Banco do Brasil: o que esperar para ação com o novo governo em 2023?

Publicado em: 02/12/2022

Nos últimos trimestres, o Banco do Brasil (BBAS3) chegou a apresentar lucros recordes. Além disso, as ações do BB ainda estão em nível acima do registrado no começo deste ano. No entanto, os investidores seguem atentos às possíveis consequências da entrada do novo governo, juntamente com as perspectivas para o Banco do Brasil em 2023.

Fundado em 1808, o Banco do Brasil tem o propósito de “ser próximo e relevante na vida das pessoas em todos os momentos”. Há mais de 200 anos, existiam somente três bancos emissores no mundo quando o então príncipe-regente D. João VI, recém-chegado à colônia – obrigado a deixar Portugal, invadido pelas tropas de Napoleão -, decidiu criar o Banco do Brasil.

O Banco do Brasil foi a primeira empresa listada em bolsa de valores do Brasil. O governo federal é o principal acionista do banco, detendo 50,00000011% do total de ações.

BB registrou lucro recorde neste ano

Nos nove primeiro meses deste ano, o Banco do Brasil reportou um lucro líquido de R$ 22,8 bilhões, o que representa um valor recorde. Somente no terceiro trimestre, o BB registrou lucro líquido ajustado de R$ 8,4 bilhões. Isso equivale a um aumento de 62,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em nota, o Banco do Brasil alegou que o resultado obtido “é reflexo de alavancas que alicerçam a sustentabilidade do seu retorno no longo prazo:

  • o crescimento da carteira de crédito com mix que apresenta um melhor retorno ajustado ao risco;
  • a continuidade da diversificação na linha de serviços, que começa a refletir a monetização de novos modelos de negócios;
  • a disciplina constante na gestão de custos; e a sólida posição de capital”.

Os resultados do Banco do Brasil no 3T22 ficaram acima do previsto pelo mercado. Os analistas do BTG Pactual, por exemplo, afirmaram que a instituição reportou “um lucro surpreendente”.

Após a divulgação do balanço trimestral, o BTG Pactual apresentou recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 50, no relatório que argumentava por que vale a pena investir no Banco do Brasil,.

A XP Investimentos também apresentou recomendação de compra para as ações do Banco do Brasil, com preço justo de R$ 57,00.

A mudança de governo e o BB

Com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, os investidores vêm observando as possíveis consequências do novo governo sobre o Banco do Brasil. Em alguns discursos, o petista indicou que planeja retomar a função social da instituição, com foco em realizar políticas públicas.

Em declaração feita no início de novembro, Lula chegou a desconsiderar a privatização do Banco do Brasil. Segundo ele, “as empresas públicas brasileiras voltarão a ser respeitadas”.

O presidente eleito ainda declarou que “muitas coisas que são consideras como gastos nesse país temos que passar a considerar como investimento”.

Ao Suno Notícias, os analistas da Terra Investimentos, Régis Chinchila e Luis Novaes, afirmam que os dois principais pontos de atenção que preocupam os investidores são o modelo de gestão a ser adotado e a decisão de remunerar os acionistas do Banco do Brasil.

“O governo eleito possui um posicionamento diferente em relação aos dois últimos presidentes sobre as estatais: mais importante do que os resultados, está a função social desempenhada pela companhia, e isso significa que a rentabilidade do banco não está à frente da capacidade de fornecer crédito para setores em desenvolvimento da economia”, comentam.

A equipe de análise observa que o segundo ponto “seria a distribuição dos resultados”. E completam: “O governo eleito deve dar preferência ao reinvestimento dos lucros e limitar os dividendos aos acionistas, pois a distribuição é vista como subaproveitamento do capital”.

Crédito subsidiado por bancos públicos

Durante o governo de Dilma Rousseff, foi observado um alto volume de crédito subsidiado por bancos públicos.

No caso do futuro governo de Lula, a equipe de análise da Terra Investimentos lembra que, durante a campanha eleitoral, o petista afirmou que o vê o Banco do Brasil como um impulsionador de crescimento: “Portanto, o mercado deve imaginar que o banco seguirá essa linha”.

Ele acrescenta: “Talvez o método utilizado não acarrete os mesmos problemas das gestões anteriores, ou sejam parcialmente compensados pelos frutos da gestão atual. De fato, esse é um dos pontos de atenção dos investidores que avaliam o banco.”

O especialista em renda variável da SVN Investimentos, Pedro Queiroz, afirma ao Suno Notícias que “hoje, quando olhamos para o Banco do Brasil, não é uma racionalidade no processo [subsidiar taxas]”.

Ele entende que isso acaba não sendo um risco somente para o Banco do Brasil, apesar de ganhar um market share em um primeiro momento: “Mas é um tipo de crédito que não traz retorno para o banco, e pode trazer certo risco.”

Queiroz afirma ainda que essa possibilidade pode complicar todo o setor, e que outros bancos não conseguiriam competir com o BB subsidiando taxas.

Possíveis impactos nas ações e dividendos do Banco do Brasil

Ao serem questionados sobre possíveis impactos nas ações e dividendos do BB — em função de dúvidas sobre o novo governo e o banco —, a equipe de análise da Terra Investimentos acredita que os próximos trimestres devem ser favoráveis para o BB, “em decorrência ainda dos frutos da atual estratégia”.

Apesar disso, os analistas ressaltam que “os dividendos derivam dos resultados recentes do banco, e esses refletem o modelo de gestão adotado no governo Temer e mantido pelo governo Bolsonaro”.

“Caso haja uma mudança de foco do banco, a rentabilidade deve cair, afetando as ações e dividendos”, ponderam.

Queiroz, da SVN Investimentos, considera que pode existir algum risco. Diz que o carrego de dividendos está impactado para o Banco do Brasil — e principalmente para a Petrobras (PETR4), em virtude da política de capex que se deseja implementar.

Apesar disso, o especialista comenta que, sobre o BB, “é importante avaliar como vai ser essa gestão, e como vai impactar a empresa”.

Logo após a eleição de Lula no segundo turno, o Goldman Sachs atualizou suas estimativas para o BB. Os analistas argumentam que pode existir maior incerteza para a empresa até que haja definição sobre o futuro das políticas públicas.

De qualquer modo, eles não esperam impacto do resultado eleitoral no curto prazo. O Goldman Sachs manteve recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 46.

Em vídeo recente sobre as perspectivas de dividendos para o Banco do Brasil em 2023, o fundador do grupo Suno, Tiago Reis, traçou alguns cenários. Inicialmente, entre o governo Bolsonaro e o governo Lula, ele acredita que os dividendos do Banco do Brasil podem estar na casa de 11-13%.

Como investir em ações do Banco do Brasil?

Quem deseja investir no Banco do Brasil, por meio da compra de ações do banco, ou de outras empresas listadas na bolsa de valores brasileira, precisa abrir conta em uma corretora de valores.

Após essa abertura, será necessário transferir dinheiro para a conta. Por meio destas quantias, a pessoa terá como adquirir os ativos.

O passo seguinte será enviar a ordem de compra das ações do BB. As ações ordinárias do Banco do Brasil são negociadas pelo código BBAS3.

As ações são separadas em dois tipos de lotes: o lote padrão e o lote fracionado. O lote padrão representa um número mínimo de ativos que pode ser comprado. Um lote padrão tem 100 ações.

Já o lote fracionado permite a compra de números menores de ações, entre 1 e 99. Com isso, para adquirir um total menor de ativos, basta inserir a letra F no final do código (BBAS3F, por exemplo, para o Banco do Brasil), com o número de papéis desejado.

Fonte: Suno Research

 

Banco do Brasil impressiona investidor, mas não tira favoritismo do Itaú

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De um lado, o maior banco privado da América Latina, com uma carteira de crédito que terminou o terceiro trimestre de 2022 (3T22) em R$ 1,1 trilhão. Do outro, um banco de sociedade mista, controlado pela União Federal, que conseguiu bater a rentabilidade de seus pares privados no mesmo período.

Dentre os “bancões” listados na B3, Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil ([ativo=BBSA3]) são os mais bem avaliados do momento pelos analistas e receberam elogios parecidos ao longo da temporada de balanços. Mas ainda que o banco estatal tenha sido considerado a maior surpresa positiva do período, ainda não é a primeira escolha da maioria das casas de análise. Por muito pouco.

O BB foi o penúltimo dos grandes bancos a divulgar números do terceiro trimestre. E o mercado ficou admirado com o retorno sobre patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) de 21,8% que a instituição financeira entregou, o maior da temporada.

A euforia com os números foi ainda maior porque os resultados divulgados até aquele momento, de Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4), foram considerados decepcionantes e impactaram negativamente as ações dos dois bancos.

“O Banco do Brasil vem sendo o maior beneficiado pelos juros altos no seu resultado de tesouraria, além de ter uma carteira de crédito que está conseguindo surfar o ótimo momento de desenvolvimento e expansão do crédito agrícola no sistema financeiro nacional”, diz análise da Levante Ideia de Investimentos.

Segurança de banco privado beneficia Itaú

O Itaú pode não ter tido um ROE tão bom quanto o do BB (um pouco abaixo, de 21%), mas foi outro resultado tão celebrado pelo mercado quanto o do banco estatal – ainda que não tenha surpreendido da mesma forma.

“Como os resultados dos últimos trimestres comprovaram, o Itaú é o banco privado mais rentável da Bolsa, sempre apresentando números robustos em suas principais linhas e adotando uma postura mais conservadora em períodos de incerteza”, escreveu a mesma equipe da Levante, que rasgou elogios ao Banco do Brasil.

Os analistas, por fim, concluíram que ITUB4 é o melhor banco para se ter na carteira, levando em conta o cenário econômico projetado para o próximo ano, os riscos e as oportunidades que podem afetar o desempenho do setor.

“Em 2022, o Banco do Brasil tem conseguido reportar resultados ainda mais impressionantes do que os do Itaú, mas vale lembrar que a atual conjuntura favorece o banco estatal. Além disso, diante da mudança de governo no próximo ano, o ideal é esperar para ver quais serão os planos do novo presidente para o BB antes de investir em suas ações”, conclui o relatório da Levante.

Para a XP, os dois nomes têm tendências positivas de resultados e estão descontados em termos de valuation. Porém, ITUB4 é a principal escolha da casa. O Credit Suisse, por sua vez, aparenta tratar ambos os papéis em pé de igualdade, classificando ambos como top pick.

De acordo com a Refinitiv, das 17 casas que analisam o papel BBAS3, duas tem forte recomendação de compra, doze de compra e três com recomendação neutra. A média de preço-alvo é de R$ 55,88.

ITUB4, por sua vez, tem cobertura de 16 casas, com duas recomendações fortes de compra, 10 de compra e quatro neutras. A média de preço-alvo é R$ 33,23.

Uma das casas com avaliação neutra sobre Banco do Brasil é a Eleven Financial, mesmo vendo o papel como o mais descontado do setor. Carlos Daltozo, head de research, elogia os fundamentos do BB, mas explica que não há indicação de como deve ser a gestão do banco no próximo governo.

“O Banco do Brasil apresentou resultados fortes, superior ao que se esperava, mas o direcionamento estratégico do banco não está claro”, afirma.

Daltozo explica que o BB conseguiu recuperar a perda de rentabilidade da época em que financiava empresas como Sete Brasil e Odebrecht, fechando o gap em relação a seus pares privados. Mas o uso dos bancos públicos na próxima gestão de Lula é uma incógnita.

“Se tivéssemos certeza de que a estratégias de boas práticas do banco será mantida e, principalmente, o mix da carteira, que vem apresentando uma melhora, provavelmente a nossa visão seria diferente”, conclui Daltozo.

Fonte: Infomoney

 

Valor de mercado dos bancos ainda é menor do que em 2019

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Os quatro maiores bancos listados na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) valem 62% do valor de mercado registrado em 2019. No fechamento de 4ª feira (24.nov.2022), a quantia era de R$ 590,6 bilhões contra R$ 951,9 bilhões no pré-pandemia.

