BB notifica prefeito do município Gilbués, Léo Matos

Publicado em: 08/02/2017

A agência do BB de Gilbués notificou extrajudicialmente o atual prefeito Léo Matos (PPL) a respeito das dívida deixada pelo ex-prefeito Francisco Pereira de Sousa, o Chiquinho, que deixou de repassar ao banco os valores que já eram descontados dos funcionários do município.

Na notificação o banco adverte que suspenderá a concessão de novos empréstimos e financiamentos até que a dívida seja paga.

O banco deixa claro na notificação que a suspensão do contrato não desobriga a prefeitura a continuar realizando as consignações das prestações até o pagamento das dívida de todos os contratos.

Um dos lesados afirma que: “A prefeitura repassou contracheque com margem para a consignação, fiz a mesma para pagar em quatro anos e logo após 3 meses fui demitido. Até hoje estou em dívida com o banco e sem recurso pra pagar.”

Em virtude do atraso, os consignados poderão ser incluso nos órgãos de proteção ao crédito.Há casos de consignados que prestavam serviço a prefeitura que perderam o cargo e estão com dívida junto ao banco.

Fonte: portaldodia.com

TJ mantém liminar que obriga BB a melhorar atendimento em Colniza

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O Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso negou recurso interposto pelo Banco do Brasil e manteve a decisão liminar que obriga o estabelecimento bancário a adotar uma série de providências para melhorar o atendimento ao público no município de Colniza. A decisão judicial foi proferida em Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

Entre as medidas a serem adotadas, estão a lotação de pessoal suficiente na agência para  diminuir o tempo de espera nas filas, instalação de cadeiras e a adequação da estrutura para garantir acessibilidade às pessoas com deficiência. O descumprimento da decisão implicará em pagamento de multa diária no valor de R$ 10 mil.

No recurso, o Banco do Brasil alegou que, por ser uma sociedade de economia mista, para adotar quaisquer mudanças em suas instalações, adquirir equipamentos e promover contratações teria que obter autorização do Governo Federal. Além disso, também deveria prestar contas ao Tribunal de Contas da União .

Para o desembargador José Zuquim Nogueira, o argumento utilizado pelo Banco não deve prosperar. “A alegação do banco agravante de que se trata de sociedade de economia mista, como argumento para dificultar a promoção de mudanças nas instalações e aquisição de cadeiras, não prospera, já que a situação é de mera adequação para melhora do atendimento ao consumidor, ou seja, são detalhes que dizem respeito à relação de consumo pura e simples. Não afeta, ademais, as mudanças no sistema financeiro do banco, ou mesmo modificações relevantes a justificar o argumento”, observou.

O desembargador acolheu apenas o pedido efetuado pelo Banco para a suspensão do prazo para a determinação de lotação de funcionários na agência.

Fonte: InformaNews

Justiça diz que BB deve manter agência de Mosqueiro

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A Justiça do Pará determinou ao Banco do Brasil que não reduza a agência bancária do distrito de Mosqueiro, em Belém, a posto de atendimento, de acordo com divulgação do Ministério Público do Estado nesta segunda-feira (6). O pedido foi ajuizado pelo MPPA e pela Defensoria Pública,  após anúncio de restruturação da rede, em novembro de 2016.

A ação do MPPA e Defensoria, protocolada no dia 26 de janeiro, alegou que existem apenas duas agências bancárias no distrito, além de um posto de serviço da Caixa Econômica. Os ponto são responsáveis por atender uma população de 60 mil pessoas, que triplica na época de férias. Outro prejuízo alegado na ação é o fato dos idosos e pensionistas terem dificuldade para sairem da região par

No início do ano, representantes da Associação Pró-turismo da Ilha de Mosqueiro formalizaram a denúncia à Promotoria de Justiça do Consumidor, do MPPA, sobre o fechamento da única agência do Banco do Brasil no distrito e as dificuldades que isso traria para seus clientes.

O anúncio de fechamento chegou em 2016, quando Conselho de Administração do Banco do Brasil aprovou um conjunto de medidas de reorganização institucional. As mudanças serão realizadas ao longo deste ano e prevê o fechamento de 402 agências em todo o país, a transformação de 379 agências em postos de atendimento, o encerramento de 31 superintendências e um plano de extraordinário de aposentadoria incentivada para 18 mil servidores.

Fonte: G1

Carreira estável vira pesadelo para funcionários do BB

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Imagine que você tem uma carreira estável conquistada via concurso público e após anos de evolução nessa carreira atingiu um padrão de vida confortável para sua família. E de um dia para outro, as regras mudam. Você não é demitido pois é concursado. Mas se vê obrigado a aceitar a perda do cargo em comissão, a redução do salário e, em muitos casos, a mudar de cidade para continuar no emprego. Essa é a situação atual dos funcionários do Banco do Brasil, dos que sobraram após um programa de estímulo à aposentadoria, sob a justificativa da redução de custos.

O processo de reestruturação do Banco do Brasil começou com o anúncio, em novembro de 2016, do fechamento de 402 agências pelo país e a transformação de outras 379 agências em postos de atendimento. Os funcionários desses locais perdem suas funções e são chamados de excedentes. E ao invés da direção da instituição financeira realocar esses bancários que perderam seus postos de trabalho, iniciou uma escalada de modificação de cargos em todos os níveis. O resultado é de funcionários preocupados com seu futuro no banco, tendo que modificar drasticamente suas vidas, sem saber como lidar com as dívidas que a situação financeira anterior lhes permitia e que agora não é mais possível manter.

Durante plenária regional dos três estados do Sul realizada com funcionários do BB no último sábado (4), em Curitiba, diversos relatos, principalmente de gerentes, que foram rebaixados a escriturários. Esses bancários vão receber até R$ 6 mil a menos em seus proventos. E muitos dos que continuaram com seus cargos comissionados estão ainda na expectativa se continuam ou não em suas agências. O banco retirou a carteira de clientes de gerentes de contas, transferiu para sistemas de agências digitais, e esvaziou as agências. Em locais que antes trabalhavam dezenas de bancários, a estimativa é que comporte menos de dez. Além disso, mais de 20 gerentes de contas sem carteira de clientes ainda não foram removidos. Estão no limbo.

Um gerente descomissionado relatou que seu cargo atual é de escriturário e que no mapa de vagas disponibilizado pelo banco aparecem somente dez disponíveis e que na agência que ele trabalha são cinco “excedentes”. “Onde vão trabalhar todas essas pessoas que estão excedentes nas demais agências de Curitiba?”, questionou.

Para o movimento sindical bancário, a intenção do governo federal é sucatear o Banco do Brasil (e também a Caixa e o BNDES) para que os serviços bancários sejam prestados somente pelas instituições financeiras privadas. “Sucateando, o banco vai desaparecendo. E até a boataria de juntar BB e Caixa, atuariam como apêndices das políticas sociais do governo, o BB no financiamento agrícola, a Caixa no financiamento habitacional e só, sem produtos financeiros, que pertencem ao sistema financeiro privado”, contextualizou Beto Von Der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Sistema Financeiro (Contraf-CUT), em exposição durante a plenária organizada pelo Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região.

Os problemas relatados no dia a dia dos bancários do BB desde o início da reestruturação e fechamento de agências são muitos: a falta de transparência no processo (o banco vai anunciando as mudanças e os descomissionamentos e muitos funcionários ainda não sabem se serão os próximos); em agências que permanecem abertas, já se sabe que terá, por exemplo, dois funcionários transferidos, mas esses bancários não sabem quem será o transferido; ainda não há uma opção de renegociação de dívidas para os trabalhadores que tiveram redução drástica nos salários; os bancários tiveram de assinar um documento que reduz jornada com redução salarial para manter o recebimento de uma verba temporária de transição; as carteiras de clientes dos gerentes das agências físicas foram transferidas para agências digitais; não há vagas suficientes para concorrência para que os bancários se mantenham em seus cargos ou sejam promovidos, essas vagas estariam sendo ocupadas por indicação, de acordo com relatos dos trabalhadores, e as opções disponíveis são vagas com rebaixamento salarial.

Com a falta de transparência no processo de reestruturação anunciado pelo BB, o movimento sindical está atuando em algumas frentes, como a realização de atos para dar visibilidade ao problema desses trabalhadores, que vai acabar refletindo no atendimento à população. De acordo com Elias Jordão, presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba, a entidade já atua com mobilizações, nas negociações com o banco, no pedido de intermediação no Ministério Público do Trabalho, tanto em Brasília, sede do banco, como nos estados; e no suporte jurídico para prever ações que poderão ser judicializadas caso esgote a negociação administrativa, especialmente com relação à redução salarial imposta. Os próximos passos são atuar na intensificação de uma campanha nacional em defesa das empresas públicas, dos bancos públicos e do Banco do Brasil; a viabilização de audiências públicas em todos os espaços de discussões, como assembleias legislativas e câmaras de vereadores, além de contato com prefeitos e governadores; coleta de dados e depoimentos para subsidiar a intermediação do Ministério Público do Trabalho.

