BB apresenta proposta em audiência sobre extinção de caixa executivo

Publicado em: 17/11/2023

Aconteceu na manhã do dia 10 de novembro a audiência de conciliação entre o Banco do Brasil e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A entidade, que representa os trabalhadores do sistema financeiro, foi atendida pela Justiça, ainda em 2021, com uma liminar que impede até hoje que o BB prossiga com o plano de extinguir a função de caixa.

No encontro, que aconteceu na 16ª Vara do Trabalho de Brasília, o banco não apresentou proposta que proteja os trabalhadores. “Para chegar a uma conciliação, a juíza indicou que o BB deveria apresentar uma proposta de incorporação da gratificação aos caixas que exercem a função há mais de 10 anos, tendo como marco temporal a Reforma Trabalhista de novembro de 2017. Para os demais caixas, que exercem a função há menos de 10 anos, teria que haver proposta de transição de carreira que, nas palavras da juíza, protegesse também esses funcionários”, explicou a assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados.

Na audiência, o BB disse ainda que não é possível a incorporação da gratificação de caixas. E, diante de muita discussão com os representantes dos trabalhadores e trabalhadoras, afirmou que poderia se comprometer com esforços de recolocação dos empregados que atuam como caixas, além de garantir a gratificação por 18 meses, e não mais por 12 meses (como havia apresentado anteriormente).

Renata Cabral destacou que, como a resposta do banco foi insatisfatória aos trabalhadores, “considerando especialmente a questão de não avanço em relação à incorporação definitiva da gratificação de caixa para aqueles que a recebem há mais de dez anos, a juíza encerrou a audiência”.

O próximo passo será o julgamento, em data que ainda será marcada, quando a magistrada irá proferir a sentença sobre o caso.

“Quando a sentença for proferida, seremos intimados. Se o pedido for procedente, ou seja, favorável aos trabalhadores, corroborando a liminar vigente que obtivemos, as coisas seguirão como estão e o banco terá um prazo para apresentar recurso”, destacou a advogada. “Caso a juíza julgue improcedente o pedido dos trabalhadores, obviamente a liminar cairá e nós teremos prazo para entrar também com recurso”, completou.
Entenda

No início de 2021, o BB anunciou uma nova reestruturação, com fechamento de agências, redução de postos de trabalho e extinção da função de caixa, junto com o fim da gratificação para os escriturários que cumprem a função.

“De início, procuramos negociar nas mesas de mediação com o banco. Em seguida, tentamos mediação junto ao Ministério Público do Trabalho. Mas, como a diretoria na época não nos atendeu, buscamos a Justiça”, lembrou a funcionária do BB e coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, que representou a Contraf-CUT na audiência.

Em 18 de fevereiro de 2021, o juiz Antonio Umberto de Souza Junior, da 6ª Vara da Justiça do Trabalho de Brasília, atendeu a liminar da Contraf-CUT e proibiu o Banco do Brasil de extinguir a função de caixa. Na decisão, o magistrado também determinou a incorporação da gratificação de caixa para os empregados que a recebiam há mais de dez anos. O BB chegou a entrar com mandado de segurança e recursos subsequentes, mas o Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou o pedido da empresa.

No início do ano, ao avaliar possível “disposição das partes para uma autocomposição”, passados dois anos desde que a Contraf-CUT ajuizou a ação que impediu banco de extinguir a função, a juíza substituta do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, Audrey Choucair Vaz, agendou audiência de conciliação para o dia 10 de fevereiro, mas o Banco do Brasil solicitou adiamento e, com a concordância da Contraf-CUT, a magistrada acolheu o pedido.

Nesta sexta-feira (10), a audiência finalmente foi realizada. Entretanto, como o banco não apresentou proposta que garanta a proteção dos trabalhadores, não houve avanço.

O tema segue agora para julgamento, ainda sem data para acontecer. Enquanto isso, continua valendo a liminar obtida pela Contra-CUT e que impede, desde 2021, que o Banco do Brasil prossiga com o plano de extinguir a função de caixa, junto com o fim da gratificação para os escriturários que cumprem a função.

Fonte: Contraf-CUT

Delegados sindicais do BB devem permanecer mobilizados para ações

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O movimento sindical e os bancários aguardam respostas positivas da direção do Banco do Brasil com relação aos diversos temas em negociação. Além disso, estão sendo verificados casos recorrentes de assédio moral em agências e departamentos. Diante deste cenário, todos os delegados sindicais devem permanecer mobilizados para ações sindicais, no âmbito local ou unificado (em todo o país).

Este foi o principal encaminhamento do encontro com delegados sindicais realizado nesta segunda-feira 14 de novembro, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Os delegados sindicais são os representantes dos bancários em seus locais de trabalho. Eles fazem a ponte entre os trabalhadores e o Sindicato, levando sugestões e denúncias desses empregados, para que o Sindicato possa reivindicar melhorias junto ao banco.

Nas eleições para delegado sindical em 2023, o sindicato dos bancários determinou, em seu edital, a paridade de gênero para os candidatos, sendo necessário o mesmo número de homens e mulheres participando.

“É uma medida que causa polêmica. Porém, acreditamos ser a única forma de atingirmos a representatividade necessária, uma vez que as mulheres representam pouco mais de 50% dos funcionários no BB”, enfatiza Ana Beatriz Garbelini, secretária de Organização e Suporte Administrativo do Sindicato, e funcionária do Banco do Brasil.

Na abertura mesa de abertura do encontro, Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, saudou os delegados e enfatizou a importância do fortalecimento do Sindicato e da representação sindical.

Na sequência, foi realizada análise de conjuntura nacional e internacional com o diretor acadêmico da Faculdade 28A, Moisés Marques, que abordou temas como a taxa de juros, o atual cenário político nacional, os desafios internos e externos do governo Lula, e a crise israelo-palestina.

Moisés é professor Universitário, há mais de vinte anos, nas áreas de: Política Internacional; Métodos Quantitativos em Ciências Humanas; Análise de Cenários e de Mercado; Análise de Risco Político e Políticas Públicas.

Em seguida houve debate sobre Cassi, Previ e Economus, com a participação da gerente de divisão da Cassi, Sílvia Muto; Ana Beatriz Garbelini; Ernesto Izumi, conselheiro deliberativo da Previ; Getúlio Maciel, diretor executivo da Fetec-CUT/SP pelo Banco do Brasil; e Antônio Saboia, diretor da Fetec-CUT/SP.

O encontro foi finalizado com um balanço das negociações com o BB, feito por Getúlio Maciel e Fernanda Lopes, secretária da mulher da Contraf-CUT.

“É muito importante que todos os delegados sindicais se mantenham mobilizados e em alerta para ações sindicais locais ou nacionais diante dos casos de assédio moral e do andamento das negociações com a direção do Banco do Brasil a respeito de diversos temas de interesse do funcionalismo”, reforça Antônio Netto, diretor do Sindicato e bancário do BB.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Qual será o único ‘bancão’ que se deve investir após o 3º trimestre

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Os quatro maiores bancos brasileiros acabaram de divulgar seus resultados do 3º trimestre de 2023. Mas entre Santander, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil, só um deles vale a pena ter em carteira.

O Santander (SANB11) foi o primeiro a soltar seus números e registrou uma queda de 12,5% nos lucros. O Itaú (ITUB4) apresentou um resultado sem muitas surpresas e sinalizou um possível aumento dos dividendos.

Já no caso do Banco do Brasil (BBAS3), o grande destaque foi o anúncio de proventos no valor de R$ 2,25 bilhões. Por último, foi a vez do Bradesco (BBDC4) na última quinta (9), com lucro 11,5% mais fraco.

Mas a pergunta que realmente interessa ao investidor é: qual é o único entre eles que vale a pena investir agora?

Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research, tem um favorito entre os quatro “bancões” brasileiros.

Segundo a analista, o único banco que vale a pena investir agora está sendo negociado com um desconto de 15% em relação à média dos últimos 5 anos. Ou seja: os preços não estão refletindo a qualidade da ação.

Este banco tem oportunidade de lucro em ‘dobro’

Outro fator de destaque dessa ação, além de estar sendo negociada abaixo do que de fato vale, é o pagamento de dividendos.

O papel tem um bom histórico de distribuição de lucros para os acionistas e a perspectiva da analista é que ele continue pagando proventos atrativos

Estamos falando, portanto, de uma oportunidade de lucro em “dobro”, tanto pela chance de ganho de capital por meio da valorização das ações, quanto pelo recebimento de dividendos.

Mais especificamente, a analista estima que seja possível lucrar o equivalente a 110% do CDI com a alta desse papel na bolsa e ganhar proventos de 5% a 10% ao ano.

‘Bancão’ sólido e resiliente em meio a crises – veja qual é

Larissa Quaresma também defende que essa ação é indispensável para quem quer proteger a carteira. Esse banco tem um bom histórico de resiliência e solidez mesmo em períodos turbulentos para a economia brasileira.

Em 2015, por exemplo, que ficou marcado como o ano de uma das piores crises do Brasil, as ações do banco saltaram 3 vezes mais que o Ibovespa no período.

Conheça a ação deste banco e outras 9 recomendações para investir agora

A equipe de análise da Empiricus Research enxerga tanto potencial na ação desse banco que incluiu o papel em um portfólio de 10 melhores ações para investir agora.

Nesta carteira, os analistas reúnem apenas as ações consideradas os “filés mignon” da bolsa. São papéis que combinam fundamentos interessantes e algum gatilho de valorização no curto prazo.

A boa notícia é que qualquer investidor interessado em conhecer o único “bancão” brasileiro que vale a pena ter em carteira (e outros 9 papéis extremamente atrativos) pode acessar o portfólio recomendado pela Empiricus Research de graça.

A analista Larissa Quaresma explicou a tese completa do banco recomendado e das outras 9 ações em um relatório totalmente gratuito. Você não paga absolutamente nada para conhecer as 10 melhores ações para investir agora e pode obter informações extremamente valiosas.

Fonte: Money Times

Dívida da 123 Milhas com BB pode chegar a R$ 448 milhões, diz auditoria

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A dívida da 123 Milhas com o Banco do Brasil, seu principal credor, pode chegar a R$ 448 milhões, diz o relatório de uma auditoria que analisou as atuais condições da empresa. No total, a agência de viagens tem uma dívida estimada em R$ 2,4 bilhões.

Os valores estão na constatação prévia da empresa, feita por exigência da Justiça, que consiste na verificação das reais condições de funcionamento da empresa e da regularidade documental. Além do BB, outros seis bancos foram credores da 123 Milhas.

Do total devido ao BB, cerca de R$ 97 milhões foram oriundos de empréstimos. O restante foi adquirido por antecipações de recebíveis, uma espécie de adiantamento de lucros ou vendas realizadas a prazo, parceladas ou pré-datadas.

Além do BB, a auditoria ainda aponta dívida de cerca de R$ 20 milhões com o BTG Pactual, R$ 3 mi com o Inter, R$ 2,7 mi com o Santander e R$ 1,3 mi com o Safra.

No entanto, segundo fontes do mercado, a dívida da 123 Milhas com o BTG está menor atualmente e gira em torno de R$ 5 milhões, referentes a valores a receber de descontos de cartão de crédito.

