A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, deverá indicar candidatos aos conselhos de administração da Gerdau, Fras-le, Invepar, Vibra, BRF e Hmobi na próxima temporada de assembleias, entre março e abril. Essas são as companhias, dentro do portfólio de participadas da Previ, que vão passar por eleições para os respectivos colegiados em abril. A fundação também fará indicações a conselhos fiscais.

No total, o maior fundo de pensão do país poderá indicar 75 candidatos, que vão disputar vagas em 35 empresas. Os postulantes a conselheiros devem passar por um processo interno da Previ que, pela primeira vez, vai priorizar grupos sub-representados como mulheres, negros, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+. O objetivo é que 40% dos indicados em 2024 pertençam a estes grupos.

Até 2023, a entidade tinha foco maior nas indicações femininas, que dobraram nos últimos dez anos. Mas reconhecia que a diversidade nos conselhos era baixa e que havia espaço para avançar.

Fonte: Valor Investe

Previ revisa suas premissas atuariais para os Planos 1 e Previ Futuro

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A Previ concluiu recentemente a revisão de suas premissas atuariais. Os estudos abordaram a tábua de mortalidade de válidos do Plano 1, bem como a entrada em invalidez para os Planos 1 e Previ Futuro, além da entrada em aposentadoria programada, a taxa de crescimento salarial dos participantes ativos e a taxa de juros atuarial dos planos.

A realização de estudos técnicos de adequação das premissas é uma exigência legal para as entidades fechadas de previdência complementar (EFPCs) e em geral deve ter uma validade máxima de três anos. Porém, anualmente, a Previ indica quais premissas e hipóteses atuariais devem ser objeto de estudo para que estejam sempre adequadas às características da massa de participantes e assistidos dos planos de benefícios.

As premissas e hipóteses atuariais ora definidas já estão refletidas nos resultados dos planos de benefícios no encerramento do exercício de 2023.

Mas afinal, o que são premissas atuariais?

As chamadas premissas atuariais são medidas utilizadas para projetar os eventos futuros do plano, e prever os recursos necessários para pagar seus participantes e assistidos.

Assim, com base em cenários e estudos estatísticos, são respondidas questões como: qual a perspectiva de ascensão salarial dos funcionários e quais serão benefícios no momento da aposentadoria? Com que idade se aposentarão? Por quanto tempo receberão benefícios? Qual o risco de uma invalidez ou óbito antes de se aposentar? entre outros.

E o que mudou?

As mudanças ocorreram basicamente na entrada em invalidez de ambos os planos, na idade de aposentadoria programada considerada como parâmetro para o Previ Futuro e na projeção de crescimento real de salários dos participantes ativos dos Planos 1 e Previ Futuro.

Em relação à entrada em invalidez, observamos redução no número de concessões de benefícios dessa natureza pelo INSS, refletindo na alteração da atual tábua adotada em nossos planos – Experiência Previ 2019 – por sua versão suavizada em 10%.

Vale destacar que a referida tábua foi criada à época pelo corpo técnico da Entidade, considerando o histórico de eventos de invalidez ocorridos nos planos da própria Previ, para tornar as estimativas cada vez mais próximas de nossa realidade.

Ainda no campo biométrico, o estudo sobre a longevidade dos participantes e assistidos do Plano 1 indicou que a atual tábua utilizada, BR-EMSsb-2015, continua sendo a mais aderente à massa de participantes, devendo ser mantida para a avaliação atuarial desse plano. Para o Previ Futuro não foi apontada necessidade de estudo em 2023, optando pela manutenção da tábua BR-EMSsb-2015 Suavizada em 10%, com adoção considerada recente, a partir do encerramento do exercício de 2021.

Com relação à premissa de Entrada em Aposentadoria, que visa medir o momento em que o participante irá optar pela aposentadoria programada, o estudo indicou a idade de 58 anos como a mais aderente ao perfil dos participantes do Plano Previ Futuro, em substituição à idade de 57 anos adotada até então. Para o Plano 1, foi mantida a idade de 53 anos como parâmetro de saída.

Para a premissa de Crescimento Real dos Salários, que projeta os salários dos funcionários do Banco do Brasil e da Previ ao longo da vida laboral, os estudos indicaram pequenas alterações em comparação com as hipóteses anteriormente praticadas, com impactos mínimos nos resultados dos planos.

Por fim, os estudos indicaram a manutenção das taxas de juros atuariais dos planos, que permanecem em 4,75% no Plano 1 e 4,62% no Previ Futuro. A manutenção das taxas se justifica não só pelas incertezas presentes nos atuais cenários, mas também pela observação de que, ao longo do tempo, as taxas reais de juros no Brasil têm se aproximado das praticadas na maior parte dos países do mundo, inclusive nos países emergentes comparáveis, de modo que a tendência é que no médio e longo prazo elas voltem a patamares mais baixos.

Fonte: Previ

O importante papel do gerente nas ações de voluntariado do BB

Publicado em: 19/01/2024

O Banco do Brasil acredita no potencial transformador do voluntariado. E é por isso que a instituição busca incentivar o trabalho voluntário dentro do seu quadro funcional, permitindo a atuação dos funcionários na transformação de suas comunidades. Por isso, o Projeto Mãos Dadas BB – Voluntários apoia, há 14 edições, projetos de instituições que atuam com crianças, adolescentes e idosos, nas quais os funcionários BB da ativa exerçam trabalho voluntário.

