Banco do Brasil vai reduzir crédito a juro subsidiado para o agronegócio

Publicado em: 31/01/2019

Mesmo sob pressão do agronegócio, o novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, mantém a posição de que o “grosso da atividade rural” pode se financiar a taxas de mercado. Da carteira de R$ 188 bilhões de crédito rural do BB, 46% foram desembolsados com subsídios do Tesouro Nacional. Em 2018, a União bancou R$ 5 bilhões de diferença entre o juro cobrado pelo BB e o custo da captação.

Novaes disse que a estratégia do banco é reduzir as operações de financiamento a grandes empresas e focar pessoas físicas e pequenas empresas. “Temos vantagens comparativas e encontramos um maior retorno”, afirma.

O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, durante cerimônia de transmissão do cargo na sede do Banco do Brasil

O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, durante cerimônia de transmissão do cargo na sede do Banco do Brasil

A seguir, os principais trechos da entrevista:

Como se dará a redução dos subsídios do BB à agricultura?
A questão depende de orientação do Ministério da Economia. Percebemos a intenção de reduzir os subsídios no crédito agrícola e estimular o uso de seguros. Com a redução da taxa básica de juros, o panorama mudou. O grosso da atividade rural pode se financiar em condições próximas às de mercado.

Apesar da queda da taxa básica, os juros de mercado ainda não estão muito altos?
Em relação ao crédito rural, não. De uma maneira geral, para o tomador final, é alta. Mas no crédito rural, não é o caso.

Como reduzir os juros para a população?
A taxa de juros depende basicamente de duas coisas: da pressão do governo sobre o mercado de crédito e da concorrência bancária. O caminho para baixar juros de uma maneira geral é ter menos dívida pública e mais competição entre as instituições financeiras. Nesse sentido, o Ministério da Economia está trabalhando na direção de menor endividamento público e o Banco Central está trabalhando na direção do estímulo à concorrência bancária.
Nos últimos governos houve uma pressão dos presidentes para reduzir os juros na marra…

Nenhuma autoridade consegue derrubar as leis da oferta e da procura sem sofrer consequências. O governo pode fazer algumas coisas na microeconomia, como o cadastro positivo e redução de compulsórios e impostos.

Há ingerência do governo sobre o banco?
Acabou esta prática. Tive liberdade total para montar equipe. A correta arrumação do tabuleiro é tarefa fundamental na organização de uma empresa do tamanho do Banco do Brasil. Todas as pessoas foram convidadas para a equipe unicamente em função de suas competências. Em alguns poucos setores, achei que era necessário trazer gente de fora. Mas percebi que, para o benefício do banco, o melhor caminho era manter a maior parte do Conselho Diretor no posto, mudando apenas alguns vice-presidentes de área.

Fonte: Notícias Agrícolas com Estadão Conteúdo

Sindicato Rural de Uberlândia fecha parceria com o Banco do Brasil

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A partir deste ano, a Feira do Agronegócio Mineiro (Femec) fará parte do calendário oficial de eventos parceiros do Banco do Brasil. A parceria foi oficializada na sede do Sindicato Rural de Uberlândia, ontem, onde representantes regionais da agência, produtores rurais e membros da diretoria do sindicato estiveram presentes. Uma vez parte deste circuito de eventos do agronegócio do Banco, a Femec ganha mais representatividade nacionalmente e deve atrair mais expositores.

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Segundo o diretor do Sindicato Rural, João Carlos Semenzini, a partir desta parceria, a expectativa de crescimento da Femec passa a ser de 15% em relação ao ano passado. “O Banco do Brasil está vindo para engrandecer o evento, para fortalecer e para fazer grandes negócios para o produtor rural. Todas as ferramentas que o banco dispunha para financiamento nas grandes feiras do país estarão na Femec também este ano”.

A partir dessa parceria, o pequeno, médio e grande produtor rural que for à próxima edição da Femec, além de preços de fábrica de maquinários, insumos e outros produtos, terá a oportunidade de fechar contratos de financiamentos com os próprios representantes da instituição financeira que também estarão presentes. Felipe Zanella (foto), gerente executivo da diretoria de agronegócio do Banco do Brasil, afirma que o objetivo principal desta iniciativa é de agilizar processos, evitando, inclusive, que o produtor precise ir a uma agência para ter seu financiamento aprovado. “Se o produtor ver um equipamento [por exemplo] e der negócio, a empresa encaminha a proposta ali mesmo para o Banco do Brasil através de um convênio que a gente chama de Esteira Agro”, explica Zanella.

O gerente reitera que os produtores que vêm na FEMEC uma oportunidade de investimento, devem, desde já, organizar seus cadastros e analisar seus limites de créditos a fim de garantir uma agilidade ainda maior do processo que será oferecido na feira. Zanella acredita que esta parceria deve continuar nos próximos anos porque o Banco do Brasil acredita que a região é representativa no universo do agronegócio. “Estamos fazendo uma bela organização para que a feira seja um sucesso do ponto de vista de negócios para todos: para o produtor que busca tecnologia e novidades, para os parceiros, as revendas de tecnologia e para o Banco do Brasil que vai ser o vetor, ligar estes pontos através das linhas de crédito”.

FEMEC 2019

A FEMEC fará parte de uma das 50 feiras de agronegócio que o Banco participará em 2019. A feira vai acontecer no Parque de Exposições Camaru, de 26 a 29 de março. O evento movimentou R$ 230 milhões em 2018 e, de acordo com os organizadores, deve receber de 50 a 60 mil pessoas nos três dias. João Carlos Semenzini acredita que o incentivo trazido pela parceria com o Banco do Brasil também será um atrativo neste ano e fará jus ao pressuposto divulgado por eles, de que na ocasião os profissionais do agronegócio devem fechar a melhor compra. “A FEMEC faz parte de uma tradição não só de Uberlândia, mas de todo o estado de Minas Gerais. Queremos manter isso fazendo com que produtor rural tenha a melhor condição de compra aqui”.

Fonte: Diário de Uberlândia

Fundação BB e ONU Mulheres apoiam agricultoras no nordeste do Pará

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A ONU Mulheres e a Fundação Banco do Brasil assinaram nesta quarta-feira (23), em Santa Maria do Pará (PA), uma parceria para injetar 750 mil reais no Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense (MNEPA). Com o objetivo de promover o protagonismo feminino e combater a violência de gênero, a iniciativa vai apoiar a produção agrícola de 43 grupos de mulheres espalhados por 14 cidades do estado.

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A ONU Mulheres e a Fundação Banco do Brasil assinaram nesta quarta-feira (23), em Santa Maria do Pará (PA), uma parceria para injetar 750 mil reais no Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense (MMNEPA). Com o objetivo de promover o protagonismo feminino e combater a violência de gênero, a iniciativa vai apoiar a produção agrícola de 43 grupos de mulheres espalhados por 14 cidades do estado. Setecentos participantes receberão atendimento direto por meio da cooperação.

Criada em 1993, em Capanema, a cem quilômetros de Belém, o MMNEPA tem a missão de fortalecer o papel da mulher para superar as desigualdades sociais e garantir o desenvolvimento humano, integrado e sustentável. A instituição atua em prol da justiça social, da emancipação feminina e da igualdade de gênero, por meio da articulação e formação das mulheres.

As beneficiárias do projeto da ONU Mulheres e Fundação Banco do Brasil trabalham nos municípios de Aurora do Pará, Capanema, Bragança, Irituia, Mãe do Rio, Capitão Poço, Ourém, Nova Timboteua, Santa Luzia do Pará, Santa Maria do Pará, São Domingo do Capim, São Miguel do Guamá, Salinópolis, Tracuateua.

“Essa parceria com o Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense e a ONU Mulheres amplia a defesa de direitos, promove a inclusão produtiva, o empoderamento econômico e a participação das mulheres em diversos espaços da sociedade”, afirma o diretor de Desenvolvimento Social da Fundação Banco do Brasil, Rogério Biruel.

As participantes da associação são, em sua maioria, mulheres agricultoras, quilombolas e extrativistas. O apoio financeiro da Fundação BB, em colaboração com a ONU Mulheres, permitirá a reforma de dez espaços para o beneficiamento do mel, além da compra de quatro tendas para a comercialização de produtos e a aquisição de um veículo utilitário.

Com o investimento, também serão realizadas capacitações para a difusão de novas práticas de produção e manejo do mel, farinha de milho, produtos agroecológicos e artesanato. As instituições envolvidas no projeto esperam agregar valor aos negócios das mulheres paraenses e aumentar a renda das integrantes do MMNEPA.

Empoderamento

A parceria entre a Fundação Banco do Brasil e a ONU Mulheres faz parte do compromisso da instituição com os Princípios de Empoderamento das Mulheres — o Banco do Brasil é signatário dessas diretrizes. A iniciativa visa mostrar como as fundações empresariais podem contribuir para o cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 5 — alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas.

A ONU Mulheres avalia que as brasileiras ainda enfrentam muitos desafios, são sobrecarregadas pelas tarefas de cuidado não remuneradas e ainda trabalham muitas vezes na informalidade.

“O empoderamento econômico das mulheres é decisivo para a transformação de suas vidas, de suas comunidades e da economia como um todo. Investir na capacidade produtiva das mulheres, nos seus locais de vida e promover o fortalecimento de grupos de mulheres são iniciativas concretas para alterar a economia com o foco em direitos e sustentabilidade, além de influenciar novas práticas em toda a cadeia produtiva em favor das mulheres”, afirma Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres no Brasil.

A dirigente lembra a relação do ODS 5 com todos os objetivos globais, entre eles, o ODS 8, sobre trabalho decente e crescimento econômico, e o ODS 2, sobre agricultura sustentável e o fim da fome. “Esse investimento social e produtivo demonstra como os objetivos globais fazem parte da vida real das brasileiras e como enfrentar as desigualdades de gênero, raça e etnia implica ações em diferentes áreas”, completa Gasman.