Procurados pelo g1, os bancos e a agência de viagens não se manifestaram até a última atualização desta reportagem.

Nesta segunda-feira (13), ex-funcionários da 123 Milhas fizeram um protesto em frente à sede da empresa, na Savassi, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Eles alegam que não receberam a rescisão trabalhista desde quando foram desligados, em agosto.

A auditoria contabiliza que a 123 Milhas tem dívidas trabalhistas com 948 funcionários, totalizando um débito atual de cerca de R$ 17 milhões apenas com esses encargos. Na última semana, a Justiça desbloqueou R$ 23 mi da agência para que ela possa quitar esse saldo devedor.

Fonte: G1

Em quatro dias, BB repactua mais de R$ 770 milhões em dívidas do FIES

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Nos primeiros quatro dias de renegociações, o Banco do Brasil repactuou mais de R$ 770 milhões em dívidas do FIES. Foram 14 mil solicitações, além de 65 mil simulações. O Banco disponibilizou tanto o seu App BB Mobile como sua rede de agências para a renegociação. A facilidade de negociação, aliada à conveniência do App, permitiram que 92% dessas renegociações fossem efetuadas pelo próprio mutuário, sem precisar se deslocar para uma agência.

Os clientes com financiamento estudantil no Banco do Brasil podem procurar a Central de Relacionamento do BB para mais informações sobre a renegociação das dívidas do FIES. De acordo com as normas divulgadas na última semana, os débitos em atraso poderão ter até 100% do desconto em juros e multas e, no caso de liquidação integral do contrato, o desconto chega a 99% do valor consolidado na dívida.

Os estudantes devem entrar em contato com a Central de Relacionamento do BB por meio dos telefones 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades) para saber se fazem parte do público-alvo dos descontos. A renegociação teve início no dia 8 de novembro nas seguintes condições:

Estudantes inadimplentes

  • débitos vencidos e não pagos por mais de 90 dias em 30 de junho de 2023: desconto de 100% sobre encargos (juros e multas) e de 12% sobre o valor principal para pagamento à vista; ou parcelamento em até 150 parcelas mensais e sucessivas, com desconto de 100% dos juros e multas, mantidas as demais condições do contrato;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias em 30 de junho de 2023 que estejam inscritos no CadÚnico ou que tenham sido beneficiários do Auxílio Emergencial 2021: desconto de 92% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, por meio da liquidação integral do saldo devedor;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias em 30 de junho de 2023 que estejam inscritos no CadÚnico ou que tenham sido beneficiários do Auxílio Emergencial 2021, cuja data da última prestação prevista em contrato esteja em atraso superior a cinco anos: desconto de 99% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, por meio da liquidação integral do saldo devedor;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias, em 30 de junho de 2023, que não se enquadrem na hipótese prevista nos dois itens anteriores: desconto de 77% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, por meio da liquidação integral do saldo devedor;

Estudantes adimplentes

  • desconto de 12% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, para pagamento a vista.

As condições acima se aplicam para financiamentos contratados até o segundo semestre de 2017 e que se encontravam em fase de amortização em 30 de junho deste ano. Os estudantes têm até 31 de maio de 2024 para efetuar a renegociação.

FIES

O FIES é uma política de financiamento estudantil criada pelo Ministério de Educação em 1999. O objetivo é facilitar o acesso ao ensino de graduação, principalmente para jovens de baixa renda, em faculdades privadas. O programa financia até 100% do valor dos encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino com adesão ao Fundo, e depois de graduado o estudante possui uma carência de 18 meses para começar a pagar o financiamento.

Para mais informações sobre a renegociação, acesse www.bb.com.br/fies

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil vai pagar R$ 2,24 bilhões em dividendos

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O Banco do Brasil (BBAS3) comunicou na última quarta-feira (8) que pagará aos acionistas os dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) complementares, totalizando R$ 2,24 bilhões.

Segundo comunicado da empresa, os dividendos totalizarão R$ 291,05 milhões, correspondendo a R$ 0,101988 por ação. Os JCPs, por sua vez, alcançarão R$ 1,958 bilhões, representando R$ 0,686222 por ação.

O pagamento desses valores está agendado para o dia 30 de novembro de 2023, considerando a posição acionária de 21 de novembro. As ações serão negociadas “ex” a partir de 22 deste mês.

Esse é o segundo anúncio de dividendos e JCP feito pelo Banco do Brasil em 2023. Em agosto, o banco anunciou o pagamento de R$ 2,27 bilhões, sendo R$ 410,149 milhões em dividendos e R$ 1,86 bilhões via JCP.

Dividendos do Banco do Brasil

Valor: R$ 291.052.643,24
Valor por ação: R$ 0,10198860740
Data de corte: 21 de novembro de 2023
Data de pagamento: 30 de novembro de 2023

JCP do Banco do Brasil

Valor: R$ 1.958.323.968,37
Valor por ação: R$ 0,68622202551
Data de corte: 21 de novembro de 2023
Data de pagamento: 30 de novembro de 2023

Fonte: Estadão

Associação de quilombos defende reparação do BB por escravidão

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A Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Estado do Rio de Janeiro encaminhou na segunda-feira (13) ao Ministério Público Federal (MPF) um manifesto em apoio à ação movida pelo órgão que pede reparação do Banco do Brasil por ter financiado o mercado de escravos no país.

No documento, a entidade que representa 53 comunidades remanescentes de quilombos no Rio cita a difícil situação da população negra no Brasil até os dias de hoje, que “materializa reminiscências do holocausto da escravidão de pessoas pretas” e critica a falta de políticas públicas eficazes para combater esses problemas. Ao final, o manifesto defende que o banco dê explicações e uma reparação à população negra pelos “lucros vexatórios” que obteve com o mercado de escravos.

“O Banco do Brasil, de forma voluntária, ou por meio de imposição por parte do MPF e/ou do Judiciário brasileiro, deve explicações e sobretudo, por meio de REPARAÇÃO à sociedade civil deste país, em especial à população preta-brasileira, por sua lamentável e vergonhosa participação no mais vergonhoso período da história brasileira, que foi o processo de escravização da população Preta/Negra”, diz o manifesto.

Em setembro deste ano, o MPF no Rio de Janeiro decidiu abrir uma investigação inédita sobre a atuação do Banco do Brasil no financiamento do mercado de escravos no país. Isso aconteceu após a instituição receber um estudo que recuperou em registros oficiais, notícias da época e documentos históricos essa parte da atuação do banco público.

Quilombolas falam em racismo do poder público

No manifesto encaminhado nesta semana ao Ministério Público Federal, os quilombolas elencam os vários problemas que assolam a população negra no país, da pobreza e falta de acesso a direitos básicos, à violência que mata mais os negros e negras e até a disparidade salarial tanto nos setores público quanto privado.

Além disso, o documento condena especificamente lentidão dos órgãos responsáveis pela regularização das terras quilombolas e afirma que o poder público é “racista” em sua demora para garantir o direito dessas populações tradicionais enquanto garante, de forma célere, autorizações e licenças ambientais para empreendimentos empresariais nos terrenos quilombolas.

“Frise-se, ademais, o fato do poder público, de maneira racista e perversa, é omisso e letárgico na garantia dos direitos inerentes a tais comunidades, conforme se depreende DOS INTERMINÁVEIS PROCESSOS DE DEMARCAÇÃO E TITULAÇÃO DOS SEUS RESPECTIVOS TERRITÓRIOS (sic), que se arrastam há décadas junto ao INCRA ou no órgão estadual com competência/atribuição legal para tanto como o ITERJ (Instituto deTerras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro) e o INEA (Instituto Estadual do Ambiente)”, diz o texto.

“Por outro lado, este mesmo poder público mostra-se extremamente célere na expedição de licenças ambientais, mediante processos de licenciamento ambiental ilegais/fraudulentos, autorizando grandes empreendimentos econômicos, nacionais e internacionais, a instalarem-se e operarem/funcionarem dentro dos territórios quilombolas, explorando-os economicamente sem deixar qualquer tipo de contrapartida em benefício das comunidades, apenas e tão-somente um devastador legado de destruição e morte geradas por gigantescos e escandalosos impactos socioambientais”, segue o manifesto.

A entidade ainda ressalta que tem havido avanços legislativos e de formulação de políticas públicas para reparar e enfrentar alguns problemas da população negra, mas que estas são, muitas vezes, “tímidas”. “Todavia todas estas iniciativas caracterizam-se, fundamentalmente, por sua incipiência, ‘timidez’ e insuficiência, dado o gigantesco e estarrecedor estoque histórico/ancestral de exclusão, omissões e acúmulo de desigualdades que marcam a atuação do Estado e a sociedade brasileira, motivados (consciente e/ou inconscientemente) pela presença atávica do racismo”, aponta o manifesto.

MPF realizará audiências públicas

O inquérito civil público foi instaurado pela Procuradoria Regional de Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro. Presentes em todos os estados do país. As procuradorias são o braço de atuação do Ministério Público Federal que atua na garantia de direitos constitucionais, como liberdade, igualdade, dignidade, saúde, educação, assistência social, acessibilidade, segurança pública, o direito à informação e à livre expressão, entre outros.

A partir da abertura do inquérito civil, a procuradoria se reuniu com o banco público no dia 27 de outubro e ficou acertado que o BB se manifestaria em 15 dias úteis sobre o reconhecimento de sua atuação no tráfico de escravos. Além disso, a instituição deverá apresentar quais medidas pretende adotar no curto prazo em consequência desse reconhecimento. O banco ainda está no prazo para apresentar sua resposta.

Segundo divulgou o MPF na época do encontro, o BB também deverá se manifestar sobre o financiamento de pesquisas sobre esse passado, “além de indicar as medidas que pretende acelerar para racializar a forma de pensar a sua própria estrutura”. O MPF, por sua vez, deve organizar audiências públicas com a sociedade civil para discutir sobre um possível plano de reparação a ser executado pelo banco público. A primeira audiência está marcada para o próximo sábado (18) na sede da escola de samba Portela, no Rio de Janeiro.

Fonte: Brasil de Fato

Inscrições ao Prêmio Fundação BB são prorrogadas para 15 de dezembro

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As inscrições para a 12ª edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social foram prorrogadas até o dia 15 de dezembro. Ao todo, serão distribuídos R$ 6 milhões às melhores iniciativas apresentadas pelas instituições sem fins lucrativos que desenvolvem Tecnologias Sociais, que visam o desenvolvimento sustentável.

O prêmio é considerado um dos principais reconhecimentos do terceiro setor no país, sendo que podem concorrer entidades como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado legalmente constituídos no Brasil.

Do total de R$ 6 milhões em prêmios, R$ 5 milhões são destinados a 10 projetos de Tecnologias Sociais que serão premiadas pela Fundação BB, e R$ 1 milhão serão distribuídos entre 20 ideias finalistas.

Ações pela igualdade

Nesta 12ª edição, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social apresenta novidades no âmbito da diversidade ao bonificar as iniciativas que atendem ações pela igualdade racial e de gênero, e inclusão dos povos e comunidades tradicionais.

