Por que as ações do BB estão entre as preferidas do Itaú BBA para 2024

Publicado em: 19/01/2024

Analistas do Itaú BBA reiteraram recomendação “outperform” (equivalente à compra) para as ações do Banco do Brasil (BBAS3) e elevaram o preço-alvo dos papéis de 59 para 65 reais, ressaltando que o BB oferece valor, crescimento e um forte rendimento de dividendo de 12%.

“Depois de um 2023 já forte, esperamos um crescimento de 9% na receita em relação ao ano anterior e de 10% no lucro líquido, gerando outro ROE (retorno sobre o patrimônio) acima do setor de 21%”, afirmaram Pedro Leduc e equipe em relatório.

Os analistas avaliam que, apesar do rali dos papéis em 2023, quando acumularam uma valorização de 76%, as ações permanecem com desconto, sendo negociadas a múltiplos de 0,8 vez P/VPA (preço sobre valor patrimonial) e 4 vezes P/L (preço sobre lucro).

“Em cada trimestre sucessivo em que os lucros se expandem ainda mais…o BB obtém revisões para cima nas estimativas de médio prazo e ‘re-rates’ a partir de um desconto cada vez menos justificado”, afirmaram.

Leduc e equipe acrescentaram que o Banco do Brasil está mais uma vez entre as suas principais escolhas do ano.

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) encerraram o ano passado na máxima histórica, de R$ 55,39, fruto de uma alta de 76% ao longo do ano. Após a valorização, o banco propôs aos acionistas desdobrar cada ação em duas, sem alteração do capital social, o que também dividiria a cotação e tornaria os papéis mais acessíveis a pequenos investidores. A assembleia geral extraordinária que votará a proposta de desdobramento foi marcada para o dia 2 de fevereiro. Já os resultados do quarto trimestre e de 2023 serão revelados no dia 8 de fevereiro.

A alta das ações do banco público foi a maior entre os grandes bancos brasileiros que têm capital aberto. Questões como a rentabilidade acima de 20% em um ano desafiador para os bancos de varejo, o crescimento da carteira de crédito a dois dígitos e a inadimplência abaixo dos pares impulsionaram os papéis.

Os resultados reduziram os temores do mercado com possíveis guinadas na estratégia do banco com a mudança do governo, dado que a União é a controladora do BB. A presidente do banco, Tarciana Medeiros, e os demais membros do comitê executivo que ela formou são funcionários de carreira do conglomerado.

O governo federal detém pouco mais de 50% das ações do BB, enquanto 49,6% dos papéis estão em livre circulação no mercado, e outros 0,4% correspondem às ações que o banco mantém em tesouraria. Em setembro do ano passado, 25,5% do capital estava com investidores estrangeiros, e 24,1%, com acionistas minoritários locais, segundo o BB.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil é considerado o mais sustentável do mundo pela 5ª vez

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O Banco do Brasil (BBAS3) foi considerado o mais sustentável do mundo pela consultoria Corporate Knights, que avalia o desempenho em sustentabilidade corporativa de cerca de 7.000 empresas de capital aberto mundo afora com receitas brutas acima de US$ 1 bilhão. Foi a quinta vez que o BB foi o banco mais bem avaliado entre as 100 empresas mais sustentáveis. Além disso, pela primeira vez, a instituição figurou entre as dez organizações mais bem colocadas, ocupando a sexta posição.

A avaliação da Corporate Knights leva em conta 25 indicadores econômicos, ambientais e sociais, relativos a receitas e investimentos sustentáveis, promoção da descarbonização, diversidade racial e de gênero.

“Este reconhecimento evidencia nossa atuação consistente no tema ASG, sigla para boas práticas ambientais, sociais e de governança. Em 2023, reforçamos ainda mais este nosso trabalho, com a criação de uma Unidade Estratégica para conduzir de modo transversal as pautas ambientais, sociais e de governança no banco”, afirma a presidente do BB, Tarciana Medeiros, em nota. “Temos compromissos públicos e com metas concretas em cada uma dessas frentes, atuando de modo voluntário, protagonista e como verdadeiros líderes em sustentabilidade empresarial no Brasil e no mundo.”

Além das metas e estruturas internas voltadas ao tema, o banco tem uma carteira de R$ 338,2 bilhões em créditos com pegada sustentável. São empréstimos e financiamentos para atividades e setores que têm impactos sociais e ambientais positivos, como energias renováveis, eficiência energética, produção sustentável de alimentos e desenvolvimento local e regional.

“Estamos em um momento em que nossas ações e compromissos para um mundo mais sustentável, conectados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, convidam todos os públicos de relacionamento a assumirem responsabilidades diante das mudanças climáticas e seus efeitos na vida das pessoas e comunidades no presente e no futuro”, diz o vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do banco, José Ricardo Sasseron.

No ano passado, o BB participou de eventos mundiais, como a COP 28, definiu metas de preservação florestal e reflorestamento e lançou uma campanha mundial pela preservação da floresta amazônica. O banco aplica mais de R$ 52 bilhões em produtos com benefícios sociais e ambientais na região, sendo R$ 2 bilhões em projetos de bioeconomia a partir de produtos extraídos da floresta.

Fonte: e-Investidor/Estadão

Crédito rural do BB cresce 8,4% e atinge recorde em 2023

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O Banco do Brasil atingiu em 2023 o maior desembolso de crédito rural da história. Foram liberados R$ 195 bilhões em mais de 612 mil operações – uma evolução de 8,4% em relação ao registrado em 2022. Desse total, R$ 22 bilhões foram destinados à agricultura familiar.

O resultado recorde foi impulsionado pelas estratégias e foco de atuação da rede de agências e dos parceiros agro, além dos canais digitais de contratação, mediante oferta eficiente de crédito contando com o portfólio completo de soluções e atendimento especializado e próximo aos clientes.

Os desembolsos do Plano Safra 2023/24 também contribuíram para a cifra recorde em 2023. Nos seis primeiros meses da safra foram liberados R$ 120 bilhões, evolução de 5,3% sobre o mesmo período anterior, mesmo considerando que na atual safra os custos de produção estão, em média, 25% abaixo da safra passada.

“Os números comprovam que temos uma atuação fundamental no apoio à agricultura familiar, que exerce uma função relevante na segurança alimentar e ajuda no equilíbrio dos preços dos alimentos em todo o país”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil. “Continuaremos a promover soluções inovadoras e acessíveis para garantir que a agricultura prospere e contribua para a construção de um futuro sustentável.”

Já o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, Luiz Gustavo Braz Lage, acrescenta que “a expertise nas soluções, no relacionamento e a proximidade com o produtor e produtora rural, com a agroindústria e as cooperativas reforçam a relevância do BB para todos os agentes e segmentos da cadeia de valor do agro”.

Além do crédito, foram desenvolvidas durante o ano diversas ações no âmbito dos Circuitos de Treinamento e de Negócios Agro, que envolveram participação em 373 feiras agropecuárias, eventos/seminários e dias de campo, levando bons negócios e movimentação da economia dos municípios, além das iniciativas de capacitação (treinamentos, assistência técnica, disseminação de boas práticas e tecnologias) que alcançaram mais de 12 mil produtores e produtoras rurais de pequeno porte. Nessas ações, vale destacar a atuação das carretas agro (agências móveis) que já percorreram cerca de 200 mil quilômetros em centenas de cidades, por todas as regiões do país.

Fonte: Banco do Brasil

BB e Tesouro Nacional lançam ação voltada às mulheres

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O Banco do Brasil, em parceria com o Tesouro Nacional, lança a ação Educa+ Mulher, com o objetivo de incentivar a inclusão e educação financeira e proteção às mulheres, apoiando-as na construção da reserva financeira necessária para subsidiar no futuro os estudos para seus beneficiários, como filhos, netos ou sobrinhos.

A iniciativa, pioneira no mercado, busca incentivar que as mulheres façam seu primeiro investimento, com foco no título de renda fixa Tesouro Educa+, lançado em agosto do ano passado em parceria com a B3. E, fazendo qualquer investimento a partir de R$ 35, elas são automaticamente incluídas em apólice do BB Seguro de Vida Mais Mulher, válido por um ano. O seguro busca proteger o(a) beneficiário(a) caso ocorra uma perda inesperada da responsável financeira, o que pode comprometer o objetivo de dar sequência nos estudos.

Visando a completude dessas ações e o incentivo a criação do hábito de investir, as investidoras receberão, gratuitamente, conteúdos exclusivos de educação financeira, com dicas, análises e sugestões, cursos e uma assessoria humana e digital, por meio do WhatsApp e do portal de conteúdo InvesTalk (investalk.bb.com.br).

“O Banco do Brasil entende a relevância das mulheres na sociedade e na economia de um modo geral, e procura se colocar ao lado dessa mulher em todas os momentos. Eu sempre digo _ e isso é até um dos meus lemas de vida _, que uma mulher abre caminhos para outras. E é justamente essa a ideia do Educa+ Mulher: as mulheres em evidência, sendo protagonistas de suas histórias e planejando o futuro educacional de quem elas mais amam”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

Segundo Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, “O Tesouro aplaude o Banco do Brasil pela iniciativa Educa+ Mulher e apoia firmemente ações que fortalecem a educação financeira e a independência feminina. Esse programa não apenas alinha-se com nossos valores de impacto social positivo, mas também marca um passo significativo em direção à segurança financeira das mulheres e das famílias do Brasil. É um exemplo brilhante de como instituições financeiras podem contribuir de maneira significativa para o empoderamento econômico das pessoas e o bem-estar social”.