O deputado estadual Tadeu Veneri (PT) esteve na plenária e se colocou à disposição para promover uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Paraná. Para ele, funcionário de carreira do BB, não tem saída individual. “O banco percebeu uma mudança de paradigma no sistema financeiro e com as novas tecnologias vão tirar os trabalhadores de dentro das agências. Quanto mais junto estivermos, mais difícil será para essa direção temporária executar esse projeto perverso”, alertou o deputado, que passou, como funcionário e dirigente sindical bancário, pelos ataques aos serviços públicos promovidos na Era FHC (1994-2002), que privatizou a maioria dos bancos públicos estaduais, restando atualmente somente cinco dessas instituições.

Para a advogada Jane Salvador, do escritório Defesa da Classe Trabalhadora (Declatra), que assessora o Sindicato dos Bancários de Curitiba, judicialmente é possível questionar as perdas salariais em diversos aspectos que estão sendo impostos pelo banco, e a primeira delas é a própria Constituição Federal de 1988, que proíbe a redução salarial ilícita.

O BB estaria reduzindo jornada e salário atingindo trabalhadores que anteriormente entraram com ações judiciais para reconhecimento da 7ª e 8ª horas diárias trabalhadas como extra. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece a jornada legal da categoria bancária como seis horas diárias e esses trabalhadores tiveram reconhecido por sentença judicial que os cargos que exercem não são de confiança, portanto, teriam direito às horas-extras e à incorporação de seus salários dessa diferença. Agora, o banco reage reduzindo a jornada de todos para seis horas, mas reduzindo o salário na mesma proporção. “Tem argumento jurídico para todos. Para quem tem ação judicial transitada em julgado ou em execução de sentença, o banco está descumprindo sentença judicial”, explicou Jane.

O desafio para o movimento sindical é engajar os trabalhadores concursados do BB e o poder público nas pequenas e grandes cidades na mobilização em defesa do Banco do Brasil como uma instituição necessária para o fomento de políticas públicas em infraestrutura. O fechamento, sucateamento e precarização do atendimento à população prejudica o acesso aos serviços financeiros, alimentando a demanda para os bancos privados, deixando a população, mais ainda, refém das altas taxas de juros e de serviços praticada pelos bancos.

Além do fechamento de agências, o Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI) realizado no final de 2016 diminuiu o quadro de funcionários em quase 10 mil pessoas, que aproveitaram a chance de se aposentar antes da uma Reforma da Previdência anunciada por Michel Temer, que vai fazer homens e mulheres se aposentarem somente após os 65 anos de idade e sem acesso ao valor integral da aposentadoria.

Fonte: Rede Brasil Atual

Sebrae lança edital para aposentados da rede bancária

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Iniciativa deverá cadastrar, nas 27 unidades da federação, aposentados com experiência no setor bancário para auxiliar empresas a conseguir crédito.

Edital 01/2017

Até o dia 15 de fevereiro de 2017, estão abertas as inscrições do Credenciamento de Aposentados do Sistema Bancário – Edital 01/2017 para formação de uma rede nacional de consultores financeiros especializados em análise de crédito para pequenos negócios.

Serão credenciados os 510 candidatos mais bem classificados entre os que comprovarem no processo de habilitação:

  • Ser aposentado do sistema bancário.
  • Estar com 60 anos ou mais.
  • Ter experiência bancária nas seguintes áreas:
    • Gerente de clientes pessoa jurídica.
    • Gerente de clientes micro e pequenas empresas.
    • Gerente geral de agência com clientes pessoa jurídica.
    • Analista de crédito.
    • Analista de crédito de micro e pequenas empresas.

Etapas do processo

O processo de credenciamento é composto por três etapas.

Etapa 1 – Inscrição

O candidato deverá preencher o formulário com seus dados cadastrais e um relato de sua experiência nas áreas de atuação exigidas pelo certame, além de fazer upload dos documentos que comprovam as informações.

Os documentos obrigatórios são:

  • Carteira de Identidade ou Carteira Nacional de Habilitação.
  • CPF.
  • Comprovante de regularidade fiscal.
  • Comprovante de aposentadoria (regime jurídico próprio ou regime da Previdência Social).
  • Documento da instituição financeira comprovando o trabalho por 10 anos nas áreas de atuação exigidas pelo edital ou registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), desde que expressa a experiência exigida.
  • Termo de confidencialidade.
  • Termo de concordância de disponibilização do cadastro para terceiros.
  • Comprovante de conta bancária em nome da pessoa física.

Etapa 2 – Habilitação e qualificação técnica (etapa eliminatória)

Um comitê técnico do Sebrae vai avaliar as informações e documentações de todos os candidatos para classificá-los como aptos ou inaptos frente aos requisitos previstos no edital.

Etapa 3 – Alinhamento e aprovação técnica (etapa eliminatória e classificatória)

Participação e aprovação dos candidatos habilitados na Etapa 2 em uma capacitação online na ferramenta informatizada a ser utilizada na prestação do serviço ao cliente do Sebrae.

O processo de credenciamento será realizado inteiramente por meio da internet. Cabe ao candidato garantir a infraestrutura necessária para cumprimentos das três etapas.

Os profissionais selecionados serão disponibilizados aos clientes do Sebrae após a conclusão do credenciamento e serão contratados por meio de rodízio, conforme a demanda em cada unidade da federação.

Cronograma

Dúvidas ou solicitações de informações devem ser encaminhadas para o endereço eletrônico: credenciamento-aposentados@sebrae.com.br

Mais informações no link: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/edital-de-credenciamento-de-consultores-financeiros,d04f26fc2abd9510VgnVCM1000004c00210aRCRD

Fonte: Sebrae

Equacionamento de Déficit – Grupo C

Publicado em: 03/02/2017

O plano Regulamento Geral (Grupo C) acumulou resultado negativo nos anos de 2013, 2014 e 2015, e para recuperar o seu equilíbrio, o Economus elaborou Plano de Equacionamento de Déficit. Mas primeiro vamos explicar o que é déficit.

O Déficit em um plano de previdência ocorre quando os benefícios a serem pagos (provisão matemática), são superiores aos recursos disponíveis (ativos). O plano fica equilibrado quando há uma igualdade entre os dois valores.

Equacionamento tem o objetivo de retomar o equilíbrio entre os recursos disponíveis e a provisão de benefícios a serem pagos.

 


Os déficits foram ocasionados por 3 principais fatores. Veja a seguir a explicação de cada um.O plano apresentou resultado negativo em 2013 de R$ 182 milhões, em 2014 o déficit diminuiu para R$ 138 milhões, no entanto, não foi feito equacionamento na época, pois estes valores estavam dentro das regras estabelecidas pela legislação. Em 2015, houve resultado negativo de R$ 338 milhões, gerando um déficit acumulado de R$ 476 milhões.O que ocasionou o déficit? 

 

 

 

Algumas premissas atuariais foram alteradas para adequar o plano ao aumento da expectativa de vida da população e ao atual cenário econômico. As alterações que impactaram no resultado negativo foram:

• Tábua de mortalidade – tabela que contém as probabilidades de morte e sobrevivência em função da idade;

• Tábua de mortalidade de inválidos –  tabela que reflete a expectativa de sobrevida do participante inválido;

• Entrada em invalidez – tabela que contém as probabilidades de um indivíduo se invalidar em determinada idade;

• Fator de capacidade – fator que representa o poder de compra do salário ou do benefício, entre as datas de reajuste de benefício/salário.

 

 

 

O cenário econômico também influenciou no déficit, devido aos seguintes fatores:

Inflação – Apesar do resultado do segmento de renda fixa ter sido superior a meta atuarial,  o IGPM, que é o índice que corrige a maior parte dos títulos públicos na carteira do plano, apresentou alta 20,93% no acumulado do triênio 2013/2014/2015, frente a variação 24,79% do INPC, sendo que somente em 2015 este último índice apresentou a maior alta desde 2002, subindo 11,28%. O INPC é o índice que corrige o passivo e, portanto, contribuiu para aumentar a provisão dos benefícios a serem pagos.

