Economus evolui no Índice de Desenvolvimento de Saúde Suplementar da ANS

Publicado em: 23/04/2020

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou o resultado do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar – IDSS 2019 (ano-base 2018), no qual o Economus obteve evolução em relação à pesquisa anterior.

IDSS é o índice que avalia o desempenho das operadoras de planos de saúde e faz parte do Programa de Qualificação da Saúde Suplementar definido pela ANS. Ele é constituído por um conjunto de indicadores, que compõem uma nota final, distribuídos em quatro dimensões:

Qualidade e Atenção à Saúde (IDQS): avaliação do conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde dos beneficiários, com ênfase nas ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada;

Garantia de Acesso (IDGA): condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta de rede de prestadores; Sustentabilidade de Mercado (IDSM): monitoramento da sustentabilidade da operadora, considerando o equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores;

Gestão de Processo e Regulação (IDGR): afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS.
O principal objetivo do IDSS é demonstrar como o mercado está se comportando em relação às questões assistenciais, sendo um importante parâmetro de avaliação para os beneficiários de planos de saúde.

Resultado

No IDSS, cada operadora recebe uma nota que a enquadra em uma faixa de avaliação por ordem crescente de desempenho: nota 0 – pior resultado; e nota 1 – melhor resultado. O cálculo do IDSS de cada operadora é realizado pela média ponderada dos índices de desempenho das dimensões, conforme os pesos de cada dimensão descritos no Art. 2º da Resolução Normativa – RN nº 423, de 11 de maio de 2017, que alterou a RN nº 386 de 09 de outubro de 2015.

A nota do Economus em 2019 ficou em 0,7704, representando um avanço em relação ao resultado de 2018 (ano base 2017), quando o índice ficou em 0,7021.

Veja o resultado completo de 2019:

IDSS – Índice de desempenho de saúde suplementar: 0,7704

Qualidade em atenção à saúde (IDQS) 0,7093
Garantia de acesso (IDGA): 0,8157
Sustentabilidade no mercado (IDSM): 0,7375
Gestão de processos e regulação (IDGR): 0,9166

Mais informações podem ser obtidas no site da ANS: http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans

Fonte: Economus

Economus disponibiliza serviços de previdência em seu aplicativo

Publicado em:

O aplicativo Economus está cheio de novidades. Agora, além dos recursos de saúde, você também pode acessar os principais serviços relacionados ao seu plano de previdência.

Estas funcionalidades são algumas das que estão disponíveis no autoatendimento do nosso site, mas com a facilidade de acessá-las em qualquer dispositivo móvel, de onde estiver, pelo aplicativo Economus.

Veja abaixo o que você vai encontrar nesta nova versão:

– Consultas e extratos: demonstrativos de pagamentos e extrato de contribuição;

– Empréstimos: simulador e gerenciador de empréstimos;

– Imposto de Renda: informes, demonstrativos de rendimentos e empréstimos.

Como atualizar o aplicativo?

Se você já possui o aplicativo Economus instalado em celular ou tablet, basta acessar a loja do seu aparelho (Google ou IOs) e efetuar a atualização do app.

Como baixar o aplicativo?

Se você ainda não instalou o aplicativo Economus, acesse a loja do seu dispositivo móvel e instale agora mesmo:

Aparelhos Android: Clique aqui!

Aparelhos Apple: Clique aqui!

Ficou com dúvidas sobre como baixar ou utilizar o Aplicativo Economus?

Acesse aqui a página exclusiva, que traz mais detalhes dos serviços oferecidos e um tutorial de navegação.

Importante: a senha para utilização do app é a mesma utilizada no autoatendimento.

Fonte: Economus

Coronavírus: análise da conjuntura econômica e de investimentos do Economus

Publicado em: 16/04/2020

No mês de março/2020, a declaração da Organização Mundial de Saúde -OMS, de que a Covid-19 se caracterizava como uma pandemia, causou uma reação bastante aguda e rápida dos investidores, não apenas no Brasil, mas em todos os mercados do mundo. Observou-se que a aversão ao risco atingiu todos os ativos, de forma indistinta. Ativos de renda fixa, renda variável e commodities, subitamente, perderam expressivo valor de mercado.

A incerteza dos investidores é em relação ao impacto e à duração dessa pandemia na economia, ou seja, na redução do consumo pelas famílias, na saúde financeira das empresas, que tendem a reduzir suas atividades e deverão produzir resultados inferiores, bem como dos entes públicos, cujos gastos devem aumentar substancialmente para suportar os serviços, que serão bastante demandados pela população.

Até a chegada da Covid-19 no Brasil, a economia se encontrava em meio a uma recuperação gradual. Esse otimismo havia feito o índice Ibovespa registrar nível recorde à época.

Com a incerteza e a aversão ao risco tomando conta dos mercados, mesmo os títulos emitidos pelo governo brasileiro, considerados de mais baixo risco no país, também tiveram perda de preço (com o aumento das taxas), pois investidores preferiram trocá-los por ativo ainda de menor risco, dinheiro em caixa. E, nesse mesmo sentido, seguiram também os títulos de renda fixa privados, emitidos por empresas e instituições financeiras.

O segmento de renda variável, de maior risco, teve impacto ainda mais severo. Para se ter ideia da magnitude das variações, apenas no mês de março, o Ibovespa apresentou queda de 29,9%, acumulando -36,8% em 2020. O índice de Títulos Públicos NTN-B (IMA-B) variou -6,97%, em março, enquanto o índice de Fundos Imobiliários (IFIX), -18,8%, e o índice de Fundos Multimercado, (IHFA) -6,5%.

Ao longo do mês de março, com os pacotes de ajuda financeira divulgados por vários países, sobretudo os Estados Unidos, o mercado esboçou recuperação. Entretanto, ainda reage às novas informações, que ora são negativas, sendo a volatilidade a característica marcante do seu comportamento no momento, sem clara demarcação do seu sentido ainda.

A Política de Investimentos do Economus é concebida com base no perfil de compromissos dos Planos Previdenciários, em fundamentos técnicos e na assunção de nível de risco adequado ao grau de maturidade de cada plano. Além disso, a alocação dos ativos também se orienta pelo horizonte de investimento da poupança previdenciária, que é de longo prazo.

Com relação aos investimentos de renda fixa, apesar do ajuste negativo de valor (da cota do perfil conservador, por consequência), são todos de boa qualidade creditícia. No momento, não vislumbramos problemas de pagamento dos compromissos pelos seus emissores.

Com relação aos investimentos de renda variável e estruturados, o horizonte de investimento para esses ativos é de longo prazo. Estamos passando por um momento adverso e não previsto. Porém, esse ciclo deverá passar e, no médio prazo, os ativos deverão recuperar seu valor.

A seguir, apresentamos a composição dos investimentos por segmento, acompanhada dos resultados no mês de março, e em horizontes mais longos:

Fonte: Economus

Eleições Economus 2020: AGEBB pede ao Comitê Eleitoral uso do SISBB

Publicado em: 03/04/2020

As Eleições Economus 2020, que ocorreriam entre os dias 6 e 17 de abril e foram suspensas em razão da disseminação do coronavírus, serão realizadas entre 15 e 26 de junho. A diretoria da AGEBB aproveitou a pausa para encaminhar, em março, um manifesto endereçado ao diretor-superintendente do Economus, Amauri Aguiar de Vasconcelos, questionando a não disponibilidade da plataforma SISBB, dos funcionários da ativa do Banco do Brasil, já amplamente utilizado nos pleitos da Cassi e da Previ (esse suspenso por 60 dias, a contar de 23 de março).

A AGEBB afirma, no documento, não ser clara à associação a posição do Economus, e de seu Comitê Eleitoral, quanto a não utilização do sistema oficial de comunicação do BB no pleito de 2020. A entidade relembra que a plataforma foi utilizada nas Eleições Economus de 2014, 2016 e 2018, com amplo sucesso. O manifesto, inclusive, cita os números dessas disputas que corroboram com a importância do sistema.

Segundo levantamento da AGEBB, com base em dados do próprio Economus, dos 10.659 participantes que votaram em 2018 para o Conselho Deliberativo nas Eleições Economus, 5.811 deles o fizeram pelo SISBB, representando 74,84% dos votos. Quanto ao Conselho Fiscal foram 10.645 votos, com exatos 5.797 (ou 74,66%) por essa plataforma. Em 2016, o cenário não foi muito diferente. Naquele ano, as Eleições Economus, para o Conselho Deliberativo, totalizaram 16.296 participantes, com 8.196 deles fazendo o uso do SISBB. Quanto ao Conselho Fiscal foram 10.751 votos, com exatos 6.701 por essa plataforma. Dois anos antes, em 2014, as eleições totalizaram 11.208 votantes, sendo 7.407 pelo SISBB e 3.801 por outros canais, o que ratifica o importante papel desta ferramenta.

Resposta do Comitê Eleitoral

Nesta semana, a AGEBB recebeu a resposta do Comitê Eleitoral sobre o manifesto enviado. Nela, a “Comissão Eleitoral esclarece que o uso de plataforma única de votação, via web se deve, principalmente, pelo fato da empresa de auditoria independente contratada para acompanhar todo o processo, bem como a auditoria interna do instituto, não conseguirem auditá-lo, pois esta plataforma de votação não é alcançada pelas auditorias”.