Além do investimento financeiro, as instituições vencedoras participarão da Semana Nacional de Tecnologia Social e o Desafio, previstos para acontecer no primeiro semestre de 2024, em Brasília, cuja programação inclui dinâmicas com palestras. O Desafio é uma jornada de aperfeiçoamento das propostas de projetos para reaplicação de suas Tecnologias Sociais e posterior apresentação a uma Comissão de Seleção.

O presidente da Fundação BB, Kleytton Morais, avalia que a prorrogação foi necessária para oportunizar que novas metodologias possam ser inscritas para concorrer ao prêmio. Através da premiação, a Fundação BB reconhece e estimula a criatividade de iniciativas que buscam impactar positivamente a vida das comunidades com soluções sustentáveis.

“O Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social é uma forma de valorizar ações sustentáveis que geram trabalho e renda, que melhoram a segurança alimentar, que mostram a relevância da agricultura familiar, e que têm a diversidade no topo. Com esse prazo maior, esperamos que mais comunidades possam participar e ter projetos inscritos concorrendo aos valores para colocar as propostas em prática”, destacou Morais.

A Certificação de Tecnologia Social identifica Tecnologias Sociais desenvolvidas no País relacionadas aos temas de alimentação, educação, energia, geração de renda, habitação, meio ambiente, recursos hídricos e saúde.

Realizado a cada dois anos desde 2001, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social já destinou um total de R$ 14,6 milhões em premiações e investiu cerca de R$ 1 bilhão na reaplicação de tecnologias sociais certificadas, em parceria com órgãos públicos, empresas privadas e organizações do terceiro setor.

Desde 2001, as instituições sem fins lucrativos premiadas nas edições anteriores do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social apresentaram iniciativas inovadoras nos mais diversos campos de atuação. As iniciativas certificadas, finalistas e premiadas estão reunidas na plataforma Transforma!, da Fundação BB, que traz a descrição completa com relatos e imagens das tecnologias sociais cadastradas desde a primeira edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social. A plataforma pode ser acessada pelo link http://transforma.fbb.org.br.

Serviço
12ª Edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Inscrições: até 15 de dezembro de 2023.
Link para inscrição: www.bb.com.br/tecnologiasocial

Sobre a Fundação Banco do Brasil
Há quase quatro décadas, em 1985, o Banco do Brasil instituiu sua Fundação para contribuir com a transformação social dos brasileiros e com o desenvolvimento sustentável do país. É a principal instituição gestora dos projetos socioambientais apoiados por meio do Investimento Social Privado – ISP do BB e de parceiros. Nos últimos 10 anos, foram investidos R$ 2,6 bilhões em 10 mil iniciativas que impactaram positivamente a vida de 6,6 milhões de pessoas. Os eixos de atuação são: Tecnologia Social (eixo transversal), Educação para o Futuro, Meio ambiente e Renda, Saúde e Bem-estar, Ajuda Humanitária e Voluntariado.

Fonte: Banco do Brasil

Lew’Lara\TBWA e BB conquistam Ouro no Effie Awards Brasil

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Nesta semana, a Lew’Lara\TBWA e o Banco do Brasil conquistaram reconhecimento no Effie Awards Brasil, importante premiação de ideias que dão origem a estratégias de marketing e comunicação.

A campanha “A linguagem da Acessibilidade” tratou de comunicar de forma inclusiva e com protagonismo inédito à comunidade de pessoas surdas ou com baixa visão o amplo atendimento em libras do BB.

Amplamente reconhecido no mercado de comunicação, o Effie Awards consagrou com medalha de ouro na categoria Bem-estar Social a campanha “A Linguagem da Acessibilidade”, lançada em 2022 pelo Banco do Brasil, assinada pela Lew’Lara\TBWA.

A campanha premiada reforça as ações de inclusão de diversos públicos nos modelos de atendimento do Banco, com a possibilidade de sua maior inserção no mercado financeiro, e considera as barreiras ainda enfrentadas pela comunidade surda.

A comunicação contou com consultoria e orientação técnica da Turma do Jiló – organização da sociedade civil que é um ecossistema de ações inclusivas voltadas a pessoas com deficiência. E foi feita em cocriação com os atores, surdos, para que pudesse retratar genuinamente a comunidade, a produção retrata a língua de sinais como uma expressão artística, por sua característica predominantemente visual e espacial, simbolizada na campanha pela dança. Os bailarinos são surdos, ou possuem alguma deficiência auditiva, e o balé é sincronizado, e esteticamente pensado com música produzida, para que possam sentir a vibração e dançar.

O Effie Awards foi criado nos EUA e está presente em mais de 55 países. É uma premiação internacional que consagra as grandes ideias que dão origem a estratégias de marketing e comunicação que alcançam resultados reais e tangíveis, premiando agências e anunciantes.

Confira aqui a lista de todos os premiados no Effie Awards Brasil 2023.

Fonte: Banco do Brasil

Gerente que associar-se à AGEBB até dezembro ganha brindes, descontos em serviços e pacote de benefícios

Publicado em: 10/11/2023

Profissional do Banco do Brasil que atua como gerente, em qualquer setor da instituição, tem até o dia 20 de dezembro para tornar-se um associado da AGEBB e ganhar brindes gratuitamente, além do direito ao pacote de benefícios e descontos em produtos e serviços. Os presentes que serão enviados aos novos integrantes da associação são uma caneca térmica em inox (de 400 ml , tampa com vedação e bocal com trava de segurança) e um concentrador USB, oferecido pelo Clube Infinity, da Boaventura Seguros.

Além desses brindes, os novos gerentes associados têm direito ao serviço de telemedicina Einstein Conecta e assistência funeral, sem quaisquer custos, assessoria jurídica gratuita e seguro de vida em grupo do Clube Infinity, com oferta exclusiva para os gerentes do BB, o qual inclui assistência funeral, cobertura para qualquer causa de morte do segurado e do cônjuge, e invalidez por acidente.  

Os gerentes associados ainda têm à disposição desconto de 15% em cursos do Ibemf para as certificações CPA-10 e 20, cápsulas de café com preço exclusivo de R$ 14,50 por caixa e máquinas e acessórios com descontos de 20% e 10%, respectivamente, do Café 3 Corações. A mais recente novidade é o bônus de até R$ 4.500,00 na compra de carros novos da Chevrolet. 

A boa notícia é que o gerente associado que indicar colegas de trabalho do BB concorre ao sorteio de uma cafeteira modelo Touch e 100 cápsulas de café expresso, ambos da 3 Corações. O concentrador USB 4 portas já está garantido.

O principal objetivo da AGEBB, de acordo com a missão da associação, é “buscar a valorização da classe gerencial e o fortalecimento da instituição Banco do Brasil”. Para associar-se, entre em www.agebb.com.br/associe-se

Fonte: AGEBB

BB: apesar dos recordes, gestão vê lucro crescendo um dígito em 2024

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Mesmo com lucros robustos nos últimos trimestres, a gestão do Banco do Brasil (BBAS3) espera crescer suas últimas linhas do balanço a um dígito percentual no ano que vem.

Durante teleconferência de resultados, o CFO do Banco do Brasil, Marco Geovanne Tobias da Silva, destacou que pelos números divulgados essa é a expectativa, apesar de não ser o guidance oficial – a ser anunciado somente no resultado do Banco do Brasil referente ao 4T23.

Os executivos ainda destacaram que esperam crescimentos de um dígito percentual ou em se tratando da carteira de crédito, ou até mesmo pouco acima de 10%.

O CFO do Banco do Brasil disse que, no panorama atual, a carteira de crédito do banco tem sido inclusive um grande propulsor para a companhia alcançar o guidance de 2023.

“Sobre o guidance, em linhas gerais, a expectativa é de convergência com o que foi divulgado. Continuamos vendo boas tendências na carteira de crédito, com força do agro”.

Durante a teleconferência, ao ser perguntado sobre o patamar de remuneração dos acionistas de BBAS3, o CFO destacou que a companhia estuda ‘cautelosamente’ um eventual aumento do payout do banco.

Às risadas, o executivo brincou que ‘um concorrente paga 30%, menos que os 40% do banco’, e ironizou: “Vamos esperá-lo aumentar para aumentarmos o nosso também”.

No mesmo contexto, o executivo acrescentou que a gestão atual tem tomado a decisão de usar esses recursos para impulsionar os resultados do banco.

“Atualmente estamos reinvestindo esse lucro em benefício dos acionistas”, disse.

Nesta quinta (9), após a divulgação do resultado na véspera, as ações do Banco do Brasil caíram 4,18%. No acumulado do ano, contudo, os papéis sobem 50%.

Fonte: Suno

Vai à sanção presidencial PL que altera regime de tributação da previdência complementar

Publicado em: 09/11/2023

Foi à sanção presidencial o projeto de lei que assegura aos associados dos planos de previdência complementar a opção de alterar o regime de tributação no fim da relação de trabalho com a patrocinadora (empresa), tanto na aposentadoria como no resgate.

O projeto de Lei 5.503/2019, do senador Paulo Paim (PT-RS), altera a forma de tributação de planos nos modelos CD e CV, como Previ Futuro, Novo Plano Funcef e outros.

“Este é um compromisso que vai beneficiar milhares de trabalhadores dos fundos de pensão de previdência fechada, que poderão optar pelo melhor regime de tributação no momento certo”, afirma Getúlio Maciel, conselheiro fiscal da Previ e diretor da Fetec-CUT/SP pelo Banco do Brasil.

Pelo modelo atual, o associado tem até o último dia do mês subsequente à entrada no plano para tomar tal decisão. Assim, o prazo é de 30 a 60 dias para se decidir sobre uma premissa que irá impactar seu benefício para a vida toda.

Esta obrigatoriedade de decidir no momento de ingresso ao plano é vista pelas entidades representativas dos associados como um prejuízo aos trabalhadores, pois ninguém pode prever quando a relação de trabalho vai terminar.

Existem dois regimes de tributação: progressivo e regressivo. A escolha para cada uma das duas opções depende muito de quando tempo o associado vai ficar na empresa. Se ficar muito tempo, o melhor seria o regime regressivo. Mas se ficar menos de seis anos, o regime progressivo pode ser melhor.

Pela lei atual, se o trabalhador não se manifestar no período proposto, automaticamente assume o regime de tributação progressivo com a tabela do IR mais praticada. Desse modo, incide sobre o seu salário.

Mas um plano de previdência complementar é um modelo de acumulação que deve ultrapassar os 20 anos. E que permitirá um período de benefícios também longo. Ou seja, de décadas.

Muitos fatores poderão influencia no cálculo da alíquota a ser aplicada, como remuneração ao final da carreira, constituição familiar, se terá cônjuge, filhos ou dependentes, bem como as deduções de despesas assistenciais como saúde e educação.

“Portanto, como ninguém tem bola de cristal para saber quanto tempo irá durar a relação com a patrocinadora, esta mudança torna mais justa aos trabalhadores a possibilidade de optar pelo regime de tributação quando já existem condições definidas ao final de uma jornada de poupança e início do período de consumo das reservas”, reforça Getúlio.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

CGPAR 42: nova redação congela acordos e prejudica funcionários de estatais

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Convenções e acordos coletivos que foram firmados até agosto de 2022 não serão modificados, ou seja, estão congelados. Essa é a nova redação do artigo 7º da Resolução CGPAR n° 42/2022, que agrava uma situação que já era ruim para os funcionários das estatais. A alteração foi recém-publicada pelo Governo Federal, por meio da Resolução CGPAR n° 49, do dia 26 de setembro de 2023.