Fabrício Reis, head de Captação e Investimentos do BB, completa: “Investimento também é a reserva de emergência das pessoas, o dinheiro guardado que torna a população resiliente em momentos de adversidades, que faz com que as famílias não precisem tirar seus filhos da escola. Com essa promoção, queremos trazer o hábito de poupar para dentro da casa de muitos brasileiros, e dizer para essas mulheres que estaremos ao lado delas, em todos os momentos”.

Empoderamento feminino

O programa faz parte da agenda de ações voltadas para a inclusão e o empoderamento feminino, por meio do incentivo a mulheres, especialmente mães solo, a fazer seu primeiro investimento e pensar nos estudos e futuro profissional dos beneficiários.

O BB também possui outras ações voltadas para as mulheres, como Mulheres no Topo, programa de crédito especializado a mulheres empreendedoras, crédito para capital de Giro, em que a empresa tenha pelo menos uma dirigente mulher, dentre outras ações estratégicas.

As temáticas de sustentabilidade, diversidade e equidade estão presentes também em outros produtos de investimento do Banco do Brasil. É o caso do fundo BB Ações Equidade, o primeiro do país com a temática; a LCA Verde, em que os recursos captados são direcionados exclusivamente para linhas de crédito que atendam aos critérios ASG; e o ETF IDiversa B3, que replica a carteira do IDiversa, índice da B3 que reúne empresas comprometidas com a causa da diversidade.

Seguro de Vida Mais Mulher

O seguro contemplado na presente campanha oferece proteção financeira em casos de imprevistos com a vida, beneficiando a mãe e o seus filhos, podendo contar com as mais diversas proteções, como morte natural ou acidental, e invalidez permanente total por acidente. Além das coberturas básicas, o seguro oferece assistência de apoio à mulher em casos de vulnerabilidade e violência patrimonial, e cesta básica mensal fornecida através de Cartão Alimentação, em caso de falecimento.

Inspirado em estudos do Prêmio Nobel

A criação do Tesouro Educa+ foi inspirada em estudos dos professores Robert Merton, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 1997, e Arun Muralidhar. Eles introduziram o conceito de produtos financeiros que facilitem o processo de poupar voltado a um planejamento educacional. Pelo conceito que criaram, esses produtos são acessíveis a qualquer pessoa, que determina quanto quer investir, com baixo custo e baixo risco.

As compras dos títulos podem ser feitas no app Investimentos BB, no portal investimentos.bb.com.br ou em uma agência do Banco do Brasil.

Tesouro Direto no BB

Em 12 meses, o BB teve um crescimento no volume aplicado em títulos do Tesouro Direto superior à indústria. Enquanto o mercado cresceu 22,5%, o volume no BB teve um salto de mais de 30%. E o incremento foi maior entre elas: cerca de 34%, enquanto entre os homens foi de 29%.

O número de investidores no último ano também teve um aumento: de quase 24% entre elas, e 18% entre eles. Os dados referem-se a novembro de 2022 a novembro de 2023.

Segundo dados da Secretaria de Tesouro Nacional, o número de mulheres investindo em TD fica na casa dos 27%. No BB, elas já representam 40% dos investidores em títulos do Tesouro. E queremos avançar. No geral, no BB elas representam 48% dos investidores.

Regulamento disponível em: bb.com.br/tesourodireto

Mais informações sobre a promoção: https://investalk.bb.com.br/noticia/bb-e-tesouro-direto-lancam-acao-voltada-para-o-publico-feminino

Fonte: Banco do Brasil

Novo diretor-presidente é anunciado na BB Previdência

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Sandro Grando foi anunciado como novo diretor-presidente da BB Previdência. Ele é funcionário de carreira do Banco do Brasil (BBAS3), ocupou diversos cargos até chegar à Superintendência Nacional para o Setor Público, em abril de 2021.

Anteriormente, Grando liderou a Superintendência de Varejo do BB no Mato Grosso do Sul por mais de dois anos. O executivo também foi Conselheiro titular do Sebrae no mesmo estado.

“Venho com foco muito forte na proximidade com os clientes, principalmente, na divulgação do BBPrev Brasil, dos benefícios que oferece aos servidores públicos, especialmente para os que estão ingressando agora no sistema BB Previdência”, afirmou Grando em nota. A BB Previdência, fundada em 1994, administra carteira com mais de 235 mil participantes e tem cerca de R$ 8,4 bilhões de ativos sob gestão.

Fonte: e-Investidor/Estadão

Eleições Economus 2024: aberto período para inscrições de candidaturas

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Está aberto o período para inscrições de candidaturas para as eleições 2024 do Economus. Até o dia 16 de fevereiro, os candidatos devem fazer a sua inscrição e enviar os documentos necessários.

De acordo com o Regulamento Eleitoral, os Participantes Ativos, Assistidos, em Benefício Proporcional Diferido – BPD, Autopatrocinados ou Saldados poderão se candidatar para os Conselhos Deliberativo ou Fiscal.

Neste ano, serão eleitos dois representantes para o Conselho Deliberativo, um para o Conselho Fiscal e seus respectivos suplentes.

As inscrições podem ser feitas mediante requerimento dirigido à Comissão Eleitoral, por meio físico, entregue na sede do Instituto, ou por meio digital, endereçado ao e-mail comissaoeleitoral@economus.com.br.

Conselho Deliberativo

Os interessados para candidatura ao Conselho Deliberativo devem utilizar este Requerimento de Inscrição.

Conselho Fiscal

Os interessados para candidatura ao Conselho Fiscal, devem utilizar este Requerimento de Inscrição.

Confira todos os requisitos e comprovações exigidos para efetivar a sua candidatura no Regulamento Eleitoral.

Fique por dentro de tudo o que acontece no Processo Eleitoral. Acesse aqui a página exclusiva!

Eleições Cassi 2024: prazo de inscrição das chapas vai até o dia 22

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O prazo de inscrição das chapas para concorrer às eleições para diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e para novos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da CASSI termina às 18h do dia 22 de janeiro.

As orientações para inscrição e as regras para participação nas Eleições CASSI 2024 estão disponíveis nos documentos abaixo:

Edital de Convocação das Eleições CASSI 2024
Regulamento das Eleições CASSI 2024

A votação ocorrerá de 15 a 25 de março de 2024, e os eleitos terão mandatos de 3/6/2024 a 31/5/2028.

Dúvidas sobre o processo eleitoral podem ser encaminhadas por e-mail para o endereço comissaoeleitoral2024@cassi.com.br.

Fonte: AAPBB

Previ e Cooperforte firmam convênio para divulgar produtos e serviços

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A Previ e a Cooperforte (Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo de Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais) firmaram nesta segunda-feira, 15 de janeiro, um convênio que proporcionará aos associados a divulgação de produtos e serviços, assim como atualização cadastral.

Os associados em comum poderão autorizar, tanto pelos canais digitais da Previ quanto da Cooperforte, a atualização periódica de renda mensal e dados de contato, como o endereço, e-mail e telefone.

Essa parceria também representa mais segurança e proteção para associados e familiares cooperados da Cooperforte, que terão a oportunidade de conhecer o Previ Família, a Capec e outros produtos e serviços oferecidos pela Previ.

O convênio também prevê outras frentes para a atuação conjunta das entidades, como o desenvolvimento e a disponibilização de treinamentos sobre Educação Financeira e Previdenciária e convergência nos programas de relacionamento e benefícios.

A Cooperforte é a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo de Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais. Fundada há 39 anos, tem mais de 150 mil associados e ativos superiores a R$ 3,1 bilhões.

O principal objetivo da Cooperforte é ofertar soluções financeiras que atendam aos interesses dos associados, a partir de linhas de crédito e investimentos, com taxas diferenciadas em relação ao mercado e atendimento completamente digital.

Fonte: Previ

AABNB celebra posse da nova diretoria em evento especial

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No dia 11 de janeiro de 2024, a Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Nordeste do Brasil (AABNB) celebrou um marco significativo: a posse da sua nova diretoria, eleita no final do ano anterior. O evento contou com a participação de membros da Diretoria do Grupo Camed, como Mário Hermógenes, Diretor Administrativo e Financeiro do Grupo Camed, Phillipe Brandão, Diretor de Negócios da Camed Corretora, Emanuella Faheina, Diretora de Promoção e Assistência à Saúde da Camed Saúde, e Agenor Trindade, Diretor-Presidente do Grupo Camed.

O evento também marcou o 40º ano da AABNB, associação que sempre defendeu o fortalecimento do Banco do Nordeste (BNB), da CAMED e da CAPEF, reconhecendo a importância dessas instituições para garantir uma boa qualidade de vida para todos os funcionários ativos e aposentados do BNB. Fundada em 17 de maio de 1983, a AABN completará 41 anos de atuação em 2024.