O documento do Comitê Eleitoral ainda menciona “assim, em contínuo processo de aprimoramento nos sucessivos processos eleitoral, o Economus vem envidando esforços para, a cada pleito eleitoral, resguardar a segurança, a transparência e a isonomia  do processo, proporcionando a todos os eleitores e a todos os candidatos as mesmas condições de acesso ao voto, visto que a plataforma única de votação disponibilizada por empresa especializada e independente estará disponível a todo público de eleitores em qualquer hora, local e espaço territorial, não restringindo o acesso fora do horário comercial para os participantes da ativa.”

Para a diretoria da AGEBB, a resposta é vazia e não embasa os números apresentados nas eleições anteriores. “A pergunta é: por que mudar algo que sempre deu certo e faz parte do dia a dia do funcionário? Parece que o Economus está andando para trás no tempo ao tomar a decisão de não usá-lo”, argumenta o presidente da AGEBB, Francisco Vianna de Oliveira Junior. “Sem dizer que o SISBB é, sem dúvida, um meio democrático e muito prático para os funcionários participantes da ativa”, completa.

Documento ao Direg

Diante das respostas sem fundamento do Comitê Eleitoral do Economus, o presidente da AGEBB endereçou ao diretor da Diretoria de Governança e Entidades Ligadas ao BB (Direg), Rodrigo Felipe Alonso, e ao diretor da Diretoria de Pessoas (Dipes), José Avelar Matias Lopes, um manifesto também colocando os órgãos a par do assunto e demonstrando total indignação com a medida pela não utilização do SISBB nas eleições de 2020.

Em um dos trechos do documento, Oliveira Junior menciona que “apesar de toda argumentação enviada pelo Comitê Eleitoral do Economus, que não foi refutada em nenhum ponto pela diretoria do instituto, a resposta ao pleito foi simplesmente de que a forma sem a utilização do SISBB, não há condição de haver auditoria externa, se for o caso. Solicitamos encarecidamente que interceda junto à patrocinada Economus e reoriente os seus dirigentes no sentido da democracia de acesso e isonomia de direitos dos empregados incorporados do BB.”

O manifesto da AGEBB ainda afirma “solicitamos novamente às diretorias que representam o Patrocinador BB a reorientação da diretoria do Economus, de como o banco conduz todas as eleições da Cassi, Previ, Caref, sobre as auditorias pós-eleições. Deveria orientar a diretoria do Economus a ter maior transparência, credibilidade e governança em todas as eleições.”

Ainda segundo o documento, “o correto é fazer o contrário, colocar mais alternativas de votar como na Cassi, Previ e Caref, como SISBB, aplicativos, internet e terminais. Em nosso ponto de vista, a diretoria do Economus e Comissão Eleitoral estão fazendo completamente o inverso, excluindo o SISBB, que é o sistema que tem maior participação e votação, sendo que as premissas são sempre melhorar e evoluir. Portanto o SISBB é imprescindível e necessário em todas as eleições no Banco do Brasil”.

Fonte: AGEBB

Com suspensão, AGEBB pede à Dipes que participantes da ativa votem pelo SisBB

Publicado em: 26/03/2020

A rápida disseminação da covid-19 (coronavírus) em todo o país fez com que o Economus – Instituto de Seguridade Social e a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) adiassem as eleições que estavam marcadas, respectivamente, para os períodos de 6 a 17 e de 13 a 27 de abril. O pleito no Economus, adiado por tempo indeterminado, define os dois novos membros do Conselho Deliberativo e um do Conselho Fiscal. O da Previ, por sua vez, que suspendeu a disputa por 60 dias, a partir do último dia 23, escolhe os novos membros da Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes e Conselho Deliberativo e também para o Conselho Fiscal, em votações separadas.

A diretoria da AGEBB aproveitou a suspensão das Eleições Economus 2020, onde apoia os candidatos Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos, que buscam vagas, respectivamente, no Conselho Deliberativo e no Conselho Fiscal, para solicitar à Diretoria Gestão da Cultura e de Pessoas (Dipes) do Banco do Brasil, a qual as entidades patrocinadas estão alinhadas, que se estenda ao Economus as mesmas condições para exercício do direito ao voto das demais. No caso do instituto, o Comitê Eleitoral retirou a possibilidade de que os funcionários da ativa participem da votação por meio do SisBB. “Só queremos isonomia de tratamento, concedendo a possibilidade de que os empregados do banco possam votar através da própria plataforma da instituição. A votação por meio do SisBB é válida nas eleições da Cassi e Previ e porque no Economus seria diferente?”, questiona Francisco Vianna de Oliveira Junior, presidente da AGEBB.

Em um momento tão delicado na saúde do povo brasileiro, a AGEBB, única entidade que reúne a classe gerencial do Banco do Brasil, concorda com a suspensão das eleições em respeito às pessoas e participantes do Economus e da Previ. “Mas continuamos mantendo contato com os nossos apoiadores, que têm feito um trabalho fantástico em várias regiões do país. No caso do Economus, estamos trabalhando firmes com o Aliomar e o Adriano, para que sejam eleitos como nossos porta-vozes para um instituto transparente, equilibrado e sustentável”, afirma Oliveira Junior.

Em seu portal, o Economus traz a seguinte informação: “Em função da situação que o Brasil e o mundo atravessam por conta da disseminação do coronavírus, a Comissão Eleitoral do Economus, atendendo a pedido da maioria dos próprios candidatos, recomendou a suspensão do pleito que irá eleger dois representantes para o Conselho Deliberativo e um para o Conselho Fiscal, além de seus respectivos suplentes. Diante deste cenário, a fim de ratificar a responsabilidade social e também impedir que este importante processo democrático seja prejudicado, nesta segunda-feira, 23 de março, a diretoria executiva do Instituto acatou o referido pedido e decidiu por suspender o pleito por tempo indeterminado”.

Fonte: AGEBB

Diretores e conselheiros da AGEBB reforçam apoio a Aliomar e Adriano nas Eleições Economus 2020

Publicado em: 11/03/2020

Faltando poucos dias para o início das Eleições Economus 2020, que ocorrem entre 15 e 26 de junho (a disputa, anteriormente, ocorreria entre 6 e 17 de abril, mas foi suspensa em razão da pandemia do coronavírus), as campanhas dos candidatos da AGEBB ao Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal do instituto, respectivamente, Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos, ambos participantes do Grupo C, vão ganhando força na capital e no interior. Em recente encontro com a diretoria executiva e membros dos conselhos em São Paulo, o apoio à dupla foi o tema central das discussões.

Para a coordenadora geral das campanhas de Aliomar e Adriano, Olívia Souza de Freitas, novos apoios deverão chegar nos próximos dias. “Estamos intensificando os contatos, buscando ampliá-los em regiões estratégicas do país. Durante vários mandatos tivemos conselheiros que em todas as campanhas discorreram sobre os problemas existentes no Economus desde a sua origem, mas não apresentaram nenhum resultado positivo para os participantes. Chegou a hora de mudar e votarmos nas pessoas que realmente podem fazer a diferença com competência e os nossos candidatos já demonstraram estar preparados para essa missão”, destaca Olívia.

Levi, Denison, Aliomar, Adriano e Oliveira Junior: apoio geral aos candidatos

Com conhecimento de quem ocupou uma das vagas no Conselho Deliberativo do Economus por quase duas décadas, Levi Gomes de Oliveira, vice-presidente da AGEBB, diz que é chegado o momento de renovar ambos os conselhos. “A preocupação em definirmos quem serão os nossos representantes é grande, pois nos últimos anos, aquilo que foi concebido para nos dar tranquilidade na aposentadoria e segurança que merecemos depois de tantos anos de trabalho, tem se transformando em uma preocupação constante com relação aos nossos vencimentos e a perenidade do Economus”, diz Oliveira.

Diante desse cenário, o executivo da AGEBB reforça a necessidade de que participantes do instituto votem nos candidatos da associação. “O Aliomar e o Adriano são pessoas que gozam de extrema confiança e têm capacidade para que possam negociar, aprimorar e ajustar o destino do Economus. Estive lá por muitos anos e estaremos lado a lado, ombro a ombro, auxiliando os nossos representantes em seus trabalhos”, afirma Oliveira.

O atual presidente do Conselho Deliberativo da AGEBB, Denison Jordão Lima, também vai na mesma linha. “Os dois candidatos são competentes, com grande entendimento e vasto currículo de bons serviços prestados. Sem medo de errar, votemos neles, só assim conseguiremos ter o entendimento desse grande fundo de pensão que é o Economus, que vem passando por momentos difíceis por não haver uma política de entendimento entre seus gestores. Só há discussão e mais nada. Precisamos de mudanças imediatamente, buscando diálogo com o patrocinador (BB)”, diz.

As Eleições Economus para os Conselhos Deliberativo e Fiscal são realizadas a cada dois anos e reúnem membros eleitos pelos participantes e assistidos e indicados pelo patrocinador. No último pleito, em 2018, um total de 19.732 eleitores poderiam votar, mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na do Conselho Fiscal. “Os participantes precisam ter voz ativa e só conseguiremos isso elegendo conselheiros que estejam realmente comprometidos com as nossas causas. Depois, não adianta reclamar se você não participar. Somos todos responsáveis pelo nosso futuro”, argumenta Francisco Vianna de Oliveira Júnior, presidente da AGEBB.