Autonomia econômica e fim da violência de gênero

Um diagnóstico realizado em 2010 com as participantes da associação comprovou que mulheres que possuem autonomia financeira sofrem muito menos com a violência. Segundo a ONU Mulheres, o Brasil é o quinto país com a maior taxa de feminicídio (assassinato de mulheres por razões de gênero): 4,8 vítimas para cada 100 mil mulheres. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), com dados de 2016, aponta que o Pará tem uma taxa de 7,2 vítimas para cada 100 mil mulheres — o que faz do estado o segundo mais letal para as mulheres.

Rita Teixeira, uma das coordenadoras do MMNEPA, defende que a autonomia financeira é um dos meios para pôr fim a agressões e crimes motivados por questões de gênero. “Costumamos dizer que quando eu pago a conta, eu determino quem senta na minha mesa e isto é o propósito do MMNEPA, acabar com a violência pelo empoderamento social e econômico, para nós, mulheres, vivermos dias melhores”, afirma.

Fonte: Nações Unidas

BB e Bradesco possuem piores ouvidorias entre os grandes bancos

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O Bradesco e o Banco do Brasil possuem as piores ouvidorias entre as instituições financeiras de maior porte no País, indicou o “Ranking de Qualidade de Ouvidorias”, divulgado pelo Banco Central. Em uma escalada de zero a cinco, o índice do Bradesco foi de 2,90 no quarto trimestre de 2018, enquanto o do Banco do Brasil foi de 3,11. Quanto menor o índice, pior a ouvidoria.

O índice é formado a partir das reclamações registradas pelos cidadãos nos canais de atendimento do Banco Central. Na prática, são considerados aspectos como o prazo de resposta dos bancos às reclamações e a qualidade da resposta. Além disso, o indicador leva em conta a iniciativa dos bancos em aderir a plataformas públicas de resolução de conflitos com os clientes.

Entre as instituições com mais de quatro milhões de clientes, o Bradesco apresentou prazo médio de respostas de 9,42 dias úteis, sendo que houve 91 reclamações sobre a qualidade da resposta e uma reclamação sobre a própria ouvidoria. No caso do Banco do Brasil, foram 8,56 dias úteis para resposta e 35 reclamações contra a qualidade da resposta, além de quatro reclamações contra a ouvidoria.

A terceira pior ouvidoria, conforme o ranking, é da Omni, com índice de 3,14. Na lista com 11 instituições, o Banco do Nordeste aparece com a melhor classificação para ouvidorias, com índice de 5,00.

Instituições menores

Entre as instituições financeiras com menos de quatro milhões de clientes, a pior ouvidoria é a da Avista S.A Crédito, Financiamento e Investimento, com índice de 1,00. Na sequência aparecem Sofisa (1,55) e Banco do Estado de Sergipe (2,28). (Jornal de Brasília)

Fonte: Estadão Conteúdo

BB permite aos clientes pagamento de IPVA pelo WhatsApp

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O Banco do Brasil vai permitir que seus clientes façam o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e outras taxas cobradas pelo Detran, diretamente pelo WhatsApp. A transação passou a fazer parte do rol de serviços de atendimento a clientes do banco por meio do aplicativo de mensagens instantâneas.

Para efetuar o pagamento do IPVA e outras taxas, incluindo multas de trânsito, o cliente do banco deve informar o código do Renavam, a placa do veículo e o CPF do proprietário. A utilização do WhatsApp como um canal de atendimento do BB requer o cadastramento prévio do telefone do cliente em suas informações cadastrais registradas no banco.

A operação, por enquanto, só está disponível nos estados do Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. Nos demais estados, o uso do WhatsApp deverá estar disponível nos próximos meses, após a adequação de sistemas das secretarias de Fazenda com a tecnologia do banco, informou a assessoria da instituição.

O atendimento pelo Whatsapp foi lançado para todos os clientes em setembro de 2018, com opção para 14 transações. Em dezembro, o BB foi o primeiro banco a permitir saque pelo WhatsApp. Com mais essa solução, já são 16 transações que podem ser realizadas pelo aplicativo de mensagens, incluindo rastreio de cartão, consulta de limite, extrato, saldo e fatura do cartão, poupança e conta-corrente, além de recargas de celular e transferências entre contas.

O banco informou que, em menos de quatro meses, já foram realizadas mais de 100 mil transações (financeiras e consultas) pelos clientes via WhatsApp. Os saques e transferências realizados por meio do aplicativo são limitados até R$ 300.

Como funciona

A solução alia o uso da inteligência artificial, por meio de chatbot (uma máquina que conversa com o cliente), e as mensagens são criptografadas de ponta a ponta. Para acessar o Banco do Brasil no WhatsApp é necessário salvar o telefone [+55] 61 4004 0001 no celular e iniciar uma conversa. O aparelho e o número do cliente precisarão estar cadastrados previamente.

Quando um serviço de informações, como solicitar um extrato de conta-corrente, for solicitado pelo cliente, um código de confirmação será enviado pelo banco via push ou SMS. Para as outras transações, os clientes também deverão digitar sua senha. Depois, o cliente receberá uma resposta confirmando a transação, tudo em texto. Se houver necessidade de atendimento humano, o cliente passará a ser atendido por um funcionário do BB.

A tecnologia de assistência virtual vem sendo utilizada pelo BB desde 2017, utilizando inteligência cognitiva. Segundo o banco, o chatbot responde por meio de uma linguagem natural e aprende constantemente com base nas interações dos usuários. “Após o lançamento do seu Assistente Virtual, o Banco do Brasil aumentou 71% suas interações com os clientes via mídias sociais”, informou o BB.

Fonte: Agência Brasil

Prefeito de Cuiabá recebe comitiva do BB para fortalecer parceria com banco

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O Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, recebeu nesta terça-feira (22), o novo superintendente estadual do Banco do Brasil, Pedro Marques Júnior, em seu gabinete no Palácio Alencastro. Acompanhado de toda sua equipe, em visita de cortesia, o gestor do banco fortaleceu a relação de parceria com o Município já alinhando novas tratativas que vêm ao encontro das ações para o desenvolvimento de Cuiabá.

A parceria com o Banco do Brasil foi imprescindível para que Cuiabá conseguisse realizar um empréstimo no valor de R$ 51 milhões que será executado em duas obras de mobilidade urbana: o viaduto que liga a Avenida Beira Rio à Ponte Sérgio Motta e o elevado que permite o acesso da Avenida das Torres à Avenida Itália. As obras foram pensadas para os 300 anos de Cuiabá.

“Essa parceria é muito importante para nós. O banco disponibiliza o dinheiro, porém a Prefeitura deve fazer sua parte, ter uma saúde financeira equilibrada e estar com as contas em dia. A Prefeitura de Cuiabá tem demonstrado isso para nós, tanto que recentemente liberamos a operação de crédito de R$ 51 milhões que foi destaque nacional e demostra a capacidade econômica da Capital. Além disso, a qualidade do projeto, que também é muito importante, dá mais segurança para que os recursos sejam liberados o mais rápido possível e assim atender a população, que é o objetivo final”, disse o superintendente estadual, Pedro Marques Júnior.

O gestor do banco destacou que para aprovação de uma linha de crédito de um montante expressivo como este, existe uma minuciosa análise que envolve órgãos como Tribunais de Contas e a Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Em Mato Grosso, em torno de 60% dos municípios tem limites aprovados com condições para realizar esse tipo de operação, mas boa parte dos municípios não consegue essa autorização para movimentações muitas vezes pela falta de capacidade técnica de gerir o recurso.

“O empréstimo foi destaque nacional porque pouquíssimas prefeituras no país consegue aprovar um valor tão representativo”, ressaltou o superintendente.

Dentre as pautas, o prefeito também sinalizou que está com projetos prontos para a capitalização de uma segunda operação, que trata-se de um excedente de R$ 28 milhões, que foi solicitado junto ao banco para serem destinados em pavimentação asfáltica que contemplará uma média de seis bairros.

“O Banco do Brasil é muito importante para o desenvolvimento do município e queremos estreitar essa relação com esta equipe competente, buscando sempre novas parcerias. Com essa segunda operação poderemos dar continuidade com o Programa Minha Rua Asfaltada. Estamos numa linha ascendente e o banco tem sido parceiro. Com esses dois financiamentos daremos sequência nesse trabalho e atingiremos uma média de 46 quilômetros de asfalto incluindo os trabalhos de drenagem de águas pluviais, calçada e meio-fio. Boa parte disso já está sendo licitada e por isso estamos focados em fecharmos mais essa conquista inédita”, afirmou o prefeito, Emanuel Pinheiro.

Cuiabá 300 Anos

Em se tratando de eventos alusivos às comemorações dos 300 anos da Capital, o Banco do Brasil está trazendo para Cuiabá o Circuito Brasileiro Open de Vôlei de Praia – a principal competição do calendário nacional desse esporte -, que acontecerá de 08 à 13 de outubro. A Prefeitura de Cuiabá irá incluir este evento também na programação de seu aniversário. A ideia será criar ações que envolvam alunos de escolas municipais, promovendo a visitação nos Centro de Treinamentos abertos ao público, encontro com os atletas etc. O evento tem transmissão ao vivo, no Globo Esporte nacional.

Participaram da reunião, o deputado federal, Emanuel Pinheiro Neto, os secretários municipais de Fazenda, Antônio Roberto Possas de Carvalho; Planejamento, Zito Adrien; e de Inovação e Comunicação, Júnior Leite.

Fonte: Cenário MT

BB e Procon reforçam compromisso de melhorar atendimento ao cliente

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Durante reunião realizada entre representantes da Diretoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/AC) e a nova equipe da superintendência regional do Banco do Brasil no Acre foram definidas algumas ações que serão colocadas em prática pela instituição bancária na intenção de cumprir o que determina o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Todos os dias o Procon/AC recebe inúmeras denúncias relacionadas a demora do atendimento no interior das agências, tanto nos guichês para pagamento quanto na gerência de relacionamento.

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“Os assuntos bancários farão parte da agenda de prioridades tratadas em 2019 pelo Procon. Nosso interesse é também harmonizar as relações de consumo, com base na prevenção e orientação, tanto dos consumidores quanto dos fornecedores”, destacou Francisca Brito, diretora do Procon/AC.