O levantamento foi feito pelo analista Einar Rivero, da TradeMap, e enviado exclusivamente ao Poder360. Considera os números do BB (Banco do Brasil), Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil. Os valores são trimestrais, do 1º trimestre de 2010 até o fechamento de 4ª feira (24.nov.2022).

O valor de mercado nominal do 4º trimestre de 2019 foi o pico registrado na série histórica. De lá para cá, o mais próximo que os 4 maiores bancos fecharam foi no 4º trimestre de 2020, quando somaram R$ 796,1 bilhões em valor de mercado.

Desde o 4º trimestre de 2019, os bancos desvalorizaram R$ 361,3 bilhões, o que corresponde a uma queda de 38%. O valor de mercado das instituições caiu R$ 77,7 bilhões do 3º trimestre de 2022 até o fechamento de 22 de novembro.

RETORNO SOBRE PATRIMÔNIO

O BB registrou o maior retorno sobre o patrimônio líquido entre os bancos do Brasil, Estados Unidos e das empresas do setor listadas em Nova York, segundo o levantamento. Foi de 19,68% em 12 meses até o 3º trimestre de 2022.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) é calculado pela divisão do lucro líquido pelo patrimônio líquido. Serve para medir o retorno total em ganho financeiro em relação ao patrimônio.

Ao considerar os 4 maiores bancos do Brasil, a mediana do retorno sobre o patrimônio líquido foi de 19,09%, o maior desde o 4º trimestre de 2019. Os dividendos e pagamento de juros de capital próprio dos bancos brasileiros caíram de R$ 12,8 bilhões no 3º trimestre de 2021 para R$ 8,8 bilhões no mesmo trimestre de 2022.

LUCRO DOS BANCOS

O lucro líquido nominal das instituições financeiras subiu 13,7% no 3º trimestre de 2022 em relação ao mesmo período de 2021. Mais de 33,4% do total foi do Banco do Brasil.

O Banco do Brasil registrou o maior lucro nominal da história entre os bancos de capital aberto do Brasil. Somou R$ 8,1 bilhões no 3º trimestre, alta de 75,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

Mas o valor não entra no top 10 de maiores lucros líquidos reais –quando considerada a correção pela inflação. O recorde foi em 2013, também do Banco do Brasil. No 2º trimestre de 2013, teve lucro de R$ 12,8 bilhões, em valores corrigidos até setembro.

Fonte: Poder 360

Broto disponibiliza informações de clima e balanço hídrico

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Em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o Banco do Brasil disponibiliza informações de clima e balanço hídrico na Plataforma Broto (broto.com.br).

A partir da seleção do município, é possível localizar dados como temperatura, precipitação, radiação, velocidade do vento, ponto de orvalho, nascer e pôr do sol, previsão climática para os próximos dias, além do balanço hídrico para o tipo de solo selecionado.

Esse serviço é fundamental, pois o clima é um fator de incerteza para o produtor rural e o seu acompanhamento é decisivo para o sucesso dos empreendimentos agropecuários.

Além disso, a informação de balanço hídrico auxiliará o produtor rural a monitorar a quantidade de água disponível no solo, ajudando-o a controlar a irrigação ou planejar manejos para a evolução vegetativa da lavoura.

O Banco do Brasil e o INMET celebraram, em outubro de 2019, um Acordo e Cooperação Técnica para desenvolvimento de soluções envolvendo dados climáticos. A partir desse acordo trabalharam em conjunto para desenvolver novas soluções junto ao Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro), que tem como objetivo apoiar usuários do setor agrícola em suas tomadas de decisão, auxiliando no planejamento e manejo agropecuário.

“Essa parceria é mais um passo do INMET para encontrar valor na financeirização dos dados meteorológicos. A união com o Banco do Brasil é uma construção importante. As ações dessa parceria são só um primeiro passo de um projeto que pode gerar valor para o produtor rural brasileiro a partir dos dados meteorológicos”, disse o diretor do INMET, Miguel Lacerda.

Para Antonio Chiarello, Diretor de Agronegócios do BB “a parceria com o INMET/Mapa. A amplia o desenvolvimento de soluções voltadas para disseminação de informações e dados aos produtores rurais, contribuindo positivamente para os processos de acompanhamento e gestão de todas as etapas do ciclo de produção”.

Rogério Pio, executivo do Broto, diz ser “um privilégio para a plataforma disponibilizar essa importante solução aos produtores rurais brasileiros”. O propósito do Broto é reunir, em um só lugar, tudo que o produtor precisa para gerir o seu negócio e tomar boas decisões no dia a dia.

“Dessa forma, é essencial disponibilizar dados confiáveis sobre clima, evapotranspiração, balanço hídrico e o armazenamento de água do solo. Esse recurso, somado às nossas soluções de loja virtual (produtos e serviços), crédito, seguros, cursos e notícias, torna nosso ecossistema cada vez mais completo e robusto, gerando efetivamente valor à atividade agropecuária”, avalia Pio.

Fonte: Banco do Brasil

 

Revisão da Tabela de Contribuições do Economus Futuro

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Conforme definido em seu regulamento, o plano Economus Futuro adota a dinâmica de revisão trimestral do valor da cota, que forma a tabela de contribuições por faixa etária. Essa revisão tem como objetivo o acompanhamento dos resultados do plano, considerando o volume de despesas, o ingresso de beneficiários e o montante do capital sob risco.

Após dois trimestres consecutivos em que os resultados foram positivos e as revisões não indicaram a necessidade de aumento, os estudos atualizados apontaram que, devido ao não atingimento da quantidade esperada de beneficiários e à evolução no volume de utilização do plano, o valor da cota precisa ser ajustado em 8,65% a partir do mês de dezembro/2022.

Dessa forma, o valor da cota do Economus Futuro passará de R$ 238,52 para R$259,15, com vigência para o trimestre de dezembro/2022 a fevereiro/2023.

Veja abaixo a nova tabela por faixa etária, com os valores ajustados:

 

O Economus reforça o compromisso com a eficiência na gestão, buscando adotar as melhores práticas para contenção da evolução das despesas e para a sustentabilidade financeira dos planos de saúde.

A ampliação da base de beneficiários é fator importante para a consolidação do Economus Futuro e para a manutenção do equilíbrio financeiro do plano, por isso faça já sua adesão!

Fonte: Economus

Veja as vantagens da contribuição adicional no PrevMais

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Realizar contribuição adicional para o saldo acumulado do PrevMais é fundamental para o seu planejamento financeiro, pois quanto maior for o seu saldo acumulado, mais tranquilidade financeira você terá no futuro.

Neste período de fim de ano, essa iniciativa é ainda mais importante, pois possibilita um aumento no valor da restituição do Imposto de Renda já em 2023, desde que a contribuição seja realizada até o dia 28/12/2022.

Vale lembrar que o valor da contribuição não poderá ser inferior a 2% do seu salário bruto.

Veja abaixo mais informações:

Como contribuir: basta realizar uma transferência ou depósito identificado para a conta bancária do plano PrevMais:

  • Informe o seu CPF e escreva “Adicional” nos campos de identificação;
  • Atenção para o preenchimento correto dos dados bancários: Banco do Brasil, Agência 1911-9 e C/C: 55.199-6;
  • O envio de formulário físico é necessário apenas para as contribuições com valor superior a R$ 10.000,00 e está disponível em nosso site, clicando aqui. O participante pode encaminhar o documento em até 12 horas após o depósito, pelo Fale Conosco em nosso site: Previdência > Solicitação > Contribuição adicional (selecionar opção no campo “Assunto”). Depois, basta preencher as suas informações pessoais, anexar o arquivo e enviar.

Imposto de Renda: o participante pode abater da base de cálculo do IR até 12% da renda bruta anual tributável, utilizando a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda pelo modelo completo.

Aposentadoria maior: o valor da contribuição é destinado ao fundo do participante, ou seja, no momento de requerer a aposentadoria, o valor adicional contribuirá para que o benefício seja maior.

Não perca essa oportunidade, realize a sua contribuição anual até o dia 28/12/2022!

Fonte: Economus

Empréstimo Simples da Previ tem aumento de teto desde o dia 1º

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O Empréstimo Simples (ES) terá novos limites de concessão vigentes desde as 10h da quinta-feira, 1/12. Os tetos passaram a ser de R$ 160 mil para o Previ Futuro e de R$ 250 mil para o Plano 1. A elevação dos valores foi aprovada pela Diretoria Executiva da Previ.

As mudanças dos parâmetros do ES se baseiam em estudos técnicos que são realizados periodicamente para adequar os valores à realidade de cada plano de benefícios.

“Desde o ano passado procuramos fazer as revisões semestralmente, atendendo as necessidades dos nossos associados e associadas, mantendo as análises técnicas e segurança dos nossos planos de benefícios. Cuidar do Futuro é também olhar para o presente”, explica Wagner Nascimento, diretor de Seguridade da Previ.

Os encargos do ES são os menores previstos na legislação. Isto significa cobrar a taxa atuarial de cada plano, acrescida da inflação medida pelo INPC. Estamos falando de 4,62% ao ano mais INPC, no Previ Futuro; e de 4,75% anuais mais INPC, no Plano 1.

Você pode conhecer mais sobre o Empréstimo Simples da Previ na seção Empréstimos e Financiamentos >> Empréstimo Simples. Para solicitar, basta acessar o Autoatendimento do site ou do App.

Fonte: Previ

Novos fundos de previdência se multiplicam e prometem retornos melhores

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Na medida em que o mercado de capitais evolui, cresce também a quantidade de produtos disponíveis, sempre tentando se adaptar ao gosto e perfil dos investidores. Embora a indústria de fundos como um todo esteja aquecida, os de previdência vêm se destacando. O número de fundos da categoria saltou 79% de 2019 para 2022, contra 40% dos fundos multimercados, 68% nos fundos de ações e apenas 17% na renda fixa.

A indústria de previdência privada alcançou em setembro a marca de R$ 1,14 trilhão de patrimônio líquido, o dobro da cifra de cinco anos atrás, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). A categoria representa hoje 20% de toda a alocação na indústria de fundos do Brasil.

Nos últimos anos, os fundos de previdência vêm se renovando. Eles caminham para tentar reverter a má fama de produtos ruins, engessados e que frequentemente perdem para a inflação. As adaptações para atender aos investidores cada vez mais exigentes ainda estão em curso, mas já apontam para uma evolução percetível da previdência privada.

O que mudou?

Mudanças regulatórias permitiram o lançamento de fundos novos mais arrojados, com a possibilidade de gestão sofisticada em ativos diversos. A classe conseguiu se expandir para além da monotonia da renda fixa. Com o aumento da concorrência, as taxas de carregamento, entrada e saída que tornavam os fundos de previdência privada pouco atrativos e minavam a rentabilidade foram sendo reduzidas e, em muitos casos, eliminadas.

“A competitividade não é somente nas taxas, o fato de poder escolher mais opções melhora a composição da carteira previdenciária, possibilitando diversificação e adequação ao perfil de cada um”, afirma Tiago Roque, diretor de investimentos da PREVES, fundo de pensão dos servidores públicos do Espírito Santo.

A partir das atualizações das regras, os gestores passaram a ter mais flexibilidade para montar as carteiras. Por exemplo, antes havia muitas travas para alavancagem dos fundos, além de um limite rígido na parcela investida no exterior e em ações. Ainda há uma camada de proteção para esses fundos, mas ela está mais maleável.

Após os avanços, tornou-se possível alavancar um pouco mais e investir até 100% dos recursos em ações e 40% em ativos do exterior em fundos destinados a investidores qualificados (aqueles com mais de R$1 milhão investido ou profundo conhecimento de mercado). Para os demais investidores, de varejo, os limites são mais conservadores, de até 20% para ativos no exterior e 70% em ações no caso dos fundos de previdência.

O vice-presidente de produtos da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Sandro Bonfim, explica que as mudanças contribuíram para que casas e gestores independentes tivessem mais interesse em lançar produtos previdenciários.