Fonte: AGEBB

“É possível ter um Economus sem déficit e longevo”, diz Aliomar Jardim Pinho

Publicado em: 06/03/2020

O candidato da AGEBB ao Conselho Deliberativo do Economus, Aliomar Jardim Pinho, acompanha de perto as discussões e os planos de sobrevivência do instituto. Lembra, com profunda tristeza, de que já são três déficits (2006, 2015 e 2017) que impactam diretamente a vida dos participantes. “Houve negligência, falta de visão e planejamento dos gestores”, afirma. “Nosso problema é consequência da confiança que depositamos em algumas pessoas que passaram pelo Economus e que simplesmente não tiveram competência para gerir as demandas”, completa.

Segundo Aliomar, participante do Grupo C, hoje o Economus vive em uma aparente situação em que “todos e tudo se discute”, porém, nenhuma solução tem sido benéfica aos participantes. Mas é possível reverter a situação, com trabalho sério e comprometido. “É pensarmos em um planejamento do instituto para os próximos dois ou três anos, com integração e informação. A curto prazo, porém, é acompanhar com responsabilidade o que está sendo feito e qual resultado podemos dar. Premente agora é a continuidade e a existência do Economus. Depois, pensar em um plano atuarial que possa nos balizar para ações futuras de maneira sustentável”, elenca.

A curtíssimo prazo o candidato da AGEBB faz menção direta às negociações sobre o aumento do custeio, que tem levado alguns participantes a trocar a assistência médica do Feas e migrar para outros planos privados. “Temos participantes que pagam o plano de saúde através de boleto, pois os benefícios recebidos do Economus não são suficientes para arcar com esse compromisso. Com relação à previdência, não há para onde correr. O Economus debita do total de benefícios que o participante tem direito, o montante de 25% relativo aos déficits”, afirma.

A solução, diz Aliomar, seria a coparticipação do patrocinador no plano de saúde para amenizar e dar longevidade ao Feas. “E no caso da previdência precisamos de um atento acompanhamento dos estudos atuariais e evitar as judicializações. Precisamos encontrar alternativas, com acompanhamento rigoroso tanto do plano previdenciário e de saúde, além de buscar a participação do patrocinador nas futuras contribuições do Fundo Feas. O dinheiro está acabando e em 2023 não teremos mais recursos”, diz.

Em seu plano de trabalho, Aliomar afirma ser fundamental que o participante tenha acesso às informações de maneira simples e objetiva, para justamente entender as tomadas de decisões que podem causar ainda mais dores aos participantes. “Por ser um instituto, no mínimo, as atas do Economus deveriam trazer o que foi discutido. Porém, as decisões que ocorrem não chegam para o participante, pois transformaram as atas em notas técnicas, mais difíceis de entender. O acesso à informação não é transparente. Vamos, e precisamos mudar isso”, justifica.

Fonte: AGEBB

Participantes do Grupo C, Aliomar e Adriano combatem déficits e buscam gestão transparente de recursos

Publicado em: 26/02/2020

Administrador de formação e com mais de quatro décadas de trabalho entre Nossa Caixa e Banco do Brasil, Aliomar Jardim Pinho, 58 anos, é o candidato da AGEBB ao Conselho Deliberativo. Ele ingressou em 1976 na então Caixa Econômica do Estado de São Paulo como office-boy e posteriormente foi aprovado em concursos para auxiliar de escrita em 1983 e operador de Renda Fixa II em 1987. Entre dezembro de 1988 e março de 2012, ele foi gerente em vários postos e agências em São Paulo. Antes de aposentar-se em 2016, foi assistente operacional II no Cenop-Imobiliário, atuando nas equipes de Financiamento a Produção e Middle Office Pessoa Jurídica.

Adriano Domingos, candidato ao Conselho Fiscal, desenvolveu sua carreira nas áreas de Gestão Financeira e de Pessoas. Ingressou na Nossa Caixa em 1991 e sete anos depois iniciou sua carreira gerencial. Entre 2009 e 2011, foi gerente geral do BB em Colina, interior paulista. Desde então, passou a atuar como gerente de módulo.

As propostas de trabalho dos dois candidatos da AGEBB, que são participantes do Grupo C, nas Eleições Economus 2020 convergem para gestões transparentes e comprometidas com os recursos financeiros do instituto e a busca incessante pelo diálogo. Confira as propostas de cada um deles.

Aliomar Jardim Pinho (Conselho Deliberativo)

Propostas

• Ser o elo de ligação entre os participantes com o Economus, com atento acompanhamento nas discussões e no tratamento das demandas (ou) dos assuntos relacionados as decisões que possam (ou venham) futuramente onerar o instituto, os planos previdenciários e de saúde, e consequentemente, os participantes;

• Atento acompanhamento dos planos previdenciais e de saúde, buscando a prevenção de eventuais futuros déficits, dificuldades e/ou problemas estruturais, que penalizam os participantes com aumento das contribuições para coberturas de rombos financeiros;

• Verificar o cumprimento das regras estatutárias estabelecidas para os planos previdenciário e assistencial; registrando e divulgando de forma inteligível, através de atas, quando houver desvios dessas regras;

• Propor planos e estabelecer normatizações condizentes com os cenários econômico, previdenciário e seguridade, à época, para o bom funcionamento e a consequente longevidade dos planos previdenciais e de saúde e do Economus;

• Para maior transparência e mais fácil entendimento, propor o retorno das atas das reuniões dos conselhos Deliberativo e Fiscal, em substituição às notas técnicas, bem como a publicação em sítio específico para ciência dos participantes.

Adriano Domingos (Conselho Fiscal)

Propostas

• Obedecer o princípio da equidade, ou seja, cumprir as regras com ética e controle rigoroso das contas, que uma vez bem geridas não oneram o participante, obrigado hoje a fazer aportes para equacionar o saldo negativo do instituto;

• Buscar os princípios da governança colegiada com transparência a apreciação das contas, contribuindo para um melhor desenvolvimento do Economus, sem deixar de opinar individualmente, apesar de serem decisões colegiadas;

• Atender os interesses do instituto e de seus participantes, em especial na apuração das responsabilidades causadoras do agravamento do déficit no Economus e no plano de saúde dos aposentados, o Feas;

• Contribuir para dar credibilidade às análises financeiras do instituto, com a responsabilidade de buscar a sustentabilidade e o equilíbrio econômico e saudável dos planos administrados pelo Economus;

• Cuidar da verificação do atendimento das obrigações legais e estatutárias por parte da administração do instituto, que deve ser pautada pela sustentabilidade dos planos, eficiência operacional e otimização dos custos administrativos e assistenciais;

• Ter atenção para as decisões de investimento – verificando se as mesmas podem evidenciar prática de ato ilícito por parte dos administradores – e as relativas aos processos de controle de riscos, os quais devem respaldar as tomadas de decisões.

Fonte: AGEBB

Eleições Economus 2020: votação ocorrerá de 15 a 26 de junho

Publicado em:

As Eleições Economus 2020, que definirão dois representantes para o Conselho Deliberativo e apenas um para o Conselho Fiscal, mais os respectivos suplentes, ocorrem entre os dias 15 e 26 de junho. A disputa, anteriormente, ocorreria entre 6 e 17 de abril, mas foi suspensa em razão da pandemia do coronavírus. Todas as informações e detalhes do pleito podem ser acompanhadas diretamente pelo site https://www.economus.com.br/eleicoes-2020/.

No último pleito, em 2018, um total 19.732 eleitores poderiam votar nas Eleições Economus, mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na do Conselho Fiscal. Também foram registrados, respectivamente, 2,11% de votos em branco e 4,88% de nulos no primeiro pleito e 3,09% em branco e 5,5% de nulos, no segundo.

O Conselho Deliberativo é o órgão de decisão e orientação superior do Economus, responsável pelas principais decisões que impactam o presente e o futuro dos participantes e assistidos. Estabelece as diretrizes e normas gerais para organização e administração, bem como para os planos de benefícios e saúde. É composto por seis membros titulares e seis suplentes, nomeados, paritariamente, entre representantes dos participantes ativos, assistidos, participantes em BPD, participantes autopatrocinados e participantes saldados do Economus, escolhidos por meio de eleição direta; e representantes do patrocinador, Banco do Brasil.

O Conselho Fiscal é o órgão de controle interno do Economus, responsável por zelar pela gestão econômico-financeira e o cumprimento das regras de governança. Analisa e aprova os balancetes, emite pareceres sobre o balanço, aponta deficiências, avalia adequação de hipóteses atuariais e execução orçamentária, entre outras atribuições. É integrado por, no máximo, quatro membros titulares e quatro suplentes, escolhidos, paritariamente, entre representantes dos participantes ativos, assistidos, participantes em BPD, participantes autopatrocinados e participantes Saldados do Economus, por meio de eleição direta, e representantes do patrocinador, Banco do Brasil.

A AGEBB definiu que Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos são os candidatos da associação, respectivamente, aos conselhos Deliberativo e Fiscal nas Eleições Economus 2020. O primeiro é secretário do Conselho Fiscal e o segundo, diretor financeiro da única entidade representativa dos gerentes do BB em todo o país.