O superintendente do Banco do Brasil lembrou que muitas iniciativas vêm sendo colocadas em prática para melhorar o atendimento nas agências e diminuir o tempo de espera dos clientes.

“O Banco do Brasil passa por uma reestruturação em todo o país. Nosso objetivo é melhorar a experiência dos clientes no atendimento das agências e canais alternativos. Essa parceria com o Procon é fundamental”, disse Márcio Carioca.

Fonte: Agência Acre

BB e Detran-PE fazem parceria para facilitar pagamento do IPVA

Publicado em: 23/01/2019

Com a data de vencimento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) se aproximando, começa a corrida pelos boletos de pagamento do tributo. Neste ano, contudo, a guia física não é mais necessária para quitar o imposto. É que o Detran-PE fez uma parceria com o Banco do Brasil (BB) para facilitar o pagamento de débitos tributários como o IPVA e isso resultou na criação de um mecanismo que permite realizar o pagamento de forma simplificada através do aplicativo ou dos correspondentes bancários do BB.

“O contribuinte que é cliente do BB não precisa mais entrar no site do Detran para ter acesso ao boleto de pagamento de taxas como IPVA, seguro obrigatório (DPVAT) e multas de trânsito. Todas as informações para pagamento estão disponíveis nos canais do Banco do Brasil. Por isso, o contribuinte pode quitar seu débito através dos terminais de autoatendimento, do aplicativo ou do site do banco”, informa a superintendente do BB-PE, Shirlei Parise.

A funcionalidade só não está disponível nos caixas bancários, pois o foco é o pagamento digital. Mas Shirlei garante que o processo na internet é simples: quando entrar no sistema bancário, o consumidor só precisa acessar o canal de pagamentos sem código de barras e o campo de taxas do Detran. “Informando a placa do carro e o CPF ou o CNPJ do proprietário do veículo, é possível ter acesso ao histórico e às pendências que o automóvel tem com o Detran e efetuar o pagamento dessas taxas”, detalha Shirlei, dizendo que, se algum débito estiver em atraso, o sistema ainda calcula automaticamente a multa que precisa ser paga.

A facilidade ainda está disponível para quem não é correntista do banco, só que em outro canal de relacionamento: os correspondentes bancários do BB. “Isto é, nos estabelecimentos comerciais credenciados pelo banco, como farmácias, mercados e lojas que têm a placa Mais BB”, conta Shirlei, dizendo que o banco vai tentar aperfeiçoar o sistema para permitir que esse público também pague seus débitos tributários nos terminais de autoatendimento do BB.

O sistema de modernização da arrecadação de tributos e taxas, por sinal, está sendo testado e aperfeiçoado em parceria com o Detran-PE para depois ser levado para outros estados do Brasil. “O modelo atual é mais simples e completo, porque pede a placa do carro, um dado que, ao contrário do Renavam, está na cabeça dos contribuintes, e informa todos os débitos do veículo, até as multas”, revela Shirlei.

Ainda segundo a superintendente, o Estado foi escolhido para testar o modelo por conta disposição do Detran-PE em trabalhar junto com o BB em soluções inovadoras de pagamento. “Além de buscar inovação no meio financeiro, o Detran-PE permitiu uma troca de informações com o banco: nós recebemos a base de dados dos carros e proprietários do Detran e damos um retorno sobre os pagamentos tributários. É uma troca tão importante que o pagamento realizado pelos canais do BB entra na hora no sistema do Detran”, explica Shirlei, garantindo que essa troca é segura e protege os dados dos contribuintes.

O contribuinte ainda pode optar por pagar a parcela única com o desconto de 7% que é oferecido pela Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE) no sistema do BB caso o pagamento seja efetuado dentro dos prazos estabelecidos pelo governo.

Fonte: Folha de Pernambuco

Executivos eleitos da AGEBB tomam posse para a gestão 2019-2021

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Os 22 membros da Diretoria Executiva e Conselhos Deliberativo e Fiscal da AGEBB, eleitos para a gestão 2019 a 2021, tomaram posse no dia 19 de janeiro, em evento realizado no Rio Claro Plaza Hotel, na cidade de Rio Claro, no interior paulista (clique aqui e veja a lista completa dos eleitos). Por serem os candidatos mais votados, Denison Jordão Lima e Alcides Carlos Alves, assumiram as presidências dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, respectivamente. Três dos eleitos para o Conselho Deliberativo, assumem pela primeira vez uma cadeira no Conselho Deliberativo: Alex Simioni (São Paulo/SP), Élcio Luis de Oliveira (Araraquara/SP) e Luciano Stangherlin (Bauru).

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O presidente, Francisco Vianna de Oliveira Junior, que assume seu segundo mandato, inicia sua gestão no ano em que a AGEBB completa 34 anos de fundação tendo como principal bandeira a vigilância contra os descomissionamentos injustos e arbitrários que têm ocorrido recentemente no banco. “Não somos contra os descomissionamentos e, sim, contra as punições imotivadas. Consideramos isso uma total falta de respeito da empresa, principalmente, para gerentes que, às vezes, estão há 30 anos na instituição”, diz o presidente da AGEBB.

Na primeira gestão, encerrada no final de dezembro, Vianna Junior considerou bastante positivo o balanço de seu trabalho. “Fortalecemos a classe gerencial, propósito maior que fez surgir a entidade há mais três décadas, e aumentamos a nossa base de associados. Começamos 2016 presentes em 21 Estados e no Distrito Federal. O maior desafio era conhecer as necessidades e anseios dos gerentes de todo o país. Hoje, posso dizer com orgulho que estamos em todo o Brasil, o que refletiu em um crescimento de 30% em nosso quadro associativo”, explicou.

De acordo com o executivo, a ampliação do Clube de Benefícios, a campanha do Seguros AGEBB e, principalmente, a luta contra os descomissionamentos injustos e arbitrários, que culminou com quatro ações coletivas desde 2017, geraram uma maior visibilidade para a associação e, consequentemente, aumentou a nossa credibilidade junto à classe gerencial.

Fonte: AGEBB

BB e Caixa vão mudar estratégia em busca de maior competitividade no setor

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O discurso de austeridade dos gastos transbordou a Esplanada e passou a ser prioridade também dos bancos públicos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, escalou dois comandantes liberais para as instituições públicas, que prometem uma nova era no setor. A intenção da equipe é deixar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BB) com mais cara de empresa, ao reduzir subsídios e aplicar taxas de mercado. O governo terá, também, uma tarefa árdua para aumentar a competitividade no setor, que está concentrado nas mãos de cinco instituições financeiras.

A missão será “desestatizar” o mercado de crédito, ou seja, reduzir a participação pública nos empréstimos em 2019. O crescimento econômico mais forte deve permitir que o estoque de financiamentos seja o maior dos últimos cinco anos.

De acordo com os presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do BB, Rubem Novaes, é necessário ampliar a concorrência no mercado de crédito e fazer com que os recursos cheguem aos que mais precisam, como consumidores de baixa renda e empresas menores. Economistas ressaltam que o discurso mostra a continuidade de um trabalho que já vinha sendo feito.

A principal preocupação dos presidentes empossados é com o desempenho financeiro dos bancos públicos, deixando-os com mais cara de empresa privada. O BB é uma instituição de capital aberto e, segundo Novaes, passará a ser mais “compatível com o interesse de acionistas minoritários”. O dirigente ressalta que é preciso vender alguns ativos, desde que não sejam as “joias da coroa” e sinaliza que há uma posição do governo eleito de diminuir subsídios para financiar o setor agrícola com juros mais baixos, mas que ainda não há definições.

Dívida

O presidente da Caixa deu mais detalhes de como será a gestão no banco. A intenção é adotar políticas que reduzam a dívida da instituição com o governo federal, que é de R$ 40 bilhões. Guimarães ressalta que pretende quitar o pagamento em quatro anos. A estatal deverá vender participações em áreas, como seguros e loterias, reforçar o financiamento imobiliário via mercado de capitais e investir em microcrédito a juros mais baixos.

“É fundamental discutir a parte imobiliária. Hoje temos problemas de funding. Via mercado de capitais, vamos vender de R$ 50 bilhões a R$ 100 bilhões para a Caixa continuar ofertando esse crédito”, diz o executivo. “Não me conformo em ver pessoas tomando dinheiro a 15%, 20% ao mês. O Brasil pode ser uma referência em microcrédito”, acrescenta. Nas próximas 30 semanas, Guimarães vai visitar todos os estados para conhecer o que a população acha da Caixa.

Caminho

Na opinião do economista-chefe da Modal Mais, Álvaro Bandeira, a sinalização é de que os bancos públicos vão financiar quem precisa é correta. “Quando se tem recursos escassos, é preciso delimitar e pulverizar mais o dinheiro para dar acesso maior às empresas menores e consumidores. É um processo que já vinha acontecendo e deve ter continuidade com os novos gestores”, avalia.

Para João Alberto De Negri, especialista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil tem um problema sério de crédito, que representa 50% do Produto Interno Bruto (PIB) — índice baixo se comparado com as nações desenvolvidas. “O grande desafio dos presidentes é fazer com que aumente essa relação, porque, hoje, há restrição grande. As taxas de juros são elevadas e é preciso aumentar a competição bancária”, ressalta.

De Negri afirma que a Caixa e o BB terão de ampliar a capacidade tecnológica e fomentar a modernização do setor, financiando fintechs e inovações para deixar o setor mais competitivo. “Não dá para fazer mais do mesmo. O grande desafio é deixar o crédito mais acessível para aumentar a produtividade e financiar empreendimentos inovadores”, argumenta.

Segundo dados do Banco Central (BC), mais de 80% do mercado de crédito está concentrado em cinco instituições — Caixa, BB, Bradesco, Santander e Itaú. O aumento da competitividade tende a reduzir a taxa, de acordo com analistas. O professor e economista Istvan Kasznar, da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que a agenda liberal faz muito sentido e é necessária para reduzir as taxas de juros “estratosféricas”. “Apesar de ter caído nos últimos anos, o fato é que há muita concentração. É preciso abrir o mercado bancário e reverter esse quadro”, aponta.