Em 2023 foram apresentados 81 projetos, dos quais 52 foram classificados. Em suma, conforme o regulamento 2023, para serem aceitos, os projetos deverão ser executados em território nacional, de instituições que atuam no terceiro setor, sem fins lucrativos, legalmente constituídas no país, adimplentes com suas obrigações fiscais e que possuam relacionamento com o Banco do Brasil. Além disso, a instituição precisa comprovar experiência mínima de dois anos na área do projeto. O processo de seleção possuía duas etapas: habilitação (conformidade da documentação e exigências do regulamento) e classificação (avaliação das propostas com base na consistência do projeto e no mérito da instituição).

Entre os projetos contemplados pelo programa está o Educandário de Pinhal, de Espírito Santo de Pinhal, interior de São Paulo, uma entidade de assistência social fundada em 17 de novembro de 1948. Ela foi inscrita pelo agente comercial do BB, Danilo Baitelo, que atua como voluntário no local há muitos anos, e receberá R$ 40 mil do programa. o valor será creditado exclusivamente na conta do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Espírito Santo do Pinhal.

“Ao longo dos meus quase 22 anos de BB tive a oportunidade de trabalhar e aprender com grandes gestores e colegas. E um dos pilares de atuação que sempre me chamou a atenção foi o engajamento deles em ações sociais. Por isso, acaba se tornando fácil e gratificante conduzir esses temas com nossas equipes. O ato de voluntariar nos traz muitas reflexões sobre a vida pessoal e profissional e, consequentemente, nos tornam melhores. No dia a dia, procuro incentivar isso. Seja em reuniões ou conversas informais, gosto de provocar esse tipo de conversa”, afirma o gerente-geral da agência do BB em Espírito Santo do Pinhal, Luiz Gustavo Sunhiga.

A destinação dos recursos ainda não foi totalmente definida pela direção do Educandário de Pinhal. Mas, segundo a presidente da instituição, Carol Marinelli Delbin, devem ser priorizadas atividades e mais conforto aos atendidos. A entidade inscrita acolhe e atende cerca de 15 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Oferece, ainda, cursos ao público jovem.

“É muito gratificante fazer parte dessa conquista, um orgulho tanto pessoal, quanto profissional! Como pessoas, estamos cumprindo com o pedido de fazer o bem, ajudando o próximo. Como profissional, vemos na prática que nosso BB transforma a região onde se insere, deixando muitos legados”, afirma Luiz Gustavo.

Fonte: AGEBB

BB quer expandir presença internacional e analisa 14 novos países

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O Banco do Brasil está de olho em 14 países para os quais pode expandir sua estrutura no exterior, com foco no Sudeste Asiático, na África e também em países da Europa em que o banco ainda não está presente de forma física. A lista de potenciais novas geografias inclui Coreia do Sul, Marrocos, Angola e Espanha, além de parceiros comerciais que devem ganhar peso a partir do fortalecimento do chamado grupo dos Brics, como a Índia. Essa lista foi montada a partir da análise, pelo banco, das atividades comerciais de clientes empresariais de grande porte lá fora.

Segundo o vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, Francisco Lassalvia, a ideia é levar o banco a novos territórios com a abertura de agências ou escritórios de representação. De acordo com ele, não necessariamente os 14 países analisados ganharão unidades do banco.

Lassalvia afirma que a lógica é sempre a de acompanhar os negócios que os clientes fazem no exterior. Sob essa luz, o banco percebeu que há um fluxo constante de comércio com a Coreia do Sul, por exemplo. O mesmo acontece com o Marrocos.

Banco é líder no financiamento ao comércio exterior

Essa expansão está relacionada, entre outros pontos, ao enfoque do banco na carteira de crédito de financiamento às exportações. No segmento de pessoas jurídicas, as operações somavam R$ 22,2 bilhões em setembro do ano passado, se consideradas as linhas que antecipam recursos de exportações futuras ou já embarcadas. No ranking de Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACC), o BB fechou 2023 na primeira posição entre os bancos do País.

Lá fora, o BB conta com um banco e uma corretora nos Estados Unidos, o Patagonia, da Argentina, e uma subsidiária na Áustria, a BB AG. Além disso, tem agências em países como Paraguai, Alemanha, e é o único banco brasileiro com unidades no Japão e em Xangai, na China. O público institucional, por sua vez, é atendido ainda por uma corretora em Londres.

O fortalecimento das operações internacionais do BB é um dos motes de Lassalvia e da gestão da presidente do banco, Tarciana Medeiros. Em cada geografia, a estratégia muda. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela passa pelo atendimento ao público do chamado “private”, que são os clientes com mais de R$ 5 milhões investidos no banco.

Em Portugal, o BB está investindo na unidade que mantém em Lisboa, de olho na demanda por serviços bancários da comunidade brasileira radicada no país, inclusive de média renda. Neste ano, enviou para comandar a operação Karen Machado, que antes estava à frente do “Open Finance” do conglomerado. Um dos focos dela por lá será tocar o reforço tecnológico que a instituição quer fazer na operação.

Fonte: Estadão