Aliomar e Adriano são os candidatos da AGEBB nas Eleições Economus 2020

Publicado em: 21/02/2020


A AGEBB definiu que Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos são os candidatos da associação, respectivamente, aos conselhos Deliberativo e Fiscal nas Eleições Economus 2020. O primeiro é secretário do Conselho Fiscal e o segundo, diretor financeiro da única entidade representativa dos gerentes do BB em todo o país. A votação das Eleições Economus 2020 ocorre entre os dias 15 e 26 de junho (a disputa, anteriormente, ocorreria entre 6 e 17 de abril, mas foi suspensa em razão da pandemia do coronavírus) e definirá dois representantes para o Conselho Deliberativo e apenas um para o Conselho Fiscal, mais os respectivos suplentes. Os eleitos terão mandato de quatro anos.

Conselho_Fiscal_Aliomar

Aliomar e Adriano disputam as Eleições Economus pela primeira vez, mas experiência em suas áreas ambos têm de sobra. O candidato da AGEBB ao Conselho Deliberativo está na associação desde 1990, onde tem colocado em prática seu conhecimento de mais de 40 anos de trabalho no empregador. Adriano, por sua vez, está na entidade desde 2004, sempre de forma muito assídua nas reuniões do grupo administrativo. Entre 2014 e 2018 ele atuou como secretário e no ano passado assumiu como diretor financeiro. “Nossos candidatos têm conhecimento e são extremamente comprometidos, éticos e transparentes em seus trabalhos. Eles têm nosso total apoio e vamos buscar ampliar as bases em pontos estratégicos pelo país”, afirma Francisco Vianna de Oliveira Júnior, presidente da AGEBB.

Conselho_Deliberativo_Adriano

Os dois candidatos da AGEBB já apresentaram ao Comitê Eleitoral do Economus as suas propostas de trabalho. Aliomar revela que fará um atento acompanhamento dos planos previdenciais e de saúde, buscando a prevenção de eventuais futuros déficits, dificuldades e/ou problemas estruturais, que penalizam os participantes com aumento das contribuições para coberturas de rombos financeiros. Adriano, por sua vez, diz que tem, entre suas metas, atender os interesses do instituto e de seus participantes, em especial na apuração das responsabilidades causadoras do agravamento do déficit no Economus e no plano de saúde dos aposentados (Feas). Trocando em miúdos, os planos de gestão preveem, principalmente, um olhar atento e responsável nas questões que mais afligem os participantes: o bolso.

Por gestores mais competentes

As Eleições Economus para os Conselhos Deliberativo e Fiscal são realizadas a cada dois anos e reúnem membros eleitos pelos participantes e assistidos e indicados pelo patrocinador, o Banco do Brasil. No último pleito, um total 19.732 eleitores poderiam votar, mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na do Conselho Fiscal. Também foram registrados, respectivamente, 2,11% de votos em branco e 4,88% de nulos no primeiro pleito e 3,09% em branco e 5,5% de nulos, no segundo. “É importante que participemos desse processo eleitoral, pois é o momento de escolhermos os conselheiros que nos representam na gestão do Economus. Os participantes precisam ter voz ativa e só conseguiremos isso elegendo gestores que estejam realmente comprometidos com as nossas causas”, justifica Oliveira Júnior.

O presidente da AGEBB, bem como seu antecessor Levi Gomes de Oliveira, hoje atualmente vice-presidente na entidade, conhecem bem os bastidores do Economus. Eles já ocuparam vagas como membros do Conselho Deliberativo do instituto e clamam pela volta de uma gestão comprometida e transparente nos conselhos. “Na minha época, sempre tivemos um acesso direto com o patrocinador. Várias vezes fomos recebidos pelo BB. O tempo que nós fomos conselheiros nos comprometemos a trabalhar em causas para os beneficiários, mas hoje, é um desastre absurdo vermos que 25% dos vencimentos dos participantes sejam aviltados por seguidos déficits do instituto”, argumenta o presidente da AGEBB.

Levi, por sua vez, convoca a participação massiva dos beneficiários. “Estamos iniciando um novo processo para a renovação dos conselhos do Economus, que é fundamental para o nosso futuro. É a oportunidade para termos uma representação e de sermos ouvidos novamente no banco, com as reivindicações necessárias. Estamos sentindo o impacto das más gestões nos nossos bolsos hoje por falta de competência e negociação. Aqueles que foram indicados até agora só nos trouxeram prejuízo”, comenta o executivo, que durante 18 anos ocupou uma das vagas do Conselho Deliberativo.

Conselheiros são fundamentais

O Conselho Deliberativo é o órgão de decisão e orientação superior do Economus, responsável pelas principais decisões que impactam o presente e o futuro dos Participantes e Assistidos. Ele reúne seis membros titulares e outros seis suplentes. O Conselho Fiscal, por sua vez, é o órgão de controle interno responsável por zelar pela gestão econômico-financeira e o cumprimento das regras de governança. Analisa e aprova os balancetes, emite pareceres sobre o balanço, aponta deficiências, avalia adequação de hipóteses atuarias e execução orçamentária, entre outras atribuições. Ele é integrado por, no máximo, quatro membros titulares e quatro suplentes.

O Economus oferece aos participantes rendas suplementares às do INSS, para aposentadoria e em casos de doença, invalidez ou morte. Além disso, administra os planos de saúde subsidiados pelo banco patrocinador (aos participantes da ativa, enquanto os participantes incorporados e aposentados, que na época da migração optaram pelo plano de cargos do patrocinador, dependem do patrimônio acumulado do Feas) e concede empréstimos exclusivos aos participantes.

Fonte: AGEBB

AGEBB vai lançar candidatos próprios aos conselhos do Economus em 2020

Publicado em: 28/01/2020


Entre os dias 6 e 17 de abril o Economus – Instituto de Seguridade Social realizará eleições para definir seus novos membros dos conselhos Deliberativo e Fiscal. Serão eleitos apenas dois representantes para o Conselho Deliberativo e um para o Fiscal, além de seus respectivos suplentes. Durante reunião em São Paulo, a diretoria da AGEBB definiu que a associação apresentará candidatos próprios em ambos os pleitos deste ano.

Os eleitos terão mandato de quatro anos. As inscrições dos candidatos estão abertas desde a segunda, 27, e encerram-se às 18 horas do próximo dia 14 de fevereiro. Para demonstrar de forma transparente todo o processo eleitoral e suas etapas regulamentares, foi criada uma página exclusiva para as Eleições 2020. A definição dos candidatos da AGEBB ocorre nos próximos dias.

O Conselho Deliberativo é o órgão de decisão e orientação superior do Economus, responsável pelas principais decisões que impactam o presente e o futuro dos Participantes e Assistidos. Ele reúne seis membros titulares e outros seis suplentes. O Conselho Fiscal, por sua vez, é o órgão de controle interno responsável por zelar pela gestão econômico-financeira e o cumprimento das regras de governança. Analisa e aprova os balancetes, emite pareceres sobre o balanço, aponta deficiências, avalia adequação de hipóteses atuarias e execução orçamentária, entre outras atribuições. Ele é integrado por, no máximo, quatro membros titulares e quatro suplentes.

Nas Eleições Economus de 2018 um total 19.732 eleitores poderiam votar. Mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na corrida do Conselho Fiscal. Também foram registrados, respectivamente, 2,11% de votos em branco e 4,88% de nulos no primeiro pleito e 3,09% em branco e 5,5% de nulos, no segundo. E não votaram para o Conselho Deliberativo 45,98% dos eleitores e para o Conselho Fiscal, 46,05%.

O Economus oferece aos participantes rendas suplementares às do INSS, para aposentadoria e em casos de doença, invalidez ou morte. Além disso, administra os planos de saúde subsidiados pelo banco patrocinador e concede empréstimos exclusivos aos participantes.

Fonte: AGEBB

Eleições Economus: conheça como funcionará o processo eleitoral

Publicado em: 12/12/2019


Em 2020, o Economus realizará eleições para os Conselhos Deliberativo e Fiscal. Este é um momento democrático e a participação de todos é fundamental para garantir que seus interesses sejam representados. Serão eleitos dois representantes para o Conselho Deliberativo, um para o Conselho Fiscal, e seus respectivos suplentes.

Para demonstrar de forma transparente todo o processo eleitoral e suas etapas regulamentares, foi criada uma página exclusiva para as Eleições 2020. Clique aqui e acesse.

O participante ativo ou assistido pode atuar de duas formas: escolhendo candidatos para representá-lo e/ou concorrendo a um dos cargos. As inscrições dos candidatos podem ser realizadas de 27 de janeiro de 2020 (a partir das 10h) a 14 de fevereiro de 2020 (até às 18h). A votação ocorrerá de 06 de abril de 2020 (a partir das 10h) a 17 de abril de 2020 (até às 17h).

Acesse a página das Eleições 2020 para conhecer o Regulamento das Eleições 2020 e o cronograma completo. Informe-se e participe!

O Economus é de todos os participantes e este é o momento de eleger representantes que participarão de decisões importantes para o Instituto.

Fonte: Economus

Diretores da AGEBB visitam em SP o novo superintendente do Economus

Publicado em: 05/12/2019


A diretoria da AGEBB, representada por Francisco Vianna de Oliveira Junior e Denison Jordão Lima, respectivamente, presidente executivo e presidente do Conselho Deliberativo da entidade, visitou no dia 3 de dezembro o novo diretor-superintendente do Economus – Instituto de Seguridade Social, Amauri Aguiar de Vasconcelos. Ele assumiu o posto no último dia 25 de novembro, em substituição ao agora aposentado Maurício Messias, então diretor de Seguridade, que acumulava o comando do Economus desde agosto.