Maior desafio

Para o economista-chefe da Rio Bravo Investimentos, Evandro Buccini, caberá ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, a tarefa mais difícil: refazer toda a política de financiamento de empreendimentos. “Ele terá de priorizar as empresas médias, o que é bom, porque as grandes, que já conseguem acesso ao crédito no mercado privado, são as principais beneficiadas. Isso mostrou que não houve impacto muito significativo no investimento do Brasil”, afirma. Buccini defende que a redução de ofertas de empréstimos às companhias maiores não deve ter um efeito danoso à economia.

Fonte: Correio Braziliense

Banco do Brasil é eleito como instituição financeira mais sustentável do mundo

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O Banco do Brasil foi considerado a instituição financeira mais sustentável do mundo e está entre as top 10 Corporações Mais Sustentáveis no ranking Global 100 de 2019, da Corporate Knights. O anúncio foi feito hoje (22), no Fórum Mundial Econômico em Davos, na Suíça.

Dentre as mais de 7.500 empresas avaliadas, o BB ficou em primeiro lugar no segmento financeiro e em oitavo no ranking mundial.

Segundo o BB, um dos destaques do banco para a classificação na lista de 2019 foi a alocação de R$ 193 bilhões em setores da chamada economia verde, que tem como caraterísticas a baixa emissão de carbono, eficiência no uso de recursos e busca pela inclusão social.

O Global 100 é um índice que classifica as empresas pela excelência em sustentabilidade, considerando as dimensões econômica, social e ambiental. A metodologia de avaliação é baseada em 21 indicadores de desempenho como: práticas de governança corporativa; racionalização de recursos naturais, resíduos e emissões; gestão de fornecedores; boas práticas com funcionários; capacidade de inovação; receita obtida de produtos ou serviços com benefícios sociais ambientais, entre outros.

Para determinar o ranking, foram analisadas 7.536 empresas de 21 países diferentes com base em dados públicos (dados financeiros e relatórios de sustentabilidade, dentre outros) e por meio do contato direto com empresas com ações negociadas em bolsas de valores, com receita bruta anual superior a US$ 1 bilhão e questionário específico, onde as empresas selecionadas são convidadas a complementar suas informações.

Economia Verde

Segundo o Banco do Brasil, integram essa carteira as operações de crédito relacionadas a investimentos e empréstimos para energias renováveis, eficiência energética, construção sustentável, transporte sustentável, turismo sustentável, água, pesca, floresta, agricultura sustentável e gestão de resíduos. Para fomentar uma economia inclusiva também fazem parte da carteira áreas de cunho social, como educação, saúde e desenvolvimento local e regional.

A metodologia foi desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e considera setores de acordo com a classificação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e também produtos temáticos e específicos de atividades relacionadas à economia verde.

São as seguintes as 10 corporações mais sustentáveis no ranking Global 100 de 2019:
1. Chr Hansen Holding – Dinamarca
2. Kering – França
3. Nestle Corporation – Finlândia
4. Orsted – Dinamarca
5. GlaxoSmithKline – Reino Unido
6. Prologis – Estados Unidos
7. Umicore – Bélgica
8. Banco do Brasil – Brasil
9. Shinhan Financial Group – Coreia do Sul
10. Taiwan Semiconductor – Taiwan

Fonte: Época Negócios

Conselho do BB confirma eleição de novos vice-presidentes

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Em reunião realizada nesta sexta-feira, 18, o conselho de administração do Banco do Brasil confirmou os nomes indicados para as vice-presidências da instituição. Entre os indicados inicialmente, o único barrado pela Casa Civil foi Flávio Basílio, que tinha sido indicado para vice-presidência de Governo. Para o seu lugar, o conselho elegeu o atual vice-presidente de Gestão de Pessoas, Suprimento e Operações da instituição, João Pinto Rabelo Júnior.

Foram confirmados ainda os nomes de Antônio Matos do Vale para a vice-presidência de Gestão de Pessoas, Suprimentos e Operações; Carlos Hamilton na área de Gestão Financeira e Relações com Investidores; Carlos Motta dos Santos como vice-presidente de Distribuição de Varejo; Carlos Renato Bonetti para a vice-presidência de Controles Internos e Gestão de Riscos; Fabio Barbosa como VP de Tecnologia; Ivandré Montiel da Silva como vice-presidente de Agronegócios; e Márcio Hamilton Ferreira como VC de Negócios de Atacado.

O conselho do BB confirmou ainda as renúncias de Bernardo Rothe ao cargo de VP de Gestão Financeira e Relações com Investidores. Ele assume a presidência da BB Seguridade. Walter Malieni Júnior renunciou ao cargo de VP de Negócios de Atacado.

Fonte: IstoÉ

BB Seguridade escolhe novo presidente; ações caem mais de 2%

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A BB Seguridade (BBSE3) braço de seguros e previdência do Banco do Brasil (BBAS3), informou nesta sexta-feira que seu conselho de administração elegeu Bernardo Rothe como novo diretor-presidente da companhia. Com isso, as ações figuram entre as maiores baixas do Ibovespa, com queda de 2,46% a R$ 28,92

Rothe, que também fará parte do conselho de administração da companhia, assumirá o cargo em 21 de janeiro, para completar o mandato 2016-19, informou a BB Seguridade. Para assumir o cargo, o executivo deixa a vice-presidência de finanças e de relações com investidores do BB.

Para a Suno Research, a escolha do novo presidente, não deve trazer impactos operacionais para BB Seguridade. Por conta disso, os analistas entendem que o crescimento da empresa deverá permanecer no longo prazo, principalmente quando avaliada a posição ainda subpenetrada do mercado de seguros brasileiro que deverá continuar crescendo a um ritmo interessante, entendemos que as empresas que nele atuam possuem à sua frente um ambiente muito favorável para o desenvolvimento de performance e geração de caixa, além da possibilidade de distribuir dividendos atrativos e crescentes.

A equipe da casa de análises acredita no potencial de crescimento da BB Seguridade, e aguarda ansiosamente pela divulgação de seus resultados operacionais referentes ao quarto trimestre de 2018, previstos para serem revelados no próximo dia 11 de fevereiro.

Fonte: Money Times

Walter Malieni é o novo diretor-presidente da Brasilprev

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Walter Malieni assume a presidência da Brasilprev no próximo dia 21. Ele exercia a função de vice-presidente de Negócios Atacado do Banco do Brasil, área responsável pela gestão da rede de Comércio Exterior, gestão dos mercados Corporate, Private, de soluções empresariais e do Mercado de Capitais. Walter substitui Marco Barros, que estava na liderança da companhia desde o início de 2018.

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Walter tem 25 anos de experiência no mercado financeiro, 10 deles em posição estatutária, sendo seis como vice-presidente. Além da mais recente, na área de Negócios Atacado, atuou como vice-presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos e diretor Comercial Estatutário da Cia. de Seguros Aliança do Brasil.

Em sua carreira também atuou no conselho de importantes empresas, como a BRF, a Eletrobrás, a Kepler Weber S.A, a Neoenergia e a Previ.

Fonte: Revista Apólice

BB comemora recordes em venda de consórcio em 2018

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O braço de consórcios do Banco do Brasil celebra os resultados de 2018. Após registra recordes de vendas mês a mês, fechou o ano com um recorde: crescimento de 32% no volume de vendas.

Foram R$ 11,3 bilhões vendidos em 2018, sendo que em 2017 esse volume alcançou R$ 8,6 bi. Com isso, a receita de prestação de serviços chegou a quase R$ 1 bilhão, num crescimento de 30%, atingindo R$ 942,1 milhões em 2018.

Quando observada a quantidade de cotas vendidas, o crescimento foi de 40% em 2018 sobre 2017 – 304,2 mil no ano passado contra 217 mil no anterior.

Canais alternativos

De acordo com o diretor comercial da BB Consórcios, Paulo Ivan Rabelo, os resultados só foram possíveis diante do comprometimento e entrega de resultados pela Rede BB, aliados ao movimento de vendas de consórcios em canais alternativos, como o App BB.

“O foco estratégico e aproveitamento de oportunidade de vendas pela Rede BB proporcionou o crescimento observado nos indicadores de 2018. O consórcio é um produto que traz atributos atuais de educação financeira e de economia compartilhada, características que apresentam o consórcio como opção financeira para planejamento de compras e realização de negócios em diversos segmentos”, diz Paulo Ivan.

Fonte: Destak Jornal

BB aglutina suas participações da Cielo na BB Elo

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O Banco do Brasil cindiu a participação que detinha na empresa de meios de pagamentos Cielo por meio do Banco de Investimento e a transferiu para a BB Elo Cartões.

A operação, aprovada ontem (18) pelo conselho de administração do BB, visa a centralizar as participações em empresas de meios de pagamento sob uma única holding, para alinhar a estratégia e simplificar a organização societária, afirmou o BB em comunicado.

Fonte: Forbes

Sindicato dos comerciários de Itabuna repudia fechamento de agência do BB

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O Sindicato dos Comerciários de Itabuna vem a público manifestar seu repúdio ao fechamento da agência Grapiúna do Banco do Brasil, situada no bairro São Caetano, decisão recentemente manifestada pelo prefeito de Itabuna, Fernando Gomes de Oliveira.

Os bancos públicos têm grande importância para o desenvolvimento econômico, geração de empregos e celebração de negócios para qualquer localidade. A região do São Caetano é de grande importância para a economia de Itabuna. Trata-se da segunda maior geradora de empregos da cidade, ficando atrás apenas da região central.

Uma área geográfica grande e pulsante, que envolve bairros como Pedro Gerônimo, Maria Pinheiro, Carlos Silva, Jardim Primavera, Núcleo Habitacional da Ceplac, Novo São Caetano, Fonseca, Jaçanã, Novo Jaçanã, Vila Anália, etc. O fechamento da agência Grapiúna do Banco do Brasil implicará, inevitavelmente, na diminuição dos negócios, tendo como consequência imediata o aumento do desemprego.