“O marco inicial de mudança foi a resolução Nº 4.444 do Conselho Monetário Nacional (CMN), em 2015. De lá para cá, o mercado se modernizou bastante, o que levou a esse ‘boom’ que vemos agora. Na medida em que o mercado ganha escala, mais gente vem comprando plano e mais seguradoras entraram no mercado. Hoje existem fundos muito competitivos em qualquer seguradora e a preços bastantes interessanres”, diz Bonfim.

Diversificação de gestores e estratégias

A assessora de investimento Luciana Ikedo destaca um outro mecanismo importante no desenvolvimento dessa “previdência privada 2.0”: a possibilidade de replicar estratégias de fundos comuns, já famosos e consolidados.

“Você tem uma espécie de réplica daquele fundo na previdência. Dessa forma, os gestores podem utilizar a mesma estratégia e o investidor pode se beneficiar bastante com as benesses fiscais dos fundos de previdência. Eles não têm come-cotas. A incidência de imposto de renda é somente no resgate. Isso tem muito impacto a longo prazo”, diz.

O come-cotas é o desconto de imposto de renda dos fundos, realizado automaticamente a cada seis meses. Sem essa tributação antecipada, o montante investido se torna maior e favorece o investidor na matemática dos juros sobre juros.

De acordo com a analista de fundos e previdência Luciana Seabra, os investidores de longo prazo podem se beneficiar ainda mais da política de incentivo fiscal para produtos de previdência. Isso porque o imposto pode chegar a 10% no resgate na tabela regressiva, quando a aplicação dura mais de 10 anos. Nos fundos tradicionais, a alíquota mínima só vai até 15%.

“De uns cinco anos pra cá, começaram a nascer fundos muito bons, com gestores independentes que já tinham o produto fora da previdência, mas perceberam que na previdência a tendência é ter menos resgate nos momentos de estresse. Então gestoras como SPX, Ibiúna e Verde aperfeiçoaram os produtos”, explica.

Para o gestor da Ace Capital, Maiko Carvalho, o fato de agora a regulamentação permitir a cobrança de taxa de performance também contribui para tornar o produto mais interessante. “Antes, só podia ser cobrada taxa de administração, mas não de performance. Havia um incentivo para ser pouco ou zero agressivo. Agora, tenho um incentivo de correr mais risco nessa classe de fundos e ser premiado quando conseguir bons resultados”, afirma.

A taxa de performance só é cobrada sobre o valor que exceder a referência do fundo, o chamado ‘benchmark’, na linguagem do mercado. Por isso, se um fundo tem como referência o CDI – certificado de depósito interbancário que acompanha a taxa básica de juros (Selic) – o gestor ganha um percentual sobre tudo que render mais que o CDI no período. Se a performance for apenas dentro do esperado ou abaixo disso, o gestor não recebe o dinheiro extra.

Carvalho explica que a Ace só se interessou em lançar produto de previdência depois das mudanças regulatórias da Resolução n° 4.769 de 2019 do Banco Central. A partir de então, passou a ser permitida uma alocação mais significativa em ativos sujeitos à variação cambial.

“A gente começou com essa linha em 2020, já com o regulamento novo. Antes disso, as gestoras independentes não tinham muito interesse [em previdência], porque havia muitas travas que impossibilitavam uma gestão ativa com boas opções. Por isso, só os bancos ofereciam produtos, que eram indexados e com taxas altas. Era um produto caro por falta de competição”, completa.

Os grandes bancos tentam acompanhar a tendência e também lançam novos produtos. Eles não querem perder uma fatia da indústria que só tem a crescer na medida em que a população envelhece e se torna mais consciente sobre as finanças. Para o especialista de portfólio da Santander Asset, Clayton Calixto, a reforma da Previdência Social em 2019 também serviu para evidenciar a importância da previdência privada.

“Adaptamos o portfólio a essa demanda nova do investidor em que ele busca mais risco e mais diversificação. É um mercado que tende a crescer muito, ele vai entender que vai cada vez mais precisar de uma poupança de aposentadoria”, diz. Segundo o executivo, a nova leva de fundos da gestora supera o CDI, mesmo os mais conservadores.

Atenção para os produtos ruins

E não é que os fundos ruins, que há anos perdem até para inflação, foram extintos. Eles continuam nas prateleiras e são ofertados por bancos ainda hoje. A diferença é que agora há mais diversidade na mesa para escolher. Mas muitos investidores não sabem disso e ainda deixam de ganhar mais com dinheiro investido nesses produtos. Há bilhões de reais alocados em fundos de baixíssima rentabilidade.

“O ruim continua existindo e, paralelamente a ele, nasceu um novo bom. Os maiores produtos de previdência brasileiros ainda são muito ruins. Rendem apenas uma fatia do CDI há mais de 10 anos. São caros perto do que fazem, sem qualquer sofisticado de gestão. Lamento que ainda existam e sejam tão grandes”, afirma a analista Luciana Seabra.

Da mesma forma, entre os fundos novos, nem todos são bons. Para Carvalho, gestor da ACE, é preciso ficar atento na hora de escolher. “Assim como na indústria convencional, você tem fundos que vão bem e fundos que vão mal. É a realidade. Há uma oferta maior de produtos e dentro dessa oferta você passa a ter melhores opções, mas o trabalho de selecionar bons fundos faz diferença no longo prazo”, diz.

Fonte: Valor Investe

Pix: veja o que muda com as novas regras do Banco Central

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O Banco Central anunciou mudanças nas regras do sistema de pagamento Pix. As alterações estão relacionadas aos limites de valor para transferências, além de ampliação de valores para Pix Saque e Pix Troco.

Segundo o Banco Central, as mudanças visam simplificar o uso do Pix e aprimorar a experiência dos usuários.

A sugestão para abolir o limite por operação foi feita no Fórum Pix de setembro, grupo de trabalho coordenado pelo órgão e secretariado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O grupo entendeu que o valor máximo por transação era pouco efetivo.

As novas regras passam a valer a partir do dia 2 de janeiro.

Veja quais são as novas regras do Pix

Limites

Os bancos não são mais obrigados a impor um limite de valor por transação do Pix. A única obrigatoriedade é de um limite por tempo.

Ou seja, se um usuário tinha o limite de R$ 600 por transação e até R$ 1.200 por dia. Ele não precisa fazer duas transações caso queira enviar um valor maior que o limite. Será possível transferir os R$ 1.200 de uma vez só.

Serão mantidos os limites de valor por período, sendo diurno das 6h às 20h e noturno das 20h às 6h ou das 22h às 6h.

Alterações

As regras para mudanças de limites seguem as mesmas: pedidos para aumentar o limite devem ser autorizados entre 24h e 48h. Já para redução do limite, a aprovação é instantânea.
Horário

O período noturno também foi alterado. Os bancos agora podem oferecer a customização do horário noturno. Até então, o período era das 20h às 6h. Agora, o cliente poderá alterar para 22h às 6h.

Pix Saque e Pix Troco

O Banco Central aumentou o limite para retirada de dinheiro pelo Pix Saque e pelo Pix Troco.

Com isso, o limite durante o período diurno passa de R$ 500 para R$ 3 mil. Já durante a noite, o valor subiu de R$ 100 para R$ 1 mil

Aposentados e pensionistas

Também foi alterada a regulamentação para o pagamento de salários e benefícios previdenciários pelo governo. Agora, o Tesouro Nacional poderá pagar salários ao funcionalismo, aposentadorias e pensões por meio do Pix.

Fonte: Money Times

 

Liberação de R$ 4,1 bilhões esquecidos em bancos deve ficar para 2023

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A segunda fase do programa do BC (Banco Central) para sacar dinheiro esquecido em instituições financeiras ainda não tem previsão para começar. A consulta ao SVR (Sistema de Valores a Receber) estava prevista para ser retomada em 2 de maio, mas foi suspensa inicialmente por causa da greve dos servidores da instituição, que terminou em julho.

O BC afirma que as equipes técnicas da instituição estão promovendo melhorias no sistema. “O cronograma, a estimativa de valores e as demais informações sobre a nova etapa do SVR serão divulgados oportunamente, com a devida antecedência”, afirmou a autoridade monetária em nota.

A segunda etapa do programa tinha previsão de liberar R$ 4,1 bilhões a pessoas físicas e jurídicas de todo o país. Ao todo, a estimava era disponibilizar R$ 8 bilhões na economia por meio do SVR.

Na primeira fase, encerrada em abril, foram disponibilizados R$ 3,9 bilhões, mas apenas 8% (R$ 321 milhões) foram solicitados pela plataforma do BC, sendo R$ 306 milhões por pessoas físicas e R$ 15 milhões por empresas. No total, foram 3,6 milhões de pessoas físicas e 19 mil pessoas jurídicas.

Devolução

O dinheiro a ser devolvido vem de contas-correntes ou de poupança encerradas e não sacadas; cobranças indevidas de tarifas ou de obrigações de crédito previstas em termo de compromisso assinado com o BC; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de associados de cooperativas de crédito e grupos de consórcio extintos.

Na segunda fase, deverão ser incluídas novas fontes de valores a receber: cobranças indevidas de tarifas ou obrigações de crédito não previstas em termo de compromisso; contas de pagamento pré-pagas e pós-pagas encerradas e com saldo disponível e contas encerradas em corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários.

Na nova etapa, para acessar o SVR, saber qual o valor disponível e solicitar sua transferência, o usuário vai precisar da conta gov.br nível prata ou ouro. Para criar uma conta gov.br ou redefinir a senha, é preciso acessar a página gov.br.

Na nova fase também serão tratadas as situações que envolvem questões legais, operacionais e tecnológicas mais específicas, como falecidos ou pessoas com dificuldade de obter conta gov.br nível prata ou ouro.

Segundo o BC, nessa nova fase do SVR não será necessário fazer agendamento para consulta e solicitação do resgate de recursos referentes a contas bancárias encerradas com saldo disponível ou em razão de tarifas cobradas indevidamente, por exemplo.

O que são os valores esquecidos?

O SVR (Sistema de Valores a Receber) mostra se você tem algum dinheiro a receber em bancos e em outras instituições. Na primeira fase do SVR, foi possível consultar valores de:

• Contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível.

• Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em termo de compromisso assinado pelo banco com o BC.

• Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito.

• Recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.
O que o sistema não mostra

• Ajustes de planos econômicos;

• Acordos ou valores sob disputa judicial;

• Instituições financeiras ou administradoras de consórcios liquidadas ou encerradas;
valores de abono salarial (PIS ou Pasep);

• Saldo em conta de FGTS;

• Contas abertas que estão sem movimentação;

• Contas sem identificação completa e que não foram recadastradas até dezembro de 1994.

Saiba mais em https://valoresareceber.bcb.gov.br.

Fonte: Portal R7

Banco do Brasil terá ‘deterioração dos números’ nos próximos anos, diz especialista

Publicado em: 27/11/2022

Na esteira do cenário político conturbado, as ações do Banco do Brasil (BBAS3) caíram cerca de 15% nos últimos 30 dias. Analistas revisam as teses sobre os papéis em meio às sinalizações recentes. Os papéis sofreram quedas em um contexto generalizado de retração de estatais após o resultado das eleições. Além do Banco do Brasil, a Petrobras (PETR4) caiu 33% nos últimos 30 dias.

Phil Soares, CFA e chefe de análises de ações da Órama Investimentos, relata, em entrevista ao Suno Notícias, que espera uma deterioração nos números do banco estatal nos próximos anos. “Independentemente da Lei das Estatais, acreditamos que haverá uma deterioração dos números do Banco do Brasil e da Petrobras. Isso ocorre muito em função de tomadas de decisão que não são voltadas para a lucratividade e para o bom funcionamento da companhia”

O especialista destaca que no Brasil “a vontade política é soberana”, fazendo com que a blindagem regulatória nem sempre funcione. “Sobre a Lei das Estatais, temos como exemplo a PEC do Teto. Ela foi colocada como algo institucional e para não ser violada. O que vemos é que ela não sobreviveu três ou quatro anos. A lei das estatais é eficaz até que se tenha vontade política para alterá-la”, comenta. “Acreditamos que por mais uma das funções das estatais seja orientada pelas políticas públicas, não se pode perder o horizonte da lucratividade”, acrescenta.