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O encontro faz parte das ações de aproximação com as lideranças dos participantes e beneficiários, com o objetivo de convergir os esforços em busca de soluções às principais questões referentes aos planos de benefícios e assistência à saúde. “Foi uma visita de cortesia e sentimos desde já que o Vasconcelos está empenhado em se familiarizar rapidamente com as diretrizes e demandas pendentes do instituto”, declara Oliveira Junior.

Funcionário de carreira

O novo diretor-superintendente do Economus ingressou no Banco do Brasil em 1987, onde atuou em cargos gerenciais em agências até o ano 2000, quando assumiu a função de gerente de Mercado da área de Governo da Superintendência do Ceará. Entre os anos de 2005 e 2011, ocupou o cargo de administrador de Agências Varejo, Estilo e Empresarial e Escritório de Financiamento de Veículos na jurisdição dos Estados de Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

Vasconcelos também ocupou o cargo de superintendente regional do BB em Mossoró/Natal e Fortaleza. Foi gerente-executivo da DIRED – Diretoria de Distribuição e atuou como superintende estadual de Rondônia e Ceará. Desde janeiro de 2019, estava na superintendência Estadual da Bahia, seu último cargo antes de se tornar superintendente do Economus.

Eleições em abril de 2020

Os executivos da AGEBB enfatizaram a necessidade da diretoria e do Conselho Deliberativo do Economus em avançarem nos trabalhos para a implementação da “vitaliciedade” das contribuições para equacionamento dos déficits apresentados no Plano de Benefícios do Grupo C dos participantes do instituto. “Esse fato alivia nossas contribuições para o fundo de aposentadoria e depende da boa vontade do Conselho Deliberativo”, argumenta o presidente da AGEBB. Ele lembra que o conselho é formado por três conselheiros indicados pelo BB e outros três eleitos pelos participantes.

As eleições do Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal, que ocorrem em 2020, também entraram na pauta do encontro. O participante ativo ou assistido pode atuar de duas formas: escolhendo candidatos para representá-lo e/ou concorrendo a um dos cargos. As inscrições dos candidatos podem ser realizadas de 27 de janeiro (a partir das 10h) a 14 de fevereiro de 2020 (até às 18h). A votação ocorrerá de 6 (partir das 10h) a 17 de abril de 2020 (até às 17h). Mais informações podem ser obtidas pelo https://www.economus.com.br/eleicoes-2020/.

“As eleições são de fundamental importância para todos os participantes do instituto. É o momento de eleger representantes que participarão de decisões importantes para o futuro da entidade. Desejamos profícua administração, pois o sucesso deles será consequentemente o sucesso também da AGEBB”, diz Oliveira Junior.

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Fonte: AGEBB

Novo custeio dos planos Feas entra em vigor em janeiro de 2020

Publicado em: 28/11/2019


A partir de janeiro de 2020, entrará em vigor o novo custeio dos planos de saúde vinculados ao FEAS, demonstrado na tabela abaixo:

Economus

Esta ação faz parte das medidas estruturantes que a Governança do Economus vem adotando, buscando ampliar a longevidade do Fundo Feas, cujo esgotamento foi apontado em estudos atuariais e avaliações técnicas, bem como equilibrar financeiramente os planos e manter a qualidade dos serviços assistenciais oferecidos aos beneficiários.

Ressaltamos também que este tema foi amplamente abordado durante todo o ano de 2019, inclusive nos encontros com participantes, que aconteceram por todo o estado de São Paulo, nos quais foram evidenciadas a necessidade e a urgência na adoção de tais medidas.

Ainda assim, como explicado na referida matéria de agosto/19, mesmo diante do resultado positivo que estas ações poderão gerar, a Governança do Economus segue estudando novas alternativas e destaca mais uma vez que quaisquer medidas adotadas futuramente serão frutos de debates com beneficiários, entidades representativas, órgão regulador e judiciário.

Fonte: Economus

Associados do Economus farão protesto contra BB no dia 29 em SP

Publicado em: 22/11/2019


Os associados do Economus farão um ato no dia 29 de novembro (sexta-feira) para cobrar do Banco do Brasil mesa de negociação a fim de solucionar a crise que atinge o plano e para obtenção dos mesmos direitos da Cassi e da Previ. A manifestação também irá reforçar a denúncia do Ministério Público Federal pedindo apuração das responsabilidades causadoras do agravamento do déficit no Economus e no plano de saúde dos aposentados, o Feas.

O ato terá concentração às 10h, em frente ao prédio do Banco do Brasil localizado na rua XV de Novembro, em São Paulo. De lá, os manifestantes irão marchar até a sede do Economus, na rua Quirino de Andrade.

“Será mais uma manifestação para mostrar à direção do Banco do Brasil e do Economus que os associados querem solucionar os problemas que envolvem o plano de saúde [Feas] e do beneficio [plano saldado]. É fundamental o envolvimento do maior número possível de associados para pressionar a direção do banco a aceitar negociar”, afirma a dirigente sindical Adriana Ferreira.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Funcionário do BB assume como superintendente do Economus

Publicado em: 20/11/2019


Em outubro, a Governança do Instituto homologou a indicação de Amauri Aguiar de Vasconcelos que, a partir de 25 de novembro, assumirá o cargo de Diretor Superintendente do Economus. Graduado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Ceará, Amauri possui diversas formações complementares, tais como: MBA em Gestão Pública, pela Universidade de São Paulo; Especialização em Estratégia e Gestão Empresarial, pela Universidade Federal do Ceará; MBA em Formação Geral de Altos Executivos, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de Formação de Executivos pelo INSPER dentro do Programa de Identificação e Desenvolvimento do Banco do Brasil.

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O novo Diretor Superintendente ingressou, em 1987, no Banco do Brasil, onde atuou em cargos gerenciais em agências até o ano 2000, quando assumiu a função de Gerente de Mercado da área de Governo da Superintendência do Ceará. Entre os anos de 2005 e 2011, ocupou o cargo de administrador de Agências Varejo, Estilo e Empresarial e Escritório de Financiamento de Veículos na jurisdição dos estados de CE, PI, RN, PB e PE.

Também ocupou o cargo de Superintendente Regional em Mossoró/Natal e Fortaleza. Foi Gerente Executivo da DIRED – Diretoria de Distribuição e atuou como Superintende Estadual de Rondônia e Ceará. Desde janeiro de 2019, estava na Superintendência Estadual da Bahia, seu último cargo antes de se tornar Diretor Superintendente do Economus.

Além da carreira no Banco do Brasil, é Educador Corporativo da Universidade Corporativa (UNIBB) desde 2001, com atuações no curso de Análise Econômica e Financeira para o Crédito – ANFIC.

Amauri sempre teve destaque, enquanto gestor, nas entregas das metas e objetivos, além de ter um dos melhores índices em clima organizacional de acordo com a pesquisa realizada pelo BB com seus funcionários.

Fonte: Economus

Governança do Economus impõe aumentos para 2020; sindicato cobra transparência

Publicado em: 06/11/2019


A diretoria executiva do Economus, indicada pelo BB, encaminhou proposta de aumento dos percentuais de participação no plano de saúde, o novo FEAS, para os aposentados, aprovada no Conselho Deliberativo. Em 2020, a cobrança de coparticipação passará de 10% para 20% e a contribuição de 4,73% para 8% por grupo familiar. Além disso, foi mantido o piso de R$ 600,00 e estabelecido teto de R$ 1.600.

De acordo o com dirigente sindical e bancário do BB, Getúlio Maciel, a imposição de aumentos tão elevados em grande parte tem origem na falta de transparência na governança do Economus, que não conta com diretores eleitos pelo funcionalismo que possam prestar contas aos participantes.

“As diretorias do Economus juntamente com o Conselho Deliberativo não fazem tratativas com as entidades do funcionalismo, no sentido de permitir negociações com intuito de criar melhorias para os planos, bem como discutir previamente alterações que impactam fortemente no desembolso dos participantes. Não há diretores eleitos pelos funcionários na gestão do Economus, gerando temeridades e decisões nocivas para os participantes como, por exemplo, estes aumentos absurdos”, critica.

De acordo com o dirigente, a proposta aprovada aparentemente proporciona sobrevida de aproximadamente mais dois anos para o plano além do que estava previsto com a implantação do piso de R$ 600,00. “Seria mais interessante para os associados buscar, junto ao banco, incremento do custeio financeiro, uma vez que a participação dos associados aumentará para 71% das contraprestações”, avalia Getúlio.

“Diante desse quadro de prejuízos impostos aos associados, entendemos como urgente discutirmos propostas que visem melhorar a governança do Economus, bem como sua sustentabilidade econômico-financeira, em grupo de trabalho a ser construído na nova proposta a ser apreciada pelos associados da Cassi, que venha a proporcionar solução para os colegas advindos dos bancos incorporados”, conclui o dirigente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Reajuste de benefícios para aposentados e pensionatos começa a valer no Economus

Publicado em: 18/09/2019


Neste mês de setembro, ocorrerá o reajuste dos benefícios dos planos Regulamento Complementar Nº 2 (Grupo A), Regulamento Complementar Nº 1 (Grupo B), Regulamento Geral (Grupo C) e PrevMais.