A decisão do prefeito vai de encontro ao desenvolvimento da cidade. Enquanto prefeitos de todo o Brasil lutam para ter equipamentos do governo federal, como bancos e outras repartições públicas, o governo Fernando Gomes adota o caminho contrário e quer fechar uma agência do Banco do Brasil, aprofundando ainda mais a crise econômica e o desemprego na cidade. Vale destacar que tal ação implicará, também, em diminuição da arrecadação do município.

O Sindicato dos Comerciários de Itabuna espera que o prefeito reveja sua decisão, em favor da manutenção dos empregos e das atividades econômicas naquela importante região da cidade.

Fonte: Diário de Ilhéus

Fátima Bezerra vai pedir mais três anos de antecipação dos royalties ao BB

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A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, confirmou que vai pedir a antecipação das receitas dos royalties de petróleo por mais três anos, além do que já está em negociação, referente a 2019, com o Banco do Brasil. A governadora pretende enviar um projeto de lei à Assembleia Legislativa para antecipar os royalties de 2020, 2021 e 2022.

Fátima Bezerra informou, em entrevista a rádio Cabugi do Seridó, que apresentará essas propostas. Nesta segunda-feira (21), ela reúne a bancada federal do Rio Grande do Norte e, depois, o secretariado. A crise fiscal do Estado e a busca por receitas extras devem ser entre os assuntos em discussão nestes encontros.

A antecipação das receitas de 2019 está autorizada por uma lei, aprovada na Assembleia. Uma decisão judicial de primeira instância que impedia a operação também foi derrubada no Tribunal de Justiça. Mas os recursos, que devem ficar próximos de R$ 165 milhões, não estão disponíveis, porque a antecipação está em negociação com o Banco do Brasil. Como o governo tem uma dívida, referente a parcelas de empréstimo consignados retidas dos servidores e não transferidas ao BB, há empecilhos para que o financiamento seja liberado.

Mesmo assim, está nos planos do governo a antecipação dos royalties por mais três anos. “Com relação aos royalties, o mais importante é o projeto de lei que vou enviar à Assembleia Legislativa no dia primeiro de fevereiro, pedindo a antecipação de 2020, 2021 e 2022, porque aí sim, será uma fonte de recursos mais expressiva e que vai nos ajudar a ir quitando essa dívida que o Estado tem com os servidores”, afirmou a governadora, à emissora de rádio no Seridó.

A antecipação desta receita foi defendia pelo presidente da Assembleia Legislativa, em entrevista publicada pela TRIBUNA NORTE no dia 23 dezembro. Na ocasião ele estimou que o governo poderia ter uma receita de R$ 650 milhões com esta operação.

A Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal impedem que recursos oriundos da antecipação de royalties sejam usados para pagamento de salários. Mas o secretário de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire, declarou que a receita excepcional poderia ser destinada ao pagamento de benefícios atrasados de aposentados e pensionistas.

A governadora Fátima Bezerra também descartou a privatização da Caern e disse que algumas medidas recomendadas pelo Tesouro Nacional para enfrentar a crise fiscal não serão acatadas. “Evidentemente que o governo federal tem sugerido uma serie de caminhos, de propostas, mas eu não sou obrigada a acatar todas as sugestões. Algumas medidas que o governo federal vem sugerindo nós vamos trabalhar em conjunto, outras medidas não”, disse.

Reunião com bancada federal

Quase toda a bancada federal do Rio Grande do Norte foi à reunião com a governadora Fátima Bezerra no fim da manhã desta segunda-feira. Estavam presentes o senador Jean Paul Prates (PT), a senadora eleita Zenaide Maia; (PHS) e os deputados Rafael Motta (PSB), Benes Leocadio (PTC), Beto Rosado (PP), Natália Bonavides (PT), João Maia (PR), General Girão (PSL). Os ausentes foram os deputados Walter Alves (MDB) e Fábio Faria (PSD) e o senador Styvenson Valentim (REDE).

No encontro, os secretários da área econômica detalharam a situação fiscal do Estado e pedindo apoio a projetos de interesse que estão tramitando no Congresso Nacional. A governadora pediu apoio, inclusive, pra que a bancada se voltasse para aprovação do projeto da cessão onerosa do pre-sal, que pode render R$ 400 milhões de recursos extras pra ajudar o Estado a tentar reequilibrar as contas públicas e atualizar o pagamento da folha de pessoal.

Fonte: Mossoró Hoje

Governo maranhense e BB discutem ampliação de investimento na agricultura familiar

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O governador Flávio Dino recebeu, no Palácio dos Leões, na manhã desta segunda-feira (21), o superintendente do Banco do Brasil no Maranhão, Alison Aguiar. Durante a visita, foi discutida a ampliação dos investimentos em agricultura no estado, como linhas de crédito que atendam, principalmente, os pequenos produtores.

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“O Governo do Maranhão tem um programa de apoio aos pequenos produtores que está totalmente alinhado com o programa do Banco do Brasil. O objetivo é que a gente possa subsidiar e apoiar os agricultores familiares do estado, para que possam desenvolver suas propriedades, fortalecer a economia local e gerar emprego”, disse Alison Aguiar.

Em parceria com o Governo do Maranhão, o Banco do Brasil, também, pretende ampliar o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf ), que fornece crédito aos agricultores familiares. Segundo Aguiar, o banco está trabalhando para identificar novas cadeias produtivas que podem receber fomento, principalmente, em regiões mais carentes, como a Baixada Maranhense e o Baixo Parnaíba.

“Queremos estar mais próximos de cadeias produtivas de pesca, mandioca e frutas. O projeto que temos pretende identificar em cada região qual a produção essencial para fomentar justamente a cultura local”, garantiu Alison Aguiar.

Atualmente, o Pronaf possui operações no Maranhão na ordem de R$ 674 milhões, beneficiando mais de 15 mil famílias e atendendo projetos nas cadeias produtivas de carne, couro, leite, arroz e aquicultura.

Participaram da reunião o senador diplomado Weverton Rocha; o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares; o subsecretário de Planejamento, Marcelo Duailibi; o superintendente regional de Varejo do Banco do Brasil, Carlos Mohabe Guedes; e os gerentes Daniel Montelo e Helton Paz.

Fonte: Governo do Maranhão

Por repasses, municípios de Minas Gerais vão à Justiça contra o BB

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Sem receber do governo de Minas Gerais repasses previstos em lei e passando por dificuldades financeiras, prefeituras do Estado tiveram que entrar, a última semana, com ações na Justiça contra o Banco do Brasil (BB) para pedir que o dinheiro do ICMS caia diretamente nas contas das cidades. Entre os municípios que recorreram a essa medida estão Contagem e Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. No total, segundo a Associação Mineira de Municípios (AMM), desde o ano passado o Executivo deixou de repassar R$ 12,6 bilhões de verbas para as prefeituras, sendo R$ 6,895 bilhões de ICMS.

As gestões municipais argumentam que esses bloqueios vão contra o que determina a Lei Complementar (LC) 63, de 1990, e as Constituições federal e mineira. Nelas é dito que o Estado é obrigado a repassar 25% do que for arrecadado de ICMS às cidades. A LC obriga ainda que esse dinheiro seja depositado nas contas das prefeituras no momento em que a arrecadação for realizada.

Além disso, as Constituições expressam que é proibida a retenção ou qualquer tipo de restrição ao repasse desses recursos para as cidades. Contudo, os valores de ICMS estão sendo bloqueados e depositados em atraso desde 2017. Diante disso, as prefeituras acionaram a Justiça, sustentando que o BB está burlando previsões legais e obedecendo a um decreto, expedido pelo ex-governador Fernando Pimentel (PT) em 2017 e em vigor na gestão de Romeu Zema (Novo), que instituiu o comitê da crise no Executivo.

O documento prevê que esse grupo tem a competência de determinar a liberação do fluxo financeiro relativo a todas as despesas da administração pública do Executivo. “O Banco do Brasil, como qualquer banco, empresa ou cidadão precisa respeitar a Constituição e as leis. Isso não é legal. O decreto não tem o condão de alterar qualquer lei e muito menos a Constituição. Então, foi um subterfúgio que foi utilizado para apropriação indébita de recursos dos municípios, o que é crime”, afirmou o procurador de Betim, Bruno Cypriano.

O procurador explica que, na ação, a prefeitura solicita que, a partir de agora, o dinheiro de ICMS seja depositado imediatamente em conta indicada pelo município, sem transitar em qualquer conta do Estado. Além disso, é pedido à Justiça que os R$ 126 milhões de ICMS devidos à administração sejam bloqueados da conta do BB para que os cofres da cidade não sejam “desfalcados por conta de apropriação indébita realizada pelo Estado com a coparticipação do banco”. No total, o governo deve R$ 214 milhões de repasses para Betim, como IPVA e Fundeb.

O governo de Minas deixou de repassar para a Prefeitura de Contagem cerca de R$ 200 milhões somente de ICMS. Por isso, a procuradoria daquele município também pediu que as verbas constitucionais caiam automaticamente nas contas da cidade. “A gente alega apropriação indébita, retenção indevida, porque isso não é um favor que o Estado tem que fazer. Está na lei que a verba é do município”, diz o procurador Afonso José de Andrade.

Se a situação persistir na administração de Zema, as gestões municipais estudam pedir à Procuradoria Geral da República (PGR) que protocole uma ação pedindo a intervenção da União no Executivo estadual. A Constituição, em seu artigo 34, prevê que deixar de entregar aos municípios receitas tributárias constitucionais pode fundamentar essa medida.

‘Decreto ilegal sugere corrupção na gestão petista’, diz procurador

O procurador municipal da Prefeitura de Betim, Bruno Cypriano, classificou como ilegal e irresponsável a atitude do ex-governador Fernando Pimentel (PT) de criar o chamado Comitê de Crise no Estado para controlar e definir para onde vai cada centavo que entra nos cofres do governo de Minas Gerais.