O presidente empossado da AABNB, Miguel Nóbrega, destacou a importância das instituições e expressou otimismo em relação às administrações atuais, enfatizando a sensibilidade e a preocupação com o bem-estar da comunidade “benebeana”. Ele reafirmou a esperança de colher frutos dessas administrações, garantindo uma assistência médica de qualidade e benefícios de aposentadoria que proporcionem tranquilidade a todos os envolvidos.

Rita Josina, Presidente da Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste (AFBNB), saudou a mesa e os presentes, ressaltando a importância do evento para fortalecer a atuação da AABNB e seu serviço essencial ao Banco e aos trabalhadores. Ela destacou a relevância das representações presentes, enfatizando que a trajetória do BNB conta com a contribuição fundamental dessas entidades.

A Presidente da AFBNB parabenizou a AABNB pelos resultados alcançados, desejou sucesso à nova gestão e se colocou à disposição para colaborar nas lutas conjuntas e enfrentar os desafios futuros, reforçando seu compromisso com o coletivo.

A nova diretoria da AABNB, que assume um mandato de três anos, reforça o compromisso da associação com a continuidade e a excelência na condução dos trabalhos.

Fonte: Camed

MP do Trabalho investiga assédio em plano de saúde de servidores do BB

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A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), empresa responsável pelo plano de saúde de servidores e aposentados do Banco do Brasil, está sendo investigada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por supostamente não apurar casos de assédio moral denunciados por funcionários. O Banco do Brasil indica parte da cúpula da Cassi e repassa verbas à firma.

O inquérito civil corre no MPT do Distrito Federal e foi aberto no final de 2022, após uma apuração preliminar. Segundo a denúncia recebida pelo órgão, a Cassi “tem compactuado com inúmeros casos de assédio moral”, demite funcionários assediados e não apura as denúncias enviadas à Ouvidoria da empresa. Os procuradores cobraram explicações da Cassi e, mais recentemente, ouviram vítimas citadas no caso, incluindo um funcionário afastado do trabalho por motivos de saúde.

Uma dessas vítimas afirmou, em depoimento ao MPT no ano passado, que sofria humilhações constantes no ambiente de trabalho da Cassi, por parte de colegas e chefes, presencial e virtualmente. “Tudo o que eu fazia era motivo de chacota. Eram brincadeiras para humilhar”, afirmou a vítima no depoimento.

Além de citar detalhes do alegado assédio moral, essa pessoa enviou ao MPT prints de mensagens privadas e em grupo, do sistema corporativo da Cassi e documentos como supostas provas da irregularidade. Também mencionou testemunhas que presenciaram esses eventos.

Entre as ofensas apontadas ao MPT, a vítima foi chamada por um superior hierárquico de “preguiçosa” e foi ameaçada de levar uma “porrada”. O diálogo virtual, obtido pela coluna, aconteceu no sistema interno da Cassi.

Essa vítima relatou aos procuradores que comunicou a firma dos episódios de assédio moral, mas não teve qualquer retorno. A Ouvidoria recebeu o caso há mais de um ano e não colheu o depoimento de nenhuma testemunha, de acordo com o relato.

Procurada, a Cassi não comentou a investigação do MPT. A companhia afirmou que não tem nenhum processo pendente que envolva denúncia de assédio moral, e que todas as denúncias que recebe passam por “apuração rigorosa”. “A Cassi está comprometida em garantir um ambiente de trabalho ético e transparente. Prova disso é a premiação Lugares Incríveis para Trabalhar, concedida por quatro anos consecutivos à Cassi”, afirmou o comunicado. Procurado, o Banco do Brasil não comentou.

Fundada por funcionários do Banco do Brasil, a Cassi faz parte do conglomerado do banco como empresa patrocinada. Além de fazer aportes financeiros na mesma proporção que os beneficiários, o BB indica o presidente e parte dos diretores da firma sem fins lucrativos. A Cassi é a maior operadora de autogestão de plano de saúde do país, com mais de 700 mil participantes, incluindo funcionários e aposentados do BB, além de seus familiares.

Fonte: Metrópoles

Brasileiros são os que mais trocam de banco, aponta pesquisa

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Relatório Connected Financial Services Report, desenvolvido pela Salesforce, revela que as instituições financeiras têm encontrado dificuldades para fidelizar os seus clientes. De acordo com a pesquisa, 40% brasileiros trocaram de banco no último ano, 45% de seguradora e 44% de gestores de patrimônio. Globalmente, as taxas foram de respectivamente 25%, 35% e 34% – os brasileiros foram os que mais trocaram de banco entre todos os 12 países pesquisados e ficaram na segunda colocação na troca de seguradoras e gestoras de patrimônio, atrás apenas de Reino Unido e Alemanha, respectivamente.

Entre os brasileiros, o motivo mais citado para trocar de instituição financeira foi a experiência digital, fator listado por 70% no caso dos bancos, 54% nas seguradoras e 67% em gestores de patrimônio. A média global foi de, respectivamente, 51%, 30% e 45%.

Além da experiência digital, outros fatores foram decisivos para a mudança. A integração com outros serviços foi um exemplo, listado por 49% dos que trocaram de banco, 43% de seguradoras e 47% de gestores de patrimônio. Por sua vez, a qualidade do serviço prestado apareceu em patamares similares, com 48% para bancos, 50% para seguradoras e 53% para gestoras de patrimônio. O último fator decisivo na lista foi a distância física do prestador de serviços, citada por 19% dos brasileiros clientes de bancos, 22% para seguradoras e 25% para gestores de patrimônio.

Os clientes também ressaltaram a importância de ter aconselhamento e orientação de suas instituições, sobretudo em tempos incertos para a economia. Metade dos respondentes brasileiros alegou que não sente que o seu prestador de serviços financeiros os ajudou a se preparar totalmente para uma recessão econômica. A taxa, apesar de alta, foi a menor entre todos os países pesquisados.

A pesquisa consultou 6 mil clientes de instituições financeiras de 12 países, incluindo 500 brasileiros e foi realizada de 7 de março a 12 de abril de 2023.

Com o setor bancário se consolidando no Brasil, tanto em termos de profundidade quanto de variedade de serviços, o ISG realizou pela primeira vez no país o estudo denominado ISG Provider Lens Digital Banking Services 2023 – Brazil 2023, no qual avalia a transformação desse ecossistema, que resultou na redução de custos de transação e na facilitação da migração de clientes entre instituições, eliminando barreiras para novos entrantes.

Em 2020, ocorreu um marco importante para a inovação do Banco Central que foi a construção de uma infraestrutura aberta de pagamentos instantâneos, o Pix, novo sistema que acabou se tornando o principal meio de transações entre os brasileiros. Segundo o BC, somente no mês de junho de 2023, foram realizadas mais de 3,3 bilhões de operações, que totalizaram R$ 1,4 bilhões transacionados.

Outra inovação recente no setor bancário brasileiro é o Open Finance, um modelo de compartilhamento entre instituições de informações financeiras autorizadas pelo cliente com o objetivo de tornar o mercado financeiro mais aberto e acessível. Com ela, espera-se a melhora da experiência dos clientes no uso de produtos e serviços financeiros.

Para os próximos anos, é esperado o surgimento de avanços significativos no cenário dos pagamentos instantâneos. Dentre esses avanços, destaca-se o Pix Automático, destinado a facilitar pagamentos recorrentes, e o Pix Internacional, conectando os sistemas de pagamentos instantâneos de diferentes países. Diante desse panorama, os fornecedores de serviços permanecerão essenciais para orientar os bancos durante essa evolução.

Por fim, o relatório aponta que os Bancos Centrais do mundo todo estão estudando, explorando e testando sistemas para emissão de suas moedas digitais (Central Bank Digital Currency – CBDC em inglês), recentemente batizada de Drex, no Brasil. De acordo com o Bank for International Settlements (BIS), 60% dos Bancos Centrais estão atualmente experimentando essa inovação e a expectativa é que, até o fim de 2024, o Drex esteja liberado para o público, aponta o relatório.

Fonte: Monitor Mercantil

Cinco brasileiros estão entre os 100 bancos mais valiosos do mundo

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Cinco bancos brasileiros aparecem em uma lista dos 100 mais valiosos do mundo, elaborada pela consultoria GlobalData.

O banco brasileiro mais bem colocado ranking é o Itaú, em 31º lugar, com US$ 63,4 bilhões em valor de mercado. Ele é seguido por Bradesco, em 59º (US$ 35,5 bilhões); Banco do Brasil, em 61º (US$ 32,7 bilhões); BTG, em 64º (US$ 32,5 bilhões); e Santander, na 79ª colocação (US$ 24,8 bilhões).

De acordo com o levantamento da GlobalData, o valor de mercado dos 25 maiores bancos do mundo aumentou 11,1% no quarto trimestre de 2023, na comparação com os três meses imediatamente anteriores.

Somados, os 25 maiores bancos do planeta têm uma capitalização de US$ 3,61 trilhões.