Os aposentados e pensionistas pertencentes aos Grupos A e B, que recebem seus benefícios através da folha de pagamento administrada pelo Economus, terão reajuste salarial de 4,31%, baseado na Convenção Coletiva de Trabalho dos Bancários.

Para os planos Regulamento Geral (Grupo C) e PrevMais, de acordo com os regulamentos dos planos, o reajuste será calculado com base no acumulado do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e proporcionalmente à data de início do benefício, como demonstrado a seguir:

Economus

Fonte: Economus

AGEBB apoia projeto que prevê dedução do IR em contribuição adicional a fundo de pensão

Publicado em: 05/09/2019


O Projeto de Lei 8821/2017, que autoriza a dedução do Imposto de Renda (IR) dos participantes de fundos de pensão que fazem contribuições adicionais para cobrir déficits das entidades de previdência, foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que teve como relator o deputado federal Darci de Matos (PSD-SC). A proposta é do também deputado federal Sérgio Souza (MDB-PR), que foi o relator da CPI dos Fundos de Pensão.

Para o autor do projeto, os participantes dos fundos de pensão têm uma redução salarial muito grande pelo atual modelo de contribuição. Eles o fazem mensalmente e podem abater da base de cálculo do IR até o limite de 12% da renda bruta anual, e desde que o cliente também contribua para a Previdência Social (INSS ou regime próprio). Assim, se uma pessoa tem uma renda bruta anual tributável de R$ 100 mil, ela pode reduzir essa base para até R$ 88 mil.

Com a base menor, o imposto a pagar cai. O limite de 12% é determinado pela Lei 9.532/97. Souza relata que a contribuição adicional chega a 25% do salário do empregado, em alguns casos, valor bem acima do limite legal deduzível na declaração do IR (12%). “Queremos diminuir esse prejuízo. Essa é a nossa proposta”, argumenta. O autor do projeto apontava, em números, na defesa de sua proposta de que em 2017 cerca de 85% do déficit de todo sistema de Previdência Complementar estava concentrado em apenas 12 fundos de pensão, entre eles o Economus.

A AGEBB acompanha de perto o andamento do projeto, já que tem entre seus associados participantes do Economus. “Independentemente de questões partidárias, sempre vamos apoiar iniciativas que possam beneficiar os gerentes do BB. Por isso acompanhamos e manifestamos nosso apoio ao projeto, que busca desonerar o participante, obrigado por lei a fazer aportes para equacionar o saldo negativo de fundos de pensão deficitários”, afirma Francisco Vianna de Oliveira Junior, presidente da AGEBB.

A superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, informou que o projeto de lei, que além dos fundos de pensão também trata da unificação da regulação dos mercados de seguros, deve ser encaminhado nos próximos dias do Ministério da Economia à Casa Civil. O documento, conforme ela, deve trilhar o caminho para a criação de uma nova autarquia consolidada: a Autoridade de Seguros e Previdência Complementar (ASPC).

Fonte: Agência Câmara com AGEBB

Aprovado reajuste de mensalidade do Plano Economus Família

Publicado em:


A Governança do Economus aprovou o reajuste anual do Plano Economus Família, que será de 11,89% para todas as faixas etárias. A nova tabela de mensalidades, que pode ser conferida abaixo, vigorará de setembro/19 a agosto/20:

Economus

O índice de reajuste das mensalidades é baseado em avaliação atuarial, realizada, anualmente, por empresa especializada, conforme determina o regulamento do plano. Estes estudos visam garantir os recursos financeiros necessários para assegurar o equilíbrio do plano e qualificar cada vez mais a assistência aos beneficiários, levando em consideração aspectos como o perfil dos beneficiários e o nível de utilização do plano.

É importante esclarecer também que o Economus Família é classificado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS como plano coletivo por adesão, não estando, por este motivo, sujeito ao percentual máximo de reajuste aprovado pelo Órgão.

Uso consciente dos planos de saúde

Como parte das ações de gestão das despesas assistenciais, o Economus lançou, em 2019, o Programa #MinhaSaúde, voltado à prevenção de doenças, promoção da saúde e ao uso consciente dos planos.

Na Cartilha de Uso Consciente dos Planos de Saúde, lançada recentemente, reunimos ainda dicas e orientações importantes para que os beneficiários possam participar, interagir e colaborar ativamente com o Economus na gestão assistencial dos planos. Clique aqui e conheça!

Fonte: Economus

Cancelamento da apólice nº 745: devolução de prêmios pagos

Publicado em: 21/08/2019


Conforme publicação anterior sobre o cancelamento da apólice nº 745, seguro de vida em grupo dos funcionários do Banco Nossa Caixa, encerrada em 02/07/2019, o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal mantiveram o entendimento de que a seguradora tem o direito de não renovar a apólice.

Nesse contexto, pelo fato do Poder Judiciário ter considerado que não há ilegalidade no cancelamento desta apólice, o Economus, na qualidade de estipulante, arrecadador e repassador dos prêmios de seguro à seguradora, comunicou que, a partir do mês de julho de 2019, foram encerrados os descontos em folha de pagamento referentes aos prêmios de seguro de vida.

Para receber orientações a respeito dos procedimentos para a devolução dos prêmios pagos durante o curso da ação, entre em contato com a seguradora Cosesp – Companhia de Seguros do Estado de São Paulo, pelo telefone (11) 3254-4888, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h30 às 12h00 e das 13h30 às 17h30.

Vale lembrar que os efeitos dessa ação se aplicam exclusivamente a um grupo restrito de participantes, abrangidos pela ação coletiva da Afaceesp e que continuaram a pagar o prêmio durante a tramitação do processo.

Fonte: Economus

Economus promove novo reajuste das mensalidades dos planos Feas

Publicado em: 08/08/2019


Conforme já sinalizado em publicações anteriores e nos encontros realizados com participantes, por todo o estado de São Paulo, os estudos atuariais e avaliações técnicas, realizados por consultorias que assessoram o Economus na gestão dos planos de saúde, apontam o iminente esgotamento do Fundo Feas (Fundo Economus de Assistência Social).

Diante deste cenário, em janeiro/2019, a Governança do Instituto aprovou, como medida preliminar, a atualização dos valores mínimos (pisos) das mensalidades dos planos Feas, permanecendo inalterados, naquele momento, os percentuais de contribuição sobre os rendimentos dos participantes, conforme descrito em matéria publicada no Portal de Serviços (site) do Instituto, em 19/12/2018. À época, foi informado ainda que estudos sobre outras ações estruturantes estavam em fase de desenvolvimento no Economus, tendo em vista que apenas os ajustes nos pisos não seriam suficientes para garantir o equilíbrio dos planos e a atual cobertura assistencial aos beneficiários.

Nova ação estruturante

Desta forma, em continuidade às referidas ações, que visam ampliar a longevidade do Fundo, –equilibrar financeiramente os planos e manter a qualidade dos serviços assistenciais, a Governança do Economus aprovou um novo reajuste no custeio dos planos de saúde vinculados ao FEAS, conforme demonstrado abaixo:

Feas

Como forma de permitir um amplo processo de comunicação e de informações aos beneficiários, bem como possibilitar que as pessoas tenham um tempo para organizar seu orçamento familiar, quando for o caso, informamos que as novas condições somente passarão a vigorar a partir de janeiro/2020.

Impacto das ações estruturantes

A seguir, apresentamos o impacto estimado dos ajustes que estão sendo implementados na participação contributiva entre Beneficiários e Fundo FEAS para custeio dos planos:

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Com a implantação do novo custeio, em janeiro de 2020, o impacto dos reajustes será estendido a praticamente toda a população dos planos Feas:

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Destacamos ainda que, fatores como a grande população de funcionários da ativa, elegíveis ao plano Novo Feas, além do considerável número de beneficiários dos planos Feas Básico e Feas Pamc que estão com as contribuições suspensas por decisão judicial, reforçam ainda mais a necessidade e a urgência da implantação das medidas estruturantes.

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Esclarecemos também que os reajustes dos planos de saúde do Economus não têm correlação com os índices divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, que regulam apenas os planos individuais de operadoras com fins lucrativos. O Economus se caracteriza como uma entidade de autogestão, sem fins lucrativos, sujeita a regime diferenciado, para as quais os custeios são estabelecidos em conformidade com os regulamentos e pelas necessidades de equilíbrio financeiro dos planos, mediante cálculos atuariais e aprovação da Governança da Entidade.

Próximos passos

Mesmo diante dos reajustes apresentados, que se mostraram inadiáveis, as consultorias técnicas indicaram ainda a necessidade de buscar alternativas que possibilitem o equilíbrio duradouro dos planos Feas.

No entanto, o processo de transição para um novo modelo precisa ser precedido de amplos debates e esclarecimentos com os beneficiários, entidades representativas, órgão regulador e até mesmo junto ao judiciário, o que requer maior dispêndio de tempo.

Nas próximas semanas, faremos novas publicações relacionadas ao tema, detalhando os aspectos que envolvem os serviços assistenciais prestados aos aposentados dos grupos B e C, bem como as questões que envolvem a situação do Fundo Feas e de seus respectivos planos de saúde.

Por fim, observa-se a ocorrência de discussões judiciais, administrativas e nas redes sociais sobre este assunto, que têm seus ritos normais, mas que não eximem os dirigentes do Instituto de seu dever de diligência em adotar, imediatamente, as medidas técnicas recomendadas para o equilíbrio dos planos e sustentabilidade do Fundo, em observância à legislação, aos normativos estatutários e regulamentares da Entidade, e às boas práticas de gestão.