Ele diz que a manobra foi autorizada por meio do decreto 47.296, de novembro de 2017, que desrespeita totalmente as Constituições federal e estadual. De acordo com Cypriano, essa medida evidencia o desleixo da gestão de Fernando Pimentel com as contas públicas e com a prestação de serviços públicos, como saúde e educação, para os cidadãos mineiros.

O procurador afirma que a criação desse decreto é ilegal, esdrúxula e evidencia a artimanha de Pimentel com a direção do Banco do Brasil. “Criou-se esse comitê de crise que decide os destinos dos recursos, como se esses 25% constitucionais fossem recursos do Estado também. O dinheiro é das prefeituras. Isso é uma questão esdrúxula de burlar a lei, o que não deveria ter sido aceito pelo Banco do Brasil”, declarou.

Criado em 2017, o decreto que institui no Estado o Comitê de Acompanhamento de Fluxo Financeiro permanece na gestão do governador Romeu Zema. Várias prefeituras pedem a revogação desse ato de Pimentel.

Instituição afirma que cumpre a lei

Por meio de sua assessoria, o Banco do Brasil afirmou que cumpre integralmente a legislação vigente sobre o repasse de recursos constitucionais e informou ainda que não tem conhecimento de ações sobre o tema: “O BB, se notificado, responderá aos termos da ação em juízo”.

Na ação protocolada pela Procuradoria Municipal de Betim ainda é trabalhada a hipótese de que a instituição financeira desobedeça uma possível decisão da Justiça de que o dinheiro de ICMS seja depositado diretamente na conta da cidade. Se isso ocorrer, é solicitado que os dirigentes do banco sejam responsabilizados. O presidente hoje é Rubem Novaes.

A Secretaria de Fazenda de Minas declarou que tem trabalhado intensamente para retomar os repasses para as prefeituras, enquanto também equaliza o não pagamento do 13° salário para os servidores públicos, “com o objetivo de cumprir suas obrigações para amenizar a grave situação financeira em que o governo anterior deixou o Estado”. Em relação a 2019, foi dito que, de 1° a 18 de janeiro, a gestão de Romeu Zema repassou cerca de R$ 1,7 bilhão para os municípios.

Fonte: O Tempo

IPO da BB Seguridade afetou a rentabilidade do banco

Publicado em: 17/01/2019

Quando o Banco do Brasil abriu o capital da BB Seguridade, havia a crença no mercado de que a operação ajudaria a destravar um valor que estava oculto na instituição financeira. A tese vigente entre executivos da casa e banqueiros de investimento era que a soma das partes era maior que o todo. A operação, realizada em 2013, é até hoje citada como um dos IPOs de maior sucesso da bolsa brasileira.

A oferta de ações movimentou R$ 11,5 bilhões e foi decisiva para atenuar os problemas de capital que o BB enfrentaria nos anos seguintes. No entanto, penalizou a rentabilidade do banco.

Levantamento feito pelo Valor Econômico indica que o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês) do BB nos nove primeiros meses de 2018 teria sido de 14,6%, e não de 13,4%, se fosse contabilizada dentro de casa a totalidade do resultado da BB Seguridade. Esta companhia reúne os ativos da área de seguros, capitalização e previdência do banco, explorados em parceria com sócios privados. O retorno da empresa foi de 39,4%.

Esta é uma questão com a qual a nova diretoria do banco, encabeçada por Rubem Novaes, irá se deparar ao discutir quais ativos podem ser vendidos ou levados a mercado. O executivo já disse que não vai se desfazer das “joias da coroa” — como meios de pagamento, crédito a famílias e pequenas empresas e administração de fundos –, mas indicou que pode fazer parcerias. Uma das possibilidades na mesa é a abertura do capital da gestora de recursos BB DTVM.

No caso da BB Seguridade, o dinheiro embolsado com a venda de ações ajudou o Banco do Brasil a melhorar seus índices de capital, prejudicados pela política de juros artificialmente baixos praticada nos governos Lula e Dilma.

Capital não é um problema para o BB hoje, mas o balanço da instituição ainda tem R$ 8,1 bilhões em instrumentos híbridos. Caso esses recursos tenham de ser devolvidos ao Tesouro, vender ativos será necessário para preencher esse espaço.

Fazer IPO ou atrair sócios privados pode ajudar a melhorar o resultado de determinadas áreas de negócios e vai em linha com a proposta do governo de reduzir o tamanho do Estado, diz Eduardo Cintra, analista da Pacífico Gestão de Recursos. “Mas pode botar para fora do banco uma fonte importante de retorno”, pondera.

Realizada no governo Dilma, a venda de parte da BB Seguridade foi lamentada, em mais de uma ocasião, por Paulo Caffarelli, que presidiu o banco de maio de 2016 até o fim do ano passado. “A gente sente falta da receita recorrente da BB Seguridade. O Bradesco, por exemplo, tem 100% da sua operação de seguridade”, disse o executivo à imprensa numa das vezes.

Na gestão de Caffarelli, o foco voltou-se para a venda de ativos não estratégicos — que acabou não acontecendo — e para mudança nos modelos de crédito. Com o objetivo de melhorar a rentabilidade do banco, as medidas tiveram como ponto central elevar as taxas cobradas nas operações de crédito para patamares compatíveis com a média do mercado.

Embora tenha melhorado nos últimos dois anos, o BB ainda trabalha com retorno muito aquém da faixa de 19% a 22%, ostentada por Bradesco, Santander e Itaú. Em seu discurso de posse, Novaes disse que o objetivo é “superar” a rentabilidade exibida pelos pares privados.

Com um modelo verticalizado no país, os grandes bancos concentram dentro de casa suas operações de seguros, cartões e gestão de recursos. Essas atividades, em geral, são mais rentáveis que o crédito, além de atenuarem o impacto de freadas bruscas na economia.

O Itaú, por exemplo, reportou que as operações de crédito geraram retorno de 15% de janeiro a setembro do ano passado, enquanto a rentabilidade dos negócios de seguridade e serviços foi de 37%. O BB hoje é o banco mais dependente de resultado de crédito”, afirma Carlos Daltozo, chefe de análise de renda variável da Eleven Financial Research.

Para um ex-executivo do BB, a oferta da BB Seguridade cumpriu seu papel ao mostrar que havia valor oculto dentro do banco, cujas ações eram negociadas — e ainda são — com desconto em relação às dos pares privados. A premissa, segundo essa fonte, era que a abertura de capital daria à BB Seguridade maior flexibilidade e que o crescimento decorrente mais que compensaria a renúncia de receitas do banco. Porém, isso ainda não aconteceu. Embora tenha resultados crescentes, a companhia ainda não gera para o controlador um retorno superior ao que ele teria se fosse o único dono.

Isso não quer dizer que tenha sido mau negócio. “O crescimento acelerado da BB Seguridade nos primeiros anos muito provavelmente não teria acontecido se ela fosse departamento do BB”, diz Daltozo.

A participação de mercado da BB Seguridade, que era de 23,8% em 2013, chegou a 28,6% em 2016, recuando para 22,3% no último terceiro trimestre.

Para o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, que escreveu no fim do ano passado sobre a venda de ativos do BB, esse é um tema que deve ser visto com muita cautela. “Não é tão simples [vender partes do banco]. Não se trata de defender o BB, mas é preciso ter lógica.”

Procurado pelo Valor, o BB não se manifestou até o fechamento desta edição.

Fonte: Valor Econômico

Novo superintendente do BB fala de oportunidades em MS

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Depois de assumir o comando da Superintendência do Banco do Brasil em Mato Grosso do Sul, Sandro Jacobsen Grando destacou que inicia o trabalho com a liberação de R$ 51 milhões do FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste), em janeiro, para o agronegócio. Natural de Ronda Alta, no interior do Rio Grande do Sul, o novo superintendente começou a trabalhar na instituição há 32 anos como jovem aprendiz e, desde então, ocupou diferentes cargos de gestão nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Tocantins.

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Em terras sul-mato-grossenses, ele vislumbra oportunidades que vão além do suporte aos investimentos na cadeia de produção agrícola – característica estadual – e expansão empresarial, somado a este contexto melhorias na logística e na geração de energia limpa por painéis fotovoltaicos.

Jornal do Povo – O que pode ser pontuado como desafios e oportunidades em Mato Grosso do Sul?
Sandro Jacobsen Grando – O desafio que eu trago é dar continuidade ao belo trabalho realizado nos últimos anos e ‘subir o sarrafo’ [ou seja, melhorar os resultados]. Já as oportunidades são aproveitar todos os municípios e projetos viáveis, estando presente ao lado do nosso cliente mostrando que o banco veio e continuará sendo parceiro de Mato Grosso do Sul.

JP – Considerando o potencial logístico, com a implantação da Rota Bioceânica, como avalia os efeitos desse projeto inclusive sobre o nível de industrialização do Estado?
Sandro – Vejo que nosso Estado está preparado para a industrialização porque ele já tem uma cadeia primária muito forte, que o Tocantins ainda está trabalhando. A parte logística tem um peso muito grande. O porto de Porto Murtinho pode ser um grande diferencial para atrair investidores e o Banco do Brasil tem linhas para apoiar esses projetos, desde o armazenamento, pequena agroindústria até grandes investimentos sustentáveis, economicamente viáveis e enquadrados nas nossas legislações.

JP – Sobre o FCO, uma das linhas de financiamento anunciadas no ano passado é dedicada a pessoas físicas interessadas na geração de energia solar. O limite de contratação seria de R$ 100 mil, com carência de seis meses e pagamento em até seis anos. Como o senhor avalia o potencial dessa modalidade de crédito que tem dedicados R$ 24 milhões?
Sandro – Bem cuidadas as placas podem durar 25 anos. Entendemos que se nós trouxermos a redução de custo [com a energia elétrica convencional] vamos estar gerando receita para ser utilizada na movimentação econômica do Estado e na aquisição de novos bens. A questão é colocar na planilha. Talvez a despesa de agora vai gerar receita no futuro que pagará muitas das prestações. Essa novidade logo estará à disposição.