No momento, Phil aponta que o mercado observa como será a dinâmica entre executivo e legislativo e mantém as declarações de Lula no radar – especialmente as que mexem com o arcabouço fiscal.

Dividendos do Banco do Brasil

O pregão desta segunda (21) foi a data de corte para o recebimento de R$ 2,2 bilhões em dividendos do Banco do Brasil. A estatal pagará dividendos e Juros Sob Capital Próprio (JCP) em 30 de novembro, representando R$ 0,17 por ação e R$ 0,63 por ação, respectivamente.

Segundo dados do Status Invest, as ações do Banco do Brasil, negociadas sob o ticker BBAS3, ostentam um dividend yield (DY) de 12,7%. Isso, pois o Banco do Brasil pagou R$ 4,39 por ação em proventos no acumulado dos últimos 12 meses.

Fonte: Suno Research

Parceria inédita entre BB e Atricon trará maior transparência na gestão de recursos públicos

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O Banco do Brasil e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) firmaram parceria, nesta terça-feira (22), com o objetivo de viabilizar a utilização da solução BB Gestão Ágil pelos tribunais de contas estaduais, do Distrito Federal e municipais.

A solução é exclusiva do Banco do Brasil e traz inovação, controle e transparência na gestão e execução de recursos governamentais. Os tribunais de contas que realizarem a adesão ao acordo de cooperação terão disponíveis serviços de API (Application Programming Interface) com dados de movimentação financeira para o acompanhamento de contas de estados e municípios que contribuirão para a transparência de recursos públicos.

A assinatura de acordo de cooperação foi realizada em evento que contou com a presença do presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, do vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial, Barreto Jr. e do gerente executivo da Diretoria de Governo, Scott Linhares, além do presidente da Atricon, Cezar Miola, do vice-presidente da Atricon, Edílson de Sousa Silva e o presidente do tribunal de contas dos municípios de Goiás, Joaquim Alves de Castro Neto.

A celebração do acordo reforça a posição de vanguarda do BB como viabilizador de soluções para o setor público, facilita o dia a dia dos tribunais, governos estaduais e municipais, promove agilidade e confiabilidade à obtenção de dados, além de contribuir para eficiência e transparência da administração de recursos públicos.

Fonte: Banco do Brasil

BB espera fechar 2022 com investimento total de TI de mais de R$ 3,48 bilhões

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A Loja BB chega ao final do mês de novembro com um portfólio de 84 marcas, evolução que quadruplicou o sortimento de lojas e categorias nos últimos seis meses. O processo de ampliação de lojas e marcas no marketplace do Banco do Brasil atende a uma demanda dos clientes que fazem suas compras online e que buscam conveniência para suas necessidades do dia a dia. Outra novidade é que a Loja BB agora está disponível também pelo internet banking, gerando praticidade e conforto na jornada de compra, principalmente nessa época do ano em que os clientes concentram seu consumo em busca das ofertas e promoções de novembro e dos produtos e presentes das suas listas de desejo de final de ano. É mais um canal para acessar a Loja BB, e receber cashback em suas compras.

“Nossa expectativa é fechar 2022 com investimento total de TI em R$ 3,48 bilhões e mais de 27 milhões de usuários em nossos canais digitais. Isso reflete nossa ambição digital e dá suporte para resultados robustos da empresa, como os observados nos últimos seis trimestres, por exemplo. Buscamos promover a criação de um ecossistema de incentivo à inovação e tecnologia, baseado em troca de experiências e em articulação com startups, instituições científicas, tecnológicas, de inovação e com a sociedade em geral”, ressalta o vice-presidente de negócios digitais e tecnologia, Marcelo Cavalcante, no evento BB Digital Week, maior evento de TI do Centro-Oeste nesta semana.

Além das 84 marcas, os clientes do BB também contam com 19 conteúdos de gift cards (games, alimentação, transporte, lojas de aplicativos, hospedagem, artigos esportivos, streaming e software) e recarga para celular.

Para o BB, o marketplace é visto como uma fonte de atração de novos clientes, fidelização e gerador de novas receitas. Nos primeiros nove meses de 2022, os clientes movimentaram aproximadamente R$ 680 milhões em volume de vendas (GMV) de produtos e serviços não financeiros na Loja BB.

Para as empresas presentes no marketplace do BB, o potencial de negócios é enorme, uma vez que suas marcas ficam visíveis e acessíveis para uma clientela que já consome produtos de forma online e com alta maturidade digital.

O BB acredita nos atributos do modelo beyond banking e oferece produtos não bancários desde 2020, com soluções que abrangem uma ampla gama de necessidades dos clientes.

Black Friday

Ao longo de todo o mês de novembro, a Loja BB realizou uma série de ações com ofertas, promoções e elevação do percentual de cashback para os clientes do Banco. O movimento reflete o compromisso do BB em proporcionar a melhor experiência para os seus clientes, trazendo uma série de oportunidades para facilitar suas compras online. No dia da Black Friday, os clientes que realizarem suas compras através da Loja BB contarão com cashback majorado de uma série de lojas tornando a sua jornada de compra ainda mais especial neste período.

Área Gamer

Na última quinta-feira (17), o Banco do Brasil lançou um novo marco na relação com o público gamer ao disponibilizar no aplicativo uma área exclusiva para clientes deste segmento. O ambiente oferece uma jornada personalizada e fluida para os usuários da Loja BB expandindo a proposta de valor com uma solução que se torna um importante ponto de contato com os gamers. A iniciativa expande o ecossistema dedicado a este público potencializando a venda de produtos dedicados aos gamers e reforça a atuação do Banco em iniciativas inovadoras.

Clientes ativos nas plataformas digitais

O Banco do Brasil possui 26,9 milhões de clientes ativos nas plataformas digitais. As transações realizadas nesses canais representam 92,7% das operações realizadas pelos clientes.

Fonte: Banco do Brasil

 

Cassi informa déficit de 366 milhões no Plano de Associados

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As entidades representativas dos funcionários que compõem a mesa de negociação foram convocadas na tarde desta segunda-feira (14/11) para reunião urgente com a Cassi, que comunicou déficit de R$ 366 milhões no Plano Associados e a intenção de implementação de plano de contingência, com ônus exclusivo para os associados, mediante aumento da coparticipação de 30% para 50% em consultas e 10% para 30% em serviços auxiliares. Fomos surpreendidos com a informação de proposta da diretoria da CASSI, de aumento de coparticipação, antes mesmo de qualquer conversa com as entidades e cuja votação realizada na manhã desta segunda-feira(14/11) restou empatada no Conselho Deliberativo daquela Caixa de Assistência.

Registramos nossa preocupação quanto ao risco de exclusão de colegas do plano, por falta de capacidade de pagamento, questão que já alardeávamos por ocasião da última reforma estatutária, votada pelos associados em 2019.

A propósito de nossa preocupação com a saúde da CASSI, em julho próximo passado a CONTEC encaminhou ofício à Caixa de Assistência, pedindo informações, dentre outras questões, sobre as tratativas com o patrocinador Banco do Brasil, referente aos trâmites do acerto sobre as verbas devidas à CASSI e ainda não pagas sobre os valores objeto de condenação do Banco em ações trabalhistas a que se reportou o relatório anual da Caixa de Assistência 2021 (pag. 57).

Destaque-se que todas as entidades foram unânimes em rechaçar a proposta de aumento das coparticipações, além de protestar pela falta de transparência da direção da CASSI.

As entidades ponderaram pelo retorno da taxa de administração e ressarcimento das despesas com covid, considerando que significativo montante das despesas deriva de tratamento por adoecimento decorrente do trabalho, bem como pelo pagamento pelo banco da parcela que cabe à CASSI, em razão das ações trabalhistas.

Ao final da reunião, os diretores eleitos garantiram que, tendo em vista o empate na votação da proposta de aumento da coparticipação, nenhuma medida da espécie será adotada antes de reunião com a mesa de negociações que busca a sustentabilidade da CASSI.

Fonte: Contec

 

Entidades sindicais defendem responsabilização do BB para cobrir déficit na Cassi

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Na última segunda-feira, 14, em reunião com as entidades sindicais e representantes dos associados, a direção da Cassi informou que há um déficit de R$ 366 milhões no Plano Associados. Sem diálogo prévio com os representantes das entidades, a direção do plano apresentou proposta de aumento da coparticipação para 50%, que onera apenas os associados, sem nenhuma medida de responsabilização do Banco do Brasil, patrocinador do plano. A proposta foi rejeitada pelos representantes dos trabalhadores e associados.

O déficit nas contas da Cassi já estava sendo denunciado pelas entidades representativas dos associados desde o primeiro semestre deste ano, mas foi a todo momento negado pela direção do plano que tinha mandato até 31 de maio. A diretora do Sindibancários/ES Goretti Barone defende que a solução para sanear as contas da Cassi seja discutida coletivamente, entre a direção da entidade e os representantes dos associados.

“Somos contrários a essa proposta de aumento da coparticipação, que, além de onerar apenas os associados, vai penalizar aquelas pessoas que mais precisam. Precisamos cobrar do BB que arque também os altos custos com a saúde dos trabalhadores, afinal a maior parte do adoecimento está relacionada ao trabalho no banco. Muitos bancários que tiveram a covid-19 e estão com sequelas contraíram a doença no trabalho”, aponta Goretti.
Medida unilateral

A diretora do Sindicato critica ainda a forma como a proposta de contingenciamento foi construída e colocada em discussão com a direção do Banco antes do diálogo com os representantes dos associados. “O presidente da Cassi passou por cima da construção coletiva e atropelou as entidades. Informar o BB sobre o déficit e pedir ao banco que acionasse as entidades foi uma decisão dele, e não do colegiado”, aponta Goretti.

As entidades representativas dos associados já discutem há meses uma solução para o déficit do plano. Entre as propostas já traçadas para solucionar o problema estão o retorno da taxa administrativa, já acordada na Reforma Estatutária; recursos de decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre ressarcimento de ações trabalhistas, onde parte que é devida pelo banco seria direcionada à Cassi; e por fim, que o BB, como patrocinador, assuma as despesas que a Cassi teve no combate à covid-19.

Além disso, as entidades defendem mais investimentos para ampliar a Estratégia Saúde da Família, que hoje atende apenas 240 mil famílias. “Esse programa é um dos alicerces da Cassi, pois além de melhorar a qualidade de vida dos associados ao focar na prevenção de doenças, contribui para redução de custos. Mas, infelizmente, os membros da direção indicados pelo BB e a diretoria eleita vinculada ao Grupo Mais têm como proposta transformar a Cassi em um plano de mercado. Isso está evidente na criação de vários planos na Cassi. Temos que resistir. Para isso, convocamos todos os associados a acompanharem o processo e a participarem dos debates para manter a Cassi como plano de autogestão fundamentado no princípio da solidariedade”, enfatiza Goretti.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

ANABB retoma articulações contra a resolução que prejudica planos de saúde das estatais

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Com a retomada dos trabalhos legislativos após o período eleitoral, a ANABB esteve no Congresso Nacional nesta terça-feira (22) para recomeçar a articulação de temas importantes para aposentados e funcionários da ativa do BB. Uma das pautas é a Resolução CGPAR nº 42/2022, que cria limitações a serem adotadas pelas empresas estatais federais em relação aos benefícios de assistência à saúde ofertados aos seus funcionários.

Nas interlocuções retomadas com parlamentares, o presidente da ANABB, Augusto Carvalho, esteve na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), onde foi recebido pelo deputado Pompeo de Mattos (PDT/RS). O parlamentar gaúcho é autor do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 313/2022, que busca anular os efeitos da Resolução CGPAR 42.