Veja o top 10 dos bancos mais valiosos do mundo, segundo a GlobalData:

J.P. Morgan (US$ 491,8 bilhões)
Bank of America (US$ 266,5 bilhões)
Industrial and Commercial Bank of China (US$ 238,1 bilhões)
Wells Fargo (US$ 178,7 bilhões)
Agricultural Bank of China (US$ 175,6 bilhões)
Bank of China (US$ 169,8 bilhões)
HDFC Bank (US$ 1560, bilhões)
HSBC (US$ 155,9 bilhões)
Morgan Stanley (US$ 153,1 bilhões)
China Construction Bank (US$ 152,1 bilhões)

Fonte: Metrópoles

CEO da BB Seguridade deixa cargo e vai para o Itaú

Publicado em: 11/01/2024

A BB Seguridade fará uma nova troca no posto de CEO. O funcionário de carreira Ulisses Assis, que estava no cargo desde 2021 e no grupo há 23 anos, está de saída. O executivo, que também está deixando o posto de membro do conselho, aceitou convite para ser diretor de negócios do varejo do Itaú Unibanco.

Assis fará parte do time de Carlos Vanzo, diretor executivo para negócios pessoa física e seguros do Itaú, e assumirá o cargo em seis meses, ao fim do período de quarentena, em conformidade com as diretrizes da BB Seguridade.

Como é de costume, o Banco do Brasil, acionista controlador da seguradora, está indicando outro funcionário de carreira para o lugar: André Haui, que também está há 23 anos no banco e desde 2019 trabalha em operações do BB nos Estados Unidos. No momento, é CEO da corretora do BB no país, depois de ter sido responsável pelo banco em Miami.

Haui será o quarto CEO da BB Seguridade em menos de quatro anos. E será o terceiro, nesse mesmo intervalo, a assumir a cadeira para completar um mandato não concluído. Em outubro de 2020, Márcio Hamilton Ferreira substituiu Bernardo Rothe para concluir o mandato de 2019 a 2021. E, em junho de 2021, o próprio Assis sucedeu Ferreira para terminar o mandato de 2021 a 2023.

Assis estava em seu segundo mandato, que iria até 2025. À frente da BB Seguridade, Assis teve como principais metas acelerar a digitalização da companhia (com o objetivo de que os produtos tenham arquitetura aberta para se encaixar na oferta de terceiros) e, com isso, diversificar canais de distribuição dos produtos (ainda muito concentrados nas agências do BB). No terceiro trimestre, 15% das vendas foram feitas por canais digitais, ante 13,6% há dois anos. No acumulado do ano até setembro, a empresa teve lucro líquido de R$ 5,8 bi, alta de 32% ante igual período de 2022.

A indicação de Haui para o cargo de CEO e de membro do conselho (também no lugar de Assis) será ainda votada pelos conselheiros. Por enquanto, o CFO e diretor de RI da empresa, Rafael Sperendio, ocupa o posto de CEO de forma interina.

Fonte: Pipeline

Os bancos públicos devem crescer mais do que os privados em 2024?

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Os bancos públicos devem continuar a crescer mais forte que os pares privados em 2024, de acordo com as previsões de mercado. Banco do Brasil (BBAS3) e Caixa Econômica Federal (CEF), que sustentaram um aumento de dois dígitos nas carteiras de crédito ao longo de 2023, devem manter uma expansão mais forte graças ao perfil dos negócios em que atuam e do maior conservadorismo dos concorrentes do setor privado.

Nos nove primeiros meses do ano, a carteira da Caixa cresceu 11,4% em relação ao mesmo período de 2022, batendo em R$ 1,091 trilhão. No BB, a expansão foi de 10%, para R$ 1,066 trilhão. A título de comparação, o Itaú Unibanco (ITUB4), que também tem mais de R$ 1 trilhão em operações, cresceu 5,7% no mesmo intervalo.

“Acredito que no primeiro semestre, o ‘W.O.’ (expressão típica dos esportes, quando o rival não aparece para a disputa) deve continuar, pelo menos em linhas direcionadas, e o mercado deve vir com mais parcimônia [que nós]”, afirma o vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, Marcos Brasiliano. Foi uma modalidade direcionada, o crédito imobiliário, que garantiu a “largada” do banco em 2023, com crescimento de 14,6% até setembro.

O vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos do BB, Felipe Prince, diz que o mercado tende a crescer mais no próximo ano, ainda que de forma mais tímida que no período da pandemia. O banco, segundo ele, se beneficia por ter mantido o apetite de risco ao longo de 2023. “O que fizemos foi selecionar os mercados com melhor retorno ajustado ao risco”, afirma o executivo.

Com capital aberto, o BB deve divulgar apenas em fevereiro as expectativas de crescimento da carteira em 2024. Entretanto, tem sinalizado que pode crescer um dígito porcentual alto ou dois dígitos baixos em relação a 2023.

Fatores

A manutenção do apetite de Caixa e BB ao longo do ano se originam de alguns fatores. Primeiro, os dois bancos têm como principais carteiras mercados que têm garantias e inadimplência mais baixa, o imobiliário e o agrícola. Nos bancos privados, há uma maior presença de linhas de financiamento ao consumo, que têm maior risco.

Matheus Amaral, analista do Inter, afirma que a liderança dos dois bancos nessas linhas ajuda a explicar porque eles mantiveram o apetite enquanto os bancos privados restringiram as torneiras.

O BB tem mais da metade do mercado no crédito agrícola, que tem crescido junto com a produção rural no País. A Caixa detém quase 70% do crédito imobiliário, uma liderança que tem aumentado desde o ano passado. “É mais uma questão de o mercado desacelerar e esses bancos manterem o ritmo de concessão”, diz.

No começo do ano, o mercado esperava que os dois bancos crescessem de forma mais acelerada em 2023 após a troca de governo, dado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é favorável à expansão da presença das instituições públicas no mercado de crédito.

O vice-presidente e analista sênior da Moody’s, Alexandre Albuquerque, afirma que a expansão encontra bases técnicas no balanço dos bancos. “Os bancos públicos estão em uma posição melhor em relação a capital, que continua a ser acima dos pares privados, e esse é um fator que auxilia nesse crescimento”, diz. Outro ponto positivo, segundo ele, é o acesso a fontes de financiamento baratas – a poupança, no caso da Caixa, e depósitos à vista e judiciais, no do BB.

Uns foram, os dois ficaram

Brasiliano, da Caixa, afirma que em momentos de juro alto os bancos privados tendem a reduzir as concessões em carteiras como a do crédito imobiliário, que tem um prazo longo e margens mais baixas. “A carteira cresce nesse patamar acima de dois dígitos muito mais pela ausência do mercado competindo nessas duas linhas que fazemos bastante [habitação e infraestrutura]. Fazemos praticamente 100% do orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)”, afirma.

Prince, do BB, diz que o banco não mudou a estratégia de concessão de crédito em 2023. “Concentramos o crescimento em linhas mais rentáveis, com melhor retorno ajustado ao risco e que estavam crescendo, não é contracíclico”, afirma o executivo.

Além do crédito rural, a instituição observou crescimento próximo a dois dígitos em linhas não direcionadas, como o consignado, que subiu 8,9% em setembro em relação ao mesmo período do ano passado. O vice de Controles e Riscos diz que o banco conseguiu ganhar espaço no consignado para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) diante do menor custo de operação.

Com as reduções no teto de juros da modalidade pelo governo, os bancos privados reduziram as concessões do produto, alegando que as taxas não cobrem os custos. No caso do BB, a origem é feita majoritariamente por meio da rede própria, sem correspondentes, que formam um fator de custo importante para os rivais. “Estruturalmente, o nosso consignado INSS é menos custoso que os dos outros bancos”, afirma Prince.

Fonte: eInvestidor

Em 2023, BB e BNDES viabilizaram R$ 3,5 bi em programas de investimento

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Em 2023, reafirmando o compromisso com o desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda, o Banco do Brasil desembolsou recursos da ordem de R$ 3,5 bilhões no âmbito dos programas de investimentos do BNDES – incremento expressivo em relação aos R$ 154 milhões aplicados em 2022. Cerca de 1/3 desses recursos foi direcionado para produtores rurais e cooperativas e o restante para as micro, pequenas, médias e grandes empresas.

Tal crescimento nos financiamentos para o setor produtivo e ampliação no acesso ao crédito é fruto da revisão, pelo BB, de estratégias, ênfase de atuação e melhorias de processos e produtos, além do fortalecimento da parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para atendimento das empresas, o BB financia, nas linhas de BNDES Automático e de Finame, obras para implantação, ampliação e modernização de empreendimentos, além da aquisição de máquinas, equipamentos, ônibus, caminhões, itens de informática e automação, sistemas industriais e bens industrializados utilizados na atividade econômica. Destaca-se também a atuação do Banco do Brasil no Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI PEAC), na modalidade de garantias, possibilitando a ampliação do acesso ao crédito para microempresários individuais, micro, pequenas e médias empresas.