A nova redação afeta ainda mais as relações de trabalho, uma vez que ratifica, mesmo que ilegalmente, um entendimento equivocado de que a CGPAR 42 pode versar sobre acordos coletivos. Além disso, ao congelar acordos e convenções, admite-se que o modelo que estava sendo seguido era justo, uma realidade contrária ao que é defendido pela ANABB e demais entidades representativas de empregados de empresas estatais.

COMBATE À CGPAR 42

Para quem não se lembra, a CGPAR 42 vem sendo combatida pela ANABB, desde 2022, em razão dos prejuízos que traz para todos os funcionários de empresas públicas, inclusive os colegas do BB, entre eles: a vedação à concessão de empréstimo pecuniário a qualquer título; a incorporação de gratificação de cargo em comissão ou de função gratificada na remuneração; e a concessão de licença-prêmio, abono assiduidade ou férias em período superior a 30 dias por ano trabalhado. Estabelece ainda que o impacto anual com as promoções por antiguidade e por merecimento deverá ser limitado a 1% da folha salarial. E que a participação da empresa estatal federal no custeio de planos de saúde não poderá exceder a 50% da despesa.

ATUAÇÃO DA ANABB NO LEGISLATIVO

A ANABB atua para combater a Resolução CGPAR 42 com ações nos âmbitos Executivo e Legislativo.

Uma das proposições da Associação é o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 313/2022, de autoria do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), que tramita na Câmara dos Deputados e busca sustar os efeitos da norma.

Em recente reunião com o deputado Reimont (PT-RJ), relator do PDL 313, a ANABB reafirmou o posicionamento de que a CGPAR é a reedição de uma norma (Resolução 23), revogada pelo Congresso Nacional por conter ilegalidades e limitações ao acesso de vários benefícios. Na ocasião, houve consenso com as demais associações e sindicatos presentes de que a proposta de congelamento dos efeitos dos acordos e convenções é ruim, tendo em vista que muitos foram realizados em condições precárias, sob um regime econômico desfavorável.

ATUAÇÃO NO EXECUTIVO

A atuação da ANABB também alcança o Executivo, provocando reuniões com entes do governo.

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, que assinou a nova resolução, estava sendo convidada para o debate com as entidades representativas dos trabalhadores de empresas estatais para tratar sobre o tema. Esse diálogo com as entidades seria fundamental, antes da aprovação da nova norma. Mas não aconteceu, mesmo com inúmeras tentativas.

Nas mobilizações realizadas pela ANABB, temos cobrado o compromisso do Governo Federal eleito com o movimento sindical e associativo para a criação de novas práticas que fortaleçam a negociação coletiva e a garantam os direitos adquiridos.

Pelos grandes prejuízos que causa aos direitos do funcionalismo, o combate à Resolução CGPAR 42/2022 e agora também à CGPAR 49/2023 é uma das prioridades da atuação da ANABB. Ao colocar em risco os planos de saúde dos funcionários de empresas estatais, a resolução causa grande intranquilidade aos colegas do BB. A ANABB segue atenta às consequências da norma, atuando em defesa dos funcionários em todas as instâncias possíveis.

Fonte: Agência ANABB

BB tem lucro líquido ajustado de R$ 26,1 bilhões no 9M23

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O Banco do Brasil apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 26,1 bilhões nos nove primeiros meses de 2023, crescimento de 14,0% na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que representa um RSPL (retorno sobre patrimônio líquido) de 21,3%. O valor adicionado à sociedade alcançou R$ 64,4 bilhões. O índice de capital principal do BB encerrou setembro em 12,49%. No 3T23, o lucro líquido ajustado foi de R$ 8,8 bilhões, 4,5% superior ao mesmo período do ano passado.

A performance nos nove primeiros meses do ano é reflexo do crescimento da margem financeira bruta (+30,4%), decorrente dos bons resultados da carteira de crédito e dos títulos e valores mobiliários alocados em tesouraria. As receitas de prestação de serviços cresceram +5,0%. Por outro lado, ocorreram elevações das despesas de PCLD ampliada (+101,2%). As despesas administrativas subiram +8,0%, impulsionadas pelos investimentos em tecnologia.

Crescimento da Carteira de Crédito Ampliada

A carteira de crédito ampliada, que inclui TVM (títulos e valores mobiliários) privados e garantias, registrou saldo de R$ 1,07 trilhão em setembro/23, crescimento de 10,0% frente a setembro/22 e 2,0% em relação a junho/23. Destaque para a carteira de negócios sustentáveis, que totalizou R$ 338,8 bilhões, com crescimento de 5,5% em 12 meses, representando 32% da carteira de crédito ampliada do BB. O índice de inadimplência acima de 90 dias (relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito classificada) atingiu 2,81% (abaixo do Sistema Financeiro, que registrou indicador de 3,50%) e o índice de cobertura (relação entre o saldo de provisões e o saldo de operações vencidas há mais de 90 dias) foi de 199,1%.

Carteira Ampliada Pessoa Física

Crescimento de 0,7% na comparação com junho/23 e 7,9% em 12 meses, alcançando R$ 304,1 bilhões, influenciada, principalmente, pelo desempenho na carteira de crédito consignado (+2,0% no trimestre e +8,9% em 12 meses).

Carteira Ampliada Pessoa Jurídica

Registrou crescimento de 4,7% em 12 meses, atingindo R$ 371,4 bilhões, com destaque para a carteira de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), com evolução de 4,2% no trimestre e 14,2% em 12 meses.

Carteira Ampliada Agronegócios

Alcançou o saldo de R$ 339,9 bilhões, crescimento de 5,7% em relação a junho/23 e 18,9% em 12 meses. Destaque para as linhas de custeio (+14,2% no trimestre e +18,9% em 12 meses), de investimentos (+4,8% no trimestre e +37,1% em 12 meses) e de comercialização (+8,7% no trimestre e +64,9% em 12 meses). De julho a setembro, ou seja, no primeiro trimestre de atuação no Plano Safra 2023/2024, o BB desembolsou R$ 68,8 bilhões, um crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período da safra anterior.

Agenda ASG

Neste trimestre, o BB renovou e revisou os compromissos para um futuro sustentável. Os Compromissos BB 2030 para um Mundo + Sustentável trazem objetivos em quatro frentes de atuação, incluindo o crédito sustentável e investimento responsável, abrangendo a atuação na gestão ASG e climática e buscando gerar impactos positivos na cadeia de valor. O BB assumiu o compromisso de atingir uma carteira de R$ 500 bilhões em crédito sustentável, dos quais R$ 200 bilhões em agricultura sustentável, além de R$ 30 bilhões em financiamento a energias renováveis.

Além disso, o BB alterou o objetivo de captação para investimentos sustentáveis já considerando a nova regulação da Anbima para fundos IS (Investimento Sustentável). O BB também ampliou os objetivos de diversidade e inclusão e incluiu metas de preservação florestal e reflorestamento.

Nos últimos meses, o Banco do Brasil participou de diversas reuniões sobre a temática ASG, destacando a da Organização das Nações Unidas (ONU), um evento que reuniu chefes de Estado e representantes da sociedade civil dos mais de 190 países-membros da Organização. O Banco levou para o mundo a necessidade de preservação da floresta, a recuperação de matas degradadas, a promoção da bioeconomia e a valorização da população amazônica, por meio da campanha All Amazônia.

O BB foi selecionado a compor o iDiversa da B3, o primeiro índice latino-americano a combinar, em um único indicador, critérios de gênero e raça, e reconhece as companhias listadas que se destacam em diversidade, além de promover maior representatividade desses grupos no mercado.

Fonte: Banco do Brasil

BB anuncia pagamento de dividendos e JCP no total de R$ 2,24 bi

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O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou um novo pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) complementares aos seus investidores, no valor total de R$ 2,249 bilhões, conforme comunicado nesta quarta-feira (8).

Os dividendos do Banco do Brasil somarão R$ 291,05 milhões, equivalente a R$ 0,101988 por ação.

Já os JCP do Banco do Brasil terão o montante de R$ 1,958 bilhão, correspondente a R$ 0,68622 por ação. Os proventos têm como referência o terceiro trimestre de 2023 (3T23).

Os proventos serão pagos aos investidores posicionados nas ações da companhia até o fechamento da sessão do dia 21 de novembro de 2023. Os papéis adquiridos a partir do pregão seguinte (22) não terão direito a esse recebimento.

Os dividendos e JCP do Banco do Brasil serão igualmente distribuídos no dia 30 de novembro de 2023.

No caso dos juros sobre capital próprio, o valor está sujeito a aplicação de imposto de renda na fonte, conforme legislação vigente.

Os investidores que estiverem dispensados dessa tributação terão de comprovar essa condição até 23 de novembro de 2023 em uma das agências do BB.

Dividendos do Banco do Brasil

Valor: R$ 291.052.643,24
Valor por ação: R$ 0,10198860740
Data de corte: 21 de novembro de 2023
Data de pagamento: 30 de novembro de 2023

JCP do Banco do Brasil

Valor: R$ 1.958.323.968,37
Valor por ação: R$ 0,68622202551
Data de corte: 21 de novembro de 2023
Data de pagamento: 30 de novembro de 2023

Como será feito o pagamento dos JCP e dividendos do Banco do Brasil?

O pagamento dos proventos será feito por depósito de conta corrente, poupança-ouro ou por caixa. Os acionistas que tiverem seus cadastros desatualizados vão ter suas remunerações retidas até que haja a devida regularização dos registros em uma das agências do banco.

Essa regularização do cadastro pode ser feita a partir da apresentação de um documento de identidade, do número do CPF e de um comprovante de residência, caso seja pessoa física. No caso de ser um investidor pessoa jurídica, é necessário apresentar o estatuto ou contrato social e prova de representação.

Outro detalhe importante é que os investidores com ações do Banco do Brasil custodiadas na Central Depositária da B3 serão primeiramente pagos para a própria B3 que, por sua vez, vai repassar a quantia aos acionistas titulares, pelos respectivos agentes de custódia.

Além disso, o Banco do Brasil também acrescentou que R$ 953,724 milhões já foram distribuídos em JCP no dia 29 de setembro de 2023, na forma de remuneração antecipada aos acionistas.

Fonte: Suno

BB aloca R$ 320 bi em negócios sustentáveis e quer ser referência em ESG

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Não só as empresas nascidas neste século miram seu norte para a sustentabilidade com planos, estratégias e acenos ao mercado. O banco mais antigo do país também quer mostrar que os pilares do ESG estão na essência de seu negócio e que pode fazer muito mais.

O Banco do Brasil foi a Nova York durante a última reunião da Assembleia Geral da ONU, em que lideranças empresariais do mundo todo se reúnem em eventos paralelos, para vender seu novo posicionamento: alocar investimentos em negócios sustentáveis — já são mais de R$ 320 bilhões, um terço da carteira —, aumentar o financiamento para o reflorestamento e a agricultura de baixo carbono, além de outras ações ESG.