Na ocasião, Pompeo registrou a presença do nosso dirigente reconhecendo sua trajetória política e a atuação da ANABB na defesa dos colegas da ativa e aposentados do BB.

Augusto Carvalho, por sua vez, agradeceu o apoio do parlamentar às iniciativas e o atualizou sobre as ações em relação à Resolução 42, inclusive ressaltando as mais de 20 mil assinaturas de apoio de funcionários de empresas estatais federais ao abaixo assinado contra a medida.

Neste momento, o objetivo é fortalecer o movimento contra a Resolução CGPAR 42, incentivando a divulgação massiva do abaixo-assinado.

ENTENDA NOSSA ATUAÇÃO

A ANABB é contra a Resolução nº 42, da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), por entender que:

  • A norma prevê, em seu artigo 6º, que a participação das empresas no custeio de planos de saúde não poderá exceder o limite de 50% da despesa.
  • Com a entrada em vigor da Resolução nº 42, as empresas poderão reduzir seus aportes financeiros, fazendo com que os funcionários tenham que arcar com um custo maior, o que comprometerá a gestão financeira dos planos.
  • A nova resolução também veda as empresas estatais de conceder empréstimo pecuniário, incorporar na remuneração de seus empregados a gratificação de cargo em comissão ou de função gratificada, conceder licença-prêmio e abono assiduidade; conceder férias em período superior a 30 dias por ano trabalhado.

Fonte: Agência ANABB

Banco do Brasil distribui lucro a especuladores à custa de seus clientes

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João Fukunaga*

A atual direção do Banco do Brasil acaba de se vangloriar de ser o banco mais lucrativo do sistema financeiro nacional. Os resultados do 3º trimestre de 2022 mostram, de fato, que o lucro líquido trimestral ajustado da empresa cresceu 50% em relação ao ano anterior. Graças, dentre outros fatores, ao crescimento de 11% nas receitas de prestação de serviços e ao incremento de 16,7% na margem financeira bruta, mostrando que o banco aumentou a diferença entre as taxas cobradas dos clientes e a remuneração paga aos investidores.

O BB, como banco público, poderia e deveria fornecer crédito mais barato e contribuir para reduzir o spread bancário. Mas atualmente a direção do BB faz o contrário. Para citar alguns exemplos, o BB cobra as mais altas taxas de juros no crédito rotativo do cartão de crédito entre os cinco bancos oligopolistas do sistema financeiro nacional. No comparativo entre estes 5 maiores bancos, o BB cobra a segunda maior taxa de juros do financiamento imobiliário, as maiores taxas para financiamento de capital de giro para pessoas jurídicas, a terceira maior taxa para operações de crédito consignado do INSS e de crédito pessoal. Estes dados estão disponíveis no site do Banco Central, que divulga estatísticas quinzenais comparando as taxas cobradas pelos bancos.

Este resultado fez brilhar os olhos dos investidores privados, que já fazem as contas dos gordos dividendos que receberão em seguida. A metade das ações do BB está nas mãos de investidores privados, nacionais e estrangeiros. O atual governo prefere descapitalizar as empresas públicas e comprometer a sua capacidade de investimentos para descaradamente favorecer o capital financeiro com a distribuição de lucros astronômicos.

Os bancos brasileiros são, sabidamente, aqueles que cobram as mais altas taxas de juros do planeta. Desta maneira, se apropriam de grande parte do resultado gerado por empresas, empreendedores, agricultores e da população em geral. São alguns dos mais potentes e radicais agentes da concentração de renda nas mãos de poucos, responsáveis pelo aprofundamento da desigualdade social que tanto mal faz à maioria da população brasileira.

Nem sempre foi assim. O BB foi o grande responsável por tornar o Brasil um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Foi pioneiro a levar crédito e serviços bancários a todas as regiões nacionais, inclusive às comunidades periféricas e pequenos centros urbanos, dinamizando a economia local e contribuindo decisivamente para a geração de emprego e renda.

O atual governo, no entanto, não tem medido esforços para esvaziar o papel do BB em suas missões de empresa pública e o transforma em um banco privado qualquer, que aumenta sua lucratividade à custa de milhões de empresas e de empreendedores e de seus 81 milhões de clientes.

O BB, cuja direção é povoada de dirigentes indicados por familiares e amigos do atual Presidente da República derrotado nas eleições de outubro, não tem cumprido as suas funções de banco público. A atual direção do banco trabalha em benefício do capital especulativo privado, à custa do sacrifício de seus funcionários assediados diariamente para ultrapassar metas abusivas e à custa de sugar recursos da população brasileira a quem deveria servir. Esta política afugenta clientes e leva ao sucateamento do Banco pela sua descapitalização.

Isto precisa mudar. A maioria do eleitorado brasileiro escolheu um novo governo que esteja voltado para favorecer os interesses da maioria da população, rechaçando este que vem trabalhando em prol de uma pequena minoria de privilegiados.

*É diretor executivo do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Carteira de crédito rural do Banco do Brasil atinge R$ 300 bilhões

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Depois de enfrentar uma concorrência crescente nos últimos anos e perder terreno no crédito rural, o Banco do Brasil reagiu e está prestes a alcançar uma marca histórica no segmento. Com um crescimento de R$ 100 bilhões em 20 meses, a carteira de agro da instituição deverá alcançar o recorde de R$ 300 bilhões nas próximas semanas – em setembro, o saldo estava em R$ 286 bilhões, com alta de 26,7% no terceiro trimestre.

O salto semelhante anterior foi bem mais lento. Demorou mais de nove anos, entre o fim de 2012 e abril de 2021, para a carteira agro do banco sair de R$ 100 bilhões para R$ 200 bilhões. Segundo o vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Naegele, a aceleração reflete a busca por novas fontes de recursos para financiamentos, a ampliação da capacidade comercial do banco e uma estratégia focada em retomar a hegemonia e se manter no topo desse mercado.

Segundo Naegele, essa estratégia envolveu o relacionamento com a ampla rede de clientes da instituição, a criação de novos produtos, a digitalização dos processos e o atendimento especializado ao segmento agroindustrial. Isso sem perder participação entre os clientes pessoa física, que representam 96% da carteira agro.

Os resultados dos últimos seis trimestres foram recorde. A tendência é encerrar o ano com crescimento de 22% na carteira, que poderá até superar R$ 300 bilhões. Um dos destaques são os títulos do agronegócio, cujo saldo chegou a R$ 21,6 bilhões. Mais da metade (R$ 11,5 bilhões) é de Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), que atende cooperativas e agroindústrias. O volume de Cédulas de Produto Rural (CPRs) financiadas pelo BB está em R$ 10,1 bilhões, e 84% disso contratado via mobile, em 10 mil operações.

“O banco vinha perdendo participação ao longo dos anos, e fizemos tudo isso mantendo o share de 59% no crédito para pessoa física”, completou o executivo.

Houve quedas pontuais nas carteiras de produtores de arroz e de suínos, mas o saldo de financiamento de máquinas e implementos, por exemplo cresceu 30%, ou R$ 11,1 bilhões, em 12 meses. Mesmo refletindo o acesso ao crédito durante boa parte da safra passada, quando os juros estavam mais baixos, Naegele disse que o número sinaliza a confiança do produtor em continuar investindo.

“Nitidamente, esta é uma safra de custeio, mas isso não quer dizer que houve retração nos investimentos”, indicou. De julho a setembro, os desembolsos de crédito rural do BB para investimentos aumentaram 26%. Mas Naegele pondera que muitos produtores estão capitalizados e pagando parte das operações à vista, principalmente de máquinas, para garantir uma entrega mais rápida por parte das fábricas.

Apesar do cenário desafiador, a inadimplência da carteira de agronegócios do BB segue em queda – estava em 0,47% em setembro -, sem expectativa de piora. O que aumentou foi a carteira de operações prorrogadas (para R$ 12,8 bilhões), devido aos rebates concedidos nos financiamentos de produtores da região Sul e de Mato Grosso do Sul afetados pela seca na safra de verão passada, e de renegociações realizadas pelo BB com clientes que não foram totalmente atendidos por esse desconto. Foram cerca de 40 mil operações e R$ 1,9 bilhão prorrogados.

Mesmo com o prêmio mais caro, 52,8% das operações de custeio agrícola feitas pelo BB nesta safra têm seguro rural (R$ 19 bilhões) ou Proagro (R$ 5,2 bilhões). Naegele afirmou que a penetração desses mecanismos está aumentando, reflexo dos prejuízos causados pelo clima na safra passada.

No Plano Safra 2022/23, o BB já desembolsou R$ 90,6 bilhões, em mais de 285 mil operações em 4,8 mil municípios do país. Mais de R$ 55 bilhões foram para o custeio da safra, que está maior em termos de área e mais cara. O desempenho até agora representa 58% de todos os recursos liberados pelo banco em toda a safra 2021/22, que somaram R$ 153 bilhões. A expectativa é emprestar cerca de R$ 200 bilhões até junho do ano que vem.

Naegele está otimista com o cenário econômico e setorial para 2023. Segundo ele, a taxa Selic chegou ao topo e vai começar a recuar, o que permite projetar um Plano Safra 2023/24 “bem mais favorável, com juros menores e mais recursos equalizados para pequenos e médios produtores”.

Alternativas de funding

O banco também está concentrado em buscar fontes alternativas de funding para financiar o setor. A linha com o NDB, banco de desenvolvimento dos BRICs, já desembolsou R$ 100 milhões, e há recursos na esteira. Agora, o BB negocia a estruturação de uma linha com o Banco Mundial – que poderá ter em torno de US$ 500 milhões, mas depende de aval da União e aprovação do Senado, de longo prazo (15 a 20 anos).

Em outra frente, a instituição tenta conversar com grandes fundos estrangeiros para securitizar a carteira sustentável do agronegócio. Atualmente, cerca de 49% das operações (R$ 140 bilhões) têm o carimbo sustentável. A meta é “vender” a carteira sustentável para investidores internacionais com interesse em apoiar a agricultura sustentável no Brasil. “A necessidade de ampliar as fontes de financiamento não é em função da restrição fiscal do governo para alocar recursos no setor, mas porque a demanda, que já está aquecida, tem uma grande oportunidade de crescimento do agro em função da situação mundial”, disse Naegele.

O destino desses recursos já está definido. “Além do ABC+, de técnicas sustentáveis, deveríamos ter, sob a lógica de investimento em infraestrutura estruturante do agronegócio brasileiro, o programa AEI, para armazenagem, energia e irrigação”, afirmou Naegele. Segundo ele, esse tripé pode levar o agronegócio brasileiro para “outro patamar”.

Fonte: Avicultura Industrial

Banco do Brasil frustra negociação sobre teletrabalho com funcionários

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Na última segunda-feira 21, conforme compromisso assumido pelas partes na Campanha Nacional dos Bancários 2022, negociadores do Banco do Brasil estiveram reunidos com a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) para debater o tema teletrabalho, apresentar resultados dos projetos piloto conduzidos pelo banco até então e verificar os caminhos para ampliar a participação dos bancários do BB nesta modalidade de trabalho. Entretanto, a negociação se mostrou infrutífera em razão, principalmente, da postura intransigente do banco.

Em ato falho, os representantes do BB não se constrangeram em afirmar que um seleto grupo de pessoas hoje trabalha remotamente em mais de 50% da jornada e, em alguns casos, em 100% da jornada, inclusive fora da base territorial da dependência de lotação. Estes trabalhadores são escolhidos através de uma política de retenção de talentos, blindando-os do assédio de outras empresas, ao invés de ser um projeto para ampliação do contingente de funcionários em home office, ou mesmo uma medida que vise a eficiência operacional em áreas cujas tarefas podem ser exercidas fora das dependências do banco.

“O Trabalho Remoto Institucional (TRI) no BB, cuja concepção até aqui não vem dialogando com boas práticas de gestão de funcionários e processos, inacreditavelmente tem sido usado com moeda de troca para superação de metas, “premiação” de poucos funcionários, em detrimento da saúde de muitos, que poderiam inclusive melhorar a eficiência e o clima no banco”, critica Getúlio Maciel, dirigente sindical e representante da CEBB pela FETEC/Cut-SP.