Queda da Bolsa de Valores – Os índices Ibovespa e Ibrx apresentaram resultados de -28,88% e -17,51%, respectivamente, no acumulado de 2013, 2014 e 2015. O resultado do Economus em renda variável, no mesmo período, apresentou queda de -17,67%, o que contribuiu negativamente para o desempenho dos investimentos do plano;

Investimentos Estruturados – O segmento de investimentos estruturados, representado por Fundos que compram participação em empresas que não são negociadas em bolsa de valores, mesmo apresentando resultado positivo de 37,74% no acumulado de 2013 a 2015, também sofreu devido à retração da atividade econômica, apresentando resultado inferior à meta atuarial (47,91%).

Os fatores acima apresentados contribuiram para que a rentabilidade ficasse inferior à meta atuarial prevista para o plano. Confira a seguir a rentabilidade da carteira de investimentos do plano por segmento de ativo.


Mas o que é a meta atuarial?
 É a rentabilidade necessária para manter o equilíbrio entre a arrecadação e os compromissos atuais e futuros. Composta por uma taxa de juros real adotada na avaliação atuarial mais um índice de inflação.

Qual é o impacto dessa diferença entre a rentabilidade e a meta?

A meta atuarial é a taxa que corrige o valor das obrigações do plano para com os seus participantes (benefícios a serem pagos), enquanto que a rentabilidade incide nos ativos que compõem o seu patrimônio. Como é possível verificar no gráfico a seguir, o valor das obrigações tem crescido em ritmo mais acelerado do que os investimentos/ativos.

Vale lembrar que, apesar das adversidades, o plano obteve a melhor rentabilidade em 2015 comparando-se com todos os planos das Entidades associadas da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar).

No gráfico a seguir nota-se que o déficit é a diferença entre as obrigações do plano e o patrimônio.

 

 

 

 

Quando um participante entra com pedido judicial de revisão de benefício, geralmente enquanto o processo está em andamento, o Instituto é obrigado a realizar depósito em juízo do montante correspondente à diferença pleiteada do benefício. Como este é um fato imprevisto e não mensurado, o desembolso impacta diretamente no resultado do plano.

Valor a ser equacionado

O valor total do déficit acumulado foi de R$ 476.009.059,98.

Com o objetivo de onerar menos os participantes, foi estabelecida uma nova regra para equacionamento de déficit (clique aqui para ver a legislação), onde o plano de benefício pode conviver com um resultado deficitário, desde que respeitada a margem legal. Assim, o equacionamento é obrigatório somente se o montante ultrapassar esse limite. Veja os gráficos a seguir que ilustram a regra:

 

     

A regra acima mencionada determina um valor mínimo e cabe à Entidade definir quanto irá equacionar de acordo com as particularidades de cada plano.

No caso do Grupo C, será equacionado o valor de R$ 285.605 milhões, que representa 60% do valor total do déficit. Desta forma, remanesce 40% do déficit existente e, dependendo do cenário a ser enfrentado nos próximos anos, poderá ser necessário realizar novo equacionamento.

O valor do equacionamento será dividido paritariamente entre Patrocinadora e Participantes/Assistidos.

 

Percentual da contribuição extra – Além das contribuições vigentes, haverá um incremento dos seguintes percentuais:

 

 

 

 

Prazo para equacionar – Utilizou-se o prazo máximo permitido pela legislação, equivalente a 198 meses ou 16,5 anos (uma vez e meia a duração do passivo calculada em 11,04 anos).Esta contribuição foi aprovada pelo Conselho Deliberativo do Economus e aguarda a aprovação dos órgãos externos, a previsão é aplicar os percentuais a partir de fevereiro.

Fonte: Economus

BB recebe R$ 300 milhões em propostas para o pré-custeio em uma semana

Publicado em: 02/02/2017

Em uma semana, o Banco do Brasil recebeu mais de 500 propostas, com potencial de R$ 300 milhões em negócios. A instituição já liberou R$ 17 milhões aos produtores rurais para a aquisição antecipada de insumos – o pré-custeio. A linha foi lançada em 19 de janeiro e disponibiliza R$ 12 bilhões aos produtores para contratações até 30 de junho.

– Mil eventos em todo o País

Para apresentar a solução, o BB realiza mais de mil eventos pelo país com a participação de clientes, entidades de classes, revendas de máquinas e equipamentos, associações, assistência técnicas e lideranças locais.

Os recursos estão disponíveis aos médios produtores, no âmbito do Pronamp (Programa Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais) com taxas de 8,5% a.a., até o teto de R$ 1,5 milhão. Os demais produtores rurais acessam o crédito com encargos de 9,5% a.a. até o teto de R$ 3 milhões, descontados os valores de recursos controlados já contratados no semestre anterior.

A antecipação dos financiamentos de custeio para as culturas da safra de verão 2017/2018, a exemplo de soja, milho, arroz e café, permite melhores condições aos produtores para o planejamento de suas compras junto aos fornecedores e contribui para o incremento das vendas de sementes, fertilizantes e defensivos, proporcionando maior rentabilidade aos empreendimentos e produzindo reflexos positivos em toda a cadeia produtiva.

Fonte BB

BB espera atingir marca de R$ 1 bi em Crédito Veículo por mobile

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O Banco do Brasil espera atingir este ano a marca de R$ 1 bilhão de crédito para financiamento de veículos, liberados pelo canal mobile. Desde o lançamento do canal, em setembro de 2015, as contratações atingiram R$ 215 milhões. O saldo total da carteira de crédito a veículos ultrapassou os R$ 6 bilhões em todos os canais.

O diretor de Empréstimos, Financiamentos e Crédito Imobiliário do BB, Edson Pascoal Cardozo, destaca que o crédito tem um efeito multiplicador importante para retomada do crescimento da economia. “O Crédito Veículo Mobile é uma solução exclusiva do BB para aquisição de veículos e impulsiona a participação de negócios realizados em canais digitais, melhorando a experiência do cliente pela simplicidade e agilidade do atendimento”.

Taxas mais competitivas
A partir desta semana os veículos leves com até dois anos de fabricação passam a contar taxas mais baixas, as mesmas praticadas para financiamento de veículos 0 km. Ou seja, neste ano a novidade contempla os veículos fabricados em 2015 e 2016. Em 2016, a venda de seminovos aumentou 24%, segundo dados da Fenauto. Muitos consumidores têm optado por esse tipo de veículo em função do valor mais atrativo, principalmente se considerados os opcionais.

Para financiar um veículo por canais móveis, como tablet ou celular, o cliente nem precisa ir a uma agência para apresentar documentos. Basta tirar uma foto do documento do veículo e a análise é realizada em até um dia útil, no máximo. “Muitos clientes visitam as concessionárias e revendas aos finais de semana, quando os bancos estão fechados. Assim, o acesso ao financiamento pelo celular é um grande diferencial, ampliando as possibilidades de negócios e a própria facilidade para o cliente simular e contratar o crédito”, explica Edson Cardozo.

Além disso, todas as linhas de Crédito Veículo estão mais atrativas. A queda da Selic, do último dia 11 foi integralmente repassada às linhas de forma linear, ou seja, contemplando todos os perfis e prazos. O canal mobile, um dos expoentes BB no processo de transformação digital, agora possui taxas a partir de 1,28% ao mês. Antes, a taxa era de 1,34% ao mês.

Demais diferenciais do BB
   – Contratação pelo celular: exclusividade BB
– Assessoria financeira: simulação, contratação, além de dicas para clientes negociarem a compra do veículo
– Não há cobrança de tarifas na contratação do financiamento (como Tarifas de Cadastro e Avaliação de Bem – veículos usados)
– Carência de até 180 dias para pagamento da 1ª parcela
– “Pula parcela PF” – escolha de até dois meses durante o ano para não incidência da cobrança da parcela, com os valores diluídos nas demais prestações

 

Fonte: BB

CNA pede ao BB rapidez na renegociação de dívidas de produtores

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São Paulo, 26 – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pediu urgência ao Banco do Brasil (BB) no processo de liquidação de dívidas dos produtores rurais do Nordeste, informou nesta quinta-feira, 26, em nota, a CNA. Normas aprovadas no fim de 2016, contidas na Lei 13.340 e no Decreto 8.929, autorizam o banco a liquidar os débitos dos agricultores sob a área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) afetados pela seca, em operações contratadas até 31 de dezembro de 2011.

Ainda conforme a CNA, o que falta para a efetivação da operação é o BB adequar o programa de informática do banco à legislação em vigor, incluindo a relação integral dos produtores e a totalidade dos seus débitos para que se possa efetivar a renegociação dos contratos. “Com a renegociação, os agricultores nordestinos poderão obter descontos de 5% até 95% em seus débitos, dependendo do contrato”, diz a CNA.

“No caso do Banco do Nordeste, a instituição já iniciou as operações e tem renegociado e liquidado as dívidas dos agricultores nordestinos afetados pela seca nos últimos 5 anos”, informou a CNA.