Em entrevista à EXAME Solutions, o vice-presidente de Negócios com Governos e Sustentabilidade Empresarial, José Ricardo Sasseron, diz que a vocação do banco para negócios sustentáveis se traduz pela própria natureza de seus negócios e clientes. O BB é um dos maiores fornecedores de crédito rural e tem grande capilaridade pelo interior do país, onde financia microempreendimentos.

Além dos negócios sustentáveis, o banco ainda tem feito a lição de casa. A instituição se comprometeu com alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, como pagamento de salários justos para os funcionários a partir de um piso universal e equidade entre homens e mulheres nos cargos de liderança.

Fonte: Exame

Presidente Tarciana passa por cirurgia e fica até 3 semanas afastada

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O Banco do Brasil informou nesta segunda-feira, 6 de novembro, por meio de nota, que a presidente Tarciana Medeiros passou por um procedimento cirúrgico eletivo, de baixa complexidade, durante a manhã.

De acordo com a instituição, a cirurgia foi bem-sucedida e Tarciana Medeiros já está em recuperação.

“Por recomendação médica, Tarciana ficará afastada de suas atividades profissionais por até três semanas”, acrescentou a nota. “Nesse período, Felipe Prince, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos, ocupará o cargo de presidente interinamente.”

Fonte: UOL

BB oferece apoio à população do PR afetada por fortes chuvas

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O Banco do Brasil, em apoio ao estado do Paraná, está realizando diversas ações para atendimento aos municípios afetados pelas fortes chuvas recentes, em especial aos 15 municípios em estado de calamidade e aos 16 em situação de emergência, conforme decretos municipais publicados.

Entre as principais ações em apoio à população do estado, está a disponibilização imediata de R$ 295 milhões em limites de crédito para os municípios afetados, sendo R$ 161 milhões para os em calamidade e R$ 134 milhões para os em emergência, com contratação priorizada. Os gestores municipais poderão contar com o Banco para orientações sobre a solicitação dos recursos.

Os municípios afetados também serão priorizados na emissão dos cartões de Defesa Civil do BB.

Agronegócios

Como medida emergencial, foram prorrogadas as operações para os produtores rurais dos municípios afetados, com manutenção dos encargos financeiros de normalidade. O processo foi simplificado e ocorrerá mediante análise individual e monitoramento tempestivo de todas as culturas. Nas operações de Proagro, serão priorizadas as análises dos pedidos para as atividades agrícolas afetadas. Os sinistros de seguro rural também serão atendidos pela seguradora com precedência. O Banco lembra que todas as linhas de crédito do BB ao agronegócio estão disponíveis para os produtores rurais das áreas afetadas, nas condições estabelecidas no Plano Safra 2023/2024.

Ajuda humanitária

A Fundação Banco do Brasil doou R$ 500 mil para apoiar a população paranaense e está atuando com aquisição de água potável, cestas básicas, colchões, kits acomodação (travesseiro, fronha e cobertor) e kits de limpeza, considerando as necessidades prioritárias da comunidade.

Crédito Pessoa Física e Jurídica

Outra ação do BB é a manutenção dos limites de crédito para mais de 320 mil clientes, no valor aproximado de R$ 14 bilhões em crédito para CDC, Custeio e Giro. Os clientes das regiões afetadas terão condições especiais para renegociação de dívidas, com taxas diferenciadas, até 180 dias de carência e até 120 meses para pagamento. As Micro e Pequenas Empresas (MPE) contam com linhas específicas de reprogramação de dívidas. Outra novidade é a prorrogação extraordinária do vencimento das seis próximas parcelas vincendas das operações. No Pronampe, as parcelas de operações atuais podem ser prorrogadas para o prazo total de até 72 meses.

Cartões

Serão estornados os encargos cobrados em faturas com atraso no pagamento a partir da calamidade, além da tarifa de emissão da segunda via do cartão (caso haja), por um período de 60 dias. O saldo devedor relativo às faturas de setembro ou outubro de 2023 não pagas ou pagas parcialmente será migrado para o mês seguinte, sem incidência de encargos.

Seguros

Está aberto canal de atendimento exclusivo 24 horas, com priorização para abertura de sinistros e acionamento de assistência imediata dos clientes das áreas afetadas. Os processos de sinistro foram simplificados para agilizar o pagamento de indenizações. Os clientes em situação e emergência também contam com valores triplicados para as coberturas de limpeza, telhado e desentupimento, com liberação de assistências adicionais como hospedagem e dedetização não contempladas no contrato. Haverá contato com os clientes segurados da região, por mensagem via Whatsapp, para verificar necessidades de atendimento. O Banco do Brasil permanece à disposição do estado do Paraná para apoiar nas ações de recuperação de todas as áreas afetadas.

Fonte: Banco do Brasil

Drex poderá melhorar distribuição de auxílios e verbas do governo, diz BB

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Conforme o desenvolvimento do Drex avança, os bancos brasileiros têm se esforçado cada vez mais para pensar em possíveis usos de caso para a moeda digital de banco central (CBDC, na sigla em inglês). No caso do Banco do Brasil, um dos focos de estudo no momento envolve a aplicação da versão digital do real para aumentar a eficiência de operações envolvendo verbas públicas.

É o que explicam Rodrigo Mulinari, CTO do Banco do Brasil, e Julierme de Souza, gerente-executivo de TI do banco, em uma entrevista exclusiva para a EXAME como parte do Especial: Real Digital. Nela, eles destacaram os esforços do banco público para se adaptar à expansão da tecnologia blockchain que a CBDC deverá gerar, com todas as consequências esperadas e imprevisíveis.

Por outro lado, eles pontuam que ainda é difícil pensar em casos de uso mais concretos para o projeto, em especial devido à possibilidade de muitas aplicações demandarem alterações nas atuais leis do Brasil para viabilizar a aplicação da CBDC, suas tecnologias e da nova plataforma que o Banco Central pretende criar.

Casos de uso do Drex

Segundo Mulinari, o sistema financeiro brasileiro tem vivido nos últimos anos um movimento de digitalização que foi acelerado pela pandemia. O Drex se insere nesse processo como um próximo passo a partir da tokenização, que segundo o CTO é a “evolução da digitalização. A gente vai poder tokenizar qualquer ativo e então negociá-lo”.

Para o executivo, esse processo deve resultar em uma maior democratização de diferentes produtos que são oferecidos atualmente no mercado graças a funcionalidades como o fracionamento de ativos e a implementação de garantias por contratos inteligentes. Com isso, as transferências de bens e ativos deverão ser facilitados, assim como “a vida do cidadão”.

“O Pix se propôs a tornar mais eficiente, fácil e padronizada a intermediação financeira. O Drex tem a mesma ideia, em especial para trocas mais complexas, como compra e venda de bens, que envolvem vários bens na cadeia, envio e programabilidade do dinheiro, que é um potencial muito importante. É algo que vai revolucionar, porque tem muitas opções a partir disso”, projeta Mulinari.

A expectativa, explica, é de uma popularização da tokenização e de todo do seu potencial, abrangendo tanto os produtos bancários tradicionais que são oferecidos pelo Banco do Brasil e outras instituições quanto algumas operações mais específicas do BB. É o caso da “entrega de benefícios e outras soluções governamentais”.

Como exemplo, ele cita o repasse de verbas governamentais: “Hoje, tem uma escola que precisa receber um valor, aí abre conta, designa responsável, cria ata para registrar isso, é todo um trâmite para isso e de prestação de contas. Com o Drex você poderia programar isso, definir quem tem direito, a região em que vai usar, os tipos de empresas em que vai usar e lastrear o dinheiro para o repasse”.

Já Julierme de Souza avalia que o grande avanço da CBDC deverá ser a popularização do uso da tokenização: “No futuro, vai ter uma gama de ativos e bens representados em uma rede digital na forma de ativo digital em um token, essa distribuição vai atingir um número maior de clientes. Porque vai poder fracionar ativos que muitas vezes tem um valor de face maior do que a pessoa consegue arcar”.

Ele destaca ainda as operações de compra e venda, explicando que “hoje, tem uma série e participantes na operação que tornam o processo um pouco demorado e ineficiente, e portanto caro. Quando refina os processos, diminui a participar de agentes, você barateia o custo e ganha o cliente na outra ponta”.

Em resumo, ele acredita que o Drex dará “acesso a uma operação de forma mais simples e baratas, produtos que antes eram inacessíveis. E produtos que devem nascer com a tokenização”. “No futuro, pode ter recursos transitando entre os clientes com destinação própria para uso, como um benefício sendo destinado e a utilização ser conforme o benefício regulamenta, como usar apenas para alimentação”.

Entretanto, Mulinari aponta que, apesar do potencial muito grande, o projeto também exige um “arcabouço regulatório que precisa andar em paralelo para que a gente possa usufruir de tudo”. Mesmo assim, ele projeta que “a simplificação de pagamentos aliada ao Pix vai ser imediata. Os demais [benefícios] vão ser percebidos conforme a regulação também ande, porque envolve vários entes, toda uma regulamentação por trás”.

Piloto e desafios

Na avaliação do CTO do Banco do Brasil, o estágio atual do piloto do Drex – em que o Banco do Brasil participa – é de “validação do ambiente, do arcabouço tecnológico que vai suportar o Drex. É o grande desafio e no que mais está envolvido. A combinação de segurança e privacidade é a maior questão, o maior desafio desse processo”.

Quanto aos próximos passos, ele diz que o processo deverá ser semelhante ao do Pix: “Simplificar o que está ligado à tecnologia, que hoje a gente demora para explicar, mas acredita que vai ser possível essa abstração, mostrar muito mais o que faz do que o como. Acredito que o cronograma é factível, até pelas primeiras entregas. E é algo que mexe com o mercado inteiro, então todo o mercado precisa estar preparado”.

Julierme pondera que a meta definida pelo Banco Central de lançar o Drex junto à população até o início de 2025 é “um desejo, daqui até lá tem muitos desafios a serem superados. Em um primeiro momento, talvez os clientes não vejam o Drex já em circulação, porque o foco inicial vai ser o atacado, o interbancário. No primeiro momento, será mais dos bancos que dos clientes. Mas com a regulação avançando, consegue estruturar negócios para opções de varejo de clientes”.

Ele avalia ainda que o projeto possui desafios que “vão desde a cadeia de tesouraria, em que os processos de reserva bancária vão ter que ser modificados, enxergando o Drex como ativo de movimentação, e o desafio de conectar o Drex aos negócios tradicionais. Mas o caminho da economia tokenizada é sem volta, é o futuro e está sendo uma realidade em todo mundo. O Brasil está caminhando para isso e os bancos tem que encarar”.

Fonte: Exame

Banco do Brasil promove segunda edição do BB Digital Week

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Nos dias 21 a 23 de novembro, o Banco do Brasil promoverá a segunda edição do BB Digital Week (BBDW), que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O evento sobre tecnologia, inovação, negócios e sustentabilidade terá como tema “Digitalizando o futuro: empoderando pessoas, explorando experiências e conectando negócios”.