Já para o agronegócio e agricultura familiar, o BB financia, dentre outras finalidades, a aquisição de máquinas/equipamentos agrícolas, a implantação, ampliação ou modernização de sistemas de irrigação e de armazenagem, a recuperação de pastagens degradadas e a implantação e melhoramento de sistemas de plantio direto e utilização de fontes renováveis de energia, valendo-se das linhas e programas do BNDES como o Moderagro (Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais), Moderfrota (Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras), Renovagro (Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis) e Inovagro (Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária).

Para Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil, “a parceria com o BNDES viabiliza a atuação conjunta das duas instituições na oferta de recursos para investimentos em empresas brasileiras de diversos segmentos e tamanhos, incluindo aquelas ligadas ao agronegócio, tanto para o pequeno quanto para o médio e grande produtor. Dessa forma, estimulamos a inovação e contribuímos para o desenvolvimento econômico e social de todo o Brasil”.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destaca que “essa atuação conjunta do BNDES e do BB fortalece o espírito público das instituições, contribuindo diretamente para ampliar o crédito aos empresários, empreendedores e produtores rurais, e proporcionando condições favoráveis para impulsionar um ciclo de crescimento sustentável da agenda de investimentos do país”.

O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage, ressalta que “o estímulo à contratação de operações de financiamento em parceria com o BNDES demonstra o compromisso do BB na oferta de condições atrativas de crédito, com agilidade e conveniência. Para 2024, a expectativa é ampliar ainda mais o volume de recursos aplicados, reforçando a parceria e viabilizando o suprimento da demanda de crédito, em linha com o nosso propósito de ser próximo e relevante na vida dos clientes em todos os momentos e onde eles estiverem”.

Fonte: Banco do Brasil

BB tem “combinação rara”, diz Alaska, com visão construtiva para ação

Publicado em: 10/01/2024

Embora seja um papel que possui mais riscos de ingerência política no radar por ser uma estatal, há quem defenda que as ações do Banco do Brasil (BBAS3) detêm uma “combinação rara” neste momento, com valution (preço) baixo e bons dividendos.

A visão mais construtiva para as ações da estatal foi compartilhada por Henrique Bredda, sócio-fundador e gestor da Alaska Asset Management, ao Outliers, da XP, desta semana. O episódio marca a volta do executivo a entrevistas públicas após meses de “ostracismo”.

“O ROE [retorno sobre patrimônio líquido] oferecido pelo Banco do Brasil está há uns trimestres sendo o melhor do setor inteiro. É uma empresa que não deve ter tanto crescimento, mas que tem um crescimento respeitável. É um nome bom e que ainda é mal visto”, afirmou Bredda.

No terceiro trimestre, o ROE do banco ficou em 21,3% — estável em relação ao 2T23. O percentual ficou ligeiramente acima dos 21,1% registrados pelo Itaú e dos 11,3% apresentados pelo Bradesco no mesmo período.

Bredda ganhou fama no passado por ter obtido grandes lucros nos fundos com uma posição acertada em Magazine Luiza (MGLU3). Mas, se deparou com perdas severas na crise de 2020, ano em que o fundo Alaska Black BDR tombou 45% e a casa viu uma fuga de investidores.

No acumulado de 2023, alguns dos principais fundos da casa, como o Alaska Institucional e o próprio Alaska Black BDR, apresentaram retornos de 35,56% e 58,74%, respectivamente. No mesmo período, o Ibovespa avançou 22,28%.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil convoca assembleia para votar desdobramento de ações

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O Banco do Brasil (BBAS3) convocou uma assembleia geral extraordinária (AGE) para 2 de fevereiro, para votar o desdobramento de ações na proporção de 1 para 2. O movimento já havia sido anunciado pelo banco no início do mês passado, mas a AGE ainda não havia sido marcada.

Segundo o BB, a operação aumenta a quantidade de ações em circulação, e por consequência na mão dos investidores. Isso não altera a participação percentual de nenhum acionista, uma vez que todos recebem a mesma quantidade.

Ontem, a ação do BB encerrou o pregão cotada a R$ 54,76. Se o desdobramento ocorresse nessa data, cada ação passaria a valer R$ 27,38.

“O desdobramento promoverá ajuste na cotação das ações do banco negociadas na B3 (BBAS3), medida que poderá resultar no aumento da liquidez do papel, tornando-o mais acessível, principalmente aos pequenos investidores”, diz o banco na proposta da administração para a AGE.

Na semana passada a ação do BB renovou seu recorde histórico, a R$ 55,39, superando a máxima anterior, de R$ 55,18, atingida em 4 de julho de 2019.

Fonte: Valor Investe

Ação da BB Seguridade promete Retorno de até 12% em Dividendos para 2024

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A BB Seguridade, braço de seguros do Banco do Brasil, foi apontada como a ação mais favorável para investimentos, acumulando nove recomendações de especialistas. Espera-se que a empresa gere um retorno com dividendos, conhecido como “dividend yield”, que varia de 9% a 12% no ano de 2024.

De acordo com Guilherme Tiglia, sócio e analista da Nord Research, um dos maiores atrativos da BB Seguridade é a sua associação com o Banco do Brasil. Isso concede à seguradora uma vantagem competitiva, permitindo que as agências, a internet e outras plataformas do banco sejam usadas para a venda dos seguros.

Além disso, a BB Seguridade é reconhecida pela sua forte presença no segmento agro e na parte de previdência. No longo prazo, Tiglia acredita que a BB Seguridade “é a melhor opção e a que deve ter resultados mais consistentes”.

Sérgio Neto, analista de ações da Capitalizo, ressaltou ainda que, mesmo que o resultado financeiro da BB Seguridade possa ser mais fraco em 2024, a empresa tem apresentado crescimento em outras áreas, como a de previdência e capitalização.

Retorno em dividendos e riscos

A BB Seguridade costuma ter uma previsibilidade nas suas remunerações e paga dividendos semestralmente, geralmente em fevereiro e agosto. Nos últimos anos, a empresa distribuiu 70% ou mais do seu lucro em dividendos.

Enquanto isso, o analista-chefe de ações do Simpla Club, Gabriel Bassoto, aponta o aumento da inflação como um risco para a empresa, pois pode diminuir o poder de compra das pessoas e reduzir a procura por seguros. Neto também menciona o fenômeno climático El Niño como um possível entrave ao crescimento do segmento rural da BB Seguridade.

Fonte: BMC News

Previ abre procedimento arbitral contra IRB e pede R$ 10 milhões

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O IRB Re (IRBR3) comunicou novo procedimento arbitral, “cujo objeto é semelhante àquele discutido em outros procedimentos arbitrais envolvendo a companhia”, instaurado pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – Previ – contra a companhia e dois de seus ex-gestores, Fernando Passos e José Carlos Cardoso.

A Previ alega, no requerimento de instauração de arbitragem apresentado em 12 de dezembro de 2023, que as ações da IRB detidas por ela passaram por “desvalorização abrupta desde fevereiro de 2020”. No procedimento, a Caixa de Previdência destaca que o movimento ocorreu após uma suposta “divulgação de informações falsas ou enganosas acerca das informações financeiras elaboradas pela Companhia e da sua base acionária”.

Na ação, a Previ busca indenização por perdas e danos e dá valor a causa de R$ 10 milhões.

Como afirmado pela própria IRB, não é a primeira demanda que tem como objeto a busca por reparação após a movimentação das ações em 2020. Os ex-gestores foram alvo de inquérito aberto na CVM em 26 de maio de 2020, com foco na investigação justamente do período mencionado pela Previ. Em 2021, a CVM conduzia 5 investigações sobre a companhia.

Um dos inquéritos originou processo administrativo sancionador pela “divulgação inverídica sobre a participação da Berkshire Hathaway [companhia do bilionário Warren Buffett] no capital social do IRB”, segundo nota da CVM.

“São acusados os ex-administradores da companhia:

(i) José Carlos Cardoso, por falha em seu dever de diligência ao divulgar informação falsa ao mercado, enquanto era Diretor-Presidente do IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A., sem tomar os devidos cuidados para verificar a veracidade da informação.

(ii) Fernando Passos, por perpetrar a irregularidade de manipulação de preços no mercado de valores mobiliários”, comunica a CVM sobre o procedimento administrativo sancionador instaurado.

Fonte: Infomoney

BB encerra 2023 na máxima histórica na B3, após alta de 76%

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As ações do Banco do Brasil (BVMF:BBAS3) encerraram o ano passado na máxima histórica, de R$ 55,39, fruto de uma alta de 76% ao longo do ano. Após a valorização, o banco está propondo aos acionistas desdobrar cada ação em duas, sem alteração do capital social, o que também dividiria a cotação e tornaria os papéis mais acessíveis a pequenos investidores. A assembleia geral extraordinária que votará a proposta de desdobramento foi marcada para o dia 2 de fevereiro.

A alta das ações do banco público foi a maior entre os grandes bancos brasileiros que têm capital aberto. Questões como a rentabilidade acima de 20% em um ano desafiador para os bancos de varejo, o crescimento da carteira de crédito a dois dígitos e a inadimplência abaixo dos pares impulsionaram os papéis.

Os resultados reduziram os temores do mercado com possíveis guinadas na estratégia do banco com a mudança do governo, dado que a União é a controladora do BB. A presidente do banco, Tarciana Medeiros, e os demais membros do comitê executivo que ela formou são funcionários de carreira do conglomerado.