Fonte: Dinheiro Rural

Justiça manda BB pagar resgates de depósitos judiciais em MG

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A justiça de Minas Gerais determinou nesta semana que o Banco do Brasil deve efetuar pagamentos de resgates referentes a decisões (alvarás) judiciais relativas ao Estado de Minas Gerais até que o valor existente no fundo de depósitos judiciais seja apurado.

Segundo ação do governo, o Banco do Brasil estava se recusando a pagar valores determinados pela justiça alegando que não havia recursos em contas judiciais. O estado defende também que o banco não demonstrou esta falta de recursos e ainda pediu uma recomposição de cerca de R$ 1.5 bilhão. A decisão é do Juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias, Adriano de Mesquita Carneiro.

O governo de Minas e o Banco do Brasil não entram em um acordo definitivo sobre estas questões desde 2015, quando o governo sancionou uma Lei sobre o uso dos depósitos judiciais – valores referentes a pagamentos feitos em juízo, como as multas determinadas por juízes ou desembargadores.

A Lei determina que os recursos dos depósitos judiciais sejam usados para atender a demanda da previdência social, no pagamento de precatórios e assistência judiciária e na amortização da dívida de Minas Gerais com a União. Na regra, ainda está previsto que o governo poderia usar 75% dos depósitos no primeiro ano de vigência e 70% nos anos consecutivos.

Em dezembro de 2016, o banco notificou o estado sobre a insuficiência de saldo no fundo de reserva, solicitando sua recomposição em 48 horas. O objetivo era garantir o pagamento dos valores dos resgates de depósitos judiciais.

O governo recorreu no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Banco do Brasil. No dia 10 de janeiro a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, negou o pedido do governo de Minas para impedir o bloqueio de R$ 1,5 bilhão das contas estaduais. No despacho, Cármen Lúcia justificou que o bloqueio dos recursos está previsto no contrato assinado entre o BB e o governo mineiro para guardar os depósitos judiciais. Depois disso, o executivo estadual entrou com a ação na Justiça de Minas.

O governador do estado, Fernando Pimentel, garantiu nesta sexta-feira (27) que existe dinheiro suficiente no Banco do Brasil para pagar os depósitos e que “o banco está usando de um artifício para não fazê-lo”. “Nós vamos contornar essa questão”, afirmou.

De acordo com o Banco do Brasil, o “Governo de Minas Gerais vem procurando o Poder Judiciário local com o fim de obter decisões visando ao não cumprimento de suas obrigações legais e contratuais”. A instituição ainda reafirma que o governo deve recompor o fundo de reserva, “conforme valores constantes da notificação encaminhada ao Estado e ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais em dezembro de 2016”.
Fonte: G1

Governo de MG ameaça acionar BB criminalmente por danos morais

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O governo de Minas Gerais pode acionar civil e criminalmente o Banco do Brasil por causa do impasse criado em torno dos depósitos judiciais dos mineiros. Depois que uma decisão liminar considerou que a instituição financeira tem dinheiro para pagar os alvarás no estado, o advogado-geral do estado, Onofre Batista, afirmou ontem ao Estado de Minas que, se conseguir uma decisão de mérito favorável, vai acionar o BB por danos morais e crime de depositário infiel.

A fala foi uma resposta ao BB, que se negou a aceitar acordo proposto pelo Executivo mineiro pelo qual governo e banco arcariam meio a meio com os alvarás a partir de fevereiro. Isso enquanto não houver uma solução definitiva para o impasse judicial entre os dois. “Acho que é até um ato falho freudiano. Existem R$ 3 bilhões em conta (dos depósitos judiciais), ninguém falou em tirar dinheiro deles em momento algum, é o do depositante”, afirmou Onofre Batista.

O advogado-geral se refere à decisão do juiz Adriano de Mesquita Carneiro, da 5ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias, segundo a qual ficou constatado em ofício de dezembro de 2016 que “o montante de depósitos reconhecidos pelo próprio BB era de R$ 2,8 bilhões”. “O Banco do Brasil está fazendo um jogo contábil fantástico e resistindo e ontem (quinta-feira) soubemos que não é só com MG. A Advocacia-Geral da União mandou sequestrar cerca de R$ 160 milhões do BB por uma manobra contábil que fizeram com a União”, afirmou. Tem a liminar mandando pagar (os alvarás) e se não pagarem vamos tomar as medidas judiciais cabíveis”, disse Batista.

Segundo o advogado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu apenas que é possível bloquear R$ 1,5 bilhão do governo mineiro se o fundo de reserva estiver no vermelho, mas há dinheiro em caixa. “Nossa ação foi para a prestação de contas e a liminar deixou muito claro que houve maquiagem. Quando a ação for julgada no mérito podemos tomar providências, inclusive mostrando que são depositários infiéis. Eles usam desse fato absurdo (dizer que não tem dinheiro) e estão ganhando dinheiro com esses depositantes”, afirmou Onofre Batista. Na avaliação do AGE, o banco estaria usando o dinheiro como “lastro para empréstimo bancário”.

Questionado sobre o motivo pelo qual o acordo foi proposto pelo estado, mesmo o governo alegando que o banco tem dinheiro, Onofre Batista disse que foi porque eles tinham certeza da vitória na ação de prestação de contas na Justiça. Outro motivo de o governo ter se disposto a dar os R$ 5,7 milhões para pagar alvarás, segundo ele, é não deixar gente sem verba alimentar. “O que temos que deixar claro é que houve uma quebra de confiança. É um banco público que está agindo absurdamente. Vamos até o fim com essa história civil e criminalmente”.

Defesa Em nota divulgada pela sua assessoria de imprensa, o Banco do Brasil afirma que o governo de Minas vem tentando acordo com o Judiciário para não cumprir obrigações contratuais contra à decisão do STF, que determinou a suspensão do andamento de todos os processos que discutem a constitucionalidade da Lei Estadual 21.720/215.

“O Banco do Brasil ratifica a informação de que o fundo de reserva deve ser recomposto em sua totalidade, conforme valores constantes da notificação encaminhada ao estado e ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais em dezembro de 2016. O próprio Estado de Minas Gerais, após o recebimento da notificação, ingressou com uma Reclamação no Supremo Tribunal Federal com o objetivo de não cumprir a obrigação de recompor o fundo de reserva. No entanto, por meio de decisão da Corte, que indeferiu o pedido de liminar na Reclamação, foi reconhecido que o estado não está desobrigado a cumprir a regra vigente, qual seja, a de recompor o fundo de reserva em relação à quantia que lhe foi repassada”, diz a nota da instituição.

Fonte: em.com.br

BB fecha cinco agências na PB a partir desse mês

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O Banco do Brasil começa a fechar cinco agências na Paraíba a partir deste mês. Uma delas, a do Mag Shopping, já colocou anúncio informando que atenderá os clientes até o próximo dia 10. O fechamento faz parte da reestruturação do BB, que implica em reduzir o número de agências em todo o país, além de oferecer plano de aposentadoria voluntária para cerca de 18 mil funcionários.

Segundo informações do secretário do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Jurandir Pereira, os funcionários serão remanejados para agências mais próximas e, provavelmente, alguns terão seus salários reduzidos a partir do quinto mês, caso não consigam relocação.

Os funcionários das agências fechadas não vão para outras cidades, vão permanecer nos municípios que eles trabalham. “O que pode acontecer são mudanças de função. Um bancário pode ficar em outro cargo e continuará recebendo o mesmo salário por quatro meses. Só no quinto mês, se ele não conseguir relocação, correrá o risco de ter o salário reduzido”, informou Jurandir Pereira.

A intenção da direção do BB é fechar 402 agências em todo o país e conseguir a adesão de 18 mil funcionários com o programa de demissão voluntária, o que implicará numa economia atual na ordem de R$ 2,7 bilhões. Os funcionários que aderirem ao plano receberão 12 salários, além de uma indenização pelo tempo de serviço, que vai de um a três salários. O BB tem atualmente 109 mil funcionários.

Nos nove primeiros meses do ano, o banco gastou R$ 15 bilhões com pessoal. Postos de atendimento Além de fechar 402 agências, outras 379 serão transformadas em postos de atendimento. Na Paraíba serão fechadas cinco agências e outras 11 vão ser transformadas em postos de atendimento. As agências que vão ser fechadas são as do Espaço Cultural (4453), Shopping Sul (4571), Mag Shopping (4636) e Cabo Branco (5891), em João Pessoa, e do Partage Shopping (4503), em Campina Grande.