O BB Digital Week será gratuito e aberto à participação do público em geral. Com uma área de 7,4 mil m², o BBDW terá 42 painéis de debate e 12 salas com diversos workshops por dia e uma feira com exposição de tecnologias e serviços.

Além disso, o palco principal do evento vai abrigar mais de 70 palestras de especialistas do Banco do Brasil e do mercado (como Joel Jota, Rachel Maia, Camila Farani e Nina Silva).

Os painéis, workshops e palestras estão divididos em oito trilhas de conteúdo: Agile, Experience, IA & Analytics, Cibersegurança & Proteção de dados, Desenvolvimento, Inovação, Infraestrutura, ASG & Cultura.

Já a feira terá estandes do Banco (onde será possível experimentar as soluções e tecnologias mais inovadoras desenvolvidas pelo BB), de parceiros (como Alelo, IBM e Microsoft) e uma arena com programação voltada para o público gamer.

SERVIÇO:
BB DIGITAL WEEK (BBDW)

Evento do Banco do Brasil sobre tecnologia, inovação, negócios e sustentabilidade.
Data: 21, 22 e 23 de novembro
Horário: das 9h às 18h
Inscrições: pelo site www.bbdw.com.br (as vagas são limitadas)
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Cursos, painéis e palestras: a participação será por ordem de chegada em cada sala. Não haverá transmissão online

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil lança plataforma de hiperpersonalização de clientes

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) participou de uma reunião, a convite da direção do BB, para conhecer a ferramenta Insight PF que, segundo a empresa, foi desenvolvida para facilitar a entrega de resultados dos funcionários do varejo, na venda de produtos.

Com base em inteligência analítica, através de estatísticas dos dados, a Insight PF começou a ser implementada na segunda-feira (6) e utiliza base da dados de carteiras de clientes para direcionar a melhor forma de o funcionário atuar na sua região, com a hiperpersonalização dos clientes mais promissores. A forma de acesso à Insight PF, que recebe atualizações diárias, é via e-mail e app teams.

“Aparentemente, pelo que nos foi apresentado em reunião, a ferramenta é promissora no sentido de facilitar o trabalho dos funcionários e funcionárias, evitando que precisem realizar dezenas de ligações para que, por exemplo, fechem um contrato de crédito. Mas é preciso verificar os impactos dela agora, na prática, para melhorar nossa avaliação”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

A diretora da Fetrafi-RS e membro da CEBB, Priscila Aguirres, questionou se a ferramenta irá substituir a necessidade de relatórios que, segundo os representantes do próprio banco, alcançaram a margem de 700. “A questão que nós, do movimento sindical, levantamos é se essa ferramenta irá permitir que o gerente escolha sua estratégia de atuação. Porque atualmente não é assim, pois eles acabam tendo o trabalho engessado pelo esquema de relatórios, pedidos semanalmente”, complementou.

Em resposta, os representantes do banco informaram que o Insight PF não irá substituir os relatórios, num primeiro momento. Mas que essa substituição “é uma das ambições” que a empresa quer alcançar com a implementação dela. Também foi dito aos representantes dos trabalhadores que a plataforma “não é uma ferramenta de gestão, acompanhamento e monitoramento” e que “não irá gerar nenhum tipo de obrigação, por parte dos gerentes”, para ligarem aos clientes indicados pela plataforma com maior potencial de venda.

Quando foi apresentada à CEBB, o banco destacou também que a ferramenta é composta por quatro frentes: uma para indicar as áreas com maior potencial de alcançar resultados; outra com balanço das performances obtidas por área; há ainda uma terceira com a indicação de públicos mais efetivos de carteira de oportunidade; e, por fim, uma frente com uma lista dos gerentes que mais se destacam.

O representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEBB, Getúlio Maciel, alertou sobre a frente que lista os colegas em destaque. “Os destaques podem acabar aprofundando a política de pressão por metas, que precisa ser mudada. Nós sabemos que o sistema de competição adoece os funcionários”, completou.

Após escutar os trabalhadores, o banco informou a exclusão da lista de matrículas de gerentes de relacionamento que se destacarem. Apenas prefixos de agências e dependências que tiverem bom desempenho serão divulgados. “Esse foi nosso principal ponto de preocupação, da nova ferramenta. Nós achamos positiva essa mudança. Continuaremos acompanhando com atenção o processo de implementação, para garantir que seja para o bem dos funcionárias e funcionários do BB”, concluiu Fernanda Lopes.

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil começa renegociações do Fies; prazo termina em maio

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O Banco do Brasil (BBAS3) começou nesta quarta-feira, 8 de novembro, as renegociações de dívidas em atraso do Fies, programa de financiamento ao ensino superior do governo federal.

De acordo com o Banco do Brasil, os estudantes podem entrar em contato com as centrais telefônicas do banco para saber se fazer parte do público-alvo da renegociação.

De acordo com resolução publicada nesta terça-feira pelo Diário Oficial da União (DOU), as dívidas poderão ter até 100% de desconto nos juros e multas, e na liquidação integral do contrato, um desconto de até 99% no valor consolidado.

Estudantes que tinham débitos sem pagamento há mais de 90 dias em 30 de junho deste ano terão desconto de 100% sobre os encargos, e de 12% no valor principal em caso de pagamento à vista.

Podem ainda pagar em até 150 parcelas mensais, com desconto de 100% nos encargos e as demais condições do contrato mantidas.

Para estudantes com dívidas vencidas há mais de 360 dias na mesma data que estejam inscritos no CadÚnico ou que tenham recebido o Auxílio Emergencial em 2021, o desconto é de 92% do valor consolidado da dívida, o que inclui o principal, quando houver a liquidação integral.

Se a última prestação prevista em contrato estiver vencida há mais de cinco anos, os desconto é de 99% do valor consolidado.

Já no caso de débitos em atraso há mais de 360 dias em 30 de junho que não se enquadrem nas demais hipóteses, o desconto é de 77% no valor consolidado em caso de liquidação integral.
Desconto para estudantes chega a 12%, diz Banco do Brasil

O BB informa ainda que para os estudantes do Fies que estão em dia com os pagamentos, o desconto no valor consolidado é de 12% para o pagamento à vista.

As condições se aplicam a financiamentos contratados até o segundo semestre de 2017, e que estavam em fase de amortização em 30 de junho deste ano.

Segundo o Banco do Brasil, o prazo para a renegociação vai até 31 de maio de 2024.

Fonte: Suno

Participantes do PrevMais podem alterar o percentual de contribuição

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Em novembro, participantes ativos, autopatrocinados, aposentados e pensionistas do plano PrevMais poderão realizar a alteração da porcentagem de contribuição mensal, que refletirá durante todo o ano de 2024. Portanto, é importante estar atento, analisar a sua situação previdenciária e realizar a melhor escolha.

As alterações poderão ser solicitadas até 30 de novembro e as mudanças passam a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2024.

Os participantes ativos e autopatrocinados podem realizar a alteração do percentual de contribuição mensal do plano PrevMais. Vale ressaltar que, quanto mais investir em sua previdência agora, maior poderá ser o seu benefício quando se aposentar.

Outro ponto importante é que as contribuições são paritárias, ou seja, o patrocinador contribui com o mesmo percentual. Portanto, quanto maior a contribuição do participante, maior a acumulação, pois é dobrada (*). Além disso, todos os participantes podem deduzir suas contribuições do IR até o limite de 12% de sua renda bruta anual tributável (no caso de declaração completa).

Já os participantes assistidos que optaram pela renda mensal programada em percentual ou prazo no PrevMais poderão realizar alteração em ambos.

Destacamos que a alteração é realizada no portal, não sendo mais necessário o envio do formulário para o Instituto. Esse processo torna mais fácil para o participante exercer a sua opção de alteração.

Como alterar

Para alterar a sua opção, acesse o autoatendimento e faça o login. Em seguida, escolha previdência > aba “PrevMais” > opções do meu plano > “Alteração de percentual de contribuição”, caso você seja ativo ou autopatrocinado, ou “Alteração de percentual e prazo de benefício”, no caso de participantes assistidos.

Em caso de dúvidas, entre em contato com o Economus nos canais de relacionamento.

Fonte: Economus

No Senado, Fenaban nega ligação entre pressão por metas e adoecimento

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Durante audiência na Comissão de Direitos Humanos do Senado, quinta-feira (26/10), o diretor de Relações Institucionais Trabalhistas e Sindicais da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Adauto Duarte, causou indignação de dirigentes sindicais bancários ao tentar negar a ligação entre o aumento da cobrança das metas e a disparada do número de bancários e bancárias com doenças psíquicas.

No término da longa exposição feita pelo representante dos bancos – que alegou faltarem informações para sustentar a existência do nexo entre a pressão sistemática e o adoecimento –, representantes de federações e sindicatos de bancários de vários estados fizeram um coro de ‘menos metas, mais saúde’, deixando evidente a contrariedade com o negacionismo da fala do representante da Fenaban.

‘Falta diagnóstico’

Logo no início de sua exposição, Duarte disse que o bem mais importante é a saúde, mas acrescentou ser necessário fazer um diagnóstico preciso e investigar se os sintomas estão realmente relacionados ao trabalho. “O Conselho Federal de Medicina diz que tem que haver uma investigação, um estudo detalhado no local de trabalho para um diagnóstico exato, com dados epidemiológicos, um quadro clínico e levantamento dos riscos existente no ambiente. Mas isto não é seguido (pelos órgãos públicos responsáveis)”, disse.

Mais adiante, acrescentou que a covid-19 causou um aumento dos casos de problemas psíquicos, o que pode ter gerado uma distorção. “Não fica claro o que foi causado pela pandemia e o que foi causado pelo ambiente de trabalho”, argumentou. Repetiu que falta uma investigação mais apurada para que se conheça de fato as causas do problema e, a partir daí, sejam apontadas soluções.

Provas de sobra

A audiência foi requerida pela senadora Augusta Brito (PT-CE), a pedido do movimento sindical para debater as condições de trabalho da categoria e encontrar saídas. Além de dar visibilidade ao problema, o objetivo é fazer com que os bancos negociem mudanças na gestão com o fim da pressão das metas. Outra finalidade é que o Senado aprove leis relacionadas a esta questão.

A presidenta da Contraf, Juvandia Moreira, fez uma exposição anterior à da Fenaban. Disse que um dos grandes problemas é que os bancos não reconhecem o adoecimento mental. “Na categoria bancária tem aumentado o número de pessoas com depressão, síndrome do pânico, síndrome de burnout. Há vários casos de internação por crise nervosa. São pessoas que estão sofrendo com a cobrança do cumprimento de metas e sobrecarga de trabalho”, afirmou.

Lembrou que até 2012 o maior causador de adoecimento eram as lesões por esforço repetitivo. “Hoje foi ultrapassado pelo adoecimento mental e comportamental. Nós bancários somos 0,9% dos trabalhadores formais, mas 3,7% no número de afastados por doença. Pesquisa feita pela Contraf mostrou que em 2012, 35% da categoria tomava medicamento de tarja preta. Este número foi para 43,9% em 2023. Há sem dúvida um grande problema. É preciso que acabe a pressão pelo cumprimento de metas abusivas”, defendeu.