O governo federal detém pouco mais de 50% das ações do BB, enquanto 49,6% dos papéis estão em livre circulação no mercado, e outros 0,4% correspondem às ações que o banco mantém em tesouraria. Em setembro do ano passado, 25,5% do capital estava com investidores estrangeiros, e 24,1%, com acionistas minoritários locais, segundo o BB.

“A valorização recorde representa não apenas um marco financeiro, mas também reflete a confiança e percepção positiva dos investidores em relação à performance do BB”, diz Medeiros, em nota. “Saltos como esse deixam evidente que o trabalho e dedicação do banco são determinantes para o feito, materializado em resultados concretos, entregas relevantes e estratégias valiosas que o mercado entende que vão suportar o desenvolvimento sustentável do BB e de seus resultados ao longo do tempo.”

O vice-presidente de Gestão Financeira e Relação com Investidores, Geovanne Tobias, afirma que a comunicação transparente e clara sobre a estratégia do banco é fundamental.

“É por meio do relacionamento próximo que o banco apoia a realização dos objetivos dos clientes e impulsiona a economia do Brasil”, diz ele. “Assim são construídos resultados robustos e o ciclo se fecha com a comunicação tempestiva e fluida ao mercado, transmitindo a confiança que o investidor precisa para virar acionista do BB, comprando BBAS3 código dos papéis na Bolsa.”

Fonte: Investing

Como Tarciana Medeiros liderou o BB a um lucro recorde em 2023

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Em novembro de 2022, Tarciana Medeiros, então gerente-executiva do Banco do Brasil, foi chamada para uma conversa com o presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. “Falamos sobre minha carreira, das questões salariais, crédito, a gestão do banco, exportação de grãos, linhas de crédito”, conta.

A executiva discorreu tranquilamente por esses assuntos por conta de sua experiência no BB. “Trabalhei na diretoria de empréstimos, na seguridade e na diretoria de clientes. Ganhei uma visão sobre todas as áreas e números do banco, então, já tinha conhecimento.”

Foi só no dia seguinte, quando a paraibana ouviu os rumores de que havia nomes de colegas sendo cotados para a presidência do BB, que percebeu o que havia acontecido naquela reunião. “Foi aí que me dei conta de que eu tinha feito uma entrevista de emprego.”

Em janeiro, Tarciana Paula Gomes Medeiros foi anunciada como a primeira presidenta da instituição em 214 anos, uma das maiores empresas de capital aberto do mundo. Funcionária de carreira, começou como estatutária em uma agência do Banco do Brasil na Bahia há 22 anos.

Duas décadas mais tarde, chega à presidência pulando um degrau na hierarquia – não passou pela vice-presidência. E, nesse primeiro semestre sob sua liderança, mais uma vez o banco conseguiu um resultado recorde: o lucro líquido de R$ 17,3 bilhões está 19,5% acima do total do mesmo período do ano passado.

Para além dos resultados financeiros – sem dúvida, essenciais –, a profissional traz um ar de contemporaneidade para a instituição bicentenária. Negra, nordestina, lésbica e ex-feirante, Tarciana tem a ideia de usar a diversidade como caminho para ampliar negócios.

Uma de suas primeiras iniciativas foi investir mais na comunicação dos produtos do banco para empreendedoras. “Entre as pequenas e microempresas, descobrimos que mais da metade tinha mulheres na estrutura societária e reforçamos a orientação de investimento para elas”, diz. Em poucos meses, aumentou em 20% a tomada de crédito por empresas com liderança feminina. “Para mudar, você só precisa de alguém que tenha essa visão ampliada.”

A amplitude no olhar de Tarciana Medeiros trouxe diversidade também para a alta liderança do banco. “O exemplo arrasta. Quando uma mulher conquista sua autonomia e independência, ela mostra para outras que isso é possível”, ensina.

E assim, arrastou com ela três mulheres para a vice-presidência do BB e um homem preto para a cadeira de CEO do BB Asset Management, uma das maiores gestoras de ativos do mundo. “Essas pessoas já estavam ali, e já estavam prontas. Só precisavam ser vistas.”

Fonte: Forbes

BB, Embrapa e CCGL assinam acordo de cooperação pela sustentabilidade

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O Banco do Brasil, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) firmaram acordo de cooperação no dia 19 de dezembro, para fomentar o desenvolvimento e a adoção das boas práticas de manejo em produção de grãos, de forma a incentivar a sustentabilidade e a beneficiar agricultores familiares.

Pelos termos do acordo, haverá disseminação de conhecimentos e assistência técnica estruturados e a viabilização de estratégias para recuperação de áreas degradadas, buscando melhoria da qualidade física, química e biológica dos solos e redução dos riscos na atividade dos produtores rurais. Além disso, a cooperação também prevê soluções financeiras e de crédito para a implementação dos projetos de investimento associados a essas iniciativas.

Todas essas medidas estão alinhadas com o recente programa do Governo Federal de conversão de áreas degradadas para sistemas de produção agropecuárias e florestais sustentáveis, contribuindo para o aumento da produção, a segurança alimentar, a preservação do meio ambiente, e a resiliência climática, entre outros benefícios para o país.

A cerimônia de assinatura foi realizada no evento Embrapa 50 anos: Ciência e Governo unidos pela sustentabilidade e inclusão produtiva no campo, que reuniu na sede da Embrapa, em Brasília, autoridades do Governo Federal e a diretora-presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, além de dirigentes de organizações do setor agropecuário.

O Banco do Brasil foi representado por Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, para quem “a parceria reforça o protagonismo histórico do BB e da Embrapa em atuações conjuntas na viabilização de soluções inovadoras para a inclusão produtiva e a sustentabilidade na agropecuária do Brasil.”

Para Silvia Massruhá, “o acordo de cooperação formalizado para recuperar áreas degradadas com produção sustentável de alimento é o início de um grande movimento nacional para expandir a produção agropecuária sem a derrubada da floresta nativa”.

“O estímulo à agricultura familiar é uma das prioridades de nossa gestão. A parceria com a Embrapa é mais uma demonstração desse compromisso”, afirma a presidenta do BB, Tarciana Medeiros. “Ao apoiar os agricultores familiares, que em sua maioria são pessoas pretas ou pardas, que produzem os alimentos que estão nas mesas das pessoas todos os dias, contribuímos diretamente para melhorar a segurança alimentar da nossa população”, acrescenta.

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, celebrou a assinatura do acordo. “É importante que a tecnologia avançada chegue aos produtores rurais, através de um ambiente de assistência técnica e extensão rural, e os novos convênios assinados veem com esse grande desafio”, disse.

Fonte: Banco do Brasil

Sebrae e BB planejam ações conjuntas para 2024 em Rondônia

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O final de 2023 marcou mais uma importante etapa para o fortalecimento dos pequenos negócios. No final do ano passado, o Sebrae Rondônia e o Banco do Brasil articularam uma série de ações conjuntas que devem ser colocadas em prática já neste novo ano que se inicia.

“No dia 23 de novembro, estiveram reunidos a liderança do Banco do Brasil em Rondônia e a equipe da Superintendência do Sebrae RO, para alinharmos proposições e formas de atuação para 2024. Onde clientes em comum poderão ter um atendimento mais customizado e assertivo, com a junção dos portfólios de solução destas instituições”, declarou o diretor-superintendente do Sebrae em Rondônia, Clébio Billiany de Mattos.

Conforme exposto durante o encontro, este com certeza foi o pontapé inicial de uma parceria que busca trazer novas oportunidades para todo o estado de Rondônia.

“É de suma importância que instituições históricas, como o Banco do Brasil, com 215 anos, e o Sebrae, a 6ª marca mais importante do país, unam suas equipes e transformem estas mentes pensantes em agentes de desenvolvimento econômico. Seja para as micro e pequenas empresas, produtores rurais, ou mesmo para os municípios, que se tornaram nossos clientes por meio do projeto Cidade Empreendedora”, ressaltou o diretor-superintendente do Sebrae RO.

Presentes ao encontro realizado na sede da Superintendência do Banco do Brasil em Porto Velho, estiveram Italo Fabrício Xavier e Silva, Superintendente Regional do BB em Rondônia, Alexsandro Amaral da Rocha, gerente geral do Escritório de Setor Público do BB em Rondônia, Paulo César Barbosa, gerente de Relacionamento Empresa do BB, Jefferson Torres Cunha, gerente de Relacionamento Setor Público do BB. Acompanhando o diretor superintendente do Sebrae em Rondônia, também participaram do encontro o gerente da Unidade de Articulação institucional, Emerson Pinduka e a assessora da Superintendência, Fabiana Riva.

Para mais informações sobre as ações do Sebrae, basta acessar o site www.sebrae.ro ou ligar gratuitamente para 0800 570 0800. Ou ainda acessar o Sebrae pelas redes sociais: Instagram, Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube (@sebraero).