Por outro lado, as que vão ser transformadas em posto de atendimento são as agências da Rua Treze de Maio (4020) e do Centro Administrativo Municipal (5071), em João Pessoa, além das agências dos municípios de Aroeiras (1019), Barra de Santa Rosa (1026), Caiçara (1699), Ingá (1345), Jacaraú (2191), Lagoa de Dentro (2235), Salgado de São Félix (2563), Tacima (2703) e Umbuzeiro (1346). Os postos de atendimento têm uma estrutura mais simples, principalmente no que diz respeito à presença de um gerente, mas para o cliente não haverá nenhuma diferença.

Clientes transferidos Os clientes das agências que o Banco do Brasil vai fechar a partir deste mês serão automaticamente transferidos para outras agências e vão poder manter cartões e senhas, mesmo se houver alteração no número da conta.

Fonte: PB Agora

Banco do Brasil lança desafio para mudar app na Campus Party

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Durante a Campus Party, realizada de 31 de janeiro a 5 de fevereiro, em São Paulo, o Banco do Brasil vai lançar um desafio de User Experience (UX). Nele, o público será convidado a propor, em apenas 36 horas, o redesenho do aplicativo Banco do Brasil – fluxo de navegação, menus, navegabilidade, experiência do usuário.

O desafio terá início às 23h desta quarta (1/02) com término na sexta (3/02). O anúncio dos vencedores será logo em seguida. O vencedor leva um MacBook Pro Retina 13 para casa.

“O desafio de user experience é uma grande chance de testar nossas soluções do ponto de vista de quem usa, e também sentir a recepção da comunidade de design com as novas frentes do BB”, diz Marco Mastroeni, diretor de Negócios Digitais do BB.

Plenária para discutirá descomissionamento no BB

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O Sindicato dos Bancários do Estado (Sindibancários-ES) vai realizar uma plenária neste sábado (4) para debater com os trabalhadores do Banco do Brasil o descomissionamento proveniente da reestruturação da instituição. A reestruturação, anunciada pelo banco em 20 de novembro de 2016, vem provocando questionamentos tanto dos trabalhadores quanto de clientes.

A reestruturação eliminará quase 130 comissões locais, que correspondem, em muitos casos, a quase metade do salário-base da categoria.

Na plenária, os representantes do Sindibancários vão ouvir os trabalhadores para definir estratégias possíveis para enfrentar as medidas. A partir desta quarta-feira (1), uma parte dos funcionários será descomissionada e passará a receber a Verba de Caráter Pessoal e o sindicato tenta negociar essa verba por um tempo indeterminado, até que esses trabalhadores sejam realocados em comissões.

Na maioria dos casos, dos novos funcionários que entraram no banco depois de 1998, a comissão representa mais de 50% dos rendimentos. O banco criou determinadas funções que representam mais de 50% do valor dos vencimentos.

A previsão é que sejam cortadas 60 vagas em comissões no Estado. Quatro agências locais integram o quadro de cortes do banco – a Moscoso, em Vitória, que teve as atividades encerradas dia 13 de janeiro; a agência Avenida Rio Branco, também em Vitória, com fechamento previsto para março; e as agências Expedito Garcia, em Cariacica e Jardim Limoeiro, na Serra, que já foram transformados em postos de atendimento.

Fonte: Século Diário 

Banco do Brasil divulga em fevereiro regras para parcelar

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O Banco do Brasil vai divulgar até o término da primeira quinzena de fevereiro as condições de parcelamento automático do crédito rotativo, cujo uso foi limitado a no máximo 30 dias, conforme regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN), informou a instituição com exclusividade ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Os prazos e o valor mensal das parcelas serão, de acordo com o banco, adequadas à capacidade de pagamento de cada devedor, possibilitando que o alongamento da dívida não inviabilize o consumo futuro.

“O mercado de crédito tem, sem dúvida, contribuição importante para a retomada do crescimento do País. A medida do CMN contribui para reequilibrar o orçamento das famílias brasileiras, fazendo com que elas possam voltar a consumir”, avalia Paulo Caffarelli, presidente do BB, em nota.

O executivo destaca ainda que a recuperação do consumo é “condição essencial” para que as empresas ampliem a produção e o Brasil volte a crescer.

Os bancos têm até 3 de abril para se adaptarem às novas regras do crédito rotativo, que exige que a dívida no rotativo em aberto há mais de 30 dias seja transformada automaticamente em crédito parcelado, com juros serão menores. Ficará a cargo da instituição a migração de uma modalidade para a outra.

O vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Marcelo Labuto, explica que os clientes do banco serão comunicados previamente sobre cada passo. “Esse período de transição é justamente para definirmos as condições mais adequadas aos diferentes perfis dos nossos clientes”, acrescenta ele.

O BB destaca, em nota, que já vinha orientando seus clientes a migrarem do rotativo para linhas de crédito com menor custo no âmbito de uma política de incentivo ao uso consciente do crédito e que já havia cortado em até 4 pontos porcentuais os juros do rotativo. Em média, o banco faz 50 mil operações por mês no crédito parcelado e a expectativa do BB é de que esse volume cresça a partir de agora.

Fonte: Jornal do Comércio

Governo espera que BB puxe movimento de redução de juros

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Ministros da mais alta confiança de Michel Temer esperam que o Banco do Brasil capitaneie uma vigorosa derrubada dos juros, de preferência, começando pelo cheque especial.

O governo alardeia a promessa de que não seguirá o exemplo de Dilma Rousseff de usar os bancos públicos para obrigar seus concorrentes privados a encolherem as taxas.

Por isso, o argumento é o de que, após as recentes quedas da Selic, a redução dos juros é uma oportunidade para o BB ganhar mercado. Na linguagem de mesa de bar, o governo deseja que o Banco do Brasil se toque e faça um movimento objetivo.

Fonte: Veja

BB vai aceitar nome social de travestis, transexuais e transgêneros

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Seguindo uma tendência que vem se espalhando no país, o Banco do Brasil anunciou, em comemoração ao dia da visibilidade Trans celebrado neste domingo, que normatizou o uso do nome social pelos travestis, transexuais e transgêneros em suas agências. A regra é válida para funcionários e também pode ser estendida a clientes.

Desde abril de 2016, o decreto 8.727/16 determinou o reconhecimento da identidade de gênero no âmbito da administração pública federal, mas o Banco do Brasil não havia sido incluído por fazer parte da administração indireta.

Em Minas Gerais, o governo publicou decreto neste domingo estabelecendo que travestis e transexuais poderão usar a identidade de gênero nos órgãos estaduais. Na Prefeitura de Belo Horizonte, também há decreto reconhecendo o nome social.

“Mesmo sem a obrigatoriedade legal, o BB entende que aceitar a utilização do nome social sinaliza seu respeito pelas individualidades e reconhece a riqueza da diversidade na construção de um ambiente de trabalho igualitário”, afirmou o diretor de Gestão de Pessoas do BB, José Caetano Minchillo.

Os funcionários que desejarem ter seus crachás alterados terão o nome social usado em crachás, cartões de visita, carimbos e email institucional.

Clientes também podem

De acordo com a instituição, o banco torna-se a primeira instituição financeira do país a normatizar o tema. Os clientes também podem adotar o nome social. Para isto, basta manifestar a preferência na agência.

Segundo o BB, as comunicações no atentimento presencial ou no envio de correspondências e identificação nos canais digitais respeitarão o nome social. Já as operações regidas por contratos continuarão sendo feitas pelo nome de registro por causa de exigências legais.

Fonte: em.com.br/

Isenção de tarifas e anuidade de cartão de crédito para aposentados

Publicado em: 01/02/2017

Os aposentados pelo Economus têm direito à isenção na anuidade dos cartões de crédito Ourocard do BB e no pacote de tarifas da conta corrente em que são creditados os benefícios. Essa medida faz parte do Programa Integração, cuja extensão dos benefícios para os ex-funcionários aposentados originários do Banco Nossa Caixa foi negociada entre as diretorias do BB e Economus. As isenções estão em vigor desde o mês de novembro e para oferecer comodidade ao participante elas foram aplicadas de forma automática, sem a necessidade de nenhuma ação por parte do aposentado.

Alguns participantes foram indevidamente tarifados nos meses de novembro e dezembro. Nesses casos, o estorno deveria ocorrer automaticamente no decorrer do mês de janeiro. Caso a tarifa não tenha sido estornada ou ocorram novos débitos, a orientação é que entrem em contato com a Central de Atendimento do Economus pelo telefone 0800-0147000 ou pelo site do instituto (www.economus.com.br – Fale Conosco). Basta informar que trata-se do Programa de Integração do BB.

Vale ressaltar que a isenção é válida apenas para a conta corrente em que o benefício da aposentadoria é creditado. E também que deve-se informar ao Economus alterações de agência ou conta corrente, pois o instituto constatou que há algumas contas inativas em seu cadastro.