Jornal do Povo – Mato Grosso do Sul teve 100% do recurso do FCO contratado no ano passado, resultando em R$ 2,44 bilhões em investimentos e 4.155 contratos. Qual a projeção para 2019, tendo em vista a disponibilidade de R$ 2,26 bilhões?
Sandro – A gente está vendo uma melhora na economia. O ânimo do nosso agricultor e empresário prova que ele está buscando o investimento novamente, tanto que nós usamos 100% [dos recursos do FCO] em 2018. Vamos trabalhar de forma que todo projeto bem elaborado e que se enquadre nas normas sejam atendidos pelo banco. No ramo do agronegócio devemos estar liberando, em janeiro, R$ 51 milhões. O FCO está para o desenvolvimento do Estado.

Fonte: JP News

Difícil que BB e Caixa sejam privatizados, diz presidente do Bradesco

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É difícil que os dois bancos públicos, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, sejam privatizados pelo governo de Jair Bolsonaro, disse Octavio de Lazari Junior, presidente do Banco Bradesco. “Não acho que privatizar seja necessário e urgente e não deve ocorrer num prazo tão curto, disse Lazari, ao ressaltar a competência da equipe técnica escalada pelo futuro governo para administrar as duas instituições financeiras.

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Para Lazari, há outras instituições em que fariam mais sentido ver a participação do governo ser vendida, como o IRB, o instituto de resseguros.

Segundo o presidente do conselho do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, os bancos públicos têm o seu papel na economia e devem ser reforçados.

Os executivos ressaltaram que os dois bancos públicos têm cerca de 50% do crédito no Brasil e afirmaram que o Bradesco tem apetite para fazer mais operações de crédito.

Segundo os executivos, o enxugamento da estrutura de agências do Bradesco foi finalizado e o quadro de funcionários deve seguir, na média, estável.

IOF distorce mercado bancário

Octavio de Lazari, presidente do Bradesco, criticou a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre as operações de crédito, que estaria distorcendo o mercado com a taxa de juros no patamar de 6,5%. “Tem uma assimetria no imposto”, disse.

O fim da cobrança de IOF sobre o crédito é um dos pedidos da Febraban (federação dos bancos) em livro em que defende medidas para a redução das taxas de juros do país.

O vice-presidente Marcelo Noronha disse esperar que o mercado de crédito para pessoa jurídica cresça 10% em 2019 e que tudo indica comportamento semelhante para segmento pessoa física.

Fonte: Portal Televendas e Cobranças

Superintendente do BB desembarca em Vitória da Conquista

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Vitória da Conquista está voltando a receber uma superintendência regional do Banco do Brasil. Por isso, o novo superintendente, Eduardo Camargo Hoog, juntamente com sua comitiva, veio conhecer e saudar o prefeito Herzem Gusmão Guesmão. O encontro aconteceu na manhã desta quinta-feira (10), no Gabinete Civil. A reativação da superintendência também era um pleito do gestor municipal.

Vitoria da Conquista

“Eu soube que a maior agência do varejo é daqui, fica ali no Centro da cidade. E a nossa superintendência do Banco do Brasil, era a mais premiada da Bahia”, justifica. “O Banco do Brasil reconhece a potencialidade de Vitória da Conquista e retorna, por essa força e pujança econômica da região, algo que me surpreende a cada momento”, conclui o prefeito.

O superintendente regional, Eduardo Camargo Hoog, conta que a Bahia foi o único estado em que o Banco do Brasil voltou a ter duas superintendências em uma mesma região. Uma delas é Vitória da Conquista. “Estamos muito felizes por estar aqui e queremos, sim, integrados com a comunidade, fazer um trabalho bacana, de respeito e de valorização das pessoas. E, logicamente, um aumento na participação do Banco do Brasil nos negócios da região”, conta.

Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de novas parcerias, como para financiamento de equipamentos e para agricultura familiar. “Estamos muito felizes em estar aqui, mais uma vez fortalecendo a participação do Banco do Brasil junto à comunidade e junto aos 53 prefixos que estarão vinculados à superintendência regional de Vitória da Conquista”, diz Hoog.

Fonte: Blog do Anderson

BB lidera ranking de reclamações no quarto trimestre, diz Banco Central

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O Banco do Brasil liderou o ranking de reclamações de clientes no quarto trimestre entre os grandes bancos do país, divulgou o Banco Central nesta terça-feira (15), de acordo com a Reuters. O banco controlado pelo governo federal teve no período 1.585 queixas consideradas procedentes, resultando no índice 24,98, o maior dentre todas as 11 instituições com ao menos quatro milhões de clientes.

A reclamação mais frequente ao regulador por clientes do BB foi a oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada, com 304 casos.

O Santander Brasil ficou em segundo no ranking, com índice 24,04, seguido pelo Bradesco, com 23,52. Banrisul, Caixa Econômica Federal e Itaú Unibanco vieram a seguir da quarta à sexta posições, respectivamente.

Em volume de reclamações, porém, o Bradesco foi o primeiro, com um total 2.262 registros. Na medição que contempla também as reclamações não reguladas, como relatos de insatisfação com o atendimento prestado na agência, o Bradesco também liderou, com um total de 10.097 queixas.

Outro lado

Questionado, o Banco do Brasil disse que “adota constantemente ações de aprimoramento para que a melhora no atendimento e a adequação de nossos produtos e serviços repercutam na satisfação dos nossos clientes, e está trabalhando para retornar ao seu nível histórico nesse ranking, ficando fora das quatro primeiras posições.”

Consultado pelo G1, o Bradesco afirmou que “Reduzir os índices de reclamação é foco permanente do Banco, assim como oferecer um atendimento de qualidade a todos os clientes e usuários. O banco vem desenvolvendo nos últimos anos um extenso programa de análise da origem das manifestações de seus clientes e usuários. (…) É importante ressaltar que o Bradesco tem uma posição de respeito absoluto ao cliente e aos seus interesses.”

Em nota, o Santander afirmou que “trabalha continuamente (…) para garantir a satisfação dos consumidores e que está empenhado para prestar o melhor atendimento aos clientes.

A Caixa afirmou que “utiliza as demandas registradas pelos clientes para a melhoria constante de seus processos, serviços e produtos. Periodicamente, o feedback dos consumidores auxilia na implantação de ações de correção pelas áreas gestoras, com o objetivo de melhorar os canais presenciais e digitais de atendimento, priorizar a redução das reclamações e aumentar a confiança e a satisfação dos clientes”.

O Banrisul informou que “todas as demandas registradas no Banco Central, independentemente se classificadas como procedentes ou improcedentes, são tratadas individualmente. As normas internas e procedimentos são revisados continuamente com o objetivo de implantar as melhorias e adequações necessárias para aperfeiçoar o atendimento aos nossos clientes.”

Já o Itaú Unibanco disse que seguen “focados em alavancar a satisfação dos nossos clientes e utilizamos as manifestações encaminhadas para aprimorar nossos produtos e serviços, além de buscar aumentar a eficácia do atendimento dos nossos canais internos constantemente. Nossa posição neste ranking demonstra que estamos no caminho certo e continuaremos buscando novas oportunidades em 2019”.

Fonte: Portal G1

BB faz empréstimo de R$ 30 milhões e cede prédio à Prefeitura de Feira

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A prefeitura de Feira de Santana e o Banco do Brasil firmaram na manhã desta quinta-feira (10) uma parceria, com assinatura de protocolo, em que a instituição financeira cede sem ônus um prédio para uso de uma secretaria. Também foi aprovado um empréstimo no valor de R$ 30 milhões, que deverá ser utilizado para a compra de maquinário moderno para a realização de obras e serviços pela prefeitura.

Feira

De acordo com o prefeito Colbert Martins, o prédio a ser utilizado pela prefeitura fica na Rua de Aurora, onde funcionou por muitos anos o INSS. O local possui dois andares, sendo que o andar de cima ainda é do Banco do Brasil, e o andar de baixo o banco está cedendo.

“Nós deveremos levar uma secretaria, que não definimos ainda qual será, mas durante essa semana vamos fazer e nós temos que agradecer ao Banco do Brasil, que nos cede esse imóvel sem cobrança, absolutamente nenhuma, o que para nós é uma grande ajuda e permite que a gente se desfaça de um dos aluguéis que já mantemos”, informou o gestor municipal.

Conforme o prefeito, a cessão do prédio é por tempo indeterminado. Além disso, o banco também irá prestar assessoria à prefeitura sobre a questão da Previdência.

“É uma contrapartida que o Banco nos dá, eles não estavam usando aquela área e agora a Prefeitura de Feira passa a usar. Nós pretendemos colocar uma secretaria pelo menos. Vamos definir exatamente qual vai ser. De qualquer forma, a Rua de Aurora volta a ter neste momento uma repartição pública importante do Centro Comercial Popular, perto do Centro de Abastecimento”, afirmou.

Empréstimo de R$ 30 milhões

A respeito do empréstimo de R$ 30 milhões que a prefeitura vai tomar junto ao banco, o prefeito Colbert Martins explicou que o convênio está pronto e agora será feita a compra dos equipamentos.

“Vão ser compradas máquinas, patróis, carregadeiras, caçambas, mas também tem algo vinculado com inovação, questão de servidores. Nós temos algumas coisas que precisam ser feitas, agora a pressa é nossa. O que o Banco está aqui nos cobrando é que venhamos dar as especificações para que se possa fazer a licitação e a compra desses equipamentos.”

Assessoria

Em entrevista ao Acorda Cidade, o superintendente do Banco do Brasil do estado da Bahia, Amaury Aguiar Vasconcelos, falou sobre a questão da previdência no município e a assessoria que será prestada pelo banco.

“A gestão da previdência é um tema que está em evidência em todas as mídias nacionais e é um problema que a gente não pode protelar, pois diz respeito a todos os servidores municipais. Então a gestão eficiente dos recursos previdenciários diz respeito a saúde financeira dos servidores quando forem usufruir de sua merecida aposentadoria. Por último temos ainda a gestão da frota dos mecanismos automatizados de cartão e a cobrança da dívida ativa vai permitir ao contribuinte da prefeitura de Feira regularizar suas dívidas através de uma cobrança administrativa e negociada sem a necessidade de recorrer às vias judiciais”, adiantou.