Na negociação ficou explicito, inclusive, o descaso da atual gestão do BB em relação ao tema, uma vez que foram apresentados números do TRI. Dos 17.509 funcionários, de 219 prefixos, que são público alvo para o teletrabalho, apenas 2.800 estão nesta modalidade semanalmente, escolhidos entre 9.846 bancários que já possuem termo/acordo para o trimestre vigente. Ou seja, apenas 16% do público-alvo e 28,4% daqueles com termo assinado.

Os negociadores do BB ainda alegaram que não tiveram tempo suficiente para avaliar os impactos do teletrabalho de forma que se possa ampliar aos demais funcionários.

Em relação ao grupo gerencial, o Banco do Brasil alegou que estes ainda não estão preparados para lidar com o home office, demandando melhor treinamento.

Já os prefixos vinculados a Divar (Diretoria de Varejo) não estariam habilitados ao teletrabalho, desconsiderando que funcionários dos Escritórios Digitais, Escritórios Private e Corporate, e CRBB”s não precisam ter um espaço permanente para o atendimento ao público.

“A participação dos funcionários elegíveis ainda é muitíssimo baixa. Nos causa espanto que, desde a implantação do TRI, a direção do banco não tenha feito nada até aqui pra ampliar e melhorar os processos no sentido de se colocar mais colegas em home office, principalmente pessoas com necessidades de saúde, e que cuidam de familiares e filhos. Se o BB se comprometesse estrategicamente com o teletrabalho desde o ínício, a empresa ganharia mais eficiência, reduziria os custos e melhoraria bastante a qualidade de vida de seus trabalhadores”, avalia Getúlio.

O Banco informou que irá respeitar a legislação vigente de cada localidade no que diz respeito aos funcionários PCD”s, principalmente as leis 14.442/22 e 14.457/22, que tratam de pais que possuem a guarda de filhos com até 6 anos de idade, ou que necessitem de cuidados especiais, considerando, também, que sejam atendidos os requisitos de elegibilidade implantados pela empresa. Os casos em desacordo com a legislação devem ser informados aos sindicatos para a devida cobrança de correção e regularização junto à empresa.

“O BB não se comprometeu com a ampliação da jornada de trabalho em home office para os funcionários, bem como afirmou que tal modalidade não foi contemplada para pessoas com comorbidades ou que precisem de cuidados médicos, inclusos PCD’s, o que poderá ensejar em ações judiciais para aqueles se sintam prejudicados por ter problemas de saúde, e também transpareceu nitidamente o descaso aos colegas elegíveis para o teletrabalho”, conclui Getúlio.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Concurso Banco do Brasil: próximo edital terá reajuste salarial

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Nos planos da instituição, o próximo concurso Banco do Brasil contará com um atrativo salarial. Isso porque os ganhos iniciais foram reajustados em setembro deste ano.

Segundo o BB, o salário base do escriturário passou de R$3.022,37 para R$3.622,23. Além disso, os benefícios que acompanham a carreira também foram reajustados.

Neste caso, o auxílio-alimentação/refeição passou de R$831,16 para R$1.014,42, enquanto a cesta alimentação foi de R$654,87 para R$799,38.

Desta forma, os ganhos iniciais foram elevados de R$4.508,40 para R$5.436,03, ou seja, um aumento de R$927,63.

Para os escriturários que já atuam no banco, em novembro deste ano, está previsto ainda o pagamento adicional a título de 13ª cesta. Este é um dos diversos benefícios oferecidos pelo banco, que conta ainda com:

  • participação nos lucros (geralmente paga duas vezes ao ano);
  • planos de saúde e odontológico;
  • previdência privada com participação do banco;
  • auxílio-creche/babá; e
  • auxílio ao filho com deficiência.

O BB contrata pelo regime celetista e é conhecido ainda por capacitar os seus funcionários, por meio da Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB), oferecendo assim bolsas de graduação, pós-graduação, idiomas e mais.

Concurso BB pode ter edital a partir de agosto de 2023

Nos planos da instituição, o concurso Banco do Brasil pode ter o seu novo edital publicado já a partir de agosto de 2023. A previsão considera o histórico do banco. Em março de 2018, o BB publicou um edital com 60 vagas para escriturários. Na época, a seleção teve como foco a área de Tecnologia da Informação (TI).

O concurso foi homologado em julho do mesmo ano, ficando válido por 12 meses, ou seja, até julho de 2019. No final daquele ano, uma nova seleção já estava sendo planejada, tendo previsão de abertura para março de 2020.

Desta forma, entre o término do prazo de validade do concurso de 2018 e o anúncio de um novo edital, o BB levou pouco mais de seis meses.

A nova seleção, no entanto, seria aberta oito meses após o término da validade. Ou seja, em março de 2020. O processo não ocorreu como esperado devido à pandemia de Covid-19, que teve início no mês previsto para a publicação do edital.

Desta forma, caso os trâmites para o próximo edital tenham o mesmo andamento, tudo indica que o próximo concurso Banco do Brasil será aberto a partir de agosto de 2023.

Isso porque o último edital não terá o seu prazo de validade prorrogado. Com a decisão, o processo será encerrado em dezembro deste ano.

Com os próximos oito meses sendo destinados à preparação do novo edital, o concurso poderá ser aberto já a partir de agosto do ano que vem.

Nesse período, os próximos passos para a abertura do concurso Banco do Brasil serão:

  • autorização de novo edital dada pelo Conselho Administrativo do Banco do Brasil;
  • levantamento das necessidades, por parte do setor de Recursos Humanos;
  • possível realização de um concurso de remoção interno ou Programa de Demissão Voluntária (PDV) – tal etapa costuma ocorrer antes de um edital, mas não é uma regra para que a seleção seja realizada;
  • levantamento da distribuição das vagas por estados/cidades/agências;
  • formalização dos trâmites com a banca organizadora; e publicação do edital

Fonte: Folha Dirigida

 

BB se despede da eficiência com ‘banho’ nos bancões privados

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O crescimento de 84% no lucro líquido do Banco do Brasil, no terceiro trimestre, desmoralizou velhos conceitos sobre “ineficiência” do setor público. Nos 214 anos do BB, nunca se viu algo assim: o lucro líquido projetado de R$32 bilhões no ano é o dobro da média dos bancões privados. Graças à eficiência que parece condenada à morte pelo futuro governo, o BB pôde somar crédito de R$286 bilhões para o agronegócio, por exemplo. Mas Lula já avisou que banco público “não pode dar lucro”.

A concepção atrasada do PT acha lucro “pecaminoso”, mas é o resultado positivo que permite ao banco cumprir a função essencial de crédito.

A carteira de crédito do BB soma quase R$1 trilhão (R$970 bi), também beneficiando pessoas jurídicas (R$355 bilhões) e físicas (R$282 bilhões).

O balanço fez catapultar o valor de mercado do Banco do Brasil, nos últimos doze meses, de R$83 bilhões para R$106 bilhões.

Até a inadimplência, que cresceu em flecha nos bancões, no Banco do Brasil se manteve muito baixa, o que reforça sua gestão eficiente.

Fonte: Diário do Poder

 

 

Crédito do BB para energia renovável supera R$ 500 milhões em desembolso

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O Banco do Brasil chegou nesta semana ao valor de desembolsos de R$ 530 milhões da linha BB Crédito Energia Renovável, que contribui com a transição para a energia verde em mais de 24 mil projetos de energia renovável.

“A linha de crédito foi lançada em maio de 2021 e esse marco de contratações faz parte das ações do BB para auxiliar clientes de todas as regiões do Brasil, na transição para uma economia de baixo carbono. Estamos falando de energia verde, mais barata, que responde ainda às necessidades energéticas exigidas pelo país”, destaca Renato Naegele, vice-presidente de Agronegócios do BB.

Pessoas físicas podem financiar até 100% do valor de sistemas fotovoltaicos para geração de energia solar em residências, urbanas e não urbanas, com valores que variam de R$ 5 mil a R$ 100 mil, com prazo de pagamento em até 96 meses.

A carência é de até 180 dias para pagamento da primeira parcela do financiamento. A aquisição dos materiais e a montagem do projeto devem ocorrer em um dos 3.382 mil fornecedores conveniados ao BB. A operação pode ser contratada pelo App BB ou na rede de agências físicas.

Energia limpa

“As chamadas energias renováveis, como a solar e a eólica, são alternativas consideradas limpas por serem menos poluentes e por contar com recursos que se regeneram espontaneamente no meio ambiente, viabilizando a nossa qualidade de vida de forma sustentável. Temos o compromisso de incentivar soluções financeiras para aquisição de sistemas que viabilizem isso”, explica Daniela Avelar, diretora de soluções em empréstimos e financiamentos do BB.

Aos revendedores pessoas jurídicas de sistemas fotovoltaicos que queiram ser conveniados ao Banco do Brasil, a orientação é que procurem uma agência BB para firmar o convênio. Após isso, o conveniado terá sua empresa divulgada no site do BB.

Fonte: Banco do Brasil

 

Fundação BB e Vale firmam parceria para inserção socioprodutiva de mulheres no PA

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A Fundação Banco do Brasil e a Vale assinaram parceria inédita nesta quinta-feira (24), em São Paulo (SP). O acordo de cooperação tem como objetivo impulsionar ações socioprodutivas em territórios de comum interesse.

O primeiro projeto contemplado, no valor de R$ 2,13 milhões, é o Bordando a Paz, em Canaã dos Carajás (PA), que contribuirá para o fortalecimento de uma agenda integrada de ações de combate à pobreza.

A partir da iniciativa, a Fundação Banco do Brasil e a Vale vão contribuir para a inclusão socioprodutiva de mulheres e para a diminuição das vulnerabilidades sociais que se apresentam na realidade local, utilizando a arte do bordado como instrumento sensibilizador para mudanças sociais.

O bordado traz a proposta de vincular a promoção da saúde em seus aspectos subjetivos psicossociais, potencializando a saúde física e a mental, ao trabalhar as articulações, exercitar a memória, aliviar as tensões, diminuir o estresse e manter o foco.

Além de oferecer uma oportunidade de protagonismo na criação de uma rede de mulheres organizadas, a capacitação em bordado valoriza a cultura local e está alinhada às práticas socioeducativas relacionadas à preservação do meio ambiente e à responsabilidade socioambiental.

A rede de bordadeiras receberá orientações para o desenvolvimento de produtos e capacitação sobre assuntos administrativos e financeiros para comercializarem as próprias peças.

“Pra nós, da Vale, a luta contra a pobreza e o investimento em rede de mulheres como catalizadora de transformações sociais profundas são os maiores focos de nossa atuação social. Acreditamos que a iniciativa privada deva ser uma aliada do setor público no campo social e que parcerias como esta, junto à Fundação Banco do Brasil, são fundamentais para alavancar os investimentos e para troca de experiências e conhecimentos em prol das pessoas que mais precisam”, afirma Flávia Constant, gerente executiva de Investimento Social Privado da Vale.

Para Rogério Biruel, diretor-executivo de Desenvolvimento Sustentável da Fundação Banco do Brasil, as parcerias com empresas permitem a ampliação do investimento socioambiental.

“E quanto mais parceiros investidores, como a Vale, maior será o impacto positivo na vida das pessoas”, afirma.

“A Fundação Banco do Brasil atua, há quase 40 anos, na gestão e apoio a iniciativas pela transformação socioambiental do país. São programas, ações e projetos que valorizam as Tecnologias Sociais e a aderência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, destaca o diretor.

Investimento Social

O investimento total de R$ 2,13 milhões será dividido entre os dois parceiros. O prazo total para execução do projeto será de 18 meses. A instituição selecionada para a execução do projeto é o Instituto de Promoção Cultural Antônia Diniz Dumont – ICAD, que atua, desde 2004, com inclusão socioprodutiva de comunidades em situação de vulnerabilidade, usando a arte nos processos criativos e de humanização.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB Seguros lança apólice Empresarial com cobertura para home office e delivery

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A BB Seguros lançou um novo seguro Empresarial que envolve as coberturas tradicionais desse tipo de apólice e novidades, como proteções voltadas ao trabalho em home office e aos serviços de entrega. O novo produto está disponível apenas para correntistas do Banco do Brasil, em uma primeira fase, e os preços variam de acordo com a apólice.