Fonte: Agência Sebrae de Rondônia

BB é primeiro a incluir consórcios no ecossistema do Open Finance

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O Banco do Brasil disponibilizou a opção de contratação de consórcios debitando o valor da primeira parcela em contas mantidas em outras instituições financeiras. A solução inovadora é a primeira do País. Todo o processo de contratação do consórcio acontece no Aplicativo BB. Basta o cliente possuir também o App da instituição de onde será realizado o débito habilitado e as senhas de acesso ativas, para confirmação da operação, tudo em uma única jornada.

A solução foi viabilizada pelo BB Pay, uma solução Banco do Brasil que facilita a jornada de pagamentos e recebimentos para clientes e empresas coligadas do BB, a partir da integração da estrutura de iniciação de transação de pagamento (ITP), que faz parte do ecossistema Open Finance, ao sistema de checkout da BB Consórcios.

O diretor executivo da administradora BB Consórcios, Pablo Favoretto, acredita que essa novidade reforça o papel do BB como acelerador da transformação digital. “Os nossos clientes contam com um aplicativo completo que proporciona a eles uma experiência cada vez mais positiva. Com a possibilidade de pagar a primeira parcela do seu consórcio via Open Finance, ampliamos as funcionalidades do consórcio, com foco em priorizar a agilidade e a segurança no autoatendimento”, comenta.

Rodrigo Vasconcelos, diretor de negócios digitais do BB, considera que essa entrega tangibiliza os esforços do Banco do Brasil na geração de valor ao cliente a partir do ecossistema Open Finance: “O resultado passa pelo reconhecimento. Temos buscado disseminar a cultura open no conglomerado. Com isso, somos hoje referência nesse mercado, principalmente pela multiplicidade de aplicações, ineditismo das soluções e percepção de valor pelos nossos clientes e mercado”.

Vale ressaltar que a BB Consórcios é a 1ª administradora do Ranking Bacen em volume de carteira administrada, que representa mais de R$116 bilhões (dados Bacen 10/2023).

BB foi eleito banco do ano no Open Finance

O Banco do Brasil foi premiado no Open Summit Awards 2023 como a “Instituição Financeira (S1 e S2) do Ano” em Open Finance. O banco ainda teve dois casos de uso vencedores na premiação, sendo a instituição mais premiada pelo segundo ano consecutivo, neste que é considerado o maior evento de Open Finance do Brasil.

O case Personalização de taxas PJ foi o grande vencedor na categoria “Caso de Uso em Crédito”. A solução utiliza dados Open Finance e inteligência artificial, para oferecer taxas de juros altamente personalizadas em operações de crédito para clientes Pessoa Jurídica, incluindo o setor de agronegócio.

E o vencedor da categoria “Caso de Uso para Pessoa Física” foi o case Minhas Finanças no WhatsApp. É uma solução prática de gestão financeira para os clientes do BB, que podem consultar saldos, gastos categorizados, visualizar seu planejamento financeiro e movimentações financeiras, não apenas as do Banco do Brasil, mas também de outras instituições financeiras vinculadas via Open Finance, no aplicativo de conversas mais utilizado pelos brasileiros.

O Banco do Brasil tem um histórico de pioneirismo e lideranças no Open Finance. Foi a única empresa brasileira listada no ranking global “Empresas que lideram o progresso do Open Finance” no mundo, em 2022.

Principais marcas do BB no Open Finance:

•    1º banco da América Latina a fazer uma operação estruturada de Open Banking, em junho de 2017, com lançamento do Portal do Desenvolvedor (developers.bb.com.br)
•    1º banco a estabelecer uma parceria de Open Banking negocial no Brasil, em agosto de 2017
•    1ª instituição a oferecer a jornada do consentimento completa no Open Banking regulatório em todos os canais (agosto de 2021)
•    1º grande banco habilitado a operar como iniciador de pagamentos (abril de 2022)
•    1º banco do mundo a disponibilizar a jornada do consentimento do Open Finance no WhatsApp BB (61 4004-0001) (agosto de 2022)
•    1º banco a disponibilizar aos clientes a transferência de recursos de outros bancos via Pix, sem sair do aplicativo BB
•    1º banco a inserir investimentos no ecossistema Open Finance, com a aplicação em Fundos usando o saldo de outros bancos (novembro de 2022)
•    1º banco a utilizar os dados Open Finance na simulação e contratação de portabilidade de empréstimos para os clientes no App (junho de 2023)
•    1º banco a lançar o agregador financeiro (PFM) Minhas Finanças no WhatsApp (agosto de 2023).

Fonte: Banco do Brasil

TRT-RS decide que gerentes do BB têm direito à jornada de seis horas

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A 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) decidiu que bancários que atuam na função de “gerente de serviço” no Banco do Brasil têm direito à jornada de trabalho de seis horas diárias e 30 horas semanais. A decisão abrange empregados do BB de Lagoa Vermelha, David Canabarro, Ibiaçá e Sananduva, cidades localizadas no Rio Grande do Sul.

O banco já havia sido condenado em primeiro grau a pagar a 7ª e a 8ª hora de trabalho realizadas pelos gerentes de serviço como horas extras, com adicional de 50% e reflexos em outras parcelas. A sentença foi concedida pelo juiz Adair João Magnaguagno, titular da Vara do Trabalho de Lagoa Vermelha, após o magistrado concluir que os gerentes de serviço não detém efetivamente a autonomia ou confiança necessária para serem enquadrados na carga horária de oito horas, como vinha sendo exigido pelo BB. Inconformado, o banco interpôs recurso ordinário para contestar a decisão.

Primazia da realidade

O relator do acórdão da 3ª Turma, desembargador Alexandre Corrêa da Cruz, concordou com a decisão do primeiro grau, baseando-se no princípio da primazia da realidade. O princípio define que em uma relação de trabalho o que realmente importa são os fatos que ocorrem, mesmo que algum documento formalmente indique o contrário. Assim, vale mais a realidade, do que o que está formalizado no contrato.

O desembargador observou que, na estrutura organizacional do banco, o gerente de serviço ocupa uma posição hierárquica superior aos caixas e demais empregados do serviço de atendimento ao clientes. No entanto, na prática, essa posição não é suficiente para caracterizar a “fidúcia” (confiança) diferenciada, necessária para o enquadramento dos bancários na exceção do § 2º do art. 224 da CLT, que dispõe sobre a duração do trabalho desses empregados.

“Em diversas passagens dos dois depoimentos constantes dos autos, há registros de que gerentes de serviços ocupam nível similar aos gerentes de relacionamento, e de que ambos estão subordinados ao gerente geral da agência, o real titular da fidúcia antes referida. Embora o recorrente sustente a tese de possuir o gerente de serviços poderes de representação do banco, a prova oral indica o contrário, pois apenas o gerente geral detém a procuração para tanto”, observou.

O magistrado também acrescentou que, apesar de participarem do comitê de crédito das agências, os gerentes de serviços detêm atribuições essencialmente administrativas, como o abastecimento de terminais eletrônicos, o controle de férias e de registros de horários dos caixas, e controle de material da agência, circunstâncias que não favorecem a tese defendida pelo BB.

Por unanimidade, os desembargadores indeferiram o recurso do Banco do Brasil e mantiveram a decisão do primeiro grau. Cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Bauru e região

O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região tem diversas vitórias semelhantes a essa. Para mais informações sobre ações de 7ª e 8ª horas, entre em contato com o Departamento Jurídico: (14) 99868-4631 e (14) 99867-8667.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Bauru e Região

Funcionários do Banco do Brasil no aguardo da nova tabela do PIP

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Os funcionários do Banco do Brasil, associados à Previ, ainda aguardam a aprovação das mudanças no critério de cálculos da PIP (Pontuação Individual do Participante). Depois de o BB ter concordado, em setembro de 2022, em revisar a metodologia de cálculo, e ter apresentado, em outubro de 2023, a proposta de alteração, a tabela foi aprovada na diretoria e no Conselho Deliberativo da Previ e agora resta a direção da empresa aprovar a implementação.

O pedido de mudança é uma reivindicação antiga dos trabalhadores. Desde 1998, quando o plano Previ Futuro foi criado, não houve alteração da metodologia de cálculo, apesar de várias mudanças nos planos de cargos e salários.

Ao implementar a alteração, mais trabalhadores poderão somar mais recursos à aposentadoria, uma vez que a PIP impacta na contribuição adicional, conhecida como 2B. Ela pode variar de 1% a 10% do salário de participação dos associados do Previ Futuro (à medida que ocorre a evolução na carreira), com o BB contribuindo com o mesmo percentual que o participante.

Da forma que a PIP é atualmente, somente executivos com altos salários têm conseguido obter 10% na parte 2B.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia

Cassi inicia processo para Eleições 2024; chapas devem se inscrever até o dia 22

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A CASSI terá eleições para diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e para novos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal. O período de inscrição das chapas inicia dia 3 de janeiro de 2024 e segue até as 18h do dia 22 de janeiro.

Buscando maneiras mais eficientes e sustentáveis de disponibilizar o conteúdo informativo, a CASSI divulgará o boletim em formato digital no hotsite das Eleições 2024 e o enviará por email. Os associados que preferirem receber o material impresso, pelos correios, devem fazer a opção pelo App ou site CASSI de 26 de dezembro de 2023 a 7 de janeiro de 2024.