Fonte: Economus

Petrobras, BB e BNDES serão primeiras a se adaptarem à Lei das Estatais

Publicado em: 26/01/2017

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou nesta quinta-feira (26) que a Petrobras, o Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão as primeiras estatais a atender aos critérios da Lei 13.303/16, apelidada de Lei das Estatais, que fixa critérios para a escolha de diretores dessas empresas.

“A lei tem um calendário para a implementação das medidas, mas nós estamos nos dedicando para que todas as medidas estejam implementadas antes do prazo. Em março já teremos algumas empresas completamente em conforme”, afirmou o ministro.

Entre outros pontos, a lei proibe que pessoas com atuação partidária ou que estejam em cargos políticos ocupem postos de direção nas empresas, a adoção de medidas como as previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal para dar maior transparência às contas, e prazo de dez anos para que todas as estatais de economia mista mantenham pelo menos 25% do capital no mercado de ações.

Dyogo Oliveira destacou que, para dar mais transparência, o Planejamento passará a publicar um boletim com informações sobre as estatais.

“Há uma série de informações que são disponíveis a respeito das estatais. A lei reforça isso e cria a obrigação da divulgação de estatísticas e dados das estatais e nós, do ministério, estamos preparando um boletim de informações das estatais”, disse.

O ministro ressaltou ainda que o governo vai trabalhar para que as estatais sejam sustentáveis e parem de dar prejuízo.

“Ao nosso ver, nenhuma empresa pode ser deficitária. As empresas estatais, embora tenham essa finalidade pública, têm que se organizar de uma forma sustentável”, disse Oliveira, após abrir um seminário sobre a implementação da Lei das Estatais.

Previdência

Ao ser questionado se o governo espera que a sua proposta de reforma da Previdência seja aprovada pelo Congresso ainda no primeiro semestre de 2017, Dyogo Oliveira destacou que o tempo para a aprovação depende de deputados e senadores.

“Esperamos que a reforma seja aprovada no prazo mais rápido possível, mas o tempo é o tempo do Congresso”, disse.

Fonte: G1

Justiça diz que BB não pode se recusar a pagar depósitos

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A Justiça concedeu nessa quarta-feira (25) decisão favorável ao Estado de Minas Gerais na briga entre o governo e o Banco do Brasil (BB) no caso dos depósitos judiciais. A partir de agora, conforme a determinação, o BB não pode se recusar a pagar resgates de depósitos enquanto houver valores no chamado fundo de reserva.

Em dezembro de 2016, o banco passou a não liberar os pagamentos alegando que não havia saldo no fundo criado com os depósitos judiciais. O Executivo, porém, questiona essa justificativa. De acordo com o advogado geral do Estado, Onofre Batista Júnior, há dinheiro disponível em caixa para arcar com os resgates, e o BB estaria omitindo os reais valores nas contas.

Na decisão dessa quarta-feira (25), o juiz Adriano de Mesquita Carneiro, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte, deferiu pedido de tutela de urgência pleiteado pelo Estado. No despacho, ele ordena que os pagamentos sejam feitos ainda que os valores em conta sejam inferiores a 30% do total do valor dos depósitos, “até que seja definitivamente apurado o valor constante no fundo de reserva”.

A menção ao percentual é uma referência à lei aprovada em 2015 que permitiu que o Estado sacasse 70% dos depósitos judiciais com a obrigação de manter o saldo de 30% para garantir que os cidadãos tivessem acesso aos valores em disputas de processos.

A recomendação foi seguida na época, contudo, em outubro de 2015, o Supremo Tribunal Federal ordenou a suspensão das transações. Depois disso, segundo o Banco do Brasil, o saldo foi se exaurindo até que, em dezembro passado, foi zerado. O BB passou então a pedir que o governo de Minas fizesse um aporte de R$ 1,5 bilhão.

A questão foi parar novamente no STF. Com o imbróglio, dirigentes do banco e representantes do Estado fecharam um acordo, mediado pelo Tribunal de Justiça de Minas, em que o Estado se comprometeu a arcar com os depósitos até fevereiro. O valor acertado foi de R$ 5,7 milhões. Segundo o advogado geral, já foram repassados cerca de R$ 12 milhões desde o último dia 17.

“O Banco do Brasil dizia que não tinha nada, mas conseguimos checar que existem pelo menos R$ 3 bilhões. Ele (BB) estava se recusando ilicitamente a apresentar os números e, por isso, pedimos a prestação de contas”, afirmou Batista.

De acordo com o advogado geral, o Estado teve informações indiretas do saldo. “O banco tem que passar uma remuneração para o Tribunal de Justiça por mês e, pela conta, fica claro que existe dinheiro. Hoje em dia virou moda bater em tudo que é Estado e público. O BB também é governo, essa briga está inserida na briga do pacto federativo entre Estados e União”, diz.

A partir do momento que o BB passou a cobrar R$ 1,5 bilhão do Estado, o Executivo exige que a instituição apresente a composição detalhada do dinheiro envolvendo os depósitos. Em sua decisão, o juiz Adriano Carneiro alegou que o BB limitou-se a informar a quantia a ser depositada pelo Estado, sem, contudo, detalhar os valores existentes em conta.

ENTENDA A BRIGA

Lei. Em 2015, a Assembleia de Minas aprovou uma lei que autorizava o Estado a sacar 70% dos depósitos judiciais. O governo teria que manter em conta ao menos 30% para garantir o pagamento de decisões envolvendo os processos.

STF. A questão foi parar no STF que suspendeu novas retiradas. A partir daí, o banco diz que parou de fazer depósitos no fundo que havia sido criado e que passou então a guardar o dinheiro em contas individuais das partes do processo. Segundo o banco, em função disso, o saldo foi zerado em dezembro de 2016, já que passaram a ser feitas apenas retiradas do fundo de reserva.

Fonte: O tempo

Dezenas de gerentes do BB devem ser descomissionados

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O plano de reestruturação do BB, que incluiu o Plano Especial de Aposentadoria Incentivada (Peai) e o fechamento e transformação em postos de atendimento de mais de 700 agências em todo o país, foi mais uma iniciativa do BB de reduzir o quadro de funcionários a qualquer custo, como já havia manifestado publicamente a AGEBB no início de dezembro. O editorial da entidade divulgou também que “temos informações que vários funcionários têm recebido correspondências informando que ´agora já fazem parte dos elegíveis´, mesmo não cumprindo as exigências do plano original”.

Notícia publicada pela revista Época, em 19 de janeiro (clique aqui para lê-la na íntegra), trouxe a informação que o “banco afastou, na terça-feira (17), quatro gerentes executivos da Diretoria de Micro e Pequenas Empresas. A justificativa é que a produtividade deles, cujos salários giram em torno de R$ 35 mil, estava ´baixa´”. A reportagem termina com a seguinte afirmação: “Os afastamentos em gerências executivas do BB não deverão parar por aí”.

Para o presidente da AGEBB, Francisco Vianna de Oliveira Junior, realmente, nas próximas semanas, dezenas de gerentes de unidade e Genegs em todo o Brasil serão descomissionados ou rebaixados. A opinião do presidente é confirmada pela mensagem encaminhada por e-mail aos gerentes, no dia 24 de janeiro: “Os funcionários em excesso no grupamento de função GF3 ou superior terão prioridade até o fim do dia 26 de janeiro nas nomeações como gerente de Relacionamento Estilo. Para manifestar a intenção, os funcionários deverão concorrer nas dependências desejadas através do TAO Especial”. “Nas conversas que mantínhamos com executivos do BB até o momento, sempre recebíamos a garantia de que todos os gerentes seriam realocados”, afirma Francisco.

A associação acompanha permanentemente o andamento da reestruturação do quadro de funcionários e agências e sugere que os profissionais que porventura tenham sido descomissionados ou rebaixados de função comuniquem sua situação à AGEBB, para que a entidade possa auxiliá-los na busca de uma solução junto à diretoria da empresa. “Vamos fazer valer o direito da manutenção dos ganhos, sem qualquer redução, para os gerentes que há mais de 10 anos recebem comissão de função”, ressalta o presidente da entidade.

Reiteramos nossas afirmações. A classe gerencial apenas contará com o merecido respeito quando estiver unida e tiver voz junto aos gestores da empresa. O que presenciamos agora é um discurso totalmente desviado dos fatos que efetivamente estão ocorrendo. Superintendentes nomeiam amigos, acertando a vida dos analistas, enquanto o gerente que carrega a responsabilidade da gestão, seja da unidade ou carteira, e é cobrado insistentemente dezenas de vezes ao dia pelos mais diversos canais de comunicação disponíveis tem de procurar uma vaga em Estados distantes do seu domicílio, prejudicando também a alocação dos que lá trabalham.