Disse ser preciso que a sociedade seja informada sobre esta realidade preocupante. Lembrou que os bancos têm lucros altíssimos e que isto é atingido em parte devido à pressão sistemática e desumana por metas.

Bancos adoecem a categoria

Em sua explanação, o secretário de Relações do Trabalho da Contraf, Mauro Sales, sustentou que o problema está diretamente relacionado ao modo de gestão do sistema financeiro. “A gestão dos bancos é um verdadeiro mecanismo de adoecimento. Os programas de resultado são elaborados na alta direção por consultorias caríssimas que impõe a exigência de resultados, que são as metas, e é preciso que se diga, são abusivas, mudam a toda a hora, têm pressão para que sejam alcançadas e o assédio moral é consequência deste modelo”, afirmou.

Mauro sustentou que a categoria é avaliada, vivendo pressionada e sob a ameaça de ser demitida, ou ter sua remuneração reduzida e, nos bancos públicos, sofrer o descomissionamento. “É um mecanismo que enlouquece, adoece, impondo um terrível sofrimento às pessoas”, criticou. “Temos inúmeras pesquisas de institutos especializados, de diversas universidades, além de condenações dos bancos na Justiça, individuais e coletivas que comprovam o que estamos denunciando. São fatos que não podem ser contestados”, afirmou.

Subnotificação

Sirlene Luiza, procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT), disse que a situação dos bancários é preocupante. “A atividade dos bancos é de risco 1, um risco elevado, mas, ainda assim, pelos novos dados precisa de uma atualização. É necessário, além disto, ter políticas públicas voltadas para resolver esta questão. Houve realmente um crescimento substancial no número de afastamentos em função de saúde mental, o que é inegável”, constatou.

Confirmou que um dos problemas verificado é que os bancos não reconhecem este aumento do adoecimento. “Uma prova disto é que há uma subnotificação das CATs. A maioria dos benefícios é concedida com base em CATS emitidas pelos sindicatos”, adiantou.

Rachel de Araújo, diretora da Fenae, lembrou que uma pesquisa feita pela entidade mostrou que 6% dos empregados da Caixa foram afastados por algum tipo de doença e que destes, 83% por adoecimento psíquico. “Os motivos são depressão, síndrome de bournout, ansiedade e tem a ver com a forma como são cobradas as metas, através do assédio”, constatou.

Maria Maeno, da Fundacentro, frisou que está comprovada a existência de um assédio institucional nos bancos. “Estudos mostram que o adoecimento está ligado à forma da cobrança de resultados”, disse.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Santos

BB e CASSI intensificam diálogo sobre perspectivas para a Caixa de Assistência

Publicado em: 06/11/2023

A situação atual e perspectivas de futuro para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil novamente foram pauta de reunião entre a atual Diretoria da operadora e o patrocinador. Em dois encontros recentes, realizados na primeira quinzena de outubro, o Conselho Diretor e o Conselho de Administração do Banco receberam o presidente da CASSI, Cláudio Said, e o diretor de Administração e Finanças, Hugo Brandão.

Os gestores da CASSI apresentaram os resultados do primeiro semestre de 2023 e outros indicadores de desempenho, além de iniciativas em andamento e outras possíveis, em parceria com o BB, com foco no equilíbrio econômico-financeiro e na melhoria dos serviços assistenciais. Esses pontos estão sendo avaliados pelo Banco e integram uma agenda positiva entre as duas instituições.

“Foi importante a discussão sobre possíveis ações conjuntas e parcerias, não só para a melhoria contínua do resultado econômico-financeiro, mas também para a ampliação da oferta dos planos CASSI destinados a familiares de funcionários, capazes de fortalecer tanto a Caixa de Assistência quanto o BB”, destacou o diretor Hugo Brandão.

O presidente da CASSI também está otimista com a interação com esses importantes colegiados de decisão do Banco, viabilizando um olhar conjunto para alternativas viáveis para o plano de saúde dos seus funcionários. “Manter uma agenda positiva com o BB mostra a importância que a Instituição dá para a Caixa de Assistência”, avalia Cláudio Said.

Fonte: Cassi

Economus: 2024 é ano de eleição para os conselhos deliberativo e fiscal

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Em 2024, os participantes do Economus – entidade fechada de previdência complementar dos bancários egressos do Banco Nossa Caixa – escolherão dois representantes para o Conselho Deliberativo e um para o Conselho Fiscal, mais os seus respectivos suplentes.

O pleito será realizado das 10h do dia 08 de abril de 2024 até 16h do dia 29 de abril, exclusivamente em ambiente eletrônico, por meio de link a ser divulgado.

Os interessados em concorrer nas eleições devem realizar a inscrição entre os dias 15 de janeiro e 16 de fevereiro de 2024.

“É extremamente importante a participação de todos os participantes do Economus, da ativa e aposentados, nas eleições dos conselhos deliberativo e fiscal, instâncias essenciais para a resolução dos problemas enfrentados pela entidade e nas quais é fundamental a representação de conselheiros de fato comprometidos com os interesses dos trabalhadores”, diz Getúlio Maciel, dirigente sindical da Federação dos Bancários da CUT-SP (Fetec-SP) e representante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Discriminação

Para a dirigente do Sindicato e conselheira deliberativa eleita suplente do Economus, Adriana Ferreira, o fato de não ser possível a votação por meio do SISBB nas eleições do Economus evidencia o tratamento discriminatório ao qual estão submetidos os trabalhadores egressos da Nossa Caixa.

“Uma eleição do Economus, na qual os participantes da ativa não podem votar por meio do SISBB, assim como fazem os bancários participantes da Cassi e da Previ nas eleições destas duas entidades, é mais uma prova de que os egressos da Nossa Caixa não recebem o mesmo tratamento que seus demais colegas dentro do Banco do Brasil”, avalia Adriana.

“A demanda para que os egressos da Nossa Caixa tenham direito de ingressar na Cassi e na Previ, assim como a possibilidade de votação por meio do SISBB nas eleições do Economus, são reivindicações antigas dos trabalhadores. Porém, o banco não apresentou até então qualquer proposta. É preciso acabar com essa discriminação”, conclui a dirigente.

Fonte: Economus

BB Seguridade tem lucro líquido de R$ 2,056 bilhões no 3º trimestre

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A BB Seguridade (BBSE3), holding de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil, registrou lucro líquido de R$ 2,056 bilhões no terceiro trimestre deste ano, alta de 24,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, o resultado foi 11,7% maior.

De acordo com a companhia, a maior contribuição para o crescimento do resultado em base anual veio da Brasilprev, a empresa de previdência privada do grupo. Sozinha, a companhia deu contribuição de R$ 178,9 milhões a mais para o resultado da holding, graças à melhoria do resultado financeiro diante do menor custo das obrigações atreladas aos planos tradicionais.

A BB Seguridade estima que a defasagem do IGP-M, o índice que corrige os planos tradicionais da Brasilprev, teve efeito positivo de R$ 146 milhões no terceiro trimestre, contra efeito negativo de R$ 101 milhões no mesmo intervalo de 2022. Isso ocorre porque neste ano, o IGP-M está abaixo do IPCA (Índice de Preços no Consumidor), o que leva a empresa a ter ganho financeiro.

Também houve contribuição da Brasilseg, que agregou mais R$ 150,1 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, diante da evolução da arrecadação com seguros e também do melhor resultado financeiro. O resultado financeiro combinado da BB Seguridade e das empresas investidas foi de R$ 460,2 milhões no terceiro trimestre, volume 98% maior que o do mesmo período do ano passado.

Ao todo, o financeiro respondeu por 22,4% do resultado líquido da companhia, contra 14,1% no mesmo período de 2022. Segundo a BB Seguridade, a Selic média do terceiro trimestre foi de 13,27%, contra 13,47% 12 meses antes, e 13,65% no segundo trimestre deste ano. A carteira de aplicações consolidada estava concentrada em títulos atrelados à inflação, com 44,3% do total, e os pós-fixados, que eram 42,5%. Um ano antes, esses porcentuais eram de 47,9% e de 39,3%, respectivamente.

Fonte: Estadão

Banco do Brasil é o maior credor da Starbucks, em crise no país

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A Southrock, gestora da Starbucks no Brasil – que recentemente pediu recuperação judicial, enviou sua lista de credores à Justiça de São Paulo, relatando 7,7 mil débitos. A dívida total é estimada em R$ 1,8 bilhão.

Conforme os documentos apresentados à Justiça, o maior credor da Starbucks no país é o Banco do Brasil (BBAS3), com R$ 78,9 milhões a receber da companhia.

Logo em seguida aparecem nomes como o Santander (SANB11) e o Banco Modal, com R$ 45,4 milhões e R$ 30 milhões, respectivamente.

Dentro da estrutura da Southrock, que gere outras companhias, é justamente a Starbucks que soma o maior volume de débitos com credores, chegando a 3,9 mil dívidas listadas.

A dívida com a ‘matriz’ do Starbucks, nos EUA – com a qual a gestora tem contrato de licenciamento de marca – é da casa de US$ 17,6 milhões, ou cerca de R$ 86 milhões no câmbio atual.

Além disso, a Eataly tem pouco menos de 1,6 mil débitos, incluindo uma dívida de R$ 5,1 milhões com a matriz da companhia, também nos EUA.

O CNPJ da Eataly no Brasil, contudo, tem um único credor, o Banco Pine – com uma cifra de R$ 8,4 milhões.

Entenda como está a Recuperação Judicial da Starbucks no Brasil

São 22 empresas geridas pela Southrock, que pediu recuperação no dia 31 de outubro, tendo como solicitante o escritório de advocacia de Thomaz Bastos, Waisberg, Kurzweil Advogados – do ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.

No da 13 de outubro, a matriz da cafeteria nos EUA rompeu contrato com a operadora local por conta de inadimplência, dados os R$ 387,6 milhões de prejuízo líquido reportado pela companhia no Brasil e uma dívida de R$ 21,8 milhões em royalties.

Ainda no dia 1º de novembro o juiz responsável pelo caso, Leonardo Fernandes dos Santos, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), indeferiu um pedido de liminar que pedia pelo cancelamento do licenciamento da marca Starbucks no Brasil – solicitado pela companhia nos EUA.

Fonte: Suno

BB: para funcionários, é preciso reforçar papel do banco público

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu, na segunda-feira (30), com representantes do BB, que apresentaram o Plano Estratégico Corporativo da empresa, para o período 2024-2028. A exposição contou com um balanço das mudanças recentes do sistema financeiro brasileiro e que impactam na posição do banco em relação às demais empresas do setor.

Se em 2016 cada pessoa (PF e PJ) tinha, em média, relacionamento com duas instituições financeiras, atualmente, cada pessoa tem, em média, com cinco instituições. Parte da explicação para isso estaria com a ampliação de novos agentes no sistema financeiro, que passaram a competir espaço com os bancos tradicionais, como as fintechs (empresas que fornecem serviços financeiros por meio do uso da tecnologia).