O superintendente disse ainda que a parceria vai permitir aos servidores públicos municipais realizar empréstimos junto ao Banco do Brasil de forma mais facilitada.

“O que a gente vai fazer é possibilitar que os servidores da prefeitura de Feira de Santana também possam fazer uso do banco no que diz respeito a contratação de crédito consignado, por exemplo. Nós vamos formatar uma proposta de minimizar o custo desses empréstimos para esses servidores da prefeitura. A migração da folha de pagamento não está sendo discutida nesse momento com a prefeitura”, esclareceu.

Amaury Aguiar salientou também que a reativação da superintendência regional do Banco do Brasil em Feira de Santana, que foi extinta ano passado, oferece uma maior eficiência e maior agilidade nas demandas.

“Então o ganho que isso traz é muito percebido. O papel do Banco do Brasil no estado da Bahia é fomentar o desenvolvimento econômico de onde ele está. Ele tem sido presente desde sua fundação em todas as comunidades onde se encontra para desenvolver a agricultura, o comércio, o micro e pequeno empreendedor, facilitar os servidores municipais, estaduais e federais”, ressaltou o superintendente do BB na Bahia.

Com informações e fotos do repórter Paulo José do Acorda Cidade.

Fonte: Portal Acorda Cidade

Caixa e BB começam a pagar abono do PIS/Pasep para nascidos até fevereiro

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A Caixa Econômica Federal paga, nesta terça-feira, 15, o abono salarial do PIS 2018/2019 (ano-base 2017) aos trabalhadores da iniciativa privada que nasceram em janeiro e fevereiro e são correntistas do banco. Na próxima quinta-feira, 17, o pagamento será liberado para os que nasceram nos dois primeiros meses do ano e não são clientes da instituição financeira. O valor a receber varia de R$ 84 a R$ 998, de acordo com o número de meses trabalhados no ano-base (2017).

Segundo a Caixa, estarão disponíveis R$ 2,57 bilhões para um total de 3,52 milhões de trabalhadores. Os recursos de todos beneficiários ficam disponíveis para saque até 28 de junho de 2019.

O próximo calendário de saques na instituição é para os nascidos nos meses de março e abril, que ocorrerá no dia 19 de fevereiro. Para os nascidos em maio e junho, a liberação ocorre no dia 12 de março.

Já o Banco do Brasil, instituição responsável pela liberação do abono do Pasep aos servidores públicos, paga o benefício também no dia 17, para os participantes que possuam número final de inscrição 5.

Segundo a instituição, o benefício está disponível para aproximadamente 2 milhões de trabalhadores cadastrados no Pasep, em um valor total de R$ 1,763 bilhão. Do montante, cerca de 206 mil participantes receberão o volume de cerca de R$ 176 milhões no pagamento da próxima quinta-feira.

Segundo o BB, os pagamentos realizados a partir de 2 de janeiro de 2019 contemplam o novo valor do salário mínimo aprovado em 1º de janeiro de 2019, de R$ 998.

O pagamento dos participantes com número de inscrição final 6 e 7 se dará no dia 21 de fevereiro. Já para os que possuem número final 8 e 9, acontecerá no dia 14 de março.

Quem tem direito

Para ter direito ao abono salarial do PIS/Pasep é necessário ter trabalhado formalmente por pelo menos um mês em 2017 com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador precisa estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

A quantia que cada trabalhador tem para receber é proporcional ao número de meses trabalhados formalmente no ano-base e varia de R$ 84 a R$ 998. Quem trabalhou durante todo o ano recebe o valor cheio. Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo.

Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, sacam o dinheiro na Caixa. Os funcionários públicos devem procurar o Banco do Brasil.

Como saber?

Para saber se tem algo a receber de PIS, o trabalhador pode consultar o aplicativo Caixa Trabalhador, acessar o site ou ligar para 0800-726-0207, informando o número do PIS.

Para maiores informações sobre o Abono Salarial do Pasep, o leitor deve fazer uma consulta ao site do Ministério do Trabalho: trabalho.gov.br/abono-salarial ou no seguinte telefone: 158.

Para saber se o participante é vinculado ao PASEP, ele deve solicitar essa informação através da Central de Atendimento do Banco do Brasil, nos seguintes telefone: 4004-0001 ou 0800 729 0001.

Fonte: Estadão Conteúdo

Fundos de pensão estatais deverão ser apenas de contribuição definida

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O patrocínio de novos planos de benefícios de previdência complementar dos fundos de pensão ligados a estatais federais deverão ser exclusivamente na modalidade de contribuição definida (CD), de acordo com uma resolução divulgada pela Comissão Interministerial de Governança e de Administração de Participações Societárias da União (CGPar), no final do ano passado.
A medida também determinou que os planos de benefício definido (BD) deverão ser fechados a novas contribuições.

Na prática, o governo oficializou o que muitos dos principais fundos de pensão como Previ (Banco do Brasil) e Petros (Petrobras) fizeram no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Atualmente, entre os maiores, Fapes (BNDES) e Funcesp (empresas elétricas do Estado de São Paulo) determinaram o fechamento dos planos a novas adesões e abriram novos planos de contribuição definida.

Nos planos BD, a aposentadoria é vitalícia e o valor é definido previamente. Além disso, em caso de déficits, os participantes e as patrocinadoras devem fazer contribuições adicionais para sanear os rombos, o que acontece recentemente com a Petros e também a Funcef, dos funcionários da Caixa Econômica Federal.

Já os CDs adotam o conceito de contas individuais e as aposentadorias dependem do valor acumulado. No caso da Petros, a patrocinadora Petrobras, vai lançar um plano de contribuição definida chamado PP-3 destinado exclusivamente aos participantes do plano BD.

O objetivo é evitar novos planos de equacionamento, mas a migração será voluntária. Ainda de acordo com a resolução, estatais federais patrocinadoras de planos de benefícios deverão, no máximo a cada dois anos, avaliar a economicidade, ou seja, a relação entre custo e benefício a ser observada na atividade pública, de manutenção do patrocínio dos planos de benefícios nas entidades que os administram.

“A diretoria executiva da empresa estatal deverá propor ao conselho de administração a transferência de gerenciamento quando verificar a não economicidade de manutenção da administração do plano na entidade fechada nas condições vigentes”, diz o documento.

A resolução da CGPar, de 6 dezembro, também determina que o percentual máximo de contribuição normal do patrocinador para novos planos de benefícios fica fixado em 8,5% da folha de salário de participação. Para o cálculo do valor do benefício, deverão ser considerados os últimos 36 salários – hoje são os últimos 12.

Fonte: Valor Econômico

Previ reajusta benefícios do Plano 1 em janeiro com índice de 3,43372%

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Os aposentados e pensionistas do Plano de Benefícios 1 receberão seus benefícios reajustados neste mês. Para as concessões até 31/01/2018, o índice de reajuste da Previ será de 3,43372%, correspondente ao INPC acumulado entre janeiro e dezembro/2018. O INPC é o indexador dos planos de benefícios da Previ. Para os benefícios concedidos pela Previ entre 01/02/2018 e 31/12/2018, computou-se o INPC acumulado entre o primeiro dia do mês de início do benefício e 31/12/2018. Lembramos que para as pensões por morte de participantes aposentados o critério de apuração do índice de reajuste leva em conta o mês de início da aposentadoria, e não o da pensão.

Os aposentados do Plano 1 cujo início do benefício for a partir de 01/01/2019 terão o primeiro reajuste em janeiro/2020, com base no INPC apurado entre o primeiro dia do mês de início do benefício e 31/12/2019.

O benefício do INSS também é reajustado anualmente no mês de janeiro. Como não houve tempo hábil de aguardar a divulgação do índice do INSS no Diário Oficial da União, adiantamos o reajuste do INSS pelo mesmo índice da Previ, de modo que, em caso de necessidade os eventuais ajustes ocorrerão na folha de pagamento seguinte.

Veja como seu complemento foi reajustado:

a) Participante filiado até 03/03/1980 com início de benefício até 23/12/1997:
– o reajuste da Previ (3,43372%) é aplicado sobre o benefício global (INSS + Previ). Para saber qual é o valor do complemento Previ, subtrai-se do total o valor do benefício pago pelo INSS;

b) Participante filiado a partir de 04/03/1980, ou filiado até 03/03/1980 com início de benefício após 23/12/1997:
– o reajuste da Previ de 3,43372% é aplicado somente sobre o complemento.

Veja a tabela com os reajustes aplicados considerando a data de início do benefício da Previ:

Previ

Reajuste para o Plano Previ Futuro

O reajuste a ser feito em janeiro aplica-se somente aos benefícios do Plano 1, em conformidade com as disposições do Regulamento do Plano 1 vigente a partir de 22/04/2013. Para os assistidos do Plano Previ Futuro, o reajuste anual permanece no mês de junho.

Fonte: Previ

Previ alcança o top five no ranking do Banco Central

Publicado em: 16/01/2019

O mais recente ranking de projeções do Banco Central, divulgado no dia 11 de janeiro, mostra que a Previ está entre as cinco instituições que mais acertam suas previsões sobre o comportamento das principais variáveis macroeconômicas. Desta vez, a instituição alcançou a quarta colocação nas projeções da taxa Selic de curto e médio prazos.

O Sistema de Expectativas do Bacen é uma ferramenta que disponibiliza projeções de variáveis econômicas de mais de 130 instituições financeiras, bancos de investimentos e empresas de consultoria financeira.

As expectativas de mercado são subsídio importante para decisões de política econômica. A disponibilização desses dados ao público possibilita que os agentes econômicos tenham conhecimento sobre o que as instituições de mercado estão projetando, o que os torna ferramenta fundamental para o planejamento de ações de curto, médio e longo prazos.

A assertividade das projeções de variáveis macroeconômicas contribui para o atingimento dos objetivos do Planejamento Estratégico 2019-2023 referentes ao balanceamento da gestão de ativos e passivos visando ao equilíbrio do Plano 1 e maximização dos benefícios e equilíbrio do plano Previ Futuro.

Fonte: Previ