Fonte: Economus

Funcionários do BB debatem sobre Cassi e Economus durante congresso em SP

Publicado em:


Representantes dos trabalhadores na Cassi e dirigentes sindicais associados ao Economus debateram, na manhã desta sexta-feira 2, no 30º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil Olivan Faustino os problemas enfrentados pelos planos.

A Cassi é Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, mas não abrange os funcionários da antiga Nossa Caixa, que foram incorporados ao quadro do BB. Eles são atendidos pelo Economus.

Cassi

Ao falar sobre a Cassi, William Mendes, ex-diretor da instituição, ressaltou que, dada a situação em que se encontra, não fazer nada, não é uma opção. “Mas, fazer sem direção, também não é uma boa opção”, disse. “É importante a gente ouvir diretores, como fizemos aqui, para apontar a direção em cima da experiência que a gente tem. Este é um fórum muito qualificado, um fórum de gente que faz, gente que organiza a luta”, completou.

“Por isso, aconselho que façamos mais eventos como esse para discutir e pensar nas melhores possibilidades para salvar nossa caixa de assistência. Eu me coloco à disposição, como todos aqui estamos à disposição”, finalizou William Mendes.

O diretor eleito da Cassi, Luiz Satoro, ressaltou a importância das mesas de negociação e a necessidade de ouvir a base de associados para se encontrar uma solução. “Precisamos ouvir mais as bases e conseguir fazer chegar aos associados as informações sobre a Cassi”. Para ele, o encaminhamento tem que ser participativo.

Satoro fez uma apresentação com dados da Cassi que apontam uma projeção atuarial para 2020, com um resultado líquido de R$ 1,116 bilhões negativos. Os dados também trouxeram informações sobre o número de associados e de dependentes em cada faixa etária e expectativa de vida.

“A expectativa de vida na Cassi está em mais de 80 anos. Entre as mulheres está em mais de 90. A quantidade de dependentes está em uma relação de 1,4 por associado.”

O diretor eleito informou que a Cassi possui hoje 668 mil associados, 66 CliniCassis e 32 hospitais e laboratórios associados. “Porque não atender também o pessoal do Economus?”, questionou Satoro, lembrando que a Contraf-CUT apresentou uma proposta para a manutenção da Cassi que, se aprovada, considerava a discussão do Economus e da Cassi de maneira unificada.

O gerente da Cassi, Claudio Said, a vice-presidenta do Conselho Deliberativo da Cassi, Karen Simone D’Avila, e o conselheiro fiscal da Cassi, Ângelo Argondizzi Marcelino também se pronunciaram sobre a Cassi. Adriana Ferreira, diretora do Seeb-SP, e Elias Malouf, aposentado e ex-funcionário da Nossa Caixa, falaram sobre o Economus. As propostas sobre a Cassi e o Economus foram encaminhadas para a plenária final.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Cancelamento da apólice 745: informações sobre a ação judicial

Publicado em: 17/07/2019


Até 2004, a Cosesp – Companhia de Seguros do Estado de São Paulo era responsável pela comercialização do seguro de vida em grupo dos funcionários do Banco Nossa Caixa, sob a Apólice nº 745, do qual o Economus era o estipulante (Pessoa Jurídica que contratava o seguro a favor dos segurados). Por decisão da Cosesp, para o ano de 2005, a renovação do referido seguro, que era feita anualmente, foi interrompida.

Diante deste cenário, em 30 de junho de 2005, a Afaceesp ajuizou ação (Processo nº 01153225-44.2005.8.26.0100) para que a Cosesp e o Economus fossem obrigados a manter ativa a referida apólice, com as mesmas garantias ofertadas anteriormente.

No julgamento de 1ª instância, o juiz deu ganho de causa à Afaceesp, determinando que a apólice fosse mantida em vigor e que os segurados continuassem a pagar o prêmio, mensalmente, por meio de desconto no holerite.

Porém, tanto a Cosesp como o Economus recorreram da decisão do juiz, alegando que o contrato de seguro é um ato que depende da vontade das partes e, por isso, uma vez vencida a apólice, a seguradora não possui obrigação de mantê-la ativa.

Desta forma, o Tribunal de Justiça de São Paulo reverteu a decisão de 1ª instância, entendendo que o contrato de seguro não é perpétuo, razão pela qual a seguradora tem o direito de recusar sua renovação, desde que os segurados sejam avisados com antecedência, o que foi feito pela Cosesp à época. Como a Associação recorreu da decisão aos Tribunais Superiores, os segurados continuaram a pagar o prêmio até que o processo se encerrasse.

O Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal mantiveram o entendimento de que a seguradora tem o direito de não renovar a apólice, sendo que, em 02/07/2019, transitou em julgado a última decisão proferida no processo, estando, portanto, encerrada a Apólice nº 745, seguro de vida em grupo dos funcionários do Banco Nossa Caixa.

Nesse contexto, pelo fato do Poder Judiciário ter considerado que não há ilegalidade no cancelamento desta apólice, o Economus, na qualidade de estipulante, arrecadador e repassador dos prêmios de seguro à seguradora, comunica que, a partir do mês de julho de 2019, serão encerrados os descontos em folha de pagamento referentes aos prêmios de seguro de vida.

Em relação aos prêmios pagos durante o curso da ação, esclarecemos que, no mês de agosto, divulgaremos orientações a respeito dos procedimentos a serem adotados pela Cosesp para a devolução destes valores.

Vale lembrar que os efeitos dessa ação se aplicam exclusivamente a um grupo restrito de participantes, abrangidos pela ação coletiva da Afaceesp e que continuaram a pagar o prêmio durante a tramitação do processo.

Em função do resultado desse processo, consideramos que é importante avaliar cuidadosamente os possíveis cenários antes de se decidir pelo ajuizamento de uma ação, que pode se arrastar durante anos na justiça e terminar com desfecho desfavorável. Isso porque, no Judiciário não há garantia de ganho ou perda do processo e, geralmente, liminares e decisões de tutela são deferidas no início, mas decisões dessa natureza são provisórias e podem ser revertidas a qualquer momento, como neste caso. De qualquer forma, também consideramos legítima a busca dos seus direitos pelos cidadãos, com a cautela e avaliação de riscos que a decisão pelo ajuizamento requer.

Fonte: Economus

IR sobre contribuições extraordinárias: saiba como está a ação do Economus

Publicado em: 05/07/2019


Em cumprimento à determinação da Receita Federal do Brasil – RFB, desde agosto/2018, o Economus está proibido de deduzir as contribuições extraordinárias da base de cálculo do Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF dos participantes e assistidos, conforme matéria divulgada anteriormente em nosso Portal de Serviços (site).

Como já declarado, diferentemente do que defende a Receita Federal, no entendimento técnico do Economus, as contribuições extraordinárias, assim como as contribuições normais, têm a mesma finalidade, a de custear o benefício, não havendo, portanto, distinção entre elas para efeitos de imposto de renda. Seguindo esta linha de raciocínio, as contribuições extraordinárias não seriam passíveis de tributação, pois não configuram rendimento do contribuinte/participante.

Apesar de não concordar com o entendimento da Receita Federal, o Economus, por ser a fonte pagadora dos benefícios e pensões, é, segundo a lei (Decreto nº 9.580/2018), responsável tributário, estando, por esta razão, obrigado a reter na fonte o imposto de renda relativo às contribuições extraordinárias, sob pena de ser autuado pela Receita, com a imposição de penalidades e multas.

O Economus reconhece como legítima a iniciativa dos participantes e suas associações em buscar seus direitos na esfera judicial quanto à referida tributação, considerando que as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) não podem representar seus participantes enquanto contribuintes perante a Receita Federal.

A Afaceesp ajuizou o mandado de segurança nº 5004133-47.2019.4.03.6100 para que seus associados não tivessem a incidência de imposto de renda sobre as contribuições extraordinárias, obtendo decisão parcialmente favorável do juiz da 8ª Vara Cível Federal de São Paulo.

O juiz concedeu parcialmente a liminar, assim se manifestando:

“(…) Ante o exposto, DEFIRO PARCIALMENTE o pedido de medida liminar para afastar os atos normativos infralegais da Secretaria da Receita Federal, ora questionados no presente mandamus, para assegurar aos associados da impetrante o direito de deduzir, da base de cálculo do IRPF, as contribuições extraordinárias pagas às entidades de previdência privada, aplicando-se, no entanto, o limite legal de 12% (doze por centro) da renda auferida. A eficácia da presente decisão está limitada aos associados da impetrante domiciliados nos limites territoriais desta 1ª subseção judiciária de São Paulo. (…).”

Por sua vez, a Delegacia da Receita Federal, ao ser intimada pelo juiz para prestar esclarecimentos sobre o tema, em petição juntada ao processo após a concessão da liminar, afirmou que:

“(…) Em atenção à liminar concedida, informa-se que, no presente momento, não há medida a ser tomada por esta Delegacia, devendo os representados pela impetrante informarem, em suas respectivas declarações de ajuste anual, o valor retido a título de contribuição adicional no campo “pagamentos efetuados”, no código referente à “previdência complementar” (cód. 36 na DAA do exercício 2019), para que o programa calcule o valor da dedução, ressalvando-se o direito do fisco de solicitar a comprovação dos valores. (…).”