Diante desse cenário, no qual a digitalização permite maior eficiência e escalabilidade nos serviços bancários, o plano estratégico considera a continuidade nos investimentos em transformação digital e processos e, em relação aos trabalhadores da empresa, “desenvolvimento de liderança engajadora e o aprendizado contínuo de todos os funcionários”.

“O que o banco apresentou foi bem claro: que tudo está em mudança e que o funcionário precisa estar preparado para se requalificar. Esse foi o recado”, resume o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimento Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb-SP/MS) na CEBB, David Zaia.

“Sim, o setor financeiro enfrenta mudanças decorrentes da digitalização e o Banco do Brasil está inserido neste cenário. Disso não temos dúvidas. Mas o que ressaltamos no encontro é que o BB é um banco público e, como tal, tem um papel estratégico no desenvolvimento do país, tem papel estratégico e social na democratização financeira e, portanto, deve manter estrutura para assegurar igual atendimento, tanto aos mais velhos, quanto aos mais jovens, tanto nas regiões urbanas, quanto nas rurais, tanto em cidades grandes, quanto em pequenas. Nos últimos anos, o BB perdeu espaço para cooperativas nas zonas agrícolas e isso aconteceu porque fechou unidades”, pontua o representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEBB, Getúlio Maciel.

Um dado importante, apresentado logo no início da apresentação do banco, para ilustrar a proposta do plano estratégico 2024-2028, foi que metas que haviam sido estabelecidas para este ano, 2023, já tinham sido superadas no primeiro semestre.

“Nos preocupa, no âmbito da estratégia, a questão das metas por resultados. Na apresentação, o banco ressalta que o plano inclui ‘assegurar um ambiente de trabalho psicologicamente saudável’. Isso está ligado ao que nós, do movimento sindical, temos chamado a atenção como ‘adoecimento psicológico no trabalho’. Então, essa questão colocada no plano estratégico é positiva”, ressalta a representante da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS) na CEBB, Priscila Aguirres. “Entretanto, no mesmo plano, o banco usa muito o termo ‘engajamento’ dos funcionários, dos gestores, o que nos remete a um cuidado de como isso será feito, sem que redunde na continuidade ou fortalecimento de uma gestão adoecedora, e que coloca em primeiro lugar as metas”, completa.

“Preocupação com os funcionários, com o desenvolvimento do país, através das políticas sociais, e com o atendimento da população. Essas devem ser as prioridades do BB, e não ficar disputando com quem lucra mais. Foi isso o que destacamos na mesa: o espírito público do BB tem que ser fortalecido”, pontua o representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi/MG) na CEBB, Rogério Tavares.

Os representantes do banco reconheceram que, na gestão anterior, ocorreram reduções de agências, principalmente em cidades pequenas, e redução de funcionários. Foi dito que a diminuição do quadro de pessoal e de estrutura não está no plano estratégico pensado para 2024-2028 e, ainda, que há expectativa de posse de 6 mil funcionários até 2025.

“O balanço geral que temos do que nos foi apresentado é positivo, incluindo a questão da promoção à diversidade dentro da empresa. Mas ressaltamos nossa preocupação com as metas aplicadas para os funcionários, que possam levar ao adoecimento e também funcionar como ferramenta de assédio moral. Também ressaltamos o papel da empresa como um banco público. Então, continuaremos olhando com atenção o plano para garantir a proteção dos trabalhadores, proteção dos direitos do acordo coletivo de trabalho e fortalecimento do BB, institucionalmente”, conclui Getúlio Maciel.

Fonte: Contraf-CUT

BB opera crédito com subvenção da União no valor de até R$ 200 milhões

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Para apoiar de forma ágil a recuperação das atividades econômicas nos municípios do Rio Grande do Sul em situação de calamidade, desde 23 de outubro as agências do Banco do Brasil estão atendendo os produtores rurais e recebendo as propostas de crédito amparadas na Medida Provisória 1.189 e regulamentada posteriormente por meio de portarias e decreto publicados pelo Governo Federal.

Esse conjunto de medidas governamentais concedem subvenção econômica a financiamentos para investimento tomados pelos agricultores familiares que tiveram perdas materiais em decorrência das chuvas excessivas nesses municípios, como forma de reduzir os custos financeiros dos créditos contratados para retomada da atividade rural.

O desconto é de 30%, limitado a R$ 15 mil por produtor. Para solicitar esse rebate, o agricultor familiar deve apresentar, juntamente com sua proposta de crédito, um laudo emitido por profissional habilitado que comprove perdas de pelo menos 30% em decorrência das chuvas.

Os créditos podem ser contratados principalmente por meio do Pronaf Mais Alimentos e se destinam, por exemplo, à renovação ou aquisição de máquinas, animais e construções. As taxas variam entre 4% e 6% ao ano e o prazo de pagamento é de até dez anos, com carência de três.

Além dessa condição especial para investimentos, o Banco do Brasil continua oferecendo todas as alternativas de crédito do Plano Safra 2023/2024, para atendimento às mais diversas necessidades do produtor.

De forma a assegurar agilidade e permitir se antecipar a demandas relacionadas aos eventos climáticos que prejudicam a atividade rural, o Banco do Brasil mantém o monitoramento tempestivo de todas as culturas em todo o país, por meio de corpo técnico qualificado. Assim, oferecemos soluções rápidas e simplificadas, de acordo com a necessidade dos produtores e, inclusive, para assegurar o atendimento prioritário na BB Seguros para os sinistros de Seguro Rural.

De acordo com o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, Luiz Gustavo Lage, o Banco do Brasil, como o maior parceiro do agronegócio e agricultura familiar, está sempre presente na vida do homem e da mulher do campo, oferecendo soluções completas e tempestivas nos diferentes momentos e necessidades dos nossos clientes. “Por isso mesmo, fomos protagonistas na disponibilização dos benefícios da Medida Provisória 1.189 e do Decreto e portarias do Governo Federal, mobilizando nossas equipes e implementando, com agilidade, as condições especiais de crédito que farão diferença na vida dos produtores nesse momento difícil e de reconstrução”, explica.

Vitorio Maziero, produtor rural do município de Encantado (RS) e primeiro cliente a contratar operação de Pronaf Mais Alimentos com subvenção, relata a experiência com a operação: “aqui em Encantado fomos atingidos pela enchente e ficamos sabendo que o Banco do Brasil recebeu linha de crédito Pronaf para reconstrução do pavilhão que a enchente levou. O apoio financeiro do Governo, de R$ 15 mil, e a vontade da agência em apoiar os produtores têm grande valor para recuperar os galpões levados pela enchente”.

Recursos do Pronampe
O Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) também conta com recursos subvencionados pela União amparados pela MP 1.189, com condições especiais embasadas nas regras da Portaria MEMP Nº 55/2023 divulgada pelo Governo Federal no início de outubro. Do total de R$ 50 milhões direcionados ao Banco do Brasil, R$ 33 milhões foram utilizados nas primeiras horas de contratação.

Entre as condições especiais estão:

  • prazo de carência de até 24 meses para o início do pagamento das parcelas do financiamento;
  • limite de contratação para as empresas de até R$ 150 mil, limitado a 30% da receita bruta anual calculada com base no exercício anterior ao da contratação. Para as empresas que tenham menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo poderá corresponder até 50% do seu capital social ou até 30% de 12 vezes a média da sua receita bruta mensal apurada no período, desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso. Não se computarão os valores anteriormente contratados à publicação da Portaria;
  • e limite de contratação para profissionais liberais de até R$ 100 mil, limitado a 50% do total anual do rendimento do trabalho sem vínculo empregatício informado na Declaração de Ajuste Anual referente ao ano-calendário anterior ao da contratação da linha de crédito.

Além dos recursos subvencionados, a partir do aporte de R$ 100 milhões no FGO, foram liberados R$ 667 milhões para contratação de operações, no sistema financeiro, para o Rio Grande do Sul.

“Para atendimento da população afetada pelos eventos climáticos, o BB priorizou o desenvolvimento das novas linhas. Desde outubro o BB vem operando na linha Pronaf Mais Alimentos e, a partir desta sexta-feira (3), iniciamos as operações de Pronampe com recursos subvencionado à amparo da referida MP. O BB também opera a linha regular do Pronampe, recursos não subvencionados, que conta com R$ 667 milhões para contratação de operações, no sistema financeiro, para o Rio Grande do Sul.”, explica Euler Mathias, diretor de Governo do Banco do Brasil.

Outras ações
Além de operar nas linhas de crédito subvencionadas pelo Governo Federal, o Banco do Brasil realiza diversas ações em apoio aos clientes impactados:

Cerca de R$ 1,5 milhão em ajuda humanitária: O BB promove campanha de doações, que arrecadou R$ 954 mil, além de doar R$ 500 mil via Fundação BB. Para doar, envie Pix para a chave pix.enchentesrs@fbb.org.br ou para os dados bancários a seguir:

Banco do Brasil – 001
Agência – 1607-1
Conta – 51.000-9

Assistência creditícia: o Banco do Brasil realizou a prorrogação e a renovação de limites, possibilitando a manutenção da disponibilidade de crédito para mais de 2,1 milhões de clientes (Pessoa Física, Jurídica e Produtor Rural), no valor aproximado de R$ 17,9 bilhões em linhas de CDC, custeio e giro. No segmento Setor Público, são mais de R$ 760 milhões em limites disponibilizados aos municípios afetados, que terão as propostas de crédito priorizadas.

Renegociação de dívidas: os clientes do Banco do Brasil nas localidades afetadas contam com renegociação de dívidas em taxas diferenciadas, com até 180 dias de carência e até 120 meses para pagamento, e ainda com a possibilidade de prorrogação de até três parcelas de operações já renegociadas.

Condições especiais para MPE: As Micro e Pequenas Empresas (MPE) contam com linhas de reprogramação de dívidas. Outra novidade é a prorrogação extraordinária do vencimento das seis próximas parcelas vincendas da operação. Na modalidade Pronampe, as parcelas de operações atuais podem ser prorrogadas para o prazo total de até 72 meses.

Seguros: Os clientes segurados pelo Banco do Brasil contam com canal de atendimento exclusivo 24h e priorização para abertura de sinistros e acionamento de assistência imediata nas regiões afetadas. A BB Seguros reforçou a equipe de atendimento e mobilizou reguladores e peritos para as regiões com possibilidade de realizar a vistoria presencial ou de forma remota, para agilizar a apuração dos danos e simplificar o processo de aviso de sinistros.

Foi realizado, também, contato proativo via WhatsApp com toda a base de segurados das regiões, demonstrando apoio e cuidado com os clientes. Também foram triplicados os valores das coberturas de limpeza, cobertura de telhado e desentupimento. Além disso, foram liberadas assistências adicionais, como hospedagem e dedetização, mesmo que não estivessem previstas no contrato.

Cartões: Os clientes do BB afetados pela calamidade ocorrida no Rio Grande do Sul contam com transporte do saldo devedor para o mês seguinte, relativo a faturas de setembro ou outubro não pagas ou pagas de forma parcial, sem incidência de encargos. Também haverá estorno de encargos cobrados em faturas com atraso no pagamento a partir da calamidade, bem como eventual tarifa de segunda via de plástico, por um período de 60 dias.

Fonte: Banco do Brasil