Vamos ficar atentos, pois o plano de reestruturação não para por aqui. Junte-se à AGEBB, conte-nos como e o que podemos fazer para melhorar e fortalecer a classe gerencial do BB.

BB DTVM supera em R$ 700 Bilhões em recursos administrados

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Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais – ANBIMA – a BB DTVM encerrou 2016 com R$ 730,9 bilhões em recursos de terceiros sob sua administração – marca inédita na indústria de fundos brasileira. No ano, a evolução do patrimônio foi de R$ 127,7 bilhões.

A BB DTVM é a maior gestora de recursos do país e sua captação vem se destacando na Indústria. Manteve a liderança nos segmentos Investidores Institucionais, com patrimônio líquido de 333 bilhões, Varejo, com 90,5 bilhões e Poder Público, com 118,2 bilhões.

Para Paulo Ricci, presidente da BB DTVM, “Esta conquista não é apenas da BB DTVM, mas de todo o Conglomerado BB. Resultados como esse são possíveis quando se pode contar com equipe altamente capacitada e comprometida com a realização de um trabalho de excelência”.

Fundação do BB abre inscrições para patrocinar eventos em 2017

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A Fundação Banco do Brasil abriu inscrições para eventos a serem patrocinados em 2017. As propostas precisam estar relacionadas às áreas de atuação da fundação: tecnologia social, agroindústria, agroecologia, água, educação e resíduos sólidos.

Podem se inscrever entidades sem fins lucrativos, exceto clubes e associações de funcionários de empresas públicas e privadas, igrejas ou cultos religiosos.

Os eventos devem ser realizados em território nacional, entre 1º de junho e 31 de dezembro deste ano e ter valor total entre R$ 30 mil e R$ 100 mil.

É possível inscrever um projeto até 23 de fevereiro no site da Fundação Banco do Brasil, pelo endereço eletrônico fbb.org.br. O resultado deve ser divulgado em março.

Fonte: Radioagência Nacional

Banco do Brasil disponibiliza R$ 12 bilhões para Pré-custeio

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O Banco do Brasil anunciou a oferta de R$ 12 bilhões para a aquisição antecipada de insumos – o Pré-custeio – na última quinta-feira, 19, em Ribeirão Preto (SP). O volume é ofertado em linhas com recursos controlados, oriundo das captações próprias da Poupança Rural e dos Depósitos à Vista, representando uma elevação de 20% ao volume desembolsado na atual safra, que se encerra em 30 de junho de 2017. O evento contou com a presença do presidente da República Michel Temer e o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli.

Os recursos estão disponíveis aos médios produtores, no âmbito do Pronamp (Programa Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais) com taxas de 8,5% a.a., até o teto de R$ 1,5 milhão. Os demais produtores rurais acessam o crédito com encargos de 9,5% a.a. até o teto de R$ 3 milhões, descontados os valores de recursos controlados já contratados no semestre anterior.

A antecipação dos financiamentos de custeio para as culturas da safra de verão 2017/2018, a exemplo de soja, milho, arroz e café, permite melhores condições aos produtores para o planejamento de suas compras junto aos fornecedores e contribui para o incremento das vendas de sementes, fertilizantes e defensivos, proporcionando maior rentabilidade aos empreendimentos e produzindo reflexos positivos em toda a cadeia produtiva.

Ao proporcionar melhores condições aos produtores rurais, o BB reforça sua posição como maior parceiro do agronegócio brasileiro, apoiando desde o pequeno produtor até as agroindústrias, reafirmando o compromisso com a satisfação dos clientes.

O apoio técnico e creditício que o BB oferece ao setor agropecuário estimula a economia do País, além de contribuir para a melhoria das condições produtivas e de modernização dos empreendimentos rurais.

Fonte: O Girassol

Banco do Brasil segue plano de fechamento de agências no RS

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Seguindo o plano de reestruturação do Banco do Brasil (BB), mais três agências encerram suas atividades nesta sexta-feira no Estado. Depois do fechamento de duas agências localizadas na avenida Cristóvão Colombo, no bairro Floresta, e outra na rua Dona Laura, bairro Rio Branco, este é o último dia de atendimento para as agências da Ulbra, em Canoas, da rua Voluntários da Pátria, no Centro Histórico, e da rua Venâncio Aires, no bairro Cidade Baixa.

Com início na semana passada, a previsão é que a reestruturação se encerre, no Rio Grande do Sul, no dia 18 de fevereiro, com o fechamento das últimas três agências, em Pelotas, Santa Maria e Rio Grande, totalizando 16. Além da Capital, as mudanças acontecem em 15 municípios gaúchos.

Um dos critérios para escolher os pontos inclusos no plano foi a proximidade entre agências. Em alguns municípios, o número de locais foi diminuído, como, por exemplo, em Santa Cruz do Sul. A assessoria do banco garante que os clientes dos municípios de Chuvisco, Cristal, Fagundes Varela, Jaquirana, Monte Belo do Sul e Relvado, que só possuíam uma agência, já transformada em posto, não sofrerão com o plano. Estes locais seguem com o atendimento em caixa e funcionários para dar informações, além do funcionamento de agências próximas para as quais foram direcionados, como a localizada em Camaquã. A ideia do BB é que, na falta de um gerente nos postos, as pendências sejam resolvidas internamente e on-line. Nos outros locais, os clientes que tiverem suas agências fechadas serão automaticamente transferidos para outras, ainda de acordo com o critério de proximidade.

O plano tem como objetivo a redução de mais de R$ 3 milhões da folha de pagamento do banco. Com esse propósito, em todo o País, serão fechadas 402 agências e outras 379 transformadas em postos de atendimento. No Brasil, o banco totaliza mais de 109 mil funcionários e, ainda com a intenção de diminuir os gastos, o plano inclui o incentivo à aposentadoria e à redução de carga horária. Outro processo no qual o BB está investindo é a expansão via caixas 24 horas.

Fonte: Jornal do Comércio

BB fecha acordo para incentivar produção de máquinas agrícolas

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O Banco do Brasil e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) fecharam um acordo para aumentar o volume de investimentos e de financiamento ao comércio exterior. A ideia é dar acesso a melhores condições de crédito aos 1.640 sócios da entidade e a micro e pequenas empresas que fazem parte da cadeia produtiva.

Com essa medida, o banco deve se tornar mais assertivo e dar mais agilidade ao atendimento desses empresários, desde o processamento das operações até a contratação e liberação de recursos.

“Há um vasto mercado que passa a ter o reforço da parceria com o Banco do Brasil nas condições comerciais de linhas de crédito tradicionais para investimentos”, avaliou o vice-presidente do BB de agronegócios e de micro e pequenas empresas, Tarcísio Hübner. Ele pondera que o convênio vai potencializar a retomada da economia.

O presidente do Conselho de Administração da Abimaq, João Carlos Marchesan, classificou a ação como importante para as empresas que fabricam máquinas e equipamentos. “A assinatura do convênio tem significado especial neste momento em que a economia brasileira mostra os primeiros sinais de retomada do crescimento”, observou.

Segundo ele, o acesso ágil e sem complicações aos financiamentos é condição essencial para a reativação dos investimentos em máquinas e equipamentos. “É o primeiro passo para que a economia reencontre a vitalidade que perdeu com a crise”, afirmou.

Apoio ao fabricante de máquinas e equipamentos

Além de linhas de crédito tradicionais, como o Finame – que oferece financiamento para a aquisição de máquinas e equipamentos -, o BB, com esse acordo, também passou oferecer cotas de consórcio para as empresas associadas e seus compradores e fornecedores.

O Banco do Brasil também vai fazer o financiamento de estratégias de promoção comercial para exportação, por meio de ações de marketing digital como o portal B2Brazil – o maior portal brasileiro de compras corporativas destinado à exportação.

Outra solução apresentada para os as empresas associadas à Abimaq é a Esteira Agro BB. Nesse modelo de negócios, as revendas de máquinas e equipamentos agrícolas originam operações de financiamento aos produtores rurais via internet, inclusive com o envio de documentos digitalizados.

Fontes: Portal Brasil, com informações do Banco do Brasil e da Abimaq

BB deve ressarcir Previdência em quase R$ 165 milhões

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A Justiça Federal determinou o bloqueio de quase R$ 1 milhão do Banco do Brasil para ressarcir valores pagos indevidamente pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por meio de operação conhecida como floating. Ao todo o banco deve pagar R$ 164,6 milhões para ressarcir a Previdência.

No caso em análise, a 18ª Vara Federal do Distrito Federal já havia determinado o bloqueio de R$ 163,7 milhões da instituição financeira em outubro de 2016. Porém, como a medida só foi efetivada em dezembro para uma conta remunerada pela Selic, a Advocacia-Geral da União demonstrou a necessidade de atualizar o saldo devedor em R$ 977,6 mil.