O novo seguro tem três planos, o Essencial, o Prático e o Total, todos com coberturas para incêndio, queda de raio, explosão e fumaça, danos elétricos, perda ou pagamento de aluguel, responsabilidade civil de estabelecimento e despesas fixas. Em cada plano, há coberturas adicionais específicas, e no caso do plano Total, benefícios premium, como detectores de fumaça.

A BB Seguros destaca ainda que a cobertura de home office garante os prejuízos aos bens do estabelecimento segurado que sejam utilizados por funcionários em regime de trabalho remoto, e a de delivery minimiza danos sofridos pelas mercadorias durante o processo de entrega. Há extensões às coberturas: em bares ou restaurantes, a cobertura de vidros inclui danos como quebra de louças.

“Desenhamos um produto que privilegia as necessidades específicas de diferentes atividades desenvolvidas, com opções que podem ser customizadas por meio de jornadas simples e fluidas”, diz em nota Emerson Nagata, gerente executivo de massificados da Brasilseg. “Para essa construção, ouvimos os clientes, que nos trouxeram os insumos necessários para proporcionar as melhores experiências em todos os pontos de contato.”

Os planos incluem ainda assistências como proteção digital, encanador, eletricista, chaveiro, desentupimento e pacotes que permitem o conserto de eletrodomésticos, limpeza de aparelhos como ar condicionado e a instalação de lustres, tomadas e interruptores. A extensão da cobertura para assistência depende do plano contratado.

No plano total, há um pacote de assistências que cobre a troca de segredo de fechaduras, instalação de fechaduras eletrônicas, interfones e câmeras de segurança, além de uma desinsetização dos ambientes de trabalho.

A BB Seguros também disponibiliza a Proteção Digital, com antivírus, análise de vulnerabilidade de rede e IP e assistência tecnológica, diante do aumento dos ataques cibernéticos a empresas.

Fonte: Mercado & Consumo

Resultado positivo mantém planos da Previ em equilíbrio

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Os planos da Previ tiveram resultados positivos em setembro. No Plano 1, a rentabilidade de setembro fechou em 1,33% e o acumulado do ano é de 8,93%, já considerados os valores das Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento – OFND, decorrentes do acordo firmado com a União no primeiro semestre do ano.

No Previ Futuro, o resultado do mês ficou em 0,70% e 7,19% no ano. Os sete perfis do Previ Futuro tiveram desempenho positivo em setembro. Confira o detalhamento dos números no Painel Previ, dentro da seção Prestação de Contas aqui do site.

No acumulado do ano, ambos os planos se mantêm bem próximos das metas atuariais, que é referência mínima de rentabilidade que se busca nos investimentos para o cumprimento das obrigações assumidas com o pagamento de benefícios.

Plano 1

O Plano 1 já soma um resultado de R$ 1,385 bilhão em 2022, que leva ao resultado total acumulado superavitário de R$ 458,98 milhões ao final de setembro. A rentabilidade no mês foi 1,33% e o acumulado no ano está 8,93%, acima da meta atuarial no mesmo período, que é de 8,01%.

Tanto o segmento de Renda Fixa quanto Renda Variável tiveram rentabilidade positiva no mês. A Renda Variável mais uma vez obteve rentabilidade positiva de 3,36%, capturando o mês favorável das empresas pertencentes a carteira de Participações. A Renda Fixa apresentou rentabilidade de 0,44% de retorno no mês, com destaque para a carteira de Títulos Públicos para negociação que teve performance positiva de 1,87%. Tal impacto positivo se deve à revisão das expectativas futuras de inflação no país.

O segmento de Operações com Participantes apresentou uma rentabilidade atípica nas operações de Financiamento Imobiliário em setembro, decorrente da recuperação de créditos relativos a contratos inadimplentes e de uma atualização no cadastro das ações judiciais referentes aos contratos de financiamento imobiliário inadimplentes.

A notícia é positiva, mas vale destacar que a Previ segue praticando as menores taxas permitidas para essas linhas de crédito, que também são consideradas modalidades de investimentos e por isso precisam gerar retorno para o plano de benefícios.

A performance positiva dos ativos do Plano 1 torna ainda mais distante qualquer necessidade de equacionamento de resultados ao final de 2022 e reforça a eficiência da gestão da Previ, assim como a solidez de seus investimentos, mesmo nos momentos mais desafiadores.

Previ Futuro

Todos os perfis de investimento do Previ Futuro registraram retorno positivo em setembro, com destaque para aqueles que têm maior concentração de ativos de Renda Fixa. No acumulado do ano, todos os perfis também apresentam rentabilidade acumulada positiva. A Renda Variável performou 0,02% positivo em setembro, patamar próximo aos referenciais da bolsa de valores brasileira. Já a carteira de Renda Fixa contribuiu positivamente no mês em 1,05%.

No Previ Futuro, a alocação dos investimentos reflete as escolhas dos associados ao optarem por um perfil de investimentos. A rentabilidade do plano como um todo no mês, de 0,70%, é influenciada pela maior alocação da carteira de investimentos no segmento de Renda Fixa, onde estão alocados 64,99% do patrimônio do Plano.

Mas no Previ Futuro é importante que cada associado acompanhe o resultado do perfil escolhido, o que pode ser verificado na seção Prestação de Contas aqui do site. Assim, cada associado poderá verificar o desempenho do seu perfil e avaliar a melhor estratégia para a sua jornada de acumulação previdenciária.

Conjuntura

Assim como já havia ocorrido em agosto, apesar das oscilações enfrentadas em 2022, o mês de setembro foi marcado pela sequência de recuperação da Renda Variável, com elevação das ações na Bolsa de Valores.

A economia global se encontra em um processo de desaceleração diante dos ajustes das taxas de juros, da persistência da inflação em níveis elevados e dos riscos geopolíticos presentes. Mais uma vez os Bancos Centrais americano e europeu aumentaram as taxas de juros em setembro. Com a divulgação dos dados de setembro, a inflação acumulada de 12 meses da Zona do Euro chegou ao valor histórico de 10%, muito devido ao aumento dos preços de alimentos e à pressão do núcleo da inflação.

No Brasil, a demanda doméstica continua aquecida, com os consumidores substituindo gradativamente o consumo de bens pelo de serviços. Sobre taxa de juros, o Banco Central optou por permanecer com a taxa Selic em 13,75%, após 12 reuniões consecutivas de aumento de taxa. O Copom reforçou ainda que “é necessário manter a vigilância, avaliando se a estratégia de manutenção da taxa básica de juros por um período suficientemente prolongado será capaz de assegurar a convergência da inflação”.

Mantenha-se informado sobre os resultados do seu plano e acompanhe mensalmente as publicações dos Cenários Econômicos na seção Investimentos da Previ.

Fonte: Previ

Programa de Integridade do Economus

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O Programa de Integridade do Economus foi atualizado. Nessa nova versão foram revisados os temas de Auditoria e Monitoramento, Ética, Regimentos dos Conselhos e Comitês, além de questões relacionadas à Lei Geral de Proteção de Dados e Compliance.

Acesse aqui e leia o documento. Ele está disponível também no menu “O Economus”, aqui em nosso site.

Sobre o Programa de Integridade

Lançado em 2019, é um documento que tem o objetivo de demonstrar o comprometimento do Economus com os seguintes assuntos:

  • Prevenção de riscos aos quais está exposto em decorrência de suas operações;
  • Postura proativa diante de eventuais problemas;
  • Melhoria do ambiente corporativo com maior sensibilização do assunto junto aos empregados;
  • Inibição de situações antiéticas em possíveis casos de assédio, fraude e corrupção; e
  • Redução de custos com contingências legais ou despesas operacionais, entre outros.

Fonte: Economus

 

Banco do Brasil: Lucro recorde e ‘performance estelar’, mas cautela sobre futuro

Publicado em: 16/11/2022

Os resultados reportados pelo Banco do Brasil (BVMF:BBAS3) nesta quarta-feira, 09, com lucro recorde, foram bem avaliados avaliados por analistas, mas a cautela ainda paira sobre os papéis da companhia.

Nesta quinta-feira, 10 de novembro, mesmo após resultados considerados positivos, as ações do banco público recuavam 2,67% por volta das 14h19, cotadas a R$36,07.

As empresas estatais vêm sofrendo nas últimas semanas, com um futuro ainda incerto após a vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lula defende que os bancos públicos precisam prestar uma “função social”. O senador eleito e um dos coordenadores da campanha de Lula, Wellington Dias (PTPI), também disse que os bancos públicos devem ter um papel importante no desenvolvimento econômico e social brasileiro nos próximos anos.

Resultados

O banco reportou registrou lucro líquido ajustado de R$ 8,4 bilhões no 3T22, aumento de 7,1% no trimestre e de 62,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado em 2022, o lucro líquido ajustado subiu 50,9%, impulsionado, segundo o BB, pelo crescimento da margem financeira bruta, aumento das receitas de prestação de serviços, elevação de participações em controladas, coligadas e joint ventures e controle das despesas administrativas.

Larissa Quaresma, analista da Empiricus, avalia os lucros recordes como ‘performance estelar’, lembrando que os números superaram o consenso em 12%. Quaresma detalha que a carteira de crédito subiu de 5% na comparação trimestral, puxada pelo agronegócio. “O crescimento total supera aquele mostrado por Bradesco (BVMF:BBDC4) e Santander (BVMF:SANB11), que cresceram suas carteiras na ordem de 3% na mesma comparação. Assim, o Banco do Brasil fechou o trimestre com uma carteira de crédito de R$ 969 bilhões”, compara a analista.

Segundo Quaresma, o aumento da predominância do setor de agronegócio no total da carteira, que atingiu 30% do total, ajudou a amortecer o impacto da inadimplência, que cresceu de forma sistêmica no sistema bancário. “O índice de empréstimos atrasados há mais de 90 dias atingiu 2,34% da carteira de crédito total, aumento trimestral de 0,34p.p. Importante mencionar que o indicador continua abaixo da média do sistema financeiro nacional (2,80%), exatamente pelo perfil conservador da carteira”, completa.

Com o aumento da inadimplência, o banco provisionou R$ 4,5 bilhões para perdas de crédito, crescimento trimestral de 54%. Ainda assim, a margem financeira após inadimplência cresceu 7% na mesma comparação, para R$ 15,0 bilhões.

O aumento na receita de serviços, com destaque para a administração de fundos e de seguros, previdência e capitalização foi um dos pontos ressaltados pela analista. Já as despesas administrativas tiveram um crescimento “comportado e abaixo das receitas, mesmo com o reajuste salarial de 8% aplicado durante o trimestre”.

O BB revisou para cima sua projeção de resultado para o ano fechado. Agora, o lucro líquido é estimado em R$ 31,5 bilhões, 11% acima da previsão original. Esta é a segunda vez no ano que o BB melhora a estimativa, lembra Quaresma.

“O Banco do Brasil entrega, mais uma vez, um resultado que supera expectativas, com o prognóstico de um 4T também forte. Contudo, tornamo-nos céticos em relação a ação com a perspectiva de um novo governo. Diante da incerteza quanto à qualidade da gestão nos próximos anos, temos dúvidas sobre até quando a boa performance deve continuar. Com isso, reiteramos nossa preferência por Itaú (BVMF:ITUB4) dentre os grandes bancos brasileiros”, pondera Quaresma.