No App CASSI ou site www.cassi.com.br, após o login, clique na funcionalidade “Opção de boletim”, altere a opção para “Formato impresso” e salve sua preferência.

Acesse todas as notícias, informações e documentos em https://hotsites.cassi.com.br/eleicoes2024/index.htm

Ibemf tem cursos para CPA 10 e CPA 20 com desconto de 15% para associado AGEBB

Publicado em: 20/12/2023

Você, associado da AGEBB, quer começar 2024 se preparando para buscar as certificações CPA 10 e CPA 20? Pois ainda há tempo para inscrever-se nas turmas de janeiro do Curso Preparatório Anbima CPA 10 & CPA 20 oferecido pelo Instituto Brasileiro de Estudos para o Mercado Financeiro (Ibemf).

O curso preparatório para o CPA 10 terá aulas nos sábados, dias 6, 13 e 20 de janeiro. O de CPA 20 ocorrerá também aos sábados, nos dias 6, 13, 20 e 27 de janeiro. Em ambos as aulas acontecem das 8 às 14 horas.

Para o curso do CPA 10 o custo é de R$ 597,00, enquanto o do CPA 20 sairá por R$ 997,00. Ambos podem ser pagos em até seis parcelas, sem juros. Associado da AGEBB ganha 15% de desconto.

O Ibemf atende bancos, corretoras de valores e câmbio, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, gestoras e administradoras de fundos, empresas de crédito, administração e consultoria. Para ganhar o desconto como associado da AGEBB, acesse o site ibemf.org.br, escolha o curso e entre em contato pelo Whatsapp (21) 98024-1660. Daí, informe ao atendimento o código “AGEBB15”.

Nossa AGEBB será ainda maior e melhor em 2024

Publicado em: 19/12/2023

Adriano Domingos*

Estamos chegando ao final de mais um ano, desafiador como tantos outros, com muitas conquistas e algumas metas ainda não alcançadas também. Dentro de mais alguns dias, entraremos em 2024 e, espero, que seja uma temporada de boas notícias para nosso BB (com registros históricos em seus
lucros como foram em 2023) e ainda mais para os nossos associados, da ativa e aposentados.

O ano que se encerra foi particularmente especial porque, assim como já adiantamos meses atrás, conseguimos ampliar o diálogo com as principais entidades representativas do banco. Foi assim, por exemplo, como a Previ, ANABB e a Cassi, onde fizemos nos apresentar com uma organização parceira que está à disposição para atuar no crescimento da instituição e de seus profissionais.

Entre os principais objetivos da AGEBB, desde a sua constituição em 1984, está o de buscar a melhoria da produtividade, o reconhecimento e a ideal valorização dos gerentes e defender os interesses do BB e
suas subsidiárias. A força que o BB transmite ao mercado, porém, não se reflete entre todos os gerentes, uma vez que alguns têm enfrentado um clima de pressão.

Nada contra a instituição buscar a excelência nos resultados, muito pelo contrário. Nós acompanhamos de muito perto cada notícia, sobe-e-desce das ações na Bolsa ou resultado operacional. Cada gerente assumiu a condição de ser líder e principal responsável pelas vendas, créditos, negociações e
atendimento aos clientes nessa corporação, mas é preciso ao banco dar condições e ferramentas mais adequadas para que as metas sejam alcançadas.

Estamos preocupados sim com nossos gerentes associados, por isso mesmo, de forma inédita, promovemos uma campanha do Raio-x da Saúde Mental. É necessário entender e avaliar a pressão existente em cargos de gerência, em relação ao clima organizacional, principalmente no que se refere
à motivação dos liderados. Para tanto, parte-se da afirmativa de que o gestor é um ser humano que tem expectativas, sonhos, problemas e também necessita de apoio.

Notícias boas ou nem tanto fazem parte do dia a dia de qualquer empresa. Acreditamos que o BB pode ser ainda mais forte e lucrativo e nós da AGEBB estamos à disposição para colaborar. Que 2024 seja um
ano ímpar para a empresa, seus funcionários e nossos associados.

*É presidente da AGEBB

Empreendedores 2023/Finanças: Tarciana Medeiros comanda a revolução no BB

Publicado em:

A paraibana Tarciana Medeiros, primeira mulher a comandar o Banco do Brasil em mais de dois séculos de história da instituição, já tem um lugar de destaque garantido na galeria de presidentes na sede do banco, em Brasília. Não só por ser mulher, mas porque também é lésbica, nordestina, negra e defensora das causas LGBT. Mesmo que não seja essa sua função, ela tem simbolizado a revolução pela busca da equidade de gênero, respeito e diversidade no mundo corporativo e no alto escalão do funcionalismo público, predominantemente masculino.

Tudo isso com a chancela do ministro Fernando Haddad e do próprio presidente Lula. “O Banco do Brasil tem 200 anos, e nunca se pensou, nem de longe, em ter uma mulher na presidência”, disse Lula, um ano atrás, ao anunciar a nomeação de Tarciana. “E nós vamos provar que uma mulher pode ser melhor do que muitos homens que já dirigiram o banco.” Bingo. Ela é uma das vencedoras do EMPREENDEDORES 2023, na categoria Finanças.

A fala de Lula, evidentemente, tem peso. Mas os números do BB sob comando de Tarciana falam por si:

  • O banco bateu recorde de lucro nos nove primeiros meses do ano. De janeiro a setembro, a instituição contabilizou lucro líquido de R$ 26,1 bilhões, crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano passado.
  • As ações (BBAS3) subiram impressionantes 59,3%, no acumulado do ano, até 13 de dezembro.
  • Em seu primeiro ano à frente do BB, Tarciana promoveu uma intensa diversificação das receitas e controle dos gastos. O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) chegou a 21,3%, o que representa um índice semelhante ao dos bancos privados.

Não por acaso, em 6 de dezembro de 2023 ela foi eleita uma das mulheres mais poderosas do mundo em ranking divulgado pela Forbes, dos Estados Unidos, e foi a única brasileira indicada.

Tudo isso, na visão de Tarciana, é uma retribuição do Banco do Brasil ao País. “Nossa missão é sermos relevantes na vida dos nossos clientes, em todos os momentos, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil, somando esforços para construir as bases econômicas que estão garantindo um País próspero e sustentável”, disse Tarciana à DINHEIRO.

Essa missão, segunda ela, foi encarada como desafio por demonstrar que é, sim, possível aliar uma atuação pública com a atuação comercial e estratégia corporativa. “E isso tem dado muito certo. Temos mostrado que essa nossa forma de agir gera mais do que resultados: gera verdadeiro valor para a sociedade, que percebe que a atuação do Banco do Brasil faz a diferença em cada local”, afirmou.

Funcionária de carreira da instituição há 22 anos, a executiva mantém como desafio a busca por bons resultados e superação dos desafios — algo que conhece muito bem.

Tarciana iniciou a vida profissional como feirante e foi professora, antes de entrar no Banco do Brasil, em março de 2000. Ela é formada em administração e pós-graduada em Administração, Negócios e Marketing e em Liderança, Inovação e Gestão.

Em 2002, assumiu seu primeiro cargo de gestão. Nos dez anos seguintes, atuou nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste em agências e superintendências do varejo.

Entre 2013 e 2018, passou pela Superintendência Comercial do BB Seguridade. Durante sua atuação no braço de seguros do grupo, ela desenvolveu modelos estratégicos de indução de vendas, apoiados na coordenação e direcionamento do trabalho das equipes de consultores das empresas da Holding BB Seguros.

Na época, a empresa conseguiu se consolidar como uma das maiores da América Latina no segmento. Em 2018, ao deixar a liderança do BB Seguridade, Tarciana capitaneou os processos de pós-venda a pessoas físicas na diretoria de empréstimos e financiamentos do banco.

Além de consolidar papel social do BB em sintonia com o retorno financeiro, Tarciana definiu como missão de transformar o banco em exemplo. “Vivemos em um País que ainda carrega um machismo. Vivi isso em diversas fases da minha vida e isso segue existindo, quando represento o Banco do Brasil em alguns fóruns, por exemplo. Mas temos avançado muito, com trabalho suado, sabe?”, disse Tarciana.

Por isso, o BB lançou novos compromissos públicos em seu planejamento de sustentabilidade. Entre eles, destaque para um avanço na meta de chegar, até 2025, a pelo menos 30% de mulheres em cargos de liderança.

Sob seu comando, o BB tem promovido eventos sobre diversidade, entre eles Conselhos Consultivos, que reúnem representantes do banco e especialistas da sociedade civil para abordar temas sobre:

  • raça e etnias,
  • gênero,
  • gerações,
  • LGBTQIAPN+,
  • pessoas com deficiência e neurodivergências.

Atualmente, há três mulheres em vice-presidências (Varejo, Negócios Digitais e Corporativa). Pela primeira vez na história, o banco tem no Conselho Diretor 45% de mulheres, 22% de pessoas autodeclaradas negras e dois membros autodeclarados do grupo LGBTQIAPN+.

Fonte: IstoÉ Dinheiro