Os quase R$ 165 milhões se referem a pagamentos feitos pelo INSS entre setembro de 1989 e dezembro de 1992, quando diversos bancos prestaram serviços de arrecadação de contribuições e pagamentos de benefícios previdenciários. Durante esse período, as instituições financeiras retiveram o resultado positivo oriundo da diferença entre a receita dos valores arrecadados em nome da Previdência e os custos que tinham com os pagamentos dos benefícios.

O que é
Conhecida como floating, a prática consistia na aplicação das quantias arrecadadas pelos bancos por períodos que chegavam a ultrapassar 15 dias úteis. Depois, as contribuições eram repassadas ao INSS sem qualquer atualização monetária. Em virtude da elevada inflação do período, a autarquia sofria prejuízos com a desvalorização dos recursos arrecadados, enquanto os bancos lucravam com a disponibilidade de caixa proporcionada pela manobra.

Além disso, quando os valores arrecadados pelos bancos eram insuficientes para cobrir as despesas com o pagamento dos benefícios previdenciários, o chamado floating negativo, o INSS era obrigado a reembolsar as instituições financeiras em apenas dois dias úteis.

O floating foi proibido pela Medida Provisória 164/90, depois convertida na Lei 8.012/90. Mas o então presidente do INSS, José Arnaldo Rossi, continuou autorizando a prática até dezembro de 1992. Porém, em 2009, o Tribunal de Contas da União (TCU) julgou irregular a manobra e condenou 51 instituições financeiras, dentre elas o Banco do Brasil, a restituir os valores recebidos indevidamente: cerca de R$ 1,5 bilhão em valores atualizados. Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.

Processo 0068010-33.2011.4.01.3400

Fonte: Consultor Jurídico

Opinião – Banco do Brasil: a salvação da lavoura

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Ao assumir a presidência do Banco do Brasil em 2016, Paulo Rogério Caffarelli realizava um sonho de infância. O executivo paranaense iniciou sua carreira no BB como menor aprendiz, e construiu uma trajetória de sucesso no banco durante 32 anos.

Em 2014, ele deixou a instituição financeira para se tornar secretário executivo do Ministério da Fazenda, e posteriormente se tornaria diretor executivo da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Quando voltou ao BB, foi para se tornar presidente do maior banco do país em ativos, com R$ 1,4 trilhão.

Portanto, não adianta a tentativa de alguns segmentos do setor financeiro, ligados ao capital financeiro, que querem desestabilizar o Banco do Brasil, um competidor da rede privada.

O BB é um instrumento que não permite que o cartel dos juros comandado pela rede privada possa continuar a sangrar a indústria, a lavoura e muito menos o câmbio que já fez o estrago que pôde à indústria paulista.

Como foi o caso no governo Lula, em que o câmbio – coisa que o presidente do Banco Central conhece desde criancinha – ficou subvalorizado com o real forte, dando início à derrocada da indústria paulista. Agora, esse mesmo grupo tenta desestabilizar o Brasil, tendo como alvo a figura do presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli.

O presidente da República, Michel Temer, atento a esta tentativa de intriga, não deixará que esses algozes do capital brasileiro saiam vencedores.

Caffarelli será obrigado, a qualquer momento, de forma legal, a demonstrar provimentos que, em um primeiro momento de estudo, poderiam demonstrar uma virtual fragilidade do banco, mas que pode se tornar o remédio necessário para que o banco continue forte.

E para que os que tentam derrotá-lo não façam o mesmo que fizeram com a Petrobras.

Fonte: Jornal do Brasil

Liminar obriga BB a pagar depósitos judiciais em MG

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O Banco do Brasil terá de bancar o pagamento dos alvarás judiciais emitidos nas ações dos mineiros até que prove a insuficiência de recursos no fundo de reserva dos depósitos judiciais. Uma decisão liminar neste sentido foi dada pelo juiz Adriano de Mesquita Carneiro, da 5ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias, nesta quarta-feira. O banco informou, na manhã desta quinta-feira, não ter sido notificado ainda sobre a sentença.

A liminar foi concedida na ação do governo do estado que pede que o banco comprove não ter dinheiro no fundo dos depósitos judiciais para pagar as partes. “Defiro o pedido de tutela de urgência pleiteado pelo estado de Minas Gerais para determinar que o Banco do Brasil não se recuse a efetuar o pagamento de alvarás judiciais e demais mandados de pagamento, enquanto houver valores no fundo de reserva, ainda que inferiores ao percentual de 30%, até que seja apurado o valor constante no fundo de reserva dos depósitos”.

De acordo com o juiz, ficou constatado em ofício de dezembro de 2016 que o montante de depósitos reconhecidos pelo próprio BB era de R$ 2,8 bilhões (34,25% do total de depósitos realizados, e “valor superior aos valores dos alvarás que o banco réu, na ocasião, se recusou a pagar (R$ 5,7 milhões)”.

O magistrado concedeu a liminar alegando que há risco de dano em “eventuais embaraços e mora” no pagamento dos alvarás, o que pode gerar prejuízo à administração pública “bem como danos às pessoas que do Poder Judiciário necessitarem” .

A briga entre governo de Banco do Brasil continua na Justiça, mesmo após um acordo fechado entre os dois para quitar os alvarás já emitidos até janeiro.

Fundo de reserva

O Banco do Brasil acionou o Executivo mineiro no Supremo Tribunal Federal (STF) para recompor R$ 1,5 bilhão do fundo de depósitos judiciais. Em decisão liminar, a ministra Cármen Lúcia permitiu o bloqueio do valor nos cofres estaduais, alegando que o estado teria a obrigação de manter 30% dos depósitos. Depois disso, houve decisões de primeira instância determinando que o Banco do Brasil pagasse alvarás específicos.

O governo de Minas, o BB e o Tribunal de Justiça fizeram um acordo pelo qual o estado pagou R$ 5,7 milhões para quitar os alvarás já expedidos. Ficou decidido que seriam pagas as ordens judiciais até 10 de fevereiro. A partir daí, o governo de Minas propôs que ele próprio e o banco dividissem meio a meio o pagamento dos alvarás até que o imbróglio seja solucionado pela Justiça. O banco não se posicionou sobre a adesão ou não.

Artifícios

O estado de Minas Gerais recorreu, alegando que o BB usa de “artifícios” para não pagar os alvarás existentes. Segundo o governo, se for apurada conta a conta haverá dinheiro para pagar as partes nos processos.

Em nota, o governo mineiro disse que “se viu obrigado a ingressar em juízo” para exigir do banco a prestação de contas e discutir a alegada inexistência de recursos financeiros no “Fundo de Reserva” relativo à transferência.

Fonte: em.com.br/política

Call dos bancos: Itaú é o preferido, mas BB pode subir 40%

Publicado em: 19/01/2017

Especial Setores 2017 analisou nesta terça-feira (17) 10 ações: os 4 grandes bancos da Bolsa; Cielo; Petrobras; as empresas de açúcar e álcool Cosan e São Martinho; Braskem; e Ultrapar. Essa foi a 2ª de 5 edições dessa série, que vai ao ar sempre terças-feiras às 15h (horário de Brasília) na InfoMoneyTV (clique aqui e confira a edição anterior do programa).

No primeiro bloco do programa, o estrategista-chefe da XP Investimentos, Celson Plácido, comentou sobre as ações dos bancos e Cielo. Segundo ele, o Itaú Unibanco segue como o “top pick” de 2017, mas o maior ganho do setor na Bolsa deve vir do Banco do Brasil, que tem potencial de valorização de 40%.

Ele comentou que o Itaú segue como o “queridinho” do setor, por trazer mais previsibilidade do que o BB, que normalmente é mais volátil e anunciou há poucas semanas que o retorno do 4° trimestre será pior do que se imaginava. “É sempre assim: o Itaú, quando surpreende, surpreende positivamente; o BB quando surpreende, normalmente, é negativamente”, comentou.

No caso de Cielo, o estrategista-chefe da XP disse que não vê gatilhos para a ação andar no curto prazo e, por isso, prefere ficar fora da ação.

Já no segundo bloco, o analista da XP Investimentos Marcos Saravalle comentou sobre os papéis da Petrobras, Cosan, São Martinho, Braskem e Ultrapar. Segundo ele, a Petrobras ainda tem espaço para subir, mas a maior parte dos ganhos previstos já passou, a não ser que o petróleo vá para cima de US$ 60 o barril no ano, enquanto Braskem pode ser o “call” de dividendos fora do radar do mercado em 2017.

Fonte: Info Money