Já a Ativa Investimentos avaliou que o banco teve um bom resultado trimestral, acima das projeções. Segundo Pedro Serra, analista da Ativa, o bom desempenho na margem financeira bruta ocorreu devido ao ganho de spread. “Já no custo de crédito, o BB fez menos provisões do que estimávamos, reduzindo mais aceleradamente seu índice de cobertura. A receita com serviços também foi uma surpresa positiva, onde o banco foi impulsionado pelo avanço de 20,6% QoQ na linha de seguros, previdência e capitalização”, detalha. Por outro lado, como ponto negativo, a Ativa considerou elevado o aumento da inadimplência – mesmo que o cenário macroeconômico já indicasse uma piora neste indicador. Segundo Serra, a estratégia mais agressiva na concessão de crédito “começa a se pagar”, resultando em uma margem bruta influenciada pelo mix no spread da carteira.

A Ativa possui recomendação de compra para os papéis, com preço-alvo de R$53,70.

Fonte: Investing

 

BB tem lucro líquido ajustado recorde de R$ 22,8 bilhões nos nove primeiros meses de 2022

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O Banco do Brasil apresentou um lucro líquido de R$ 22,8 bilhões nos nove primeiros meses de 2022, crescimento de 50,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que representa um RSPL (retorno sobre patrimônio líquido) de 20,5%.

No trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 8,4 bilhões, 62,7% acima do terceiro trimestre de 2021 e 7,1% superior ao segundo trimestre de 2022. O RSPL alcançou 21,8% no período.

O resultado do Banco do Brasil é reflexo de alavancas que alicerçam a sustentabilidade do seu retorno no longo prazo: o crescimento da carteira de crédito com mix que apresenta um melhor retorno ajustado ao risco; a continuidade da diversificação na linha de serviços, que começa a refletir a monetização de novos modelos de negócios; a disciplina constante na gestão de custos; e a sólida posição de capital.

No acumulado anual, o Banco do Brasil irá distribuir mais de R$ 8,5 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio a seus acionistas, correspondendo a um payout de 40%.

Ao mesmo tempo, o BB agregou à sociedade o valor adicionado de R$ 57,8 bilhões nos nove meses acumulados deste ano, crescimento de 34,8% frente ao ano anterior. A demonstração do valor adicionado é uma peça contábil e representa o quanto a Empresa gerou de riqueza e sua distribuição em termos de tributos, dividendos, pessoas, remuneração de capital próprio e de terceiros.

Carteira de Crédito

A carteira de crédito ampliada totalizou R$ 969,2 bilhões em setembro de 2022, com evolução de 19,0% na comparação com setembro de 2021 e 5,4% em relação a junho de 2022.

A carteira pessoa física ampliada cresceu 2,7% no trimestre e 10,9% em 12 meses, influenciada pela performance positiva no crédito consignado (+2,4% no trimestre e +8,3% em 12 meses), empréstimo pessoal (+3,9% no trimestre e +22,6% em 12 meses) e cartão de crédito (+3,4% no trimestre e +31,5% em 12 meses).

A carteira ampliada PJ registrou incremento trimestral de 5,3% e de 20,2% em 12 meses, com destaque para capital de giro (+5,6% no trimestre e +8,3% em 12 meses), TVM (títulos e valores mobiliários) privados e garantias (+3,7% no trimestre e +53,3% em 12 meses) e ACC/ACE (+18,5% no trimestre e +36,6% em 12 meses).

Destaque para os desembolsos realizados na linha do Pronampe que totalizaram R$ 10 bilhões em 2022.

A carteira ampliada de Agronegócios expandiu 9,1% no trimestre e 26,7% em 12 meses, com ênfase para as operações de custeio (+25,4% no trimestre e +53,7% em 12 meses), de investimento (+12,2% no trimestre e +59,3% em 12 meses) e Pronaf (+7,5% no trimestre e +13,5% em 12 meses). Na safra 2022/2023, o Banco do Brasil desembolsou R$ 63,5 bilhões em operações de crédito ao agronegócio (+37,8% em relação à safra anterior) no terceiro trimestre. Foram 197 mil operações contratadas no período, sendo 56,2% destinadas à agricultura familiar.

A carteira de negócios sustentáveis atingiu, ao fim de setembro de 2022, R$ 321,2 bilhões, crescimento de 13,9% em 12 meses. Esse montante foi contratado em linhas de crédito com elevada adicionalidade ambiental e/ou social, ou destinado a financiar atividades e/ou segmentos que possuem externalidades positivas.

Inadimplência sob controle: O índice de inadimplência INAD+90d (relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito classificada) saiu de 2% em junho/22 para 2,3% em setembro/22, permanecendo abaixo do Sistema Financeiro Nacional, que encerrou o período em 2,8%. O índice de cobertura do BB foi de 234,9% em setembro/22.

Capital

O Índice de Basileia foi de 16,72% em setembro de 2022. O índice de capital nível I atingiu 14,74%, sendo 11,77% de capital principal.

Dinâmica de Receitas e Despesas

As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 23,9 bilhões, crescimento de 11,0% em 12 meses. No trimestre, atingiram R$ 8,5 bilhões, com crescimento trimestral de 8,6%, influenciado pelo desempenho das receitas de consórcios (+50,6%) e de seguros, previdência e capitalização (+20,6).

As despesas administrativas alcançaram R$ 24,9 bilhões, elevação de 6,0% na comparação com os nove primeiros meses de 2021, abaixo da inflação registrada no período. No terceiro trimestre de 2022, atingiu R$ 8,4 bilhões, 1,2% superior ao trimestre anterior.

Hub de soluções e serviços

Broto: a plataforma digital voltada ao agronegócio, completou dois anos de existência e vem escalando sua operação. Desde sua criação até setembro de 2022, foi contratado R$ 1,8 bilhão em negócios, o que demonstra seu potencial em facilitar o acesso dos produtores rurais a produtos e serviços bancários e não bancários.

Loja BB: nos primeiros 9 meses de 2022, a Loja BB movimentou, aproximadamente, R$ 680 milhões com vendas de produtos e serviços não financeiros, em mais de 26 milhões de transações. A Loja BB continua expandindo e encerrou setembro de 2022 com 50 marcas, oferecendo cashback direto na conta do cliente.

Liga PJ: outro importante passo do BB na ampliação da atuação no ecossistema das micro e pequenas empresas é a plataforma Liga PJ, disponível no endereço ligapj.com.br. A solução atingiu mais de 530 mil usuários e 21 parceiros.

Projeções corporativas 2022 – revisada

Apresentamos aqui a nossa performance no 9M22 e as projeções corporativas para 2022. Os intervalos estabelecidos para o ano consideram as sazonalidades dos trimestres.

Fonte: Banco do Brasil

BB tem lucro recorde, mas funcionários podem ter diminuição de salário

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No momento em que o Banco do Brasil alcança desempenho inédito em seus lucros, os funcionários podem ser surpreendidos com a diminuição dos seus salários em razão do aumento da coparticipação na Cassi.

Na última sexta à tarde (11 de novembro), a ANABB recebeu um convite da Diretoria da Cassi para participar de reunião, sem especificação do que seria discutido. Informalmente, buscamos mais detalhes e fomos surpreendidos com a notícia de que o Conselho Deliberativo da Cassi havia convocado reunião extraordinária, cujo principal ponto de pauta era proposta, apresentada por unanimidade pela Diretoria Executiva, para implementação de um plano de contingência.

A indignação foi maior ao saber que o plano de contingência proposto penalizava apenas os associados, promovendo aumento da coparticipação de 30% para 50% em consultas e 10% para 30% em serviços auxiliares, sem nenhuma contrapartida do patrocinador.

Como aceitar que um assunto tão grave seja levado para apreciação do Conselho Deliberativo da Cassi sem, ao menos, ser apresentado para as entidades representativas? Os funcionários da ativa e aposentados da BB também não foram informados sobre o tema.

A reunião do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência aconteceu na manhã desta segunda (14/11) com um empate na decisão sobre a implementação do plano de contingência: os 4 conselheiros eleitos votaram contra o aumento da coparticipação e os 4 indicados do Banco votaram a favor.

ENTENDIMENTO DAS ENTIDADES

Na tarde desta segunda, conforme convite da Cassi, aconteceu a reunião entre a Diretoria da Caixa de Assistência e os representantes dos associados.

A ANABB, assim como as demais entidades, entende que o empate na decisão sobre o aumento da coparticipação volta o tema para a estaca zero e o retira da pauta de deliberações. O entendimento foi compartilhado pelos diretores eleitos. No entanto, não conseguimos essa confirmação por parte do presidente da Cassi, Clóvis de Castro Junior, que alegou estar aguardando a ata do Conselho.

As entidades estão em sintonia e defendem que é inadmissível que ocorra qualquer mudança na contribuição dos associados sem a devida discussão. Vivemos um período incerto que interfere na tomada de decisões, pois:

Estamos em transição de governo, que vai impactar diretamente a governança do Banco do Brasil e da Cassi.
Ainda não obtivemos resposta do BB e da Cassi sobre as ações trabalhistas do Banco, que deveriam ter repercussão nas contribuições pagas à Cassi.

Há solicitação de que o BB faça o ressarcimento à Cassi das despesas realizadas com a covid, questão que também ainda não foi respondida pelo Banco.

Com um lucro histórico superior a R$ 8 bilhões, cobramos que o Banco do Brasil cumpra o compromisso com seus funcionários, que são parte fundamental e imprescindível no alcance dos excelentes resultados.

Ter um plano de saúde como a Cassi é um patrimônio que deve ser preservado, sendo o principal benefício percebido pelos funcionários.

Por isso, a ANABB apela para a sensibilidade do BB e reivindica que a instituição reveja o assunto, retirando o tema de pauta. As entidades estão a postos para iniciar a novas discussões sobre a sustentabilidade da Cassi, bem como retomar a mesa de negociação.

Fonte: Agência ANABB

 

Lula não deve conseguir mexer no lucro do Banco do Brasil até 2024

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O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva não deve conseguir mexer no lucro do Banco do Brasil em 2023, seu primeiro ano de governo. A avaliação é do Itaú BBA. Independentemente das mudanças que o novo governo fizer nas políticas do banco público, os efeitos de tais alterações só devem ser sentidos nos números do BB em 2024.

“Estamos confortáveis projetando um crescimento de 13% nos lucros do Banco do Brasil em 2023. Levaria algum tempo até que qualquer mudança de direção tivesse um impacto visível nos lucros. O risco negativo é a materialização dos temores da política de crédito, atingindo seus múltiplos e projeções de lucros para 2024 em diante”, escrevem os analistas do Itaú BBA em relatório enviado a clientes.

Os resultados trimestrais do Banco do Brasil surpreenderam positivamente o mercado financeiro. O banco lucrou 8,36 bilhões de reais no terceiro trimestre, número acima dos 7,3 bilhões de reais projetados pelo consenso Refinitiv e que representa um aumento de 62% frente ao mesmo período de 2021. Apesar do aumento da inadimplência e das provisões, o índice de inadimplência permanece em níveis baixos (2,8%) e o índice de cobertura permanece saudável.

A carteira de empréstimos mais conservadora do banco com um mix maior em crédito consignado e rural evitou grandes surpresas. “O BB reportou de longe o melhor conjunto de resultados dentro de nossa grande cobertura bancária nesta temporada”, afirma o Itáu BBA. Os papéis do banco, contudo, fecharam em queda de 2% na quinta-feira, 10, pressionados pelo discurso do presidente eleito Lula.

Em sua prestigiada estreia na COP27, a Conferência do Clima da ONU, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva não se limitou a falar sobre questões ambientais e defendeu mudanças no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O colegiado, constituído após a Segunda Guerra Mundial, é responsável por, entre outras atribuições, autorizar intervenções militares. Atualmente, é formado por Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China. “O mundo não é o mesmo de 1945. A ONU precisa avançar (…). O mundo mudou, os países mudaram, os países querem participar mais, os continentes querem estar representados”, disse Lula.

O presidente eleito se comprometeu, ainda, a combater o desmatamento, classificou a gestão ambiental de Jair Bolsonaro de “desastrosa” e fez um pedido para que a COP30 seja realizada em terras brasileiras, na Amazônia.

Fonte: Veja