Cabe salientar que a decisão judicial abrange apenas os associados que residem nas seguintes localidades do estado de São Paulo: Caieiras, Embu-Guaçu, Francisco Morato, Franco da Rocha, Juquitiba, São Lourenço da Serra, São Paulo e Taboão da Serra, totalizando 1.477 pessoas (conforme consta no despacho do juiz e na lista de associados juntada ao processo pela Associação).

Ressalta-se também que a referida decisão não determina que a RFB devolva aos associados os valores pagos desde 08/2018, pois não consta no pedido da ação a devolução do imposto recolhido no período anterior ao ajuizamento do processo, tratando a decisão somente das futuras contribuições extraordinárias.

Destaca-se também que na decisão do juiz não há ordem judicial para que o Economus, na condição de fonte pagadora, deixe de reter na fonte o imposto de renda relativo às contribuições extraordinárias.

Em diligência processual perante à 8ª Vara, que cuida do referido processo, o Economus obteve a informação de que não foi expedida nenhuma ordem do juiz para que o Instituto altere seu atual procedimento.

Para deixar de cumprir suas obrigações legais tributárias sem correr o risco de sofrer autuação por parte da Receita Federal, o Economus precisaria receber uma intimação judicial que lhe autorizasse a tomar esta medida, o que, até o presente momento, não aconteceu.

Sendo assim, na ausência da ordem judicial supracitada, o Economus segue obrigado a obedecer a legislação tributária vigente, não havendo, por ora, nenhuma alteração no procedimento a ser adotado.

Considerando que não há ordem judicial para que o Economus suspenda a retenção na fonte do Imposto de Renda, os 1.477 participantes abrangidos pela decisão judicial mencionada deverão fazer os ajustes em suas respectivas declarações anuais, conforme orientação da Receita Federal.

O Economus continuará acompanhando o assunto e, pautado na transparência, manterá os participantes atualizados sobre o tema.

Fonte: Economus

Participantes do Economus protestam na Avenida Paulista em SP

Publicado em: 04/07/2019


Participantes do Economus realizaram uma manifestação na Avenida Paulista nesta quinta-feira 4 para marcar o recebimento de mais de 2 mil requerimentos reivindicando que o Ministério Público Federal apure as responsabilidades dos causadores do agravamento do déficit no fundo de pensão e do plano de saúde dos aposentados, o Feas. A coleta de requerimentos foi aprovada em plenária de funcionários da antiga Nossa Caixa, incorporada pelo Banco do Brasil, realizada em maio.

Mesmo sob forte chuva, cerca de 200 bancários aposentados e da ativa participaram da atividade. Com faixas e bexigas brancas, o grupo cobrou negociação por parte do Banco do Brasil para com a aposentadoria dos trabalhadores.

“A gente ainda vai ter várias outras atividades, porque é uma manifestação para dizer que a gente quer prioritariamente resolver o problema do plano de saude e do beneficio. Com os 25% do saudamento, fica dicil para as pessoas terem um mínimo de dignidade”, afirmou o dirigente sindical Antonio Saboia, completando que a meta é angariar 3 mil requerimentos para entregar ao MPF.

Para fazer parte desta mobilização, basta baixar, imprimir e preencher o requerimento. Em seguida, o documento deverá ser enviado para a Regional Paulista do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região aos cuidados da dirigente sindical Adriana Ferreira, junto com uma cópia do RG e do holerite de janeiro e maio de 2019. A entrega pode ser feita pessoalmente ou por correio na Rua Carlos Sampaio, 305, CEP: 01333-021. O novo prazo para envio é até o dia 10 de julho.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Economus: prorrogado prazo para envio de requerimento ao MPF

Publicado em: 13/06/2019


Após o envio de mais de 2 mil requerimentos, os participantes do Economus (antiga Nossa Caixa) ganharam um prazo maior para preencher e encaminhar o documento que será levado ao Ministério Público Federal (MPF) pedindo apuração das responsabilidades dos causadores do agravamento do déficit no Economus e no plano de saúde dos aposentados, o Feas. O requerimento, aprovado em plenária realizada no dia 26 de maio, agora pode ser entregue até o dia 19 de junho.

A ampliação do prazo, que antes era até o dia 11, foi um pedido dos próprios trabalhadores, que querem mobilizar os colegas que ainda não estavam por dentro.

Para participar, basta baixar, imprimir e preencher o requerimento. Em seguida, o documento deverá ser enviado para a o Sindicato dos Bancários de Brasília (SHCS EQS 514/515 – Brasília, DF, 70383-400) junto com uma cópia do RG e do holerite de janeiro e maio de 2019. A entrega pode ser feita pessoalmente.

Fonte: Feteccn

Presidente da AGEBB participa do encontro do Economus em SP

Publicado em: 06/06/2019


O presidente da AGEBB, Francisco Vianna de Oliveira Júnior, participou do Encontro Economus, em São Paulo, no dia 6 de junho. O evento foi mais um para a apresentação dos Resultados 2018 do instituto.

Es encontros com participantes ocorrerão no decorrer deste mês. Essa é uma oportunidade para que o usuário possa obter informações importantes sobre a gestão dos planos de previdência e saúde e da carteira de investimentos do Instituto, bem como esclarecer com os membros da diretoria as dúvidas sobre os principais desafios do Economus.

Economus

Fonte: AGEBB

Economus divulga relatório anual 2018 a participantes e beneficiários

Publicado em: 08/05/2019


No dia 26 de abril, o Economus, responsável pelo fundo de pensão e pelo plano de saúde dos funcionários da antiga Nossa Caixa (incorporada pelo Banco do Brasil), divulgou o Relatório Anual de Informações aos seus participantes e beneficiários.

De acordo com o relatório, no segmento de Previdência 2018 foi um ano de consolidação das medidas adotadas objetivando o equilíbrio dos planos, entre elas o plano de equacionamento do Plano Regulamento Geral (Grupo C), aprovado pela governança e pelo patrocinador do Economus.

Já na Saúde, a entidade informa que fatores como o crescimento do custo médico hospitalar, o aumento da expectativa de vida, a adoção de novas tecnologias e o crescimento da frequência de uso pelos participantes exigiram que a diretoria da entidade intensificasse ações de gestão das despesas.

O diretor do Sindicato e bancário do BB, João Fukunaga, lembra que foi conquistada na mesa de negociação sobre Cassi a possibilidade de funcionários de instituições incorporadas pelo Banco do Brasil migrarem seus planos de saúde para a Cassi, como é o caso dos associados aos planos de saúde do Economus. A proposta, que versa sobre reforma estatuária da Cassi, ainda será submetida para deliberação do corpo social da entidade.

“Caso a proposta de mudança estatutária seja aprovada, será realizada uma mesa de negociação com os sindicatos para debater a forma como se dará esse processo de entrada na Cassi dos incorporados que assim desejem. Lembrando que essa mesa de negociação foi primeiramente fruto da Campanha Nacional 2018 e as discussões sobre a Cassi somente ajudaram a valorizar a mesa de negociação tocada pelos sindicatos de bancários. Essa é uma conquista importante do Sindicato e dos trabalhadores do BB em uma negociação duríssima, que além de buscar promover a sustentabilidade da Cassi e a manutenção da qualidade do seu serviço também beneficia diretamente os incorporados”, esclarece Fukunaga.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Novos procedimentos são incluídos para autorização prévia do Economus

Publicado em: 29/08/2018


A exigência de autorização para exames complexos e outros procedimentos como internação e cirurgia é um mecanismo de regulação que nos auxilia a garantir a correta e adequada utilização dos recursos do Plano de Saúde, prezando por sua sustentabilidade. Desta maneira, a partir de 27/08/2018, alguns procedimentos irão requerer autorização prévia do Economus para serem realizados.

Vale acrescentar que, para serem autorizados, exames e procedimentos devem estar previstos contratualmente, preencherem requisitos/diretrizes de utilização fixados pela própria Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS ou estarem expressamente inclusos no Rol de Procedimentos da ANS vigente à época do atendimento, conforme art. 10 da Lei 9.656/98.

As solicitações de autorização para internações cirúrgicas, obstétricas, clínicas, pediátricas e psiquiátricas devem ser apresentadas com o relatório do médico solicitante, constando hipótese diagnóstica e tratamento proposto.

Casos de urgência e emergência, onde há risco de morte ou de sequelas graves, estão isentos de autorização prévia, devendo ser encaminhado o relatório no primeiro dia útil subsequente à data de realização do atendimento, estando sujeito à avaliação técnica posterior. As prorrogações de internação deverão ser apresentadas no prazo máximo de 48 horas após a data da diária inicial a que se refere.

O Economus ressalta ainda que todos os atendimentos ambulatoriais que não necessitarem de autorização prévia, deverão ser registrados no Autorizador WEB (Benner e Orizon).

O instituto destaca que o prestador de serviços (hospital, laboratório, clínica ou consultório) é o responsável por requerer autorização de procedimento e acompanhá-la até a sua deliberação. O prazo se inicia quando o Economus receber a documentação completa (pedido/relatório médico, resultado/laudo de exames; relação de materiais especiais com as devidas cotações). Desta maneira, é importante que a solicitação seja enviada o mais rápido possível, a fim de agilizar o processo, garantir a tempestividade da análise e não prejudicar o beneficiário.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a Central de Relacionamento Economus, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, pelo telefone (11) 3464-7700.

Fonte: Economus